NÓS JEJUAMOS E TU NÃO NOTASTE O NOSSO JEJUM

Criada em 25 de novembro de 2011 - Última alteração em 16/03/12




O “JEJUM” ESPERADO PELO CRIADOR



A nação escolhida por Jeová tinha o costume de jejuar ou fazer jejum.


De acordo com certo dicionário (Houaiss) esta é a definição de jejum:

jejum

s.m. (sXIII) 1 privação parcial ou total de alimentos, durante um certo tempo 2 p.ext. estado de quem não come desde o dia anterior <acordou tarde e saiu em j.> 3 fig. abstinência ou privação física, moral ou intelectual <há meses não lê, um j. a que não está muito acostumado> 4 fig. infrm. desconhecimento de determinado assunto ou matéria etim substv. do ant. adj. port. jejum < lat. jejúnus,a,um 'que está em jejum' ant desjejum


Tem o sentido de privação, de abstinência. Traz a ideia de sacrifício ou coisa desagradável de ser feita, no entanto, obrigatória. Trata-se de uma coisa da qual eu não me alegro em fazer, pois, para mim, não se trata de uma coisa desejável. Trata-se de uma coisa incomum aos hábitos de alguém.

Neste caso, valorizando o jejum que faziam, eles queriam usar o jejum como uma moeda de troca com o Professor. Diziam: Professor, estamos cumprindo esta obrigação indesejável e estamos fazendo isto sem lucro nenhum para nós?? Afinal, que lucro há em cumprir esta indesejável obrigação??


No entanto, o Criador tinha outra descrição para jejum e um outro sentimento a se ter em relação a este “jejum”. Geralmente o jejum era efetuado em um sábado, sábado este em que eles não deveriam trabalhar, quer no campo, quer na cidade. Tratava-se de um dia de repouso. Trabalhar neste dia foi definido como um pecado, e como todos os demais pecados, também tinha a mesmíssima penalidade de morte.

Assim havia falado Jeová para Seu mensageiro Moisés (Tradução Brasileira): (Êxodo 31:12-15) 12 Disse mais Jeová a Moisés: 13 Falarás também aos filhos de Israel: Certamente guardareis os meus sábados; pois este é um sinal entre mim e vós pelas vossas gerações; para que saibais que eu sou Jeová que vos santifico. 14 Portanto, guardareis o sábado, porque é santo para vós. Aquele que o profanar, certamente será morto; pois todo o homem que trabalhar neste dia será exterminado do meio do seu povo. 15 Seis dias se trabalhará; porém no sétimo dia é um sábado de descanso solene, consagrado a Jeová; todo o que trabalhar neste dia, certamente será morto.


Além de não trabalhar neste dia, o que mais se devia fazer, como um mandamento de Jeová?? Afligireis as vossas almas. (Tradução Brasileira) (Levítico 16:29-31) 29 Isso vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês aos dez dias do mês afligireis as vossas almas, e não fareis trabalho algum, nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós; 30 pois nesse dia se fará expiação por vós, para vos purificar; de todos os vossos pecados sereis limpos diante de Jeová. 31 É sábado de descanso solene para vós, e afligireis as vossas almas; é estatuto perpétuo.

Neste caso específico, tratava-se do dia da Expiação, ou seja, o dia anual do Perdão. Neste dia, todos os pecados de todos os pecadores eram perdoados, quer dos naturais, quer dos estrangeiros que peregrinassem entre eles. O Pai revelava a Sua “IGUALDADE”. Em relação a maioria destes pecados, a pessoa sequer tinha consciência de que os estava praticando. Quem é que os santificava?? Quem é que os purificava?? Eles se purificavam?? Eles deixavam de praticar o pecado?? Não. Eles eram perdoados. Eram perdoados dos pecados praticados. O humano estava sendo informado de que o Criador havia destacado um dia no ano para o PERDÃO. Foi Jeová quem criou este dia. Sobre o que Jeová estava chamado a atenção?? Sobre o “perdão”, obviamente. Jeová dizia neste dia: “Você está sendo perdoado”. Embora o perdoado não tenha consciência de qual é ou de quais são os pecados, ele deve concordar com o Professor, não é verdade??

Quem está perdoando sabe exatamente qual é o erro, no entanto, aquele que está sendo perdoado, por vezes, sequer sabe qual é o seu erro.

Muitas vezes o humano é informado a respeito do erro, no entanto, ele continua achando que está fazendo a coisa certa.


O sábado era o dia em que Jeová os santificava. Tratava-se do dia em que Jeová os purificava. Como Jeová os santificava?? Perdoando todos os seus pecados, cancelando todas as suas dívidas e dando a eles o recomeço após cada perdão, não guardando nenhum ressentimento dos erros passados. Assim falou Jeová para o seu mensageiro Ezequiel: (Ezequiel 20:11-12) 11 “‘“E passei a dar-lhes os meus estatutos; e dei-lhes a conhecer as minhas decisões judiciais, para que o homem que continuar a cumpri-las também continue a viver por meio delas. 12 E também lhes dei os meus sábados, para se tornarem um sinal entre mim e eles, PARA QUE SOUBESSEM QUE SOU EU, JEOVÁ, QUEM OS SANTIFICA.


Assim verte a Tradução Brasileira: (Ezequiel 20:11-12) 11 Dei-lhes os meus estatutos, e mostrei-lhes os meus juízos, os quais, se os observar o homem, viverá por eles. 12 Demais lhes dei também os meus sábados para servirem de sinal entre mim e eles, a fim de que soubessem que eu sou Jeová QUE OS SANTIFICA.


SANTIFICAREsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): Tornar santo.

santificar

v. (sXIII) 1 t.d. e pron. tornar(-se) santo; sagrar(-se) 2 t.d. canonizar <possibilidade de s. o padre José de Anchieta> 3 t.d. e pron. elevar(-se) pelo ensino e prática dos princípios religiosos 4 t.d. e pron. tornar(-se) digno de veneração e respeito gram a respeito da conj. deste verbo, ver -ficar etim lat.ecl. sanctifìco,as, ávi,átum,áre 'id.' hom santificáveis (2ªp.pl.) / santificáveis(pl.santificável[adj.2g.])


SANTO – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): Pessoa de conduta exemplar, irrepreensível.


santo

adj. (sXIII) 1 que pertence à religião ou aos ritos sagrados; relativo à divindade; que serve a uso sagrado 2 essencialmente puro, perfeito <s. união> 3 que não pode ser violado <s. liberdade> 4 diz-se de cada um dos dias da semana anteriores ao domingo de Páscoa; diz-se de cada um dos dias em que a Igreja proíbe o trabalho e manda consagrar ao culto religioso 5 útil, benéfico; seguro, eficaz <um s. remédio> n adj.s.m. 6 que ou aquele que foi canonizado e/ou a quem os fiéis rendem culto <s. Antônio> <tornou-se s.> 7 que ou aquele que vive conforme a lei de Deus e a moral religiosa 8 p.ext. diz-se de ou pessoa de conduta exemplar, irrepreensível 9 p.ext. diz-se de ou pessoa que se finge inocente, simples, ingênua n s.m. 10 p.met. imagem de alguém que foi canonizado 11 rel B nos cultos afro-brasileiros, termo equivalente a orixá, inquice, entidade etc. s. de casa não faz milagres fraseol. a convivência leva a que se deixe de receber dos outros crédito por méritos reais • s. de pau oco ou do pau oco B 1 imagem oca de santo feita de madeira, que por vezes servia para o contrabando de ouro e diamantes 2 infrm. menino travesso, mas aparentemente calmo 3 infrm. indivíduo sonso, fingido • s. de roca imagem religiosa de vestir, cuja cabeça e busto se apoiam numa estrutura de madeira, dita roca, e cujos braços são articulados, para facilitar ter o seu traje trocado [Originalmente us. como imagens processionais, de presépio e mesmo de altar.] • s. e senha 1 senha em que constam o nome de um santo e um sinal, e que devem ser reconhecidos por seu portador para que possa passar em postos guardados por sentinelas 2 p.ext. sinal convencionado que discretamente diferencia os partidários e os adversários • s. óleo rel na administração de sacramentos da liturgia católica, o óleo abençoado pelo bispo na Quinta-Feira Santa (mais us. no pl.) • cair no s. rel B nos cultos afro-brasileiros, cair em transe e ser possuído por um orixá, inquice, entidade etc. • descobrir um s. para cobrir outro fraseol. infrm. favorecer alguém em detrimento de outrem ou de si próprio; despir um santo para vestir outro • despir um s. para vestir outro fraseol. infrm. m.q. descobrir um santo para cobrir outrofazer o s. rel B m.q. fazer a cabeçanão ser s. da devoção de fraseol. 1 não ter o mesmo modo de ser, de agir que 2 não gozar das empatias de • ter s. forte B infrm. 1 estar sob a proteção de alguém; ter as costas quentes 1.1 ser imune à inveja, ao azar etc. uso acp. 6, como subst., us. em sua f. normal diante de nomes que iniciam por vogal ou h (santo Antônio, santo Hipólito), nos outros casos, usa-se a f.apoc. são; santo Tirso é a única exceção, enquanto são Tomás (ou santo Tomás) oscila [abrev.: s.] etim lat. sanctus,a,um 'que tem caráter sagrado; santo' sin/var como adj.: ver sinonímia de divino; ver tb. sinonímia de venerável e antonímia de devasso e malvado ant como adj.: ver antonímia de divino e sinonímia de devasso e malvado



Como Jeová tornava santa uma pessoa praticante da rebeldia?? POR PERDOAR-LHE sua conduta vergonhosa.


Vejamos um exemplo real de como Jeová santificou um mensageiro. Assim está registrado: (Isaías 6:5-7) 5 E eu passei a dizer: “Ai de mim! Pois, a bem dizer, fui silenciado, porque sou homem de lábios impuros e moro no meio de um povo de lábios impuros; pois os meus olhos viram o próprio Rei, Jeová dos exércitos!” 6 Em vista disso voou para mim um dos serafins, e na sua mão havia uma brasa viva que ele tirara do altar com uma tenaz. 7 E ele passou a tocar-me a boca e a dizer: “Eis que isto tocou os teus lábios, e teu erro sumiu e o próprio pecado teu está EXPIADO.”


Assim verte a Tradução Brasileira: (Isaías 6:5-7) 5 Então disse eu: Ai de mim! pois estou perdido; porque, sendo eu homem de lábios impuros e habitando no meio de um povo de lábios impuros, os meus olhos viram o Rei, Jeová dos exércitos. 6 Então voou para mim um dos serafins, tendo na sua mão uma brasa viva, que ele havia tomado de sobre o altar com uma tenaz. 7 Com a brasa tocou-me a boca e disse: Eis que esta brasa tocou os teus lábios; já se foi a tua iniqüidade e PERDOADO está o teu pecado.



Assim verte a Tradução Almeida: (Isaías 6:5-7) 5 Então disse eu: Ai de mim! pois estou perdido; porque sou homem de lábios impuros, e habito no meio dum povo de impuros lábios; e os meus olhos viram o rei, o Senhor dos exércitos! 6 Então voou para mim um dos serafins, trazendo na mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; 7 e com a brasa tocou-me a boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e PERDOADO o teu pecado.


O PECADO DO MENSAGEIRO FOI PERDOADO. Devia ele esquecer-se deste fato e achar-se melhor do que os demais??


Lembrem-se que vocês estão sendo perdoados, logo, o que vocês são??

Vocês são pecadores, lembram-se?? Não se esqueçam disto.

Estar consciente deste fato, ou seja, de que a cada momento ele estava sendo perdoado, certamente deveria impedir que este humano se sentisse melhor do que qualquer outro humano, não é mesmo??

Impediria este humano de ficar apontando para o pecado de outros humanos e de ficar pedindo a punição para estes pecadores, não impediria?? Não deveria impeli-lo a pedir ao Pai que também perdoasse o erro dos demais??


Vamos ver outro exemplo de alguém que foi santificado??


Tratava-se do sacerdote. Ele estava trajado de vestes imundas. Assim está registrado: (Zacarias 3:1-5) 3 E ele passou a mostrar-me Josué, o sumo sacerdote, de pé perante o anjo de Jeová, e Satanás de pé à sua direita para se lhe opor. 2 [O anjo de] Jeová disse então a Satanás: “Jeová te censure, ó Satanás, sim, censure-te Jeová, aquele que escolhe Jerusalém! Não é este um tição arrancado do fogo?” 3 Ora, quanto a Josué, aconteceu que estava vestido de vestes imundas e estava de pé perante o anjo. 4 Então ele respondeu e disse aos que estavam de pé perante ele: “Removei dele as vestes imundas.” E prosseguiu, dizendo-lhe: Vê, fiz que passasse de ti o teu erro, e és vestido de trajes de gala.5 Então eu disse: “Ponha-se-lhe um turbante limpo na cabeça.” E eles passaram a pôr-lhe o turbante limpo na cabeça e a trajá-lo de vestes; e o anjo de Jeová estava de pé ali.


Assim verte a Tradução Brasileira: (Zacarias 3:1-5) 1 Ele me mostrou o sumo sacerdote Josué que estava diante do anjo de Jeová, e Satanás que estava à mão direita dele para ser o seu adversário. 2 Jeová disse a Satanás: Que Jeová te repreenda, ó Satanás; sim, repreenda-te Jeová que escolheu a Jerusalém: acaso não é este um tição tirado do fogo? 3 Ora Josué estava vestido de hábitos sujos, e posto em pé diante do anjo. 4 Este começou a falar e disse aos que estavam diante dele: Tirai-lhe estes hábitos sujos. A Josué disse: Eis que hei feito passar de ti a tua iniqüidade, e te vestirei de ricos trajos. 5 Eu disse: Ponham-lhe sobre a cabeça uma mitra limpa. Puseram-lhe, pois, sobre a cabeça uma mitra limpa, e vestiram-no de vestidos; e o anjo de Jeová estava perto, de pé.



Assim verte a Tradução Almeida: (Zacarias 3:1-5) 1 Ele me mostrou o sumo sacerdote Josué, o qual estava diante do anjo do Senhor, e Satanás estava à sua mão direita, para se lhe opor. 2 Mas o anjo do Senhor disse a Satanás: Que o Senhor te repreenda, ó Satanás; sim, o Senhor, que escolheu Jerusalém, te repreenda! Não é este um tição tirado do fogo? 3 Ora Josué, vestido de trajes sujos, estava em pé diante do anjo. 4 Então falando este, ordenou aos que estavam diante dele, dizendo: Tirai-lhe estes trajes sujos. E a Josué disse: Eis que tenho feito com que passe de ti a tua iniqüidade, e te vestirei de trajes festivos. 5 Também disse eu: Ponham-lhe sobre a cabeça uma mitra limpa. Puseram-lhe, pois, sobre a cabeça uma mitra limpa, e vestiram-no; e o anjo do Senhor estava ali de pé.


A iniquidade do sumo sacerdote Josué foi retirada dele por meio do perdão dado a ele, sob os protestos de Satanás.

Encontrando-se agora na condição de “perdoado”, encontrando-se agora na condição de “limpo”, deveria o sumo sacerdote Josué sentir-se mais limpo que os demais?? Não deveria desejar que todos os demais também recebessem o mesmíssimo tratamento misericordioso??

O “afligir a alma” não era uma moeda a ser usada em uma troca pelo perdão, como poderia??

Por um acaso, o perdão estava condicionado a um prévio “afligir de alma”?? Obviamente, que não.

Embora a pessoa não tenha pedido, ela estava recebendo o perdão. Tratava-se de uma iniciativa de Jeová. Isto é que é iniciativa!!! O humano estava sendo informado que neste dia ele estava sendo perdoado de seus pecados, no entanto, se a pessoa não está vendo o seu pecado, como poderia se envergonhar e lamentar estar pecando?? O que ocorre quando este humano deseja até mesmo ser elogiado por estar fazendo algo que para ele é uma virtude, mas que aos olhos de Jeová é um pecado?? Veja o exemplo do fariseu Saulo de Tarso, que se considerava o mais zeloso dos fariseus. Ele se empenhava em praticar o que aos seus olhos eram “obras excelentes”, no entanto, tratavam-se de obras de pura violência, independente de contra quem fosse feita. Provavelmente esta pessoa até mesmo duvide de que está sendo perdoada, não é verdade?? No entanto, o Pai estava informando-lhes que eles estavam sendo perdoados e que era um dia para se entristecerem por isto. Tratava-se de um dia para tomarem ciência deste fato.

Não estava havendo a merecida punição pelo erro e sim o perdão. O fato de não haver uma imediata punição, significava que não estava havendo pecados?? Talvez pensassem assim, afinal, eles eram adeptos e praticantes da punição, da plena e merecida punição. Eles tinham o espírito de um “justiceiro”. Eles queriam ver o iníquo ser merecidamente punido. Eles se alegravam quando viam a calamidade do iníquo; eles festejavam quando viam a calamidade do iníquo. Eles ficavam profundamente irados quando viam o iníquo ser livrado da calamidade. O exemplo de Jonas revela este sentimento do povo escolhido por Jeová.


Não devia ser um dia para lamentar o fato de ter de ser perdoado?? Isto significa que não consigo fazer as coisas certas, não é verdade?? Sim. Isto significa que sou dependente do perdão, não é verdade?? Se não houver o perdão, o que será de mim?? Se eu for MERECIDAMENTE tratado, o que será de mim??


O humano poderia pensar: “Ele afirma que está me perdoando, mas eu não vejo no que Ele pode estar me perdoando”.


COMO SE FOSSEM UM POVO QUE PRATICASSE A “JUSTIÇA”.


Com respeito ao jejum, vamos ver as palavras do Criador para seu mensageiro Isaías, séculos depois da morte do mensageiro Moisés: (Isaías 58:1-7) 58Clama à plena garganta; não te refreies. Eleva a tua voz qual buzina e informa meu povo sobre a sua revolta e a casa de Jacó sobre os seus pecados. 2 No entanto, dia após dia fui eu a quem buscavam, e era no conhecimento dos meus caminhos que expressavam seu agrado, qual nação que praticava a própria justiça e que não abandonava o próprio juízo de seu Deus, visto que me pediam julgamentos justos, chegando-se ao Deus em quem se agradavam: 3 “‘Por que razão jejuamos e tu não [o] viste, e atribulamos a nossa alma e tu não [o] notavas?’ “Deveras, vós vos agradastes do próprio dia de vosso jejum, quando havia todos os vossos labutadores que vós impelíeis a trabalhar. 4 Deveras, jejuáveis para altercação e para rixa, e para socar com o punho da iniqüidade. Não continuastes a jejuar como no dia para se fazer ouvir a vossa voz na altura? 5 Acaso deve o jejum que eu escolho tornar-se assim, como um dia em que o homem terreno atribula a sua alma? Para encurvar a sua cabeça como o junco e para que estenda apenas serapilheira e cinzas como o seu leito? É isto o que chamais de jejum e de dia aceitável para Jeová? 6 Não é este o jejum que escolhi? Soltar os grilhões da iniqüidade, desatar as brochas da canga e deixar ir livres os esmagados, e que rompais toda canga? 7 Não é partilhares o teu pão ao faminto e introduzires na [tua] casa pessoas atribuladas, sem lar? Que, caso vejas alguém nu, tu o tenhas de cobrir, e que não te ocultes da tua própria carne?


Assim verte a Tradução Almeida: (Isaías 58:1-7) 1 Clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz como a trombeta e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados. 2 Todavia me procuram cada dia, tomam prazer em saber os meus caminhos; COMO SE FOSSEM um povo que praticasse a justiça e não tivesse abandonado a ordenança do seu Deus, pedem-me juízos retos, têm prazer em se chegar a Deus!, 3 Por que temos nós jejuado, dizem eles, e tu não atentas para isso? por que temos afligido as nossas almas, e tu não o sabes? Eis que no dia em que jejuais, prosseguis nas vossas empresas, e exigis que se façam todos os vossos trabalhos. 4 Eis que para contendas e rixas jejuais, e para ferirdes com punho iníquo! Jejuando vós assim como hoje, a vossa voz não se fará ouvir no alto. 5 Seria esse o jejum que eu escolhi? o dia em que o homem aflija a sua alma? Consiste porventura, em inclinar o homem a cabeça como junco e em estender debaixo de si saco e cinza? chamarias tu a isso jejum e dia aceitável ao Senhor? 6 Acaso não é este o jejum que escolhi? que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo? e que deixes ir livres os oprimidos, e despedaces todo jugo? 7 Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres desamparados? que vendo o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne?


Assim verte a Tradução Brasileira: (Isaías 58:1-7) 1 Clama em alta voz, não cesses, levanta como trombeta a tua voz, e anuncia ao meu povo a sua transgressão, e à casa de Jacó os seus pecados. 2 Contudo me buscam cada dia, e têm prazer em conhecerem os meus caminhos; COMO uma nação que praticou a justiça e não abandonou o juízo do seu Deus, pedem-me juízos retos, têm prazer em se chegarem a Deus. 3 Por que temos nós jejuado, dizem eles, e tu não atentas? por que temos afligido as nossas almas e tu não o sabes? Eis que no dia do vosso jejum prosseguis as vossas empresas, e exigis que se façam todos os vossos trabalhos. 4 Eis que jejuais para contendas e rixas, e para ferirdes com punho iníquo; não jejuais hoje, de maneira que a vossa voz se faça ouvir no alto. 5 Acaso pode tal jejum ser o que escolhi? o dia em que o homem humilha a sua alma? Consiste, porventura, em inclinar o homem a cabeça como junco e em estender debaixo de si saco e cinza? porventura chamará a isso jejum, e dia aceitável a Jeová? 6 Acaso não é este o jejum que escolhi - romper as ligaduras da iniqüidade, desatar as ligaduras do jugo, deixar ir livres os oprimidos e quebrar todo o jugo? 7 Acaso não consiste ele em repartires o teu pão com o faminto, e recolheres em casa os pobres desamparados? em cobrires o nu quando o vires, e não te esconderes da tua carne?

O povo se achava um povo praticante de justiça e pediam julgamentos justos para si mesmos. Queriam ser merecidamente tratados com justiça. Assim, sentiam-se injustiçados por Jeová, pois segundo eles, esta privação, esta abstinência, este “cumprir das obrigações” não estava sendo notada por Jeová. Assim, apresentando seu ponto de vista, sua perspectiva, e valorizando suas ações, eles afirmavam para Jeová: “Temos jejuado, temos afligido as nossas almas e tu não o notas”.


Uma coisa incrível estava acontecendo. Estes humanos queriam ser recompensados por jejuarem?? Sim, queriam.


O aluno tinha o seu ponto de vista, no qual ele via toda uma lógica. O Professor possuía o verdadeiro ponto de vista. Jeová, o Professor, passou então a revelar a estes humanos o que Ele estava vendo, isto é, passou a revelar-lhes o Seu ponto de vista.

Jeová começou falando sobre a condição do povo: Informa ao meu povo sobre sua revolta e os seus pecados. “Vocês vêm a mim como se vocês fossem um povo obediente, como se vocês fossem um povo justo”. Informa a meu povo a sua real condição.

Bem, o que isto revelava em relação ao povo?? Revelava que o povo carecia de percepção quanto a sua real condição, pois eles se achavam uma coisa quando eram outra. Mas, não era este mesmo povo que apedrejava pecadores para manter-se um povo limpo?? Algo estava errado?? Sim, algo estava realmente errado. Do ponto de vista do povo (alunos) havia um erro em Jeová, o Professor. Na verdade, eles, os alunos, haviam abandonado o caminho que Jeová havia estipulado como o caminho certo, e no entanto, não haviam sequer percebido.

Depois de informados das rebeldias e pecados, o que deveria ocorrer??

Depois de informados eles poderiam acreditar ou não nas informações que lhe foram passadas. Como se tratavam de informações a respeito de suas ações, eles precisavam deixar-se convencer de que aquela informação era a mais pura verdade em relação a eles mesmos.

Assim, o Criador passou a lhes mostrar onde estava o erro: No dia do descanso está havendo pessoas que trabalham. Vocês descansam enquanto exigem que outros trabalhem para vocês. Há contendas, há rixas e há iniquidades entre vós. Desta forma, como achais que podeis ser ouvidos por Mim?? Vocês acham que Me agradam com este “jejum”?? Vejam qual é o tipo de jejum que Me agrada: Que liberteis todos os vossos escravos, deixando-os ir livres ao sabor de suas vontades. Que repartas o teu pão com o faminto em lugar de ficardes armazenando-o, ocasionando que outros passem fome. Que introduzas na tua casa as pessoas sem lar, os pobres desamparados, em lugar de escorraçá-los dos teus portões ou escravizá-los. Que passes a cobrir aqueles que se encontram nus, parando de se esconder destes ou de escorraçá-los.


Como o pai do LIVRE-ARBÍTRIO poderia aprovar a existência de pessoas usadas por outras pessoas para o trabalho forçado??

Será que o pai da IGUALDADE aprovava este tipo de escravidão?? Escravizar pessoas é tratá-las com igualdade??


Como poderia existir pobres em uma terra em que Eu faço haver abundância?? Não dar pão ao pobre é tratá-lo com igualdade??


Qual era o desejo do povo desde os dias em que Moisés estava vivo?? O povo desejava ser um povo rico. Não desejavam ser um povo pobre. No deserto, embora fossem um povo pobre, tinham vergonha em parecer pobres. Tinham vergonha da pobreza. Ora, para um povo que estava se empenhando em enriquecer e em estar por cima e em dominar as demais nações, em usar tais pessoas para o trabalho de escravo, como soariam tais palavras agora faladas pelo Pai para o mensageiro Isaías??

Não soariam como palavras estranhas e fora da realidade do mundo em que viviam??

Desde o deserto, mesmo na pobreza, o povo desejava ser rico?? O povo desejava as anunciadas bênçãos para fazer o que com ela?? Que objetivo tinham?? O desejo do povo está assim descrito:(Deuteronômio 15:4-6) 4 No entanto, ninguém deve ficar pobre no teu meio, porque Jeová, sem falta, te abençoará na terra que Jeová, teu Deus, te dá por herança, para tomares posse dela, 5 contanto que impreterivelmente escutes a voz de Jeová, teu Deus, de modo a cuidar em cumprir todo este mandamento que hoje te ordeno. 6 Pois, Jeová, teu Deus, deveras te abençoará assim como te prometeu, e certamente emprestarás sob caução a muitas nações, ao passo que tu mesmo não tomarás empréstimo; e tens de dominar sobre muitas nações, ao passo que elas não dominarão sobre ti.


Assim verte a Tradução Brasileira: (Deuteronômio 15:4-6) 4 Contudo não haverá entre ti pobre algum (pois Jeová certamente te abençoará na terra que Jeová teu Deus te está dando por herança para a possuíres), 5 se somente ouvires diligentemente a voz de Jeová teu Deus, para cuidares de cumprir todo este mandamento que eu hoje te ordeno. 6 Porque Jeová teu Deus te abençoará, como te prometeu; emprestarás a muitas nações, mas não tomarás empréstimos; dominarás sobre muitas nações, porém elas não dominarão sobre ti.


Ratificando o sentimento e o desejo do povo, novamente foi declarado por Moisés: (Deuteronômio 28:12-13) 12 Jeová te abrirá seu bom depósito, os céus, para dar chuva à tua terra na sua estação e para abençoar todo ato da tua mão; e certamente emprestarás a muitas nações, ao passo que tu mesmo não tomarás empréstimo. 13 E Jeová te porá deveras à cabeça e não na cauda; e terás de vir a estar somente em cima e não virás a estar embaixo, por estares obedecendo aos mandamentos de Jeová, teu Deus, que hoje te ordeno observar e cumprir.


Assim verte a Tradução Brasileira: (Deuteronômio 28:12-13) 12 Jeová te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar a chuva da tua terra a seu tempo, e para abençoar todas as obras das tuas mãos. Emprestarás a muitas nações, porém não tomarás emprestado. 13 Jeová fará que sejas a cabeça, e não a cauda; e só estarás em cima, e não debaixo; desde que ouças os mandamentos de Jeová teu Deus, que eu hoje te ordeno, para os observares e cumprires.


O que eles viam nestas palavras faladas por Moisés?? As pessoas passaram a ver aquilo que realmente estava escrito, ou seja: Pessoas abençoadas por Jeová certamente se tornarão pessoas ricas.

O que pretendiam fazer com a bênção?? Com a bênção viria a abundância, viria a fartura. O que fazer com tamanha fartura?? Desejavam lucrar com esta condição de abençoados. Desejavam usar esta condição de abençoados para alcançar a riqueza, o objeto do desejo. Queriam ganhar algo em face da condição de abençoados. Aproveitando a condição de abençoados, queriam dominar sobre os demais povos, utilizando-os como escravos para manterem e/ou aumentarem a riqueza. Uma coisa era consequência da outra. Nesta sequência de raciocínios, escravizar outros humanos passava a ser visto como uma coisa natural e consequente.

Podiam até mesmo orar a Deus pedindo forças para vencer uma batalha contra uma cidade iníqua e poderem utilizar os vencidos como escravos em suas lavouras e na construção de cidades armazéns.


Como o próprio Professor havia falado, eles, os alunos, achavam-se cumpridores dos mandamentos. Desta forma, queriam e esperavam estar na condição de poderem emprestar para as outras nações e dominarem estas outras nações, exatamente devido a abundância providenciada por Jeová.

Agora perguntamos de novo: Com tamanha fartura, deveria haver alguém sofrendo de carência nesta terra?? Deveria um israelita sofrer carência?? Deveria um estrangeiro sofrer carência??

Assim, depois de recebida a bênção, o que fazer com a abundância providenciada pelo Pai?? Bem, eles pensavam em armazená-la, negociá-la, enriquecer e dominar as outras nações, empurrando-as para a pobreza, e consequentemente, para a escravidão, objetivando alcançar lucro, até mesmo com a pobreza e escravidão desta nação.


Bem, onde ficava o princípio da igualdade?? Estes humanos sentiam-se IGUAIS aos demais humanos, ou sentiam-se SUPERIORES??


DESEJAVAM A IGUALDADE OU DESEJAVAM A SUPERIORIDADE??


Assim, ficou bem claro que, o destino dado à benção, o destino dado à fartura, é que determinaria a existência ou a inexistência de pobres e de famintos. Também ficou bem claro que não era a bênção que determinava a existência do rico, e sim o destino dado ao fruto da bênção, isto é, o destino dado à fartura.



No entanto, o Professor tinha outros planos para seus alunos. Assim, o Professor lhes estava falando qual era a Sua vontade em relação a eles. Estas sim eram as coisas importantes a serem feitas. Jeová esperava que estas coisas ocupassem a prioridade no dia a dia do seu povo escolhido. Mesmo no deserto, o povo já deseja tiranizar outras nações?? Mesmo no deserto, o povo já desejava ter os seus próprios escravos?? Um povo que havia sido liberto da escravidão estava agora escravizando outros humanos?? Sim, estavam. Um povo que havia sido tiranizado estava agora tiranizando outros povos?? Sim, estavam.

Como podiam encarar o tiranizar outras nações, usando-as como escravos, como sendo algo errado, se era exatamente isto o que desejavam??

Quando os egípcios foram avisados sobre os sete anos de fartura e os sete anos de seca, o que fizeram??Que destino deram às preciosas informações recebidas?? Como foram encaradas aquelas inéditas informações?? Como uma oportunidade para estocar?? Sim. E depois, o que fazer com o estoque?? Que destino se daria ao que estava estocado?? Haveria uma DOAÇÃO aos necessitados?? Não foram aconselhados a estocar?? Não foram aconselhados a construírem muitos armazéns?? Aquele que assim os aconselhou também foi incumbido de executar o conselho. O que aconteceu??


No lugar da DOAÇÃO, não ocorreu a NEGOCIAÇÃO?? No lugar da DOAÇÃO ocorreu o LUCRO. Não acumulou-se mais e mais riqueza para aquele que havia estocado, ou seja, para aquele que sentia-se dono do estoque?? Não ficaram por cima?? O que ocorreu com os demais?? Não foram empurrados para baixo. O que aconteceu com aquele que plantou, colheu e colocou o resultado do seu trabalho nos armazéns recém-construídos?? Eles perderam até mesmo suas terras, transformando-se em escravos de Faraó. Transformar-lhes em escravos ainda foi visto como um ato de misericórdia??? Veja, eu não estou deixando você morrer de fome!!!!!!!! Uma coisa incrível, não é verdade????? Qual foi o resultado final deste ato de misericórdia????


O que aconteceu com os descendentes de Jacó?? Também foram transformados em escravos. No Egito, eles é que foram os dominados. Eles clamaram. Esta situação gera o clamor dos oprimidos, não gera?? Eles clamaram. Oprimido é oprimido, independente de que nacionalidade ele seja, não é verdade?? O princípio da igualdade assim o determina.

Vocês é que dominarão, afirmou Moisés, não afirmou?? Dominar e escravizar os iníquos não foi rotulado de coisa certa a ser feita?? Sim, foi.


Este foi o mandamento, assim determinou Moisés ser a forma como deveriam ser tratados os iníquos incircuncisos: “O povo das cidades conquistadas devem tornar-se teu, eles se tornarão tua propriedade para trabalho forçado, e eles têm de servir-te.”. (Deuteronômio 20:10-14) 10 Caso te chegues a uma cidade para lutar contra ela, então tens de anunciar-lhe termos de paz. 11 E tem de suceder que, se te der uma resposta pacífica e se abrir para ti, então tem de acontecer que todo o povo encontrado nela deve tornar-se teu para trabalho forçado, e eles têm de servir-te. 12 Mas, se não fizer paz contigo e realmente te fizer guerra, e tu a tiveres de sitiar, 13 então Jeová, teu Deus, certamente a entregará na tua mão e terás de golpear todo macho nela com o fio da espada. 14 Somente as mulheres e as criancinhas, e os animais domésticos, e tudo o que houver na cidade, todo o seu despojo, saquearás para ti; e terás de comer do despojo dos teus inimigos que Jeová, teu Deus, te entregou.

Assim verte a Tradução Brasileira(Deuteronômio 20:10-14) 10 Quando te aproximares duma cidade para pelejar contra ela, oferecer-lhe-ás a paz. 11 Se ela se submeter em paz, e te abrir as portas, todo o povo que se achar nela, será sujeito a trabalhos forçados e te servirá. 12 Se não fizer paz contigo, porém te fizer guerra, sitiá-la-ás. 13 Quando Jeová teu Deus a entregar nas tuas mãos, passarás ao fio da espada todos os homens que nela houver; 14 porém as mulheres, e os pequeninos, e o gado, e tudo o que estiver na cidade, todos os despojos dela, por presa tua os tomarás; e sustentar-te-ás dos despojos dos teus inimigos, que Jeová teu Deus te deu.

Assim verte a Tradução Almeida(Deuteronômio 20:10-14) 10 Quando te aproximares duma cidade para combatê-la, apregoar-lhe-ás paz. 11 Se ela te responder em paz, e te abrir as portas, todo o povo que se achar nela será sujeito a trabalhos forçados e te servirá. 12 Se ela, pelo contrário, não fizer paz contigo, mas guerra, então a sitiarás, 13 e logo que o Senhor teu Deus a entregar nas tuas mãos, passarás ao fio da espada todos os homens que nela houver; 14 porém as mulheres, os pequeninos, os animais e tudo o que houver na cidade, todo o seu despojo, tomarás por presa; e comerás o despojo dos teus inimigos, que o Senhor teu Deus te deu.


Eles estavam obedecendo ao que estava registrado nas “Escrituras”, não estavam?? Como podiam achar que isto era um erro??

Eles estavam se APROPRIANDO das cidades e de tudo o que havia dentro dela, inclusive as vidas humanas. Passavam a colocar cangas (jugos) em outros humanos. Humano passava a ser propriedade de outro humano, como se ele fosse uma mercadoria barata.

Tratava-se de igualdade??


Quando você obedece a um mandamento como este, quando você tem uma diretriz como esta, como é os observadores imparciais vêm estas ações??


Apontando-lhes, informando-lhes sobre mais erros cometidos, o Criador continuou a falar para seu mensageiro Isaías: (Isaías 58:8-12) 8 Neste caso romperia a tua luz como a alva; e rapidamente surgiria para ti o restabelecimento. E certamente andaria diante de ti a tua justiça; a própria glória de Jeová seria a tua retaguarda. 9 Neste caso chamarias e o próprio Jeová te responderia; clamarias por ajuda e ele diria: ‘Eis-me aqui!’ Se removeres do teu meio a canga, o apontar com o dedo e falar o que é prejudicial, 10 e concederes ao faminto o teu próprio [desejo da] alma e fartares a alma atribulada, então certamente raiará a tua luz mesmo na escuridão e as tuas trevas serão como o meio-dia. 11 E Jeová forçosamente te guiará constantemente e fartará a tua alma mesmo numa terra abrasada e revigorará os próprios ossos teus; e terás de tornar-te igual a um jardim bem regado e como nascente de água, cujas águas não mentem. 12 E às tuas instâncias, homens certamente edificarão os lugares há muito devastados; erigirás até mesmo os alicerces de gerações contínuas. E serás realmente chamado consertador da brecha, restaurador de sendas junto às quais [se pode] morar.


Assim verte a Tradução Brasileira: (Isaias 58:8-12) 8 Então romperá a tua luz como a aurora, e depressa nascerá a tua cura; a tua justiça irá diante de ti; a glória de Jeová será a tua retaguarda. 9 Então clamarás, e Jeová responderá; chamarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo e o falar iniqüamente; 10 se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então nascerá a tua luz nas trevas, e a tua escuridão tornar-se-á como o meio dia. 11 Jeová te guiará continuamente, fartará a tua alma mesmo em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado, e como um manancial de águas, cujas águas não falham. 12 Os que de ti procederem, edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações; e serás chamado reparador da brecha, restaurador de veredas para que o país se torne habitável.


Assim verte a Tradução Almeida: (Isaias 58:8-12) 8 Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará. e a tua justiça irá adiante de ti; e a glória do Senhor será a tua retaguarda. 9 Então clamarás, e o Senhor te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente; 10 e se abrires a tua alma ao faminto, e fartares o aflito; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio dia. 11 O Senhor te guiará continuamente, e te fartará até em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca falham. 12 E os que de ti procederem edificarão as ruínas antigas; e tu levantarás os fundamentos de muitas gerações; e serás chamado reparador da brecha, e restaurador de veredas para morar.


A vontade de Jeová ficou bem clara, não ficou?? Para Jeová era inadmissível haver escravos. Para Jeová era inadmissível haver famintos. Para Jeová era inadmissível haver acusação, ou seja, a condenação.

A vontade de Jeová nada tinha a ver com a vontade do povo, ou será que tinha?? O povo estava caminhando no sentido inverso à vontade de Jeová, não estava??

Estender o dedo, apontar o dedo e falar o que é prejudicial. Trata-se de acusar outras pessoas em face dos reais erros cometidos por estas pessoas. Tratava-se de pedir ou fazer violência contra o iníquo. No lugar de ajudar tais pessoas, eles estavam mais preocupados em acusar tais pessoas, desejando a calamidade para tais pessoas, mesmo que merecida. Jeová tinha definido e repassado a eles através do mensageiro Moisés, quais eram as “coisas detestáveis” que as nações faziam, e que, exatamente por isso, elas seriam removidas daquela terra, em face de que a terra havia ficado poluída, contaminada, impura, por causa das ações deles.

Estas foram as palavras de Jeová para o seu mensageiro Moisés:(Levítico 18:24-30) 24 “‘Não vos façais impuros por qualquer destas coisas, PORQUE por todas estas coisas se fizeram impuras as nações que ponho para fora diante de vós. 25 Por conseguinte, a terra é impura e eu trarei sobre ela punição pelo seu erro, e a terra vomitará os seus habitantes. 26 E vós mesmos tendes de guardar os meus estatutos e as minhas decisões judiciais, e não deveis fazer NENHUMA de todas estas coisas detestáveis, quer o natural quer o residente forasteiro que reside no vosso meio. 27 Pois todas estas coisas detestáveis foram feitas pelos homens da terra, que vos precederam, de modo que a terra é impura. 28 Então a terra não vos vomitará porque a profanais, assim como certamente vomitará as nações que vos precederam. 29 Caso alguém faça qualquer de todas estas coisas detestáveis, então as almas que as fazem têm de ser decepadas dentre seu povo. 30 E tendes de cuidar da vossa obrigação para comigo, de não praticardes nenhum dos costumes detestáveis que se praticaram antes de vós, para que não vos façais impuros por eles. Eu sou Jeová, vosso Deus.’”


Assim verte a Tradução Brasileira: (Levítico 18:24-30) 24 Não vos contamineis com nenhuma destas coisas, pois com todas elas são contaminadas as nações que eu hei de expulsar de diante de vós. 25 A terra está contaminada, portanto visito nela as suas iniqüidades, e ela vomita os seus habitantes. 26 Vós guardareis os meus estatutos e os meus juízos, e não cometereis NENHUMA destas abominações, nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós 27 (porque todas estas abominações cometeram os homens da terra, que foram antes de vós, e a terra está contaminada). 28 Não suceda que a terra, sendo contaminada por vós, vos vomite também a vós, como vomitou a nação que foi antes de vós. 29 Todo o que cometer alguma destas abominações, sim aqueles que a cometerem, serão cortados dentre o seu povo. 30 Portanto, guardareis o meu mandamento, para que não caiais em alguns destes abomináveis costumes, que antes de vós foram seguidos, e para que vos não contamineis com eles: eu sou Jeová.



Qual era a obrigação que eles tinham perante Jeová?? Era a de não praticar nenhum dos costumes praticados pelas nações que ainda estavam morando naquelas terras. Cumprir os regulamentos de Jeová impediria o povo de praticar os mesmo costumes abomináveis praticados pelos demais povos ao redor.

Eles apontavam reais erros destas nações e as acusavam constantemente diante do Professor, pedindo que fosse cumprida a promessa de remoção destas nações, muito embora eles também estivessem praticando estes mesmos costumes.

Se deixardes de praticar tais iniquidades e passardes a praticar a igualdade entre todos, então a tua cura apressadamente brotará, então clamarás e direi: Estou aqui.


O Criador passou agora a falar sobre a disposição interior do povo, aquela que vem do coração, em relação ao dia de descanso, pois a boca fala daquilo que o coração está cheio: (Isaías 58:13-14) 13 Se em vista do sábado fizeres teu pé retornar de fazer os teus próprios agrados no meu dia santo e realmente chamares o sábado de deleite, [dia] santo de Jeová, um que se glorifica, e tu realmente o glorificares em vez de seguires os teus próprios caminhos, em vez de achares o que te agrada e falares uma palavra, 14 neste caso te deleitarás em Jeová e eu vou fazer-te cavalgar sobre os altos da terra; e eu vou fazer-te comer da propriedade hereditária de Jacó, teu antepassado, porque a própria boca de Jeová falou [isso].”


Assim verte a Tradução Brasileira: (Isaías 58:13-14) 13 Se apartares do sábado o teu pé, e não prosseguires as tuas empresas no meu santo dia, se ao sábado chamares deleitoso, santificado por Jeová e digno de honra; se o honrares, não seguindo os teus caminhos, nem te ocupando nas tuas empresas, nem falando as tuas palavras; 14 então te deleitarás em Jeová. Eu te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te alimentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca de Jeová falou.


Assim verte a Tradução Almeida: (Isaías 58:13-14) 13 Se desviares do sábado o teu pé, e deixares de prosseguir nas tuas empresas no meu santo dia; se ao sábado chamares deleitoso, ao santo dia do Senhor, digno de honra; se o honrares, não seguindo os teus caminhos, nem te ocupando nas tuas empresas, nem falando palavras vãs; 14 então te deleitarás no Senhor, e eu te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te sustentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca do Senhor o disse.


Mais uma vez Jeová foi claro: “Vocês não estão seguindo os meus caminhos”.

Neste dia da semana eles deixavam de ganhar dinheiro, deixavam de lucrar, enquanto as outras nações continuavam a plantar, a colher, a estocar e a negociar os seus produtos.

As outras nações usavam a mão de obra escrava, a mais barata que existia, para construírem suas cidades, seus armazéns, para o plantio, para a colheita, para o transporte de todas as suas coisas, para lutarem em suas batalhas. Se eu não tiver os escravos, como é que eu vou enriquecer e poder emprestar para as outras nações e continuar a ganhar?? Se eu não enriquecer, como é que eu vou poder dominar sobre as outras nações?? Se formos pobres, não seremos dominados pelas outras nações??

Se não tivermos bastante dinheiro como poderemos comprar as armas e os cavalos?? Sendo pobres, como poderíamos conquistar ou comprar escravos para fazerem nossos trabalhos?? Se não tivermos bastante dinheiro, como compraremos materiais para a construção de nossas fortalezas e os nossos armazéns?? Se não tivermos bastante escravos, como construiremos as nossas fortalezas e os nossos armazéns?? Se não tivermos soldados como manteremos os escravos trabalhando??

Se formos pobres nós seremos escravizados pelas outras nações, obviamente.


Não podemos ser uma nação de pobres, pois os pobres são aqueles que não recebem a bênção de Jeová, exatamente por não serem obedientes aos mandamentos. Ora, se estamos guardando os mandamentos, onde estão as nossas bênçãos?? Onde está a nossa riqueza?? Então, porque estamos perdendo as nossas riquezas?? Porque os iníquos continuam mais ricos do que nós??


O que estes homens desejavam ter e não perder??

O que estes homens amavam?? Amavam as riquezas.


Dentro do ponto de vista humano, todos estes raciocínios eram plenamente lógicos, esperados e certos. Obviamente, não só desejavam, como viviam o dia a dia na plena busca da riqueza, que, segundo eles seria fruto da bênção de Jeová. No entanto, tratava-se do destino que eles mesmos resolveram dar às bênçãos recebidas.


Teoria dos humanos - Os iníquos não podem ser mais ricos do que os justos, pois a riqueza é uma recompensa dada por Deus aos justos.


Eles amavam o caminho para a riqueza e competiam tanto entre si para chegar ao topo, como com as outras nações, para dominarem e fazerem outros povos mais pobres trabalharem como escravos para eles, os vencedores, ou seja, os abençoados por Jeová. Assim, Jeová, o Deus forte, estando do lado dos obedientes, tanto lhes daria riqueza, como também os ajudaria em suas batalhas contra os inimigos, afinal, os inimigos eram iníquos incircuncisos, impuros pecadores. Tudo isto estava logicamente assentado em suas mentes, gerando fortes desejos. Eles não viam qualquer erro em praticar tais coisas.


A vontade do Criador e Pai era que o desejo destes humanos e filhos fosse substituído por um outro desejo. Todo humano corre atrás do seu desejo. Quando está fazendo algo contrário ao seu desejo, o humano fala palavras, ele reclama, ele espontaneamente revela ter um espírito contristado. Ele deseja que aquele momento passe logo para que ele possa voltar a se dedicar ao que ele tanto gosta, no qual ele revela sua espontânea alegria.

O que desejava o Pai?? Desejava que o sábado fosse chamado de “deleitoso”. Era a vontade do Pai que eles sentissem prazer em fazer as coisas da forma como Ele tinha acabado de descrever. Eles deveriam sentir prazer em perdoar as dívidas. Deviam sentir prazer em dar aquilo que tinham para qualquer necessitado que ele visse. Deviam sentir prazer em não escravizar a ninguém. No entanto, a competição em enriquecer lhes impedia de ter prazer nestas coisas, pois estas coisas impedem o enriquecimento.


PRAZER – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss):

prazer

v. (1152) 1 t.i.int. e pron. m.q. aprazer n s.m. 2 sensação ou emoção agradável, ligada à satisfação de uma vontade, uma necessidade, do exercício harmonioso das atividades vitais etc.; alegria, contentamento, júbilo, satisfação <ria de puro p. de viver> <o p. do dever cumprido> 2.1 deleite sexual 3 boa vontade, agrado <hospedou-os com p.> 4 diversão, distração, divertimento gram a respeito da conj. do verbo, ver -azer etim lat. placèo,es,cùi ou cìtus sum,placére 'agradar' sin/var ver antonímia de desgosto ant ver sinonímia de desgosto


O sábado devia ser aguardado como algo prazeroso. As ações descritas por Jeová deviam ser prazerosas de se realizar.


PRAZEROSO – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss):

prazeroso

\ô\ adj. B 1 com prazer, com satisfação, com boa vontade; alegre, prazenteiro, bem-humorado 2 que causa prazer; que proporciona momentos agradáveis <companhia p.> <música p.> etim prazer + -oso sin/var ver sinonímia de alegre ant ver antonímia de alegre



Não resta dúvida, individualmente, todos estavam caminhando no sentido oposto à direção em que caminhava o Pai. Como poderiam encontrar felicidade em libertar todos os seus escravos?? Como podiam encontrar felicidade em doar os seus estoques para os pobres, quando queriam negociá-los pelo melhor preço e enriquecerem mais?? Como podiam encontrar felicidade em doar, quando buscavam continuamente construir novos armazéns?? Decerto, o pobre era visto como alguém que, se atendido, causaria o empobrecimento do rico. Decerto, se tornariam tão pobres quanto os demais.


Empobrecer causava aflição, causava tristeza, causava uma sensação incômoda, uma sensação desagradável.

Obter lucro, conseguir ganhar algo desejado, isto sim é que causava prazer naqueles humanos. Fazer tais doações trazia o prejuízo, algo oposto ao lucro, gerando uma sensação 100% oposta.


Proclamar a liberdade para os escravos – Que fim traria tal decisão?? Uma grande redução no lucro, no ganho. Obviamente ele passaria a lucrar bem menos, muito menos. Que sensação viria?? Viria uma sensação incômoda, uma sensação desagradável, uma tristeza, uma espontânea e profunda tristeza.


Há como negar que estes homens estavam andando na direção oposta ao Pai Celestial??


O Pai desejava que eles encontrassem uma sensação agradável (prazer) exatamente naquilo que eles encontravam uma sensação desagradável (tristeza).


O tempo ia passando e o Pai não mudou de opinião, afinal, o pobre é filho assim como o rico é filho. Ambos são filhos amados por Ele igualmente. O irmão que escraviza o outro é que não ama seu irmão, irmão este que é amado pelo Pai. O humano que não fica alegre em doar seu estoque para seu próximo é porque ele não ama o seu próximo. Como encara este humano o “princípio da igualdade”??


Assim falou Jesus para um homem rico, aquele que também se achava cumpridor das obrigações para com o Pai Celestial: “Vai vender todos os teus bens e dá aos pobres, torna-te um pobre”. (Mateus 19:16-24) 16 E eis que alguém, aproximando-se, disse-lhe: “Instrutor, que preciso fazer de bom, a fim de obter a vida eterna?” 17 Ele lhe disse: “Por que me perguntas sobre o que é bom? Há um que é bom. Se queres, porém, entrar na vida, observa continuamente os mandamentos.” 18 Disse-lhe ele: “Quais?” Jesus disse: “Ora, não deves assassinar, não deves cometer adultério, não deves furtar, não deves dar falso testemunho, 19 honra [teu] pai e [tua] mãe, e, tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.” 20 O jovem disse-lhe: “Tenho guardado a todos estes; que me falta ainda?” 21 Jesus disse-lhe: “Se queres ser perfeito, vai vender teus bens e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu, e vem, sê meu seguidor.” 22 Quando o jovem ouviu estas palavras, afastou-se contristado, porque tinha muitas propriedades. 23 Jesus, porém, disse aos seus discípulos: “Deveras, eu vos digo que será difícil para um rico entrar no reino dos céus. 24 Novamente, eu vos digo: É mais fácil um camelo passar pelo orifício duma agulha, do que um rico entrar no reino de Deus.”


Assim verte a Tradução Brasileira: (Mateus 19:16-24) 16 Chegou um moço e perguntou-lhe: Mestre, que coisa boa farei para ter a vida eterna? 17 Respondeu-lhe Jesus: Por que me perguntas sobre o que é bom? Um há que é bom; mas se queres entrar na Vida, guarda os mandamentos. 18 Ele inquiriu: Quais? Respondeu Jesus: Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não dirás falso testemunho, 19 honra a teu pai e a tua mãe, e amarás ao teu próximo como a ti mesmo. 20 Replicou-lhe o moço: Tudo isso tenho guardado; que me falta ainda? 21 Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai vender tudo o que tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro nos céus; depois vem seguir-me. 22 O moço, porém, ouvindo estes preceitos, retirou-se triste; porque tinha muitos bens. 23 Jesus declarou a seus discípulos: Em verdade vos digo que um rico dificilmente entrará no reino dos céus. 24 Também vos digo que mais fácil é passar um camelo pelo fundo de uma agulha, do que entrar um rico no reino de Deus.


Qual foi a reação do homem que se esforçava e se considerava cumpridor dos mandamentos, inclusive o de amar ao próximo como a si mesmo??

Provavelmente ele se achasse um bom homem, assim como os discípulos de Jesus também o achavam, pois as palavras de Jesus sobre os “ricos”, após a reação daquele moço, os deixaram espantados. A reação do homem rico foi a reação natural daquele que ama a riqueza, independente do que ele possa ver ao seu redor. Ele não se sentiu ofendido com as palavras de Jesus, ele não ficou com raiva de Jesus, ele não questionou as palavras de Jesus, ele não retrucou as palavras de Jesus. Ele simplesmente extravasou o seu sentimento de tristeza ao conscientizar-se de que ele amava a riqueza, ao conscientizar-se de que ele não amava o próximo com a si mesmo. Sentindo-se envergonhado, retirou-se triste.


Este jovem era um fruto daquela filosofia de vida, de que os abençoados por Jeová se tornam pessoas ricas. Seus sentimentos e reação diante do pedido de Jesus, eram naturais às pessoas que vivem o seu dia a dia segundo esta filosofia de vida. Esta filosofia de vida ele também aprendeu dos seus antepassados. Ele seguia os mandamentos de Moisés desde a sua infância.

Ele teria de trocar aquilo que ele amava desde a juventude por aquilo que ele via como desprezível desde a sua juventude. Decerto, não seria nada fácil, ele teria que nascer de novo.

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