EXISTE A PECAMINOSIDADE HERDADA??

Criada em 18 de janeiro de 2012 - Última alteração em 17/08/16 às 11 : 31





PECADO HERDADO – PECADO HEREDITÁRIO



A “verdade” é uma coisa imutável. Nada do que fazemos poderá modificar a verdade, tampouco o que falamos poderá alterar a verdade.

Imutável – esta é a definição dada pelo dicionário Online de Português: que não pode ser mudado..

Significado de Imutável

adj.m. e adj.f. Que não pode ser mudado; que não se consegue mudar; sem possibilidades de mudança; que é permanente; constante.
(Etm. do latim: immutabilis.e)

Sinônimos de Imutável

Sinônimo de imutável: contínuo, inalterável e perseverante



Vejamos algo interessante em relação ao pecado. Vejamos um dos detalhes diretamente relacionados ao pecado.

Uma árvore está “incapacitada” de praticar um pecado.

O oceano está “incapacitado” de praticar um pecado.

O vento está “incapacitado” de praticar um pecado.

Um robô está “incapacitado” de praticar um pecado.

Será que o humano conseguirá ficar incapacitado de pecar, sendo mantido na condição de humano??

Será que os anjos estão incapacitados de praticar um pecado??

Será que o Pai IHVH está incapacitado de praticar um pecado???



Uma coisa feita sempre levará a outra coisa, que por vezes, não teremos a capacidade de impedir que aconteça. Uma coisa “A” somada a uma coisa “B” produz um determinado resultado que podemos chamar de “Z”. No entanto, a mesma coisa “A” somada a uma coisa “C” produzirá um outro resultado diferente de “Z”. São fatos que independem de nossa vontade. São coisas que independem do nosso desejo.

Desta forma estamos sendo apresentados a uma coisa chamada “consequência”. O humano Adão estava sendo apresentado a uma coisa chamada “consequência”.

Consequência – esta é a definição dada pelo dicionário Online de Português: aquilo que resulta ou é produzido por causa de...

Significado de Consequência

s.f. Aquilo que resulta ou é produzido por causa de; efeito ou resultado: o sucesso foi consequência de muito trabalho.
Resultado negativo que afeta a saúde de alguém; ferimento: o acidente não deixou consequências nos envolvidos.
O resultado de um raciocínio lógico; o que se deduziu; dedução: a consequência de uma proposição física.
Efeito de muita importância; o resultado de proporções excessivas; influência: um assunto de grande consequência.
(Etm. do latim: consequentia.ae)

Sinônimos de Consequência

Sinônimo de consequência: conclusão, corolário, efeito, êxito, ilação, importância, , influência, resultado e transcendência



Depois de estarmos cientes destas coisas, destes detalhes, iniciemos a nossa sabatina.

O pecado é realmente hereditário?? Existe pecado herdado??

Antes de buscarmos respostas para estas perguntas é imprescindível saber duas coisas.

A primeira é: O que é hereditário??

A segunda é: O que é pecado??

HEREDITÁRIOEsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): que se transmite por... transmissão para os descendentes.

hereditário

adj. (1553) 1 relativo a, que se transmite por ou em que há hereditariedade 1.1 transmitido por direito de sucessão <cargo h.> <bens h.> 1.2 transmitido por tradição (social, moral etc.) aos descendentes 1.3 gen passível de transmissão para os descendentes e, portanto, determinado por genes <doenças h.> <característica h.> ¤ etim lat. hereditárius,a,um 'hereditário, de herança', por via erud.

Trata-se de algo passível de transmissão para os descendentes e, portanto, determinado por genes. Temos como exemplo as características físicas ou até mesmo algumas doenças, como coisas que são transmitidas de pais para filhos. Também pode tratar-se de algo passível de transmissão por direito de sucessão, como um bem material ou um cargo, como por exemplo, o de rei.

Neste caso, trata-se de algo, uma característica, que é IMPOSTA ao descendente, sem qualquer opção deste de nascer sem ela ou deixar de ter esta característica. O descendente também não tem como remover de si esta característica, o descendente está impossibilitado de remover tal característica e não há nada que ele possa fazer em relação a isto.

Será que o pecado também é uma “doença” transmitida de pai para filho?? Trata-se de uma “marca registrada” transmitida de pai para filho?? Trata-se de uma doença contagiosa?? Trata-se de alguma coisa física??

Esta é a teoria quase unanimemente aceita.

Alguns chegam a afirmar que a criança recebe o pecado no primeiro aleitamento materno, enquanto que outros, sendo mais incisivos e comparando os humanos a um bolo, afirmam que os humanos já nascem com esta marca registrada, marca esta, existente no primeiro humano, do qual, todos são descendentes. Assim, este primeiro humano é comparado a uma fôrma defeituosa, que passou o pecado a seus descendentes. Desta forma, Adão passou a sua doença para seus filhos. Os filhos de Adão iriam repassar a seus filhos. Neste caso, uma característica imposta ao descendente e da qual o descendente não tem como remover de si e nem de não retransmitir aos seus descendentes. Será que o pecado é uma maldição recebida por Adão e que ele repassaria automaticamente aos seus descendentes??

Nos dois casos, o humano isenta-se de responsabilidade em relação ao pecado, afinal de contas, ele já nasceu com o pecado, logo ele é apenas uma vítima de seu antepassado.

Quando questionado em relação a seu pecado, o humano afirmará: “Tal pecado ocorreu da minha parte por causa da minha pecaminosidade herdada de Adão”. Neste caso, Adão é o culpado por eu pecar. Neste caso, eu estou acusando Adão. Neste caso, eu sou uma vítima de Adão.

Certamente, se não fosse tal “pecaminosidade herdada” ele não cometeria pecado. Na verdade, ele está eximindo-se da culpa.

Olhando por este ângulo, realmente existe o chamado pecado herdado.

SE NÃO FOSSE ELE, EU NÃO TERIA COMETIDO TAL PECADO.

Isto é uma acusação.

Será que o pecado é uma maldição??

Vamos ver um exemplo de uma maldição que foi passada de pai para todas as demais gerações de descendentes.

(Gênesis 9:20-27) 20 Então, Noé principiou como lavrador e passou a plantar um vinhedo. 21 E começou a beber do vinho e ficou embriagado, e deste modo se descobriu no meio da sua tenda. 22 Mais tarde, Cã, pai de Canaã, viu a nudez de seu pai e foi contá-lo aos seus dois irmãos lá fora. 23 Sem e Jafé tomaram então uma capa e a puseram sobre ambos os seus ombros, e entraram andando de costas. Assim cobriram a nudez de seu pai, com as faces viradas, e não viram a nudez de seu pai. 24 Por fim, Noé acordou do seu vinho e soube o que lhe havia feito seu filho mais moço. 25 Ele disse então: “Maldito seja Canaã. Torne-se ele o escravo mais baixo de seus irmãos.26 E acrescentou: “Bendito seja Jeová, Deus de Sem, E torne-se Canaã escravo dele. 27 Conceda Deus amplo espaço a Jafé, E resida ele nas tendas de Sem. Torne-se Canaã também escravo dele....



Assim verte a Tradução Brasileira:

(Gênesis 9:20-27) 20 Começou Noé a ser lavrador, e plantou uma vinha. 21 Bebendo do vinho, embriagou-se e achou-se nu dentro da sua tenda. 22 Cão, pai de Canaã, viu a nudez de seu pai, e contou a seus dois irmãos que estavam fora. 23 Então tomaram Sem e Jafé uma capa, puseram-na sobre os seus ombros e, andando virados para trás, cobriram a nudez de seu pai; tiveram virados os seus rostos, e não viram a nudez de seu pai. 24 Despertando Noé do seu vinho, soube o que seu filho mais moço lhe fizera. 25 E disse: Maldito seja Canaã; Servo dos servos será de seus irmãos. 26 E acrescentou: Bendito seja Jeová, o Deus de Sem; E seja-lhes Canaã por servo. 27 Dilate Deus a Jafé, E habite Jafé nas tendas de Sem; E seja-lhes Canaã por servo.

Noé amaldiçoou o seu filho Cã. Os descendentes de Cã, já nasciam escravos. Já nasciam carregando a condição de escravos.

Neste caso, bastava ser descendente de Cã, e a pessoa já era tida como escravo.

Será que com o pecado é a mesma coisa??

Obviamente, chega na nossa mente a seguinte pergunta: Este primeiro humano já tinha esta marca registrada quando veio a existência??

Dependendo da resposta dada a esta pergunta, estaremos passando a responsabilidade pelo pecado para aquele que criou o primeiro humano. Foi criado um “humano pecador” ou um “humano não pecador”??

Neste caso, esta “pecaminosidade herdada” precisa ser removida deste humano para que ele finalmente consiga viver sem pecar, não é verdade??

SERÁ QUE O HUMANO PRECISA SER “VACINADO” CONTRA O PECADO?? DEPOIS DE VACINADO ELE PASSA A ESTAR “IMUNE” AO PECADO???

Esbarrando nesta argumentação lógica, alguns afirmam que existem certos pecados que podem ser eliminados, isto é, deixados de ser praticados, enquanto que outros não.

Assim, existem pecados dos quais eu desconheço e outros dos quais eu peco mesmo sem querer pecar, pois está acima da minha vontade.

Ainda outros falam em pecado deliberado, isto é, aquele que, mesmo tendo ciência de que é pecado, você insiste em praticar.

Espere um minuto. Você falou em praticar o pecado?? A pessoa pratica o pecado. Bem, isto é uma característica real e básica em relação ao pecado, você concorda?? A pessoa toma a iniciativa em fazer. A pessoa insiste em fazer??

Esta é uma base que será usada para analisarmos os conceitos sobre pecado.

Estando o pecado acima da minha vontade, isto significa que eu sou um escravo do pecado, não é verdade??

O que é mesmo um conceito??

CONCEITO – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss):

conceito

s.m. (1523) 1 p.ext. faculdade intelectiva e cognoscitiva do ser humano; mente, espírito, pensamento <isso não entra no meu c.> 2 compreensão que alguém tem de uma palavra; noção, concepção, ideia <seu c. de moral é antiquado> 3 p.ext. opinião, ponto de vista, convicção <em seu c., qual é o melhor dos dois?> 4 dito original e engenhoso; ditado, máxima, sentença <verdadeiro conselheiro Acácio nacional, só fala por c.> 5 conclusão moral de um conto ou afim; moral 6 ideia ou dito conciso; resumo, conceituação <sintetizou naquele c. toda a alma brasileira> 7 reputação de que goza uma pessoa por parte dos amigos, do público, da sociedade etc.; fama <não goza de bom c. no trabalho> 8 B sistema de avaliação simplificada do aproveitamento escolar, ger. expresso pelas cinco primeiras letras do alfabeto; nota <só tira c. A> 9 fil representação mental de um objeto abstrato ou concreto, que se mostra como um instrumento fundamental do pensamento em sua tarefa de identificar, descrever e classificar os diferentes elementos e aspectos da realidade 10 ling noção abstrata contida nas palavras de uma língua para designar as propriedades e características de uma classe de seres, objetos ou entidades abstratas 11 lud em certas charadas, nos logogrifos etc., palavra, expressão ou frase que propicia a sua chave ('solução') gram aum.irreg.: conceitarrão e conceitarraz etim lat. concéptus,us 'ação de conter, pensamento etc.' sin/var ver sinonímia de fama e julgamento



Afinal de contas, o que é pecado??

PECADOEsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): Violação de uma regra; desobediência a uma norma qualquer, o que constitui em falta ou erro. O exemplo dado é o erro de Adão, o qual, o Pai Celestial definiu ser um “pecado”.

pecado

s.m. (sXIII) 1 violação de um preceito religioso 2 p.ext. desobediência a qualquer norma ou preceito; falta, erro <p. juvenis> <trabalhar muito não é p.> 3 ação má; crueldade, perversidade <é um p. acordá-lo tão cedo> 4 o que merece ser lastimado; pena, tristeza <é um p. que você não possa ficar para o jantar> 5 estado em que se encontra alguém que cometeu um pecado (acp.1) <aquela mulher vive em p.> ² p. capital rel cada um dos sete vícios relacionados pela Igreja católica (avareza, gula, inveja, ira, luxúria, orgulho, preguiça) p. original rel aquele cometido por Adão e Eva no paraíso e pelo qual todo ser humano é culpado desde o nascimentodos meus p. m.q. dos pecadosdos p. que causa espanto; extraordinário, terrível, dos meus pecados <uma desorganização dos p.>ser os p. de alguém infrm. diz-se de pessoa, ger. criança, causadora de muitas preocupações ¤ gram a) aum.irreg.: pecadaço; b) dim.irreg.: pecadilho ¤ etim lat. peccátum,i 'falta, culpa, delito, crime'

Não podemos deixar de perceber que o próprio dicionário revela o conceito quase unânime de que o filho recebe o pecado dos seus pais. Afirma-se: ... pelo qual todo ser humano é culpado desde o nascimento”.

Violação de que??

Desobediência a que??

Percebemos que é imprescindível a existência de uma norma ou uma regra, pois sem a norma ou a regra não pode existir pecado. Na verdade é impossível haver pecado sem a existência de uma regra ou norma. Uma coisa “Z” não existe sem que haja o somatório da coisa “A” com a coisa “B”.

Sendo o pecado completamente dependente de uma “violação”, esta violação tem de ser definida muito antes do pecado se tornar real.

Para haver pecado é imprescindível haver algo “A” chamado de regra, pedido, mandamento, lei, preceito.

Depois de haver a coisa “A” é imprescindível haver a coisa “B”. O que é a coisa “B”?? É a informação.

De posse da informação do pedido, uma criatura qualquer poderá obedecer ou não obedecer, isto é, poderá pecar ou não pecar.

Também não deixamos de perceber que o pecado é uma violação; que o pecado é uma desobediência; que o pecado é uma ação. O próprio dicionário assim nos definiu.

Não seria o pecado toda e qualquer decisão errada que qualquer criatura venha a tomar??

A ação só acontece depois da decisão, não é verdade??

Decisão é uma coisa pessoal, não é??

É a própria pessoa quem toma a decisão, não é verdade??

A pessoa fica diante de uma circunstância da qual ela precisa decidir qual a ação que ela tomará.

Neste momento, a pessoa faz uma escolha. A pessoa escolhe entre fazer assim ou fazer assado. A pessoa escolhe fazer de um jeito ou de outro jeito.

A decisão tomada, seja ela qual for, levará a um resultado previamente definido.

Se a decisão for “A”, isto o levará a um resultado chamado “Z”, mas, se a decisão for “B”, isto o levará a um resultado chamado “Y”.

Poderá ser a decisão certa, assim como também poderá ser a decisão errada.

A decisão certa levará a uma ou mais consequências previamente definidas.

Da mesma forma, a decisão errada também levará a uma ou mais consequências previamente definidas.

Percebemos que a decisão é algo pessoal e intransferível, não percebemos??

O Pai IHVH deixou bem claro que o erro de Adão o levaria à sua morte. O Pai deixou bem claro para Adão que a morte de Adão seria uma consequência do erro de Adão.

Adão estava diante de uma escolha. Foi apresentado a Adão a consequência de cada escolha.

Para a decisão errada foi dado o nome de pecado. Para a “consequência” do pecado foi dado o nome de morte.

Como salvar alguém do pecado?? Como salvar alguém da decisão errada??

Como é que se consegue salvar uma pessoa, dela tomar uma decisão errada??

Se ela tomar a decisão certa, ela não estará cometendo o pecado, não é??

É para salvar a pessoa do erro (cometer o erro) ou salvar a pessoa da “consequência” do erro, do “resultado previsto”??

Quando a pessoa não sabe, trata-se de uma mera ignorante decisão errada, no entanto, quando a pessoa já sabe, trata-se de uma rebeldia. No entanto, independente da pessoa saber ou não, trata-se de um erro que levará àquele resultado previsto (morte).

Você falou em erro???

O que é um erro??

Erro – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: julgamento em desacordo com a realidade observada; engano; qualidade daquilo que é inexato, incorreto......

erro Datação: sXIII Ortoépia: ê

n substantivo masculino

1 ato ou efeito de errar

2 juízo ou julgamento em desacordo com a realidade observada; engano

3 qualidade daquilo que é inexato, incorreto

4 desvio do caminho considerado correto, bom, apropriado; desregramento

5 Rubrica: física.

pequena discrepância no valor medido de um observável físico devido a imperfeições dos instrumentos de medida e/ou incorreções do observador

6 Rubrica: matemática.

diferença entre o valor aproximado de uma função ou grandeza e o seu valor real


Erro em relação a que?? Acerto em relação a que?

Para haver o erro é necessário haver um ponto de referência, que é chamado de realidade. Na descrição dada pelo dicionário se fala em realidade observada. Também afirma que o erro é um engano.

O que é esta tal realidade??

Realidade – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: o que realmente existe; fato real; verdade...

realidade Datação: sXV

n substantivo feminino

1 qualidade ou característica do que é 4real

2 o que realmente existe; fato real; verdade

Ex.: seus sonhos tornaram-se r.

3 o conjunto das coisas e fatos reais

Ex.: na bebida, procura fugir da r.


A negação da realidade é um erro. É um erro em relação a realidade.

O acerto também é em relação a uma realidade.

O humano decidiu pelo erro, decidiu pela negação da realidade.

Quem criou esta tal realidade diante da qual o homem tem de decidir entre ficar com ela ou ir contra ela??

Esta realidade já existia antes do homem vir a existir, e se dar conta de sua existência, e de se dar conta desta realidade??

Esta realidade é algo imutável??

O que acontece se eu não aceitar aquela realidade?? Posso mudar ela?? Posso criar uma outra realidade só para mim??

Vejam como um humano pode chegar a estar diante de uma realidade imutável, realidade esta que ele discordava e sua atitude em tentar modificar uma realidade imutável.

É o caso de Jacó.

Qual era a realidade imutável??

Esaú era o primogênito. O primogênito tinha as regalias de primogênito, um costume humano, que valorizava o primogênito em detrimento dos demais, pois todos giravam em torno do primogênito. As melhores coisas estavam destinadas ao primogênito.

Seu irmão Esaú era o primogênito, muito embora eles fossem gêmeos.

O que fazer diante de tal coisa??

Sabedor de uma informação de que o mais velho serviria ao mais moço, Jacó e sua mãe partiram para modificar uma realidade.

Esaú já era o primogênito, fato este determinado no momento do nascimento, fato este na categoria de imutável.

No entanto, na mente de Jacó havia uma forma de modificar o imutável...

Como??

Comprando o direito de primogenitura.

Ora, como o direito de primogenitura é do primogênito como o próprio nome diz, Jacó queria comprar a primogenitura de seu irmão Esaú..

Não vamos nos delongar na história de Jacó e Esaú, pois só falamos nela com o objetivo de exemplificar como alguém encontra uma realidade imutável, e, que no entanto, não aceita tal fato, agindo contra tal realidade imutável.

Jacó estava em erro por negar a realidade imutável de não ser o primogênito.

Percebemos assim o que é um erro, não é verdade??

Para haver o erro é necessário haver uma realidade imutável.

O erro é contra a realidade imutável já existente.


Bem, estando de posse de tais informações, vamos observar o que aconteceu com Adão e Eva.

Depois de colocar Adão no chamado “jardim do Éden”, o Criador passou a agir como um “Legislador” e estabeleceu então uma “norma” que daquele momento em diante estaria valendo para Adão (passaram a conhecer) e para os demais que ele viesse a conhecer.

Legislador é aquele cria as leis, que cria os regulamentos, que cria as decisões judiciais, que cria as regras de comportamento, que cria as normas e que as informa. É o Legislador quem “determina” que, isto é “fazer o certo”, e que, isto é “fazer o errado”, ou simplesmente “informa” tal coisa a um ignorante (não sabe). Legislador é aquele que sabe o que é certo e o que é o errado e que informa isto para os demais.

Assim, ficou bem claro que é o Legislador quem define o que é e o que não é pecado. Foi o Legislador quem definiu e informou ao humano uma realidade (um fato), até então, desconhecida do humano. Como Projetista, O Pai decide o que é certo e errado para o projetado, e isso, muito antes de criá-lo, e como Legislador, O Pai informa ao projetado e já criado, o que é o certo e o errado para o projetado fazer.

É exatamente na hora do projeto que se estabelecem todas as verdades em relação ao projetado.

Adão estava recebendo uma informação.

O Projetista e Legislador estipulou e informou para Adão: “Não deves comer do fruto daquela árvore. Ela é a árvore do conhecimento do bem e do mal”.

O homem foi confrontado com uma nova circunstância, situação para a qual havia uma norma que definia que uma ação era certa e que outra ação era errada. O homem Adão passou a conviver com esta nova realidade no seu dia a dia. A árvore estava lá e não havia nenhuma cerca visível para IMPEDIR que o homem a comesse. Adão tinha a possibilidade de comer, assim como ele tinha a possibilidade de não comer. Adão decidiria entre o comer e o não comer. Um detalhe diferenciava entre as outras escolhas de Adão. Adão estava sendo avisado de que a escolha errada o levaria para a morte. Não se tratava de uma possibilidade, mas de uma certeza, pelo menos para o Projetista.

Qual foi a realidade informada??

Se você comer do fruto desta árvore, você morrerá.

Tratava-se de uma realidade ainda não comprovada pelo humano.

O Legislador estipulou e falou ainda mais: “Se comerdes dele, positivamente morrereis, certamente morrereis”. Ficou bem claro que a morte era a penalidade pelo cometimento do “pecado”, na verdade, tratava-se de uma “consequência” natural, ou seja, aquele “resultado previsto”. A morte revelava ser um efeito colateral produzido pelo pecado (decisão errada). Isto significa que seja lá qual for o “pecado”, a penalidade é a mesma, ou seja, É a morte. A consequência é a mesma, isto é, a morte; o efeito colateral é o mesmo, ou seja, a morte. O Legislador assim o estabeleceu, ou, assim o informou. O Legislador quer nos mostrar que não se deve minimizar nenhum “pecado” (no caso, o erro, a decisão errada). O pecado é uma coisa muito séria. Toda decisão a ser tomada é uma coisa muito séria, pois está em jogo a própria vida. É exatamente por causa do pecado (decisão errada) que a pessoa perde aquilo que ela tem de mais valioso, isto é, a vida.

O humano foi assim apresentado a uma coisa invisível chamada obediência.

Comer era errado?? Não, não era.

Comer dos frutos das árvores era errado?? Não, não era.

Comer do fruto daquela árvore passou a ser errado a partir daquele momento?? Sim, a partir daquele momento. Os animais podiam continuar comendo do fruto daquela árvore?? Sim. O Legislador determinou que, comer do fruto daquela árvore, passava a ser um pecado para o humano. A norma foi estabelecida pelo Legislador. Ele sabe o motivo de estabelecer aquela norma naquele momento. Se Adão fosse um robô, ele não teria a opção de desobedecer, pois o programado segue à programação previamente definida.

(Gênesis 2:15-17) 15 E Jeová Deus passou a tomar o homem e a estabelecê-lo no jardim do Éden, para que o cultivasse e tomasse conta dele. 16 E Jeová Deus deu também esta ordem ao homem: “De toda árvore do jardim podes comer à vontade. 17 Mas, quanto à árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau, não deves comer dela, porque no dia em que dela comeres, positivamente morrerás.”

Assim verte a Tradução Brasileira: (Gênesis 2:15-17) 15 Tomou, pois, Deus Jeová ao homem, e pô-lo no jardim do Éden para o cultivar e guardar. 16 Ordenou Deus Jeová ao homem: De toda a árvore do jardim podes comer livremente; 17 mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás: porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.

Assim verte a Tradução Almeida: (Gênesis 2:15-17) 15 Tomou, pois, o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Édem para o lavrar e guardar. 16 Ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do jardim podes comer livremente; 17 mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dessa não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.

O que percebemos neste instante?? Percebemos que foi o Criador quem determinou o que era um pecado para Adão. O fruto da árvore em si mesmo podia ou não trazer qualquer mal físico para o humano que o comesse. O humano estava sendo avisado sobre a consequência dele tomar a decisão errada. Foi oferecida ao humano a primeira oportunidade de escolher entre a decisão “certa” a decisão “errada”, na qual a decisão errada tinha um grave efeito colateral sobre ele próprio.

O humano Adão estava sendo apresentado ao mundo invisível dele, mundo este que trazia consequência sobre o mundo físico dele.

O que mais podemos perceber??

Tratava-se de uma relação Pai e filho.... Naquele momento, muitas intrigantes perguntas começaram a aparecer em relação a este relacionamento Pai e filho.

Será que Adão tinha noção do que representava para ele a condição de “filho”??? Um pai sabe como um filho deve se comportar em relação ao pai.. E quanto ao filho, será que já nasce sabendo isto??? Óbvio que não. Neste caso, o filho precisa aprender a como se comportar como filho, não é verdade??? Não era este o caso de Adão??

Esta seria a primeira decisão séria que tanto Adão quanto Eva tinham de tomar.

O que levar em consideração antes de tomar uma decisão??

O que aconteceu logo depois disto?? Bem, Adão estava obedecendo e Eva também.

O que realmente passou a ocorrer?? Até quando continuou Adão a obedecer??

Vejamos o que está registrado. A TNM assim reza: (Gênesis 3:1-5) 3 Ora, a serpente mostrava ser o mais cauteloso de todos os animais selváticos do campo, que Jeová Deus havia feito. Assim, ela começou a dizer à mulher: “É realmente assim que Deus disse, que não deveis comer de toda árvore do jardim?” 2 A isso a mulher disse à serpente: “Do fruto das árvores do jardim podemos comer. 3 Mas, quanto [a comer] do fruto da árvore que está no meio do jardim, Deus disse: ‘Não deveis comer dele, não, nem deveis tocar nele, para que não morrais.’” 4 A isso a serpente disse à mulher: “Positivamente não morrereis. 5 Porque Deus sabe que, no mesmo dia em que comerdes dele, forçosamente se abrirão os vossos olhos e forçosamente sereis como Deus, sabendo o que é bom e o que é mau.”

Assim verte a Tradução Brasileira: (Gênesis 3:1-5) 1 Ora a serpente era mais astuta que qualquer animal do campo que Deus Jeová tinha feito. Ela disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? 2 Respondeu a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim podemos comer; 3 mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais. 4 Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis; 5 porque Deus sabe que no dia em que comerdes do fruto, abrir-se-vos-ão os olhos, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal.

Assim verte a Tradução Almeida: (Gênesis 3:1-5) 1 Ora, a serpente era o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim? 2 Respondeu a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim podemos comer, 3 mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais. 4 Disse a serpente à mulher: Certamente não morrereis. 5 Porque Deus sabe que no dia em que comerdes desse fruto, vossos olhos se abrirão, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal.

Aconteceu um incidente. Até então, tratava-se de uma relação dupla, uma relação entre aquele que legisla e aquele que deve obedecer. No entanto, apareceu um terceiro elemento. Este terceiro elemento apresentou uma nova informação.

Neste momento, através desta nova informação, Eva recebeu um estímulo.

Que opinião tinha Eva em relação a este mandamento?? Que sentimentos tinha Eva em relação a este mandamento??

O que a promessa da perda da vida representava para Eva?? O que esta perspectiva representava para Eva?? Que valor dava Eva para a vida, ou seja, continuar a viver??

O fato é que ninguém se esforça vigorosamente para começar a viver. No entanto, todos devem se esforçar vigorosamente para manter acesa a chama da vida recebida, não é verdade??

Até então Eva se mantinha em uma reação em relação ao mandamento recebido. O que aconteceria depois deste incidente?? Que reação teria Eva??

Reação – Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: ato ou efeito de reagir; resposta a uma ação anterior; comportamento de um ser vivo manifestado em presença de um estímulo.

reação

s.f. (1720) 1 ato ou efeito de reagir 1.1 resposta a uma ação anterior 2 comportamento de um ser vivo manifestado em presença de um estímulo 2.1 movimento de opinião que age em sentido oposto ao que o precedeu 2.2 força, princípio ou tendência contrária; oposição, resistência 3 fís força de mesma magnitude mas oposta a uma outra 4 fisl modificação produzida no organismo por causa mórbida 5 pol filosofia conservadora ou contrária à evolução política e social do ser humano 6 p.met. pol força política ultraconservadora, contrária a ideias político-sociais revolucionárias 7 p.metf. pol qualquer manifestação de autoridade tendendo à tirania e à opressão; despotismo 8 quím fenômeno que se produz entre duas substâncias químicas postas em contato, com quebra e formação de suas ligações, dando origem a novas substâncias e compostos r. convergente fís.nuc reação em cadeia provocada por um nêutron, em que a quantidade de nêutrons resultante diminui com o tempo • r. de Western blot pat técnica de sorodiagnóstico que permite pesquisar proteínas antigênicas, esp. virais, ou anticorpos contra tais proteínas, us. freq. para confirmar o teste Elisar. Diels-Alder quím reação por adição entre um dieno conjugado e um dienófilo (alceno ou alcino) • r. divergente fís.nuc reação em cadeia provocada por um nêutron, em que a quantidade de nêutrons resultante aumenta com o tempo • r. em cadeia fís.nuc 1 série de reações nucleares em que um dos agentes que a produz é por sua vez produzido por uma reação e dará origem a outras e assim subsequentemente; reação nuclear em cadeia 2 fig. sucessão de fatos ocorridos sob a ação de causa e efeito • r. fotonuclear fís.nuc reação nuclear iniciada por radiação eletromagnética (fótons) de alta energia • r. nuclear fís.nuc qualquer reação em que ocorram modificações de um ou mais núcleos atômicos • r. nuclear em cadeia fís.nuc m.q. reação em cadeiar. termonuclear fís.nuc m.q. fusão nuclear etim re- + ação



Duas substâncias químicas, quando postas em contato produzem uma “reação”. O ser humano aprendeu muito com as reações químicas. Estas reações passaram a ser observadas e controladas, em face de serem previsíveis, para aqueles que as conhecem.

Quando o ser humano entra em contato com uma situação, ele também revela ter uma reação. Quando o humano se torna vítima de uma determinada circunstância, ele tem reações. Nota-se claramente que cada circunstância revela ser um estímulo. Nota-se que o humano reage a estímulos. Estas reações são previsíveis tal qual o sol nascer no dia seguinte?? Estas reações são definitivas?? Podem haver reações diferentes do mesmo humano em ocasiões diferentes, na mesma circunstância?? O humano pode negar-se a reagir?? O humano pode controlar suas reações?? O humano já tem estas reações programadas em seu cérebro?? Como o humano controlaria suas reações??

Estímulo – Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: aquilo que anima, que incita à realização de algo. É sinônimo de incentivo.

estímulo

s.m. (sXV) 1 ponta aguda de objeto que pica; aguilhada, aguilhão, pua 2 fig. aquilo que anima, que incita à realização de algo <o aluno precisa de e. em seu aprendizado> 3 fig. sentimento da própria honra, dignidade, valor <indivíduo sem e.> 4 fisl qualquer agente que provoque uma reação motriz, glandular, funcional ou metabólica em um órgão receptor ou tecido excitável <e. olfativo> 5 psic parte do mundo exterior de complexidade variável, cuja mudança qualitativa e/ou quantitativa gera reações correspondentes, proporcionais aos graus e tipos desta mudança, e capazes de serem distinguidas quanto à qualidade e quantidade e. condicionado psic aquilo que originalmente era neutro e ineficaz para uma dada resposta, e que, através de condicionamento, tornou-se capaz de gerar aquela resposta etim lat. stimùlus,i 'aguilhão; incentivo' sin/var ver sinonímia de inspiração e repto ant desestímulo par estimulo(fl.estimular)

No caso do primeiro casal, houve um estímulo, estímulo dado através de uma “informação”.

Bem, e o que ocorreu depois desta nova informação supostamente dada a Eva?? Como reagiu Eva depois deste estímulo??

Bem, vejamos o que está registrado: (Gênesis 3:6) 6 Conseqüentemente, a mulher viu que a árvore era boa para alimento e que era algo para os olhos anelarem, sim, a árvore era desejável para se contemplar. De modo que começou a tomar do seu fruto e a comê-lo. Depois deu também dele a seu esposo, quando estava com ela, e ele começou a comê-lo.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Gênesis 3:6) 6 Viu, pois, a mulher que a árvore era boa para comer, que era uma delícia para os olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do fruto dela e comeu; deu também a seu marido, e ele comeu.

Assim verte a Tradução Almeida: (Gênesis 3:6) 6 Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido, e ele também comeu.

Bem, eles comeram do fruto daquela árvore. Depois daquela informação os humanos reagiram, ou seja, decidiram tomar uma ação.

Quanto tempo levou até Eva decidir comer do fruto daquela árvore?? Não sabemos.. Pode ter sido uma semana, um mês, um ano ou mais.

Quanto tempo passou depois de Eva comer o fruto para que Adão também passasse a comê-lo?? Não sabemos. Pode ter levado um dia, uma semana, um mês, um ano ou mais.

Jeová afirmou que Adão escutou a voz de sua mulher, ou seja, deixou-se convencer por sua mulher, deixou-se levar pela informação e pela ação da mulher. A mulher também deixou-se convencer, isto é, deixou-se levar por uma nova informação.

Adão deixou-se influenciar por Eva.

Influenciar – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: causar ou sofrer uma modificação física ou intelectual

influenciar

v. (1863) 1 t.d. e pron. exercer uma ação psicológica, uma ascendência sobre (alguém ou algo) ou deixar subjugar-se por esta ação <um homem capaz de i. governos e nações> <é uma pessoa que se influencia facilmente com as maravilhas propagandeadas> 2 t.d. e pron. causar ou sofrer uma modificação física ou intelectual <a Lua influencia as marés> <os diferentes gêneros de conhecimento se interpenetram e se influenciam mutuamente> ¤ etim influência + -ar ¤ sin/var ver sinonímia de inspirar ¤ par influencia(3ªp.s.); influencias(2ªp.s.) / influência(s.f.) e pl.


Deixando-se influenciar por Eva, Adão comeu do fruto, ou seja, desobedeceu a uma ordem que havia recebido, mesmo sabendo do mal que isto lhe causaria. Adão tomou uma decisão, decisão esta que aos olhos do Pai era errada e que Adão havia sido informado de que era a decisão errada??

O pecado de Adão foi “comer do fruto de uma árvore” (fruto de uma decisão pessoal), ato (ação) que o Criador afirmou antecipadamente que ele não devia fazer. Adão fez algo para o qual havia uma proibição para ele. Foi-lhe avisado que praticar determinada ação era um pecado (um erro). O pecado de Eva foi “comer do fruto de uma árvore” (após uma decisão). Eva fez algo para o qual havia uma proibição para ela e que ela era sabedora disso. A ordem era: “Não deves comer”. Ficou bem claro: Houve a violação de uma norma (fez o que não deveria fazer).

Havia uma ordem para não fazer. O pecado de Adão foi a desobediência, POIS ele estava ciente da regra.

O HUMANO FOI INFORMADO QUE ALGO ERA PECADO ANTES DELE PRATICAR TAL AÇÃO.

DESOBEDECER – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): não obedecer, recusando-se a acatar ordens, comandos ou o que foi estabelecido em forma de leis, preceitos.....

desobedecer

v. (sXIV) t.i.int. não obedecer, recusando-se a acatar ordens, comandos ou o que foi estabelecido em forma de leis, preceitos etc. <d. aos pais> <d. às regras> <haveria severas penas para os que desobedecessem> ¤ gram a) a respeito da conj. deste verbo, ver -ecer; b) o obj.ind. lhe só se refere a pessoas, para outros casos, usam-se as formas a ele(s), a ela(s) ¤ etim des- + obedecer ¤ sin/var ver antonímia de aceitar e sinonímia de infringir ¤ ant cumprir, obedecer; ver tb. sinonímia de aceitar e antonímia de infringir

Para haver obediência ou desobediência tem de haver uma ordem, uma determinação.

DESOBEDIÊNCIA É UMA AÇÃO PESSOAL E VOLUNTÁRIA, fruto de uma decisão.

TENDO ADÃO OBEDECIDO A ESTA ORDEM, RECEBERIA COMO PRÊMIO UMA VACINA CONTRA O PECADO, TORNANDO-SE IMUNE” AO PECADO??

Existindo esta “vacina” de imunidade ao pecado, porque Adão já não foi vacinado antes da ordem?? Será que Adão precisava provar que ele “merecia” a vacina?? Será que existe algum “defeito” naquilo que Jeová cria??

Muitos ainda afirmam que se Adão tivesse escolhido obedecer a Deus (era uma escolha) não comendo do fruto daquela árvore, que ele teria recebido a vida eterna como “recompensa”, e ainda a usufruiria dentro do paraíso. Parece ser uma prova de uma única questão e que valeria vida eterna ou morte eterna para Adão. Pelo menos é o que muitos afirmam para este relacionamento entre o Pai e Adão.

Se obedecesse àquela ordem Adão viveria feliz para sempre??? E viveram felizes para sempre??

Uma obediência pontual produziria um resultado perpétuo??

Adão recusou-se a acatar uma ordem que lhe havia sido dada. Esta ação pessoal de Adão, fruto de uma decisão tomada por Adão, é definida como pecado. Esta ação foi o pecado de Adão.

Paremos para pensar um pouco. Afirma-se que o humano recebeu de Adão a INCAPACIDADE de viver sem pecar.

Ora, se o filho de Adão não tem a capacidade de viver sem cometer pecado, como ele poderia ser condenado por ter cometido pecado?? Ora, se ele está INCAPACITADO, por que seria condenado em face de sua INCAPACIDADE??

O que estão afirmando em relação ao Pai?? Afirma-se que o humano é INCAPAZ de viver sem pecar. Afirma-se que o humano recebe esta INCAPACIDADE de seus antepassados. Depois se afirma que o Pai pede aos humanos que eles façam algo que eles não têm a CAPACIDADE de fazer. Depois se afirma que o Pai punirá severamente (morte eterna ou fogo eterno) todos os filhos incapacitados que não conseguirem fazer o que Ele pede.

De forma adicional, afirma-se que o Pai abençoará alguns, que, embora também não tenham a CAPACIDADE de fazer o que foi pedido, e que realmente não o façam, mesmo assim serão abençoados.

Desta forma, afirma-se que as pobres vítimas de Adão, embora todas incapacitadas de viver sem pecar, e que, obviamente, todas vivem pecando, algumas delas serão agraciadas com vida eterna imerecidamente, enquanto que outras receberão a morte eterna merecidamente. Trata-se de algo muito estranho.

Se o humano está incapacitado de não pecar, como salvar o humano desta condição de “incapacitado”?? Estava o humano realmente incapacitado de viver sem pecar?? Estava Eva incapacitada de obedecer?? Estava Adão incapacitado de obedecer?? Depois disso, estava Adão incapacitado de tomar decisões acertadas?? Depois disso, estava Eva incapacitada de tomar decisões certas??

Os acusadores de Adão afirmam que Adão tinha a capacidade de obedecer pois ele foi criado perfeito.

Depois afirmam que os descendentes de Adão herdaram de Adão a incapacidade de viver sem pecar, ou seja, os descendentes de Adão receberam de Adão a incapacidade de tomarem decisões certas.

Estavam os descendentes de Adão incapacitados de obedecer??

Estavam os descendentes de Adão incapacitados de tomarem decisões certas??

Passemos agora para um outro exemplo. Segundo a regra humana da herança, este humano já nasceu pecador, neste caso, um incapacitado de tomar e manter uma decisão certa.

Trata-se de um mensageiro que Jeová escolheu para executar um trabalho. Este mensageiro também estava ciente da existência de uma regra, a qual somente ele devia obedecer.

O Criador passou a estipular para aquele mensageiro, que comer em determinado lugar era pecado, era um pecado para aquele mensageiro e somente para ele. O mensageiro era sabedor da ordem e a repetiu para outros, negando-se a desobedecer, recusando-se a desobedecer a uma ordem da qual ele estava ciente.

(1 Reis 13:7-10) 7 E o rei prosseguiu, dizendo ao homem do [verdadeiro] Deus: “Vem deveras comigo à casa e fortifica-te, e deixa-me dar-te uma dádiva.” 8 Mas o homem do [verdadeiro] Deus disse ao rei: “Se me desses metade da tua casa não iria contigo, nem comeria pão, nem beberia água neste lugar. 9 Pois assim se me ordenou pela palavra de Jeová, dizendo: ‘Não deves comer pão nem beber água, e não deves voltar pelo caminho em que foste.’” 10 E ele começou a ir por outro caminho e não voltou pelo caminho em que viera a Betel.

Assim verte a Tradução Brasileira: (1 Reis 13:7-10) 7 Disse o rei ao homem de Deus: Vem comigo para casa, e conforta-te, e dar-te-ei uma recompensa. 8 Respondeu o homem de Deus ao rei: Se me deres a metade da tua casa, não entrarei na tua casa nem comerei pão, nem beberei água neste lugar. 9 Pois assim me foi intimado por ordem de Jeová, dizendo: Não comerás pão, nem beberás água, nem voltarás pelo caminho por que vieste. 10 Ele, pois, se foi por outro caminho, e não voltou a Betel pelo caminho por que viera.

Assim verte a Tradução Almeida: (1 Reis 13:7-10) 7 Disse então o rei ao homem de Deus: Vem comigo a minha casa, e conforta-te, e dar-te-ei uma recompensa. 8 Mas o homem de Deus respondeu ao rei: Ainda que me desses metade da tua casa, não iria contigo, nem comeria pão, nem beberia água neste lugar. 9 Porque assim me ordenou o Senhor pela sua palavra, dizendo: Não comas pão, nem bebas água, nem voltes pelo caminho por onde vieste. 10 Ele, pois, se foi por outro caminho, e não voltou pelo caminho por onde viera a Betel.

NÃO COMER PÃO E NÃO BEBER ÁGUA NAQUELE LUGAR.

Até então mostrava ser uma relação dupla, uma relação entre Jeová, o Legislador, e o mensageiro.

Depois desta demonstração de obediência, ou seja, de tomar a decisão acertada para ele, cometeu este mensageiro tal pecado, ou seja, comer pão e beber água na cidade de Betel?? Será que tal mensageiro se manteve na decisão certa?? (1 Reis 13:15-19) 15 E ele prosseguiu, dizendo-lhe: “Vem comigo à casa e come pão.” 16 Mas ele disse: “Não posso voltar contigo nem entrar contigo, e não posso comer pão nem beber água contigo neste lugar. 17 Porque me foi falado pela palavra de Jeová: ‘Não deves comer pão nem beber água ali. Não deves voltar pelo caminho em que foste.’” 18 A isto ele lhe disse: “Eu também sou profeta igual a ti, e um anjo é que falou comigo pela palavra de Jeová, dizendo: ‘Faze-o voltar contigo à tua casa, para que coma pão e beba água.’” (Enganou-o.) 19 De modo que voltou com ele para comer pão na sua casa e para beber água.

Assim verte a Tradução Brasileira: (1 Reis 13: 15-19) 15 Então lhe disse: Vem comigo para casa, e come pão. 16 Porém ele respondeu: Não posso voltar contigo, nem entrar na tua casa; não comerei pão nem beberei água contigo neste lugar, 17 porque me foi dito por ordem de Jeová: Não comerás pão, nem beberás água ali, nem tornarás a ir pelo caminho por que foste. 18 Tornou-lhe: Eu também sou profeta como tu, e por ordem de Jeová falou-me um anjo, dizendo: Faze-o voltar contigo para a casa, para que ele coma pão e beba água. Mentiu-lhe. 19 Assim voltou com ele e comeu pão na sua casa, e bebeu água.

Assim verte a Tradução Almeida: (1 Reis 13:15-19) 15 Então lhe disse: Vem comigo a casa, e come pão. 16 Mas ele tornou: Não posso voltar contigo, nem entrar em tua casa; nem tampouco comerei pão, nem beberei água contigo neste lugar; 17 porque me foi mandado pela palavra de Senhor: Ali não comas pão, nem bebas água, nem voltes pelo caminho por onde vieste. 18 Respondeu-lhe o outro: Eu também sou profeta como tu, e um anjo me falou por ordem do Senhor, dizendo: Faze-o voltar contigo a tua casa, para que coma pão e beba água. Mas mentia-lhe. 19 Assim o homem voltou com ele, comeu pão em sua casa, e bebeu água.

Embora apresentasse uma aparente convicção, ele terminou por cometer o pecado.

Ele não foi obrigado a voltar, não é mesmo?? Ele tomou a decisão de voltar e comer e beber na casa daquele terceiro elemento.

O que aconteceu??

Ele foi convencido a fazer algo que até aquele ponto da linha do tempo ele tinha a convicção de não fazer. Ele deixou-se convencer, quando já tinha negado a deixar-se convencer.

Qual era mesmo o seu pecado?? (1 Reis 13:20-22) 20 E sucedeu, enquanto estavam sentados à mesa, que a palavra de Jeová veio ao profeta que o tinha trazido de volta; 21 e ele começou a clamar para o homem do [verdadeiro] Deus, que saíra de Judá, dizendo: “Assim disse Jeová: Visto que te REBELASTE contra a ordem de Jeová e NÃO GUARDASTE O MANDAMENTO que Jeová, teu Deus, te ordenou, 22 mas voltaste para comer pão e beber água no lugar de que te falou: “Não comas pão nem bebas água”, teu cadáver não entrará na sepultura dos teus antepassados.’...

Assim verte a Tradução Brasileira: (1 Reis 13:20-22) 20 Estando eles à mesa, veio a palavra de Jeová ao profeta que o tinha feito voltar; 21 e clamou ao homem de Deus que tinha vindo de Judá, dizendo: Assim diz Jeová: Porquanto NÃO OBEDECESTE a ordem de Jeová, e NÃO GUARDASTE O MANDAMENTO que Jeová teu Deus te ordenou, 22 mas voltaste, e comeste pão e bebeste água no lugar de que te disse: Não comas pão, nem bebas água; o teu cadáver não entrará no sepulcro de teus pais.

Assim verte a Tradução Almeida: (1Reis 13:20-22) 20 Estando eles à mesa, a palavra do Senhor veio ao profeta que o tinha feito voltar; 21 e ele clamou ao homem de Deus que viera de Judá, dizendo: Assim diz o Senhor: Porquanto foste rebelde à ordem do Senhor, e NÃO GUARDASTE O MANDAMENTO que o Senhor teu Deus te mandara, 22 mas voltaste, e comeste pão e bebeste água no lugar de que te dissera: Não comas pão, nem bebas água; o teu cadáver não entrará no sepulcro de teus pais.

Comer pão era pecado?? Não, não era. Beber água era pecado?? Comer pão e beber água na cidade de Betel era pecado?? Também não, pois, para milhares de pessoas que moravam ali, comer pão e beber água ali não era pecado.

No entanto, para aquele mensageiro, comer pão e beber água ali em Betel passou a ser pecado a partir do momento em que Jeová assim o determinou e somente para ele.

Como um Pai, Jeová estava ensinando algo, tanto para aquele humano, como para os demais observadores...

Novamente apareceu um terceiro personagem nesta relação que deveria continuar apenas dupla. Mostrava-se como um amigo e foi visto como um amigo que certamente se preocupava com o seu bem estar físico. Decerto, este amigo estava preocupado e penalizado com o estado emocional deste mensageiro. Decerto, o mensageiro realmente estava com fome e sede, muito mais sede do que fome, pois isto seria muito natural.

Havia uma ordem para não fazer. O pecado deste mensageiro foi a desobediência.

DESOBEDIÊNCIA É UMA AÇÃO VOLUNTÁRIA.

A palavra saída da boca de Jeová foi bem clara, não foi?? Não obedecestes; foste rebelde; não guardaste o mandamento. Tratava-se de um mandamento; tratava-se de uma ordem. Houve violação de uma norma. A responsabilização pelo erro é individual.

Nestes dois casos acima, o pecado mostrou ser a “desobediência” a uma ordem direta, um ato de “rebeldia”. Nos dois casos havia a consciência da existência PRÉVIA de uma regra a ser obedecida.

Muito embora este mensageiro tenha obedecido na realização de outras tarefas no que dizia respeito a outras pessoas, ele foi desobediente nesta ordem que dizia respeito exclusivamente a ele.

Percebemos??

Guardar o mandamento, apesar de todas as dificuldades que viessem a aparecer..., permanecer obedecendo, apesar das circunstâncias ficarem desfavoráveis.

Alguém poderia dizer: Puxa vida, ele morreu só porque comeu e bebeu água?? Ele estava com fome e com sede, não estava??

O que percebemos??

Percebemos que aquele humano tinha de escolher entre obedecer e satisfazer a sua necessidade de comer e beber. O desobedecer lhe traria a morte como consequência.

Estando ele com sede, será que ele beberia água envenenada??

Estando com fome, será que ele comeria comida envenenada??

Certamente que se negaria tanto a comer comida envenenada como beber água envenenada. Ele suportaria a sua fome e sede até encontrar alimento e água saudáveis.

Com estes dois casos, o que pudemos observar em relação ao pecado??

Pudemos observar que é o Criador quem estipula o que é pecado. Ele diz: “Não faças isto”. Quem fizer aquilo que Ele determinou não fazer (“isto”), comete pecado, pois a pessoa só faz, depois de tomar a decisão de fazer. A mesma coisa ocorre quando Ele diz: “Faças isto”. Quem não fizer “isto” comete pecado. Sendo uma ordem específica para alguém, ao desacatá-la, somente este comete pecado.

Percebemos também que a ordem ou determinação pode ser individualizada, isto é, enquanto aquele não deve fazer, outros podem fazer.

Percebemos também nestes dois casos que o Legislador definiu que aquele humano não devia praticar uma determinada ação e que depois de certo tempo e depois de certas circunstâncias, este humano praticou aquela determinada ação ao receber a influência de outro humano. A influência recebida foi apenas uma “informação”. Este humano foi manipulado por uma informação. Na verdade, este humano se deixou manipular por uma informação.

Será que o humano Adão tinha a capacidade de não se deixar manipular por aquela informação recebida de Eva.

Será que aquele profeta tinha a capacidade de não se deixar manipular por aquela informação recebida do outro profeta??

Pudemos observar que pecar é DESOBEDECER a uma ordem de Deus, QUALQUER ordem.

Pudemos perceber que até determinado momento estava havendo a obediência. Nos dois casos havia uma vontade de obedecer, vontade esta que estava sendo realizada e que foi superada após um “incidente” que trouxe consigo um estímulo através de uma informação.

Este incidente (estímulo) provocou uma reação no humano que sofreu tal ação.

Eva foi instigada através de uma palavra de incitação.

O profeta sem nome foi instigado através de uma palavra de incitação.

Tratava-se de uma pedra de tropeço que induz ao erro (pecado). Uma informação que induz o homem ao erro.

Pudemos perceber que até um determinado momento o humano concordava que aquela ação era um pecado. Depois de determinado incidente este humano passou a concordar que aquela ação não era um pecado. Percebemos que o humano mudou de opinião. Percebemos que o humano se deixou levar por uma instigação, deixou-se levar por uma outra informação..

INSTIGAÇÃO – Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: ato ou efeito de instigar, de induzir, uma incitação, uma sugestão, um estímulo.

instigação

s.f. (sXV) ato ou efeito de instigar, de induzir; incitação, sugestão, estímulo <a letra da música foi considerada i. ao consumo de tóxico> i. ao crime dir.pen m.q. incitação ao crime etim lat. instigatìo,ónis 'ação de excitar; incitamento, insinuação' sin/var ver sinonímia de inspiração, repto e tentação


O humano deixou-se levar por uma incitação.

Isto significa que o humano passou a ter uma outra vontade, outro desejo.

Que relação pode existir entre o pecado e o “desejo”?? Que relação pode existir entre pecado e a “vontade”??

Pudemos perceber que foi somente depois de determinado evento, que passou a haver a desobediência.

Assim, a decisão pessoal de “não fazer” foi superada pela decisão pessoal de “fazer” aquilo que se sabia ser um pecado. O humano tinha a sua decisão de obedecer e estava obedecendo, no entanto, algo ou alguém o convenceu a desobedecer. O humano achava que não estava desobedecendo, pois ele foi convencido que aquela ordem anterior havia sido revogada. Uma palavra foi responsável pela mudança de opinião destes humanos.

CONVENCER – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): Persuadir por meio de raciocínios bem fundados, raciocínios lógicos.

convencer

v. (1369) 1 t.d.int. e pron. persuadir (alguém ou a si mesmo) a aceitar uma ideia ou admitir um fato, por meio de razões ou argumentos bem fundados <tentou aliciá-la para o partido, mas não a convenceu> <um advogado hábil quase sempre convence> <só se convencerá com provas concretas> 1.1 bit. e pron. p.ext. fazer aceitar ou aceitar a realidade (de) <a reação da amiga convenceu-o de sua amizade> <ainda luta para se c. da morte do amigo> 2 t.d.int. envolver ou ser envolvente pela força dramática, pela trama, pela atuação dos protagonistas etc.; atrair <a tragédia de Romeu e Julieta convence e comove o espectador> <esse filme não convence> gram apresenta duplo part.: convencido, convicto etim lat. convinco,is,víci,victum, vincère 'fazer prevalecer, convencer' sin/var capacitar, compenetrar, encasquetar, exortar, induzir, levar, mover, persuadir, suadir; ver tb. antonímia de dissuadir ant ver sinonímia de dissuadir



Ele foi convencido e mudou de opinião. Se você muda de opinião, também mudará de desejo?? Sua ação não é de acordo com a sua opinião??

Se não existisse aquele que me convenceu, eu não teria cometido o pecado – isto é uma acusação?? Decerto.

- “Se ele não tivesse me falado nada, eu não teria cometido o pecado”.

Será que não havia nada de errado com este humano que pecou?? Se havia algo de errado, o que era??

COMO ESTES PECADOS PODERIAM SER TRANSMITIDOS PARA OS DESCENDENTES??

Não percebemos que o humano em questão foi convencido?? Não percebemos que o humano em questão mudou de opinião?? Não percebemos que a ação do pecado aconteceu depois do humano se deixar convencer??

Que espécie de vacina pode existir contra a desobediência?? Que espécie de vacina pode tornar o humano imune à desobediência??

Que espécie de vacina conseguiria impedir que Eva fosse convencida a mudar de opinião??

Que espécie de vacina conseguiria impedir que o profeta “sem nome” fosse convencido a mudar de opinião??

Quem é acusador??

É aquele que acusa; é aquele que pratica a ação de acusar. Qualquer um que pratique a ação de acusar é um acusador.

Acusar – Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: atribuir falta, infração ou crime a (alguém ou si próprio; incriminar; culpar.

acusar

v. (sXIII) 1 t.d.bit.int. e pron. atribuir falta, infração ou crime a (alguém ou si próprio); culpar(-se), incriminar(-se) <acusou o inocente sem dó nem piedade> <acusava o vizinho de abrigar foragidos> <não se deve a. sem provas> <os suspeitos se acusaram durante o interrogatório> 2 t.d. e pron. ter ou exprimir julgamento moral desfavorável em relação a (alguém ou si próprio) <o passado criminoso acusa-os para sempre> <acusava-se por ter abandonado o emprego> 3 t.d. jur apresentar diante de tribunal ou juiz a responsabilidade de (alguém) <o promotor acusou o sequestrador e pediu a pena máxima> 4 t.d.pred. caracterizar negativamente por meio de palavra, expressão etc.; tachar <acusou o político de corrupto> 5 t.d. tornar conhecido; indicar, mostrar, realçar <suas rugas acusavam a idade> <a radiografia acusou a fratura> 6 t.d. comunicar, notificar, confirmar (recepção de carta, ofício etc.) <acusou o convite recebido> etim lat. accúso,as,ávi,átum,áre 'id.' sin/var achacar, acoimar, assacar, atribuir, carregar, criminar, culpar, denunciar, estigmatizar, imputar, increpar, incriminar, redarguir, tachar; ver tb. sinonímia de manifestar ant defender, descriminar, desculpar, escusar, inocentar; ver tb. antonímia de aviltar

O que ocorreu na hora de “prestar contas” da decisão tomada??

Que fez Eva ao ser questionada sobre sua ação de comer do fruto, que era fruto (consequência) de sua pessoal decisão??

Que fez Adão ao ser questionado sobre sua ação de comer do fruto, que também era fruto de sua pessoal decisão??

(Gênesis 3:9-13) 9 E Jeová Deus chamava o homem e dizia-lhe: “Onde estás?” 10 Por fim, ele disse: “Ouvi a tua voz no jardim, mas tive medo, porque estava nu, e por isso me escondi.” 11 A isso ele disse: “Quem te informou que estavas nu? Comeste da árvore de que te mandei que não comesses?” 12 E o homem prosseguiu, dizendo: “A mulher que me deste para estar comigo, ela me deu [do fruto] da árvore e por isso comi.13 Com isso, Jeová Deus disse à mulher: “Que é que fizeste?” A que a mulher respondeu: “A serpente — ela me enganou e por isso comi.”

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Gênesis 3:9-13) 9 Deus Jeová chamou ao homem, e perguntou-lhe: Onde estás? 10 Respondeu-lhe o homem: Ouvi a tua voz no jardim, e tive medo, porque estava nu; e escondi-me. 11 Perguntou-lhe Deus: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste da árvore de que te ordenei que não comesses? 12 Respondeu o homem: A mulher que me deste por companheira deu-me da árvore, e eu comi. 13 Perguntou Deus Jeová à mulher: Que é isto que fizeste? Respondeu a mulher: A serpente enganou-me, e eu comi.

O que ocorreu?? Que respostas foram dadas ao questionamento do Pai??

Adão respondeu: Comi PORQUE a mulher me deu.

Uma acusação.

Eva respondeu: Comi PORQUE a serpente me enganou.

Uma acusação.

A decisão é uma coisa pessoal, não é??

A decisão é uma coisa pessoal e intransferível, não é??

Eu comi, mas, se não fosse ele, eu não teria comido.

Embora a decisão tenha sido de cada um deles, nem Adão e nem Eva assumiram a “culpa” pelo pecado, ou seja, a decisão errada. Ambos atribuíram a “culpa” a alguém. Ambos deviam assumir a culpa. Deviam dizer: “Sim Pai, eu comi”. Sim Pai, eu decidi comer. Sim Pai, o erro é meu.

No entanto, ambos “culparam” alguém.

Culpar – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: acusar de culpa; declarar responsável, culpado por delito, falta etc.

culpar

v. (sXIII) 1 t.d.bit. e pron. acusar(-se) de culpa, incriminar(-se); declarar(-se) responsável, culpado por (delito, falta etc.) <o juiz culpou-o sem apelação> <culparam-no pelo crime abjeto> <ela teve de c.-se pelo deslize> 2 t.d.bit. apontar (algo) como causa <como dirigia mal, culpava sempre as ruas mal pavimentadas> <culpou o engarrafamento pelo seu atraso> etim lat. culpo,as,ávi,átum,áre 'censurar, repreender, atribuir culpa a' sin/var ver sinonímia de acusar e antonímia de desculpar ant desculpar, inocentar; ver tb. antonímia de acusar e sinonímia de desculpar hom culpa(3ªp.s.), culpas(2ªp.s.) / culpa(s.f.) e pl.

Uma acusação. Tanto Adão quanto Eva lançaram de si a responsabilidade por terem cometido o pecado. Foram obrigados a comer?? Não, não foram??

Eva foi até a árvore, pegou o fruto, levou até a boca e o comeu. Eva levou o fruto até Adão. Adão pegou o fruto e o comeu. Cada um decidiu comer

- “Papai eu sou uma vítima daquele ali”.

Vamos ver um outro exemplo de alguém que acusou outras pessoas em face do pecado cometido por ele.

(Deuteronômio 3:23-27) 23 E naquele tempo específico passei a implorar o favor de Jeová, dizendo: 24 Ó Soberano Senhor Jeová, tu mesmo principiaste a fazer teu servo ver a tua grandeza e o teu braço forte, pois, que deus há nos céus ou na terra que faça atos iguais aos teus e realizações potentes iguais às tuas? 25 Deixa-me atravessar, por favor, e ver a boa terra que está do outro lado do Jordão, esta boa região montanhosa e o Líbano.’ 26 E Jeová continuou furioso comigo por vossa causa e não me escutou; mas Jeová me disse: ‘Já chega de ti! Nunca mais me fales neste assunto. 27 Sobe ao cume do Pisga e levanta os teus olhos para o oeste, e para o norte, e para o sul, e para o leste, e vê com os teus olhos, pois não passarás este Jordão.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Deuteronômio 3:23-27) 23 Roguei a Jeová nesse tempo, dizendo: 24 Ó Senhor Jeová, tu começaste a mostrar ao teu servo a tua grandeza e a tua mão poderosa; pois que Deus há no céu ou na terra, que possa fazer segundo as tuas obras e segundo os teus grandes feitos? 25 Deixa-me passar a ver a boa terra que está além do Jordão, essa excelente região montanhosa, e o Líbano. 26 Mas Jeová agastou-se comigo por vossa causa, e não me ouviu. Disse-me Jeová: Basta; não me fales mais nisto. 27 Sobe ao cume do Pisga, levanta os olhos para o Ocidente, para o Norte, para o Sul e para o Oriente, e contempla com os teus olhos; porque não passarás este Jordão.

(Deuteronômio 4:21-22) 21 E Jeová irou-se comigo por vossa causa, de modo que jurou que eu não passaria o Jordão, nem entraria na boa terra que Jeová, teu Deus, te dá por herança. 22 Pois, estou morrendo nesta terra. Não passarei o Jordão, mas vós passareis, e tereis de tomar posse desta boa terra.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Deuteronômio 4:21-22) 21 Jeová irou-se contra mim por vossa causa, e jurou que eu não passaria o Jordão, e não entraria na boa terra que Jeová teu Deus te está dando por herança; 22 mas eu tenho de morrer nesta terra, não posso passar o Jordão. Porém vós passareis, e possuireis essa boa terra.

Será que se tratava de uma acusação??

O que Jesus falou a este respeito??

(João 5:45) 45 Não penseis que vos hei de acusar perante o Pai; há um que vos acusa, Moisés, em quem depositastes a vossa esperança.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 5:45) 45 Não penseis que eu vos hei de acusar perante o Pai; quem vos acusa é Moisés, no qual confiais.

Da mesma forma como Adão e Eva, Moisés também não assumiu a culpa por seu pecado. Ele culpou o povo por Jeová determinar que ele não passaria do Jordão.

Ele eximia-se da culpa e atribuía a culpa ao povo. Neste caso, Moisés estava acusando o povo por um pecado cometido por ele. Se não fosse este povo eu não teria cometido este pecado.

Jesus afirmou que não faria tal coisa. Jesus afirmou: “Não vou acusá-los diante do Pai”.

O que percebemos?? Percebemos que nos três casos houve um estímulo. Depois deste estímulo ocorreu um pecado, como uma reação a este estímulo.

Percebemos também que aquele que praticou o pecado eximiu-se da culpa e passou a colocar a culpa naquele que produziu o estímulo.

No entanto, para o Pai, isto também é um pecado.

Quem comete o pecado tem a capacidade para resistir ao estímulo, ou não tem tal capacidade?? Será que alguém consegue resistir ao estímulo e não cometer pecado?? O Pai trouxe uma punição para aquele que desobedeceu, e isto ocorreu em todos os três casos.

Se o humano não tem a capacidade de viver sem pecar, então por que o Pai responsabilizaria e puniria este humano que pecou, MESMO quando este não tem a capacidade de viver sem pecar??

Será que o Pai pensa da mesma forma como o humano??

Vamos inserir aqui a palavra falada por Tiago. Ele fez esta interessante afirmação:

(Tiago 1:14-15) 14 Mas cada um é provado por ser provocado e engodado pelo seu próprio desejo. 15 Então o desejo, tendo-se tornado fértil, dá à luz o pecado; o pecado, por sua vez, tendo sido consumado, produz a morte.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Tiago 1:14-15) 14 Mas cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz; 15 então a cobiça, havendo concebido, dá à luz o pecado, e o pecado, sendo consumado, gera a morte.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Tiago 1:14-15) 14 Cada um, porém, é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência; 15 então a concupiscência, havendo concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.

Concupiscência – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: cobiça de bens materias; anelo de prazeres sensuais, desejo de prazer gerado por uma realidade física

concupiscência

s.f. (sXV) 1 cobiça de bens materiais 2 anelo de prazeres sensuais <confunde amor com c.> 3 fil no agostinismo, luxúria carnal, desejo libidinoso 4 fil no tomismo medieval, desejo de prazer gerado por uma realidade física, material 5 teol aspiração humana de bens naturais ou sobrenaturais 5.1 movimento de amor em direção a Deus e aos homens 6 teol pej. cobiça natural do homem pelos bens terrenos, consequência do pecado original e que produz desordem dos sentidos e da razão ¤ etim lat. concupiscentìa,ae 'id.'


Segundo o nosso irmão Tiago, a culpa sempre está no pecador. Uma circunstância nova vem desafiar o humano, no entanto, a culpa nunca está na circunstância. Será que a circunstância deve ser destruída para que o humano consiga obedecer??

Passamos assim a perceber que obedecer é uma questão que envolve a capacidade pessoal. Neste caso, a pessoa pode ser capaz de obedecer ou incapaz de obedecer.

Quem não tem capacidade hoje, poderá ter esta capacidade amanhã??

Capaz – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: que possui qualidades necessárias para...

capaz

adj.2g. (sXV) 1 dotado de capacidade (para acomodar, conter, abrigar etc. pessoas ou coisas) <elevador c. de suportar 12 pessoas> 2 que possui qualidades necessárias ao desempenho (diz-se de pessoa) <pessoa c. de grande concentração> 3 que possui certas características propiciadoras (diz-se de pessoa ou coisa) <indivíduo c. de agir violentamente se provocado> <material c. de repelir calor> 4 dotado de seriedade e competência; honesto, idôneo <funcionário c.> 5 próprio (para o fim a que se destina); conveniente, adequado <acomodações c. de receber a família real> ¤ gram sup.abs.sint.: capacíssimo ¤ etim lat. capax,ácis 'que pode conter, que pode apreender ou compreender' ¤ ant incapaz, inepto


A pessoa pode aprender a ser capaz.

Assim, aquele que não é capaz hoje, depois de aprender, revelará ser capaz amanhã.

O humano necessita aprender a ter a capacidade de viver sem pecar. Aprender a ser capaz de “obedecer”.



Até agora não falamos de um elemento presente em cada ser humano, que é imprescindível para entendermos algo sobre pecado. Trata-se do livre-arbítrio. Cada indivíduo tem o livre-arbítrio. Trata-se de algo dado ao humano pelo próprio Projetista e Criador do humano.

O que é o livre-arbítrio??

LIVRE-ARBÍTRIOEsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): liberdade para decidir entre uma coisa e outra

livre-arbítrio

s.m. Fil possibilidade de decidir, escolher em função da própria vontade, isenta de qualquer condicionamento, motivo ou causa determinante ¤ gram pl.: livres-arbítrios ¤ sin/var livre-alvedrio

Possibilidade de escolher em função da vontade própria; possibilidade de decidir em função da vontade própria.

O humano vai tomar uma decisão.O humano foi projetado para viver tomando decisões todo o tempo.

Embora Adão e Eva tenham colocado a culpa em outros envolvidos diretos, o Pai os considerou culpados de desobediência. No caso do mensageiro, Jeová também o considerou culpado de desobediência.

Jeová não atribuiu a culpa do pecado do “mensageiro” àquele que deu outra informação ao mensageiro, ou será que atribuiu?? Jeová foi bem claro: “Você não obedeceu ao Meu mandamento”.

O que pudemos observar??

Pudemos observar que o humano tinha uma vontade, vontade esta, fruto de uma informação, informação dada por Jeová. Ele ainda não tinha uma segunda informação. O humano passou a ter outra vontade, também fruto de uma informação. O humano passou a ter duas informações divergentes. Cada informação o levaria a ter uma vontade. O humano acreditava na primeira informação, logo, tinha uma vontade. O humano passou a acreditar na outra informação, passando a ter uma outra vontade. Daí, entre as duas informações, ele escolheu uma, ou seja, ele tomou uma decisão.

A palavra do terceiro elemento criou ou amplificou uma vontade naquele mensageiro, que finalmente, deixou-se levar por esta vontade.

Nos dois casos, alguém afirmou que o mandamento original havia sido mudado, autorizando e permitindo que o humano fizesse aquilo que o primeiro mandamento não permitia fazer.

Em face da punição dada pelo próprio Pai, eu percebi que o humano tinha a CAPACIDADE de obedecer. Este humano tinha a CAPACIDADE de não cometer aquele pecado. Será que o Pai exigiria obediência de alguém INCAPACITADO para obedecer?? Decerto, que não.

Que mais eu pude perceber??

Pude perceber que existe um outro elemento muito importante.

Que elemento é este??

Trata-se da “informação”.

Bem, o que é informação??

Nestes dois casos acima, tratava-se de uma notícia, uma palavra, um informe, algo que habilita e/ou induz uma pessoa a tomar uma decisão.

INFORMAÇÃO – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): notícia, conhecimento, conjunto de informes que habilita alguém a tomar decisões...

informação

s.f. (sXIV) 1 ato ou efeito de informar(-se); informe 2 notícia, conhecimento, ciência <ainda não temos i. sobre o seu estado de saúde> 3 conjunto de conhecimentos reunidos sobre determinado assunto ou pessoa 4 fato de interesse geral a que se dá publicidade 5 comn quantidade numérica que mede a incerteza do resultado de um experimento a realizar-se; medida quantitativa do conteúdo da informação 6 inf mensagem suscetível de ser tratada pelos meios informáticos; conteúdo dessa mensagem 7 inf produto do processamento de dados 8 mil B conjunto de informes (documentos ou observações) já analisados, integrados e interpretados, que habilita um comandante a tomar decisões seguras relativas a uma linha de ação e à conduta da manobra (mais us. no pl.) 9 dir.fal fase inicial do processo falimentar onde são apurados os bens, os direitos e as obrigações do falido 10 dir.adm ato pelo qual órgão da administração pública faz esclarecimentos sobre o processo administrativo 11 gar sinal de possível existência de diamantes nas adjacências, dado pela presença de satélites ('minerais') i. genética gen conteúdo da sequência de nucleotídeos dos ácidos nucleicos, que se expressa durante a síntese de proteínas; conjunto de caracteres hereditários transmitidos pelos genes etim lat. informátìo,ónis 'ação de formar, de fazer, fabricação etc.' sin/var ver sinonímia de sapiência ant ver antonímia de prática e sinonímia de ignorância col repertório par enformação(s.f.)



Que mais eu pude perceber??

Pude perceber que além da informação, também existe um outro elemento muito importante.

E qual é??

É a confiança. O humano precisa confiar em quem passa a informação, passando a crer naquela informação.

Uma informação serviu de base para a pessoa tomar uma primeira decisão. Para que outra informação possa alterar uma decisão já tomada, eu preciso confiar na pessoa e crer na nova informação.

O que é confiança??

CONFIANÇA – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): acreditar na sinceridade de alguém

confiança

s.f. (sXIII) 1 crença na probidade moral, na sinceridade, lealdade, competência, discrição etc. de outrem; crédito, fé <ter profunda c. num amigo> <a terna c. dos casais bem ajustados> <ter c. no médico> 2 crença de que algo não falhará, de que é benfeito ou forte o suficiente para cumprir sua função <tem c. nos freios para correr assim?> <tenho c. nesse projeto> 3 força interior; segurança, firmeza <ter grande c. em si> <demonstra muita c. ao falar> 4 esperança, otimismo <ter c. no futuro, na vida> 5 sentimento de segurança mútua <o acordo foi assinado num clima de c.> 6 familiaridade, intimidade <gosto da c. com que me trata> 7 liberdade excessiva; atrevimento, insolência <que c. é essa agora de me pedir dinheiro?> 8 B ousadia nas iniciativas amorosas dar c. a tratar ou permitir ser tratado de igual para igual, ou com informalidade, intimidade, familiaridade <não dê mais c. a esse menino> <dá excessiva confiança aos funcionários>de c. 1 que merece ou desperta segurança, crédito; confiável <estabelecimento de c.> <remédio de c.> <um criado de c.> 2 que se entrega somente a pessoa conhecida, digna de toda fé (diz-se de cargo, posto, missão etc.) • em c. 1 confidencialmente <contou-lhe o fato em c.> 2 sem tomar medidas acauteladoras; no escuro <assinar em c.> etim confiar + -ança sin/var certeza, confidência, crédito, fé, fiança, fidúcia, firmeza, insuspeição, segurança; ver tb. antonímia de hesitação e timidez ant covardia, desconfiança, descrédito, descrença, dúvida, incerteza, receio, suspeição, suspeita; ver tb. sinonímia de hesitação e timidez

CREREsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): aceitar como verdadeiras as palavras de alguém

crer

v. (sXIII) 1 t.d. e t.i. tomar por verdadeiro; acreditar <creram que tudo valera a pena> <c. em Deus> 2 t.d. e t.i. confiar em, aceitar como verdadeiras palavras ou manifestações de <era certo que o criam e respeitavam> <os apóstolos criam em Cristo> 3 int. ter fé, esp. religiosa 4 t.d.,t.d.pred. e pron. pensar, presumir; julgar <creio que ele está satisfeito> <ela ainda o cria sincero> <ele se crê feliz> gram conj.irreg.: a) pres.ind.: creio, crês, crê, cremos, credes, creem; b) imper.: crê, creia, creiamos, crede, creiam; c) pres.subj.: creia etc.; part.: crido etim lat. credo,is,credìdi,credìtum,credère 'id.', pelo lat.vulg. *credére > port. arc. creer sin/var ver sinonímia de achar ant desacreditar, descrer, duvidar hom creste \ê\ (2ªp.s.), crestes \ê\ (2ªp.pl.) / creste, crestes(fl.crestar) par crê(3ªp.s.) / cré(s.m.); cresse \ê\ (1ª3ªp.s.); cresses \ê\(2ªp.s.) / cresce, cresces(fl.crescer); críamos (1ªp.pl.), críeis (2ªp.pl.) / criamos, crieis(fl.criar)

QUE RELAÇÃO ÍNTIMA E DEPENDENTE EXISTE ENTRE O LIVRE-ARBÍTRIO E O PECADO??

A obediência e a desobediência são ações individuais conscientes que SOMENTE QUEM TEM O LIVRE-ARBÍTRIO pode tomar, pois se trata de uma decisão pessoal. Quem toma a decisão é responsabilizado por sua decisão tomada.

A DESOBEDIÊNCIA É UM ATO DE QUEM TEM VONTADE PRÓPRIA. A VONTADE É MANIPULÁVEL ATRAVÉS DA INFORMAÇÃO.

Não se pode negar que existem diversos fatores que podem influenciar uma pessoa a obedecer ou a desobedecer, aliás, isto ficou bem evidente. O que não pode passar despercebido é que a informação mostrou ser um elemento muito importante.

No entanto, embora tais fatores possam realmente influenciar o humano em sua decisão, o Pai deixou bem claro que isto não deve ser usado como desculpa para o cometimento do pecado. Ele, o Pai, não aceita tal coisa como uma justificativa, logo, Ele não terá o culpado por inocente.

Apesar da influência, aquele que desobedeceu, tornou-se culpado de pecado, pois a escolha de desobedecer foi dele, a decisão foi dele. Afinal, ele não estava impossibilitado de obedecer, ou será que estava??

O humano deve assumir totalmente a culpa e não tentar eximir-se dela em face de quaisquer “influências” ou apresentar as “influências” como justificativas (alegações de inocência). O pecador deve assumir que ele foi derrotado por uma influência da qual ele tinha a “capacidade” de ter vencido. Afinal de contas, ele tomou uma decisão.

O que é uma justificativa??

JUSTIFICAR – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): Alegações.

justificar

v. (sXV) 1 t.d. e pron. provar a inocência de <seus feitos o justificam> <justificou-se demolindo, uma a uma, as acusações> 2 t.d. teol restituir à inocência original; tornar justo <a fé justifica o pecador> 3 t.d. apresentar a prova judicial de ou provar que tem direito a ser considerado <j. uma acusação> <j.-se herdeiro> 4 t.d. e pron. demonstrar que é justo ou necessário; ser justificável, ter cabimento <as razões explicam mas não justificam o delito> <tal reação intempestiva não se justifica> 5 t.d. demonstrar que (algo) está certo ou que (alguém) está com a razão; legitimar <os fins não justificam os meios> 6 t.d. dar fundamento a; explicar <j. uma teoria com deduções rigorosas> 7 t.d. gráf compor (as linhas de um texto) na mesma medida, com alinhamento à esquerda e à direita, aumentando ou diminuindo os espaços entre as palavras e letras se necessário; blocar gram a respeito da conj. deste verbo, ver -icar etim lat. justifìco,as,ávi,átum,áre 'fazer justo, tratar com justiça, justificar, absolver' sin/var como pron.: ver sinonímia de alegar; ver tb. sinonímia de provar hom justificáveis(2ªp.pl.) / justificáveis(pl.justificável[adj.2g.])

ALEGAREsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss):

alegar

v. (sXIII) 1 t.d.bit. citar, mencionar, apresentar (fatos, argumentos, motivos, fatores) em defesa, como prova ou justificativa de <alegou circunstâncias que o inocentavam> <para ressarcir-se, alegou que organizara a festa com seus próprios recursos> <desculpando-se, alegou desconhecer os hábitos da casa> <a. ao juiz razões de foro íntimo> 2 t.d. jur em juízo, fazer alegação de <a. incompetência de juízo> 3 t.d. jur referir ou citar para justificar ou fundamentar qualquer pretensão <a. serviços prestados> gram a respeito da conj. deste verbo, ver -egar etim lat. allego,as,ávi,átum,áre 'enviar, mandar, deputar' sin/var argumentar, arrazoar, declarar, defender, dizer, esclarecer, explicar, expor, justificar, mencionar, ponderar, pretextar



O pecado aconteceu depois que o humano tomou uma decisão. Ficou bem claro que para haver pecado é necessário que em primeiro lugar se tome uma decisão.


O humano não deve alegar ser inocente de pecado. O humano deve admitir para si mesmo: “Eu cometi o pecado PORQUE me deixei envolver por tal circunstância”.

O humano não deve apresentar a “pedra de tropeço” que o induziu ao erro como a “culpada” por ele cometer o pecado. Ele tomou uma decisão.

Muito embora estes humanos tenham sido sutilmente levados a desobedecer, ou seja, tenham sido traídos pela sutileza, eles tinham a CAPACIDADE de resistir à sutileza. O Legislador não aceita nenhuma alegação que torne o culpado em inocente, pois inocente é aquele que não praticou o pecado. Não podemos esquecer que, em face de Sua Sabedoria, é o Pai quem define se algo é ou não é pecado. Como Projetista do ser humano, foi o Pai quem definiu o que era certo e o que era errado para o projetado fazer. Inocente também é aquele que foi falsamente acusado de algo e que prova a sua inocência. Na verdade, passa a ser visto como inocente, aquele que consegue provar que não cometeu o pecado.

Ele confiou MAIS no outro mensageiro, um igual, do que no Criador, Aquele que lhe havia dado a primeira informação.

Era algo exclusivamente pessoal. Era um caso de “confiar na informação”.

Percebemos também que este humano (“mensageiro”), que confiava na primeira informação, ou seja, aquela transmitida pelo Legislador, passou a confiar na segunda informação, aquela que não foi passada pelo Legislador para ele (“mensageiro”).

Ele passou a dar grande credibilidade a esta terceira pessoa, passando a CONCORDAR com as informações recebidas desta terceira pessoa, tornando-se para ela, informações plenamente lógicas.

Percebemos que a informação foi primordial para o humano tomar uma decisão. Ficou claro que de acordo com a informação, a decisão do humano pode ser uma ou outra.

CONCORDAR OU DISCORDAR SÃO OPÇÕES QUE SÃO DADAS E ACEITAS POR AQUELE QUE RESPEITA O LIVRE-ARBÍTRIO, ÀQUELE PARA QUEM ELE TRANSMITE ALGUMA INFORMAÇÃO.

Percebemos que para o Pai, o pecado é algo pessoal e intransferível, isto é, para o Pai, o erro é pessoal e intransferível em face do livre-arbítrio que Ele mesmo deu ao humano. Trata-se do exercício do livre-arbítrio. É a criatura que tem o livre-arbítrio que “decide” o que fazer e o como fazer. O Pai Celestial não busca desculpas para justificar o erro.

Pudemos perceber que pecar é transgredir, descumprir, não concordar ou mesmo não acreditar nas informações dadas por Jeová, O Legislador.

Percebemos que Jeová responsabiliza cada indivíduo pelo seu pecado, independente da pedra de tropeço.

Percebemos também que o Legislador quer que cada indivíduo SE RESPONSABILIZE pelo seu próprio pecado, que ele ASSUMA A RESPONSABILIDADE por ter pecado, que ele assuma a culpa por ter pecado.

RESPONSABILIZAR – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): imputar responsabilidade

responsabilizar

v. (1836) 1 t.d. imputar responsabilidade a <r. a polícia> 2 bit. tornar ou considerar responsável <r. o governo pela má situação econômica do país> 3 t.d.pred. ter na conta de; considerar, tachar, reputar <r. (como terrível) a situação do menor abandonado> 4 pron. tornar-se responsável pelos seus atos ou pelos de outrem <o bom chefe responsabiliza-se pelo bom andamento do trabalho> etim responsável com o suf. vel tomado sob a f.lat. -bil(i)- + -izar sin/var ver sinonímia de acusar ant irresponsabilizar; ver tb. antonímia de acusar



Tomar decisões livremente – isto é o livre-arbítrio. Escolher livremente entre a alternativa “A” e a alternativa “B”. Obedecer é uma decisão, assim como desobedecer também é uma decisão.

O importante é PERMANECER obedecendo.



O que é desejo?? O que é vontade??

DESEJO – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): Expectativa de possuir ou alcançar algo; aspirar, querer.

desejo

\ê\ s.m. (sXIII) ato ou efeito de desejar; aspiração diante de algo que corresponda ao esperado 1 aspiração, querer, vontade <ter os d. satisfeitos> 2 expectativa de possuir ou alcançar algo <d. de enriquecer> <d. de dormir> <d. de compreensão> 3 anelo, pretensão, propósito <melhor qualidade de vida é o d. de todos> 4 ambição, cobiça, sede <o d. de poder obscurece a razão> 5 instinto físico que impulsiona o ser humano ao prazer sexual; atração física 6 infrm. ânsia de satisfazer certos apetites durante a gravidez; pica etim lat. *desèdium, prov. der. do lat.cl. desidìa,ae 'estar sentado; ócio; prazer; ambição' sin/var ver sinonímia de capricho, impulso e lubricidade e antonímia de desprendimento ant ver sinonímia de desprendimento hom desejo \ê\ (fl.desejar)

Querer fazer algo. Também, querer possuir algo.

VONTADEEsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): .. força interior que impulsiona o indivíduo a realizar algo...

vontade

s.f. (sXIII) 1 faculdade que tem o ser humano de querer, de escolher, de livremente praticar ou deixar de praticar certos atos 2 força interior que impulsiona o indivíduo a realizar algo, a atingir seus fins ou desejos; ânimo, determinação, firmeza 2.1 disposição, empenho, interesse, zelo <a v. política de um governo> 3 capacidade de escolher, de decidir entre alternativas possíveis; volição 4 sentimento de desejo ou aspiração motivado por um apelo físico, fisiológico, psicológico ou moral; querer <v. de tomar sorvete> <v. de vomitar> <v. de ajudar> 5 prazer, apetite, deleite, gosto <comia e dançava com v.> 6 desejo impulsivo; capricho <criança cheia de vontades> 7 deliberação, determinação, decisão que alguém expressa para que seja cumprida ou respeitada <realizou as v. do pai> 8 fil nas doutrinas filosóficas racionalistas, motivação subjetiva capaz de conduzir de forma moral e refletida a ação humana, em oposição aos desejos e inclinações de caráter meramente afetivo 9 fil na tradição empirista ou hostil ao racionalismo, impulso de natureza emotiva ou desejante por meio do qual o ser humano age na realidade objetiva e conduz sua atividade mental v. de potência fil no nietzschianismo, impulso natural voltado para o poder e a dominação sobre os seres e objetos circundantes, manifestado de maneira trágica e amoral nos instintos e desejos que cercam a existência humana • v. de verdade fil no nietzschianismo, busca de um pretenso conhecimento objetivo e científico, que se ilude ao ocultar a influência determinante dos interesses vitais e da vontade de potência na própria constituição do processo cognitivo • v. geral fil pol 1 no Iluminismo, a razão moral e política, desprovida de afetos ou paixões, em que cada ser humano raciocina a respeito dos comportamentos e das atitudes que deve exigir de si mesmo e de seus semelhantes 2 p.ext. no pensamento de Rousseau, vontade soberana, homogênea e legisladora, exercida por cada cidadão de uma coletividade, despertada por meio de educação cívica, e voltada para o bem comum • à v. 1 sem constrangimento; livremente, a bel-prazer <entre e sinta-se à v.> 2 com fartura; à larga <comia à v.> 3 desinibição, desenvoltura, naturalidade no comportamento • boa v. 1 disposição favorável (em relação a alguém ou algo) 2 ét no kantismo, intenção de comportamento que obedece exclusivamente às determinações universais da lei moral expressas no imperativo categóricomá v. disposição desfavorável em relação a algo ou sentimento inamistoso em relação a alguém etim lat. volúntas,átis 'ato de querer; desejo, projeto' sin/var ver sinonímia de impulso, propósito e talante e antonímia de hesitação ant ver sinonímia de hesitação

Querer fazer algo; não querer fazer algo.

Esta descrição de vontade também é muito interessante:

motivação subjetiva capaz de conduzir de forma moral e refletida a ação humana, em oposição aos desejos e inclinações de caráter meramente afetivo

Motivaçãoesta é a definição do dicionário online de português: que possui determinação.

adj. Que tem um fundamento, um objetivo, uma razão - fundamentado: argumento motivado; discurso motivado; comportamento motivado.  Diz-se de ou sujeito que possui motivação, determinação e se comporta desta maneira. Linguística. Signo Linguístico. Que conserva um vínculo entre o significado e o significante. (Etm. part. de motivar)

Até então, pudemos perceber que a criatura precisa encontrar a correta motivação para obedecer e continuar obedecendo. Fazer algo é sempre precedido de uma motivação. Quão forte e contínua deve ser esta motivação??

Determinaçãoesta é a definição dada pelo dicionário online de português: firmeza, persistência para conseguir o que se deseja.

s.f. Firmeza; persistência para conseguir o que se deseja. Definição; indicação muito precisa feita por estudo, cálculo ou avaliação. Resolução; decisão que se toma após reflexão. Mandado; ordem escrita por uma autoridade judicial ou administrativa. Biologia. Especificação; caracterização da família, do gênero ou da espécie de algo, de alguém ou de um vegetal. (Etm. determinar + ção)

Até onde vai a determinação??

Até onde vai a vontade de obedecer??

Até onde vai o desejo de obedecer??

Quando é que o humano desiste de obedecer??

Será que o elemento mais importante da obediência é a “motivação”??

A vontade é uma força interior que impulsiona o indivíduo a atingir um desejo. Trata-se de algo invisível.

Obviamente podemos chegar a conclusão de que um indivíduo sem vontade não passa de um robô.

Será que a vontade pode ser controlada ou se trata de algo que o humano não consegue controlar??

O que ocorre quando o humano não consegue controlar a sua vontade?? No seu dia a dia, você consegue identificar pessoas que não conseguem controlar suas vontades?? É bom e seguro conviver com pessoas assim??

Que mais pudemos perceber?? Pudemos perceber que para haver “pecado” precisa haver uma norma, precisa haver a “vontade” e precisa haver o “livre-arbítrio”.

Será que a vontade é um problema para Jeová, o Pai??

O que acontece depois que o Pai tem uma vontade??

Vamos ver algo incrível em relação a vontade... Um fato acontecido no relacionamento entre o Pai e um grupo de humanos nos revela algo em relação a vontade.

Vamos deixar que o Pai nos conte o que Ele fez, muito embora, não fosse percebido pelos beneficiários.

(Ezequiel 20:7-10) 7 E prossegui, dizendo-lhes: ‘Lançai fora, cada um de vós, as coisas repugnantes dos seus olhos, e não vos avilteis com os ídolos sórdidos do Egito. Eu sou Jeová, vosso Deus.’ 8 “‘“E eles começaram a rebelar-se contra mim e não quiseram escutar-me. As coisas repugnantes dos seus olhos eles não lançaram fora, individualmente, e não abandonaram os ídolos sórdidos do Egito, de modo que prometi derramar sobre eles o meu furor, a fim de levar a cabo a minha ira contra eles no meio da terra do Egito. 9 E eu prossegui, agindo em prol do meu próprio nome, para que não fosse profanado perante os olhos das nações entre as quais estavam, porque eu me dera a conhecer a eles perante os seus olhos, fazendo-os sair da terra do Egito. 10 Por isso os fiz sair da terra do Egito e os levei ao ermo.



Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 20:7-10) 7 Disse-lhes: Lançai de vós, cada uma as abominações dos seus olhos, e não vos contamineis com os ídolos do Egito; eu sou Jeová vosso Deus. 8 Mas rebelaram-se contra mim, e não me quiseram ouvir; não lançaram de si cada um as abominações dos seus olhos, nem abandonaram os ídolos do Egito: então eu disse que derramaria o meu furor contra eles, para cumprir contra eles a minha ira no meio da terra do Egito. 9 Mas o fiz por amor do meu nome, para que ele não fosse profanado à vista das nações, no meio das quais estavam, a cujos olhos eu me dei a conhecer a eles, tirando-os da terra do Egito. 10 Assim os fiz sair da terra do Egito, e os trouxe para o deserto.

O Pai foi cutucado....

O Pai teve a vontade...

O Pai chegou a afirmar que faria...

No entanto, o Pai “decidiu” não fazer.....

Por levar ALGO em consideração, o Pai “se absteve de fazer” aquilo que teve vontade de fazer.....

Nota-se claramente que o Pai tem Sua vontade totalmente sob controle.....

Bem, e quanto aos humanos?? Será que os humanos têm o poder de controlar a vontade??

Nestes dois casos que estamos analisando (Adão e Eva e o mensageiro), a ordem tinha a ver com o comer.

Nos dois casos o humano tinha de controlar a vontade de comer, pois tratava-se de algo que ele fazia normalmente todos os dias. Eva só não devia comer algo específico, embora pudesse comer muitas outras coisas. O mensageiro só devia comer pão e beber água após realizar a sua missão e em um local específico.

Mas, se o mensageiro ficasse com fome ou sede no caminho de volta, ou seja, o que fazer se ficasse com vontade de comer ou de beber?? Devia satisfazer sua vontade ou devia controlar a sua vontade?? Satisfazer sua vontade significava desobedecer a ordem dada por Jeová para ele, não é verdade?? A sua vontade de beber água seria fruto da necessidade do seu organismo, assim como seria a sua vontade de comer, não é verdade??

No caso de Eva, algo lhe despertou a vontade de comer daquele fruto, embora não fosse a fome.

No caso do mensageiro, ele já estava no caminho de volta. No entanto, Betel não ficava tão longe assim de Jerusalém. Betel se situava em torno de dezessete quilômetros de Jerusalém. Logo, Jeová não estava exigindo nada de tão extraordinário assim, embora exigisse certa medida de esforço pessoal. Manter-se na condição de obediente exigia ESFORÇO. Este mensageiro andaria por volta de trinta e quatro quilômetros no seu percurso total. Caminhadas como estas eram comuns. Na “maratona”, percorre-se cerca de quarenta e dois quilômetros.

No caso deste mensageiro, enquanto estava fácil obedecer, ele estava obedecendo. No entanto, a fome e a sede apareceram e foram aumentando. Será que o obedecer estava ficando difícil??? Quanto maior a fome e a sede, maior seria a dificuldade de obedecer, não seria??? Não exigia uma grande força de vontade?? Neste caso, a vontade de obedecer devia ser maior do que a fome e a sede. Para manter-se obedecendo, este profeta tinha de ter uma grande força de vontade.

Até onde o humano deve permanecer obedecendo??

Que espécie de vacina pode existir contra a desobediência?? Que espécie de vacina pode tornar o humano IMUNE à desobediência??

O que mais falou Jeová sobre o conceito do filho herdar o pecado do pai??

Será que a iniquidade é uma herança a ser deixada tal qual a riqueza??

Ainda em relação ao filho herdar o pecado do pai, assim falou Jeová, dando novas informações para o humano: “O filho vê o pai fazer, mas ele mesmo, não faz”.

(Ezequiel 18:14-20) 14 “‘E eis que alguém se tornou pai de um filho que continua vendo todos os pecados de seu pai, que este tem praticado, e ele [os] vê e não faz coisas semelhantes a eles. 15 Não comeu sobre os montes e não elevou seus olhos para os ídolos sórdidos da casa de Israel; não aviltou a esposa de seu companheiro; 16 e não maltratou homem algum, nem se apoderou de alguma coisa penhorada, e não tomou nada em roubo; deu o seu próprio pão ao faminto e cobriu com roupa ao que estava nu; 17 retirou sua mão do atribulado; não tomou nem usura nem juros; cumpriu as minhas decisões judiciais; andou nos meus estatutos; ele mesmo não morrerá por causa do erro de seu pai. Positivamente continuará a viver. 18 Quanto a seu pai, por ter praticado flagrante defraudação, arrebatando em roubo algo de um irmão e fazendo o que não é bom no meio dos seus povos, eis que então terá de morrer pelo seu erro. 19 “‘E certamente direis: “Por que é que o filho não levará nenhuma [culpa] pelo erro do pai?” Ora, quanto ao filho, praticou o juízo e a justiça, guardou todos os meus estatutos e continua a cumpri-los. Ele positivamente continuará a viver. 20 A alma que pecar — ela é que morrerá. O próprio filho não levará nenhuma [culpa] pelo erro do pai e o próprio pai não levará nenhuma [culpa] pelo erro do filho. A própria justiça do justo virá a estar sobre ele mesmo, e a própria iniqüidade do iníquo virá a estar sobre ele mesmo.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Ezequiel 18:14-20) 14 Eis que se este por sua vez gerar um filho que, vendo todos os pecados cometidos por seu pai, tema e não faça coisas semelhantes, 15 que não coma sobre os montes, nem levante os seus olhos aos ídolos da casa de Israel, que não contamine a mulher do seu próximo, 16 nem oprima a pessoa alguma, que não empreste sob penhores nem tire de outrem com violência, porém dê o seu pão ao faminto, e ao nu cubra com vestido, 17 que aparte do pobre a sua mão, que não receba usura nem mais do que emprestou, que execute os meus juízos, e ande nos meus estatutos; este não morrerá por causa da iniqüidade de seu pai, certamente viverá. 18 Quanto a seu pai, porque oprimiu cruelmente, tirou de seu irmão com violência, e fez o que não é bom entre o seu povo, eis que ele morrerá na sua iniqüidade. 19 Contudo dizeis: Por que não leva o filho a iniqüidade do pai? Quando o filho fizer o que é de eqüidade e justiça, e guardar todos os meus estatutos, e os cumprir, certamente viverá. 20 A alma que peca, essa morrerá; o filho não levará a iniqüidade do pai nem o pai levará a iniqüidade do filho. A justiça do justo será sobre ele, e a impiedade do ímpio será sobre ele.

Assim verte a Tradução Almeida: (Ezequiel 18:14-20) 14 Eis que também, se este por sua vez gerar um filho que veja todos os pecados que seu pai fez, tema, e não cometa coisas semelhantes, 15 não coma sobre os montes, nem levante os olhos para os ídolos da casa de Israel, e não contamine a mulher de seu próximo, 16 nem oprima a ninguém, e não empreste sob penhores, nem roube, porém reparta o seu pão com o faminto, e cubra ao nu com vestido; 17 que aparte da iniqüidade a sua mão, que não receba usura nem mais do que emprestou, que observe as minhas ordenanças e ande nos meus estatutos; esse não morrerá por causa da iniqüidade de seu pai; certamente viverá. 18 Quanto ao seu pai, porque praticou extorsão, e roubou os bens do irmão, e fez o que não era bom no meio de seu povo, eis que ele morrerá na sua iniqüidade. 19 contudo dizeis: Por que não levará o filho a iniqüidade do pai? Ora, se o filho proceder com retidão e justiça, e guardar todos os meus estatutos, e os cumprir, certamente viverá. 20 A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a iniquidade do filho, A justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele.

O FILHO VÊ O PAI PRATICAR UM PECADO E “DECIDE” NÃO PRATICAR TAL PECADO. O filho está usando o seu livre-arbítrio.

Ficou bem claro que PARA O “PAI Celestial”, para o Legislador, o filho não herda o pecado do pai, o pai não responde pelo pecado do filho. Ficou bem claro que não existe o pecado herdado, assim como também não existe a justiça herdada.

Jeová, O Pai, estava explicando isto para Seus filhos. Cada filho é responsável por seus pecados e irá responder a Ele por seus atos individualmente. Cada filho responde pelo seu pecado exclusivamente ao Pai que é o Legislador para cada filho. Assim, percebemos que para todos os filhos deve existir apenas um único legislador, que é o Pai Celestial.

Antes destas informações do Pai, Ele havia chamado a atenção do seu amado povo para um dito popular, um provérbio, um conceito, conceito este aceito como verdade. Tratava-se de um conceito humano, fruto da observação humana, levando-o a uma dedução.

Assim lhes havia falado o Legislador:

(Ezequiel 18:1-4) 18 E continuou a vir a haver para mim a palavra de Jeová, dizendo: 2 Que significa para vós que proferis esta expressão proverbial sobre o solo de Israel, dizendo: ‘Os pais é que comem as uvas verdes, mas são os dentes dos filhos que ficam embotados’? 3 “‘Assim como vivo’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘não continuará mais a caber a vós proferir esta expressão proverbial em Israel. 4 Eis que todas as almas — a mim me pertencem. Como a alma do pai, assim também a alma do filho — a mim me pertencem. A alma que pecar — ela é que morrerá.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Ezequiel 18:1-4) 1 De novo veio a mim a palavra de Jeová, dizendo: 2 Que quereis vós dizer, usando na terra de Israel deste provérbio: Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos estão embotados? 3 Pela minha vida, diz o Senhor Jeová, não tereis mais ocasião de usardes deste provérbio em Israel. 4 Eis que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é minha: a alma que pecar, essa morrerá.

Assim verte a Tradução Almeida: (Ezequiel 18:1-4) 1 De novo veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: 2 Que quereis vós dizer, citando na terra de Israel este provérbio: Os pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram? 3 Vivo eu, diz e Senhor Deus, não se vos permite mais usar deste provérbio em Israel. 4 Eis que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é minha: a alma que pecar, essa morrerá.

Os pais cometiam pecado e os filhos é que pagavam a conta. Os pais cometem o erro e a punição vem sobre os filhos.

Assim, ficou bem claro que aquela explicação dada pelo Legislador realmente se referia a filho pagar pelo erro do pai. O Legislador afirmou que o filho podia ver o pecado do seu pai e resolver não copiar o seu pai.

Aquele terceiro elemento não cometeu um pecado?? Sim, ele cometeu. Independente de sua intenção, ele cometeu um pecado.

Só porque ele cometeu “pecado” você também irá cometer “pecado”?? Preocupe-se com o teu pecado. Isto é o que o Legislador deseja que cada um humano faça.

A responsabilidade quanto a continuar a viver está com cada um. Independente das circunstâncias é cada um que tomará a “decisão” de praticar ou não praticar o pecado. Cada humano continua livre para tomar a “decisão” de fazer ou de não fazer algo.

Também percebemos que uma pessoa pode induzir outra pessoa a cometer o pecado.

INDUZIREsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): ser causa ou motivo de; inspirar, provocar, incitar, instigar.

induzir

v. (sXIV) 1 t.d.bit. ser causa ou motivo de; inspirar, provocar <i. insegurança (na população)> 2 t.d.int. concluir por meio de raciocínio lógico; inferir, deduzir <comparando várias regras, induziu uma norma mais abrangente> <desde a primeira infância, induzia com precisão> 3 t.d. m.q. indutar 4 bit. encorajar; incitar, instigar <induziu o amigo à prática da solidariedade> 5 bit. fazer cair ou incorrer; compelir, impulsionar <i. o homem ao pecado> 6 t.d. obst produzir indução de <i. um parto> gram a respeito da conj. deste verbo, ver -uzir; apresenta duplo part.: induzido, induto etim lat. indúco,is,xi,ctum,cère 'conduzir, introduzir, cobrir' sin/var ver sinonímia de convencer, estimular e inspirar

O próprio dicionário exemplifica o ato de “induzir”, usando o “induzir o homem ao pecado”.

COMO UM FILHO IRIA VER UM PECADO NO SEU PRÓPRIO PAI??

NÃO SE TRATA DE UM CASO DE “INFORMAÇÃO”??

Não é o pai aquele que dá as primeiras informações ao filho??

Não é o pai aquele que através da informação passa a ensinar a seu filho o que é pecado e o que não é pecado??

Não é o pai aquele que informa primeiro ao filho sobre a diferença entre o certo e o errado??

Neste caso, não teria o filho de ouvir uma segunda informação de uma terceira pessoa?? Sim, teria.

Não teria o filho de confiar MAIS nesta terceira pessoa do que no seu próprio pai?? Sim, teria.

Isto passa a ser um problema para o filho, pois ele não foi testemunha do ato em que Jeová passou a Sua informação para algum humano qualquer, ou será que foi?? Ele não foi testemunha e ele tem um grande problema. Na palavra de quem ele deve CONFIAR?? Em quem ele deve CRER??

O que ocorreria se o pai fosse um sacerdote?? Bem, ele teria de acreditar mais na terceira pessoa do que no sacerdote, não teria??

O fato do pai ser um sacerdote, fará com todas as informações que ele dê sejam verdadeiras, ou seja, sejam uma exata repetição da informação dada pelo Criador?? Será que todas as deduções (conclusões) deste sacerdote são verdadeiras?? Podem ser lógicas, mas será que são verdadeiras??

Tendo sido este humano ou outro humano qualquer, um autêntico mensageiro de Jeová, ou seja, tenha realmente recebido algumas informações de Jeová, fará isto com que todas as afirmações deste humano sejam repetições de afirmações de Jeová??

Seria a função exercida por alguém, o fiel da balança quanto a credibilidade da palavra falada por este alguém?? O fato dele ter sido escolhido por Deus já atribui credibilidade ao escolhido??

O fato do pai ser um profeta, fará com que todas as informações que ele dê sejam verdadeiras, ou seja, sejam uma exata repetição da informação dada pelo Criador?? Aquele mensageiro (profeta) cometeu o pecado da desobediência por ter acreditado na informação de um profeta, não foi?? No uso do seu livre-arbítrio, o outro profeta mentiu-lhe, não foi isto o que ocorreu?? O terceiro elemento afirmou que havia recebido aquela informação de Deus, ou seja, do Legislador, através de um anjo. Mesmo que tal afirmação do outro profeta fosse uma verdade, de quem havia ele recebido a sua ordem ou o seu mandamento??

A palavra do terceiro elemento criou ou amplificou uma vontade naquele mensageiro, que finalmente, deixou-se levar por esta vontade.

Não é o Criador aquele que determina o que é pecado e o que não é pecado e o informa ao humano??

Individualmente, este filho deve ter o Criador como aquele Único que determina o que é e o que não é pecado, afinal, isto é um fato. Individualmente, o filho pode aceitar isto ou não. O que ocorre se o filho não concorda em que o Criador seja aquele que estabelece as regras que ele deve obedecer?? Neste caso, não adiantaria falar com ele que o Legislador estabeleceu esta ou aquela regra para ele obedecer, adiantaria??? No entanto, não precisa este humano ser convencido disto para o seu próprio bem?? Afinal de contas, não é a vida daquele humano que está em risco?? Não é o humano quem decide se coloca a sua vida em rico ou não??

Cada humano, individualmente precisa aceitar e concordar com este fato, afinal o Criador é o Único que tem a real capacidade para fazer tais coisas.

No caso acima, se o pai cobra juros somente de estrangeiros e ensinou isto a seu filho, e no entanto, o filho por ter recebido e acreditado na informação de que ele deve tratar o estrangeiro assim com ele trata um natural, passa a ver este pecado no seu pai, então ele “decide” não praticar este mesmo pecado cometido por seu pai.

Pudemos observar que o “pai humano”, mesmo sendo um sacerdote ou um profeta, não considera cobrar juros de um estrangeiro como sendo pecado, logo o “pai humano” tanto pratica isto quanto ensina isto para seu filho. O pai, mesmo sendo um profeta ou sacerdote, não concorda com o Legislador. Receber mais do que emprestou – isto é cobrar juros. Isto é praticar o verbo lucrar.

Mas isto era uma coisa real?? Sim, era.

Um pai qualquer, seja sacerdote, profeta, rei ou alguém sem cargos específicos, apresentaria para seu filho as palavras de Moisés, palavras que determinavam que cobrar juros do estrangeiro não era um pecado. Estas são as palavras: (Deuteronômio 23:19-20) 19 Não deves fazer teu irmão pagar juros, juros sobre dinheiro, juros sobre mantimentos, juros sobre qualquer coisa pela qual se possam cobrar juros. 20 PODES FAZER O ESTRANGEIRO PAGAR JUROS, mas não deves fazer teu irmão pagar juros, para que Jeová, teu Deus, te abençoe em todo empreendimento teu na terra à qual vais para tomar posse dela.



A Tradução Brasileira assim verte: (Deuteronômio 23:19) 19 Não exigirás de teu irmão juros, nem de dinheiro, nem de comida, nem de coisa alguma por que se exigem juros. 20 De um estrangeiro poderás exigir juros; PORÉM DE TEU IRMÃO NÃO OS EXIGIRÁS, para que Jeová teu Deus te abençoe em todas as coisas em que puseres a mão, na terra em que tu estás entrando para a possuíres.

Assim verte a Tradução Almeida: (Deuteronômio 23:19-20) 19 DO TEU IRMÃO NÃO EXIGIRÁS JUROS; nem de dinheiro, nem de comida, nem de qualquer outra coisa que se empresta a juros. 20 Do estrangeiro poderás exigir juros; porém do teu irmão não os exigirás, para que o Senhor teu Deus te abençoe em tudo a que puseres a mão, na terra à qual vais para a possuíres.

O que aquele pai humano vê nestas palavras?? Ora, as palavras são claras: “Você pode cobrar juros dos estrangeiros e exigir que ele pague. Você está autorizado a cobrar juros de “estrangeiros”, pois o Pai não vê isto como um pecado”. Moisés, aquele que falava com Jeová face a face autorizou cobrar juros do estrangeiro. Sua palavra é vista como uma lei. Sua palavra é vista como uma repetição da palavra do Legislador. Assim, aquele pai humano ainda apresentaria esta informação como base para sua ação. Neste caso, aquele pai humano revelava sua confiança em Moisés e sua crença que esta informação dada a ele por Moisés havia sido dada pelo Legislador para Moisés. Este pai humano encontrava todas as lógicas necessárias para praticar a ação de “cobrar juros do estrangeiro”. Ele concordava com Moisés, ou seja, com o mandamento dado a ele por Moisés.

No que este mandamento dado por Moisés transformava este reino, em um reino de igualdade ou um reino de desigualdade??

Para que o filho deixasse de praticar esta coisa, que do ponto de vista de Jeová, o Pai da igualdade, é uma “coisa detestável”, um ato discriminatório e egoísta, o filho deveria acreditar nas seguintes palavras faladas pelo Legislador, também repassadas por Moisés, palavras estas que definiam um conceito, revelavam um “conceito basepara o relacionamento no dia a dia daquele povo com os estrangeiros:

(Levítico 19:33-34) 33 “‘E caso um residente forasteiro resida contigo no vosso país, não deveis maltratá-lo. 34 O residente forasteiro que reside convosco deve tornar-se para vós como o vosso natural; e  tens de AMÁ-LO como a ti mesmo, pois vos tornastes residentes forasteiros na terra do Egito. Eu sou Jeová, vosso Deus.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Levítico 19:33-34) 33 Se um estrangeiro peregrinar convosco na vossa terra, não lhe fareis mal. 34 COMO O NATURAL ENTRE VÓS SERÁ O ESTRANGEIRO QUE PEREGRINA CONVOSCO, E AMÁ-LO-ÁS COMO A TI MESMO; porque fostes estrangeiros na terra do Egito: eu sou Jeová vosso Deus.

Assim verte a Tradução Almeida: (Levítico 19:33-34) 33 Quando um estrangeiro peregrinar convosco na vossa terra, não o maltratareis. 34 COMO UM NATURAL ENTRE VÓS SERÁ O ESTRANGEIRO QUE PEREGRINAR CONVOSCO; AMÁ-LO-EIS como a vós mesmos; pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o Senhor vosso Deus.

Dê ao estrangeiro o mesmíssimo tratamento dado ao natural, ame-o. Trata-se do conceito de IGUALDADE, trata-se da equidade.

A quem eles tinham de amar?? Ao estrangeiro. Com que espécie de amor?? Como amas a ti mesmo.

Não maltrate o estrangeiro. Lembem-se de que vocês foram estrangeiros na terra do Egito...... e que não foram tratados com equidade.

Agora, a terra é vossa, pois a terra foi dada a vós... Neste caso, os outros povos que habitarem na terra que vos foi dada passam a ser estrangeiros na vossa terra.

Lembrem-se, não maltratem os estrangeiros..., não sejam como os egípcios; não copiem os egípcios..

O que é maltratar??

Maltratar

Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss::

maltratar

v. (sXV) 1 t.d. ofender (alguém) com palavras ou atos; ultrajar <não maltrate um homem brioso> 2 t.d. fazer sofrer; tratar com aspereza, grosseiramente <maltratava a mulher com recriminações diárias> <quando bebe, maltrata as crianças> 3 t.d. dar golpe(s) violento(s) em; espancar, bater, açoitar <as ondas maltratavam a murada do forte> 4 t.d. causar lesão física em; mutilar, machucar 5 t.d. danificar, arruinar (esp. por mau uso); gastar, estragar <o inquilino maltratou demais o apartamento> ¤ etim mal- + tratar ¤ ant afagar


Todo maltrato revela ser uma ação de desamor...., pois é oposto ao bom trato.

Lembrem-se do que aconteceu a vocês lá no Egito. Vocês chegaram lá como “estrangeiros”. Lembrem-se da forma como vocês foram tratados lá no Egito.

Tenham pelos outros o mesmo sentimento que quereis que eles tenham por vocês. Faça aos outros aquilo que você gostaria que fosse feito a você, não te esqueças da forma como fostes tratado lá no Egito. Não dê ao teu estrangeiro o mesmo tratamento que recebestes como estrangeiros lá no Egito. Ame ao residente forasteiro do mesmo modo como amas ao natural. Ame o estrangeiro do mesmo modo como amas o natural. Obviamente, se você não cobra juros de um, também não cobre do outro. Os dois são IGUAIS e devem ser tratados com IGUALDADE.

Estas palavras de Jeová não deixam nenhuma dúvida quanto àquela classificação dada por Jeová ao ato cobrar juros. Cobrar juros é um pecado, independente de quem seja a vítima, assim como roubar é pecado, independente de quem seja a vítima.

O Criador ainda falou mais sobre como o necessitado devia ser tratado ali naquele reino:

(Êxodo 22:25) 25 Se emprestares dinheiro ao meu povo, ao atribulado ao teu lado, não deves tornar-te como agiota para ele. NÃO LHE DEVES IMPOR JUROS.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Êxodo 22:25) 25 Se emprestares dinheiro a algum pobre dentre o meu povo que está contigo, não lhe serás como credor; nem lhe exigirás juros.

Assim verte a Tradução Almeida: (Êxodo 22:25) 25 Se emprestares dinheiro ao meu povo, ao pobre que está contigo, não te haverás com ele como credor; não lhe imporás juros.

Ora, se o estrangeiro deve ser tratado como um natural, isto significa que cobrar juros dele também é pecado.

Vamos ver uma outra afirmação do Legislador, informação esta que deixa bem claro o ponto de vista do Legislador em relação ao cobrar juros de um estrangeiro.

Assim falou o Legislador: Se o teu irmão ficar pobre, trate-o assim como você trataria um estrangeiro. Tens de ampará-lo, tens de sustentá-lo. Não empreste a ele com juros, ou seja, não receba dele mais do que você emprestar a ele; não obtenha lucro.” (Levítico 25:35-38) 35 “‘E caso teu irmão fique pobre e assim esteja financeiramente fraco ao teu lado, então TENS DE AMPARÁ-LO. Como residente forasteiro e colono tem de ficar vivo contigo. 36 NÃO COBRES DELE JUROS E USURA, mas tens de ter temor de teu Deus; e teu irmão tem de ficar vivo contigo. 37 Não deves dar-lhe teu dinheiro [cobrando] juros e não deves dar teu alimento por usura. 38 Eu sou Jeová, vosso Deus, que vos fiz sair da terra do Egito para dar-vos a terra de Canaã, para mostrar-me vosso Deus.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Levítico 25:35-38) 35 Se teu irmão se tornar pobre e as suas mãos se enfraquecerem junto a ti, SUSTENTÁ-LO-ÁS. Ele viverá contigo como estrangeiro e peregrino. 36 NÃO RECEBERÁS DELE USURA NEM GANHO; mas temerás o teu Deus, para que teu irmão viva contigo. 37 Não lhe darás o teu dinheiro a usura, nem lhe darás os teus víveres por amor de lucro. 38 Eu sou Jeová vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para vos dar a terra de Canaã, para ser o vosso Deus.

Assim verte a Tradução Almeida: (Levítico 25:35-38) 35 Também, se teu irmão empobrecer ao teu lado, e lhe enfraquecerem as mãos, SUSTENTÁ-LO-ÁS; como estrangeiro e peregrino viverá contigo. 36 NÃO TOMARÁS DELE JUROS NEM GANHO, mas temerás o teu Deus, para que teu irmão viva contigo. 37 Não lhe darás teu dinheiro a juros, nem os teus víveres por lucro. 38 Eu sou o Senhor vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para vos dar a terra de Canaã, para ser o vosso Deus.

O juro tem como objetivo o lucro, o ganho. Não receba mais do que você deu – uma norma bem simples.

Ele viverá contigo como se ele fosse um estrangeiro. Como você deve tratá-lo??

Era para sustentar no sentido de prover-lhe o sustento?? Sim.

E se ele não tiver como pagar?? Bem, ele tem de continuar a viver, não tem??

Então ame-o como amas a ti mesmo.

Você tem a responsabilidade de não deixá-lo morrer de fome. Você é o responsável pela continuidade da vida dele. A continuidade da vida dele está em tuas mãos. Você é o dono da casa e ele é um hóspede teu.

É assim que você deve tratar o estrangeiro. É para SUSTENTAR o pobre e não para fazê-lo ficar cada vez mais pobre até que atinja a condição de teu escravo. Não é para obter lucro com a pobreza dos outros. Não te esqueças de como fostes tratados no Egito e a condição que chegastes lá em face do tratamento que recebestes. Lembra-te, chegastes lá na condição de “estrangeiros livres” e fostes levados à condição de “escravos”.

Por acreditar, concordar e aceitar tais afirmações do Legislador (informações), o filho não cometeria o mesmo pecado do seu pai. Embora muitas outras pessoas estivessem cometendo tais pecados e apresentando as suas justificativas lógicas, este filho, usando o seu livre-arbítrio, manter-se-ia permanentemente sem praticar tal coisa, coisa que foi definida pelo Legislador como sendo “pecado”.

O que o levaria a agir continuamente desta forma?? A informação na qual ele tinha fé, a informação na qual ele depositava a sua total confiança por concordar com tal informação. É imprescindível concordar com tal informação.

CONCORDAR OU DISCORDAR SÃO OPÇÕES QUE SÃO DADAS E ACEITAS POR AQUELE QUE RESPEITA O LIVRE-ARBÍTRIO, ÀQUELE PARA QUEM ELE TRANSMITE ALGUMA INFORMAÇÃO.

Outras pessoas ainda poderiam apresentar alguém muito amado, admirado e que desejavam imitar, um antepassado já falecido, como tendo enriquecido a si mesmo e a um grande rei, exatamente por ter levado toda uma nação a condição de escravos do seu próprio rei, em face da fome do povo. Decerto, eles não viam qualquer erro nas ações deste antepassado. Afinal de contas, tratava-se de um ídolo. Provavelmente até vissem a transformação de pessoas livres em escravos, como um ato de misericórdia da parte deste ídolo. Eles concordavam com as ações deste antepassado. No entanto, o que Jeová havia definido como mandamento??? Receber mais do que emprestou é um pecado; deves sustentar o pobre; deves repartir o teu pão com o pobre; não deveis lucrar com a pobreza do teu próximo. Não sustentar o pobre e não repartir o próprio pão com o pobre são pecados.

Não podemos esquecer de que neste caso, as primeiras informações recebidas pelo filho eram as informações erradas. Estas informações erradas lhe haviam sido transmitidas pelo seu próprio pai, aquela pessoa que ele confiava plenamente, aquela pessoa que o ama. Pode ser que muitas outras pessoas também confiassem em seu pai. Esta é uma situação em que as emoções são muito fortes, não é verdade?? Geralmente o filho ama a seu pai e tem a seu pai como um ídolo a quem imitar, não é verdade?? E se for alguém que, por me amar, correu riscos pelos quais eu me considero como lhe devendo a minha vida??

O que é um ídolo??

ÍDOLO Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: que é objeto de veneração

ídolo

s.m. (sXIII) 1 imagem que representa uma divindade e que se adora como se fosse a própria divindade 2 fig. pessoa ou coisa intensamente admirada, que é objeto de veneração 3 rel na tradição judaico-cristã, indivíduo real, imagem representativa de uma entidade fantástica, ou a própria entidade, considerados, de maneira equivocada e herética, portadores de atributos divinos í. dos pés de barro p.metf. pessoa ou coisa que é forte e resistente só na aparência etim gr. eídólon,ou 'imagem, simulacro etc.', pelo lat. idólon ou idólum,i 'id.'

VENERAREsta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: render culto, ter grande consideração.

venerar

v. (1572) 1 t.d. dedicar reverente respeito e deferência a, ter grande consideração por; reverenciar <v. a pátria> 2 t.d. render culto a; cultuar, adorar <v. deuses pagãos> <v. a cruz> 3 t.d. ter em grande consideração ou estima; respeitar, acatar <v. os estudos> <v. a literatura nacional> etim lat. venèror,áris,átus sum,ári 'dirigir um pedido aos deuses; reverenciar, respeitar' sin/var acatar, adorar, amar, cultuar, honrar, idolatrar, prezar, reverenciar, temer ant desvenerar, detestar, execrar, odiar hom venera(3ªp.s.), veneras(2ªp.s.) / venera(s.f.) e pl. par venera(3ªp.s.), veneras(2ªp.s.) / vênera(f.vênero[adj.]) e pl.; venero(1ªp.s.) / vênero(adj.)

Ainda outro dicionário complementa a descrição de ídolo:

ÍDOLO s.m. Figura, estátua que representa uma divindade que se adora. / Pessoa à qual se prodigam louvores excessivos ou que se ama apaixonadamente: ele é o ídolo da juventude. / Diz-se de certas figuras que desfrutam de grande popularidade (artistas de cinema, cantores populares, jogadores de futebol etc.).

O venerado ocupa uma posição acima dos demais, pois os demais não são venerados.

Um ser humano qualquer a quem eu tenho grande consideração, a quem eu dedico reverente respeito. Pessoa a quem se ama apaixonadamente.



PAIXÃOEsta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: sentimento … intenso a ponto de ofuscar a razão. Ânimo favorável … que supera os limites da razão.

1paixão

s.f. (sXIII) 1 o martírio de Jesus Cristo F inicial maiúsc. 2 p.met. segmento do Evangelho que trata do martírio de Cristo; esse martírio, e o dos santos F inicial maiúsc. 3 teat peça teatral cantada, ou oratório sobre o tema da Paixão F inicial maiúsc. 4 p.ext. grande sofrimento; martírio 5 sentimento, gosto ou amor intensos a ponto de ofuscar a razão 6 a coisa, o objeto da paixão ou da predileção <a leitura é sua p.> 7 furor incontrolável; exaltação, cólera 8 ânimo favorável ou contrário a alguma coisa e que supera os limites da razão <p. religiosa> 9 sensibilidade, entusiasmo que um artista transmite através da obra; calor, emoção, vida <filme pleno de p.> 10 fil no kantismo, inclinação emocional violenta, capaz de dominar completamente a conduta humana e afastá-la da desejável capacidade de autonomia e escolha racional 11 lóg categoria aristotélica que indica a passividade, a inatividade perante uma ação alheia etim lat.tar. passìo,ónis 'paixão, passividade; sofrimento' sin/var ver sinonímia de mania e martírio e antonímia de desleixo e indiferença ant imparcialidade

Obviamente, o meu ídolo é aquela pessoa que eu isento de erro, pois aquilo que eu vejo como erro em qualquer outro humano, eu não vejo como erro nesta pessoa. Aquilo que é um erro em outra pessoa, no meu ídolo é uma virtude, pois eu encontro todas as desculpas existentes para isentá-lo daquele erro. Eu afirmo que se ele agiu assim, a culpa foi do outro e ainda maximizo o erro da outra pessoa.

Assim, qualquer pessoa por quem eu tenha tal sentimento, na verdade, ele é meu ídolo, quer eu tenha consciência deste fato, quer não.

No entanto, este filho deve amar ao Legislador ACIMA de todas as coisas. Este é o primeiro mandamento.

O filho teria de crer que tal palavra é originária DE JEOVÁ e aceitá-la como uma definição de pecado. Somente nesta condição é que ele veria a ação de seu pai, aquele que ele ama e deseja imitar, como sendo um pecado.

Notamos que nesta questão havia uma diferença de opinião. Enquanto uma afirmava ser pecado, a outra negava tal fato apresentando as suas devidas justificativas, suas alegações lógicas. Notamos também que tal informação contrária à informação de Jeová, havia sido dada por alguém que todos amavam e confiavam.

PRATICARAM ESTE PECADO COMO SEUS PAIS LHES ENSINARAM – O pai pode ensinar o seu filho a praticar um pecado.

Ensinar. O termo usado é ensinar. O pai exerce uma “forte influência” sobre o seu filho.

Séculos depois de Moisés, o que falou Jeová para seu mensageiro Jeremias?? (Jeremias 9:13-14) 13 E Jeová passou a dizer: “Por terem abandonado a minha lei que dei [para estar] diante deles, e [por] não terem obedecido à minha voz e não terem andado nela, 14 mas terem andado atrás da obstinação do seu coração e atrás das imagens de Baal, que seus pais lhes ensinaram;

Assim verte a Tradução Brasileira: (Jeremias 9:13-14) 13 Jeová diz: Porque abandonaram a minha lei que lhes pus diante, e não obedeceram à minha voz, nem andaram nela; 14 mas andaram após a obstinação do seu coração, e após os baalins, coisa que lhes ensinaram seus pais.

Assim verte a Tradução Almeida: (Jeremias 9:13-14) 13 E diz o Senhor: porque deixaram a minha lei, que lhes pus diante, e não deram ouvidos à minha voz, nem andaram nela, 14 antes andaram obstinadamente segundo o seu próprio coração, e após baalins, como lhes ensinaram os seus pais.

O pai ensinou o filho a fazer coisas que era o oposto ao que Jeová havia falado.

NÃO COPIEM OS VOSSOS PAIS – Este foi o pedido de Jeová para a segunda geração do ermo.

(Ezequiel 20:17-19) 17 “‘“E meu olho começou a ter dó deles [para me impedir] de arruiná-los, e não os exterminei no ermo. 18 E passei a dizer aos filhos deles no ermo: ‘Não andeis nos regulamentos dos vossos antepassados, e não guardeis os seus julgamentos, e não vos avilteis com os seus ídolos sórdidos. 19 Eu sou Jeová, vosso Deus. Andai nos meus próprios estatutos e guardai as minhas próprias decisões judiciais e cumpri-as.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 20:17-19) 17 Não obstante os meus olhos os pouparam, para não os destruir, nem os acabei de todo no deserto. 18 Eu disse a seus filhos no deserto: Não andeis nos estatutos de vossos pais, nem observeis os seus juízos, nem vos contamineis com os seus ídolos. 19 Eu sou Jeová vosso Deus. Andai nos meus estatutos, e guardai os meus juízos, e praticai-os;

O filho tinha a capacidade de viver sem copiar os seus pais naquilo que viam os pais falarem e fazerem?? Sim, eles tinham. Não foi exatamente isto o que Jeová pediu para aquela segunda geração do ermo??

Eles andavam atrás dos seus objetos de veneração. Quem eram os seus objetos de veneração?? Eram ídolos humanos, pessoas amadas acima da razão e do bom censo. Apontavam os erros dos seus antepassados ídolos como se fossem virtudes. Tinham paixão por seus ídolos (figuras humanas reais, vivas ou mortas).

Esta afirmação foi do próprio Jeová.

Praticar verdadeira justiça entre homem e homem – o que é isto??

(Ezequiel 18:5-9) 5 “‘E no que se refere ao homem, se ele veio a ser justo e tem praticado o juízo e a justiça; 6 se não comeu nos montes e não elevou seus olhos para os ídolos sórdidos da casa de Israel, e não aviltou a esposa de seu companheiro, e não se chegou a uma mulher na sua impureza; 7 e se não maltratou a nenhum homem; se restituiu o penhor tomado pela dívida; se não arrebatou nada em roubo; se deu o seu próprio pão ao faminto e cobriu com roupa ao que estava nu; 8 se não deu nada em troca de juros e não tomou usura; se retirou sua mão da injustiça; se praticou a verdadeira justiça entre homem e homem; 9 se tem andado nos meus estatutos e tem guardado as minhas decisões judiciais para praticar a verdade, ele é justo. Ele positivamente continuará a viver’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.

TRATA-SE DA IGUALDADE. Trata-se de praticar a verdadeira igualdade entre homem e homem, por não considerar o “homem descendente de Jacó” diferente do “homem descendente de Esaú”, de Ismael ou do “homem descendente de qualquer outro homem”.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Ezequiel 18:5-9) 5 Porém, se um homem for justo, e fizer o que é de eqüidade e justiça, 6 e se não comer sobre os montes, nem levantar os seus olhos para os ídolos da casa de Israel, nem contaminar a mulher do seu próximo, nem se chegar à mulher na sua separação; 7 se não oprimir a ninguém, porém tornar ao devedor o seu penhor, se não tirar nada do alheio por violência, se der do seu pão ao que tem fome e ao nu cobrir com vestido; 8 se não der o seu dinheiro à usura, nem receber mais do que o que emprestou, se desviar a sua mão da iniqüidade, e fizer verdadeiro juízo entre homem e homem; 9 se andar nos meus estatutos, e guardar os meus juízos, para proceder segundo a verdade; este tal é justo, certamente viverá, diz o Senhor Jeová.

EQUIDADEEsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): imparcialidade; igualdade de direitos.

equidade

\qü ou qu\ s.f. (sXV) 1 apreciação, julgamento justo 1.1 respeito à igualdade de direito de cada um, que independe da lei positiva, mas de um sentimento do que se considera justo, tendo em vista as causas e as intenções 2 virtude de quem ou do que (atitude, comportamento, fato etc.) manifesta senso de justiça, imparcialidade, respeito à igualdade de direitos <a e. de um juiz> <a e. de um julgamento> 3 correção, lisura na maneira de proceder, julgar, opinar etc.; retidão, equanimidade, igualdade, imparcialidade etim lat. aequìtas,átis 'igualdade, equidade' sin/var equidade, integridade, razão; ver tb. antonímia de contraposição ant iniquidade, injustiça; ver sinonímia de contraposição

ENTRE HOMEM E HOMEM – Não foi dito: “entre os irmãos do meu povo ou entre os filhos do teu povo”. Tratava-se de praticar justiça entre HUMANO e HUMANO. Trata-se do respeito à igualdade de direitos.


Receber mais do que emprestou é praticar um pecado – esta informação foi dada por Jeová para Ezequiel.

Porque “cobrar juros de um estrangeiro” seria um pecado?? Estaria praticando e respeitando a “igualdade de direitos”??

A base do dia a dia do humano passaria a girar em torno do “lucro” ou “ganho”. Onde e quando o humano usaria o altruísmo, passando a fazer o bem para o próximo sem esperar receber nada em troca?? Quando o humano faria algo de forma desinteressada??

Quando é que o humano iria além disso, ou seja, quando abriria mão de coisas em benefício do próximo conhecido e desconhecido sem sentir que tal coisa seria um prejuízo??

Por que cobrar juros do estrangeiro seria um pecado??

Porque seria uma ação que revelava a falta de amor ao próximo como a si mesmo. Seria receber mais do que emprestou, não seria?? Decerto que sim. Também revelava a prática de uma parcialidade, ou seja, um tratamento desigual, revelando a ausência de equidade, ausência de igualdade entre os homens. Quem é meu próximo?? Não é todo humano conhecido ou desconhecido?? Sim. Segundo a afirmação de Jesus, este é o segundo mandamento, que junto ao primeiro, formam a base para toda a lei e os profetas. Dê aos outros o mesmo tratamento que gostarias de receber da parte dele – Jesus afirmou que este é o resumo de toda a lei e os profetas.

Conseguiria o humano viver sem ganhar??

GanânciaEsta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: ação ou efeito de ganhar; desejo de ter ou de receber mais do que os outros.

ganância

s.f. (sXIII) 1 ant. ação ou efeito de ganhar 2 ant. utilidade ou lucro que resulta do trato do comércio 3 ant. juro pago por mutuário 4 ânsia por ganhos exorbitantes; avidez, cobiça, cupidez 4.1 ânsia de ágio; agiotagem, usura 5 desejo exacerbado de ter ou de receber mais do que os outros ¤ etim esp. ganancia 'ganância, ganho, lucro' ¤ sin/var ver sinonímia de lucro e antonímia de desprendimento ¤ ant ver sinonímia de desprendimento ¤ par ganancia(fl.gananciar)


Vemos claramente que o receber mais do que emprestou é um dos frutos do sentimento chamado ganância.

Em uma sociedade onde todos viviam pelo lucro, inclusive os próprios pais, como conseguiria alguém viver sem lucrar??

Neste caso, a pressão emocional viria dos próprios familiares e demais parentes próximos, pois ele teria de discordar de seu próprio pai. Seria uma grande pressão emocional. Neste caso, o passar a obedecer a Deus e o continuar a obedecer a Deus, exigia um grande esforço.

Percebemos que embora o pecado possa ser ensinado pelos pais, os filhos continuam com a opção de não seguir os conceitos de seus pais. Os filhos continuam com a opção de rejeitarem o ensino de seus pais.

Percebemos que não se trata de uma inevitável marca hereditária.

Capacidade de resistir à violência.

Mesmo estando sob intensa pressão, a pessoa pode continuar a obedecer, pois é ela que decide até onde ela vai. Nem mesmo a morte pode fazê-la desobedecer.

Pressão e ameaça em lugar da sutileza.

Alguém poderá naturalmente questionar: Ora, se eu obedecer a esta ordem, eu vou morrer. O que você quer que eu faça??

A obediência de três hebreus estando sob extrema pressão.

(Daniel 3:13-21) 13 Nisso Nabucodonosor, em cólera e furor, disse que trouxessem Sadraque, Mesaque e Abednego. Por conseguinte, estes varões vigorosos foram levados perante o rei. 14 Nabucodonosor respondeu e disse-lhes: “É realmente assim, ó Sadraque, Mesaque e Abednego, que não servis os meus próprios deuses e que não adorais a imagem de ouro que erigi? 15 Agora, se estiverdes prontos, de modo que, ao ouvirdes o som da buzina, do pífaro, da cítara, da harpa triangular, do instrumento de cordas, e da gaita de foles e de toda sorte de instrumentos musicais, vos prostreis e adoreis a imagem que fiz, [muito bem]. Mas, se não adorardes, no mesmo instante sereis lançados dentro da fornalha de fogo ardente. E quem é esse deus que vos pode salvar das minhas mãos?” 16 Sadraque, Mesaque e Abednego responderam e disseram ao rei: “Ó Nabucodonosor, neste respeito não temos necessidade de te replicar qualquer palavra. 17 Se for preciso, nosso Deus, a quem servimos, poderá salvar-nos. Ele [nos] salvará da fornalha de fogo ardente e da tua mão, ó rei. 18 Mas, se não, seja do teu conhecimento, ó rei, que não é a teus deuses que servimos e que não é a tua imagem de ouro que erigiste que adoraremos.19 Foi então que o próprio Nabucodonosor se encheu de fúria e a própria expressão do seu rosto mudou para com Sadraque, Mesaque e Abednego. Ele respondeu e disse que se aquecesse a fornalha sete vezes mais do que era costumeiro fazer. 20 E ele disse a certos varões vigorosos de energia vital na sua força militar que amarrassem Sadraque, Mesaque e Abednego para [os] lançar na fornalha de fogo ardente. 21 Foi então que estes varões vigorosos foram amarrados nas suas capas, nas suas vestes e nos seus gorros, e na sua outra vestimenta, e foram lançados dentro da fornalha de fogo ardente.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Daniel 3:13-21) 13 Então Nabucodonozor, na sua raiva e fúria, mandou que fossem trazidos Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Logo foram estes homens trazidos perante o rei. 14 Disse-lhes Nabucodonozor: É de propósito, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que não servis aos meus deuses, nem adorais a imagem que levantei? 15 Agora, pois, se estais prontos, no momento em que ouvirdes o som da corneta, da flauta, da harpa, da sacabuxa, do saltério e da sinfonia, e de toda a sorte de música, para vos prostrardes e adorardes a imagem que fiz, bem está; se, porém, não adorardes, sereis na mesma hora lançados numa fornalha de fogo ardente. Quem é esse deus que vos livrará das minhas mãos? 16 Responderam ao rei Sadraque, Mesaque e Abede-Nego: Ó Nabucodonozor, não necessitamos de te responder neste particular. 17 Se assim for, o nosso Deus a quem nós servimos, pode livrar-nos da fornalha de fogo ardente; e ele há de nos livrar das tuas mãos, ó rei. 18 Mas se não, fica tu sabendo, ó rei, que não havemos de servir aos teus deuses, nem adorar a imagem de ouro, que levantaste. 19 Então Nabucodonozor se encheu de furor, e se mudou o aspecto do seu semblante contra Sadraque, Mesaque e Abede-Nego; portanto falou e ordenou que se acendesse a fornalha sete vezes mais do que se costumava acender. 20 Deu ordem a uns valentes que estavam no seu exército que atassem a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego e os lançassem na fornalha de fogo ardente. 21 Então estes homens foram ligados, vestidos de seus calções, suas túnicas, suas capas e suas outras roupas, e foram lançados no meio da fornalha de fogo ardente.

Assim verte a Tradução Almeida: (Daniel 3:13-21) 13 Então Nabucodonosor, na sua ira e fúria, mandou chamar Sadraque, Mesaque e Abednego. Logo estes homens foram trazidos perante o rei. 14 Falou Nabucodonosor, e lhes disse: E verdade, ó Sadraque, Mesaque e Abednego, que vós não servis a meus deuses nem adorais a estátua de ouro que levantei? 15 Agora, pois, se estais prontos, quando ouvirdes o som da trombeta, da flauta, da harpa, da cítara, do saltério, da gaita de foles, e de toda a sorte de música, para vos prostrardes e adorardes a estátua que fiz, bom é; mas, se não a adorardes, sereis lançados, na mesma hora, dentro duma fornalha de fogo ardente; e quem é esse deus que vos poderá livrar das minhas mãos? 16 Responderam Sadraque, Mesaque e Abednego, e disseram ao rei: Ó Nabucodonosor, não necessitamos de te responder sobre este negócio. 17 Eis que o nosso Deus a quem nós servimos pode nos livrar da fornalha de fogo ardente; e ele nos livrará da tua mão, ó rei. 18 Mas se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste. 19 Então Nabucodonosor se encheu de raiva, e se lhe mudou o aspecto do semblante contra Sadraque, Mesaque e Abednego; e deu ordem para que a fornalha se aquecesse sete vezes mais do que se costumava aquecer; 20 e ordenou a uns homens valentes do seu exército, que atassem a Sadraque, Mesaque e Abednego, e os lançassem na fornalha de fogo ardente. 21 Então estes homens foram atados, vestidos de seus mantos, suas túnicas, seus turbantes e demais roupas, e foram lançados na fornalha de fogo ardente.

Estar diante de uma grande autoridade, a maior autoridade daquela época, não induziu estes humanos a desobedecerem a uma das ordens de Deus. Estar diante da morte, também não. Nem mesmo a morte os induziu a desobedecerem a uma das ordens do Criador. Haveria dor e morte, e no entanto, o humano não permitia que tais coisas o incitasse a desobedecer. Uma circunstância totalmente adversa não foi suficiente para induzir estes humanos a desobedecerem.

Isto é algo incrível em relação ao pecado, não é verdade??

A sutilidade conseguiu fazer com que muitos humanos desobedecessem ao Criador, pois o humano passou a confiar naquele que lhe apresentava uma nova informação. No caso daquele mensageiro, ele confiou na informação de um outro profeta, um amigo, alguém que queria o seu bem-estar, alguém que lhe pareceu acima de qualquer suspeita, passando a fazer exatamente aquilo que se lhe tinha sido proibido diretamente pelo Criador. No entanto, quando aquele que tenta lhe seduzir a mudar de comportamento é um suposto inimigo, é um declarado inimigo e alguém em que você vê o pecado, o humano se apega àquilo que ele já acreditava, mesmo que este inimigo vá lhe tirar a vida.

Centenas de anos depois do ato destes três homens, os judeus e os levitas que copiavam estas ações destes três homens, rejeitaram completamente a Jesus, em face das palavras proferidas por Jesus, considerando-o alguém que queria lhes desencaminhar. Revelavam não confiar em Jesus. Eles rejeitaram as informações provenientes de Jesus. Obviamente eles se achavam no caminho certo. No entanto, Jesus estava apenas REPETINDO as palavras que haviam sido colocadas em sua boca pelo próprio Pai, o Legislador. Em quem estes homens confiavam?? Em quem estes homens depositavam a sua confiança??

O mensageiro Jesus estava lhes afirmando que certas ações e sentimentos eram pecados. Tratava-se de atitudes que aqueles homens tinham como coisas comuns e até mesmo autorizadas pelo Pai. Tratava-se de coisas que seus admirados antepassados praticavam. Jesus lhes afirmou: “Embora tenha sido dito tal palavra, eu vos digo outra contrária”.

Na verdade Jesus afirmava: “Embora Moisés tenha dado esta informação, a informação que eu dou a vocês é outra”.

A informação que Moisés havia dado a eles estava devidamente registrada nas “Escrituras”. Eles amavam Moisés. Eles tinham paixão por Moisés. Esta paixão tirava destes humanos a razão, superava os limites da razão. Bem, eles tinham um grande problema.

PECADO COMETIDO

Jeová deixou bem claro que ele SEMPRE responsabiliza aquele que cometeu o pecado. Apesar de ver o pai cometendo pecado, o filho decide não cometer pecado. O filho tem o livre-arbítrio. Jeová está vendo tanto as ações do pai, como as ações do filho. Segundo Jeová, o filho não herda o pecado do pai. Segundo Jeová, o filho pode decidir fazer diferente do pai, afinal de contas, o filho tem o livre-arbítrio.

Desta forma, aquele que considerasse o filho de um iníquo como alguém a ser morto apenas por este ser filho de um iníquo, deveria rever o seu conceito, não é verdade??

Da mesma forma, este humano que encarava o filho de um justo como alguém a ser prezado e considerado como justo em face de ser filho de um justo, também deveria rever o seu conceito, não deveria??

O descendente de Abraão devia ser amado simplesmente por ser um “descendente de Abraão”?? O descendente de Cã devia ser odiado simplesmente por ser um “descendente de Cã”?? Os filhos de Caim deviam ser odiados, desprezados ou discriminados, simplesmente por serem filhos de Caim?? Bem, e quanto aos filhos de Adão?? deviam ser odiados e discriminados??

A regra que se aplica a um se aplica a todos. Este é o princípio básico da IGUALDADE.

Ficou bem claro que, para o Pai, cada humano é culpado pelo seu próprio pecado cometido e terá de responder a Ele, Jeová, sobre o seu pecado cometido.

Tratava-se de algo individual.

Será que havia pessoas que raciocinavam de forma diferente do Pai??

Que conceito achavam os humanos que Deus tinha em relação a este assunto??

Assim raciocinava Jó: Filho de impuro, impuro é. (Jó 14:4) 4 Quem pode, de alguém impuro, produzir alguém puro? Nem sequer um.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Jó 14:4) 4 Oxalá que o puro pudesse sair do imundo! Não é possível.

Assim verte a Tradução Almeida: (Jó 14:4) 4 Quem do imundo tirará o puro? Ninguém.

Assim raciocinava Jó: (Jó 27:13-14) 13 Este é o quinhão do homem iníquo, da parte de Deus; E a herança dos tiranos, eles receberão do próprio Todo-poderoso. 14 Se os seus filhos se tornarem muitos, será para a espada; E seus próprios descendentes não terão bastante alimento.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Jó 27:13-14) 13 Esta é a porção do iníquo da parte de Deus, E a herança que os opressores recebem do Todo-poderoso. 14 Se seus filhos se multiplicarem, multiplicam-se para a espada; A sua prole não se fartará de pão.

Assim verte a Tradução Almeida: (Jó 27:13-14) 13 Esta é da parte de Deus a porção do ímpio, e a herança que os opressores recebem do Todo-Poderoso: 14 Se os seus filhos se multiplicarem, será para a espada; e a sua prole não se fartará de pão.

Segundo este conceito, Jeová não respeitava a individualidade. Além de raciocinar desta forma, Jó ensinava este raciocínio para todos os que o conheciam, e todos respeitavam a palavra de Jó, pois Jó era tido como um homem sábio e abençoado por Deus. A pessoa seria rotulada de “filho de iníquo” e seria tratada como o “filho do iníquo”, independente da individualidade.

Confirma-se que Jó tinha este conceito, conceito também aceito pelos outros três companheiros de Jó: Deus guardará a iniquidade do pai para os filhos. Filho de iníquo, iníquo é. Se o pai não pagou pela sua iniquidade, então o filho pagará. (Jó 21:17-19) 17 Quantas vezes se apaga a lâmpada dos iníquos, E [quantas vezes] vem sobre eles o seu desastre? Na sua ira, [quantas vezes] reparte ele a destruição? 18 Ficam eles como palha diante do vento, E como a pragana furtada pelo tufão? 19 O próprio Deus guardará o prejudicial [do homem] para os próprios filhos dele; Recompensá-lo-á para que saiba [isso].

Assim verte a Tradução Brasileira: (Jó 21:17-19) 17 Quantas vezes sucede que se apaga a lâmpada dos iníquos? Que lhes sobrevém a calamidade? Que Deus na sua ira lhes distribui dores? 18 Que eles são como a palha diante do vento, E como a pragana que a tempestade leva? 19 Deus, DIZEIS VÓS, reserva a iniqüidade do pai para seus filhos, Mas é a ele mesmo que Deus deveria punir, para que o sinta.

Assim verte a Tradução Almeida: (Jó 21:17-19) 17 Quantas vezes sucede que se apague a lâmpada dos ímpios? que lhes sobrevenha a sua destruição? que Deus na sua ira lhes reparta dores? 18 que eles sejam como a palha diante do vento, e como a pragana, que o redemoinho arrebata? 19 Deus, DIZEIS VÓS, reserva a iniqüidade do pai para seus filhos, mas é a ele mesmo que Deus deveria punir, para que o conheça.

A expressão “dizeis vós” foi retirada ou foi adicionada por um dos escribas (secretários, tradutores, etc...). Independente disto, nos dois casos revela-se a crença no mesmo “conceito”.

Neste conceito, onde fica a individualidade??? Não eram todos estes homens descendentes de Adão. Segundo seu próprio conceito, fruto de suas deduções lógicas, como podiam esperar receber bênçãos da parte de Deus?? Neste conceito, como podiam achar merecer melhor sorte do que qualquer um outro descendente de Adão??

Assim como Moisés, Jó também era uma pessoa muito amada e também chegando as raias da paixão. Será que a informação daquela pessoa passa a ser certa apenas porque aquela pessoa é amada por mim??

Neste caso, o humano revelou ter o conceito de que a iniquidade era uma marca transmitida de pai para filho, assim como a cor da pele.

Estes homens eram descendentes de Abraão, no entanto, de quem Abraão era descendente?? Não eram todos descendentes de Adão?? Ou será que Abraão passou a ser uma exceção deste conceito tão defendido por estes homens??

Este conceito revela respeitar a individualidade, respeitar a igualdade de todos diante do Pai, ou revela ser um conceito baseado na parcialidade??

Isto geraria certos sentimentos negativos em relação a alguém que ele nem sequer conhece, alguém que ele nunca tinha visto; geraria certos preconceitos; geraria a desigualdade; geraria a superioridade; geraria a discriminação.

Tratava-se de filhos de Adão discriminando outros filhos de Adão??

Certamente tratava-se de um estranho conceito. Muito embora este tenha sido o conceito praticado pelo humano, O Criador provou através de suas palavras e de Suas ações, não concordar com este conceito declarado por Jó.

Além de ser o Criador do ser humano, Jeová também é o Professor do ser humano, no entanto, o humano precisa admitir ser um aluno do Criador e colocar-se no devido lugar de aluno. Independente de quem seja o humano, ele deve colocar-se no lugar de “aluno do Criador” e não de aluno de outros alunos humanos. Esta é outra decisão que tem por base o livre-arbítrio.

FORAM MUITOS OS CONCEITOS DESENVOLVIDOS PELOS HUMANOS.

Os humanos multiplicaram-se na terra. Passaram a levar uma vida em grupo. A vida em grupo traz o relacionamento e os diversos problemas inerentes ao relacionamento. Em face dos diversos problemas inerentes ao relacionamento, os humanos começaram a desenvolver seus próprios conceitos do que era pecado. O Criador deu ao humano a liberdade para assim agirem. Assim, os humanos desenvolveram vários conceitos sobre o que o Criador faria. Um destes conceitos foi expresso por Jó e está listado logo acima.

ANALISEMOS AGORA UMA OUTRA SITUAÇÃO QUE DIZ RESPEITO AO PECADO.

AGORA O HUMANO FOI INFORMADO QUE ALGO ERA PECADO “DEPOIS” DELE ESTAR ACOSTUMADO A PRATICAR TAL AÇÃO.

No entanto, em determinado momento da corrente do tempo, de acordo com a programação existente em Sua mente, o Criador, após escolher um grupo de humanos para se relacionar, passou a mostrar para este grupo, que muitos dos costumes aceitos como normais e certos para os humanos, para Ele Jeová, não passavam de coisas detestáveis.

Assim, apontando para as demais nações, O Criador passou a revelar aos escolhidos, quais eram os costumes praticados por tais nações, definindo-os como pecados (informando-os). Tratava-se de ações praticadas no dia a dia e encardas como normais. Tratava-se de ações praticadas por seus antepassados que haviam tido um relacionamento com Jeová.

Muitos destes costumes também eram praticados pelo povo escolhido. Será que eles concordariam com a posição de Jeová?? Será que achariam que se tratava apenas de uma questão de opinião?? Muitos podiam encarar aquela posição de Jeová como fora da realidade vivida pelos humanos. Podia tratar-se de costumes já arraigados em suas vidas.

Sendo aqueles costumes, os costumes que eles gostavam de praticar, será que mudariam sua opinião, passando a mudar de comportamento?? Ora, se os antepassados fizeram estas coisas, como podem ser tratadas agora como pecados?? Teria o Criador um convívio com pecadores?? O Criador abençoaria pecadores?? Certamente, estas seriam algumas das perguntas que fariam, buscando questionar a nova informação recebida.

Em relação aos costumes, através de um mensageiro, assim falou Jeová para o povo que Ele escolheu para manter um relacionamento: (Levítico 18:1-5) 18 E Jeová continuou a falar a Moisés, dizendo: 2 Fala aos filhos de Israel, e tens de dizer-lhes: ‘Eu sou Jeová, vosso Deus. 3 Não deveis fazer assim como faz a terra do Egito, em que morastes; e não deveis fazer assim como faz a terra de Canaã, na qual vos introduzo; e não deveis andar nos seus estatutos. 4 Deveis cumprir as minhas decisões judiciais e deveis guardar os meus estatutos, para andardes nelas. Eu sou Jeová, vosso Deus. 5 E TENDES DE GUARDAR OS MEUS ESTATUTOS E AS MINHAS DECISÕES JUDICIAIS, cumprindo as quais o homem também tem de viver por meio delas. Eu sou Jeová.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Levítico 18:1-5) 1 Disse Jeová a Moisés: 2 Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Eu sou Jeová vosso Deus. 3 Não fareis segundo as obras da terra do Egito, em que habitastes; não fareis segundo as obras da terra de Canaã, na qual eu vos hei de introduzir; nem andareis segundo os seus estatutos. 4 Cumprireis os meus juízos, e guardareis os meus estatutos, para neles andardes; eu sou Jeová vosso Deus. 5 GUARDAREIS, POIS, OS MEUS ESTATUTOS E OS MEUS JUÍZOS; fazendo os quais, o homem viverá por eles: eu sou Jeová.

Assim verte a Tradução Almeida: (Levítico 18 :1-5) 1 Disse mais o Senhor a Moisés: 2 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Eu sou o Senhor vosso Deus. 3 Não fareis segundo as obras da terra do Egito, em que habitastes; nem fareis segundo as obras da terra de Canaã, para a qual eu vos levo; nem andareis segundo os seus estatutos. 4 Os meus preceitos observareis, e os meus estatutos guardareis, para andardes neles. Eu sou o Senhor vosso Deus. 5 GUARDAREIS, POIS, OS MEUS ESTATUTOS E AS MINHAS ORDENANÇAS, pelas quais o homem, observando-as, viverá. Eu sou o Senhor.

Não pratiquem os mesmos costumes praticados na terra do Egito, tampouco pratiquem os costumes da terra de Canaã. Pratiquem os meus preceitos e os meus estatutos. Vivam segundo os meus estatutos.

Depois desta introdução, o Criador passou a lhes falar sobre os MUITOS costumes praticados pelos demais povos. Depois o Criador passou a confirmar: Não deveis fazer estas coisas detestáveis; não deveis praticar os mesmos costumes abomináveis. Não deveis praticar NENHUM dos costumes praticados por eles.

(Levítico 18:24-30) 24 “‘Não vos façais impuros por qualquer destas coisas, porque por todas estas coisas se fizeram impuras as nações que ponho para fora diante de vós. 25 Por conseguinte, a terra é impura e eu trarei sobre ela punição pelo seu erro, e a terra vomitará os seus habitantes. 26 E vós mesmos tendes de guardar os meus estatutos e as minhas decisões judiciais, e não deveis fazer NENHUMA de todas estas coisas detestáveis, quer o natural quer o residente forasteiro que reside no vosso meio. 27 Pois todas estas coisas detestáveis foram feitas pelos homens da terra, que vos precederam, de modo que a terra é impura. 28 Então a terra não vos vomitará porque a profanais, assim como certamente vomitará as nações que vos precederam. 29 Caso alguém faça qualquer de todas estas coisas detestáveis, então as almas que as fazem têm de ser decepadas dentre seu povo. 30 E tendes de cuidar da vossa obrigação para comigo, de não praticardes nenhum dos COSTUMES DETESTÁVEIS que se praticaram antes de vós, para que não vos façais impuros por eles. Eu sou Jeová, vosso Deus.’”

Assim verte a Tradução Brasileira: (Levítico 18:24-30) 24 Não vos contamineis com NENHUMA destas coisas, pois com todas elas são contaminadas as nações que eu hei de expulsar de diante de vós. 25 A terra está contaminada, portanto visito nela as suas iniqüidades, e ela vomita os seus habitantes. 26 Vós guardareis os meus estatutos e os meus juízos, e não cometereis nenhuma destas abominações, nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós 27 (porque todas estas abominações cometeram os homens da terra, que foram antes de vós, e a terra está contaminada). 28 Não suceda que a terra, sendo contaminada por vós, vos vomite também a vós, como vomitou a nação que foi antes de vós. 29 Todo o que cometer alguma destas abominações, sim aqueles que a cometerem, serão cortados dentre o seu povo. 30 Portanto, guardareis o meu mandamento, para que não caiais em alguns destes ABOMINÁVEIS COSTUMES, que antes de vós foram seguidos, e para que vos não contamineis com eles: eu sou Jeová.

Assim verte a Tradução Almeida: (Levítico 18:24-30) 24 Não vos contamineis com nenhuma dessas coisas, porque com todas elas se contaminaram as nações que eu expulso de diante de vós; 25 e, porquanto a terra está contaminada, eu visito sobre ela a sua iniqüidade, e a terra vomita os seus habitantes. 26 Vós, pois, guardareis os meus estatutos e os meus preceitos, e NENHUMA dessas abominações fareis, nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós 27 (porque todas essas abominações cometeram os homens da terra, que nela estavam antes de vós, e a terra ficou contaminada); 28 para que a terra não seja contaminada por vós e não vos vomite também a vós, como vomitou a nação que nela estava antes de vós. 29 Pois qualquer que cometer alguma dessas abominações, sim, aqueles que as cometerem serão extirpados do seu povo. 30 Portanto guardareis o meu mandamento, de modo que não caiais em NENHUM desses ABOMINÁVEIS COSTUMES que antes de vós foram seguidos, e para que não vos contamineis com eles. Eu sou o Senhor vosso Deus.

Não vos contamineis com os costumes.

Um dos “costumes normais” que o Criador apontou como coisa detestável praticada por outras nações e que não devia ser praticada por eles é este: Tomar vingança e guardar ressentimento. (Levítico 19:18) 18 “‘Não deves tomar vingança nem ter ressentimento contra os filhos do teu povo; e tens de amar o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou Jeová.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Levítico 19:18) 18 Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo, mas amarás o teu próximo como a ti mesmo: eu sou Jeová.

Assim verte a Tradução Almeida: (Levítico 19:18) 18 Não te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou o Senhor.

Neste instante o aluno perguntaria: Pai, eu tenho de PERDOAR toda iniquidade que praticarem contra mim??? Pai, desta forma, não estamos incentivando a criminalidade?? Pai, quem é que se incomoda e defende as “pobres e inocentes” vítimas??

Bem, depois de concordar, isto não é uma coisa fácil de fazer, não é verdade?? Se fosse fácil, todo mundo que concorda já estava fazendo, não é verdade?? Muitos acham uma coisa bonita nos outros, e no entanto, utópica.

Outro costume apontado pelo Criador como sendo uma coisa detestável foi mencionado acima. Cobrar juros e tratar com desigualdade o estrangeiro. Decerto, também haveria muitas perguntas, não é verdade?? Muitos afirmariam: Pai, isto é viver fora da realidade do mundo, pois todo mundo cobra juros. Como vou conseguir sobreviver?? Neste caso, não serei sempre um prejudicado?? As pessoas vão me ver e me tratar como um bobão. Neste caso, vou ser uma eterna vítima dos outros.

Bem, o Pai determinou que tais coisas eram pecado. O humano devia acreditar no Pai e devia concordar com o Pai.

O humano devia se importar com o conceito que o Pai fazia a respeito dele e não o conceito que os outros humanos faziam a respeito dele.

No entanto, se aquele terceiro elemento aparecesse como um amigo AMADO E CONCEITUADO, que estando interessado no seu bem estar físico e financeiro, na sua alegria, se tornasse seu defensor e afirmasse que tais coisas podiam ser praticadas, o que o humano devia fazer?? Deixar-se convencer e praticar tais coisas??

ORA, SE O LEGISLADOR AFIRMOU QUE TAL AÇÃO É UMA “COISA DETESTÁVEL”, ELA É UM PECADO, NÃO É??

O humano poderia viver o seu dia a dia sem praticar tais coisas “detestáveis”?? O Criador afirmou que o humano tinha condições de viver o seu dia a dia sem praticar tais coisas “detestáveis”. Será que o Criador é que está errado?? Será que tratava-se de um mundo de sonhos que só poderia existir na mente do Criador??

Aquele que projetou o humano, também projetou a forma como o humano deveria viver o seu dia a dia. Neste caso, não se trata de “concordar ou não” com o Projetista?? Não se trata da criatura discordar do seu Criador?? Não se trata do filho discordar do seu próprio Pai??

Ora, ora, quem é que já tem a sabedoria??


EU NÃO SABIA QUE ERA PECADO.

SE EU PECAR SEM SABER QUE É PECADO, JEOVÁ ME TEM COMO INOCENTE??

No caso acima, aquele filho que recebeu e estava vivendo o seu dia a dia de acordo com as informações que lhe haviam sido passadas por seu pai, cobrando juros do estrangeiro, ainda não tinha recebido a segunda informação. Será que ele era tido por Jeová como um inocente??

Vejamos a informação de Jeová dada a Moisés que por sua vez a fez registrar:

(Levítico 5:17) 17 E se uma alma pecar por fazer uma de todas as coisas que Jeová manda que não se façam, EMBORA NÃO O SOUBESSE, ainda assim ele ficou culpado e terá de responder pelo seu erro.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Levítico 5:17) 17 Se alguém pecar, e fizer qualquer uma de todas as coisas que Jeová ordenou que se não fizessem; EMBORA NÃO O SOUBESSE, contudo é culpado, e levará a sua iniqüidade.

Assim verte a Tradução Almeida: (Levítico 5:17) 17 Se alguém pecar, fazendo qualquer de todas as coisas que o Senhor ordenou que não se fizessem, AINDA QUE NÃO O SOUBESSE, contudo será ele culpado, e levará a sua iniqüidade;

Jeová não me tem como inocente; ele me tem como culpado de ter cometido pecado. Inocente é aquele que não comete o pecado. Ele me perdoará. Se me perdoará, significa que houve uma ofensa. Não se pode negar que houve a ofensa, não se pode negar que houve o pecado, logo, eu sou culpado de pecado, não sou um inocente.

Quem é que precisa ver a si mesmo como um culpado e se sentir como um culpado, não sou eu??

Vamos confirmar esta posição do Pai??

Tradução Brasileira reza:

(Êxodo 34:7) 7 que guarda beneficência em milhares, que perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado; e que de maneira alguma terá por inocente o culpado, visitando a iniqüidade dos pais nos filhos, e nos filhos dos filhos, na terceira e na quarta geração.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Êxodo 34:7) 7 que usa de beneficência com milhares; que perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado; que de maneira alguma terá por inocente o culpado; que visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos e sobre os filhos dos filhos até a terceira e quarta geração.

NUNCA terei por inocente, o culpado.

E quem é culpado segundo o Pai??

Ora, é aquela alma que fizer qualquer uma das coisas que o Pai pede que não se faça.

Quem é este??

Não é aquele que toma a decisão de fazer ou de não fazer??

Não há para onde fugir, para o Pai, aquele que toma a decisão de fazer ou não fazer, este é culpado de pecado.

Aquele filho do caso acima era visto por Jeová no seu estado real de “culpado” de pecado, afinal ele cobrava juros do estrangeiro, não cobrava?? Ele recebia mais do que emprestou, não recebia?? Não praticava ele a desigualdade?? Há alguma dúvida disto??

Enquanto ele ainda não tinha recebido a segunda informação. Na sua mente ele estava fazendo o que era normal e certo, estava fazendo aquilo que seu pai lhe havia ensinado e estava fazendo o que todo mundo fazia. Ele simplesmente não sabia. Ele ainda não havia recebido a segunda informação.

O Criador afirmou que perdoava os pecados?? Sim, ele afirmou.

(Levítico 4:27-31) 27 “‘E se alguma alma do povo da terra pecar sem querer, por fazer uma das coisas que Jeová manda que não se façam, e ele deveras se tornar culpado, 28 ou se lhe fez saber o pecado que cometeu, então terá de trazer como sua oferta uma cabritinha sadia, pelo pecado que cometeu. 29 E tem de pôr sua mão sobre a cabeça da oferta pelo pecado e tem de abater a oferta pelo pecado no mesmo lugar da oferta queimada. 30 E o sacerdote tem de tomar com o seu dedo um pouco do sangue dela e pô-lo sobre os chifres do altar da oferta queimada, e derramará todo o resto do sangue dela junto à base do altar. 31 E tirará toda a gordura dela, assim como se tirou a gordura do sacrifício de participação em comum; e o sacerdote tem de fazê-la fumegar sobre o altar como cheiro repousante para Jeová; e o sacerdote tem de fazer expiação por ele, e assim lhe tem de ser perdoado.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Levítico 4:27-31) 27 Se algum da plebe pecar por ignorância, fazendo qualquer das coisas que Jeová ordenou que se não fizessem, e se tornar culpado: 28 se o pecado, que ele cometeu, lhe for notificado, trará como sua oblação uma cabra sem defeito pelo pecado que cometeu. 29 Porá a mão sobre a cabeça da oferta pelo pecado, e matá-la-á no lugar do holocausto. 30 Então o sacerdote com o dedo tomará do sangue da oferta, o porá sobre os chifres do altar do holocausto, e todo o resto do sangue da oferta derramá-lo-á à base do altar. 31 Tirará toda a gordura da oferta, como se tira a gordura do sacrifício das ofertas pacíficas. O sacerdote a queimará sobre o altar como suave cheiro a Jeová; o sacerdote fará expiação por ele, e ele será perdoado.

Assim verte a Tradução Almeida: (Levítico 4:27-31) 27 E se alguém dentre a plebe pecar por ignorância, fazendo qualquer das coisas que o Senhor ordenou que não se fizessem, e assim se tornar culpado; 28 se o pecado que cometeu lhe for notificado, então trará por sua oferta uma cabra, sem defeito, pelo pecado cometido; 29 porá a mão sobre a cabeça da oferta pelo pecado, e a imolará no lugar do holocausto. 30 Depois o sacerdote, com o dedo, tomará do sangue da oferta, e o porá sobre as pontas do altar do holocausto; e todo o resto do sangue derramará à base do altar. 31 Tirará toda a gordura, como se tira a gordura do sacrifício pacífico, e a queimará sobre o altar, por cheiro suave ao Senhor; e o sacerdote fará expiação por ele, e ele será perdoado

Quando eu vier a saber que tal coisa é um pecado, o que devo fazer?? Fui notificado a respeito do pecado que cometi. Devo aceitar o fato de ser um pecado, devo DEIXAR-ME CONVENCER, e, concordando com o Criador, devo assumir a minha culpa, confessar o meu pecado, entristecer-me e mudar a minha direção. O Pai já disse o que fará: “Vou perdoar o pecado, qualquer pecado”.

JESUS CHAMA A ATENÇÃO PARA OUTROS PECADOS – Aqueles cometidos no coração e ainda não transformados em palavras ou ações.

Como é que é?? palavras também são classificadas como “pecado”??

Há quem concorde e há quem discorde.

Apesar dos protestos, Jesus não retirará o que disse.

Uma das afirmações de Jesus, que não passavam de mera repetição da afirmação do Pai e Legislador foi esta: “Continuar furioso com o seu irmão é tão pecado quanto matar”.

(Mateus 5:21-22) 21 Ouvistes que se disse aos dos tempos antigos: Não deves assassinar; mas quem cometer um assassínio terá de prestar contas ao tribunal de justiça.’ 22 No entanto, digo-vos que todo aquele que continuar furioso com seu irmão terá de prestar contas ao tribunal de justiça; mas, quem se dirigir a seu irmão com uma palavra imprópria de desprezo terá de prestar contas ao Supremo Tribunal; ao passo que quem disser: ‘Tolo desprezível!’, estará sujeito à Geena ardente.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Mateus 5:21-22) 21 Tendes ouvido que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar, estará sujeito a julgamento. 22 Mas eu vos digo que todo aquele que se ira contra seu irmão, estará sujeito a julgamento; e quem chamar a seu irmão: Raca, estará sujeito ao julgamento do sinédrio; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito à geena de fogo.

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 5:21-22) 21 Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; e, Quem matar será réu de juízo. 22 Eu, porém, vos digo que todo aquele que se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e quem disser a seu irmão: Raca, será réu diante do sinédrio; e quem lhe disser: Tolo, será réu do fogo do inferno.

Jesus informou ao humano sobre a igualdade entre aquele que mata e aquele que guarda ira.

Continuar furioso, irar-se apesar de ainda não matar o irmão é tão pecado quanto matar o irmão ou qualquer humano. A pergunta lógica é: Por quê??

Basta recordar o caso Caim e encontraremos a explicação lógica. No estado de ira é que a pessoa concorda em matar o seu próximo, ficando faltando apenas a decisão de matar e o ato de matar. É neste estado de ira que o amor ao próximo pode desaparecer. O sentimento vai aumentando até que se torna visível. O sentimento de Caim produziu um fruto, isto é, a violência contra Abel, seu irmão.

ENFURECER – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): encher-se de furor, pôr ou ficar fora de si.

enfurecer

v. (1660) 1 t.d.int. e pron. fazer ficar ou ficar furioso; encher(-se) de furor; pôr ou ficar fora de si; irar(-se), zangar(-se) <as notas do filho enfureceram-na> <ele agora passou a e.(-se) à toa> 2 pron. fig. tornar-se revolto; encapelar-se (o mar) 3 pron. fig. desencadear-se, deslocar-se com violência (tempestade, vento) gram a respeito da conj. deste verbo, ver -ecer etim 1en- + rad. de fúria + -ecer sin/var ver sinonímia de cacetear ant desenfurecer; ver tb. antonímia de cacetear

Quando um humano qualquer cometer um pecado contra mim, eu não devo me enfurecer?? Não devo ficar furioso com ele?? Não devo me irar com ele?? Bem, Jesus mostrou como se faz. Jesus mostrou como obedecer a este mandamento. Obviamente, Jesus via tal pessoa com o olhar da misericórdia. Jesus via tal pessoa como alguém muito doente, como alguém que necessitava da cura. A visão que Jesus tinha do pecador o impedia de irar-se contra o pecador. O sentimento de Jesus pelo pecador o impedia de ficar furioso com o pecador.

O enfurecido perde o domínio, passando a agir com fúria contra o seu irmão, perdendo o amor pelo seu irmão. O enfurecido pode chegar a condição de descontrole.

Para onde levará a fúria sem freio (fúria desenfreada). As palavras de fúria e as ações de fúria contra um irmão são bem específicas.

Jesus revelou sua ira por uma situação que ele visualizou no templo.

Qual foi a reação irada do homem mais poderoso da terra??

(João 2:13-17) 13 Aproximara-se então a páscoa dos judeus, e Jesus subiu para Jerusalém. 14 E ele achou no templo os que vendiam gado, e ovelhas, e pombas, e os corretores de dinheiro nos seus assentos. 15 Assim, depois de fazer um chicote de cordas, expulsou do templo a todos com as ovelhas e o gado, e derramou as moedas dos cambistas e derrubou as suas mesas. 16 E ele disse aos que vendiam as pombas: “Tirai estas coisas daqui! Parai de fazer da casa de meu Pai uma casa de comércio!” 17 Seus discípulos lembraram-se de que está escrito: “O zelo da tua casa me devorará.”


Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 2:13-17) 13 Estava próxima a páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. 14 Achou no templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas, e também os cambistas sentados; 15 e tendo feito um azorrague de cordas, expulsou a todos do templo, as ovelhas bem como os bois, derramou pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas 16 e disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não façais da casa de meu Pai uma casa de negócio. 17 Então se lembraram seus discípulos de que está escrito: O zelo da tua casa me devorará.

Quantas pessoas ficaram fisicamente feridas por Jesus ficar tão furioso?? Será que Jesus usou de um linguajar injurioso contra aqueles humanos?? Foi uma conduta desenfreada?? Perdeu Jesus o controle de seus sentimentos??

Jesus revelou continuar plenamente lúcido do que estava fazendo, revelando não estar furioso com nenhum humano ali presente. O que estava sendo feito levou Jesus e chamar energicamente à atenção dos presentes, para que parassem com aquelas aviltantes ações.

Jesus não ficou furioso com nenhum dos humanos ali presentes, embora tivesse ficado furioso com o que estava sendo feito ali.

Os resultados revelaram para onde estava dirigida a sua fúria.

Jesus não deixava de amar aqueles homens que estavam fazendo aquelas coisas erradas dentro do templo.

Jeová também ficava furioso com o que estava acontecendo ali, não ficava??

O sentimento de Jesus por aquele pecador era fruto das informações que Jesus tinha a respeito daquele pecador. Os demais humanos careciam destas informações, logo, seus sentimentos pelos mesmos pecadores eram totalmente diferentes.

O que isto comprova?? Comprova que o humano é fruto das informações existentes em sua mente e das quais ele concorda.

Falar uma palavra que rebaixa, uma palavra de desdém, que revela a desvalorização que se dá a outra pessoa, também é pecado. Alguém perguntará: Por quê??

Ora, a pessoa está revelando o seu sentimento em relação àquela outra pessoa. Que sentimento é este?? Trata-se do desprezo, trata-se da desvalorização. Quem fala tal palavra, tem como objetivo humilhar, rebaixar aquela pessoa. Aquele que fala, vê aquela pessoa na condição abaixo dele. Para quem fala, aquela outra pessoa tem pouco ou nenhum valor. Trata-se de uma pessoa que ele revela ter pouca ou nenhuma estima e consideração. Quem fala, atribui pouco ou nenhum valor àquele outro. Neste caso configura-se o sentimento de superioridade, não é verdade??? Sem dúvida alguma.

Alguém dirá: Mas é só uma palavra, palavras o vento leva.

O que nos informou Jesus??

(Mateus 5:21-22) 21 Ouvistes que se disse aos dos tempos antigos: ‘Não deves assassinar; mas quem cometer um assassínio terá de prestar contas ao tribunal de justiça.’ 22 No entanto, digo-vos que todo aquele que continuar furioso com seu irmão terá de prestar contas ao tribunal de justiça; mas, quem se dirigir a seu irmão com uma palavra imprópria de desprezo terá de prestar contas ao Supremo Tribunal; ao passo que quem disser: ‘Tolo desprezível!’, estará sujeito à Geena ardente.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 5:21-22) 21 Tendes ouvido que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar, estará sujeito a julgamento. 22 Mas eu vos digo que todo aquele que se ira contra seu irmão, estará sujeito a julgamento; e quem chamar a seu irmão: Raca, estará sujeito ao julgamento do sinédrio; e quem lhe chamar: Tolo, estará sujeito à geena de fogo.

Será que Jesus concordava com a afirmação humana que “palavras o vento leva”??

Bem, Jeová já revelou discordar deste conceito, ou ainda há dúvidas??

O INÍCIO DO PECADO OCORRE DE FORMA INVISÍVEL AO HUMANO, ISTO É, ELE ACONTECE NO CORAÇÃO, O PECADO OCORRE NO SENTIMENTO ERRADO QUE SE TEM PELO PRÓXIMO.

A palavra é fruto do sentimento de quem fala. A palavra falada revela o sentimento existente no coração de quem fala. Que sentimento é este?? Trata-se da soberba, trata-se do sentimento de superioridade. Trata-se do desdém.

DESDÉM – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss):

desdém

s.m. (sXIII) 1 desprezo arrogante; altivez, soberbia, sobranceria <a dona da loja tratou-o com d.> 2 p.ext. comportamento distanciado; indiferença <seu d. indicava falta de maturidade> 3 falta de trato ou esmero (para com algo ou si mesmo); desalinho, negligência <até para encontrar o namorado, vestia-se com d.> ao d. com displicência, sem cuidado; negligentemente <usava as roupas ao d.> etim provç. desdenh, regr. de desdenhar sin/var ver sinonímia de desprezo e imodéstia ant ver antonímia de desprezo e sinonímia de austeridade

Desdenhar de um pecador qualquer também é um pecado?? Sim, e como todo pecado, a penalidade é a mesmíssima morte. A consequência é a mesma morte.

Bem, havendo dúvidas, vamos ver uma situação em que Jesus estava sendo ofendido com palavras. O que ele falou?? (Mateus 12:35-37) 35 O homem bom, do seu bom tesouro, envia coisas boas, ao passo que o homem iníquo, do seu tesouro iníquo, envia coisas iníquas. 36 Eu vos digo que de TODA declaração sem proveito que os homens fizerem prestarão contas no Dia do Juízo; 37 pois é pelas tuas palavras que serás declarado justo e é pelas tuas palavras que serás condenado.”

Assim verte a Tradução Brasileira: (Mateus 5:21-22) 35 O homem bom tira boas coisas do seu bom tesouro, e o homem mau tira más coisas do seu mau tesouro. 36 Digo-vos que de TODA a palavra ociosa que falarem os homens, dela darão conta no dia de juízo; 37 porque pelas tuas palavras serás justificado, e pelas tuas palavras serás condenado.

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 5:21-22) 35 O homem bom, do seu bom tesouro tira coisas boas, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más. 36 Digo-vos, pois, que de TODA palavra fútil que os homens disserem, hão de dar conta no dia do juízo. 37 Porque pelas tuas palavras serás justificado, e pelas tuas palavras serás condenado.

Bem, o aviso de Jesus já foi dado, não foi?? Ele revelou que se trata de um pecado, não revelou??

Eu preciso concordar com Jesus, não preciso??

OUTRO PECADO QUE OCORRE NO CORAÇÃO E QUE ALÉM DO PECADOR, SÓ JEOVÁ É QUE SABE.

Assim nos falou Jesus, retransmitindo as palavras do Pai: (Mateus 5:27-28) 27 Ouvistes que se disse: ‘Não deves cometer adultério.’ 28 Mas eu vos digo que todo aquele que persiste em olhar para uma mulher, a ponto de ter paixão por ela, já cometeu no coração adultério com ela.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Mateus 5:27-28) 27 Tendes ouvido que foi dito: Não adulterarás. 28 Eu, porém, vos digo que todo o que põe seus olhos em uma mulher, para a cobiçar, já no seu coração adulterou com ela.

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 5:27-28) 27 Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. 28 Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.

Do ponto de vista de Jeová, o Legislador, o pecado ocorre primeiro no coração.

Cobiça – Ele olhou para aquela mulher e a desejou ter para si para usar como uma fêmea.

Ao olhar para as mulheres que passam pela rua, o que os olhos vêm?? Vêm um suculento bife a ser saboreado??

Mas e se ela se comporta como um bife e vive se oferendo como um bife?? Bem, este pecado é dela, não é??

Não acompanhe o sentimento dela. Tenha o teu próprio sentimento, sentimento este que independerá do sentimento dela. Não devemos ser acompanhantes e nem retribuidores dos sentimentos daqueles que nos cercam.

Neste caso, será que é a existência dela ou o comportamento dela que me faz pecar no coração?? Se for este o caso, o que se revela?? Não revela a existência de um coração doente em mim?? O que fazer?? Eliminá-la para que eu não a cobice??

Neste caso, se ela se comporta desta maneira, o que eu devo ver?? Devo ver alguém que, por estar doente do coração, está apresentando este sintoma.

Por ela estar com o coração doente, ela está pecando. Isto é o que os meus olhos devem ver.

Isto era o que os olhos de Jesus viam.

Ora, se ela está me cobiçando, por ver-me como um saboroso bife, isto não deve me induzir a acompanhá-la neste sentimento. Ela está buscando uma sensação agradável. Ela, tal qual um beija-flor, vive de sensação agradável em sensação agradável, de prazer em prazer. Naquele momento ela está me vendo como uma fonte para seu prazer.

Que devo fazer para não cometer este pecado no coração?? Devo purificar o meu coração, algo que irá requerer um grande esforço da minha parte e que não pode estar dependente do sentimento e da ação dos demais à minha volta.

O Legislador já tinha falado isto para Moisés, muito embora, as pessoas não tivessem dado conta da profundidade das palavras. Assim havia falado Jeová: (Êxodo 20:17) 17 Não deves desejar a casa do teu próximo. Não deves desejar a esposa do teu próximo, nem seu escravo, nem sua escrava, nem seu touro, nem seu jumento, nem qualquer coisa que pertença ao teu próximo.”

Assim verte a Tradução Brasileira: (Êxodo 20:17) 17 Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que lhe pertença.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Êxodo 20:17) 17 Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo.

Foi o Legislador quem determinou que a cobiça é um pecado. Ele informou ao humano. Vejam, isto é a cobiça, e no relacionamento em grupo isto constitui um grande perigo.

Não resta dúvida. A cobiça é um pecado. É um pecado que ocorre no coração, pois trata-se de um sentimento, trata-se de um desejo de ter para si.

Quem é que sabe do meu desejo?? Além do Legislador, só eu e aqueles a quem eu confessar a existência de tal desejo. Trata-se de um pecado, e como todo pecado, a penalidade é a mesma morte, a consequência é a mesma morte.

Não se trata apenas de desejar a mulher. Trata-se de desejar qualquer coisa. O Legislador falou em desejar qualquer coisa que pertença a teu próximo, isto é, cidade, rebanho, casa, pai, filho, emprego, salário, cabelo, olhos, roupa, primogenitura, cargo profissional ou religioso, em resumo, qualquer coisa. E o que dizer de coisas que estão destinadas ao próximo e que o próximo não se apossou dela??

A pessoa sonha, a pessoa até se vê com a coisa desejada, se apossando e usufruindo a coisa desejada.

Bem, o Legislador já nos informou. Cabe a nós entendermos o que o Legislador já falou.

Como eu posso ter certeza de que estas palavras foram faladas pelo Legislador?? Não se esqueça do sinal que identifica o Legislador. Trata-se do “Amor”. O outro sinal que identifica o Legislador é a “Igualdade”.

O que eu pude perceber??

Pude perceber que nesta questão de pecado, muitas coisas estão envolvidas. Pude perceber que a informação” é a porta de entrada para todas as coisas. Neste caso, pude perceber que o Legislador é também um Professor.

Bem, Jesus sintetizou muito bem esta questão com a seguinte afirmação: (João 17:3) 3 Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Mateus 5:27-28) 3 A vida eterna, porém, é esta, que conheçam a ti, único verdadeiro Deus, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Mateus 5:27-28) 3 E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste.

Jesus deixou esta informação para nós, e de forma bem clara. Continuar a viver está diretamente relacionado com o conhecer o Pai. É imprescindível conhecer o Pai. Também é imprescindível conhecer aquele que foi enviado pelo Pai, isto é, Jesus.

Um dos motivos da importância de se conhecer o Pai, é o fato de que muitas pessoas afirmam que o Pai falou isto ou aquilo, ou seja, precisamos reconhecer o tipo de informação que o Pai daria ao humano.

Esta informação tem lógica e quando associada àquela informação dada pelo Pai antes de criar o ser humano, fica ainda mais clara.

Que frase foi esta?? O Criador falou: “Façamos o homem a nossa imagem e semelhança”. (Gênesis 1:26-27) 26 E Deus prosseguiu, dizendo: “Façamos [o] homem à nossa imagem, segundo a nossa semelhança, e tenham eles em sujeição os peixes do mar, e as criaturas voadoras dos céus, e os animais domésticos, e toda a terra, e todo animal movente que se move sobre a terra.” 27 E Deus passou a criar o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.. . .

Assim verte a Tradução Brasileira: (Gênesis 1:26-27) 26 Disse também Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança: domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todo o réptil que se arrasta sobre a terra. 27 Criou, pois, Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Gênesis 1:26-27) 26 E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra. 27 Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.

Depois Jesus nos dá outra informação. Ele afirmou: “Eu e o Pai somos um”. (João 10:30) 30 Eu e o Pai somos um.(João 17:22-23) 22 Também, eu lhes tenho dado a glória que tu me tens dado, a fim de que sejam um, assim como nós somos um. 23 Eu em união com eles e tu em união comigo, a fim de que sejam aperfeiçoados em um, para que o mundo tenha conhecimento de que tu me enviaste e que os amaste assim como amaste a mim.

Assim verte a Tradução Brasileira: (João 10:30) 30 Eu e meu Pai somos um. (João 17:22-23) 22 Eu lhes tenho dado a glória que tu me tens dado, para que sejam um como nós somos um; 23 eu neles e tu em mim, para que sejam aperfeiçoados em um; e para que o mundo conheça que tu me enviaste e que tu os amaste, como também amaste a mim.

Assim verte a Tradução Brasileira: (João 10:3) 30 Eu e o Pai somos um. (João 17:22-23) 22 E eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um; 23 eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, a fim de que o mundo conheça que tu me enviaste, e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim.

Não podemos esquecer do respeito a individualidade e do respeito ao livre-arbítrio que o Pai sempre demonstra ter.

Se alguém afirmar, tal pai, tal filho, poderá estar afirmando isto tanto em relação as características físicas quanto em relação as características de personalidade, não é verdade???

Ser fisicamente igual ao pai é algo que não depende do filho, pois trata-se de características físicas que ele realmente herda. No entanto, para ter a mesma personalidade do pai, o filho precisa ver o pai em ação, observar como o pai faz as coisas e saber o porque o pai faz as coisas daquela forma, passando assim a imitar a seu pai após concordar com o seu pai.

Como o ser humano não nasceu programado, como ele é dependente de informações para formar e/ou manipular os seus sentimentos e como seus sentimentos formam a base para ele tomar decisões, passamos a perceber o grandioso valor que possui a correta informação.

Jesus afirmou também: “Eu só falo aquilo que o Pai fala e só faço aquilo que o Pai faz”. (João 5:19) 19 Portanto, em resposta, Jesus prosseguiu a dizer-lhes: “Digo-vos em toda a verdade: O Filho não pode fazer nem uma única coisa de sua própria iniciativa, mas somente o que ele observa o Pai fazer. Porque as coisas que Este faz, estas o Filho faz também da mesma maneira.

Assim verte a Tradução Brasileira: (João 5:19) 19 Jesus, pois, lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo que o Filho nada pode fazer de si mesmo, senão o que vir o Pai fazer; porque tudo o que ele fizer, o faz também semelhantemente o Filho.

Assim verte a Tradução Brasileira: (João 5:19) 19 Disse-lhes, pois, Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que o Filho de si mesmo nada pode fazer, senão o que vir o Pai fazer; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente.

Jesus deixou bem claro que ele imitava a seu pai, o Pai Celestial. Jesus repetia as palavras do Pai e praticava as mesmas ações do Pai, observando a sua condição de filho, obviamente. Além do Pai Celestial, Jesus não imitava a mais ninguém.

Jesus afirmou também: “Ser filho do Pai é copiar o Pai nos sentimentos, ou seja, é ter os mesmos sentimentos do Pai”. (Mateus 5:43-45) 43 Ouvistes que se disse: ‘Tens de amar o teu próximo e odiar o teu inimigo.’ 44 No entanto, eu vos digo: Continuai a amar os vossos inimigos e a orar pelos que vos perseguem; 45 PARA que mostreis ser filhos de vosso Pai, que está nos céus, visto que ele faz o seu sol levantar-se sobre iníquos e sobre bons, e faz chover sobre justos e sobre injustos.. . .

Assim verte a Tradução Brasileira: (Mateus 5:43) 43 Tendes ouvido que foi dito: Amarás o teu próximo e aborrecerás o teu inimigo. 44 Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem, 45 PARA que vos torneis filhos de vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e vir chuvas sobre justos e injustos.

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 5:43) 43 Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo. 44 Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; 45 PARA que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

Ainda nesta mesma informação, Jesus deixou bem claro que é o Pai Celestial aquele que todos os filhos devem buscar imitar.

Para ser filho do Pai Celestial, para que alguém afirme que este filho é igual ao Pai Celestial, ou seja, tal pai, tal filho, este filho precisa AMAR assim como o Pai Celestial ama. Isto significa que o filho deve ter os mesmos sentimentos do Pai, para poder praticar as mesmas ações do Pai.

O que percebemos??

Percebemos que o Pai tem por objetivo, que a personalidade de cada filho seja igual a personalidade Dele.

O mundo inteiro não conhecia o Pai. Só Jesus conhecia o Pai.

Logo, em quem devemos confiar?? Nas informações de quem devemos crer?? As informações de quem devem ser a base de comparação para com todas as demais informações sobre os reais mandamentos do Pai e sobre os reais sentimentos do Pai???

A resposta lógica para todas estas perguntas resume-se a uma única pessoa: Jesus.

Será que Jesus era vacinado contra o pecado?? Será que Jesus era IMUNE à desobediência?? Será que Jesus estava IMPEDIDO de desobedecer??

Quando alguém que é um discípulo de Jesus, não repete as mesmas ações de Jesus e é questionado em ralação a isto, geralmente responde: “Mas Jesus era diferente, ele era perfeito. Quando eu for perfeito poderei fazer as coisas assim como ele fez”. Geralmente se adiciona: “Quando esta pecaminosidade for retirada de mim, eu conseguirei fazer as mesmas coisas que ele fez”.

No entanto, convêm perguntar: Exatamente no que era Jesus diferente?? Ser perfeito é estar impedido de desobedecer??

Estando Jesus impedido de desobedecer, o que isto revelaria em relação a personalidade de Jesus?? Revelaria que ele não passava de alguém que foi programado e que cumpriu o que estava programado. Isto significa que qualquer um que for programado poderá agir exatamente igual a Jesus. Isto também quer dizer que somente pessoas programadas é que conseguem viver sem pecar.

Um humano impedido de desobedecer, fica sem a opção de desobedecer; ele só tem a opção de obedecer. Isto significa que foi retirado dele o livre-arbítrio. Ele não tem escolha a fazer. Ele passa a ser um mero robô muito bem programado.

Será que este era o caso de Jesus?? Jesus afirmou: “Eu venci o mundo”. Como ele venceu?? Por não desobedecer ao Pai, não foi isto??

Caso ainda não estivesse imunizado contra a desobediência, será que depois da ressurreição, Jesus passou a estar imunizado contra a desobediência?? Ser imunizado contra a desobediência é um prêmio àquele que vencer??

Os que defendem e vivem o conceito da pecaminosidade herdada podem encontrar um incrível dilema em relação “àquele que vencer” e em relação a vencer o mundo.

Quem é que vence?? não é aquele que não peca?? não é aquele que não pratica nenhuma das coisas apontadas por Jeová como “coisas detestáveis”?? Se ele praticar qualquer um dos pecados, ele revela que não venceu, não é verdade?? Ele revela que foi vencido, não é verdade?? No entanto, se eu tenho a pecaminosidade herdada, como vou conseguir não pecar?? Se determinados pecados estão acima da minha vontade, como vou conseguir vencer o mundo “assim como Jesus venceu”??

Estaria a “vida eterna” ligada e dependente do humano ser imunizado contra a desobediência?? Ficando impedido de pecar, o humano conseguirá a desejada vida eterna. Será que isto é assim??

Os depoimentos de Jeová já revelaram que o humano continuará com o seu livre-arbítrio, pois esta é uma das características de Jeová, Aquele que afirmou: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança”. Ele, Jeová, não retirará o livre-arbítrio do humano, transformando-o em um mero robô.

Pedras de tropeço.

Não há como negar que nos dois casos analisados (Adão/Eva e o profeta sem nome, passou a haver uma pedra de tropeço. Ficou bem claro que nos dois casos, houve tropeço na pedra.

No entanto, vamos analisar uma afirmação de Jesus.

Ele afirmou: “É necessário que venham as pedras de tropeço”.

(Mateus 18:7) 7 Ai do mundo, devido às pedras de tropeço! Naturalmente, é necessário que venham pedras de tropeço, mas ai do homem por meio de quem vem a pedra de tropeço!


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 18:7) 7 Ai do mundo por causa dos tropeços! porque é necessário que apareçam tropeços; mas ai do homem por quem vem o tropeço!

É necessário??

Por que é necessário??

Será que Jeová, o nosso Pai colocaria pedras de tropeço para seus filhos??

(Jeremias 6:21) 21 Portanto, assim disse Jeová: “Eis que ponho pedras de tropeço para este povo e certamente tropeçarão sobre elas, pais e filhos juntos; o vizinho e seu companheiro — eles perecerão.”


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 6:21) 21 Portanto assim diz Jeová: Eis que vou pôr tropeços diante deste povo, e tropeçarão neles juntamente os pais e os filhos; o vizinho e o seu amigo perecerão.

O que mais falou Jeová sobre pedra de tropeço??

(Ezequiel 3:20-21) 20 E quando o justo recuar de sua justiça e realmente fizer injustiça, e eu tiver de pôr diante dele uma pedra de tropeço, ele é que morrerá por não o teres avisado. Morrerá por seu pecado, e seus atos justos que praticou não serão lembrados, mas demandarei o sangue dele da tua própria mão. 21 E se tu tiveres avisado o justo para que o justo não peque, e ele realmente não pecar, continuará a viver impreterivelmente porque foi avisado, e tu mesmo terás livrado a tua própria alma.”


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 3:20-21) 20 Demais, quando o justo se desviar da sua justiça, e cometer a iniqüidade, e eu puser diante dele uma pedra de tropeço, ele morrerá; porque não o avisaste, morrerá no seu pecado, e não serão lembradas as suas ações de justiça que tem praticado; mas o seu sangue, da tua mão o requererei. 21 Todavia se tu avisares o justo para que o justo não peque, e ele não pecar, certamente viverá, porque recebeu o aviso; e tu livraste a tua alma.

Os levitas se transformaram em pedras de tropeço para toda a nação de Israel.

(Ezequiel 44:12) 12 Visto que lhes ministravam perante os seus ídolos sórdidos e se tornaram para a casa de Israel uma pedra de tropeço para [cair no] erro, por isso levantei a minha mão contra eles’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘e terão de levar seu erro.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 42:12) 12 Porque os serviram diante dos seus ídolos, e se fizeram para a casa de Israel uma ocasião de tropeço; por isso levantei a minha mão contra eles, diz o Senhor Jeová, e levarão sobre si a sua iniqüidade.

Outras coisas se transformaram em pedras de tropeço para o povo escolhido por Jeová.

(Ezequiel 7:19) 19 “‘A própria prata deles lançarão nas ruas e o próprio ouro deles tornar-se-á uma coisa abominável. Nem a sua prata nem o seu ouro poderá livrá-los no dia da fúria de Jeová. Não fartarão as suas almas e não encherão os seus intestinos, porque isso se tornou uma pedra de tropeço, causando seu erro.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 7:19) 19 A sua prata, lançá-la-ão pelas ruas, e o seu ouro será como coisa imunda; a sua prata e o seu ouro não os poderão livrar no dia do furor de Jeová. Não fartarão a sua alma, nem encherão as suas entranhas, pois serviram de tropeço da sua iniqüidade.

Esta outra coisa se transformou em pedra de tropeço para todo o povo escolhido. Os ídolos sórdidos se transformaram em pedras de tropeço.

(Ezequiel 14:1-5) 14 E homens dentre os idosos de Israel passaram a chegar a mim e a sentar-se diante de mim. 2 Então veio a haver para mim a palavra de Jeová, dizendo: 3 Filho do homem, no que se refere a estes homens, fizeram seus ídolos sórdidos subir ao seu coração e puseram diante das suas faces a pedra de tropeço que causa o seu erro. Acaso devia eu ser consultado por eles? 4 Portanto, fala com eles e tens de dizer-lhes: ‘Assim disse o Soberano Senhor Jeová: “Todo homem de Israel que fizer os seus ídolos sórdidos subir ao seu coração e que colocar diante da sua face a própria pedra de tropeço que causa o seu erro, e que realmente chegar ao profeta, eu, Jeová, vou deixar-me induzir a lhe responder na questão segundo a multidão de seus ídolos sórdidos, 5 com o objetivo de pegar a casa de Israel pelo coração, porque se apartaram de mim devido aos seus ídolos sórdidos — todos eles.”’


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 14:1-5) 1 Então vieram ter comigo alguns dos anciãos de Israel, e se assentaram diante de mim. 2 Veio a mim a palavra de Jeová, dizendo: 3 Filho do homem, estes homens deram lugar no seu coração aos seus ídolos, e puseram diante da sua face o tropeço da sua iniqüidade; acaso permitirei que eles me consultem? 4 Portanto fala com eles, e dize-lhes: Assim diz o Senhor Jeová: Todo o homem da casa de Israel que der lugar no seu coração aos seus ídolos, e puser diante da sua face o tropeço da sua iniqüidade, e vier ter com o profeta: eu Jeová lhe responderei nisso segundo a multidão dos seus ídolos; 5 para que eu apanhe a casa de Israel no seu coração, porque são todos alienados de mim pelos seus ídolos.

Qualquer um pode se transformar em uma pedra de tropeço. Pedro mostrou ser uma pedra de tropeço para Jesus.

(Mateus 16:22-23) 22 Em vista disso, Pedro, tomando-o à parte, principiou a censurá-lo, dizendo: “Sê benigno contigo mesmo, Senhor; não terás absolutamente tal [destino].” 23 Mas ele, voltando-lhe as costas, disse a Pedro: “Para trás de mim, Satanás! Tu és para mim pedra de tropeço, porque não tens os pensamentos de Deus, mas os de homens....


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 16:22-23) 22 Pedro, chamando-o à parte, começou a admoestá-lo, dizendo: Deus tal não permita, Senhor; isso de modo algum te acontecerá. 23 Mas ele, voltando-se, disse a Pedro: Sai de diante de mim, Satanás; tu és para mim uma pedra de tropeço, porque não cuidas das coisas de Deus, mas sim das dos homens.

Através de suas palavras, Pedro estava revelando os seus pensamentos e seus sentimentos para Jesus, no entanto, tais palavras eram uma pedra de tropeço para Jesus. Jesus via tais palavras de Pedro como uma pedra de tropeço.

Jesus reconheceu a pedra de tropeço e não se deixou influenciar por ela, não se deixou convencer por elas.


As pedras de tropeço INDUZEM o humano a desobedecer. São as pedras de tropeço que convencem o humano que aquilo que é um pecado do ponto de vista de Jeová passou a não ser mais um pecado. As pedras de tropeço induzem o homem ao erro.

Ora, mas se as pedras de tropeço INDUZEM o homem ao erro e o homem é punido por causo do seu erro, como então é necessário que venham tais pedras de tropeço??

Afinal de contas, o que o Pai deseja??

O Pai deseja que a pedra de tropeço não consiga induzir o humano ao erro.

O humano precisa mostrar-se confiável.

O humano deve mostrar-se plenamente CONVENCIDO sobre o que ele está fazendo.

O humano não deve ser uma folha de papel levada ao sabor do vento, ou seja, a opinião do humano não deve estar mudando de acordo com as circunstâncias, pois não são as circunstâncias que fazem os mandamentos. O que é certo é certo, independente das circunstâncias e o que é errado é errado independente das circunstâncias.

As palavras e as ações de outras pessoas ao seu redor não o farão MUDAR de opinião em relação a algo que o Pai definiu como sendo pecado/erro.

O fato de uma pessoa qualquer não ter sido morta por Jeová por ter praticado algum pecado/erro, não transforma a definição daquela ação, pois erro é erro.

Uma frase muito usada pelo humano: “Jeová não abençoaria tal pessoa se ela fosse iníqua. Logo, aquela ação não foi iniquidade”.

Outra frase usada: “Mesmo que tenha sido iniquidade, este servo não era iníquo, pois ele tinha um bom coração”.

Outra frase usada: “Se Jeová continuou a usá-lo como profeta, rei, sacerdote etc..., é porque este homem era leal”, ou seja, era merecedor de continuar.

Não é porque aquele servo escolhido por Jeová para ser patriarca, profeta, sacerdote, rei, ou outra função qualquer, venha a falar determinada palavra ou praticar determinada ação, palavra ou ação esta, que Jeová afirme ANTES ou DEPOIS, ser algo pecaminoso, que deve ser minimizada a palavra de Jeová em relação àquele pecado, ou afirmarmos que Jeová (Javé) apoiava a palavra ou a ação daquele humano.

O que Jeová falou para a casa de Israel neste respeito??

Ele afirmou: Todo o homem da casa de Israel que der lugar no seu coração aos seus ídolos, e puser diante da sua face o tropeço da sua iniqüidade, e vier ter com o profeta: eu Jeová lhe responderei nisso segundo a multidão dos seus ídolos; 5 para que eu apanhe a casa de Israel no seu coração, porque são todos alienados de mim pelos seus ídolos.

O que Jeová deseja??

Que, independente das pedras de tropeço (palavras ou ações de outros humanos ou anjos) o humano mantenha-se na palavra que Ele falar para este humano.

As palavras do Pai são mais sábias do que as palavras dos demais (humanos ou anjos).

O Pai sabe que as palavras de tropeço PODEM induzir o humano ao erro, desde que o humano SE DEIXE induzir ao erro.

O Pai sabe que exige sabedoria não deixar-se induzir ao erro através de palavras e ações de outras pessoas.

O humano precisa ser sábio.

Como é que vem a sabedoria?? Em um passe de mágica??

No entanto, Jesus também falou: Ai do homem por meio de quem vem a pedra de tropeço.

O que aconteceria com este homem??

Bem, o caso do profeta sem nome exemplificou o que pode acontecer com aquele que serve de pedra de tropeço para outro humano.

Ele poderá ser aquele que enterrará aquele humano que veio a morrer por causa de suas falsas palavras. Será que alguém gostará de enterrar alguém que morreu por sua causa?? Isto é algo muito constrangedor, não é verdade?? E uma situação horripilante, não é?? Trata-se de uma enorme vergonha a ser carregada na frente de todos, não é??

O que aconteceu no caso do profeta sem nome??

(1 Reis 13:26-30) 26 Quando o profeta que o tinha trazido de volta do caminho ouviu isso, disse imediatamente: “É o homem do [verdadeiro] Deus que se rebelou contra a ordem de Jeová; e por isso Jeová o entregou ao leão, para que o esmagasse e entregasse à morte, segundo a palavra de Jeová, que ele lhe falou.” 27 E seguiu falando aos seus filhos, dizendo: “Selai-me o jumento.” Selaram-no, pois. 28 Então se pôs a caminho e achou seu cadáver lançado na estrada, com o jumento e o leão parados ao lado do cadáver. O leão não tinha devorado o cadáver, nem tinha esmagado o jumento. 29 E o profeta passou a levantar o cadáver do homem do [verdadeiro] Deus, e a colocá-lo sobre o jumento, e a levá-lo de volta. Entrou assim na cidade do profeta idoso para lamentá-lo e para enterrá-lo. 30 Conseqüentemente, colocou o cadáver dele na sua própria sepultura; e eles continuaram a lamentá-lo: “Ai, meu irmão!”


Assim verte a Tradução Brasileira:

(1 Reis 13:26-30) 26 Tendo ouvido isto o profeta que o tinha feito voltar do caminho, disse: É o homem de Deus que desobedeceu à palavra de Jeová; por isso Jeová o entregou ao leão, que o despedaçou e matou, conforme a palavra que Jeová lhe falou. 27 Disse a seus filhos: Albardai-me o jumento. Eles o fizeram. 28 Então foi e achou o cadáver estendido no caminho, e o jumento e o leão que estavam ao lado; não tinha o leão devorado o cadáver, nem despedaçado ao jumento. 29 O profeta tomou o cadáver do homem de Deus, pô-lo em cima do jumento, e levou-o consigo; e chegou à cidade do profeta velho para o chorar e para o enterrar. 30 Meteu o cadáver no seu sepulcro; e eles o choraram, dizendo: Ai, meu irmão!

Aquele profeta idoso passou a ser visto como aquele que causou a morte do profeta mais novo. Ele teve de carregar isto até o dia de sua morte. Não se pode fugir de algo assim, ou será que pode?? Trata-se de um verdadeiro ai.

A palavra de Jesus foi bem clara:

mas ai do homem por meio de quem vem a pedra de tropeço!


Percebemos que não é o Pai quem guarda ressentimento daquele que se torna uma pedra de tropeço para seu irmão. É o resultado final desta ação, pois a pessoa induzirá a outra pessoa ao erro e a outra pessoa errará e sofrerá por causa só seu próprio erro. Neste caso, você verá o resultado prático de ter-se feito uma pedra de tropeço para o teu irmão.

Trata-se de uma coisa terrível, não é mesmo??

Continuando no assunto "pecado", o que foi que o Pai Jeová falou??

Ele falou sobre a alma que "COMETER" pecado.

Neste caso, o que fica claro??

A alma não nasce pecadora.

Para ser pecadora, a alma precisa "cometer" um pecado.

Não devemos acusar uma alma de pecadora se ela não COMETEU nenhum pecado.

O Pai Jeová também falou que "pecar" é desobedecer a QUALQUER um dos mandamentos Dele.

Sem mandamento não existe desobediência.


(Ezequiel 18:5-9) 5 “‘E no que se refere ao homem, SE ele veio a ser justo e tem PRATICADO o juízo e a justiça; 6 SE NÃO comeu nos montes E NÃO elevou seus olhos para os ídolos sórdidos da casa de Israel, E NÃO aviltou a esposa de seu companheiro, E NÃO se chegou a uma mulher na sua impureza; 7 e SE NÃO maltratou a nenhum homem; SE restituiu o penhor tomado pela dívida; SE NÃO arrebatou nada em roubo; SE deu o seu próprio pão ao faminto e cobriu com roupa ao que estava nu; 8 SE NÃO deu nada em troca de juros E NÃO tomou usura; SE retirou sua mão da injustiça; SE praticou a verdadeira justiça entre homem e homem; 9 SE TEM ANDADO nos meus estatutos e TEM GUARDADO as minhas decisões judiciais para praticar a verdade, ELE É JUSTO. Ele positivamente continuará a viver’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.


Será que o Pai Jeová é mentiroso??

Praticar certas coisas e não praticar certas coisas; TOMAR A DECISÃO de "fazer" certas coisas e TOMAR A DECISÃO de "não fazer" certas coisas.


O que caracteriza uma alma percadora é um sentimento, uma palavra ou uma ação, ação esta chamada pelo Pai Jeová de "pecado".

Sentimento, palavra e ação.

Se não houver sentimento definido como pecado; palavra definida como pecado e ação definida como pecado, como acusar a alma de ser pecadora??

Quando foi que Eva se tornou uma alma "pecadora"??

Não foi somente depois de nascer um sentimento de cobiça no coração dela??

O sentimento de cobiça não a levou a comer o fruto??

"Comer o fruto" não é o ato visual e final da desobediência (pecado)??

Passou Eva a ser eternamente pecadora??

Ou será que ela simplesmente havia pecado (cometido um pecado)??


Poderia Eva passar a ser uma pessoa obediente??

Pode qualquer alma que cometeu um pecado, passar a ser uma alma obediente??


O que o Pai Jeová disse??

(Ezequiel 18:21-22) 21 “‘Ora, quanto ao iníquo, SE ELE RECUAR de todos os seus pecados que praticou E realmente guardar todos os meus estatutos E praticar o juízo e a justiça, ele positivamente continuará a viver. Não morrerá. 22 Todas as suas transgressões que praticou — NÃO SERÃO LEMBRADAS CONTRA ELE. Continuará a viver por causa da justiça que praticou.’


Deve haver Imparcialidade, não deve??


O Pai Jeová mostra toda a Sua imparcialidade.

(Ezequiel 18:24) 24 “‘Ora, quando o justo recuar da sua justiça e realmente fizer injustiça; se estiver fazendo segundo todas as coisas detestáveis que o iníquo tem feito e estiver vivendo, NÃO SERÁ LEMBRADO NENHUM dos seus atos justos que praticou. Por sua infidelidade que praticou e por seu pecado com que pecou, por estes é que morrerá.


ASSIM COMO não me lembrarei da iniquidade do iníquo (sentimentos, palavras e ações), DA MESMA FORMA não me lembrarei da justiça do justo (sentimentos, palavras e ações).

O Pai Jeová é "imparcial" todo o tempo. A imparcialidade é um dos princípios que o Pai Jeová tem como inviolável.

Ninguém está impossibilitado de pecar e nem de deixar de pecar.

Onde é que está a impossibilidade de ser justo??

Onde está a impossibilidade de obedecer??

Será que a alma já nasce com a "impossibilidade de obedecer"??

Ora, se uma alma nasce com a impossibilidade de obedecer, isto significa que todas as almas nascem com a impossibilidade de obedecer, logo, segundo a imparcialidade, todas elas devem ser tratadas da mesma forma.

Independente do que teu líder espiritual te ensina, sabatine, sabatine e sabatine. Teu líder espiritual te dá esta liberdade, não dá?? Ele te explicará e responderá a cada uma destas perguntas sem ficar irado com você, não é mesmo?? Se você discordar dele, será que ele vai te expulsar de diante dele, passando a te atribuir um baixo valor e ter por você uma baixa estima??

Bem, se ele se irritar com você, não copie o sentimento dele.


A alma que pecar, esta é que morrerá ► O que é esta informação dada pelo próprio Pai Jeová??


Seria uma sentença ou seria um aviso?? Seria uma condenação ou seria um aviso??

Depois de pecar, esta alma ainda poderá continuar a viver, ou seja, não morrer?? Será que é uma mera punição??

Ora, se fosse uma mera condenação judicial, a alma que pecar teria que morrer e não sobreviveria à morte, ou seja, não haveria descumprimento da ordem judicial, pois a ordem judicial tem de ser cumprida, ou seja, não pode ser descumprida.

Lei é lei, não é verdade??

No entanto, o que ocorre??

O que o Pai nos informa??

Ele nos diz:


(Ezequiel 33:14-16) 14 “‘E quando eu disser ao iníquo: “Positivamente morrerás”, e ele realmente recuar do seu pecado e praticar o juízo e a justiça, 15 [e] o iníquo restituir a própria coisa penhorada e devolver as próprias coisas roubadas, andando realmente nos próprios estatutos da vida por não fazer injustiça, positivamente continuará vivendo. Não morrerá. 16 Nenhum dos seus pecados com que pecou será lembrado contra ele. Juízo e justiça é o que praticou. Ele positivamente continuará vivendo.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 33:14-16) 14 Demais, quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; se ele se converter do seu pecado, e praticar o juízo e a justiça; 15 se esse ímpio restituir o penhor, entregar o que ele tinha furtado, andar nos estatutos da vida, não cometendo a iniqüidade; certamente viverá, não morrerá. 16 Nenhum dos seus pecados que cometeu, será lembrado contra ele; ele praticou o juízo e a justiça; certamente viverá.


Que mais nos diz o Pai Jeová??

(Ezequiel 33:11) 11 Dize-lhes: ‘“Assim como vivo”, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, “não me agrado na morte do iníquo, mas em que o iníquo recue do seu caminho e realmente continue vivendo. Recuai, recuai dos vossos maus caminhos, pois, por que devíeis morrer, ó casa de Israel?”’


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 33:11) 11 Dize-lhes: Pela minha vida, diz o Senhor Jeová, não tenho prazer na morte do ímpio; mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que morrereis, ó casa de Israel?


O que o Pai nos informou?? Tratava-se de uma sentença?? Ou de um aviso?? Se você não recuar do seu caminho você vai morrer. Filhinho, por que você não recua do teu caminho?? Por que você não recua do teu pecado??

Ora, se o iníquo, ou seja, se o pecador recuar do seu caminho, ele continuará a viver, não morrerá. Neste caso, não se tratava de uma sentença do tipo “palavra de rei não volta atrás”.

O Pai também nos informa que todos os Seus mandamentos têm por base o amor, ou seja, o amor ao próximo e o amor a Ele.

Segundo Jesus, o que o humano precisava fazer para continuar a viver de forma contínua??

(Lucas 10:25-28) 25 Então, eis que se levantou certo homem versado na Lei, para prová-lo, e disse: “Instrutor, por fazer o que hei de herdar a vida eterna?” 26 Ele lhe disse: “O que está escrito na Lei? Como é que lês?” 27 Em resposta, disse: “‘Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua força, e de toda a tua mente’, e, ‘o teu próximo como a ti mesmo’.” 28 Ele lhe disse: “Respondeste corretamente; ‘persiste em fazer isso e obterás a vida.”


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 10:25-28) 25 Levantando-se um doutor da lei, experimentou-o, dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? 26 Respondeu-lhe Jesus: Que é o que está escrito na Lei? como lês tu? 27 Respondeu ele: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de toda a tua força e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. 28 Replicou-lhe Jesus: Respondeste bem; faze isso, e viverás.


A informação de Jesus foi bem clara:

Se você amar ao próximo como a ti mesmo e amar a Deus sobre todas as coisas, você não morrerá.

O que isto quer dizer??

Isto quer dizer que se o humano amar ao seu próximo, ele não cometerá pecado nem contra o seu próximo e se você amar a Deus não cometerá pecado contra Deus.

Neste caso, todo e qualquer pecado é uma transgressão contra o amor.

Cada pecado é uma ação praticada contra o amor.

Cada ato de pecado é uma ação contra a vida, sua vida e/ou a vida do próximo.

Existem ações mínimas e ações máximas, no entanto, todas as ações de pecado são atos contra a vida.

De forma prática, ou seja, no dia a dia, cada pecado é uma ação contra a vida; uma ação contra o amor, ou seja, uma falta de amor.

Resumindo, temos:

Pecado é todo sentimento, toda palavra e toda ação que não leve em conta o amor (amor ao próximo e a Deus).

O que mais podemos observar em relação ao pecado??

Que pecado é tudo que é incompatível com a vida, ou seja, que é incompatível com a continuidade da vida.





Então, vem a seguinte pergunta: Como o humano é libertado do pecado??

O que disse Jesus??

Assim verte a Tradução Brasileira: l





Assim verte a Tradução Almeida:

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Veja a resposta a esta intrigante pergunta em Onde encontrar a cura para o pecado”??

 




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