PERDÃO SÓ PARA QUEM MERECE??



Última modificação em 09/09/09

Merece porque ... (há um bom motivo para merecer)

Quem merece tem o direito de cobrar. O trabalhador merece o seu salário. Seria uma injustiça não ser dado a ele. É dado porque fez algo para merecer.

(Números 35:31) 31 E não deveis aceitar nenhum resgate pela alma dum assassino que merece morrer, pois, sem falta, deve ser morto.

(2 Samuel 12:5) 5 Nisso se acendeu grandemente a ira de Davi contra o homem, de modo que ele disse a Natã: “Por Jeová que vive, o homem que fez isso merece morrer!

(Mateus 10:9-10) 9 Não adquirais nem ouro, nem prata, nem cobre, para os bolsos dos vossos cintos, 10 nem alforje para a viagem, nem duas peças de roupa interior, nem sandálias, nem bastão; pois o trabalhador merece o seu alimento.

Digno de receber. Por que, ... (há um excelente motivo)

Digno és Jeová, nosso Deus de receber a glória, a honra...

(Revelação 4:11) 11 “Digno és, Jeová, sim, nosso Deus, de receber a glória, e a honra, e o poder, porque criaste todas as coisas e porque elas existiram e foram criadas por tua vontade.”

(Revelação 5:9-10) 9 E cantam um novo cântico, dizendo: “Digno és de tomar o rolo e de abrir os seus selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste pessoas para Deus, dentre toda tribo, e língua, e povo, e nação, 10 e fizeste deles um reino e sacerdotes para o nosso Deus, e hão de reinar sobre a terra.”

Do ponto de vista de Jeová, aquele que comete pecado, qualquer pecado,  merece exclusivamente a morte.

A alma que pecar, não importa o tipo de pecado, ela é que morrerá:  (Ezequiel 18:3-4) . . .. 4 Eis que todas as almas — a mim me pertencem. Como a alma do pai, assim também a alma do filho — a mim me pertencem. A alma que pecarela é que morrerá.

Todo e qualquer pecado tem como penalidade a morte; nada mais nada menos do que a morte. Uma regra bem clara e bastante simples.

PERDÃO – DOAÇÃO ALTRUÍSTA OU TROCA?

 

O perdão é para ser dado ou é para ser trocado?? Misericórdia é dada ou trocada?? O perdão é um ato altruísta ou está condicionado?? Primeiro tem de vir o arrependimento para depois vir o perdão?? Você tem de merecer o perdão?? Você tem de trabalhar arduamente para poder receber o perdão??

Dizem: “Jeová perdoa àquele que se arrepende. Jeová concede tempo ao iníquo para que ele se arrependa, para depois poder perdoá-lo”. Assim, o perdão passa a estar condicionado ao PRÉVIO arrependimento, ou seja, primeiro vem o arrependimento para então e só então, Jeová conceder o perdão. Neste caso, o perdão é trocado pelo arrependimento. Sem o PRÉVIO arrependimento não há o perdão. O arrependimento é assim uma moeda de troca. Se você for misericordioso, então você efetua a troca. Esta afirmação humana a respeito de Jeová é verdadeira ou é falsa??

Ou ainda mais. E quanto ao pagamento pelo pecado praticado? Que tipo de cobrança faz Jeová ao errante pelo seu pecado praticado?

O que ocorre quando uma pessoa está cometendo um pecado sem que o saiba e continue sem saber? Ela é culpada de pecado e passa a estar condenada a morte. As palavras que saíram da boca de Jeová faladas ao mensageiro ou porta-voz Moisés, foram as seguintes:

(Levítico 5:17-19) 17 “E se uma alma pecar por fazer uma de todas as coisas que Jeová manda que não se façam, embora não o soubesse, ainda assim ele ficou culpado e terá de responder pelo seu erro. 18 E ele tem de trazer ao sacerdote um carneiro sadio do rebanho, segundo o valor calculado, como oferta pela culpa; e o sacerdote tem de fazer expiação por ele, pelo engano que cometeu sem querer, embora ele mesmo não o soubesse, e assim lhe tem de ser perdoado. 19 É uma oferta pela culpa. Tornou-se positivamente culpado para com Jeová.”

Se este PECADOR não for avisado que estava cometendo o erro, e se convencesse disso, neste caso, jamais seria perdoado. Como Jeová agiu em relação a conceder Seu perdão para humanos?



O perdão dado por Jeová > o cancelamento de todas as dívidas que não estava condicionado a absolutamente nada:

(Levítico 16:29-31) 29 “E isso vos tem de servir de estatuto por tempo indefinido: No sétimo mês, no décimo [dia] do mês, deveis atribular as vossas almas, e não deveis fazer obra alguma, quer o natural quer o residente forasteiro que reside no vosso meio. 30 Pois neste dia se fará expiação por vós, para declarar-vos limpos. Sereis limpos de todos os vossos pecados perante Jeová. 31 É um sábado de completo repouso para vós, e tendes de atribular as vossas almas. É um estatuto por tempo indefinido. . .

Um sábado, um dia de 24 horas, escolhido por Jeová em que ELE CANCELAVA todos os pecados de todos, quer do natural, quer do residente forasteiro. Ele, Jeová, simplesmente CANCELAVA todas as dívidas. Jeová apagava a dívida, e para Ele não havia mais vestígio dela.  Um ato unilateral. Jeová os declarava limpos de pecados, Jeová os anistiava de todas as suas dívidas para com Ele.

Enquanto que uma vez por ano Jeová CANCELAVA todas as dívidas (dívida impagável) do povo para com Ele, o povo só perdoava as dívidas financeiras uns dos outros (só entre israelitas) de sete em sete anos ou no ano do Jubileu.

No Jubileu proclamava-se a liberdade; todos recebiam liberdade e a propriedade hereditária era devolvida; um amplo perdão que não estava condicionado ao arrependimento do devedor; um amplo e irrestrito cancelamento de dívidas que não estava condicionado a nenhuma prévia atitude do devedor.

Jeová estava ensinando de forma prática o "como perdoar".

Vamos dar um exemplo hipotético para entender como Jeová usa o perdão. Uma mulher casada sente-se atraída a diversos homens e durante vários anos consecutivos vai para a cama com todos eles, muito embora seu esposo, ciente desta situação, lhe peça diversas vezes para que ela não faça mais tal coisa, não repita mais a sua infidelidade. O acordo feito antes do casamento previa uma pena de morte em caso de infidelidade. No entanto, durante todos estes anos, o marido mantém-se fiel e continua a cuidar de sua esposa infiel, não lhe impondo a penalidade prevista no acordo, afinal de contas, ela caiu em desgraça por sua própria ação.

Em um determinado dia, o marido resolve punir sua esposa infiel. Ele não exige a penalidade de morte prevista no acordo. Antes, manda trancá-la em uma casa suja e úmida durante 30 dias. Assim que isto causa aflição em sua infiel esposa, (dois ou três dias) o marido a traz de volta para sua casa. Depois do retorno, sua esposa agora dispensa todos os seus amantes.

Onde está o mérito desta mulher em ter recebido tal leve punição?? Foi o fato de ela ter dispensado seus amantes? Foi nesta ocasião que ela foi perdoada?? Não. Foi somente depois desta leve punição que ela foi perdoada? Não. Quantas vezes ela tinha sido perdoada? Muitas e muitas vezes durante muitos anos.

O marido substituiu a penalidade prevista por uma leve punição. Afinal, de quem é todo o mérito?? Pode-se dizer que ela só foi perdoada após esta leve punição, ou ainda, somente depois de dispensar seus amantes? Claro que não. Quando ocorreu o perdão?? A cada ato de infidelidade da qual o marido abria mão da penalidade de morte prevista no acordo, ele estava perdoando sua esposa. Para cada ato de infidelidade, o marido entrava com um ato de perdão ou cancelamento da ofensa. Cancelar foi o mesmo que apagar sem deixar vestígio.

Agora, seria uma grande ofensa contra o marido, afirmar que ela merecia o perdão (cancelamento da ofensa) por ter dispensado seus amantes. Seria uma grande ofensa contra o marido afirmar que só houve perdão em face dela ter dispensado seus amantes. A pessoa que fizesse tal afirmação estava levando em conta os sentimentos do marido em relação a cada ato de infidelidade da esposa?? Cada ato de infidelidade foi uma ofensa direta na face do marido, logo, se ele decidiu apagar cada ofensa, o mérito é exclusivamente dele. Ele usou de misericórdia para com sua esposa infiel durante um longo período de tempo.

JEOVÁ COMPROVA QUE É MISERICORDIOSO

CANCELA TODAS AS DÍVIDAS E DÁ APENAS LEVES PUNIÇÕES

MisericórdiaEsta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: sentimento de dor e solidariedade com relação a alguém que sofre uma tragédia pessoal ou que caiu em desgraça; dó, compaixão, piedade; ato concreto de manifesta deste sentimento, como perdão.

misericórdia

s.f. (sXIV) 1 sentimento de dor e solidariedade com relação a alguém que sofre uma tragédia pessoal ou que caiu em desgraça; dó, compaixão, piedade 2 ato concreto de manifestação desse sentimento, como o perdão; indulgência, graça, clemência n interj. 3 exclamação de alguém que pede que o livrem de castigo, de ato de violência ou da morte etim lat. misericordìa,ae 'id.' sin/var ver sinonímia de comiseração e condescendência ant ver antonímia de condescendência



A misericórdia sempre deve vir acompanhada do perdão, pois é o perdão que comprova a existência do sentimento de misericórdia.

A misericórdia não pode ser comprada e nem trocada. A misericórdia é um sentimento altruísta que visa unicamente o bem daquele que caiu em desgraça.

Sentimentos não podem ser comprados, não devem ser negociados.

Ao iniciar e durante todo o relacionamento pessoal com a nação de Israel, buscando torná-la como destaque para louvor fama e beleza, ensinando novas leis e formas de relacionamento interpessoal, o Criador Jeová também agiu como Disciplinador.
Corá e os 250 levitas devorados pelo fogo, todos os enterrados em Quibrote-Ataavá, mortos por almejo egoísta, toda a geração condenada a morrer no deserto, todos os mortos pelo fogo da parte de Jeová em Taberá e até mesmo Moisés (aquele que falava ‘face a face’ com Jeová), todos os mortos no ermo por classificarem o maná como pão desprezível, são apenas alguns dos exemplos de “punição”
com morte direta da parte de Jeová; (punição ou julgamento definitivo?) todos estes e outros, mortos por atitudes ignorantes, rebeldes, displicentes, teimosas, ou simplesmente desobediência a uma nova lei (em resumo, um pecado). Aceita-se de forma natural que tais imperfeitos sejam ressuscitados no Dia de Julgamento, logo, não foram lançados na Geena (inexistência definitiva), antes, todos estes foram para o Seol. Faria o Criador sábio e perfeito um “definitivo julgamento” condenatório, para revê-lo mais tarde?
Manassés construiu os altos, erigiu altares aos Baalins, fez postes sagrados, passou a curvar-se diante das estrelas do céu, praticou a magia e a feitiçaria, constituiu médiuns espíritas e prognosticadores de eventos, colocou uma imagem esculpida no templo de Jeová, e fez seus próprios filhos passar pelo fogo no vale de Hinom. “Fez em grande escala o que era mau aos olhos de Jeová” e “continuou a seduzir Judá e os habitantes de Jerusalém para
fazerem pior do que as nações que Jeová aniquilara de diante dos filhos de Israel”. — 2 Crônicas 33:1-9. Um coração iníquo produzindo seus frutos iníquos.
Fizeram pior do que as nações ignorantes, quanta vergonha!
Se classificarmos as nações como iníquas, aquele “servo que escolhi” que agiu pior que os iníquos, exatamente como seria este classificado?

Como reagiu o Santo e Justo Criador Jeová?
Por toda esta longa lista de pecados graves puníveis com a morte pela lei perfeita de Jeová, com o agravante de que Manassés conhecia a Jeová e a sua lei, sem qualquer dúvida ele estava realmente condenado à morte, pela
simples comparação com outras situações em que Jeová agiu (por menos, aniquilara a inteira geração de povos iníquos). Não merecia, no mínimo, o mesmo julgamento (a Geena, inexistência eterna, o aniquilamento eterno “supostamente dado àquelas nações”.)?

Revelação 21:8 8 “Mas, quanto aos covardes, e aos que não têm fé, e aos que são repugnantes na sua sujeira, e aos assassinos, e aos fornicadores, e aos que praticam o espiritismo, e aos idólatras, e a todos os mentirosos, terão o seu quinhão no lago que queima com fogo e enxofre. Este significa a segunda morte.”


Entretanto, Jeová não agiu de forma linear, punindo-o exemplarmente, antes, assim agiu Jeová: Por fim, Jeová trouxe os assírios contra Judá, e eles capturaram Manassés e o levaram a Babilônia.

(2 Crônicas 33:11-13) E assim que isto lhe causou aflição, abrandou a face de Jeová, seu Deus, e continuou a humilhar-se grandemente por causa do Deus de seus antepassados. E orava a Ele, de modo que se deixou suplicar por ele e ouviu seu pedido de favor, e restaurou-o a Jerusalém ao seu reinado.”

O mérito está no ato do justo perdoador (Jeová), ou no ato do iníquo perdoado (Manassés)? O Justo Criador ficou satisfeito em apenas causar aflição em Manassés. O Criador realizou um ato punitivo que causou aquela reação já esperada por Ele. As palavras não haviam surtido o efeito esperado, entretanto o ato punitivo conseguiu, fazendo-o retroceder do seu mau caminho.

Manassés era naquele momento, o homem mais iníquo entre todos os viventes.

(2 Reis 21:10-11) 10 E Jeová continuou a falar por meio dos seus servos, os profetas, dizendo: 11 “Visto que Manassés, rei de Judá, fez estas coisas detestáveis, ele agiu de modo mais iníquo do que todos os amorreus antes dele, e passou a fazer até mesmo Judá pecar com os seus ídolos sórdidos.

Jeová o induziu ao reconhecimento do erro e ao arrependimento através da punição. O arrependimento nasceu durante a “punição”. Durante a punição, Manassés pode perceber e reconheceu que estava errado. Sem dúvida, Jeová com esta atitude, pessoalmente nos ensina outra grande lição. A reação daquele que deve muito quando percebe que está perdoado. O Sábio e Perfeito Jesus falou a respeito dela ao dizer:

Lucas 7:40-43Simão, tenho algo para dizer-te.” Ele disse: “Instrutor, dize-o!” 41 “Dois homens eram devedores de certo credor; um devia quinhentos denários, mas o outro, cinqüenta. 42 Quando não tinham com que [lhe] pagar de volta, perdoou liberalmente a ambos. Portanto, qual deles o amará mais?” 43 Em resposta, Simão disse: “Suponho que seja aquele a quem perdoou liberalmente mais.” Disse-lhe ele: “Julgaste corretamente.”


Jeová só perdoa àquele que “merece” ser perdoado?

Manassés, que mérito apresentou “antes” de ser perdoado? Seus crimes cometidos tinham a morte como punição. A lei determinava isso; cometeu o crime, seja penalizado com a morte. Não havia compensação por estes crimes.

(2 Samuel 12:5) Manassés conhecia plenamente a lei; ele sabia que praticava uma ofensa contra Jeová; e não queria ouvir a voz de Jeová, um pecado rotulado de deliberado. Qual foi a reação de Manassés quando percebeu o perdão de Jeová, após sua “punição”?

Sua punição não foi a merecida morte, antes, foi a perda de uma batalha, sendo levado cativo até Babilônia (uma humilhação). Onde estavam os deuses que Manassés confiava e oferecia sacrifícios? Jeová provou a Manassés que Ele sim é que era Deus.

Manassés removeu então os deuses estrangeiros, os ídolos e os altares, e mandou lançá-los fora da cidade. Ficou provado para Manassés que os deuses que ele adorava, nada valiam. Imaginemos agora o que Manassés passou e sentir por tais "desmascarados" deuses. Passou a oferecer sacrifícios no altar de Jeová e induziu Judá a servir o verdadeiro Deus. - 2 Crônicas 33:15, 16.
O próprio Jeová havia previsto tal desvio, bem como a Sua atuação:

(Deuteronômio 32:36-39) 36 Pois, Jeová julgará seu povo E terá lástima dos seus servos, Porque verá que desapareceu o apoio E há apenas o incapacitado e o rejeitado. 37 E certamente dirá: ‘Onde estão os seus deuses, A rocha em que procuraram refugiar-se, 38 Que comiam a gordura dos seus sacrifícios, Bebendo o vinho das suas ofertas de bebida? Levantem-se e vos ajudem. Tornem-se para vós esconderijo. 39 Vede agora que eu — eu é que o sou, E não há [outros] deuses comigo. Eu entrego à morte e eu vivifico. Feri seriamente, e eu — eu vou curar, E não há quem arrebata da minha mão. Cumpriu-se fielmente no caso de Manassés e mais tarde com o todo "remanescente Judá".

No caso de Manassés houve uma “punição” deixando aberta uma oportunidade de arrependimento enquanto vivo e uma reação apreciativa. 

O próprio Jeová falou a respeito de Manassés: ele agiu de modo mais iníquo do que todos os amorreus antes dele”. Muitos pecados puníveis com a morte foram praticados por Manassés; sua dívida era muito, muito grande. Além disso, Jeová falava e Manassés não queria escutar. Como Jeová agiria com alguém tão iníquo e rebelde?? Jeová o fez tornar-se prisioneiro em Babilônia. Assim que isto trouxe aflição a Manassés, Jeová ficou satisfeito.

Jeová não cobrou a dívida pelos pecados praticados; Jeová não o puniu segundo os pecados praticados. Pelos mesmos pecados, os amorreus tinham sido punidos com a morte; foram exterminados da “terra que mana leite e mel”. A lei determinava a pena de morte para quem praticasse tais pecados. Os amorreus foram chamados por Jeová, de mais justos do que Manassés. Para comprovar que havia cancelado todas as dívidas de Manassés, Jeová o restituiu ao seu trono em Jerusalém.

Jeová abriu mão do cumprimento do que fora previamente estipulado (penalidade de morte). Isto foi perdão. O que tinha feito Manassés para “merecer” tal perdão? Nada. Durante muitos anos Jeová foi abrindo mão de muitas penalidades de morte para Manassés, em função de cada um dos muitos pecados praticados por Manassés, apesar dos diversos avisos. Isto foi perdoar várias vezes. Na ordem natural dos acontecimentos, no primeiro ato, Manassés entrou com o pecado, no segundo ato Jeová entrou com o perdão, deixando-o viver. Vamos ver até onde você vai, Manassés! Jeová não exigiu a penalidade prevista e acordada para o caso. Depois, resolveu dar uma leve punição em Manassés e somente até causar aflição em Manassés. A punição tinha um objetivo. E Manassés veio a saber que Jeová é o verdadeiro Deus.

Manassés tinha uma grande dívida, ou seja, a sua vida foi poupada várias e várias vezes. Como pagar tal enorme dívida?? Jeová simplesmente cancelou a dívida. Cancelar a dívida é um ato unilateral. Não houve uma negociação da dívida, antes, houve um cancelamento.

O Criador sábio e amoroso perdoou aqueles iníquos judeus que agiram “pior que as nações as quais este mesmo Criador havia aniquilado de diante dos filhos de Israel”. O Criador estava ciente deste fato; assim afirmou através de seu porta-voz Amós.

Amós 2:6-10 - 6 “Assim disse Jeová: ‘Por causa de três revoltas de Israel e por causa de quatro não o farei voltar atrás, por venderem o justo pela mera prata e o pobre pelo [preço de] um par de sandálias. 7 Estão suspirando pelo pó da terra na cabeça das pessoas de condição humilde; e mudam o rumo do caminho dos mansos; e um homem e seu próprio pai foram ter com a [mesma] moça para profanar meu santo nome. 8 E estenderam-se sobre vestes tomadas em penhor, ao lado de todo altar; e na casa de seus deuses bebem o vinho dos que foram multados.’ 9 “‘Mas eu , por causa deles, tinha aniquilado o amorreu, cuja altura era como a altura dos cedros e que era vigoroso como as árvores maciças; e fui aniquilar seus frutos em cima e suas raízes embaixo. 10 E eu mesmo vos fiz subir da terra do Egito e vos fiz andar através do ermo por quarenta anos, para que tomásseis posse da terra do amorreu.

O desinformado, o ignorante é severamente punido, sendo removido, sendo extinta toda sua geração, “aniquilado, julgado definitivamente”, pelos crimes praticados, entretanto, o “informado”, o ensinado, é “levemente punido”, mas, plenamente perdoado por praticar crimes piores? Dois pesos e duas medidas ou lições para iguais humanos imperfeitos? Definir tal coisa (julgamento definitivo para alguns povos iníquos) a respeito do Criador é chamá-lo de iníquo. Isto significa atribuir iniqüidade a Jeová apenas para termos razão.

Davi, destacado adorador de Jeová por suas atitudes de respeito pela Teocracia, o modo do Criador fazer as coisas, como todos os demais humanos imperfeitos, cometeu erros. Os erros motivados por atitudes egoístas de Davi levaram outros milhares de humanos a serem punidos por Jeová com a antecipada perda da vida, Uzá foi um deles e inclusive o seu primogênito filho com Bate-Seba; por “teimosamente” mandar fazer um censo, conseqüentemente milhares morreram (estes provavelmente sequer sabiam o motivo de estarem sendo punidos). Setenta mil homens estavam sendo punidos com a morte, por um erro pessoal de Davi. Um enorme débito por conta do egoísmo. Era de se esperar, Davi, embora fosse um ungido, era apenas um homem física, mental, espiritual e emocionalmente doente. Neste caso, o Criador não antecipou a morte deste imperfeito como punição assim como em outros casos de adoradores seus. Jeová estava dizendo para Davi: Vê, estou punindo outros em teu lugar, pois és muito precioso para mim. Assim falou Jeová para seu povo remanescente:

(Isaías 43:3-4) 3 Porque eu sou Jeová, teu Deus, o Santo de Israel, teu Salvador. Dei o Egito como resgate por ti, a Etiópia e Sebá, em lugar de ti. 4 Devido ao fato de que tens sido precioso aos meus olhos, foste considerado honroso e eu mesmo te amei. Darei homens em lugar de ti e grupos nacionais em lugar da tua alma.

Jeová falou estas palavras um pouco antes do exílio em Babilônia e da destruição de Jerusalém e seu templo. És o povo mais iníquo da terra, mas és precioso aos meus olhos. Este também era o caso de Davi:

(2 Samuel 24:17) 17 E Davi passou a dizer a Jeová, ao ver o anjo que golpeava o povo, sim, passou a dizer: “Eis que fui eu que pequei e fui eu que cometi a falta; mas estas ovelhas — que fizeram elas? Por favor, venha a tua mão sobre mim e sobre a casa de meu pai.”

Na punição que Davi recebeu havia espaço para arrependimento e continuidade da prestação do serviço sagrado, apesar da humilhação. Nosso Pai Jeová está nos ensinando outra grande lição. No caso de Bate-Seba, o Sábio Criador induziu Davi à humilhação e vergonha por expor e confrontá-lo com o pecado praticado. Sofrerá humilhação maior quando se confrontar com Urias no Dia de Julgamento. Davi se confrontará também com os setenta mil que morreram por causa do seu egoísmo. Em ambos os casos, Davi sabia que ofendia a lei. Como você se sentiria caso seu filho obediente, seu pai, sua mãe, sua esposa ou seu marido fossem punidos por Jeová com a morte por causa do erro de Davi? Você conseguiria perdoar de coração a Davi? Entretanto, o próprio Davi, amplamente perdoado por Jeová, estando plenamente apercebido disso e reconhecidamente grato por isso, mesmo assim, após ter teoricamente perdoado Simei, tempos depois, em seu leito de morte exigiu que os cabelos grisalhos de Simei descessem com sangue ao Seol. Esta atitude é própria de um egoísta humano imperfeito, que tem muito a aprender de seu Criador Perfeito.

1Reis 2:8,9 8 “E eis que há contigo Simei, filho de Gera, benjaminita de Baurim, e foi ele quem invocou o mal sobre mim com uma penosa invocação do mal, no dia em que fui a Maanaim; e foi ele quem desceu ao meu encontro até o Jordão, de modo que lhe jurei por Jeová, dizendo: ‘Não te entregarei à morte pela espada.’ 9 E agora, não o deixes impune, porque és homem sábio e sabes muito bem o que lhe deves fazer, e terás de fazer os seus cabelos grisalhos descer com sangue ao Seol.”


Quanto ressentimento guardado por tanto tempo! Que coração rancoroso! Não havia perdoado a Simei. Mas não podia matá-lo pois havia jurado por Jeová. Era um coração iníquo, gerando seus frutos iníquos, segundo Jesus.

O perfeito e sábio Jesus também nos chama a atenção sobre a importância de se ter a real disposição de perdoar liberalmente outros, que se encaixa perfeitamente nesta situação real

Mateus 18:21-35 - 21 Pedro aproximou-se então e disse-lhe: “Senhor, quantas vezes há de pecar contra mim o meu irmão e eu lhe hei de perdoar? Até sete vezes?” 22 Jesus disse-lhe: “Eu não te digo: Até sete vezes, mas: Até setenta e sete vezes. 23 “É por isso que o reino dos céus se tem tornado semelhante a um homem, um rei, que queria ajustar contas com os seus escravos. 24 Quando começou a ajustá-las, trouxeram-lhe um homem que lhe devia dez mil talentos [= 60.000.000 de denários]. 25 Mas, porque não tinha os meios de pagar [isso] de volta, seu amo mandou que ele, e a esposa dele, e os filhos dele, e todas as coisas que tivesse, fossem vendidos e fosse feito o pagamento. 26 Por isso, o escravo prostrou-se e começou a prestar-lhe homenagem, dizendo: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo de volta.’ 27 Penalizado, por causa disso, o amo daquele escravo deixou-o ir e cancelou a sua dívida. 28 Mas aquele escravo saiu e achou um dos seus co-escravos, que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, começou a estrangulá-lo, dizendo: ‘Paga de volta o que deves.’ 29 Por isso, seu co-escravo prostrou-se e começou a suplicar-lhe, dizendo: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei de volta.’ 30 No entanto, ele não estava disposto, mas foi e mandou lançá-lo na prisão, até que pagasse de volta o que devia. 31 Portanto, quando seus co-escravos viram o que tinha acontecido, ficaram muito contristados, e foram e esclareceram ao seu amo tudo o que tinha acontecido. 32 O amo dele convocou-o então e disse-lhe: ‘Escravo iníquo, eu te cancelei toda aquela dívida, quando me suplicaste. 33 Não devias tu, por tua vez, ter tido misericórdia do teu co-escravo, assim como eu também tive misericórdia de ti?’ 34 Com isso, seu amo, furioso, entregou-o aos carcereiros, até que pagasse de volta tudo o que devia. 35 Do mesmo modo lidará também convosco o meu Pai celestial, se não perdoardes de coração cada um ao seu irmão.”

Misericórdia, misericórdia e misericórdia.
Na ressurreição, o que dirá Davi a Simei como desculpa por ter-lhe cobrado uma dívida antes perdoada à frente de todos, usando sua condição de família real? Sem dúvida, outra humilhação para Davi. Até mesmo este erro final de Davi foi perdoado pelo Amoroso Criador Jeová, nos ensinando outra lição amorosa.
O mérito do perdão neste caso não foi o arrependimento de Davi. Como em todos os casos, o mérito é sempre do Criador, aquele que perdoa. Davi certamente se arrependerá desta iniqüidade "após" sua ressurreição.
Quando um imperfeito está no comando (rejeitaram a Jeová qual Rei e o trocaram por reis humanos), seu egoísmo associado a sua ignorância, além da própria imperfeição, promoverá erros que poderão representar perdas de outras vidas e ele sempre cometerá erros, esta regra é imutável. Por causa do erro do egoísta e imperfeito Acã quanto à coisa devotada à destruição, trinta e seis judeus perderam a vida às mãos de seus inimigos. Seu erro pessoal (ato egoísta) prejudicou, levou a morte prematura de um inocente grupo de seus irmãos. Esta lição, Jeová lhes ensinou na forma prática, sim eles participaram dela, pois apedrejaram Acã. O egoísmo individual trouxe morte para inocentes membros do grupo. Aceita-se naturalmente a ressurreição destes imperfeitos.

Pela palavra saída da boca de Jeová, a punição de Davi e de Bate-Seba seria a morte de ambos.

Levítico 20:1,10 20 E Jeová passou a falar a Moisés, dizendo: 10 ”‘Ora, o homem que comete adultério com a esposa de outro homem é um que comete adultério com a esposa de seu próximo”. SEM FALTA deve ser morto, tanto o adúltero como a adúltera.

Clássico caso em que o pai come uvas verdes e os dentes dos filhos que ficam embotados. O pai comete o pecado e o filho é punido pelo pecado do pai.


Entretanto, Jeová não estava sendo desamoroso, injusto ou parcial em tais atos, matando (definitivamente) inocentes no lugar dos culpados, antes, com tais “punições”, estava amorosamente ensinando lições a todos os seus filhos, perfeitos e imperfeitos. Apenas para exemplificar: a grande importância e responsabilidade da ação do indivíduo dentro de um grupo; um “membro não confiável” é um perigo para toda a família ou grupo; um líder não confiável é desastre certo; “Homem tem dominado homem para seu próprio prejuízo”. Um palco onde o Sábio Criador ensina as imprescindíveis lições é o planeta terra.
‘Todos pecaram e não atingem a glória de Deus’. De acordo com a justiça de Jeová, tudo o que é imperfeito e que produz erros (não sendo 100% confiável) está condenado à morte, não têm lugar na sua ordem perfeita, assim, todos estes humanos imperfeitos que desde o Éden já estavam condenados à morte por sua condição imperfeita, apenas tiveram sua morte “antecipada” pelo próprio Jeová, “como punição” por algum erro específico seu ou de outro imperfeito.

Provérbios 19:25 25 Deves golpear ao zombador, para que o inexperiente se torne argucioso; e deve-se repreender ao entendido, para que discirna o conhecimento. - Eclesiastes 8:11 11 Por não se ter executado prontamente a sentença contra um trabalho mau é que o coração dos filhos dos homens ficou neles plenamente determinado a fazer o mal .


Como induzir alguém que tem sabedoria a ver seu próprio erro? Repreender. Como induzir alguém rebelde e ignorante a ver seu próprio erro? Avisá-lo do que ocorrerá e deixá-lo sentir o resultado de sua rebeldia e/ou Golpeá-lo.

As punições aplicadas por Jeová são educativas, beneficiam tanto a quem a recebe como também àqueles que observam, assim como aos que ficam sabendo do ocorrido, quando estes refletem sobre o fato. Mesmo na sua ira, aplicando punições a humanos imperfeitos, nosso Criador Jeová, como Pai, continua demonstrando justiça e amor.

Para aqueles que haviam violado o pacto, isto é toda a casa de Israel: (Jeremias 32:30-35)30 "‘Pois os filhos de Israel e os filhos de Judá mostraram ser meros malfeitores aos meus olhos, desde a sua mocidade; porque os filhos de Israel me ofendem até mesmo com o trabalho das suas mãos’, é a pronunciação de Jeová.31 ‘Pois esta cidade, desde o dia em que a construíram até o dia de hoje, mostrou ser nada mais do que causa para ira em mim e causa para furor em mim, a fim de removê-la de diante da minha face,32 em razão de toda a maldade dos filhos de Israel e dos filhos de Judá, que fizeram para me ofender, eles, seus reis, seus príncipes, seus sacerdotes e seus profetas, e os homens de Judá e os habitantes de Jerusalém.33 E persistiram em virar as costas para mim e não a face; embora se lhes ensinasse, levantando-se cedo e ensinando, mas não havia nenhum deles que escutasse para receber disciplina.34 E foram pôr suas coisas repugnantes na casa sobre a qual se invocou meu próprio nome, a fim de a aviltar.35 Outrossim, construíram os altos de Baal, que estão no vale do filho de Hinom, para fazerem seus filhos e suas filhas passar [pelo fogo] a Moloque, coisa que não lhes ordenei, nem me subiu ao coração fazer tal coisa detestável com o fim de fazer Judá pecar.’

Mesmo apesar de tudo isso , no lugar de extermínio por serem violadores do pacto, exatamente como previsto, o Criador Jeová lhes assegurou a manutenção do pacto através do porta-voz Moisés, mesmo antes do povo violar o pacto (Levítico 26:44,45), e através do porta-voz Jeremias nas seguintes palavras: (Jeremias 33:17-22)17 "Pois assim disse Jeová: ‘No caso de Davi, não se decepará homem [seu, impedindo-o] de sentar-se no trono da casa de Israel.18 E no caso dos sacerdotes, os levitas, não se decepará de diante de mim homem [impedindo-o] de oferecer holocaustos, e de fazer fumaça com a oferta de cereais, e de ofertar sacrifício, para sempre."19 E a palavra de Jeová veio adicionalmente a Jeremias, dizendo:20 "Assim disse Jeová: ‘Se vós pudésseis violar meu pacto do dia e meu pacto da noite, sim, para não haver mais dia e noite no seu tempo,21 também se poderia violar meu próprio pacto com Davi, meu servo, para que não viesse a ter um filho reinando no seu trono; também com os levitas, os sacerdotes, meus ministros.22 Assim como não se pode contar o exército dos céus, nem se pode medir a areia do mar, assim multiplicarei a descendência de Davi, meu servo, e os levitas que me ministram.’"

É o caso de ser fiel para com não merecedores. Jeová estava sendo fiel mesmo para com homens infiéis. Se Jeová manteve o pacto com infiéis, com quem está o mérito.

Misericórdia, misericórdia e muita misericórdia foi e continua sendo usada por Jeová para com que não merece. Se fossem justos e leais não se usaria misericórdia, se faria justiça. 

As palavras saídas da boca de Jeová foram bem claras: "Eu vou perdoar o erro, mas não abrirei mão da punição". Assim falou Jeová: (Êxodo 34:5-7) 5 E Jeová passou a descer na nuvem e a pôr-se ali junto dele, e passou a declarar o nome de Jeová. 6 E Jeová ia passando diante da sua face e declarando: “Jeová, Jeová, Deus misericordioso e clemente, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência e em verdade, 7 preservando a benevolência para com milhares, PERDOANDO O ERRO, e a transgressão, e o pecado, MAS DE MODO ALGUM ISENTARÁ DA PUNIÇÃO, trazendo punição pelo erro dos pais sobre os filhos e sobre os netos, sobre a terceira geração e sobre a quarta geração.”

EU PERDOO, MAS, VOU PUNIR COM A MORTE no deserto.

Na verdade, a punição era somente não entrarem na terra prometida, isto é, morrerem ali no deserto. Aquela geração acima de vinte anos é que foi punida.

O PERDÃO OCORREU ANTES DA PUNIÇÃO.

Um exemplo prático de como Jeová cumpriu suas sábias palavras acima ocorreu com o povo no ermo. Estas foram as palavras de Jeová para aquela geração que embora tenha visto todos os sinais de Jeová no Egito e no ermo: (Números 14:17-23) 17 E agora, por favor, torne-se grande o teu poder, ó Jeová, assim como falaste, dizendo: 18 ‘Jeová, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência, perdoando erro e transgressão, mas ele de modo algum eximirá da punição, trazendo punição pelo erro dos pais sobre os filhos, sobre a terceira geração e sobre a quarta geração.’ 19 Por favor, perdoa o erro deste povo segundo a grandeza da tua benevolência e assim como perdoaste a este povo desde o Egito até agora.” 20 Jeová disse então: “DEVERAS PERDÔO segundo a tua palavra. 21 E, por outro lado, assim como vivo, toda a terra se encherá da glória de Jeová. 22 MAS todos os homens que têm visto a minha glória e os meus sinais que realizei no Egito e no ermo, e que ainda assim persistiram em pôr-me à prova estas dez vezes e não escutaram a minha voz, 23 nunca verão a terra que jurei aos seus pais, sim, todos os que me tratam sem respeito não a verão.. . .

(Números 14:26-30) 26 E Jeová prosseguiu, falando a Moisés e a Arão, dizendo: 27 “Até quando fará esta assembléia má tais resmungos contra mim? Ouvi os resmungos dos filhos de Israel com que resmungam contra mim. 28 Dize-lhes: ‘“Assim como vivo”, é a pronunciação de Jeová, “se não vos farei exatamente assim como falastes aos meus ouvidos! 29 NESTE ERMO CAIRÃO OS VOSSOS CADÁVERES, sim, todos os vossos registrados de todo o vosso número, da idade de vinte anos para cima, vós os que resmungastes contra mim. 30 Quanto a vós, não entrareis na terra a respeito da qual ergui minha mão [em juramento] para residir convosco, com exceção de Calebe, filho de Jefuné, e Josué, filho de Num.

Alguém poderá questionar: Se houve punição com a morte, como houve perdão?? Na verdade, a punição existente foi a não realização do desejo do povo de entrar na terra prometida. Toda aquela geração não entrou na terra prometida como uma punição da parte de Jeová. Adiando por quarenta anos a entrada na terra prometida, Jeová os condenou a morrer ali mesmo no deserto.

Apenas quem tinha acima de vinte anos de idade é que morreria ali no deserto como uma punição. Aquela geração não passaria de sessenta anos de idade. Alguns poderiam ultrapassar os sessenta anos, no entanto, morreriam antes de entrar na terra da promessa, pois a punição era não entrar na terra da promessa”.

Mesmo assim estavam perdoados?? Como isto ocorria??

Simplesmente porque a morte não é o fim; a morte é apenas uma punição. O que ocorrerá depois da punição?? Haverá o reconhecimento do pecado, o reconhecimento da necessidade da punição, a vergonha e a humilhação do punido e o aumento do amor do punido pelo perdoador. Um relacionamento paterno, sábio e amoroso, que visa o aumento da sabedoria do filho punido. O filho amado é punido, mas reconhecerá que foi perdoado sem qualquer mérito seu quando reconhecer o seu erro e a gravidade dele.

O Pai não guardaria nenhum ressentimento destes humanos pertencentes a esta geração. Todos seriam ressuscitados no último dia.




Um prisioneiro sentenciado a morrer na prisão (prisão perpétua), caso cometa outros crimes nesta condição de prisioneiro, ao receber outras sentenças iguais à primeira, ou aumentando o número de anos da sentença, não mudaria em nada sua condenação. Para que ele sentisse uma mudança qualquer imposta por uma nova punição, esta poderia vir através de castigos físicos ou com a antecipação de sua morte. Todo humano imperfeito está sentenciado a prisão perpétua (morte na prisão) na sua grande prisão Terra, pelo crime do pecado (incapacidade de fazer as coisas perfeitamente certas para o Criador), entretanto, mesmo sentenciado e cumprindo sua pena, continuam individualmente cometendo o crime do pecado todos os dias. Nesta condição, todo e qualquer humano, ao morrer a qualquer tempo e qualquer hora, apenas cumpre sua sentença. Não importa o tipo de morte, ele simplesmente cumpre a sua sentença. Não existe exceção, sendo punidos com castigos ou não, todos os prisioneiros estão sob a mesma condenação, quer prestem bons serviços na prisão por terem bom comportamento, quer não. Não são todos prisioneiros? Não estão todos condenados à morte? Não continuam todos pecando?
O prisioneiro “A” é aquele que por bom comportamento, fruto de um curso intensivo de boas maneiras a ele ministrado ali mesmo na cadeia, presta bons serviços na cadeia e o prisioneiro “B”, que não recebeu este curso, é aquele que tem péssimo comportamento. Seria demonstrar imparcialidade caso fosse concedido perdão para o prisioneiro “A” que comete um assassinato, enquanto não concede o mesmo perdão para o prisioneiro “B” que também cometa um assassinato? Não restaria configurado, “dois pesos e duas medidas”?


No caso do arbitrário censo, o Sábio Criador Jeová deixou claro para Davi, que para Ele, Jeová, causar a morte através de elementos naturais, diretamente ou através de outros humanos, não constitui diferença. 2 Samuel 24:10-17 10 E o coração de Davi começou a bater nele depois de ter contado o povo. Por conseguinte, Davi disse a Jeová: “Pequei muitíssimo naquilo que fiz. E agora, Jeová, por favor, deixa passar o erro do teu servo; pois agi muito nesciamente.” 11 Quando Davi passou a levantar-se de manhã, veio a própria palavra de Jeová a Gade, o profeta, visionário de Davi, dizendo: 12 “Vai, e tens de dizer a Davi: ‘Assim disse Jeová: “Três coisas te imponho. Escolhe para ti uma delas, para que eu ta faça.”’” 13 Concordemente, Gade entrou até Davi e informou-o, e disse-lhe: “Devem vir sobre ti sete anos de fome na tua terra, ou três meses em que foges diante dos teus adversários, perseguindo-te eles, ou a ocorrência de três dias de pestilência na tua terra? Agora sabe e vê o que devo responder Àquele que me envia.” 14 Por isso Davi disse a Gade: “É muito aflitivo para mim. Por favor, caiamos na mão de Jeová, porque são muitas as suas misericórdias; mas não caia eu na mão dum homem.”15 Jeová deu então uma pestilência em Israel, desde a manhã até o tempo designado, de modo que pereceram dentre o povo setenta mil pessoas, desde Dã até Berseba. 16 E o anjo estava estendendo sua mão para Jerusalém, a fim de a arruinar; e Jeová começou a deplorar a calamidade e por isso disse ao anjo que causava a ruína entre o povo: “Basta! Abaixe-se agora a tua mão.” E sucedeu que o próprio anjo de Jeová estava perto da eira de Araúna, o jebuseu.17 E Davi passou a dizer a Jeová, ao ver o anjo que golpeava o povo, sim, passou a dizer: “Eis que fui eu que pequei e fui eu que cometi a falta; mas estas ovelhas — que fizeram elas? Por favor, venha a tua mão sobre mim e sobre a casa de meu pai.”


Sob que condições cometeu Davi, este pecado? Estava ele sob extrema pressão emocional causada pela perda inesperada de entes queridos e/ou por estar sentindo dores físicas insuportáveis? Que reação teve quando um humano tentou impedi-lo de cometer tal pecado?
Seu ato qual pastor, trouxe calamidade para suas ovelhas. Ele deveria dar sua vida pelas ovelhas, não levá-las à morte através de seus pessoais atos irresponsáveis.
Davi, qual pastor, escolheu e estava recebendo uma “punição ou castigo” pelo sério erro cometido, mas não estava sendo julgado, entretanto, paralelamente o povo (ovelhas) também colhia o fruto, a conseqüência da escolha errada feita anos atrás, de terem um “reinado humano”, (um rei que comete erros) e assim como Davi, também não estavam sendo definitivamente julgados. O Sábio Professor estava em ação.
Davi estava consciente que o povo estava pagando pelo seu erro pessoal. Que peso! Estando o povo consciente disso, que reações teriam?
Ao passar por tantas pressões emocionais, o coração de Davi vivia entre a sensibilidade e a insensibilidade. Estar no poder trazia desequilíbrio para Davi, como traria para qualquer outro humano imperfeito, além das muitas batalhas e mortes resultantes.
Nos casos acima, todos estes de certa forma conheciam a Jeová, faziam parte do povo escolhido e ensinado por Jeová, escolha essa e relacionamento que “serviam a um objetivo específico do Criador”, não da criatura, criatura esta, que ainda se beneficiava deste relacionamento. Era um relacionamento educativo, que embora baseado em regras de pode e não pode, ‘faça e não faça, no qual o Criador Jeová especificava nos mínimos detalhes o que o humano imperfeito devia e não devia fazer, estipulando um parâmetro detalhado do que é certo e errado, através de minuciosas leis escritas, este relacionamento conduzia (preparava-os) a algo bem mais profundo à frente.

Conduzia a salvação? Paulo responde em Romanos 3:19,20. 19 Ora, nós sabemos que todas as coisas ditas pela Lei ela dirige aos que estão debaixo da Lei, a fim de que se tape cada boca e todo o mundo fique sujeito a Deus para punição. 20 Portanto, por obras de lei, nenhuma carne será declarada justa diante dele, pois pela lei vem o conhecimento exato do pecado.


Todos os humanos imperfeitos estão sujeitos a Deus para punição, pois os mesmos pecados revelados ou exibidos pela lei, são os mesmos praticados por todos os humanos, inclusive os judeus que estavam debaixo da lei. “Todos” sem exceção estavam com suas bocas tapadas em reconhecimento, sem qualquer justificativa ou apelação e sujeitos ao Criador apenas para uma punição justa, pois nenhum humano imperfeito consegue cumprir perfeitamente a lei, nenhum deles é 100% confiável, todos cometerão algum erro, grande, pequeno, médio, muitos ou poucos; não importa, haverá erro.
Ora, se todos estão sujeitos a Deus para a punição, sem justificativa ou com a boca tapada, de quem é o mérito quando não há punição? Unicamente do Criador.
A justiça para ser perfeita não pode admitir quaisquer exceções à regra. A justiça é a mesma tanto para amigos quanto para inimigos. Assim se apresenta a imparcialidade.
Obviamente, a Lei Perfeita para humanos imperfeitos, produziu muitas punições executadas por Jeová com base na Justiça, entretanto, o próprio Criador Jeová deixou de punir com a morte, humanos imperfeitos que estavam debaixo desta mesma Lei e a desobedeceram, usando sua Misericórdia, induzindo-os a refletirem sobre isso. Estava o Santo Criador “usando” o educativo punir ou “usando” o definitivo julgar? Era o caso de punir ou não punir um filho. Estava Jeová sendo injusto, parcial, deixando de usar a isonomia? Óbvio que não, todos são filhos e amados.

(Jó 34:19) 19 [Há Um] que não tem mostrado parcialidade para com príncipes E não tem dado mais consideração ao nobre do que ao de condição humilde, Porque todos eles são trabalho das suas mãos.


Logo, o Seu objetivo não era simplesmente punir definitivamente o errante, julgando-o definitivamente, exercendo a justiça, pois afinal, todos são errantes e todos merecem receber justa punição com a morte, a qualquer tempo e a qualquer hora. O Criador Jeová está perdoando a todos os imperfeitos, todo o tempo por não atingirem o padrão perfeito, ou seja, o de serem plenamente confiáveis para continuarem a viver num sistema perfeito. Exibir o erro e a tendência de sempre errar de todo humano imperfeito; a escravidão deste imperfeito ao estado de eterna punição justa por parte do Criador Perfeito são alguns dos motivos, enquanto Ele destacava e demonstrava na prática o Seu superlativo Amor, por lidar com eles, exatamente por estarem nesta condição ignorante, objetivando recuperá-los através do pleno conhecimento combinado com uma grande sensibilidade de coração.

A isonomia caracteriza oportunidade e tratamento igual para os iguais. Todos os imperfeitos são iguais.


O próprio Criador Jeová nos instrui do seu grandioso objetivo em Jeremias 31:31-34. 31 “Eis que vêm dias”, é a pronunciação de Jeová, “e eu vou concluir um novo pacto com a casa de Israel e com a casa de Judá; 32 não um igual ao pacto que concluí com os seus antepassados no dia em que os tomei pela mão para os tirar da terra do Egito, ‘pacto meu que eles próprios violaram, embora eu mesmo tivesse a posse marital deles’, é a pronunciação de Jeová”.33 “Pois este é o pacto que concluirei com a casa de Israel depois daqueles dias”, é a pronunciação de Jeová. “Vou pôr a minha lei no seu íntimo e a escreverei no seu coração. E vou tornar-me seu Deus e eles mesmos se tornarão meu povo.”34 “E não mais ensinarão, cada um ao seu companheiro e cada um ao seu irmão, dizendo: ‘Conhecei a Jeová!’ porque todos eles me conhecerão, desde o menor deles até o maior deles”, é a pronunciação de Jeová. “Porque perdoarei seu erro e não me lembrarei mais do seu pecado.”


Todos eles me conhecerão.” O verdadeiro conhecimento é imprescindível também, para percebermos a nossa própria ignorância. Jeová ensinará a todos os humanos, sem qualquer intermediário humano, pois hoje, individualmente todos nós somos ignorantes e necessitamos imprescindivelmente do perdão do Criador, por não termos condições de, e por não cumprirmos o propósito original de termos sido criados. Amorosamente, Jeová simplesmente aceita o melhor que cada um pode dar na sua condição ignorante, assim como nós aceitamos o melhor das nossas ignorantes crianças. Ele nos incentiva a continuarmos, destacando nossos acertos e quase sempre ignorando os erros, entretanto, sempre ensinando-nos lições, sabendo que a ignorância varia individualmente.

Fica claro que estes não receberam um "merecido" perdão (perdão por mérito do perdoado), antes, havia uma merecida morte, merecida sentença de morte a ser aplicada e que foi suspensa, não foi aplicada. Houve Misericórdia Imerecida. Há Misericórdia Imerecida e continuará a haver Misericórdia Imerecida até o momento certo de quem a concede, o Todo Sábio e Amoroso Criador Jeová.

A sentença de morte é declarada no momento do pecado, no momento do erro. A alma que pecar - ela é que morrerá. Se pecou, está automaticamente sentenciado a morte. Não há nada que o sentenciado possa fazer exceto aguardar a aplicação da penalidade. No caso de "alma por alma", estar arrependido por ter matado alguém devolve vida ao morto? Foi num acesso de ira, perdi o autodomínio e outras desculpas não devolvem a vida. Depende agora única e exclusivamente do perdão do ofendido que tem o direito de executar a sentença de morte. Se o ofendido abrir mão da sentença, houve um perdão. O mérito é todo daquele que perdoou. Quando plenamente consciente do erro cometido, o perdoado envergonha-se e arrepende-se.

No caso de ser avisado antecipadamente para não cometer o erro e mesmo assim tê-lo cometido, aquele que perdoa tem um mérito muito maior. Ao que errou sobra uma vergonha e humilhação muito maior. Existe algum merecimento no perdoado?

Ora, se um servo de Jeová agisse hoje com esses atos que Davi apresenta no seu currículo, poderíamos identificá-lo como um servo íntegro? Davi via-se como um servo íntegro. Estas foram as suas palavras:

(Salmos 26:1-12) 26 Julga-me, ó Jeová, porque eu mesmo tenho andado na minha própria integridade E tenho confiado em Jeová, para não vacilar.  2 Examina-me, ó Jeová, e põe-me à prova; Refina-me os rins e o coração.  3 Porque a tua benevolência está diante dos meus olhos E tenho andado na tua verdade.  4 Não me sentei com homens de inveracidade; E não entro com os que ocultam o que são.  5 Tenho odiado a congregação dos malfeitores E não me sento com os iníquos.  6 Lavarei as mãos na própria inocência E vou marchar ao redor do teu altar, ó Jeová,  7 Para fazer ouvir alto o agradecimento E para declarar todas as tuas obras maravilhosas.  8 Jeová, tenho amado a habitação da tua casa E o lugar do domicílio da tua glória.  9 Não tires a minha alma junto com os pecadores, Nem a minha vida junto com os homens culpados de sangue, 10 Em cujas mãos há conduta desenfreada E cuja direita está cheia de suborno. 11 Quanto a mim, andarei na minha integridade. Oh! redime-me e mostra-me favor. 12 Meu próprio pé certamente ficará posto em lugar plano; Bendirei a Jeová no meio das multidões congregadas.

Muito embora não se possa precisar quando Davi compôs estes lindos versos deste cântico, vemos o conceito que Davi formava a respeito de si mesmo. Em outra ocasião, Davi compôs este outro cântico:

(Salmos 41:4-12)  4 Quanto a mim, eu disse: “Ó Jeová, mostra-me favor. Sara deveras a minha alma, pois pequei contra ti.”  5 Quanto aos meus inimigos, dizem o que é mau a meu respeito: “Quando é que morrerá e realmente perecerá o seu nome?”  6 E se alguém deveras [me] visitar, seu coração falará a inveracidade; Apanhará para si algo prejudicial; Sairá; do lado de fora falará [disso].  7 Todos os que me odeiam cochicham entre si unidamente contra mim; Estão maquinando contra mim algo de mal para mim:  8 “Uma coisa imprestável foi despejada sobre ele; Agora que se deitou, não mais se levantará.”  9 Também o homem que estava em paz comigo, em quem confiei, Que comia meu pão, engrandeceu [seu] calcanhar contra mim. 10 Tu, porém, ó Jeová, mostra-me favor e faze-me levantar-me, Para que eu lhes retribua. 11 Por meio disso sei deveras que te agradaste de mim, Porque meu inimigo não brada em triunfo sobre mim. 12 Quanto a mim, sustentaste-me por causa da minha integridade E pôr-me-ás diante da tua face por tempo indefinido.

Retribuir ao inimigo; isso é algo que não pode existir no coração dos que querem ser "filhos de Jeová". Jó, também defendendo sua integridade, assim falou:

(Jó 31:29-30) 29 Se eu costumava alegrar-me com a extinção daquele que me odiava intensamente, Ou se fiquei agitado porque o atingiu o mal — 30 E não permiti que o meu palato pecasse, Pedindo uma imprecação contra a sua alma.

Assim falou nosso único Instrutor e modelo perfeito: (Mateus 5:38-39) 38 “Ouvistes que se disse: ‘Olho por olho e dente por dente.’ 39 No entanto, eu vos digo: Não resistais àquele que é iníquo; mas, a quem te esbofetear a face direita, oferece-lhe também a outra.

(Lucas 6:27-36) 27 “Mas, eu digo a vós, os que estais escutando: Continuai a amar os vossos inimigos, a fazer o bem aos que vos odeiam, 28 a abençoar os que vos amaldiçoam, a orar pelos que vos insultam. 29 Àquele que te bater numa face, oferece também a outra; e a quem te tirar a tua roupa exterior, não negues nem mesmo a roupa interior. 30 Dá a todo o que te pedir, e daquele que te tirar tuas coisas, não [as] peças de volta. 31 “Também, assim como quereis que os homens façam a vós, fazei do mesmo modo a eles. 32 “E, se amardes aos que vos amam, de que mérito é isso para vós? Pois até mesmo os pecadores amam aos que os amam. 33 E, se fizerdes o bem aos que vos fazem o bem, realmente, de que mérito é isso para vós? Até os pecadores fazem o mesmo. 34 Também, se emprestardes [sem juros] àqueles de quem esperais receber, de que mérito é isso para vós? Até mesmo pecadores emprestam [sem juros] a pecadores, para receberem de volta o mesmo. 35 Ao contrário, continuai a amar os vossos inimigos e a fazer o bem, e a emprestar [sem juros], não esperando nada de volta; e a vossa recompensa será grande, e sereis filhos do Altíssimo, porque ele é benigno para com os ingratos e os iníquos. 36 Continuai a tornar-vos misericordiosos, assim como vosso Pai é misericordioso .

Comparado com o modelo perfeito Jesus o nosso Instrutor, "naquilo que fez" e "naquilo que nos ensinou", ficam expostom os erros de nosso irmão Davi; óbvio, ele era imperfeito. Também não é nossa função, julgar nosso irmão Davi ou quaisquer outros humanos, pois assim nosso Instrutor e modelo perfeito determinou :

(Lucas 6:37-38) 37 “Além disso, parai de julgar, e de modo algum sereis julgados; e parai de condenar, e de modo algum sereis condenados. Persisti em livrar, e sereis livrados.

Ora, mesmo sendo perfeito, ele não julgou os humanos ali. Ele falou: (João 12:47) 47 Mas, se alguém ouvir as minhas declarações e não as guardar, eu não o julgo; pois não vim julgar o mundo, mas salvar o mundo.

Só devemos fazer aquilo que o modelo fez, e  as palavras faladas pelo modelo perfeito devemos repeti-las com a exatidão de 100%. 

Será que o Pai divide os humanos em amigos e inimigos??

Para os amigos todas as coisas boas, afinal de contas, amigo é amigo, e deve ficar do lado do amigo em todas as circunstâncias, independente do amigo estar ou não com razão.

Será que o Pai se comporta desta forma??

Será que Ele é leal para com os amigos e desleal para com os inimigos??

Uma canção humana assim define o relacionamento de Jeová com alguns humanos:

(Salmos 18:25) 25 Com alguém leal agirás com lealdade; Com o varão vigoroso, sem defeito, procederás sem defeito;





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