NÓS INÍQUOS ESTAREMOS LÁ NA NOVA ORDEM. E AGORA??

Criada em 31/03/10 Última alteração em 05/06/12


 


 


 





ESTAREMOS LÁ NA “NOVA ORDEM”, APESAR DE TERMOS SIDO JULGADOS E CONDENADOS à MORTE ETERNA POR JUÍZES HUMANOS





ATENÇÃO VÓS OS QUE DIZEIS: “SEM A NOSSA APROVAÇÃO, NÃO ENTRAREIS NO REINO DE DEUS”.

Juízes humanos têm APROVADO e REPROVADO pessoas diante de Jeová e para Jeová. Que posição incrivelmente enaltecida!!

Os juízes humanos afirmam: “De acordo com a autoridade a mim investida, eu te declaro reprovado diante de Deus”.

Nota aos “juízes humanos”: NÓS INÍQUOS NÃO DEPENDEMOS DA TUA APROVAÇÃO PARA SERMOS RESSUSCITADOS.

O que sentirão e o que dirão os “juízes” humanos que hoje condenam outros “humanos pecadores” a uma morte eterna, a uma inexistência eterna, quando os virem vivos e bem vivos na ressurreição, lá no Dia do Juízo??

O que sentirão e o que dirão às pessoas de Sodoma, Gomorra, Admá e Zeboim, pessoas que estes “juízes” humanos condenaram a inexistência eterna, por serem “crassos pecadores”, indignos de uma ressurreição, ao os verem vivos e alegres, lá no Dia do Juízo??

O que sentirão e o que dirão estes “juízes” humanos a toda geração iníqua e adúltera dos dias de Jesus que foram condenados por eles a inexistência eterna, ao os verem todos eles bem vivos e alegres, lá no Dia do Juízo??

O que sentirão e o que dirão estes “juízes” humanos a todos os “iníquos” que foram condenados por eles a inexistência eterna nas suas comissões judicativas, quando virem todos os seus “desassociados” bem vivos, bem vivos e felizes, lá no Dia do Juízo?

O que sentirão e o que dirão estes “juízes” humanos àqueles que foram condenados por eles a uma morte eterna, por não ouvirem e não obedecerem às palavras que eles classificam como “verdade” e que pregam abundantemente, quando os virem vivos, bem vivos e alegres, lá no Dia do Julgamento??

O que sentirão e o que dirão estes “juízes” humanos aos seus próprios parentes consanguíneos próximos, maridos, esposas, filhos e seus próprios vizinhos, todos rotulados de “mundanos”, que eles continuam condenando à morte eterna, aos os verem vivos e bem alegres, lá no Dia do Juízo??

PORQUE O MEU JULGAMENTO NÃO VALEU?? NÃO SERÁ ESTA A PERGUNTA QUE CERTAMENTE FARÃO??

Quem autorizou tais humanos a agirem como promotores (acusadores)?? Quem autorizou tais humanos pecadores a condenarem outros humanos que cometessem pecados?? Quem autorizou tais humanos réus a agirem como “juízes” antes do Dia de Julgamento?? Quem investiu tais humanos com tamanha autoridade?? Será que foi o rei?? Não, não foi o rei. Jesus foi designado rei, foi designado pastor e também recebeu autoridade para julgar. Jesus afirmou a respeito de si mesmo: Eu não vim julgar; Eu não o julgo. (João 12:46-48) 46 EU VIM COMO LUZ ao mundo, a fim de que todo aquele que depositar fé em mim não permaneça na escuridão. 47 Mas, se alguém ouvir as minhas declarações e não as guardar, EU NÃO O JULGO; pois NÃO VIM JULGAR o mundo, mas salvar o mundo. 48 Quem me desconsiderar e não receber as minhas declarações, tem quem o julgue. A PALAVRA que eu tenho falado é que O JULGARÁ no último dia;



EU VIM COMO LUZ, EU NÃO VIM COMO JUIZ. Os alunos também devem ser LUZ e não juízes. (Mateus 5:14) 14 “Vós sois A LUZ do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte.

Jesus afirmou-lhes: Vós sois a LUZ. Os alunos devem ser iguais ao Mestre. O dever do aluno é ser LUZ. O dever do aluno não é o de ser um JUIZ. O aluno não foi investido da autoridade de juiz. Onde está a assinatura do rei lhes outorgando a autoridade de JUIZ??

QUE MANDAMENTO FOI RETRANSMITIDO E OBEDECIDO PELO MESTRE JESUS??

Que mundo veio Jesus salvar?? Buscar e salvar um mundo justo?? Buscar e salvar um mundo santo?? Buscar e salvar pessoas justas?? Buscar e salvar pessoas santas?? Ou será que ele veio buscar e salvar pessoas perdidas?? Ou será que ele veio buscar e salvar o que estava perdido?? O próprio Jesus responde de forma bem clara: (Lucas 19:10) 10 Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido.”

No lugar de acusar e condenar o que estava perdido (pecadores), prática comum dos adoradores de Jeová até então, em obediência à diretriz de “eliminai o mal do vosso meio” estabelecida por Moisés, Jesus veio salvar exatamente aquilo que estava perdido (pecadores), isto é, pecadores acusados e condenados. Quando Jesus proferiu estas palavras, ele tinha acabado de ser questionado por estar sendo hóspede de Zaqueu, um chefe de cobradores de impostos, além de estar na companhia de outros “pecadores”, vistos e sentidos como “vasos próprios para a destruição”. Segundo tais questionadores, Jesus estava praticando uma ação pecaminosa, uma ação antibíblica. Estes desprezados pecadores, que, para os que se consideravam justos, não possuíam qualquer valor e não eram dignos de qualquer estima, representavam o aqui chamado por Jesus de “o que estava perdido”. Os pecadores são um mal e o mal é para ser eliminado do nosso meio, estabeleceu Moisés. (Deuteronômio 17:12) 12 E o homem que se comportar presunçosamente, não escutando o sacerdote que ali está de pé para ministrar a Jeová, teu Deus, ou o juiz, tal homem tem de morrer; e tens de eliminar o mal de Israel. (Deuteronômio 19:18-19) 18 E os juízes têm de pesquisar cabalmente, e se a testemunha for uma testemunha falsa e tiver levantado uma acusação falsa contra seu irmão, 19 então tendes de fazer-lhe assim como ele tramou fazer ao seu irmão, e tens de eliminar o mal do teu meio. (Deuteronômio 21:21) 21 Então todos os homens da sua cidade têm de atirar nele pedras e ele tem de morrer. Assim tens de eliminar o mal do teu meio, e todo o Israel ouvirá e deveras ficará com medo.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Deuteronômio 17:12) 12 O homem que se houver com presunção, não ouvindo ao sacerdote que está ali para ministrar diante de Jeová teu Deus nem ao juiz, esse homem morrerá; tirarás de Israel o mal. (Deuteronômio 19:18-19) 18 Os juízes indagarão bem; se a testemunha for falsa, e tiver dado falso testemunho contra seu irmão, 19 tratá-lo-eis como ele tinha intento de tratar a seu irmão; assim exterminarás o mal do meio de ti. (Deuteronômio 21:21) 21 Então todos os homens da cidade o apedrejarão, até que morra. Assim exterminarás o mal do meio de ti; e todo o Israel ouvirá, e temerá.

Obedecendo ao que estava escrito, estes homens eliminavam o mal do meio do povo.

Antes de Jesus ser batizado, os sacerdotes efetuavam julgamento dos pecadores. Temporariamente, os sacerdotes haviam recebido de Moisés tal autorização de julgar e condenar pecadores. Eles agiam de acordo com a Lei recebida e válida para eles, para toda a nação e para os residentes forasteiros. Eles não podiam ir além do que a lei previa. Poderiam se tornar “obreiros do que é contra a lei”.

Quando os homens trouxeram até Jesus uma mulher pega no ato do adultério, o que disseram tais homens?? Não afirmaram eles: “A lei de Moisés prescreve”?? Sim foi exatamente isto o que disseram. Durante séculos e séculos, o que acontecia nesta circunstância?? Julgamento, acusação, condenação e execução da adúltera, a pecadora. A pecadora era executada por se tornar um caso perdido aos olhos dos juízes e dos executores; aliás, aos olhos de toda a “nação santa”. Tinha de ser destruída e pronto. Assim, eles eliminavam o mal do seu meio, obedecendo às palavras de Moisés. Os sentimentos eram o desprezo (desvalorização), a hostilidade e a intolerância, o que obviamente levava a ação de destruir aquilo que não presta, aquilo que não tem valor. Eles praticavam todas estas coisas no claro objetivo de AGRADAR a Jeová, pois cumpriam uma ordem que estava nas “Escrituras”.

Esta lei dada a eles por Moisés criava e era a base de tais sentimentos contra os pecadores, isto é, pessoas que realmente cometiam determinados tipos de pecados. Segundo a lei de Moisés, só havia pena de morte para alguns tipos de pecados, logo, segundo a lei de Moisés os pecados eram diferenciados quanto a sua gravidade.

O que dizes tu?? Esta foi a pergunta feita pelos homens que trouxeram a adúltera até Jesus. Ora, se a lei estava válida, porque motivo, tais homens viriam a Jesus para lhe fazer esta pergunta??? Qual o motivo?? Qual o motivo?? Se este era um caso de execução por carrascos era só cumprir a lei e pronto, exatamente como era feito por eles até então. No entanto, havia uma dúvida no ar. O que poderia gerar esta dúvida em pessoas que julgavam, condenavam e matavam pecadores desde a infância e que gostavam de fazer isto??

Decerto, Jesus já havia falado algo contrário ao que eles faziam por séculos, ordenados por Moisés. Não se tratava de uma ordem sagrada?? Não se tratava de uma ordem santa?? Não se tratava de uma ordem bíblica?? Havia Jesus falado algo contrário a este ritual de julgamento, condenação e execução de uma adúltera??

Sim, Jesus havia falado algo. Bem, o que Jesus falou?? Jesus falou as seguintes palavras: “PARAI de julgar; PARAI de condenar”; NÃO julgueis; NÃO condeneis. A ordem dada na nova lei era: “PARE de julgar”. Pare de julgar o que exatamente?? Pare de condenar o que exatamente?? Esta nova lei tinha sido anunciada por Jesus lá no monte e já causava uma grande polêmica entre o povo escolhido. O povo escolhido tinha por hábito acusar, julgar, condenar e executar àqueles que aos seus olhos eram pecadores, que aos seus olhos eram um caso perdido, que aos seus olhos não possuíam qualquer valor. Todo o povo aprovava e se agradava de tais execuções. Sentiam prazer na morte dos iníquos, festejavam a morte dos iníquos. Segundo eles, estas execuções agradavam a Jeová, pois eles estavam obedecendo ao que estava nas “Escrituras”. Segundo Moisés eles estavam eliminando o mal do seu meio.

Para aqueles homens, o que fora falado por Jesus era algo novo, algo que contrariava os costumes transmitidos por Moisés. Estava Jesus modificando a lei dada por Jeová a Moisés?? Não havia Moisés falado “face a face” com Jeová?? Sim, havia.

Jesus afirmou: “Eu vou cumprir a lei e os profetas”. Afinal, que lei cumpria Jesus?? Jesus não obedecia a mesma lei obedecida pelo povo, isto é, aquilo que o povo considerava como a “lei de Moisés”, como os “costumes instituídos por Moisés”.

Quem é que julga?? Um Juiz, alguém a quem é outorgada e investida a autoridade de Juiz.

Quem outorga a alguém a autoridade de Juiz?? Apenas a lei, e neste caso, a lei criada pelo Rei (Jeová).

Quem é que condena?? Um Juiz. Condenação é uma decisão tomada somente por um Juiz.

Afinal de contas, o que é julgar?? Vamos ver a definição dada por certo dicionário (Koogan/Houaiss): JULGAR v.t. Decidir um litígio na qualidade de juiz ou árbitro: julgar um processo. / Pensar, supor: julgou necessário protestar. / Avaliar, emitir opinião, formular um juízo: julgar uma pessoa pela aparência. / Reputar, considerar: julgo-o bastante competente. / — V.pr. Ter-se por, considerar-se.

Para “julgar” é imprescindível que a pessoa se coloque na qualidade de JUIZ. Aquele que aceita esta pessoa como um juiz, passa a respeitar a decisão tomada por este “juiz”. Aquele que aceita tal pessoa como um juiz, passa a cumprir a decisão tomada por este “juiz”; passa a se submeter à decisão tomada por este “juiz”. A decisão tomada por um “juiz” passa a ser uma “decisão judicial”. Um “juiz” avalia um litígio qualquer entre duas ou mais pessoas e formula a sua opinião, que sendo oficial, deve ser obedecida por aqueles que o aceitam como um “juiz”. Assim, o juiz precisa ser uma pessoa investida de “autoridade”, uma pessoa que os demais aceitam como sendo “autoridade”, isto é, como uma pessoa que está acima das demais. Jesus negou-se a avaliar um litígio entre dois humanos, algo que envolvia uma partilha de bens. Embora tivesse toda a CAPACIDADE, negou-se a ser juiz para aqueles humanos. Mostrou-lhes o que a lei de Jeová falava sobre a questão, mostrou-lhes o que devia servir de base para eles resolverem o litígio, mostrou-lhes a lei, agiu como LUZ. Jesus mostrou como se faz.

Afinal de contas o que é um “juiz”?? Vamos ver a definição dada por certo dicionário (Koogan/Houaiss): JUIZ s.m. Magistrado que tem por função ministrar a Justiça. / Pessoa que serve de árbitro em alguma pendência ou competição. / Nome dado aos chefes supremos dos hebreus até a instituição da realeza. // Juiz de direito ou juiz togado, magistrado que julga, em uma comarca, segundo as provas nos autos. // Juiz de fato, o mesmo que jurado ou membro do júri. // Juiz relator, o que funciona junto a um tribunal para relatar o feito. // Juiz de paz, antigo magistrado eletivo a quem competia o julgamento das causas de pequena relevância (desavenças, cobranças de pequeno valor, realização de casamento), da alçada de um juízo de paz ou juízo conciliatório. // Juiz de fora, antigo magistrado no período colonial, a que corresponde hoje o juiz de direito. // Juiz de primeira instância, juiz de comarca.

Um “juiz” é um magistrado. Bem, o que é um magistrado?? Vamos ver a definição dada por certo dicionário (Koogan/Houaiss): MAGISTRADO s.m. Funcionário ou oficial civil INVESTIDO DE AUTORIDADE jurisdicional (membros dos tribunais e das cortes etc.), administrativa (prefeito, subprefeito etc.) ou política (presidente, governador etc.). / Designação geral dos juízes, desembargadores e ministros.

É o “Juiz” quem CONDENA o pecador; ele declara que o pecador tem de receber a sentença “prevista na lei” para seu pecado.

CONDENAR E CONDENAÇÃO > Definição dada por certo dicionário: CONDENAR v.t. Direito Declarar incurso em pena: o júri condenou o réu. / Mostrar a criminalidade: as provas o condenam. / Rejeitar, julgar incapaz do serviço a que é destinado. / Obrigar, forçar. / Reprovar, censurar, refutar. / Julgar merecedor do inferno. // Condenar um doente, declarar que sua doença é incurável. / — V.pr. Culpar-se; obrigar-se; sujeitar-se.

CONDENAÇÃO s.f. Ação de condenar. / Decisão de um tribunal que pronuncia uma sentença contra o autor de um crime, delito, contravenção. (No tribunal do júri, os jurados julgam a culpabilidade do réu e o juiz pronuncia a sentença.) / A pena infligida: condenação a reclusão. / Censura, reprovação.

O que é uma “Comissão judicativa”??? O termo judicativo é assim descrito por certo dicionário:

judicativo
[De judicar + -tivo.]
Adjetivo.
1.Judicante.
2.Que tem a faculdade de julgar.
3.Que sentencia.



A “comissão judicativa” estabelece uma sentença; ela sentencia um pecador. Somente juízes podem formar uma comissão judicativa.

Ficou bem claro. “Juiz” é um humano qualquer a quem uma lei outorga a autoridade para julgar, emitir pareceres e decisões judiciais em relação a outros humanos. Até mesmo o “Juiz” encontra-se na obrigação de CUMPRIR aquilo que determina a lei. O “Juiz” não pode afrontar a lei. Quando um humano, através de uma ação, ofende a lei, é unicamente um juiz quem o condena por ofensa a lei. Quem não é “juiz” não deve condenar aquele que ofendeu a lei, pois se o fizer, também estará ofendendo a mesma lei. Aqueles que agem como justiceiros, julgando e executando sentenças em criminosos, são classificados como criminosos, pois a lei assim o determina. O justiceiro chega até mesmo a criar leis. O justiceiro toma a lei em suas mãos e decide fazer o que ele chama de “justiça”. Não cabe a ele tomar qualquer atitude contra quem descumpriu a lei. Se o fizer, estará descumprindo a lei e se tornando um ofensor da lei. Também ficou claro que para ser juiz, a pessoa precisa “oficialmente” receber autoridade para exercer tal função.

Uma ordem dada por Jesus foi esta: “PARAI de julgar”; Não julgueis.

Uma outra ordem dada por Jesus foi esta: “PARAI de condenar”; Não condeneis.

O HUMANO QUE JULGAR E CONDENAR ESTÁ COMETENDO UM PECADO.

NÃO TE TORNES UM JUIZ.

NÃO JULGUE NINGUÉM, NÃO CONDENE NINGUÉM – Jesus não deu autoridade a nenhum dos seus seguidores para agirem como juízes. De forma oposta, os seguidores de Jesus, individualmente, estavam proibidos POR LEI de agirem como juízes. Para cada um dos discípulos de Jesus, vale a ordem de Jesus. Como Jesus repetia as palavras de Jeová, a ordem de Jeová é bem clara e vale para todos os discípulos. Bem, esta é a lei: nenhum adorador de Jeová pode se tornar um juiz.


Qualquer humano que embora não tenha recebido autoridade, mas venha a agir como um juiz de outro humano, estará avançando presunçosamente. PARA JEOVÁ, qualquer humano que julga e condena está cometendo um pecado. No entanto, não era isto o oposto ao que Moisés havia ordenado a estes humanos?? Não está escrito nas “Escrituras”??


Isto significa que depois das palavras faladas por Jesus lá no monte, não existem mais juízes humanos autorizados a julgar, condenar, sentenciar e executar pecadores. Entre os pecadores obedientes a Jesus Cristo não existe mais o cargo de “juiz”. Entre os cumpridores da lei, isto é, o “Sermão do Monte”, não existe o cargo de juiz. Também não existe promotor (acusador) e não existe carrasco.

Bem, este era um motivo muito válido para que estes homens voltassem a Jesus. “Jesus, lá no monte, você afirmou que era para PARAR de julgar e PARAR de condenar, afirmou-nos para NÃO julgar, afirmou-nos para NÃO condenar. Aqui está uma pecadora que foi pega em pleno ato do adultério, e a lei de Moisés diz que é para matar tal mulher, o que você tem a dizer”?? Terás coragem de desobedecer às “Escrituras”?? Moisés ordenou e todas as gerações anteriores obedeceram ao que está registrado nas “Escrituras”, e o que dizes tu?? Os discípulos de Moisés JULGAVAM pecadores. Os discípulos de Moisés MATAVAM pecadores. Os discípulos de Moisés OBEDECIAM as Escrituras. A resposta de Jesus foi bem clara: “Pecador não tem condição moral para julgar outro pecador; o pecador tem de se preocupar com o seu próprio pecado e não com o pecado de outro”, logo, PARE DE julgar os pecadores, PARE DE condenar os pecadores e, obviamente, PARE DE executar pecadores. (João 8:1-11) 8 Mas Jesus foi para o Monte das Oliveiras. 2 De madrugada, porém, ele se apresentou novamente no templo e todo o povo começou a vir a ele, e ele se assentou e começou a ensiná-los. 3 Os escribas e os fariseus trouxeram então uma mulher apanhada em adultério, e, depois de a postarem no meio deles, 4 disseram-lhe: “Instrutor, esta mulher foi apanhada no ato de cometer adultério. 5 Na Lei, Moisés prescreve que apedrejemos tal sorte de mulher. Realmente, o que dizes tu?” 6 Naturalmente, diziam isso para o porem à prova, a fim de terem algo com que o acusar. Mas, Jesus abaixou-se e começou a escrever no chão com o seu dedo. 7 Quando persistiram em perguntar-lhe, endireitou-se e disse-lhes: Que aquele de vós que ESTIVER SEM PECADO seja o primeiro a atirar-lhe uma pedra.8 E, abaixando-se novamente, escrevia no chão. 9 Mas, os que ouviram isso começaram a sair, um por um, principiando com os anciãos, e ele foi deixado só, bem como a mulher que estivera no meio deles. 10 Endireitando-se, Jesus disse-lhe: “Mulher, onde estão eles? Não te condenou ninguém?” 11 Ela disse: “Ninguém, senhor.” Jesus disse: “Tampouco eu te condeno. Vai embora; doravante não pratiques mais pecado.”

Como?? Deixar de ser juiz numa situação extrema como esta?? Sim. Vai deixar a pecadora sem nenhuma punição?? Sim. Isto não gera uma sensação de impunidade?? Alguém tem de fazer alguma coisa, não tem??


Quem tem autoridade para condenar é o juiz. Somente um juiz tem AUTORIDADE para condenar. A nova lei tinha acabado de colocar por terra o cargo de juiz. Juiz também não tem pecado??? Sim, tem. Então a palavra falada por Jesus também se aplica a qualquer juiz humano, sacerdotes, fariseus, apóstolos, etc... Todos os humanos foram colocados no mesmo nível. A nova lei colocou todos os pecadores no mesmo nível; todos são apenas pecadores. Nenhum pecador está autorizado a exercer o cargo de juiz para outro pecador. Somente uma nova lei pode anular uma lei anterior. A partir de então, todos estavam debaixo desta lei, todos tinham de obedecer a esta lei. Os discípulos de Jesus deviam se tornar “cumpridores da lei”, da lei dada por Jesus, isto é, o “Sermão do Monte”.

Esta adúltera, com o seu pecado, sentenciou-se à morte?? Sim, pois a alma que pecar esta é que morrerá. Toda alma que comete qualquer pecado sentencia-se a si mesmo a uma pena de morte. Estando eu sentenciado à morte devo condenar ou exigir o cumprimento da mesma sentença para algum pecador?? Bem, isto é o que estava acontecendo no caso daquela adúltera. Cometer adultério é tão pecado quanto julgar e condenar a adúltera.

Aquela adúltera estava sendo condenada por homens que tinham pecado. Assim, quando os homens foram embora, Jesus perguntou para a pecadora: “Mulher, não te CONDENOU ninguém”?? Depois Jesus falou para a pecadora: “Tampouco eu te CONDENO.


Para condenar alguém, primeiro você precisa assumir o papel de juiz, isto é, desobedecer a Jeová, o Deus Altíssimo.


Embora para eles fosse uma nova lei, por mais incrível que possa parecer, a Lei que Jeová falou diretamente para Moisés já determinava o que o humano devia fazer com o pecador. O que fazer contra o pecador?? Matá-lo??

Assim reza a lei recebida por Moisés para que este também a cumprisse: (Levítico 19:17) 17 “‘NÃO DEVES ODIAR teu irmão no teu coração. Decerto DEVES REPREENDER o teu colega, para que não leves o pecado junto com ele.

Assim foi estabelecido por Jeová para que Moisés também cumprisse: (Levítico 19:16) 16 “‘Não deves estar andando entre o teu povo com o objetivo de caluniar. NÃO TE DEVES PÔR DE PÉ CONTRA O SANGUE DO TEU PRÓXIMO. Eu sou Jeová.

Esta parte da Lei, está assim traduzida pela versão de João Ferreira de Almeida: NÃO ATENTARÁS CONTRA A VIDA DO TEU PRÓXIMO. Levítico 19:16 16 Não andarás como mexeriqueiro entre o teu povo; não atentarás contra a vida do teu próximo. Eu sou o SENHOR.

Assim foi determinado a Moisés para que este também cumprisse: (Levítico 19:18) 18 “‘Não deves tomar vingança nem ter ressentimento contra os filhos do teu povo; e tens de amar o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou Jeová.


Não odeie teu irmão; não te levantes contra a vida de teu próximo; repreenda teu irmão que pecar; não se vingue e não guarde ressentimento. É obvio que um justiceiro não se contenta em só repreender, pois ele quer mais, muito mais.


Julgar, condenar e matar àquele que comete determinados pecados, foi a ordem de Moisés. O que foi que Jeová determinou para Moisés cumprir e repassar ao povo???

A cerimônia do perdão. Veja aqui; Veja aqui; Veja aqui


Tendo Jesus falado o oposto do “olho por olho e dente por dente” ordenado por Moisés, o que realmente revelava ser a vontade de Jeová falada para Moisés a ser repassada para seus filhos??

Não se vingue e não guarde ressentimento” OU “olho por olho”? Veja aqui


Decerto, o discípulo de Moisés perguntaria a Jesus: Com que autoridade falas estas “palavras”, palavras que afrontam as palavras de Moisés?? O discípulo de Moisés afirmaria: “Está nas Escrituras”. Sim, a ordem de Moisés está nas Escrituras. No entanto, as palavras de Jesus eram uma repetição das palavras do Pai faladas a Moisés, que também “está nas Escrituras”.

Quando o humano obedecia esta ordem de Moisés registrada nas “Escrituras” estava alegrando o “coração de Jeová” ou estava praticando um pecado e afrontando a “Lei de Jeová”???


Obviamente, esta era a “lei e os profetas” a qual Jesus se referia.


A ordem de “parar” é dada em relação a uma AÇÃO qualquer que esteja sendo realizada até aquele momento. Por exemplo, ordena-se pare DE correr, à alguém que está correndo ou àquele que tem tem o hábito de correr. A ordem de PARAR está sempre seguida da ação que tem de ser interrompida. Então, temos: Pare DE andar, pare DE falar, pare DE rir, pare DE beber, pare DE correr, pare DE estudar, pare DE julgar, pare DE condenar, pare DE matar, pare DE executar pecadores.

O povo de Deus julgava, condenava e executava pecadores. A ordem dada foi de parar de julgar, parar de condenar, e obviamente, parar de executar pecadores. Bem, esta ordem foi dada por Jeová e retransmitida por Jesus. Para obedecer a esta ordem, o povo de Deus, povo que afirmava adorar a este Deus, tinha de acreditar em Jesus. E por falar nisto, você acredita em Jesus?? Acredita em cada palavra saída da boca de Jesus??

Neste caso, estes homens questionariam: Devo acreditar em Moisés OU em Jesus??


Você já leu este artigo da nova lei de Deus, que é válida para todos os discípulos de Jesus, artigo que acaba com o cargo de “juiz”?? Então vamos ler de novo pra ver se ainda resta alguma dúvida: (Mateus 7:1-5) 7 “Parai de julgar, para que não sejais julgados; 2 pois, com o julgamento com que julgais, vós sereis julgados; e com a medida com que medis, medirão a vós. 3 Então, por que olhas para o argueiro no olho do teu irmão, mas não tomas em consideração a trave no teu próprio olho? 4 Ou, como podes dizer a teu irmão: ‘Permite-me tirar o argueiro do teu olho’, quando, eis que há uma trave no teu próprio olho? 5 Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu próprio olho, e depois verás claramente como tirar o argueiro do olho do teu irmão.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Mateus 7:1-5) 1 NÃO JULGUEIS, para que não sejais julgados; 2 porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e a medida de que usais, dessa usarão convosco. 3 Por que vês o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que tens no teu? 4 Ou como poderás dizer a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? 5 Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás claramente para tirar o argueiro do olho do teu irmão.

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 7:1-5) 1 NÃO JULGUEIS, para que não sejais julgados. 2 Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós. 3 E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho? 4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? 5 Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão.

É fácil, muito fácil, ver um erro na outra pessoa, mesmo que seja um erro mínimo. No entanto, como é difícil ver o próprio erro, mesmo que seja um erro grande!!!

COMO É FÁCIL CONDENAR OUTROS!!!!

Esta é uma verdade que foi falada por Jeová e que foi repetida por Jesus.

Quem não tiver pecado, então,...

Você tem pecado??? Se você tem, então porque você,.....??

Nenhuma; nenhuma dúvida. A ordem de Jeová e retransmitida por Jesus é bem clara: “Pecador, não seja hipócrita; pecador que condena outro pecador é hipócrita”. Alguém entendeu de forma diferente?? Hipócrita é toda pessoa que age como se fosse aquilo que realmente não é. Todo e qualquer pecador que condena outro pecador é hipócrita porque já julgou, tendo em vista que, “condenação” é o resultado de um julgamento. Qualquer palavrade condenação que sai da boca do juiz representa uma sentençade condenação àquele que está sendo julgado por ele, restando apenas a execução da sentença proferida pelo juiz. Não está aberta qualquer exceção, pois todo e qualquer pecador que proferir uma palavra de condenação contra qualquer pecador é um hipócrita. Isto se aplica a mim e a você. O que sai da boca vem do coração. O juiz pecador está externando o seu sentimento, o seu desejo em relação a outro pecador. A ordem dada na nova lei não é: pare de "executar" os pecadores. Executar a sentença é o último ato do “julgamento” e geralmente não é praticado pelo juiz e sim pelos carrascos. A ordem dada na lei é bem clara e é dada na forma que é válida para cada ser humano: Não te tornes um juiz, pois só quem julga e condena é um juiz, alguém com autoridade para ocupar tal cargo. Você não possui esta autoridade”. A lei ainda é válida. Jesus ainda não deu esta autoridade para seus discípulos.

Que sentença foi dada pelo Legislador para todo e qualquer pecado?? O Legislador assim determinou: A alma que pecar, esta é que morrerá.

Há alguma dúvida em relação a qual é a única sentença dada pelo Legislador para qualquer tipo de pecado??

Há quem discorde do Legislador. Aquele que discorda do Legislador, certamente criará uma outra legislação.

Se ele é um pecador, ele está sentenciado de morte, não está??

Ele é um réu, ele é um réu, ele é um réu. Será que ele não se dá conta de que ele é um réu??

AQUELE QUE É UM RÉU ESTÁ AUTOMATICAMENTE DESQUALIFICADO PARA SER UM JUIZ, NÃO ESTÁ??

Ele é um hipócrita, pois age como se não fosse um réu, ele age como se ele fosse um juiz, quando não tem autoridade para agir como juiz, tampouco a capacidade. Por ser alguém sentenciado ele está DESQUALIFICADO para ser um juiz.

Continuar furioso com um irmão é tão pecado quanto assassinar um irmão. Continuar furioso ocorre no coração e é pecado para Jeová. Da mesma forma é o continuar a olhar para uma mulher a ponto de sentir no coração paixão por ela. Neste caso, para Jeová, já aconteceu o pecado de adultério. A ordem dada foi de parar de julgar, foi a de não julgar, e isto se refere a todo e qualquer pecado. Não se abriu qualquer tipo de exceção. Aliás, o condenar também ocorre primeiro no coração.

NÃO DEVEIS COMER DO FRUTO DESTA ÁRVORE - Este era um mandamento para Adão.

Comer do fruto era praticar um pecado.

NÃO JULGUEIS – Este é um mandamento.

Julgar é praticar um pecado.

Para quem é este mandamento?? Quem é que deve obedecer a este mandamento?? O discípulo de Jesus.

Assim falou Jesus: (Mateus 5:19) . . .. 19 Quem, portanto, violar um destes mínimos mandamentos e ensinar a humanidade neste sentido, será chamado ‘mínimo’ com relação ao reino dos céus. Quanto àquele que os cumprir e ensinar, esse será chamado ‘grande’ com relação ao reino dos céus.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Mateus 5:19) 19 Aquele, pois, que violar um destes mínimos mandamentos, e assim ensinar aos homens, será chamado mínimo no reino dos céus; mas aquele que os observar e ensinar, esse será chamado grande no reino dos céus.

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 5:19) 19 Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus.

Não julgueis” - Será que resta alguma dúvida quanto a quem deve obedecer este mandamento???

Será que Jeová é agora apenas um mero carrasco, que executa as sentenças proferidas por estes "juízes humanos", juízes que na verdade não passam de réus??????????

Com o “julgamento” com que julgais, vós sereis julgados. Alguma dúvida?? Por que isto ocorre?? Isto ocorre porque todos os pecados têm o mesmo peso e o mesmo valor perante a lei. Assim, vamos repetir: Pecador, o mesmo “julgamentoque deres a outro pecador, tu o receberás de volta. Agora vamos repetir, porém, usando outras palavras: Juízes que condenam pecadores”, o mesmo julgamento que deres a outro pecador, vós o recebereis de volta. Réus que condenam outros réus”, o mesmo julgamento que deres a outros réus, vós o recebereis de volta. Sentenciados que condenam outros sentenciados”, o mesmo julgamento que deres a outros sentenciados, vós o recebereis de volta. A mesma palavra de sentença” que deres a um pecador qualquer, estais dando a ti mesmo, pois tu és um pecador. Bem, agora ficou claro, ficou bem claro. Trata-se de um julgamento bumerangue, ou seja, o que sai de mim contra ele, volta contra mim; a "palavra de sentença" que eu der a ele, volta contra mim. A minha palavra de sentença é fruto do meu “DESEJO”, é o que eu “DESEJO” que aconteça com o pecador.

A predisposição do juiz pecador é praticar um mal àquele que na sua visão se tornou merecedor deste mal. Quem julga sempre afirma: “ele é MERECEDOR de receber este ou aquele mal”. Depois que o juiz tomou sua decisão, ele, quando tem o poder, executa imediatamente a sentença ou manda que alguém execute a sentença por ele. Os que executam a sentença são chamados de "carrascos". Os carrascos obedecem ao juiz.

Agora, vamos ver um exemplo real de uma ação de julgamento praticada por Tiago e João, dois apóstolos de Jesus, dois alunos de Jesus, já afrontando a lei transmitida por Jesus no monte e válida para eles, ou seja, a lei do reino. E eles fizeram tal julgamento bem na frente de Jesus, o Mestre!! Eles revelaram sua disposição de praticar um mal contra aqueles que eles julgaram serem merecedores deste mal. Do julgamento resultou a seguinte sentença: "Eles não prestam para nada e merecem o aniquilamento”. Depois da sentença eles revelaram o desejo de serem os carrascos, executando a sentença: “Podemos executar a sentença agora mesmo”?? A boca revelou aquilo que existia no coração. (Lucas 9:51-55) 51 Chegando então a completar-se para ele os dias de ser tomado para cima, endureceu o rosto [na determinação] de ir a Jerusalém. 52 De modo que enviou mensageiros na sua frente. E eles foram e entraram numa aldeia de samaritanos, a fim de fazerem os preparativos para ele; 53 mas não o receberam, porque o seu rosto estava endurecido [na determinação] de ir a Jerusalém. 54 Vendo isso os discípulos Tiago e João, disseram: Senhor, queres que mandemos que desça fogo do céu e os aniquile?” 55 Mas ele se voltou e os censurou.
ELES QUERIAM AGRADAR A JESUS ANIQUILANDO UMA ALDEIA DE SAMARITANOS.



ACEITOU JESUS ESTA INTERESSANTE OFERTA?? FICOU FELIZ COM ESTA OFERTA??



Caso não fossem impedidos, aniquilariam uma aldeia de samaritanos com o objetivo de agradar a Jesus. Para Tiago e João, aqueles samaritanos não possuíam qualquer valor. Será que Jesus se agradaria da morte de iníquos?? Jesus tomou a única ação possível para ele tomar em face desta desobediência à lei praticada por Tiago e João: Mas ele se voltou e os censurou.
NOVAMENTE alguém querendo destruir pecadores e NOVAMENTE outra ação do DEFENSOR de pecadores. Um “ANIQUILADOR” e um “DEFENSOR” sempre se encontram em lados opostos.

Tiago e João forma “impedidos” pela censura (palavra de censura) de Jesus. Jesus não usou a força física para executar uma ação de impedimento.



Uma observação: Estes apóstolos já tinham realizado muitas obras poderosas em nome de Jesus. De um coração bom nunca pode sair um sentimento como este. Um pé de manga nunca produz jaca. Nosso amado irmão Tiago estava tentando fazer outros irmãos compreenderem esta questão. (Tiago 3:8-12) 8 Mas a língua, ninguém da humanidade a pode domar. É uma coisa indisciplinada [e] prejudicial, cheia de veneno mortífero. 9 Com ela bendizemos a Jeová, sim, [o] Pai, e ainda assim amaldiçoamos com ela a homens que vieram a existir “na semelhança de Deus”. 10 Da mesma boca procedem bênção e maldição. Não é correto, meus irmãos, que estas coisas se dêem assim. 11 Será que uma fonte faz brotar pela mesma abertura o que é doce e o que é amargo? 12 Meus irmãos, será que a figueira pode produzir azeitonas ou a videira figos? Tampouco pode água salgada produzir água doce.



Bendizemos o Pai e logo depois amaldiçoamos um do filhos do Pai.



Ter a predisposição interior de praticar UM MAU contra um pecador qualquer, e/ou deixar que saia pela boca uma palavra de sentença contra ele (um mau), é estar praticando uma PROIBIDAação de julgamento”. O que sai da boca é proveniente do coração.

Apenas alguém que não se considera pecador é que poderá arriscar a fazer um julgamento adverso contra um pecador. Ele não se considera um réu, ele não se considera um condenado. Segundo a palavra falada por Jeová, qualquer humano que não se considerar um pecador é um hipócrita. Não existe pecado leve, pecado suave, pecado grave e pecado gravíssimo. O que existe é pecado apenas. Não existe um pecador melhor do que outro pecador, isto para Jeová, obviamente. Jeová é o Legislador.

Aqueles “juízes” que levaram aquela adúltera até Jesus reconheceram ser pecadores, admitiram que, sendo pecadores, não tinham condição moral de condenar aquela adúltera. Pelo menos para aqueles juízes, a palavra falada por Jesus representou alguma coisa. Eles pararam de condenar aquela adúltera. Eles consideravam-se estar ACIMA daquela adúltera e Jesus os fez ver, que eles estavam no MESMÍSSIMO NÍVEL daquela adúltera, no MESMÍSSIMO NÍVEL. Bem, Jesus podia julgá-la, pois ele recebeu autoridade para julgar, no entanto, o que fez Jesus?? Mandou-a embora com livramento.

Mesmo recebendo autoridade para julgar, Jesus negou-se a julgar qualquer pecador. Qual deve ter sido o motivo de Jesus, usando o seu livre-arbítrio, decidir não julgar o pecador?? Jesus afirmou que ele estava obedecendo a lei e os profetas. O aluno devia copiar o seu professor, não devia??

A lei é clara. O rei foi claro. Mesmo sendo rei, Jesus não julgou nenhum pecador. O rei obedeceu a esta nova lei dada por Jeová, o Pai. Quem julga o pecador é porque se coloca ACIMA do pecador. Quem julga seu semelhante se torna obreiro do que é contra a lei. Então, porque pecadores ainda insistem em julgar e condenar outros pecadores em oposição a uma ordem tão clara?? Por que não repetem esta ação do Mestre que afirmam seguir?? Bem, eles é que têm de responder a esta inquietante pergunta, e certamente a responderão a quem é de direito no tempo apropriado, isto é, lá no Dia do Juízo. No entanto, para repetir esta ação do Mestre, o discípulo tem de ter o mesmíssimo sentimento do Mestre. O discípulo precisa concordar com o Mestre. O Mestre mostrou ser um DEFENSOR de pecadores.

Quem se preocupa tanto com o pecado de outros, despercebe seus próprios pecados.

A BASE para o julgamento no Último dia é a "palavra" falada POR JESUS. São as afirmações saídas da boca DE JESUS que fornecem a BASE para o julgamento a ser realizado no Último Dia. Não são as afirmações de Davi, de Salomão, de Moisés, de Paulo ou de qualquer outro servo de Jeová que fornecerão a base para julgamento no último dia.

Parai de julgartambém é uma das “declarações” saídas da boca de Jesus, que quando ouvida e não guardada pelo escravo, ele, Jesus, não julga o escravo. Ele não julgou seus apóstolos Tiago e João por desobedecerem a “esta” declaração. Esta declaração (parai de julgar) é que julgará o escravo, lá no Último Dia. Certamente lhe será perguntado: Por que não obedeceste a esta minha "declaração"?? Ou ainda mais: Por que não obedeceste a "declaração" dele?? Por que você não acreditou nas "afirmações" de Jesus, o Meu Filho amado?? Por que você não depositou fé nas "palavras" em Jesus?? A palavra que eu tenho falado é que o julgará no último dia; De forma individual, o discípulo de Jesus será questionado sobre o seu não cumprimento dos artigos daquela lei retransmitida por Jesus no monte, será questionado por não repetir as ações do Mestre. Você deveria estar obedecendo e copiando as ações do Mestre e não a de qualquer outro humano que tenha se intitulado de líder e mestre.

Fazei discípulos, ensinando-as a observar (obedecer) TODAS as coisas que vos ORDENEI”. Parai de julgar é uma das ordens dadas por Jesus diretamente aos doze apóstolos. Não julgueis – este é o mandamento. Uma ordem dada e um exemplo modelo observado no dia a dia durante mais de três anos, logo, não deveria haver dúvidas. Como poderia um discípulo de Jesus ensinar alguém a obedecer a uma ordem de Jesus que ele mesmo não obedece??

DESOBEDECENDO A LEI DADA PELO MESTRE E RENEGANDO O EXEMPLO DEIXADO PELO MESTRE, APENAS ALGUNS ANOS DEPOIS DA MORTE DO MESTRE, OS DISCÍPULOS DE JESUS JÁ JULGAVAM SEUS IRMÃOS E SEUS PRÓXIMOS.


AQUELES RÉUS QUE JULGAM OUTROS RÉUS PARECEM DESPERCEBER QUE SEU ATO TAMBÉM É UM PECADO.


Ainda em relação a obedecer ou não obedecer a ordem saída da boca de Jesus, de “parai de julgar”, o nosso amado irmão Tiago, irmão de Jesus e tido como escritor do livro que leva o seu nome, assim nos fala em sua mensagem escrita aos seus contemporâneos: (Tiago 4:11-12) 11 Cessai de falar uns contra os outros, irmãos. Quem FALAR CONTRA um irmão OU JULGAR seu irmão fala contra a lei e julga a lei. Ora, se tu julgas a lei, não és cumpridor da lei, mas juiz. 12 Há um que é legislador e juiz, aquele que é capaz de salvar e de destruir. Mas tu, QUEM ÉS TU para julgares o [teu] próximo?


Assim verte a Tradução Brasileira: (Tiago 4:11-12) 11 Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquele que fala mal dum irmão, ou julga a seu irmão, fala contra a Lei, e julga a Lei; mas se julgas a Lei, não és mais observador da Lei, mas juiz. 12 Um só é o Legislador e o Juiz, aquele que pode salvar e destruir; tu, porém, quem és que JULGAS ao teu próximo?


Assim verte a Tradução Almeida: (Tiago 4:11-12) 11 Irmãos, não faleis mal uns dos outros. Quem fala mal de um irmão, e julga a seu irmão, fala mal da lei, e julga a lei; ora, se julgas a lei, não és observador da lei, mas juiz. 12 Há um só legislador e juiz, aquele que pode salvar e destruir; tu, porém, quem és, que JULGAS ao próximo?


Antes do ano 62 EC, aceito como provável data desta carta, nosso amado irmão Tiago, reafirma e relembra aos seus contemporâneos discípulos de Jesus, que irmãos não têm a autoridade para julgar outros irmãos. Tiago chama atenção para o fato de que TODOS têm de obedecer a lei, isto é, a ordem saída da boca de Jesus de “parai de julgar, parai de condenar”. LEGISLADOR é aquele que cria uma lei; JUIZ é aquele que fiscaliza o cumprimento da lei. Nenhum de vós é juiz, nenhum de vós é legislador, foi o que afirmou nosso irmão Tiago. NÃO ÉS TU UM MERO CUMPRIDOR DA LEI?? Então, por que julgas a lei?? Já estava havendo desobediência à ordem deixada por Jesus, e exatamente por isso, Tiago usou a expressão “cessai de”. Depois, Tiago questiona os desobedientes: Mas tu, quem és tu para julgares o teu próximo?? Quem és tu que julgas ao próximo??

Por volta do ano 62 EC, já estava havendo uma REBELDIA por parte dos discípulos de Jesus, contra as palavras faladas pelo próprio Jesus há apenas alguns anos antes. Alguém já estava estabelecendo um novo costume não praticado por Jesus??

Eles deveriam “mostrar ser” cumpridores da mesma lei que foi obedecida pelo Mestre. E hoje, o que ocorre?? Quantos juízes ainda encontramos hoje entre os discípulos de Jesus?? A quem tais juízes obedecem?? Se não obedecem a “estas palavras” de Jesus, as “palavras” de quem tais juízes obedecem??


Bem, quanto a nós iníquos, merecemos e talvez recebamos algumas punições. Para que serve a punição divina?? Serve para que o iníquo comece a perceber seu próprio erro. Quanto a nós iníquos, sabemos que estaremos lá. Sabemos também que não é por nenhum mérito nosso. Sabemos que é exclusivamente um ato de MISERICÓRDIA. Sabemos que misericórdia se tem para com aquele que merece receber outro tipo de tratamento, o que é o nosso caso. Se alguém golpear a tua face direita, o que ele merece?? No lugar de dar a ele o que ele merece, dê a sua misericórdia. É exatamente assim que Jeová age para conosco, seus filhos iníquos. Ele quer que eu tome ciência do meu erro. O iníquo reconhece sua condição e diz: “Pai, sê clemente comigo, pecador”. Então por que eu tenho de me preocupar com o meu erro, agora?? Quem é que se envergonhará pelo meu erro?? Não sou eu?? E não sou eu que tenho de aceitar a reeducação para não errar de novo?? Sim, sou eu. Quanto mais erros eu tiver agora, mais vergonha eu terei de passar depois. A punição acompanhada da “palavra” serve para me convencer de que estou praticando um erro. Depois de plenamente convencido virá o pesar e o arrependimento. Afinal de contas, quantas vezes será necessário que eu receba uma punição do Criador para que eu me convença de que o que estou fazendo é errado e então deixe de praticar o que é errado?? Afinal de contas, quando é que eu vou crescer e deixar de ser iníquo?? Quando é que eu vou começar a me preocupar com isto?? Quanto mais cedo eu começar, menos vergonha eu terei de passar no Dia do Juízo.

Quem define o que é certo e o que é errado?? Existem coisas que hoje eu tenho certeza absoluta que são certas e que, mesmo assim, podem ser erradas?? Sim, existem. Novos conhecimentos expõem antigas mentiras, que eram aceitas como verdade. Por exemplo, séculos atrás, os humanos acreditavam que o planeta terra não era redondo; para eles seria impossível a terra ser redonda, em face da existência dos oceanos e outros fortes argumentos. Assim, quando passamos a ter o verdadeiro conhecimento, passamos a enxergar os muitos erros que cometemos até então. Quem tem o verdadeiro conhecimento para repassar para nós humanos?? Sim, Ele, o nosso Criador e Pai. Temos de aceitar este fato para deixarmos de ser rebeldes contra qualquer uma das afirmações Dele. Podemos não compreender naquele momento, mas, Ele está certo. O erro está em nós.

Então, quem é que precisa de autorização de meros juízes humanos para receber do Pai um ato de Misericórdia??? A Misericórdia de Jeová não passa por nenhum intermediário humano, não precisa da aprovação de nenhum humano. É um ato de Pai Amoroso para filho iníquo. Já imaginou em que situação estaríamos nós os iníquos, se dependêssemos de nossos “justos” irmãos, juízes trajados de compridas vestes brancas que se colocam acima de nós?? Os iníquos que não os obedecem são julgados por eles como um caso perdido, como um vaso sem qualquer valor, pelo qual eles revelam não ter nenhuma estima. Em lugar de defenderem a nós iníquos, eles nos acusam dia e noite diante do Pai. Ainda bem que este ato de Misericórdia é um relacionamento único entre o ofensor (filho iníquo) e o Ofendido (Jeová). Nenhum humano foi chamado para ser um terceiro nesta relação “Ofensor e Ofendido”, pois todos os humanos são Ofensores. Será classificado como INTROMETIDO todo e qualquer humano que tentar interferir nesta dupla relação. Este humano estará avançando presunçosamente. Não há intermediário autorizado. Se Jesus for usado como intermediário, bem, já conhecemos a personalidade dele, não conhecemos?? No lugar de acusar os iníquos (Pai, estes são um caso perdido), Jesus sempre defendeu (Pai, perdoa-os) os iníquos. Ele afirmou: Quem tem me visto, tem visto o Pai. É o mesmo que dizer: Tal Pai, tal Filho.

Que Pai incrível!! Que personalidade fantástica!!

Existe alguma personalidade mais brilhante?? Você não sente uma vontade danada de imitar esta personalidade. Bem, eu sinto. Jesus já imita a personalidade do Pai.

Lembra do que Ele disse: “Façamos o homem a nossa imagem e semelhança”?? Viu, ainda está de pé o que Ele, o Pai, falou!!!!!!!!!!!

Será que tais juízes humanos repetirão as palavras faladas pela “nação santa” ao voltar do exílio em Babilônia?? Bem, quais foram as palavras faladas por estes humanos adoradores de Jeová que compunham a “nação santa”?? Neste caso, Jeová ouviu as palavras faladas por tais humanos. Foram palavras contra Ele. Mas a “nação santa” falou palavras contra Jeová?? Observemos o que Jeová ouviu: (Malaquias 3:13-15) 13 “FORTES foram as vossas palavras CONTRA mim”, disse Jeová. E dissestes: “Que falamos entre nós contra ti?” 14 DISSESTES:De nada vale servir a Deus. E que lucro há em termos cumprido a obrigação para com ele e em termos andado acabrunhados por causa de Jeová dos exércitos? 15 E atualmente declaramos felizes os presunçosos. Também os praticantes da iniqüidade foram edificados. Eles também têm experimentado a Deus e conseguem safar-se.’”

Bem, estes homens sentiam-se muito ACIMA dos presunçosos e dos praticantes de iniquidade, não é verdade?? O desejo de aniquilamento para o “iníquo” era muito forte na nação santa. Tais “juízes” estavam observando muitos iníquos que haviam sido tratados por Jeová com Misericórdia. As palavras revelavam seus sentimentos; bem, eles não gostaram nada, nada, daquilo que seus olhos viam. Como tratar iníquos com Misericórdia?? Isto é uma ofensa a nós, os que temos cumprido a obrigação para com Ele. Idêntica reação teve o filho mais velho, naquela ilustração de Jesus, a do filho pródigo.

O arrogante não percebeu que ele estava sendo tratado com muito mais misericórdia do que aqueles outros iníquos que ele via. Por que isto acontecia?? Porque ele se sentia melhor do que aquele iníquo que ele via. Ele se sentia um cumpridor de obrigações para com Jeová. Ele se sentia superior àqueles iníquos que ele via, afinal, ele era um circunciso. Não era ele o filho escolhido?? Sim, era. Ele via o fato de ter sido escolhido como uma superioridade em relação aos demais “não escolhidos”. Assim, seus sentimentos geraram fortes palavras contra Jeová.

Será que serão estas as palavras que os “atuais juízes humanos”, que compõem a atual “nação santa”, falarão ao verem os “iníquos” sendo ressuscitados lá no Dia do Juízo?? Por sentirem-se MUITO ACIMA dos iníquos, é provável que a reação seja a mesma. Certamente, nós os iníquos estaremos lá para o saber e para sermos testemunhas. Não dependemos da aprovação de nenhum humano.

Suponhamos que nós tivéssemos ofendido em muito àqueles que se constituíram em juízes. Que única ação se esperaria de um discípulo de Jesus?? Este é o outro mandamento que o discípulo de Jesus deveria obedecer: (Mateus 6:14-15) 14 “Pois, se perdoardes aos homens as suas falhas, também o vosso Pai celestial vos perdoará; 15 ao passo que, se não perdoardes aos homens as suas falhas, tampouco o vosso Pai vos perdoará as vossas falhas.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Mateus 6:14-15) 14 Pois se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará; 15 mas se não perdoardes aos homens, tão pouco vosso Pai perdoará as vossas ofensas

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 6:14-15) 14 Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; 15 se, porém, não perdoardes aos homens, tampouco vosso Pai perdoará vossas ofensas.

Qualquer que fosse a minha ofensa contra o discípulo de Jesus, ele continuaria a ter o mesmíssimo mandamento a obedecer, isto é, me perdoar. O discípulo de Jesus não deve me julgar e só deve me perdoar. Estes são os mandamentos obedecidos por Jesus, o Mestre.

Atenção, atenção!! Muito cuidado!! Não devemos acusar NINGUÉM, o que inclui não acusar tais “juízes humanos”. Não devemos acusá-los perante o Pai, NUNCA, nunca mesmo, nem mesmo se eles estiverem nos matando. Lembrem-se de como agiu Jesus nesta situação. Lembrem-se de que Jesus é o único modelo humano, o único exemplo humano a ser seguido por nós, os iníquos. Ser um discípulo significa ser um aluno, significa ser um COPIADOR. Ser discípulo significa ter os mesmo sentimentos do Mestre; consequentemente, significa repetir as palavras e as ações do Mestre. Tudo o que meu mestre fizer, também farei...... O que Jesus não fez, também não farei.

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