ONDE ENCONTRAR A “CURA” PARA O PECADO??

Criada em 22 de julho de 2012 - Última alteração em 17/11/16 às 10 : 47





CONTINUAR A VIVER E NÃO MORRER – COMO??

O QUE LEVA O HOMEM À MORTE?? É o pecado. E o que é o pecado?? É algum tipo de doença da qual o homem conseguiria ficar “imune”??

Garantia de não morrer – será que existe??

Homem indestrutível – será possível??

Continuar a viver – está “condicionado” a que exatamente??

Condições” para continuar vivo. Somatório de “condições” para continuar vivo, será que existe??

Quando foram estabelecidas estas “condições”?? Quem as estabeleceu??

Quais são as “condições” para que o homem continue vivo??

Podem ser mudadas estas “condições”?? O que acontece quando há mudanças nestas “condições”??

Uma cura de dentro para fora ou de fora para dentro??

Uma cura na carne ou uma cura no espírito??

O maravilhoso papel da vergonha e do arrependimento no processo da cura.

A vida eterna é um prêmio ou recompensa a ser recebida pelo humano??

Existe alguma chave que comanda a vida eterna, e que pode ser ligada e desligada por Deus no humano??

O que é resgate?? É uma relação comercial entre o Pai IHVH e Seus filhos??

Condição é igual a: Antecedente necessário sem o qual algo não ocorre.

- “Todo aquele que agora está vivo e acredita naquilo que eu falo (minhas informações) NUNCA jamais morrerá”. Você acredita nisto??

Jesus fez esta afirmação e esta pergunta para seus contemporâneos há quase dois mil anos atrás. São palavras extremamente fortes. Pergunte-se a si mesmo: Era uma mentira contada por Jesus?? Acredito nisto??

Se você estivesse lá e Jesus colocasse esta afirmação e esta pergunta para você, o que você responderia?? Chamaria Jesus para sabatiná-lo ou desacreditaria estas palavras dele?? Riria dele?? Deixaria ele falando sozinho??

A morte de Jesus produziu ou produzirá algum remédio especial ou algum antídoto contra o pecado?? Este remédio ou antídoto, quando aplicado, deixaria o humano imune ao pecado?? O humano finalmente estaria impossibilitado de pecar, recebendo assim a “vida eterna”??

O pecado é o responsável pela morte do homem, ou seja, é o que leva o homem à morte. A morte é o efeito colateral produzido pelo pecado. Ou ainda mais: o pecado produz efeitos colaterais que levam para a morte.

Falamos em condições para continuar vivo, não falamos?? Enquanto o homem estiver satisfazendo as condições, ele continuará a viver.

Como o humano não nasceu sabendo quais são estas condições, torna-se imprescindível que ele tome ciência de cada uma destas condições e as compreenda, para poder satisfazer cada uma delas.

Quando o humano deixa de satisfazer umas destas condições, ele está cometendo um pecado. Pecado é toda e qualquer decisão que tomamos que afronte aquelas condições estabelecidas pelo projetista do humano.

Bem, o que é o pecado?? Existe o pecado hereditário?? Adão me passou algum pecado?? Poderia Adão me passar um pecado de forma hereditária?? Sou o resultado de uma “fôrma de bolo” defeituosa?? O pecado reside na minha carne??

Os conceitos em relação ao que é o pecado estão sendo analisados neste site em: pecado herdado

Quem é que sabe das condições imprescindíveis para que o humano continue a viver??

Como é que o humano poderá tomar ciência destas condições e entender tais condições??

Quem pode informar ao humano sobre estas condições?? Se o humano olhar para dentro de si mesmo, será que ele observará estas condições?? Podemos olhar e olhar para uma coisa e nada observar em relação a ela, não é verdade??

Informação dada por Jesus: (João 8:51) 51 Digo-vos em toda a verdade: Se alguém observar a minha palavra, nunca jamais verá a morte.

Assim verte a Tradução Almeida: (João 8:51) 51 Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte.

Se alguém observar a minha “informação”, nunca verá a morte.

Bem, e o que é morrer?? O que é a morte??

Voltemos ao princípio, onde o Pai deu a informação a Adão sobre o era morrer.

(Gênesis 3:19) 19 No suor do teu rosto comerás pão, até que voltes ao solo, pois dele foste tomado. Porque tu és pó e ao pó voltarás.”


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Gênesis 3:19) 19 No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra, pois dela foste tomado: porquanto tu és pó, e em pó te hás de tornar.

Segundo a informação do Pai, o morrer é voltar ao estado anterior ao de vivo. Antes de estar vivo, onde estava Adão. O Pai informou a Adão sobre onde ele estava antes de estar vivo. Adão foi informado sobre seu passado antes de estar vivo.

O Pai informou a Adão: Adão, quando você morrer, você vai retornar para o mesmo lugar de onde você estava, ou seja, o solo.

A informação do Pai foi completa e clara.

De posse desta informação do Pai, vamos entender o que Jesus informou aos seus apóstolos e demais humanos.

Entendeu o que Jesus disse??

Ele disse: “Se alguém praticar a minha palavra (a minha informação) este não voltará ao solo.

E o que representava não voltar ao solo??

Ora, continuar exatamente como estava, ou seja, vivo. Representava continuar no mesmo estado físico, ou seja, não haveria nenhuma mudança de estado em que se encontravam.

Poderia Jesus estar falando de algo que aconteceria depois da morte e ressurreição daquele que o ouvia??

Será que isto se daria depois da ressurreição do humano??

Ora, isto seria uma afirmação totalmente ilógica de Jesus e não corresponderia a verdade, pois para ser ressuscitado a pessoa precisa passar pela morte. Aquele que...., jamais passará pelo estado de morto, logo, não precisará da ressurreição, pois a ressurreição só ocorre para aquele que passa para o estado de morto, ou seja, a ressurreição é a mudança do estado de morto para o estado de vivo.

Jesus falou ainda mais: (João 11:25-26) 25 Jesus disse-lhe: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem exercer fé em mim, ainda que morra, viverá [outra vez]; 26 e todo aquele QUE vive e exerce fé em mim nunca jamais morrerá. Crês isso?”

Assim verte a Tradução Almeida:

(João 11:25-26) 25 Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá; 26 e todo aquele QUE vive, e crê em mim, jamais morrerá. Crês isto?

Bem, agora foi retirada qualquer dúvida. Jesus estava deixando claro, que aqueles contemporâneos dele, poderiam continuar vivos por séculos e séculos à frente naquele mesmo estado físico.

Você acredita nesta afirmação de Jesus??

Observar minha palavra (informação); guardar minha palavra (informação). O que é observar e guardar?? Neste caso significa obedecer. Primeiro eu tenho de concordar com a “palavra (informação) para depois obedecer, isto é, para fazer questão de obedecer independente das circunstâncias. Para concordar plenamente, eu preciso entender plenamente.

Você concorda que a obediência deva ser incondicional??

Incondicionalesta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: que não depende de, não está sujeito a qualquer tipo de condição, restrição ou limitação; incondicionado.

incondicional

adj.2g. (1873) 1 que não depende de, não está sujeito a qualquer tipo de condição, restrição ou limitação; incondicionado <rendição i.> <amizade i.> 2 fisl psic m.q. incondicionado 3 que, em quaisquer circunstâncias e sem discussão, toma partido de alguém, de uma corrente, de uma doutrina, de uma causa <amigo i.> <admirador i. da obra machadiana> 4 que se deve fazer, executar em quaisquer circunstâncias e condições <pagamento i.> ¤ etim in- + 1condicional ¤ sin/var integral, irrestrito, total; ver tb. sinonímia de absoluto ¤ ant condicional; ver tb. antonímia de absoluto


Guardemos bem a definição de incondicional, pois ela é determinante para o ser humano.



O que foi falado por Jesus??

1.      Se alguém observar a minha palavra, nunca jamais verá a morte.

2.      e todo aquele QUE vive e exerce fé em mim nunca jamais morrerá.



1.      se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte.

2.      todo aquele QUE VIVE, e crê em mim (naquilo que eu informo a vocês), jamais morrerá. Crês isto?

Ficou bem claro que Jesus sabia de algo que é imprescindível para a continuidade da vida do humano.

Esta pergunta final de Jesus é bem apropriada em face da afirmação que ele acabara de fazer.

Você ACREDITA nisto??

Jesus, sendo eu um pecador, minha morte não é uma coisa automática e inevitável?? Jesus, não fui amaldiçoado antes de ter nascido?? Trata-se de uma afirmação extremamente profunda. Trata-se de algo de extrema importância. Trata-se de uma afirmação que revela ser a diferença entre minha vida e minha morte. Trata-se de um conceito novo para o humano que até então acreditava em um conceito 100% oposto. O humano precisa dar meia-volta, passando a andar em um sentido oposto ao que estava andando até então.

O conceito oposto no qual o humano acreditava até então o levava a muitas “conclusões” erradas a respeito da forma como ele devia viver o seu dia a dia. Até então o humano acreditava que suas “conclusões” eram a mais pura verdade.

Este novo conceito revelado por Jesus, também faria o humano chegar a “novas conclusões”.

Acreditar na afirmação de Jesus faz toda a diferença. Para aceitar as novas conclusões é imprescindível ACREDITAR na informação de Jesus.

O que isto significava?? Significava que eu teria de abandonar minhas antigas conclusões. Eu teria de abrir mão daquilo que eu já acreditava para acreditar em uma nova informação dada por Jesus.

Sabendo disto, Jesus chamou a atenção por finalizar sua nova e importante informação com uma pergunta: “Crês nisto”??

Todo aquele que está vivo e acredita em mim NUNCA jamais morrerá. Percebemos também que aquele que acredita em Jesus irá revelar isto não de forma teórica, e sim de forma prática, por observar (guardar, obedecer) a palavra de Jesus (informação saída da boca de Jesus). Quem acredita em Jesus obedecerá aos mandamentos retransmitidos por Jesus e viverá o seu dia a dia de acordo com as informações transmitidas por Jesus. Quem acredita em Jesus buscará entender todas as informações saídas da boca de Jesus. Não se trata de um acreditar da boca pra fora.

Não se trata de acreditar que ele existe e que é filho de Deus, que morreu por causa de nossa iniquidade (iniquidade humana, pois se o homem não fosse mal, ele não morreria), e outras coisas assim como estas, pois estas coisas são fatos.

Acreditar esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: aceitar, estar ou ficar convencido da veracidade de …...

acreditar

v. (1602) 1 t.d.,t.i.int. aceitar, estar ou ficar convencido da veracidade, existência ou ocorrência de (afirmação, fato etc.); crer <é difícil a. (n)a justiça> <jurou, mas não acreditamos> 2 t.i. supor ou intuir boas intenções, finalidades; confiar <acredite nele e empreste o dinheiro> 2.1 t.i. julgar ou pensar possível ou provável a realização de (possibilidade ou probabilidade) <a. na vitória> 3 t.d. e pron. tornar(-se) digno de estima e confiança <o gesto nobre acreditou-a> <acreditou-se definitivamente perante os colegas> 4 t.d. e t.d.pred. p.ext. dar ou emprestar a (alguém) autoridade para agir em seu nome <acreditou-a (como procuradora) para a compra do imóvel> 4.1 t.d.bit. conferir poder ou autoridade a (alguém) para representar país ou instituição perante (país estrangeiro ou outra instituição); credenciar 5 t.d. dar fundamentação, confiança a; abonar <sua experiência acredita nossas afirmações> 6 t.d. e t.d.pred. pensar, sem convicção ou certeza; achar, supor <acredita que não voltará a vê-los> <acreditam relevante a tua contribuição> 7 t.d.bit. e pron. com cont m.q. creditar ('constituir como credor', 'pôr quantia à disposição') ¤ etim a- + crédito + -ar ¤ sin/var achar, crer, julgar; ver tb. sinonímia de aceitar ¤ ant desacreditar, descrer; ver tb. antonímia de aceitar



Neste caso, a pessoa precisava estar convencida da veracidade da afirmação saída da boca de Jesus e aceitar tal afirmação.



O que é um fato??

FatoEsta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: ação ou coisa feita, ocorrida ….. algo cuja existência pode ser constatada de modo indiscutível....

3fato

s.m. (1548) 1 ação ou coisa feita, ocorrida ou em processo de realização <não se deu conta desse f.> <f. de conversar> 2 algo cuja existência pode ser constatada de modo indiscutível; verdade <o controle da poliomielite é agora um f.> ² f. consumado 1 fato cujo processo já se completou ou que por certo se completará <sua eleição é f. consumado> 2 jur fato que, por estar completo, não pode mais ter seus efeitos alterados • f. jurídico jur todo acontecimento voluntário, como o ato jurídico e o ato ilícito, ou involuntário, como o caso fortuito ou a força maior, capaz de criar, modificar ou extinguir direitos • de f. 1 realmente; com efeito 2 que existe, que é efetivo, independente de registro legal <sociedade de fato> ¤ etim lat. factum,i 'feito, ação, façanha, empresa'



Diferente de um fato, a palavra falada pode ou não ser constatada. O humano precisa acreditar na palavra falada por Jesus, pois a palavra falada por Jesus é a pura “verdade”. Se a palavra falada por Jesus estiver em oposição a qualquer palavra, mesmo uma palavra registrada nas Escrituras, aquele que acredita em Jesus abraçará a palavra falada por Jesus e rejeitará esta outra palavra supostamente saída da boca de Jeová. A verdade não se contradiz.

O humano precisa acreditar na palavra falada por Jesus como se já fosse um fato comprovado.

Os discípulos de Moisés confiavam plenamente em Moisés. Eles não se deixaram convencer com as palavras de Jesus, muito embora Jesus tenha revelado seus poderes, e eles tenham reconhecido que ninguém poderia fazer aquelas coisas feitas por Jesus, sem que IHVH tivesse dado tais poderes a ele. Mesmo assim, eles revelaram confiar plenamente nas informações dadas a eles por Moisés, no caso das informações dadas por Jesus serem opostas às de Moisés.

Jesus estava trazendo novas informações. Muitas destas informações contrariavam informações recebidas de antepassados respeitáveis. Algumas informações eram referentes a acontecimentos em um futuro imediatamente à frente, enquanto que outras aconteceriam a médio prazo e enquanto que outras ocorreriam a longo prazo. Por exemplo, Jesus falava para seus discípulos que ele sofreria às mãos dos judeus, que seria morto e que no terceiro dia ele seria ressuscitado.

Mas, tendo tantos poderes, Jesus permitiria que isto acontecesse?? Tendo poderes para dizimar o opositor, que humano até então tinha permitido tal coisa acontecesse consigo?? Quem iria ressuscitar Jesus?? Como ele podia ter certeza que seria em três dias??

Os discípulos precisavam acreditar em Jesus, não precisavam??

Será que duvidariam destas afirmações de Jesus??

Você acredita em mim??

Não é uma questão de acreditar que eu existo, que eu sou humano ou coisas deste tipo.

Envolve acreditar nas informações que saem da minha boca. Envolve acreditar em cada palavra que eu falo, acreditar em cada informação que sai da minha boca.

Lembra da palavra incondicional falada ali em cima??

Não devemos desperceber que, na mesma frase Jesus falou em duas situações diferentes, isto é, aquele que, embora cresse e que morreria, e aquele que, estando vivo e cresse jamais morreria, ou seja, jamais experimentaria a morte.

Você acredita em Jesus??

Ele afirmou:

1.      Aquele que acredita em mim, mesmo que morra, viverá de novo. Aquele que está convencido da veracidade da minha afirmação e a aceita, mesmo que morra viverá de novo.

2.      Aquele que acredita em mim, estando vivo, jamais morrerá. Não morrerá de velhice. Aquele que está convencido da veracidade da minha afirmação e a aceita, estando vivo, jamais morrerá. Isto deixa bem claro que dependendo do quanto eu acreditar nas informações de Jesus eu poderei continuar vivo ou morrer.

3.      Se você não conseguir continuar a viver, você será ressuscitado.



Alguém, de forma lógica, questionaria:

- “Mas Jesus, eu sou um ‘homem imperfeito’ e descendente de Adão, logo, isto é impossível para mim, pois todos os imperfeitos descendentes de Adão estão automaticamente condenados a morrer, independente do que façam, pois herdamos o pecado de Adão. Jesus, só uma pessoa perfeita é que não morre.”

Alguém poderia continuar questionando, em face do conceito pessoal sobre pecado:

- “Jesus, eu creio na ressurreição, mas, a morte é o fim natural, esperado e irreversível para todo humano, pois somos descendentes de Adão”.

- “Jesus, depois que Adão desobedeceu, ele recebeu a imperfeição, que seria a incapacidade de obedecer aos mandamentos Deus. Adão repassou para mim esta incapacidade de obedecer”.

Neste caso, o que Jesus tinha acabado de afirmar??

Jesus tinha acabado de afirmar: “A morte não é um mal inevitável para o descendente de Adão. É possível para você, a partir de agora, continuar a viver e jamais morrer. Você tem esta CAPACIDADE, agora. Desde que APRENDAS como; está em tuas mãos. Você acredita em mim??”

Notamos que a afirmação de Jesus era 100% oposta à informação tida como verdadeira pelo humano até aquela data. Não podemos esquecer que Jesus veio estabelecer a “verdade” e a verdade não se contradiz. Existia uma mentira na mente do humano e Jesus estava informando uma verdade.

Mas Jesus, se eu sou imperfeito descendente de Adão, como eu deixaria de morrer em face de acreditar em você??

Jesus afirmou: Isto é possível.

Ficou bem claro que o humano não estava impossibilitado de continuar a viver pelo fato de ser fisicamente “imperfeito” (estar fisicamente debilitado, ou com defeitos). Ficou bem claro que o problema principal não estava no físico do humano.

Jesus, existem casos em que a debilidade física do humano está além de recuperação. Nestes casos, o que acontecerá com este humano??

Bem, este humano morrerá, e eu o ressuscitarei no último dia.

Pode um iníquo deixar de ser iníquo e passar a ser justo?? Poderá fazer isso sem passe de mágica?? Isto acontece em um passe de mágica?? Isso depende do iníquo ou depende de Deus??

Por ter cometido um pecado, ele se tornou um “iníquo”. Seria isso uma marca perpétua?? Seria uma condição perpétua?? Tornou-se um caso perdido??

Será que ele ainda pode se tornar um “justo”?? “Justo” é aquele que continua a viver, não é?? Justo é aquele que satisfaz todas as condições para continuar a viver. Foi o que o Pai falou, não é verdade??

Agora, analisemos estas duas frases:

1.      Você morre porque você é um imperfeito filho de Adão” – trata-se de uma informação que me levará a certas conclusões e a certas palavras e ações em relação a mim mesmo. Vou morrer automaticamente. Não importa o que eu faça, eu vou morrer mesmo. Estou amaldiçoado. A responsabilidade não é minha.

2.      Você só morre porque você comete pecado – trata-se de outra informação base para outras conclusões, palavras e ações. Se eu não cometer pecado eu vou continuar a viver. A responsabilidade é só minha.

Bem, aquele que estivesse interessado, não se acanharia e certamente perguntaria a Jesus o “como”.

- Jesus, “como” isto aconteceria?? Eu já cometi pecados, não vou morrer automaticamente?? Não estou “condenado” a morrer automaticamente?? Não estou amaldiçoado?? O que fazer para continuar a viver (não morrer) mesmo depois de já ter cometido pecados?? Isto é uma coisa possível?? Centenas de anos antes, o que o Pai falou a respeito disto??

O que tem acontecido é que muitos simplesmente rejeitam esta palavra de Jesus, discordando dela e apresentando as impossibilidades existentes em suas mentes como argumentos indestrutíveis formados por informações contrárias às informações dadas por Jesus. Desta forma, estes rejeitam a palavra (informação) de Jesus ANTES de buscar ouvir para poder entender. Será que o Pai já havia dado esta mesma informação para o humano?? Que reação teve o humano depois de ouvir a informação dada pelo Pai?? Muitos apontam para as escrituras, afirmando que Jesus não afirmaria nada que violasse o que já estava escrito nas “escrituras”. Em nome de uma suposta coerência das “escrituras”, eles rejeitam a informação dada por Jesus.

Quem foi que estipulou as condições para a continuidade da vida do humano?? Foi o Pai. Quando Ele fez isso??

Quando foi que o Pai estipulou as condições para a continuidade da vida do humano?? Foi na hora do projeto. Foi na hora em que em começou a projetar o humano e o lugar onde o humano deveria viver o seu dia a dia, ou seja, o ambiente natural do humano.

Será que o humano pode viver no planeta Marte??

Sabemos que as condições naturais do planeta Marte não satisfazem a necessidade do humano, sendo hostil para o humano. Sabemos da existência de uma incompatibilidade.

Para o humano conseguir sobreviver em Marte teria de acontecer uma das duas opções que se seguem:

1 – O planeta Marte se adaptar às necessidades físicas do humano.

2 – O humano se adaptar às características físicas do planeta Marte.

Percebemos que as condições originais do planeta Terra fazem parte do somatório das condições essenciais para a continuidade da vida do humano. É imprescindível que o humano esteja no ambiente que foi projetado para ser seu habitat ideal.

O que é um habitat??

Habitat – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: conjunto de circunstâncias físicas e geográficas que oferece condições favoráveis à vida e ao desenvolvimento de determinada espécie animal ou vegetal

habitat Datação: 1881 Língua: latim Pronúncia: habìtat, corrente abìtat

n substantivo masculino de dois números

1 Rubrica: ecologia.

conjunto de circunstâncias físicas e geográficas que oferece condições favoráveis à vida e ao desenvolvimento de determinada espécie animal ou vegetal

2 Rubrica: ecologia.

tipo de ambiente caracterizado por um conjunto de condições bióticas e abióticas integradas

3 Rubrica: antropogeografia.

conjunto de condições de organização e povoamento pelo homem do meio em que vive

Exs.: h. urbano

h. rural

4 Derivação: por extensão de sentido.

local onde algo é ger. encontrado ou onde alguém se sente em seu ambiente ideal

Obs.: f.aport.: hábitat

Ex.: ao ser admitida na biblioteca, ela encontrou o seu h.



O habitat ideal do humano é o planeta Terra, pois é aqui que existem as condições ideais para a existência do ser humano. Isto foi estabelecido na hora do projeto.

É óbvio que o humano precisa tomar ciência de como proceder neste habitat ideal, pois o humano tem a capacidade de modificar este habitat ideal, tirando dele aquele equilíbrio original.

Toda e qualquer ação tomada pelo homem que venha a ferir (modificar) este habitat ideal (original), pode ser rotulado de pecado. Na verdade, trata-se de uma ação contra si mesmo. Uma ação contra a continuidade de sua própria vida.

Percebemos que pecado é toda ação que ponha a vida em risco.

Seria uma grande rebeldia do humano desejar viver em outro habitat. Seria uma rebeldia contra o projeto e contra o Projetista.

Percebemos também que a vida do humano está diretamente relacionada com o seu habitat ideal e diretamente ligada ao seu habitat ideal (original), pois fora do seu habitat ideal ele morre e se o seu habitat deixar de ser o ideal, ele também morre.

Será que existe algo de mágico nisso??

Percebemos a existência de “condições” que o humano deve satisfazer para dar continuidade à sua vida.

Sendo o humano projetado para tomar “decisões” diante das circunstâncias aos seus olhos, o que o humano usará como “base” para tomar suas decisões??

Dependendo da decisão tomada, o humano modificará ou não as naturais condições do seu habitat ideal, revelando ao final, ser vida ou morte para ele mesmo. Percebemos que cada decisão tomada se assemelha a uma semente plantada.

Percebemos que o humano precisa de “informações” para que suas decisões sejam as decisões corretas em relação à sua continuidade de vida em curto, médio e longo prazo.

O QUE OS MEUS OLHOS VÊM??

Dependendo do que eles vejam, me transformo em “fonte” do que??



Estes homens viam os pássaros nas suas lindas cores e, no entanto, eram cegos.

Estes homens ouviam o lindo cantar de todos os pássaros e, no entanto, eram surdos.

Será que eu também sou como aqueles humanos?? Será que eu alcancei o mesmo estado destes homens??

O que será que estes homens não viam?? O que será que estes homens não ouviam??

(Mateus 13:13-15) 13 É por isso que lhes falo usando ilustrações, porque olhando, olham em vão, e ouvindo, ouvem em vão, nem entendem; 14 e é neles que tem cumprimento a profecia de Isaías, que diz: ‘Ouvindo ouvireis, mas de modo algum entendereis; e olhando olhareis, mas de modo algum vereis. 15 Pois o coração deste povo tem ficado embotado e seus ouvidos têm ouvido sem reação, e eles têm fechado os olhos; para que nunca vissem com os olhos, nem ouvissem com os ouvidos, nem entendessem com os corações e se voltassem, e eu os sarasse.

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 13:13-15) 13 Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem nem entendem. 14 E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, e de maneira alguma entendereis; e, vendo, vereis, e de maneira alguma percebereis. 15 Porque o coração deste povo se endureceu, e com os ouvidos ouviram tardamente, e fecharam os olhos, para que não vejam com os olhos, nem ouçam com os ouvidos, nem entendam com o coração, nem se convertam, e eu os cure.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Mateus 13:13-15) 13 Por isso lhes falo em parábolas, porque vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem. 14 Neles se está cumprindo a profecia de Isaías, que diz: Certamente ouvireis, e de nenhum modo entendereis; Certamente vereis, e de nenhum modo percebereis. 15 Pois o coração deste povo se fez pesado, E os seus ouvidos se fizeram tardos, E eles fecharam os olhos; Para não suceder que, vendo com os olhos E ouvindo com os ouvidos, Entendam no coração e se convertam, E eu os sare.

Segundo as palavras de Jesus, o caso daqueles humanos era um caso de que??

Segundo Jesus, era um caso de “cura”.

Quem é que precisa de cura?? Somente aquele que está doente. Somente aquele que carrega uma enfermidade.

Em um estado como este, o que era necessário que Jesus fizesse?? Visando ajudá-los, o que era necessário que Jesus fizesse?? Era necessário que Jesus desse algumas gotas do seu sangue?? Era necessário que Jesus desse pedaços de sua carne??

Era necessário um passe de mágica?? Era necessário um milagre??

Era necessário que Jesus fizesse exatamente aquilo que ele fez, isto é, expor as coisas através de palavras e de ilustrações. Era extremamente necessário que Jesus facilitasse as coisas. Tudo estava centralizado nas “palavras”. Tudo estava centralizado nas “informações”.

Por isso lhes falo.

Jesus podia vê-los como pessoas que estavam além de ajuda, ou seja, como um caso perdido. Muitos afirmam que Jesus desejava confundi-los ainda mais com as ilustrações e parábolas, enganando-os como fizeram os filhos de Jacó no caso Diná e Siquém, algo que os que idolatram Jacó afirmam ser algo normal e natural, afinal os enganados eram um caso perdido. No entanto, a personalidade de Jesus não lhe permitiria agir assim. Será que Jesus era um mentiroso e hipócrita?? Será que enganá-los seria uma ação amorosa ou desamorosa?? Jesus mostrou ser um “ajudador”, um autêntico ajudador, um imparcial ajudador, não fazendo acepção de doentes. O real objetivo de Jesus era facilitar as coisas para aquelas pessoas, para que elas pudessem raciocinar. As parábolas tinham como objetivo fazê-los pensar, pois só muda de opinião aquele que pensa, ou seja, aquele que manipula em seu cérebro as informações recebidas, para poder chegar a uma conclusão se certas coisas são certas ou erradas.

Estando aquelas pessoas presas a certas informações nas quais elas acreditavam religiosamente, era necessário dar a estas pessoas algo que tivesse a capacidade de quebrar aquele círculo vicioso de pensamentos, minando aquela confiança que tinham nas informações de seus antepassados.

A CONFISSÃO

Conhecendo plenamente o ser humano, lógico, Ele foi o seu projetista e criador, de forma antecipada, Jeová revela quais seriam as palavras faladas por estes homens que não entendiam as parábolas de Jesus. Depois de algum tempo, depois de passarem por estas experiências registradas, estes homens da geração de Jesus fariam uma triste confissão. Para muitos homens da geração de Jesus, ainda está adiante de nós o dia desta confissão.

(Isaías 53:3-6) 3 Ele foi desprezado e evitado pelos homens, homem para ter dores e para conhecer doença. E era como se se ocultasse de nós a face. Foi desprezado e não o tivemos em conta. 4 Verdadeiramente, foram as nossas doenças que ele mesmo carregou; e quanto às nossas dores, ele as levou. Mas nós mesmos o considerávamos afligido, golpeado por Deus e atribulado. 5 Mas ele estava sendo traspassado pela nossa transgressão; estava sendo esmigalhado pelos nossos erros. O castigo intencionado para a nossa paz estava sobre ele, e por causa das suas feridas tem havido cura para nós. 6 Todos nós temos andado errantes quais ovelhas; viramo-nos cada um para o seu próprio caminho; e o próprio Jeová fez que o erro de todos nós atingisse aquele.

 

Assim verte a Tradução Almeida: (Isaías 53:3-6) 3 Era desprezado, e rejeitado dos homens; homem de dores, e experimentado nos sofrimentos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum. 4 Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. 5 Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. 6 Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Isaías 53:3-6) 3 Era desprezado e rejeitado dos homens; um varão de dores, e que tinha experiência de enfermidades. Como um de quem os homens escondiam o rosto, era ele desprezado, e dele não fizemos caso. 4 Verdadeiramente foi ele quem tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as nossas dores; e nós o reputávamos como aflito, ferido de Deus e oprimido. 5 Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos devia trazer a paz, caiu sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos nós sarados. 6 Todos nós temos andado desgarrados como ovelhas; temo-nos desviado cada um para o seu caminho; e Jeová fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.

PISADURAEsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): lesão, contusão

pisadura Datação: sXV

n substantivo feminino

1 vestígio ou sinal de pisadas

2 lesão produzida por golpe ou impacto, sem dilaceração ou rotura da pele; contusão

3 Regionalismo: Nordeste do Brasil.

qualquer ferida em lombo de animais

- “Desculpe-me, eu tomei uma decisão errada; perdoe-me, pois eu tomei uma decisão errada”.

Isto é uma confissão.

O humano está sempre sendo confrontado com circunstâncias que lhe pedem ou exigem uma decisão. Toda palavra e toda ação é fruto de uma decisão.

O humano sempre toma decisões??

Ignorantes e sábios, sempre tomam decisões??

Sim. Não é esta a característica determinante de uma pessoa que possui o livre-arbítrio??

Não é esta a marca registrada do humano??

Decisãoesta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: ato ou efeito de decidir; qualquer espécie de resolução sobre algum assunto; deliberação.

decisão

s.f. (1550) 1 ato ou efeito de decidir; determinação 2 resolução tomada após julgamento; juízo, sentença 3 p.ext. qualquer espécie de resolução sobre algum assunto; deliberação 4 capacidade de resolver sem hesitação; coragem, firmeza 5 desp B jogo decisivo; final ¤ etim fr. décision 'id.', este do lat. decisìo,ónis 'diminuição, transação, decisão' ¤ sin/var ver sinonímia de coragem; ver tb. antonímia de hesitação e indiferença ¤ ant hesitação, indecisão, perplexidade, vacilação; ver tb. antonímia de coragem

 

Decidiresta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: tomar resolução ou resoluções sobre; deliberar, resolver;

decidir

v. (1532) 1 t.d. e t.i. emitir (alguém com autoridade ou poder para julgar) juízo final sobre (questão, causa etc.) <só os pais devem d. (sobre) as questões entre filhos> 2 t.d.,t.i.int. tomar resolução ou resoluções sobre; deliberar, resolver <a negociação vai d. (sobre) o término da guerra> <acho que ele decidiu bem> 3 t.d. e t.i. estabelecer como norma; estatuir, dispor, decretar <a lei decide que a ninguém é dado desconhecê-la> <a Constituição decide do direito de greve> 4 t.d. e pron. levar ou chegar a um resultado; resolver(-se) <d. um impasse> <a contenda decidiu-se sem grandes problemas> 5 t.d. e pron. anunciar juízo ou resolução; pronunciar-se <o patrão decidiu a suspensão do trabalho> <o sindicato decidiu-se pela continuação da greve> ¤ gram na acp. 3, o complemento do v.t.d. é sempre uma or. subord. subst. introduzida por que ¤ etim lat. decído,is,cídi,císum,ère 'cortar, separar; decidir; resolver' ¤ sin/var ver sinonímia de deliberar ¤ hom decida(1ª3ªp.s.), decidas(2ªp.s.) / descida(f.descido e s.f.) e pl.; decido(1ªp.s.) / descido(part.descer e s.m.) ¤ par dissidir(todos os tempos do v.); decidia(3ªp.s.), decidiam(3ªp.pl.), decidíamos(1ªp.pl.), decidias(2ªp.s.), decidíeis(2ªp.pl.) / dissidia, dissidiam, dissidiamos, dissidias, dissidieis(fl.dissidiar)

 

Quando confrontada com uma circunstância, a pessoa toma uma resolução.

Resoluçãoesta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: meio pelo qual se decide um caso duvidoso, uma questão

resolução

s.f. (sXV) 1 meio pelo qual se decide um caso duvidoso, uma questão <tomou uma r. e acabou o problema> 2 capacidade de decidir; expediente <era um homem de r.> 3 decisão tomada após deliberação <a r. do caso foi a melhor possível> 4 transformação, mudança física <r. de nuvens em chuva> 5 cine fot tv processo ou capacidade de tornar bem visível, nítida, uma imagem registrada por câmara de fotografia, cinema ou TV 6 jur meio de extinção de contrato, nos casos de condição resolutiva nele prevista 7 lóg operação intelectual que consiste em decompor um todo em partes, ou uma proposição complexa em proposições simples 8 med desaparecimento de um estado mórbido sem cirurgia 9 med abolição ou diminuição da contratibilidade muscular 10 mús movimento melódico de uma dissonância para uma consonância ¤ etim lat. resolutìo,ónis 'ação de desatar, libertação etc.' ¤ sin/var ver sinonímia de coragem e solução e antonímia de hesitação e indiferença ¤ ant hesitação, indecisão, indeterminação, irresolução, perplexidade; ver tb. antonímia de coragem e sinonímia de hesitação e indiferença


Cada circunstância traz ao humano uma questão. Ao observar a circunstância, o humano fará dela uma análise. Depois desta análise, o humano tomará uma resolução quanto ao que ele fará em relação àquela circunstância (questão).

Até mesmo o não fazer nada em relação àquela circunstância é uma decisão, uma resolução tomada após análise da circunstância.

A decisão tomada poderá ser a decisão certa ou a decisão errada.

O humano não pode fugir desta realidade inerente a ele próprio.

Será que um humano poderia viver sem tomar nenhuma decisão??

Para que isto acontecesse, este humano seria transformado em um mero robô. Ele reagiria a comandos diretos e depois entraria em repouso aguardando novos comandos.

Foi o Criador quem definiu as coisas desta forma. Isto estava definido desde o projeto.

Neste caso, quando é que o humano fará aquela confissão acima??

O que é necessário acontecer até o humano fazer tal confissão??

O que isto tem a ver com o processo de cura do pecado??

Continuemos a sabatina sobre cura para o pecado.

·         LÁ ESTÁ ALGUÉM QUE ESCRAVIZA SERES HUMANOS – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         SENDO UM EGÍPCIO ESCRAVIZADOR, O QUE TEUS OLHOS VÊM??

·         SENDO UM SERVO UNGIDO DE DEUS ESCRAVIZADOR, O QUE TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UMA PROSTITUTA – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UM APÓSTATA – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UM ADÚLTERO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UM PEDÓFILO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UMA ADÚLTERA – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ DAVI E SUAS MUITAS MULHERES, O QUE TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ O ASSASSINO DE TEU FILHO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ A TUA ESPOSA ADÚLTERA – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UM LEPROSO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UM CEGO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ AQUELE QUE ROUBOU O TEU CARRO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ MOISÉS – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ O REI DAVI – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ JACÓ – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ O REI MANASSÉS – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ JÓ – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÃO OS HOMENS DE SODOMA – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ CAIM – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ ADÃO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ EVA – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ JUDAS ISCARIOTES – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UM ADORADOR DE BEZERROS DE OURO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ O GIGANTE GOLIAS – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ O TEU FILHO LADRÃO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ O TEU FILHO ASSASSINO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ AQUELE QUE ASSASSINOU O TEU FILHO - O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ O TEU FILHO BEBERRÃO, GLUTÃO E REBELDE – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UMA MULHER QUE SE CASOU SEM SUA VIRGINDADE – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         SERÁ QUE TEUS OLHOS IMPARCIAIS VÊM ALGUÉM A SER MORTO; TEUS OLHOS VÊM ALGUÉM QUE TEM DE PAGAR POR SEUS ERROS??

·         LÁ ESTÁ VOCÊ – O QUE OS TEUS IMPARCIAIS OLHOS VÊM??

PECADOR – AOS OLHOS DE MOISÉS ERA ALGUÉM A SER MORTO, ALGUÉM DE QUEM NÃO SE DEVIA SENTIR PENA, ALGUÉM QUE VOCÊ NÃO DEVIA MAIS AMAR, ANTES, QUE DEVIA ODIAR, ALGUÉM QUE TINHA DE PAGAR PELOS SEUS PECADOS, ALGUÉM QUE NÃO PODIA FICAR IMPUNE, ALGUÉM QUE TINHA DE SER REMOVIDO DO MEIO DO POVO.

Será que Jeová concordava com Moisés?? Tinha Jesus a mesma personalidade de Moisés?? Jesus tinha muito mais poder do que Moisés, não tinha?? Estando Jesus sob as mesmas circunstâncias pelas quais Moisés passou, seriam as reações de Jesus idênticas às reações de Moisés??

Como um bom levita que era, Moisés deu o seu exemplo: Diante de uma circunstância, que decisão tomou Moisés?? Ele matou um homem que praticava uma iniquidade contra outro homem que ele considerava um irmão e ao qual ele atribuía um alto valor. Na defesa de uma vítima ele matou um homem, a quem ele passou a atribuir uma baixo valor. Aquele iníquo egípcio tinha de pagar pelo seu pecado e Moisés tomou a iniciativa de fazê-lo pagar. Moisés decidiu matar o egípcio e matou o egípcio. Como deixar impune um incircunciso (outro grupo) que pratica um mal contra um circunciso (meu grupo)?? Colocar-se à favor da vítima e contra o agressor é a coisa certa a ser feita, não é??? Deveria tal agressor ficar impuni?? Deveria continuar a amar o agressor com o mesmo amor que ama a vítima??

Moisés mostrou ser uma fonte de morte e de violência. Foi o que saiu dele, não foi??

Você não pratica uma “maldade” contra aquela pessoa que tem um Alto valor para você, mesmo que ela faça algo grave contra você.

O que fez Moisés?? Moisés valorizou o hebreu (a vítima) e desvalorizou o egípcio (o agressor). Não podemos esquecer que Moisés via o hebreu como sua família e o egípcio como não fazendo parte de sua família. Os valores atribuídos ao egípcio e ao hebreu eram bem diferentes.

(Êxodo 2:11-12) 11 Sucedeu então, naqueles dias, tornando-se Moisés forte, que ele saiu, indo ter com seus irmãos para ver os fardos que levavam; e avistou certo egípcio golpeando certo hebreu dos seus irmãos. 12 Ele se virou então para um lado e para outro, e viu que não havia ninguém à vista. Golpeou então o egípcio e encobriu-o na areia.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Êxodo 2:11-12) 11 Ora, aconteceu naqueles dias que, sendo Moisés já homem, saiu a ter com seus irmãos e atentou para as suas cargas; e viu um egípcio que feria a um hebreu dentre, seus irmãos. 12 Olhou para um lado e para outro, e vendo que não havia ninguém ali, matou o egípcio e escondeu-o na areia.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo 2:11-12) 11 Por aqueles dias, sendo Moisés já homem, saiu a ter com seus irmãos, e para as suas cargas atentou; e viu um egípcio ferindo a um de seus irmãos hebreus. 12 Olhou para uma e outra parte e, vendo que não havia ali ninguém, matou o egípcio e escondeu-o na areia.

Como resolver os problemas dentro do reino e com reinos vizinhos?? O súdito deve ser fonte de que??

Jesus revelou que deveriam ser usados apenas dois mandamentos para resolver todos os problemas do dia a dia do reino. Isto significava que os súditos tinham dois mandamentos básicos para resolverem todos os seus problemas dentro do reino, tanto em relação aos naturais do reino como em relação aos estrangeiros que estivessem dentro do reino. Segundo Jesus, aqueles humanos deviam tomar todas as suas decisões de acordo com dois mandamentos básicos.

Segundo a informação dada por Jesus, toda e qualquer decisão que o humano tomasse, deveria ter apenas duas diretrizes como base para suas decisões no dia a dia.

Jeová é uma pessoa Santa. O que os mandamentos dados por Jeová revelam a respeito de Sua personalidade (de Jeová)??

Os mandamentos saídos da boca de Jeová são frutos dos sentimentos existentes no coração de Jeová. Podemos afirmar que os mandamentos saídos da boca de Jeová são a consequência da personalidade de Jeová; que são consequência dos sentimentos de Jeová. Podemos dizer que são frutos, não podemos?? Sendo Jeová a fonte de sabedoria, os mandamentos saídos de Sua boca são frutos de plena sabedoria. O que estes mandamentos transmitidos por Moisés revelam a respeito da personalidade de Jeová?? Quais são os sentimentos que saltam aos olhos ao analisarmos tais mandamentos?? Quais são os sentimentos que formam a base para a existência de tais mandamentos?? Será que confirmam as palavras de Jesus que afirmou:

(Mateus 22:36-40) 36 Instrutor, qual é o maior mandamento na Lei?” 37 Disse-lhe: “‘Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua mente.’ 38 Este é o maior e primeiro mandamento. 39 O segundo, semelhante a este, é: ‘Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.’ 40 DESTES DOIS mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.”

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 22:36-40) 36 Mestre, qual é o grande mandamento da Lei? 37 Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento. 38 Este é o grande e primeiro mandamento. 39 O segundo semelhante a este é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. 40 DESTES DOIS mandamentos dependem toda a Lei e os profetas.

Aquele que tem fé nesta afirmação de Jesus irá sabatinar todos os mandamentos existentes, analisando-os segundo esta fundamental regra informada por Jesus. Trata-se de uma chave a ser usada para revelar se o mandamento é originário de Jeová, O Santo, ou não. Que espécie de sentimentos se deveria ter pelos iníquos?? Será que o “iníquo” era um próximo a ser amado?? Devo amar o iníquo?? O iníquo e o justo devem ser amados por mim na mesmíssima proporção??

Que outra regra de comportamento afirmou Jesus que resumia toda a lei e os profetas??

(Mateus 7:12) 12 Todas as coisas, portanto, que quereis que os homens vos façam, vós também tendes de fazer do mesmo modo a eles; isto, de fato, é o que a Lei e os Profetas querem dizer.

 

Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 7:12) 12 Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles; porque esta é a lei e os profetas.

Segundo o olhar de Jesus, qual era a lei a ser obedecida??

·         Todas as coisas, portanto, que quereis que os homens vos façam, vós também tendes de fazer do mesmo modo a eles;

·         tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles;

Segundo Jesus, eu devia tomar minhas decisões em relação aos problemas do dia a dia segundo as informações que ele estava transmitindo.

Se eu usar as informações de Jesus como base para tomar as minhas decisões, certamente que terei um determinado modo de resolver meus problemas.

Se eu usar as informações de Moisés como base para resolver os meus problemas no dia a dia, será que tomarei as mesmas decisões que eu tomaria usando as informações de Jesus??

Vejamos agora alguns dos mandamentos dados por Moisés para o povo, visando achar neles esta “lei” que Jesus via e obedecia. Em cada um dos mandamentos citados abaixo, busquemos achar os dois mandamentos base, indicados por Jesus.

1 - A mulher se casou sem a sua virgindade

(Deuteronômio 22:20-21) 20Se, porém, este assunto se provou verdadeiro, não se achando evidência de virgindade na moça, 21 então eles têm de levar a moça para fora, à entrada da casa de seu pai, e os homens da sua cidade têm de matá-la a pedradas e ela tem de morrer, porque cometeu uma ignominiosa insensatez em Israel, cometendo prostituição na casa de seu pai. Assim tens de eliminar o mal do teu meio.

Assim verte a Tradução Almeida: (Deuteronômio 22:20-21) 20 Se, porém, esta acusação for confirmada, não se achando na moça os sinais da virgindade, 21 levarão a moça à porta da casa de seu pai, e os homens da sua cidade a apedrejarão até que morra; porque fez loucura em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai. Assim exterminarás o mal do meio de ti.

2 - Homem e mulher adúlteros

(Deuteronômio 22:22) 22Caso um homem seja encontrado deitado com uma mulher que tenha dono, então ambos têm de morrer juntos, o homem que se deitou com a mulher e a mulher. Assim tens de eliminar o mal de Israel.

Assim verte a Tradução Almeida: (Deuteronômio 22:22) 22 Se um homem for encontrado deitado com mulher que tenha marido, morrerão ambos, o homem que se tiver deitado com a mulher, e a mulher. Assim exterminarás o mal de Israel.

3 - Filho obstinado e rebelde

(Deuteronômio 21:18-21) 18Caso um homem tenha um filho obstinado e rebelde, que não escuta a voz de seu pai nem a voz de sua mãe, e eles o tenham corrigido, porém, ele não os queira escutar, 19 então seu pai e sua mãe têm de pegar nele e trazê-lo para fora aos anciãos da cidade dele e ao portão do seu lugar, 20 e têm de dizer aos anciãos da sua cidade: ‘Este filho nosso é obstinado e rebelde; não escuta a nossa voz, sendo glutão e beberrão.’ 21 Então todos os homens da sua cidade têm de atirar nele pedras e ele tem de morrer. Assim tens de eliminar o mal do teu meio, e todo o Israel ouvirá e deveras ficará com medo.

Assim verte a Tradução Almeida: (Deuteronômio 21:18-21) 18 Se alguém tiver um filho contumaz e rebelde, que não obedeça à voz de seu pai e à voz de sua mãe, e que, embora o castiguem, não lhes dê ouvidos, 19 seu pai e sua mãe, pegando nele, o levarão aos anciãos da sua cidade, e à porta do seu lugar; 20 e dirão aos anciãos da cidade: Este nosso filho é contumaz e rebelde; não dá ouvidos à nossa voz; é comilão e beberrão. 21 Então todos os homens da sua cidade o apedrejarão, até que morra; assim exterminarás o mal do meio de ti; e todo o Israel, ouvindo isso, temerá.

4 - O homem que não escutar o sacerdote ou o juiz (discordar da palavra falada por este, não obedecer a palavra falada por este, afinal, ele é uma autoridade)

(Deuteronômio 17:12-13) 12 E o homem que se comportar presunçosamente, não escutando o sacerdote que ali está de pé para ministrar a Jeová, teu Deus, ou o juiz, tal homem tem de morrer; e tens de eliminar o mal de Israel. 13 E todo o povo ouvirá e ficará com medo, e não mais agirão presunçosamente.

Assim verte a Tradução Almeida: (Deuteronômio 17:12-13) 12 O homem que se houver soberbamente, não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao Senhor teu Deus, nem ao juiz, esse homem morrerá; assumirá de Israel o mal. 13 E todo o povo, ouvindo isso, temerá e nunca mais se ensoberbecerá.

5 - Adorar outros deuses, se curvar diante de outros deuses

(Deuteronômio 17:2-5) 2Caso no teu meio em uma das tuas cidades que Jeová, teu Deus, te dá seja achado um homem ou uma mulher que pratique o que é mau aos olhos de Jeová, teu Deus, de modo a infringir o seu pacto, 3 e ele vá e adore outros deuses, e se curve diante deles ou diante do sol, ou da lua, ou de todo o exército dos céus, coisa que não mandei, 4 e isso te foi contado, e tu o ouviste e pesquisaste cabalmente, e eis que a coisa ficou estabelecida como verdadeira, fez-se tal coisa detestável em Israel! 5 então tens de levar para fora, aos teus portões, tal homem ou tal mulher que fez essa coisa má, sim, o homem ou a mulher, e tens de matar tal pessoa a pedradas e tal pessoa tem de morrer.

Assim verte a Tradução Almeida: (Deuteronômio 17:2-5) 2 Se no meio de ti, em alguma das tuas cidades que te dá o Senhor teu Deus, for encontrado algum homem ou mulher que tenha feito o que é mau aos olhos do Senhor teu Deus, transgredindo o seu pacto, 3 que tenha ido e servido a outros deuses, adorando-os, a eles, ou ao sol, ou à lua, ou a qualquer astro do exército do céu (o que não ordenei), 4 e isso te for denunciado, e o ouvires, então o inquirirás bem; e eis que, sendo realmente verdade que se fez tal abominação em Israel, 5 então levarás às tuas portas o homem, ou a mulher, que tiver cometido esta maldade, e apedrejarás o tal homem, ou mulher, até que morra.

6 - Incitar alguém a adorar outros deuses

(Deuteronômio 13:12-15) 12Caso ouças dizer numa das tuas cidades que Jeová, teu Deus, te dá para ali morares: 13Homens imprestáveis saíram do teu meio para tentar desviar os habitantes da sua cidade, dizendo: “Vamos e sirvamos a outros deuses”, que não conheceste’, 14 então tens de pesquisar, e investigar, e indagar cabalmente; e se a coisa fica estabelecida como verdadeira, tal coisa detestável foi feita no teu meio, 15 deves impreterivelmente golpear os habitantes daquela cidade com o fio da espada. Devota à destruição pelo fio da espada tanto a ela como a tudo o que houver nela, bem como seus animais domésticos.

Assim verte a Tradução Almeida: (Deuteronômio 13:12-15) 12 Se, a respeito de alguma das tuas cidades que o Senhor teu Deus te dá para ali habitares, ouvires dizer: 13 Uns homens, filhos de Belial, saindo do meio de ti, incitaram os moradores da sua cidade, dizendo: Vamos, e sirvamos a outros deuses!-deuses que nunca conheceste- 14 então inquirirás e investigarás, perguntando com diligência; e se for verdade, se for certo que se fez tal abominação no meio de ti, 15 certamente ferirás ao fio da espada os moradores daquela cidade, destruindo a ela e a tudo o que nela houver, até os animais.

7 - O profeta que falou em franca revolta contra Jeová

(Deuteronômio 13:1-5) 13Caso se levante no teu meio um profeta ou um sonhador de sonho e ele te dê um sinal ou um portento, 2 e se cumpra o sinal ou o portento de que te falou, dizendo: ‘Andemos seguindo outros deuses, que não conheceste, e sirvamo-los’, 3 não deves escutar as palavras deste profeta ou o sonhador daquele sonho, porque Jeová, vosso Deus, vos está pondo à prova para saber se amais a Jeová, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a vossa alma. 4 Deveis andar seguindo a Jeová, vosso Deus, e a ele deveis temer, e seus mandamentos deveis guardar, a sua voz deveis escutar, e a ele deveis servir, e a ele vos deveis apegar. 5 E aquele profeta ou aquele sonhador do sonho deve ser morto, porque falou em revolta contra Jeová, vosso Deus, que vos fez sair da terra do Egito e que te remiu da casa dos escravos, para te desviar do caminho em que Jeová, teu Deus, te mandou andar; e tens de eliminar o mal do teu meio.

Assim verte a Tradução Almeida: (Deuteronômio 13:1-5) 1 Se levantar no meio de vós profeta, ou sonhador de sonhos, e vos anunciar um sinal ou prodígio, 2 e suceder o sinal ou prodígio de que vos houver falado, e ele disser: Vamos após outros deuses que nunca conhecestes, e sirvamo-los, 3 não ouvireis as palavras daquele profeta, ou daquele sonhador; porquanto o Senhor vosso Deus vos está provando, para saber se amais o Senhor vosso Deus de todo o vosso coração e de toda a vossa alma. 4 Após o Senhor vosso Deus andareis, e a ele temereis; os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis; a ele servireis, e a ele vos apegareis. 5 E aquele profeta, ou aquele sonhador, morrerá, pois falou rebeldia contra o Senhor vosso Deus, que vos tirou da terra do Egito e vos resgatou da casa da servidão, para vos desviar do caminho em que o Senhor vosso Deus vos ordenou que andásseis; assim exterminareis o mal do meio vós.

8 - Aquele humano que matou outro humano

(Levítico 24:17-18) 17 “‘E caso um homem golpeie fatalmente qualquer alma do gênero humano, sem falta deve ser morto. 18 E quem golpear fatalmente a alma dum animal doméstico deve dar compensação por ela, alma por alma.

Assim verte a Tradução Almeida: (Levítico 24:17-18) 17 Quem matar a alguém, certamente será morto; 18 e quem matar um animal, fará restituição por ele, vida por vida.

9 - Nações apontadas por Jeová como praticantes de coisas detestáveis

(Deuteronômio 20:16-18) 16 É somente das cidades destes povos que Jeová, teu Deus, te dá por herança, que não deves preservar viva nenhuma coisa que respira, 17 porque deves impreterivelmente devotá-los à destruição: os hititas e os amorreus, os cananeus e os perizeus, os heveus e os jebuseus, assim como te mandou Jeová, teu Deus; 18 a fim de que não te ensinem fazer segundo todas as suas coisas detestáveis que fizeram com os seus deuses e deveras pequeis contra Jeová, vosso Deus.

Assim verte a Tradução Almeida: (Deuteronômio 20:16-18) 16 Mas, das cidades destes povos, que o Senhor teu Deus te dá em herança, nada que tem fôlego deixarás com vida; 17 antes destruí-los-ás totalmente: aos heteus, aos amorreus, aos cananeus, aos perizeus, aos heveus, e aos jebuseus; como Senhor teu Deus te ordenou; 18 para que não vos ensinem a fazer conforme todas as abominações que eles fazem a seus deuses, e assim pequeis contra o Senhor vosso Deus.

10 - Obedecer a estes mandamentos era estar fazendo o que era certo e direito?? Assim falou Moisés

(Deuteronômio 12:28) 28Observa, e tens de obedecer a todas estas palavras que te ordeno, a fim de que vá bem a ti e a teus filhos depois de ti, por tempo indefinido, porque farás o que é bom e direito aos olhos de Jeová, teu Deus.

Assim verte a Tradução Almeida: (Deuteronômio 12:28) 28 Ouve e guarda todas estas palavras que eu te ordeno, para que te vá bem a ti, e a teus filhos depois de ti, para sempre, se fizeres o que é bom e reto aos olhos do Senhor teu Deus.

11 - Vocês devem obedecer a todo este mandamento que hoje vos ordeno

(Deuteronômio 11:22-23) 22Pois, se guardardes estritamente todo este mandamento que vos ordeno, para o cumprir, amando a Jeová, vosso Deus, andando em todos os seus caminhos e apegando-vos a ele, 23 então Jeová terá de desalojar todas estas nações por vossa causa, e certamente desapossareis nações maiores e mais numerosas do que vós.

Assim verte a Tradução Almeida: (Deuteronômio 11:22-23) 22 Porque, se diligentemente guardardes todos estes mandamentos que eu vos ordeno, se amardes ao Senhor vosso Deus, e andardes em todos os seus caminhos, e a ele vos apegardes, 23 também o Senhor lançará fora de diante de vós todas estas nações, e possuireis nações maiores e mais poderosas do que vós.

Usando tais regras definidas por Moisés como base, como seriam as minhas decisões para resolver os problemas do dia a dia no relacionamento em grupo??

Antes de analisar estas informações dadas por Moisés acima, vamos ver o significado duas palavras, maldade e bondade.

Maldade – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: o que prejudica ou ofende; atitude má, perversa; crueldade, desumanidade

maldade Datação: sXIII

n substantivo feminino

1 qualidade do que é mau; perversidade, malignidade, crueldade

Ex.: a m. era inerente à sua natureza

2 o que prejudica ou ofende; atitude má, perversa; crueldade, desumanidade

Ex.: fazer m. com animais

3 intenção maliciosa, que tende a denegrir; mordacidade

Ex.: comentou com m. o desempenho da atriz

4 Uso: informal.

gênio travesso; travessura, traquinice

Ex.: o guri derrubou a jarra por pura m.

5 Regionalismo: Rio Grande do Sul.

pus, esp. o que provém de ferida



Bondade – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: qualidade de quem tem alma nobre e generosa e é naturalmente inclinado a fazer o bem; benevolência, benignidade, magnanimidade; atitude amável, cortês; delicadeza

bondade Datação: sXIII

n substantivo feminino

1 qualidade de quem tem alma nobre e generosa e é naturalmente inclinado a fazer o bem; benevolência, benignidade, magnanimidade

2 ação que reflete essa qualidade

Ex.: um desconhecido fez a b. de socorrê-los

3 atitude amável, cortês; delicadeza

Ex.: tenha a b. de aguardar


ª bondades

n substantivo feminino plural

4 providências que auxiliam; favores

Ex.: tudo foi obra das suas b.



Seguindo as regras definidas por Moisés, o humano seria uma fonte de bondade ou uma fonte de maldade??

Seguindo as regras definidas por Moisés, o humano se tornaria fonte de que?? De amor??

Foi definido algum costume benéfico para com o iníquo?? Como deviam ser tratados os praticantes de coisas detestáveis?? Segundo tais regulamentos dados por Moisés, os praticantes de coisas detestáveis deviam ser “amados e preservados vivos” ou “odiados e mortos”?? Deviam ser tratados com misericórdia ou tratados sem misericórdia?? Deviam ser tratados com bondade ou com maldade??

Como poderiam tomar a iniciativa de recuarem de suas iniquidades se eles seriam odiados e mortos??

Uma coisa ficou bem clara. O que foi?? É que, segundo Moisés, os iníquos não eram para serem amados e nem tratados com bondade. Os mandamentos dados por Moisés incitava-os a odiarem os iníquos e a manterem-se bem afastados dos iníquos, afinal de contas, o iníquo poderia ensiná-los a fazer todas as coisas detestáveis que eles faziam. Os iníquos (os que faziam maldades) deviam ser tratados com maldade.

Todos aqueles humanos tomariam suas decisões quanto a como resolver problemas no dia a dia, usando as informações dadas por Moisés, e ainda diziam que tais “mandamentos” haviam saído de dentro do coração do Pai IHVH.

Como deviam agir em relação aos pecadores??

Segundo Moisés, deviam agir como “Destruidores”.

Que sentimento se devia ter pelos pecadores??

Segundo Moisés, o pecador devia ser evitado, desprezado, odiado, e morto.



Seguindo as regras de Moisés, o humano se tornaria fonte de destruição, fonte de ódio.

Como foi que Moisés agiu com as mulheres de Midiã?? Elas podiam ensinar os israelitas a fazer segundo todas as coisas detestáveis que elas faziam. Algumas mulheres de Midiã já haviam induzido os filhos de Israel a cometerem pecado contra Jeová.

Esta foi a ação de Moisés:

(Números 31:14-18) 14 E Moisés ficou indignado com os homens designados das forças combatentes, os chefes dos milhares e os chefes das centenas, que retornavam da expedição militar. 15 De modo que Moisés lhes disse: “Preservastes viva a toda a fêmea? 16 Eis que estas são as que pela palavra de Balaão serviram para induzir os filhos de Israel a cometerem infidelidade para com Jeová na questão de Peor, de modo que veio o flagelo sobre a assembléia de Jeová. 17 E agora, matai a todo o macho dentre os pequeninos e matai a toda a mulher que tiver tido relações com um homem por se deitar com um macho. 18 E preservai vivas para vós a todas as pequeninas dentre as mulheres, que não tiverem conhecido o ato de se deitar com um macho.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Números 31:14-18) 14 Indignou-se Moisés contra os oficiais do exército, capitães dos milhares e capitães das centenas, que vinham do serviço da guerra. 15 Disse-lhes Moisés: Deixastes viver todas as mulheres? 16 Eis que estas, por conselho de Balaão, fizeram que os filhos de Israel pecassem contra Jeová no negócio de Peor, e assim houve a praga entre a congregação de Jeová. 17 Agora matai a todos os machos entre os pequeninos, e matai as mulheres que conheceram homem, deitando-se com ele. 18 Porém as meninas que não conheceram homem, deitando-se com ele, deixai-as viver para vós.

Havia um grande ressentimento em Moisés, não havia?? Agindo como um suposto protetor dos interesses do povo, Moisés promoveu uma grande carnificina contra mulheres e crianças.

Segundo Moisés o que deveria acontecer aos iníquos vizinhos??

·         deves impreterivelmente devotá-los à destruição: a fim de que não te ensinem fazer segundo todas as suas coisas detestáveis

·         antes destruí-los-ás totalmente; para que não vos ensinem a fazer conforme todas as abominações que eles fazem

Como deviam agir em relação aos pecadores??

Segundo Moisés, deviam agir como “Destruidores”. Passavam a sentir ódio por aquilo que podia prejudicá-los e levá-los ao pecado.

Passavam a sentir ódio pela pedra de tropeço?? Sim, estando perto ou estando longe. Queriam destruir a pedra de tropeço?? Sim. Passavam a sentir inimizade por um desconhecido?? Sim.

O que praticavam contra estes humanos, bondade ou maldade??

Segundo Moisés, que espécies de sentimentos se devia ter por humanos que ainda não lhes haviam feito nada de mal contra a pessoa dele?? Certamente, não era o amar a tais humanos como amar a si mesmos. Estava configurado o judeu fazer a estes homens o que gostaria que eles fizessem aos judeus?? Será que este mandamento se encaixa naquele “espírito” da lei indicado por Jesus??

Moisés, o que devo fazer diante de tal circunstância?? Moisés, que decisão devo tomar diante de tal circunstância??

Bem, Moisés deu a informação sobre qual devia ser a minha decisão.

Manter-se bem afastado e destruir aqueles que praticam abominações”este foi o mandamento dado por Moisés. Trata-se de ações de ódio contra os praticantes de coisas abomináveis.

Para se proteger deles, sinta inimizade por eles.

Vocês são destruidores de iníquos” - esta foi o mandamento dado por Moisés para o povo supostamente santo. Esta era a diretriz deixada por Moisés para o relacionamento da nação de Israel com os povos da terra de Canaã, e quaisquer outros pecadores com quem viessem a conviver.

Depois de estar ciente de alguns dos mandamentos dados por Moisés para o povo, poderemos agora sabatinar tais mandamentos em relação àquela definitiva regra informada por Jesus. Será que tais mandamentos satisfazem àquela definitiva regra informada por Jesus?? Tais mandamentos têm por base o amor a Deus acima de tudo e o amor ao próximo como a si mesmo?? A verdade não se contradiz.

Decerto, se questionará: Ora, Moisés e os adoradores de Jeová, tinham de amar àqueles praticantes de coisas detestáveis?? Os adoradores de Jeová tinham de amar os iníquos incircuncisos?? Os adoradores de Jeová tinham de praticar a bondade para os praticantes de coisas detestáveis?? Os iníquos incircuncisos eram próximos ou não eram próximos?? Deviam amar àqueles que podiam induzi-los a praticar um pecado?? Deviam amar aqueles que podiam lhes ensinar a praticar pecados??

Moisés mandou o povo escolhido praticar a “maldade”??

Destruir a vida é um ato de bondade ou de maldade??

Tinha algum deles a capacidade de repor aquela vida destruída por eles??

O que é qualquer um que pratique a maldade??

A verdade não se contradiz.

Faça aos outros aquilo que gostarias que fizessem a vocêsonde se aplicaria tal lei informada e obedecida por Jesus, nestes mandamentos dados por Moisés?? Como os humanos poderiam obedecer aos mandamentos dados por Moisés e ainda agirem de acordo com este “resumo da lei” informado por Jesus?? Será que esta é a base dos mandamentos dados por Moisés e citados acima?? Será que tais mandamentos acima são oriundos de uma fonte de “amor e preservação” ou de uma fonte de “ódio e destruição”??

·         PECADOR - AOS OLHOS DO FARISEU ERA ALGUÉM A SER DESPREZADO (SEM VALOR).

·         AO OLHAR PARA TODAS ESTAS PESSOAS, O QUE OS OLHOS DE JESUS VÊM??

·         O PECADOR, QUALQUER PECADOR - AOS OLHOS DE JESUS, O QUE ERA??

·         BUSCAR PARA MATAR OU BUSCAR PARA CURAR??

Se eu usar as informações dadas por Jesus como base para minhas decisões para resolver meus problemas de relacionamento com outros humanos, certamente minhas decisões serão bem diferentes daquelas que eu tomaria se usasse as informações dadas por Moisés, não serão??

PECADOR - AOS OLHOS DE JESUS É ALGUÉM A SER CURADO (COM VALOR). É ALGUÉM QUE NECESSITA DE UMA CURA. TRATA-SE DE ALGUÉM QUE NECESSITA SER RETIRADO DAQUELE ESTADO DOENTIO.

Jesus revela o que ele via: (Mateus 9:11-13) 11 Vendo isso, porém, os fariseus começaram a dizer aos discípulos dele: “Por que é que o vosso instrutor come com os cobradores de impostos e os pecadores?” 12 Ouvindo-os, ele disse: “As pessoas com saúde não precisam de médico, mas sim os enfermos. 13 Ide, pois, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício.’ Pois eu não vim chamar os que são justos, mas pecadores.”

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 9:11-13) 11 E os fariseus, vendo isso, perguntavam aos discípulos: Por que come o vosso Mestre com publicanos e pecadores? 12 Jesus, porém, ouvindo isso, respondeu: Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos. 13 Ide, pois, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios. Porque eu não vim chamar justos, mas pecadores.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Mateus 9:11-13) 11 Os fariseus, vendo isto, perguntavam aos discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores? 12 Mas Jesus, ouvindo-o, disse: Os sãos não precisam de médico, mas sim os enfermos. 13 Porém ide aprender o que significa: Misericórdia quero, e não holocaustos; pois não vim chamar os justos, mas os pecadores.

As palavras segundo Marcos:

(Marcos 2:16-17) 16 Mas os escribas dos fariseus, quando viram que ele comia com os pecadores e os cobradores de impostos, começaram a dizer aos discípulos: “Come ele com os cobradores de impostos e os pecadores?” 17 Ao ouvir isso, Jesus disse-lhes:Os fortes não precisam de médico, mas sim os enfermos. Não vim chamar os que são justos, mas pecadores.”

Assim verte a Tradução Almeida: (Marcos 2:16-17) 16 Vendo os escribas dos fariseus que comia com os publicanos e pecadores, perguntavam aos discípulos: Por que é que ele como com os publicanos e pecadores? 17 Jesus, porém, ouvindo isso, disse-lhes: Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos; eu não vim chamar justos, mas pecadores.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Marcos 2:16-17) 16 Vendo os escribas dos fariseus que ele comia com os pecadores e publicanos, perguntaram aos discípulos dele: Como é que ele come com os publicanos e pecadores? 17 Jesus, ouvindo isto, respondeu-lhes: Os sãos não precisam de médico, mas sim os enfermos; eu não vim chamar os justos, mas os pecadores.

Comer com tais pecadores era visto pelos sacerdotes e pelos fariseus como estar pecando contra Deus.

Concordando com os mandamentos dados por Moisés e obedecendo-os, ou seja, usando as informações de Moisés como base para suas decisões em face dos problemas, os sacerdotes, os escribas e os fariseus, e os demais adoradores de Jeová daquela geração de Jesus, certamente desejavam matar todos os pecadores (circuncisos iníquos e todos os incircuncisos) ou se manter bem longe deles. Eram pessoas aviltadas, não eram?? Não deviam remover o mal do meio da nação santa?? Que motivo foi apresentado por Moisés?? Deveis exterminá-los para que não vos ensinem a fazer as coisas detestáveis”. Como os “santos” poderiam continuar convivendo com pessoas aviltadas, que ainda por cima estavam ensinando outros a ficarem no mesmo estado aviltado, e que estavam incitando outros a cometerem pecados?? Devem os “santos” continuarem a conviver com os “aviltados” pecadores?? Eles sentiam repugnância do homem aviltado e não desejavam ser contaminados com tal sujeira. É este um “sentimento” que deve existir dentro do coração de um homem santo?? Neste caso, usando como base as informações dadas por Moisés, os “santos” estavam matando os iníquos, exterminando os iníquos. De acordo com a lei dada por Moisés, os “santos” receberam autorização para exterminar os iníquos. Neste caso, os santos eram destruidores de iníquos.

Os “santos” estavam tomando decisões?? Sim, estavam.

Os “santos” estavam usando as informações de Moisés como base para tomarem decisões?? Sim, estavam.

Os “santos” estavam fazendo um trabalho de limpeza. Os “santos” estavam removendo os “iníquos” da terra prometida. Seu objetivo era o de “não ser contaminado” pelos iníquos.

Neste caso, para estes humanos, o pecador passava a ser um vaso próprio para ser destruído, pois, com os seus pecados, este vaso contaminava os demais vasos. Eles tinham um olhar de inimizade por tais pecadores aviltados. Eles sentiam o “desejo de destruir” tais pecadores aviltados. Eles queriam que Jesus também tivesse o mesmo “sentimento de inimizade” que eles sentiam pelos pecadores aviltados. Eles queriam que Jesus tivesse o mesmo “desejo de destruir” tais pecadores aviltados. Eles queriam que Jesus também usasse as mesmas informações dadas por Moisés como base para suas decisões pessoais em relação aos problemas de relacionamento no dia a dia. O “desejo de destruir” aviltados pecadores corria nas veias dos homens da geração de Jesus. Assim como os seus olhos viam, eles queriam que Jesus também visse tais pecadores aviltados. Jesus é a verdade, e a verdade não se contradiz. Jesus estava estabelecendo a verdade em relação a Jeová e aos sentimentos de Jeová pelos iníquos. A verdade não se contradiz.

Os mandamentos que estes homens obedeciam, incitava-os a odiarem os praticantes de coisas detestáveis. Tais mandamentos comandavam seus sentimentos e suas decisões. Obviamente que eles tinham tal sentimento. Eles odiavam os praticantes de coisas detestáveis. Eles não viam tais praticantes de coisas detestáveis como pessoas dignas de serem amadas por eles.

No entanto, Jesus tinha um olhar diferente do olhar de Moisés e um comportamento diferente de toda aquela geração adoradora de Jeová, que era discípula de Moisés. O comportamento de Jesus em relação a estes mesmos pecadores causava espanto, causava indignação. Jesus não obedecia a Moisés, pois se Jesus obedecesse Moisés, aquela geração não se sentiria indignada pelas ações de Jesus para com aqueles aviltados pecadores; Jesus não compartilhava dos mesmos sentimentos de Moisés por estes pecadores. Jesus tinha outros sentimentos para com estes mesmos pecadores. Será que Jeová era igual a Moisés ou igual a Jesus??

Os sentimentos e o relacionamento dos demais profetas pelos pecadores era um, enquanto o sentimento e o relacionamento de Jesus em relação aos pecadores eram opostos. Em face disso que observação fizeram os estudiosos das escrituras e admiradores dos profetas??

- Se este homem fosse um profeta não teria este tipo de comportamento em relação a esta pecadora, ou seja, não a trataria com bondade.

(Lucas 7:39) 39 À vista disso, o fariseu que o convidara dizia no seu íntimo: “Este homem, se fosse profeta, saberia quem e que espécie de mulher é que o toca, que ela é pecadora.”

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 7:39) 39 Ao ver isto, o fariseu que o convidara, dizia consigo: Se este homem fosse profeta, saberia quem é a que o toca e que sorte de mulher é, pois é uma pecadora.

Ficou bem claro que Jesus tinha um comportamento diferente dos demais profetas em relação aos pecadores, não ficou??

Os já apóstolos de Jesus também revelaram o “desejo de destruir” pecadores aviltados. O que saiu de dentro dos corações de Tiago e João??

(Lucas 9:54-55) 54 Vendo isso os discípulos Tiago e João, disseram: “Senhor, queres que mandemos que desça fogo do céu e os aniquile?” 55 Mas ele se voltou e os censurou.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 9:54-55) 54 Vendo isto os discípulos Tiago e João, perguntaram: Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para os consumir 55 Mas ele, virando-se para eles, os repreendeu.

Estes homens desejavam praticar a “maldade” contra os samaritanos?? Estavam prontos para praticarem uma “maldade”?? Estes homens, já apóstolos de Jesus, precisavam mudar os seus sentimentos pelos aviltados pecadores, não precisavam?? Que espécie de sentimentos tinham Tiago e João por aqueles samaritanos que eles desejavam queimar?? Deviam passar a imitar os sentimentos de Jesus, não deveriam?? O dia a dia de Jesus mostrou ser bem diferente do dia a dia de Moisés, não se mostrou??

Por que o dia a dia de Jesus mostrava ser bem diferente do dia a dia de Moisés?? Quando enfrentava problemas similares aos problemas enfrentados por Moisés, as decisões de Jesus eram bem diferentes das decisões de Moisés, não eram?? Será que Jesus e Moisés usavam a mesma informação como base para suas decisões??

Pecador é alguém que precisa de ajuda. Pecador é um doente que precisa de ajuda, para deixar de ser pecador. Jesus afirmou que tinha algo a ver com a misericórdia. Pecador é alguém por quem se deve sentir misericórdia. Pecador era alguém para quem se deveria praticar a bondade. Os sacerdotes e os fariseus sentiam ódio e desprezo. Estavam obedecendo a Moisés, obviamente. Concordavam plenamente com Moisés. Seguiam as ações do dia a dia de Moisés.

O que é misericórdia??

MisericórdiaEsta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: sentimento de dor e solidariedade com alguém que sofreu uma tragédia pessoal ou que caiu em desgraça; ato concreto de manifestação desse sentimento, como o perdão.

misericórdia

s.f. (sXIV) 1 sentimento de dor e solidariedade com relação a alguém que sofre uma tragédia pessoal ou que caiu em desgraça; dó, compaixão, piedade 2 ato concreto de manifestação desse sentimento, como o perdão; indulgência, graça, clemência n interj. 3 exclamação de alguém que pede que o livrem de castigo, de ato de violência ou da morte ¤ etim lat. misericordìa,ae 'id.' ¤ sin/var ver sinonímia de comiseração e condescendência ¤ ant ver antonímia de condescendência

 

O pecador praticou uma ação que o deixou numa condição de desgraça pessoal. O observador, assim como a vítima, poderá sentir ódio ou sentir misericórdia deste pecador. Isto dependerá dos olhos da vítima e do observador.

Percebemos que a misericórdia está diretamente relacionada com a solidariedade.

Solidariedadeesta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: sentimento de simpatia ou piedade pelos que sofrem; manifestação desse sentimento, com o intuito de confortar ou ajudar.

solidariedade

s.f. (1840) 1 caráter, condição ou estado de solidário 2 jur compromisso pelo qual as pessoas se obrigam umas às outras e cada uma delas a todas 3 sentimento de simpatia ou piedade pelos que sofrem 4 manifestação desse sentimento, com o intuito de confortar ou ajudar <levou sua s. aos sobreviventes da tragédia> 5 cooperação ou assistência moral que se manifesta ou testemunha a alguém em certas circunstâncias <diante dos fatos, não hesitou em dar sua s. ao adversário> 6 estado ou condição de duas ou mais pessoas que dividem igualmente entre si as responsabilidades de uma ação ou de uma empresa ou negócio, respondendo todas por uma e cada uma por todas; interdependência 7 identidade de sentimentos, de ideias, de doutrinas <s. partidária> <s. de classe> ¤ etim solidário + -dade, com alt. do tema em -o > -e- no padrão lat. de próprio:propriedade

Alguém pratica um pecado. Este alguém se torna necessitado de ser ajudado??

Estes pecadores estavam no estado aviltado?? Sim, realmente estavam. Jesus sabia disto?? Sim, Jesus sabia disto. Mas Jesus não sentia repugnância destes humanos aviltados?? Não, não sentia. Jesus não sentia inimizade por tais pecadores?? Não, não sentia. Jesus não sentia o desejo de destruir tais pecadores?? Não, não sentia. Os sentimentos eram bem diferentes, não eram?? O dia a dia de Jesus revelou de forma prática qual era o seu sentimento, não revelou?? Era um dia a dia bem diferente do dia a dia de Moisés, não é verdade??

Jesus é a “verdade”, e a verdade não se contradiz.

Jesus se solidarizava com o agressor?? Sim.

Jesus queria ficar na companhia destes aviltados?? Sim, queria. Jesus, você não sente repugnância destes aviltados?? Jesus, você não sente nojo destes homens que praticam estas coisas que Jeová chama de coisas detestáveis?? Jesus, você não sente inimizade por tais pecadores?? Jesus, você não tem medo deles te ensinarem as coisas detestáveis que eles fazem?? Jesus, você não se sente aviltado por tocar nestes pecadores aviltados??

Jesus, as tuas ações pelos pecadores aviltados, não revelam a tua cumplicidade com pecadores??

Jesus, você não se importa com as vítimas?? Você não tem solidariedade com a vítima??

Jesus, Moisés mostrou solidariedade com a vítima, ficando do lado da vítima e contra aquele que fez a vítima sofrer, praticando a inimizade contra o agressor. Jesus, por que a tua decisão não é igual a de Moisés??

Alguém diria para Jesus: “Jesus, Davi odiava aqueles que se revoltavam contra Jeová. Davi ficava do lado de Jeová e sentia inimizade pelos que se revoltavam contra Jeová. Então, por que você não imita Davi”??

(Salmos 139:21-22) 21 Acaso não odeio os que te odeiam intensamente, ó Jeová, E não tenho aversão aos que se revoltam contra ti? 22 Odeio-os com ódio consumado. Tornaram-se para mim verdadeiros inimigos.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Salmos 139:21-22) 21 Não odeio eu, ó Senhor, aqueles que te odeiam? e não me aflijo por causa dos que se levantam contra ti? 22 Odeio-os com ódio completo; tenho-os por inimigos.

Alguém diria mais para Jesus: “Jesus, Davi não se sentava com iníquos. Neste caso, você não está copiando as ações de um homem que andava na verdade”.

(Salmos 26:4-5) 3 Porque a tua benevolência está diante dos meus olhos E tenho andado na tua verdade. 4 Não me sentei com homens de inveracidade; E não entro com os que ocultam o que são. 5 Tenho odiado a congregação dos malfeitores E não me sento com os iníquos.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Salmos 26:3-6) 3 Pois a tua benignidade está diante dos meus olhos; E tenho andado na tua verdade. 4 Não me tenho sentado com homens falsos, Nem terei relações com dissimuladores. 5 Odeio o ajuntamento do mal-fazejos, E com iníquos não me sentarei.

Bem, pelo menos uma coisa ficou bem clara. Aqueles humanos da geração de Jesus acompanhavam os sentimentos de gerações anteriores em relação aos iníquos, ou seja, pessoas que cometiam coisas detestáveis do ponto de vista de Jeová. O adorador de Jeová visava mostrar sua lealdade a Jeová. Ora, se um humano qualquer ofende a Jeová, o adorador de Jeová colocava-se do lado de Jeová e passava a sentir inimizade por este ofensor de Jeová, desejando destruí-lo. Jeová era a vítima ofendida, não era?? O sentimento de ódio pelo agressor surgia como solidariedade pela vítima sofredora. Será que Jesus não deveria agir da mesma forma??

Certamente que em face de sua lealdade, este adorador de Jeová não se relacionava e não se sentava com estes ofensores de Deus ou dos mandamentos de Deus.

Este sentimento contra os ofensores de Jeová eram passados de pai para filho nas diversas gerações até a chegada de Jesus.

Outra coisa ficou bem clara. Tanto as gerações passadas como a geração contemporânea de Jesus, discordavam de Jesus, pois tinham sentimentos, palavras e ações opostas às de Jesus. Eles não concordavam com Jesus. Não podemos esquecer que Jesus tinha os mesmos sentimentos do Pai. A verdade não se contradiz.

Inimizade, repugnância, nojo e ódio eram os sentimentos de Moisés, dos sacerdotes, dos escribas, dos fariseus e dos demais descendentes de Jacó em relação aos pecadores, isto é, pessoas aviltadas. Eles ensinavam e praticavam tais coisas. Eles se orgulhavam de seus sentimentos em relação aos aviltados, isto é, pessoas que cometiam coisas abomináveis do ponto de vista de Jeová. Segundo o ponto de vista deles, isto seria demonstrar plena lealdade a Jeová.

Segundo o ponto de vista deles, quem demonstrasse sentimentos opostos aos deles pelos ofensores de Jeová, revelava ser desleal a Jeová.

Não era este o ensino que se dava as crianças?? Elas aprendiam muito bem.

Por não sentir qualquer inimizade por estes ofensores de Jeová, será que Jesus estava revelando ser desleal a Jeová??

EU VIM CHAMAR OS PECADORES; EU VIM CHAMAR OS AVILTADOS - Jesus declarou que não sentia repugnância, não sentia nojo, não sentia ódio do aviltado pecador e não via o aviltado pecador como um inimigoQual era o objetivo de Jesus em chamar somente os pecadores, ou seja, os aviltados?? Para que estava Jesus chamando apenas pecadores, ou seja, os aviltados?? Para que Jesus desejava a companhia dos aviltados?? Por que Jesus não rejeitava os aviltados pecadores assim como os sacerdotes e os fariseus faziam??

(Mateus 11:25-26) 25 Naquela ocasião, Jesus disse, em resposta: “Eu te louvo publicamente, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas dos sábios e dos intelectuais, e as revelaste aos pequeninos. 26 Sim, ó Pai, porque fazer assim veio a ser o modo aprovado por ti.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 11:25-26) 25 Naquele tempo falou Jesus, dizendo: Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos. 26 Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 11:25-26) 25 Naquela ocasião exclamou Jesus: Graças te dou a ti, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos; 26 assim é, Pai, porque assim foi do teu agrado.

Não devia Jesus ficar do lado da vítima?? Não devia Jesus sentir misericórdia da vítima?? Não devia Jesus se solidarizar com a vítima??

Será que Jesus não sentia misericórdia da vítima??

É óbvio que Jesus sentia misericórdia da vítima.

Jesus também se solidarizava com a vítima.

Então, por que Jesus não ficava do lado da vítima e contra o ofensor??

A diferença estava exatamente no fato de que Jesus sentia misericórdia TANTO pela vítima COMO pelo ofensor.

Moisés sentia misericórdia da vítima, Moisés ficava do lado da vítima e contra o agressor. Moisés sentiu ódio pelo agressor.

Jesus sentia misericórdia da vítima e TAMBÉM sentia misericórdia do agressor.

Jesus não ficava do lado da vítima e nem ficava do lado do agressor.

Jesus via a vítima como alguém a ser ajudada.

Jesus via o agressor como uma pessoa a ser ajudada.

Havia uma ajuda específica para a vítima e uma ajuda específica para o agressor.

Mesmo nesta situação, Jesus continuava usando de imparcialidade. Para Jesus, tanto o pecador agressor quanto a vítima deveriam ser tratados com a MESMA misericórdia. Para Jesus, ambos deviam ser ajudados.

Os pecadores eram pessoas por quem aquela geração sentia indiferença, desprezo, repugnância, nojo e ódio. Jesus buscava a companhia destas pessoas?? Será que Jesus estava do lado destas pessoas, isto é, dando razão a estas pessoas, compactuando com os sentimentos daquelas pessoas?? Estava Jesus dando razão ao pecador?? Estava Jesus apoiando o pecador?? Dizem que “amigo” é aquele que fica do lado da outra pessoa, esteja ela certa ou errada, compactuando os sentimentos do amigo. Dizem que o amigo é aquele que defende as razões da outra pessoa, estejam elas certas ou erradas, revelando assim a sua “lealdade” a este amigo. Dizem que amigo é aquele que revela cumplicidade. Como podia Jesus “defender” aquele que merecia ser morto em face do real pecado cometido?? Isto não revelava cumplicidade de Jesus com o iníquo?? Será que o agressor é para ser atacado e a vítima para ser defendida?? O que deve fazer o observador??

Será que Jesus “atacava” o agressor?? Será que Jesus “defendia” a vítima??

Ora, se eu odeio alguém que fez algo detestável contra mim e você defende tal pessoa diante de mim, o que isto revela?? Ora, se você é meu amigo, não deves acompanhar o meu ódio por aquele outro?? A lealdade ao amigo assim o exige. Isto não revelaria que você “aprova” a ação detestável daquela pessoa?? Se você me ama, você teria de passar a odiar aquela pessoa, não teria??

Isto é que é amizade, não é?? Isto é lealdade, não é??

Será que Jesus era este tipo de “amigo”?? Jesus foi acusado de ser “amigo” de pecadores, no sentido de dar razão aos pecadores, como se Jesus apoiasse o pecado praticado por este pecador. Será que Jesus estava do lado dos fora da lei??

A forma como Jesus fazia as coisas no dia a dia era a mesma que Jeová usava no seu dia a dia. A forma como Jesus resolvia os problemas era a mesma forma como Jeová resolvia os problemas. Estando diante das mesmas circunstâncias, as decisões de Jesus eram as mesmas decisões de Jeová. Jesus estava revelando a verdade a respeito do Pai. A verdade não se contradiz.

Jesus simplesmente afirmava que tal pecador devia continuar a viver. Jesus simplesmente afirmava que tal pecador não devia ser morto por eles, apesar do pecado. Jesus simplesmente afirmava que tal pecador não devia ser odiado por eles, apesar do pecado. Jesus simplesmente afirmava que tal pecador não devia ser desprezado por eles, apesar do pecado. Jesus revelava estar interessado em fazer o bem àquele pecador aviltado, apesar de sua ação agressiva contra um próximo amado. Jesus simplesmente afirmava que tal pecador necessitava ser ajudado. Qual era a coisa certa a ser feita?? O que um “justo” faria nestas condições?? Um justo teria interesse em fazer e faria o bem àquele pecador aviltado.

Jesus não só defendia a continuidade da vida daquele aviltado pecador. Jesus ainda ia além disso. Jesus continuava se relacionando “amistosamente” com aquele aviltado pecador sem desejar qualquer punição para ele em face do seu pecado.

Isto não revela ser, no mínimo, uma falta de consideração para com a vítima, uma afronta contra aquele que foi vitimado pelo aviltado pecador?? Não seria isto uma ação de inimizade contra aquele que foi vitimado??

Os demais revelavam exigir que o pecador pagasse pelo seu erro de acordo com a lei dada por Moisés.

Compactuando com os sentimentos dos antepassados, aquela geração contemporânea de Jesus odiava os pecadores e não se sentavam com aqueles que ofendiam os mandamentos de Jeová, fazendo isto, visando agradar a Jeová, afinal de contas, todos os pecadores são ofensores de Jeová. Neste caso, estavam tentando mostrar para o Pai que estavam do lado Dele e contra aquele que praticou a iniquidade.

Eles olhavam para Jesus e ficavam intrigados. Como um profeta de Deus pode não ficar do lado da vítima e contra o agressor??

Todos estes sentimentos e todas estas ações dos discípulos de Moisés contra os aviltados pecadores, tinham como objetivo agradar a Jeová.

Por que não se sentavam com iníquos?? Para agradar a Jeová, obviamente.

Agradaresta é a definição dada pelo dicionário online de português: contentar (fazer ficar contente) satisfazer, causar prazer.

v.t. Contentar, satisfazer, causar prazer.
Bras. (NE) Fazer carinhos, afagar.
V.i. Parecer bem, ter encantos: esta paisagem agrada muito.

Lembremos das palavras de alguém que se achava íntegro e que achava que Deus se agradava dele: (Salmos 139:21-22) 21 Acaso não odeio os que te odeiam intensamente, ó Jeová, E não tenho aversão aos que se revoltam contra ti? 22 Odeio-os com ódio consumado. Tornaram-se para mim verdadeiros inimigos.

Eu odeio aqueles que se revoltam contra Deus”. Este adorador do Deus Todo poderoso sentia amizade por Deus e inimizade por aquele que ofendesse a este Deus. O que revelava?? Revelava colocar-se do lado de Deus, revelando isto por sentir inimizade contra os que se revoltavam contra seu Deus, ou seja, contra pessoas que praticassem coisas detestáveis do ponto de vista de Deus. Tomando as dores de Deus, passava a odiar todo aquele que de uma forma ou de outra vitimasse a Deus com uma ofensa.

Que sentimento teria este adorador de Jeová por aquele humano que escravizasse um humano qualquer que fosse amado por Jeová?? Esta é uma ação que revela ódio contra Jeová, não é verdade??

Será que este adorador de Jeová também escravizava pessoas?? Sim, ele escravizava.

Escravizar é um ato de bondade ou de maldade??

No pensamento deste adorador de Jeová, Jeová não amava aquele humano que ele escravizava.

Ele ficaria surpreso ao saber que Jeová amava aquela pessoa, não ficaria??

Você conhece o sentimento de repugnância por certa coisa não conhece?? Você quer ficar o mais longe possível dela, não é verdade?? Agora imagine, pegar, tocar, ficar perto de algo que para você é repugnante?? Vem uma vontade de vomitar, não vem?? Esta é uma reação natural em relação àquilo que temos e sentimos como repugnante, como nojento.

Esta afirmação de Jesus foi feita em resposta a uma crítica dos escribas. Afinal, quem eram os escribas?? O que faziam?? Que conceito gozavam diante do povo adorador de Jeová??

Estes homens eram da tribo de Levi, a tribo escolhida especialmente por Jeová para prestar serviços sagrados para Jeová, diante dos demais descendentes de Jacó. Estes homens eram tidos como estrelas diante deles.

A função dos escribas era assentar por escrito o histórico de toda a nação e principalmente as palavras que os profetas afirmassem ter recebido de Jeová. Além disso, também deviam reescrever os velhos manuscritos para que as novas gerações pudessem ter acesso a estas importantes informações. Tratava-se da palavra saída da boca de Jeová falada diretamente para os seus ancestrais, as quais eles também deviam obedecer, pois era exatamente isto o que Jeová esperava de cada um dos descendentes de Jacó. Havia um pacto entre Jeová e os descendentes de Jacó, pacto este que Jeová fazia questão de manter válido durante os milênios, afinal, Jeová tem o espírito de fidelidade. Apesar da grande iniquidade do povo, Jeová continuou sendo fiel ao pacto que fizera, não continuou?? Não continuava a se relacionar amigavelmente com o povo apesar da grande iniquidade deste povo?? Sim, continuava.

Tratava-se de uma função sagrada e de muita responsabilidade, pois estes homens estavam prestando um serviço sagrado para Jeová, a pessoa mais importante do universo, a pessoa mais sábia do universo. Era um serviço sagrado para Jeová e prestado diante de seus irmãos. Na verdade, estes irmãos eram testemunhas do fato destes homens estarem ou não executando bem a sua função sagrada.

Será que isto (prestar serviço sagrado) fazia deles humanos melhores e mais importantes que os demais descendentes de Jacó??

Alguns humanos poderiam achar que sim e outros que não, assim como alguns levitas poderiam querer se dedicar a fazer outras coisas, como enriquecer, por exemplo, rejeitando esta primeira oportunidade de prestar um serviço sagrado para Jeová, exclusivamente para Jeová.

Voltemos ao diálogo entre Jesus e os escribas.

Depois dos escribas sinceramente externarem seus sentimentos em relação àquela cena incomum protagonizada por Jesus, um profeta, um homem cujos poderes o identificavam como um homem de Deus, fazendo algo que os demais profetas não realizavam, fazendo algo que era contrário aos mandamentos que ele escriba concordava, obedecia e ensinava aos demais descendentes de Jacó, Jesus falou algo mais inédito ainda.

Jesus afirmou: “Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos”.

Decerto estes escribas responderiam: “O que isto tem a ver com esta cena que estás protagonizando?? Tua ação não passa de uma deslealdade contra Jeová”.

Jesus via aqueles pecadores como doentes, como enfermos. Bem, e o que fazer com estes doentes?? Não era Jesus um médico??

Que sentimentos tinham estes homens pelos fisicamente doentes?? Como eles viam os fisicamente doentes??

Vamos ver duas cenas de um mesmo episódio e ouvir atentamente o diálogo de cada uma delas. Esta é a primeira: (João 9:34) 34 Em resposta, disseram-lhe: “Nasceste inteiramente em pecados, e, contudo, ensinas tu a nós?” E lançaram-no fora!

Assim verte a Tradução Almeida: (João 9:34) 34 Replicaram-lhe eles: Tu nasceste todo em pecados, e vens nos ensinar a nós? E expulsaram-no.

Nesta primeira cena, os fariseus falaram para um homem que havia nascido cego: “Nasceste inteiramente em pecados”.

Vamos para a segunda cena: (João 9:1-2) 9 Ora, quando ia passando, viu um homem cego de nascença. 2 E seus discípulos perguntaram-lhe: “Rabi, quem pecou, este homem ou os seus pais, de modo que nasceu cego?”

Assim verte a Tradução Almeida: (João 9:1-2) 1 E passando Jesus, viu um homem cego de nascença.
2 Perguntaram-lhe os seus discípulos: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego?

O que os dois diálogos revelam?? Os dois diálogos, protagonizados por personagens diferentes, revelam a existência de uma coisa em comum entre os personagens, isto é, a mesma crença.

Qual era a crença?? O coxo, o leproso, o cego e os demais deficientes físicos, achavam-se neste estado em face dos pecados dos pais ou do próprio deficiente. Tratava-se de um castigo da parte de Deus, tratava-se de uma punição da parte de Deus, tratava-se de uma ação de inimizade de Deus em relação àquela pessoa. Segundo eles, este homem estava “pagando” por algo feito. Seria o recebimento de um mérito, ou seja, aquilo que aquela pessoa fazia jus.

Jusesta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): ser merecedor de...

jus

s.m. (a1697) prerrogativa legal (para impor a outrem alguma medida, procedimento etc.); direito ² fazer j. a 1 conceder o direito a 2 ser merecedor de ¤ gram nossos levantamentos não registraram exemplo de pl. dessa pal. na língua ¤ etim lat. jus,juris 'direito, equidade, justiça'

 

Esta crença gerava que espécie de sentimentos por estas pessoas debilitadas fisicamente??

Ora, se ele está recebendo da parte de Deus, um castigo em face do seu pecado ou do pecado de seus pais, eu não posso ir contra o sentimento de Jeová em relação a esta pessoa, pois eu devo ficar do lado de Jeová e contra o iníquo, ou seja, contra todo aquele que o O Pai Jeová já amaldiçoou. Ora, se Deus que é misericordioso, não tem dó deste iníquo, por que devo ir contra Deus??”

Deus sabe o que faz. Não tenha dó dele, pois ele é um iníquo que está pagando por seus próprios pecados ou está pagando pelos pecados de seus pais”.

Não o ajude, pois ajudá-lo representa estar ajudando uma pessoa que Deus sente inimizade e que está expressando a Sua inimizade.

Percebemos que havia uma imensa barreira que impedia o humano de ter dó, de sentir misericórdia por um humano fisicamente debilitado. Esta barreira era colocada na mente de cada criança. A informação colocada na mente da criança era que aquele deficiente era um aviltado que estava recebendo uma direta punição divina. Desta forma, que fruto podia gerar?? O que aquela criança sentiria ao se deparar com um leproso?? O que ela sentiria ao se deparar com um coxo?? Se aproximaria para passar a mão na cabeça de tal pessoa?? Que sentimento teria aquela criança por um coxo, um leproso ou um cego??

Os fisicamente debilitados eram vistos como pecadores que estavam sendo punidos, ou seja, pessoas por quem Deus sentia inimizade. Os fisicamente debilitados eram discriminados e eram desprezados (mínima ou nenhuma estima em face do mínimo ou nenhum valor), pois eram vistos como recebendo a “inimizade” de Deus. Decerto, estes homens queriam mostrar toda a sua lealdade (ficar do lado) a Jeová. Será que o relacionamento de Deus com os humanos se baseava na amizade ou na inimizade Dele por tais humanos??

Amizade pelos obedientes e inimizade pelos desobedientes?? Seriam estes os sentimentos de Deus?? Seria esta a forma do Pai Jeová viver o Seu dia a dia de relacionamento com Seus filhos??

Que sentimento tinha o rei Davi pelos coxos e cegos? Assim se fez registrar: (2 Samuel 5:8) 08 Ora, Davi disse naquele dia: Todo o que ferir os jebuseus, suba ao canal, e fira a esses coxos e cegos, a quem a alma de Davi aborrece. Por isso se diz: Nem cego nem, coxo entrara na casa.

Tratava-se do mesmo sentimento de Jesus?? Certamente, este era um sentimento oposto ao sentimento de Jesus.

Nos dias de Jesus como humano, que sentimentos nutriam estes humanos pelos pecadores?? Segundo os mandamentos de Moisés, não deviam ser eliminados todos os pecadores para que a nação alcançasse e permanecesse na condição de limpos perante Jeová?? Não matavam os iníquos para agradar a Jeová?? Matar um iníquo não era estar prestando um serviço sagrado a Jeová?? Odiar um iníquo não era estar acompanhado a Jeová no Seu sentimento contra o iníquo?? Matar um iníquo podia ser visto como um ato de lealdade a Jeová. Matar o iníquo não servia de proteção para o grupo?? Matar o iníquo não era uma espécie de limpeza praticada pelo grupo?? Não estava o grupo limpando o mal de si mesmo?? Não estava o grupo exterminando o mal para se manter limpo??

Agora, vejamos a resposta dada por Jesus: (João 9:3) 3 Jesus respondeu: “Nem este homem pecou, nem os seus pais, mas foi para que as obras de Deus fossem manifestas no seu caso. . .

Assim verte a Tradução Almeida: (João 9:3) 3 Respondeu Jesus: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi para que nele se manifestem as obras de Deus.

Que pergunta comum fariam tanto o fariseu quanto o discípulo de Jesus?? Eles perguntariam: “Jesus, você quer dizer que este homem não está sendo punido por Deus??” Jesus, não se trata de uma inimizade de Deus por ele ou por um antepassado dele??

Jesus responderia: “Óbvio que não”.

Estarem naquela situação não era fruto de uma punição por um pecado, não era uma punição de Deus pelo pecado, não era fruto da inimizade de Deus para com esta pessoa.

Que outra afirmação havia feito Jesus quando foi questionado pelo fato de estar comendo com pecadores?? Estes homens não se sentavam para comer com tais pecadores por sentirem repugnância por tais pecadores (desprezo). Havia no ar um sentimento de inimizade para com aquele que praticasse uma coisa detestável.

Jesus afirmou para aqueles homens que sentiam repugnância, nojo ou ódio pelos pecadores: Porém ide aprender o que significa: Misericórdia quero, e não holocaustos

A misericórdia é fruto de um sentimento. A repugnância é fruto de um sentimento. A misericórdia é um sentimento. A repugnância é um sentimento. A inimizade é um sentimento. Sentimentos geram palavras e geram ações que lhes são característicos. Trata-se daquilo que é “invisível” produzindo coisas audíveis e visíveis, exatamente assim como o vento o faz.

O médico sente misericórdia do doente. O médico não sente nojo do doente. O médico não sente ódio do doente. O médico reconhece o estado doentio do seu paciente e em face disto ele sente misericórdia do paciente. Neste caso, o médico estava indo atrás dos “doentes”. O médico estava indo atrás dos enfermos. O médico vê o doente como alguém que necessita ser ajudado.

Percebi que a informação constrói, manipula e modifica os sentimentos. A informação constrói, manipula e modifica coisas invisíveis. A informação também é uma coisa invisível.

Também percebo que para “ser um” com Jesus, eu preciso “concordar” com as informações que ele me repassa.

O médico NUNCA sente ódio pelo paciente.

O médico tem um objetivo em relação ao doente – ele quer curar o doente. O médico tem um objetivo em relação ao enfermo – ele deseja curar o enfermo, ele sente um enorme desejo de curar o enfermo. Em face disto, ele vai atrás do enfermo para poder oferecer-lhe a cura.

O pecador pode ser curado?? O pecado é algo a ser curado?? O pecador não recebe de Deus o diploma de “vaso próprio para a destruição”. O pecador não recebe de Deus um carimbo ou marca de “vaso próprio para a destruição”. Esta era uma informação que estava sendo passada para o humano. Era uma informação Daquele que projetou e criou o ser humano. Tratava-se do médico informando aos humanos sobre o seu estado. Você está doente, você precisa ser curado, crês nisto??

Vim chamar os pecadores”. Para que??? Para lhes disponibilizar a cura.

Os justos não estão doentes. Os pecadores sim, estes estão doentes.

Seria a cura física?? Ora, a cura física é para um mal físico. Jesus curava muitas pessoas de seus males físicos, revelando que tais pessoas fisicamente debilitadas não eram amaldiçoadas por Deus. Já imaginou se tais fisicamente doentes fossem amaldiçoados por Jeová?? Isto significaria que Jesus estaria se opondo a vontade de Jeová, não é mesmo?? Ora, se Jesus não tinha tais pessoas como inimigas (amaldiçoadas), isto revelava que Jeová também não tinha tais pessoas como inimigas (amaldiçoadas). Jesus estava revelando a verdade a respeito do Pai. A verdade não se contradiz.

Males físicos são uma realidade para nós humanos. Jesus curou os humanos de diversos males físicos, incluindo a morte. O homem necessita de cura para males físicos. Males físicos, não caracterizam maldição de Deus. Muito embora o Pai possa dar uma doença ao humano, pois Ele tem o poder para fazer, o Pai não está amaldiçoando tal humano.

(Deuteronômio 32:39) 39 Vede agora que eu — eu é que o sou, E não há [outros] deuses comigo. Eu entrego à morte e eu vivifico. Feri seriamente, e eu — eu vou curar, E não há quem arrebata da minha mão.



Assim verte a Tradução Brasileira:

(Deuteronômio 32:39) 39 Vede agora que Eu, sim Eu, sou Ele, E que não há outro deus comigo. Eu faço morrer e faço viver, Eu firo e eu saro; Não há quem possa livrar da minha mão.

O Pai não guarda ressentimento. Percebemos isto em suas palavras, não percebemos??

A punição não vinha acompanhada de ressentimento, como acontece no caso dos humanos. A punição do Pai não vem acompanhada com o sentimento de inimizade, como no caso dos humanos.

(Jeremias 31:20) 20 É Efraim para mim um filho precioso ou um menino tratado com mimo? Pois, ao ponto de eu falar contra ele, sem falta me lembrarei dele ainda mais. Por isso é que as minhas entranhas ficaram turbulentas por ele. Decididamente terei piedade dele”, é a pronunciação de Jeová.



Percebemos que a punição por parte do Pai não vem acompanhada de ressentimento??

Voltemos a falar sobre males físicos como um dos itens dos quais o humano necessita de cura.

Jesus chamou a atenção sobre dois itens essenciais para a continuidade da vida do homem.

O homem tem de viver não só de pão.

(Mateus 4:4) 4 Mas ele disse em resposta: “Está escrito: ‘O homem tem de viver, não somente de pão, mas de cada pronunciação procedente da boca de Jeová.’...



Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 4:4) 4 Mas Jesus respondeu: Está escrito: Não só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.

Em outra ocasião, Jesus revelou que aqueles que o procuravam só visavam a parte física de suas necessidades.

(João 6:26-27) 26 Jesus respondeu-lhes e disse: “Digo-vos em toda a verdade: Vós me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e ficastes satisfeitos. 27 Trabalhai, não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece para a vida eterna, que o Filho do homem vos dará; pois neste o Pai, sim, Deus, tem posto o seu selo [de aprovação].”



Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 6:26-27) 26 Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Vós me procurais, não porque vistes milagres, mas porque comestes dos pães e vos fartastes. 27 Trabalhai não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará; porque sobre ele imprimiu o seu selo o Pai, que é Deus

Jesus deixou bem claro a existência de duas necessidades aos humanos.

Jesus ressuscitou Lázaro, no entanto Lázaro voltou a morrer.

Será que Jesus precisava dar vida eterna para Lázaro para que ele não morresse??

Ou será que Jesus devia continuar entre os humanos para ressuscitar Lázaro toda vez que ele morresse??

A “segunda morte” de Lázaro representava haver um erro em Jesus??

Será que Jesus podia ter dado um corpo perfeito para Lázaro e preferiu dar um corpo pecaminoso, com defeitos que o levariam à “segunda morte”??

Esta “segunda morte” de Lázaro era algo inevitável para Lázaro??

E quanto à terceira morte de Lázaro??

Será que haveria uma quarta morte para Lázaro??

O que poderia interromper esta sequência de mortes de uma mesma pessoa??

E quanto àquele que não revelava ter males físicos?? Será que este também estava doente?? Que espécie de doença seria??

Jesus falou de um alimento que levaria a pessoa a ter uma vida eterna.

27 Trabalhai, não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece para a vida eterna, que o Filho do homem vos dará;

27 Trabalhai não pela comida que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará;

Jesus falou mais sobre este alimento e sua importância para o homem:


(João 6:53-55) 53 Concordemente, Jesus disse-lhes: “Digo-vos em toda a verdade: A menos que comais a carne do Filho do homem e bebais o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos. 54 Quem se alimenta de minha carne e bebe meu sangue tem vida eterna, e eu o hei de ressuscitar no último dia; 55 pois a minha carne é verdadeiro alimento, e o meu sangue é verdadeira bebida.


Assim verte a Tradução Brasileira:


(João 6:53-55) 53 Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Se não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tendes a vida em vós. 54 Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. 55 Pois a minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue verdadeira bebida.

Que alimento era este?? Seria a carne física de Jesus e o sangue físico de Jesus??

Veremos mais detalhes sobre isso um pouco mais abaixo.


Por que não chamar os justos?? Ora, os justos já continuam a viver. Os justos já estão fazendo as coisas certas. O justo não precisa mudar de caminho. O justo não está doente. O justo não precisa de ajuda. O justo não precisa ser perdoado. Justo é aquele que não está espiritualmente doente. O justo é um ajudador.

(Ezequiel 18:9) 9 se tem andado nos meus estatutos e tem guardado as minhas decisões judiciais para praticar a verdade, ele é justo. Ele positivamente continuará a viver, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.

Sendo um homem justo, Jesus mantinha contato físico com os iníquos sem discriminá-los. Os iníquos se sentiam bem estando em contato direto com Jesus. Jesus os fazia sentirem-se assim. No entanto, Jesus não apoiava os erros praticados por tais iníquos.

Jesus estava estabelecendo a verdade sobre como um justo deve tratar um iníquo. A verdade não se contradiz.

Dentro da mesma circunstância de relacionamento humano, Jesus decidia fazer algo, enquanto os estudiosos da lei e discípulos de Moisés, decidiam fazer de forma oposta.

Aqueles humanos chegavam um tipo de solução para determinado tipo de problema, enquanto Jesus chegava a outro tipo de solução.

Qual o motivo desta diferença de opinião sobre como resolver o mesmo problema??

Resolvemos problemas de acordo com as informações que temos e nas quais acreditamos. Neste caso, percebemos que as informações que Jesus acreditava eram diferentes das informações que aqueles humanos acreditavam. Percebemos que se tratava de um problema de “informação”.

Jesus revelou que os pecadores estavam do lado oposto aos justos e que ele estava junto com os pecadores, sentando-se e comendo com os pecadores. Jesus estava sentado e comendo com aquelas pessoas consideradas como iníquas e discriminadas por serem iníquas em face de suas reais ações iníquas. Eram pessoas realmente iníquas. Neste caso, Jesus revelava não sentir inimizade pelos iníquos, o que revelava que Jeová também não tinha tais iníquos como inimigos Dele. Jesus estava revelando a verdade a respeito do Pai.

Estes pecadores revelavam ter uma doença espiritual (invisível). Onde se alojava tal doença??

O que faziam aqueles que não se consideravam iníquos, com aqueles que eles consideravam iníquos??

(Salmos 26:3-6) 3 Pois a tua benignidade está diante dos meus olhos; E tenho andado na tua verdade. 4 Não me tenho sentado com homens falsos, Nem terei relações com dissimuladores. 5 Odeio o ajuntamento do mal-fazejos, E com iníquos não me sentarei.

Jesus estava andando no sentido oposto dos sacerdotes, dos fariseus, dos escribas, do que estava escrito no livro sagrado e de todos os que não se consideravam iníquos, isto é, se consideravam muito mais justos do que aqueles odiosos pecadores.

Jesus estava sentado e comendo com alguém que era praticante de coisas detestáveis do ponto de vista de Jeová.

Depois de Jesus se sentar e comer com os pecadores (ofensores da lei de Deus) sob os olhares críticos de todos, que palavras falou Zaqueu, o chefe dos cobradores de impostos, sobre sua nova forma de levar a vida?? Que palavras falou Jesus?? Assim se fez registrar: (Lucas 19:8-10) 8 Mas Zaqueu levantou-se e disse ao Senhor: “Eis que a metade dos meus bens, Senhor, dou aos pobres, e o que for que eu extorqui de qualquer um por meio de acusação falsa, eu restituo quatro vezes mais.” 9 A isto Jesus disse-lhe: “Neste dia entrou a salvação nesta casa, porque ele também é filho de Abraão. 10 Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido.”

Colocando o verbo no presente (dou/restituo), alguém estava desejoso de mostrar que Jesus foi até a casa de Zaqueu PORQUE Zaqueu já era merecedor disso, no entanto, não foi este o caso. Em face disso a Tradução Brasileira verte de outra forma.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Lucas 19:8-10) 8 Zaqueu, levantando-se, disse a Jesus: Senhor, vou dar a metade dos meus bens aos pobres, e se em alguma coisa defraudei a alguém, lho restituirei quadruplicado. 9 Disse-lhe Jesus: Hoje entrou a salvação nesta casa, porquanto este também é filho de Abraão; 10 porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.

Qual o motivo de Zaqueu tornar pública esta sua nova postura, postura oposta à de um cobrador de impostos?? O que impeliria Zaqueu a começar a andar na direção contrária a que ele estava andando até aquele dia?? Suas ações anteriores eram frutos dos sentimentos que ele tinha até então. Zaqueu decidiu praticar ações opostas às suas ações anteriores. Bem, a presença e as palavras de Jesus para Zaqueu, passaram a representar uma mudança para a vida de Zaqueu. Zaqueu afirmou: “Vou dar a metade dos meus bens para os pobres. Caso eu tenha defraudado alguém, vou devolver”.

Obviamente, se tratava de uma ação a ser praticada depois do contato de Zaqueu com Jesus. As palavras de Jesus deixam isto bem claro:

·         Neste dia entrou a salvação nesta casa

·         Hoje entrou a salvação nesta casa

Ora, os pobres passaram a ter importância para Zaqueu. Houve uma modificação nos sentimentos de Zaqueu em relação aos pobres. Em lugar de tirar e tirar do pobre, e continuar não se importando com o pobre, Zaqueu passaria a devolver aquilo que ele havia retirado dos pobres. O pobre passou a ter espaço no coração de Zaqueu. Zaqueu passou a valorizar a pessoa do pobre. Tratava-se de um bom começo.

Depois desta nova posição de Zaqueu, o que falou Jesus?? Jesus falou: “Hoje, hoje, entrou salvação nesta casa”.

O que o Pai havia falado para Ezequiel??

(Ezequiel 33:14-16) 14 “‘E quando eu disser ao iníquo: “Positivamente morrerás”, e ele realmente recuar do seu pecado e praticar o juízo e a justiça, 15 [e] o iníquo restituir a própria coisa penhorada e devolver as próprias coisas roubadas, andando realmente nos próprios estatutos da vida por não fazer injustiça, positivamente continuará vivendo. Não morrerá. 16 Nenhum dos seus pecados com que pecou será lembrado contra ele. Juízo e justiça é o que praticou. Ele positivamente continuará vivendo.

A mudança de Zaqueu era em face de Jesus associar-se com um pecador, praticando o “comer na casa e com tal pecador”, pecador este que era desprezado pelos demais contemporâneos. Este pecador desprezado e tido como inimigo, começava a mudar a sua forma de ver e viver a vida no seu dia a dia.

Não era este desprezado pecador considerado como um “caso perdido” pelos sacerdotes, fariseus e o restante do povo?? Para estes homens, Zaqueu era um caso sem salvação, um vaso próprio para a destruição, logo, seus sentimentos em relação a Zaqueu correspondiam, eram um fruto, eram um resultado de certas informações.

Que mais falou Jesus?? Jesus afirmou: Pois o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido.” porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.

Na visão de Jesus, o que aquela geração rotulava como um caso perdido, na verdade era uma importante pessoa a ser achada e salva e não um inimigo a ser desprezado e odiado. Jesus estava apenas copiando as ações do Pai, não é verdade?? Neste caso, a ação de Jesus estava revelando qual tinha sido a ação do Pai até aquele dia, em relação aos iníquos, não é mesmo??

Os fisicamente debilitados eram vistos como pecadores que estavam sendo punidos por Deus, pessoas amaldiçoadas. Os fisicamente debilitados eram discriminados e eram desprezados por aqueles que se achavam leais a Deus. Da mesma forma, os espiritualmente debilitados também eram discriminados, desprezados e odiados por estes que se achavam leais a Deus.

Do ponto de vista de Jesus, este pecador (Zaqueu) não era um caso perdido, antes, era um paciente a ser salvo de sua doença, isto é, da ganância, da usura, da desonestidade. Depois de uma conversa com Jesus, Zaqueu começou a abrir mão de sua riqueza; ele passou a dar menos valor para a sua riqueza, ele passou a admitir reduzir a sua riqueza. O que ele faria com parte de sua riqueza?? “Vou dar a metade dela aos pobres” – esta foi a afirmação de Zaqueu, gerando uma alegria no médico Jesus.

Que reação teve aquele homem rico, que aos olhos daquela sociedade era um homem justo e cumpridor dos mandamentos desde a juventude (abençoado por Deus), quando Jesus o convidou a dar sua riqueza para os pobres?? Será que ele também decidiu dar a metade de sua riqueza aos pobres??

Aos olhos daquela geração, Zaqueu era um caso perdido por ser um praticante de coisas detestáveis, no entanto, este homem rico não era um caso perdido, pois, segundo eles, o homem rico era um caso de justiça e bênção de Deus, um verdadeiro caso de amizade. Aos olhos daquela geração, a desonestidade de Zaqueu o levava a condição de amaldiçoado por Deus (um caso de inimizade), enquanto que a condição daquele homem rico era fruto da observância deste aos mandamentos de Jeová desde a infância (um caso de amizade com Deus). Neste caso, a riqueza era uma bênção dada a alguém leal, logo, alguém que Deus tinha como bem próximo Dele. Neste caso, os observadores viam uma “riqueza legítima”.

Será que este homem rico afirmou que daria pelo menos a metade de sua legítima riqueza para os pobres?? Que reação teve este homem considerado por aquela geração como homem justo que usufruía da amizade de Deus??

Assim se fez registrar: (Marcos 10:17-22) 17 E, enquanto saía, chegou correndo certo homem e se pôs de joelhos diante dele, perguntando-lhe: “Bom Instrutor, que tenho de fazer para herdar a vida eterna?” 18 Jesus disse-lhe: “Por que me chamas de bom? Ninguém é bom, exceto um só, Deus. 19 Sabes os mandamentos: ‘Não assassines, não cometas adultério, não furtes, não dês falso testemunho, não defraudes, honra a teu pai e a tua mãe.’” 20 O homem disse-lhe: “Instrutor, todas estas coisas tenho guardado desde a minha mocidade.” 21 Jesus olhou para ele e sentiu amor por ele, e disse-lhe: “Uma coisa falta a respeito de ti: Vai, vende o que tiveres e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu, e vem ser meu seguidor.” 22 Mas ele ficou triste com as palavras e se afastou contristado, pois tinha muitas propriedades.

Assim verte a Tradução Almeida: (Marcos 10:17-22) 17 Ora, ao sair para se pôr a caminho, correu para ele um homem, o qual se ajoelhou diante dele e lhe perguntou: Bom Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna? 18 Respondeu-lhe Jesus: Por que me chamas bom? ninguém é bom, senão um que é Deus. 19 Sabes os mandamentos: Não matarás; não adulterarás; não furtarás; não dirás falso testemunho; a ninguém defraudarás; honra a teu pai e a tua mãe. 20 Ele, porém, lhe replicou: Mestre, tudo isso tenho guardado desde a minha juventude. 21 E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Uma coisa te falta; vai vende tudo quanto tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me. 22 Mas ele, pesaroso desta palavra, retirou-se triste, porque possuía muitos bens.

Certamente, este homem rico era um assíduo frequentador da sinagoga local e gozava do respeito e admiração dos seus contemporâneos que o declaravam justo, inclusive dos apóstolos de Jesus.

O pobre continuou sem espaço no coração deste homem supostamente justo, isto é, visto como justo.

Este suposto justo, sendo um cumpridor de muitos mandamentos, sentindo-se leal a Jeová, também sentia repugnância dos cobradores de impostos e dos pecadores, dos pobres, dos leprosos e dos fisicamente aleijados, obviamente, pois o seu ensinamento (informações) provinha da mesma fonte que a dos sacerdotes e do resto do povo. Desde a sua juventude ele havia sido ensinado que as coisas eram da forma como ele fazia. Jesus estava estabelecendo a verdade a respeito do Pai. A verdade não se contradiz.

Abrir mão da riqueza adquirida com tanto trabalho supostamente honesto e dá-la aos pobres, aos leprosos, aos coxos e aos aleijados podia soar como estar desagradando a Jeová, Aquele que estava punindo estes homens por pecados seus ou de seus pais, não poderia?? Você pensa que eu vou beneficiar um inimigo de Jeová?? Na mente daquela geração, sendo amaldiçoados por Jeová, aqueles homens pobres e doentes estavam recebendo uma punição por seus pecados, recebendo o que mereciam, enquanto que o homem rico estava sendo abençoado por Jeová por ser um cumpridor dos mandamentos, também recebendo o que merecia como recompensa por sua lealdade. Não podemos esquecer que o homem rico, vivendo em uma sociedade escravocrata, certamente comprava seus escravos e os mantinha fazendo trabalho forçado de escravo para a manutenção e aumento de sua riqueza. Certamente que ele achava tudo isto como sendo uma coisa muito normal e natural. Se havia escravos é porque eles mereciam tal condição.

O que estes homens precisavam?? Eles precisavam mudar de opinião. Eles precisavam ver algo que até então eles não estavam vendo, isto é, eles precisavam perceber algo, que até então eles não haviam percebido. Jesus estava estabelecendo a verdade. Obviamente que aqueles homens não viviam segundo a verdade.

Eles precisavam perceber algo novo em relação aos debilitados fisicamente, assim como também precisavam perceber algo novo em relação aos debilitados espiritualmente.

Tragam estes doentes para junto de vocêsfoi isto o que Jesus estava praticando e pediu para aqueles homens de posse fazerem. (Lucas 14:12-14) 12 A seguir passou a dizer também ao homem que o convidara: “Quando ofereceres um almoço ou uma refeição noturna, não chames os teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem teus ricos vizinhos. Talvez eles por sua vez te convidem também e isso se torne para ti uma restituição. 13 Mas, quando ofereceres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos; 14 e serás feliz, porque eles não têm nada com que te pagar de volta. Porque se te pagará de volta na ressurreição dos justos.”

Assim verte a Tradução Almeida: (Lucas 14:12-14) 12 Disse também ao que o havia convidado: Quando deres um jantar, ou uma ceia, não convides teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem os vizinhos ricos, para que não suceda que também eles te tornem a convidar, e te seja isso retribuído. 13 Mas quando deres um banquete, convida os pobres, os aleijados, os mancos e os cegos; 14 e serás bem-aventurado; porque eles não têm com que te retribuir; pois retribuído te será na ressurreição dos justos.

Isto representava uma mudança de sentimentos em relação a estas pessoas, não representava??

Para uma sociedade que sentia repugnância pelos doentes e pelos pobres (por vê-los como amaldiçoados por Deus), como soaria tal sugestão dada por Jesus?? Não soaria como uma deslealdade contra Deus??

No entanto, o que afirmou Jesus??

·         Porque se te pagará de volta na ressurreição dos “justos”.

·         pois retribuído te será na ressurreição dos “justos”.

O que representava cuidar e sustentar os fisicamente pobres e aleijados?? Representava praticar uma ação de um homem justo.

De forma oposta, não praticar tais ações em benefício dos fisicamente pobres e aleijados representava praticar ações de iniquidade, pois no mínimo estavam se omitindo, e de forma deliberada. Os que não praticassem bondade para com os fisicamente pobres e aleijados eram vistos por Jeová como praticantes de coisas detestáveis.

Convida os pobres, os aleijados, os mancos e os cegos?? Mas estes não são os amaldiçoados por Deus? Não são estes os que Jeová tem como inimigos?? Não estão estes recebendo de Deus o que merecem? Certamente, algum dos contemporâneos de Jesus lhe faria estas perguntas.

Que resposta deu Jesus para aquela geração??

(Lucas 14:13-14) 13 Mas, quando ofereceres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos; 14 e serás feliz, porque eles não têm nada com que te pagar de volta. Porque se te pagará de volta na ressurreição dos justos.”

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 14:13-14) 13 Pelo contrário, quando deres um festim, convida os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos; 14 e serás bem-aventurado, por não terem eles com que te recompensar; pois serás recompensado na ressurreição dos justos.

Sentar-se com tais pessoas fisicamente debilitadas e suprir as necessidades destas pessoas constituía um ato de justiça. Jesus estava estabelecendo a verdade a respeito do Pai. A verdade não se contradiz. Isto significava que Jeová nunca tinha tido o pobre e o deficiente físico como amaldiçoados diante Dele.

Bem, o comportamento de Jesus em relação a estas pessoas não fornece a correta resposta para estas perguntas?? Decerto.

Os “pecadores aviltados” entrariam no reino dos céus na frente dos sacerdotes e dos fariseus.

Os sacerdotes e os fariseus se viam próximos de Deus, se viam como gozando da amizade de Deus. Obviamente, não se viam como iníquos. Desta sua posição, eles viam os pecadores aviltados como gozando da inimizade de Deus, logo, estando bem longe de Deus. Em face disto, sentiam inimizade por estas pessoas.

Que valor atribuíam a estas pessoas fisicamente debilitadas e deformadas??

Certamente, que atribuíam um baixo valor, tendo por estas pessoas uma baixa estima.

Quando Jesus afirmou que os cobradores de impostos entrariam no reino dos céus na frente dos sacerdotes, dos escribas, dos fariseus e dos demais supostamente justos, poderia ter causado mais indignação nestes homens, no entanto, o que os fatos estavam mostrando?? Quem revelou ter um coração mais sensível?? Quem começou a se importar com o pobre?? Quem passou a valorizar o pobre?? Quem passou a ver o pobre como alguém a ser ajudado em lugar de ser discriminado, rebaixado, explorado, julgado, condenado e esmagado??

A resposta foi dada na relação do dia a dia: “Os cobradores de impostos estavam entrando no reino dos céus na frente destes supostos justos (homens que não se viam como iníquos)”. Entrar no reino significava compactuar dos mesmos sentimentos de Jesus por tais iníquos, pois Jesus é o rei do reino.

No entanto fica no ar a seguinte pergunta: O que aconteceria dentro do reino depois que tais sacerdotes e fariseus entrassem no reino?? Será que o reino continuaria o mesmo??

O cobrador de impostos revelou ter um coração mais sensível, um coração mais sujeito a mudanças em relação aos antigos sentimentos ali alojados. O coração está em um local invisível e guarda nele coisas invisíveis.

No caso deste cobrador de impostos (Zaqueu), a informação dada por Jesus, o fez perceber algo novo em relação ao pobre.

CURAO objetivo do Pai é a cura.

(Isaías 6:8-10) 8 E comecei a ouvir a voz de Jeová, dizendo: “A quem enviarei e quem irá por nós?” E eu passei a dizer: “Eis-me aqui! Envia-me.” 9 E ele prosseguiu, dizendo: “Vai, e tens de dizer a este povo: ‘Ouvi vez após vez, mas não entendais; e vede vez após vez, mas não obtenhais conhecimento.’ 10 Torna embotado o coração deste povo e torna insensíveis os próprios ouvidos deles, e gruda os próprios olhos deles, para que não vejam com os seus olhos e não ouçam com os seus ouvidos, e para que seu próprio coração não entenda, e para que realmente não recuem e obtenham para si a cura.”

Assim verte a Tradução Almeida: (Isaías 6:8-10) 8 Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem irá por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim. 9 Disse, pois, ele: Vai, e dize a este povo: Ouvis, de fato, e não entendeis, e vedes, em verdade, mas não percebeis. 10 Engorda o coração deste povo, e endurece-lhe os ouvidos, e fecha-lhe os olhos; para que ele não veja com os olhos, e ouça com os ouvidos, e entenda com o coração, e se converta, e seja sarado.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Isaías 6:8-10) 8 Ouvi a voz de Jeová dizer: Quem enviarei eu, e quem irá por nós? Disse eu: Eis-me aqui; envia-me a mim. 9 Ele disse: Vai e dize a este povo: Haveis de ouvir, porém não entendereis; haveis de ver, porém não percebereis. 10 Torna insensível o coração deste povo, endurece-lhe os ouvidos, e fecha-lhe os olhos, para não suceder que, vendo com os olhos, e ouvindo com os ouvidos, entenda no coração, e se converta, e seja sarado.

QUAL É A SEQUÊNCIA EXIGIDA PARA O HUMANO CONSEGUIR A CURA??

Ver, ouvir (escutar), entender, amar aquilo que passou a entender, depois disto, deixando-se convencer, aceitar e recuar de suas ações, se converter ou dar meia volta, passando praticar novas ações.

O que Jeová havia falado para Jeremias em relação a casa de Judá??

(Jeremias 5:20-21) 20 Contai isto na casa de Jacó e publicai-o em Judá, dizendo: 21 Ouvi, pois, o seguinte, ó povo estulto, sem coração: Eles têm olhos, mas não podem ver; têm ouvidos, mas não podem ouvir....

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 5:20-21) 20 Anunciai isto na casa de Jacó, e fazei-o ouvir em Judá, dizendo: 21 Ouvi isto, povo insensato e sem entendimento; que tendes olhos, e não vedes; que tendes ouvidos, e não ouvis:

 

Para que tais coisas aconteçam é necessário haver um entendimento das coisas e um coração sensível. O Pai deixou bem claro que envolvia o coração, um local invisível.

Desta forma, Zaqueu, o pecador desprezado pelos supostos justos, mostrou ter um coração mais sensível do que os supostos justos.

O que notamos??

Notamos que a informação é um elemento importantíssimo.

SEMEADOR DA SEMENTE – SEU OBJETIVO É A CURA

(Mateus 13:3-9) 3 Disse-lhes então muitas coisas por meio de ilustrações, dizendo: “Eis que um semeador saiu a semear; 4 e, ao passo que semeava, algumas [sementes] caíram à beira da estrada, e vieram as aves e as comeram. 5 Outras caíram em lugares pedregosos, onde não tinham muito solo, e brotaram imediatamente, por não terem profundidade de solo. 6 Mas, ao se levantar o sol, ficaram queimadas, e, por não terem raiz, murcharam. 7 Outras, também, caíram entre os espinhos, e os espinhos cresceram e as sufocaram. 8 Ainda outras caíram em solo excelente e começaram a dar fruto, esta cem vezes mais, aquela sessenta vezes mais, outra trinta vezes mais. 9 Escute aquele que tem ouvidos.

(Mateus 13:18-23) 18 Escutai, então, a ilustração do homem que semeou. 19 Quando alguém ouve a palavra do reino, mas não a entende, vem o iníquo e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o semeado à beira da estrada. 20 Quanto ao semeado nos lugares pedregosos, este é o que ouve a palavra e a aceita imediatamente com alegria. 21 Contudo, ele não tem raiz em si mesmo, mas continua por algum tempo, e depois de ter surgido tribulação ou perseguição, por causa da palavra, logo tropeça. 22 Quanto ao semeado entre os espinhos, este é o que ouve a palavra, mas as ansiedades deste sistema de coisas e o poder enganoso das riquezas sufocam a palavra, e ele se torna infrutífero. 23 Quanto ao semeado em solo excelente, este é o que ouve a palavra e a entende, que realmente dá fruto e produz, este cem vezes mais, aquele sessenta vezes mais, outro trinta vezes mais.”

O local onde é semeada a semente é o coração, um local invisível.

Por isto é que eu falo com eles usando ilustrações.

(Mateus 13:13-15) 13 É por isso que lhes falo usando ilustrações, PORQUE olhando, olham em vão, e ouvindo, ouvem em vão, nem entendem; 14 e é neles que tem cumprimento a profecia de Isaías, que diz: ‘Ouvindo ouvireis, mas de modo algum entendereis; e olhando olhareis, mas de modo algum vereis. 15 Pois o coração deste povo tem ficado embotado e seus ouvidos têm ouvido sem reação, e eles têm fechado os olhos; para que nunca vissem com os olhos, nem ouvissem com os ouvidos, nem entendessem com os corações e se voltassem, e eu os sarasse.’

 

Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 13:13-15) 13 Por isso lhes falo por parábolas; PORQUE eles, vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem nem entendem. 14 E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, e de maneira alguma entendereis; e, vendo, vereis, e de maneira alguma percebereis. 15 Porque o coração deste povo se endureceu, e com os ouvidos ouviram tardamente, e fecharam os olhos, para que não vejam com os olhos, nem ouçam com os ouvidos, nem entendam com o coração, nem se convertam, e eu os cure.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 13:13-15) 13 Por isso lhes falo em parábolas, PORQUE vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem. 14 Neles se está cumprindo a profecia de Isaías, que diz: Certamente ouvireis, e de nenhum modo entendereis; Certamente vereis, e de nenhum modo percebereis. 15 Pois o coração deste povo se fez pesado, E os seus ouvidos se fizeram tardos, E eles fecharam os olhos; Para não suceder que, vendo com os olhos E ouvindo com os ouvidos, Entendam no coração e se convertam, E eu os sare.

Por que Jesus lhes falava usando ilustrações ou parábolas??

·         PORQUE olhando, olham em vão, e ouvindo, ouvem em vão, nem entendem;

·         PORQUE eles, vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem nem entendem.

·         PORQUE vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem, nem entendem.

Qual era o objetivo de Jesus?? Muitos afirmam que Jesus queria que eles permanecessem em ignorância. Seria este o objetivo de Jesus?? O que isto revelaria sobre a personalidade de Jesus?? Tinha Jesus o objetivo de mantê-los espiritualmente cegos?? Tinha Jesus o objetivo de enganar os espiritualmente cegos??

Qual o real objetivo de Jesus?? Era fazer que aqueles humanos entendessem algo de muito importante e que representava vida para eles. Jesus entendia plenamente o assunto enquanto os seus ouvintes não entendiam. Pelo fato de entender plenamente o assunto, Jesus tinha a capacidade de criar muitas ilustrações visando que os seus ouvintes pudessem raciocinar sobre a informação dada. O raciocínio os levaria ao entendimento. As ilustrações chamavam as pessoas para o raciocínio. O povo tinha um problema de coração. O povo tinha um coração duro, um coração insensível.

Jesus deixa claro que o humano continua com o seu livre-arbítrio.

Existem vários tipos de solos assim como existem vários tipos de reações, mesmo depois que se entende a palavra. A palavra exercerá mais influência em determinadas pessoas do que em outras. “Estes produzirão cem vezes mais, aquele sessenta vezes mais, outro trinta vezes mais”. Até mesmo o grau de entendimento seria diferenciado.

Uns entenderiam mais do que outros enquanto que outros se sensibilizariam mais do que outros, no entanto, todos estavam no processo de cura.

Onde ocorreria todo o processo da cura??

Onde é semeada a palavra?? No coração.

Todo o processo da cura ocorre no coração.

Quanto mais excelente for o solo, maior será a quantidade de frutos de bondade produzida por esta pessoa. Quanto mais duro for o solo, menos produtivo ele se mostrará. Solo excelente é igual a coração sensível, logo, quanto mais sensível for o coração, mais excelente é o solo. Aquele que produz cem vezes mais deveria sentir repugnância daquele que só produz dez vezes mais?? Com que olhos, aquele que produz cem vezes mais deve ver aquele que só produz cinco vezes mais?? Certamente, com os olhos da misericórdia. O que ele deve fazer?? Copiando o exemplo do mestre Jesus, ele deve ser um “ajudador”, um paracleto.

Palavras de Jesus: (João 14:15-17) 15 Se me amardes, observareis os meus mandamentos; 16 e eu solicitarei ao Pai e ele vos dará outro ajudador para estar convosco para sempre, 17 o espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque nem o observa nem o conhece. Vós o conheceis, porque permanece convosco e está em vós....

Assim verte a Tradução Brasileira: (João 14:15-17) 15 Se me amardes, guardareis os meus mandamentos. 16 Eu rogarei ao Pai, e ele vos dará um outro Paráclito, a fim de que esteja para sempre convosco. 17 o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.

PARACLETOEsta é a definição dada por certo dicionário para esta expressão:

paracleto Datação: 1561

n substantivo masculino

1 Rubrica: teologia.

o Espírito Santo

Obs.: inicial maiúsc.

2 pessoa que defende e protege alguém; mentor

 

De forma totalmente lógica, Jeová chamou o Seu reino de “reino de sacerdotes”. A palavra sacerdote é sinônimo da palavra ministro (minister em latim). É o mesmo que servente, sacerdote de um deus, aquele que serve ou ajuda e conselheiro.

Neste caso, fica bem claro que o sacerdote era um ajudador (aquele que ajuda), um conselheiro (aquele que aconselha).

MinistroEsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): o que serve ou ajuda, conselheiro

ministro

s.m. (sXIV) 1 auxiliar direto do mandatário supremo de uma nação, que chefia um ministério e compõe o gabinete 2 dipl na hierarquia diplomática, categoria abaixo da de embaixador 3 ecles aquele que, na religião, exerce um ministério, como pregar, administrar os sacramentos etc. 3.1 pastor protestante 4 jur B designação comum aos juízes de qualquer tribunal superior do país ² m. de Estado pol ministro escolhido e nomeado pelo presidente da República para chefiar um ministério • m. de primeira classe dipl posto mais alto na carreira diplomática brasileira, com o título de embaixador • m. de segunda classe dipl posto abaixo do de embaixador, com o título de ministro-conselheiro • m. plenipotenciário dipl chefe de missão diplomática com hierarquia imediatamente inferior à de embaixador e que representa seu governo junto a outro Estado, à frente de uma legação (missão diplomática de hierarquia abaixo da embaixada); enviado extraordinário • m. sem pasta pol ministro de Estado que não ocupa nenhuma pasta, mas participa do ministério e assessora o presidente ¤ etim lat. miníster,tri 'servente, sacerdote de um deus, o que serve ou ajuda, conselheiro' ¤ sin/var ver sinonímia de sacerdote ¤ col conselho, ministério ¤ hom ministro(fl.ministrar)

 

Neste caso, percebemos o que Jesus representava para seus apóstolos. Um conselheiro, aquele que ajuda. Neste caso, seria um reino de conselheiros, ou ainda, um reino de “ajudadores”.

QUAL É A CURA PARA O PECADO??

O que respondeu Jesus?? Ele responde: a palavra.

A CURA PARA O PECADO É A PALAVRA (INFORMAÇÃO).

A pessoa precisa ouvir a palavra (informação).

A pessoa precisa entender a palavra (informação) e concordar plenamente com ela (informação).

A pessoa precisa amar a palavra (informação) e se apegar a ela.

A palavra (informação) precisa criar raízes no coração do ouvinte. Cada palavra (informação) precisa criar raízes no coração do ouvinte.

Depois de entender a informação (palavra), concordando plenamente com ela, a pessoa usará esta informação (palavra) para resolver os problemas no dia a dia com os seus contemporâneos. Como resultado, esta pessoa passará a agir de forma diferente dos seus contemporâneos.

Além de um solo excelente, é necessário haver tempo para a formação e o crescimento das raízes.

A árvore invisível precisa crescer para começar a dar os seus frutos característicos. Da semente de jaca não nasce um pé de maça.

Vimos no exemplo de Zaqueu, como um ganancioso pode ser curado do seu pecado. Vimos que não se trata de um passe de mágica. Não se mostrou haver qualquer antídoto mágico.

COMO UM ASSASSINO SERIA CURADO??

Colocado sob as mesmas circunstâncias ou em circunstâncias piores, ele não repetiria mais aquele pecado. Assim, deste pecado ele está curado. Ele deixou-se levar por um sentimento. Ele tomou a decisão de matar alguém em face dos motivos plenamente justificados em sua mente. Logo, ele precisa mudar de opinião. A mudança de opinião o levará a mudar de sentimentos. Ele se negaria terminantemente a assassinar alguém, independente dos motivos plenamente justificados.

COMO UM ADÚLTERO SERIA CURADO??

Colocado sob as mesmas circunstâncias ou em circunstâncias piores, ele não repetiria mais aquele pecado. Assim, deste pecado ele está curado. Ele deixou-se levar por um sentimento. Ele tomou a decisão de adulterar com alguém em face dos motivos plenamente justificados em sua mente. Logo, ele precisa mudar de opinião. Mudando de opinião, sua decisão será diferente. Ele se negaria terminantemente a adulterar, não havendo motivos plenamente justificados que o conduzam a decisão de adulterar.

COMO UM MENTIROSO SERIA CURADO??

Colocado sob as mesmas circunstâncias ou em circunstâncias piores, ele não repetiria mais aquele pecado. Assim, deste pecado ele está curado. Ele deixou-se levar por um sentimento. Ele tomou a decisão de mentir para alguém em face dos motivos plenamente justificados em sua mente. Logo, ele precisa mudar de opinião. Ele se negaria terminantemente a mentir em toda e qualquer circunstância.

Percebemos que o humano não poderá reverter o pecado que ele já cometeu, pois o assassinato já foi cometido, o adultério já foi praticado e a mentira já foi pronunciada.

Percebemos também que o humano fez vítimas com suas ações pecaminosas.

Percebemos que o humano precisará não ser executado, ou seja, ele precisa continuar vivo para poder provar que deixou de praticar aquele pecado, ou seja, que ele ficou curado daquele pecado. Se Jeová, Aquele que tem a prerrogativa legítima de punir, não o executou imediatamente, o que deverá fazer um outro humano qualquer?? Não deveria se intrometer, não é mesmo??

Como Jeová afirmou que fará as coisas?? Ele afirmou que perdoará e continuará a observar: (Oséias 14:1-8) 14Volta deveras a Jeová, teu Deus, ó Israel, pois tropeçaste no teu erro. 2 Tomai convosco palavras e voltai a Jeová. Dizei-lhe, todos vós: ‘Que tu perdoes o erro; e aceita o que é bom, e nós ofereceremos em troca os novilhos de nossos lábios. 3 A própria Assíria não nos salvará. Não cavalgaremos em cavalos. E não mais diremos: “Ó nosso Deus!” ao trabalho das nossas mãos, porque és tu que tens misericórdia para com o menino órfão de pai.4Sararei a sua infidelidade. Amá-los-ei de [minha] própria vontade, porque a minha ira recuou dele. 5 Tornar-me-ei para Israel como orvalho. Ele florescerá como lírio e lançará as suas raízes como o Líbano. 6 Sairão os seus rebentos, e a sua dignidade se tornará igual à da oliveira, e sua fragrância será como a do Líbano. 7 Morarão novamente à sua sombra. Cultivarão cereais e florescerão como a videira. A recordação dele será como o vinho do Líbano. 8Efraim [dirá]: ‘Que é que eu tenho ainda com os ídolos?’ “Eu mesmo certamente darei resposta e continuarei a reparar nele. Sou semelhante a um frondoso junípero. Em mim se tem de achar fruto para vós.”

Assim verte a Tradução Brasileira: (Oséias 14:1-8) 1 Volta, ó Israel, para Jeová teu Deus; pois caíste pela tua iniqüidade. 2 Tomai convosco palavras e voltai para Jeová; dizei-lhe: Tira toda a iniqüidade, e aceita o que é bom; assim ofereceremos como novilhos as ofertas dos nossos lábios. 3 não nos salvará; não montaremos em cavalos, nem diremos mais à obra das nossas mãos: Vós sois nossos deuses, porque em ti o órfão acha a misericórdia. 4 Curarei a sua apostasia, amá-los-ei voluntariamente; porque a minha ira está apartada deles. 5 Serei para Israel como o orvalho; ele brotará como o lírio, e lançará as suas raízes como o Líbano. 6 Estender-se-ão os seus ramos, e a sua formosura será como a oliveira, e o seu cheiro como o Líbano. 7 Os que habitam debaixo da sua sombra voltarão; reverdecerão como trigo e brotarão como a vide; e o seu cheiro será como o vinho do Líbano. 8 Efraim dirá: Que tenho eu mais com os ídolos? eu tenho respondido, e atentarei para ele; eu sou como cipreste verde; de mim acha-se o teu fruto.

Você notou a sequência???

Primeiro o Pai perdoa.

Depois de perdoado, Efraim (um filho) oferece um novilho (oferta) dos lábios, ou seja, palavras.

Depois de perdoado é que vem a palavra, ou seja, em primeiro lugar vem o perdão.

Quem tomou a iniciativa de deixar aberto o caminho para a volta??

Quem foi que deixou aberta a porta para o iníquo???

Quem foi que não fechou a porta para o iníquo.

Vamos ver de novo a sequência??

  1. O filho comete a iniquidade.

  2. O Pai não fecha a porta para o filho iníquo, ou seja, o Pai não tem tal filho como um inimigo.

  3. Não existe nenhum ressentimento no Pai em relação ao iníquo, pois quem comete iniquidade é um iníquo.

  4. Estando a porta aberta, o iníquo pode decidir voltar em qualquer momento.

  5. Sabendo que o Pai não lhe guarda nenhuma ira, o filho iníquo decide voltar até o Pai.

  6. No lugar de tomar um presente para levar para o Pai (o sangue de um inocente animal), o filho iníquo toma palavras e se dirige ao Pai, Aquele que deixou aberta a porta.

  7. O filho iníquo reconhece o seu erro, e afirma que não mais praticará aquele erro.

  8. O Pai aceita a afirmação do filho.

  9. O Pai continua a observar se o filho realmente cumprirá o que prometeu.


Efraim reconhece seu pecado e afirma que não cometerá mais aquele pecado. Jeová afirma que continuará a observar seu amado filho, pois outras circunstâncias aparecerão diante de Efraim.

Jeová deixa claro que o humano continua com o seu livre-arbítrio.

Amá-los-ei de minha própria vontade”. Certamente, não havia mérito como base do perdão dado. Percebemos também que o perdão é uma ferramenta indispensável para que o humano possa ser curado de seu pecado, logo, a vítima sempre deve perdoar.

Percebemos também que a vítima deve ver o agressor como um importante doente que necessita de cura, e não alguém sem valor que tem de ser morto por ter praticado uma ofensa qualquer contra ela, contra outro humano que ela atribua um alto valor, ou ainda, contra Deus. Trata-se de uma doença invisível aos olhos humanos. O agressor está espiritualmente doente. Onde está a doença do agressor?? Está no coração.

Percebemos também que a vítima é a primeira a revelar sua cura para que possa haver a cura no ofensor.

Percebemos também que o pecador precisa mudar de opinião. Ele precisa deixar-se convencer. Percebemos também que o pecador precisa mudar os seus sentimentos. Percebemos ser uma questão básica de sentimentos.

COMO CONSEGUIR A CURA??

O que Jesus precisou fazer para que a cura ficasse disponível para o humano pecador?? O que Jesus afirmou??

O que eu preciso fazer para me curar de um pecado??

Por que aquele humano, passando a estar nas mesmas condições ou em condições piores, mesmo assim não voltaria a praticar aquele pecado?? Tornar-se-ia ele um robô??

O pecador precisa mudar de direção. Mudar de direção é uma decisão pessoal e intransferível. O pecador precisa ser convencido, não é verdade?? O pecador precisa mudar os seus sentimentos, não é verdade?? São as palavras (informações) que podem nos fazer mudar de opinião, não é verdade?? Depois de estar plenamente convencido, o humano não voltará a praticar as ações anteriores. O que afirmou Jesus?? Ele afirmou: (João 8:51) 51 Digo-vos em toda a verdade: Se alguém observar a minha palavra, nunca jamais verá a morte.

Jesus não afirmou que era para observar quaisquer outras palavras já conhecidas. Ele afirmou que era para observar suas palavras, suas palavras.

QUAIS SÃO AS PALAVRAS (INFORMAÇÕES) E ONDE ESTÃO ESTAS PALAVRAS (INFORMAÇÕES)??

Jesus responde: (Mateus 7:24-27) 24 Portanto, todo aquele que ouve ESTAS minhas palavras e as pratica será comparado a um homem discreto, que construiu a sua casa sobre a rocha. 25 E caiu a chuva, e vieram as inundações, e sopraram os ventos e açoitaram a casa, mas ela não se desmoronou, pois tinha sido fundada na rocha. 26 Além disso, todo aquele que ouve ESTAS minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem tolo, que construiu a sua casa sobre a areia. 27 E caiu a chuva, e vieram as inundações, e sopraram os ventos e bateram contra aquela casa, e ela se desmoronou, e foi grande a sua queda.”

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 7:24-27) 24 Todo aquele, pois, que ouve ESTAS minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou a casa sobre a rocha. 25 E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa; contudo não caiu, porque estava fundada sobre a rocha. 26 Mas todo aquele que ouve ESTAS minhas palavras, e não as põe em prática, será comparado a um homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia. 27 E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa, e ela caiu; e grande foi a sua queda.

Se ouvir e praticar estas palavras (informações) haverá um resultado específico para o pecador.

Se ouvir e não praticar haverá outro resultado específico para o pecador.

Se começar a praticar tais palavras (informações) nos momentos calmos, continuará praticando-as nos momentos de grande tensão emocional. Nos momentos de grande tensão emocional o humano revelará o que ele realmente tem no seu coração.

Jesus tinha acabado de pronunciar o que é chamado de “sermão do monte”. O chamado sermão do monte revela ser a lei do reino dos céus. No sermão do monte se encontram os mandamentos que definem se determinadas ações são certas ou erradas. No sermão do monte encontramos as diretrizes básicas que definem o certo e o errado para o discípulo de Jesus. No sermão do monte encontramos as regras de comportamento que o humano deverá praticar no seu dia a dia.

Ao iniciar o sermão do monte, o que afirmou Jesus em relação a “estas palavras”??

Assim afirmou Jesus: (Mateus 5:19) 19 Quem, portanto, violar um destes mínimos mandamentos e ensinar a humanidade neste sentido, será chamado ‘mínimo’ com relação ao reino dos céus. Quanto àquele que os cumprir e ensinar, esse será chamado ‘grande’ com relação ao reino dos céus.

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 5:19) 19 Qualquer, pois, que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele, porém, que os cumprir e ensinar será chamado grande no reino dos céus.

Mandamentos invioláveis??

Sim, foi exatamente isto o que Jesus falou.

Não viole os mandamentos. As circunstâncias não são determinantes. Não viole o mandamento, independente das circunstâncias.

Jesus mostrou como fazer isto.

Novamente Jesus traz a atenção o praticar. Praticar os mandamentos. Que mandamentos?? Os mandamentos listados logo depois destas palavras faladas por Jesus. Depois, Jesus conclui, chamando a atenção para a mesma coisa, ou seja, a necessidade de cumprir, de obedecer, de praticar continuamente o sermão do monte (a lei do reino), as palavras que ele tinha acabado de proferir. “É necessário praticar estas minhas palavras que acabais de ouvir”. Não eram pra ser aplaudidas e elogiadas, antes, eram pra ser praticadas.

Violaresta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: desrespeitar (lei, promessa etc.); infringir, transgredir...

2violar

v. (1448) 1 t.d. tratar com desrespeito (coisa ou lugar santo, sagrado ou merecedor de respeito); profanar <v. um templo, um túmulo> 2 t.d.int. ter relação sexual com (pessoa) contra sua vontade; estuprar <o ladrão violou a vítima> <os bárbaros incendiavam, violavam e matavam> 3 t.d. desrespeitar (lei, promessa etc.); infringir, transgredir <v. a constituição> 4 t.d. deixar de reconhecer (direito alheio) <v. a privacidade de alguém> 5 t.d. devassar (segredo) ou esp. abrir (correspondência alheia) sem a permissão do dono <v. cartas da filha> 6 t.d. manchar, desluzir, deslustrar <v. a memória do pai> 7 t.d. forçar a abertura de (algo fechado ou selado) ou entrar sem permissão em; arrombar <v. o cofre de um banco> <v. uma casa> ¤ etim lat. viòlo,as,ávi,átum,áre 'agredir por violência, maltratar etc.' ¤ sin/var ver sinonímia de infringir ¤ ant ver antonímia de infringir ¤ hom viola(3ªp.s.), violas(2ªp.s.) / viola(s.f.) e pl.


Aquele que viola o mandamento ensinará a violar o mandamento, pois ele não concorda com o mandamento; aquele que cumprir o mandamento ensinará a cumprir o mandamento, pois ele concorda com o mandamento. Depois que passa a saber, ou seja, depois que toma ciência do mandamento, aquele que viola tal mandamento, o faz porque discorda daquele mandamento. Por sua vez, aquele que cumpre, o faz porque concorda com aquele mandamento e faz questão de obedecer aquele mandamento em toda e qualquer circunstância no seu dia a dia.

No entanto, não podemos esquecer que Jesus foi aquele que mostrou como cumprir cada um dos mandamentos listados no sermão do monte. Porque Jesus cumpria estes mandamentos?? Porque Jesus concordava inteiramente com os mandamentos. Independente da situação em que se encontrava, independente das circunstâncias, Jesus continuava a obedecer ao mandamento. Eram os mandamentos que haviam sido fornecidos pelo Pai. Jesus os via como mandamentos invioláveis.

Percebeu que mandamento é uma coisa que devemos “encarar” e tratar como inviolável??

Percebemos também que Jesus não praticava os mesmos mandamentos praticados pelos sacerdotes, fariseus e demais humanos daquela geração, mandamentos estes devidamente registrados nas Escrituras.

Notamos que a “palavra” é acreditar em Jesus.

Notamos que a “palavra” é acreditar nas palavras faladas por Jesus; é acreditar nas informações dadas por Jesus.

Notamos que se trata de “obedecer” aos mesmos mandamentos obedecidos por Jesus.

Por que Jesus não obedecia aos mandamentos dados por Moisés e registrados nas escrituras?? Porque Jesus discordava deles, obviamente.

Vamos ver um exemplo de um mandamento que após tomarem ciência dele, os discípulos de Jesus revelavam discordar dele.

Jesus havia lhes informado o mandamento: “Quem se divorciar de sua esposa e casar com outra, comete adultério”.

Qual foi a reação dos humanos?? Será que houve alguma resistência ao mandamento?? Será que concordaram inteiramente com este supostamente novo mandamento??

Jesus havia informado ao humano lá no monte: (Mateus 5:31-32) 31 Outrossim, foi dito: ‘Quem se divorciar de sua esposa, dê-lhe certificado de divórcio.32 No entanto, eu vos digo que todo aquele que se divorciar de sua esposa, a não ser por causa de fornicação, expõe-na ao adultério, e QUEM SE CASAR COM UMA MULHER DIVORCIADA COMETE ADULTÉRIO.

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 5:31-32) 31 Também foi dito: Quem repudiar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio. 32 Eu, porém, vos digo que todo aquele que repudia sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, a faz adúltera; e quem casar com a repudiada, comete adultério.

Assim verte a Tradução Brasileira: (Mateus 5:31-32) 31 Também foi dito: Quem repudiar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio. 32 Eu, porém, vos digo que todo o que repudia sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, a faz ser adúltera; e qualquer que se casar com a repudiada, comete adultério.

Assim verte a Edição Pastoral:

(Mateus 5:31-32) 31 Também foi dito: ‘Quem se divorciar de sua mulher, lhe dê uma certidão de divórcio’. 32 Eu, porém, lhes digo: todo aquele que se divorcia de sua mulher, a não ser por causa de fornicação, faz com que ela se torne adúltera; e quem se casa com a mulher divorciada, comete adultério.»

 

Esta afirmação de Jesus deixa alguma dúvida?? Aquele que repudia a sua esposa a faz adúltera, faz com que ela se torne adúltera. Como um humano iria fazer sua esposa adúltera?? Se houver infidelidade dela é ela quem se faz adúltera, não é verdade?? No entanto, Jesus afirmou que aquele que repudia (divorcia; anula o casamento) a sua esposa sem que ela tenha se tornado uma adúltera, a faz adúltera, faz com que ela se torne adúltera, pois dava a ela a autorização para praticar o adultério (tornar-se de outro homem).

Qual foi a afirmação de Jesus??

·         todo aquele que se divorcia de sua mulher, a não ser por causa de fornicação, faz com que ela se torne adúltera;

·         vos digo que todo o que repudia sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, a faz ser adúltera;

Mas isto não era contrário ao que já estava nas Escrituras?? Alguém podia dizer: “Jesus, não vades além do que está escrito”.

Não recebia a mulher um certificado de divórcio que a autorizava a se tornar de outro homem??

Como isto acontecia no dia a dia dos filhos de Israel (Jacó)?? Qual era o costume aprovado por Moisés?? (Deuteronômio 24:1-2) 24 "Caso um homem tome uma mulher e faça dela sua propriedade, como esposa, então tem de suceder que, se ela não achar favor aos seus olhos por ele ter encontrado alguma coisa indecente da parte dela, então tem de escrever-lhe um certificado de divórcio e pô-lo na mão dela, E TEM DE DESPEDI-LA DE SUA CASA. 2 E ela tem de sair da sua casa, e tem de ir e tornar-se de outro homem.

Assim verte a Tradução Almeida: (Deuteronômio 24:1-2) 1 Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, se ela não achar graça aos seus olhos, por haver ele encontrado nela coisa vergonhosa, far-lhe-á uma carta de divórcio e lha dará na mão, E A DESPEDIRÁ DE SUA CASA. 2 Se ela, pois, saindo da casa dele, for e se casar com outro homem,

Assim verte a Tradução Brasileira: (Deuteronômio 24:1-2) 1 Quando um homem tomar uma mulher e se casar com ela, se ela não achar graça aos seus olhos, por lhe haver ele encontrado alguma coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio e lha dará na mão e a DESPEDIRÁ DE SUA CASA. 2 Tendo ela saído da casa dele, poderá ir e tornar-se mulher de outro homem.

Quando Jesus nasceu como humano, o que estava registrado nas “Escrituras”??

DÊ-LHE UM CERTIFICADO DE DIVÓRCIO.

Foi dito: “Quem se divorciar de sua esposa, dê-lhe um certificado de divórcio” e ela está liberada para ser de outro homem.

Quem havia dito esta palavra (informação)?? Moisés, certamente.

Este certificado de divórcio somente era dado em face do marido encontrar algo de indecente na sua esposa, desde que não fosse a infidelidade. Segundo o costume estabelecido por Moisés, se ela fosse infiel, ela seria apedrejada até a morte.

Segundo as palavras de Jesus, Moisés estava autorizando os filhos de Jacó a praticarem o adultério, pois tratava-se de um adultério consentido. Jesus afirmou que aquela união consentida por Moisés, união posterior a um divórcio, não passava de um adultério.

Pra que servia este certificado de divórcio??

Ela tinha de sair da casa daquele que até então era seu marido e podia tornar-se de outro homem. Este tinha sido o mandamento dado por escrito pelo profeta Moisés para o povo. Tratava-se de um costume milenar. Ela não seria apedrejada por causa desta ação. Se ela praticasse esta ação, ou seja, tornar-se de outro homem antes do certificado de divórcio, ela era apedrejada por ter praticado o adultério.

Neste caso, aquele “certificado de divórcio” transformava uma nova relação dela com outro homem em uma relação legítima. Sem o “certificado de divórcio”, era um pecado punido com a morte, no entanto, com o “certificado” de divórcio não era pecado. Este “certificado” de divórcio valia uma vida, pois impedia que uma mulher fosse apedrejada até a morte. Tratava-se de um “salvo conduto”. Tratava-se de uma “autorização especial” para um novo relacionamento. Ela estava “livre” do compromisso anterior. O certificado era a prova de que o compromisso anterior estava desfeito (anulado).

Temendo pela vida de Maria, o que desejou fazer José? (Mateus 1:18-19) 18 Mas, o nascimento de Jesus Cristo deu-se da seguinte maneira: Durante o tempo em que a sua mãe Maria estava prometida em casamento a José, ela foi achada grávida por espírito santo, antes de se unirem. 19 No entanto, José, seu marido, porque era justo e não queria fazer dela um espetáculo público, pretendeu divorciar-se dela secretamente.

Assim reza a Tradução Almeida: (Mateus 1:18-19) 18 Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, ela se achou ter concebido do Espírito Santo. 19 E como José, seu esposo, era justo, e não a queria infamar, intentou deixá-la secretamente.

José queria dar a Maria um salvo conduto, ou seja, algo que legitimava a condição em que Maria se encontrava, grávida, livrando-a assim de ser apedrejada até a morte. Tendo Maria adquirido tal salvo conduto, isto significava que ela não havia cometido nenhum pecado. Poderia até mesmo ser um “certificado” com data retroativa, visando salvar a vida de Maria.

Este era o costume plenamente aprovado por aqueles humanos e esta era a importância que era dada a um certificado de divórcio.

Depois daquelas palavras (informações) de Jesus lá no monte, as pessoas começaram a falar sobre elas, obviamente. Que reação lógica apresentaram os fariseus?? Com as Escrituras nas mãos, os fariseus foram até Jesus para defender o costume, pois concordavam com tal costume e não o viam como um pecado, pois tal costume estava na Escritura . Assim foi registrado: (Mateus 19:3-9) 3 E vieram ter com ele fariseus, decididos a tentá-lo, e disseram: “É lícito que um homem se divorcie de sua esposa por qualquer motivo?” 4 Em resposta, ele disse: “Não lestes que aquele que os criou desde [o] princípio os fez macho e fêmea, 5 e disse: ‘Por esta razão deixará o homem seu pai e sua mãe, e se apegará à sua esposa, e os dois serão uma só carne’? 6 De modo que não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus pôs sob o mesmo jugo, NÃO O SEPARE o homem.7 Disseram-lhe: “Então, por que prescreveu Moisés que se desse um certificado de repúdio e que ela fosse divorciada?” 8 Ele lhes disse: “Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos fez a concessão de vos divorciardes de vossas esposas, mas este não foi o caso desde [o] princípio. 9 EU VOS DIGO que todo aquele que se divorciar de sua esposa, exceto em razão de fornicação, e se casar com outra, comete adultério.”

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 19:3-9) 3 Aproximaram-se dele alguns fariseus que o experimentavam, dizendo: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo? 4 Respondeu-lhe Jesus: Não tendes lido que o Criador os fez desde o princípio homem e mulher, 5 e que ordenou: Por isso deixará o homem pai e mãe, e unir-se-á a sua mulher; e serão os dois uma só carne? 6 Assim já não são mais dois, mas um só carne. Portanto o que Deus ajuntou, NÃO O SEPARE o homem. 7 Responderam-lhe: Então por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio e repudiá-la? 8 Disse-lhes ele: Pela dureza de vossos corações Moisés vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas não foi assim desde o princípio. 9 Eu vos digo porém, que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério.

Um sacerdote, um conhecedor da lei, diria para Jesus: “Jesus, o homem dá a mulher um certificado de repúdio e ela pode se casar de novo, ela está livre do compromisso, não havendo nenhum pecado. Isto foi o que Moisés nos mandou fazer. Se ela está de posse do certificado de repúdio, então não há adultério”.

Que informação deu Jesus no chamado “sermão do monte”??

(Mateus 5:31-32) 31 Outrossim, foi dito: ‘Quem se divorciar de sua esposa, dê-lhe certificado de divórcio.’ 32 No entanto, eu vos digo que todo aquele que se divorciar de sua esposa, a não ser por causa de fornicação, expõe-na ao adultério, e quem se casar com uma mulher divorciada comete adultério.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 5:31-32) 31 Também foi dito: Quem repudiar sua mulher, dê-lhe carta de divórcio. 32 Eu, porém, vos digo que todo o que repudia sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, a faz ser adúltera; e qualquer que se casar com a repudiada, comete adultério.

Existe adultério ou não existe adultério???

A palavra de Jesus havia sido bem clara e oposta à palavra de Moisés:Quem se casar com uma mulher divorciada comete adultério”. Jesus estava estabelecendo a verdade em relação ao Pai. A verdade não se contradiz. Qualquer coisa oposta a verdade estabelecida por Jesus não era uma verdade.

Jesus afirmou: “Não o separe o homem”, simplesmente, não o separe; independente das circunstâncias, não o separe o homem.

Ora, ora, por que aquele homem que se casar com uma mulher divorciada, comete adultério?? Mas, e se foi o marido dela quem cometeu o adultério?? Neste caso, não estaria ela livre para casar-se de novo?? Não readquire ela o seu estado de solteira, ou não casada?? O divórcio não anula o casamento??

Será que Jeová tinha de aceitar este arranjo humano, esta realidade humana praticada por milênios, como a coisa certa a ser feita?? Ou será que o humano é que tinha de aceitar a posição de Jeová sobre este assunto, reconhecendo-se errado?? Quem é que deveria ser convencido?? Em que lado estava o erro??

Independente do motivo, não o separe o homem?? Independente do motivo, aquilo que Deus uniu, não separe??

Alguém perguntaria: “O divórcio não é uma separação definitiva?? O divórcio não é uma anulação do casamento?? Moisés definiu que isto é assim. Será que há erro em Moisés”??

A informação dada por Moisés estava em oposição a informação dada por Jesus. Não podemos esquecer que Moisés falava face a face com Jeová.

Jeová é aquele que cria as leis; Ele é o Legislador. Trata-se de uma prerrogativa exclusiva Dele criar as leis e definir o que é pecado, afinal de contas, Ele é muito mais sábio.

Não é Ele o projetista e criador do humano?? Não sabe Ele sobre tudo o Ele projetou?? Não se trata de uma informação do Projetista para o projetado sobre o que lhe faz bem e o que lhe faz mal??

Jesus responderia: Do ponto de vista do Pai, não existe anulação do casamento, não existe anulação do pacto. Do ponto de vista do Pai, o pacto é algo perpétuo enquanto os pactuantes estiverem vivos. Do ponto de vista do Pai, não existe nenhum motivo válido para o cancelamento do pacto, exceto a morte de um dos pactuados. Do ponto de vista do Pai, deve existir uma contínua lealdade ao pacto.
O Pai vive o Seu dia a dia segundo esta inviolável regra de comportamento.

Alguém poderia questionar a Jesus: “Jesus, o marido cometeu adultério e depois se casou com outra mulher solteira. Neste caso a divorciada não está livre para casar-se de novo”?? Ela é uma vítima e ele já se casou com outra.

Jesus responderia: “Independente do motivo da separação, o que ela é?? Ela é uma mulher divorciada; não é este o caso?? Embora seja divorciada e seja uma vítima ela não está livre para um novo casamento. Ela não passa a ser uma mulher solteira”.

Que reação apresentaram os discípulos de Jesus?? Já haviam concordado com Jesus ou ainda havia resistência?? Assim foi registrado: (Mateus 19:10-12) 10 Os discípulos disseram-lhe: “SE ESTA É A SITUAÇÃO DO HOMEM COM SUA ESPOSA, NÃO É ACONSELHÁVEL CASAR-SE.11 Disse-lhes ele: “Nem todos os homens dão lugar a esta palavra, mas somente os a quem é dado. 12 Pois há eunucos que nasceram tais da madre de sua mãe, e há eunucos que foram feitos eunucos pelos homens, e há eunucos que se fizeram eunucos por causa do reino dos céus. DÊ LUGAR A ISSO AQUELE QUE PODE DAR LUGAR A ISSO.”

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 19:10-12) 10 Disseram-lhe os discípulos: Se tal é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar. 11 Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem aceitar esta palavra, mas somente aqueles a quem é dado. 12 Porque há eunucos que nasceram assim; e há eunucos que pelos homens foram feitos tais; e outros há que a si mesmos se fizeram eunucos por causa do reino dos céus. Quem pode aceitar isso, aceite-o.

Era uma questão de ACEITAR ou não aceitar as palavras faladas por Jesus. Era uma questão de ACEITAR ou não aceitar a informação dada por Jesus. Era um caso de confiar em Jesus. Era um caso de ter fé em Jesus.

Neste caso, assim como em todos os casos, o que deve fazer a vítima??

A vítima deve perdoar. A vítima deve provar que perdoou.

Todos os humanos estavam apresentando resistência ao mandamento, tanto o fariseu quanto o discípulo. O humano queria uma exceção para poder descumprir aquele mandamento. Se ficou difícil de cumprir, então você pode descumprir. Se houver um sofrimento da tua parte, então........

Neste caso, seria a circunstância que definiria se certa ação era ou não pecado.

Embora o humano deseje que as coisas sejam assim, para o Legislador Jeová, as circunstâncias não definem se alguém é ou não culpado de pecado.

O humano tinha de perdoar todos os pecados cometidos contra ele, não tinha?? Não é este o dever de todo humano?? Não é isto o que o Pai espera de cada criatura?? Não é isto o que o Pai faz?? Ele queria estar liberado para deixar de perdoar neste caso específico. Ele apresentava um motivo plenamente válido para não perdoar. Mesmo neste caso, eu ainda tenho de perdoar a minha esposa?? Será que ninguém tem pena de mim, a pobre vítima??

O que será que os humanos queriam ouvir?? Eles queriam ouvir algo parecido com isto: “Desde que você encontre um “motivo plenamente válido” você pode deixar de cumprir este mandamento?? Você deve perdoar, mas se você encontrar um motivo plenamente válido, então você pode deixar de perdoar”.

Eles também queriam ouvir esta outra palavra: “Quem se divorciar e casar de novo comete adultério, mas, se o motivo do divórcio for a infidelidade, então, pode casar de novo....... Olha, não se esqueça do certificado de divórcio, pois sem ele, a nova relação é um pecado”.

Neste caso, eles queriam manter como válida a solução dada por Moisés para problemas dentro do casamento. O que isto representava?? Dureza de coração. Revelava um solo tão duro quanto pedra de esmeril, isto é, tão duro quanto o diamante. Notamos a resistência em obedecer a palavra de Jesus, não notamos?? Certamente.

Bem, onde ficou o “perdão” de todos os pecados de todos os pecadores?? Onde ficou o “dar a outra face”?? Ficou bem caracterizado que a vítima não perdoou. Ela encontrou um bom motivo, um motivo plenamente válido, plenamente justificável para descumprir ao mandamento de “dar a outra face”. Obviamente, o que ele ensinará?? Ele ensinará que se pode descumprir este mandamento, desde que esteja nesta situação específica. Neste caso específico, a vítima está revelando toda a sua dificuldade em dar a outra face.

O que verificamos??

Verificamos que “perdoar” é um mandamento inviolável.

Após a resistência dos discípulos em relação a este mandamento, qual foi a posição de Jesus??

Quem pode ACEITAR isso, aceite-o. A decisão continua sendo tua. Exerça o teu livre-arbítrio.

Bem, e quanto a dar a outra face??

Alguém perguntaria para Jesus: “Quando é que eu devo dar a outra face??”

Jesus responderia: “Sempre”.

Alguém perguntaria: Quantas vezes por dia??

Jesus responderia: “Sempre”.

Alguém perguntaria: “E se for a mesma ofensa, quantas vezes devo oferecer a outra face??”

Jesus responderia: “Sempre”.

Este alguém reluta em concordar com Jesus, não é verdade?? Sim, é verdade.

Neste caso, este alguém precisa entender o porque ele deve dar a outra face sempre, não é verdade?? Sabendo o “porque” das coisas, este alguém passaria a ver coisas que até então ele não conseguia ver, não é verdade?? Não é a vítima a primeira a revelar a sua cura?? Não é a vítima aquela que deve praticar o verbo perdoar??

Um outro detalhe chamado a atenção por Jesus foi: Moisés vos autorizou tal coisa por causa da “dureza dos vossos corações”. Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos fez a concessão de vos divorciardes de vossas esposas,

Tratava-se de um coração insensível, um coração tão duro quanto o diamante, pois tudo girava em torno do perdão.

Jesus poderia perguntar: “Aquele que se divorciar de sua esposa dando-lhe um certificado de divórcio (anulação do casamento) por um motivo qualquer dado por ela, conseguirá fazer de forma sincera a oração do Pai nosso?? Poderá sinceramente afirmar para o Pai que perdoou as ofensas dos seus devedores?? Não teria que pular o “perdoa-me minhas dívidas, assim como eu tenho perdoado os meus devedores”??

Bem, somente um divorciado discípulo desinformado ou um divorciado hipócrita é que ainda conseguiria fazer esta oração, não é verdade??

Certamente ele ainda não está curado deste pecado. Ele ainda não consegue perdoar todos os pecados de todos os pecadores contra ele. Ele ainda não consegue oferecer a outra face em todos os casos. Ele precisa se esforçar um pouco mais.

Bem, e quanto a soberba??

Palavras de Jesus em relação a soberba: (Marcos 7:20-23) 20 Outrossim, ele disse: “O que sai do homem é o que avilta o homem; 21 pois, de dentro, dos corações dos homens, saem raciocínios prejudiciais: fornicações, ladroagens, assassínios, 22 adultérios, cobiças, atos de iniqüidade, fraude, conduta desenfreada e um olho invejoso, blasfêmia, soberba, irracionalidade. 23 Todas estas coisas iníquas saem de dentro e aviltam o homem.”

Assim verte a Tradução Almeida: (Marcos 7:20-23) 20 E prosseguiu: O que sai do homem , isso é que o contamina. 21 Pois é do interior, do coração dos homens, que procedem os maus pensamentos, as prostituições, os furtos, os homicídios, os adultérios, 22 a cobiça, as maldades, o dolo, a libertinagem, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a insensatez; 23 todas estas más coisas procedem de dentro e contaminam o homem.

O que percebemos??

Percebemos que todas as coisas más procedem do coração. Percebemos que o pecado acontece primeiro no coração. Percebemos que se não existirem sentimentos maus no coração, não haverá pecado.

O que mais percebemos??

Em face da informação dada pelo Pai Jeová de que a alma “que pecar” esta é que morrerá, percebemos que a continuidade da vida está diretamente relacionada com os nossos sentimentos. Percebemos que a nossa vida depende de nossos sentimentos.

Percebemos que a nossa vida depende do tipo de sentimento que existe em nosso coração.

Os maus sentimentos nos levarão às mas palavras e as más ações, ou seja, nos levarão a praticar o pecado, ou seja, nos levarão a tornar visível a outros humanos a condição de nosso coração.

Notamos claramente a informação dada por Jesus??

·         Todas estas coisas iníquas saem de dentro e aviltam o homem.

·         todas estas más coisas procedem de dentro e contaminam o homem.

Todas as coisas iníquas procedem do coração.

O coração é a fonte de toda iniquidade praticada pelos humanos. O coração é a fonte de toda bondade praticada pelos humanos.

O coração é um local invisível que guarda coisas invisíveis, isto é, guarda os sentimentos, coisas invisíveis.

Não existindo coisas más no coração, não haverá pecado.

A soberba é sinônimo de altivez.

Assim falou Jesus em relação ao homem altivo: (Lucas 16:14-15) 14 Ora, os fariseus, que eram amantes do dinheiro, estavam escutando todas estas coisas, e começaram a escarnecer dele. 15 Conseqüentemente, ele lhes disse: “Vós sois os que vos declarais justos perante os homens, mas Deus conhece os vossos corações; porque aquilo que é altivo entre os homens é uma coisa repugnante à vista de Deus.

Assim verte a Tradução Almeida: (Lucas 16:14-15) 14 Os fariseus, que eram gananciosos, ouviam todas essas coisas e zombavam dele. 15 E ele lhes disse: Vós sois os que vos justificais a vós mesmos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações; porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação.

A soberba é uma coisa abominável..

O que estes homens faziam?? Tratava-se de uma autoaprovação?? Sim. Consideravam-se melhores que outros homens. Em face de que?? Em face dos pecados dos outros homens. Os “outros homens” cometiam muitos pecados?? Sim, cometiam. Os que se autoaprovavam não cometiam os mesmos pecados cometidos pelos “outros homens”?? Não, não cometiam.

Alguém poderia perguntar para Jesus: Jesus, se eu não cometo os mesmos pecados que aquele “adúltero cobrador de impostos apóstata assassino”, por que você afirma que eu sou igual a ele?? É óbvio que eu não mereço receber a mesma punição que ele merece.

Será que isto é soberba??

Sim, isto é soberba. Você vê a outra pessoa em um nível abaixo do seu. A soberba é um sentimento. Ela se instala no coração. Uma pessoa se sente superior a uma outra pessoa, sempre após encontrar motivos plenamente válidos aos seus olhos.

Qual é o perigo da soberba??

Em que espécie de coração se instala a soberba??

Que mal faz a soberba ao coração?? Ela endurece o coração.

Em relação ao pecado, o que Jeová havia informado ao homem??

Ele, o Pai, informou: “A alma que pecar esta é que morrerá”. (Ezequiel 18:20) 20 A alma que pecar — ela é que morrerá. O próprio filho não levará nenhuma [culpa] pelo erro do pai e o próprio pai não levará nenhuma [culpa] pelo erro do filho. A própria justiça do justo virá a estar sobre ele mesmo, e a própria iniqüidade do iníquo virá a estar sobre ele mesmo.

Assim verte a Tradução Almeida: (Ezequiel 18:20) 20 A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a iniquidade do filho, A justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele.

Ficou bem claro que a morte está diretamente ligada ao pecado. Neste caso, esta outra afirmação é paralela à afirmação de Jeová: “A alma que não pecar, esta continuará a viver”.

Para continuar a viver, o humano precisa não cometer pecado. Notou alguma diferença entre os pecados?? Foi estabelecida alguma classificação quanto aos pecados?? Isto não aconteceu. Neste caso, todos os pecados estão no mesmíssimo nível de classificação. Todos os pecados são gravíssimos.

Que palavra falou Jesus em relação a isto?? Jesus afirmou: (João 8:51) 51 Digo-vos em toda a verdade: Se alguém observar a minha PALAVRA, nunca jamais verá a morte.”

Assim verte a Tradução Almeida: (João 8:51) 51 Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha PALAVRA, nunca verá a morte.

Como este humano não veria mais a morte??

Por continuar a viver, obviamente.

O que precisa acontecer para este humano continuar a viver?? Não pecar.

O que é a morte??

É a prova irrefutável de que a pessoa cometeu e/ou está cometendo pecado.

O Pai deixou bem claro que a continuidade da vida está diretamente relacionado com a ausência de pecado naquela criatura. Foi o Pai e projetista do humano quem passou esta informação para o humano.

Como o humano deixaria de pecar?? Por observar a palavra falada por Jesus; por escutar (levar em consideração) a palavra falada por Jesus; por entender a palavra falada por Jesus; por amar a palavra falada por Jesus; por praticar no dia a dia a palavra falada por Jesus.

São as palavras que formam e modificam os sentimentos. Continuar a viver está condicionado a concordar com as informações dadas por Jesus para se viver o dia a dia.

A cura do pecado acontece de dentro para fora.

O pecado primeiro acontece no coração” - esta foi a informação dada por Jesus.

No seu coração ele já cometeu adultério com ela. (Mateus 5:27-28) 27 Ouvistes que se disse: ‘Não deves cometer adultério.’ 28 Mas eu vos digo que todo aquele que persiste em olhar para uma mulher, a ponto de ter paixão por ela, JÁ COMETEU no coração adultério com ela.

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 5:27-25) 27 Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. 28 Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, JÁ em seu coração COMETEU adultério com ela.

No coração se alojam os sentimentos.

Não havendo sentimentos iníquos, não haverá palavras iníquas e não haverá ações iníquas, pois o problema está no íntimo do humano. Não havendo sentimentos iníquos, não haverá pecado.

Estas coisas iníquas vêm do interior, vêm do coração” - esta foi a informação dada por Jesus.

A iniquidade de toda criatura vem do coração.

A santidade de toda criatura também vem do coração.

De um local invisível procedem coisas invisíveis. De um coração invisível procedem sentimentos invisíveis. As ações revelam e externam para outros o estado do coração daquele humano.

De onde vêm as coisas iníquas?? Que informação nos deu Jesus?? Jesus afirmou: “Estas coisas iníquas vêm do interior, vêm do coração”. (Marcos 7:20-23) 20 Outrossim, ele disse: “O que sai do homem é o que avilta o homem; 21 pois, DE DENTRO, dos corações dos homens, saem raciocínios prejudiciais: fornicações, ladroagens, assassínios, 22 adultérios, cobiças, atos de iniqüidade, fraude, conduta desenfreada e um olho invejoso, blasfêmia, soberba, irracionalidade. 23 Todas estas coisas iníquas saem de dentro e aviltam o homem.”

Assim verte a Tradução Almeida: (Marcos 7:20-23) 20 E prosseguiu: O que sai do homem , isso é que o contamina. 21 Pois é DO INTERIOR, do coração dos homens, que procedem os maus pensamentos, as prostituições, os furtos, os homicídios, os adultérios, 22 a cobiça, as maldades, o dolo, a libertinagem, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a insensatez; 23 todas estas más coisas procedem de dentro e contaminam o homem.

De onde procedem todos os pecados?? Procedem do coração. As palavras de Jesus foram bem claras, não foram?? A informação dada por Jesus foi bem clara, não foi??

Acreditas em Jesus??

As palavras repetidas por Jesus têm como base que sentimento?? Jesus nos informou: (Mateus 22:36-40) 36 Instrutor, qual é o maior mandamento na Lei?” 37 Disse-lhe: “‘Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua mente.’ 38 Este é o maior e primeiro mandamento. 39 O segundo, semelhante a este, é: ‘Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.’ 40 Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.”

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 22:36-40) 36 Mestre, qual é o grande mandamento na lei? 37 Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. 38 Este é o grande e primeiro mandamento. 39 E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. 40 Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas.

Segundo as palavras de Jesus (informação), aquele que amar ao próximo não cometerá pecado contra o seu próximo e aquele que amar a Deus não praticará nenhum pecado contra Deus.

Obviamente, sabendo que Deus ama o meu próximo, eu não vou fazer nada contra aquele que Deus ama.

Percebemos que aí está a cura para o pecado?? Percebemos também tratar-se de algo pessoal, individual.

Percebemos que a cura para o pecado está em uma única palavra??

Percebemos que a cura para o pecado é a palavra amar??

Aqueles humanos antes do aparecimento de Jesus juravam por Deus que amavam o próximo.

Embora afirmassem amar o próximo, eles continuavam a praticar ações de desamor contra tal próximo.

Amar o próximo é NUNCA praticar uma ação de DESAMOR para com este próximo.

Aqueles humanos não entendiam o quanto e o como deveriam amar ao próximo.

Foi neste momento que Jesus lhes revelou de forma prática, como é que um humano muito poderoso ama ao próximo como a si mesmo.

Embora seja um mandamento eterno, aqueles humanos não tinham nenhuma referência quanto a como fazer, ou seja, a como amar. Em face disso, muitos humanos eram exaltados como pessoas amorosas, como pessoas justas.

No entanto, Jesus afirmou para seus discípulos que ele estava estabelecendo a referência quanto a como amar o próximo. Jesus estabeleceu o modelo do como amar o próximo.

Em face disso, Jesus falou a seus discípulos a seguinte informação:

Ame ao teu próximo ASSIM COMO eu amei vocês.

(João 13:34-35) 34 Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. 35 Por meio disso saberão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor entre vós.”



Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 13: 34-35) 34 Um novo mandamento vos dou, que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. 35 Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.

As pessoas identificarão vocês como meus discípulos se e somente verem vocês amando ASSIM COMO eu amei. As pessoas vão comparar a forma como eu amei, com a forma como vocês vão estar amando o próximo.

Se vocês amarem uns aos outros ASSIM COMO eu amei vocês, então vocês NUNCA cometerão pecados uns contra os outros.


Se vocês amarem a Deus ASSIM COMO eu amei, então vocês NUNCA cometerão pecados contra Ele
.


Vamos ver um exemplo de alguém que não levantou as mãos contra seu próximo exatamente por saber que este próximo era amado por Jeová. Que valor este homem atribuía àquele que ele sabia que era amado por Jeová??

Quem foi este homem?? Este homem foi Davi. Embora tivesse oportunidades reais para retirar a vida de Saul, aquele que o estava procurando para matar, Davi negou-se a praticar qualquer violência contra Saul. Embora Saul tivesse dado a Davi todas as justificativas, Davi negou-se a dar a Saul aquilo que Saul merecia.

Davi explicou os seus motivos:

(1 Samuel 24:6-7) 6 Por isso ele disse aos seus homens: “É inconcebível, da minha parte, do ponto de vista de Jeová, fazer eu tal coisa a meu senhor, o ungido de Jeová, estendendo a minha mão contra ele, pois ele é o ungido de Jeová.7 Por conseguinte, Davi dispersou os seus homens com estas palavras e não lhes permitiu que se levantassem contra Saul. Quanto a Saul, levantou-se da caverna e seguiu seu caminho.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(1 Samuel 24:6-7) 6 Disse aos seus homens: Deus me guarde de que eu faça isso ao meu senhor, ao ungido de Jeová, a saber, que eu estenda a mão contra ele, visto que ele é o ungido de Jeová. 7 Com estas palavras conteve Davi os seus homens e não lhes permitiu que se lançassem contra Saul. Saindo Saul da cova, prosseguiu o seu caminho.

É inconcebível da minha parte estender minha mão contra Saul, POIS ele é um ungido de Jeová.

O grau de respeito que Davi tinha por um ungido de Jeová era realmente muito grande. Neste caso, Davi estava revelando a sua total lealdade para com Jeová, por levar em consideração o sentimento de Jeová por aquele outro humano. Davi via o “ungido de Jeová” como alguém que, ele Davi, não podia praticar nenhuma violência contra tal ungido. Nisto Davi estava coberto de razão. No entanto, Jeová ama igualmente a todos os Seus filhos, pois Ele se destaca pela Sua Imparcialidade. Desta forma, Davi devia ter a mesma disposição para com TODOS os filhos de Jeová, não é verdade?? Não é esta a forma de qualquer um demonstrar que é imparcial?? A equidade também deve sair de dentro, do interior do homem.

O mandamento dado por Jeová em relação a uma visão e tratamentos imparciais está assim registrado:

Assim verte a Tradução Almeida:

(Levítico 19:15) 15 Não farás injustiça no juízo; não farás acepção da pessoa do pobre, nem honrarás o poderoso; mas com justiça julgarás o teu próximo.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 19:15) 15 Não farás injustiça no juízo; não terás respeito à pessoa do pobre, nem honrarás a pessoa do poderoso; mas com justiça julgarás o teu próximo.

Neste caso, Davi honrava a pessoa do poderoso, isto é, ele honrava Saul, um escolhido de Deus, mas não colocava um pobre qualquer no mesmíssimo nível em que ele colocava Saul. No caso de Urias, um hitita, Davi não o tinha no mesmo nível de Saul.

A disposição de cada humano deve ser a de não praticar nenhuma violência contra nenhum dos filhos de Jeová. Desta forma este humano revela que vê cada próximo como sendo um valioso filho de Deus, isto é, todos ocupando o mesmíssimo nível.

Como e quando o humano finalmente poderá viver para sempre?? Será que o humano passará a ser imortal, garantindo assim a continuidade da sua vida?? Será que o humano será revestido de imortalidade, estando impossibilitado de morrer?? Será que para ser “justo” o humano tem de perder o seu livre-arbítrio, perdendo a “opção de escolherentre duas ou mais opções??

O que o nosso irmão Paulo de Tarso passou a ensinar??

Assim se fez registrar nas “Escrituras”:

(1 Coríntios 15:51-54) 51 Eis que eu vos digo um segredo sagrado: Nem todos adormeceremos [na morte], mas todos seremos mudados, 52 num momento, num piscar de olhos, durante a última trombeta. Pois a trombeta soará, e os mortos serão levantados incorruptíveis, e nós seremos mudados. 53 Pois isto que é corruptível tem de revestir-se de incorrupção e isto que é mortal tem de revestir-se de imortalidade. 54 Mas, quando [isto que é corruptível se revestir de incorrupção e] isto que é mortal se revestir de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: “A morte foi tragada para sempre.”

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(1 Corintios 15:51-54) 51 Eis que vos digo um mistério: Nem todos dormiremos, mas todos seremos mudados, 52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta. A trombeta soará, os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos mudados. 53 Pois é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que este corpo mortal se revista da imortalidade. 54 Mas quando este corpo corruptível se revestir da incorruptibilidade, e este corpo mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória.

A palavra de Paulo em relação a este assunto é bem clara: Os mortos serão ressuscitados incorruptíveis e o corpo mortal será revestido de imortalidade.

Foi esta a palavra de Jesus em relação a este assunto??

IncorruptívelEsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): incapaz de deixar-se corromper

incorruptível

adj.2g. (sXIV) não corruptível 1 que não se deteriora; imputrescível, inalterável, inatacável 2 incapaz de deixar-se corromper, seduzir, subornar; reto, honesto <a i. integridade de um juiz> ¤ etim lat.tar. incorruptibìlis,e 'id.' ¤ sin/var incorrutível ¤ ant corruptível

 

ImortalidadeEsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): qualidade ou condição de imortal.

imortalidade

s.f. (sXV) 1 qualidade ou condição de imortal, do que não perece; eternidade <a i. do espírito> 2 perpetuação na lembrança; perenidade <os grandes autores atingem a i.> ² i. da alma 1 rel crença ou concepção segundo a qual, após a morte, a alma continuaria a existir indefinidamente 2 p.ext. fil concepção amplamente difundida na filosofia antiga e medieval, e submetida na modernidade a um descrédito crescente, que se caracteriza por apresentar razões e explicações para a sobrevivência da alma humana após a morte ¤ etim lat. immortalìtas,átis 'condição de ser imortal' ¤ ant mortalidade

 

ImortalEsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): que não está sujeito à morte; não mortal.

imortal

adj.2g. (sXV) 1 que não está sujeito à morte; não mortal 2 fig. que dura ou parece durar infinitamente 3 cuja lembrança sobreviverá, através dos tempos, na memória dos homens <feitos i.> <a obra i. de Shakespeare> n s.2g. 4 membro da Academia Francesa ou da Academia Brasileira de Letras v s.f. angios 5 design. comum a várias plantas da fam. das amarantáceas e da fam. das compostas, ger. cultivadas como ornamentais 5.1 erva perene (Gomphrena pulchella) da fam. das amarantáceas, nativa do Paraguai, Argentina, Sul do Brasil e Uruguai, de folhas lanceoladas e flores em glomérulos capituliformes 5.2 subarbusto (Helichrysum humboldtianum) da fam. das compostas, nativo da África do Sul, de folhas lineares, lanceoladas, e capítulos de flores hermafroditas, em corimbos terminais ª imortais s.m.pl. 6 os deuses do paganismo ¤ etim lat. immortális,e 'id.' ¤ ant morredouro, mortal

 

Não estará sujeito à morte e nem estará sujeito à corrupção. Isto seria bom ou seria mal?? O humano finalmente conquistaria a continuidade da sua vida?? Estava garantida a sua eternidade?? Será que realmente existe a garantia da eternidade, tão desejada pelos humanos??

O que podemos entender das palavras de Paulo??

·         Que carne e sangue não herdam o reino de Deus.

·         O humano será revestido de incorrupção;

·         O humano será revestido de imortalidade;

·         que o humano não estará mais sujeito à morte; o humano estará impossibilitado de morrer.

·         que desta forma, isto é, através da imortalidade do humano, que a morte será tragada para sempre.

·         O humano ganhará um passe para a eternidade.

·         Que tudo ocorrerá por um milagre divino.

·         Ao final, todos serão imortais.

No entanto, convém perguntar??

·         Por ser fiel, o humano será premiado com a imortalidade??

·         O que dizer das palavras do Pai: A alma que pecar, esta é que morrerá?? Seriam palavras temporárias??

·         O ser humano estará impossibilitado de pecar??

·         O humano será revestido de incorrupção??

·         Porque Adão já não foi criado revestido de incorrupção??

·         Onde fica o livre-arbítrio do ser humano que está impossibilitado de pecar??

Em um passe de mágica os mortos serão levantados diferentes de como morreram. Serão levantados incorruptíveis. A pessoa morre pecadora e ressuscita uma pessoa incorruptível. Em um passe de mágica a pessoa deixará de ser pecadora.

Ora, no lugar de criar Adão revestido de incorrupção, Jeová colocou diante de Adão uma escolha. Para que Adão pudesse escolher, ele precisava da liberdade, liberdade esta que aquele que está revestido de incorruptibilidade não possui, pois este passa a estar impossibilitado de errar.

Até então Jeová tem respeitado o livre-arbítrio de todas as suas criaturas, livre-arbítrio que Ele mesmo deu. O livre-arbítrio é parte integrante da personalidade do Pai, assim como a misericórdia, o perdão e a igualdade. O Pai continua com o Seu livre-arbítrio. Jesus continua com o seu livre-arbítrio.

Será que Jesus era um humano incorruptível??

Será que o livre-arbítrio foi dado de forma temporária e experimental para o ser humano??

Removendo o livre-arbítrio do humano, o que ele se tornará?? Ele se tornará em alguém que não se corrompe, pois ele está impedido de se corromper. O humano ficaria impedido de pecar, logo, ele não morreria.

Será que o humano teria ciência do que é certo e do que é o errado, e no entanto, ele só poderia fazer o que é certo?? Mesmo sabendo o que é errado, ele estaria impossibilitado de fazer o errado.

Seria esta a solução de Jeová em relação ao pecado?? Impedindo o homem de pecar, certamente ele não pecaria mais e não morreria mais, no entanto, este impedimento colocaria o humano em uma condição diferente de Adão, pois o humano passaria a não ter escolha, afinal, ele estava impedido de escolher. Em face de sua incorrupção, o humano só teria uma única opção, a opção de fazer o que é certo. Desta forma a morte deixaria de existir. Desta forma, a morte seria tragada para sempre. Tal qual uma árvore, o humano só faria aquilo para o qual estivesse programado.

Mas, espere um instante. A Adão foi oferecida a oportunidade de escolher. Foi oferecido para Adão duas opções diferentes, obedecer ou desobedecer.

Neste caso, estes homens passam a estar em uma situação privilegiada em relação a Adão, pois tais homens ficam impedidos de decidirem pelo erro. Desta forma, a condição do humano passará a ser diferente da condição de Adão.

Ao final, mostraria haver dois pesos e duas medidas.

A obediência está condicionada a existência do livre-arbítrio. Não havendo livre-arbítrio, não existe obediência. Não havendo obediência, o que há?? Não havendo obediência haverá uma programação. Seria muito estranho ver uma árvore fugindo da programação estabelecida para ela. Uma árvore não pode ser acusada de desobediência, pois ela é apenas programada para fazer aquilo que o Programador definiu para ela. A árvore não tem a capacidade de desobedecer.

Adão foi criado bem diferente de uma árvore, não tendo sido programado para cumprir determinadas missões. À Adão foi dada a capacidade de escolher entre fazer e não fazer determinada atividade. Adão era um autônomo com a capacidade de aprender.

Como vimos, tem sido ensinado que, para o humano deixar de morrer, ele será revestido de incorrupção e de imortalidade. Este foi o ensino dado por Paulo de Tarso.

No entanto, segundo as palavras do próprio Jeová, o que o humano precisaria fazer para não morrer??

(Ezequiel 18:5-9) 5 “‘E no que se refere ao homem, se ele veio a ser justo e tem praticado o juízo e a justiça; 6 se não comeu nos montes e não elevou seus olhos para os ídolos sórdidos da casa de Israel, e não aviltou a esposa de seu companheiro, e não se chegou a uma mulher na sua impureza; 7 e se não maltratou a nenhum homem; se restituiu o penhor tomado pela dívida; se não arrebatou nada em roubo; se deu o seu próprio pão ao faminto e cobriu com roupa ao que estava nu; 8 se não deu nada em troca de juros e não tomou usura; se retirou sua mão da injustiça; se praticou a verdadeira justiça entre homem e homem; 9 se tem andado nos meus estatutos e tem guardado as minhas decisões judiciais para praticar a verdade, ele é justo. Ele positivamente continuará a viver, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 18:5-9) 5 Sendo pois o homem justo, e procedendo com retidão e justiça, 6 não comendo sobre os montes, nem levantando os seus olhes para os ídolos da casa de Israel, nem contaminando a mulher do seu próximo, nem se chegando à mulher na sua separação; 7 não oprimindo a ninguém, tornando, porém, ao devedor e seu penhor, e não roubando, repartindo e seu pão com o faminto, e cobrindo ao nu com vestido; 8 não emprestando com usura, e não recebendo mais de que emprestou, desviando a sua mão da injustiça, e fazendo verdadeira justiça entre homem e homem; 9 andando nos meus estatutos, e guardando as minhas ordenanças, para proceder segundo a verdade; esse é justo, certamente viverá, diz o Senhor Deus,

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 18:5-9) 5 Porém, se um homem for justo, e fizer o que é de eqüidade e justiça, 6 e se não comer sobre os montes, nem levantar os seus olhos para os ídolos da casa de Israel, nem contaminar a mulher do seu próximo, nem se chegar à mulher na sua separação; 7 se não oprimir a ninguém, porém tornar ao devedor o seu penhor, se não tirar nada do alheio por violência, se der do seu pão ao que tem fome e ao nu cobrir com vestido; 8 se não der o seu dinheiro à usura, nem receber mais do que o que emprestou, se desviar a sua mão da iniqüidade, e fizer verdadeiro juízo entre homem e homem; 9 se andar nos meus estatutos, e guardar os meus juízos, para proceder segundo a verdade; este tal é justo, certamente viverá, diz o Senhor Jeová.

Jeová foi bem claro: o homem precisava “ser justo”.

Vimos que ser justo é satisfazer os requisitos estipulados pelo Pai. Percebemos que é o Pai quem define o que é ser um homem justo.

Se o humano andar nos meus estatutos e guardar as minhas ordenanças ele continuará a viver, não morrerá.

Um projetista sabe o que faz bem e o que faz mal para aquilo que ele projetou e criou.

O Pai sempre soube o que é “ser justo”.

O Pai afirmou que o justo continuará a viver; o justo não morrerá. O Pai nos informou que justo é aquele humano que faz determinadas coisas e que não faz determinadas coisas.

A alma que não pecar esta continuará a viver, não morrerá.

Neste caso, percebemos que a chave para continuar a viver é ser “justo”. Continuar a viver está condicionado a se concordar com o Pai (projetista e criador) sobre o que é ser um homem justo.

Quem se mostraria justo?? Como o humano saberia se ele era justo ou não??

Poderia um justo perder a sua condição de justo, passando a ser um iníquo??

Ora, se o justo puder perder a sua condição de justo, isto significa que ele não está revestido de incorrupção, não é verdade?? O que Jeová falou sobre a real condição do justo??

(Ezequiel 18:24) 24 “‘Ora, quando o justo recuar da sua justiça e realmente fizer injustiça; se estiver fazendo segundo todas as coisas detestáveis que o iníquo tem feito e estiver vivendo, não será lembrado nenhum dos seus atos justos que praticou. Por sua infidelidade que praticou e por seu pecado com que pecou, por estes é que morrerá.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 18:24) 24 Mas quando o justo se desviar da sua justiça, e cometer iniqüidade, e fizer conforme todas as abominações que faz o ímpio, acaso viverá ele? Não será lembrado nenhum dos seus atos de justiça que praticou; na sua transgressão com que transgrediu, e no seu pecado com que pecou, neles morrerá.

De forma bem clara, Jeová afirmou que o justo permanece com a capacidade de cometer iniquidade. Segundo as palavras de Jeová, o justo não se torna incorruptível. A continuidade da sua vida continua em suas próprias mãos. Segundo as informações do Projetista, o humano continuaria com direito escolher e de tomar decisões de forma autônoma.

Assim, passamos a ver que do ponto de vista de Jeová não existe “justo” IMPEDIDO de pecar.

Bem, segundo a palavra saída da boca de Jeová, como é que um iníquo passaria a ser justo?? Seria em um passe de mágica no momento da ressurreição deste??

O que afirmou Jeová??

(Ezequiel 18:21-22) 21 “‘Ora, quanto ao iníquo, se ele recuar de todos os seus pecados que praticou e realmente guardar todos os meus estatutos e praticar o juízo e a justiça, ele positivamente continuará a viver. Não morrerá. 22 Todas as suas transgressões que praticou — não serão lembradas contra ele. Continuará a viver por causa da justiça que praticou.’

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 18:21-22) 21 Mas se o ímpio se converter de todos os seus pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e fizer o que é de eqüidade e justiça, certamente viverá, não morrerá. 22 Nenhuma das suas transgressões que cometeu, será lembrada contra ele; na sua justiça que praticou viverá.

Não existe passe de mágica. O que existe é uma ação do próprio iníquo em recuar dos seus pecados e passar a guardar (obedecer) todos os estatutos de Jeová. Trata-se de uma ação consciente e pessoal de quem está plenamente convencido de algo, ou ainda, trata-se de alguém que foi plenamente convencido a mudar de opinião sobre algo. Trata-se do pleno exercício do livre-arbítrio.

O que ocorre se o iníquo não se convence que este ou aquele proceder é um pecado, achando-se um justo?? Ao ser ressuscitado ele já voltará plenamente convencido de todas as coisas?? O Pai tem poder para fazer isto, não tem?? Decerto, que sim.

No entanto, ele achava que praticava coisas boas quando na verdade ele era um iníquo. Ele discordava do Pai em relação a determinados mandamentos. Deixar-se convencer é uma ação pessoal e intransferível. Será que o Pai aproveitará a morte deste humano para REPROGRAMAR a mente deste humano, fazendo-o CONCORDAR com aquilo que ele rejeitava até o momento de sua morte?? Isto seria um desrespeito ao livre-arbítrio, não seria??

O Pai falou em ressurreição de julgamento para os que praticaram coisas más, não falou?? O Pai não falou em pessoas serem transformadas em justas com a ressurreição.

Obedecer a todos os mandamentos de Jeová; obedecer e obedecer. Nada de passe de mágica. O iníquo tem em suas mãos a continuidade de sua vida, assim como o justo tem em suas mãos a continuidade de sua vida.

Desta forma, revelou-se de forma clara que o humano continuaria usando o seu livre-arbítrio, mantendo o poder de DECIDIR a cada momento sobre a continuidade de sua vida.

O humano precisava ver um justo em ação para poder ter uma ideia concreta sobre o que seria “um homem justo”. Quem seria este homem??

(Zacarias 9:9) 9 Jubila grandemente, ó filha de Sião. Brada em triunfo, ó filha de Jerusalém. Eis que vem a ti o teu próprio rei. Ele é justo, sim, salvo; humilde, e montado num jumento, sim, num animal plenamente desenvolvido, filho de jumenta.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Zacarias 9:9) 9 Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de Jerusalém; eis que vem a ti o teu rei; ele é justo e traz a salvação; ele é humilde e vem montado sobre um jumento, sobre um jumentinho, filho de jumenta.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Zacarias 9:9) 9 Regozija-te muito, filha de Sião; exulta, filha de Jerusalém; eis que vem a ti o teu rei. Ele é justo, e trás a salvação; ele é pobre e vem montado sobre um jumento, sobre um potrinho, filho de uma jumenta.

O rei Jesus mostraria ser justo. Ele sim é que mostraria o que é ser um homem justo. De forma prática ele mostraria aos humanos o que é um homem justo. Era Jesus dotado de livre-arbítrio ou será que ele era um revestido de incorrupção?? É óbvio que Jesus era um humano dotado de livre-arbítrio. O justo sempre continua o seu livre-arbítrio.

Este homem “justo” traria a salvação.

Como este homem justo traria a salvação?? Como??

Sendo assim, os discípulos de Jesus seriam os discípulos do “justo”.

Quem é que ensinaria ao humano individual sobre o que é ser “justo”??

(Isaías 42:1-4) 42 Eis meu servo a quem estou segurando! Meu escolhido, [a quem] a minha alma tem aprovado! Pus nele o meu espírito. Justiça para as nações é o que ele produzirá. 2 Não clamará nem levantará [a sua voz], e não deixará ouvir a sua voz na rua. 3 Não quebrará nenhuma cana esmagada; e quanto à fraca mecha de linho, não a apagará. Produzirá justiça em veracidade. 4 Não se turvará nem será esmagado até estabelecer justiça na própria terra; e por sua lei estarão esperando as próprias ilhas.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Isaías 42:1-4) 1 Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem se compraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele. ele trará justiça às nações. 2 Não clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na rua. 3 A cana trilhada, não a quebrará, nem apagará o pavio que fumega; em verdade trará a justiça; 4 não faltará nem será quebrantado, até que ponha na terra a justiça; e as ilhas aguardarão a sua lei.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Isaías 42:1-4) 1 Eis o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido no qual a minha alma se agrada. Tenho posto sobre ele o meu espírito, ele fará sair juízo às nações. 2 Não clamará, nem levantará, nem fará ouvir a sua voz na rua. 3 Não quebrará a cana rachada, nem apagará a torcida que fumega; com verdade fará sair o juízo. 4 Não se apagará nem será quebrado, até que estabeleça o juízo na terra; e as ilhas esperarão a sua lei.

Durante os seus últimos três anos e meio de convivência com os humanos, Jesus ensinou ao humano o que era praticar o juízo, ou seja, o que era praticar a justiça. Sua forma de viver o dia a dia revelou de forma prática o que era ser um “homem justo”.

Como um homem justo se comporta no meio dos homens iníquos?? Ele permanece justo, ensinando aos iníquos o caminho para que eles aprendam a se tornarem homens justos. O justo continua a agir qual ajudador dos iníquos.

Como um homem justo resolve os problemas de relacionamento com os iníquos??

Neste caso, os doze apóstolos escolhidos por Jesus estavam aprendendo o que com Jesus?? Certamente, estavam aprendendo a se comportarem como homens justos. Eles estavam aprendendo a praticarem a justiça.

As ilhas estarão esperando por sua lei.

Neste caso, fica bem claro a existência de uma lei. A lei dada por Jesus definiria para toda a humanidade o critério divino sobre o que é justiça.

Não podemos esquecer que, quando Jesus vivia fisicamente entre os humanos, os humanos já haviam desenvolvido seus próprios critérios sobre o que seria justiça.

Os discípulos de Jesus deviam se tornar um com Jesus. Como resultado desta união, poderia se afirmar em relação a cada discípulo: “Este discípulo é tal qual o seu mestre”. Ou ainda mais: Tal Mestre, tal discípulo “A”.

Como conseguiriam tal união?? Obviamente por resolverem os problemas da mesma forma como Jesus os resolvia.

No entanto, a aprovação é dada exclusivamente pelo Pai em conformidade com a lei informada por Jesus. Na verdade, é o cumprimento da lei por parte do humano individual que trará sobre ele a aprovação quanto a ser um homem justo.

Como o próprio Pai afirmou: este tal é justo, certamente viverá, diz o Senhor Jeová.

De forma óbvia, as palavras de Jesus confirmam as palavras de Jeová, pois assim disse Jesus:

(João 8:51) 51 Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte.

Se alguém guardar a minha palavra se tornará um homem justo. Se alguém aceitar e cumprir estas minhas palavras, nunca verá a morte.

Ficou bem claro que continuar a viver está diretamente relacionado com estar em união com Pai, pois o Pai é a fonte da vida. Também ficou claro que para continuar a viver a pessoa precisa ser “justa”, isto é, continuar a obedecer a todos os mandamentos do Pai conforme revelados por Jesus e obedecidos por Jesus.

Jesus não contraria o seu Pai. Jesus confirma que permanece nas mãos do humano o poder de continuar a viver. O humano continua a decidir a todo instante entre sua vida e a sua morte.

Jesus afirmou que era para o benefício dos seus apóstolos que ele precisava morrer.

A morte de Jesus traria um benefício para os seus discípulos. A morte e ressurreição de Jesus trariam um grande benefício prático para seus discípulos.

No seu momento de sofrimento e morte, Jesus mostrou-se um novo e inédito caminho para seus discípulos. Jesus revelou o caminho do pleno perdão, ou seja, do perdão incondicional, ou seja, aquele perdão em que o perdoador nada exige do perdoado. Quando estava sendo morto, de forma inédita, o que afirmou Jesus??

(Lucas 23:34) 34 [[Mas Jesus estava dizendo: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo.]] Outrossim, para distribuírem as roupas dele, lançaram sortes.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 23:34) 34 Disse Jesus: Pai, perdoa-lhes; pois não sabem o que fazem. Então repartindo as vestes dele, deitaram sortes sobre elas.

Percebemos que se tratava de um novo e inédito caminho, quando Estêvão revelou ter o mesmíssimo sentimento de Jesus pelos seus matadores, pois assim falou Estêvão em relação àqueles que o matavam:

(Atos 7:59-60) 59 E atiravam pedras em Estêvão, enquanto ele fazia apelo e dizia: “Senhor Jesus, recebe meu espírito.” 60 Então, dobrando os joelhos, clamou com forte voz: “Jeová, não lhes imputes este pecado.E, dizendo isso, adormeceu [na morte].

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Atos 7: 59-60) 59 Apedrejavam a Estêvão que invocava o Senhor e dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito. 60 Ele, ajoelhando-se, clamou em alta voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. Tendo dito isto, adormeceu.

Esta inédita forma de perdoar foi apresentada aos discípulos de Jesus, aquele que estava lhes ensinando a correta forma de amar ao próximo como a si mesmo, perdoando o agressor até mesmo quando este o está matando.

No entanto, se Jesus não morresse praticando o pleno perdão, como a humanidade saberia que isto era possível e que esta é a forma que o Pai espera que cada filho proceda ao encontrar-se em situação idêntica??

Através da palavra falada por Jesus, isto é, a cura, o humano usará o seu livre-arbítrio para deixar de ser um pleno “retribuidor” (justiceiro), passando a ser um pleno “perdoador”.

Não há dúvida de que a morte de Jesus revelou algo especial para cada discípulo em relação ao pleno perdão a ser praticado no dia a dia. Jesus estava demonstrando de forma prática a forma de um justo viver o dia a dia, mesmo vivendo entre os iníquos, especialmente vivendo entre os iníquos. Uma ovelha vivendo no meio de lobos comporta-se desta maneira, nos revelou Jesus.

<♥♥♥> RESGATE??

No entanto, ainda há uma dúvida. O ensino fundamental é que para o humano deixar de morrer ele precisava de um “resgate”.

Bem, antes de adentrarmos na questão do “resgate”, falemos sobre comerciante e comércio.

Será que o relacionamento Pai celestial e filhos humanos é um relacionamento de O Comerciante Pai e seus comerciantes filhos??

Será que o relacionamento familiar deve ser o comerciante marido e a comerciante mulher??

Deve ser um feliz troca-troca??

Deve o marido se comportar como se ele fosse uma mercadoria, visando seus lucros??

Deve a mulher se comportar com se ela fosse uma mercadoria, visando seus lucros??

Deve o filho(a) se comportar como se fosse uma mercadoria, visando seus lucros??

Deve o pai ver seus filhos como se eles fossem mercadorias, onde obterá lucros??

Deve ser o comerciante pai e os comerciantes filhos??

Como o filho nasce nada sabendo, isto significaria que o pai devia ensinar o filho(a) a ser um comerciante??

O que é um comerciante??

Comercianteesta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: que ou o que tem no comércio sua profissão...

comerciante Datação: 1789

n adjetivo de dois gêneros e substantivo de dois gêneros

1 que ou o que tem no comércio sua profissão habitual

1.1 Rubrica: termo jurídico.

diz-se de ou pessoa capaz, física ou jurídica, que, em seu nome e por conta própria ou de outrem, efetua atos de comércio como profissão habitual ou como intermediário

2 Derivação: por extensão de sentido.

diz-se de ou indivíduo que tem o sentido ou o dom do comércio

3 Derivação: por extensão de sentido. Uso: pejorativo.

diz-se de ou indivíduo que dá ênfase excessiva ao lucro pecuniário, que só visa ao próprio sucesso financeiro


O que é comércio??

Comércioesta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: atividade que consiste em trocar, vender ou comprar produtos, mercadorias, valores etc., visando, num sistema de mercados, ao lucro; um negócio.

comércio Datação: 1510

n substantivo masculino

1 atividade que consiste em trocar, vender ou comprar produtos, mercadorias, valores etc., visando, num sistema de mercados, ao lucro; negócio

2 conjunto dos comerciantes

3 conjunto dos estabelecimentos que comerciam num determinado lugar

Ex.: o c. local não abriu

4 estabelecimento comercial; venda, loja

5 Derivação: sentido figurado.

relação social ou afetiva

Ex.: manter um c. cordial com os amigos

6 Derivação: sentido figurado. Uso: pejorativo.

contato corporal íntimo

Ex.: c. carnal


Seria o Pai IHVH um Comerciante??

Temos uma relação de negócios com o Pai IHVH??

Como é uma relação Pai e filho??

Não deve ser uma relação altruísta do pai em relação a seu filho??

Mesmo que o filho ainda seja egoísta, o pai deve continuar sendo altruísta e mantendo o relacionamento altruísta com o seu filho, não é verdade??

Embora o Pai IHVH seja Altruísta, os humanos O tem acusado de ser um Comerciante no Seu relacionamento com Seus filhos humanos.

Quem é este que tem afirmado que IHVH é um mero Comerciante??

Que é este que tem afirmado que IHVH vive negociando coisas com Seus filhos, tendo com eles uma relação baseada no comércio??

Para o Pai IHVH, o comércio é uma prostituição.

Será que o Pai IHVH estava ensinando Seus filhos a serem prostitutos(as)??

Afirma-se que o resgate é o meio de Deus livrar a humanidade do pecado e da morte, ou ainda, o meio de Deus salvar a humanidade do pecado e da morte. O humano necessita ser liberto do pecado. O ensino fundamental praticado pelos discípulos de Jesus é que o humano se encontrava em uma condição irreversível, necessitando assim de um resgate. Afirma-se que: “o resgate é o presente mais valioso que você poderia receber, pois pode trazer-lhe felicidade indescritível e preencher suas necessidades mais importantes. O resgate é, de fato, a maior expressão do amor de Jeová por você.

Neste caso, “o resgate” passava a ser uma coisa imprescindível. Embora seja imprescindível, trata-se de algo que independe do ser humano, e, que estando fora da capacidade do ser humano, tem de ser feito por outra pessoa. O que isto quer dizer?? Isto quer dizer que não depende do humano ele continuar a viver, ou seja, não é de sua responsabilidade o continuar a viver, afinal, ele vai morrer mesmo. Afirma-se que o humano se encontra fisicamente imperfeito e que a continuidade de sua vida depende dele se tornar fisicamente perfeito.

O que esta expressão realmente quer dizer?? Você depende de ser fisicamente perfeito para poder “obedecer”.
Neste caso é dito: Você precisa de algo que você ainda não tem para você conseguir obedecer....

É afirmado que o humano necessita do sangue derramado de Jesus, um sangue puro de um justo derramado, entregue ao Pai IHVH como CONDIÇÃO para que Ele conceda perdão aos errantes que concordarem com tal resgate, e usar este sangue derramado para fazer o humano se tornar fisicamente perfeito, para que o humano finalmente tenha condições de obedecer aos mandamentos, algo impossível a ele nesta condição atual, ou seja, fisicamente imperfeito.

Será que é isto mesmo??

Se isto for verdade, então Jesus seria um mentiroso, não é verdade?? Não foi esta a informação que ele passou para pessoas iguais a mim.

Qual foi a informação que ele me passou??

(João 8:51) 51 Digo-vos em toda a verdade: Se alguém observar a minha palavra, nunca jamais verá a morte.

(João 11:25-26) 25 Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá; 26 e todo aquele QUE vive, e crê em mim, jamais morrerá. Crês isto?

Neste caso, o discípulo conseguiria obedecer a palavra de Jesus e nunca ver a morte.

Seria Jesus um mentiroso?? Não, Jesus não é mentiroso. Ele é a ”verdade”.

Passemos então para o diálogo entre Jesus e os samaritanos.

Ao ouvir as palavras saídas da boca de Jesus, o que afirmaram aqueles homens que adoravam o que não conheciam (os samaritanos)??

Os samaritanos afirmaram:

(João 4:40-42) 40 Portanto, chegando-se a ele os samaritanos, começaram a pedir-lhe que ficasse com eles; e ficou ali dois dias. 41 Em conseqüência disso, muitos mais creram por causa do que dizia, 42 e começaram a dizer à mulher: Não é mais pela tua conversa que cremos; porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este homem certamente é o salvador do mundo.”

Assim verte a Tradução Almeida:

(João 4:40-42) 40 Indo, pois, ter com ele os samaritanos, rogaram-lhe que ficasse com eles; e ficou ali dois dias. 41 E muitos mais creram por causa da palavra dele; 42 e diziam à mulher: Já não é pela tua palavra que nós cremos; pois agora nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 4:40-42) 40 Quando, pois, estes samaritanos vieram ter com Jesus, pediram-lhe que ficasse com eles; e passou ali dois dias. 41 Muitos mais creram por causa das palavras de Jesus, 42 e diziam à mulher: Não é mais pelas tuas palavras que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.

Ao ouvirem as palavras faladas por Jesus, o que afirmaram??

·         sabemos que este homem certamente é o salvador do mundo.

·         sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.

·         sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.

Pelas coisas que ouvimos dele, chegamos a conclusão que ele é o salvador do mundo.

Pelas informações que ele nos passou, concluímos que ele é o salvador do mundo.

As palavras saídas da boca de Jesus e ouvidas por estes homens os levaram a fazer esta incrível afirmação a respeito de Jesus. As palavras representariam a salvação para o mundo. As informações representavam a salvação do mundo.

Estes humanos ouviram a palavra, gostaram da palavra e entenderam a palavra. Em face disto, eles classificaram a palavra como “salvação” para o mundo.

O mundo precisava ser salvo??

O mundo poderia ser salvo através das informações dadas por Jesus??

Bem, o Pai falou a palavra (informação) e Jesus repetiu a palavra (informação) falada pelo Pai. E agora, o que acontece??

Algo muito incrível aconteceu aqui. Não podemos deixar de falar sobre isto.

Os samaritanos chegaram a conclusão que Jesus salvaria o mundo através das palavras que ele repassava aos humanos, enquanto que os discípulos de Jesus afirmam que a salvação do mundo se daria pelo sacrifício de Jesus, ou seja, o sangue derramado é que traria salvação.

Frase 1: A informação de Jesus salvaria o mundo.

Frase 2: A morte sacrificial de Jesus salvaria o mundo. O sangue derramado de Jesus salvaria o mundo.

São frase bem diferentes e apenas uma é a verdade.

Será que os samaritanos estavam errados??

Em relação a resgate, Jesus fez a seguinte afirmação:

TNM reza:

(Mateus 20:28) 28 Assim como o Filho do homem não veio para que se lhe ministrasse, mas para ministrar e dar a sua alma “como” resgate em troca de muitos.”

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 20:28) 28 É assim que o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida “em” resgate de muitos.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 20:28) 28 assim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida “em” resgate de muitos.

Não podemos esquecer que a ação de “resgatar” pode ou não estar condicionado a uma troca.

Como um comerciante vê a situação onde se pratica um resgate?? Não é como uma situação na qual se pratica o comércio?? Não é uma situação onde se pratica uma “troca”??

RESGATAR

Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: libertar a preço de dinheiro ou concessões; libertar, livrar, remir, expiar.

resgatar

v. (sXV) 1 t.d.bit. e pron. libertar(-se) a preço de dinheiro ou concessões <r. reféns (do cativeiro)> <o prisioneiro resgatou-se> 2 t.d. efetuar o pagamento de (dívida ou compromisso) 3 t.d. recuperar (algo cedido a outrem) mediante pagamento <r. um objeto penhorado> 4 t.d. conseguir (algo) à custa de esforço, de sacrifício <r. a paz de espírito> 5 t.d. libertar-se, livrar-se de; remir, expiar <r. os pecados> 6 t.d.bit. livrar (da ruína, de uma situação de risco); salvar <os bombeiros resgataram os sobreviventes (dos escombros)> ¤ etim orig.contrv. ¤ sin/var recobrar, recuperar, retomar, salvar ¤ hom resgates(2ªp.s.) / resgate (s.m.) e pl.

Resgatar também pode significar livrar sem haver qualquer pagamento, ou seja, sem ser uma prática comercial.

Neste caso perguntamos:

1.      Veio Jesus nos libertar por um preço??

2.      Veio Jesus nos livrar, remir, expiar??

Notamos que se há um preço a ser pago, então alguém definiu que havia tal preço a ser pago.

Notamos que se há um preço a ser pago, então alguém receberá este valor.

Notamos que se trata de uma negociação. Notamos que se trata de uma relação comercial, um toma lá e dá cá.

Qual seria o valor e a quem seria pago??

Nesta relação, o Comerciante IHVH recebe o “sangue como forma de pagamento” para que Ele faça alguma coisa pelo humano necessitado.

Bem, neste caso, o sangue era a mercadoria a ser usada nesta negociação.

O nosso amado irmão Paulo fez a seguinte afirmação em uma de suas cartas, segundo a versão TNM:

(Efésios 1:7) .... 7 Mediante ele temos o livramento por meio de resgate, por intermédio do sangue desse, sim, o perdão de [nossas] falhas, segundo as riquezas de sua benignidade imerecida.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Efésios 1:7) 7 em quem temos a redenção pelo seu sangue, a redenção dos nossos delitos, segundo as riquezas da sua graça,

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Efésios 1:7) 7 no qual temos a nossa redenção pelo seu sangue, a remissão dos nossos delitos segundo a riqueza da sua graça,

REDENÇÃOEsta é a definição dada pelo dicionário (Houaiss): ato ou efeito de remir; resgate; … esmola dada para remir cativo

redenção

s.f. (sXV) ato ou efeito de remir; resgate 1 teol resgate do gênero humano por Jesus Cristo 2 fig. auxílio, proteção que livra de situação difícil; salvação 3 ant. esmola dada para remir cativo ¤ etim lat. redemptìo,ónis 'id.'

 

REMIREsta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: tornar a obter; obter a reabilitação; recuperar-se.

remir

v. (sXIII) 1 t.d. tornar a obter, a conseguir 2 t.d.bit. e pron. livrar(-se), libertar(-se), resgatar(-se) <remiu (do cativeiro) o povo oprimido> <remiu-se do castigo graças aos seus próprios esforços> 3 t.d. libertar da danação, da condenação ao inferno <Cristo morreu para r. os pecadores> 4 t.d. conceder indenização a; compensar, ressarcir 5 t.d. reparar (falta, falha, crime etc.); expiar 6 pron. obter a reabilitação; recuperar-se <remiu-se de uma falta cometida no passado> ¤ gram v. defectivo, us. unicamente nas formas em que o i se segue ao radical ¤ etim lat. redìmo,is,émi,emptum ou emtum,imère 'id.' ¤ sin/var redimir

O texto ficaria assim: “Obtemos a nossa reabilitação através do seu sangue”.

ESCRAVOS DO PECADO

Segundo Jesus, o que libertaria o humano do pecado?? Seria o seu sangue??

Notamos que remir nos traz a ideia de retorno a condição anterior.

Em que condição o humano se encontrava??

Deixemos que Jesus responda.

(João 8:31-36) 31 E Jesus prosseguiu assim a dizer aos judeus que acreditavam nele: “Se permanecerdes na minha palavra, sois realmente meus discípulos, 32 e conhecereis a verdade, e a VERDADE vos libertará.33 Replicaram-lhe: “Somos descendência de Abraão e nunca fomos escravos de ninguém. Como é que dizes: ‘Ficareis livres’?” 34 Jesus respondeu-lhes: “Digo-vos em toda a verdade: Todo praticante do pecado é escravo do pecado. 35 Ainda mais, o escravo não permanece para sempre na família; o filho permanece para sempre. 36 Portanto, se o Filho vos LIBERTAR, sereis realmente livres.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 8:31-36) 31 Disse, pois, Jesus aos judeus que o haviam crido: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sois meus discípulos, 32 conhecereis a verdade, e a VERDADE vos libertará. 33 Eles lhe responderam: Nós somos descendência de Abraão e nunca temos sido escravos de ninguém; como dizes tu: Vós sereis livres? 34 Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Todo o que comete pecado, é escravo do pecado. 35 O escravo não fica para sempre na casa; o filho fica para sempre. 36 Se, pois, o Filho vos LIBERTAR, sereis realmente livres.

As palavras de Jesus nos dão todas as respostas.

1.      Todos os humanos eram escravos?? Sim, todos somos escravos.

2.      Quem é que nos escraviza?? O pecado. Somos escravos do pecado.

3.      Quem nos liberta do pecado?? Jesus. Jesus é o nosso libertador frente ao pecado.

4.      Como Jesus liberta o humano do pecado?? Usando a sua palavra. A palavra de Jesus é a verdade. É a verdade que libertará o humano do pecado. Conhecendo a verdade (informação verdadeira), o humano deixará de praticar pecado. A informação dada por Jesus liberta o homem do pecado. A informação saída da boca de Jesus salva o humano.

Não podemos deixar de repetir que “pecado” é qualquer ato de desobediência, bem como qualquer palavra que seja fruto de sentimentos degenerados tais como superioridade (soberba), cobiça, ódio, inveja, competição e alguns outros. Segundo a informação dada por Jesus, apenas ter tais sentimentos dentro de si já caracteriza o pecado.

Percebemos que o pecado está diretamente relacionada com os sentimentos.

Percebemos que o pecado é qualquer violação do amor ao Pai Jeová e o amor a próximo como a si mesmo.

Sabemos isso em face da informação dada por Jesus de que toda a lei tem por base apenas dois mandamentos e que os dois mandamentos são o de amar ao Pai Jeová acima de todas as coisas e de amar ao próximo como a si mesmo. Consequentemente, todo pecado é apenas uma deficiência de amor daquela pessoa.

Conhecereis a verdade.

VerdadeEsta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: propriedade de estar conforme os fatos ou a realidade

verdade

s.f. (sXIII) 1 propriedade de estar conforme com os fatos ou a realidade <a v. de uma afirmação> <v. histórica> 1.1 a fidelidade de uma representação em relação ao modelo ou original <a v. de um quadro> 2 p.ext. coisa, fato ou evento real 3 p.ext. qualquer ideia, princípio ou julgamento aceito como autêntico; axioma <as v. de uma religião, de uma filosofia> 4 p.ext. procedimento sincero, pureza de intenções <agir com v.> 5 fil correspondência, adequação ou harmonia passível de ser estabelecida, por meio de um discurso ou pensamento, entre a subjetividade cognitiva do intelecto humano e os fatos, eventos e seres da realidade objetiva ² v. da razão fil nas doutrinas racionalistas, cada um dos juízos e enunciados que, por nascerem das formas ou ideias inatas da razão, independentemente da realidade sensível, apresentam veracidade eterna, universal e necessária • v. de fato fil cada uma das assertivas que se limitam à constatação dos fenômenos heterogêneos e transitórios da realidade empírica, apresentando, por essa razão, uma veracidade contingente e circunstancial • a bem da v. para ser fiel à realidade; para dizer a verdade <a bem da v., ele não é o democrata que dizem>de v. na realidade, realmente • em v. ou na verdade certamente, seguramente, de certo ¤ etim lat. verìtas,átis 'verdade' ¤ sin/var autenticidade, axioma, realidade, sinceridade, veracidade, veras ¤ ant falsidade; ver tb. sinonímia de mentira

<>Conhecereis a realidade das coisas.

Estar em conformidade com os fatos. A verdade está diretamente relacionada com a realidade, estando assim em plena oposição a fantasia.

O que é um fato??

FatoEsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): algo cuja existência pode ser constatada de modo indiscutível.

3fato

s.m. (1548) 1 ação ou coisa feita, ocorrida ou em processo de realização <não se deu conta desse f.> <f. de conversar> 2 algo cuja existência pode ser constatada de modo indiscutível; verdade <o controle da poliomielite é agora um f.> ² f. consumado 1 fato cujo processo já se completou ou que por certo se completará <sua eleição é f. consumado> 2 jur fato que, por estar completo, não pode mais ter seus efeitos alterados • f. jurídico jur todo acontecimento voluntário, como o ato jurídico e o ato ilícito, ou involuntário, como o caso fortuito ou a força maior, capaz de criar, modificar ou extinguir direitos • de f. 1 realmente; com efeito 2 que existe, que é efetivo, independente de registro legal <sociedade de fato> ¤ etim lat. factum,i 'feito, ação, façanha, empresa'



Como a verdade seria conhecida??

Se permanecerdes nas “minhas palavras”, nas minhas informações – esta foi a resposta dada por Jesus.

A palavra falada por Jesus, a informação dada por Jesus os levaria a conhecer a verdade.

Será que havia alguma mentira saída da boca de Jesus??

Ele mesmo afirmou: Eu sou a verdade. Eu sou a realidade.

Se há uma realidade, isto significa que existe uma fantasia.

Realidade Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: o que realmente existe, fato real; verdade

realidade

s.f. (sXV) 1 qualidade ou característica do que é 4real 2 o que realmente existe; fato real; verdade <seus sonhos tornaram-se r.> 3 o conjunto das coisas e fatos reais <na bebida, procura fugir da r.> ² r. virtual simulação de um ambiente real por meio de imagens de síntese tridimensionais ¤ etim b.-lat. realìtas,átis 'id.' ¤ sin/var realdade; ver sinonímia de verdade ¤ ant fantasia, ficção, idealidade, irrealidade, quimera, simulacro; ver tb. sinonímia de mentira

 

FantasiaEsta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: faculdade de imaginar, de criar pela imaginação

fantasia

s.f. (sXIV) 1 faculdade de imaginar, de criar pela imaginação 2 obra criada pela imaginação <as f. de Monteiro Lobato> 3 fig. coisa puramente ideal ou ficcional, sem ligação com a realidade; invenção <suas justificativas são pura f.> 4 fig. capricho, sonho <como realizar suas f. amorosas?> 5 capricho injustificável ou descontrolado da vontade ou da imaginação; esquisitice, excentricidade <mergulhou nas f. mais desvairadas> 6 B vestimenta alegórica, us. em certos rituais e festividades, esp. no carnaval <f. de palhaço, de baiana> 7 B joia de imitação; bijuteria 8 B assombração, fantasma, visão 9 psic atividade representativa com certo grau de criação, cujos conteúdos são determinados por ideias súbitas e por lembranças modificadas ou enfraquecidas de objetos, acontecimentos e situações, inclusive sua significação emocional 10 mús composição instrumental livremente trabalhada em que as ideias musicais se sucedem sem grande rigor formal, sugerindo a ideia de improvisação 11 mús gênero de composição polifônica dos sXVI e XVII ² rasgar a f. B revelar seu verdadeiro caráter, sua personalidade ¤ etim lat. phantasìa,ae 'id.', do gr. phantasía 'id.' ¤ sin/var ver sinonímia de conjectura e quimera ¤ ant realidade ¤ hom fantasia(fl.fantasiar)

 

Jesus veio restabelecer a verdade a respeito de Jeová, o Pai, pois até então o humano imaginava que Jeová era assim ou assado de acordo com a imaginação do humano, e ainda, depois do humano presumir algo a respeito do Pai, depois de ouvir uma palavra ou observar uma ação qualquer do Pai em relação a uma circunstância.

O filho achava que o Pai era igual a ele, ele filho.

O filho queria que o Pai fosse à sua imagem e semelhança. No entanto, usto é apenas uma “fantasia de filho”.

(João 14:6) 6 Jesus disse-lhe: “Eu sou o caminho, e a VERDADE, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 14:6) 6 Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho e a VERDADE e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.

Neste caso, Jesus é a “personificação” da verdade a respeito do Pai Jeová.

Toda e qualquer verdade a respeito de Jeová pode ser vista em Jesus.

Todas as palavras saídas da boca de Jesus (informações) e todas as ações praticadas por Jesus correspondem à verdade que os humanos precisam conhecer.

A condição anterior do humano Adão era de “liberdade” em relação ao pecado. O Filho Jesus faria o “humano”, agora na condição de escravo, retornar a condição anterior. Segundo a afirmação de Jesus, a libertação do humano da condição de escravo do pecado, se daria através da palavra (informação) saída da sua boca, isto é, a verdade.

Por que o humano era escravo do pecado??

Porque as informações na mente deste humano o fazia ficar correndo em círculos viciosos. Ora, se o pecar é desobedecer, o humano continuava desobedecendo e achando que estava obedecendo. O humano estava tomando decisões erradas jurando que estava tomando a decisão correta. Neste caso, havia uma guerra de informações.

Sendo o humano um pecador, sua condição já é de condenado, ou seja, de estar no caminho da morte. De que forma?? A regra informada pelo Pai é simples, clara e definitiva: A alma que pecar, esta é que morrerá. Esta regra define a condição do humano que pecar.

Percebemos que o humano não precisa passar por um “julgamento” visando definir a sua culpa ou inocência..., havendo acusação e defesa. Se o humano cometeu um pecado ele está andando na direção da morte...
Isto não pode ser mudado, pois isto é um fato... Se o humano cometeu o pecado, ele é culpado do pecado praticado. Nada inocenta o humano do fato dele ter cometido o pecado. Nenhuma justificativa poderá inocentar aquele que cometeu o pecado, pois o cometimento do pecado é um fato. Não é aceito nenhum atenuante para justificar o cometimento do pecado.

A cada pecado cometido, o humano se aproxima cada vez mais da morte... É o pecado que leva o humano à morte.

Pecar é desobedecer, não é?? O dotado de livre-arbítrio só peca depois que ele toma a decisão. A decisão é tomada antes do pecado ser praticado.

E se o humano parar de pecar?? E se o homem parar de desobedecer?? Ele não morrerá.

Para se configurar a desobediência, é imprescindível haver uma lei anterior que defina tal ação como erro, não é verdade??

Ora, sem lei, não há pecado. Sem mandamento não há pecado.

O que ocorre se existirem duas leis opostas??

O que ocorre se uma lei define que fazer alguma coisa é pecado, quando uma outra lei afirma que em certas circunstâncias, aquela mesma ação não é pecado?? Outra informação revela que certos humanos podem praticar certo pecado, enquanto que, se outros cometerem o mesmo pecado, serão mortos. Ainda existe uma lei que define que fazer certa coisa é pecado, enquanto outra afirma que dependendo de que humano seja (fazer acepção de pessoas), tal ação contra ele, não é pecado.

Não precisa o humano de uma informação fidedigna?? Será que tudo se resumiria às circunstâncias. Será que as circunstâncias definiriam se algo era pecado para aquele humano?? Será que são as circunstâncias que determinam se o humano obedece ou desobedece ao mandamento??

Bem, e agora que ele já pecou, o que ocorrerá?? Abre-se o caminho para uma negociação?? Estipula-se um valor a ser pago para que o humano possa sair desta condição de “condenado” (esta é que morrerá). Fica aberta alguma discussão sobre o fato (cometimento do pecado)??

Segundo a informação dada por Jesus o humano “escravo do pecado” DEPENDIA de “conhecer a verdade” para poder se libertar do pecado.

O que isto significava??

Significava que o humano estava preso a inúmeras informações erradas, inúmeras informações equivocadas, informações falsas, embora tidas como verdadeiras, informações estas que contribuíam para a manutenção da condição de escravidão ao pecado.

O conjunto de informações que aqueles humanos tinham, estava repleto de mentiras. Aqueles humanos estavam presos àquelas mentiras. Eles acreditavam naquelas mentiras. Eles até mesmo amavam aquelas mentiras. Suas vidas se baseavam naquelas mentiras, suas decisões do dia a dia tinham por base aquelas mentiras, suas palavras do dia a dia tinham por base aquelas mentiras e seus sentimentos do dia a dia tinham por base aquelas mentiras.

Naquela condição o humano não conseguiria deixar de pecar. Para deixar de pecar (desobedecer/tomar decisões de desamor) o humano necessitava da informação dada por Jesus. Também necessitavam das ações paralelas praticadas por Jesus. O humano precisava ver Jesus praticando aquelas ações.

O humano precisava deixar de acreditar nas mentiras que ele acreditava até então e passar a acreditar nas informações dadas por Jesus.

As informações de Jesus eram fidedignas e originárias de uma fonte fidedigna, isto é, O Pai.

Tratava-se de uma batalha de informações.

Assim falou Jesus:

Tradução Almeida verte:

(João 8:37-38) 37 Bem sei que sois descendência de Abraão; contudo, procurais matar-me, PORQUE a minha palavra não encontra lugar em vós. 38 Eu falo do que vi junto de meu Pai; e vós fazeis o que também ouvistes de vosso pai.

Por que aqueles homens buscavam matar Jesus?? Por causa das palavras faladas por Jesus, por causa das informações dadas por Jesus.

Eu falo do que vi junto de meu Pai; vós também fazeis o que ouvistes de vosso pai.

Estes homens acreditavam nas informações originárias de Moisés.

O que eles mesmos falaram de forma tão orgulhosa??

Somos discípulos de Moisés, isto foi o que orgulhosamente afirmavam.

(João 9:27-29) 27 Ele lhes respondeu: Já vo-lo disse, e não ouvistes; por que quereis ouvir outra vez? porventura quereis também vós tornar-vos seus discípulos? 28 Injuriaram-no e disseram: Discípulo dele és tu; mas nós somos discípulos de Moisés. 29 Nós sabemos que Deus falou a Moisés, mas este não sabemos donde ele é.

Bem, estes homens cumpriam as palavras ouvidas de Moisés. Eles mesmos confessaram tal coisa. Somos discípulos de Moisés, pois sabemos que Deus falou com Moisés. Falamos e fazemos o que ouvimos de Moisés. Confiamos em Moisés porque Deus falou com Moisés...


Este homem Jesus, está querendo
mudar os costumes que Moisés nos transmitiu.....
(Atos 6:13-14) 13 E apresentaram testemunhas falsas, que diziam: “Este homem não pára de falar coisas contra este santo lugar e contra a Lei. 14 Por exemplo, nós o ouvimos dizer que esse Jesus, o nazareno, derrubará este lugar e mudará os costumes que Moisés nos transmitiu.”

Assim verte a Tradução Almeida:

(Atos 6:13-14) 13 E apresentaram falsas testemunhas, que diziam: Este homem não cessa de proferir palavras blasfemas contra este santo lugar e a lei; 14 Porque nós lhe ouvimos dizer que esse Jesus Nazareno há de destruir este lugar e mudar os costumes que Moisés nos deu.



A afirmação de Jesus foi: Eu e o Pai somos um...

Neste caso, o que estava acontecendo??

Toda e qualquer informação diferente da informação saída da boca de Jesus, era uma informação que o Pai não havia dado ao humano....

O que isto significava??

Significava que os se Jesus estava dando costumes diferentes dos costumes dados por Moisés, estes costumes dados por Moisés, não haviam sido dados pelo Pai, afinal de contas, Jesus e o Pai estavam em plena união.

Moisés havia colocado uma assinatura de Jeová ao inciar os mandamentos dados ao povo. Seria uma assinatura verdadeira ou falsa??

Eles se negavam a acreditar nas informações dadas por Jesus em face de acreditarem nas informações dadas por Moisés.

Minhas informações não encontra espaço entre vós”, falou Jesus. Por que isto acontece?? Porque acreditais nas informações dadas pelo vosso pai.

Neste caso, quem era o pai no qual aqueles judeus depositavam confiança nas informações dadas??

Moisés.

Os humanos afirmavam: Sabemos que Deus falou a Moisés.

Não resta nenhuma dúvida, havia mesmo uma batalha de informações.

Aqueles humanos estavam presos às informações dadas por Moisés, pois Moisés havia falado com Deus. Eles afirmavam: Os mandamentos de Moisés têm a assinatura de Jeová.

Como obter vida eterna, ou seja, como deixar de morrer??

(João 6:39-40) .... 40 Pois esta é a vontade de meu Pai, que todo aquele que observa o Filho e exerce fé nele tenha vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia.”

 

Segundo a informação dada por Jesus, a vida eterna está relacionada com o que exatamente??

Observar o Filho e exercer fé no Filho.

Observar Jesus e acreditar (ter fé) nas informações dadas por ele.

O texto ficaria assim: “…... todo aquele que observa o Filho e acredita nas informações dele tenha vida eterna”.

Todo aquele que observa as ações praticadas pelo filho e acredita nas informações que ele retransmite terá vida eterna”.

Jesus deixou bem claro sobre o como o humano conseguiria a vida eterna. Olhe as ações de Jesus e acredite nas informações saídas da boca de Jesus......... Bem, tudo girava em torno de Jesus. Tudo girava em torno das palavras e das ações de Jesus.

Depois de ser indagado claramente sobre a vida eterna, o que disse Jesus em resposta??

(Lucas 10:25-28) 25 Então, eis que se levantou certo homem versado na Lei, para prová-lo, e disse: “Instrutor, por fazer o que hei de herdar a vida eterna?26 Ele lhe disse: “O que está escrito na Lei? Como é que lês?” 27 Em resposta, disse: “‘Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua força, e de toda a tua mente’, e, ‘o teu próximo como a ti mesmo’.” 28 Ele lhe disse: “Respondeste corretamente; ‘persiste em fazer isso e obterás a vida’.”

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 10:25-28) 25 Levantando-se um doutor da lei, experimentou-o, dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? 26 Respondeu-lhe Jesus: Que é o que está escrito na Lei? como lês tu? 27 Respondeu ele: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de toda a tua força e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. 28 Replicou-lhe Jesus: Respondeste bem; faze isso, e viverás.

Segundo a informação de Jesus, a vida eterna estava dependente de que?? De um passe de mágica?? De uma vacina?? De um antídoto?? Seria um prêmio?? Seria uma recompensa??

Óbvio que não. Jesus usou o verbo OBEDECER a apenas dois mandamentos. Você quer a vida eterna?? Então obedeça a estes dois mandamentos.

Que mais percebemos??

Percebemos que a vida eterna estava condicionada a amar....

Percebemos que a vida eterna estava condicionada a amar a Deus e amar ao próximo.

A vida eterna estava condicionada a amar.


A informação de Jesus foi bem clara. A vida eterna estava condicionada a continuar obedecendo a estes dois mandamentos. A pessoa não se apossava da vida. A vida NUNCA deixaria de estar CONDICIONADA a obedecer.

A vida está permanentemente condicionada a obediência. Neste caso, percebemos a inexistência de uma vida indestrutível. Neste caso percebemos que a menina dos olhos dos humanos não existe, pois se trata de uma mera fantasia humana.

É claro que aquele conhecedor e praticante da lei de Moisés ainda tinha mais uma pergunta.

Tudo bem, eu devo amar o próximo. Mas, quem é o meu próximo?? Será que o incircunciso é meu próximo?? Será que a adúltera é minha próxima?? Será que o cobrador de impostos é meu próximo?? Será que aquele que rouba as minhas coisas armazenadas é meu próximo?? Será que aquele que sente inimizade por mim é meu próximo?? Será que aquele que fala mal do Deus de Abraão é meu próximo?? Será que aquele que fala mal de Moisés é meu próximo??

Sabemos o que Jesus respondeu àquele homem, não sabemos??

Jesus contou uma ilustração, aquela que ficou conhecida como o bom samaritano.

Aquele desprezado samaritano estava sendo usado para fornecer o correto conceito sobre quem era o “próximo”.

Jesus usou uma pessoa pela qual os judeus tinham baixa estima e atribuíam a ela um baixo valor.

Jesus falou ainda mais:

(João 6:47) 47 Eu vos digo em toda a verdade: Quem crê, tem vida eterna.



Quem acredita tem vida eterna.

Que mais afirmou Jesus??

(João 6:48-51) 48 Eu sou o pão da vida. 49 Vossos antepassados comeram o maná no ermo, e, não obstante, morreram. 50 Este é o pão que desce do céu, para que qualquer um possa comer dele e não morrer. 51 Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e, de fato, o pão que eu hei de dar é a minha carne a favor da vida do mundo.”


Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 6:48-51) 48 Eu sou o pão da vida. 49 Vossos pais comeram o maná no deserto e morreram. 50 Este é o pão que desce do céu, para que o homem coma dele, e não morra. 51 Eu sou o pão vivo que desci do céu; se alguém comer deste pão, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do mundo, é a minha carne.

Jesus falou em pão vivo.

Jesus falou em pão vivo.

Não era para comer a carne e beber o sangue de Jesus. O humano precisava entender o que Jesus estava falando.

O que aconteceu com aquele que não entendeu??

O naná também era um pão que havia descido do céu, não é mesmo??

No entanto, era um pão sem vida, ou seja, não tinha vida em si mesmo.

Jesus era um pão diferente, pois tinha vida em, si mesmo.

O maná fornecia sustento para o corpo do humano, pois se tratava de um alimento físico.

Será que Jesus também era um alimento físico??

Óbvio, que não.

O que significava comer do pão, já que aqueles humanos não deviam se tornar canibais e além do mais, não haveria carne suficiente para todos os humanos??

Jesus forneceu a resposta:

(João 6:56) 56 Quem se alimenta de minha carne e bebe meu sangue permanece em união comigo e eu em união com ele.



Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 6:56) 56 Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, permanece em mim e eu nele.

Comer a carne e beber o sangue de Jesus representa PERMANECER EM UNIÃO com Jesus.

Percebemos a forma de união, não percebemos?? É como se tornassem uma só carne, como é no caso de marido e mulher ao se casarem.

Para permanecer em união estando em corpos separados é necessário haver uma união de mente, de coração, de sentimentos, de atitudes. O que uniria duas pessoas que estão em corpos separados?? Será que uma delas perderá o livre-arbítrio?? Não é a mesma maneira de pensar?? Não é o terem as mesmas informações e concordarem com as mesmas informações?? Não é terem as mesmas vontades?? Não é o reagirem da mesmíssima forma ao enfrentarem os mesmos problemas??

(João 15:5-7) 5 Eu sou a videira, vós sois os ramos. Quem permanece em união comigo, e eu em união com ele, este dá muito fruto; porque separados de mim não podeis fazer nada. 6 Se alguém não permanece em união comigo, ele é lançado fora como ramo e seca-se; e homens ajuntam estes ramos e os jogam no fogo, e eles se queimam. 7 Se permanecerdes em união comigo e as minhas declarações permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e ocorrerá para vós....

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 15:5-7) 5 Eu sou a videira; vós sois as varas. Aquele que permanece em mim, e no qual eu permaneço, dá muito fruto, pois sem mim nada podeis fazer. 6 Se alguém não permanecer em mim, é lançado fora como a vara, e seca-se; semelhantes varas são ajuntadas, lançadas no fogo, e elas ardem. 7 Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes, e ser-vos-á feito.

Para que esta união fora do corpo físico pudesse se tornar uma realidade, havia necessidade de que os envolvidos concordassem plenamente em todos os assuntos, pois o livre-arbítrio não deve ser violado, tampouco a individualidade. Neste caso, haveria unanimidade entre os envolvidos ao decidirem sobre como resolver um problema, embora estivessem fisicamente longe um do outro.

Que mais afirmou Jesus para explicar o que ele realmente queria dizer??

Jesus passou a explicar, estabelecendo um paralelo.

(João 6:57-58) 57 Assim como o Pai vivente me enviou e eu vivo por causa do Pai, também aquele que se alimenta de mim, sim, esse viverá por causa de mim. 58 Este é o pão que desceu do céu. Não é como quando os vossos antepassados comeram, e, não obstante, morreram. Quem se alimentar deste pão viverá para sempre.”

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 6:57-58) 57 Assim como o Pai que vive, me enviou, e eu também vivo pelo Pai; assim quem de mim se alimenta, também viverá por mim. 58 Este é o pão que desceu do céu. Não é como o pão de vossos pais que comeram e morreram: quem come este pão, viverá eternamente.

Eu me alimento do meu Pai.

Meu Pai é um pão para mim.

Meu Pai é alimento para mim.

Jesus e o Pai Celestial estavam em dimensões diferentes. Enquanto o Pai permanecia no estado espiritual, invisível, Jesus estava no estado carnal, visível. Jeová não estava dentro de Jesus e assumindo a mente de Jesus. Jesus continuava com o seu livre-arbítrio. O que unia Jesus e o Pai celestial?? Tinham a mesma forma de pensar sobre todas as coisas, não tinham??

Como o Pai é a Fonte das informações, isto significava que Jesus CONCORDAVA com as informações provenientes do Pai Celestial, não é verdade?? Isto significava que tinham a mesma forma de como resolver os problemas. Tinham a mesma linha de raciocínios para tomarem decisões. Tinham as mesmas bases de raciocínio. Tinham as mesmas informações; tinham o mesmo entendimento sobre as informações.

Assim como o Pai é alimento para mim, da mesma forma eu sou alimento para vós.

Assim como eu vivo por causa do alimento do Pai, da mesma forma você viverá por causa do alimento que te dou.

Que alimento concedia Jeová para Jesus??

(João 12:48-50) 48 Quem me desconsiderar e não receber as minhas declarações, tem quem o julgue. A palavra que eu tenho falado é que o julgará no último dia; 49 porque não falei de meu próprio impulso, mas o próprio Pai que me enviou tem-me dado um mandamento quanto a que dizer e que falar. 50 Sei também que o seu mandamento significa vida eterna. Portanto, as coisas que eu falo, assim como o Pai mas disse, assim [as] falo.”

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 12:48-50) 48 Quem me despreza e não recebe as minhas palavras, tem quem o julgue; a palavra que falei, essa o julgará no último dia. 49 Pois eu por mim mesmo não falei, mas o Pai que me enviou, esse mesmo me tem prescrito o que devo dizer e o que devo falar. 50 Eu sei que o seu mandamento é vida eterna. Aquilo, pois, que eu falo, falo-o como o Pai mo tem dito.

O mandamento de Deus significa vida eterna para aquele que o tem e o trata como algo inviolável.

O mandamento significa vida eterna

É o “mandamento” que significa vida eterna. Mandamento é uma norma de comportamento, logo, é a regra de comportamento que significa vida eterna.

A informação saída da boca do Pai é sinônimo de vida, sinônimo de continuidade de vida. Sendo o projetista do homem, isto passa a ser muito lógico, não é mesmo??

Jesus afirmou: O Pai que me enviou tem-me dado um mandamento quanto a que dizer e que falar”.

Jesus afirmou ainda mais:

(João 17:3) 3 Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.. . .

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 17:3) 3 A vida eterna, porém, é esta, que conheçam a ti, único verdadeiro Deus, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste.

A vida eterna estava diretamente relacionada com o conhecer a Deus e conhecer a Jesus.

A vida eterna esta relacionada com informações. A vida eterna estava relacionada com o conhecimento da verdade.

A vida eterna está relacionada com alimentação espiritual, isto é, alimentação invisível, ou seja, a informação.

A vida eterna está relacionada com a obediência a dois mandamentos dados por Jeová para Moisés, ou seja, os mandamentos do amor.

O amor é para ser dado ou para ser trocado???

A fonte sente alegria em dar e a esponja sente alegria em trocar.



Qual é a coisa mais importante que Jeová dá para cada humano?? Jeová pratica o verbo “dar” ou o verbo “trocar”??

PARA UM PECADOR CONTINUAR A VIVER, ELE DEPENDE DE UM RESGATE??

É UM CASO DE PERDÃO OU É UM CASO DE RESGATE MEDIANTE PAGAMENTO??

RESGATE OU PERDÃO??

Existe algum preço a ser pago pelo perdão?? O que o perdoador precisa receber ANTES de dar o perdão??

Como Jeová agiu no Seu dia a dia com a nação de Israel?? Ele usou o resgate ou Ele usou o perdão?? Ele pedia resgate (troca) ou Ele dava perdão??

Que reparação o Pai exigia pelo erro??

Pedia alguma reparação??

ReparaçãoEsta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: ação de restaurar ou concertar algo; reparo; satisfação dada a alguém por uma falta, uma ofensa; retratação; ação de indenizar; ressarcimento.

reparação

s.f. (sXV) ato ou efeito de reparar 1 ação de restaurar ou consertar algo; reparo 2 satisfação dada a alguém por uma falta, uma ofensa; retratação 3 ação de indenizar; ressarcimento 4 jur indenização exigível a que alguém é obrigado, por violação do direito de outrem ² r. civil jur pagamento de determinada quantia em razão de dano resultante de ato ilícito • r. de guerra jur ressarcimento exigido pelo país vencedor do Estado vencido em uma guerra, para cobrir os danos causados pelo conflito • r. do dano jur pagamento de indenização por dano causado ¤ etim lat. reparatìo,ónis 'renovação, restabelecimento', de reparátum, supino de reparáre ¤ sin/var ver sinonímia de reparo e antonímia de afronta ¤ ant ver sinonímia de afronta


Se o humano desse um tapa no rosto de outro humano, a reparação seria o outro humano dar um tapa no rosto dele??

O que fará o Pai se o filho der um tapa diretamente no Seu rosto?? Haverá retribuição por parte do Pai??

Que espécie de “reparação” esperava Jeová que o humano fizesse??

Fechava o Pai a porta para tal humano que praticou a iniquidade, ou seja, para o iníquo??

Lembra do que lemos acima??

Assim verte a Tradução Brasileira: (Oséias 14:1-8) 1 Volta, ó Israel, para Jeová teu Deus; pois caíste pela tua iniqüidade. 2 Tomai convosco palavras e voltai para Jeová; dizei-lhe: Tira toda a iniqüidade, e aceita o que é bom; assim ofereceremos como novilhos as ofertas dos nossos lábios. 3 não nos salvará; não montaremos em cavalos, nem diremos mais à obra das nossas mãos: Vós sois nossos deuses, porque em ti o órfão acha a misericórdia. 4 Curarei a sua apostasia, amá-los-ei voluntariamente; porque a minha ira está apartada deles. 5 Serei para Israel como o orvalho; ele brotará como o lírio, e lançará as suas raízes como o Líbano. 6 Estender-se-ão os seus ramos, e a sua formosura será como a oliveira, e o seu cheiro como o Líbano. 7 Os que habitam debaixo da sua sombra voltarão; reverdecerão como trigo e brotarão como a vide; e o seu cheiro será como o vinho do Líbano. 8 Efraim dirá: Que tenho eu mais com os ídolos? eu tenho respondido, e atentarei para ele; eu sou como cipreste verde; de mim acha-se o teu fruto.

O que foi mesmo que o Pai disse??

Tomai convosco “palavras” e voltai para Jeová; dizei-lhe:

1 - Foi, tomai um novilho e o matai para me oferecer o sangue derramado e a carne queimada do inocente animal e vinde até Mim??

2 - Foi, tomai o sangue do inocente Jesus e vinde até Mim??

Foi tomai palavras, não foi??

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Será que o Pai esperava receber uma indenização por causa da ofensa praticada pelo humano??

(Ezequiel 18:27-28) 27 “‘E quando o iníquo RECUAR de sua iniqüidade que praticou e passar a praticar o juízo e a justiça, É ELE QUEM preservará viva a sua própria alma. 28 Quando vir todas as suas transgressões que praticou e recuar delas, positivamente continuará a viver. Não morrerá.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel18:27-28) 27 Outrossim, quando o ímpio SE DESVIAR da sua impiedade que cometeu, e fizer o que é de eqüidade e justiça, CONSERVARÁ ESTE a sua alma em vida. 28 Porquanto considera e se desvia de todas as suas transgressões que cometeu, certamente viverá, não morrerá.

Deixar de praticar o que é mal e começar a praticar o que é bom.

É o iníquo quem muda de caminho. É o iníquo quem decide mudar de caminho. É o iníquo quem decide permanecer no caminho.

E a ofensa, onde fica???

O Pai não leva em conta a ofensa feita a Ele, ou será que leva??

O que o Pai deseja??

Ele diz: Que o iníquo recue do seu caminho mal e comece a praticar a bondade...

O que Jesus disse para o agressor??

(Mateus 5:23-24) 23 Se tu, pois, trouxeres a tua dádiva ao altar e ali te lembrares de que o teu irmão tem algo contra ti, 24 deixa a tua dádiva ali na frente do altar e vai; faze primeiro as pazes com o teu irmão, e então, tendo voltado, oferece a tua dádiva.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 5:23-24) 23 Se estiveres, pois, apresentando a tua oferta no altar, e aí te lembrares que teu irmão tem contra ti alguma coisa, 24 deixa ali a tua oferta diante do altar, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão, e depois vem apresentar a tua oferta.

Reconhecer que está errado é o primeiro passo. O segundo passo é pedir perdão a vítima.

O perdão dado por Deus ao humano pecador está condicionado a que?? O que o histórico de Jeová revelou??

Um humano qualquer peca contra Deus. E agora, o que acontece?? Será que o Pai Jeová exige uma compensação, ou uma reparação em face da ofensa feita a Ele??

O Pai é a fonte da vida. Este humano passa a ser um devedor de Deus. Trata-se de uma relação entre Deus e o pecador. Neste caso, Deus passou a ser a vítima.

Mas, este homem já devia sua vida a Deus, não devia?? Sim, devia. O que este humano havia feito para merecer receber a vida?? Nada, ele ainda não estava vivo. Neste caso, ele já deve a vida. Teria ele como pagar esta vida?? Não, não teria.

Bem, foi o próprio Jeová quem apresentou o perdão ao humano, não foi??

Meus filhos, isto aqui é o perdão.

A maneira correta de como usar o perdão também é ensinada pelo próprio Jeová.

O perdão é algo extremamente valioso, não é?? Sendo algo tão valioso, será que deve ser dado ou será que deve ser trocado??


Será que o perdão deve ser dado de forma liberal??

Liberal - Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: que gosta de dar, generoso, pródigo;

liberal

adj.2g. (sXIV) 1 que gosta de dar, que não se importa de gastar; generoso, pródigo 2 relativo à doutrina do liberalismo; que se baseia nessa doutrina <pensamento l.> n adj.2g.s.2g. 3 que ou o que preza a liberdade de opinião e de ação; que ou quem mantém o espírito aberto, tolerante 4 entusiasta ou seguidor da doutrina do liberalismo; liberalista ¤ etim lat. liberális,e 'relativo à liberdade; generoso' ¤ sin/var ver antonímia de retrógrado ¤ ant acanhado, avarento, escasso, iliberal, somítico, sovina; ver tb. sinonímia de retrógrado


Percebemos a ligação direta com generosidade.

Generosidade - Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: virtude daquele que se dispõe a sacrificar os seus próprios interesses em benefício de outrem; ato generoso; bondade.

generosidade

s.f. (1660) 1 qualidade de 1generoso 2 virtude daquele que se dispõe a sacrificar os próprios interesses em benefício de outrem; magnanimidade 3 ato generoso; bondade <teve a g. de socorrer o acidentado> 4 liberalidade, largueza, prodigalidade <dar com g.> <vive das g. do irmão> ¤ etim lat. generosìtas,átis 'nobreza, boa qualidade, boa raça (de animais)' ¤ sin/var ver sinonímia de condescendência, desprendimento e prodigalidade ¤ ant acanhamento, mesquinhez; ver tb. antonímia de condescendência e desprendimento

 

Está ligado a bondade.

Durante os séculos de relacionamento com os humanos, Jeová vem demonstrando de forma prática como usar o perdão.

Quando Jesus esteve na terra, ele também revelou para a humanidade como o Pai usava o perdão no dia a dia com os pecadores.

Vejamos a descrição teórica dada por Jesus para o verbo perdoar:

(Mateus 5:38-39) 38 Ouvistes que se disse: ‘Olho por olho e dente por dente.’ 39 No entanto, eu vos digo: Não resistais àquele que é iníquo; mas, a quem te esbofetear a face direita, oferece-lhe também a outra.

Assim verte a Tradução Almeida

(Mateus 5:38-39) 38 Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. 39 Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau; mas a qualquer que te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;

Esta descrição teórica de Jesus é bem clara em relação ao que é o verdadeiro perdão.

O que a vítima devia fazer??

Trata-se de algo condicional ou algo incondicional?? Apresentou Jesus alguma “condição” para oferecer a outra face??

A pessoa ofendida (a vítima) abre mão da retribuição, oferecendo a outra face como prova de não haver ressentimento.

O que está envolvido?? Está envolvido o não guardar ressentimento. Depois de uma ofensa, o ofendido oferece a outra face para aquele que o ofendeu. A iniciativa é da vítima. Está envolvido o não estipular qualquer tipo de reserva em relação àquela pessoa.

RessentimentoEsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): mágoa que se guarda de uma ofensa ou mal que se recebeu.

ressentimento

s.m. (a1720) 1 ato ou efeito de ressentir(-se) 2 mágoa que se guarda de uma ofensa ou de um mal que se recebeu; rancor ¤ etim ressentir + -mento ¤ sin/var ver sinonímia de amofinação ¤ ant ver antonímia de desgosto

 

Perdoar é “não guardar mágoa” por uma ofensa verbal ou mal físico recebido.

Magoado – O que é uma pessoa magoada?? Não é aquela contra quem se praticou uma agressão física. Depois da agressão física, o local fica magoado, dolorido....

Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: que se magoou; que tem nódoa, pisadura ou contusão (machucado), pisado, contundido; que sentiu ou sente dor física...

magoado

adj. (sXIV) que se magoou 1 que tem nódoa, pisadura ou contusão; pisado, contundido <dedo m.> 2 que sentiu ou sente dor física 3 fig. que sentiu ou sente mágoa, ressentimento; desgostoso, melindrado 4 fig. tomado de tristeza; entristecido, melancólico 5 fig. que denota mágoa, pesar; cheio de mágoa; dolorido, pesaroso, ressentido <voz m.> <olhar m.> ¤ etim lat. maculátus, a,um 'manchado, malhado', part.pas. de maculáre 'marcar, malhar, manchar, fig. denegrir, desonrar, corromper'


A dor é real. Foi praticada a agressão e causou dor, aliás, a dor ainda não passou, pois o local ainda está dolorido, magoado, no entanto, isto não é levado em conta..... A pessoa não leva em conta esta dor (que incomoda) que lhe foi imposta por uma segunda pessoa....

Como perdoar??

Jesus contou uma ilustração para um homem que tinha dificuldades em perdoar.

Assim nos relata uma testemunha deste diálogo: (Mateus 18:21-35) 21 Pedro aproximou-se então e disse-lhe: “Senhor, quantas vezes há de pecar contra mim o meu irmão e eu lhe hei de perdoar? Até sete vezes?” 22 Jesus disse-lhe: “Eu não te digo: Até sete vezes, mas: Até setenta e sete vezes. 23 “É por isso que o reino dos céus se tem tornado semelhante a um homem, um rei, que queria ajustar contas com os seus escravos. 24 Quando começou a ajustá-las, trouxeram-lhe um homem que lhe devia dez mil talentos [= 60.000.000 de denários]. 25 Mas, porque não tinha os meios de pagar [isso] de volta, seu amo mandou que ele, e a esposa dele, e os filhos dele, e todas as coisas que tivesse, fossem vendidos e fosse feito o pagamento. 26 Por isso, o escravo prostrou-se e começou a prestar-lhe homenagem, dizendo: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo de volta.’ 27 PENALIZADO, por causa disso, O AMO DAQUELE ESCRAVO DEIXOU-O IR E CANCELOU A SUA DÍVIDA. 28 Mas aquele escravo saiu e achou um dos seus co-escravos, que lhe devia cem denários; e, agarrando-o, começou a estrangulá-lo, dizendo: ‘Paga de volta o que deves.’ 29 Por isso, seu co-escravo prostrou-se e começou a suplicar-lhe, dizendo: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei de volta.’ 30 No entanto, ele não estava disposto, mas foi e mandou lançá-lo na prisão, até que pagasse de volta o que devia. 31 Portanto, quando seus co-escravos viram o que tinha acontecido, ficaram muito contristados, e foram e esclareceram ao seu amo tudo o que tinha acontecido. 32 O amo dele convocou-o então e disse-lhe: ‘ESCRAVO INÍQUO, EU TE CANCELEI TODA AQUELA DÍVIDA, quando me suplicaste. 33 NÃO DEVIAS TU, POR TUA VEZ, TER TIDO MISERICÓRDIA DO TEU CO-ESCRAVO, ASSIM COMO EU TAMBÉM TIVE MISERICÓRDIA DE TI?34 Com isso, seu amo, furioso, entregou-o aos carcereiros, até que pagasse de volta tudo o que devia. 35 DO MESMO MODO LIDARÁ TAMBÉM CONVOSCO O MEU PAI CELESTIAL, SE NÃO PERDOARDES DE CORAÇÃO CADA UM AO SEU IRMÃO.”


Penalizado??

Sim, penalizado.


PenaEsta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: compaixão, piedade, comiseração

 

1pena

s.f. (935) 1 sanção aplicada como punição ou como reparação por uma ação julgada repreensível; castigo, condenação, penitência 2 sofrimento; aflição 3 compaixão, piedade, comiseração 4 tristeza, amargura, pesar ² p. de talião jur ver taliãoa duras p. com muita dificuldade; com muito esforço • valer a p. merecer o esforço, a preocupação; ser vantajoso, útil; compensar ¤ etim gr. poinê,ês 'id.' ¤ sin/var ver sinonímia de comiseração, desgosto e martírio ¤ ant ver antonímia de desgosto ¤ hom pena(fl.penar)


Percebemos que o perdão está diretamente relacionado com o sentimento de compaixão, de piedade.


Compaixãoesta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: participação espiritual da infelicidade alheia que suscita um impulso altruísta de ternura para com o sofredor.


compaixão

s.f. (sXIV) sentimento piedoso de simpatia para com a tragédia pessoal de outrem, acompanhado do desejo de minorá-la; participação espiritual na infelicidade alheia que suscita um impulso altruísta de ternura para com o sofredor ¤ etim lat. compassìo,ónis 'sofrimento comum, comunidade de sentimentos' ¤ sin/var ver sinonímia de beneficência e comiseração ¤ ant ver sinonímia de malevolência


Piedadeesta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: compaixão pelo sofrimento alheio; comiseração, dó, misericórdia.


piedade

s.f. (sXIII) 1 devoção, amor pelas coisas religiosas; religiosidade 1.1 rel virtude que permite render a Deus o culto que lhe é devido 2 compaixão pelo sofrimento alheio; comiseração, dó, misericórdia ² p. filial amor aos pais ¤ etim lat. piètas,átis 'cumprimento do dever, virtude, justiça, fidelidade' ¤ sin/var ver sinonímia de beneficência e comiseração ¤ ant impiedade; ver tb. sinonímia de malevolência


O que percebemos??


Percebemos que no lugar da vítima estar pensando no prejuízo que foi causado pelo devedor, a pessoa deve ter compaixão do devedor, isto é, aquele que lhe causa um prejuízo.

No lugar de pensar em si mesmo, ou seja, no seu real prejuízo, a vítima está pensando no bem-estar espiritual do ofensor.


O pensamento humano no qual o credor é a vítima, de quem as pessoas devem ter pena por causa de sua real perda financeira, mostra estar em plena oposição ao pensamento de Deus, que nos informa que o credor deve ver o devedor como uma vítima de certo infortúnio espiritual, passando a sentir por esta pessoa o sentimento de compaixão.


O que mais percebemos??

Percebemos tratar-se de se ter um coração cheio de misericórdia, pois só podemos dar daquilo que enche o nosso coração.

 

Quantas vezes devo sentir misericórdia por um devedor, ou seja, aquele que de uma forma ou de outra me ofende??

 

Assim verte a Tradução Brasileira: (Mateus 18:21-22) 21 Então Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, quantas vezes pecará meu irmão contra mim, que lhe hei de perdoar? será até sete vezes? 22 Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete.

 

 

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 18:21-22) 21 Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? 22 Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete.

 

Percebo que dependerá da quantidade de misericórdia que existir no meu coração.

Percebo que eu preciso ser uma fonte de misericórdia.

 

CANCELAR a dívida é um ato de misericórdia, isto ficou bem claro.


Perdoar é não se sentir ofendido com a má palavra ou com a má ação praticada contra si. Independente de quem seja a pessoa, e independente de qual seja a ofensa, independente do tamanho do prejuízo, eu não devo me sentir ofendido com esta pessoa.

Como vou provar que não me sinto ofendido com esta pessoa??

Por oferecer-lhe a minha outra face.

Só posso lhe oferecer a outra face se eu não sentir inimizade por ela....

Por não mudar em nada o meu modo de tratar aquela pessoa no meu dia a dia, eu comprovo que não me sinto ofendido. O meu comportamento irá revelar se há ou não alguma reserva minha em relação a ela.

Até onde vai este oferecer a outra face?? Jesus mostrou de forma prática até onde iria o oferecer a outra face.

(Lucas 23:34) 34 [[Mas Jesus estava dizendo: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo.]] Outrossim, para distribuírem as roupas dele, lançaram sortes.

Assim verte a Tradução Almeida:

Lucas 23:34) 34 Jesus, porém, dizia: Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem. Então repartiram as vestes dele, deitando sortes sobre elas.

Jesus mostrou que “oferecer a outra face” vai até mesmo em relação àquele que está tirando a minha vida. Isto foi o que ele fez.

Jesus também conjugou o verbo perdoar para nós humanos. Ele mostrou na prática o como se faz. Percebemos tratar-se de um perdão incondicional.

Somente a afirmação de Jesus “Eu e o Pai somos um”, já nos forneceria uma sólida base para sabermos a forma prática de como Jeová usa o perdão no Seu dia a dia com os humanos. Se Jesus agiu assim, ele estava copiando o Pai Celestial.

No entanto, vamos recorrer a mais uma afirmação de Jesus para ampliar a nossa certeza da forma prática de como Jeová usa o perdão no relacionamento com os humanos pecadores.

Vejamos as duas afirmações de Jesus que usaremos como base de que, a forma como Jesus usou o perdão no seu dia a dia com os humanos até o dia de sua morte, revela a forma como o Pai usa o perdão no Seu dia a dia com os humanos.

Esta é a primeira afirmação de Jesus que usaremos como base:

(João 10:30) 30 Eu e o Pai somos um.

Assim verte a Tradução Almeida

(João 10:30) 30 Eu e o Pai somos um.

Esta é a segunda afirmação de Jesus que usaremos como base:

(João 5:19) 19 Portanto, em resposta, Jesus prosseguiu a dizer-lhes: “Digo-vos em toda a verdade: O Filho não pode fazer nem uma única coisa de sua própria iniciativa, mas somente o que ele observa o Pai fazer. Porque as coisas que Este faz, estas o Filho faz também da mesma maneira.

Assim verte a Tradução Almeida:

(João 5:19) 19 Disse-lhes, pois, Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que o Filho de si mesmo nada pode fazer, senão o que vir o Pai fazer; porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente.

O “Filho” (Jesus) só faz aquilo que ele observa o Pai fazer.

Conclusão:

1.      A forma como Jesus usou o perdão é a mesma forma como Jeová usa o perdão.

2.      Jeová ensina a todos a conjugar o verbo perdoar.

3.      Jesus nos revela de forma prática como conjugar o verbo perdoar.

4.      Jeová não guarda nenhum ressentimento de nenhuma criatura.

5.      Jeová sente piedade do iníquo e cancela a dívida do iníquo ofensor.

6.      No coração de Jeová existe uma fonte de misericórdia, compaixão e piedade.

Conclusão lógica em relação ao perdão.

1.      Para haver perdão tem de haver um pecado.

2.      Para haver o perdoador tem de haver o ofensor (pecador).

Jesus afirmou que ele e o Pai eram um. Até onde eles seriam um??

Ao ouvir Jesus falando eu estaria ouvindo Jeová falando.

Ao ver Jesus fazendo coisas eu estaria vendo Jeová fazer coisas.

Será que isto é uma verdade??

O que disse Jesus para Felipe??

(João 14:8-11) 8 Filipe disse-lhe: “Senhor, mostra-nos o Pai, e isso chega para nós.” 9 Jesus disse-lhe: “Tenho estado tanto tempo convosco e ainda não vieste a conhecer-me, Filipe? Quem me tem visto, tem visto [também] o Pai. Como é que dizes: ‘Mostra-nos o Pai’? 10 Não acreditas que eu esteja em união com o Pai e que o Pai esteja em união comigo? As coisas que vos digo não falo da minha própria iniciativa; mas o Pai, que permanece em união comigo, está fazendo as suas obras. 11 Acreditai-me que estou em união com o Pai e que o Pai está em união comigo; senão, acreditai por causa das próprias obras.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 14:8-11) 8 Replicou-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. 9 Disse-lhe Jesus: Há tanto tempo que estou convosco, e não me tens conhecido, Filipe? quem me vê a mim, vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai? 10 Não crês que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai que permanece em mim, faz as suas obras. 11 Crede-me que eu estou no Pai, e o Pai em mim; ou senão, crede ao menos por causa das mesmas obras.

As palavras de Jesus são claras:

·         Quem me tem visto, tem visto [também] o Pai.

·         quem me vê a mim, vê o Pai;

As palavras de Jesus eram as palavras de Jeová e as obras de Jesus eram as obras de Jeová. As palavras e as ações de um são idênticas às palavras e as ações do outro.

Se não acreditas por causa das palavras, então acredite por causa das obras, pois eu tenho praticado as obras do Pai.

Desta forma, configurava-se a união, isto é, uma plena união, pois as palavras e as ações de um eram idênticas as palavras e as ações do outro.

Como as palavras e as ações saem do coração, isto significa que os sentimentos de Jesus eram idênticos aos sentimentos de Jeová.

Desta forma, fica bem claro que ao ver Jesus praticando ações seria a mesma coisa do que ver Jeová praticando ações.

Confirma-se mais uma vez que a forma como Jesus usou o perdão no seu dia a dia, é a mesma forma como Jeová usa o perdão no Seu dia a dia.

O que é necessário haver por parte do humano pecador (ofensor) para que este possa receber um perdão da parte de Jeová??

Só veremos as ações de Jesus em usar o perdão??

Claro que não, afinal de contas, não é Jeová o Professor de Jesus?? Logo, veremos as ações de Jeová e as ações de Jesus.

O que podemos afirmar em relação a resgate?? O que caracteriza o resgate??

ResgateEsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): ...resgatar mediante pagamento...; ato de libertar, de livrar....., salvamento; extinção de um débito em consequência de um pagamento,

resgate

s.m. (sXV) 1 ato ou efeito de resgatar(-se), mediante o pagamento de quantia determinada 2 a quantia paga por essa libertação 3 ato de libertar, de livrar; livramento, libertação 4 extinção de um débito em consequência de pagamento 5 recolhimento de náufragos, passageiros de veículos sinistrados, cadáveres etc.; salvamento ² r. convencional jur m.q. retrovenda ¤ etim orig.contrv. ¤ hom resgate(fl.resgatar)

Percebemos que resgate nos traz a ideia de pagamento em relação a algo. Nos traz a ideia de uma troca. Alguém pagará ao ofendido o valor da ofensa feita contra ele. Obviamente que algo valioso é trocado por outro algo valioso. Extinção de um débito mediante (em consequência de) um pagamento. Uma reparação mediante um pagamento. Neste caso, um tapa no rosto seria pago mediante outro tapa no rosto ou um valor qualquer estipulado pelo agredido, valor este que pode ser chamado de compensação. Uma morte seria paga através de outra morte ou por uma compensação.

As palavras de nosso amado irmão Paulo foram:

·         temos o livramento por meio de resgate, por intermédio do sangue desse

·         em quem temos a redenção pelo seu sangue

·         no qual temos a nossa redenção pelo seu sangue

Neste caso, percebemos que no resgate existe um relacionamento à base de troca. Na verdade trata-se de uma justa troca.

As palavras de nosso amado irmão Paulo estabelecem que o sangue de Jesus é a moeda de troca pelo perdão dos nossos pecados.

Paulo nos informa que a existência do perdão estava condicionada a existência de um pagamento.

Esta outra afirmação de nosso irmão Paulo deixa bem clara a exigência do pagamento para que haja perdão do pecado:

(Hebreus 9:22) 22 Sim, quase todas as coisas são purificadas com sangue, segundo a Lei, e a menos que se derrame sangue, não há perdão.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Hebreus 9:22) 22 E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Hebreus 9:22) 22 Segundo a Lei quase todas as coisas são purificadas com sangue, e sem derramamento de sangue não há remissão.

O que Paulo deixa bem claro???

Segundo Paulo, o que existia?? Existia o perdão ou existia a reparação??? Existia uma compensação, não é verdade??

Segundo Paulo, o que era necessário para a existência da reparação do dano???

Quando associadas, estas duas declarações deixam bem claro que o resgate acontece mediante um pagamento. Segundo Paulo, é imprescindível a existência da reparação. O que seria usado para o pagamento?? O que seria dado como reparação?? O sangue de Jesus??

Foi exatamente isto o que afirmou o nosso irmão Paulo de Tarso.

Será que o perdão só era dado por Jeová através do derramamento de sangue, ou seja, uma compensação?? Será que Jeová exigia uma vida animal para que Ele pudesse trocar pelo Seu perdão?? Será que o Pai Jeová/Javé exigia a reparação para a existência do Seu perdão?? O ofensor comprava o seu perdão?? O ofensor dada uma devida compensação por sua ofensa??

Será que isto foi um pedido do Pai para o humano??

Ou será que foi uma oferta do humano a Deus visando agradá-lo, visando receber um favor qualquer, o que incluía o perdão??

Para haver perdão tem de haver uma “reparação” e/ou uma compensação??

Será que isto era uma verdade no relacionamento de Jeová com a iníqua nação de Israel?? Foi esta a verdade produzida pelo relacionamento de Jeová com a nação de Israel??

Como ofendido, Jeová exigia que as coisas fossem feitas desta forma?? Não foi esta a informação dada por Paulo para aquelas pessoas que não conheciam o Deus que ele afirmava venerar???

Se fosse uma exigência de Jeová/Javé, ou seja, se fosse um mandamento tal qual não matarás ou não cobiçarás, Ele exigiria esta reparação em todos os casos de erros cometidos pela nação de Israel, nação que Ele mantinha um relacionamento direto, não é verdade??

Desde o início do relacionamento entre Jeová, o Perdoador, e os humanos perdoados, qual tem sido a base deste relacionamento?? Sempre foi desenvolvido na base do resgate (base de troca; justa troca; reparação; compensação) ou na base do perdão dado de forma altruísta, generosa, bondosa??

Para haver “libertação” tem de ser pago um resgate?? Tem de haver uma reparação?? Quem é que exige isto?? Para haver libertação, a pessoa a ser libertada deve ser merecedora de que se faça por ela tal libertação?? Quem é que exige isso?? Foi esta a forma de Jeová agir no Seu dia a dia com a nação de Israel??

Estando o humano como um prisioneiro do pecado, é necessário que seja pago um resgate para que ele consiga a liberdade?? É necessário haver uma negociação?? É necessário que ele mereça tal libertação??

No caso de um escravo, não está nas mãos do seu amo a decisão de torná-lo um homem livre??

No caso daquele devedor que se oferece como escravo para a reparação da dívida com um credor, não está nas mãos deste credor a decisão de liberar tal pessoa desta dívida, independente dela ter ou não condição de reparar a sua dívida???

No caso do pecado, no caso da ofensa, esta decisão não fica nas mãos daquele que foi ofendido??

Será que Jeová praticou o verbo perdoar usando para isto uma base de troca?? A “base de troca” envolve uma negociação entre as partes quanto aos valores das coisas a serem trocadas.

Eu te perdoo, “desde que” você.... - Será que Jeová usaria tal frase??

Vamos ver uma ocasião na qual Jeová precisou ser o resgatador da iníqua nação de Israel.

O que será que eles tiveram de pagar para serem resgatados por Jeová??

O que disse Jeová??

(Ezequiel 36:31-32) 31 E forçosamente haveis de lembrar-vos dos vossos maus caminhos e das vossas ações que não eram boas, e forçosamente tereis aversão à vossa própria pessoa por causa dos vossos erros e por causa das vossas coisas detestáveis. 32 Não é por vós que faço [isso]’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘seja isso sabido por vós. Envergonhai-vos e senti-vos humilhados por causa dos vossos caminhos, ó casa de Israel.’

 

(Ezequiel 36:35-36) 36 E as nações que se deixarão restar em volta de vós terão de saber que eu, Jeová, é que construí as coisas derrubadas, plantei o que estava desolado. Eu, Jeová, é que falei e fiz [isso].’

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 36:31-32) 31 Então vos lembrareis dos vossos maus caminhos, e dos vossos feitos que não eram bons; tereis nojo em vós mesmos das vossas iniqüidades e das vossas abominações. 32 Não é por amor de vós que eu faço isto, diz o Senhor Jeová, seja-vos isto bem entendido. Envergonhai-vos e confundi-vos sobre os vossos caminhos, ó casa de Israel.

(Ezequiel 36:36) 36 Então as nações que tiverem ficado ao redor de vós, saberão que eu Jeová reedifiquei os lugares arruinados, e plantei o que estava desolado. Eu Jeová o disse, e o farei.

Será que a nação de Israel estava pagando a Jeová/Javé aquela libertação da condição de escravos de Babilônia???

Jeová traria de volta os iníquos para a terra de Canaã, mas não seria através de qualquer pagamento. Havia um compromisso com o Seu próprio nome.

Será que havia algo que a nação precisava fazer para comprovar que merecia ser liberta da escravidão??

Será que o Pai Jeová estipulou um preço que a nação teria de pagar a Ele, para Ele poder agir qual libertador do povo?? Exatamente com o que o povo pagaria esta libertação da escravidão???
O libertador é que deve estipular o preço, não é mesmo??


Embora o Pai os houvesse tirado do Egito e os tivesse lavado até o deserto, o Pai afirmou que podia ter exterminado toda a nação enquanto ainda estavam no território do Egito...

O que aquele povo havia feito para que o Pai não os tivesse exterminado quando ainda estavam no território do Egito???

Será que a nação derramou muito sangue como compensação por suas vidas??

O que o Pai informou centenas de anos depois de Moisés??

(Ezequiel 20:8-10) 8 “‘“E eles começaram a rebelar-se contra mim e não quiseram escutar-me. As coisas repugnantes dos seus olhos eles não lançaram fora, individualmente, e não abandonaram os ídolos sórdidos do Egito, de modo que prometi derramar sobre eles o meu furor, a fim de levar a cabo a minha ira contra eles no meio da terra do Egito. 9 E eu prossegui, agindo em prol do meu próprio nome, para que não fosse profanado perante os olhos das nações entre as quais estavam, porque eu me dera a conhecer a eles perante os seus olhos, fazendo-os sair da terra do Egito. 10 Por isso os fiz sair da terra do Egito e os levei ao ermo.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 20:8-10) 8 Mas rebelaram-se contra mim, e não me quiseram ouvir; não lançaram de si cada um as abominações dos seus olhos, nem abandonaram os ídolos do Egito: então eu disse que derramaria o meu furor contra eles, para cumprir contra eles a minha ira no meio da terra do Egito. 9 Mas o fiz por amor do meu nome, para que ele não fosse profanado à vista das nações, no meio das quais estavam, a cujos olhos eu me dei a conhecer a eles, tirando-os da terra do Egito. 10 Assim os fiz sair da terra do Egito, e os trouxe para o deserto.


Houve o perdão. Não houve o aniquilamento merecido. Não houve nenhuma exigência de pagamento, ou será que houve?? Não houve nenhum pagamento. Não houve nenhum sangue derramado. Não houve nenhuma compensação.

O Pai comprovou que a Sua forma de fazer as coisas era bem diferente das afirmações do nosso irmão Paulo de Tarso, não comprovou???

Agora que já estavam no deserto, será que o Pai mudou??

A nação não mudou, pois continuou rebelde e fazendo coisas que mereciam a morte, toda a nação, não apenas alguns rebeldes....


O que o Pai continuou informando a Ezequiel??

(Ezequiel 20:13-14) 13 “‘“Mas eles, [os] da casa de Israel, rebelaram-se contra mim no ermo. Não andaram nos meus estatutos e rejeitaram as minhas decisões judiciais, por meio das quais, continuando a cumpri-las o homem, também continuará a viver. E profanaram muitíssimo os meus sábados, de modo que prometi derramar sobre eles meu furor no ermo, a fim de exterminá-los. 14 Mas agi em prol do meu próprio nome, para que não fosse profanado perante os olhos das nações, diante de cujos olhos eu os fizera sair.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 20:13-14) 13 Mas a casa de Israel rebelou-se contra mim no deserto; não andaram nos meus estatutos, e rejeitaram os meus juízos, os quais, se os observar o homem, viverá por eles; e profanaram grandemente os meus sábados. Então eu disse que derramaria o meu furor sobre eles no deserto para os consumir. 14 Porém o fiz por amor do meu nome, para que ele não fosse profanado à vista das nações, a cujos olhos os fiz sair.

 

De novo, eu pergunto: Quando foi que eles pagaram suas dívidas?? Quando fizeram uma reparação pelo erro?? Quando foi que derramaram sangue para o perdão de seus pecados?? Será que o Pai exigiu alguma compensação pelo Seu perdão dado??

Agora eu pergunto: O que mostraram ser as palavras do nosso irmão Paulo de Tarso, verdade ou mentira a respeito do Pai??



Será que o Pai Jeová era um comerciante com Seus próprios filhos?? Comerciante é aquele que pratica o comércio, não é verdade??

O Pai está sendo acusado de ser um comerciante, não está??


Comércioesta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: atividade que consiste em trocar, vender ou comprar produtos, mercadorias, valores, etc., visando num sistema de mercados, ao lucro; negócio

 

comércio

s.m. (1510) 1 atividade que consiste em trocar, vender ou comprar produtos, mercadorias, valores etc., visando, num sistema de mercados, ao lucro; negócio 2 conjunto dos comerciantes 3 conjunto dos estabelecimentos que comerciam num determinado lugar <o c. local não abriu> 4 estabelecimento comercial; venda, loja 5 fig. relação social ou afetiva <manter um c. cordial com os amigos> 6 fig. pej. contato corporal íntimo <c. carnal> ² c. eletrônico intern tipo de comércio em que as transações são feitas pela internet • c. exterior ou externo o que é realizado por meio de permuta de produtos entre países diferentes • c. interior o que se efetua dentro de um país • livre c. econ sistema de comércio em que os produtos importados são taxados de uma forma a permitir um preço igual ao dos produtos internos do país ¤ etim lat. commercìum,ii 'id.' ¤ par comercio(fl.comerciar)



No resgate existe uma negociação como base. Será que no perdão existe a mesma base de negociação?? Será que no perdão existe qualquer espécie de negociação entre perdoador e ofensor?? Será que se trata de um comércio??

Como era o dia a dia da nação dos filhos de Jacó (Israel)??

Tudo envolvia negociação, não é verdade??

Ter escravos e libertar escravos era uma questão de comércio, não era??

A nação constituída dos filhos de Jacó era constituída de comerciantes, não é verdade??

Cada um dos humanos ali era um comerciante, não é verdade??

O que praticavam em relação a escravidão de humanos??

(Levítico 25:44-46) 44 Quanto a teu escravo ou tua escrava que se tornam teus dentre as nações que há em volta de vós, delas podeis comprar um escravo ou uma escrava. 45 E também dos filhos dos colonos que residem convosco como forasteiros podeis comprar deles e das suas famílias que estão convosco, que lhes nasceram na vossa terra; e eles têm de tornar-se vossa propriedade. 46 E tendes de transmiti-los como herança aos vossos filhos depois de vós, para [os] herdarem como propriedade por tempo indefinido. Podeis usá-los como trabalhadores, mas vossos irmãos, os filhos de Israel, não deves espezinhar, um ao outro, com tirania.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 25:44-46) 44 Quanto aos escravos, e às escravas que tiveres: das nações que estão ao redor de vós, delas comprareis escravos e escravas. 45 Também dos filhos dos estrangeiros que peregrinam entre vós, deles os comprareis, e bem assim das suas famílias que estão convosco, as quais eles geraram na vossa terra; e serão a vossa possessão. 46 Deixá-los-eis por herança a vossos filhos depois de vós, para terem como possessão; desses tomareis os vossos escravos para sempre, mas sobre vossos irmãos, os filhos de Israel, não dominareis com rigor, uns sobre os outros.

E tens de transmiti-los aos vossos filhos como uma herança.........

Não estava nas mãos daquele que transmitia como herança o poder de decidir libertar tal pessoa???

A pessoa deixaria de ser propriedade dele no exato momento em que ele decidisse que isto seria assim, não é verdade??

Ele tinha este poder, não tinha??

Ele diria simplesmente: A partir de agora, você não é mais escravo. A partir de agora você é um homem livre. Eu decido que você é um homem livre...

O escravo pagou pela sua liberdade?? Não.

Houve uma redução da dívida para que fosse dada liberdade?? Também não.

O que houve??

Houve a decisão de libertar.

Houve a decisão de perdoar a dívida....

Houve a decisão de cancelar a dívida...

O real valor de um escravo praticado naquela nação:

(Êxodo 21:20-21) 20 E caso um homem golpeie seu escravo ou sua escrava com um pau e o tal realmente morra sob a sua mão, sem falta deve ser vingado. 21 No entanto, se demorar um dia ou dois, não deve ser vingado, porque ele é seu dinheiro.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo 21:20-21) 20 Se um homem ferir o seu escravo (ou a sua escrava) com uma vara, e este morrer debaixo da sua mão, certamente será castigado. 21 Porém, se sobreviver um ou dois dias, não será castigado; porque é dinheiro seu.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Êxodo 21:20-21) 20 Se alguém ferir a seu servo ou a sua serva com pau, e este morrer debaixo da sua mão, certamente será castigado; 21 mas se sobreviver um ou dois dias, não será castigado; porque é dinheiro seu.

COMPENSAÇÃO ♦♦ Era uma sociedade que tinha a compensação como a base do seu relacionamento no dia a dia.

Compensaçãoesta é a definição dada pelo dicionário Houaiss:

compensação

s.f. (sXVI) 1 ato ou efeito de compensar <sofreu muito tempo, mas depois veio a c.> 2 qualidade ou estado de igual; equilíbrio <haverá c. entre as dores e os prazeres do mundo?> 3 p.met. o que compensa (vantagem, sorte etc.); benefício, recompensa, lucro <c. moral> <aquele comércio trazia ótimas c.> 4 cont processo de liberação do valor de um cheque que, emitido por um banco, foi depositado em outro 5 jur anulação recíproca de débitos, mediante prestações mútuas de valores equivalentes 6 fís ato ou efeito de compensar as variações de determinados aparelhos ou mecanismos, ou de melhorar o seu desempenho regulando dispositivo suplementar <c. de bússola magnética> <pêndulo de c.> 7 fisl processo pelo qual o organismo contrabalança, ou reage a um defeito ou problema estrutural ou funcional 8 psicn reação inconsciente de contrabalançar deficiência ou inferioridade real ou imaginária, ou de compensar alguma falta, pela procura de satisfação através de um comportamento substitutivo 9 psicn esforço para anular a consciência dolorosa de determinada deficiência de comportamento ou de personalidade ² c. de dosagem gen m.q. compensação de dosec. de dose gen 1 inativação de um dos dois cromossomos X presentes em células de animais do sexo feminino de algumas espécies, de modo que apenas um daqueles cromossomos permanece funcional; compensação de dosagem 2 fenômeno de regulação em que o alelo dominante, mesmo em homozigose, não se expressa com o dobro do efeito do heterozigoto; compensação de dosagem • c. de frequência eletrôn modificação da resposta em frequência da amplitude, a fim de aumentar a largura da banda ou tornar a resposta mais claramente uniforme quanto à banda existente • em c. em contrapartida, em troca ¤ etim lat. compensatìo,ónis 'id.' ¤ ant incompensação

 

Vamos ver como se comportava no dia a dia a nação de Israel em relação ao perdão.

Será que praticavam o perdão ou a compensação??

(Êxodo 21:26-27) 26 E caso um homem golpeie o olho de seu escravo ou o olho de sua escrava e realmente o arruíne, deve mandá-lo embora como alguém liberto, em compensação do seu olho. 27 E se for o dente de seu escravo ou o dente de sua escrava que arrancar a golpe, deve mandá-lo embora como alguém liberto, em compensação do seu dente.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo 21:26-27) 26 Se alguém ferir o olho do seu escravo (ou o olho da sua escrava) e o destruir; deixá-lo-á ir forro por causa do olho. 27 E, se deitar fora o dente do seu escravo (ou da sua escrava), deixá-lo-á ir forro por causa do dente.

Perdão ou compensação??

Percebemos que, embora o não escravo tivesse o direito a uma plena compensação, o escravo não tinha direito à plena retaliação, mas, ganhava a sua liberdade, em troca de. Embora a lei revelasse a sua parcialidade, o escravo, embora ficasse no prejuízo físico, também recebia a sua compensação.

Onde ficava o perdão no dia a dia desta nação??

Não ficava.

Bem, vamos ver nesta outra circunstância:

(Êxodo 22:2-4) 2 (“Se um ladrão for encontrado no ato de arrombar e ele deveras for golpeado e morrer, não há culpa de sangue por ele. 3 Se o sol tiver raiado sobre ele, há culpa de sangue por ele.) “Sem falta deve dar uma compensação. Se não tiver nada, então terá de ser vendido pelas coisas que furtou. 4 Se aquilo que foi furtado for indubitavelmente achado vivo na sua mão, desde o touro até o jumento e o ovídeo, deve dar dupla compensação.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

 

(Êxodo 22:2-4) 2 Se o ladrão for achado minando uma casa, e for ferido de modo que morra, o que o feriu não será réu de sangue. 3 Se o sol tiver saído sobre o ladrão, o que o feriu será réu de sangue; neste caso o ladrão deverá fazer restituição. Se ele não tiver com que pagar, será vendido por seu furto. 4 Se aquilo que roubou for achado vivo em seu poder, seja boi, seja jumento, seja ovelha; pagará ele o dobro.

 

Percebemos que não havia perdão de nenhuma dívida. Percebemos que o perdão da dívida passava a ser uma coisa opcional e até mesmo errada, pois poderia ser vista como um incentivo à criminalidade e à impunidade.

Percebemos que ainda havia a dupla compensação quando havia um roubo, ou seja, alguém tentar se apossar de algo que é de posse de outra pessoa.

Como alguém, que aguarda uma dupla compensação por ter sido roubado iria perdoar o ladrão??

Ele seria mal visto por todos os demais, não é verdade??



Agora vejamos esta outra circunstância:

 

(Êxodo 21:22-25) 22 E caso homens briguem entre si, e eles realmente firam uma mulher grávida e deveras saiam os filhos dela, mas não haja acidente fatal, sem falta se lhe deve impor uma indenização segundo o que o dono da mulher lhe impuser; e ele tem de dá-la por intermédio dos magistrados. 23 Mas se acontecer um acidente fatal, então terás de dar alma por alma, 24 olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, 25 queimadura por queimadura, ferimento por ferimento, pancada por pancada.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

 

(Êxodo 21:22-25) 22 Se homens brigarem, e um deles ferir a uma mulher grávida, e for causa de que aborte, porém não resultar dano maior; certamente será multado, conforme o que lhe impuser o marido da mulher; e pagará como os juízes lhe determinem. 23 Mas, se resultar dano, então darás vida por vida, 24 olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, 25 queimadura por queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe.

 

Plena compensação. Ninguém deveria ficar no prejuízo.

Independente de qual fosse a ofensa, quer material, quer física, a vítima nunca ficava no prejuízo. Sempre havia a compensação.

 

Ferimento por ferimento, pancada por pancada, prejuízo por prejuízo.

Esta era a forma como viviam o dia a dia. Esta era a forma como resolviam os problemas no dia a dia.

Esta forma de vida estava definida em lei. Segundo tal lei, informação que Moisés afirmou ser uma lei para eles, a vítima nunca ficava no prejuízo.

 

O que pudemos perceber??

Que nada era de graça. Percebemos se tratar de uma nação de comerciantes. O comerciante não admite ter prejuízo. Tudo é uma questão de lucro e prejuízo.

 

Para este humano, quando se fala em resgate, está se falando em uma negociação que envolve uma “compensação” para que a negociação seja praticada.

Se houve uma ofensa, tem de haver uma devida compensação, evitando assim o prejuízo daquele que foi ofendido, prejuízo físico ou moral.

Esta era a regra áurea da nação de Israel. Esta era a regra de comportamento. Esta era a diretriz que norteava o comportamento daqueles humanos.

 

Para haver resgate, aquele resgate falado por Paulo, há necessidade de negociação, troca, pagamento etc.

Será que para haver perdão, também haverá a necessidade de negociação, quer antecipada, quer posterior??

A nação praticava o perdão quando havia a devida compensação. Seria isto o verdadeiro “perdão”??

Na verdade, a nação não praticava o perdão, antes, praticava a “compensação”.

O ofendido não perdoava. O ofendido recebia a devida compensação pela ofensa a ele praticada.

Para que o “ofensor” passe a ser o “perdoado”, requer que ele se envolva em uma negociação??

Como devedor que é, ele deve oferecer ou pagar a devida compensação estipulada pelo ofendido.

Será que para que o “ofensor” passe a ser o “perdoado”, se requer que exista uma moeda de negociação e que ele tenha de ter tal moeda?? Será que o humano precisa provar que merece ser resgatado do pecado??

Qual seria o preço a ser cobrado para se conceder o perdão?? O perdão estava condicionado ao prévio pagamento??

Será que Jesus “tinha de ser morto” para pagar um resgate?? O que aconteceria se Jesus não fosse morto pelos judeus?? E se os judeus se negassem a matar Jesus, o que aconteceria??

Jesus afirmou que “era necessário” que ele morresse.

(Lucas 24:25-27) 25 Disse-lhes assim: “Ó insensatos e vagarosos de coração no que se refere a crer em todas as coisas faladas pelos profetas! 26 Não era necessário que o Cristo sofresse estas coisas e que entrasse na sua glória?27 E, principiando por Moisés e por todos os Profetas, interpretou-lhes em todas as Escrituras as coisas referentes a si mesmo.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Lucas 24:25-27) 25 Então ele lhes disse: ó néscios, e tardos de coração para crerdes tudo o que os profetas disseram! 6 Porventura não importa que o Cristo padecesse essas coisas e entrasse na sua glória? 27 E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicou-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas24:25-27) 25 Disse-lhes Jesus: Ó néscios, e tardos de coração para crerdes tudo o que os profetas disseram! 26 Porventura não importava que o Cristo padecesse estas coisas e assim entrasse na sua glória? 27 Começando por Moisés e por todos os profetas, explicou-lhes o que dele se achava dito em todas as Escrituras.

Será que ele tinha de derramar o seu sangue para que houvesse perdão para os humanos??

IMPORTAREsta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: ter utilidade ou proveito, interessar; ter importância para (alguém).

v. (1501) 1 t.d. e t.i. ter como consequência ou resultado; causar, implicar <a dissidência de uns poucos importou (n)a discórdia geral> 2 t.d. trazer em si; envolver, implicar <o trabalho seduz quando importa um grande desafio à inteligência> 3 t.i. montar a ou atingir (determinada quantia) <o total dos gastos importou em mil reais> 4 int. ter utilidade ou proveito; interessar <importa seguir os mandamentos> 5 pron. dar importância a; fazer caso de <não se importa com nada> 6 t.i. ter importância para (alguém); interessar <afinal, que te importa o julgamento dela?> 7 t.d.int. trazer de outro país, estado ou município <i. mercadorias, mão de obra, ideias> <o governo queria i. menos e exportar mais>

Percebemos que havia importância para o humano que Jesus padecesse aquelas coisas e entrasse na sua glória. Quem se beneficiaria com isto?? O humano.

Que benefício seria este??

O que o nosso amado irmão Paulo nos ensinou??

(Romanos 5:18-19) 18 Assim, pois, como por intermédio de uma só falha resultou a condenação para homens de toda sorte, do mesmo modo também por um só ato de justificação resulta para homens de toda sorte serem declarados justos para a vida. 19 Pois, assim como pela desobediência de um só homem muitos foram constituídos pecadores, do mesmo modo também pela obediência de um só muitos serão constituídos justos....

 

Assim verte a Tradução Almeida:

(Romanos 5:18-19) 18 Portanto, assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação e vida. 19 Porque, assim como pela desobediência de um só homem muitos foram constituídos pecadores, assim também pela obediência de um muitos serão constituídos justos.

Foi-me dito: “Você está condenado por causa da falha de Adão”.

O pecado de Adão resultou na minha condenação??

Adão peca e eu é que pago?? Adão peca e eu pago junto com ele??

Sou uma vítima de Adão??

Muitos afirmam: “Eu peco por causa de Adão”.

Neste caso, eu morro por causa de Adão.

Afirmam: Adão me deu um corpo imperfeito. Eu preciso de um corpo perfeito para poder obedecer.

Neste caso, o que não resta a menor dúvida é que eu sou um acusador de Adão.

O que o Pai falou sobre o filho pagar em face do erro do pai??

·         O próprio filho não levará nenhuma [culpa] pelo erro do pai e o próprio pai não levará nenhuma [culpa] pelo erro do filho. A própria justiça do justo virá a estar sobre ele mesmo, e a própria iniqüidade do iníquo virá a estar sobre ele mesmo.

·         o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a iniquidade do filho, A justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele.

De forma bem clara vemos que o pecado hereditário contraria esta afirmação do próprio Pai. Desta forma, a base da existência do resgate não foi fornecida por uma palavra falada pelo Pai. Vai muito além, pois contraria a palavra falada por Jeová.

Será que ficou bem claro??

O filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a iniquidade do filho, A justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele.

Será que existe alguma dúvida??

Foi-me dito: “Você está condenado por causa da falha de Adão e você será justificado pela justiça de Jesus”.

Poderia a “justiça” praticada por Jesus recair sobre mim???

Poderia a “justiça” praticada por Jesus me tornar justo??

Sobre quem recairia a “justiça” praticada por Jesus???

Exclusivamente sobre Jesus.
De forma paralela e imparcial, sobre quem recairia a iniquidade praticada por Adão??
Exclusivamente sobre Adão...
E a iniquidade praticada por Eva, sobre quem recairia exclusivamente??
Recairia exclusivamente sobre Eva.

A “glória” por praticar a justiça recai exclusivamente sobre aquele que praticou tal justiça.
A “vergonha” por praticar a iniquidade recai exclusivamente sobre aquele que praticou tal iniquidade.

O Pai nos informou claramente:

- “A própria justiça do justo virá a estar sobre ele mesmo, e a própria iniqüidade do iníquo virá a estar sobre ele mesmo”.

- “A justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele”.

Segundo o ensino do nosso irmão Paulo de Tarso, nós herdamos o pecado de Adão e herdaremos a justiça de Jesus.....

No entanto, este ensino do nosso irmão Paulo é oposto às informações dadas pelo Pai...

Não foi esta a informação dada pelo Pai para o humano??

Vejamos agora um outro detalhe.

O humano pecou. Jeová afirmou: A alma que pecar esta é que morrerá.

O humano condenou-se por ter cometido o pecado.

E agora??

Do que depende este humano??

Será que ele depende de um resgate??

Quem pagará o resgate por este pecador??

Quem é que exige tal resgate??

A quem será pago este resgate??

Ora, se o pecado é contra Jeová, afirma-se que Jeová exige um resgate.

Ainda mais. Afirma-se que Jeová exige tal resgate em face de uma lei de justiça criada por Jeová que exige alma por alma, ou seja, vida por vida.

Afirma-se que é Jeová quem exige vida por vida.

Será que Jeová foi o criador desta lei de plena retribuição e plena compensação??

O que o histórico do relacionamento de Jeová com o Seu povo escolhido revelou em relação a esta prática??

Jeová praticava o resgate ou Jeová praticava o gratuito perdão??

Praticava Jeová a plena compensação ou o pleno perdão??

Vamos ver um dos costumes instituídos por Jeová e reparar nele.

(Levítico 16:29-31) 29 E isso vos tem de servir de estatuto por tempo indefinido: No sétimo mês, no décimo [dia] do mês, deveis atribular as vossas almas, e não deveis fazer obra alguma, quer o natural quer o residente forasteiro que reside no vosso meio. 30 Pois neste dia se fará expiação por vós, para declarar-vos limpos. Sereis limpos de todos os vossos pecados perante Jeová. 31 É um sábado de completo repouso para vós, e tendes de atribular as vossas almas. É um estatuto por tempo indefinido.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 16:29-31) 29 Isso vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês aos dez dias do mês afligireis as vossas almas, e não fareis trabalho algum, nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós; 30 pois nesse dia se fará expiação por vós, para vos purificar; de todos os vossos pecados sereis limpos diante de Jeová. 31 É sábado de descanso solene para vós, e afligireis as vossas almas; é estatuto perpétuo.

O que os humanos precisavam fazer para receber este perdão?? Nada. Ora, nada?? Onde é que ficava a plena compensação de vida por vida??

O que o sacerdote precisava fazer??

(Levítico 16:20-22) 20 Quando tiver acabado de fazer expiação pelo lugar santo, e pela tenda de reunião, e pelo altar, então terá de apresentar o bode vivo. 21 E Arão tem de pôr ambas as suas mãos sobre a cabeça do bode vivo e confessar sobre ele todos os erros dos filhos de Israel e todas as suas revoltas em todos os seus pecados, e tem de pô-las sobre a cabeça do bode e tem de enviá-lo ao ermo pela mão de um homem preparado. 22 E o bode tem de levar sobre si todos os erros deles a uma terra desértica; e ele tem de enviar o bode ao ermo.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 16:20-22) 20 Havendo acabado de fazer expiação pelo santo lugar, pela tenda da congregação e pelo altar, apresentará o bode vivo. 21 Porá ambas as mãos sobre a cabeça do bode vivo, e sobre ele confessará todas as iniqüidades dos filhos de Israel, e todas as suas transgressões, a saber, todos os seus pecados. Pô-los-á sobre a cabeça do bode, e enviá-lo-á ao deserto por mão dum homem que está encarregado disso. 22 O bode levará sobre si todas as iniqüidades deles para uma região solitária; e o homem soltará o bode no deserto.

Percebemos que quem confessava os pecados do povo era o sacerdote, que o animal não era morto e que o animal era enviado para o deserto.

Onde ficava a plena compensação de vida por vida?? Não havia. O que havia era o pleno perdão dado de forma altruísta e unilateral.

Mas e se o sacerdote não soubesse dos pecados do povo ou não concordasse que determinada prática fosse um pecado, como por exemplo, escravizar outro humano, mesmo assim era dado o perdão?? Sim, mesmo assim era dado o perdão.

O que o Pai havia dito??

·         Sereis limpos de todos os vossos pecados perante Jeová.

·         de todos os vossos pecados sereis limpos diante de Jeová.

Percebemos no histórico do relacionamento de Jeová com a nação de Israel que Ele não exigia nenhum resgate em relação ao pecado. Percebemos que não havia a plena compensação. Percebemos que Jeová usava o perdão de forma unilateral e sem qualquer negociação com o perdoado. Percebemos que Jeová dava o Seu perdão até mesmo para aqueles que não confessavam o pecado. Percebemos que não existia nenhum condicionamento imposto por Jeová para Ele dar o perdão. Percebemos que o Pai Jeová/Javé dava o seu perdão até mesmo para aqueles que sequer sabiam que estavam sendo perdoados.

Percebemos que Jeová dava o Seu perdão de forma “incondicional”.

Percebemos que não havia nenhum pagamento. Percebemos que Jeová abria mão de qualquer pagamento.

Como é que estes homens ficavam limpos de todos os seus pecados perante Jeová??

Bem, Jeová perdoava-lhes os seus pecados.

Eles não pagavam pelos seus pecados. Não havia nenhuma compensação.

Será que alguém aparecia para afirmar que o que estava acontecendo era o incentivo à impunidade??

Suponhamos que um israelita qualquer escravizasse um filisteu. Bem, isto era um pecado. Jeová decidiu perdoar este pecado do israelita. Bem, o que será que os parentes do filisteu mantido como escravo pelo israelita via nesta decisão de Jeová?? Será que ele via a impunidade?? Desejaria ele que Jeová punisse o israelita por ele estar mantendo o seu parente filisteu como um escravo??

Jeová havia dado o seu perdão ao israelita?? Sim, havia dado. Concordava Jeová com esta ação do israelita?? Óbvio que não. Não foi o próprio Jeová que informou ao israelita que escravizar o seu irmão era um pecado diante Dele??

Isto é algo interessante em relação ao perdão dado por Jeová, não é??

No outro ritual criado por Jeová, o humano pecador comparecia diante Dele com uma oferta que podia ser um cordeiro, um par de rolas e um bolo de farinha, o que revelava não haver nenhum resgate, revelava não haver nenhum pagamento. O objetivo era outro.

A afirmação de nosso amado irmão Paulo poderia ser confrontada com esta colocação de Jeová em relação àquele que não tivesse condições financeiras. Será que tal pecador ficaria sem perdão por não derramar sangue??

O que falou Jeová??

(Levítico 5:11-13) 11 “‘Ora, se não tiver os meios para duas rolas ou dois pombos novos, então terá de trazer como sua oferta pelo pecado que cometeu a décima parte de um efa de flor de farinha como oferta pelo pecado. Não deve pôr azeite sobre ela e não deve colocar olíbano sobre ela, pois é uma oferta pelo pecado. 12 E tem de trazê-la ao sacerdote e o sacerdote tem de apanhar dela seu punhado como lembrança dela, e tem de fazê-la fumegar sobre o altar, sobre as ofertas de Jeová feitas por fogo. É uma oferta pelo pecado. 13 E o sacerdote tem de fazer expiação por ele, pelo pecado que cometeu, por qualquer um destes pecados, e assim lhe tem de ser perdoado; e ela tem de tornar-se do sacerdote, igual a uma oferta de cereais.’”

Assim verte a Tradução Almeida:

(Levítico 5:11-13) 11 Se, porém, as suas posses não bastarem para duas rolas, ou dois pombinhos, então, como oferta por aquilo em que houver pecado, trará a décima parte duma efa de flor de farinha como oferta pelo pecado; não lhe deitará azeite nem lhe porá em cima incenso, porquanto é oferta pelo pecado; 12 e o trará ao sacerdote, o qual lhe tomará um punhado como o memorial da oferta, e a queimará sobre o altar em cima das ofertas queimadas do Senhor; é oferta pelo pecado. 13 Assim o sacerdote fará por ele expiação do seu pecado, que houver cometido em alguma destas coisas, e ele será perdoado; e o restante pertencerá ao sacerdote, como a oferta de cereais.

Ficou bem claro que o sangue não era o elemento essencial para a existência do perdão.

No entanto, quais foram as palavras de Paulo?

·         e a menos que se derrame sangue, NÃO HÁ perdão.

·         e sem derramamento de sangue NÃO HÁ remissão.

·         e sem derramamento de sangue NÃO HÁ remissão.

De forma prática, Jeová provou que no Seu relacionamento com os iníquos humanos havia o Seu perdão sem o derramamento de sangue.

Percebemos então que havia outro motivo para a apresentação daquelas ofertas pelo humano que se sentisse um pecador. Percebemos que não se tratava de preços estipulados por Jeová para o humano pagar em troca do perdão de seu pecado. Não havia compensação pelo perdão.

Aquele que confessa o seu próprio pecado está dando o primeiro passo para deixar de praticá-lo. E o que dizer daquele que não reconhece sua ação como pecado?? Consegue ele confessar?? Não, ele não consegue fazê-lo usando o seu livre-arbítrio.

Embora aqueles humanos não confessassem livremente os seus próprios pecados, mesmo assim eles recebiam o perdão de Jeová.

Apesar de confessar os pecados da nação, poderia o sacerdote se arrepender por qualquer um dos humanos da nação?? Poderia o sacerdote recuar da iniquidade por outra pessoa?? Isto seria impossível para ele. Logo, o perdão estava sendo dado a todos e de forma incondicional. Não se tratava de uma troca.

Neste caso, o sacerdote servia de testemunha de que Jeová estava perdoando àqueles que sequer percebiam que estavam sendo perdoados.

Já vimos que o resgate se caracteriza pela justa troca. Não pode haver prejuízo. Agora, vejamos o que caracteriza o perdão.

Perdão Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): remissão da pena...; ficar desobrigado de pagar...

perdão

s.m. (sXIII) 1 remissão de pena ou de ofensa ou de dívida; desculpa, indulto 2 ato pelo qual uma pessoa é desobrigada de cumprir o que era de seu dever ou obrigação por quem competia exigi-lo n interj. 3 fórmula de civilidade com que se pede desculpa ¤ etim lat.medv. perdonet 'que ele perdoe', 3ªp.s. do subj.pres. do v. perdonáre 'perdoar', de per- + donáre, expressão exclamativa que posteriormente se substantivou sob a f. perdon, donde o atual perdão

 

A pessoa perdoada fica desobrigada de cumprir o que era o seu dever ou sua obrigação para com aquele quem competia exigi-lo.

O perdoador abre mão de qualquer pagamento.

O perdão se caracteriza pela “ausência” de qualquer pagamento.

No perdão fica caracterizado o “prejuízo” total em face do não pagamento. Ausência de pagamento é ausência de pagamento. Não é uma compensação pela falta de pagamento.

Aquele que tinha a competência de exigir o pagamento da dívida, abre mão. Ele não exige o pagamento da dívida. Ele CANCELA a dívida sem receber qualquer pagamento.

Ele tinha o direito de cobrar, no entanto, ele abre mão da cobrança.

O Pai vai além de suspender a cobrança, pois Ele dá mais vida àquele que já lhe devia a vida.

Trata-se do ato de remitir (remissão).

RemitirEsta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): dar por pago

remitir

v. (sXV) 1 t.d.bit. conceder perdão a; indultar <r. culpas> <r. os pecados a alguém> 2 t.d.bit. fazer a entrega de; ceder, restituir <r. uma chefia> <r. um direito a alguém> 3 t.d. dar por pago ou satisfeito <r. uma dívida> 4 t.d.int. e pron. perder a intensidade; diminuir, afrouxar(-se), mitigar(-se) <a chuva remitiu o calor> <a febre remitiu> <o mal-estar remitiu-se> ¤ etim lat. remítto,is,míssi,missum,tère 'repelir' ¤ sin/var ver sinonímia de acalmar e desculpar ¤ ant ver antonímia de desculpar e sinonímia de agitar ¤ par reemitir(todos os tempos do v.)

 

Não se trata de pagar. Não se trata de definir uma compensação. Se trata de “não pagar”. Aquele que perdoa, abre mão de receber qualquer coisa. O perdoador abre mão de receber. O perdoador não estipula um novo valor a ser pago, afinal, ele perdoou. Não se trata de renegociar a dívida. A dívida é cancelada.

Aquele que perdoa não exige o resgate, ele abre mão de receber o valor do resgate. Ora, se ele cancela a dívida onde está a exigência do resgate?? Onde fica o “vida por vida”??

Neste caso, ou Jeová perdoava o pecado daquele humano ou Ele exigia daquele humano o resgate devido àquele pecado (vida por vida).

A verdade informada ao humano foi esta: A alma que pecar, esta é que morrerá.

O Pai cancela a dívida que aquele pecador adquiriu.

Cancelaresta a definição dada pelo dicionário Houaiss: tornar nulo, sem efeito, sem valor.

cancelar

v. (1302) 1 t.d. eliminar ou riscar (o que está escrito) para tornar sem efeito 2 t.d. tornar (algo) nulo, sem efeito, sem valor <cancelaram sua licença de vendedor> 2.1 t.d. interromper temporária ou definitivamente; suspender, suprimir <o governo cancelou todas as regalias> 3 t.d. não realizar (aquilo que fora planejado) <cancelou a produção do filme> 4 t.d. dar por encerrado, concluído (um processo) 5 t.d. álg dividir (números ou fatores comuns do numerador e do denominador) de uma função ou equação 6 t.d. álg eliminar de uma expressão algébrica (termos cuja soma é zero) 7 t.d. álg eliminar (fatores comuns) de uma equação algébrica ¤ etim lat. cancéllo,as,ávi,átum,áre 'cobrir com grades, riscar, inutilizar (riscando), anular' ¤ sin/var ver sinonímia de eliminar ¤ ant restabelecer, restaurar; ver tb. antonímia de abolir ¤ hom cancelo(1ªp.s.) / cancelo \ê\ (s.m.)

 

O Pai Jeová pratica a ação de cancelar a dívida do pecador.

Se há o cancelamento da dívida não há qualquer pagamento da dívida, pagamento este exigido em um resgate, no qual, o sangue derramado de Jesus era o valor a ser depositado para cobrir a dívida do humano pecador.

Voltando ao caso do israelita que estava mantendo um filisteu como escravo bem diante de Jeová. Jeová não matou tal israelita. Jeová perdoou este israelita. Durante todo aquele ano, o israelita havia mantido o filisteu como escravo. A cada dia ele recebia o perdão de Jeová. Naquele dia especial, Jeová anunciava o perdão dado a todos os israelitas, e todos os israelitas eram declarados limpos diante de Jeová.

Será que o israelita havia libertado o filisteu de ser seu escravo?? Não. O israelita continuava a manter aquele filisteu como escravo, continuando a cometer o mesmíssimo pecado. Este israelita não via sua ação como um pecado diante de Jeová. Neste caso, tratava-se do perdão dado a um pecado que não foi confessado e que continuou a ser praticado diariamente.

O Pai dava o perdão e esperava que o humano mudasse o seu caminho.

Ele mesmo afirmou:

(Ezequiel 33:11) 11 Dize-lhes: ‘“Assim como vivo”, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, “não me agrado na morte do iníquo, mas em que o iníquo recue do seu caminho e realmente continue vivendo. Recuai, recuai dos vossos maus caminhos, pois, por que devíeis morrer, ó casa de Israel?”’

Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 33:11) 11 Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que morrereis, ó casa de Israel?

Asim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 33:11) 11 Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que morrereis, ó casa de Israel?

Este israelita só podia mudar seu caminho de escravocrata (pecado contínuo), quando admitisse para si mesmo que escravizar outro humano qualquer e independente de qualquer circunstância, é um pecado perante Jeová. Jeová dava Seu perdão e continuava esperando que aquele israelita admitisse o seu erro e mudasse de caminho. O objetivo não era IMPEDIR o israelita de escravizar outros humanos. O israelita precisava negar-se a fazer tal coisa, mesmo tendo a força física para fazê-lo, ou mesmo tendo todos os motivos válidos para fazê-lo.

Bem, o que acontece até ele se convencer de que sua ação é um pecado??

O que acontece com a pobre vítima do seu ato de escravizar?? Será que o Pai não se importa com a vítima deste israelita escravocrata?? Sim, o Pai se importa e muito com a vítima deste israelita escravocrata.

O que disse o Pai em relação ao Egito, aquela nação escravocrata que mantinha os israelitas como escravos, obrigando-os a trabalhos forçados de escravo??

(Êxodo 3:7-10) 7 E Jeová acrescentou: “Indubitavelmente, tenho visto a tribulação do meu povo que está no Egito e tenho ouvido seu clamor por causa daqueles que os compelem a trabalhar; porque eu bem sei das dores que sofrem. 8 E estou para descer, a fim de livrá-los da mão dos egípcios e para fazê-los subir daquela terra para uma terra boa e espaçosa, para uma terra que mana leite e mel, para o lugar dos cananeus, e dos hititas, e dos amorreus, e dos perizeus, e dos heveus, e dos jebuseus. 9 E agora, eis que chegou a mim o clamor dos filhos de Israel e eu vi também a opressão com que os egípcios os oprimem. 10 E agora vem, e deixa-me enviar-te a Faraó, e faze que meu povo, os filhos de Israel, saia do Egito.. . .

 

O escravizar provoca vítimas que clamam. Independente de quem seja o escravocrata, ele provocará o clamor dos escravizados. O escravocrata está sempre desrespeitando o livre-arbítrio do seu próximo.

Não resta nenhuma dúvida, o Pai se importa e muito com o escravizado, a eterna vítima do escravizador.

O que ocorreu com o humano que escraviza outro humano?? Ele condenou-se a morte. O seu pecado é um pecado contínuo, praticado dia após dia, segundo após segundo.

O que ocorreu com o homem que pecou?? Ele condenou-se a morte. A quem este homem passou a estar devendo?? A Jeová. Jeová é o único que pode cobrar tal dívida. O que este homem passou a estar devendo ao Pai?? Uma vida, ou seja, a sua vida. Este homem tem como pagar esta dívida?? Somente a sua morte pagaria esta dívida.

Este humano já devia a sua vida ao Pai muito antes de praticar um pecado. O que este humano poderia ter feito antes do Pai lhe fazer viver?? Nada, obviamente. Ele nada fez para poder começar a viver, ou será que fez??

Será que o humano faz alguma coisa para merecer nascer??

Somente o fato de estar vivo já constituía dívida dele para com o Pai, uma dívida impagável. Assim, depois de cometer um pecado, este humano só fez aumentar a sua dívida para com o Pai.

O que este humano poderia ofertar ao Pai para pagar esta dívida?? Nada, pois esta dívida é impagável. O humano não tem como pagar.

Alguém poderia pagar esta dívida deste humano?? Ninguém, pois todos são devedores do Pai, pois todos devem o fato de estarem vivos ao mesmo Pai.

Poderia Jesus pagar esta dívida de vidas humanas ao Pai?? O primeiro ponto a ser levado em conta é se o Pai exige tal pagamento em troca do perdão ou não.

No entanto, um outro ponto deve ser levado em conta. Não é Jesus um outro devedor do Pai?? Não deve Jesus uma vida ao Pai?? Sim, ele também deve. Não é Jesus um filho?? Claro que sim. Ora, se ele deve, como ele poderia pagar algo que ele não tem como pagar?? A quem Jesus pagaria esta dívida se Jeová abre mão do pagamento da dívida e se Ele cancela a dívida??

Um grande “mistério” é este ensino do resgate. Seria ele tão “mistério” quanto o ensino da trindade??

Poderia algum filho pagar a dívida de outro filho quando ele mesmo também deve e não tem como pagar a sua própria dívida??

Ora, se o filho já deve a sua vida ao Pai, como ele poderia dar a sua vida para pagar algo devido por outro filho??

Ele não pode pagar com o que não tem. Se pedir emprestado ele passará a dever mais do que já devia. A quem ele pediria emprestado??

Jeová fala em individualidade, não fala??

Jeová afirma que a base do seu relacionamento com o humano é a individualidade.

O que o Pai já havia afirmado??A justiça do justo recairá sobre o próprio justo”.

·         A própria justiça do justo virá a estar sobre ele mesmo, e a própria iniqüidade do iníquo virá a estar sobre ele mesmo.

·         A justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele.

Não é o cancelamento da dívida a única solução sábia para este caso?? Decerto.

Adão – Será que ele é uma vida que vale por bilhões de vidas?? Onde ficaria a individualidade??

Muitos afirmam que Adão pecou por ele e por bilhões de humanos repassando para eles o seu pecado. Onde fica a individualidade??

Jesus – Será que ele é uma vida que vale por bilhões de vidas?? Onde fica a individualidade??

Não é Jesus também um filho?? Não é Jesus um devedor de sua própria vida ao Pai??

Onde está a plena lógica do resgate?? Onde está a profundidade da lógica do resgate??

Muitos afirmam que Jesus foi justo por ele e por bilhões de humanos. Onde ficaria a individualidade??

Não é a justiça algo pessoal e intransferível??

Onde está a individualidade da lei??

A alma que..... ela é que...

Ora, a lei é bem clara, a lei estabelece a individualidade. Segundo a lei, cada alma responde por seu próprio pecado. Segundo a lei, o filho não paga junto com o pai em relação ao erro do pai. Segundo a lei, o pai não paga pelo erro do filho. Segundo a lei, um filho não paga pelo erro de seu irmão.

Esta foi uma informação dada por Jeová para Ezequiel.

Jeová falou que se o pai pecar, e no entanto, e o seu filho não pecar, o pai morrerá em face do seu pecado, muito embora o filho continue a viver.

Existe alguma dúvida sobre Jeová respeitar a individualidade como a diretriz que Ele usa no relacionamento com Suas criaturas??

Segundo a palavra de Jeová, a “condenação” é individual, assim como a “justificação” também é individual.

No entanto, o que afirmou Paulo?

·         Assim, pois, como por intermédio de uma só falha resultou a condenação para homens de toda sorte,

·         por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação

 

Afirmou-se de forma bem clara que Jeová não respeita a individualidade de suas criaturas. Afirmou-se de forma bem clara que Jeová condena o filho pelo pecado do pai.

Que mais afirmou Paulo??

·         assim como pela desobediência de um só homem muitos foram constituídos pecadores, do mesmo modo também pela obediência de um só muitos serão constituídos justos....

·         assim como pela desobediência de um só homem muitos foram constituídos pecadores, assim também pela obediência de um muitos serão constituídos justos.

Afirmou-se que “Todos foram constituídos pecadores pela desobediência de Adão”.

Muitos serão constituídos justos pela obediência de Jesus??

Onde está o respeito pela individualidade?? Não há.

Jesus obedece e eu sou constituído justo pela obediência dele??

Isto fere a individualidade: “TODOS prejudicados por apenas um e MUITOS beneficiados por apenas um”.

Com esta frase, frase esta que revela ser uma das bases para a existência do “resgate” conforme a explanação de Paulo, percebemos que a individualidade não é levada em conta.

Nesta mesma frase é estabelecida uma parcialidade. Nesta frase é estabelecida uma situação em que existe dois pesos e duas medidas. Enquanto todos são prejudicados pela ação de um, apenas alguns (muitos) são beneficiados pela ação de um. Este um prejudica a todos os que querem e os que não querem, não havendo respeito pelo livre-arbítrio, pois este não tem escolha. Ao mesmo tempo aquele irá beneficiar alguns que querem e neste caso, respeitando o livre-arbítrio, respeitando a escolha

Enquanto o homem é prejudicado por outro, mesmo antes de nascer e independente de sua atuação depois de nascer, ele não é beneficiado da mesma forma.

Neste momento, o humano passa a ser apresentado ao mérito, isto é, o humano receberá aquilo que ele fez jus, aquilo que ele fez por merecer. No entanto, a imparcialidade deste mérito fica totalmente comprometida, pois se por um lado há aquele que faz injustiça e recebe aquilo que fez jus, outros que praticarem as mesmíssimas ações e palavras não receberão aquilo que fizeram jus e que foi dado àquele outro em face de algum detalhe (tinha fé).

Ora, de forma simples e imparcial, para onde isto levaria cada descendente de Adão que já nasce com o pecado herdado??

Imparcialidade no méritoSão as palavras e as ações da pessoa que determinam o que esta pessoa merece, independente de quem ela seja.

Trata-se de uma afirmação ilógica em relação a teoria do pecado herdado. Se o pecado já é herdado, todos se igualam naquilo que são. Se todos se igualam desde o momento em que nascem, todos merecem exatamente a mesma coisa, independente do que falem e façam.

Nas palavras de Jeová, aquele que pecar passa a ser merecedor da morte, independente do motivo que o tenha levado a pecar. Ele já merece a morte. Qualquer alternativa a partir deste momento, não depende mais dele, pois ele simplesmente deveria receber aquilo que ele fez jus até aquele momento.

Eu estou em dívida e não tenho como pagar. Vamos negociar??

O próximo passo a ser dado será dado pelo ofendido. O que o humano se propõe a fazer?? O que Jeová faz??

Neste caso, o humano estaria vivendo um relacionamento com Deus tendo ao mesmo tempo duas bases antagônicas.

A partir deste momento, é informado ao humano que a base de relacionamento estabelecida por Jeová para com o humano é o mérito. Afirma-se que Jeová dá a cada um segundo o que cada um merece receber. Neste caso, afirma-se para o humano que ele precisa merecer o perdão. No entanto, como isto passa a existir se este homem já merece a morte?? O ofendido precisa abrir mão desta dívida. Ora, se o ofendido abre mão desta dívida imediata, o que ele está fazendo?? Ele está perdoando, não está?? Ou será que ele passará a negociar??

Olha só humano, pelo seu pecado você já merece a morte, no entanto, de forma provisória eu vou adiar a execução da tua sentença. Se você me apresentar o arrependimento, eu vou perdoar a tua dívida. Primeiro você me apresenta o arrependimento e depois eu te perdoo. O perdão é a moeda de troca. O arrependimento é uma moeda de troca.

Muitos ainda dizem que basta afirmar ter fé em Jesus e esta pessoa estará justificada por ter seus pecados perdoados.

Desta forma, é informado ao humano que ele precisa fazer algo para receber o perdão da parte de Jeová. Os que fizerem jus receberão o perdão, no entanto, aqueles que não fizerem jus, não receberão o perdão.

Para alguns, basta afirmar ter fé em Jesus e a pessoa passa a fazer jus ao perdão, tronando-se justificada diante de Deus.

A partir deste momento, o humano estaria buscando o merecimento para o perdão.

O perdão passou a ser algo negociável. Deste momento em diante passa a existir uma troca. O perdão passa a ser oferecido ao ofensor de forma condicional. O perdão passa a ser algo a ser alcançado de forma condicional. O perdão passa a estar condicionado a uma ação do pecador agressor. A pessoa passaria a trabalhar pelo seu perdão??

Depois de cumprir a sua parte, o humano não seria mais um devedor, não é verdade?? Será que ele pagou a sua dívida??

Não podemos esquecer da regra informada pelo Pai: “A alma que pecar, esta é que morrerá”.

Bem, depois que foi perdoado, do que precisa este humano?? Segundo a teoria do resgate, este humano precisa receber uma espécie de antídoto para deixar de pecar, pois ele não tem a capacidade de viver sem pecar. Segundo a teoria do resgate, o humano receberia a perfeição física para, a partir deste momento poder estar capacitado para deixar de pecar.

Neste caso, o resgate seria um remédio mágico que seria usado nos “merecedores”??

Deixar de pecar está condicionado a que o humano tenha uma perfeição física??

É a parte física quem comanda a parte espiritual do humano??

Afirma-se que seria impossível ao humano continuar a viver sem a existência do resgate praticado nestas bases.

No entanto, do ponto de vista do Pai, do que depende uma pessoa para se tornar justa?? Será que Jeová transmite a ideia de um resgate?? Será que Jeová fala de uma interferência direta Dele naquele humano??

Repetindo o que já foi colocado acima, assim Jeová responde:

(Ezequiel 18:5-9) 5 “‘E no que se refere ao homem, se ele veio a ser justo e tem praticado o juízo e a justiça; 6 se não comeu nos montes e não elevou seus olhos para os ídolos sórdidos da casa de Israel, e não aviltou a esposa de seu companheiro, e não se chegou a uma mulher na sua impureza; 7 e se não maltratou a nenhum homem; se restituiu o penhor tomado pela dívida; se não arrebatou nada em roubo; se deu o seu próprio pão ao faminto e cobriu com roupa ao que estava nu; 8 se não deu nada em troca de juros e não tomou usura; se retirou sua mão da injustiça; se praticou a verdadeira justiça entre homem e homem; 9 se tem andado nos meus estatutos e tem guardado as minhas decisões judiciais para praticar a verdade, ele é justo. Ele positivamente continuará a viver, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.

São as ações do homem que revelarão se ele é “justo”. São as obras do homem que revelarão se ele é justo ou iníquo. Praticar certas coisas e não praticar outras coisas – isto determinará se o homem é ou não é “justo”. O humano precisa manter-se permanentemente praticando as ações de um “justo”. “Justo” é aquele que se mantêm praticando o juízo e a justiça.

Este homem continuará a viver a medida que continuar a ser justo, isto é, a medida que ele continuar a praticar as ações de um homem justo. Sabendo quais são as ações de um homem justo e passando a praticar estas ações, o homem continuará a viver, não morrerá.

Bem, e se este homem já cometeu pecados, tornou-se um caso perdido?? O que o Pai afirmou??

(Ezequiel 18:21-23) 21 “‘Ora, quanto ao iníquo, se ele recuar de todos os seus pecados que praticou e realmente guardar todos os meus estatutos e praticar o juízo e a justiça, ele positivamente continuará a viver. Não morrerá. 22 Todas as suas transgressões que praticou — não serão lembradas contra ele. Continuará a viver por causa da justiça que praticou.’ 23 “‘Acaso me agrado de algum modo na morte do iníquo’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘[e] não em que ele recue dos seus caminhos e realmente continue a viver?’

Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 18:21-23) 21 Mas se o ímpio se converter de todos os seus pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e preceder com retidão e justiça, certamente viverá; não morrerá. 22 De todas as suas transgressões que cometeu não haverá lembrança contra ele; pela sua justiça que praticou viverá. 23 Tenho eu algum prazer na morte do ímpio? diz o Senhor Deus. Não desejo antes que se converta dos seus caminhos, e viva?

O que o ímpio teria de fazer?? Recuar de todos os seus pecados e guardar todos os estatutos; se converter de todos os seus pecados e guardar todos os estatutos.

Espere um momento. Para o ímpio recuar do seu caminho ele precisará continuar vivo. Mais do que isto, ele precisará ser perdoado.

 

O que percebemos??

1.      Percebemos que o humano tem a capacidade pessoal para chegar a condição de justo.

2.      Percebemos que o humano iníquo tem a capacidade de deixar de ser iníquo.

3.      Percebemos que o humano individual tem sobre si a responsabilidade de ser justo ou de não ser justo.

4.      Percebemos que o humano não nasce justo, tampouco nasce iníquo.

5.      Percebemos que são as ações do homem que o farão justo ou iníquo.

6.      Já que o humano comanda as suas ações, percebemos que continuar a viver depende do homem individual.

7.      Percebemos que não existe uma vida indestrutível.

8.      Percebemos que não existe a garantia de continuar a viver.

Desta forma, a teoria do pecado herdado é totalmente contrariada nestas afirmações de Jeová para Ezequiel, pois no pecado herdado, o humano fica impossibilitado de deixar de ser um pecador. Estando assim impossibilitado, este humano necessita de um passe de mágica, necessita de algo que está totalmente fora de sua capacidade. Neste caso, o humano ficaria dependente exclusivamente de um milagre de Deus. Neste caso o humano necessitaria de um antídoto que o imunizasse do pecado.

E quanto ao justo?? Será que o justo seria revestido de incorrupção?? Estaria o justo impossibilitado de pecar?? Receberia o humano um antídoto que o deixaria imune ao pecado?? O que falou Jeová sobre este assunto??

Bem, agora o humano conseguiu passar um longo período de tempo sem cometer um pecado. Será que ele conseguiu algum bônus em relação a continuidade de sua vida?? Receberá algum tratamento especial por isto?? Será que haverá algum mérito?? Está ele imunizado contra o pecado??

O que o Pai afirmou para Ezequiel??

De forma imparcial, o Pai passa a dizer:

(Ezequiel 33:12-13) 12 E quanto a ti, ó filho do homem, dize aos filhos do teu povo: ‘Nem a justiça do justo o livrará no dia da sua revolta. Mas, no que se refere à iniqüidade do iníquo, não se fará que tropece por causa dela no dia em que recuar da sua iniqüidade. Tampouco poderá ficar vivo aquele que tiver justiça, por causa dela, no dia em que pecar. 13 Quando eu disser ao justo: “Positivamente continuarás vivendo”, e ele mesmo realmente confiar na sua própria justiça e fizer injustiça, todos os seus próprios atos justos não serão lembrados, mas, pela sua injustiça que fez — por esta é que morrerá.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 33:12-13) 12 Tu, filho do homem, dize aos filhos do teu povo: A justiça do justo não o livrará no dia da sua transgressão: quanto à impiedade do ímpio, por ela não cairá ele no dia em que se converter da sua impiedade; nem poderá o que for justo viver pela sua justiça no dia em que ele pecar. 13 Quando eu disser ao justo que certamente viverá; se ele confiar na sua justiça e cometer a iniqüidade, nenhuma das suas obras de justiça será lembrada; mas na sua iniqüidade que cometeu, nessa morrerá.

O humano tinha se mantido como “justo”. A palavra de Jeová era para o “justo”.

O humano não receberia nenhum bônus por manter-se praticando justiça. O humano não seria imune ao pecado. O humano não teria garantida a continuidade de sua vida, pois ele necessita continuar a ser justo, independente do meio em que ele esteja vivendo.

As palavras são claras:

·         Nem a justiça do justo o livrará no dia da sua revolta.

·         A justiça do justo não o livrará no dia da sua transgressão:

Ficou bem claro que o “justo” não seria revestido de incorrupção. Ficou bem claro que a qualquer momento o “justo” pode praticar uma transgressão.

Mas, e quanto àquele humano que cometeu iniquidade, o que haveria para ele?? Seria o fim deste humano?? Haveria alguma espécie de resgate estipulado ou previsto para ele??

Jeová responde:

(Ezequiel 33:14-16) 14 “‘E quando eu disser ao iníquo: “Positivamente morrerás”, e ele realmente recuar do seu pecado e praticar o juízo e a justiça, 15 [e] o iníquo restituir a própria coisa penhorada e devolver as próprias coisas roubadas, andando realmente nos próprios estatutos da vida por não fazer injustiça, positivamente continuará vivendo. Não morrerá. 16 Nenhum dos seus pecados com que pecou será lembrado contra ele. Juízo e justiça é o que praticou. Ele positivamente continuará vivendo.’

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 33: 14-16) 14 Demais, quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; se ele se converter do seu pecado, e praticar o juízo e a justiça; 15 se esse ímpio restituir o penhor, entregar o que ele tinha furtado, andar nos estatutos da vida, não cometendo a iniqüidade; certamente viverá, não morrerá. 16 Nenhum dos seus pecados que cometeu, será lembrado contra ele; ele praticou o juízo e a justiça; certamente viverá.

De forma imparcial, Eu não me lembrarei da “iniquidade” do ímpio e nem da “justiça” do justo. Eu quero que todos continuem a viver.

Não se faz nenhuma menção de qualquer tipo de resgate, não se fala em qualquer tipo de pagamento pelo pecado praticado. Do que se fala??

Fala-se do iníquo recuar do seu pecado; fala-se do iníquo se converter do seu pecado, no entanto, não se fala em pagar pelo seu pecado, não se fala do iníquo receber o que merece em face do seu pecado.

O iníquo pode recuar do seu pecado sem receber o que merece em face do seu pecado?? Sim, ele pode.

Como isto acontece?? É que Jeová abre mão do pagamento da dívida deste pecador. É que Jeová “cancela” a dívida deste pecador. O pecador pode recomeçar.

Para poder recuar do seu pecado, o que será que o iníquo recebe?? Ele recebe o perdão. Não há qualquer tipo de ressentimento em relação aos seus pecados praticados, pois, nenhum dos seus pecados que cometeu, será lembrado contra ele.

Não se trata de Misericórdia??

Misericórdiaesta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: sentimento de dor e solidariedade com relação a alguém que sofre uma tragédia pessoal (comete um pecado); ato concreto de manifestação deste sentimento, como o perdão; indulgência, graça, clemência.

misericórdia

s.f. (sXIV) 1 sentimento de dor e solidariedade com relação a alguém que sofre uma tragédia pessoal ou que caiu em desgraça; dó, compaixão, piedade 2 ato concreto de manifestação desse sentimento, como o perdão; indulgência, graça, clemência n interj. 3 exclamação de alguém que pede que o livrem de castigo, de ato de violência ou da morte ¤ etim lat. misericordìa,ae 'id.' ¤ sin/var ver sinonímia de comiseração e condescendência ¤ ant ver antonímia de condescendência

 

O que percebemos??

Percebemos que Jeová abre mão da penalidade, permitindo ao ímpio mudar suas atitudes, sem que haja qualquer mérito no ímpio.

O que percebemos??

Percebemos que a ideia de um resgate contraria totalmente estas afirmações de Jeová para Ezequiel.

Se nenhum pecado que praticou será lembrado contra o ímpio, como a teoria de um resgate poderia nascer e sobreviver neste ambiente??

Existe justo definitivo?? Existe iníquo definitivo?? Existe vida definitiva??

DEFINITIVOEsta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: ..decisivo; que não volta atrás; final; sem possibilidade de retrocesso, desistência ou alteração....

definitivo

adj. (sXIII) 1 que define; decisivo, determinante 2 que leva a conclusão; decisivo, cabal 3 que não volta atrás; categórico, inapelável <decisão d.> 4 tal como deve permanecer; final, ultimado <versão d. do texto> 5 que não tem mais conserto ou jeito; final, total <lamentava a perda d. de toda sua fortuna> ² em d. de maneira irrevogável; sem possibilidade de retrocesso, desistência ou alteração; definitivamente ¤ etim lat. defintívus,a,um 'que define' ¤ sin/var ver sinonímia de cabal e permanente e antonímia de irresoluto ¤ ant provisório, transitório; ver tb. antonímia de permanente e sinonímia de irresoluto

 

Em face das palavras de Jeová para Ezequiel, fica totalmente descartada a existência de “iníquo definitivo” ou de “justo definitivo”.

O que acontece se Jeová resolver aplicar uma punição no iníquo?? Isto prova que o iníquo está recebendo o que ele merece receber?? Seria a punição o fim do iníquo??

Seria o fim do iníquo se Jeová resolvesse dar ao iníquo aquilo que o iníquo fez jus.

Alguns iníquos estavam recebendo uma punição, não a merecida punição (morte), não aquela que ele fez jus, mas, uma punição que Jeová decidiu aplicar, uma punição que estava no coração de Jeová. De forma prática, Jeová estava mostrando que não estava dando aos iníquos aquilo que eles fizeram jus em receber.

Mesmo neste momento de punição, o que desejava Jeová??

Os punidos ainda estavam vivos e estavam perguntando para Jeová como ficaria o caso deles, já que estavam sendo punidos.

(Ezequiel 33:10) 10 E no que se refere a ti, ó filho do homem, dize à casa de Israel: ‘Assim é que dissestes: “Visto que as nossas revoltas e os nossos pecados estão sobre nós e estamos apodrecendo neles, então, como é que continuaremos a viver?”...

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 33:10) 10 Tu, pois, filho do homem, dize à casa de Israel: Assim falais vós, dizendo: As nossas transgressões e os nossos pecados estão sobre nós, e nós desfalecemos neles; como havemos de viver?

Jeová passou a lhes responder:

(Ezequiel 33:11) 11 Dize-lhes: ‘“Assim como vivo”, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, “não me agrado na morte do iníquo, mas em que o iníquo recue do seu caminho e realmente continue vivendo. Recuai, recuai dos vossos maus caminhos, pois, por que devíeis morrer, ó casa de Israel?”’

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 33:11) 11 Dize-lhes: Pela minha vida, diz o Senhor Jeová, não tenho prazer na morte do ímpio; mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que morrereis, ó casa de Israel?

Mesmo no momento de punição, aquela punição que se encontrava no coração do Pai (e não aquela do mérito), ainda era o momento de recuar dos maus caminhos.

Enquanto você estiver vivo, mesmo sendo punido, ainda é tempo de recuar do mau caminho.

Notamos que mesmo estando no mau caminho, eles não estavam recebendo o que mereciam, isto é, uma morte. Estavam eles “pagando” por seus caminhos maus?? Não, não estavam. O pagamento seria a morte, pois o próprio Pai havia definido: “a alma que pecar, esta é que morrerá”. A punição que receberam foi algo diferente do extermínio, não foi??

Qual era o permanente objetivo de Jeová??

Que o iníquo recuasse do seu mau caminho.

Isto revela que Jeová tinha um objetivo que ia muito além do mero “dar a cada um segundo o seu caminho”.

O objetivo de Jeová era que o iníquo recuasse do mau caminho. Isto revela estar muito longe do mérito, não está??

Ficou bem claro que não existia tal relacionamento baseado no mérito. Estas e outras palavras do Pai deixam bem claro que o mérito não era a base do relacionamento Dele com os humanos.

Percebemos o perdão incondicional, não percebemos??

Por que o ímpio não estava recebendo o que ele merecia??

Porque estava sendo perdoado daquele pecado. Não havia ressentimento do Pai em relação àquele ímpio.

O quo o Pai desejava?? Que o ímpio mudasse de caminho.

Quem podia mudar de caminho pelo ímpio?? Somente o ímpio.

O que ficou bem claro??

Ficou bem claro que o Pai consegue perdoar e não guardar qualquer ressentimento dos pecados praticados pelo agressor. Você qiuer saber como o Pai faz isto?? Que tal experimentar fazer igual ao Pai Jeová?? Como?? Perdoando algum ofensor que que ainda não recuou do seu mal caminho. Perdoe-o e não guarde nenhum ressentimento dele. Pratique aquilo que o Pai já faz ha muito tempo.

Bem, e quanto a vítima humana??

Percebemos a existência de um salvamento sem o pagamento de qualquer dívida, pois nenhum dos que estavam sendo salvos tinha a menor condição de pagar por seu salvamento.

Percebemos que o humano se tornou ofensor de duas pessoas ao mesmo tempo, isto é, a Jeová e a um humano qualquer. De Jeová ele recebeu o pleno perdão. Mas, e o que dizer do outro humano?? Para o ofensor continuar a viver, a vítima humana precisa não tomar a ação de matar aquele ofensor que Jeová já perdoou. A vítima humana precisa acompanhar o mesmo sentimento do Pai em relação ao ofensor, precisa acompanhar o mesmo desejo do Pai em relação ao ofensor. A vítima humana precisa estar em plena unidade com o Pai celestial. Qual é mesmo o desejo contínuo do Pai em relação ao ofensor?? “Recuai, recuai do vosso mau caminho”.

Quem transforma o ímpio em um justo??

Se há o livre-arbítrio, então, somente o ímpio pode deixar de ser ímpio.

Assim, percebemos que a vítima humana sempre deve manter o desejo de ajudar o iníquo a se transformar em justo.

Parece que este é o grande problema. O problema se encontra na vítima humana.

Arrependimento – o seu maravilhoso papel no processo da cura.

Até aqui nós pudemos perceber que a cura está diretamente relacionada com as novas informações que Jesus repassou para a humanidade. Percebemos que a cura está vinculada a existência de uma nova informação. Jesus chamou estas informações de minhas “palavras”. De forma adicional, Jesus acrescentou: “As palavras não são minhas, são palavras do Pai”. Ele acrescentou ainda mais: “Não falo nada de minha própria iniciativa, pois eu só falo a “palavra” do Pai”.

Daí, passamos a perceber que o Pai é a fonte da “informação”, ou seja, que o Pai é a fonte da “palavra”.

Em face disto, passamos a perceber que a cura é um processo individual, pois ninguém pode se arrepender por mim.

A cura acompanha o livre-arbítrio do ímpio.

Para o iníquo mudar de caminho, ele precisa ser convencido a mudar de caminho. Depois de convencido do erro do caminho que seguia, o ímpio buscará aprender o novo caminho.

Durante todo este processo, o livre-arbítrio do ímpio não deverá ser desrespeitado.

A iniciativa de mudar de caminho tem de ser do ímpio. O ímpio não deve ser coagido a mudar de caminho.

Aquele que estava sendo ensinado pelo Pai, deixou-se ensinar pelas nações ao redor. Ao ser ensinado pelas nações ao redor, foi punido tanto ele quanto as nações ao redor.

O que ocorreu depois da punição?? O que o Pai disse que aconteceria??

(Jeremias 12:14-17) 14 Assim disse Jeová contra todos os meus maus vizinhos que tocam na propriedade hereditária que fiz que meu povo, sim, Israel, possuísse: “Eis que os desarraígo do seu solo; e desarraigarei a casa de Judá do meio deles. 15 E terá de acontecer que, depois de eu os desarraigar, hei de ter de novo misericórdia com eles e vou trazê-los de volta, cada um à sua propriedade hereditária e cada um à sua terra.” 16 E terá de acontecer que, se sem falta aprenderem os caminhos do meu povo, jurando pelo meu nome: ‘Por Jeová que vive!’ assim como ensinaram ao meu povo a jurar por Baal, serão também edificados no meio do meu povo. 17 Mas, se não obedecerem, então vou desarraigar essa nação, desarraigando-a e destruindo-a”, é a pronunciação de Jeová.



Assim verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 12:14-17) 14 Assim diz Jeová acerca de todos os meus maus vizinhos, que tocam a herança que fiz herdar o meu povo de Israel: Eis que os arrancarei a eles da sua terra, e arrancarei a casa de Judá do meio deles. 15 Depois de os ter eu arrancado, tornarei e me compadecerei deles; fá-los-ei voltar cada um para a sua herança, e cada um para a sua terra. 16 Se aprenderem diligentemente os caminhos do meu povo, jurando pelo meu nome: Pela vida de Jeová; assim como ensinaram o meu povo a jurar por Baal; serão edificados no meio do meu povo. 17 Porém se não ouvirem, arrancarei essa nação, arrancando-a e destruindo-a, diz Jeová.

Vou trazer de volta os professores e os alunos.

Meu povo, aquele que deveria ensinar os demais a não jurarem por Baal, terão agora a nova oportunidade de serem ensinados pelo meu povo a jurarem pelo Meu nome.

Havia algum ressentimento da parte do Pai para com um ou para com outro??

Não, não havia.

O Pai afirmou: Assim como eu trouxe punição para um, também trouxe para o outro, e assim como Eu vou trazer reabilitação para um, também trarei reabilitação para o outro.

De quem é a MAIOR VERGONHA??

Seria do Pai IHVH??

Claro que não.

A vergonha é do povo escolhido e ensinado, pois foram eles que abandonaram o ensino do Pai IHVH para serem ensinados pelas nações.

E agora deviam buscar as nações para ensiná-las a fazer o que elas não haviam feito, isto é, serem aprendizes do Pai IHVH.

Percebemos o ponto em questão??

Foram perdoados para poderem se envergonhar e se arrependerem dos seus erros e ainda por cima ensinarem outros a obedecerem aos mandamentos do Pai IHVH.

Tinham de mudar de opinião e tentar convencer os seus antigos professores a mudarem de comportamento.

Arrependimento, não se trata de um processo mágico e nem instantâneo.

Repetindo as palavras de Jesus já destacadas acima, temos:

(Mateus 13:13-15) 13 É por isso que lhes falo usando ilustrações, porque olhando, olham em vão, e ouvindo, ouvem em vão, nem entendem; 14 e é neles que tem cumprimento a profecia de Isaías, que diz: ‘Ouvindo ouvireis, mas de modo algum entendereis; e olhando olhareis, mas de modo algum vereis. 15 Pois o coração deste povo tem ficado embotado e seus ouvidos têm ouvido sem reação, e eles têm fechado os olhos; para que nunca vissem com os olhos, nem ouvissem com os ouvidos, nem entendessem com os corações e se voltassem, e eu os sarasse.

O arrependimento é uma das últimas partes do processo da cura.

Arrependimento é um sentimento.

O que é necessário haver antes da pessoa ter este sentimento??

Jesus revelou a sequência que antecede o arrependimento: Ouvir e entender.

Para mudar de opinião, a pessoa precisa ouvir e entender as novas informações.

Vamos ver o que Jeová espera ouvir de um filho “punido” por sua rebeldia.

(Oséias 14:8) 8 Efraim [dirá]:Que é que eu tenho ainda com os ídolos?’ “Eu mesmo certamente darei resposta e continuarei a reparar nele. Sou semelhante a um frondoso junípero. Em mim se tem de achar fruto para vós.”

 

Que mais espera Jeová ouvir do filho punido, isto é, o filho já castigado??

(Jeremias 31:18-19) 18 Ouvi positivamente Efraim lastimar-se: ‘Corrigiste-me, para que eu ficasse corrigido, como o bezerro que não foi treinado. Faze-me voltar e eu voltarei prontamente, porque tu és Jeová, meu Deus. 19 Pois, após a minha volta senti lástima; e depois que se me fez saber bati na coxa. Fiquei envergonhado e senti-me também humilhado, porque eu levara o vitupério da minha mocidade.’”

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 31:18-19) 18 Na verdade ouvi a Efraim queixando-se e dizendo: Castigaste-me, e sofri o castigo como novilho ainda não domado. Converte-me, e serei convertido; pois tu és Jeová, meu Deus. 19 Certamente depois que me converti, arrependi-me; depois que fui instruído, bati na coxa. Fiquei envergonhado e confundido, porque suportei o opróbrio da minha mocidade.

 

No caso de Efraim (Samaria), ele precisou receber uma punição. Somente depois da punição é que Efraim admitiu o seu erro e bateu na coxa, lamentando seu procedimento até então. Afinal, por que não percebi isto antes??

No entanto, Efraim poderia ter revelado tal arrependimento antes de receber a punição, não poderia??

Não só poderia, como é isto o que o Pai espera, pois o Pai não deseja chegar ao ponto de aplicar uma punição no filho para que ele se arrependa.

O Pai fala insistentemente com o filho antes de decidir lhe dar uma punição, mesmo uma punição de morte.

As palavras do Pai para Efraim (Samaria) foram estas:

(Jeremias 31:20) 20 É Efraim para mim um filho precioso ou um menino tratado com mimo? Pois, ao ponto de eu falar contra ele, sem falta me lembrarei dele ainda mais. Por isso é que as minhas entranhas ficaram turbulentas por ele. Decididamente terei piedade dele”, é a pronunciação de Jeová.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 31:20) 20 Acaso é Efraim meu querido filho? é ele criança em quem me deleito? pois quantas vezes falo contra ele, tantas vezes me lembro dele ternamente. Comovem-se as minhas entranhas por ele; certamente me compadecerei dele, diz Jeová.

Sim, o Pai havia falado inúmeras vezes, objetivando que Efraim mudasse suas ações.

Neste caso, ficou bem configurado que Efraim ouviu, não entendeu e persistiu no seu erro. Efraim necessitou de uma punição.

Depois da punição aconteceu o entendimento, e depois, o arrependimento.

No entanto, se Efraim tivesse ouvido e entendido, ele não precisaria receber uma punição.

Em outra ocasião, assim falou Jeová para o seu filho Judá: Você precisará de uma punição. Somente depois da punição é que compreenderás.

(Jeremias 30:23-24) 23 Eis que saiu de Jeová um vendaval, o próprio furor, uma tormenta impetuosa. Rodopiará sobre a cabeça dos iníquos. 24 A ira ardente de Jeová não recuará até que ele tenha executado e até que tenha realizado as idéias de seu coração. Na parte final dos dias vós lhe dareis a vossa consideração.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 30:23-24) 23 Eis que a tempestade de Jeová, seu furor, já saiu, sim uma tempestade varredeira; descarregar-se-á sobre a cabeça dos iníquos. 24 Não retrocederá o ardor da ira de Jeová, até que ele tenha executado, e até que tenha cumprido os desígnios do seu coração. Nos últimos dias entendereis isso.

 

Ratificando Suas palavras, assim disse Jeová:

(Jeremias 23:19-20) 19 Eis que certamente sairá o vendaval de Jeová, o próprio furor, sim, uma tormenta rodopiante. Rodopiará sobre a cabeça dos iníquos. 20 A ira de Jeová não recuará até que ele tenha executado e até que tenha realizado as idéias de seu coração. Na parte final dos dias dareis a isso vossa consideração com compreensão.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 23:19-20) 19 Eis que a tempestade de Jeová, seu furor, já saiu, uma tempestade remoinhosa; descarregar-se-á sobre a cabeça dos iníquos. 20 A ira de Jeová não retrocederá, até que tenha ele executado, e até que tenha cumprido os desígnios do seu coração; nos últimos dias entendereis isso perfeitamente.

 

O arrependimento está diretamente ligado com a vergonha e a humilhação.

Assim falou Jeová para seu filho Judá (Jerusalém):

(Ezequiel 16:61-63) 61 E certamente te lembrarás dos teus caminhos e te sentirás humilhada ao acolheres as tuas irmãs, as mais velhas do que tu bem como as mais moças do que tu, e eu hei de dá-las a ti por filhas, mas não devido ao teu pacto.’ 62 “‘E eu, eu mesmo, vou estabelecer contigo o meu pacto; e terás de saber que eu sou Jeová, 63 para te lembrares e realmente te envergonhares, e para que não mais venhas a ter razão para abrir a boca por causa da tua humilhação, quando eu fizer expiação por ti, por tudo o que fizeste’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.”

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 16:61-63) 61 Então te lembrarás dos teus caminhos, e ficarás envergonhada, quando receberes as tuas irmãs, as irmãs mais velhas e bem assim as irmãs mais moças; e tas darei por filhas, porém não pela tua aliança. 62 Eu estabelecerei a minha aliança contigo e saberás que eu sou Jeová, 63 para que te lembres, e fiques confundida, e não abras mais a tua boca por causa da tua vergonha; quando eu te houver perdoado tudo o que fizeste, diz o Senhor Jeová.

 

O arrependimento se concretiza quando a pessoa dá meia volta, ou seja, passa a andar em sentido contrário ao que estava indo até então. O arrependimento é provado através de atos. O arrependimento também produz frutos segundo a sua espécie.

Quando a pessoa toma a decisão de andar no sentido contrário ao que estava andando até aquele momento, ela revela que mudou de opinião. Só muda de opinião aquele que ouve algo relacionado a uma questão e passa a entender de forma diferente aquela questão, passando a mudar sua direção, e isto de forma convicta em face do novo entendimento.

Se tal pessoa ouviu a palavra falada por Jesus, entendeu a palavra, mudou de opinião, se arrependeu de suas ações anteriores e deu meia volta (passou a andar conscientemente no sentido oposto), esta pessoa revela ter encontrado a cura para um determinado pecado que ela estava praticando até então.

O arrependimento revela ser um marco. Sendo um sentimento, o arrependimento (uma coisa invisível) revela ser a prova de que a pessoa ouviu e entendeu plenamente (em toda a sua profundidade) a palavra falada por Jesus, palavra esta que é uma repetição da palavra saída da boca do Pai.

Segundo as palavras do Pai, que reação teriam os Seus rebeldes filhos ensinados??

(Ezequiel 20:42-44) 42 “‘E tereis de saber que eu sou Jeová, quando eu vos fizer chegar ao solo de Israel, à terra a respeito da qual levantei a