Filho será punido pelo erro do pai??



Criada em 05/09/2007 Última alteração em 06/12/2012 às 01 : 25

PRATICAR A JUSTIÇA É OBRIGATÓRIO ATO CONTÍNUO.

O EXEMPLO PERFEITO VEM DO PRÓPRIO CRIADOR





A “VERDADEnunca será imposta, a “VERDADE” é sempre ensinada, e a “VERDADE” quando é entendida, sempre é aceita. Isto só ocorre quando a fonte da verdade é também a fonte da sabedoria e respeita o livre-arbítrio.

A verdade nunca foge do questionamento e nunca se ira quando questionada. A verdade sempre se alegra muitíssimo quando é questionada. A verdade quando questionada, sempre se prova como verdade, sempre apresenta respostas que nunca se contradizem. Humanos imperfeitos sempre se contradizem, entretanto, Jeová e seu Filho Jesus nunca se contradizem. Eles são a verdade.




Embora se faça muita injustiça durante muito tempo, ser encontrado ou não fazendo a justiça NO MOMENTO CERTO” (momento da inspeção), trará uma recompensa de “vida eterna” ou “morte eterna”.


É esta a perfeita justiça divina? Não, não é.
Que o Criador Jeová fale sabiamente, como sempre faz; obvio, Ele é a fonte da sabedoria. Que objetivo tinha o Criador??

A “vida eterna” não é uma recompensa, não é um prêmio a ser recebido.

Isto é o que o humano gostaria de falar. Finalmente ele estaria “de posse” da vida eterna.

Na corrente do tempo, estamos um pouco depois de Israel ser libertado do Egito e o próprio Jeová fala a Moisés, seu porta-voz oficial durante vários anos, que no relacionamento que terá com eles (israelitas), trará punição ao “filho” pelo erro do “pai” (segundo a Tradução do Novo Mundo). O pai comete o erro e o filho recebe a punição. Parece haver algo nesta afirmação que não se encaixa na personalidade de nosso Criador, no caso de considerarmos este relacionamento como “individualmente definitivopara cada um dos humanos imperfeitos ali envolvidos (vida ou morte; salvação ou destruição eterna). Punir definitivamente alguém pelo erro de outra pessoa, contraria a imperfeita justiça humana, assim como também a contrariaria, punir um filho pelo erro de seu pai. Gostaria você conscientemente de ser o filho “punido”? O oposto, abençoar um filho e/ou neto por causa da justiça do pai (o pai pratica a justiça e toda a sua descendência é abençoada, independente de sua atuação), está mais para paternalismo, uma atitude de parcialidade, protecionismo, favoritismo, logo, também soa “fora da justiça” (imparcialidade; equidade). Gostaria você conscientemente de ser o filho “favorecido ou protegido”? Você agiria assim com seus filhos? Estaria ligado à perfeita Justiça de Jeová? Certamente que não, não estaria ligado à personalidade de nosso Criador, que além se ser perfeito em Justiça, também é Santo.

Trazer punição ao filho pelo erro do Pai – o ponto de vista de Jeová e o ponto de vista do humano.

Por um instante alguém poderá pensar que um inocente estaria recebendo uma punição que deveria ser dada a uma outra pessoa, não é verdade?? Será que se tratava de um grupo de inocentes fiéis que passaria a receber punição junto com os iníquos??

Trata-se de Jeová, aquele que é IMPARCIAL, Aquele que vê a todos como iguais. (Deuteronômio 32:4) 4 A Rocha, perfeita é a sua atuação, Pois todos os seus caminhos são justiça. Deus de fidelidade e sem injustiça; Justo e reto é ele.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Deuteronômio 32:4) 4 Ele é a Rocha, as suas obras são perfeitas, Porque todos os seus caminhos são justiça. Deus, fiel e sem iniquidade, justo e reto é ele.

DE MODO ALGUM ISENTAREI DA PUNIÇÃO?? Não se trata de uma afirmação que mostraria um relacionamento com um “retribuidor imparcial”?? Não se trata de alguém que SEMPRE paga de volta aquilo que o pecador merece receber?? Não se trata de alguém que não deixa passar em branco qualquer violação da lei?? Será esta a “verdade” em relação ao Pai??

Não abro mão da punição – Será que ficou comprovado que Jeová realmente não abriu mão da punição?? Não abro mão da punição – A imparcialidade exigiria que esta ação fosse em relação a todos os pecados e em relação a todos os pecadores, não é verdade??

Entretanto, de forma temporária, o Criador determinou ser “esta” uma das bases deste relacionamento que haveria entre Ele e a nação pactuada de Israel. Haveria punição pelo erro. Haveria punição pelo erro dos pais sobre os filhos. Como e porque o Pai faria isto?? Como e por que o “filho” (descendente) seria tratado com benevolência em face do acerto do antepassado?? Êxodo 20:5; 34:6,7; Números 14:17-19; Deuteronômio 5:8-10
Êxodo 20:5,6
5 Não te deves curvar diante delas, nem ser induzido a servi-las, porque eu, Jeová, teu Deus, sou um Deus que exige devoção exclusiva, trazendo punição pelo erro dos pais sobre os filhos, sobre a terceira geração e sobre a quarta geração no caso dos que me odeiam, 6 mas usando de benevolência para com a milésima geração no caso dos que me amam e que guardam os meus mandamentos.

Assim verte a Tradução Brasileira de 1917: (Êxodo 20:5-6) 5 Não as adorarás, nem lhes darás culto, porque eu, Jeová teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, na terceira e na quarta geração daqueles que me aborrecem, 6 e uso misericórdia até mil gerações daqueles que me amam e guardam os meus mandamentos

Êxodo 34:6,7 6 E Jeová ia passando diante da sua face e declarando: “Jeová, Jeová, Deus misericordioso e clemente, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência e em verdade, 7 preservando a benevolência para com milhares, perdoando o erro, e a transgressão, e o pecado, mas de modo algum isentará da punição, trazendo punição pelo erro dos pais sobre os filhos e sobre os netos, sobre a terceira geração e sobre a quarta geração.”

Assim verte a Tradução Brasileira de 1917: (Êxodo 34:9-7) 6 Passando Jeová por diante dele, proclamou: Jeová, Jeová, Deus misericordioso e clemente, tardio em irar-se e grande em beneficência e verdade; 7 que guarda beneficência em milhares, que perdoa a iniquidade, a transgressão e o pecado; e que de maneira alguma terá por inocente o culpado, visitando a iniquidade dos pais nos filhos, e nos filhos dos filhos, na terceira e na quarta geração.

Números 14:17,18 17 E agora, por favor, torne-se grande o teu poder, ó Jeová, assim como falaste, dizendo: 18 ‘Jeová, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência, perdoando erro e transgressão, mas ele de modo algum eximirá da punição, trazendo punição pelo erro dos pais sobre os filhos, sobre a terceira geração e sobre a quarta geração.’

Assim verte a Tradução Brasileira de 1917: (Números 14:17-18) 17 Agora, pois, engrandeça-se o poder do Senhor, segundo disseste: 18 Jeová é tardio em irar-se, abundante em misericórdia, que perdoa iniquidade e transgressão, e não terá por inocente o culpado; que visita a iniquidade dos pais nos filhos, na terceira e na quarta geração.

Deuteronômio 5:9,10 9 Não te deves curvar diante delas, nem ser induzido a servi-las, porque eu, Jeová, teu Deus, sou um Deus que exige devoção exclusiva, trazendo punição pelo erro dos pais sobre os filhos, e sobre a terceira geração e sobre a quarta geração, no caso dos que me odeiam, 10 mas usando de benevolência para com a milésima geração no caso dos que me amam e que guardam os meus mandamentos.

Assim verte a Tradução Brasileira de 1917: (Deuteronômio 5:9-10) 9 Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu, Jeová teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos, na terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem; 10 e que uso de misericórdia para com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.

Visitando a iniquidade dos pais nos filhos ou trazendo punição em um filho inocente pelo erro do pai??

- DE MODO ALGUM ISENTARÁ DA PUNIÇÃOSerá que Jeová abriria mão de aplicar uma punição em um pecador, após Ele afirmar que iria puni-lo?? Afinal, abre Jeová mão de uma prometida punição ou não abre mão?? O que o relacionamento de Jeová com os humanos pactuados revelou?? O que a prática revelou?? A filosofia humana era que palavra de rei não volta atrás. Será que também era a filosofia de vida de Jeová??

Será que haveria um ressentimento guardado até a quarta geração??

- SERÁ QUE HAVERIA ALGUM JUSTO RECEBENDO PUNIÇÃO POR CAUSA DA AÇÃO DE UM ANTEPASSADO INÍQUO?? SERIA ESTE O CASO?? Haveria um inocente recebendo punição no lugar de um culpado?? Será que era isto o que Jeová iria fazer?? O pai erra e é o filho que receberá a merecida punição que deveria ser dada ao pai?? O que é que o Pai Celestial iria realmente fazer??

Indo um pouco adiante na corrente do tempo, observemos uma declaração do povo amado, na qual eles, por estarem sofrendo o empobrecimento, estavam pedindo a Jeová que não os punisse em face dos erros dos antepassados. Assim está registrado: (Salmos 79:8) 8 Não te lembres contra nós dos erros dos antecessores. Apressa-te! Confrontem-nos as tuas misericórdias, Pois empobrecemos muitíssimo.

Será que existe bênção hereditária e maldição hereditária?? Será que filho de abençoado nasce com a bênção e o filho de amaldiçoado nasce com a maldição??

Os textos de Êxodo 20:5,6 e Deuteronômio 5:10 trazem a atenção também o uso da benevolência para com a milésima geração. Haveria misericórdia, clemência, benevolência, perdão e punição neste relacionamento em grupo, mas não se fala em fazer “justiça, pagar de forma definitiva pelo erro ou receber recompensa definitiva pelo pleno acerto. E caso houvesse, a justiça exigiria a individualidade, cada um respondendo unicamente pelas suas ações individuais.

Jeová falou ainda mais:

(Êxodo 33:17-20) 17 E Jeová prosseguiu, dizendo a Moisés: “Farei também esta coisa de que falaste, porque tens achado favor aos meus olhos e eu te conheço por nome.” 18 A isso ele disse: “Por favor, faze-me ver a tua glória.” 19 Mas ele disse: “Eu mesmo farei toda a minha bondade passar diante da tua face e vou declarar diante de ti o nome de Jeová; e vou favorecer ao que eu favorecer e VOU TER MISERICÓRDIA DE QUEM EU TIVER MISERICÓRDIA.20 E acrescentou: “Não podes ver a minha face, porque homem algum pode ver-me e continuar vivo.”


Jeová foi bem claro em relação a este relacionamento com os humanos:

Vou favorecer e vou ter misericórdia daquele que eu tiver”.


O ERRO DOS PAIS TRARIA CONSEQUÊNCIAS SOBRE OS DESCENDENTES, ASSIM COMO, O ACERTO DOS PAIS TRARIA CONSEQUÊNCIAS SOBRE OS DESCENDENTES. COMO ISTO SE DARIA??

Qual o sábio motivo para o Criador fazer o humano imperfeito viver de forma prática um relacionamento, tendo esta regra como uma de suas bases?
Decerto, o Sábio Criador quer ensinar na forma prática, uma lição a seus filhos nada sábios. Qual a forma correta e perfeita de relacionamento entre o Criador e suas criaturas, assim como, a correta e perfeita forma de relacionamento entre humanos e humanos.
Sabiamente, o Criador queria que os humanos vissem e sentissem (experimentassem) o resultado prático de um relacionamento assim. Qual é a importância de qualquer ação tomada por mim?? Qual é a importância de qualquer palavra falada por mim?? Entretanto, será que os imperfeitos suportariam outro tipo de relacionamento com o Criador, por exemplo, um relacionamento baseado na IMEDIATA E JUSTA RETRIBUIÇÃO consequente da justiça ou injustiça (iniquidade) pessoal? Que tal um relacionamentoplenamente meritório, executado em perfeita imparcialidade? Que tal um perfeito toma lá, dá cá??

NÃO PODEMOS DEIXAR DE FAZER A SEGUINTE PERGUNTA: QUAL ERA O OBJETIVO DE JEOVÁ AO ESTABELECER TAL REGRA?? TRARIA REALMENTE JEOVÁ UMA PUNIÇÃO NO FILHO EM FACE DO ERRO DO PAI??

Qual era a regra??

  1. Punição do filho pelo erro do pai??

  2. Visitar a iniquidade dos pais nos filhos??

POR QUE ESTA REGRA ERA NECESSÁRIA?? QUAL ERA O FUNDAMENTO DESTA REGRA??

Por existirem resultados a curto, a médio e a longo prazo, tornou-se necessário haver um relacionamento nestas bases. O humano precisa aprender a diferença entre o bem e o mau. Certas escolhas feitas hoje só trarão os frutos depois de determinado tempo. Aquela pessoa que depois de criteriosamente fazer sua escolha, ainda precisa ser convencida de que a sua escolha está errada, não precisa??

O humano, de forma sincera, faz afirmações. Dias depois, meses depois ou anos depois ele passa a se retratar das suas sinceras afirmações passadas. Vejamos um exemplo real: (Jó 42:1-6) 42 E Jó passou a responder a Jeová e a dizer: 2 Fiquei sabendo que és capaz de fazer todas as coisas, E não há idéia que te seja inalcançável. 3 Quem é este que está obscurecendo o conselho sem conhecimento?’ Por isso falei, mas não estava entendendo Coisas maravilhosas demais para mim, as quais não conheço. 4 Ouve, por favor, e eu mesmo falarei. Eu te perguntarei e tu mo farás saber.’ 5 Em rumores ouvi a teu respeito, Mas agora é o meu próprio olho que te vê. 6 Por isso FAÇO UMA RETRATAÇÃO E deveras ME ARREPENDO em pó e cinzas.”

No entanto, algumas afirmações que fazemos hoje, só se provarão verdadeiras ou mentirosas depois de séculos. No entanto, enquanto tais afirmações não se provarem mentirosas, muitas pessoas acreditarão nelas como sendo verdadeiras. Jó afirmou: “Em RUMORES ouvi a teu respeito,... Tratava-se de informações dos antepassados a repeito de Jeová, nas quais tanto Jó quanto os demais daquela geração “acreditavam”.
Uma mentira pode ser tida e ensinada para a geração seguinte como sendo uma verdade??

Será que Jeová permitiria a propagação de uma mentira??


Para o justo, a vida e as bênçãos eternas; para o iníquo, a morte e a maldição eternos”, uma regra justa, mas não aplicada. Por quê? “Os pais comem as uvas verdes, mas os dentes dos filhos é que ficam embotados”, uma realidade deste relacionamento a ser entendida pelos humanos e modificada por Jeová. Em que ponto poderia haver algum tipo de ligação entre o erro dos pais e o erro dos filhos. Será que o erro dos pais tinha alguma influência no erro dos filhos?? Que tipo de influência seria esta?? Filho de justo é justo e filho de iníquo é iníquo?? Qual o lugar do livre-arbítrio na relação “erro do pai e erro do filho”?? Qual o lugar da individualidade na relação “erro do pai e erro do filho”??


Que previsão havia feito Jeová ainda no ermo, quando Moisés ainda estava vivo, a respeito das futuras ações do povo amado?? Assim afirmou Jeová em um cântico composto por Ele e dado a sua nação escolhida: (Deuteronômio 32:5-6) 5 Agiram ruinosamente da sua parte; Não são seus filhos, o defeito é deles. Geração pervertida e deturpada! 6 É a Jeová que persistis em fazer assim, Ó povo estúpido e nada sábio? Não é ele teu Pai que te produziu, Aquele que te fez e passou a dar-te estabilidade?

Assim verte a Tradução Brasileira: (Deuteronômio 32:5-6) 5 Procederam corruptamente com ele, não são seus filhos, é essa a sua mancha; Eles são geração perversa e deformada. 6 É assim que tratas a Jeová, Ó povo insensato e ignorante? Não é ele teu pai, que te adquiriu? Ele te fez, e te estabeleceu.

Assim verte a Tradução Almeida: (Deuteronômio 32:5-6) 5 Corromperam-se contra ele; não são seus filhos, e isso é a sua mancha; geração perversa e depravada é. 6 É assim que recompensas ao Senhor, povo louco e insensato? não é ele teu pai, que te adquiriu, que te fez e te estabeleceu?

O povo se corromperia e seria produzida uma geração pervertida e deturpada. Pervertida e deturpada em relação a que?? Como isto seria possível se haviam recebido ali no ermo as diretrizes de Jeová para viverem o dia a dia??

Como o povo se corrompia??

O povo se corrompia através da informação que não provinha do Pai.

Agora estamos um pouco antes de 607 AEC, e a rebelde nação de Israel, como cumprimento de profecias do Criador, estava sendo duramente punida, por estarem na pré-definida condição de iníquos. Como iníquos (estado ou condição que se encontravam), como geração pervertida e deturpada estavam sendo punidos. Certos pensamentos e sentimentos de Israel sobre esta severa punição em andamento, precisavam ser reparados. Acompanhemos o diálogo entre o Perfeito e Sábio Criador e suas ignorantes e imperfeitas criaturas que já se encontravam em Babilônia como escravos, como prisioneiros, fruto da punição por serem iníquos. O povo estava externando as suas conclusões. A geração pervertida e deturpada estava fornecendo a sua opinião sobre o que estava acontecendo a eles. Assim, o Sábio Criador, utilizando-se de um porta-voz humano, passou a explicar-lhes a respeito da real condição deles aos Seus olhos de Pai e a “futuramudança, conforme transcrito em Ezequiel 18:1-32:

18 E continuou a vir a haver para mim a palavra de Jeová, dizendo: 2 “Que significa para vós que proferis esta expressão proverbial sobre o solo de Israel, dizendo: ‘Os pais é que comem as uvas verdes, mas são os dentes dos filhos que ficam embotados’? 3 “‘Assim como vivo’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘não continuará mais a caber a vós proferir esta expressão proverbial em Israel. 4 Eis que todas as almas — a mim me pertencem. Como a alma do pai, assim também a alma do filho — a mim me pertencem. A alma que pecar — ela é que morrerá. 5 “‘E no que se refere ao homem, se ele veio a ser justo e tem praticado o juízo e a justiça; 6 se não comeu nos montes e não elevou seus olhos para os ídolos sórdidos da casa de Israel, e não aviltou a esposa de seu companheiro, e não se chegou a uma mulher na sua impureza; 7 e se não maltratou a nenhum homem; se restituiu o penhor tomado pela dívida; se não arrebatou nada em roubo; se deu o seu próprio pão ao faminto e cobriu com roupa ao que estava nu; 8 se não deu nada em troca de juros e não tomou usura; se retirou sua mão da injustiça; se praticou a verdadeira justiça entre homem e homem; 9 se tem andado nos meus estatutos e tem guardado as minhas decisões judiciais para praticar a verdade, ele é justo. Ele positivamente continuará a viver’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová. 10 “‘E [se] alguém se tornou pai de um filho que é salteador, derramador de sangue, que fez coisas semelhantes a uma destas; 11 (mas ele mesmo não fez nenhuma destas coisas;) se também comeu sobre os montes e aviltou a esposa de seu companheiro; 12 se maltratou o atribulado e pobre; se arrebatou coisas em roubo, não restituindo a coisa tomada em penhor; e se elevou seus olhos para os ídolos sórdidos, fez uma coisa detestável. 13 Deu em troca de usura e cobrou juros, e ele positivamente não continuará a viver. Fez todas estas coisas detestáveis. Positivamente será morto. Sobre ele é que virá a haver seu próprio sangue. 14 “‘E eis que alguém se tornou pai de um filho que continua vendo todos os pecados de seu pai, que este tem praticado, e ele [os] vê e não faz coisas semelhantes a eles. 15 Não comeu sobre os montes e não elevou seus olhos para os ídolos sórdidos da casa de Israel; não aviltou a esposa de seu companheiro; 16 e não maltratou homem algum, nem se apoderou de alguma coisa penhorada, e não tomou nada em roubo; deu o seu próprio pão ao faminto e cobriu com roupa ao que estava nu; 17 retirou sua mão do atribulado; não tomou nem usura nem juros; cumpriu as minhas decisões judiciais; andou nos meus estatutos; ele mesmo não morrerá por causa do erro de seu pai. Positivamente continuará a viver. 18 Quanto a seu pai, por ter praticado flagrante defraudação, arrebatando em roubo algo de um irmão e fazendo o que não é bom no meio dos seus povos, eis que então terá de morrer pelo seu erro. 19 “‘E certamente direis: “Por que é que o filho não levará nenhuma [culpa] pelo erro do pai?” Ora, quanto ao filho, praticou o juízo e a justiça, guardou todos os meus estatutos e continua a cumpri-los. Ele positivamente continuará a viver. 20 A alma que pecar — ela é que morrerá. O próprio filho não levará nenhuma [culpa] pelo erro do pai e o próprio pai não levará nenhuma [culpa] pelo erro do filho. A própria justiça do justo virá a estar sobre ele mesmo, e a própria iniquidade do iníquo virá a estar sobre ele mesmo. 21 “‘Ora, quanto ao iníquo, se ele recuar de todos os seus pecados que praticou e realmente guardar todos os meus estatutos e praticar o juízo e a justiça, ele positivamente continuará a viver. Não morrerá. 22 Todas as suas transgressões que praticou — não serão lembradas contra ele. Continuará a viver por causa da justiça que praticou.’ 23 “‘Acaso me agrado de algum modo na morte do iníquo’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘[e] não em que ele recue dos seus caminhos e realmente continue a viver?’ 24 “‘Ora, quando o justo recuar da sua justiça e realmente fizer injustiça; se estiver fazendo segundo todas as coisas detestáveis que o iníquo tem feito e estiver vivendo, não será lembrado nenhum dos seus atos justos que praticou. Por sua infidelidade que praticou e por seu pecado com que pecou, por estes é que morrerá. 25 “‘E certamente direis: “O caminho de Jeová não é acertado.” Ouvi, por favor, ó casa de Israel. Não é acertado o meu próprio caminho? Não são os vossos caminhos que não são acertados? 26 “‘Quando o justo recuar de sua justiça e realmente fizer injustiça e morrer por causa de tais [atos], morrerá pela sua injustiça que fez. 27 “‘E quando o iníquo recuar de sua iniquidade que praticou e passar a praticar o juízo e a justiça, é ele quem preservará viva a sua própria alma. 28 Quando vir todas as suas transgressões que praticou e recuar delas, positivamente continuará a viver. Não morrerá. 29 “‘E a casa de Israel certamente dirá: “O caminho de Jeová não é acertado.” Quanto aos meus caminhos, acaso não são acertados, ó casa de Israel? Não são os vossos caminhos que não são acertados?’ 30 “‘Portanto, eu vos julgarei, a cada um segundo os seus caminhos, ó casa de Israel’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová. ‘Retornai, sim, fazei um recuo de todas as vossas transgressões, e que nada se mostre para vós pedra de tropeço que induz ao erro. 31 Lançai de vós todas as vossas transgressões com as quais transgredistes e fazei para vós um novo coração e um novo espírito, pois, por que devíeis morrer, ó casa de Israel?’ 32 “‘Pois, não me agrado na morte de quem morre’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová. ‘Portanto, fazei um recuo e continuai a viver.’”

O POVO SENTIA-SE INJUSTIÇADO, POIS, SEGUNDO ELES, ELES ESTAVAM SOFRENDO PUNIÇÕES QUE DEVIAM TER SIDO DADAS A SEUS ANTEPASSADOS. VIAM-SE COMO VÍTIMAS DE UMA INJUSTIÇA.

Eles não conseguiam ver erro em suas ações.

A “novaregra a ser adotada no relacionamento é estabelecida pelo Criador: O próprio filho “não levará” nenhuma [culpa] pelo erro do pai e o próprio pai “não levará” nenhuma [culpa] pelo erro do filho. A própria justiça do justo virá a estar sobre ele mesmo, e a própria iniquidade do iníquo virá a estar sobre ele mesmo. A alma que pecar, ela é que morrerá.

Esta regra seria nova para quem??

Não era esta a realidade do ponto de vista de Jeová?? Sim, pois para Jeová as coisas já eram assim. Aliás, para Jeová as coisas sempre foram assim. No entanto, o humano ainda não via as coisas pelo mesmo olho que Jeová via.

Esta geração pervertida e deturpada precisava notar que eles eram muito iníquos. Eles se achavam e se chamavam de “nação santa”.

O Criador afirma que estava prevista uma mudança no futuro, entretanto, passa a induzi-los a ver, a perceber a real situação deles individualmente perante o Criador naquele exato momento. Esta mudança se daria na mente deste adorador de Jeová. Como isto aconteceria?? Ele passaria a enxergar a mesma realidade já vista pelo Criador. O Criador estava falando a iníquos, pois confirmou: fazei um recuo de todas as VOSSAS transgressões..., Lançai de vós todas as vossas transgressões COM AS QUAIS TRANSGREDISTES ..., sim, estavam condenados a morte; eram iníquos. A regra estabelecida da plena justiça é: a alma que pecar, ela é que morrerá. Entretanto, esta regra já estava valendo desde o Éden. Todo e qualquer tipo de pecado conduz a morte. No entanto, eles se viam como justos, eles se achavam injustiçados. Eles achavam que estavam sendo vítimas da injustiça de Jeová.

SE É QUE HÁ ALGUM ERRO, ESTE ERRO ESTÁ NOS NOSSOS ANTEPASSADOS”.

Quem é que precisava enxergar a realidade?? Qual era a realidade??

O que Jeová falou para Jeremias?? Jeová revelava-lhes uma realidade não percebida por aquela geração. Enquanto eles pensavam ser vítimas dos erros dos seus pais, a realidade era outra e Jeová lhes informou: Suas ações são piores do que as ações de vossos antepassados”. (Jeremias 16:11-12) 11 então terás de dizer-lhes: ‘“Pelo fato de que os vossos pais me abandonaram, é a pronunciação de Jeová, “e seguiram andando atrás de outros deuses, e continuaram a servi-los e a curvar-se diante deles. Mas a mim me deixaram, e a minha lei não guardaram. 12 E vós mesmos agistes pior do que vossos pais, naquilo que fizestes, e eis que estais andando, cada um, atrás da obstinação de seu mau coração, não me obedecendo...

Assim verte a Tradução Almeida: (Jeremias 16:11-12) 11 Então lhes dirás: Porquanto vossos pais me deixaram, diz o Senhor, e se foram após outros deuses, e os serviram e adoraram, e a mim me deixaram, e não guardaram a minha lei; 12 e vós fizestes pior do que vossos pais; pois eis que andais, cada um de vós, após o pensamento obstinado do seu mau coração, recusando ouvir-me a mim;

Cada um de vós, o que incluía até mesmo o mensageiro. Tratava-se de uma geração pior do que seus antepassados. Tratava-se de uma geração pervertida e deturpada. Todos tinham um mau coração. A afirmação foi do próprio Jeová, pois Jeová estava informando aos humanos aquilo que os Seus olhos estavam vendo, isto é, a realidade dos humanos.

Conseguiria o humano sustentar um relacionamento assim? Conseguiria viver continuamente por sua própria justiça? Não, até aquele momento ele não conseguiria. O Criador aproveitou a oportunidade para lhes mostrar, lhes chamar a atenção, que a “justiça” é toda uma forma de vida, em todos os seus detalhes, e que também se caracteriza por coisas aparentemente simples como “repartir o próprio pão com o faminto ou “cobrir com roupa o que estava nu ; obviamente a ausência de apenas um destes detalhes no cotidiano (egoísmo; falta de amor ao próximo), classifica a pessoa como iníqua, cuja sentença era a morte.
A justiça é o oposto da iniquidade; quem não pratica plenamente a justiça, em todos os detalhes, é iníquo. Justo é aquele que não pratica nenhum ato de iniquidade, nunca. O Criador, sabendo desta impossibilidade temporária deles, lhes informa: 21 “‘Ora, quanto ao iníquo , se ele recuar de todos os seus pecados que praticou e realmente guardar todos os meus estatutos e praticar o juízo e a justiça, ele positivamente continuará a viver. Não morrerá. 22 Todas as suas transgressões que praticou — não serão lembradas contra ele. Continuará a viver por causa da justiça que praticou.’ 23 “‘Acaso me agrado de algum modo na morte do iníquo’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘[e] não em que ele recue dos seus caminhos e realmente continue a viver?’

Assim verte a Tradução Almeida: (Ezequiel 18:21) 21 Mas se o ímpio se converter de todos os seus pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e preceder com retidão e justiça, certamente viverá; não morrerá.

Eu não quero a morte do iníquo; Eu quero que o iníquo recue de sua maldade”.

O iníquo é aquele que recua de seus pecados. O pecador é um iníquo. O iníquo é aquele que tem pecados para recuar deles.

Mas, por que havia esta impossibilidade para aqueles humanos?? Simplesmente porque eles não tinham a noção correta sobre o que era um homem justo.

Desta forma, o Criador passa a lhes explicar coisas que eles não compreendiam até então.

Ora, que coisa maravilhosa! No caso do israelita se encontrar na condição de iníquo, por cometer apenas um ou mais dos muitos erros alistados pelo Criador, puníveis com a morte, ainda assim, não seria pulverizado por ser iníquo. Basta apenas dar-se conta do erro, admiti-lo e reiniciar a prática da justiça e seu erro (iniquidade) seria simplesmente apagado, como se não tivesse existido erro (iniquidade). 28 Quando vir todas as suas transgressões que praticou e recuar delas, positivamente continuará a viver. Não morrerá.

O Criador também lhes chama a atenção de que deveriam guardar "todos" os estatutos; não estabeleceu um número mínimo ou máximo de estatutos que classificaria alguém como justo. Deixar de cumprir “qualquerum deles o coloca na condição de iníquo.

O Criador lhes informou que cobrar juros era uma iniquidade, isto é, receber mais do que emprestou é uma iniquidade. No entanto, eles haviam recebido uma informação DOS ANTEPASSADOS de que cobrar juros não era um pecado considerado sério, que cobrar juros do estrangeiro sequer era pecado e que podiam tratar o estrangeiro como se ele não fosse um igual, um natural, logo, eles viviam segundo tais regras estipuladas para eles pelos seus antepassados. Neste caso, mostravam ser CÚMPLICES de seus antepassados. Bem, eles deveriam fazer uma retratação perante Jeová, não deveriam?? Como me retratar de algo que eu considero ser o certo a ser feito?? Não concordavam eles com seus antepassados?? Sim, concordavam. Não se tratava de uma geração com uma visão deturpada?? Sim. Era exatamente isto o que Jeová via.

Recebeu mais do que emprestou, logo é ímpio, pois se trata de uma abominação” - (Ezequiel 18:13) 13 empreste com usura, e receba mais do que emprestou; porventura viverá ele? Não viverá! Todas estas abominações, ele as praticou; certamente morrerá; o seu sangue será sobre ele.

Bem, eles precisavam concordar com o Criador e discordar dos antepassados.
O CRIADOR TEM UM OBJETIVO - O Criador estava no seu justo direito de cobrar a qualquer momento pela iniquidade do judeu (Judá e Levi), entretanto, abria mão dessa cobrança, porque não se agrada na morte do iníquo, mas que ele recue do seu mau caminho e continue a viver. “Embora a regra a ser cumprida seja, a alma que pecar, esta é que morrerá, Eu vou abrir mão do cumprimento desta regra, pois não vou executar a sentença imediatamente. Quando você passar a VER o erro que praticou, você recuará dele, e ao recuar dele, você continuará a viver”. É somente aquele que errou e admite que errou, que pode recuar do seu erro.
Tratava-se de um relacionamento meritório?? Tratava-se da justa retribuição??

O Criador, como primeira iniciativa unilateral, abre mão da justiça (cumprimento imediato da regra), apresentando outra oportunidade a cada israelita iníquo, individualmente, enquanto este estiver vivendo.
O Criador não disse: a alma que não se arrepender do erro que cometeu é que morrerá. Jeová disse: a alma que pecar - ela morrerá. A justiça é um pano 100% (cem por cento) branco. Ser iníquo é deixar de ser 100% (cem por cento) limpo. Ao cometer o erro ou pecado, o humano está condenado a morte e a execução da sua pena pode ser feita a qualquer momento, logo, O ato misericordioso de não exterminar imediatamente o iníquo é exclusivamente do Criador. Trata-se de uma iniciativa do Criador, que abre mão deste tipo de justiça, ou seja, abre mão do tratamento meritório.
O iníquo é MERECEDOR da morte, no entanto, o iníquo NECESSITA da misericórdia, logo, o Criador concede ao iníquo aquilo que ele necessita, ou seja, a Sua Misericórdia. Ficou bem claro que o Criador tinha um objetivo em mente.

Em contra partida, aquele israelita que praticou durante algum tempo a justiça, por não infringir a nenhuma das regras estipuladas pelo Criador até aquele momento, não conquistaria DIREITO ADQUIRIDO de sua vida. Caso cometesse um único erro (iniquidade), se encontraria na condição de iníquo. Tudo o que fez de bom, também seria esquecido; seria como se não tivesse existido justiça sua. Estava novamente condenado à morte; a ser pulverizado por estar/ser iníquo. Sua roupa não está 100% branca; existe uma mancha. Ora, o imparcial Criador não se lembraria e não levaria em conta os individuais atos justos praticados em obediência? Não, não levaria em conta. O Criador não é parcial. Ele, não pode usar de dois pesos e duas medidas, logo, se Ele havia de esquecer-se da iniquidade praticada, também, no mesmo grau, na mesma proporção, Ele haveria de esquecer-se da justiça praticada.

A injustiça (iniquidade) praticada não marcaria a pessoa eternamente, não a faria digna de uma morte eterna. De forma paralela, a justiça praticada também não marcaria a pessoa eternamente, não a faria digna de uma vida eterna.

Não importa quanta justiça tenha no seu currículo, infelizmente, neste dia e nesta hora ele foi encontrado praticando a iniquidade (injustiça).

O humano tem o hábito de valorizar um único "ato" de justiça que faz e quer valorizar perpetuamente este ato de justiça praticado, quer ser lembrado por este único "ato" de justiça, muito embora tenha praticado muitos "atos" de iniquidade. Seria esta uma forma imparcial de viver?? Decerto, que não. Deveria ser esta a forma do humano viver o seu dia a dia no relacionamento com outros humanos?? Onde isto poderia levar o humano??

Também ficou bem claro que, continuar vivendo, está PERMANENTEMENTE CONDICIONADO a não pecar. Os mandamentos do Pai significam vida – foi o que Jesus falou. Os sentimentos, as palavras e as ações do humano o estão levando para a morte. É um modo de vida que resulta em morte. O Criador avisa: “recuem deste caminho e andem neste outro caminho”. Como o homem continua com o seu livre-arbítrio, a continuidade da sua vida continua em suas mãos. Individualmente, é ele quem decide se obedece ou não a este ou àquele mandamento. Quando o Pai afirma que tal sentimento, tal palavra ou tal ação é um pecado, eu preciso concordar com o Pai, pois Ele sabe o que está falando.

EMBORA AFIRMASSEM ESTAR OBEDECENDO AOS MANDAMENTOS DE JEOVÁ, NA VERDADE, ESTAVAM OBEDECENDO AOS MANDAMENTOS DOS ANTEPASSADOS.

Ainda em relação à justiça ou injustiça do pai, beneficiar ou prejudicar filhos (descendentes), o Criador continua a sua explicação deste assunto ao falar para seu porta-voz humano: Ezequiel 14:12-16 12 E a palavra de Jeová continuou a vir a mim, dizendo: 13 “Filho do homem, quanto a uma terra, caso cometa pecado contra mim, agindo de modo infiel, então vou estender a minha mão contra ela e vou quebrar-lhe os varais em que se penduram os pães de forma anular, e vou enviar sobre ela a fome e decepar dela o homem terreno e o animal doméstico.” 14 “‘E se tivessem vindo a estar no meio dela estes três homens: Noé, Daniel e Jó, eles mesmos, por causa da sua justiça, é que livrariam a SUA ALMA , é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.” 15 “‘Ou, se eu fizesse passar pela terra feras nocivas e estas realmente a privassem de filhos, e ela realmente se tornasse um baldio desolado, sem que alguém passasse por ela, por causa das feras, 16 se estes três homens estivessem no meio dela, assim como vivo’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘não livrariam nem a filhos nem a filhas ; eles, somente eles é que seriam livrados e a própria terra se tornaria um baldio desolado.”

MESMO QUE ESTES TRÊS HOMENS ESTIVESSEM ALI, JERUSALÉM SERIA DESTRUÍDA E ELES IRIAM PARA O EXÍLIO.

Onde estava Daniel?? Não era um dos exilados em Babilônia??

Isto significava que estes homens não eram “justos”. Jeová havia afirmado: Se houver um homem justo na cidade, Eu não destruo Jerusalém.

Embora não fossem “justos” no pleno sentido da palavra, pois precisavam ser perdoados, mesmo assim, estes três homens “buscaram” praticar a justiça. Lembra-se do que Jó falou para Jeová?? Em rumores ouvi a teu respeito; por isso faço uma retratação e me arrependo...


De forma plenamente coerente, Jeová deixa claro que a justiça do pai não torna o filho justo, não torna seus descendentes justos, pois mesmo que Noé, Jó e Daniel estivessem ali, eles não livrariam seus filhos e filhas da punição que o Pai resolveu aplicar.

O Criador traria desolação sobre a terra (país), afinal, era o momento do ajuste de contas, mas garantia a preservação da vida àqueles QUE ELE CONSIDERASSE como “justos” (no sentido de serem praticantes de certa medida de justiça) naquele momento, em face de pelo menos reconhecerem que eram iníquos; o Criador estava procurando os justos para que livrassem sua alma por causa da justiça pessoal, estava incentivando-os e induzindo-os a individualmente praticarem a justiça, a individualmente se preocuparem com seu estado, isto é, pelo menos se esforçarem na busca de serem homens justos. Afinal, sou justo ou sou iníquo? Serem antepassados de Abraão não impediria que Jeová trouxesse sobre eles aquela punição. Isto seria parcialidade.
O ato justo do pai não livraria da punição a qualquer dos filhos e filhas. Afinal, no caso de Abraão, tinha sido apenas um ato justo. Esta geração dos sobreviventes em Jerusalém nos dias de Zedequias é o chamado de “filhos e filhas” (daqueles que amavam a Jeová) que não seriam livrados da punição por agirem de modo infiel e pecarem contra Jeová.

O Sábio Criador continua a explicar: Ezequiel 24:21-23 21 “Pois assim disse o Soberano Senhor Jeová: ‘Assim [será] também quando houver os meus quatro atos prejudiciais de julgamento — a espada, e a fome, e a fera nociva, e a peste — que eu realmente enviarei sobre Jerusalém, a fim de decepar dela o homem terreno e o animal doméstico. 22 Mas, eis que certamente se deixará sobrar nela um grupo dos que escapam, os que serão levados para fora. Aqui estão os filhos e as filhas! Estão saindo até a vós, e vós tereis de ver seu caminho e suas ações. E certamente sereis consolados pela calamidade que terei trazido sobre Jerusalém, sim, por tudo o que eu tiver trazido sobre ela.’” 23 “‘E eles certamente vos consolarão ao virdes seu caminho e suas ações; e tereis de saber que não é sem causa que terei feito tudo o que terei de fazer contra ela’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.”

ESTÃO SAINDO ATÉ VÓS. ONDE ESTAVAM ESTES A QUEM JEOVÁ ESTAVA FALANDO?? O Criador estava falando com Ezequiel, e este se encontrava em Babilônia junto com os exilados ali desde os dias de Jeoiaquim, entretanto, havia um grupo de israelitas que foram deixados em Jerusalém e nestes se aplicava a expressão “filhos e filhas” citados em Ezequiel 24:22.


Os figos ruins que “não podiam ser comidos de tão ruins que eram” simbolizavam os israelitas em Jerusalém sob o reinado de Zedequias, obviamente, posterior a Jeoiaquim. Assim falou o Criador através de Jeremias. –
Jeremias 24:1-10.- 24 E Jeová me mostrou, e eis duas cestas de figos postas diante do templo de Jeová, depois de Nabucodorosor, rei de Babilônia, ter levado ao exílio Jeconias, filho de Jeoiaquim, rei de Judá, e os príncipes de Judá, e os artífices, e os construtores de baluartes, de Jerusalém, para levá-los a Babilônia. 2 Quanto a uma cesta, os figos eram muito bons, iguais a figos temporãos; e quanto à outra cesta, os figos eram muito ruins, de modo que não podiam ser comidos de ruins [que eram]. 3 E Jeová passou a dizer-me: “Que estás vendo, Jeremias?” De modo que eu disse: “Figos, os bons figos sendo muito bons e os ruins sendo muito ruins, de modo que não podem ser comidos de ruins [que são].” 4 Então veio a haver para mim a palavra de Jeová, dizendo: 5 “Assim disse Jeová, o Deus de Israel: ‘Como estes figos bons, assim considerarei os exilados de Judá, que vou mandar embora deste lugar para a terra dos caldeus, dum modo bom. 6 E vou fixar meu olho neles de modo bom e certamente os farei voltar a esta terra. E vou edificá-los e não os derrubarei; e vou plantá-los e não os desarraigarei. 7 E vou dar-lhes um coração para me conhecerem, que eu sou Jeová; e terão de tornar-se meu povo e eu mesmo me tornarei seu Deus, pois retornarão a mim de todo o seu coração. 8 “‘E como os figos ruins que não podem ser comidos de ruins [que são], assim é que Jeová disse, de fato: “Assim entregarei Zedequias, rei de Judá, e seus príncipes, e o restante de Jerusalém, que restam nesta terra e os que moram na terra do Egito9 também vou dá-los para tremor, para calamidade, em todos os reinos da terra, para vitupério e para expressão proverbial, para escárnio e para invocação do mal, em todos os lugares aos quais os dispersarei. 10 E vou enviar contra eles a espada, a fome e a pestilência, até que cheguem ao seu fim sobre o solo que dei a eles e aos seus antepassados.”’”

Estes homens necessitavam receber uma punição, pois não permitiam serem convencidos através de palavras. Eles não se convenciam de que eram pessoas más. Os homens que ainda estavam em Jerusalém se consideravam justos, eles se consideravam mais justos do que seus irmãos já exilados em Babilônia. Eles se consideravam os fiéis que haviam sido poupados em face de suas ações justas. Eles se declaravam mais justos que todos os demais povos da terra de Canaã. Eles não se viam como iníquos, logo, não viam no que e para onde recuar. Eles se viam como cumpridores da lei dada por Moisés. Estes homens eram escravagistas e mantinham seus escravos fazendo trabalhos forçados de escravo, no entanto, não se viam iníquos por estas ações.

Os já exilados em Babilônia certamente ao saberem do comportamento de seus irmãos que estavam em Jerusalém, lembraram-se das palavras de Jeová retransmitidas por Ezequiel: Ezequiel 24:23 23 “‘E eles certamente vos consolarão ao virdes seu caminho e suas ações; e tereis de saber que não é sem causa que terei feito tudo o que terei de fazer contra ela’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.”

A casa de Israel estava vivendo um dia de punição por causa das suas próprias rebeldias. O Sábio Criador afirma que neste dia de punição: 1) Cada um individualmente será responsabilizado por seus próprios erros. A alma que pecar – ela é que morrerá. A justiça ou a iniquidade do pai não é de beneficio ou malefício para o filho, tampouco a justiça ou iniquidade do filho é de benefício ou malefício para o pai. 2) A ausência de pecado, ou seja, a prática da justiça no passado, não será levada em conta, não pesa na balança, caso venha a praticar qualquer pecado. 3) A injustiça, pecado ou iniquidade que se praticou no passado não será levado em conta, não pesa na balança, desde que este esteja neste momento de inspeção, praticando a justiça.

COMO a iniquidade do pai INFLUENCIA na iniquidade dos descendentes (filhos)?? COMO a iniquidade do pai pode ser determinante para a iniquidade do descendente?


Bem, não eram eles os justos que matavam os iníquos? Não eram eles que matavam os pecadores?? Não eram eles aqueles que, através da morte do iníquo, removiam o mal do seu meio?? Se eles agiam assim, deviam receber o mesmo tratamento que eles davam aos iníquos?? Será que Jeová agiria segundo o costume humano?? De quem haviam eles recebido tais costumes?? Não haviam recebido de seus antepassados, em quem confiavam?? Não eram estes aquela “geração pervertida e deturpada” da qual Jeová havia previsto quando Moisés ainda estava vivo?? Bem, aquela geração dos dias de Ezequiel era descendente de gerações pervertidas e deturpadas e seguia fielmente os costumes de seus antepassados.

Aquele que por tempos e tempos havia feito justiça, e agora praticou uma injustiça, morrerá. Não se levará em conta toda a justiça que praticou por tanto tempo e com tanto esforço? Mas, não era ele “justo até ontem”? Aquele que viveu praticando iniquidade, e agora está praticando a justiça, viverá. Mas, não era ele “iníquo até ontem”? E na condição de iníquo, não estava condenado à morte, a ser pulverizado, exatamente por ter feito iniquidade? Não era exatamente isso o que determinava a lei, se fizer isso ou aquilo (cometer pecado) torna-se iníquo e estará condenado à morte? O iníquo está condenado a ser morto. A sentença devia ser executada imediatamente. Se não foi executada a sentença é porque ele não era iníquo?? Será que ele não merecia receber a sentença??


Deixar de cumprir a lei; não punir o errante (não executar a sentença no iníquo), não é satisfazer a justiça, antes, é abrir exceções ao cumprimento da lei (ele tornou-se iníquo; por que esperar?).
Por que não se fez tal cobrança “ontem”, quando este era justo e aquele era iníquo?
E se a cobrança for feita “amanhã”, certamente encontrará mudanças no quadro, pois muitos dos iníquos de ontem poderão ser os justos de amanhã, enquanto os justos de ontem poderão ser os iníquos de amanhã. Poderia ser uma simples questão de estar fazendo o “certo” no momento “certo”. O Criador, como bônus para o iníquo, ainda avisaria sobre a chegada desse dia. Mas, tal aviso não favoreceria a presença do oportunista, pois sabendo da proximidade do dia, este poderia simplesmente recuar de seu caminho e voltar a fazer justiça “por medo” de certa punição? Todas estas questões precisavam de uma resposta correta.

O que pediam estes homens??

Assim resumiu Salomão sobre os julgamentos que estes homens desejavam, revelando também o seu próprio sentimento: (2 Crônicas 6:22-23) 22 Se alguém pecar contra o seu próximo, e lhe for imposto um juramento para o fazer jurar, e ele vier e jurar diante do teu altar neste lugar;
23 ouve do céu, move-te e julga os teus servos, pagando ao ímpio, para lhe fazeres recair sobre a cabeça o seu proceder; e justificando ao reto, para lhe dares segundo a sua retidão.

Assim falou mais Salomão: (2 Crônicas 6:29-31) 29 toda a oração e toda a súplica que alguém fizer, ou fizer todo o teu povo, conhecendo cada um a sua praga e a sua dor, e estendendo as suas mãos para esta casa; 30 ouve do céu, da tua morada, perdoa e dá a cada um conforme todos os seus caminhos, de quem conheces o coração (pois tu, só tu conheces os corações dos filhos dos homens); 31 para que temam, andando nos teus caminhos, todos os dias que viverem na terra, que deste a nossos pais.

Assim falou mais Salomão: (2 Crônicas 6:38-39) 38 se voltarem para ti de todo o seu coração e de toda a sua alma na terra do seu cativeiro, para a qual tenham sido levados cativos, e orarem voltados para a sua terra, que deste a seus pais, e para a cidade que escolheste e para a casa que edifiquei ao teu nome: 39 ouve do céu, da tua morada, a sua oração e as suas súplicas, defende a sua causa e perdoa ao teu povo que pecou contra ti.

Estes homens pediam julgamentos justos, ou seja, receber o merecido, e ao mesmo tempo e de forma incoerente pediam para serem perdoados no caso de se arrependerem de todo o coração, o que envolvia estarem vivos e plenamente conscientes do pecado praticado.

Dá a cada um segundo o seu caminho, mas perdoa ao teu povo que pecou contra ti”. Afinal de contas, o que queriam estes homens?? Queriam o mérito ou queriam o perdão?? Será que queriam o perdão para si e a punição para os demais??

Entretanto, este medo da punição, não deveria fazê-los ficar quietos todo o tempo?
Um professor se ausenta temporariamente da sala de aula, onde a grande maioria dos alunos estava quieta e fazendo seus deveres, obedecendo ao pedido do professor. Durante esta ausência, a maioria deixa de fazer seus deveres e decide fazer bagunça na sala de aula. Os bons, quietos e até exemplares alunos, antes elogiados pelo professor, por notarem a grande demora do professor e não vendo qualquer punição para os bagunceiros, mesmo assim ainda reclamaram com seus companheiros de sala, o comportamento ruim desses. O professor de longe observa o desenrolar da situação e manda um dos alunos para dar o aviso sobre a sua volta. Entretanto, como a bagunça estava muito animada, apenas uns poucos pararam, mas recomeçaram devido à prolongada demora do professor. Por medo da punição , a turma escolhe um vigia. Neste momento, toda a turma estava animadamente fazendo bagunça, uns mais e outros menos, quando o vigia chega dizendo: aí vem o professor. Muitos dos que durante tanto tempo eram bons e quietos alunos, por não acreditarem no aviso foram pegos fazendo bagunça e muitos dos bagunceiros, por terem acreditado no aviso, foram pegos sentados e quietos. O professor conhece muito bem cada aluno e mesmo estando longe, viu o comportamento de cada aluno. O professor faz a relação dos que serão punidos. Todos os encontrados fazendo bagunça na hora “X” serão punidos. O grupo dos a serem punidos tem bons e maus alunos, mas, todos bagunceiros. O grupo dos que não serão punidos tem bons e maus alunos, mas, todos bagunceiros. O castigo é ser expulso da escola. Entretanto, o professor deixa os bagunceiros (a ser punido) na sala e leva o outro grupo (a não ser punido) para outra sala e retira-se novamente. Os alunos nas duas salas agora discutem entre si o acontecido e a situação em que se encontram neste exato momento. Daí os alunos concluíram que o professor não está sendo justo. Entretanto, o professor mesmo de longe, ainda continua observando todos os seus bagunceiros alunos nas duas salas de aula. Afinal, o que quer o professor? Ele ainda disse: fazei um recuo e continuai na escola....

Assim predisse o Criador quanto à reação ignorante da casa de Israel: A casa de Israel certamente dirá: o caminho de Jeová não é acertado”.
O Criador continua: Fazei um recuo e continuai a viver”.

De forma sincera, os humanos pactuados continuavam vendo erro na atitude de Jeová. O que lhes faltava?? Eles santificavam os seus antepassados. Eles precisavam admitir existir erro nos antepassados que lhes haviam passado informações diferentes das reais informações de Jeová. Eles precisavam ver o pecado existente nas ações de seus antepassados. As informações que eles aceitavam, praticavam e amavam eram as informações que lhes haviam sido dadas pelos antepassados. Eles revelavam ser o fruto das informações (regras) de seus antepassados. Suas personalidades haviam sido moldadas tendo por base as informações e as ações dos seus antepassados.

A continuidade da vida está condicionada a fazer justiça, estar 100% limpo todo o tempo; a cada segundo. Continuar a viver é igual a CONTINUAR a fazer justiça, que é igual a CONTINUAR a obedecer aos mandamentos. Os mandamentos de Jeová significam vida, foi o que falou Jesus. Entretanto, caso você cometa iniquidade, o que é inevitável neste momento, volte a fazer justiça e continue a viver. O humano precisa deixar-se ser moldado, tal qual um vaso nas mãos de um oleiro. Isto certamente não é um julgamento com base na justiça (mérito). A regra de justiça não está sendo cumprida. Não está sendo cumprida a cada segundo, isto é, não se está dando a cada um segundo o seu caminho. Ele errou, no entanto, no lugar de receber o que merece, ele está sendo tratado com misericórdia, para que aquela impureza seja retirada dele.

Como explicar o fato de: após a decisão da cobrança (execução da punição) por seus erros (já estarem pagando por suas revoltas), o Criador ainda lhes dizer: fazei um recuo e continuai a viver?
Fazei um recuo e continuai a viver, significa: abrir mão da penalidade de morte por este erro já praticado (“ela é que morrerá”). Ele estava praticando pecado, e agora ele vai fazer um recuo.
Jeová não os estava tratando segundo os costumes (mandamentos) estabelecidos pelos antepassados.
Afinal, a regra: “fizestes, cometestes o erro, és iníquo, logo, tens de morrer”, é uma regra definitiva e justa a ser usada a todo o momento, ininterruptamente, em todos os casos e a cada segundo de forma imparcial? Sim, é. Pode a justiça perfeita admitir exceções à regra? Não, não pode. Todos os seus caminhos são justiça, Deus de fidelidade e sem injustiça; justo e reto é Ele.”


O Criador estava usando de benignidade IMERECIDA para com os iníquos, mas os iníquos beneficiados não reconheciam ser este o caso. Eles não se consideravam iníquos.
Na verdade, eles se consideravam matadores de iníquos; eles não perdoavam os iníquos. Eles eram justiceiros. Para eles, a “eliminação” do iníquo se daria através da “morte” do iníquo. Eles eram adeptos da plena e imediata punição para o iníquo. Eles davam ao iníquo aquilo que o iníquo merecia. Era assim que eles tratavam os iníquos.

Será que haviam esquecido do mandamento: “Não matarás”??

Jeová não estava se mostrando um “justiceiro”; Ele estava mostrando ser um “perdoador”, um “modelador”.

A casa de Israel ainda não havia entendido como isso se aplicava a situação que estavam passando, mas, Jeová ratificou suas palavras, tentando fazê-los entender que Ele, o Criador, Santo e Justo, amorosamente, não estava fazendo justiça contra ou a favor da casa de Israel. O Criador insistentemente lhes chama a atenção, lhes induz a que raciocinem e olhem para seus próprios caminhos e analisem se estão realmente aptos a serem julgados em justiça pelo Santo e Justo Criador. Podia algum deles afirmar que estavam isentos de iniquidade, que não haviam cometido nem um único pecado, ou seja, que eram justos em cada segundo? Qual dos humanos tem permanecido vivo? O pecado, o erro, é pago com a morte. Deixou alguém de morrer? Podiam fugir do destino final comum a todos os humanos que cometem iniquidade, ou seja, podiam fugir da morte? O iníquo morre – entretanto, o justo continua a viver. Por que todos os humanos morrem? Não é exatamente por cometerem pecado?
Estando o homem já condenado a morrer, uma “morte certa”, merecida e esperada, vindo da parte do Criador, a antecipação da sua morte, seja por qualquer meio: espada, fome, feras da terra, fogo, água, doença fatal, catástrofes naturais, etc., esta é apenas uma punição por um ou mais dos erros previamente especificados pelo Criador, comprovando a existência do erro. Comprovando para quem?? Para aquele que sequer percebe o que está fazendo de errado.

No caso de receberem mais do que emprestaram, o que configurava o “cobrar juros”, eles praticavam este costume contra os estrangeiros e ainda achavam estar certos, pois seu antepassado havia afirmado que isto não era pecado. Segundo os antepassados, esta atitude discriminatória não era um pecado.

Outro costume comum era divorciarem-se e casarem-se outra vez, costume que seu antepassado lhes havia autorizado praticar.

Outro costume comum era a vingança e o ressentimento, costume que seu antepassado havia praticado e lhes havia autorizado praticar.

Outro costume era escravizar humanos usando-os em trabalhos forçados, costume adquirido dos seus glorificados antepassados.

A “regra” era bem clara, simples e justa: a alma que pecar – ela é que morrerá. Para esta regra não há nenhuma exceção. Entretanto, os judeus (a remanescente tribo de Judá) ainda não haviam entendido o assunto em questão. O Criador deixou claro que o OBJETIVO da punição recebida por eles ou do constante aviso da proximidade dela era: “fazei um recuo e continuai a viver”. Naquele instante, ele continuaria a viver até sua morte natural. Para fazer um recuo, a pessoa precisa primeiro ADMITIR que está praticando o erro. Como pode haver “RECUO” do ofensor, se não houver o “PERDÃO” da ofensa?? PARA HAVER O RECUO, PRIMEIRO TEM DE HAVER O PERDÃO. ESTE PRIMEIRO PASSO É DADO DE LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE, PELO OFENDIDO. O que fazer se o ofensor não admite estar em erro??


Aconteceu no caso de Manassés, pois o objetivo da punição aplicada a ele foi alcançado nele. (2 Reis 21:10-11) 10 E Jeová continuou a falar por meio dos seus servos, os profetas, dizendo: 11 “Visto que Manassés, rei de Judá, fez estas coisas detestáveis, ele agiu de modo mais iníquo do que todos os amorreus antes dele, e passou a fazer até mesmo Judá pecar com os seus ídolos sórdidos.
O que merece este humano, seja lá quem for ele?? Ouviria o Santo Criador Jeová a oração de um humano neste grau de iniquidade, após Sua decisão de punição? Suspenderia a punição?

(Êxodo 34:17) 17
Não deves fazer para ti deuses-ídolos fundidos.
(Números 33:50-53) 50 E Jeová passou a falar a Moisés nas planícies desérticas de Moabe, junto ao Jordão, [na altura] de Jericó, dizendo: 51 “Fala aos filhos de Israel, e tens de dizer-lhes: ‘Estais passando o Jordão à terra de Canaã. 52 E tendes de expulsar de diante de vós todos os habitantes do país e destruir todas as suas figuras de pedra, e deveis destruir todas as suas imagens fundidas de metal, e deveis aniquilar todos os seus altos sagrados. 53 E tendes de tomar posse do país e morar nele, porque vos hei de dar o país para tomardes posse dele.. . .
(Deuteronômio 7:5-6) 5 “Por outro lado, deveis fazer-lhes o seguinte: Deveis demolir seus altares, e deveis destroçar suas colunas sagradas, e deveis cortar seus postes sagrados, e deveis queimar em fogo suas imagens entalhadas. 6 Porque és um povo santo para Jeová, teu Deus. Foi a ti que Jeová, teu Deus, escolheu para te tornares seu povo, uma propriedade especial dentre todos os povos que há na superfície do solo.
(Deuteronômio 7:25-26)
. . .Deves queimar em fogo as imagens entalhadas de seus deuses. Não deves desejar a prata e o ouro sobre elas, nem tampouco tomá-lo para ti, para que não sejas enlaçado por ele; pois é algo detestável para Jeová, teu Deus. 26 E não deves introduzir algo detestável na tua casa e [assim] realmente tornar-te algo devotado à destruição, igual a ele. Deves ter completa repugnância dele e absolutamente detestá-lo, porque é algo devotado à destruição.
(Êxodo 20:2-6) 2 “Eu sou Jeová, teu Deus, que te fiz sair da terra do Egito, da casa dos escravos. 3 Não deves ter quaisquer outros deuses em oposição à minha pessoa. 4 “Não deves fazer para ti imagem esculpida, nem semelhança de algo que há nos céus em cima, ou do que há na terra embaixo, ou do que há nas águas abaixo da terra. 5 Não te deves curvar diante delas, nem ser induzido a servi-las, porque eu, Jeová, teu Deus, sou um Deus que exige devoção exclusiva, trazendo punição pelo erro dos pais sobre os filhos, sobre a terceira geração e sobre a quarta geração no caso dos que me odeiam, 6 mas usando de benevolência para com a milésima geração no caso dos que me amam e que guardam os meus mandamentos.
(Êxodo 22:20)
20 “Quem oferecer sacrifícios a quaisquer deuses, e não somente a Jeová, deve ser devotado à destruição .


Jeová não executou imediatamente a sentença exigida para o caso, ou seja, destruição, a morte imediata, como aplicada em alguns casos; a punição dada foi outra. Visava chamar-lhe a atenção quanto ao seu sério erro (iniquidade). Jeová lhe mostrou o quão iníquo ele realmente era, e ele viu, finalmente reconheceu.
Embora houvesse iniquidade ao extremo, ele, durante sua punição recuou da sua iniquidade e continuou a viver - 2 Crônicas 33:9-13. Entretanto, a “morte certa” o alcançou anos depois. Ele não satisfazia a perfeita justiça para continuar a viver. Ele admitiu e deixou de praticar certos erros, no entanto, ele continuou a praticar outros erros. A alma que pecar, ela é que morrerá. Neste, assim como no caso de todos os outros humanos imperfeitos, foi feita a plena justiça, quando ele finalmente morreu. Ele não foi executado, ele simplesmente morreu. O iníquo certamente morrerá. Trata-se de um amoroso aviso: Se você continuar a fazer tais coisas você vai morrer. (Se você continuar a fumar você vai morrer). O mais iníquo dos homens, no momento da punição, reconheceu que era iníquo e não gostou do que viu em si; após a punição, Manassés quis mostrar que entendeu a lição, entretanto, foi somente depois da punição. A PUNIÇÃO O INDUZIU A RECONHECER O SEU ERRO, ADMITIR O SEU ERRO.

Como eles podiam admitir um erro se eles discordavam de Jeová?? Eles afirmavam: “O Senhor está errado naquilo que o Senhor fala; Pai, o Senhor está errado no Seu caminhar; Pai, não é assim que se faz estas coisas, o Teu caminho não é acertado”.

Pouco tempo depois, o Criador, após ouvir o povo externar sua ignorância, como Ele mesmo havia predito, retomou o assunto e passou a falar-lhes: Ezequiel 33:1-20 33 E passou a vir a haver para mim a palavra de Jeová, dizendo: 2 “Filho do homem, fala aos filhos do teu povo, e tens de dizer-lhes:
“‘ No que se refere à terra, se eu trouxer sobre ela uma espada e o povo da terra, à uma, realmente tomar um homem e o constituir seu vigia, 3 e ele realmente vir a espada chegar sobre a terra e tocar a buzina, e avisar o povo, 4 e o ouvinte realmente ouvir o som da buzina, mas absolutamente não se der por avisado, e vier a espada e o levar, seu próprio sangue virá a estar sobre a sua própria cabeça. 5 Ele ouviu o som da buzina, mas não se deu por avisado. Seu próprio sangue virá a estar sobre ele mesmo. E se ele se tivesse dado por avisado, sua própria alma teria escapado.
6 “‘E no que se refere ao vigia, se ele vir a espada chegar e realmente não tocar a buzina, e o povo não receber nenhum aviso, e a espada vier e lhes tirar a alma, terá de ser tirada pelo seu próprio erro, mas o seu sangue exigirei de volta da mão do próprio vigia.’
7 “E no que se refere a ti, ó filho do homem, constituí-te vigia para a casa de Israel, e da minha boca terás de ouvir [a] palavra e dar-lhes aviso da minha parte. 8 Quando eu disser ao iníquo: ‘Ó iníquo, positivamente morrerás!’ mas tu realmente não falares para avisar o iníquo do seu caminho, ele mesmo morrerá como iníquo no seu próprio erro, mas o sangue dele requererei de volta da tua própria mão. 9 Mas, no que se refere a ti, se realmente avisares o iníquo do seu caminho, [para que] recue dele, mas ele realmente não recuar do seu caminho, ele mesmo morrerá no seu próprio erro, ao passo que tu mesmo certamente livrarás a tua própria alma.
10 “E no que se refere a ti, ó filho do homem, dize à casa de Israel: ‘
Assim é que dissestes : “Visto que as nossas revoltas e os nossos pecados estão sobre nós e estamos apodrecendo neles, então, como é que continuaremos a viver”?”’ 11 Dize-lhes: ‘“Assim como vivo”, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, “não me agrado na morte do iníquo, mas em que o iníquo recue do seu caminho e realmente continue vivendo. Recuai, recuai dos vossos maus caminhos, pois, por que devíeis morrer, ó casa de Israel?”’
12 “E quanto a ti, ó filho do homem, dize aos filhos do teu povo: ‘Nem a justiça do justo o livrará no dia da sua revolta. Mas, no que se refere à iniquidade do iníquo, não se fará que tropece por causa dela no dia em que recuar da sua iniquidade. Tampouco poderá ficar vivo aquele que tiver justiça, por causa dela, no dia em que pecar. 13 Quando eu disser ao justo: “Positivamente continuarás vivendo”, e ele mesmo realmente confiar na sua própria justiça e fizer injustiça, todos os seus próprios atos justos não serão lembrados, mas, pela sua injustiça que fez — por esta é que morrerá.
14 “‘E quando eu disser ao iníquo: “Positivamente morrerás”, e ele realmente recuar do seu pecado e praticar o juízo e a justiça, 15 [e] o iníquo restituir a própria coisa penhorada e devolver as próprias coisas roubadas, andando realmente nos próprios estatutos da vida por não fazer injustiça, positivamente continuará vivendo. Não morrerá. 16 Nenhum dos seus pecados com que pecou será lembrado contra ele. Juízo e justiça é o que praticou. Ele positivamente continuará vivendo.’
17 “
E os filhos do teu povo disseram : ‘O caminho de Jeová não é acertado’, mas, no que se refere a eles, é o caminho deles que não é acertado.
18 “Quando o justo recuar da sua justiça e realmente fizer injustiça, então terá de morrer por tais [atos]. 19 E quando o iníquo recuar da sua iniquidade e realmente praticar o juízo e a justiça, será por causa deles que ele mesmo continuará vivendo.
20 “
E vós dissestes : ‘O caminho de Jeová não é acertado.’ Será segundo o caminho de cada um de vós que vos julgarei, ó casa de Israel.”

Assim verte a Tradução Almeida: (Ezequiel 31: 17-20) 17 Todavia, os filhos do teu povo dizem: Não é reto o caminho do Senhor; mas o próprio caminho deles é que não é reto. 18 Quando o justo se apartar da sua justiça, praticando a iniqüidade, morrerá nela; 19 e, quando o ímpio se converter da sua impiedade, e praticar a retidão e a justiça, por estas viverá. 20 Todavia, vós dizeis: Não é reto o caminho do Senhor. Julgar-vos-ei a cada um conforme os seus caminhos, ó casa de Israel.

Todo o povo discordava daquelas palavras de Jeová. Eram palavras de como se devia viver o dia a dia, no entanto, eles não concordavam com Jeová.

Segundo eles, eles é que estavam certos em suas ações.


Um lembrete: o Criador falava ao grupo dos iníquos exilados em Babilônia. Os exilados passariam 70 (setenta) anos em Babilônia e nas demais partes do Império e provavelmente morreriam como exilados (escravos). Estes, de forma ignorante, se declaravam mais justos que o próprio Jeová. Estes estavam apodrecendo nos seus erros, logo, não eram justos. O Criador já havia tomado a decisão, logo, já estavam sendo punidos. Como continuaremos a viver? Perguntaram os iníquos. O iníquo neste caso era toda a casa de Israel; “ó casa de Israel”: Recuai, recuai dos vossos maus caminhos, pois, por que devíeis morrer, ó casa de Israel?”’ Incrível, mas ainda não se viam como iníquos.

POR QUE NÃO SE VIAM COMO INÍQUOS?? Os mandamentos fornecidos pelos antepassados lhes impediam de ver suas próprias iniquidades. Eram mandamentos OPOSTOS aos mandamentos de Jeová. Por exemplo, matar um pecador a pedradas passou a ser visto pelo humano como um ato de justiça, em lugar de ser um ato de iniquidade. Assim como também, o “vingador de sangue” passou a ser visto pelo humano como alguém que estava praticando um ato de justiça e não uma iniquidade. Escravizar um incircunciso não era visto como um pecado. Cobrar juros do estrangeiro não era visto como um pecado. Praticar o olho por olho e dente por dente (deixar de perdoar) não era visto como pecado. Em certas circunstâncias, odiar alguém não era visto como pecado. No entanto, não é Jeová aquele ÚNICO que determina o que é iniquidade?? Não é o humano que precisa concordar com Jeová??

Embora praticar a justiça seja obrigatório todo o tempo, a cada segundo, o Criador instituiu a figura do vigia para fazer a comunicação da decisão de punição; avisar sobre a chegada da punição, o momento da punição.
De nada valeu eu ter praticado a justiça por tanto tempo enquanto aquele outro praticou a injustiça (iniquidade) no mesmo espaço de tempo; pois se eu fizer uma pequena injustiça serei igualado a ele, e se ele começar a praticar a justiça hoje, se igualará a mim. Pensavam os judeus: não sou “reconhecido” por toda a justiça que fiz; “isso não parece certo”.
Estarem sendo punidos com a morte significava morte definitiva para estes, um julgamento final por uma definitiva escolha pessoal baseada no livre-arbítrio?
Visto que nossas revoltas e nossos pecados estão sobre nós e estamos apodrecendo neles, ou seja, se já estamos sendo punidos com a punição prevista e determinada pelo próprio Jeová, (morte pela espada, fome, fera nociva e a peste; os sobreviventes para morte no exílio) como é que continuaremos a viver? Que esperança há para nós? Não estamos sendo tratados como iníquos e recebendo a justa e prevista punição do iníquo que comete estes pecados específicos? Já não fui taxado como iníquo? Em lugar de reconhecerem sua iniquidade, viam iniquidade em Jeová. Na verdade, eles preferiam continuar acreditando nas informações dos antepassados do que acreditar que seus antepassados não haviam sido homens fiéis. Os antepassados haviam dado o exemplo em cumprir aqueles mandamentos que eles estavam obedecendo naquele instante. COMO PODIA HAVER ERRO NOS ANTEPASSADOS?? Eles precisavam admitir que é Jeová quem define o que é iniquidade e não seus antepassados. Mesmo que seus antepassados tivessem afirmado que aqueles mandamentos haviam sido dados por Jeová, era a palavra de Jeová que negava isto, era a ação punitiva de Jeová contra eles que negava isto.

O Criador lhes afirmou: “O filho pode ver o pecado praticado pelo seu pai e decidir não fazer igual a seu pai”. (Ezequiel 18:14) 14 “‘E eis que alguém se tornou pai de um filho que continua vendo todos os pecados de seu pai, que este tem praticado, e ele [os] vê e não faz coisas semelhantes a eles. (Ezequiel 18:17) 17 retirou sua mão do atribulado; não tomou nem usura nem juros; cumpriu as minhas decisões judiciais; andou nos meus estatutos; ele mesmo não morrerá por causa do erro de seu pai. Positivamente continuará a viver.. . .

Assim verte a Tradução Almeida: (Ezequiel 18:14) 14 Eis que também, se este por sua vez gerar um filho que veja todos os pecados que seu pai fez, tema, e não cometa coisas semelhantes, (Ezequiel 18:17) 17 que aparte da iniqüidade a sua mão, que não receba usura nem mais do que emprestou, que observe as minhas ordenanças e ande nos meus estatutos; esse não morrerá por causa da iniqüidade de seu pai; certamente viverá.

No entanto, restava ainda uma pergunta: Porque eles amavam tanto os mandamentos dados pelos antepassados??

A geração de Moisés foi punida com a morte no deserto. A geração de Ezequiel admitia que aquela geração anterior era rebelde, em face daquela punição, no entanto, não admitiam ser eles uma geração rebelde. Onde está o nosso erro, perguntavam??

Ora, a geração de Moisés foi punida por causa de seus sentimentos, por causa de suas palavras e por causa de suas ações contra certas palavras faladas por Jeová. Aquela geração de Ezequiel estava sendo punida por causa de seus sentimentos, suas palavras e suas ações contra certas palavras faladas por Jeová, ações estas também praticadas por seus antepassados.


RECONHEÇA, ADMITA , abomine e se envergonhe toda vez que praticar um erro, receba a merecida punição e volte a fazer justiça. Como são muitos erros, o humano removendo um por um os seus erros.
O Criador diz: “eu fico feliz quando o iníquo recua do seu mau caminho”.
Uma resposta positiva ao aviso dado;
RECONHECER sua condição iníqua e recuar, admitir o erro, isto era o que o Criador queria deles naquele momento junto com a preocupação e o respeito pela Sua chegada. Após o aviso, (Ele ainda avisou e deu tempo para o recuo) aquele que estivesse praticando iniquidade, recuasse, e aquele que estivesse praticando a justiça, continuasse. Isso para o seu bem imediato. Após o aviso dado por Jeová através de Jonas anos antes, todos os iníquos Ninivitas haviam REAGIDO do modo esperado pelo Criador. Admitiram prontamente o erro e se humilharam diante do Criador, por medo da punição. Essa REAÇÃO tida por um povo reconhecidamente iníquo era a mesma que o Criador queria que tivesse o Seu povo, também iníquo. Este primeiro passo é muito importante.

Moisés ainda estava vivo quando Jeová afirmou que uma geração que estivesse recebendo punição nas terras de seus inimigos, iria confessar o seu próprio erro e o erro de seus pais. (Levítico 26:38-40) 38 E tereis de perecer entre as nações e a terra dos vossos inimigos terá de consumir-vos. 39 Quanto aos remanescentes entre vós, apodrecerão por causa do seu erro nas terras dos vossos inimigos. Sim, apodrecerão até mesmo por causa dos erros de seus pais, com eles. 40 E certamente CONFESSARÃO seu próprio erro e o erro de seus pais na sua infidelidade, quando se comportaram de modo infiel para comigo, sim, mesmo quando andaram em oposição a mim.. . .
Mas por que o Criador não cobrou toda aquela iniquidade praticada por tanto tempo por aqueles outros? Assim perguntaria um israelita qualquer que “se visse” como justo naquele momento de punição e como uma vítima das informações de seus antepassados.

Por que permitiu Jeová que eles seguissem os mandamentos que Ele não havia dado?? (Ezequiel 20:23-25) 23 Também, eu mesmo levantei a minha mão [em juramento] a eles NO ERMO, de espalhá-los entre as nações e de dispersá-los entre as terras, 24 visto que não cumpriram as minhas próprias decisões judiciais, e REJEITARAM OS MEUS PRÓPRIOS ESTATUTOS, e profanaram os meus próprios sábados, e seus olhos mostraram estar atrás dos ídolos sórdidos dos seus antepassados. 25 E eu mesmo também os deixei ter regulamentos que não eram bons e decisões judiciais pelas quais não podiam manter-se vivos. (Ezequiel 20:26) 26 E fui deixá-los ficar aviltados pelas suas dádivas, quando fizeram cada criança que abria a madre passar pelo [fogo], a fim de fazê-los desolados, PARA QUE soubessem que eu sou Jeová.”’

Os antepassados AINDA ESTAVAM NO ERMO quando decidiram rejeitar os estatutos de Jeová. Não se tratava de uma questão de opinião?? Não vivia todo o povo segundo os regulamentos dos antepassados?? Sim, eles viviam. Na verdade, eles achavam que os regulamentos dos antepassados eram mais sábios que os mandamentos de Jeová. Na verdade, eles concordavam com os mandamentos dos antepassados.

Neste caso, os mandamentos dos antepassados precisavam ser experimentados e vividos plenamente até que aquela geração visse os frutos produzidos por tais mandamentos. Depois disto, depois de convencidos, certamente confessariam o erro dos antepassados. No entanto, também precisavam confessar o seu próprio pecado. Antes de confessar a pessoa precisa admitir a existência de um erro. Respeitando o “livre-arbítrio” de seus filhos, JEOVÁ AGUARDAVA PACIENTEMENTE que o rebelde admitisse o seu erro. Admitir o erro ocorre antes de se recuar do erro. Se o iníquo não receber o perdão ele não poderá recuar do seu erro. Se o iníquo receber o que ele merece, quando é que ele vai recuar do seu erro??

Será que aquela geração de Ezequiel admitiria que escravizar seres humanos circuncisos ou incircuncisos era um pecado contra Jeová?? Será que aquela geração abominaria tal ação, deixando de praticá-la, mesmo que todas as nações ao redor continuassem a ser escravocratas??


Jeová também estava deixando claro para eles, que não importa quanta justiça tenha sido feita no passado, “para Jeová, fazer justiça e empenhar-se nela é um ATO CONTÍNUO, que nunca, nunca deverá ser interrompido com atos de iniquidade, com o seguinte detalhe adicional: praticá-la de forma perfeita”.

Para Jeová:


Entretanto, não importa quanta iniquidade tenha cometido no passado, volte a fazer justiça. Fazer justiça de forma ininterrupta é a imprescindível condição para permanecer vivo. Neste relacionamento, mesmo após alcançarem as bênçãos por terem feito alguma justiça, teriam de continuar a fazer justiça, e mesmo que estivessem recebendo parte das preditas maldições por praticarem alguma daquelas iniquidades cuja punição estava prevista, podiam e deviam voltar a praticar a justiça. Não deviam fazer justiça apenas para receber bênçãos; fazer justiça não deveria estar condicionado a receber bênçãos, tampouco ao medo de uma iminente punição, entretanto, esta era a motivação que eles estavam sendo induzidos a demonstrar naquele momento. Praticar a justiça não é uma moeda de troca. Aquilo que o homem imperfeito praticou de bom ou de ruim, não o rotula como um definitivo homem bom ou como um definitivo homem iníquo. Aquele que faz coisas boas junto com coisas ruins é iníquo. Também é iníquo, aquele que faz milhares de coisas boas e uma única e “considerada” coisa ruim por Jeová. Aquele que ininterruptamente continua praticando unicamente coisas boas, este é justo, enquanto as continuar praticando. Entretanto, seria isto possível ao humano imperfeito?? Jesus mostrou o que é ser justo. Bem, Jesus mostrou ser justo por que ele eraperfeitoou por que ele eraobediente??

Ora, sendo assim, no instante da pronunciação de Jeová, não estava havendo um julgamento definitivo destes homens. Assim falou Jeová: ‘“Assim como vivo”, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, “não me agrado na morte do iníquo, mas em que o iníquo recue do seu caminho e realmente continue vivendo. Recuai, recuai dos vossos maus caminhos, pois, por que devíeis morrer, ó casa de Israel?”
O Criador ainda insistia : Iníquos, reconheçam que são iníquos e recuem de vossos maus caminhos.
Não morreriam de qualquer forma estes iníquos? O seu encontro com a morte era inevitável. Obviamente, o Criador estava falando da “morte” como punição por erros específicos, uma antecipação da morte natural (chamada por nós de “Adâmica” como acusação a Adão pela nossa morte), na verdade seria uma morte provocada pela espada, pela fera da terra, pela fome, pela peste; todas estas “mortes”, impostas como consequência de suas iniquidades específicas. Punição por erros específicos - aqueles já alistados por Jeová.

Mesmo escapando destas “mortes específicas”, aquele humano ainda morreria. Porque isto se daria?? Isto se daria porque ele ainda continuava a praticar outros pecados, pois se ele deixasse de praticar o pecado ele continuaria a viver. A alma que não pecar, esta continuará a viver.

Por ter recebido o livre-arbítrio, ser obediente depende exclusivamente daquele que recebe um mandamento.

O cometimento de um único ato de iniquidade apaga toda e qualquer longa sequência de atos de justiça, isto é, embora, para a continuidade da vida seja inadmissível cometer qualquer iniquidade (a alma que pecar – ela é que morrerá), mesmo que vocês tenham praticado muita iniquidade, ainda é tempo de iniciar a prática ininterrupta da justiça. Eu, Jeová, ainda não estou levando em conta a iniquidade praticada, entretanto, “será (futuro) segundo o caminho de cada um de vós que vos julgarei (futuro), ó casa de Israel”. Neste momento, eu estou punindo, mas, ainda estou usando de benevolência, clemência. Recuai dos vossos maus caminhos, ó iníquos. Poucos foram sensibilizados pelo medo da punição. Eles continuavam acreditando e aceitando os mandamentos dos antepassados como sendo certos.
UM outro julgamento estava marcado para o futuro.
Os Israelitas (“ó casa de Israel”), assim como todos os demais humanos imperfeitos, cometerão iniquidade, entretanto, devem voltar-se continuamente para a prática da justiça. Apesar desta impossibilidade temporária deles (deixarem de ser iníquos), devem buscar desde já, serem continuamente justos,
recomeçar a cada erro, não se acostumar com o erro, antes, abominar continuamente a prática do erro. Isto significa aceitar que Jeová é aquele que define o que é pecado.

Justiceiro ou perdoador??


Naquele exato momento de execução da punição, Jeová não disse: “eu os julguei” ou “eu os estou julgando”, nem mesmo afirmou: “a partir de hoje vou julgá-los”, antes, afirmou: “
eu vos julgarei. No caso de julgamento definitivo (morte eterna), Jeová se obrigava a tratar a todos com a “mesmíssima justiça”. Entretanto, naquele momento, não estavam os filhos sendo punidos e/ou abençoados pelos atos dos pais? Até lá, até o julgamento, a qualquer momento, enquanto vivos, vocês iníquos têm a oportunidade do recomeço; aproveitem.

Ainda naquele momento de execução da punição, garantindo ao iníquo que ainda havia alternativa para ele, que nem tudo estava perdido, assim falou o Criador: Mesmo após Eu dizer ao iníquo:positivamente morrerás”, se ele recuar da sua iniquidade (passado) e fizer justiça (presente), Eu voltarei atrás, e ele positivamente continuará a viver. - 14 “‘E quando eu disser ao iníquo: “Positivamente morrerás”, e ele realmente recuar do seu pecado e praticar o juízo e a justiça, 15 [e] o iníquo restituir a própria coisa penhorada e devolver as próprias coisas roubadas, andando realmente nos próprios estatutos da vida por não fazer injustiça, positivamente continuará vivendo. Não morrerá. 16 Nenhum dos seus pecados com que pecou será lembrado contra ele. Juízo e justiça é o que praticou. Ele positivamente continuará vivendo.’

Jeová confirma que Ele não era um justiceiro, pois o iníquo ainda podia recuar da iniquidade sem receber a merecida e prometida punição.

O SEU PASSADO DE INIQUIDADE NÃO SERÁ CONTADO. O caso de Manassés deixou isso bem claro.

Da mesma forma vou reagir com o justo. Mesmo após Eu dizer ao justo : “positivamente continuarás a viver”, se ele confiar na justiça que já fez (passado) e fizer injustiça (presente), Eu voltarei atrás, e ele positivamente morrerá. 13 Quando eu disser ao justo: “Positivamente continuarás vivendo”, e ele mesmo realmente confiar na sua própria justiça e fizer injustiça, todos os seus próprios atos justos não serão lembrados, mas, pela sua injustiça que fez — por esta é que morrerá.

NESTE CASO, A PALAVRA FALADA (promessa de punição) REVELAVA TER UM OBJETIVO ESPECÍFICO.

O SEU PASSADO DE JUSTIÇA NÃO SERÁ CONTADO. Mesmo peso e mesma medida. Isto é Imparcialidade, 100% Imparcialidade.

Abre Jeová mão da punição ou não abre mão da punição??


O próprio Criador Jeová ratifica esta sua posição de não estar fazendo “justiça”, ou seja, estar julgando segundo as ações iníquas deles, antes, estava induzindo seus alunos ao raciocínio e reflexão sobre seus atos pessoais, além de uma ação decorrente; que Ele, o Criador, neste relacionamento com humanos imperfeitos, estava agindo qual “Oleiro”, com um maravilhoso objetivo em mente. Vejamos as palavras emanadas de Sua própria boca, retransmitidas através deste porta-voz humano chamado Jeremias, destinadas agora a iníquos que até então sobravam em Jerusalém – Jeremias 18:1-10. A palavra que veio a haver para Jeremias, da parte de Jeová, dizendo: 2 “Levanta-te, e tens de descer à casa do oleiro e ali te farei ouvir as minhas palavras.” 3 E passei a descer à casa do oleiro, e eis que ele fazia uma obra na roda de oleiro. 4 E o vaso que fazia do barro foi estragado pela mão do oleiro, e ele tornou e foi fazer dele outro vaso, conforme parecia direito fazer aos olhos do oleiro. 5 E continuou a vir a haver para mim a palavra de Jeová, dizendo: 6 “‘Não posso eu fazer a vós como este oleiro [fez], ó casa de Israel?’ é a pronunciação de Jeová. ‘Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel. 7 EM QUALQUER MOMENTO em que eu falar contra uma nação e contra um reino, para [a] desarraigar, e para [a] demolir, e para [a] destruir, 8 e esta nação realmente recuar da sua maldade contra a qual falei, também eu VOU DEPLORAR A CALAMIDADE que pensei em executar sobre ela. 9 Mas, EM QUALQUER MOMENTO em que eu falar a respeito de uma nação e a respeito de um reino, para [a] edificar e para [a] plantar, 10 e ela realmente fizer o que é mau aos meus olhos por não obedecer à minha voz, também eu VOU DEPLORAR O BEM que eu disse [para mim] fazer-lhe para seu bem.’


Em qualquer momento eu vou deplorar o bem ou o mal que afirmei que iria fazer.

Abro mão da punição ou não abro mão da punição??

Justiceiro ou perdoador??

Depois de todas estas declarações saídas da boca do Criador Jeová, podemos encontrar nelas um objetivo divino de se fazer plena “justiça”, julgando definitivamente o mau uso do livre-arbítrio por parte destes iníquos com quem Ele dialogava através do seu porta-voz? O nobre objetivo do Criador era simples: reconheçam que são iníquos assim como os Ninivitas reconheceram.


Pudemos perceber que Jeová abre mão da punição mesmo quando ele já afirmou que irá punir. Embora Jeová faça desta forma, exatamente como ocorreu no caso de Nínive, os servos de Jeová ficam irados quando presenciam tal cena, exatamente assim como ocorreu no caso do profeta Jonas.

Quando os judeus que estavam cativos em Babilônia ou mesmo os que ainda restavam em Jerusalém usavam a expressão proverbial, certamente lembravam-se da palavra falada pelo próprio Criador através de Jeremias, assim transcritas em Jeremias 15: 3-5: 3 “‘E eu vou comissionar sobre eles quatro famílias’, é a pronunciação de Jeová, ‘a espada para matar, e os cães para arrastar, e as criaturas voadoras dos céus e os animais da terra para comer e para arruinar. 4 E vou dá-los para tremor a todos os reinos da terra, por causa de Manassés , filho de Ezequias, rei de Judá, pelo que ele fez em Jerusalém. 5 Pois, quem terá compaixão de ti, ó Jerusalém, e quem se compadecerá de ti, e quem se desviará para perguntar pelo teu bem-estar?’
Dá-los para tremor (puni-los) pelo erro de Manassés (pelo que ele fez em Jerusalém)? Seriam punidos por causa de Manassés? Mas, não foi Manassés perdoado? Ele também recebeu uma punição pelo seu pecado e repudiou suas ações passadas.

SERÁ QUE OS HOMENS JUSTOS SERIAM PUNIDOS POR CAUSA DA GRANDE INIQUIDADE DE MANASSÉS?? Seriam inocentes punidos por causa das ações de Manassés, que a ele foram perdoadas?? As ações de Manassés trariam consequências sobre o povo.

O povo havia comprado os sentimentos de Manassés e amavam fazer aquilo que Manassés havia amado fazer. O POVO PASSOU A COPIAR OS SENTIMENTOS INÍQUOS DE MANASSÉS. Manassés deixou de amar aquelas coisas, no entanto, o povo continuou amando aquelas coisas. Não se tratava de pessoas inocentes. Tratava-se de pessoas que amavam praticar as mesmas coisas praticadas por Manassés.

Trazendo de novo a atenção, à expressão proverbial: Os pais foram os que comeram as uvas verdes, mas foram os dentes dos filhos que ficaram embotados”, o Criador não nega a existência desta situação, mas continua sua explicação. Afirma que no futuro haverá um julgamento com plena justiça, plena responsabilização, cobrando-se o erro de forma individualizada. Neste momento estava havendo perdão junto com um tipo de punição, ou seja, aquela punição que Jeová achava ser a melhor para aquele caso, sempre tendo por objetivo, que o iníquo reconhecesse o seu erro.

Assim falou o Criador em Jeremias 31:28-30: 28 “E terá de acontecer que assim como fiquei alerta para com eles para desarraigar, e para demolir, e para derrubar, e para destruir, e para danificar, assim ficarei alerta para com eles para edificar e para plantar”, é a pronunciação de Jeová. 29 “NAQUELES DIAS NÃO SE DIRÁ MAIS:Os pais foram os que comeram a uva verde, mas foram os dentes dos filhos que ficaram embotados.’ 30 MAS CADA UM MORRERÁ PELO SEU PRÓPRIO ERRO . Qualquer homem que comer uva verde, os seus é que serão os dentes que ficarão embotados.”

O Criador admite estar havendo um relacionamento em que “filhos são punidos pelo erro dos pais”, no entanto, os filhos não eram inocentes em relação ao cometimento dos mesmos pecados dos pais, pois os filhos eram cúmplices dos erros dos pais por ouvirem e obedecerem seus pais. Os filhos concordavam com os seus pais nas ações iníquas praticadas por seus pais (antepassados) e não as viam como iniquidades. Embora Jeová tenha falado para os “filhos” obedecerem os Seus mandamentos e não os mandamentos dos seus pais, eles continuaram obedecendo os mandamentos dos antepassados, assim como havia acontecido no deserto. (Ezequiel 20:17-21) 17 “‘“E meu olho começou a ter dó deles [para me impedir] de arruiná-los, e não os exterminei no ermo. 18 E passei a dizer aos filhos deles no ermo: ‘Não andeis nos regulamentos dos vossos antepassados, e não guardeis os seus julgamentos, e não vos avilteis com os seus ídolos sórdidos. 19 Eu sou Jeová, vosso Deus. Andai nos meus próprios estatutos e guardai as minhas próprias decisões judiciais e cumpri-as. 20 E santificai os meus próprios sábados, e eles terão de servir como sinal entre mim e vós, [para] saberdes que eu sou Jeová, vosso Deus.’ 21 “‘“E os filhos começaram a rebelar-se contra mim. Não andaram nos meus estatutos, e não guardaram as minhas decisões judiciais por cumpri-las, por meio das quais, continuando a cumpri-las o homem, também continuará a viver. Profanaram meus sábados. De modo que prometi derramar sobre eles o meu furor, a fim de levar a cabo a minha ira contra eles no ermo....

Assim verte a Tradução Brasileira: (Ezequiel 20:17-21) 17 Não obstante os meus olhos os pouparam, para não os destruir, nem os acabei de todo no deserto. 18 Eu disse a seus filhos no deserto: Não andeis nos estatutos de vossos pais, nem observeis os seus juízos, nem vos contamineis com os seus ídolos. 19 Eu sou Jeová vosso Deus. Andai nos meus estatutos, e guardai os meus juízos, e praticai-os; 20 santificai os meus sábados, e eles servirão de sinal entre mim e vós para que saibais que eu sou Jeová vosso Deus. 21 Os filhos, porém, rebelaram-se contra mim: não andaram nos meus estatutos, nem guardaram os meus juízos para os praticarem, os quais, se os observar o homem, viverá por eles; profanaram os meus sábados. Então eu disse que eu derramaria sobre eles o meu furor, para cumprir contra eles a minha ira no deserto.

O filho não dirá mais isto.

Passando a perceber as coisas segundo o olhar de Jeová, os filhos reconheceriam as iniquidades de seus antepassados e também veriam as suas próprias iniquidades. Depois de estarem plenamente conscientes, eles ficariam extremamente envergonhados tanto dos seus antepassados como de si mesmos.

Entretanto, de forma lógica, O Criador relaciona o “naqueles dias” (futuro) em que não se dirá mais o dito proverbial, com os dias do cumprimento do novo pacto. No mesmo diálogo, dando sequência na sua explicação para Seu povo, assim falou o Criador sobre o novo pacto em Jeremias 31:31-34: 31 “Eis que vêm dias”, é a pronunciação de Jeová, “e eu vou concluir um novo pacto com a casa de Israel e com a casa de Judá; 32 não um igual ao pacto que concluí com os seus antepassados no dia em que os tomei pela mão para os tirar da terra do Egito, ‘pacto meu que ELES PRÓPRIOS VIOLARAM, embora eu mesmo tivesse a posse marital deles’, é a pronunciação de Jeová”. 33 “Pois ESTE É O PACTO QUE CONCLUIREI com a casa de Israel DEPOIS DAQUELES DIAS, é a pronunciação de Jeová. “Vou pôr a minha lei no seu íntimo e a escreverei no seu coração. E vou tornar-me seu Deus e eles mesmos se tornarão meu povo.” 34 “E não mais ensinarão, cada um ao seu companheiro e cada um ao seu irmão, dizendo: ‘Conhecei a Jeová!’ porque todos eles me conhecerão, desde o menor deles até o maior deles”, é a pronunciação de Jeová. “ PORQUE PERDOAREI SEU ERRO E NÃO ME LEMBRAREI MAIS DO SEU PECADO .”

OS PRÓPRIOS ANTEPASSADOS QUE ENTRARAM NA RELAÇÃO PACTUADA, FORAM OS PRIMEIROS A VIOLAREM O PACTO. O QUE ENSINARAM A SEUS FILHOS??

Porque os filhos estavam sendo punidos por causa dos erros de seus pais?? Por acreditarem nas palavras de seus pais e apoiarem os sentimentos de seus pais (antepassados) em diversos assuntos. Os antepassados foram os que primeiros se rebelaram contra os mandamentos de Jeová, passando para seus filhos o mesmo sentimento que tinham em relação aos mandamentos de Jeová, sentimento este que foi plenamente assimilado pelos filhos. Os filhos concordavam com as informações passadas pelos seus pais, informações estas que discordavam das informações saídas da boca de Jeová.

NO FUTURO, LÁ NAQUELE DIA, TODOS REALMENTE ME CONHECERÃO.

O próprio porta-voz Jeremias admitiu haver esta condição no relacionamento ao afirmar no seu diálogo com o Criador: (Jeremias 32:17-20) 17 “Ai! Soberano Senhor Jeová! Eis que tu mesmo fizeste os céus e a terra com o teu grande poder e com o teu braço estendido. O assunto inteiro não é maravilhoso demais para ti, 18 Aquele que usa de benevolência para com milhares e retribui o erro dos pais ao seio dos seus filhos após eles, o [verdadeiro] Deus, o Grande, o Poderoso, cujo nome é Jeová dos exércitos, 19 grande em conselho e abundante em atos, tu, cujos olhos estão abertos para com todos os caminhos dos filhos dos homens, a fim de dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo os frutos das suas ações; 20 tu que puseste sinais e milagres na terra do Egito, até o dia de hoje, e em Israel, e entre homens, a fim de fazeres um nome para ti mesmo, assim como no dia de hoje.

O próprio mensageiro também achava que se tratava apenas de uma retribuição do erro dos pais sobre inocentes filhos, no entanto, a explicação de Jeová foi bem clara. Todo o povo incluindo o mensageiro precisavam entender o que estava acontecendo. Todos precisavam analisar seus próprios sentimentos em relação às palavras de Jeová, em relação aos mandamentos de Jeová quanto a como eles deviam viver o dia a dia. Vingança ou perdão?? Cobrar a dívida ou perdoar a dívida?? Quem é que vai cobrir o meu prejuízo?? Cobrar juros ou não cobrar juros de nenhum humano, enquanto os vizinhos cobravam juros?? Manter pessoas escravizadas ou libertar todos os escravos?? Era certo ou errado escravizar estrangeiros iníquos, vizinhos iníquos?? Usar ou não usar a espada para defender interesses e atacar vizinhos iníquos?? Matar uma adúltera a pedradas ou perdoar a adúltera?? Apedrejar aquele que desobedecesse a palavra do sacerdote ou do juiz ou perdoar tal atitude?? Deviam apedrejar aquele que blasfemasse contra Jeová?? O que esperava Jeová que eles fizessem?? O que Jeová os pediu para fazer?? Estes são apenas alguns dos muitos assuntos, nos quais os mandamentos dados por Jeová a Moisés se opunham aos sentimentos e as ações de todo o povo.

Por exemplo, a lei da plena retribuição estava correndo em suas veias qual sangue. Eles amavam esta lei. Para os justiceiros, esta lei eliminava a sensação de impunidade fornecida pela lei do perdão. Eles aplicavam esta lei de retribuição contra aqueles que se tornavam ofensores, pois dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações fornecia uma suposta satisfação das vítimas e dos que amavam a vítima. Eles chamavam isto de fazer justiça. Eles guardavam ressentimento das ações dos opressores até que houvesse a plena desforra. Eles achavam que Jeová também devia agir desta forma. Eles amavam os amigos e odiavam os seus inimigos e queriam que Jeová os acompanhasse neste relacionamento com base na retribuição de sentimentos.

JEOVÁ VIA ESTE RELACIONAMENTO DE UMA FORMA ENQUANTO OS PACTUADOS VIAM DE OUTRA FORMA. Tratava-se de uma geração pervertida e deturpada.

Embora o Criador houvesse punido o povo (Israel e Judá) pela sua transgressão, seu pecado, seu erro específico, o Criador também iria perdoar amplamente os punidos.


Perdoando o erro, e a transgressão, e o pecado, mas de modo algum isentará da punição,...”


Ao longo de toda esta pesquisa pudemos também perceber que Jeová ABRE MÃO da punição a qualquer momento, pois o seu objetivo não é punir. Jeová declarou qual é o seu perpétuo objetivo: “Que o iníquo recue do seu caminho”. Assim, se após a promessa de punição, o iníquo recuar de seu caminho, a promessa de punição alcançou o objetivo de Jeová para aquele iníquo. Assim, Ele isentará este iníquo daquela punição prometida.

Embora Jeová se alegre com esta situação (abrir mão da punição), o humano justiceiro veria nisto uma sensação de impunidade, quem sabe até mesmo um incentivo à prática da iniquidade. Isto prova que o humano tinha sentimentos diferentes do Criador e que estavam julgando as palavras e as ações do Criador ao afirmarem: 20 “E vós dissestes : ‘O caminho de Jeová não é acertado.’ Será segundo o caminho de cada um de vós que vos julgarei, ó casa de Israel.”

Com esta afirmação revelavam estar vendo um erro nas palavras e nas ações de Jeová. Não comprovavam ser uma geração pervertida e deturpada??

O novo pacto estabelece uma nova e diferente motivação para o humano obedecer; não será o “interesse” (expectativa) por bênçãos (lucro pessoal), adicionado ao medo de punições (“interesse”, ausência de dano, prejuízo pessoal). A motivação de obedecer virá do íntimo , um amor abnegado (ausência de lucro) baseado noPLENO CONHECIMENTOdo Criador, que todos terão individualmente, desde o maior até o menor.

ELES REVELAVAM NÃO CONHECER O PAI. Eles receberam informações de que o Pai agia assim e assado e que o Pai gostava disto e daquilo, no entanto, tais informações revelavam não ser a verdade a respeito do Pai. Séculos depois, estas foram as palavras de Jesus: (João 17:25-26) 25 Justo Pai, O MUNDO, deveras, NÃO VEIO A CONHECER-TE; mas eu vim a conhecer-te, e estes vieram a saber que tu me enviaste. 26 E eu lhes tenho dado a conhecer o teu nome e o hei de dar a conhecer, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles e eu em união com eles.”

O Pai havia afirmado: “Todos me conhecerão, desde o menor até o maior deles”.

Obviamente, estes adoradores do Deus Todo-poderoso não o viam como o “Pai” Celestial. Estas ações são ações de um pai.

Esta nova motivação seria muito superior à antiga, como os resultados comprovariam no futuro. A antiga motivação se baseava no lucro, na vantagem pessoal por adotar o proceder da obediência, associado ao medo de perder as vantagens recebidas ou ao sofrimento e a morte, mesmo uma morte muito dolorosa. O humano via as coisas desta forma. Em resumo, ganhar ou perder algo por causa da obediência; obedecer por vantagem ou desvantagem pessoal, o que revelava que o humano continuava a pensar em si mesmo, em seu lucro. Para o humano a obediência era uma moeda de troca. O medo da morte não produziu criaturas 100% confiáveis.

Visa o Oleiro, o Criador Jeová, que suas criaturas se tornem 100% confiáveis, assim como Ele o é; que façam e se apeguem a “justiça” porque amam a “justiça”, e sabiamente entendam que este é o único modo amoroso de viver a vida em grupo. O Oleiro visa que todos se tornem “filhos”, que todos se vejam como filhos e que todos passem a agir como um filho deve agir.

Ao final haverá pleno conhecimento individual e plena responsabilização individual. Finalmente seremos tratados com plena justiça! A mesma justiça para todos. Veremos a todos como iguais, como filhos iguais.


EM QUE MOMENTO, USOU JEOVÁ DE “JUSTIÇA” PARA COM JUDÁ E PARA COM ISRAEL (EFRAIM)?

Jeremias 33:4-9 4 “Pois assim disse Jeová, o Deus de Israel, a respeito das casas desta cidade e a respeito das casas dos reis de Judá, que estão demolidas por causa dos aterros de sítio e por causa da espada; 5 [a respeito] dos que estão chegando para lutar contra os caldeus e para encher espaços com os cadáveres dos homens que golpeei na minha ira e no meu furor, e por cuja maldade toda eu escondi minha face desta cidade: 6 ‘Eis que suscito para ela restabelecimento e saúde; e eu vou sará-los e revelar-lhes uma abundância de paz e de verdade. 7 E vou trazer de volta os cativos de Judá e os cativos de Israel, e vou edificá-los assim como no princípio. 8 E eu vou purificá-los de todo o seu erro com que pecaram contra mim e VOU PERDOAR-LHES TODOS OS ERROS com que pecaram contra mim e com que transgrediram contra mim. 9 E ela certamente se tornará para mim um nome de exultação, louvor e beleza para com todas as nações da terra, que ouvirão [falar] de toda a bondade que eu lhes faço. E certamente ficarão apavorados e agitados por causa de toda a BONDADE e por causa de toda a paz que faço [vir] a ela.’”

JEOVÁ FALA EM PERDÃO E EM BONDADE, ELE NÃO FALA EM RETRIBUIÇÃO.


perdoando o erro, e a transgressão, e o pecado, mas de modo algum isentará da punição - o Criador estava cumprindo sua parte no acordo. No entanto, o Criador mostrou que Ele isenta iníquos da merecida punição.


O Criador por várias vezes abriu mão da punição, mesmo daquela punição anunciada.

O Criador está se referindo àqueles que já haviam pecado e transgredido suas leis (iníquos judeus), assegurando para esses iníquos que: vou perdoar-lhes todos os erros com que pecaram contra mim e com que transgrediram contra mim”.

Justiceiro ou perdoador??


Fica totalmente fora de lógica, além de revelar parcialidade, atribuir a um grupo de fiéis sobreviventes estas palavras. O Criador está dialogando, falando para os iníquos punidos, pois os justos não “pecaram contra mim” e não “transgrediram contra mim”, logicamente, não foram punidos com a morte. O justo não é punido com a morte; ele continua a viver. A pergunta que ficaria na mente daquele que ainda não admitiu que foi tratado com misericórdia: Ora, se eu sobrevivi, não foi por eu ser justo?? Não foi pelos meus méritos??

Depois de punidos com a morte, vou sará-los. Sará-los e revelar-lhes uma abundância de paz e de verdade, está em plena harmonia, diretamente relacionado com o “novo pacto”, no qual, ”desde o maior até o menor deles me conhecerá”, isto é, no futuro. Estavam doentes e o Criador iria sará-los, curá-los. Podiam curar a si próprios? Sequer se viam como doentes. Estes mesmos, após a cura, certamente se tornariam para Jeová um nome de exultação, louvor e beleza.

Ser iníquo é ser doente.

Em relação ao dia exato em que estas sábias palavras foram pronunciadas, purificá-los e perdoar-lhes” está no futuro; “pecaram” está no passado, “transgrediram” está no passado , são atos iníquos já praticados e por tais atos, já haviam sido devidamente punidos. Vou perdoar-lhes (futuro) “todos” os erros, todos os crassos erros que já foram cometidos. Jeová estava falando estas palavras por volta de 607 AEC, durante a punição de Judá e bem depois da punição de Israel ou Efraim (Samaria). Todas as ações a serem praticadas estão na 1ª pessoa (eu). BONDADE, tanta bondade receberiam estes do Criador, que as nações ficariam apavoradas e agitadas (que ouvirão [falar] de toda a bondade que eu lhes faço), exatamente por tais iníquos não serem merecedores. Só de imaginar, já ficamos apavorados e agitados por toda esta bondade. Existe uma palavra para definir este sentimento hoje?

O Criador já havia feito tal cura em Efraim, assim que este havia saído do Egito. Com as seguintes palavras, o Criador relembrou a Efraim o seu passado: Oséias 11:1-5 - 11 “Quando Israel era rapaz, então o amei, e do Egito chamei o meu filho. 2 “Chamaram-nos. A tal ponto se afastaram de diante deles. Passaram a oferecer sacrifícios às imagens de Baal e começaram a fazer fumaça sacrificial às imagens entalhadas. 3 Mas, no que toca a mim, ENSINEI a Efraim a andar, tomando-os nos braços; e eles não reconheceram que EU OS TINHA CURADO. 4 Continuei a puxá-los com as cordas do homem terreno, com os cordões do amor, de modo que me tornei para eles como os que retiram um jugo das suas queixadas, e suavemente eu levei alimento a [cada] um. 5 Ele não retornará à terra do Egito, mas a Assíria será o seu rei, porque se negaram a retornar.

Assim verte a Tradução Almeida: (Oséias 11:1-5) 1 Quando Israel era menino, eu o amei, e do Egito chamei a meu filho. 2 Quanto mais eu os chamava, tanto mais se afastavam de mim; sacrificavam aos baalins, e queimavam incenso às imagens esculpidas. 3 Todavia, eu ensinei aos de Efraim a andar; tomei-os nos meus braços; mas não entendiam que eu os curava. 4 Atraí-os com cordas humanas, com laços de amor; e fui para eles como os que tiram o jugo de sobre as suas queixadas, e me inclinei para lhes dar de comer. 5 Não voltarão para a terra do Egito; mas a Assíria será seu rei; porque recusam converter-se.



Reafirmando lealdade a estes iníquos, a descendência de Jacó (as doze tribos) e a casa de Davi (realeza) continuou o Criador a falar através de Jeremias:
Jeremias 33:23-25
23 E continuou a vir a haver para Jeremias a palavra de Jeová, dizendo: 24 “Não viste o que os deste povo têm falado, dizendo: ‘As duas famílias que Jeová escolheu, ele também as rejeitará’? E o meu próprio povo eles estão tratando com desrespeito, para que não continue mais a ser nação diante deles.
25 “Assim disse Jeová: ‘Se não fosse o fato de eu ter designado meu próprio pacto do dia e da noite, os estatutos do céu e da terra, 26 então, também, eu rejeitaria a
descendência de Jacó e de Davi , meu servo, de modo a não tomar da sua descendência governantes sobre a descendência de Abraão, de Isaque e de Jacó. Pois recolherei os seus cativos e TEREI piedade deles.’”
Apesar da iniquidade dos sacerdotes, levitas, da família real e de toda a nação, o Criador afirma que continuará leal ao seu pacto firmado com os antepassados, cumprindo o que Ele mesmo já havia dito muito tempo atrás no monte Sinai.
Assim disse Jeová lá no monte Sinai:
(Levítico 26:41-46) 41 Eu, da minha parte, porém, passei a andar em oposição a eles e tive de levá-los à terra dos seus inimigos. “‘Naquele tempo TALVEZ se humilhe o seu coração incircunciso e naquele tempo talvez saldem o seu erro. 42 E eu deveras me lembrarei do meu pacto com Jacó; e lembrar-me-ei até mesmo do meu pacto com Isaque e até mesmo do meu pacto com Abraão, e lembrar-me-ei da terra. 43 No ínterim, a terra foi deixada abandonada por eles e saldava os seus sábados, enquanto jazia desolada, sem eles, e eles mesmos saldavam seu erro, porque, sim, porque tinham rejeitado as minhas decisões judiciais e suas almas tinham abominado os meus estatutos. 44 E apesar de tudo isso, enquanto continuarem na terra dos seus inimigos, certamente não os rejeitarei, nem os abominarei a ponto de exterminá-los, para violar meu pacto com eles; pois eu sou Jeová, seu Deus. 45 E vou lembrar-me, em seu benefício, do pacto dos antecessores que fiz sair da terra do Egito sob os olhares das nações, para mostrar-me seu Deus . Eu sou Jeová.’” 46 Estes são os regulamentos, e as decisões judiciais, e as leis que Jeová estabeleceu entre si e os filhos de Israel no monte Sinai, por meio de Moisés.
Se esta fosse uma questão de julgá-los segundo suas más ações, merecidamente receberiam o extermínio. Justiceiro ou perdoador??

Apesar da ampla iniquidade da família real e dos levitas, assim falou Jeová acerca de sua lealdade para com a casa de Davi e para com os levitas, pois em lugar de exterminá-los merecidamente, iria multiplicar a descendência de Davi e dos levitas : (Jeremias 33:17-22) 17 “Pois assim disse Jeová: ‘No caso de Davi, não se decepará homem [seu, impedindo-o] de sentar-se no trono da casa de Israel. 18 E no caso dos sacerdotes, os levitas , não se decepará de diante de mim homem [impedindo-o] de oferecer holocaustos, e de fazer fumaça com a oferta de cereais, e de ofertar sacrifício, para sempre.’” 19 E a palavra de Jeová veio adicionalmente a Jeremias, dizendo: 20 “Assim disse Jeová: ‘Se vós pudésseis violar meu pacto do dia e meu pacto da noite, sim, para não haver mais dia e noite no seu tempo, 21 também se poderia violar meu próprio pacto com Davi, meu servo, para que não viesse a ter um filho reinando no seu trono; também com os levitas, os sacerdotes, meus ministros. 22 Assim como não se pode contar o exército dos céus, nem se pode medir a areia do mar, assim multiplicarei a descendência de Davi, meu servo, e os levitas que me ministram.’”

Por terem se tornado muito iníquos, os israelitas só viam uma “justa” atitude vinda da parte de Jeová, ou seja, a rejeição de todo o povo, pois todo o povo estava sendo severamente punido com justiça, isto é, merecidamente. Não haviam tais israelitas participado com suas próprias mãos em fazer justiça, punindo os iníquos com a morte, obedecendo a então vigente lei dada por MOISÉS? Esta punição recebida não se dava somente por erros dos antepassados, antes, se dava também por erros pessoais, logo, não podiam reclamar de qualquer injustiça por parte do Criador.

Oséias 10:9,10 do pecado dos dias de Gibeá (passado), ainda seriam disciplinados?????


Será que não havia um grupo dos verdadeiros adoradores de Jeová, praticantes da justiça, ali entre os remanescentes da tribo de Judá que estavam em Jerusalém? O próprio Criador Jeová responde através do porta-voz humano em Jeremias 4:31-5:2: 31 Pois ouvi uma voz como a duma mulher doente, aflição como a duma mulher dando à luz seu primeiro filho, a voz da filha de Sião, que faz esforços para respirar. Ela está estendendo as palmas das suas mãos: “Ai de mim, pois, porque a minha alma está cansada dos matadores!”
5 Percorrei as ruas de Jerusalém e vede, pois, e sabei e
procurai vós mesmos nas suas praças públicas SE PODEIS ACHAR UM HOMEM, se existe alguém que pratique a justiça, alguém que procure a fidelidade, e eu PERDOAREI a ela. 2 Mesmo que dissessem: “Por Jeová que vive!” estariam com isso jurando pura falsidade.


ASSIM COMO NO CASO DE SODOMA (Gênesis 18:22-33), do ponto de vista do Criador, naquele instante, ali em Jerusalém não havia um único homem que praticasse a justiça. Nem mesmo Jeremias podia se candidatar a ser este homem justo. SE HOUVER UM HOMEM JUSTO, EU PERDOAREI A TODOS OS INÍQUOS.

NO ENTANTO, ESTES HOMENS NÃO PERCEBIAM QUE ELES ERAM MUITO INÍQUOS. POR QUE NÃO PERCEBIAM??

ESTES HOMENS OBEDECIAM AO QUE ESTAVA ESCRITO NAS “ESCRITURAS”. ESTAVAM OBEDECENDO ÀQUILO QUE MOISÉS OS MANDOU FAZER.

Por exemplo, obedecendo a Moisés, viviam o intolerante “dente por dente e olho por olho”, e de forma intolerante, apedrejavam pecadores até a morte. Também cobraram juros e escravizavam humanos. Neste caso, alguém, um antepassado, através de seu erro, estava fazendo todo o povo pecar. No entanto, o povo amava as coisas daquela forma.

Ratifica e amplia o Criador o seu ponto de vista em relação a seu povo escolhido através deste mesmo porta-voz em Jeremias 32:30-33: 30 “‘Pois os filhos de Israel e os filhos de Judá mostraram ser meros malfeitores aos meus olhos, desde a sua mocidade; porque os filhos de Israel me ofendem até mesmo com o trabalho das suas mãos’, é a pronunciação de Jeová. 31 ‘Pois esta cidade, desde o dia em que a construíram até o dia de hoje, mostrou ser nada mais do que causa para ira em mim e causa para furor em mim, a fim de removê-la de diante da minha face, 32 em razão de toda a maldade dos filhos de Israel e dos filhos de Judá, que fizeram para me ofender, eles, seus reis, seus príncipes, seus sacerdotes e seus profetas, e os homens de Judá e os habitantes de Jerusalém. 33 E persistiram em virar as costas para mim e não a face; embora se lhes ensinasse, levantando-se cedo e ensinando, mas não HAVIA NENHUM DELES que escutasse para receber disciplina.

Assim verte a Tradução Almeida: (Jeremias 32:30-33) 30 Pois os filhos de Israel e os filhos de Judá têm feito desde a sua mocidade tão somente o que era mau aos meus olhos; pois os filhos de Israel nada têm feito senão provocar-me à ira com as obras das suas mãos, diz o Senhor. 31 Na verdade esta cidade, desde o dia em que a edificaram e até o dia de hoje, tem provocado a minha ira e o meu furor, de sorte que eu a removerei de diante de mim, 32 por causa de toda a maldade dos filhos de Israel e dos filhos de Judá, que fizeram para me provocarem à ira, eles e os seus reis, os seus príncipes, os seus sacerdotes e os seus profetas, como também os homens de Judá e os moradores de Jerusalém. 33 E viraram para mim as costas, e não o rosto; ainda que eu os ensinava, com insistência, eles não deram ouvidos para receberem instrução.


Do ponto de vista de Jeová, TODOS eram iníquos, todos faziam muitas maldades.

Jeová mostrou ser justiceiro ou perdoador??

Ratificando a INEXISTÊNCIA de um “grupo de fiéis” na remanescente tribo de Judá cuja capital era Jerusalém, através do porta-voz Ezequiel, o Criador fala as seguintes palavras: Ezequiel 22:1-31 22 E continuou a vir a haver para mim a palavra de Jeová, dizendo: 2 “E quanto a ti, ó filho do homem, julgarás, julgarás a cidade culpada de sangue e certamente a farás saber todas as suas coisas detestáveis? 3 E terás de dizer: ‘Assim disse o Soberano Senhor Jeová: “Ó cidade que derrama sangue no seu meio até chegar o seu tempo, e que fez ídolos sórdidos no seu meio para se tornar impura, 4 pelo teu sangue que derramaste tornaste-te culpada, e pelos teus ídolos sórdidos que fizeste tornaste-te impura. E fazes chegar perto os teus dias e chegarás aos teus anos. Por isso terei de fazer-te objeto de vitupério para as nações e troça para todas as terras. 5 As [terras] próximas e as longe de ti farão troça de ti, ó tu que és impura de nome, que abundas em confusão. 6 Eis que vieram a estar em ti os maiorais de Israel , cada um [entregue] ao seu braço para derramar sangue. 7 Pai e mãe eles trataram com desprezo em ti. Para com o residente forasteiro agiram com defraudação no teu meio. O menino órfão de pai e a viúva eles maltrataram em ti.”’”
8 “‘Desprezaste os meus lugares santos e profanaste os meus sábados. 9 Mostrou-se haver em ti flagrantes caluniadores, com o fim de derramar sangue; e em ti comeram sobre os montes. No teu meio praticaram conduta desenfreada. 10 Expuseram em ti a nudez do pai; humilharam em ti a mulher que estava impura na [sua] menstruação. 11 E o homem fez uma coisa detestável com a esposa de seu companheiro, e ele aviltou a sua própria nora com conduta desenfreada; e o homem humilhou em ti a sua irmã, filha de seu próprio pai. 12 Em ti aceitaram suborno com o fim de derramar sangue.
COBRASTE JUROS E USURA, e continuas a lucrar violentamente dos teus companheiros com defraudação, e a mim me esqueceste’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.
13 “‘E eis que
golpeei com a minha mão o teu lucro injusto que obtiveste, e por teus atos de derramamento de sangue que veio a haver no meio de ti. 14 Acaso o suportará o teu coração ou te fortalecerão as tuas mãos nos dias em que eu tomar ação contra ti? Eu mesmo, Jeová, falei e vou tomar ação. 15 E vou espalhar-te entre as nações e dispersar-te entre as terras, e vou destruir a tua impureza dentro de ti. 16 E certamente serás profanada em ti mesma perante os olhos das nações, e terás de saber que eu sou Jeová.’”
17 E continuou a vir a haver para mim a palavra de Jeová, dizendo: 18 “Filho do homem, os da casa de Israel tornaram-se para mim como escória. Todos eles são cobre, e estanho, e ferro, e chumbo dentro de um forno de fundição. Tornaram-se muita escória, [a de] prata.
19 “Portanto, assim disse o Soberano Senhor Jeová: ‘Visto que
TODOS VÓS vos tornastes como muita escória, portanto, eis que vos reúno no meio de Jerusalém. 20 Assim como se reúne prata, e cobre, e ferro, e chumbo, e estanho no meio do forno de fundição, para soprar sobre ele com fogo para que seja fundido, assim [os] reunirei na minha ira e no meu furor, e vou soprar e fazer que sejais fundidos. 21 E vou reunir-vos e soprar sobre vós com o fogo da minha fúria, e tereis de ser fundidos no meio dela. 22 Assim como se funde prata dentro de um forno de fundição, assim vós sereis fundidos no meio dela; e tereis de saber que eu mesmo, Jeová, derramei sobre vós o meu furor.’” 23 E continuou a vir a haver para mim a palavra de Jeová, dizendo: 24 “Filho do homem, dize-lhe: ‘Tu és uma terra que não se purifica, uma em que não chove no dia da verberação. 25 Há no meio dela uma conspiração dos seus profetas, qual leão que brame, dilacerando a presa. É realmente uma alma que eles devoram. Continuam a apanhar tesouro e coisas preciosas. Multiplicaram as viúvas dela no seu meio. 26 Os próprios sacerdotes dela têm feito violência à minha lei, e eles continuam a profanar meus lugares santos. Não fizeram nenhuma diferença entre a coisa santa e a comum, e nada deram a conhecer entre a coisa impura e a pura, e ocultaram os seus olhos dos meus sábados, e eu sou profanado no meio deles. 27 Os príncipes dela no seu meio são como lobos dilacerando a presa em derramamento de sangue, destruindo almas para obter lucro injusto. 28 E seus profetas deram uma caiadura para eles, visionando uma irrealidade e adivinhando para eles uma mentira, dizendo: “Assim disse o Soberano Senhor Jeová”, quando o próprio Jeová não tinha falado. 29 Os do próprio povo da terra executaram um plano de defraudação e arrebataram em roubo, e maltrataram o atribulado e o pobre, e defraudaram o residente forasteiro sem qualquer justiça.’
30 “‘
E EU ESTAVA PROCURANDO UM HOMEM dentre eles que reparasse o muro de pedras e que se pusesse de pé na brecha perante mim, a favor da terra, para que [eu] não a arruinasse; E NÃO ACHEI NENHUM. 31 Por isso derramarei sobre eles a minha verberação. Vou exterminá-los com o fogo da minha fúria. Vou trazer seu procedimento sobre a própria cabeça deles’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.”

Se não havia NENHUM “homem” justo, onde procurar um “restante” fiel?

O que seria um reparador da brecha? Que qualidades esperava Jeová encontrar neste homem? O próprio Jeová responde através de seu porta-voz Isaias por dizer: (Isaías 58:5-12) 5 Acaso deve o jejum que eu escolho tornar-se assim, como um dia em que o homem terreno atribula a sua alma? Para encurvar a sua cabeça como o junco e para que estenda apenas serapilheira e cinzas como o seu leito? É isto o que chamais de jejum e de dia aceitável para Jeová? 6 “Não é este o jejum que escolhi? Soltar os grilhões da iniquidade, desatar as brochas da canga e deixar ir livres os esmagados, e que rompais toda canga? 7 Não é partilhares o teu pão ao faminto e introduzires na [tua] casa pessoas atribuladas, sem lar? Que, caso vejas alguém nu, tu o tenhas de cobrir, e que não te ocultes da tua própria carne? 8 “Neste caso romperia a tua luz como a alva; e rapidamente surgiria para ti o restabelecimento. E certamente andaria diante de ti a tua justiça; a própria glória de Jeová seria a tua retaguarda. 9 Neste caso chamarias e o próprio Jeová te responderia; clamarias por ajuda e ele diria: ‘Eis-me aqui!’ “Se removeres do teu meio a canga, o apontar com o dedo e falar o que é prejudicial, 10 e concederes ao faminto o teu próprio [desejo da] alma e fartares a alma atribulada, então certamente raiará a tua luz mesmo na escuridão e as tuas trevas serão como o meio-dia. 11 E Jeová forçosamente te guiará constantemente e fartará a tua alma mesmo numa terra abrasada e revigorará os próprios ossos teus; e terás de tornar-te igual a um jardim bem regado e como nascente de água, cujas águas não mentem. 12 E às tuas instâncias, homens certamente edificarão os lugares há muito devastados; erigirás até mesmo os alicerces de gerações contínuas. E serás realmente chamado consertador da brecha, restaurador de sendas junto às quais [se pode] morar.

Entretanto, este não era o caso desta remanescente tribo de Judá. Não havia ninguém assim.
Que condição horrível! Todos os crassos pecados possíveis estavam sendo praticados e não havia sequer um único homem que achasse favor perante Jeová, exatamente como no caso de Sodoma. Quanta vergonha para um povo ensinado! Que bom exemplo estavam dando para os outros povos, aqueles que a remanescente tribo de Judá “classificava de iníquos”, tendo aversão por eles?

Confirmando a inexistência de um “grupo de fiéis”, assim continua o Criador falando através de seu porta-voz Jeremias: (Jeremias 8:5-12) 5 Por que é que este povo, Jerusalém, é infiel com infidelidade duradoura? Agarraram-se à ardileza; negaram-se a voltar. 6 Prestei atenção e estive escutando. Não era correto como falavam. NÃO HAVIA HOMEM QUE SE ARREPENDESSE DE SUA MALDADE, dizendo: ‘Que é que eu fiz?’ Cada um retorna ao proceder popular, qual cavalo que se arroja à batalha. 7 Até mesmo a cegonha nos céus — ela conhece bem seus tempos designados; e a rola, e o andorinhão, e o bulbul — eles observam bem o tempo da entrada de cada um. Quanto ao meu povo, porém, não vieram a conhecer o julgamento de Jeová.”’ 8 “‘Como podeis dizer: “Somos sábios e a lei de Jeová está conosco”? Seguramente, pois, o estilo falso dos secretários trabalhou em pura falsidade. 9 Os sábios ficaram envergonhados. Ficaram aterrorizados e serão apanhados. EIS QUE REJEITARAM A PRÓPRIA PALAVRA DE JEOVÁ , e que sabedoria é que eles têm? 10 Por isso entregarei as suas esposas a outros homens, seus campos, aos que tomam posse; pois, desde o menor até mesmo ao maior, cada um está obtendo lucro injusto; desde o profeta até mesmo ao sacerdote, cada um age de modo falso. 11 E tentam sarar superficialmente o quebrantamento da filha do meu povo, dizendo: “Há paz! Há paz!” quando não há paz. 12 Acaso sentiram vergonha por terem feito o que era detestável? Em primeiro lugar, eles positivamente não podiam sentir-se envergonhados; em segundo lugar, não sabem nem mesmo como sentir-se humilhados.. . .

E ainda eram arrogantes. Enganadamente, afirmavam estar com a lei de Jeová.


Residiria Jeová entre os iníquos?? (Salmos 5:4) 4 Pois tu não és um Deus que se agrade da iniquidade; Ninguém mau pode residir contigo por tempo algum.

Apesar dos humanos afirmarem o contrário, assim falou Jeová: (Jeremias 8:21-9:3) 21 Fiquei quebrantado por causa do quebrantamento da filha do meu povo. Fiquei entristecido. Fui tomado de franco assombro. 22 Não há nenhum bálsamo em Gileade? Ou não há ali ninguém que cure? Por que se dá, então, que não surgiu o restabelecimento da filha do meu povo? 9 Quem dera que a minha cabeça fosse [de] águas e que os meus olhos fossem uma fonte de lágrimas! Então eu poderia chorar dia e noite pelos mortos da filha do meu povo. 2 Quem me dera ter no ermo uma pousada para viajantes! Então eu deixaria meu povo e iria para longe dele, porque TODOS eles são adúlteros, uma assembléia solene de [homens] traiçoeiros; 3 e eles retesam a sua língua em falsidade, como seu arco; mas não foi em fidelidade que se mostraram poderosos na terra. “Pois saíram de maldade em maldade, e desconsideraram até mesmo a mim”, é a pronunciação de Jeová.

Apesar da iniquidade de Seu povo, todo o povo, Jeová continuava residindo entre eles e continuava amando-os e ensinando-os.

Estas certamente seriam estranhas palavras a serem ditas pelo Criador Justo a um grupo de fiéis remanescentes, não seria? (Jeremias 16:10-13) 10 "E terá de acontecer que, quando contares a este povo todas estas palavras e eles realmente te disserem: ‘Por que razão proferiu Jeová contra nós toda esta grande calamidade, e qual é nosso erro e qual é nosso pecado com que pecamos contra Jeová, nosso Deus?’, 11 então terás de dizer-lhes: ‘"Pelo fato de que os vossos pais me abandonaram", é a pronunciação de Jeová, "e seguiram andando atrás de outros deuses, e continuaram a servi-los e a curvar-se diante deles. Mas a mim me deixaram, e a minha lei não guardaram. 12 E vós mesmos AGISTES PIOR DO QUE VOSSOS PAIS, naquilo que fizestes, e eis que estais andando, cada um, atrás da obstinação de seu mau coração, não me obedecendo. 13 E eu vou arremessar-vos para fora desta terra, para uma terra que não conhecestes, nem vós, nem vossos pais, e lá tereis de servir a outros deuses, dia e noite, porque não vos concederei nenhum favor ."’

Ainda em relação aos “remanescentes” em Babilônia, não se tratava de um restante de sinceros arrependidos adoradores de Jeová, pois assim falou Jeová a respeito das intenções destes: (Ezequiel 20:30-35) 30 “Portanto, dize à casa de Israel: ‘Assim disse o Soberano Senhor Jeová: “Vós vos aviltais segundo o procedimento dos vossos antepassados, e estais indo atrás das suas coisas repugnantes em relações imorais? 31 E ao elevardes as vossas dádivas, fazendo os vossos filhos passar pelo fogo, estais aviltando a vós mesmos por todos os vossos ídolos sórdidos até o dia de hoje? Ao mesmo tempo, hei de ser consultado por vós, ó casa de Israel?”’ “‘Assim como vivo’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘não vou ser consultado por vós. 32 E aquilo que está subindo no vosso espírito positivamente não acontecerá, VISTO QUE DIZEIS: “Tornemo-nos iguais às nações, iguais às famílias das terras, ministrando à madeira e à pedra.”’” 33 “‘Assim como vivo’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘será com mão forte, e com braço estendido, e com furor derramado que vou reinar sobre vós. 34 E vou fazer-vos sair dentre os povos e vou reunir-vos das terras às quais fostes espalhados com mão forte, e com braço estendido, e com furor derramado. 35 E vou fazer-vos entrar no ermo dos povos e pôr-me em julgamento convosco ali, face a face.
Estas seriam estranhas palavras a ser dirigida a um grupo de fiéis, que sentiam prazer em fazer a vontade de Jeová, não seria?

Continua o próprio Jeová falando através do seu porta-voz Ezequiel, comprovando que aquele grupo dos exilados em Babilônia também não era um restante fiel, nem mesmo “infiéis arrependidos”: (Ezequiel 33:30-33) 30 “E quanto a ti, ó filho do homem, os filhos do teu povo estão falando uns aos outros a teu respeito junto às paredes e nas entradas das casas, e um falou ao outro, cada um ao seu irmão, dizendo: ‘Vinde, por favor, e ouçamos qual é a palavra procedente de Jeová.’ 31 E eles entrarão [chegando] a ti, como a entrada do povo, e se assentarão diante de ti como o meu povo; e certamente ouvirão as tuas palavras, mas não as porão em prática, porque com a sua boca expressam desejos sensuais [e] seu coração vai atrás de seu lucro injusto. 32 E eis que tu és para eles como uma canção de amores sensuais, como alguém com voz bonita e que toca bem um instrumento de cordas. E certamente ouvirão as tuas palavras, MAS NÃO HÁ QUEM as ponha em prática. 33 E quando isso se cumprir — eis que tem de se cumprir — então terão de saber que foi um profeta que veio a estar no meio deles.”

Ratifica o Sábio Criador a inexistência de um grupo de sinceros amantes de Jeová ali em Babilônia: (Ezequiel 20:39-41) 39 “E vós, ó casa de Israel, assim disse o Soberano Senhor Jeová: ‘Ide servir, cada um de vós aos seus próprios ídolos sórdidos. E depois, se não me escutardes, não mais profanareis então o meu santo nome com as vossas dádivas e com os vossos ídolos sórdidos.40 “‘Pois, no meu santo monte, no monte da altura de Israel’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘ali é que me servirá toda a casa de Israel, na sua inteireza, no país. Ali é que terei prazer neles, e ali é que exigirei as vossas contribuições e as primícias das vossas apresentações em todas as coisas sagradas. 41 Terei prazer em vós por causa do cheiro repousante, quando eu vos fizer sair dentre os povos e realmente vos reunir das terras às quais fostes espalhados, e eu vou ser santificado em vós perante os olhos das nações.’


Novamente são estranhas palavras a serem ditas a um restante de fiéis da tribo de Judá.

O Sábio Criador continua falando, e agora, para a próxima geração, a geração que voltaria do exílio de 70 anos: (Ezequiel 20:42-44) 42 “‘E tereis de saber que eu sou Jeová, quando eu vos fizer chegar ao solo de Israel, à terra a respeito da qual levantei a minha mão [em juramento] de dá-la aos vossos antepassados. 43 E certamente vos lembrareis ali dos vossos caminhos e de todas as vossas AÇÕES COM QUE VOS AVILTASTES, e tereis realmente aversão às vossas próprias faces por causa de todas as vossas COISAS MÁS QUE FIZESTES. 44 E tereis de saber que eu sou Jeová, quando eu tomar ação contra vós por causa do meu nome, não segundo os vossos caminhos maus ou as vossas ações corruptas, ó casa de Israel’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.”


Novamente são estranhas palavras a serem ditas a um restante de fiéis da remanescente tribo de Judá.

Em contrapartida, as palavras faladas pelo Sábio Criador Jeová ao único grupo do qual ele se agradou, ali em Jerusalém nos dias de Jeremias, são assim retransmitidas por este porta-voz: (Jeremias 35:12-19) 12 E passou a vir a haver a palavra de Jeová para Jeremias, dizendo: 13 “Assim disse Jeová dos exércitos, o Deus de Israel: ‘Vai, e tens de dizer aos homens de Judá e aos habitantes de Jerusalém: “Não recebestes continuamente exortação para obedecerdes às minhas palavras?” é a pronunciação de Jeová. 14 “Houve cumprimento das palavras de Jonadabe, filho de Recabe, que ele ordenou aos seus filhos, para não beberem vinho, e eles não beberam nenhum até o dia de hoje, porque obedeceram ao mandamento de seu antepassado. E no que se refere a mim, falei-vos, levantando-me cedo e falando, mas não me obedecestes. 15 E eu continuei a enviar-vos todos os meus servos, os profetas, levantando-me cedo e enviando-os, dizendo: ‘Recuai, por favor, cada um do seu mau caminho, e tornai boas as vossas ações, e não andeis atrás de outros deuses para servi-los. E continuai morando no solo que dei a vós e aos vossos antepassados.’ Mas vós não inclinastes o vosso ouvido nem me escutastes. 16 Mas os filhos de Jonadabe, filho de Recabe, cumpriram o mandamento de seu antepassado, que este lhes ordenou; quanto a este povo, porém, não me escutaram.”’” 17 “Portanto, assim disse Jeová, Deus dos exércitos, Deus de Israel: ‘Eis que trago sobre Judá e sobre todos os habitantes de Jerusalém toda a calamidade que proferi contra eles, pela razão de que lhes falei, mas não escutaram, e continuei a chamá-los, mas não responderam.’” 18 E aos da casa dos recabitas Jeremias disse: “Assim disse Jeová dos exércitos, o Deus de Israel: ‘Visto que obedecestes ao mandamento de Jonadabe, vosso antepassado, e continuais a guardar todos os seus mandamentos e a fazer segundo tudo o que vos ordenou, 19 portanto, assim disse Jeová dos exércitos, o Deus de Israel: “DE JONADABE, FILHO DE RECABE, NÃO SE DECEPARÁ HOMEM, [IMPEDINDO-O] DE FICAR DE PÉ DIANTE DE MIM PARA SEMPRE.”

Não era o povo escolhido, ensinado e protegido, mas recebeu elogios em face de sua lealdade a um humano, sendo fiéis, constantes, não abandonando seus compromissos e vínculos, mesmo coexistindo entre povos com filosofias de vida oposta a deles, enquanto a remanescente tribo de Judá não foi fiel a Jeová. Quanta humilhação após ouvirem tais palavras!!!

Abandonaram as sábias palavras emanadas da mente de Jeová; rejeitaram a sabedoria. (Jeremias 8:9) 9 Os sábios ficaram envergonhados. Ficaram aterrorizados e serão apanhados. Eis que REJEITARAM a própria palavra de Jeová , e que sabedoria é que eles têm?

O que faria o Santo e Justo Criador para com esta nação representada agora pela remanescente tribo de Judá, que agia muito pior que as demais nações iníquas, apesar de ser ensinada por Jeová?

Entretanto, era impossível para o Criador abortar definitivamente este relacionamento, fazendo plena justiça, por atos iníquos praticados. No lugar da justiça, Jeová usaria a piedade, benevolência, benignidade para com os ingratos e iníquos. Jeová continuava amando aqueles que agiam como inimigos seus. (Lucas 6:35-36) 35 Ao contrário, continuai a amar os vossos inimigos e a fazer o bem, e a emprestar [sem juros], não esperando nada de volta; e a vossa recompensa será grande, e sereis filhos do Altíssimo, porque ele é BENIGNO para com os ingratos e os iníquos. 36 Continuai a tornar-vos misericordiosos, assim como vosso Pai é MISERICORDIOSO.

Jeová lá no Sinai afirmou que continuaria a ser fiel para com um povo infiel. Ele revela o significado de ser fiel. (Levítico 26:44) 44 E apesar de tudo isso, enquanto continuarem na terra dos seus inimigos, certamente NÃO OS REJEITAREI, nem os abominarei a ponto de exterminá-los, para violar meu pacto com eles; pois eu sou Jeová, seu Deus.

Jeová continuaria usando de “benevolência para com a milésima geração, no caso dos que me amam” (Abraão, Isaque e Jacó). No entanto, alguém ainda poderá perguntar: Esta benevolência usada era porque eles eram descendentes de Abraão?? Não seria por causa da personalidade de Jeová?? O Sábio Criador lhes estava chamando a atenção que, embora eles fossem frutos de um relacionamento no qual, eles eram os filhos (geração) que estavam sendo abençoados pelo uso da benevolência (“benevolência para com a milésima geração” no caso dos seus antepassados, a promessa feita a Abraão), mesmo assim não estavam isentos de uma severa punição, no caso de praticarem maldades.
Previu o Criador ainda no monte Sinai:
(Levítico 26:45) 45 E vou lembrar-me, em seu benefício, do pacto dos antecessores que fiz sair da terra do Egito sob os olhares das nações, para mostrar-me seu Deus. Eu sou Jeová.’” (Levítico 26:42) 42 E eu deveras me lembrarei do meu pacto com Jacó; e lembrar-me-ei até mesmo do meu pacto com Isaque e até mesmo do meu pacto com Abraão, e lembrar-me-ei da terra.

Nas palavras proferidas por Jeová através do porta-voz Malaquias, nem mesmo os remanescentes que retornaram de Babilônia para reconstruir Jerusalém e o templo eram um grupo de fiéis adoradores. Assim falou o Criador: (Malaquias 3:6-9) 6 “Pois eu sou Jeová; não mudei. E vós sois filhos de Jacó; não chegastes ao vosso fim. 7 Desde os dias de vossos antepassados vos desviastes dos meus regulamentos e não [os] guardastes. Retornai a mim e eu vou retornar a vós”, disse Jeová dos exércitos. E vós dissestes: “De que modo retornaremos?” 8 “Porventura roubará o homem terreno a Deus? Mas vós me roubais.” E dissestes: “De que modo te roubamos?” “Nas décimas partes e nas contribuições. 9 Vós [me] amaldiçoais com a maldição e é a mim que roubais — A NAÇÃO NA SUA INTEIREZA.
Continuaram amaldiçoando ao próprio Criador, todos sem exceção, a nação na sua inteireza.

Caso houvesse um grupo de fiéis, não exaltaria o próprio Justo Criador a estes, elogiando-os, assim como fez no caso dos recabitas, conforme Ele próprio falou através do porta-voz Jeremias? Jeremias 35:6-19




Ações de um justiceiro ou de um perdoador??


Em torno de 100 anos após a destruição de Samaria, o Criador fala de Uma maravilhosa esperança para Efraim (Reino das dez tribos – Samaria) Jeremias 31:15-20 15 Assim disse Jeová: ‘Ouve-se uma voz em Ramá, lamentação e choro amargo; Raquel chorando por seus filhos. Negou-se a ser consolada por causa dos seus filhos, porque eles já não existem.’” 16 Assim disse Jeová: “‘Retém a tua voz do choro e teus olhos das lágrimas, pois há uma recompensa pela tua atividade’, é a pronunciação de Jeová, ‘e certamente retornarão da terra do inimigo’. 17 “‘E existe esperança para o teu futuro’, é a pronunciação de Jeová, ‘e os filhos certamente retornarão ao seu próprio território’.” 18 “Ouvi positivamente Efraim lastimar-se: ‘Corrigiste-me, para que eu ficasse corrigido, como o bezerro que não foi treinado. Faze-me voltar e eu voltarei prontamente, porque tu és Jeová, meu Deus. 19 Pois, após a minha volta senti lástima; e depois que se me fez saber bati na coxa. Fiquei envergonhado e senti-me também humilhado, porque eu levara o vitupério da minha mocidade.’” 20 “É Efraim para mim um FILHO PRECIOSO ou um menino tratado com mimo? Pois, ao ponto de eu falar contra ele, sem falta me lembrarei dele ainda mais. Por isso é que as minhas entranhas ficaram turbulentas por ele. Decididamente terei piedade dele, é a pronunciação de Jeová.

Confirmadamente, este diálogo também deixa claro que Jeová é um Deus de vivos. Conhecendo plenamente o ser humano e suas reações ao treinamento, Jeová ouve Efraim falar.
Tempos depois de Efraim ter sido punido pelo Criador (por volta de cem anos), este mesmo Criador fala a respeito de seu filho. Segundo as sábias palavras saídas da boca do próprio Jeová, o que positivamente dirão os já punidos por Ele com a morte?
Efraim, depois de corrigido, dirá : “corrigiste-me..., faze-me voltar..., após minha volta senti lástima..., fiquei envergonhado e senti-me também humilhado..., vitupério da minha mocidade...”. É uma descrição dada pelo próprio Jeová de uma definitiva execução por Justiça” ou é uma descrição de punição como disciplina” a um filho precioso?
Estando o Criador Jeová fazendo “justiça definitiva” por apostasia de seu povo escolhido (seu filho precioso), por qual motivo se lembraria dele “ainda mais”? O iníquo é para ser “definitivamente esquecido” ou “lembrado ainda mais”?
Apesar de iníquo, Efraim é um filho precioso.

NÃO HÁ QUALQUER RESSENTIMENTO POR PARTE DO PAI EM RELAÇÃO AO FILHO QUE ELE PUNIU.


perdoando o erro, e a transgressão, e o pecado, mas de modo algum isentará da punição” - o Criador realmente cumpria o acordo feito.

No entanto, O Criador continuou mostrando que Ele isentava os iníquos da merecida e anunciada punição.


Confirmado mais uma vez que não estava fazendo justiça definitiva ao punir Efraim, assim falou o Criador acerca deste filho infiel, em torno de cem anos após esta punição, através de seu porta-voz Jeremias: Jeremias 3:6-25 6 E Jeová passou a dizer-me nos dias de Josias, o rei: “‘Viste o que fez a infiel Israel? Ela anda sobre todo monte alto e debaixo de toda árvore frondosa, para ali cometer prostituição. 7 E depois de ela fazer todas estas coisas, eu continuava a dizer que devia voltar a mim, mas ela não voltou; e Judá olhava para a sua própria irmã traiçoeira. 8 Quando cheguei a ver isso, pela própria razão de que a infiel Israel cometera adultério, mandei-a embora e passei a dar-lhe um certificado de seu pleno divórcio, contudo, a traiçoeira Judá, sua irmã, não ficou com medo, mas ela mesma também começou a ir e a cometer prostituição. 9 E a sua prostituição veio a dar-se por causa do [seu] conceito frívolo, e ela continuou a poluir a terra e a cometer adultério com pedras e com árvores; 10 e mesmo apesar de tudo isso, sua traiçoeira irmã Judá não voltou a mim de todo o seu coração, [mas] somente de modo falso’, é a pronunciação de Jeová.” 11 E Jeová prosseguiu, dizendo-me: “A infiel Israel mostrou que a sua própria alma era mais justa do que a traiçoeira Judá. 12 Vai, e tens de proclamar estas palavras ao norte e dizer: “‘“Volta deveras, ó renegada Israel”, é a pronunciação de Jeová.’ ‘“Não deixarei a minha face decair [em ira] para convosco, PORQUE SOU LEAL, é a pronunciação de Jeová.’ ‘“Não ficarei ressentido por tempo indefinido. 13 Tão-somente nota o teu erro, pois é contra Jeová, teu Deus, que transgrediste. E continuaste a dispersar os teus caminhos para os estranhos, debaixo de cada árvore frondosa, mas a minha voz é que não escutastes”, é a pronunciação de Jeová.’” 14 Voltai, ó filhos renegados”, é a pronunciação de Jeová. “Pois eu mesmo me tornei dono marital de vós; e vou tomar-vos, um dentre uma cidade e dois dentre uma família, e vou trazer-vos a Sião. 15 E vou dar-vos pastores de acordo com o meu coração, e eles hão de alimentar-vos com conhecimento e perspicácia. 16 E terá de acontecer que vós vos tornareis muitos e certamente dareis fruto na terra, naqueles dias, é a pronunciação de Jeová. “Não mais dirão: ‘A arca do pacto de Jeová!’ nem subirá ao coração, nem se lembrarão dela ou sentirão sua falta, e não mais será feita. 17 Naquele tempo chamarão Jerusalém de trono de Jeová; e a ela terão de ser ajuntadas todas as nações, ao nome de Jeová em Jerusalém, e não mais andarão seguindo a obstinação do seu mau coração.” 18 “Naqueles dias andarão, a casa de Judá ao lado da casa de Israel, e juntas sairão da terra do norte para a terra que dei como propriedade hereditária aos vossos antepassados. 19 E eu mesmo disse: ‘Oh! como passei a pôr-te entre os filhos e a dar-te a terra desejável, a propriedade hereditária do ornato dos exércitos das nações!’ E eu disse mais: ‘“Meu Pai!” vós me chamareis, e não recuareis de seguir-me.’ 20 ‘Verdadeiramente, [assim como] a esposa se afastou traiçoeiramente do seu companheiro, assim vós, ó casa de Israel, agistes traiçoeiramente para comigo’, é a pronunciação de Jeová.” 21 Nas veredas batidas ouviu-se um som, o choro, os rogos dos filhos de Israel. Pois entortaram seu caminho; esqueceram-se de Jeová, seu Deus. 22 Voltai, filhos renegados. Sararei a vossa condição de renegados.” “Eis-nos aqui! Chegamos a ti, pois tu, ó Jeová, és nosso Deus. 23 Verdadeiramente, tanto os morros como o tumulto nos montes são da falsidade. Verdadeiramente, em Jeová, nosso Deus, está a salvação de Israel. 24 Mas a própria coisa vergonhosa consumiu o fruto da labuta dos nossos antepassados, desde a nossa mocidade, seus rebanhos e suas manadas, seus filhos e suas filhas. 25 Deitamo-nos em nossa vergonha e a nossa humilhação nos está cobrindo; pois foi para com Jeová, nosso Deus, que pecamos, nós e os nossos pais, desde a nossa mocidade e até o dia de hoje, e não obedecemos à voz de Jeová, nosso Deus.”

MOSTRAR LEALDADE PARA COM UM INFIEL?? SIM, FOI ASSIM QUE JEOVÁ AGIU.

Admitiriam que morreram em vergonha e que a humilhação os acompanha. Veja adicionalmente as palavras de Jeová através do porta-voz Oséias Oséias 1:1 a 3:4

Ora, se não vou exterminar definitivamente à remanescente Judá, apesar de sua infidelidade, como poderia ter exterminado definitivamente a Efraim, que se mostrou mais justo que Judá ? Voltai filhos renegados.

Efraim deixou de ser povo: (Isaías 7:7-9) 7 “‘Assim disse o Soberano Senhor Jeová: “Isto não se efetuará, nem sucederá. 8 Porque a cabeça da Síria é Damasco, e o cabeça de Damasco é Rezim; e em apenas sessenta e cinco anos Efraim será desbaratado para não ser povo. 9 E a cabeça de Efraim é Samaria, e o cabeça de Samaria é o filho de Remalias. A menos que tenhais fé, então não sereis de longa duração.”’”

(Isaías 9:13-17) 13 E [os do] próprio povo não retornaram Àquele que os golpeava, e não buscaram a Jeová dos exércitos. 14 E Jeová decepará de Israel cabeça e cauda, broto e junco, num só dia. 15 O idoso e altamente respeitado é a cabeça, e o profeta que dá instrução falsa é a cauda. 16 E os que encaminham este povo mostram ser os que [o] fazem vaguear; e os que estão sendo encaminhados [são] os que estão sendo confundidos. 17 Por isso é que Jeová não se alegrará nem mesmo com os jovens deles, e não terá misericórdia com os seus meninos órfãos de pai e com as suas viúvas; porque todos eles são apóstatas e malfeitores, e cada boca fala insensatez. Sua ira não recuou em vista de tudo isso, mas a sua mão ainda está estendida.

O que haviam feito de bom para serem chamados e readmitidos na relação pactuada? Quem deu o primeiro passo: o Criador ou os filhos renegados? Já não estavam mortos quando Jeová proferiu estas palavras? Quem lhes havia dado um certificado de divórcio?? Quem chamou a renegada esposa de volta? Quem sararia a condição de “renegados”??

Embora este fosse o real sentimento de Jeová qual pai para com Efraim, qual era o sentimento de Judá para com Efraim, seu irmão, naquele instante? Para o Pai Jeová, Efraim é um jovem filho precioso que mereceu Dele uma punição com o objetivo do ensino e da recuperação, não era um menino a ser tratado com mimo (sem ensino, sem punição, sem disciplina). O objetivo do Pai, qual Oleiro, é ouvir do filho as seguintes palavras: ... após minha volta senti lástima; depois que se me fez saber bati na coxa. Fiquei envergonhado e senti-me também humilhado, porque eu levara o vitupério da minha mocidade”. Como o filho (Efraim) foi punido com a morte, tal filho terá de ser levantado, para reconhecer seu erro e para final e humildemente pronunciar tais palavras, que seu Pai tanto deseja ouvir. O Pai afirma queexiste esperança para o futuro, e que tratará o filho com piedade, não com justiça. Porque eu levara o vitupério da minha mocidade. Efraim reconhecerá que sua punição foi merecida em face de sua ignorância juvenil. Certamente, isto é “disciplina” a um filho nada sábio.

Judá e Efraim reconhecerão: 25 Deitamo-nos em nossa vergonha e a nossa humilhação nos está cobrindo; pois foi para com Jeová, nosso Deus, que pecamos, nós e os nossos pais, desde a nossa mocidade e até o dia de hoje, e não obedecemos à voz de Jeová, nosso Deus.

Admitirão terem sido filhos desobedientes e por isso havia vergonha e humilhação.

Não afirmarão: Jeová lembrou-se de nós por causa de nossas boas obras praticadas em obediência; ou ainda mais: fomos lembrados por nossa justiça, nosso bom currículo.

As sábias palavras que emanam da boca do Criador, nos deixam sem fala. O que ocorrerá quando se cumprirem?

Falando anteriormente sobre Efraim (antes da punição), o Criador Jeová sábia e coerentemente assim disse através de seu instrumento humano, um porta-voz, o registrado em Oséias 13:16 - 14:1-4, 8, 9: 16 “Samaria será tida por culpada, pois agiu rebeldemente contra o seu Deus. Cairão à espada. Suas próprias crianças serão despedaçadas e as próprias mulheres grávidas deles serão estripadas.” 14 “Volta deveras a Jeová, teu Deus, ó Israel, pois tropeçaste no teu erro. 2 Tomai convosco palavras e voltai a Jeová. Dizei-lhe, todos vós: ‘Que tu perdoes o erro; e aceita o que é bom, e nós ofereceremos em troca os novilhos de nossos lábios. 3 A própria Assíria não nos salvará. Não cavalgaremos em cavalos. E não mais diremos: “Ó nosso Deus!” ao trabalho das nossas mãos, porque és tu que tens misericórdia para com o menino órfão de pai.’ 4 “Sararei a sua infidelidade. AMÁ-LOS-EI DE [MINHA] PRÓPRIA VONTADE, porque a minha ira recuou dele. 5 Tornar-me-ei para Israel como orvalho. Ele florescerá como lírio e lançará as suas raízes como o Líbano. 6 Sairão os seus rebentos, e a sua dignidade se tornará igual à da oliveira, e sua fragrância será como a do Líbano. 7 Morarão novamente à sua sombra. Cultivarão cereais e florescerão como a videira. A recordação dele será como o vinho do Líbano. 8 Efraim [dirá]: ‘Que é que eu tenho ainda com os ídolos?
“ Eu mesmo certamente darei resposta e continuarei a reparar nele. Sou semelhante a um frondoso junípero. Em mim se tem de achar fruto para vós.” 9 Quem é sábio para entender estas coisas? Discreto, para sabê-las? Pois
os caminhos de Jeová são retos e os justos serão os que andarão neles; mas os transgressores serão os que tropeçarão neles.

Por terem dito: “ó nosso Deus!” ao trabalho de suas próprias mãos (ídolos) foram punidos com a morte. Agora o Criador afirma que Efraim dirá: “que tenho eu ainda a ver com os ídolos”? Efraim reconhecerá que errou naquilo que falou e fez contra Jeová e suas palavras serão: “repare em como eu mudei”. O Criador continuaria a reparar nele.

O Criador afirma que “sara a infidelidade”; para Jeová, a infidelidade (ato cometido por Efraim) é uma doença a ser curada por Ele, qual pai ou qual médico, Ele não a vê como “ato definitivo, fruto do livre-arbítrio”, ação tomada por Efraim, (trocou o Deus vivo por objetos criados,...) ato iníquo a ser julgado definitivamente em justiça.

Não se trata de um amor condicionado a estarem no estado de justo, antes, é um amor a injustos (iníquos; filhos infiéis) que visa primariamente levá-los a gostarem de se manter no estado de justo; a amarem a justiça. Uma clara demonstração de um amor abnegado, pois, apesar de odiar a iniquidade praticada, em face da sua Santidade, o Criador, qual Oleiro, suportava tal condição para o benefício individual de cada humano na condição de iníquo. O filho Efraim seria curado; não estava sendo definitivamente exterminado. O PERDÃO REVELA SER UMA FERRAMENTA INDISPENSÁVEL PARA AQUELE QUE ESTÁ ENSINANDO.

O filho quando se torna sábio , ama o pai, ama-o muito porque como filho, finalmente vê, percebe e reconhece todo o esforço amoroso do pai para que alcançasse a condição de sábio. Entretanto, o filho que não é sábio só ama o pai enquanto o pai satisfaz as suas infantis vontades; que naquele momento de ignorância infantil, não está incluído a obtenção da sabedoria. Disciplina junto com informação, ao final, levará o filho ao caminho da sabedoria.


Não se trata de amor a filhos "merecedores" , antes, trata-se de um amor abnegado do Pai em relação a seus filhos desobedientes. Trata-se do verdadeiro amor.


O próprio Criador através de seu porta-voz Isaias, reafirma que Ele é quem reabilita àquele que Ele puniu até mesmo com grande severidade. Assim falou o Criador: (Isaías 30:22-26) 22 E tereis de aviltar o revestimento de tuas imagens entalhadas de prata e a cobertura bem ajustada de tua estátua fundida de ouro. Tu as espalharás. Assim como a mulher menstruada, dir-lhe-ás:Mera sujeira!” 23 E ele certamente dará a chuva para a tua semente com que semeias o solo e pão como produto do solo, que terá de tornar-se pingue e oleoso. Teu gado pastará naquele dia num pasto amplo. 24 E o gado vacum e os jumentos adultos que lavram o solo comerão forragem temperada com azeda, joeirada com a pá e com o forcado. 25 E em cada monte alto e em cada morro elevado terá de vir a haver correntes, valas de água, no dia da grande chacina, quando as torres caírem. 26 E a luz da lua cheia terá de tornar-se como a luz do [sol] brilhante; e a própria luz do [sol] brilhante se tornará sete vezes maior, como a luz de sete dias, no dia em que Jeová PENSAo quebrantamento do seu povo e SARAmesmo o ferimento sério causado pelo golpe dado por ele .


Teriam aversão de suas próprias imagens entalhadas que antes adoravam, que antes matavam filhos para elas. Que mudança!
Poderia o Criador exterminar definitivamente a Efraim como nação, e esquecer-se dele no Seol? Isto representaria agir de forma justa; fez, logo, tem de pagar.

APESAR DE OPINIÕES HUMANAS, O QUE O CRIADOR AFIRMA QUE FARÁ AOS INÍQUOS JÁ PUNIDOS POR ELE COM A MORTE?

O Criador, sábia e coerentemente continua a falar através deste instrumento humano, um porta-voz, o que está registrado em Oséias 11:8-11; 13:12-16: 8 “Como posso dar-te, ó Efraim? [Como] posso entregar-te, ó Israel? Como posso pôr-te como Admá? [Como] posso colocar-te como Zeboim? Meu coração se transformou dentro de mim; ao mesmo tempo inflamaram-se as minhas COMPAIXÕES . 9 Não expressarei a minha ira ardente. Não arruinarei novamente a Efraim, porque sou Deus e não homem; [sou] o Santo no teu meio; e não virei em excitação. 10 Andarão atrás de Jeová. Ele bramirá como leão; pois ele mesmo bramirá e os filhos virão tremendo do oeste. 11 Tremendo como o pássaro virão do Egito, e como a pomba, da terra da Assíria; e eu hei de fazê-los morar nas suas casas”, é a pronunciação de Jeová.
Oséias 13:12-16 12O erro de Efraim está embrulhado, seu pecado está entesourado. 13 O que virá a ele são as dores agudas de parto da parturiente. Ele é filho que não é sábio, pois na época não ficará parado por ocasião do irrompimento dos filhos [da madre].
14
DA MÃO DO SEOL OS REMIREI; DA MORTE OS RECUPERAREI”. Onde estão os teus aguilhões, ó Morte? Onde está a tua qualidade destrutiva, ó Seol? A própria compaixão ficará escondida dos meus olhos.
15 “Caso ele mesmo, como filho das canas, mostre ser frutífero, virá um vento oriental, o vento de Jeová. Sobe do ermo e secará a sua fonte e drenará o seu manancial. Este rapinará o tesouro de todos os objetos desejáveis.
16 “Samaria será tida por culpada, pois agiu rebeldemente contra o seu Deus. Cairão à espada. Suas próprias crianças serão despedaçadas e as próprias mulheres grávidas deles serão estripadas.”

Remir> absolver, relevar, desculpar, perdoar, resgatar.
Da mão do Seol os remirei” – tais palavras foram dirigidas aos justos? Não; foram dirigidas à Efraim, o filho que não é sábio, que agiu rebeldemente contra o seu Criador.

Esta afirmação do próprio Criador comprova que este relacionamento não estava baseado na justiça, antes, está baseado no PERDÃO, na PIEDADE, na BONDADE, no AMOR abnegado do Criador para com as suas iníquas criaturas, junto com a indispensável punição pelo erro.

Através do porta-voz Isaías, o Criador afirma que esses crassos pecadores executados por Ele, a remanescente tribo de Judá, teriam o SEOL, como destino final. Isaias 5:13-16 13 Por isso, meu povo terá de ir ao exílio por falta de conhecimento; e sua glória serão homens famintos e sua massa de gente ficará ressequida de sede. 14 Por isso, o SEOL ampliou a sua alma e escancarou a sua boca além de medida; e o que é esplêndido nela, também a sua massa de gente, e seu rebuliço, e o rejubilante, CERTAMENTE DESCERÃO A ELE. 15 E o homem terreno se encurvará, e o homem ficará rebaixado, e até mesmo os olhos dos altos ficarão abaixados. 16 E Jeová dos exércitos ficará alto por meio do julgamento, e o [verdadeiro] Deus, o Santo, certamente se santificará por meio da justiça.

Esta certeza, a libertação do Seol, o Criador forneceu para a inteira casa de Israel (a casa de Efraim e a remanescente casa de Judá) através do seu porta-voz Ezequiel. Não foi uma promessa a um restante fiel . Assim falou o Criador, aquele que revelou não guardar ressentimento por todas as ofensas recebidas: Ezequiel 37:11-14 11 E ele prosseguiu, dizendo-me: “Filho do homem, no que se refere a estes ossos, SÃO A CASA INTEIRA DE ISRAEL. Eis que estão dizendo: ‘Nossos ossos ficaram secos e nossa esperança pereceu. Fomos cerceados, ficando sozinhos.’ 12 Por isso profetiza, e tens de dizer-lhes: ‘Assim disse o Soberano Senhor Jeová: “Eis que estou abrindo as vossas sepulturas e vou fazer-vos subir das vossas SEPULTURAS, ó meu povo, e vou fazer-vos chegar ao solo de Israel. 13 E tereis de saber que eu sou Jeová, quando eu abrir as vossas sepulturas e quando vos fizer subir das vossas SEPULTURAS, ó meu povo.”’ 14 ‘E vou pôr em vós o meu espírito e tereis de reviver, e vou estabelecer-vos sobre o vosso solo; e tereis de saber que eu, Jeová, é que falei e fiz [isso]’, é a pronunciação de Jeová.”

Tereis de saber”, um objetivo nobre do Criador, fazer-se conhecer a seu povo, após fazê-los subir de suas sepulturas. Mas, seu povo já não o conhecia? Afinal, por qual motivo especial foi (meu povo) parar no Seol? O Criador estava falando “naquele instante”, para que se lembrassem desta promessa feita (eu, Jeová, é que falei e fiz isso). Não, não, realmente ainda não o conheciam.

No mesmo diálogo, o Criador continua a esclarecer sobre o futuro destes; que no futuro não haveria separação (inimizade) entre Efraim e Judá; que seriam unidos sob o reinado de Davi. Assim nos fala o Criador através do seu porta-voz Ezequiel: Ezequiel 37:15-28 - 15 E continuou a vir a haver para mim a palavra de Jeová, dizendo: 16 “E quanto a ti, ó filho do homem, toma para ti uma vareta e escreve nela: ‘Para Judá e para os filhos de Israel, seus associados.’ E toma outra vareta e escreve nela: ‘Para José, a vareta de Efraim, e para toda a casa de Israel, seus associados.’ 17 E faze chegar uma à outra para serem para ti uma só vareta, e elas realmente se tornarão uma só na tua mão. 18 E quando os filhos do teu povo começarem a dizer-te: ‘Não nos contarás o que significam estas coisas para ti?’ 19 fala-lhes: ‘Assim disse o Soberano Senhor Jeová: “Eis que tomo a vareta de José, que está na mão de Efraim, e as tribos de Israel, seus associados, e vou pô-las sobre ela, isto é, [sobre] a vareta de Judá, e realmente farei delas uma só vareta e terão de tornar-se uma só na minha mão.”’ 20 E as varetas em que escreverás terão de vir a estar na tua mão diante dos seus olhos. 21 “E fala-lhes: ‘Assim disse o Soberano Senhor Jeová: “Eis que tomo os filhos de Israel dentre as nações às quais foram e vou reuni-los de todo o redor e trazê-los ao seu solo. 22 E realmente farei deles uma só nação no país, nos montes de Israel, e um só rei é o que todos eles virão a ter como rei, e não mais continuarão a ser duas nações, nem mais ficarão divididos em dois reinos. 23 E eles não mais se aviltarão com os seus ídolos sórdidos, e com as suas coisas repugnantes, e com todas as suas transgressões; e eu hei de salvá-los de todos os seus lugares de morada em que pecaram e vou purificá-los, e terão de tornar-se meu povo e eu mesmo me tornarei seu Deus. 24 “‘“E meu servo Davi será rei sobre eles e todos eles virão a ter um só pastor; e andarão nas minhas decisões judiciais e guardarão os meus estatutos, e certamente os cumprirão. 25 E realmente hão de morar na terra que dei ao meu servo, a Jacó, na qual moravam os vossos antepassados, e realmente hão de morar nela, eles e seus filhos, e os filhos de seus filhos, por tempo indefinido, e Davi, meu servo, será seu maioral por tempo indefinido. 26 “‘“E vou concluir com eles um pacto de paz; um pacto de duração indefinida é que virá a haver com eles. E vou estabelecê-los e multiplicá-los, e vou pôr meu santuário no seu meio por tempo indefinido. 27 E meu tabernáculo virá realmente a estar sobre eles, e hei de tornar-me seu Deus e eles mesmos se tornarão meu povo. 28 E as nações terão de saber que eu, Jeová, estou santificando Israel, quando meu santuário vier a estar no seu meio por tempo indefinido.”’”
A inteira casa de Israel. Vossos antepassados, os filhos deles e os filhos dos filhos hão de morar (voltarão a morar) na terra que dei ao meu servo Jacó e toda a nação junta (Judá e Efraim) terá Davi como seu rei e maioral, e, todos juntos cumprirão os meus mandamentos. Como isso seria possível sem que todas essas gerações de iníquos fossem ressuscitadas? No entanto, o próprio Jeová garante ressurreição a todas as gerações de iníquos.
Também através do seu porta-voz Zacarias, quando a remanescente Judá já havia cumprido o seu tempo de exílio em Babilônia, retornando a Jerusalém, Jeová ratificou sua decisão nas seguintes palavras:
(Zacarias 9:11) 11 “Também tu, [ó mulher,] pelo sangue do teu pacto vou enviar teus prisioneiros para fora do poço em que não há água.

Embora severamente punidos (foram antecipadamente enviados para o Seol), fruto de uma disciplina de um pai para seu filho, PUNIÇÃO com a antecipação da morte, por causa de suas atitudes rebeldes, serão remidos da mão do Seol, serão recuperados da morte. Jeová os recupera da morte para curá-los. Por todos os detestáveis pecados cometidos, foram antecipadamente enviados para o Seol, entretanto, Efraim tem a garantia de ser remido da mão do Seol. Morreu na condição de iníquo e sendo punido como iníquo, mas, o Criador garantiu que os remirá do Seol. Em todas estas palavras emanadas da boca do Criador, não se faz qualquer menção a um possível mérito destes filhos, uma possível recompensa por bons serviços prestados ou por uma boa folha de serviço, ou ainda, por um arrependimento sincero antes da morte e ressurreição. Não há qualquer retribuição meritória definitiva. Pelo contrário, o Criador deixa bem claro, que Ele os remirá da morte, Ele os sarará da infidelidade, Ele terá piedade, e finalmente afirma: Ele “amá-los-á de sua própria vontade”; “E eu vou purificá-los de todo o seu erro com que pecaram contra mim e vou perdoar-lhes “todos” os erros com que pecaram contra mim e com que transgrediram contra mim”; “nações ficarão apavoradas e agitadas por causa de toda a bondade”. O mérito é todo, única e exclusivamente do Todo Sábio e Amoroso Criador, Jeová.

Do ponto de vista de Jeová, não havia nem mesmo um grupo de sinceros e fiéis judeus exilados em Babilônia ou em qualquer dos lugares onde foram dispersados. Assim previu o Criador muito tempo antes, lá no Sinai: (Levítico 26:38-41) 38 E tereis de perecer entre as nações e a terra dos vossos inimigos terá de consumir-vos. 39 Quanto aos remanescentes entre vós, apodrecerão por causa do seu ERRO nas terras dos vossos inimigos. Sim, apodrecerão até mesmo por causa dos ERROS de seus pais, com eles. 40 E certamente confessarão seu próprio ERRO e o ERRO de seus pais na sua infidelidade, quando se comportaram de modo infiel para comigo, sim, mesmo quando andaram em oposição a mim. 41 Eu, da minha parte, porém, passei a andar em oposição a eles e tive de levá-los à terra dos seus inimigos. “‘Naquele tempo talvez se humilhe o seu coração incircunciso e naquele tempo talvez saldem o seu erro.

Andaram em OPOSIÇÃO a Jeová. FIÉIS não confessam que eram infiéis.

Não foi perdão a um grupo de sinceros arrependidos, que por recompensa da fidelidade seriam abençoados, pois assim falou o Criador através de seus porta-vozes; Isaias 48:8,9 8 “Além disso não ouviste, nem soubeste, nem foi aberto teu ouvido daquele tempo em diante. Pois eu bem sei que, sem falta, agias traiçoeiramente e foste chamado de ‘transgressor desde o ventre’. 9 Por causa do meu nome controlarei a minha ira e por meu louvor me refrearei para contigo, para que não haja decepamento. Oséias 5:3 3 Conheci pessoalmente a Efraim e o próprio Israel não ficou oculto de mim. Pois agora, ó Efraim, trataste [as mulheres] como meretrizes; Israel se aviltou. 4 Suas ações não permitem o retorno a seu Deus, porque há no meio deles um espírito de fornicação; e não reconheceram nem ao próprio Jeová.

Quanta vergonha! Não reconheceram o próprio Jeová. Fiéis a quem?

Comparável “espírito de fornicação” foi encontrado em Sodoma.

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Fiéis? “Os remanescentes” não era um grupo de fiéis, deixou bem claro o próprio Jeová ao dizer: (Jeremias 8:3) 3 “E certamente será escolhida antes a morte do que a vida pelos de todo o restante dos remanescentes desta família, em todos os lugares dos remanescentes aonde eu os terei dispersado”, é a pronunciação de Jeová dos exércitos.

Aos que ainda estavam em Jerusalém, assim falou Jeová: VOU DEIXAR SOBRAR UM RESTANTE PARA QUE ... (Ezequiel 12:11-16) 11 "Dize: ‘Sou um portento para vós. Assim como eu fiz, assim se fará a eles. Irão para o exílio, para o cativeiro. 12 E no que se refere ao maioral no seu meio, carregará [as coisas] no ombro, no escuro, e sairá; cavarão através da parede, a fim de por ali levarem [as coisas] para fora. Ele encobrirá a sua face para não ver a terra com os seus próprios olhos.’ 13 E eu hei de estender a minha rede sobre ele e terá de ser apanhado na minha rede de caça; e vou levá-lo a Babilônia, à terra dos caldeus, mas não a verá; e ali morrerá. 14 E a todos os que estiverem em volta dele para ajudar e a todas as suas tropas militares eu espalharei a todo vento; e desembainharei uma espada atrás deles. 15 E terão de saber que eu sou Jeová, quando eu os dispersar entre as nações e realmente os espalhar entre as terras. 16 E VOU DEIXAR SOBRAR deles poucos homens da espada, da fome e da peste, A FIM DE QUE NARREM TODAS AS SUAS COISAS DETESTÁVEIS entre as nações nas quais terão de entrar; e terão de saber que eu sou Jeová."

Não vou levar em conta os vossos erros, por minha própria conta, não por vossas ações; sabiamente, assim falou o Criador através de seu porta-voz Isaias: Isaias 43:22-26 22 Mas tu não me invocaste, ó Jacó, porque te fatigaste de mim, ó Israel. 23 Não me trouxeste o ovídeo do teu holocausto e não me glorificaste com os teus sacrifícios. Não te compeli a servir-me com um presente, nem te fatiguei com olíbano. 24 Não compraste para mim nenhuma cana [doce] com dinheiro; e não me saturaste com a gordura dos teus sacrifícios. Na realidade, tu me compeliste a servir, por causa dos teus pecados; fatigaste-me com os teus erros.
25 Eu é que sou Aquele que oblitera as tuas transgressões
POR MINHA PRÓPRIA CAUSA, e não me lembrarei dos teus pecados. 26 Faze-me lembrar; entremos juntamente em julgamento; narra o teu próprio relato disso para que tenhas razão.


Meu povo entra com seus erros e Eu oblitero todos os seus erros.
Realmente, é de vontade própria, que o Criador lhes perdoa todos os pecados. O Criador esmiúça, destrói, pulveriza e lava as transgressões praticadas e não se lembra delas para efeito punitivo. O mérito não está em quem é perdoado sem glória pessoal. Entretanto, são perdoados com um nobre objetivo. O Criador quer lhes induzir à vergonha. Assim fala o Criador através de seu porta-voz humano:

Ezequiel 36:22-32 22 “Portanto, dize à casa de Israel: ‘Assim disse o Soberano Senhor Jeová: NÃO É POR VÓS QUE EU FAÇO [ISSO], Ó CASA DE ISRAEL , mas por meu santo nome que tendes profanado entre as nações nas quais entrastes.”’ 23 ‘E hei de santificar meu grande nome que tem sido profanado entre as nações, que tendes profanado no meio delas; e as nações terão de saber que eu sou Jeová’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘quando eu for santificado entre vós diante dos seus olhos. 24 E vou tirar-vos dentre as nações e reunir-vos dentre todas as terras, e vou fazer-vos chegar ao vosso solo. 25 E vou aspergir-vos com água limpa e vós vos tornareis limpos; PURIFICAR-VOS-EI de todas as vossas impurezas e de todos os vossos ídolos sórdidos. 26 E vou dar-vos um coração novo, e porei no vosso íntimo um espírito novo, e vou remover da vossa carne o coração de pedra e dar-vos um coração de carne. 27 E porei meu espírito no vosso íntimo, e vou agir de modo a que andeis nos meus regulamentos, e guardareis as minhas decisões judiciais e realmente as cumprireis. 28 E haveis de morar na terra que dei aos vossos antepassados, e tereis de tornar-vos meu povo e eu mesmo me tornarei o vosso Deus.’
29 “‘E vou salvar-vos de todas as vossas impurezas, e vou chamar o cereal e fazê-lo abundar, e não porei sobre vós nenhuma fome. . 30 E certamente farei abundar os frutos da árvore e os produtos do campo, para que não mais recebais entre as nações o vitupério da fome.
31 E forçosamente
haveis de lembrar-vos dos vossos maus caminhos e das vossas ações que não eram boas, e forçosamente tereis aversão à vossa própria pessoa por causa dos vossos erros e por causa das vossas coisas detestáveis. 32 NÃO É POR VÓS QUE FAÇO  [ISSO]’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘seja isso sabido por vós. ENVERGONHAI-VOS E SENTI-VOS HUMILHADOS POR CAUSA DOS VOSSOS CAMINHOS, ó casa de Israel.’

Não é por qualquer mérito de vocês que Eu faço isso.

A vergonha de vocês não deverá ser por vocês terem se tornado escravos nas nações. Vocês devem se envergonhar por causa dos vossos caminhos, pois foram os vossos caminhos que causaram sua escravidão entre as nações. Vocês devem sentir-se humilhados pelo fato de terem praticado todas as vossas más ações”.

Estas palavras são destinadas a um grupo de fiéis e obedientes testemunhas? Certamente são destinadas a iníquos judeus, corações de pedra (insensíveis), adoradores de ídolos e descumpridores do pacto com Jeová. O justo não é praticante de pecados, o justo não pratica coisas detestáveis. Como afirmam alguns, “ele, como ex-iníquo, já se arrependeu quando vivo e tem longa ficha limpa, um bom nome, um bom coração”, entretanto, segundo o próprio Jeová, este não é o caso destes a quem Ele fala. Vossas ações não eram boas, ... por causa dos vossos erros e por causa das vossas coisas detestáveis.

Ratifica o Criador Jeová através de seu porta-voz Isaias no seu diálogo com os transgressores: (Isaias 44:21,22 21) Lembra-te destas coisas, ó Jacó, e tu, ó Israel, porque és meu servo. Eu te formei. Tu és um servo que me pertence. Ó Israel, da minha parte não serás esquecido. 22 Vou obliterar as tuas transgressões como que com uma nuvem, e teus pecados como que com uma massa de nuvens. Volta deveras a mim, porque vou resgatar-te.


Estavam cobertos de transgressões e Jeová iria lavá-las como que com muita água da chuva. Vou esconder, destruir, eliminar e apagar. Apesar de toda iniqüidade, tu és o servo que me pertence; não serás esquecido. Lembra-te destas coisas .

O Criador, através de Ezequiel, afirma que fará expiação incondicional por “todos” os pecados praticados por este povo, por tudo o que fizeste: (Ezequiel 16:62,63) 62 “‘E eu, eu mesmo, vou estabelecer contigo o meu pacto; e terás de saber que eu sou Jeová, 63 para te lembrares e realmente te envergonhares , e para que não mais venhas a ter razão para abrir a boca por causa da tua humilhação, quando eu fizer EXPIAÇÃO por ti, POR TUDO o que fizeste’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.”

O sentido de Jeová “salvá-los de todos os pecados” ou atos contra a lei já praticados, assim como em diversos outros lugares, também é encontrado em: Ezequiel 37:21-23:. 21 “E fala-lhes: ‘Assim disse o Soberano Senhor Jeová: “Eis que tomo os filhos de Israel dentre as nações às quais foram e vou reuni-los de todo o redor e trazê-los ao seu solo. 22 E realmente farei deles uma só nação no país, nos montes de Israel, e um só rei é o que todos eles virão a ter como rei, e não mais continuarão a ser duas nações, nem mais ficarão divididos em dois reinos. 23 E eles não mais se aviltarão com os seus ídolos sórdidos, e com as suas coisas repugnantes, e com todas as suas transgressões; e eu hei de salvá-los de todos os seus (“atos contra a lei”) [lugares de morada] em que pecaram e vou purificá-los, e terão de tornar-se meu povo e eu mesmo me tornarei seu Deus.

atos contra a lei” originalmente usado na LXX; na Sym é usado “apostasias”.

O Criador afirma que iria salvá-los de todos os atos contra a lei, salvá-los de todas as apostasias. (salvar-vos de todas as vossas impurezas é usado em Ezequiel 36:29)
No final deste diálogo, o Criador assume o papel de
SANTIFICADOR do seu povo Israel, e as nações teriam de saber que Ele era o responsável por tal santificação. (Ezequiel 37:28): 28 E as nações terão de saber que eu, Jeová, estou santificando Israel, quando meu santuário vier a estar no seu meio por tempo indefinido.”’”

O Criador sempre quis deixar bem claro para seu povo que era Ele quem os santificava. Assim falou o Criador: (Ezequiel 20:12) 12 E também lhes dei os meus sábados, para se tornarem um sinal entre mim e eles, para que soubessem que sou eu, Jeová, quem os santifica.

Na promessa feita muito tempo antes, lá monte Sinai, o Criador Jeová já falara que não exterminaria e tampouco abandonaria seu povo – (Levítico 26:44-45) 44 E APESAR DE TUDO ISSO, enquanto continuarem na terra dos seus inimigos, certamente NÃO OS REJEITAREI, nem os abominarei a ponto de exterminá-los, para violar meu pacto com eles; pois eu sou Jeová, seu Deus. 45 E vou lembrar-me, em seu benefício, do pacto dos antecessores que fiz sair da terra do Egito sob os olhares das nações, para mostrar-me seu Deus. Eu sou Jeová.’”

Eles matavam adúlteras, matavam um assassino, matavam diversos tipos de pecadores com o objetivo de permanecerem limpos. Queriam eliminar o mal do meio da nação santa. Eles sentiam repugnância pelos incircuncisos e por diversos tipos de pecadores. No entanto, Jeová, aquele que realmente é SANTO, não tinha o mesmo sentimento deles em relação aos pecadores. Jeová é o professor e não o aluno. Apesar de tudo o que vocês fazem, não os rejeitarei.

Cumprindo e ratificando sua promessa, assim falou o Criador através do porta-voz Isaías: (Isaías 42:13-43:11) 13 O próprio Jeová sairá como um poderoso. Como um guerreiro ele despertará o zelo. Bradará, sim, dará um grito de guerra; mostrar-se-á mais poderoso sobre os seus inimigos. 14 “Por muito tempo fiquei quieto. Fiquei calado. Continuei a exercer autodomínio. Igual à mulher que dá à luz, vou gemer, ofegar e arfar ao mesmo tempo. 15 Devastarei montes e morros, e secarei toda a sua vegetação. E dos rios vou fazer ilhas e secarei os banhados de juncos. 16 E vou fazer os cegos andar num caminho que não conheceram; farei que pisem numa senda que não conheceram. O lugar escuro transformarei diante deles em luz, e o terreno escabroso em terra plana. Estas são as coisas que vou fazer para eles e não vou abandoná-los.17 Terá de fazer-se que retrocedam, ficarão muito envergonhados, os que põem a sua confiança na imagem entalhada, os que dizem a uma imagem fundida: “Vós sois os nossos deuses.” 18 Ouvi, ó surdos; e olhai para ver, ó cegos. 19 Quem é cego, se não o meu servo, E QUEM É SURDO COMO O MEU MENSAGEIRO A QUEM ENVIO ? Quem é cego como o recompensado, ou cego como o servo de Jeová? 20 O caso era de se verem muitas coisas, mas não ficaste vigiando. O caso era de se abrirem os ouvidos, mas não ficaste escutando. 21 O próprio Jeová, por causa da sua justiça, agradou-se de magnificar a lei e de fazê-la majestosa. 22 Mas é um povo saqueado e rapinado, todos presos em buracos, e eles foram mantidos escondidos nas casas de detenção. Vieram a ficar para o saque, sem livrador, para a rapina, sem que alguém dissesse: “Devolve!” 23 Quem dentre vós dará ouvidos a isso? Quem prestará atenção e escutará para tempos posteriores? 24 Quem entregou Jacó como mera rapina e Israel aos saqueadores? Não foi Jeová, Aquele contra quem pecamos, e em cujos caminhos não quiseram andar e cuja lei não escutaram? 25 De modo que Ele continuou a derramar sobre aquele o furor, sua ira e a força da guerra. E isso o consumia em todo o redor, mas ele não fez caso; e chamejava contra ele, mas não fixava nada no coração. 43 E agora, assim disse Jeová, teu Criador, ó Jacó, e teu Formador, ó Israel: “Não tenhas medo, porque eu te resgatei. Eu [te] chamei pelo teu nome. Tu és meu. 2 Se passares pelas águas, vou estar contigo; e pelos rios, eles não passarão por cima de ti. Se andares através do fogo, não ficarás chamuscado, nem te crestará a própria chama. 3 Porque eu sou Jeová, teu Deus, o Santo de Israel, teu Salvador. Dei o Egito como resgate por ti, a Etiópia e Sebá, em lugar de ti. 4 Devido ao fato de que tens sido precioso aos meus olhos, foste considerado honroso E EU MESMO TE AMEI. Darei homens em lugar de ti e grupos nacionais em lugar da tua alma. 5 “Não tenhas medo, porque eu estou contigo. Do nascente trarei a tua descendência e do poente te reunirei. 6 Direi ao norte: ‘Entrega!’ e ao sul: ‘Não retenhas. Traze meus filhos de longe, e minhas filhas, da extremidade da terra, 7 todo aquele que for chamado pelo meu nome e que eu criei para a minha glória, que eu formei, sim, que eu fiz.’ 8 “Faze sair um POVO CEGO , embora existam os próprios olhos, e os surdos, embora tenham ouvidos. 9 Sejam reunidas todas as nações num só lugar e sejam ajuntados os grupos nacionais. Quem dentre eles pode contar isso? Ou podem fazer-nos ouvir mesmo as primeiras coisas? Forneçam as suas testemunhas, para que sejam declarados justos, ou ouçam e digam: ‘É verdade!’” 10 “Vós sois as minhas testemunhas”, é a pronunciação de Jeová, “sim, meu servo a quem escolhi, para que saibais e tenhais fé em mim, e para que entendais que eu sou o Mesmo. Antes de mim não foi formado nenhum Deus e depois de mim continuou a não haver nenhum. 11 Eu é que sou Jeová, e além de mim não há salvador.”

Quem é surdo como o meu profeta que envio?? Ser "Mensageiro" é o mesmo que ser "Profeta".

Cegos e surdos – esta era a condição de todo o povo. Todo o povo colocava sua confiança em imagens entalhadas. Punham sua confiança na cidade de Jerusalém e no templo de Jeová dentro da cidade. Confiavam nas palavras de seus antepassados.

Assim falou Jeová: (Miquéias 1:5-7) 5 “Tudo isto se dá por causa da revolta de Jacó, sim, por causa dos pecados da casa de Israel. Qual é a revolta de Jacó? Não é Samaria? E quais são os altos de Judá? Não são Jerusalém? 6 E certamente farei de Samaria um montão de ruínas do campo, lugares de plantio dum vinhedo; e eu vou precipitar suas pedras dentro do vale e exporei os seus alicerces. 7 E todas as suas imagens entalhadas serão esmiuçadas e todos os presentes que lhe [foram dados] em paga para ela serão queimados no fogo; E FAREI TODOS OS SEUS ÍDOLOS UM BALDIO DESOLADO. Pois ela [os] reuniu das coisas dadas em paga de uma prostituta e retornarão à coisa dada como paga de uma prostituta.”

O ídolo seria feito um baldio desolado – o ídolo era uma cidade.

Assim Jeová confirmou: (Jeremias 7:12-15) 12 “‘Todavia, ide, pois, ao meu lugar que estava em Silo, onde fiz meu nome residir no princípio, e vede o que lhe fiz por causa da maldade do meu povo Israel. 13 E agora, visto que continuastes a fazer todos estes trabalhos’, é a pronunciação de Jeová, ‘e eu continuei a falar convosco, levantando-me cedo e falando, mas vós não escutastes, e continuei a chamar-vos, mas vós não respondestes, 14 vou fazer também à casa sobre a qual se invocou meu nome, EM QUE CONFIAIS, e ao lugar que dei a vós e aos vossos antepassados, assim como fiz a Silo. 15 E vou lançar-vos fora de diante da minha face, assim como lancei fora todos os vossos irmãos, toda a descendência de Efraim.’

Eles depositavam sua confiança em algo construído pelo homem.

Mesmo depois de todas as transgressões e pecados contra Jeová, o próprio Jeová diz: “tens sido precioso aos meus olhos, foste considerado honroso e eu mesmo te amei”. Minhas testemunhas, meu servo a quem escolhi, meu povo cego - darei homens em lugar de ti e grupos nacionais em lugar da tua alma”. Jeová falou isso para seu servo que: põem a sua confiança na imagem entalhada, os que dizem a uma imagem fundida: “Vós sois os nossos deuses.”
Esta declaração do próprio Jeová não representa justiça divina, antes representa infinita misericórdia divina, infinita bondade divina e infinito amor divino a um povo iníquo, associada a uma infinita sabedoria divina.

O arrependimento, como sempre, virá após o Sábio Criador lhes falar, lhes ensinar, lhes induzir a enxergar aquilo que está na mente do Sábio Criador. Olharão para o passado (“depois que se me fez saber”), se envergonharão e baterão na coxa como sinal de lamento profundo pela péssima escolha feita na mocidade. Tereis aversão à vossa própria pessoa por causa dos vossos erros e por causa das vossas coisas detestáveis. Certamente, estas palavras não são dirigidas aos justos.
O arrependimento só é induzido através do verdadeiro conhecimento. SÓ OCORRE DEPOIS DO CONHECIMENTO. É regra. Sem prévio conhecimento, não há arrependimento.

Aquilo que você via como sendo CERTO, passa a ser visto como sendo ERRADO em face de uma nova informação. É nesta hora que o humano se arrepende. Ademais, só o iníquo se arrepende. O “justo”, no pleno sentido da palavra, (Jeová, Jesus) não comete nenhum erro “nunca”.
O acontecido com o servo Jó exemplifica muito bem o caso em questão: o conhecimento vem antes do arrependimento. Após tomar ciência, Jó diz:
(Jó 42:3-6) 3 ‘Quem é este que está obscurecendo o conselho sem conhecimento?’ Por isso falei, mas não estava entendendo Coisas maravilhosas demais para mim, as quais NÃO CONHEÇO. 4 ‘Ouve, por favor, e eu mesmo falarei. Eu te perguntarei e tu mo farás saber.’ 5 Em rumores ouvi a teu respeito , Mas agora é o meu próprio olho que te vê. 6 Por isso faço uma retratação E deveras me arrependo em pó e cinzas.”


Depois que se me fez saber, bati na coxa; também dirá Efraim.

O Criador confirma o “objetivo final” de suas punições ao dizer as seguintes palavras a seu povo infiel ainda em Jerusalém, através do porta-voz Jeremias: (Jeremias 30:10,12-15,23,24) - 10 “E quanto a ti, não tenhas medo, ó meu servo Jacó”, é a pronunciação de Jeová, “e não fiques aterrorizado, ó Israel. Eis que te salvo do [lugar] longínquo, e a tua descendência, da terra do seu cativeiro. E Jacó certamente retornará, e terá sossego, e estará despreocupado, e não haverá quem faça tremer.” 12 Pois assim disse Jeová: “Não há cura para o teu quebrantamento. Teu golpe é crônico. 13 Não há quem pleiteie a tua causa, para a [tua] úlcera. Não há meio de cura, nem restabelecimento para ti. 14 Todos os que te amavam intensamente são os que se esqueceram de ti. Não é a ti que estão buscando. Pois, golpeei-te com o golpe dum inimigo, com o castigo de alguém cruel, por causa da abundância do teu erro; teus pecados tornaram-se numerosos. 15 Por que clamas por causa do teu quebrantamento? Tua dor é incurável por causa da abundância do teu erro; teus pecados tornaram-se numerosos. Eu fiz estas coisas a ti. 23 Eis que saiu de Jeová um vendaval, o próprio furor, uma tormenta impetuosa. Rodopiará sobre a cabeça dos iníquos. 24 A ira ardente de Jeová não recuará até que ele tenha executado e até que tenha realizado as idéias de seu coração. NA PARTE FINAL DOS DIAS VÓS LHE DAREIS A VOSSA CONSIDERAÇÃO.

O Criador afirma que salvará Jacó (todo o Israel) do lugar longínquo (Seol), bem como a sua descendência da terra do seu cativeiro e que NA PARTE FINAL DOS DIAS haviam de compreender as ideias do Criador.
A ira de Jeová não recuará de cima da cabeça dos iníquos até que o Criador tenha executado e realizado as ideias
do seu coração, e vós iníquos golpeados dareis a vossa consideração a este assunto na parte final dos dias, quando retornarem.

O próprio Criador Jeová diz quem eram os iníquos a serem golpeados. - (Jeremias 7:16-20) 16 “E no que se refere a ti, não ores por este povo, nem eleves por eles um clamor suplicante ou uma oração, nem instes comigo, porque não te escutarei. 17 Não vês o que estão fazendo nas cidades de Judá e nas ruas de Jerusalém? 18 Os filhos apanham pedaços de pau e os pais acendem o fogo, e as esposas sovam a massa para fazer bolos de oferenda à ‘rainha dos céus’; e há um derramamento de ofertas de bebida a outros deuses para me ofenderem. 19 ‘É a mim que estão ofendendo?’ é a pronunciação de Jeová. ‘Não é a eles mesmos, para a vergonha das suas faces?’ 20 Portanto, assim disse o Soberano Senhor Jeová: ‘Eis que se despeja a minha ira e o meu furor sobre este lugar, sobre o gênero humano e sobre o animal doméstico, e sobre a árvore do campo e sobre os frutos do solo; e terá de arder, e não se apagará.’

Jeová, o Oleiro, ratifica seu objetivo em Jeremias 23:2,13,14,16-20 - 2 Portanto, assim disse Jeová, o Deus de Israel, contra os pastores que pastoreiam meu povo: “Vós é que espalhastes as minhas ovelhas; e continuastes a dispersá-las e não voltastes a vossa atenção para elas.” “Eis que volto minha atenção para vós pela ruindade de vossas ações”, é a pronunciação de Jeová. 13 “E nos profetas de Samaria eu vi o que é impróprio. Agiram como profetas [incitados] por Baal, e estão fazendo meu povo, sim, Israel, andar vagueando. 14 E nos profetas de Jerusalém vi coisas horríveis, cometendo eles adultério e andando em falsidade; e eles fortaleceram as mãos dos malfeitores para que não recuassem cada um da sua própria maldade. Para mim, TODOS ELES se tornaram como Sodoma, e os habitantes dela, como Gomorra.16 Assim disse Jeová dos exércitos: “Não escuteis as palavras dos profetas que vos profetizam. Eles fazem que vos torneis vãos. O que falam é a visão do seu próprio coração — não da boca de Jeová . 17 Dizem vez após vez aos que são desrespeitosos para comigo: ‘Jeová falou: “Paz é o que vós ireis ter.”’ E [a] todo aquele que anda na obstinação de seu coração disseram: ‘Nenhuma calamidade virá sobre vós.’ 18 Pois, quem estava de pé no grupo íntimo de Jeová para ver e ouvir a sua palavra? Quem deu atenção à sua palavra para ouvi-la? 19 Eis que certamente sairá o vendaval de Jeová, o próprio furor, sim, uma tormenta rodopiante. Rodopiará sobre a cabeça dos iníquos. 20 A ira de Jeová não recuará até que ele tenha executado e até que tenha realizado as idéias de seu coração. NA PARTE FINAL DOS DIAS DAREIS A ISSO "VOSSA" CONSIDERAÇÃO COM COMPREENSÃO.


Se os falsos profetas diziam que havia paz com Jeová e que não haveria nenhuma calamidade, o povo veria a falsidade dos profetas, pois eles (os do povo) morreriam junto com os profetas, quer em Jerusalém, quer em Babilônia, como realmente aconteceu, mas na parte final dos dias dareis a isso vossa consideração com compreensão; assim assegurou o Criador a estes “servos a quem escolhi”, que eram tão iníquos quanto Sodoma e Gomorra; corrigindo: para Jeová eram mais iníquos que Sodoma e mais iníquos que os amorreus, no entanto, Jeová continuava a amá-los.

O Sábio e Santo Criador em momento algum prometeu para Judá e para Israel, um julgamento justo neste relacionamento, antes, ratificando o que foi falado através do porta-voz Moisés, Ele continuaria usando punição, misericórdia, clemência, benevolência, piedade e perdão, obviamente até o tempo correto Dele.

Ainda no monte Sinai, Jeová falou a Moisés o que seu povo faria de errado e a Sua reação face a tamanha rebeldia: (Levítico 26:14-46) 14 “‘No entanto, SE NÃO ME ESCUTARDES, nem cumprirdes todos estes mandamentos, 15 e se rejeitardes os meus estatutos, e se as vossas almas abominarem as minhas decisões judiciais de modo a não cumprirem todos os meus mandamentos, a ponto de violardes meu pacto, 16 então eu, da minha parte, vos farei o seguinte, e certamente trarei sobre vós como punição a perturbação com tuberculose e a febre ardente, fazendo os olhos falhar e a alma definhar-se. E semeareis simplesmente em vão a vossa semente, visto que os vossos inimigos certamente a comerão. 17 E hei de pôr minha face contra vós e sereis certamente derrotados diante dos vossos inimigos; e os que vos odeiam vos hão de espezinhar, e vós realmente fugireis quando ninguém vos persegue. 18 “‘Porém, SE APESAR destas coisas não me escutardes, então terei de castigar-vos sete vezes mais pelos vossos pecados. 19 E terei de destroçar o orgulho da vossa força e fazer os vossos céus como ferro, e a vossa terra como cobre. 20 E vosso poder se gastará simplesmente em vão, visto que a vossa terra não dará sua produção e a árvore da terra não dará seu fruto. 21 “‘MAS, SE PERSISTIRDES em andar em oposição a mim e em não querer escutar-me, então terei de infligir-vos sete vezes mais golpes segundo os vossos pecados. 22 E vou enviar ao vosso meio as feras do campo e elas certamente vos privarão de filhos, e deceparão os vossos animais domésticos, e reduzirão o vosso número, e vossas estradas ficarão realmente desoladas. 23 “‘Não obstante, SE NÃO VOS DEIXARDES CORRIGIR por mim com estas coisas e simplesmente tiverdes de andar em oposição a mim, 24 então eu é que terei de andar em oposição a vós; e eu é que terei de golpear-vos sete vezes pelos vossos pecados. 25 E hei de trazer sobre vós uma espada que fará vingança pelo pacto; e deveras vos ajuntareis nas vossas cidades, e eu hei de enviar a pestilência para o vosso meio, e tereis de ser entregues na mão dum inimigo. 26 Quando eu vos tiver quebrado os varais em que se penduram os pães de forma anular, então é que dez mulheres cozerão vosso pão em apenas um forno e darão vosso pão de volta pelo peso; e tereis de comer, mas não vos fartareis. 27 “‘SE COM ISSO, PORÉM, NÃO ME ESCUTARDES e simplesmente tiverdes de andar em oposição a mim, 28 então terei de andar em oposição veemente a vós, e eu é que terei de castigar-vos sete vezes pelos vossos pecados. 29 Assim, tereis de comer a carne de vossos filhos e comereis a carne de vossas filhas. 30 E eu certamente aniquilarei os vossos altos sagrados e deceparei os vossos pedestais-incensários, e deitarei os vossos próprios cadáveres sobre os cadáveres dos vossos ídolos sórdidos; e minha alma deveras vos abominará. 31 E deveras entregarei vossas cidades à espada e farei desolados os vossos santuários, e não sentirei os vossos cheiros repousantes. 32 E eu, da minha parte, vou desolar o país, e vossos inimigos que moram nele olharão simplesmente espantados. 33 E a vós é que espalharei entre as nações e vou desembainhar a espada atrás de vós; e vossa terra terá de tornar-se uma desolação e vossas cidades se tornarão ruínas desoladas. 34 “‘E naquele tempo saldará a terra os seus sábados, todos os dias em que jazer desolada, enquanto estiverdes na terra dos vossos inimigos. Naquele tempo a terra guardará o sábado, visto que tem de saldar os seus sábados. 35 Guardará o sábado todos os dias em que jazer desolada, visto que não guardou o sábado nos vossos sábados quando moráveis nela. 36 “‘Quanto aos remanescentes entre vós, hei de pôr timidez nos seus corações, nas terras dos seus inimigos; e o ruído duma folha [sendo] impelida deveras os afugentará, e fugirão realmente como na fuga diante duma espada e cairão sem que alguém os persiga. 37 E hão de tropeçar uns nos outros como que diante duma espada, sem que alguém os persiga, e não haverá para vós a capacidade de resistir aos vossos inimigos. 38 E tereis de perecer entre as nações e a terra dos vossos inimigos terá de consumir-vos. 39 Quanto aos remanescentes entre vós, apodrecerão por causa do seu erro nas terras dos vossos inimigos. Sim, apodrecerão até mesmo por causa dos erros de seus pais, com eles. 40 E certamente confessarão seu próprio erro e o erro de seus pais na sua infidelidade, quando se comportaram de modo infiel para comigo, sim, mesmo quando andaram em oposição a mim. 41 Eu, da minha parte, porém, passei a andar em oposição a eles e tive de levá-los à terra dos seus inimigos. “‘Naquele tempo talvez se humilhe o seu coração incircunciso e naquele tempo talvez saldem o seu erro. 42 E eu deveras me lembrarei do meu pacto com Jacó; e lembrar-me-ei até mesmo do meu pacto com Isaque e até mesmo do meu pacto com Abraão, e lembrar-me-ei da terra. 43 No ínterim, a terra foi deixada abandonada por eles e saldava os seus sábados, enquanto jazia desolada, sem eles, e eles mesmos saldavam seu erro, porque, sim, porque tinham rejeitado as minhas decisões judiciais e suas almas tinham abominado os meus estatutos. 44 E apesar de tudo isso, enquanto continuarem na terra dos seus inimigos, CERTAMENTE NÃO OS REJEITAREI, nem os abominarei a ponto de exterminá-los, para violar meu pacto com eles; pois eu sou Jeová, seu Deus. 45 E vou lembrar-me, em seu benefício, do pacto dos antecessores que fiz sair da terra do Egito sob os olhares das nações, para mostrar-me seu Deus. Eu sou Jeová.’” 46 Estes são os regulamentos, e as decisões judiciais, e as leis que Jeová estabeleceu entre si e os filhos de Israel no monte Sinai, por meio de Moisés.


A reação de Jeová seria usar de FIDELIDADE e BENEVOLÊNCIA para com os VIOLADORES DO PACTO.
Do ponto de vista de Jeová, as decisões erradas de Efraim e Judá partiram de mentes infantis.


Tal sentimento e atitude altruísta do Criador estão restritos somente à “inteira casa de Israel”?
Quanto à punição pela espada, estava restrita a “casa de Israel”?

O Criador não é parcial, antes assim Ele afirma através de um dos seus porta-vozes: Jeremias 9:25,26 25 “Eis que vêm dias”, é a pronunciação de Jeová, “e eu vou ajustar contas com todo o circunciso [mas ainda] na incircuncisão, 26 com o Egito, e com Judá, e com Edom, e com os filhos de Amom, e com Moabe, e com todos os de cabelo cortado nas têmporas, que moram no ermo; porque TODAS as nações são incircuncisas e toda a casa de Israel é incircuncisa no coração”.


O Criador via a TODOS como iguais incircuncisos, entretanto, a remanescente punida tribo de Judá junto com seus reis, príncipes, sacerdotes, profetas e levitas não se achavam iguais aos outros iníquos incircuncisos.
Jeremias 12:14-17
14 Assim disse Jeová contra todos os meus maus vizinhos que tocam na propriedade hereditária que fiz que meu povo, sim, Israel, possuísse: “Eis que os desarraigo do seu solo; e desarraigarei a casa de Judá do meio deles. 15 E terá de acontecer que, depois de eu os desarraigar, hei de ter de novo misericórdia com eles e vou trazê-los de volta, CADA UM à sua propriedade hereditária e CADA UM à sua terra.”
16 “E terá de acontecer que, se sem falta aprenderem os caminhos do meu povo, jurando pelo meu nome: ‘Por Jeová que vive!’ assim como ensinaram ao meu povo a jurar por Baal, serão também edificados no meio do meu povo. 17 Mas, se não obedecerem, então vou desarraigar essa nação, desarraigando-a e destruindo-a”, é a pronunciação de Jeová
.

Jeremias 25:15-26 15 Pois assim me disse Jeová, o Deus de Israel: “Toma da minha mão este copo do vinho de furor, e tens de fazer beber dele todas as nações às quais te envio. 16 E terão de beber, e balouçar, e agir como homens endoidecidos, por causa da espada que envio entre eles.”
17 E passei a tomar o copo da mão de Jeová e a fazer beber
TODAS as nações às quais Jeová me enviara: 18 A SABER, Jerusalém e as cidades de Judá, e seus reis, seus príncipes, para fazer delas um lugar devastado, um assombro, objeto de assobio e uma invocação do mal, assim como no dia de hoje; 19 Faraó, rei do Egito, e seus servos, e seus príncipes, e todo o seu povo; 20 e toda a mistura de gente, e todos os reis da terra de Uz, e todos os reis da terra dos filisteus, e Ascalom, e Gaza, e Ecrom, e o restante de Asdode; 21 Edom e Moabe, e os filhos de Amom; 22 e todos os reis de Tiro, e todos os reis de Sídon, e os reis da ilha que está na região do mar; 23 e Dedã, e Tema, e Buz, e todos os que têm o cabelo cortado nas têmporas; 24 e todos os reis dos árabes e todos os reis da mistura de gente que reside no ermo; 25 e todos os reis de Zinri, e todos os reis de Elão, e todos os reis dos medos; 26 e todos os reis do norte, perto e longe, um após outro, e todos os [outros] reinos da terra que há na superfície do solo; e o próprio rei de Sesaque beberá após eles. 27 “E tens de dizer-lhes: ‘Assim disse Jeová dos exércitos, o Deus de Israel: “Bebei e embriagai-vos, e vomitai e caí de modo que não vos possais levantar, por causa da espada que envio entre vós.”’ 28 E terá de acontecer que, caso se neguem a tomar o copo da tua mão para beber, então terás de dizer-lhes: ‘Assim disse Jeová dos exércitos: “Sem falta bebereis. 29 Pois, eis que é sobre a cidade sobre a qual se invoca o meu nome que eu PRINCIPIO a trazer calamidade, e acaso ficaríeis vós de algum modo impunes?”’
“‘ Não ficareis impunes, pois há uma espada que estou convocando
contra “TODOS” os habitantes da terra’, é a pronunciação de Jeová dos exércitos”.


O iníquo recebe este tratamento, entretanto, o justo nunca receberia este tratamento do Criador: a punição.

Coerentemente, o Criador também perdoará altruistamente demais iníquos, inclusive os inimigos dos judeus, não levando em conta suas péssimas escolhas. Assim diz o Soberano Senhor Jeová, sobre o destino do iníquo Moabe, usando Jeremias como seu porta-voz em Jeremias 48:46,47: 46 “‘Ai de ti, ó Moabe! Pereceu o povo de Quemós. Porque teus filhos foram levados como cativos e tuas filhas como cativas. 47 E EU VOU RECOLHER OS CATIVOS DE MOABE NA PARTE FINAL DOS DIAS, é a pronunciação de Jeová. ‘Até este ponto vai o julgamento de Moabe.’”


O Sábio Criador continua a expor novas verdades para seus amados filhos (judeus) através do seu porta-voz Jeremias, a verdade a respeito do futuro do iníquo Amom. Assim está registrado em Jeremias 49:2-6: 2 “‘Portanto, eis que vêm dias’, é a pronunciação de Jeová, ‘e eu vou fazer ouvir um rebate de guerra mesmo contra Rabá dos filhos de Amom; e ela certamente se tornará um monte de terra dum baldio desolado e as suas próprias aldeias dependentes serão incendiadas com o próprio fogo’.
“‘ E Israel realmente se apossará dos que estão de posse dele’, disse Jeová.
3 “‘Uiva, ó Hésbon, porque Ai foi assolada! Gritai, ó aldeias dependentes de Rabá. Cingi-vos de serapilheira. Lamuriai e percorrei os redis de pedra, porque até mesmo o próprio Malcão será exilado, seus sacerdotes e seus príncipes, todos juntos. 4 Por que gabas as baixadas, tua baixada manante, ó filha infiel, tu, aquela que confiava nos seus tesouros, [dizendo:] “Quem chegará a mim?”’”
5 “‘Eis que trago sobre ti uma coisa pavorosa’, é a pronunciação do Soberano Senhor, Jeová dos exércitos, ‘de todos os ao teu redor. E vós haveis de ser dispersos, cada um na sua própria direção, e não haverá quem reúna os fugitivos.’”

6 “‘
MAS DEPOIS RECOLHEREI OS CATIVOS DOS FILHOS DE AMOM, é a pronunciação de Jeová.”


Filha infiel, mas recolherei os seus cativos. Não há mérito; não há justiça. Continua a existir um “perdão altruísta” da parte do Criador e Pai. O perdão do Criador não está condicionado a qualquer atitude do perdoado.
Apesar da punição imposta a Amom e Moabe por seus atos iníquos contra os israelitas, como definido em Deuteronômio 23:3,4, o Criador e Pai também destes, na parte final dos dias, recolherá os cativos dos filhos de Amom e de Moabe, cativos do Seol.
Deuteronômio 23:3,4 > 3 “Nenhum amonita nem moabita pode entrar na congregação de Jeová. Mesmo até a décima geração não pode entrar ninguém deles na congregação de Jeová, por tempo indefinido, 4 por não terem vindo em teu auxílio com pão e água no caminho, quando saístes do Egito, e porque contrataram contra ti a Balaão, filho de Beor, de Petor da Mesopotâmia, para invocar o mal sobre ti. 5 E Jeová, teu Deus, não quis escutar Balaão; mas Jeová, teu Deus, transformou-te a invocação do mal em bênção, porque Jeová, teu Deus, te amava. 6 Não lhes deves buscar a paz e a prosperidade em todos os teus dias, por tempo indefinido.


Tornar-se Moabe como Sodoma e Amom como Gomorra representava apenas desolação do território, uma interrupção quanto a novas gerações, mas o povo morto (os cativos) seria recolhido na parte final dos dias. Sofonias 2:8,9
8 “Ouvi o vitupério por parte de Moabe e as palavras injuriosas dos filhos de Amom, com que vituperaram meu povo e têm assumido ares de grandeza contra o seu território. 9 Portanto, assim como vivo”, é a pronunciação de Jeová dos exércitos, o Deus de Israel, “a própria Moabe tornar-se-á como Sodoma e os filhos de Amom como Gomorra, lugar tomado de urtigas, e poço de sal, e baldio desolado, sim, por tempo indefinido. Os remanescentes do meu povo os saquearão e o restante da minha própria nação tomará posse deles. 10 É isto que terão em lugar de seu orgulho, porque vituperaram e têm assumido ares de grandeza contra o povo de Jeová dos exércitos.

Continua o Criador a expor sua sabedoria a seus filhos, agora sobre o filho iníquo, Elão. Assim está registrado em Jeremias 49:35-39 35 “Assim disse Jeová dos exércitos: ‘Eis que quebro o arco de Elão, o princípio da sua potência. 36 E eu vou fazer chegar sobre Elão os quatro ventos das quatro extremidades dos céus. E vou espalhá-los a todos estes ventos e não se mostrará haver nação à qual não tenham chegado os dispersos de Elão.’”
37 “E vou desbaratar os elamitas diante dos seus inimigos e diante dos que procuram a sua alma; e vou trazer sobre eles uma calamidade, minha ira ardente”, é a pronunciação de Jeová. “E vou enviar atrás deles a espada até que eu os tenha exterminado.”
38 “E eu vou colocar meu trono em Elão e vou destruir dali o rei e os príncipes”, é a pronunciação de Jeová.

39 “E CERTAMENTE ACONTECERÁ NA PARTE FINAL DOS DIAS QUE RECOLHEREI OS CATIVOS DE ELÃO, é a pronunciação de Jeová.

Exterminado por mim, mas na parte final dos dias recolherei os “cativos” da morte. Exterminado significa apenas: ida antecipada para o Seol através da espada. Uma punição.
O Criador de “todos” vai ser o Rei dos elamitas, assim como o será de todos os demais humanos. Não existirão mais reis e príncipes humanos.
Embora não haja qualquer mérito da parte destes adoradores de ídolos e inimigos dos judeus, o Criador, na parte final dos dias, recolherá os cativos de Elão, Amom e Moabe. Todos estes estão cativos no Seol e de lá serão recolhidos por Jeová, na parte final dos dias; uma garantia fornecida pelo próprio Jeová. >>>
Revelação 20:13 13 E o mar entregou os mortos nele, e a morte e o Hades entregaram os mortos neles, e foram julgados individualmente segundo as suas ações.


O PAI REVELA NÃO TER GUARDADO RESSENTIMENTO DE NENHUMA DAS PALAVRAS E AÇÕES PRATICADAS CONTRA ELE.

Todos são filhos do mesmo Pai, e o pai os trata imparcialmente, muito embora o irmão judeu, por se relacionar mais com o pai, se considere justo, se considere menos iníquo, além de enganosamente concluir que o Criador estava fazendo justiça definitiva contra estes outros iníquos, que se sentiam e eram considerados inimigos do irmão judeu. Na verdade, tratava-se do SENTIMENTO DO JUDEU pelos demais povos que ele judeu não considerava como sendo seu irmão.

Para Jeová, quem é este que obteve mérito para ser ressuscitado (é merecedor)? Quem é este que por justiça pessoal, chegou a esta condição de merecedor? Só Jesus, aquele que não errou, não pecou. Ele é justo. Morreu justo e MERECIA ser ressuscitado.
Quanto aos demais, por serem iníquos, o mérito está unicamente no Criador, aquele que nunca erra.

Só o fato de desconsiderar seu iníquo irmão, afirmar que ele, por estar iníquo, merece e/ou teve uma morte eterna, já é um pecado, um erro. Não importa quando e onde ele nasceu, se foi ou não punido pelo Criador, certamente ele é nosso ignorante irmão.

Assim falou Jeová: 23 “‘Acaso me agrado de algum modo na morte do iníquo’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘[e] não em que ele recue dos seus caminhos e realmente continue a viver?’

O quanto Jeová não se agrada da morte do iníquo? Em relação ao iníquo Efraim, Ele próprio responde através de seu porta-voz humano em Oséias 11:8: 8 “Como posso dar-te, ó Efraim? [Como] posso entregar-te, ó Israel? Como posso pôr-te como Admá? [Como] posso colocar-te como Zeboim? Meu coração se transformou dentro de mim; ao mesmo tempo inflamaram-se as minhas compaixões.


Ainda em relação ao iníquo Efraim, continua o próprio Criador Jeová a dizer através de um porta-voz humano em Jeremias 31:20 20 “É Efraim para mim um filho precioso ou um menino tratado com mimo? Pois, ao ponto de eu falar contra ele, sem falta me lembrarei dele ainda mais. Por isso é que as MINHAS ENTRANHAS FICARAM TURBULENTAS POR ELE. Decididamente TEREI PIEDADE DELE”, é a pronunciação de Jeová.


Ainda em relação a Efraim, assim disse Jeová, nosso Pai: 14 ”DA MÃO DO SEOL OS REMIREI; da morte os recuperarei”. Onde estão os teus aguilhões, ó Morte? Onde está a tua qualidade destrutiva, ó Seol? A própria compaixão ficará escondida dos meus olhos.

Assim como um pai humano que ama profundamente seu filho e exatamente por isso não o trata com mimo, sente piedade do filho quando aplica neste uma forte disciplina e o vê sofrendo grandemente por tal disciplina, do mesmo modo, o Amoroso Criador e Pai de todos os humanos, afirma também possuir esses mesmos sentimentos.
Entretanto, sabiamente ciente do resultado final, como Pai amoroso que é, faz o que for necessário para que o filho ao final aprenda a sua lição e se torne sábio. Por amor ao seu filho, Ele se apega firmemente ao seu objetivo, mesmo que seu filho exatamente por estar no estado ignorante, se recuse a enxergar e a recuar.
Ciente do estado ignorante do filho, amorosamente, Ele não leva em conta as péssimas e ignorantes escolhas feitas pelo filho, permitindo que este sofra o resultado final da ignorante escolha. Ao ver e entender do que o Pai o estava protegendo, o filho retorna ao Pai. Este retorna, exclusivamente por que o Pai amorosamente lhe deixou aberta a porta, este é o sábio objetivo do Pai.


Agora, que sentimento teria o Santo Criador ao punir o iníquo e “inimigo” Moabe, inimigo do povo Israelita que é a menina dos olhos? Que o próprio Sábio Criador Jeová fale, através de um porta-voz humano em Isaias 15:5, : 5 Meu próprio coração clama por causa de Moabe. Seus fugitivos já chegaram até Zoar [e] Eglate-Selisaia. Pois na subida de Luíte — [cada] um sobe por ela com choro; pois no caminho para Horonaim levantam o clamor sobre a catástrofe.

Isaias 16:6-11: 6 Ouvimos [falar] do orgulho de Moabe, que ele é muito orgulhoso; sua altivez, e seu orgulho, e sua fúria — seu palavreado oco não será assim. 7 Por isso, Moabe uivará por Moabe; sim, todo ele uivará. Pois, os golpeados deveras carpirão os bolos de passas de Quir-Haresete, 8 porque murcharam os próprios socalcos de Hésbon. A videira de Sibma — os próprios donos das nações abateram seus [sarmentos] encarnados. Estenderam-se até Jázer; andaram vagueando pelo ermo. Seus próprios rebentos tinham sido deixados para vegetar sozinhos; tinham passado para o mar.
9
Por isso é que chorarei com o choro de Jázer pela vide de Sibma. Com as minhas lágrimas te encharcarei, ó Hésbon, e Eleale, porque decaiu até mesmo a exclamação por teu verão e por tua colheita. 10 E tiraram-se do pomar a alegria e o júbilo; e nos vinhedos não há gritos de júbilo, não se brada. O pisador não pisa nenhum vinho no lagar. Eu fiz cessar a exclamação.
11
Por isso é que as minhas próprias entranhas estão turbulentas qual harpa mesmo por Moabe, e o meu íntimo, por Quir-Haresete .

Meu próprio coração clama por causa de Moabe”? “Minhas próprias entranhas estão turbulentas qual harpa mesmo por Moabe”?

Através de Jeremias, repete o Criador que teria os mesmos sentimentos ao punir Moabe. Assim falou o Criador através deste porta-voz: (Jeremias 48:29-36) 29 “Ouvimos [falar] do orgulho de Moabe — ele é muito altivo — de sua soberba, e de seu orgulho, e de sua altivez, e do enaltecimento do seu coração.” 30 “‘Eu mesmo conhecia a sua fúria’, é a pronunciação de Jeová, ‘e não ficará assim; seu palavreado oco — realmente não [o] farão exatamente assim. 31 Por isso é que uivarei sobre Moabe e clamarei por todo o Moabe. Gemer-se-á pelos homens de Quir-Heres. 32 “‘Com mais choro do que o por Jázer chorarei por ti, ó videira de Sibma. Teus próprios brotos florescentes cruzaram o mar. Estenderam-se até o mar — [até] Jázer. O próprio assolador caiu sobre os teus frutos de verão e sobre a tua vindima. 33 E a alegria e o júbilo foram tirados do pomar e da terra de Moabe. E dos lagares fiz cessar o próprio vinho. Ninguém fará a pisa com exclamação. A exclamação não será exclamação.’”
34 “‘Desde o clamor em Hésbon até Eleale, até Jaaz, deram vazão à sua voz, desde Zoar até Horonaim, até Eglate-Selisaia; porque até mesmo as próprias águas de Ninrim tornar-se-ão meras desolações. 35 E eu vou fazer cessar em Moabe’, é a pronunciação de Jeová, ‘aquele que leva uma oferta para cima ao alto e aquele que faz fumaça sacrificial ao seu deus. 36
Por isso é que o meu próprio coração ficará turbulento pelo próprio Moabe, igual a flautas; e meu próprio coração ficará turbulento pelos homens de Quir-Heres, igual a flautas. Por isso é que certamente perecerá a própria abundância que ele produziu.

Todo este sentimento por um povo iníquo e que agiu como inimigo dos Israelitas? Não eram tidos como os inimigos de Jeová, aqueles que o Criador odiava por seu jeito pecaminoso de viver? Como se sentiram os Israelitas ao ouvirem tais revelações dos sentimentos do Criador em relação a estes seus inimigos?
Entretanto, este é o sentimento que se esperaria de um Criador e Pai imparcial. O mesmo peso e a mesma medida para todos os seus iníquos filhos imperfeitos.
Coerentemente, o próprio Criador nos fala através de seu porta-voz Ezequiel, que todos estes outros filhos iníquos também iriam para o Seol, encontrar-se com outros iníquos que lá já estavam. Ezequiel 32:1-32
Como todos somos irmãos, ao vermos nosso irmão ser disciplinado por Jeová com uma punição, que sentimentos devemos nutrir em relação a ele, agora que sabemos qual é o sentimento do nosso Pai em relação ao estado punido de nosso ignorante irmão iníquo?
De forma infantil podemos rir deles, podemos dizer: “bem feito”, era isso mesmo que mereciam, e podemos até mesmo torcer muito para que sejam definitivamente expulsos da família ou encará-los como tal e espalhar para outros filhos esses nossos sentimentos nada amorosos. Quero eu fechar a porta que o próprio Criador deixou aberta, exatamente para a volta do meu irmão?


O Criador não gostou desta atitude tida por Edom em relação a seu irmão Jacó (Judá). Assim falou por meio de seu porta-voz Obadias:
Obadias 12 - 12 ”E não devias ter contemplado o espetáculo no dia de teu irmão, no dia do seu infortúnio; e não te devias ter alegrado sobre os filhos de Judá no dia de seu perecimento; e não devias ter uma boca grande no dia da [sua] aflição”.

Sendo imparcial, certamente o Criador usaria tais admoestações para quaisquer de seus filhos que agissem desta forma entre si.

FOI MUITO MÁ a atitude dos remanescentes de Judá por volta de 607 AEC em relação a seus irmãos de Judá que já estavam sendo punidos com exílio em Babilônia e para com seus irmãos de Efraim (reino de Efraim - Samaria), muito má.

Disseram eles: A terra agora é nossa, nos foi dada como possessão. Afastai-vos para longe de Jeová. Já que eles estão sendo punidos é porque eles são iníquos, e nós os que ficamos em Jerusalém, a cidade onde está o templo de Jeová, nós somos os justos, os fiéis, e aqueles que não serão punidos por Jeová. Vocês que estão recebendo punição não merecem ser chamados de adoradores de Jeová. Eles foram deserdados por Jeová.

Como Jeová via tais declarações oriundas de um coração de pedra???

Estas foram as palavras saídas da boca do próprio Jeová, o professor: (Ezequiel 11:14-21) 14 E continuou a vir a haver para mim a palavra de Jeová, dizendo: 15 "Filho do homem, no que se refere aos teus irmãos, teus irmãos, os homens relacionados com o teu direito de resgate, bem como toda a casa de Israel, toda ela, são os a quem os habitantes de Jerusalém disseram: ‘AFASTAI-VOS PARA LONGE DE JEOVÁ. ELA NOS PERTENCE; A TERRA QUE [NOS] FOI DADA COMO POSSESSÃO’; 16 portanto, dize: ‘Assim disse o Soberano Senhor Jeová: "EMBORA eu os tenha afastado para longe entre as nações e embora eu os tenha espalhado entre as terras, CONTUDO me tornarei para eles um santuário, por um pouco de tempo, entre as terras às quais foram."’ 17 "Portanto, dize: ‘Assim disse o Soberano Senhor Jeová: "VOU TAMBÉM reunir-vos dentre os povos e ajuntar-vos das terras entre as quais fostes espalhados, e VOU DAR-VOS O SOLO DE ISRAEL. 18 E eles certamente chegarão lá e removerão dele todas as suas coisas repugnantes e todas as suas coisas detestáveis. 19 E vou dar-lhes um só coração e porei no seu íntimo um espírito novo; e certamente removerei da sua carne o coração de pedra e lhes darei um coração de carne, 20 para que andem nos meus próprios estatutos e guardem as minhas próprias decisões judiciais e realmente as executem; e eles poderão realmente tornar-se meu povo e eu mesmo poderei tornar-me seu Deus."’ 21 "‘"Mas quanto àqueles cujo coração está andando nas suas coisas repugnantes e nas suas coisas detestáveis, hei de trazer seu próprio procedimento sobre a sua cabeça", é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.’"

O que mais falavam os remanescentes em Jerusalém??? Falavam: Não está próxima a construção de casas? Jerusalém é a panela de boca larga e nós somos a carne. Vamos aproveitar para ficar com as terras daqueles infiéis que foram punidos. Eles não voltarão mesmo.

Como via Jeová estes sentimentos do seu amado povo??? Estas foram as palavras saídas da boca do próprio Jeová: (Ezequiel 11:1-13) 11 E um espírito passou a levantar-me e a levar-me ao portão oriental da casa de Jeová, que dava para o leste, e eis que havia na entrada do portão vinte e cinco homens, e cheguei a ver no meio deles Jaazanias, filho de Azur, e Pelatias, filho de Benaia, príncipes do povo. 2 Ele me disse então: "Filho do homem, estes são os homens que MAQUINAM O QUE É PREJUDICIAL e que dão mau conselho contra esta cidade; 3 que dizem: Não está próxima a construção de casas? Ela é a panela de boca larga e nós somos a carne.4 "Portanto, profetiza contra eles. Profetiza, ó filho do homem." 5 Então caiu sobre mim o espírito de Jeová, e ele prosseguiu, dizendo-me: "Dize: ‘Assim disse Jeová: "Vós dissestes a coisa certa, ó casa de Israel; e no que se refere às coisas que vos subiram no espírito, eu mesmo o conhecia. 6 Fizestes muitos os vossos mortos nesta cidade e enchestes as suas ruas de mortos."’" 7 "Portanto, assim disse o Soberano Senhor Jeová: ‘Quanto aos vossos mortos que pusestes no meio dela, eles é que são a carne, e ela é a panela de boca larga; e VÓS MESMOS É QUE SEREIS TIRADOS DO MEIO DELA.’" 8 "‘Temestes a espada, e É A ESPADA QUE TRAREI SOBRE VÓS’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová. 9 ‘E eu certamente vos farei sair do meio dela e vos entregarei na mão de estranhos, e executarei em vós atos de julgamento. 10 Caireis à espada. No termo de Israel vos julgarei; e tereis de saber que eu sou Jeová. 11 Ela mesma não virá a ser para vós uma panela de boca larga e vós mesmos não vireis a ser carne no meio dela. No termo de Israel vos julgarei, 12 e tereis de saber que eu sou Jeová, pois não andastes nos meus regulamentos e não executastes os meus julgamentos, mas fizestes segundo os julgamentos das nações ao vosso redor.’" 13 E sucedeu que, assim que profetizei, morreu o próprio Pelatias, filho de Benaia, e eu passei a lançar-me com a minha face [por terra] e a clamar com alta voz e a dizer: "Ai! Soberano Senhor Jeová! Estás executando a exterminação dos remanescentes de Israel?"

Se estes agiam assim com os que eles consideram como irmãos, o que fariam com outros????

Assim falou Jó sobre si mesmo: (Jó 31:29-30) 29 Se eu costumava alegrar-me com a extinção daquele que me odiava intensamente, Ou se fiquei agitado porque o atingiu o mal — 30 E não permiti que o meu palato pecasse , Pedindo uma imprecação contra a sua alma.

Assim aconselhou Eliú: (Jó 36:15-18) 15 Ele socorrerá o atribulado na sua tribulação E destapará seu ouvido na opressão. 16 E certamente te engodará [para longe] da boca da aflição! Um lugar mais amplo, não o aperto, haverá em seu lugar, E o consolo da tua mesa será cheio de gordura. 17 Certamente serás enchido com a sentença judicial contra o iníquo; A sentença judicial e o juízo é que segurarão. 18 Pois [cuida de] que o furor não te engode a bater palmas [por despeito] , E não te deixes desencaminhar por um grande resgate.

Que reação esperava o Criador dos que observavam os punidos????

Assim falou Jeová a Babilônia: (Isaías 47:5-7) 5 Senta-te silenciosa e entra na escuridão, ó filha dos caldeus; pois não mais terás a experiência de pessoas te chamarem de Senhora de Reinos. 6 Fiquei indignado com o meu povo. Profanei a minha herança e passei a entregá-los na tua mão. Tu não lhes mostraste MISERICÓRDIAS. Fizeste muito pesado o teu jugo sobre o homem idoso. 7 E continuavas a dizer: “Mostrarei ser Senhora por tempo indefinido, para sempre.” Não fixaste estas coisas no coração; não te lembraste do final do assunto.
 
Em uma situação parecida assim falou o Criador a Edom: (Obadias 8-16) 8 Não será naquele dia?" é a pronunciação de Jeová. "E eu hei de destruir os sábios dentre Edom e o discernimento dentre a região montanhosa de Esaú. 9 E teus poderosos hão de ficar aterrorizados, ó Temã, visto que cada um será decepado da região montanhosa de Esaú, por causa duma matança. 10 Por causa da VIOLÊNCIA [feita] ao teu irmão Jacó cobrir-te-á a vergonha e terás de ser decepado por tempo indefinido. 11 No dia em que ficaste parado de lado, no dia em que estranhos levaram ao cativeiro a sua força militar e [quando] até estrangeiros entraram pelo seu portão e lançaram sortes sobre Jerusalém, tu também eras como um deles. 12 "E não devias ter contemplado o espetáculo no dia de teu irmão, no dia do seu infortúnio; e NÃO TE DEVIAS TER ALEGRADO sobre os filhos de Judá no dia de seu perecimento; e NÃO DEVIAS TER UMA BOCA GRANDE no dia da [sua] aflição. 13 Não devias ter entrado pelo portão do meu povo no dia do seu desastre. Tu, sim, tu não devias ter espreitado a sua calamidade no dia do seu desastre; e não devias ter estendido a mão sobre a sua riqueza no dia do seu desastre. 14 E não devias ter ficado de pé na bifurcação dos caminhos para decepar-lhe os fugitivos; e não devias ter entregue os seus sobreviventes no dia da aflição. 15 Pois está próximo o dia de Jeová contra todas as nações. Assim como fizeste, será feito a ti. Tua espécie de tratamento retornará sobre a tua própria cabeça. 16 Pois assim como vós bebestes sobre o meu santo monte, estarão bebendo continuamente todas as nações. E certamente beberão, e engolirão, e ficarão como se nunca tivessem existido.

Em uma  situação parecida, assim falou o Criador a Edom: (Ezequiel 25:12-14) 12 “Assim disse o Soberano Senhor Jeová:Visto que Edom AGIU, TOMADO DE VINGANÇA da casa de Judá , e eles continuam a proceder extensivamente em erro e a vingar-se deles, 13 por isso, assim disse o Soberano Senhor Jeová: “Vou também estender a minha mão contra Edom e decepar dele homem e animal doméstico, e vou fazer dele um lugar devastado, desde Temã até Dedã. À espada é que cairão. 14 ‘E eu vou trazer minha vingança sobre Edom pela mão do meu povo de Israel; e terão de fazer em Edom segundo a minha ira e segundo o meu furor; e terão de conhecer a minha vingança’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.”’

Em uma situação parecida, assim falou o Criador aos Filisteus: (Ezequiel 25:15-17) 15 “Assim disse o Soberano Senhor Jeová: ‘Visto que os filisteus AGIRAM COM VINGANÇA e foram vingar-se com vingança, COM MENOSPREZO NA ALMA, para arruinar, com inimizade de duração indefinida, 16 por isso, assim disse o Soberano Senhor Jeová: “Eis que estendo a minha mão contra os filisteus, e vou decepar os queretitas e destruir o resto da costa marítima. 17 E vou executar neles grandes atos de vingança, com furiosas repreensões; e terão de saber que eu sou Jeová, quando eu trouxer sobre eles a minha vingança.”’. . .

As palavras do sábio Eliú foram: (Jó 36:15-21) 15 Ele socorrerá o atribulado na sua tribulação E destapará seu ouvido na opressão. 16 E certamente te engodará [para longe] da boca da aflição! Um lugar mais amplo, não o aperto, haverá em seu lugar, E o consolo da tua mesa será cheio de gordura. 17 Certamente serás enchido com a sentença judicial contra o iníquo; A sentença judicial e o juízo é que segurarão. 18 Pois [cuida de] que o furor não te engode a bater palmas [por despeito], E não te deixes desencaminhar por um grande resgate. 19 Terá efeito teu clamor por ajuda? Não, nem na aflição Todos os [teus] poderosos esforços. 20 Não fiques suspirando pela noite, Para que os povos retrocedam [de] onde estão. 21 Guarda-te de não te virares para o que é prejudicial , Pois escolheste isso em vez de tribulação.

Todas as nações acima mencionadas pelo próprio Jeová, ao notarem seus inimigos ("semelhantes" inimigos) recebendo uma severa punição, revelaram sua CONTÍNUA inimizade através de palavras e de atos, DESEJANDO a morte deles ou se aproveitando da morte deles alegremente ou desejando isso. Entretanto, não era esta a reação esperada por Jeová.   Jeová esperava que houvesse MISERICÓRDIA para com os que estavam sendo merecidamente punidos. DESEJAR A MORTE, seja lá de quem for, seja lá qual for o motivo, para Jeová é um pecado. Desejar a morte é o mesmo que assassinar. Todo pecado é grave e todo pecado é punido com a morte.

O Criador os via (Israel, Amom, Moabe, Edom, Elão, Egito, Assíria, Sodoma, etc.,) como eles realmente eram: irmãos. Como, irmãos? Sim, irmãos.
Até mesmo Sodoma é minha irmã? Do ponto de vista de Jeová, o Oleiro e Criador, realmente somos irmãos. Assim falou o Criador através do seu porta-voz Ezequiel:
Ezequiel 16:44-46 - Eis que todo aquele que usar um provérbio contra ti usará o provérbio, dizendo: “Tal mãe, tal filha!” 45 Tu és a filha de tua mãe, que abominava seu marido e seus filhos. E és a irmã de tuas irmãs, que abominavam seus maridos e seus filhos. A mãe de vós, mulheres, era hitita e vosso pai, amorreu.’”
46 ”‘E tua irmã mais velha é a própria Samaria com as suas aldeias dependentes, que mora à tua esquerda, e tua irmã mais moça do que tu, que mora à tua direita, é Sodoma com as suas aldeias dependentes”.

Como posso sinceramente amar de coração alguém (meu irmão) que antecipadamente não o considero como irmão, antes, considero-o como meu inimigo, como o inimigo do nosso amado Deus e como o desprezível praticante de atos que ofendem continuamente ao Santo Criador que amo? Como poderei sinceramente amar de coração alguém (meu irmão) que me menospreza todo o tempo; preocupar-me e ainda orar por ele, se ele já é aquele que desprezo? Certamente não o amarei se o considerar como tendo menos valor do que eu.
Onde houver menosprezo, inimizade ou indiferença, certamente não há amor. Somente de um coração iníquo pode sair tais sentimentos; assim falou Jesus. Mat. 12:34,35 - Mar. 7:20-23.


Os Israelitas tinham repulsa por Sodoma. Ezequiel 16:56,57 . 56 E Sodoma, tua irmã, não se mostrou algo digno de se ouvir tua boca [mencionar] no dia do teu orgulho, 57 antes que a tua própria maldade chegasse a ser exposta, assim como no tempo do vitupério das filhas da Síria e de todas ao redor dela, as filhas dos filisteus, as que te menosprezam, por todos os lados.


Havia um recíproco sentimento de menosprezo e inimizade entre irmãos. Entretanto, temos de imitar o nosso perfeito Criador.

Felizmente, é o Pai aquele único que decide o que fará, aquele que já o afirmou definitivamente; aquele que sofre ao ver nosso estado ignorante e que também sofre quando está nos aplicando punições; aquele que tem um sábio e amoroso objetivo em mente, e se apega inabalavelmente a ele. Sua opinião é a que realmente importa.
Se mesmo sabedor das leis e princípios de Jeová cometo pecado, sendo levado ao estado de iníquo, merecendo a condenação eterna naquele exato momento, entretanto, não sou instantaneamente pulverizado pelo Criador, sendo-me estendida a misericórdia, a benignidade imerecida, por qual motivo merece meu ignorante irmão, um tratamento inferior ao que estou recebendo? Exatamente no que, sou superior a ele? Em que base posso me sentir superior e receber tratamento melhor que o dado a ele? Não estou supervalorizando o muito pouco que faço e menosprezando o que outros fazem? Não seria isso uma competição egoísta? Não seria este o pecado da soberba?
Para o Criador, não estou cometendo pecado todo o tempo?
Deixar de falar a verdade a respeito do Criador, não nos iguala aos demais iníquos, dos quais afirmamos serem inimigos de Deus exatamente por não falarem a verdade a respeito Dele, sendo assim merecedores da morte eterna no vindouro Armagedom?


O Criador questionou a Jó com as seguintes palavras:
(Jó 40:6-8) 6 E Jeová prosseguiu, respondendo a Jó de dentro do vendaval e dizendo: 7 “Por favor, cinge os teus lombos como um varão vigoroso; Eu te perguntarei e tu mo farás saber. 8 Realmente, invalidarás tu a minha justiça? Pronunciar-me-ás iníquo, a fim de teres razão?


Não havia Jó de forma ignorante chamado a Jeová de iníquo?

Caso percebêssemos que não falamos a verdade a respeito de Jeová, o que esperamos que o Criador faça conosco? E o que gostaríamos que Ele fizesse conosco; que nos julgasse em plena justiça ou que perdoasse amplamente a nossa ignorância? Após descobrir que MERECEMOS a morte, gostaríamos de receber o que MERECEMOS ou o que NECESSITAMOS?? Não necessitamos desesperadamente da Misericórdia e do Perdão?? Afinal, nós apenas nos enganamos. Nossa intenção sempre foi a melhor possível.


Após ouvirmos a sabedoria de Jeová, aquela saída da boca de Jeová, não adotaremos a mesma reação de Jó?
(Jó 42:1-6) 42 E Jó passou a responder a Jeová e a dizer: 2 “Fiquei sabendo que és capaz de fazer todas as coisas, E não há idéia que te seja inalcançável. 3 ‘Quem é este que está obscurecendo o conselho sem conhecimento?’ Por isso falei, mas não estava entendendo Coisas maravilhosas demais para mim, as quais não conheço. 4 ‘Ouve, por favor, e eu mesmo falarei. Eu te perguntarei e tu mo farás saber.’ 5 Em rumores ouvi a teu respeito, Mas agora é o meu próprio olho que te vê. 6 Por isso faço uma retratação E deveras me arrependo em pó e cinzas.”

Será assim como falou Jesus: (Mateus 13:51-52) 51 “Compreendestes o sentido de todas estas coisas?” Eles lhe disseram: “Sim.” 52 Então lhes disse: “Sendo este o caso, todo instrutor público, quando ensinado a respeito do reino dos céus, é semelhante a um homem, dono de casa, que tira do seu tesouro COISAS NOVAS E VELHAS.

OFICIALMENTE, MEIA VERDADE É UMA MENTIRA INTEIRA. A verdade é um pano branco, unicamente branco. O que está meio limpo, na verdade está sujo.
Coerentemente, o perfeito e sábio Jesus afirmou, que nem mesmo no escondido do nosso íntimo, devíamos achar ou sentir que somos melhores do que outros iníquos. Assim afirmou o nosso perfeito instrutor, aquele que nunca erra:

Lucas 18:9-14 9 Mas, ele contou a seguinte ilustração também a alguns que confiavam em si mesmos como sendo justos e que consideravam os demais como nada : 10 “Dois homens subiram ao templo para orar, um sendo fariseu e o outro cobrador de impostos. 11 O fariseu estava em pé e começou a orar as seguintes coisas no seu íntimo: Ó Deus, agradeço-te que não sou como o resto dos homens , extorsores, injustos, adúlteros, ou mesmo como este cobrador de impostos. 12 Jejuo duas vezes por semana, dou o décimo de todas as coisas que adquiro.’ 13 O cobrador de impostos, porém, estando em pé à distância, não estava nem disposto a levantar os olhos para o céu, mas batia no peito, dizendo: ‘Ó Deus, sê clemente para comigo pecador.’ 14 Digo-vos: Este homem desceu para sua casa provado mais justo do que aquele homem; porque todo o que se enaltecer será humilhado, mas quem se humilhar será enaltecido.”


Estas palavras são para outros ou são para todos nós humanos?
Jesus sabiamente apenas repete o sentido das palavras que saíram da boca de seu Pai e repetidas por Ezequiel qual porta-voz em relação à Sodoma e Jerusalém.

Que a sincera humildade sempre nos acompanhe e que nunca desconsideremos ou nos julguemos superiores aos demais iníquos e que nunca nos achemos justos por praticar algumas obrigatórias obras boas.
Que o sábio e amoroso Criador nunca use de justiça para conosco, enquanto formos imperfeitos, mas, que continue a usar de piedade, benevolência, bondade, misericórdia, perdão e punição, mesmo com uma pesada punição com a morte, por ignorantes atitudes que venhamos a cometer, mesmo depois da perfeição. Que a punição cumpra o seu importante papel, nos encaminhando até a sabedoria.

Alguns se envergonharão mais, outros menos, entretanto, naquele dia não haverá quem não seja humilhado por seus atos ignorantes. Todos eram iníquos.

Que a palavra falada pelo nosso Grandioso, Perfeito e Sábio Criador sobre si mesmo, continue a merecer a prioridade lógica e esperada, em relação ao que quaisquer outros humanos imperfeitos, egoístas e ignorantes falaram no passado e ainda possam falar no presente ou futuro a respeito dele.


Assim falou o Criador a seu servo Jó:
(Jó 40:6-8) 6 E Jeová prosseguiu, respondendo a Jó de dentro do vendaval e dizendo: 7 “Por favor, cinge os teus lombos como um varão vigoroso; Eu te perguntarei e tu mo farás saber. 8 Realmente, invalidarás tu a minha justiça? PRONUNCIAR-ME-ÁS INÍQUO , a fim de teres razão?

Exatamente no mesmo caso, se encontra a palavra falada por Jesus, nosso único perfeito instrutor humano, pois este afirmou que “o que falo é o que recebi do Pai”.
(Mateus 23:8-12)
8 Mas vós, não sejais chamados Rabi, pois um só é o vosso instrutor, ao passo que todos vós sois irmãos. 9 Além disso, não chameis a ninguém na terra de vosso pai, pois um só é o vosso Pai, o Celestial. 10 Tampouco sejais chamados ‘líderes’, pois o vosso Líder é um só, o Cristo. 11 Mas o maior dentre vós tem de ser o vosso ministro. 12 Quem se enaltecer, será humilhado, e quem se humilhar, será enaltecido.

Através de nosso ensino ou copiando o ensino de outros humanos imperfeitos, estamos denegrindo a santa imagem do nosso amoroso Criador Jeová?
Será que também não estamos enaltecendo as nossas obrigatórias obras boas e julgando os demais iníquos como nada por não fazerem estas obras obrigatórias que estamos fazendo e nos valorizando por fazê-las? Será que estou cometendo o pecado da soberba?

Por exemplo, após lermos estas ordens do próprio Jesus, o que diremos a respeito delas?
(Lucas 6:27-49)
27 “Mas, eu digo a vós, os que estais escutando: Continuai a amar os vossos inimigos, a fazer o bem aos que vos odeiam, 28 a abençoar os que vos amaldiçoam, a orar pelos que vos insultam. 29 Àquele que te bater numa face, oferece também a outra; e a quem te tirar a tua roupa exterior, não negues nem mesmo a roupa interior. 30 Dá a todo o que te pedir, e daquele que te tirar tuas coisas, não [as] peças de volta. 31 “Também, assim como quereis que os homens façam a vós, fazei do mesmo modo a eles. 32E, se amardes aos que vos amam, de que mérito é isso para vós? Pois até mesmo os pecadores amam aos que os amam. 33 E, se fizerdes o bem aos que vos fazem o bem, realmente, de que mérito é isso para vós? Até os pecadores fazem o mesmo. 34 Também, se emprestardes [sem juros] àqueles de quem esperais receber, de que mérito é isso para vós? Até mesmo pecadores emprestam [sem juros] a pecadores, para receberem de volta o mesmo. 35 Ao contrário, continuai a amar os vossos inimigos e a fazer o bem, e a emprestar [sem juros], não esperando nada de volta; e a vossa recompensa será grande, e sereis filhos do Altíssimo, porque ele é benigno para com os ingratos e os iníquos. 36 Continuai a tornar-vos misericordiosos, assim como vosso Pai é misericordioso. 37 “Além disso, parai de julgar, e de modo algum sereis julgados; e parai de condenar, e de modo algum sereis condenados. Persisti em livrar, e sereis livrados. 38 Praticai o dar, e dar-vos-ão. Derramarão em vosso regaço uma medida excelente, recalcada, sacudida e transbordante. Pois, com a medida com que medis, medirão a vós em troca.” 39 Contou-lhes, então, também, uma ilustração: “Será que um cego pode guiar um cego? Não cairão ambos numa cova? 40 O aluno não está acima do seu instrutor, mas, todo aquele que for perfeitamente instruído será semelhante ao seu instrutor. 41 Então, por que olhas para o argueiro no olho de teu irmão, mas não observas a trave no teu próprio olho? 42 Como podes dizer a teu irmão: ‘Irmão, permite-me tirar o argueiro no teu olho’, enquanto tu mesmo não estás olhando para a trave naquele olho teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave de teu próprio olho, e então verás claramente como tirar o argueiro no olho de teu irmão. 43 “Pois não há árvore excelente que produza fruto podre; novamente, não há árvore podre que produza fruto excelente. 44 Pois cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto. Por exemplo, não se colhem figos de espinhos, nem se cortam uvas dum espinheiro. 45 O homem bom, do bom tesouro do seu coração, traz para fora o bom, mas o homem iníquo, do seu [tesouro] iníquo, traz para fora o que é iníquo; pois é da abundância do coração que a sua boca fala. 46 “Por que, então, me chamais de ‘Senhor! Senhor!’, mas não fazeis o que eu digo? 47 Todo aquele que vem a mim e ouve as minhas palavras, e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante: 48 Ele é semelhante a um homem construindo uma casa, que cavou e desceu fundo, e lançou o alicerce sobre a rocha. Conseqüentemente, quando veio uma enchente, o rio lançou-se contra aquela casa, mas não foi bastante forte para abalá-la, por ter sido bem construída. 49 Por outro lado, aquele que ouve e não faz , é semelhante a um homem que construiu uma casa em solo sem alicerce. O rio lançou-se contra ela e ela se desmoronou imediatamente, e a ruína daquela casa tornou-se grande.”


Será que diremos: não é assim ao pé da letra, ninguém conseguiria cumprir isso ao pé da letra; é abnegação demais para qualquer um?
Ou será que diríamos: “como estamos longe do esperado pelo nosso Instrutor”, pois ele cumpriu ao pé da letra tudo o que nos mandou fazer? A forma perfeitamente correta, com profundidade e motivação perfeitas foi cumprida e ensinada por Jesus.


O medo da morte , o medo de sérias punições como a fome, pestilências, escravidão e outras não foi suficientemente forte para induzir a nação de Israel a cumprir o pacto feito com Jeová.
As bênçãos, fartura de produtos, também não produziram tal induzimento.
O relacionamento com a nação de Israel, nestas condições determinadas pelo Criador, serviu para atestar a ineficiência destes meios de induzimento na forma prática.
Estas não são motivações perfeitas para o ser humano se tornar 100% confiável em obedecer ao Criador.

Qual será a motivação perfeita para produzir humanos assim como Jesus? Analisemos juntos este assunto em o lugar do "eu" na Teocracia.

Não resta qualquer dúvida, filhos foram punidos pelos erros dos pais, num relacionamento educativo. Obviamente, o Criador não podia e não pode usar de justiça no seu relacionamento conosco, pois seria nosso extermínio eterno. O Criador lida conosco usando apenas a misericórdia. Não resta qualquer dúvida, a perfeita Imparcialidade é parte integrante de nosso Criador, logo, Ele considera a todos como seus filhos e os trata com o mesmo amor. Ama a todos os iníquos com a mesma intensidade.

O Criador não é iníquo. 



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