REINO DE SACERDOTES – um projeto na mente de Jeová

Criada em 11 de janeiro de 2013 Última alteração em 28/02/14 às 18 : 52



UM “REINO DE SACERDOTES”

E UMA “NAÇÃO SANTA”

Ainda no projeto, como funcionava este reino??

Seria um reino de “mensageiros”??

Como transformar um projeto em realidade??

Neste projeto, havia uma cerimônia de perdão.



Assim falou Jeová: Vós sereis para mim um reino de sacerdotes: (Êxodo 19:6) 6 E vós mesmos vos tornareis para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa.’ Estas são as palavras que deves dizer aos filhos de Israel.”

Assim verte a Tradução Almeida:

(Êxodo 19:6) 6 e vós sereis para mim reino sacerdotal e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo 19:6) 6 e vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. Estas são as palavras que falarás aos filhos de Israel.

Não podemos esquecer que foi Jeová quem estipulou a Sua vontade. Depois de planejar como as coisas deviam ser feitas, Jeová passou a informar aos humanos como eles deviam colocar em prática a Sua vontade. Neste caso, aqueles humanos foram convidados a formarem um práticoreino de sacerdotes”. O teórico reino de sacerdotes já existia na mente de Jeová. Este teórico reino de sacerdotes tinha a sua forma de funcionamento segundo um projeto formulado por Jeová.

O cumprimento da vontade de Jeová estava diretamente relacionado com os humanos. O cumprimento da vontade de Jeová estava diretamente dependente da participação dos humanos. A participação seria de todos os humanos dentro daquele reino.



Como funcionaria um reino de sacerdotes??

Dentro da mente de Jeová, o que isto representava??

Dentro da mente de Jeová, ou seja, no projeto, como este reino funcionaria??

Qual era o objetivo final de Jeová ao instituir um reino de sacerdotes??

Que funções estavam previstas dentro da mente de Jeová para o rei sacerdote??

Na verdade, quem era o rei deste reino de sacerdotes?? Era o próprio Jeová.

Como deveria se comportar o rei sacerdote??

Como um sacerdote poderia reinar??

Sobre quem o sacerdote iria reinar??

O que representava “reinar” na mente de Jeová??

Jeová era o Rei deste reino. Como é que Ele reinava?? Será que Ele descreveu o que era o seu “reinar”?? Como foi que Ele praticou o Seu reinar durante os séculos??

Quando passou a existir a lei do reino de sacerdotes?? Quem estabeleceu a lei do reino de sacerdotes??

Neste caso, foi o próprio Rei Jeová quem estabeleceu a lei do reino de sacerdotes. É a lei que define o que é certo e o que é o errado dentro do reino de sacerdotes.

O Rei Jeová repassou a lei do reino de sacerdotes para Moisés. Moisés foi o encarregado de repassar a lei do reino de sacerdotes para a nação que deveria se tornar santa.

Seria o humano quem definiria o que o rei sacerdote devia fazer??

O humano recebeu de Jeová todos os detalhes de como funcionaria o reino de sacerdotes: Moisés, Eu te mostrei o modelo lá no monte.

(Êxodo 25:8-11) 8 E eles têm de fazer um santuário para mim, visto que tenho de residir no meio deles. 9 Segundo tudo o que te estou mostrando como modelo do tabernáculo e como modelo de todos os seus implementos, assim deveis fazê-lo. 10 E eles têm de fazer uma Arca de madeira de acácia, de dois côvados e meio de comprimento, e de um côvado e meio de largura, e de um côvado e meio de altura. 11 E tens de recobri-la de ouro puro. Deves recobri-la por dentro e por fora, e tens de fazer nela uma bordadura de ouro em volta.


(Êxodo 25:40) 40 E vê que os faças segundo o seu modelo que te foi mostrado no monte.



(Êxodo 29:4-9) 4 E apresentarás Arão e seus filhos à entrada da tenda de reunião, e tens de lavá-los com água. 5 Então tens de tomar as roupas e vestir Arão com a veste comprida e a túnica sem mangas do éfode, e com o éfode e o peitoral, e tens de atá-lo bem a ele com o cinto do éfode. 6 E tens de colocar o turbante na sua cabeça e pôr o sinal sagrado de dedicação no turbante. 7 E tens de tomar o óleo de unção e despejá-lo sobre a sua cabeça e ungi-lo. 8 Então farás chegar os seus filhos e tens de vesti-los com as vestes compridas. 9 E tens de cingi-los com as faixas, tanto Arão como seus filhos, e tens de enrolar neles a cobertura para a cabeça; e o sacerdócio tem de se tornar seu como estatuto por tempo indefinido. Assim tens de encher de poder a mão de Arão e a mão dos seus filhos.



Não há como negar a existência de um modelo existente na mente de Jeová, modelo este que estava sendo repassado a Moisés para se tornar uma realidade para o povo. Além dos detalhes físicos a serem montados, Jeová também tinha em mente a forma como os humanos deviam se comportar em face de todas as coisas mostradas no modelo a Moisés.

Não há qualquer dúvida quanto ao reino ser um reino de sacerdotes, pois Jeová estava dando os poderes aos sacerdotes.

Quem recebeu a unção?? Foi Arão.

Em qual função?? Na função de sacerdote.

Quanto tempo devia durar??

O sacerdócio continuaria por tempo indefinido, pois o modelo apresentado por Jeová era o modelo perpétuo.

Que outros elementos necessários ao reino de sacerdotes foram sendo apresentados pelo Pai à nação que deveria se tornar santa??

Quem deveria descrever as atribuições tanto do sacerdote como dos demais elementos da nação santa??

Através de quem os humanos seriam informados sobre a vontade do Pai??

Eram os humanos obrigados a transformarem o projeto do Pai em uma realidade??

O que ocorreria se não concordassem com a forma como o Pai fazia as coisas??



O que era o sacerdote??

Sacerdoteesta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): Sacrificador, aquele que oferecia vítimas a uma divindade.... aquele a quem cabe o desempenho de cerimônias sagradas.

sacerdote

s.m. (sXIII) 1 sacrificador, aquele que oferecia vítimas à divindade, entre os povos antigos 2 aquele que recebeu as ordens sacerdotais e que ministra os sacramentos da Igreja; padre 3 fig. aquele que exerce profissão honrosa e elevada ou missão nobre ² sumo s. sacerdote de máxima categoria numa hierarquia religiosa; grão-sacerdote ¤ gram fem.: sacerdotisa ¤ etim lat. sacerdos,ótis 'lit. aquele a quem cabe o desempenho das cerimônias sagradas; sacerdote, padre' ¤ sin/var clérigo, eclesiástico, ministro, padre, presbítero, reverendo ¤ col clero, clerezia, sacerdócio



Será que na mente de Jeová, o comportamento do sacerdote devia ser o mesmo já praticado nas outras nações??

O que fazia o sacerdote nas demais comunidades?? Era o sacrificador, o matador de vítimas que ele oferecia a uma divindade por ele adorada, objetivando agradar tal divindade. O povo também adorava tal divindade. O sacerdote informava ao povo qual era a vontade das divindades, desempenhando diante do povo, cerimônias sagradas.

Neste caso, o sacerdote servia como um MINISTRO da divindade diante do povo.

Será que na nação santa o sacerdote tinha as mesmas atribuições que tinham os sacerdotes nas demais comunidades??

Seria um mero sacrificador de animais para oferecê-los a Jeová??

Qual devia ser o comportamento do sacerdote diante do povo??



Ministroesta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): auxiliar direto do mandatário

ministro

s.m. (sXIV) 1 auxiliar direto do mandatário supremo de uma nação, que chefia um ministério e compõe o gabinete 2 dipl na hierarquia diplomática, categoria abaixo da de embaixador 3 ecles aquele que, na religião, exerce um ministério, como pregar, administrar os sacramentos etc. 3.1 pastor protestante 4 jur B designação comum aos juízes de qualquer tribunal superior do país ² m. de Estado pol ministro escolhido e nomeado pelo presidente da República para chefiar um ministério • m. de primeira classe dipl posto mais alto na carreira diplomática brasileira, com o título de embaixador • m. de segunda classe dipl posto abaixo do de embaixador, com o título de ministro-conselheiro • m. plenipotenciário dip chefe de missão diplomática com hierarquia imediatamente inferior à de embaixador e que representa seu governo junto a outro Estado, à frente de uma legação (missão diplomática de hierarquia abaixo da embaixada); enviado extraordinário • m. sem pasta pol ministro de Estado que não ocupa nenhuma pasta, mas participa do ministério e assessora o presidente ¤ etim lat. miníster,tri 'servente, sacerdote de um deus, o que serve ou ajuda, conselheiro' ¤ sin/var ver sinonímia de sacerdote ¤ col conselho, ministério ¤ hom ministro(fl.ministrar)

Embora o ministro seja um auxiliar direto, ele não passa de um auxiliar. Ele sempre deve satisfações ao mandatário.

Qual o conceito que Jeová tinha a respeito da função de um sacerdote?? Que função deu Jeová ao sacerdote dentro do Seu reino?? O que desejava Jeová que o sacerdote fizesse??

- Oferecer holocaustos; ofertar sacrifícios:

(Jeremias 33:18) 18 E no caso dos sacerdotes, os levitas, não se decepará de diante de mim homem [impedindo-o] de oferecer holocaustos, e de fazer fumaça com a oferta de cereais, e de ofertar sacrifício, para sempre.’”

Assim verte a Tradução Almeida:

(Jeremias 33:18) 18 nem aos sacerdotes levíticos faltará varão diante de mim para oferecer holocaustos, e queimar ofertas de cereais e oferecer sacrifícios continuamente.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 33:18) 18 nem aos sacerdotes levíticos faltará diante de mim varão que ofereça holocaustos, e queime oblações, e ofereça sacrifícios continuamente.

- Meus ministros.

(Jeremias 33:20-21) 20 Assim disse Jeová: ‘Se vós pudésseis violar meu pacto do dia e meu pacto da noite, sim, para não haver mais dia e noite no seu tempo, 21 também se poderia violar meu próprio pacto com Davi, meu servo, para que não viesse a ter um filho reinando no seu trono; também com os levitas, os sacerdotes, meus ministros.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Jeremias 33:20-21) 20 Assim diz o Senhor: se puderdes invalidar o meu pacto com o dia, e o meu pacto com a noite, de tal modo que não haja dia e noite a seu tempo, 21 também se poderá invalidar o meu pacto com Davi, meu servo, para que não tenha filho que reine no seu trono; como também o pacto com os sacerdotes levíticos, meus ministros.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 33:20-21) 20 Assim diz Jeová: Se puderdes invalidar a minha aliança com o dia, e a minha aliança com a noite, de sorte que não haja nem dia nem noite a seu tempo; 21 também poderá ser invalidada a minha aliança com o meu servo Davi, para que não tenha ele um filho que reine sobre o seu trono; também poderá ser invalidada a minha aliança com os sacerdotes levíticos, meus ministros.



- Ministrar a Jeová; servir a Jeová.

(Ezequiel 40:45-46) 45 E ele passou a falar comigo: “Este, o refeitório cuja frente dá para o sul, é para os sacerdotes que cuidam da obrigação para com a casa. 46 E o refeitório cuja frente dá para o norte é para os sacerdotes que cuidam da obrigação para com o altar. São os filhos de Zadoque, dos filhos de Levi, que se chegam a Jeová para lhe ministrar.”

Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 40:45-46) 45 E ele me disse: Esta câmara que olha para o sul é para os sacerdotes que têm a guarda do templo. 46 Mas a câmara que olha para o norte é para os sacerdotes que têm a guarda do altar, a saber, os filhos de Zadoque, os quais dentre os filhos de Levi se chegam ao Senhor para o servirem.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 40:45-46) 45 Ele disse-me: Esta câmara que olha para o sul, é para os sacerdotes que têm a guarda do templo. 46 A câmara que olha para o norte, é para os sacerdotes que têm a guarda do altar: estes são os filhos de Zadoque, os quais dentre os filhos de Levi se chegam a Jeová para o servirem.



- Se chegarão à minha mesa para ministrar-me, para servir-me. Cuidar da obrigação para comigo. Guardarão a minha ordenança. Cumprirão as coisas prescritas por mim.

(Ezequiel 44:15-16) 15 “‘E no que se refere aos sacerdotes levíticos, os filhos de Zadoque, que cuidavam da obrigação para com o meu santuário quando os filhos de Israel se transviaram de mim, eles é que se chegarão a mim para ministrar-me e terão de ficar de pé diante de mim para apresentar-me a gordura e o sangue’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová. 16 Eles é que serão os que entrarão no meu santuário e eles é que se chegarão à minha mesa para ministrar-me, e terão de cuidar da obrigação para comigo.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 44:15-16) 15 Mas os sacerdotes levíticos, os filhos de Zadoque, que guardaram a ordenança a respeito do meu santuário, quando os filhos de Israel se extraviaram de mim, eles se chegarão a mim, para me servirem; e estarão diante de mim, para me oferecerem a gordura e o sangue, diz o Senhor Deus; 16 eles entrarão no meu santuário, e se chegarão à minha mesa, para me servirem, e guardarão a minha ordenança.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 44:15-16) 15 Mas os sacerdotes levitas, filhos de Zadoque, que cumpriram as funções prescritas do meu santuário, quando os filhos de Israel se desviaram de mim, eles se chegarão a mim para me servirem; e estarão diante de mim para me oferecerem a gordura e o sangue, diz o Senhor Jeová. 16 Eles entrarão no meu santuário, e se chegarão à minha mesa para me servirem, e cumprirão as coisas prescritas por mim.

- O sacerdote tem de ofertar o holocausto e os sacrifícios de participação em comum.

(Ezequiel 46:2-3) 2 E o maioral tem de entrar pelo pórtico do portão, vindo de fora, e ficar de pé junto à ombreira do portão; e os sacerdotes têm de ofertar seu holocausto e seus sacrifícios de participação em comum, e ele tem de curvar-se sobre o limiar do portão e tem de sair, mas o portão mesmo não deve ser fechado até a noitinha. 3 E o povo da terra tem de curvar-se à entrada daquele portão, perante Jeová, nos sábados e nas luas novas.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 46:2-3) 2 E o príncipe entrará pelo caminho do vestíbulo da porta, por fora, e ficará parado junto da ombreira da porta, enquanto os sacerdotes ofereçam o holocausto e as ofertas pacíficas dele; e ele adorará junto ao limiar da porta. Então sairá; mas a porta não se fechará até a tarde. 3 E o povo da terra adorará à entrada da mesma porta, nos sábados e nas luas novas, diante do Senhor.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 46:2-3) 2 O príncipe entrará pelo caminho do vestíbulo da porta por fora, e parará junto ao poste da porta; os sacerdotes prepararão o holocausto dele e as suas ofertas pacíficas, e ele adorará junto ao limiar da porta; depois sairá, mas a porta não será fechada até a tarde. 3 O povo da terra adorará junto à entrada daquela porta perante Jeová nos sábados e nas luas novas.

- Perante o Deus Altíssimo, atuar em defesa dos pecadores.

(Joel 2:17) 17 Chorem os sacerdotes, os ministros de Jeová, entre o pórtico e o altar, e digam: ‘Tem pena do teu povo, ó Jeová, e não constituas a tua herança em vitupério, para as nações dominarem sobre eles. Por que se havia de dizer entre os povos: “Onde está o seu Deus?”...

Assim verte a Tradução Almeida:

(Joel 2:17) 17 Chorem os sacerdotes, ministros do Senhor, entre o alpendre e o altar, e digam: Poupa a teu povo, ó Senhor, e não entregues a tua herança ao opróbrio, para que as nações façam escárnio dele. Por que diriam entre os povos: Onde está o seu Deus?

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Joel 2:17) 17 Chorem os sacerdotes, ministros de Jeová, entre o vestíbulo e o altar, e digam: Poupa ao teu povo, Jeová, e não entregues a tua herança ao opróbrio, de sorte que as nações o dominem. Por que razão dizem entre os povos: Onde está o Deus deles?

- Ser um mensageiro de Jeová, informando ao povo quais são os mandamentos de Jeová.

(Malaquias 2:7-8) 7 Pois, são os lábios do sacerdote que devem guardar o conhecimento e da sua boca devem as pessoas procurar [a] lei; porque ele é o MENSAGEIRO de Jeová dos exércitos. 8 Mas vós, homens — vós vos desviastes do caminho. Fizestes muitos tropeçar na lei. Arruinastes o pacto de Levi”, disse Jeová dos exércitos.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Malaquias 2:7-8) 7 Pois os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens procurar a instrução, porque ele é o MENSAGEIRO do Senhor dos exércitos. 8 Mas vós vos desviastes do caminho; a muitos fizestes tropeçar na lei; corrompestes o pacto de Levi, diz o Senhor dos exércitos.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Malaquias 2:7-8) 7 Pois os lábios do sacerdote devem guardar a ciência, e da sua boca devem os homens procurar a lei; porque ele é o MENSAGEIRO de Jeová dos exércitos. 8 Mas vós vos tendes desviado do caminho; e tendes feito a muitos tropeçar na lei; tendes corrompido a aliança de Levi, diz Jeová dos exércitos.

Tratava-se de um reino de mensageiros??

O que é um mensageiro??

Mensageiroesta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: ..aquele que leva e traz mensagem oral ou escrita..


mensageiro

adj.s.m. (sXIII) 1 que ou o que leva e/ou traz mensagem escrita ou oral; portador 2 que ou o que anuncia ou pressagia; anunciador, precursor, pressagiador <o céu foi toldado por nuvens m. de ventanias e tempestades> <mais do que simples m. de paz, era um m. de esperança para aquele sofrido povo> n s.m. 3 aquele que leva e/ou traz encomendas, mensagens etc.; portador, rápido, próprio 4 teat no antigo teatro grego, personagem que narra os eventos que antecedem a ação m. dos deuses mit o deus Hermes ou Mercúrio etim mensage(m) + -eiro, adp. do fr. messager 'id.', der. de message sin/var como subst.: ver sinonímia de arauto



Jeová é o rei, Jeová é o Legislador e o sacerdote é o mensageiro, isto é, é aquele a quem o povo se dirige para saber qual é a lei que ele deve obedecer naquele caso específico.

Ser um mensageiro de Jeová, representava ser aquele que levava a lei de Jeová para os demais súditos do reino de sacerdotes. No reino de sacerdotes, cabia ao sacerdote repetir a lei que já havia sido dada por Jeová e que se encontrava na forma escrita.

Jeová esperava que o sacerdote informasse aos demais humanos do reino de sacerdotes, o que a lei de Jeová dizia sobre este ou aquele problema.

No entanto, o que estava acontecendo com estes mensageiros??

Eles haviam se desviado da lei e haviam feito outros homens se desviarem da lei. Eles haviam feito muitos homens tropeçar na lei.

No reino de mensageiros, havia algo errado nos mensageiros.

Muito embora o sacerdote fosse o “mensageiro” de Deus e referência na busca da lei, ele não recebia as informações diretamente de Deus. Quanto as suas funções, o sacerdote já havia recebido de Moisés as informações referentes a como ele devia se comportar dentro do reino.

Neste momento, Jeová apresenta outro elemento do reino de sacerdotes.

Quem é ele??

Trata-se do profeta.

Mais abaixo falaremos sobre profeta.

Sigamos então nas atribuições do sacerdote.



- Escutar ao Deus Altíssimo e dar glória ao Seu nome.

(Malaquias 2:1-4) 2E agora, este mandamento é para vós, ó sacerdotes. 2 Se não escutardes, e se não [o] tomardes ao coração dar glória ao meu nome”, disse Jeová dos exércitos, “então hei de enviar sobre vós a maldição e vou amaldiçoar as vossas bênçãos. Sim, eu até mesmo amaldiçoei a [bênção], porque não [o] tomais ao coração.” 3 Eis que por vossa causa censuro a semente [semeada] e vou espalhar esterco sobre as vossas faces, o esterco das vossas festividades; e alguém realmente vos carregará até ele. 4 E tereis de saber que vos enviei este mandamento, a fim de que continue meu pacto com Levi”, disse Jeová dos exércitos.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Malaquias 2:1-4) 1 Agora, ó sacerdotes, este mandamento e para vós. 2 Se não ouvirdes, e se não propuserdes no vosso coração dar honra ao meu nome, diz o Senhor dos exércitos, enviarei a maldição contra vós, e amaldiçoarei as vossas bênçãos; e já as tenho amaldiçoado, porque não aplicais a isso o vosso coração. 3 Eis que vos reprovarei a posteridade, e espalharei sobre os vossos rostos o esterco, sim, o esterco dos vossos sacrifícios; e juntamente com este sereis levados para fora. 4 Então sabereis que eu vos enviei este mandamento, para que o meu pacto fosse com Levi, diz o Senhor dos exércitos.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Malaquias 2:1-4) 1 Agora, para vós, ó sacerdotes, é este mandamento. 2 Se não ouvirdes, e se não aplicardes o vosso coração a dar glória ao meu nome, diz Jeová dos exércitos, enviarei sobre vós a maldição, e amaldiçoarei as vossas bênçãos; já as tenho amaldiçoado, porque não aplicais a isso o vosso coração. 3 Eis que reprovarei a semente por causa de vós, e atirar-vos-ei à cara com o esterco, sim com o esterco dos vossos sacrifícios; e juntamente com ele sereis levados. 4 Sabereis que vos enviei este mandamento, para que a minha aliança fosse com Levi, diz Jeová dos exércitos.

Como resolver problemas de criminalidade dentro do reino de sacerdotes?? Morte aos pecadores?? Cortar as mãos dos ladrões?? Apedrejar adúlteras??

Do ponto de vista de Jeová, qual devia a relação entre sacerdotes, pecadores e Jeová?? Segundo Jeová, qual deveria ser a atuação do sacerdote em relação aos pecadores dentro do reino de sacerdotes??

Em relação aos pecadores, que regra forneceu Jeová para ser vigente no reino de sacerdotes??

Em relação ao pecado, não existe diferença entre aquele que sabe e aquele que não sabe, ele é culpado.

(Levítico 5:17) 17 E se uma alma pecar por fazer UMA DE TODAS AS COISAS que Jeová manda que não se façam, embora não o soubesse, AINDA ASSIM ele ficou “culpado E TERÁ de responder pelo seu erro. . .

Assim verte a Tradução Almeida:

(Levítico 5:17) 17 Se alguém pecar, fazendo qualquer de todas as coisas que o Senhor ordenou que não se fizessem, ainda que não o soubesse, contudo será ele “culpado”, e levará a sua iniqüidade;

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 5:17) 17 Se alguém pecar, e fizer qualquer uma de todas as coisas que Jeová ordenou que se não fizessem; embora não o soubesse, contudo é “culpado, e levará a sua iniqüidade.

Desconhecer a lei não exime ninguém da “culpa” pelo pecado praticado. Ele é culpado.

No que tange a pecados cometidos pelo sacerdote, pelo chefe (príncipe), por qualquer um do povo da terra ou ainda por todo o povo, o que devia fazer o sacerdote dentro do reino de sacerdotes??

Neste caso, Jeová projetou e descreveu uma cerimônia, que podemos corretamente chamá-la de cerimônia do perdão, em face do resultado final desta cerimônia. O projetista Jeová também descreveu detalhadamente como o sacerdote devia atuar no caso de pecados praticados dentro do reino de sacerdotes. A atuação do sacerdote estava diretamente ligada ao “pecado”.

Que tipo de personalidade tinha o Rei Jeová??

Jesus falou a respeito de Jeová, o Pai: “Ele é misericordioso”.

(Lucas 6:36) 36 Continuai a tornar-vos misericordiosos, assim como vosso Pai é misericordioso.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 6:36) 36 Sede misericordiosos, como é misericordioso vosso Pai.

Misericórdia – Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: dó, compaixão, piedade para com alguém que caiu em desgraça pessoal caracterizando-se de forma prática através perdão dado a esta pessoa.

misericórdia

s.f. (sXIV) 1 sentimento de dor e solidariedade com relação a alguém que sofre uma tragédia pessoal ou que caiu em desgraça; dó, compaixão, piedade 2 ato concreto de manifestação desse sentimento, como o perdão; indulgência, graça, clemência n interj. 3 exclamação de alguém que pede que o livrem de castigo, de ato de violência ou da morte ¤ etim lat. misericordìa,ae 'id.' ¤ sin/var ver sinonímia de comiseração e condescendência ¤ ant ver antonímia de condescendência


Uma das características do Rei é que Ele usa de misericórdia para com aquele que comete pecado, demonstrando isto através do perdão que ele dá a tal pecador.

Será que percebemos esta característica do Rei dentro do reino de sacerdotes??

O que o próprio Rei havia previsto fazer ao lidar com os pecadores??

Por exemplo, vejamos a situação em que todo o povo da terra cometesse um pecado, mesmo sem ter consciência de que se tratava de um pecado.

(Levítico 4:13-21) 13 “‘Ora, se a assembléia INTEIRA de Israel cometeu um engano e o assunto ficou oculto dos olhos da congregação, tendo eles feito uma de todas as coisas que Jeová manda que não se façam e assim se tornaram culpados, 14 e o pecado que cometeram contra ela ficou conhecido, então a congregação tem de apresentar um novilho como sacrifício pelo pecado e tem de levá-lo diante da tenda de reunião. 15 E os anciãos da assembléia têm de pôr suas mãos sobre a cabeça do novilho, perante Jeová, e o novilho tem de ser abatido perante Jeová. 16 “‘Então o sacerdote, o ungido, tem de levar um pouco do sangue do novilho para dentro da tenda de reunião. 17 E o sacerdote tem de mergulhar o dedo no sangue e espargi-lo sete vezes perante Jeová, diante da cortina. 18 E porá um pouco do sangue sobre os chifres do altar que está diante de Jeová, na tenda de reunião; e todo o resto do sangue derramará junto à base do altar da oferta queimada, que está à entrada da tenda de reunião. 19 E retirará dele toda a sua gordura e terá de fazê-la fumegar sobre o altar. 20 E terá de fazer com o novilho assim como fez com o outro novilho da oferta pelo pecado. É assim que fará com ele; e o sacerdote tem de fazer expiação por eles, e assim lhes tem de ser perdoado. 21 E ele tem de fazer que o novilho seja levado para fora, às imediações do acampamento, e tem de queimá-lo, assim como queimou o primeiro novilho. É uma oferta pelo pecado para a congregação.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Levítico 4:13-21) 13 Se toda a congregação de Israel errar, sendo isso oculto aos olhos da assembléia, e eles tiverem feito qualquer de todas as coisas que o Senhor ordenou que não se fizessem, assim tornando-se culpados; 14 quando o pecado que cometeram for conhecido, a assembléia oferecerá um novilho como oferta pelo pecado, e o trará diante da tenda da revelação. 15 Os anciãos da congregação porão as mãos sobre a cabeça do novilho perante o Senhor; e imolar-se-á o novilho perante o Senhor. 16 Então o sacerdote ungido trará do sangue do novilho à tenda da revelação; 17 e o sacerdote molhará o dedo no sangue, e o espargirá sete vezes perante o Senhor, diante do véu. 18 E do sangue porá sobre as pontas do altar, que está perante o Senhor, na tenda da revelação; e todo o resto do sangue derramará à base do altar do holocausto, que está diante da tenda da revelação. 19 E tirará dele toda a sua gordura, e queimá-la-á sobre o altar. 20 Assim fará com o novilho; como fez ao novilho da oferta pelo pecado, assim fará a este; e o sacerdote fará expiação por eles, e eles serão perdoados. 21 Depois levará o novilho para fora do arraial, e o queimará como queimou o primeiro novilho; é oferta pelo pecado da assembléia.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 4:13-21) 13 Se a congregação toda de Israel errar, e isso for oculto aos olhos da assembléia, e tiverem feito alguma de todas as coisas que Jeová ordenou que se não fizessem, e se tornarem culpados; 14 quando o pecado em que pecaram for conhecido, a assembléia oferecerá um novilho como uma oferta pelo pecado, e o trará diante da tenda da revelação. 15 Os anciãos da congregação porão as mãos sobre a cabeça do novilho na presença de Jeová; e será morto o novilho diante de Jeová. 16 Então o sacerdote ungido trará do sangue do novilho à tenda da revelação; 17 molhará o dedo no sangue, e o aspergirá sete vezes na presença de Jeová, diante do véu. 18 Também porá do sangue sobre os chifres do altar que está diante de Jeová na tenda da revelação, e todo o resto do sangue derramará à base do altar do holocausto, que está à entrada da tenda da revelação. 19 Do novilho tirará toda a gordura, e queimá-la-á sobre o altar. 20 Assim fará com o novilho; como fez com o novilho da oferta do pecado, assim fará com este. O sacerdote fará expiação por eles, e eles serão perdoados. 21 Levará o novilho para fora do arraial, e o queimará como queimou o primeiro novilho; é a oferta pelo pecado da assembléia.



Note que a nação como um todo precisaria se sentir culpada. Somente depois que a nação se sentisse culpada é que o procedimento podia dar o seu prosseguimento. Estava previsto o respeito ao livre-arbítrio daquele que cometeu o pecado.

Quando é que uma pessoa se sente culpada??

  1. Em primeiro lugar ela é avisada que uma ação praticada por ela é um pecado. É imprescindível que a pessoa já tenha cometido tal falta.

  2. Depois de informada, esta pessoa precisa aceitar isto como um fato verdadeiro, isto é, a pessoa precisa concordar com o que ela ouviu de uma terceira pessoa em relação àquilo que ela fez ou ainda está fazendo.

  3. Na maioria dos casos há a necessidade de haver um convencimento. Geralmente, a pessoa acha que está fazendo o que é o certo e o normal a ser feito naquelas circunstâncias.

  4. Depois de concordar que sua ação foi um pecado, ela se sentirá culpada de ter cometido um pecado. Ela não procurará um outro culpado a quem acusar, logo, ela culpará a si mesma.

  5. Admitindo que sua ação tenha sido um pecado, esta pessoa lamentará ter praticado aquela ação.

  6. Depois admitir estar em erro, tal pessoa experimentará um sentimento de pesar. Daí, irá lamentar ter praticado a ação pecaminosa. Esta pessoa sentirá um arrependimento (sentimento de profundo pesar).

  7. Depois de se arrepender, tal pessoa decidirá dar meia volta em seu procedimento, visando não mais praticar aquela ação.



O que é mesmo arrependimento??

Arrependimento – esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): pesar ou lamentação pelo mal cometido; sentimento de rejeição sincera, por parte do pecador, ao seu comportamento pregresso.

arrependimento

s.m. (sXIV) ato ou efeito de arrepender-se 1 pesar ou lamentação pelo mal cometido; compunção, contrição <foi grande o a. do assassino> 2 negação ou desistência de algo feito ou pensado em tempos passados <o a. de ter estudado medicina> 2.1 jur faculdade concedida às partes de desfazer o contrato anteriormente celebrado 3 rel no judaísmo e no cristianismo, ato central da virtude religiosa que consiste em um sentimento de rejeição sincera, por parte do pecador, ao seu comportamento pregresso, e que resulta na intenção de um retorno contrito à lei moral ² a. eficaz jur ação ocorrida quando o agente de um delito desiste de completá-lo, impedindo o resultado ¤ etim arrepender + -mento ¤ ant impenitência




Depois de se sentirem culpados de algum pecado, os anciãos do povo deviam tomar um novilho e levá-lo até a entrada da tenda da revelação, onde Jeová os estava aguardando.

Jeová sabia do pecado?? Óbvio que sabia.

Desde quando Jeová sabia do pecado??

Mesmo antes deste pecado ter se tornado visível aos demais humanos.

Jeová não fazia nada?? Jeová não matava tal pessoa?? O pecador devia fugir de diante de Jeová?? Jeová não amedrontava tal pecador??



Não, Jeová ficava aguardando o pecador ir até o local físico onde Ele, Jeová, definiu ser o ponto visível de sua presença. Aquele ponto físico era a representação da presença de Jeová naquele reino de sacerdotes.

Lá chegando, o que deveriam fazer??

Diante do sacerdote, os anciãos deviam colocar as mãos sobre a cabeça do animal. Logo depois, o animal seria morto ali na presença de Jeová.

O ritual seguiria até o seu final, onde se confirmava o perdão para todo o povo.

Ora, eu cometo o pecado e é o pobre do animal que morre?? Assim pensaria aquele pecador com um coração sensível.

Vejamos a descrição da cerimônia tendo um humano individual como se sentindo culpado de pecado.

(Levítico 4:27-31) 27 “‘E se alguma alma do povo da terra pecar sem querer, por fazer uma das coisas que Jeová manda que não se façam, e ele deveras se tornar culpado, 28 ou se lhe fez saber o pecado que cometeu, então terá de trazer como sua oferta uma cabritinha sadia, pelo pecado que cometeu. 29 E tem de pôr sua mão sobre a cabeça da oferta pelo pecado e tem de abater a oferta pelo pecado no mesmo lugar da oferta queimada. 30 E o sacerdote tem de tomar com o seu dedo um pouco do sangue dela e pô-lo sobre os chifres do altar da oferta queimada, e derramará todo o resto do sangue dela junto à base do altar. 31 E tirará toda a gordura dela, assim como se tirou a gordura do sacrifício de participação em comum; e o sacerdote tem de fazê-la fumegar sobre o altar como cheiro repousante para Jeová; e o sacerdote tem de fazer expiação por ele, e assim lhe tem de ser perdoado.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Levítico 4:27-31) 27 E se alguém dentre a plebe pecar por ignorância, fazendo qualquer das coisas que o Senhor ordenou que não se fizessem, e assim se tornar culpado; 28 se o pecado que cometeu lhe for notificado, então trará por sua oferta uma cabra, sem defeito, pelo pecado cometido; 29 porá a mão sobre a cabeça da oferta pelo pecado, e a imolará no lugar do holocausto. 30 Depois o sacerdote, com o dedo, tomará do sangue da oferta, e o porá sobre as pontas do altar do holocausto; e todo o resto do sangue derramará à base do altar. 31 Tirará toda a gordura, como se tira a gordura do sacrifício pacífico, e a queimará sobre o altar, por cheiro suave ao Senhor; e o sacerdote fará expiação por ele, e ele será perdoado.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 4:27-31) 27 Se algum da plebe pecar por ignorância, fazendo qualquer das coisas que Jeová ordenou que se não fizessem, e se tornar culpado: 28 se o pecado, que ele cometeu, lhe for notificado, trará como sua oblação uma cabra sem defeito pelo pecado que cometeu. 29 Porá a mão sobre a cabeça da oferta pelo pecado, e matá-la-á no lugar do holocausto. 30 Então o sacerdote com o dedo tomará do sangue da oferta, o porá sobre os chifres do altar do holocausto, e todo o resto do sangue da oferta derramá-lo-á à base do altar. 31 Tirará toda a gordura da oferta, como se tira a gordura do sacrifício das ofertas pacíficas. O sacerdote a queimará sobre o altar como suave cheiro a Jeová; o sacerdote fará expiação por ele, e ele será perdoado.

Assim verte a Edição Pastoral:

(Levítico 4:27-31) 27 Se foi um homem do povo da terra quem pecou sem querer, praticando alguma coisa proibida pelos mandamentos de Javé, tornando-se por isso culpado, 28 ao se dar conta da violação cometida, levará uma cabra sem defeito, como oferta pelo pecado. 29 Colocará a mão sobre a cabeça da vítima e a imolará no lugar onde se imolam os holocaustos. 30 O sacerdote molhará o dedo no sangue da vítima e ungirá os cantos do altar dos holocaustos. Depois derramará todo o sangue na base do altar. 31 Em seguida tirará toda a gordura, como se faz pelo sacrifício de comunhão, e a queimará sobre o altar, como suave odor para Javé. O sacerdote fará, assim, o rito pelo pecado desse homem, e este ficará perdoado.

Pecar sem querer, o que é isto??

Pecar em ignorância, o que é isto??

  1. Sabia que era pecado, mas estava distraído e pecou??

  2. Não sabia que era pecado e pecou??

  3. Não entendia que tal ação fosse pecado.

  4. Eu não queria pecar, mas ele me irritou e eu pequei??

Para Jeová, existia diferença entre tais pecadores ou situações de um pecador?? Será que para Jeová existe algum atenuante??

Já vimos acima a opinião do Legislador, não vimos??

O que ficou bem claro??

Ficou claro que o humano depois de se sentir culpado de ter praticado um pecado, depois de assumir a culpa pelo pecado cometido, ele tomaria a iniciativa de levar um animal até a presença de Jeová, isto é, até a entrada da tenda de reunião, local onde o sacerdote prestava o seu serviço diante de Jeová. Jeová resolveu marcar a sua presença em um ponto físico, um ponto visível ao humano. Havia uma representação visível da presença do rei Jeová naquele lugar. O humano precisava se dar conta da violação cometida e estar convencido de sua culpa.

Quais eram os pecados??

Toda e qualquer coisa definida por Jeová como “coisas que não devem ser feitas”. Não haviam pecados específicos. Para todo e qualquer pecado deveria ser seguido este ritual.

O que estava projetado para que acontecesse ali??

Este humano passaria a estar oficialmente perdoado. Jeová SEMPRE anunciava o Seu perdão a este humano ou a este grupo de humanos. De forma antecipada, Jeová deixou bem claro que o humano ou grupo de humanos seriam perdoados. Não havia surpresas. O humano tinha a certeza de que seria perdoado. Era exatamente esta a conclusão da cerimônia.

Não estava o Rei revelando toda a Sua misericórdia?? A misericórdia sempre vinha comprovada com o perdão, não vinha??

Que anúncio era dado ali?? Alguma condenação?? O que ficava caracterizada ao final da cerimônia?? O ofensor recebia o perdão de qualquer pecado.

Em nenhum momento se fala no pagamento pelo pecado cometido.

Não se tratava do império do terror, não se tratava do império do medo. Depois de se dar conta do pecado cometido, o pecador tomaria a iniciativa em se dirigir até a presença de Jeová, isto é, até o local físico onde Jeová marcava a sua presença.

Ora, Jeová estava em todos os lugares. Jeová era a principal testemunha. Ele havia presenciado tudo. Jeová estava bem ao lado do humano quando este humano cometeu o seu pecado. Embora sempre presente, Jeová não fazia nada.

Jeová definiu o que o pecador devia fazer ao se dar conta de seu pecado e estar convencido de sua culpa.

Caso não se tivesse dado conta de sua ação pecaminosa, alguém poderia informá-lo do pecado.

Não era para o pecador fugir por medo de Jeová. Se Jeová tivesse que fazer alguma coisa contra o pecador, como por exemplo, matar o pecador, Ele não precisaria esperar que o pecador fosse informado do pecado praticado. Já não tinha o pecado sido praticado?? Restaria apenas a punição, não é verdade??

O pecador não iria contar para Jeová o que tinha acontecido. Não se tratava de um confessionário. Jeová já sabia do pecado e de como ele tinha sido praticado, desde antes dele ter sido praticado.

A presença do pecador ali diante de Jeová naquele ponto determinado por Ele como representativo de Sua presença, visava beneficiar o pecador. Não podemos esquecer que Jeová estava presente a todo instante e em todos os lugares.

Ficou bem claro, que Jeová não desejava punir o pecador com a morte. Jeová desejava que o pecador fosse informado de seu pecado, caso ele ainda não tivesse se apercebido dele. Jeová desejava que o pecador depois de informado do seu pecado, de livre e espontânea vontade, fosse até a Sua presença, na entrada da tenda de reunião. Embora o humano soubesse antecipadamente que iria ser perdoado, mesmo assim devia comparecer até a presença de Jeová, ou seja, no local físico determinado por Jeová, cumprindo assim o ritual do perdão para benefício dele e dos demais presentes.

Jeová especificou detalhe por detalhe o que o sacerdote devia fazer depois da pessoa se dirigir até a tenda de reunião com o animal a ser ali abatido.

A ação do sacerdote ocorreria somente depois do humano ou grupo de humanos sentirem-se culpados de pecado.

Após sentirem-se culpados, estes humanos podiam escolher ir até a entrada da tenda de reunião ou não. Jeová estava revelando o que ele deveria fazer, no entanto, este humano precisava tomar a iniciativa de ir até lá levando o animal a ser ali abatido. Mostrava ser o exercício do livre-arbítrio.

O sacerdote não devia praticar nenhum ato de violência contra qualquer pecador que tivesse praticado qualquer tipo de pecado. Ninguém devia praticar nenhum ato de violência contra o pecador.

Ficou bem claro que se tratava de um relacionamento entre o pecador e o perdoador. O sacerdote não era o intermediário desta relação. O sacerdote era uma testemunha que participava na cerimônia criada pelo Perdoador e que cumpriria o ritual segundo as especificações do Perdoador. Nestas ocasiões específicas, o sacerdote não pedia nenhum perdão pelo pecador. O sacerdote devia informar a todos os pecadores, quais eram as atitudes que o Pai esperava que ele pecador tomasse depois de estar ciente do seu pecado.

Não era o sacerdote quem determinava o que era e o que não era pecado. O sacerdote devia informar ao povo qual era a lei do reino. O criador da lei do reino era Jeová.

Jeová havia externado o seu projeto de como o reino de sacerdotes devia se comportar em relação ao depois do humano cometer um pecado, qualquer pecado.

Em nenhum outro reino as coisas aconteciam desta forma. Isto era algo inédito para o humano.

Cabia ao humano tornar realidade este projeto criado por Jeová.



Jeová projetou um dia a dia para o humano viver dentro do reino de sacerdotes, e neste projeto, o sacerdote não praticava nenhuma violência contra nenhum pecador. Nenhum súdito praticava violência contra nenhum pecador.

O sacerdote devia cumprir aquilo que estava previsto para ele fazer dentro do reino de sacerdotes. Ele devia agir segundo o que estava especificado para ele. Se ele fosse obediente, ele faria o que estava estipulado no projeto do Pai, projeto este que foi informado a ele.

O que pudemos observar neste regulamento criado por Jeová e dado para o sacerdote praticar??

Quando uma pessoa ou um grupo de pessoas finalmente reconhecesse que estava praticando um pecado, o que se deve fazer com ela?? O que estava definido no projeto??

O sacerdote fará expiação.

O pecador será perdoado.

Os pecadores serão perdoados.

No projeto entregue ao humano, dentro do reino de sacerdotes, sempre ocorria o perdão para aquele que cometesse um pecado.

No reino de sacerdotes, o sacerdote sempre fazia expiação pelo pecado dos súditos do reino.

Neste caso, segundo o projeto descrito, O Pai estava sentado no trono de Juiz ou no trono de Perdoador??

No projeto descrito pelo Pai não havia uma segunda opção em relação ao pecado. No projeto, o pecado tinha de ser perdoado. Tratava-se de uma cerimônia de perdão. No projeto, tratava-se exclusivamente de uma cerimônia de perdão. Não podemos esquecer que Jeová estava expondo para o reino de sacerdotes aquilo que estava em Sua mente, isto é, tratava-se da teoria. Tratava-se de um projeto que dependia agora de cada humano fazer a sua parte, para torná-lo uma realidade no dia a dia.

Agora, suponhamos que o povo não se apercebesse do seu pecado. Suponhamos que o povo não se sentiu culpado de pecado. Em uma situação assim, o que foi projetado por Jeová?? Será que Jeová mataria o povo??

(Levítico 16:29-34) 29 E isso vos tem de servir de estatuto por tempo indefinido: No sétimo mês, no décimo [dia] do mês, deveis atribular as vossas almas, e não deveis fazer obra alguma, quer o natural quer o residente forasteiro que reside no vosso meio. 30 Pois neste dia se fará expiação por vós, para declarar-vos limpos. Sereis limpos de todos os vossos pecados perante Jeová. 31 É um sábado de completo repouso para vós, e tendes de atribular as vossas almas. É um estatuto por tempo indefinido. 32 E o sacerdote que será ungido e cuja mão será enchida de poder para atuar como sacerdote, como sucessor de seu pai, tem de fazer expiação e tem de vestir as roupas de linho. São roupas sagradas. 33 E ele tem de fazer expiação pelo santuário sagrado, e fará expiação pela tenda de reunião e pelo altar; e fará expiação pelos sacerdotes e por todo o povo da congregação. 34 E isto vos tem de servir de estatuto por tempo indefinido, a fim de se fazer expiação pelos filhos de Israel, uma vez por ano, com respeito a todos os seus pecados.”. . .

O que aconteceria nesta cerimônia??

(Levítico 16:20-22) 20 Quando tiver acabado de fazer expiação pelo lugar santo, e pela tenda de reunião, e pelo altar, então terá de apresentar o bode vivo. 21 E Arão tem de pôr ambas as suas mãos sobre a cabeça do bode vivo e confessar sobre ele todos os erros dos filhos de Israel e todas as suas revoltas em todos os seus pecados, e tem de pô-las sobre a cabeça do bode e tem de enviá-lo ao ermo pela mão de um homem preparado. 22 E o bode tem de levar sobre si todos os erros deles a uma terra desértica; e ele tem de enviar o bode ao ermo.

Será que Jeová mataria o povo??

Assim verte a Tradução Almeida:

(Levítico 16:29-34) 29 Também isto vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês, aos dez do mês, afligireis as vossas almas, e não fareis trabalho algum, nem o natural nem o estrangeiro que peregrina entre vos; 30 porque nesse dia se fará expiação por vós, para purificar-vos; de todos os vossos pecados sereis purificados perante o Senhor. 31 Será sábado de descanso solene para vós, e afligireis as vossas almas; é estatuto perpétuo. 32 E o sacerdote que for ungido e que for sagrado para administrar o sacerdócio no lugar de seu pai, fará a expiação, havendo vestido as vestes de linho, isto é, as vestes sagradas; 33 assim fará expiação pelo santuário; também fará expiação pela tenda da revelação e pelo altar; igualmente fará expiação e pelos sacerdotes e por todo o povo da congregação. 34 Isto vos será por estatuto perpétuo, para fazer expiação uma vez no ano pelos filhos de Israel por causa de todos os seus pecados. E fez Arão como o Senhor ordenara a Moisés.

O que aconteceria nesta cerimônia??

(Levítico 16:20-22) 20 Quando Arão houver acabado de fazer expiação pelo lugar santo, pela tenda da revelação, e pelo altar, apresentará o bode vivo; 21 e, pondo as mãos sobre a cabeça do bode vivo, confessará sobre ele todas as iniqüidades dos filhos de Israel, e todas as suas transgressões, sim, todos os seus pecados; e os porá sobre a cabeça do bode, e enviá-lo-á para o deserto, pela mão de um homem designado para isso. 22 Assim aquele bode levará sobre si todas as iniqüidades deles para uma região solitária; e esse homem soltará o bode no deserto.

Será que Jeová mataria o povo??

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 16:29-34) 29 Isso vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês aos dez dias do mês afligireis as vossas almas, e não fareis trabalho algum, nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós; 30 pois nesse dia se fará expiação por vós, para vos purificar; de todos os vossos pecados sereis limpos diante de Jeová. 31 É sábado de descanso solene para vós, e afligireis as vossas almas; é estatuto perpétuo. 32 O sacerdote que for ungido e que for sagrado para exercer as funções do sacerdócio no lugar de seu pai, fará a expiação, e vestir-se-á dos vestidos de linho, a saber, das vestes sagradas. 33 Fará expiação pelo santuário, pela tenda da revelação e pelo altar; igualmente fará expiação pelos sacerdotes e por todo o povo da assembléia. 34 Isto vos será por estatuto perpétuo, para fazer expiação uma vez cada ano pelos filhos de Israel por causa dos seus pecados. Fez Arão como Jeová havia ordenado a Moisés.

O que aconteceria nesta cerimônia??

(Levítico 16:20-22) 20 Havendo acabado de fazer expiação pelo santo lugar, pela tenda da congregação e pelo altar, apresentará o bode vivo. 21 Porá ambas as mãos sobre a cabeça do bode vivo, e sobre ele confessará todas as iniqüidades dos filhos de Israel, e todas as suas transgressões, a saber, todos os seus pecados. Pô-los-á sobre a cabeça do bode, e enviá-lo-á ao deserto por mão dum homem que está encarregado disso. 22 O bode levará sobre si todas as iniqüidades deles para uma região solitária; e o homem soltará o bode no deserto.

Nesta outra cerimônia, uma cerimônia anual, o sacerdote colocava as mãos sobre a cabeça do animal, confessava os pecados do povo, e, no entanto, este animal não era morto. Ele era enviado ao deserto.

O humano pecador não estava presente e não estava ciente de que estava sendo perdoado de um pecado específico. Não era o pecador que estava admitindo o seu pecado diante de Jeová. O sacerdote confessava o pecado do povo, logo, não era a mesma coisa.

No entanto, o que ficava caracterizado?? Ficava caracterizado que Jeová estava informando ao humano que ele estava sendo perdoado por Ele, mesmo sem haver reconhecimento do pecado e mesmo sem o humano estar se sentindo culpado de pecado.

Mesmo que uma pessoa ou um grupo de pessoas não se apercebessem dos pecados que estavam cometendo e não comparecessem perante Jeová com o novilho que revelava e simbolizava o estar ciente de certo pecado e o pedido de perdão, mesmo assim, mesmo assim, ele tinha o seu pecado perdoado.

Mesmo sem ele admitir o seu pecado, ele tinha o seu pecado perdoado??

Sim, mesmo assim.

Uma vez por ano, após colocar as mãos sobre a cabeça do bode, o sacerdote ia até a presença de Jeová e fazia pelo povo a confissão de pecados praticados pelo povo, sem que o povo o houvesse confessado.

O animal não era morto. O animal era levado ao deserto e deixado lá. Não podemos esquecer que estas ações faziam parte do projeto existente na mente de Jeová e revelado ao humano.

Também não podemos esquecer que até mesmo o sacerdote podia desconhecer certos pecados cometidos pelo povo, ou até mesmo discordar que certas ações fossem pecados. A lei do reino poderia estar deturpada. Um exemplo bem simples é o fato de que aqueles homens eram “escravocratas”, isto é, eles defendiam o direito de usar outras pessoas para fazerem trabalho forçado de escravo para eles. Eles compravam e vendiam escravos. Como podiam confessar este pecado perante Jeová, se eles não consideravam o escravizar como sendo pecado?? Como o sacerdote confessaria este pecado do povo se ele mesmo não via pecado nesta ação??

O que mais pudemos perceber em relação ao projeto existente na mente do Pai sobre o perdão neste reino de sacerdotes??

  1. Pudemos perceber que o perdão é um elemento essencial plenamente usado por Jeová.

  2. Pudemos perceber que o Pai perdoava o pecador, mesmo sem que o pecador tivesse lhe pedido o perdão.

  3. Pudemos perceber que o perdoado precisa estar ciente que está sendo perdoado.

  4. Pudemos perceber que o humano precisa estar convencido e consciente de que cometeu um pecado para poder chegar até o arrependimento.

  5. Pudemos perceber que o perdoador pode saber do erro que ele está perdoando, enquanto o perdoado sequer está apercebido disto.

  6. Pudemos perceber que o pecador necessita receber o perdão e continuar vivo para poder se dar conta do seu erro.

  7. Pudemos perceber que o perdão dado àquele que sequer percebe o seu erro é igual a alguém confessar o pecado deste sobre a cabeça de um bode e enviar tal bode para o deserto. O perdoado não usufruiu plenamente o perdão que lhe foi dado, pois ele não se apercebeu do seu erro e nem do perdão que recebeu.

Bem, e se houvesse uma punição, será que mesmo assim havia perdão??

Como?? Perdão mesmo com punição??

Como isto é possível??

Na relação de Jeová com os humanos, as coisas acontecem desta forma.

Vejamos uma situação real. Eles ainda estavam no deserto. Estavam próximos de entrar na terra prometida, no entanto cometeram mais um pecado. O Pai afirmou que iria haver uma punição. Moisés intercede e pede para que Jeová perdoe mais este erro. Vejamos a palavra do Pai em relação a isto:

(Números 14:19-23) 19 Por favor, perdoa o erro deste povo segundo a grandeza da tua benevolência e assim como perdoaste a este povo desde o Egito até agora.” 20 Jeová disse então: “Deveras perdôo segundo a tua palavra. 21 E, por outro lado, assim como vivo, toda a terra se encherá da glória de Jeová. 22 Mas todos os homens que têm visto a minha glória e os meus sinais que realizei no Egito e no ermo, e que ainda assim persistiram em pôr-me à prova estas dez vezes e não escutaram a minha voz, 23 nunca verão a terra que jurei aos seus pais, sim, todos os que me tratam sem respeito não a verão.



Embora eu perdoe, estes homens não verão a terra que desejam ver.

Que mais falou o Pai??

(Números 14:28-29) 28 Dize-lhes: ‘“Assim como vivo”, é a pronunciação de Jeová, “se não vos farei exatamente assim como falastes aos meus ouvidos! 29 Neste ermo cairão os vossos cadáveres, sim, todos os vossos registrados de todo o vosso número, da idade de vinte anos para cima, vós os que resmungastes contra mim.



Embora eu os perdoe, nenhum deles entrará na terra. Todos eles morrerão no ermo.

Embora perdoados, embora Jeová não guardasse nenhum ressentimento, Ele achou por bem que havia a necessidade de uma punição. E qual foi a punição?? Não verem a terra que tanto desejavam ver. Todos aqueles rebeldes morreriam no ermo.

No entanto, Jeová continuou se relacionando com estes mesmos homens no ermo, sem que houvesse qualquer ressentimento da parte de Jeová. Continuou lhes ensinando outras coisas no ermo. Jeová lhes deu o maná e a lição de pegarem o suficiente para a necessidade do dia. Jeová não se afastou do acampamento. Ele não satisfez uma vontade do filho, no entanto, continuou amando, cuidando e se relacionando com o filho.

Não morreriam na terra da promessa?? Não continuariam a morrer, independente de que lugar estivessem??

Neste caso, nós percebemos que o perdão foi dado, muito embora, o Pai tenha resolvido dar uma punição, ou seja, aquela que Ele achou melhor dar.

Várias outras ocasiões haviam ficado sem uma devida punição. Qual seria a devida punição?? Seria o extermínio de todo o povo. Estava sendo dado o que o humano merecia no momento do erro?? O Pai havia falado: estas dez vezes....

O Pai tem esta prerrogativa legítima de usar a punição como uma ferramenta de ensino.

Este foi o ensinamento prático dado pelo Pai em relação ao perdão. O Pai permanecia ensinando ao filho sobre o uso do perdão no dia a dia. Havia um quadro bem definido na mente do Pai.

No entanto, ao estar ocupando a posição de sacerdote, o que este humano devia fazer para tornar realidade o projeto existente na mente de Jeová e revelado ao humano??

- pondo as mãos sobre a cabeça do bode vivo, confessará sobre ele todas as iniqüidades dos filhos de Israel, e todas as suas transgressões, sim, todos os seus pecados; e os porá sobre a cabeça do bode, e enviá-lo-á para o deserto, pela mão de um homem designado para isso.

Bem, até aqui pudemos perceber que os sacerdotes tinham atribuições dadas pelo próprio Jeová. Percebemos que Jeová os tinha como Seus ministros. Neste caso, estes homens serviriam como representantes de Jeová perante o povo, e SEMPRE para o benefício do povo.

A participação do sacerdote na realização da vontade de Jeová, isto é, em tornar realidade o projeto de Jeová para o reino de sacerdotes, estava descrita pelo próprio Jeová, no entanto, o sacerdote continuava com o seu livre-arbítrio.

Para Jeová satisfazer a Sua vontade, Ele dependia do sacerdote. Ele dependia do sacerdote satisfazer o Seu desejo. A realização da vontade de Jeová em relação ao uso do perdão, dependia do sacerdote concordar com o que Jeová já havia exposto para que ele, qual sacerdote, consequentemente passando a cumprir o previsto para ele fazer como sacerdote.

O sacerdote faria tornar-se realidade esta vontade de Jeová em relação ao tratamento que devia ser dado ao pecador no reino de sacerdotes. O sacerdote iria transformar aquela teoria existente na mente de Jeová em uma realidade.



Neste caso, isto é, depois de Jeová externar o seu projeto, surgem três perguntas sobre o que fazer para transformá-lo em realidade no dia a dia da comunidade:

  1. Como Jeová trataria o pecador??

  2. Como o sacerdote trataria o pecador??

  3. Como a comunidade trataria o pecador??



Respostas:

  1. Bem, em face dos mandamentos dados, Jeová revelou como Ele trataria o pecador. Ele usaria de misericórdia e perdoaria o pecador.

  2. Para satisfazer a vontade de Jeová, isto é, em respeito ao sentimento de Jeová, em respeito ao desejo de Jeová, o sacerdote devia tornar realidade os mandamentos de Jeová em relação a esta questão. O sacerdote devia acompanhar a decisão de Jeová.

  3. Para tornar realidade esta vontade de Jeová, a comunidade devia acompanhar a forma como Jeová pediu para que as coisas fossem feitas. A comunidade devia acompanhar a decisão de Jeová e os sentimentos de Jeová em relação ao errante.

Dentro deste projeto não existia nenhuma menção de atitudes de violência contra qualquer pecador. Dentro deste projeto ninguém cometia nenhuma violência contra pecadores.

Para o justiceiro, fica uma pergunta no ar: E quanto àquele que o pecador vitimou??

O justiceiro se preocupa com aquela vítima e sente certos desejos.

O justiceiro questiona: Ninguém sente misericórdia da vítima?? Ninguém tem pena da vítima??

Jeová tinha o sacerdote como um ministro seu, não é verdade?? Sim.

Vejamos de novo a descrição para ministro. ...sacerdote de um deus, o que serve de ajuda, conselheiro.

ministro

s.m. (sXIV) 1 auxiliar direto do mandatário supremo de uma nação, que chefia um ministério e compõe o gabinete 2 dipl na hierarquia diplomática, categoria abaixo da de embaixador 3 ecles aquele que, na religião, exerce um ministério, como pregar, administrar os sacramentos etc. 3.1 pastor protestante 4 jur B designação comum aos juízes de qualquer tribunal superior do país ² m. de Estado po ministro escolhido e nomeado pelo presidente da República para chefiar um ministério • m. de primeira classe dip posto mais alto na carreira diplomática brasileira, com o título de embaixador • m. de segunda classe dip posto abaixo do de embaixador, com o título de ministro-conselheiro • m. plenipotenciário dip chefe de missão diplomática com hierarquia imediatamente inferior à de embaixador e que representa seu governo junto a outro Estado, à frente de uma legação (missão diplomática de hierarquia abaixo da embaixada); enviado extraordinário • m. sem pasta pol ministro de Estado que não ocupa nenhuma pasta, mas participa do ministério e assessora o presidente ¤ etim lat. miníster,tri 'servente, sacerdote de um deus, o que serve ou ajuda, conselheiro' ¤ sin/var ver sinonímia de sacerdote ¤ col conselho, ministério ¤ hom ministro (fl.ministrar)



Jeová tinha tal pessoa como um representante Seu perante as demais pessoas do reino de sacerdotes. Sendo um representante do Deus Altíssimo, este humano deveria tratar os demais humanos assim como o mandatário os trataria em cada caso. Tratava-se de um sacerdote de Jeová, um ministro de Jeová, logo, tratava-se de um conselheiro para o povo, tratava-se de um ajudador do povo.

Este representante tinha regras a obedecer na sua função de representante. Neste caso, o representante devia conhecer profundamente àquele mandatário a quem ele estava ministrando.

É óbvio que nenhum representante tem carta branca para agir a seu bel prazer em nome daquele a quem ele representa. Como representante, ele também é informado das suas obrigações diante do mandatário, pois ele tem de prestar contas ao mandatário por suas ações qual representante. Logo, ele permanece continuamente limitado em suas ações como representante.

O representante deve procurar saber o que o Pai espera dele qual representante, pois o representante não tem carta branca para fazer o que desejar.

Que grau de importância devia dar o representante ao seu cargo de “representante”??

Que grau de importância deviam dar as demais pessoas a este homem no cargo de “representante”??

Não é o representante aquele que estabelece as regras. Ele pergunta àquele que o colocou no cargo de representante sobre o que deve fazer em todos os casos, caso ele não conheça profundamente o mandatário. Neste caso, o mandatário também tornou público quais eram as atribuições do Seu representante diante do povo.

O Deus Altíssimo já havia estabelecido as leis do reino de sacerdotes. Era uma das funções do sacerdote (ministro), informar ao povo qual era a lei e ensinar o povo a obedecer cada artigo da lei. São ações de um autêntico ajudador.

É óbvio que o sacerdote (ministro) devia ser um exemplo em como obedecer aos artigos da lei. Como representante do Pai, ele seria conselheiro e ajudador do povo em conhecer e obedecer aos mandamentos do Pai.

Também é óbvio que existiam regras que só o ministro estava obrigado a obedecer na sua função qual ministro, pois se tratavam de regras em relação ao seu ministério. Ele devia cumprir o seu ministério. Ele recebeu um mandamento em relação àquela ação específica, logo, ele está cumprindo um mandamento. Como sacerdote, ele seria cobrado em relação a estar ou não, exercendo a sua função de acordo com as regras estabelecidas pelo mandatário.

Por exemplo, o sacerdote continuava praticando ações de “trabalho” no sábado, embora a lei determinasse que ninguém devia “trabalhar” no sábado.

Jesus afirmou:

(Mateus 12:5) 5 Ou, não lestes na Lei que os sacerdotes no templo, nos sábados, não tratam o sábado como sagrado e permanecem sem culpa?

Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 12:5) 5 Ou não lestes na lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado, e ficam sem culpa?

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 12:5) 5 Ou não lestes na Lei que aos sábados os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa?

No entanto, o sacerdote devia obedecer a todas as outras regras adicionais que haviam sido dadas para todo o povo. Ele não estava acima da lei, antes, ele devia ser um exemplo em como cumprir os artigos da lei.

O seu trabalho no templo realizado em um dia de sábado fazia parte das suas atribuições qual sacerdote (ministro). Na sua função qual “ajudador”, ele ajudava a todos “inclusive” no sábado. Não existe descanso para ajudar e aconselhar. O sacerdote não tinha “descanso sabático” na sua função qual ajudador e conselheiro.

Um mandamento dado pelo mandatário determinava que ele devia fazer certos “trabalhos”, inclusive no sábado. Ele estava desempenhando a sua função. No entanto, o sacerdote não devia abandonar o serviço no templo para fazer “a mesma coisa” fora do templo, em proveito pessoal. O seu “trabalho” ali não era em proveito pessoal. Ele não estava correndo atrás do lucro. Correr atrás do lucro (negociar) era o que todos faziam nos demais dias da semana, mas que não deveriam fazer no sábado. “Plantar e colher” também podia fazer parte do objetivo final do “lucro”.

No entanto, o sacerdote estava no seu trabalho. O sacerdote trabalhava para o Pai, exclusivamente para o Pai. Os sacerdotes não deviam ser donos de nenhuma propriedade, não deviam estar envolvidos no plantar e colher. Nesta condição, não estariam trabalhando para si mesmos. Desta forma, embora violassem o sábado, eles ficavam sem culpa, pois estavam obedecendo uma lei específica para eles.

(Números 18:20) 20 E Jeová prosseguiu, dizendo a Arão: “Não terás herança na terra deles e nenhum quinhão se tornará teu no seu meio. Eu sou teu quinhão e tua herança no meio dos filhos de Israel.



Assim verte a Tradução Brasileira:

(Números 18:20) 20 Disse mais Jeová a Arão: Não terás herança na sua terra, nem terás parte entre eles; eu é que sou a tua porção e a tua herança entre os filhos de Israel.



O seu trabalho era ministrar para o povo. Conselheiro para o povo e ajudador do povo – isto era o que o Mandatário esperava do sacerdote. Ele estava trabalhando em prol do povo, ele estava trabalhando na cura do povo.

O trabalho do sacerdote girava em torno do “perdão”.

Todo o seu trabalho no templo girava em torno do perdão que estava sendo dado a todos os que estavam ali no templo, e em certas ocasiões girava em torno do perdão de quem não estava ali no templo.

Percebemos que todo e qualquer pecador podia ser perdoado no sábado.

Será que o sacerdote podia “ensinar” no templo no sábado??

Muitos podiam passar a achar que o “ensinar” também podia ser classificado como uma atividade laboriosa, ou seja, um trabalho.

Não era uma das funções do sacerdote o “ensinar” as leis de Jeová??

No entanto, se algum professor profissional permanecesse exercendo sua atividade “remunerada” aos sábados, ele estaria ofendendo a lei, não é verdade??

Sim.

Estas questões estão sendo aqui levantadas exatamente para ampliar nosso campo de análise em relação ao “trabalho” feito pelo sacerdote aos sábados.

Neste dia havia a proibição da busca de seus lucros e da busca de armazenamento de suas mercadorias. Não deviam comercializar neste dia. Não deviam ir atrás de seus planos egoístas neste dia. Esta proibição era para toda a nação que estava aprendendo a se comportar de um modo santo. Óbvio que o comportamento do sacerdote devia ser de exemplo para toda a nação.

No entanto, embora todo o povo tivesse recebido lotes de terra como propriedades hereditárias, o sacerdote não havia recebido nenhum lote de terra como propriedade.

Será que ele devia comprar lotes de terra e tornar-se um lavrador?? Devia comprar lotes de terras e mandar outros trabalharem para ele como lavradores, enquanto ele se ocupava no templo?? Devia aceitar doações de lotes de terras em Israel?? Devia comprar escravos para trabalharem suas terras conquistadas, bem como armazenarem suas safras e negociá-las?? Os levitas poderiam enriquecer em face do dízimo que recebiam?? Sim, até poderiam. No entanto, não deveriam se tornar proprietários em Israel.

Mesmo depois da primeira destruição de Jerusalém e do seu templo, os mandamentos de Jeová em relação a isto não haviam mudado.

(Ezequiel 44:28) 28 “‘E deve tornar-se deles como herança: Eu sou a sua herança. E não deveis dar-lhes nenhuma propriedade em Israel: Eu sou a sua propriedade.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 44:28) 28 Eles terão uma herança; eu serei a sua herança. Não lhes dareis, portanto, possessão em Israel; eu sou a sua possessão.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 44:28) 28 Eles terão uma herança; eu sou a sua herança. Não lhes dareis possessão em Israel: eu sou a sua possessão.

Neste caso, o próprio Deus Altíssimo informou para o Seu ministro quais eram as suas atribuições dentro do reino de sacerdotes, o que é totalmente lógico e coerente.

Os sacerdotes não deviam ter nenhuma possessão, pois Jeová era a possessão que eles tinham. Neste caso, se um sacerdote decidisse receber um lote de terra como sua possessão, ele estava desobedecendo a um mandamento para ele, pois enquanto os demais podiam ter possessões, ele não devia. Ele estaria cometendo um pecado ao receber uma possessão, qualquer possessão.

Com representantes de Jeová perante o povo, o que estes homens deviam fazer e o que estes homens não deviam fazer?? Existia diferença entre o reino teórico e o reino prático?? O que Jeová estava vendo??

- Ação dos sacerdotes segundo o Deus Altíssimo.

(Ezequiel 22:26) 26 Os próprios sacerdotes dela têm feito violência à minha lei, e eles continuam a profanar meus lugares santos. Não fizeram nenhuma diferença entre a coisa santa e a comum, e nada deram a conhecer entre a coisa impura e a pura, e ocultaram os seus olhos dos meus sábados, e eu sou profanado no meio deles.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 22:26) 26 Os seus sacerdotes violentam a minha lei, e profanam as minhas coisas santas; não fazem diferença entre o santo e o profano, nem ensinam a discernir entre o impuro e o puro; e de meus sábados escondem os seus olhos, e assim sou profanado no meio deles.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 22:26) 26 Os seus sacerdotes violentam a minha lei, e profanam as minhas coisas sagradas. Não distinguem entre o santo e o profano, nem fazem que os homens discernam a diferença entre o imundo e o limpo, e dos meus sábados escondem os seus olhos, e eu sou profanado entre eles.

No lugar de ensinar a lei de Jeová, isto é, os regulamentos saídos da boca de Jeová, estes representantes estavam informando ao povo regulamentos que não condiziam com a vontade de Jeová. Tratava-se de regulamentos que os levavam à condição oposta à de nação santa.

- Ação dos sacerdotes segundo o olhar de Jeová.

(Miquéias 3:11) 11 Seus próprios cabeças julgam apenas por suborno e seus próprios sacerdotes instruem somente por um preço, e seus próprios profetas praticam a adivinhação meramente por dinheiro; contudo, estribam-se em Jeová, dizendo: “Não está Jeová no nosso meio? Não virá sobre nós nenhuma calamidade.”

Assim verte a Tradução Almeida:

(Miquéias 3:11) 11 Os seus chefes dão as sentenças por peitas, e os seus sacerdotes ensinam por interesse, e os seus profetas adivinham por dinheiro; e ainda se encostam ao Senhor, dizendo: Não está o Senhor no meio de nós? nenhum mal nos sobrevirá.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Miquéias 3:11) 11 Os seus cabeças dão sentenças por peitas, os seus sacerdotes ensinam por interesse e os seus profetas adivinham por dinheiro; todavia se encostarão a Jeová, e dirão: Acaso não está Jeová no meio de nós? nenhum mal nos sobrevirá.

Dentro do reino de sacerdotes, nem os sacerdotes estavam cumprindo as suas atribuições, nem os profetas cumpriam as suas atribuições.

- Ação dos sacerdotes segundo o olhar de Jeová

(Sofonias 3:4-5) 4 Seus profetas eram insolentes, homens de traição. Os próprios sacerdotes dela profanavam o que era santo; faziam violência à lei. 5 Jeová era justo no meio dela; não fazia injustiça. Manhã após manhã ele dava a sua própria decisão judicial. De dia não se mostrava carente. Mas o injusto não conhecia vergonha.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Sofonias 3:4-5) 4 Os seus profetas são levianos, homens aleivosos; os seus sacerdotes profanam o santuário, e fazem violência à lei. 5 O Senhor é justo no meio dela; ele não comete iniqüidade; cada manhã traz o seu juízo à luz; nunca falta; o injusto, porém, não conhece a vergonha.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Sofonias 3:4-5) 4 Os seus profetas são levianos, homens traiçoeiros; os seus sacerdotes têm profanado o santuário, têm violado a lei. 5 Jeová no meio dela é justo; ele não fará iniqüidade; de manhã em manhã traz ele à luz o seu juízo; não falha; o injusto, porém, não conhece a vergonha.

- Ação dos sacerdotes segundo o olhar de Jeová. Depoimento de Jeová sobre o reino de sacerdotes.

(Malaquias 1:6-8) 6 “‘O filho, da sua parte, honra o pai; e o servo, seu grandioso amo. Portanto, se eu sou pai, onde está a honra [dada] a mim? E se eu sou um grandioso amo, onde está o medo de mim?’ disse Jeová dos exércitos a vós, sacerdotes, que desprezais o meu nome. “‘E vós dissestes: “De que modo desprezamos o teu nome?”’ 7 “‘[Por] apresentardes sobre o meu altar pão poluído.’ “‘E vós dissestes: “De que modo te poluímos?”’ “‘Por dizerdes: “A mesa de Jeová é algo desprezível.” 8 E ao apresentardes um [animal] cego para ser sacrificado: “Não é mau.” E ao apresentardes um [animal] coxo ou doente: “Não é mau.”’” “Leva-o perto ao teu governador, por favor. Terá ele prazer em ti ou receber-te-á bondosamente?” disse Jeová dos exércitos.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Malaquias 1:6-8) 6 O filho honra o pai, e o servo ao seu amo; se eu, pois, sou pai, onde está a minha honra? e se eu sou amo, onde está o temor de mim? diz o Senhor dos exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome. E vós dizeis: Em que temos nós desprezado o teu nome? 7 Ofereceis sobre o meu altar pão profano, e dizeis: Em que te havemos profanado? Nisto que pensais, que a mesa do Senhor é desprezível. 8 Pois quando ofereceis em sacrifício um animal cego, isso não é mau? E quando ofereceis o coxo ou o doente, isso não é mau? Ora apresenta-o ao teu governador; terá ele agrado em ti? ou aceitará ele a tua pessoa? diz o Senhor dos exércitos.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Malaquias 1:6-8) 6 O filho honra a seu pai, e o servo a seu amo; se eu, pois, sou pai, onde está a minha honra? e se sou amo, onde está o temor de mim? diz Jeová dos exércitos a vós, ó sacerdotes, que desprezais o meu nome. Vós dizeis: Em que temos desprezado o teu nome? 7 Ofereceis sobre o meu altar pão profano, e dizeis: Em que te havemos profanado? Nisto que dizeis: A mesa de Jeová é desprezível. 8 Quando oferecerdes em sacrifício um animal cego, isso não é mau? e quando oferecerdes o que é coxo e doente, isso não é mau? Apresenta-o, pois, ao teu governador; acaso terá ele agrado em ti? ou aceitará ele a tua pessoa? diz Jeová dos exércitos.

Bem, pudemos perceber que os sacerdotes não estavam cumprindo a sua função. Percebemos que os sacerdotes através de suas palavras e de suas ações descumpriam aquilo que o Deus Altíssimo esperava deles.

Percebemos também que Jeová não os obrigava a fazer as coisas do jeito que Ele queria.

Percebemos que Jeová não agia qual imperador, ou seja, aquele que impera e prevalece sobre os demais.

Imperar – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): exercer poder supremo sobre; prevalecer; dominar...; forçar a produzir....

imperar

v. (1553) 1 t.d.,t.i.int. p.us. exercer poder supremo sobre; governar <César imperava (sobre) vasta região> <de D. Pedro II se disse que imperava com bom senso e moderação> 2 t.d. dar ordens a; mandar, comandar <viu-o convocar e i. as forças do mal> 3 t.i.int. exercer influência ou predomínio sobre; dominar, prevalecer <uma sociedade anárquica, em que impera o abuso sob todas as formas> <lá imperava a anarquia> ¤ etim lat. impèro,as,ávi,átum,áre 'tomar medidas, determinar, forçar a produzir, comandar, ordenar', der. com apofonia de in + paro


Diferente dos demais reis, Jeová não agia qual imperador, impondo aos súditos a Sua vontade. Diferente dos demais reis, além de ensinar e praticar a plena igualdade com todos os súditos, Jeová respeitava o livre-arbítrio de cada súdito.

Percebemos que o Pai desejava que o seu reino fosse permeado e se destacasse pelo respeito ao livre-arbítrio.

Jeová continuava regendo “apesar” das coisas não estarem segundo o projeto informado.

Também percebemos que outras pessoas haviam recebido “funções” adicionais, como por exemplo, os profetas. Ainda havia o povo a quem estes homens deviam ministrar. Sendo “funções” diferentes, cada um deveria cuidar de suas “obrigações”, conforme haviam sido informados pelo Deus Altíssimo, Aquele que havia projetado a “função” de cada um deles.

Os profetas não deviam agir como os sacerdotes e vice e versa, pois neste reino nem todos eram sacerdotes e nem todos eram profetas, mas todos formavam uma nação que deveria agir como uma nação santa.



O profeta

Como é que os sacerdotes ficariam sabendo sobre suas funções de acordo com o projeto existente na mente de Jeová?? No projeto, como os sacerdotes seriam informados a respeito das leis e regulamentos do reino??

Bem, esta foi a função que Jeová deu ao “profeta”.

Quando havia informações a serem dadas ao rei, ao sacerdote, a alguém específico dentro do povo ou ao povo com um todo, Jeová escolhia um profeta, isto é, um mensageiro, entregava a este a mensagem e lhe indicava o destinatário de tal mensagem.

Assim definiu Jeová qual seria atuação do “profeta”.

(Êxodo 7:1-2) 7 Por conseguinte, Jeová disse a Moisés: “Vê, eu te fiz Deus para Faraó, e Arão, teu próprio irmão, se tornará teu profeta. 2 Tu — tu falarás tudo o que eu te ordenar; e Arão, teu irmão, é quem falará a Faraó, e este tem de mandar os filhos de Israel para fora do seu país.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Êxodo 7:1-2) 1 Então disse o Senhor a Moisés: Eis que te tenho posto como Deus a Faraó, e Arão, teu irmão, será o teu profeta. 2 Tu falarás tudo o que eu te mandar; e Arão, teu irmão, falará a Faraó, que deixe ir os filhos de Israel da sua terra.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo 7:1-2)1 Disse Jeová a Moisés: Vê que te hei posto como Deus a Faraó, e Arão, teu irmão, será o teu profeta. 2 Tu falarás tudo o que eu te ordenar; e Arão, teu irmão, falará a Faraó, para que deixe ir da sua terra os filhos de Israel.



Ficou bem claro sobre qual seria a função do profeta, não ficou??

Na função de profeta, o que faria Arão??





Na função de profeta, Arão somente repetiria aquilo que Moisés falasse para ele e retransmitiria para Faraó exatamente aquilo que Moisés lhe falasse e que tivesse a Faraó como destinatário.

Na verdade, a função de um profeta é repetir para um destinatário e com exatidão, a informação que foi dada a ele por alguém.



Repetir a mensagem dada por alguém com destino a outro alguém.

Que outra coisa pudemos perceber na relação Jeová, Moisés, Arão e Faraó??

Percebemos que Arão não passou a ser profeta de Jeová. Arão passou a ser profeta de Moisés.

O que Jeová via nesta situação??

Percebemos que Jeová não afirmou que Arão passaria a ser o Seu profeta.

O profeta escolhido por Jeová era Moisés. Moisés continuaria sendo o profeta de Jeová, pois seria exclusivamente para Moisés quem Jeová falaria a mensagem a ser dada a Faraó, o destino final da mensagem.

Que diferença existia??

O que era o profeta?? Tal qual o sacerdote, ele também era um ministro do Mandatário. Ele tinha uma função diferente da função do sacerdote, no entanto, ele era igualmente um ministro.

Não havendo mensagem não existe profeta.



O profeta perderia o seu livre-arbítrio??

Não, não perderia.

Ele poderia omitir detalhes de uma mensagem ou ainda acrescentar alguma coisa que não havia sido dita por Deus. Dependendo das circunstâncias, o profeta também poderia colocar palavras na boca de Deus. Como ele faria isto?? Por supor que Deus falaria algo ou faria algo em relação a determinada situação da qual Jeová não falou absolutamente nada com o profeta, por exemplo, em uma situação aflitiva para alguém conhecido, amigo ou inimigo do ponto de vista dele. Quando questionado sobre como resolver um problema qualquer, o profeta poderia presumir uma resposta, que segundo ele seria dada pelo Pai. Poderia também presumir uma inimizade de Jeová para com o destinatário da mensagem.

Será que Jeová permitiria que uma coisa dessas acontecesse no “reino de sacerdotes”??

No caso de permitir, que tipo de reação teria Jeová em relação ao profeta??

No caso de falsos profetas, ou seja, profetas que falassem coisas que Jeová não falou, o que previu Jeová e informou a Moisés?? Previu Jeová o surgimento de falsos profetas??

(Deuteronômio 18:20-22) 20 “‘No entanto, o profeta que presumir de falar em meu nome alguma palavra que não lhe mandei falar ou que falar em nome de outros deuses, tal profeta terá de morrer. 21 E caso digas no teu coração: “Como saberemos qual a palavra que Jeová não falou?” 22 quando o profeta falar em nome de Jeová e a palavra não suceder nem se cumprir, esta é a palavra que Jeová não falou. O profeta proferiu-a presunçosamente. Não deves ficar amedrontado por causa dele.’



Assim verte a Tradução Almeida:

(Deuteronômio 18:20-22) 20 Mas o profeta que tiver a presunção de falar em meu nome alguma palavra que eu não tenha mandado falar, ou o que falar em nome de outros deuses, esse profeta morrerá. 21 E, se disseres no teu coração: Como conheceremos qual seja a palavra que o Senhor falou? 22 Quando o profeta falar em nome do Senhor e tal palavra não se cumprir, nem suceder assim, esta é a palavra que o Senhor não falou; com presunção a falou o profeta; não o temerás.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Deuteronômio 18:20-22) 20 Mas o profeta que se houver com presunção, falando em meu nome uma palavra que não lhe ordenei falar, ou que falar em nome de outros deuses, esse profeta morrerá. 21 Se disseres no teu coração: Como poderemos conhecer a palavra que Jeová não falou? 22 Quando um profeta falar em nome de Jeová, se a coisa não se cumprir, tal coisa Jeová não falou; o profeta a falou com presunção, não terás medo dele.

Uma coisa ficou bem clara. Haveria falsos profetas. Também haveria a incerteza quanto a saber se a palavra falada pelo profeta era verdadeira ou falsa. Quem poderia saber se a palavra falada pelo profeta era verdadeira?? Quem poderia saber?? Quem poderia saber com plena certeza?? Ninguém naquele reino de sacerdotes tinha a condição de saber. Quem havia sido constituído testemunha do sonho ou da visão do profeta?? Será que Jeová havia criado a figura da testemunha para fiscalizar a atuação do profeta que Ele escolhesse??

O que ficou bem claro é que Jeová não impediria nenhuma destas coisas.

Os humanos tinham um problema. Os humanos deviam conviver com este problema.

Será que humanos tiveram a coragem de fazerem tal coisa, isto é, falar palavras que Jeová não tinha falado, afirmando que Jeová as havia dito??

Para não deixar nenhuma dúvida, vamos ver as coisas do ponto de vista de Jeová.

Tempos depois de Moisés, séculos depois, Jeová passou a informar para um mensageiro escolhido por Ele as seguintes palavras:

(Ezequiel 13:1-3) 13 E continuou a vir a haver para mim a palavra de Jeová, dizendo: 2 Filho do homem, profetiza a respeito dos profetas de Israel, que estão profetizando, e tens de dizer aos que profetizam do seu próprio coração:Ouvi a palavra de Jeová. 3 Assim disse o Soberano Senhor Jeová: “Ai dos profetas estúpidos que estão andando atrás do seu próprio espírito, quando não viram coisa alguma!

Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 13:1-3) 1 E veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: 2 Filho do homem, profetiza contra os profetas de Israel e dize a esses videntes que só profetizam o que vê o seu coração: Ouvi a palavra do Senhor. 3 Assim diz o Senhor Deus: Ai dos profetas insensatos, que seguem o seu próprio espírito, e não viram nada!

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 13:1-3) 1 Veio a mim a palavra de Jeová, dizendo: 2 Filho do homem, profetiza contra os profetas de Israel que profetizam do seu coração: Ouvi a palavra de Jeová. 3 Assim diz o Senhor Jeová: Ai dos profetas insensatos, que seguem o seu próprio espírito, e não viram nada!



Continuou Jeová falando:

(Ezequiel 13:6-7) 6 Visionaram o que é inverídico e uma adivinhação mentirosa, os que estão dizendo: ‘A pronunciação de Jeová é’, quando o próprio Jeová não os enviou, e eles esperavam que se cumprisse a palavra. 7 Acaso não é uma visão inverídica a que visionastes e uma adivinhação mentirosa a que dissestes, dizendo: ‘A pronunciação de Jeová é’, quando eu mesmo não falei nada?”’

Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 13:6-7) 6 Viram vaidade e adivinhação mentirosa os que dizem: O Senhor diz; quando o Senhor não os enviou; e esperam que seja cumprida a palavra. 7 Acaso não tivestes visão de vaidade, e não falastes adivinhação mentirosa, quando dissestes: O Senhor diz; sendo que eu tal não falei?

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 13:6-7) 6 Viram vaidade e adivinhação mentirosa, os que dizem: Jeová diz; quando Jeová os não enviou. Fizeram que os homens esperassem fosse cumprida a palavra. 7 Acaso não tivestes visão de vaidade, e não falastes adivinhação mentirosa, porquanto dizeis: Jeová diz; sendo que eu não falei?



Ficou bem claro, não ficou?? Estes profetas colocavam palavras na boca de Jeová, não colocavam??



O que este homens estão fazendo??

Pessoas que não haviam recebido nenhuma mensagem de Jeová estavam divulgando mensagens que afirmavam terem recebido de Jeová.

Que desejo expressou o Pai??

(Jeremias 23:28) 28 O profeta com quem há um sonho narre o seu sonho; mas aquele com quem está a minha palavra fale a minha palavra verazmente.” “Que tem a palha que ver com o grão?” é a pronunciação de Jeová.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Jeremias 23:28) 28 O profeta que tem um sonho conte o sonho; e aquele que tem a minha palavra, fale fielmente a minha palavra. Que tem a palha com o trigo? diz o Senhor.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 23:28) 28 O profeta que tem um sonho, conte um sonho; e o que tem a minha palavra, fale a minha palavra fielmente. Que tem a palha com o trigo? diz Jeová.

O profeta a quem Ele falasse uma palavra devia repetir a palavra falada de forma veraz, o que representava não omitir nada e não acrescentar nada.

Jeová revelou o que Ele estava vendo acontecer no “reino de sacerdotes”, isto é, na nação que devia mostrar ter aprendido a ser “nação santa”.

Alguém ainda poderá questionar: Mas, Jeová permitia que isto acontecesse?? Jeová permitia que as pessoas fossem enganadas pelas falsas palavras ditas pelos profetas??

O normal não seria Jeová IMPEDIR que coisas deste tipo ocorressem neste “reino de sacerdotes”?? Não aparentava ser um reino sem “controle”?? Muitos podiam afirmar que Jeová não estava “controlando” a situação. Muitos afirmam que o reino tinha de ser mantido sob controle. Muitos afirmam que deveria haver “ações restritivas”, visando o bem estar do povo.

Controlar – esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): exercer ação restritiva sobre, conter, regular; assegurar o controle; manter o domínio.

controlar

v. (1919) 1 t.d. submeter a exame e vigilância estritos; fiscalizar, monitorar <c. a taxa de glicose de um diabético> <c. a produção para melhorar a qualidade> 2 t.d. exercer ação restritiva sobre; conter, regular <c. gastos> 3 t.d. assegurar o controle imediato de (algo), por meio de reflexo motor, ou por habilidade <não foi possível c. o carro> <o jogador não conseguiu c. a bola> 4 t.d. exercer poder, autoridade sobre (alguém ou algo); manter sob o próprio domínio; dominar <não consegue mais c. os filhos> <os britânicos controlaram Hong Kong por mais de 100 anos> 5 t.d. e pron. moderar (os próprios impulsos); dominar(-se), conter(-se) <c. as paixões> <controlou-se para não perder a paciência> ¤ etim fr. contrôler 'id.' ¤ ant descontrolar ¤ hom controle(1ª3ªp.s.), controles(2ªp.s.) / controle \ô\ (s.m.) e pl.




Bem, não podemos esquecer que Jeová respeita o livre-arbítrio. Neste caso, Ele não impediria a pessoa de falar. Jeová não restringia o profeta assim como não restringia o sacerdote.

E depois que a pessoa falasse, Ele matava imediatamente tal pessoa para provar que tal pessoa era um falso profeta??

Jeová também não fez isto.

Neste caso, a situação estava crítica. Os profetas colocavam palavras na boca de Jeová, os sacerdotes faziam violência contra a lei de Jeová, sendo que o povo respeitava o sacerdote e o profeta, além do que, concordavam plenamente com as palavras faladas pelos profetas e pelos sacerdotes.

O que isto revelava??

Revelava que todos eram cúmplices. Era exatamente aquilo que eles desejavam ouvir. Era exatamente aquilo que eles desejavam que fosse feito.

Vejamos o que Jeová falou sobre esta situação calamitosa:

(Jeremias 5:30-31) 30 Uma situação assombrosa, mesmo uma coisa horrível fez-se existir no país: 31 Os próprios profetas realmente profetizam em falsidade; e quanto aos sacerdotes, estão subjugando segundo os seus poderes. E meu próprio povo amou-o assim; e que fareis vós ao final disso?”

Assim verte a Tradução Almeida:

(Jeremias 5:30-31) 30 Coisa espantosa e horrenda tem-se feito na terra: 31 os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam por intermédio deles; e o meu povo assim o deseja. Mas que fareis no fim disso?

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 5:30-31) 30 Coisa espantosa e horrenda tem-se feito na terra: 31 os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam por meio deles; e o meu povo assim o quer. Que fareis no fim disto?

Realmente, tratava-se de uma coisa espantosa e horrenda.

Será que desta forma eles conseguiriam se transformar em uma nação santa??

O que isto revelava??

Revelava claramente que o reino prático mostrava ser bem diferente do reino teórico.

Jeová, a Fonte das informações, sempre tinha um objetivo em mente ao expor as suas palavras, palavras que eram fruto dos Seus pensamentos.

Assim falou Jeová para um dos mensageiros que Ele escolheu:

(Isaías 55:10-11) 10 Pois assim como desce dos céus a chuvada e a neve, e não volta àquele lugar, a menos que realmente sature a terra e a faça produzir e brotar, e se dê de fato semente ao semeador e pão ao comedor, 11 assim mostrará ser a minha palavra que sai da minha boca. Não voltará a mim sem resultados, mas certamente fará aquilo em que me agradei e terá êxito certo naquilo para que a enviei.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Isaías 55:10-11) 10 Porque, assim como a chuva e a neve descem dos céus e para lá não tornam, mas regam a terra, e a fazem produzir e brotar, para que dê semente ao semeador, e pão ao que come, 11 assim será a palavra que sair da minha boca: ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Isaías 55:10-11) 10 Assim como do céu desce a chuva e a neve, e para lá não torna, mas rega a terra, e a faz produzir e brotar, e dá semente ao que semeia e pão ao que come; 11 assim será a minha palavra que sair da minha boca. Não tornará para mim vazia, mas efetuará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei.

Ficou bem claro, não ficou??

Jeová ratifica que a “palavra” saída da Sua boca tinha um objetivo específico:

(Jeremias 23:29) 29 Não é a minha palavra correspondentemente como um fogo”, é a pronunciação de Jeová, “e como o malho que despedaça o rochedo?”



Assim verte a Versão Almeida:

(Jeremias 23:29) 29 Não é a minha palavra como fogo, diz o Senhor, e como um martelo que esmiúça a pedra?

Assim verte a Versão Brasileira:

(Jeremias 23:29) 29 Acaso não é a minha palavra como fogo? diz Jeová; e como um martelo que faz as pedras em pedaços?

Ficou bem claro sobre o poder das palavras saídas da boca de Jeová.

Será que as outras palavras tinham algum poder benéfico??

O objetivo de Jeová era formar uma “nação santa”. Ele não ficou apenas no objetivo. Ele produziu uma forma teórica de transformar aquela nação em uma nação santa. Agora, depois de plenamente informados em como agir, cabia a esta nação escolhida fazer a parte prática. No entanto, só fariam isto depois de concordarem plenamente com Jeová.

No entanto, o que realmente aconteceu??

O que Jeová falou a este respeito??

(Jeremias 2:21) 21 E no que se refere a mim, eu te tinha plantado como videira seleta de casta tinta, toda ela [de] semente verdadeira. Portanto, como é que te transformaste para mim em [varas] degeneradas duma videira estrangeira?’

Assim verte a Tradução Almeida:

(Jeremias 2:21) 21 Todavia eu mesmo te plantei como vide excelente, uma semente inteiramente fiel; como, pois, te tornaste para mim uma planta degenerada, de vida estranha?

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 2:21) 21 Todavia eu te plantei como uma vide escolhida, toda semente da verdade; como, pois, te tornaste para mim numa planta degenerada de vida estranha?

Eu te plantei com uma semente fiel, semente verdadeira, no entanto, tu te transformaste em uma planta degenerada”.

O que é degenerado??

Degenerado - Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): “que perdeu ou teve alteradas as qualidades próprias de sua espécie....”

degenerado

adj. (sXV) 1 que degenerou 2 que perdeu ou teve alteradas as qualidades próprias de sua espécie (diz-se do ser vivo); abastardado 3 que passou a um estado ou condição qualitativamente inferior; decaído 4 fís.quânt que apresenta o mesmo nível de energia (diz-se de estado diferente) 5 gen diz-se do código genético, devido à existência de mais de um códon codificando o mesmo aminoácido ¤ etim part. de degenerar ¤ sin/var ver sinonímia de devasso ¤ ant ver antonímia de devasso


O primeiro reino de sacerdotes se tornou um reino degenerado em relação ao que havia sido projetado.

Em face de ter-se tornado um reino degenerado, que palavras podia Jeová falar para tais sacerdotes??

(Malaquias 2:7-9) 7 Pois, são os lábios do sacerdote que devem guardar o conhecimento e da sua boca devem as pessoas procurar [a] lei; porque ele é o mensageiro de Jeová dos exércitos. 8 Mas vós, homens — vós vos desviastes do caminho. Fizestes muitos tropeçar na lei. Arruinastes o pacto de Levi”, disse Jeová dos exércitos. 9 E também eu, da minha parte, certamente farei que sejais desprezados e rebaixados para todo o povo, porquanto não guardastes meus caminhos, porém, mostrastes parcialidade na lei.”



Assim verte a Tradução Almeida:

(Malaquias 2:7-9) 7 Pois os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens procurar a instrução, porque ele é o mensageiro do Senhor dos exércitos. 8 Mas vós vos desviastes do caminho; a muitos fizestes tropeçar na lei; corrompestes o pacto de Levi, diz o Senhor dos exércitos. 9 Por isso também eu vos fiz desprezíveis, e indignos diante de todo o povo, visto que não guardastes os meus caminhos, mas fizestes acepção de pessoas na lei.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Malaquias 2:7-9) 7 Pois os lábios do sacerdote devem guardar a ciência, e da sua boca devem os homens procurar a lei; porque ele é o mensageiro de Jeová dos exércitos. 8 Mas vós vos tendes desviado do caminho; e tendes feito a muitos tropeçar na lei; tendes corrompido a aliança de Levi, diz Jeová dos exércitos. 9 Portanto também eu vos tenho feito desprezíveis e vis diante de todo o povo, assim como vós não tendes observado os meus caminhos, mas vos tendes deixado levar de respeitos humanos na lei.

Eles seriam rebaixados, humilhados perante o povo, pois eles mesmos haviam se enaltecido diante do povo como os escolhidos do Deus Altíssimo que realmente eram. Eles haviam usado o cargo que ocupavam para se colocarem acima do povo em grau de importância e valor. Passaram a atribuir a si mesmos Altos valores, o que acarretava a prática da desigualdade.



O PROJETO NÃO MUDA. Continua um reino de sacerdotes. Continua o mesmo “reinar”.

UM NOVO GRUPO DE SACERDOTES – o que precisam fazer??

A vontade de Deus permanece e Ele mantém um reino de sacerdotes objetivando formar uma nação santa.

(Revelação 5:9-10) 9 E cantam um novo cântico, dizendo: “Digno és de tomar o rolo e de abrir os seus selos, porque foste morto e com o teu sangue compraste pessoas para Deus, dentre toda tribo, e língua, e povo, e nação, 10 e fizeste deles um reino e sacerdotes para o nosso Deus, e hão de reinar sobre a terra.”

Assim verte a Tradução Almeida:

(Apocalipse 5:9-10) 9 E cantavam um cântico novo, dizendo: Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, e língua, e povo e nação; 10 e para o nosso Deus os fizeste reino, e sacerdotes; e eles reinarão sobre a terra.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Apocalipse 5:9-10) 9 E cantavam um novo cântico, dizendo: Digno és de receber o livro e de abrir os seus selos, porque foste morto e compraste para Deus com o teu sangue homens de toda a tribo, e língua, e povo e nação, 10 e lhes fizeste para nosso Deus reino e sacerdotes, e reinarão sobre a terra.

A vontade de Deus permanece e Ele mantém um reino de sacerdotes objetivando formar uma nação santa.

O reino de sacerdotes formado com as primícias e com os gentios reinarão sobre a terra.

(Revelação 20:6) 6 Feliz e santo é todo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes a segunda morte não tem autoridade, mas serão sacerdotes de Deus e do Cristo, e reinarão com ele [durante] os mil anos.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Apocalipse 20:6) 6 Bem-aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte; mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Apocalipse 20:6) 6 Bem-aventurado e santo é o que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes a segunda morte não tem poder, mas serão sacerdotes de Deus e de Cristo, e reinarão com ele durante os mil anos.

A função de sacerdote permaneceu, assim como suas atribuições, muito embora não houvesse mais o sacrifício de animais. Os sacrifícios de animais foram descontinuados.

Jesus não mandou os seus discípulos sacrificarem nenhum tipo de animal.

Que período especial é citado na revelação a João quando estes sacerdotes cumpririam a função “quais reis” diante do Pai??

Que período de mil anos é este??

(Revelação 20:1-6) 20 E eu vi descer do céu um anjo com a chave do abismo e uma grande cadeia na mão. 2 E ele se apoderou do dragão, a serpente original, que é o Diabo e Satanás, e o amarrou por mil anos. 3 E lançou-o no abismo, e fechou e selou [este] sobre ele, para que não mais desencaminhasse as nações até que tivessem terminado os mil anos. Depois destas coisas terá de ser solto por um pouco. 4 E eu vi tronos, e havia os que se assentavam neles, e foi-lhes dado poder para julgar. Sim, vi as almas dos executados com o machado, pelo testemunho que deram de Jesus e por terem falado a respeito de Deus, e os que não tinham adorado nem a fera nem a imagem dela, e que não tinham recebido a marca na sua testa e na sua mão. E passaram a viver e reinaram com o Cristo por mil anos. 5 (Os demais mortos não passaram a viver até terem terminado os mil anos.) Esta é a primeira ressurreição. 6 Feliz e santo é todo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes a segunda morte não tem autoridade, mas serão sacerdotes de Deus e do Cristo, e reinarão com ele [durante] os mil anos.





Os antigos sacerdotes eram todos da tribo de Levi, dos filhos de Arão e da família de Zadoque, no entanto, estes outros sacerdotes seriam escolhidos dentre toda tribo e povo e nação e língua.

De onde seriam escolhidos estes sacerdotes???



Entre os escolhidos, quem conseguiria cumprir plenamente a sua função de sacerdote??

(Revelação 2:11) 11 Quem tem ouvido ouça o que o espírito diz às congregações: Àquele que vencer, a segunda morte de modo algum fará dano.’

Assim verte a Tradução Almeida:

(Apocalipse 2:11) 11 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. O que vencer, de modo algum sofrerá o dado da segunda morte.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Apocalipse 2:11) 11 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. O vencedor nada sofrerá da segunda morte.

O sacerdote devia ser um “vencedor”.

Que tipo de vitória deviam ter??

(Revelação 3:21-22) 21 Àquele que vencer, concederei assentar-se comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com o meu Pai no seu trono. 22 Quem tem ouvido ouça o que o espírito diz às congregações.’”

Assim verte a Tradução Almeida:

(Apocalipse 3:21) 21 Ao que vencer, eu lhe concederei que se assente comigo no meu trono.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Apocalipse 3:21) 21 Ao vencedor, fá-lo-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como eu venci e sentei-me com meu Pai no seu trono.

A vitória do sacerdote devia ser igual à vitória que Jesus teve. O rei sacerdote devia ter a mesma vitória obtida pelo rei sacerdote Jesus. Ele devia copiar a Jesus.

Jesus estava revelando ao humano COMO um sacerdote devia cumprir a sua função.

Jesus estava revelando ao humano COMO um rei devia cumprir a sua função.



Quem seriam os reis sacerdotes??

Sobre quem reinou Jesus quando humano?? Sobre amigos??

Onde estes sacerdotes deviam exercitar o seu reinar?? Em que condições exerceriam o seu reinar??

(Mateus 10:16-22) 16 Eis que eu vos envio como ovelhas no meio de lobos; portanto, mostrai-vos cautelosos como as serpentes, contudo, inocentes como as pombas. 17 Guardai-vos dos homens; pois eles vos entregarão aos tribunais locais e vos açoitarão nas suas sinagogas. 18 Ora, sereis arrastados perante governadores e reis, por minha causa, em testemunho para eles e para as nações. 19 No entanto, quando vos entregarem, não fiqueis ansiosos quanto a como ou o que haveis de falar; porque naquela hora vos será dado o que haveis de falar; 20 pois, quem fala não sois apenas vós, mas é o espírito de vosso Pai, que fala por meio de vós. 21 Além disso, irmão entregará irmão à morte, e o pai ao seu filho, e os filhos se levantarão contra os pais e os farão matar. 22 E vós sereis pessoas odiadas por todos, por causa do meu nome; mas aquele que tiver perseverado até o fim é o que será salvo.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 10:16-22) 16 Eu vos envio como ovelhas no meio de lobos; sede, pois, prudentes como as serpentes, e simples como as pombas. 17 Guardai-vos, porém, dos homens; porque vos entregarão aos tribunais, e vos açoitarão nas suas sinagogas; 18 por minha causa sereis levados à presença dos governadores e dos reis, para lhes servir de testemunho a eles e aos gentios. 19 Mas quando vos entregarem, não cuideis como ou o que haveis de falar; porque naquela hora vos será dado o que haveis de dizer. 20 Pois não sois vós os que falais, mas é o Espírito de vosso Pai o que fala em vós. 21 Irmãos entregarão à morte a irmãos, e pais a filhos; filhos se levantarão contra seus pais, e os farão morrer. 22 Sereis odiados de todos por causa do meu nome; mas quem perseverar até o fim, esse será salvo.

O reinar destes sacerdotes (ajudadores; paráclitos) seria entre os inimigos, entre pessoas conhecidas que os odiariam em face do seu reinar.



A única cerimônia que Jesus instituiu para seus discípulos foi assim descrita por um dos participantes:

(Mateus 26:26-30) 26 Ao continuarem a comer, Jesus tomou um pão, e, depois de proferir uma bênção, partiu-o, e, dando-o aos discípulos, disse: “Tomai, comei. Isto significa meu corpo.” 27 Tomou também um copo, e, tendo dado graças, deu-lho, dizendo: “Bebei dele, todos vós; 28 pois isto significa meu ‘sangue do pacto’, que há de ser derramado em benefício de muitos, para o perdão de pecados. 29 Eu vos digo, porém: Doravante, de modo algum beberei deste produto da videira, até o dia em que o beberei novo, convosco, no reino de meu Pai.” 30 Por fim, depois de cantarem louvores, saíram para o Monte das Oliveiras.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 26:26-30) 26 Enquanto comiam, Jesus tomou o pão e, abençoando-o, o partiu e o deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei; isto é o meu corpo. 27 E tomando um cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; 28 pois isto é o meu sangue, o sangue do pacto, o qual é derramado por muitos para remissão dos pecados. 29 Mas digo-vos que desde agora não mais beberei deste fruto da videira até aquele dia em que convosco o beba novo, no reino de meu Pai. 30 E tendo cantado um hino, saíram para o Monte das Oliveiras.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 26:26-30) 26 Estando eles comendo, tomou Jesus o pão e, tendo dado graças, partiu-o e deu aos discípulos, dizendo: Tomai e comei; este é o meu corpo. 27 Tomando o cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; 28 porque este é o meu sangue, o sangue da aliança, que é derramado por muitos para remissão de pecados. 29 Mas digo-vos que desta hora em diante não beberei deste fruto da videira, até aquele dia em que o hei de beber novo convosco no reino de meu Pai. 30 Tendo cantado um hino, saíram para o monte das Oliveiras.

Tratava-se da páscoa. Tratava-se de um costume instituído pelo próprio Jeová quando os israelitas ainda estavam no Egito.

(Êxodo 12:17-18) 17 “‘E tereis de guardar a festividade dos pães não fermentados, porque neste mesmo dia terei de fazer os vossos exércitos sair da terra do Egito. E tereis de guardar este dia nas vossas gerações como estatuto por tempo indefinido. 18 No primeiro mês, no dia quatorze do mês, à noitinha, deveis comer pães não fermentados, até o dia vinte e um do mês, à noitinha.

Assim verte a Tradução Almeida

(Êxodo 12:17-18) 17 Guardareis, pois, a festa dos pães ázimos, porque nesse mesmo dia tirei vossos exércitos da terra do Egito; pelo que guardareis este dia através das vossas gerações por estatuto perpétuo. 18 No primeiro mês, aos catorze dias do mês, à tarde, comereis pães ázimos até vinte e um do mês à tarde.

Assim verte a Tradução Brasileira

(Êxodo 12:17-18) 17 Guardareis a festa dos pães asmos, porque nesse mesmo dia fiz sair os vossos exércitos da terra do Egito; portanto observareis este dia de geração em geração por estatuto perpétuo. 18 No primeiro mês, aos quatorze dias do mês, à tarde, comereis pães asmos, até os vinte e um dias do mês à tarde.

E tereis de guardar este dia em vossas gerações como estatuto por tempo indefinido.

Tratava-se de um marco histórico. Tratava-se do dia da libertação da condição de escravo no Egito. Tratava-se do dia da saída do povo da terra do Egito, logo, tratava-se de um dia de drástica mudança para a vida do povo. A partir daquele momento, o dia a dia do povo passaria a ser diferente. Devia ser lembrado este dia; não devia ser esquecida a condição de escravos que tinham vivido no Egito. Não deviam se esquecer de como era ruim a condição de ser escravo de outro ser humano. Em face disto, não deveriam escravizar a nenhum ser humano, tampouco desejar fazê-lo.



Para o discípulo de Jesus esta data devia marcar a libertação daquele aprisionamento imposto pelos sacerdotes, juntamente com aquelas leis de violência contra os pecadores com ações de intolerância e morte para os pecadores. Tratava-se do aprisionamento a um estado cego, a um estado insensível e a forma de vida de um justiceiro, isto é, uma filosofia de vida de um justiceiro. Tratava-se da liberdade do “império do medo” imposto por Moisés. Tratava-se da liberdade do imperialismo. Tratava-se de aprender a viver o livre-arbítrio, pois se tratava do reino do livre-arbítrio.

Novamente, o perdão. O sacerdote conviveria diariamente com o perdão. O sacerdote praticaria permanentemente o perdão. A filosofia de vida do sacerdote seria o perdão.

Tratava-se da libertação de um sistema de coisas baseada na busca e no armazenamento de coisas materiais e de coisas consideradas preciosas, o que leva à riqueza, e, como efeito colateral viria a pobreza, o que mostrava ser uma forma de vida que exaltava o egoísmo em todas as suas formas.

O sacerdote permaneceria não recebendo possessões. O sacerdote permaneceria agindo como conselheiro para o povo. O sacerdote permaneceria agindo como ajudador do povo. Jesus viveu a função de sacerdote e reinou qual sacerdote, sentando-se no trono de sacerdote. Jesus revelou como um sacerdote deve cumprir a sua função.

No egoísmo, as pessoas se preocupam em satisfazerem suas vontades, sem se importarem com a qualidade de vida do próximo.

Trava-se de uma forma de vida em que os ricos desconsideravam as necessidades dos pobres tanto por ação como por omissão. Depois de acumularem coisas, busca-se viver despreocupadamente usufruindo o que foi acumulado. Neste momento, a preocupação está em defender o que já está acumulado, para que este não acabe.

Tratava-se de uma forma de vida comandada pela competição, havendo melhores e piores, havendo vencedores e perdedores, havendo os mais importantes e os menos importantes.

Tratava-se de uma forma de vida na qual as pessoas amavam e cultuavam a desigualdade. Tratava-se de uma forma de vida em que as pessoas do “reino de sacerdotes” sentiam-se superiores àqueles que não faziam parte da nação supostamente santa, isto é, os “circuncisos” sentiam-se superiores aos “incircuncisos”. Os circuncisos atribuíam um Baixo valor aos incircuncisos. Os filhos primogênitos eram considerados especiais em relação aos demais filhos. Existiam pessoas privilegiadas em relação a outras pessoas. Os homens eram vistos como superiores às mulheres. Para os circuncisos, o Pai não tinha os incircuncisos como pessoas igualmente valiosas diante Dele. É óbvio que se não as viam como iguais, não podiam tratá-las como iguais. É obvio que o tratamento que davam a estas pessoas era fruto do baixo valor que era atribuído a estas pessoas.

Qual o resultado?? Não se importavam com o que fosse acontecer com elas. Mais do que isto, desejavam a destruição de tais pessoas para que o mundo se tornasse um lugar melhor para se viver.

Quando os outros reinos soubessem destes sentimentos nutridos contra eles por este reino de sacerdotes, como reagiriam?? Que sentimentos passariam a ter "tais reinos desprezados”, por aquelas pessoas que compunham o reino de sacerdotes??

Decerto atrairiam sobre si uma espécie de ódio, em face do desprezo gratuito que revelavam ter pelos demais povos em face do baixo valor que atribuíam a tais pessoas.

Outras pessoas poderiam sentir piedade de tais pessoas tão soberbas.

Decerto, o egoísmo das pessoas que compunham o reino de sacerdotes geraria a insensibilidade no reino de sacerdotes. O somatório dos sentimentos das pessoas do reino de sacerdotes formaria o perfil do reino de sacerdotes.

Tratava-se de uma geração que se caracterizava pela insensibilidade.

Insensibilidadeesta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): desprovido de sensibilidade; incapaz de experimentar sentimentos de afeição, amor, piedade.....

insensibilidade

s.f. (sXV) 1 estado ou característica daquilo que é desprovido de sensibilidade a estímulo físico <i. ao frio> 2 incapacidade de emocionar-se, de experimentar sentimentos de afeição, de amor, de piedade, pena etc.; frieza, indiferença, dureza 3 indiferença a certos valores e realidades de ordem estética ou intelectual, ou incapacidade para percebê-los <i. para música> <i. para apreciar uma pintura> ¤ etim insensível com o suf. vel sob a f. lat. -bil(i)- + -dade ¤ sin/var ver sinonímia de indiferença ¤ ant sensibilidade; ver tb. antonímia de indiferença



A insensibilidade é um pecado ou é uma virtude??

Mas, por que esta sociedade tinha tal perfil de insensibilidade??

E por falar em não sentir piedade, não sentir dó, não sentir compaixão, o que caracteriza a insensibilidade, o mandamento dado por Moisés, aquele profeta que falava face a face com Jeová, transforma a ausência de piedade na coisa certa a ser praticada dentro do reino de sacerdotes.

O mandamento mandava não ter compaixão?? O mandamento mandava tomar uma ação contra o ofensor??

(Deuteronômio 7:16) 16 E tens de consumir todos os povos que Jeová, teu Deus, te dá. Teu olho não deve ter dó deles; e não deves servir aos seus deuses, pois isso te será por laço.

Assim verte a Tradução Almeida

(Deuteronômio 7:16) 16 Consumirás todos os povos que o Senhor teu Deus te entregar; os teus olhos não terão piedade deles; e não servirás a seus deuses, pois isso te seria por laço.

Assim verte a Tradução Brasileira

(Deuteronômio 7:16) 16 Devorarás todos os povos que Jeová teu Deus te entregar; os teus olhos não terão piedade deles, nem servirás aos seus deuses; pois isso te será por laço.



O mandamento afirmava “não tenha dó”??? O mandamento mandava tomar uma ação contra o ofensor??

(Deuteronômio 13:8-9) 8 não deves aceder ao seu desejo, nem o deves escutar, nem deve teu olho ter dó dele, nem deves ter compaixão, nem deves encobri-lo [em proteção]; 9 mas deves impreterivelmente matá-lo....

Assim verte a Tradução Almeida

(Deuteronômio 13:8-9) 16 Consumirás todos os povos que o Senhor teu Deus te entregar; os teus olhos não terão piedade deles; e não servirás a seus deuses, pois isso te seria por laço.

Assim verte a Tradução Brasileira

(Deuteronômio 13:8-9) 16 Devorarás todos os povos que Jeová teu Deus te entregar; os teus olhos não terão piedade deles, nem servirás aos seus deuses; pois isso te será por laço.



O mandamento afirmava, “não tenha dó”?? O mandamento mandava tomar uma ação contra o ofensor??

(Deuteronômio 19:12-13) 12 então os anciãos da sua cidade têm de mandar tirá-lo de lá, e têm de entregá-lo na mão do vingador do sangue, e ele tem de morrer. 13 Teu olho não deve ter dó dele, e tens de eliminar de Israel a culpa pelo sangue inocente, para que te vá bem.

Assim verte a Tradução Almeida

(Deuteronômio 19:11-13) 11 Mas se alguém, odiando a seu próximo e lhe armando ciladas, se levantar contra ele e o ferir de modo que venha a morrer, e se acolher a alguma destas cidades, 12 então os anciãos da sua cidade, mandando tirá-lo dali, o entregarão nas mãos do vingador do sangue, para que morra. 13 O teu olho não terá piedade dele; antes tirarás de Israel o sangue inocente, para que te vá bem.

Assim verte a Tradução Brasileira

(Deuteronômio 19:11-13) 11 Mas, se alguém, aborrecendo ao seu próximo, e armando-lhe ciladas, se levantar contra ele, e lhe der um golpe mortal, de sorte que venha a morrer; se se acolher a uma destas cidades, 12 os anciãos da sua cidade enviarão e o tirarão dali, e o entregarão nas mãos do vingador de sangue, para que morra. 13 Não terá piedade dele o teu olho, mas tirarás o sangue inocente do meio de Israel, para que te vá bem.



O mandamento afirmava, “não tenha dó”?? O mandamento mandava tomar uma ação contra o ofensor??

(Deuteronômio 19:18-21) 18 E os juízes têm de pesquisar cabalmente, e se a testemunha for uma testemunha falsa e tiver levantado uma acusação falsa contra seu irmão, 19 então tendes de fazer-lhe assim como ele tramou fazer ao seu irmão, e tens de eliminar o mal do teu meio. 20 Assim, os remanescentes ouvirão e ficarão com medo, e nunca mais farão no teu meio algo mau como isso. 21 E teu olho não deve ter dó: será alma por alma, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé.

Assim verte a Tradução Almeida

(Deuteronômio 19:18-21) 18 E os juízes inquirirão cuidadosamente; e eis que, sendo a testemunha falsa, e falso o testemunho que deu contra seu irmão, 19 far-lhe-ás como ele cuidava fazer a seu irmão; e assim exterminarás o mal do meio de ti. 20 Os restantes, ouvindo isso, temerão e nunca mais cometerão semelhante mal no meio de ti. 21 O teu olho não terá piedade dele; vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé.

Assim verte a Tradução Brasileira

(Deuteronômio 19:18-21) 18 Os juízes indagarão bem; se a testemunha for falsa, e tiver dado falso testemunho contra seu irmão,  19 tratá-lo-eis como ele tinha intento de tratar a seu irmão; assim exterminarás o mal do meio de ti. 20 Os restantes ouvirão, e temerão, e nunca mais tornarão a cometer semelhante mal no meio de ti. 21 Não terá piedade dele o teu olho; dar-se-á vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão e pé por pé.



O mandamento afirmava, “não tenha dó”?? O mandamento mandava tomar uma ação contra o ofensor??

(Deuteronômio 25:11-12) 11 Caso homens briguem entre si e a esposa de um deles se chegue para livrar seu esposo da mão daquele que o golpeia, e ela tenha estendido sua mão e o tenha agarrado pelas suas vergonhas, 12 então tens de amputar-lhe a mão. Teu olho não deve ter dó.

Assim verte a Tradução Almeida

(Deuteronômio 25: 11-12) 11 Quando pelejarem dois homens, um contra o outro, e a mulher de um chegar para livrar a seu marido da mão daquele que o fere, e ela, estendendo a mão, lhe pegar pelas suas vergonhas, 12 decepar-lhe-á a mão; o teu olho não terá piedade dela.

Assim verte a Tradução Brasileira

(Deuteronômio 25:11-12) 11 Quando brigarem dois homens, um com o outro, e a mulher de um se chegar para livrar o marido da mão daquele que o fere, e estender a mão e lhe pegar pelas suas vergonhas; 12 decepar-lhe-ás a mão, o teu olho não terá piedade dela.

Estes mandamentos formavam “pessoas insensíveis”, isto é uma coisa bem óbvia.

Pessoas insensíveis?? Como?? Não visavam eliminar o mal??

Embora esta pessoa tenha incapacidade de experimentar os sentimentos de afeição, piedade, pena, etc., por pessoas que vivem ao seu redor, por elas serem iníquas, por elas serem pecadoras, este humano é capaz de sentir piedade de si mesmo e das coisas que ele toma posse, coisas que pertenciam aos pecadores, coisas que ele vê como riquezas. Ele tem piedade de coisas, mas, não tem piedade de pessoas.

Estes foram mandamentos dados por um profeta que falava face a face com Jeová. Obviamente que o sacerdote julgava segundo estes mandamentos e o povo amava que as coisas fossem desta forma.

Desta forma, os demais humanos que vivem ao redor deste humano que faz parte do reino de sacerdotes, certamente estarão permanentemente correndo riscos em face da insensibilidade desta pessoa. Consequentemente, todo o reino de sacerdotes terá esta mesma insensibilidade.

Que espécie de pessoas havia no “reino de sacerdotes” antes da vinda de Jesus??

Deixemos que o Pai fale sobre o que Ele observava:

(Ezequiel 11:19-20) 19 E vou dar-lhes um só coração e porei no seu íntimo um espírito novo; e certamente removerei da sua carne o coração de pedra e lhes darei um coração de carne, 20 para que andem nos meus próprios estatutos e guardem as minhas próprias decisões judiciais e realmente as executem; e eles poderão realmente tornar-se meu povo e eu mesmo poderei tornar-me seu Deus.”’



Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 11:19-20) 19 E lhes darei um só coração, e porei dentro deles um novo espírito; e tirarei da sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne, 20 para que andem nos meus estatutos, e guardem as minhas ordenanças e as cumpram; e eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 11:19-20) 19 Dar-lhes-ei um só coração, e porei dentro deles um novo espírito; tirarei da sua carne o coração de pedra, e lhes darei um coração de carne: 20 para que andem nos meus estatutos, e guardem as minhas ordenações e as cumpram. Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus.

Que tipo de coração tinham estes homens que faziam parte da nação escolhida para ser santa???

Jeová ratifica sua informação sobre o que Ele via naquele reino de sacerdotes:

(Ezequiel 36:26-27) 26 E vou dar-vos um coração novo, e porei no vosso íntimo um espírito novo, e vou remover da vossa carne o coração de pedra e dar-vos um coração de carne. 27 E porei meu espírito no vosso íntimo, e vou agir de modo a que andeis nos meus regulamentos, e guardareis as minhas decisões judiciais e realmente as cumprireis.



Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 33:26-27) 26 Também vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne. 27 Ainda porei dentro de vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis as minhas ordenanças, e as observeis.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 33:26-27) 26 Também vos darei um coração novo, e dentro de vós porei um espírito novo; tirarei da vossa carne o coração de pedra, e dar-vos-ei um coração de carne. 27 Dentro de vós porei o meu espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardareis os meus juízos e os praticareis.

Há ainda alguma dúvida sobre que tipo de coração tinham estes humanos do “reino de sacerdotes”??

Não se pode negar que estes mandamentos influenciavam grandemente em estes homens desenvolverem corações de pedra, corações insensíveis.

Neste reino de sacerdotes, qual era o desejo do Pai quanto ao que todos os súditos fossem??

(Ezequiel 34:31) 31 “‘E no que se refere a vós, minhas ovelhas, ovelhas do meu pasto, vós sois homens terrenos. Eu sou vosso Deus’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.”


Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 34:31) 31 Vós, ovelhas minhas, ovelhas do meu pasto, sois homens, e eu sou o vosso Deus, diz o Senhor Deus.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 34:31) 31 Vós, ovelhas minhas, ovelhas do meu pasto, sois homens, e eu sou o vosso Deus, diz o Senhor Jeová.



Devia ser um reino composto de ovelhas. Jeová as via e as chamava de ovelhas, embora o comportamento delas não fosse o comportamento de ovelhas.

Que espécie de comportamento tinham os súditos??

Jeová descreve o comportamento dos seus súditos nas seguintes palavras:

(Ezequiel 34:17-22) 17 “‘E quanto a vós, minhas ovelhas, assim disse o Soberano Senhor Jeová: “Eis que julgo entre ovídeo e ovídeo, entre os carneiros e os cabritos. 18 É algo de somenos importância para vós apascentardes a vós mesmos no melhor dos pastos, mas pisardes o resto dos vossos pastos com os vossos pés, e beberdes água pura, mas sujardes a que sobra, batendo com os vossos próprios pés? 19 E quanto às minhas ovelhas, devem elas pastar no pasto pisado pelos vossos pés e devem elas beber a água tornada suja pelo bater de vossos pés?” 20 “‘Portanto, assim lhes disse o Soberano Senhor Jeová: “Eis aqui estou, eu mesmo, e hei de julgar entre o ovídeo gordo e o ovídeo magro, 21 visto que continuastes a empurrar com o lado e com o ombro, e visto que continuastes a marrar com os vossos chifres a todas as adoentadas até que as tínheis espalhado para fora. 22 E eu vou salvar as minhas ovelhas e elas não mais se tornarão algo a ser saqueado; e vou julgar entre ovídeo e ovídeo. . .



Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 34:17-22) 17 Quanto a vós, ó ovelhas minhas, assim diz o Senhor Deus: Eis que eu julgarei entre ovelhas e ovelhas, entre carneiros e bodes. 18 Acaso não vos basta fartar-vos do bom pasto, senão que pisais o resto de vossos pastos aos vossos pés? e beber as águas limpas, senão que sujais o resto com os vossos pés? 19 E as minhas ovelhas hão de comer o que haveis pisado, e beber o que haveis sujado com os vossos pés. 20 Por isso o Senhor Deus assim lhes diz: Eis que eu, eu mesmo, julgarei entre a ovelha gorda e a ovelha magra. 21 Porquanto com o lado e com o ombro dais empurrões, e com as vossas pontas escorneais todas as fracas, até que as espalhais para fora, 22 portanto salvarei as minhas ovelhas, e não servirão mais de presa; e julgarei entre ovelhas e ovelhas.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 34:17-22) Quanto a vós, rebanho meu, assim diz o Senhor Jeová: Eis que julgo entre ovelhas e ovelhas, entre carneiros e bodes. 18 Acaso parece-vos pouca coisa o terdes pastado o bom pasto, senão que haveis de pisar aos vossos pés o resto do vosso pasto? e o terdes bebido as águas claras, senão que haveis de sujar o resto com os vossos pés? 19 Quanto às minhas ovelhas, elas pastam o que haveis pisado com os vossos pés, e bebem o que haveis sujado com os vossos pés. 20 Portanto assim lhes diz o Senhor Jeová: Eis que eu, eu mesmo, julgarei entre as ovelhas gordas e as ovelhas magras. 21 Porquanto com o lado e com o ombro dais empurrões, e com os vossos chifres impelis todas as adoentadas, até as terdes espalhado por toda a parte; 22 portanto salvarei o meu rebanho, e ele não servirá mais de presa; e julgarei entre ovelhas e ovelhas.

Embora fossem ovelhas, embora o Pai as visse como ovelhas, elas não se comportavam como ovelhas. Será que elas não tinham conhecimento de que eram ovelhas??

No entanto, os mandamentos dados por Jesus, mandamentos teóricos, também foram obedecidos por Jesus. Desta forma, a partir de Jesus, para o “reino de sacerdotes”, não deveria haver nenhuma dúvida tanto em relação aos mandamentos, quanto a como obedecer a estes mandamentos no dia a dia. Ao surgirem os diversos problemas no dia a dia, bastaria que observassem como Jesus havia resolvido um problema igual.

Todos os mandamentos do “reino de sacerdotes” foram repassados por Jesus aos seus discípulos. A forma real de como os “reis sacerdotes” deviam viver o dia a dia foi mostrado por Jesus tanto na forma teórica quanto na forma prática. Jesus lhes revelou também como se portar diante dos problemas, bem como que tipo de solução deveria haver para resolver tais problemas.

Será que continuaria a haver “profetas” neste “reino de sacerdotes”??

Será que apareceriam profetas com palavras opostas às palavras faladas por Jesus??

Será que apareceriam profetas que negariam as ações de Jesus??

Será que apareceriam profetas que ensinariam uma forma de descontinuar os costumes instituídos por Jesus para os reis sacerdotes??

Será que apareceriam profetas que modificariam a forma como os reis sacerdotes deviam cumprir sua função de sacerdote??

Será que este reino de sacerdotes também se tornaria um reino degenerado, tal qual o anterior??

Será que os reis sacerdotes passariam a falar palavras diferentes das palavras faladas por Jesus??

Será que os reis sacerdotes passariam a fazer coisas diferentes das coisas feitas por Jesus??

Neste novo reino de sacerdotes, qual deveria ser a forma de resolver problemas em relação a pecadores??

Será que os profetas ensinariam uma forma diferente da usada por Jesus para eles resolverem problemas com pecadores no dia a dia??

Repetindo as palavras do Pai, Jesus fez a seguinte previsão em relação a profetas:

(Mateus 24:11) 11 E surgirão muitos falsos profetas, e desencaminharão a muitos;

Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 24:11) 11 Igualmente hão de surgir muitos falsos profetas, e enganarão a muitos;

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 24:11) 11 hão de se levantar muitos falsos profetas, e a muitos enganarão;

Jesus ratificou: “Surgirão falsos profetas”.

(Mateus 24:24-26) 24 Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios, a fim de desencaminhar, se possível, até mesmo os escolhidos. 25 Eis que eu vos avisei de antemão. 26 Portanto, se vos disserem: ‘Eis que ele está no deserto!’, não saiais; ‘eis que ele está nos aposentos interiores!’, não o acrediteis....

Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 24:24-26) 24 porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. 25 Eis que de antemão vo-lo tenho dito. 26 Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 24:24-26) 24 porque se hão de levantar falsos cristos e falsos profetas, e mostrarão tais sinais e milagres que, se fora possível, enganariam até os escolhidos. 25 Vede que de antemão vo-lo tenho declarado. 26 Se, pois, vos disserem: Ei-lo que está no deserto! não saiais: Ei-lo no interior da casa! não acrediteis;

O que conseguiriam estes profetas??

Jesus previu:

Muitos seriam enganados; muitos seriam desencaminhados.

Porque estas pessoas seriam enganadas??

Porque acreditariam nas palavras faladas pelos falsos profetas. Acreditariam nas soluções dadas por estes profetas para resolverem problemas com pecadores no dia a dia. Estes profetas não viriam de reinos vizinhos, pois logo seriam rechaçados. Em face do resultado, estes profetas seriam pessoas conhecidas dentro do próprio reino de sacerdotes, pessoas de confiança dentro do reino de sacerdotes. Seriam profetas louvados dentro do reino de sacerdotes. Tais profetas seriam bem recebidos dentro do reino de sacerdotes.

As palavras faladas por estes profetas certamente agradariam os seus ouvintes. Estes profetas agradariam a maioria das pessoas do reino de sacerdotes?? Sim. Foi exatamente isto o que Jesus deixou bem claro.

(Lucas 6:26) 26 Ai, sempre que todos os homens falarem bem de vós, porque coisas como essas são as que os antepassados deles fizeram aos falsos profetas.



Assim verte a Tradução Almeida:

(Lucas 6:26) 26 Ai de vós, quando todos os homens vos louvarem! porque assim faziam os seus pais aos falsos profetas.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 6:26) 26 Ai de vós, quando todos vos louvarem! porque assim seus pais trataram aos falsos profetas.



Será que este reino de sacerdotes alcançaria a mesma condição do anterior reino de sacerdotes??

Que condição foi??

(Jeremias 5:30-31) 30 Coisa espantosa e horrenda tem-se feito na terra: 31 os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam por meio deles; e o meu povo assim o quer. Que fareis no fim disto?

No entanto, aqueles escolhidos por Jesus para se tornarem reis sacerdotes, deviam ser idênticos a Jesus, deviam copiar a Jesus, aquele que exerceu a função de rei sacerdote diante deles e para eles. Jesus mostrou como um rei sacerdote deve agir para resolver os problemas dos súditos. Jesus mostrou como um “rei sacerdote” deve se relacionar com os súditos e com os que não são súditos.

Estes reis sacerdotes têm um trabalho muito grande e especial para fazerem. Foi previsto em relação a estes homens: “Quando a situação estiver como em um deserto, estes reis sacerdotes serão confiáveis fontes de refrigério”.

(Isaías 32:1-2) 32 Eis que um rei reinará para a própria justiça; e quanto a príncipes, governarão como príncipes para o próprio juízo. 2 E cada um [deles] terá de mostrar ser como abrigo contra o vento e como esconderijo contra o temporal, como correntes de água numa terra árida, como a sombra dum pesado rochedo numa terra esgotada.

Assim verte a Tradução Almeida

(Isaias 32:1-2) 1 Eis que reinará um rei com justiça, e com retidão governarão príncipes. 2 um varão servirá de abrigo contra o vento, e um refúgio contra a tempestade, como ribeiros de águas em lugares secos, e como a sombra duma grande penha em terra sedenta.

Assim verte a Tradução Brasileira

(Isaias 32:1-2) 1 Eis que em justiça reinará um rei, e em retidão governarão príncipes. 2 Um varão servirá de abrigo contra o vento, de esconderijo contra a tempestade, de rios de água numa terra árida, e de sombra de uma grande penha numa terra sedenta.

O que Jesus, o mestre dos reis sacerdotes afirmou??

Ele afirmou:

(Mateus 11:28-30) 28 Vinde a mim, todos os que estais labutando e que estais sobrecarregados, e eu vos reanimarei. 29 Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, pois sou de temperamento brando e humilde de coração, e achareis revigoramento para as vossas almas. 30 Pois o meu jugo é benévolo e minha carga é leve.”



Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 11:28-30) 28 Vinde a mim, todos os que estai cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. 29 Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. 30 Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo e leve.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 11:28-30) 28 Vinde a mim todos os que andais em trabalho e vos achais carregados, e eu vos aliviarei. 29 Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. 30 Pois o meu jugo é suave, e o meu fardo leve.

Os reis sacerdotes deveriam sinceramente poder repetir as mesmas palavras de Jesus, não deveriam??

Uma sincera pessoa irá questionar: Como o perdão poderá resolver o problema de criminalidade dentro do reino de sacerdotes??

Afinal, a lei do perdão deve ser obedecida por aquele que afirma ser um súdito do reino dos céus. Os demais humanos que não são súditos do reino dos céus têm suas próprias leis para resolverem os problemas de criminalidade.

Jesus estava na casa de um fariseu chamado Simão. Jesus aproveitou uma situação real para mostrar a Simão como o perdão resolve o problema de criminalidade dentro do reino de sacerdotes do qual Jesus é o rei.

(Lucas 7:36-48) 36 Ora, certo fariseu pedia-lhe que jantasse com ele. Concordemente, entrou na casa do fariseu e recostou-se à mesa. 37 E eis que uma mulher, conhecida na cidade como pecadora, soube que ele estava recostado numa refeição na casa do fariseu e trouxe um vaso de alabastro com óleo perfumado, 38 e, postando-se atrás, aos pés dele, chorava e principiava a molhar os pés dele com as suas lágrimas, e enxugava-os com os cabelos de sua cabeça. Beijava também ternamente os pés dele e untava-os com o óleo perfumado. 39 À vista disso, o fariseu que o convidara dizia no seu íntimo: “Este homem, se fosse profeta, saberia quem e que espécie de mulher é que o toca, que ela é pecadora.40 Jesus disse-lhe, porém, em resposta: “Simão, tenho algo para dizer-te.” Ele disse: “Instrutor, dize-o!” 41 Dois homens eram devedores de certo credor; um devia quinhentos denários, mas o outro, cinqüenta. 42 Quando não tinham com que [lhe] pagar de volta, perdoou liberalmente a ambos. Portanto, qual deles o amará mais?43 Em resposta, Simão disse: “Suponho que seja aquele a quem perdoou liberalmente mais.” Disse-lhe ele: “Julgaste corretamente.” 44 Com isso se voltou para a mulher e disse a Simão: “Observas esta mulher? Entrei na tua casa; tu não me deste água para os meus pés. Mas esta mulher molhou os meus pés com as suas lágrimas e os enxugou com os seus cabelos. 45 Tu não me deste nenhum beijo; mas esta mulher, desde a hora em que entrei, não deixou de beijar ternamente os meus pés. 46 Tu não untaste a minha cabeça com óleo; mas esta mulher untou os meus pés com óleo perfumado. 47 Em virtude disso, eu te digo que os pecados dela, embora sejam muitos, estão perdoados, porque ela amou muito; mas aquele a quem se perdoa pouco, ama pouco.” 48 Então disse a ela: “Teus pecados estão perdoados.”


Assim verte a Edição Pastoral:

Lucas 7:36-48) 36 Certo fariseu convidou Jesus para uma refeição em casa. Jesus entrou na casa do fariseu, e se pôs à mesa. 37 Apareceu então certa mulher, conhecida na cidade como pecadora. Ela, sabendo que Jesus estava à mesa na casa do fariseu, levou um frasco de alabastro com perfume. 38 A mulher se colocou por trás, chorando aos pés de Jesus; com as lágrimas começou a banhar-lhe os pés. Em seguida, os enxugava com os cabelos, cobria-os de beijos, e os ungia com perfume. 39 Vendo isso, o fariseu que havia convidado Jesus ficou pensando: «Se esse homem fosse mesmo um profeta, saberia que tipo de mulher está tocando nele, porque ela é pecadora.» 40 Jesus disse então ao fariseu: «Simão, tenho uma coisa para dizer a você.» Simão respondeu: «Fala, mestre.» 41» Certo credor tinha dois devedores. Um lhe devia quinhentas moedas de prata, e o outro lhe devia cinqüenta. 42 Como não tivessem com que pagar, o homem perdoou aos dois. Qual deles o amará mais?» 43 Simão respondeu: «Acho que é aquele a quem ele perdoou mais.» Jesus lhe disse: «Você julgou certo.» 44 Então Jesus voltou-se para a mulher e disse a Simão: «Está vendo esta mulher? Quando entrei em sua casa, você não me ofereceu água para lavar os pés; ela, porém, banhou meus pés com lágrimas, e os enxugou com os cabelos. 45 Você não me deu o beijo de saudação; ela, porém, desde que entrei, não parou de beijar meus pés. 46 Você não derramou óleo na minha cabeça; ela, porém, ungiu meus pés com perfume. 47 Por essa razão, eu declaro a você: os muitos pecados que ela cometeu estão perdoados, porque ela demonstrou muito amor. Aquele a quem foi perdoado pouco, demonstra pouco amor.» 48 E Jesus disse à mulher: «Seus pecados estão perdoados.»

Esta mulher estava convencida do seu pecado. Ela se dirigiu a Jesus com presentes. Ela revelava o seu inteiro pesar por seus pecados. Ela ouviu a frase: Teus pecados estão perdoados.

O que estes homens desejavam fazer à mulher?? Desejavam cumprir a lei de Moisés (apedrejar a pecadora e assim removei o mal do vosso meio). Ele era uma pecadora?? Sim, ela era uma pecadora.

Jesus cumpria aquela cerimônia do perdão projetada pelo Pai.

O que aconteceu com esta mulher??

Ela revelou seu pesar, humilhou-se e sofreu a sua vergonha diante de todos. Todos aqueles homens rosnavam contra ela. Em relação a este pecado ela alcançou a cura.

Salvou-se a vida. O perdão dado lhe concedeu a oportunidade para ela trilhar um caminho diferente. Depois de aceitar que suas ações eram pecado, houve uma participação dela, houve uma iniciativa dela.

Como acabar com os iníquos dentro do reino de sacerdotes??

Pena de morte?? Eliminação do mal pela destruição do pecador??

O que o Pai falou??

(Ezequiel 18:27-28) 27 “‘E quando o iníquo recuar de sua iniqüidade que praticou e passar a praticar o juízo e a justiça, é ele quem preservará viva a sua própria alma. 28 Quando vir todas as suas transgressões que praticou e recuar delas, positivamente continuará a viver. Não morrerá.


Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 18:27-28) 27 Mas, convertendo-se o ímpio da sua impiedade que cometeu, e procedendo com retidão e justiça, conservará este a sua alma em vida. 28 pois que reconsidera, e se desvia de todas as suas transgressões que cometeu, certamente viverá, não morrerá.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 18:27-28) 27 Outrossim, quando o ímpio se desviar da sua impiedade que cometeu, e fizer o que é de eqüidade e justiça, conservará este a sua alma em vida. 28 Porquanto considera e se desvia de todas as suas transgressões que cometeu, certamente viverá, não morrerá.

O iníquo podia recuar de seu caminho.

Ora, para o iníquo recuar do seu caminho, ele precisa estar vivo e continuar vivo, não precisa??

Mas e se ele precisar ser convencido da sua impiedade??

Ele vai precisar estar e continuar vivo durante o processo de convencimento, não vai??


Havia divergência entre os humanos e Jeová em relação a este assunto.


Jeová repetiu o seu pensamento:

(Ezequiel 33:18-19) 18 Quando o justo recuar da sua justiça e realmente fizer injustiça, então terá de morrer por tais [atos]. 19 E quando o iníquo recuar da sua iniqüidade e realmente praticar o juízo e a justiça, será por causa deles que ele mesmo continuará vivendo.


Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 33:18-19) 18 Quando o justo se apartar da sua justiça, praticando a iniqüidade, morrerá nela; 19 e, quando o ímpio se converter da sua impiedade, e praticar a retidão e a justiça, por estas viverá.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 33:18-19) 18 Quando o justo se apartar da sua justiça, e cometer a iniqüidade, nesta morrerá: 19 e quando o ímpio se converter da sua impiedade, e praticar o juízo e a justiça, por estes viverá.

O que fazer como ímpio até ele se converter da sua impiedade?? Havia alguma autorização para alguém matá-lo?? Jeová não concedeu nenhuma autorização para se fazer tal coisa.


O que ele afirmou para os iníquos:

(Ezequiel 33:11) 11 Dize-lhes: ‘“Assim como vivo”, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, não me agrado na morte do iníquo, mas em que o iníquo recue do seu caminho e realmente continue vivendo. Recuai, recuai dos vossos maus caminhos, pois, por que devíeis morrer, ó casa de Israel?”’


Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel33:11) 11 Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer na morte do ímpio, mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que morrereis, ó casa de Israel?


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 33:11) 11 Dize-lhes: Pela minha vida, diz o Senhor Jeová, não tenho prazer na morte do ímpio; mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que morrereis, ó casa de Israel?

No lugar de matar o iníquo, o que falou Jeová para o iníquo??



O meu prazer é ver o iníquo recuar do seu mau caminho:



Como acabar com a criminalidade dentro do reino de sacerdotes??

Se os sacerdotes obedecerem ao dono do reino, isto é, o rei, eles se empenharão em ajudar o ímpio.

Ajudar como??

Convencendo o ímpio de que o seu caminho está errado e que ele deve dirigir-se ao Pai, Aquele que estipulou que o caminho dele está errado.

Desta forma, quando todos os ímpios forem convencidos da maldade de seus caminhos, e quando todos eles se sentirem culpados de pecado diante do Pai, e quando todos eles recuarem de seus maus caminhos, eles se tornarão homens justos.

Assim, todos os ímpios de tornarão em justos.



O caminho de todos os iníquos.

Depois de convencidos de suas iniquidades, virá o pleno lamento e o retorno de caminho, exatamente como Jeová deseja que o iníquo faça, para o seu próprio benefício e para o benefício das vítimas.

As vítimas não devem passar a praticar iniquidade só porque alguém começou a praticar alguma iniquidade. A vítima não será a culpada de alastrar a iniquidade.

Mesmo estando do lado do Mestre Jesus, os candidatos a reis sacerdotes, isto é, aqueles doze escolhidos por Jesus, revelavam um grande desejo de serem glorificados. Eles competiam entre si visando estarem uns acima dos outros.

O que aconteceu em certa ocasião??

(Marcos 10:35-40) 35 E Tiago e João, os dois filhos de Zebedeu, aproximaram-se dele e disseram-lhe: “Instrutor, queremos que faças para nós o que for que te peçamos.” 36 Disse-lhes ele: “Que quereis que eu faça para vós?” 37 Disseram-lhe: “Concede-nos que nos assentemos um à tua direita e outro à tua esquerda, na tua glória.” 38 Mas Jesus disse-lhes: “Não sabeis o que pedis. Podeis beber o copo que eu estou bebendo ou ser batizados com o batismo com que eu estou sendo batizado?” 39 Disseram-lhe: “Podemos.” A isso Jesus disse-lhes: “Bebereis o copo que eu estou bebendo e sereis batizados com o batismo com que eu estou sendo batizado. 40 No entanto, este assentar-se à minha direita ou à minha esquerda não é meu para dar, mas pertence àqueles para quem tem sido preparado.”



Assim verte a Tradução Almeida:

(Marcos 10:35-40) 35 Nisso aproximaram-se dele Tiago e João, filhos de Zebedeu, dizendo-lhe: Mestre, queremos que nos faças o que te pedirmos. 36 Ele, pois, lhes perguntou: Que quereis que eu vos faça? 37 Responderam-lhe: Concede-nos que na tua glória nos sentemos, um à tua direita, e outro à tua esquerda. 38 Mas Jesus lhes disse: Não sabeis o que pedis; podeis beber o cálice que eu bebo, e ser batizados no batismo em que eu sou batizado? 39 E lhe responderam: Podemos. Mas Jesus lhes disse: O cálice que eu bebo, haveis de bebê-lo, e no batismo em que eu sou batizado, haveis de ser batizados; 40 mas o sentar-se à minha direita, ou à minha esquerda, não me pertence concedê-lo; mas isso é para aqueles a quem está reservado.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Marcos 10:35-40) 35 Então se aproximaram dele Tiago e João, filhos de Zebedeu, dizendo-lhe: Mestre, queremos que nos faças o que te pedirmos. 36 Ele lhes perguntou: Que quereis que eu vos faça? 37 Responderam-lhe: Concede-nos que na tua glória nos sentemos, um à tua direita, e outro à tua esquerda. 38 Mas Jesus disse-lhes: Não sabeis o que pedis. Podeis beber o cálice que eu bebo, ou ser batizados com o batismo com que eu sou batizado? 39 Responderam eles: Podemos. Replicou-lhes Jesus: Bebereis, na verdade, o cálice que eu bebo, e sereis batizados com o batismo com que eu sou batizado; 40 mas o tomar assento à minha direita ou à minha esquerda, não me pertence concedê-lo; porém será isso concedido àqueles para quem está destinado.

Estes homens revelaram desejar a glória, glória esta que tinha ligação direta com o prestígio e a aclamação dos observadores. Estes homens tinham um ponto de vista sobre o que seria a glória de Jesus. Desejavam participar na glória, estando sentados junto com Jesus nesta suposta glória existente na mente deles. Na mente destes homens existia a “glória” que os outros reis usufruíam. A glória até então conhecida e desejada estava ligada a vitória sobre os inimigos e o despojar os inimigos de suas riquezas.

Em relação a esta glória que seria de Jesus, será que eles sabiam que tipo de glória seria?? Existia uma diferença entre a fantasia dos apóstolos e a realidade em relação a esta glória de Jesus.

Afinal de contas, a “glória” de Jesus estava ligada a que?? Que tipo de “glória” seria?? Quando se daria esta “glória”?? Será que esta “glória” tinha algo a ver com sentar-se em um trono para receber homenagens??

Será que Jesus apresenta respostas para estas perguntas somente neste diálogo com Tiago e João??

Jesus inicia a resposta a tal pedido informando-lhes que eles sequer sabiam o que estavam pedindo.

Eles não tinham ideia de como seria a glória de Jesus.

Que tipo de glória tinha Jesus em mente??

Jesus sabia que tipo de glória seria.

Quando seria a glorificação de Jesus??

Na mente daqueles humanos, sentar-se em um trono estava diretamente relacionado em estar em uma posição acima. No caso de Jesus, ou seja, no reino dos céus, será que está relacionado à mesma coisa?? Será que no reino dos céus existem coisas físicas??

Embora os apóstolos não compreendessem, Jesus estava avisando-os que na sua morte ocorreria a sua glorificação:

(João 12:23-24) 23 Mas Jesus respondeu-lhes, dizendo: Chegou a hora para o Filho do homem ser glorificado. 24 Eu vos digo em toda a verdade: A menos que o grão de trigo caia ao solo e morra, permanece apenas um só [grão]; mas, se morre, então dá muito fruto.

Assim verte a Tradução Almeida:

(João 12:23-24) 23 Respondeu-lhes Jesus: É chegada a hora de ser glorificado o Filho do homem. 24 Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo caindo na terra não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(João12:23-24) 23 Disse-lhes Jesus: É chegada a hora de ser glorificado o Filho do homem. 24 Em verdade, em verdade vos digo: Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica só; mas se morrer, dá muito fruto.

Aquilo que para Jesus é uma glória, para muitos humanos poderia ser uma desonra?? Sim, poderia.

Jesus tinha em mente a sua morte. Sua “glória” envolvia vencer o mundo. Como venceria o mundo?? Será que o venceria na forma convencionalmente aceita de vitória?? O conceito humano de vitória era um, no entanto, o conceito de Jesus era outro?? Como realmente seria a vitória de Jesus??

Qual seria a glória de Jesus?? Seria esta: “Ao ser odiado e morto pelo mundo, continuar concedendo o seu perdão a este mundo que o matava, não guardando nenhum ressentimento dele.”

Esta sim, seria a “glória” de Jesus. Este seria o momento de “glória” de Jesus. Este é o momento de “glória” de um perdoador. Morrer sem levar dentro de si nenhum ressentimento daqueles que o tratavam como inimigo. Isto sim é que mostra ser um momento de “glória”, para um “perdoador”, obviamente.

Será que vocês têm capacidade para beberem deste copo e serem batizados com este batismo??

Será que os apóstolos tinham capacidade para serem batizados com este batismo, participando assim desta “glória” de Jesus?? Conseguiriam beber do mesmo cálice??

O que os apóstolos afirmaram??

Percebemos que isto seria uma questão de ter a capacidade de fazer.

Seriam confiáveis estes dois apóstolos??

O que aconteceria a eles no exato momento em que este copo fosse oferecido para Jesus beber?? O que será que fariam??

Em outra ocasião, já bem mais próximo da glória de Jesus, todos os apóstolos afirmaram que:

(Mateus 26:31-35) 31 Jesus disse-lhes então: “Esta noite, “todos vós” tropeçareis em conexão comigo, pois está escrito: ‘Golpearei o pastor, e as ovelhas do rebanho ficarão espalhadas.’ 32 Mas, depois de eu ter sido levantado, irei adiante de vós para a Galiléia.” 33 Mas Pedro, em resposta, disse-lhe: “Ainda que todos os outros tropecem em conexão contigo, eu nunca tropeçarei!” 34 Jesus disse-lhe: “Deveras, eu te digo: Esta noite, antes de cantar o galo, repudiar-me-ás três vezes.” 35 Pedro disse-lhe: “Mesmo que eu tenha de morrer contigo, de modo algum te repudiarei.” Todos os outros discípulos disseram também a mesma coisa.



Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 26:31-35) 31 Então Jesus lhes disse: Todos vós esta noite vos escandalizareis de mim; pois está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão. 32 Todavia, depois que eu ressurgir, irei adiante de vós para a Galiléia. 33 Mas Pedro, respondendo, disse-lhe: Ainda que todos se escandalizem de ti, eu nunca me escandalizarei. 34 Disse-lhe Jesus: Em verdade te digo que esta noite, antes que o galo cante três vezes me negarás. 35 Respondeu-lhe Pedro: Ainda que me seja necessário morrer contigo, de modo algum te negarei. E o mesmo disseram todos os discípulos.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 26:31-35) 31 Então lhes disse Jesus: A todos vós serei esta noite uma pedra de tropeço: pois está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho ficarão dispersas; 32 mas depois que eu ressuscitar, irei adiante de vós para a Galiléia. 33 Disse-lhe Pedro: Ainda que sejas para todos uma pedra de tropeço, nunca o serás para mim. 34 Declarou-lhe Jesus: Em verdade te digo que esta noite, antes de cantar o galo, três vezes me negarás. 35 Replicou-lhe Pedro: Ainda que me seja necessário morrer contigo, de nenhum modo te negarei. Todos os discípulos disseram o mesmo.

Uma afirmação como esta devia ser plenamente confiável, não deveria??

Jesus já sabia o que ia acontecer, não sabia?? Certamente. Não foi o próprio Jesus quem lhes avisou sobre o que eles fariam?? Embora teimosamente afirmassem o oposto, o que se registrou como história??

Confirmou-se tudo o que Jesus afirmou. Isto comprovou o quanto Jesus conhecia os seus apóstolos, no entanto, os apóstolos não conheciam a si mesmos, tampouco conheciam a Jesus.

Como ser um com alguém que você sequer conhece?? Como estar em união com alguém que você sequer conhece??

A que conclusão podemos chegar??

Que Jesus tinha pleno conhecimento de causa quando afirmou para seus dois apóstolos Tiago e João: “Não sabeis o que estais pedindo”.

Os demais reis conhecidos e idolatrados tinham seus momentos de glória quando matavam os seus inimigos, saindo assim vitoriosos sobre os seus inimigos, pois a vitoria do rei trazia uma real morte para o inimigo.

Será que no caso de Jesus seria a mesma coisa??

Não, não seria.

A glorificação de Jesus.

A glória de Jesus deu-se com as seguintes palavras saídas do interior de Jesus:

(Lucas 23:34) 34 [[Mas Jesus estava dizendo: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo.]] Outrossim, para distribuírem as roupas dele, lançaram sortes...

Assim verte a Tradução Almeida:

(Lucas 23:34) 34 Jesus, porém, dizia: Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem. Então repartiram as vestes dele, deitando sortes sobre elas.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 23:34) 34 Disse Jesus: Pai, perdoa-lhes; pois não sabem o que fazem. Então repartindo as vestes dele, deitaram sortes sobre elas.

Os discípulos precisavam ser batizados com este mesmo batismo??

Qual foi a afirmação de Jesus??

Ao beberem do mesmo copo e ao serem batizados com o mesmo batismo, como reagiriam os apóstolos?? Será que venceriam, ASSIM COMO Jesus venceu?? O que a história registrou?? Ao verem Jesus beber o seu copo e ser batizado com o seu batismo, como reagiriam os apóstolos??

O que mais informou Jesus para aqueles que não sabiam o que estavam pedindo??

Ao beberem do cálice, será que os apóstolos conseguiriam sentar-se no trono de glória de Jesus?? Será que bastava beber do cálice e sentar-se no trono de glória?? Será que se tratava de um cálice físico e de um trono físico??

Ao verem Jesus bebendo do seu cálice, qual seria a reação dos discípulos de Jesus?? Que sentimento desenvolveriam por aqueles que estavam impondo todo aquele sofrimento em Jesus?? Tinham por estes o mesmo sentimento de Jesus ou guardavam algum ressentimento destes homens??

Afinal de contas, quem se sentaria junto com Jesus no trono de glória de Jesus??

Ora, aquele que fosse batizado com o mesmo batismo e aquele que bebesse o mesmo cálice bebido por Jesus e que vencesse ASSIM COMO Jesus havia vencido.

Será concedido àquele que....

Jesus afirmou: não me pertence concedê-lo; porém será isso concedido àqueles para quem está destinado.

Não se tratava de Jesus escolher este ou aquele discípulo e conceder a este “escolhido” se sentar à direita ou à esquerda de um trono. Tampouco se tratava de uma predestinação, ou seja, a pessoa já nasceu com o destino de sentar-se no trono de glória. O que estes dois apóstolos desejavam?? Favoritismo e protecionismo era o que sempre acontecia nos reinos observáveis aos apóstolos. Nos reinos físicos era isto o que acontecia. Tiago e João desejavam ser os beneficiados por este favoritismo. Afinal de contas, o rei é a autoridade máxima e ele pode escolher os seus favoritos. Seria este um direito legítimo do rei Jesus??

Muitos afirmam que se a pessoa recebeu o espírito santo é porque ela foi escolhida para fazer parte deste grupo seleto dos que irão se sentar no trono com Jesus. Neste caso, apresentava o escolhido uma prévia competência para se sentar no trono com Jesus??

Estar destinado. Será que o estar destinado representava já estar escrito?? Será que representava já estar definido ao nascer?? Será que ao longo de sua vida, esta pessoa mostrava ter um bom currículo, sendo por isto escolhida??

Muitos apresentam a frase: “Se ele foi escolhido é porque ele mereceu ser escolhido para fazer certa missão”.

Esta frase revela uma prévia capacidade no escolhido.

Será que o diálogo de Jesus com Pedro e João ratificava (confirmava) tal teoria humana??

Não haviam todos os apóstolos sido escolhidos por Jesus?? Isto significava que todos eles tinham a capacidade para sentar-se no trono com Jesus?? Estavam os doze “escolhidos” destinados a sentar-se no trono com Jesus?? Será que tinham uma prévia capacidade?? Havia um merecimento como base da escolha de Jesus?? O diálogo de Jesus com Tiago e João ratifica (confirma) isto??

Tiago e João se sentiam à vontade em disputarem uma posição mais favorita que os demais que faziam parte do “grupo dos doze” escolhidos por Jesus. Achavam-se garantidos dentro do reino, no entanto, desejavam uma posição destacada dentro do reino, ou seja, sentado à direita e à esquerda do rei, isto é, as posições mais elevadas dentro de um reino humano.

No entanto, convêm perguntar: Será que os doze escolhidos já haviam conseguido entrar no reino do qual Jesus era o rei??

O que Jesus já lhe havia afirmado em relação a esta insistente disputa entre os doze escolhidos??

(Mateus 18:1-3) 18 Naquela hora, aproximaram-se de Jesus os discípulos e disseram: “Quem é realmente o maior no reino dos céus?” 2 Portanto, chamando a si uma criancinha, colocou-a no meio deles 3 e disse: “Deveras, eu vos digo: A menos que deis meia-volta e vos torneis como criancinhas, de modo algum entrareis no reino dos céus.


Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 18:1-3) 1 Naquela hora chegaram-se a Jesus os discípulos e perguntaram: Quem é o maior no reino dos céus? 2 Jesus, chamando uma criança, colocou-a no meio deles, 3 e disse: Em verdade vos digo que se não vos converterdes e não vos fizerdes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos céus.

Já estavam dentro do reino?? Já haviam conseguido entrar no reino?? As palavras de Jesus são bem claras, não são??

Os apóstolos ainda não tinham conseguido entrar e estavam encontrando dificuldades para entrarem no reino dos céus.

Jesus lhes apontou algo que os impedia de entrar no reino. Tratava-se de algo que eles carregavam dentro de si mesmos, isto é, sentimentos e desejos.

Voltando ao caso de Tiago e João, será que Tiago e João, persistindo com este sentimento e desejo, formavam “unidade” com Jesus??

Favoritismo – esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): ...preferência que soberanos ou pessoas poderosas concedem a seus favoritos....

favoritismo

s.m. (1881) pol 1 preferência que se dá ao favorito 1.1 preferência que soberanos ou pessoas poderosas concedem a seus favoritos 2 regime (político, administrativo etc.) que concede compensações ou privilégios por influência, amizade, parentesco etc., sem levar em consideração valores como competência, merecimento e honestidade ¤ etim favorito + -ismo, prov. por infl. do fr. favoritisme 'id.' ¤ sin/var afilhadismo, cocha, compadrice, compadrio, filhotismo, nepotismo, preferência, proteção, validismo


O favoritismo nada tem a ver com a imparcialidade, ou será que tem?? será que existe alguma parceria entre o favoritismo e a imparcialidade??

Tiago e João estavam revelando o que desejavam: desejavam ser os favoritos de Jesus. Desejavam que Jesus praticasse um ato de favorecimento, ou seja, um favoritismo.

Deviam envergonhar-se diante dos demais não deviam?? Será que os demais desejavam a mesma coisa??

Será concedido àquele que tiver capacidade para sentar-se nele.

O discípulo devia acompanhar o seu mestre, acompanhar no sentido de imitar. Os reis sacerdotes deviam acompanhar o rei sacerdote Jesus, acompanhar no sentido de imitar.

O discípulo precisaria vencer assim como Jesus venceu e sentar-se no mesmo trono de glória que Jesus se sentou. Não podemos esquecer que se tratava do trono de um perdoador. Os apóstolos precisavam sentar-se no trono do perdoador?? Sim, precisavam. Precisavam passar pela mesma glória?? Sim. O mesmíssimo tipo de glória?? Sim, pelo mesmíssimo tipo de glória.

Como estes homens mostrariam que eram perdoadores?? De forma prática, obviamente.

Como sentariam no trono?? Tratava-se de um trono real?? Praticariam a ação física de “sentar”?? Podemos ver nas palavras de Jesus uma referência a sentar-se no assento de outra pessoa. Jesus usa o sentar na cadeira de Moisés, no entanto, não se refere se sentar fisicamente.

(Mateus 23:1-2) 23 Jesus falou então às multidões e aos seus discípulos, dizendo: 2 Os escribas e os fariseus sentaram-se no assento de Moisés.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 23:1-2) 1 Então falou Jesus às multidões e aos seus discípulos, dizendo: 2 Na cadeira de Moisés se assentam os escribas e fariseus.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 23:1-2) 1 Então falou Jesus ao povo e a seus discípulos: 2 Na cadeira de Moisés se assentam os escribas e os fariseus.

Tratava-se de algo invisível, pois ninguém estava vendo um local chamado de “assento de Moisés” e este local não existia fisicamente. Poderia ser chamado de trono de Moisés?? Óbvio que sim.

Vejamos outro uso da expressão estar sentado em um trono.

(Revelação 18:7) 7 Ao ponto que ela se glorificou e viveu em impudente luxúria, a tal ponto dai-lhe tormento e pranto. Porque ela está dizendo no seu coração: ‘Estou sentada como rainha, e não sou viúva, e nunca verei pranto.. . .

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Apocalipse 18:7) 7 Quanto teve ela de glória e de luxúria, tanto lhe dai de tormento e de pranto. Pois diz no seu coração: Estou sentada como rainha, e não sou viúva e não verei o pranto.

Neste caso, uma grande meretriz estava sentada como rainha. Obviamente que ela estava sentada em um trono. Não se tratava de nada real e sim de uma condição mental, pois ela dizia isto no seu coração.

Ainda em relação a esta mulher, também foi dito:

(Revelação 17:15) 15 E ele me diz: “As águas que viste, onde a meretriz está sentada, significam povos, e multidões, e nações, e línguas.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Apocalipse 17:15) 15 Disse-me ainda: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Apocalipse17:15) 15 Disse-me: As águas que viste, sobre as quais está sentada a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas.

A prostituta estava sentada sobre os povos. Não se tratava de uma cadeira física, neste caso, um trono físico.

Ainda em relação a esta mulher, também foi dito:

(Revelação 17:18) 18 E a mulher que viste significa a grande cidade que tem um reino sobre os reis da terra.”

Assim verte a Tradução Almeida:

(Apocalipse 17:18) 18 E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra.



Assim verte a Tradução Brasileira:

(Apocalipse 17:18) 18 A mulher que viste, é a grande cidade, que reina sobre os reis da terra.

Neste caso, a prostituta tem um trono de rainha acima dos reis da terra. Obviamente que tanto a mulher como o trono não são coisas reais, nem no plano físico e nem no plano invisível ao olho humano.

Ficou bem claro que tal trono ou cadeira representava algo. No caso da prostituta, ela ocupava uma posição acima, ou seja, uma posição superior. Na sua posição superior, ela comandava todos, comandava todos os humanos, pois comandava até mesmo os reis da terra. Neste caso, estes homens deixavam-se comandar por esta prostituta.



O que seria “sentar-se” no trono de glória com Jesus??

O sentar-se referia ocupar a posição de tal pessoa, por fazer as mesmas coisas que aquela pessoa fazia. Por exemplo, um filho pode se sentar no trono do Pai, por agir como se fosse um pai para um irmão seu, colocando-se na posição daquela pessoa e agindo como se fosse aquela pessoa.

No caso dos fariseus, eles se colocavam na posição Moisés, fazendo ao povo a mesma coisa que Moisés havia feito pelo povo. Estes homens acompanhavam os pensamentos e os sentimentos de Moisés, e se tornando um com Moisés, emitiam palavras iguais às palavras de Moisés e praticavam ações idênticas às ações de Moisés. Por acompanhar os pensamentos de Moisés, estes homens formavam uma unidade com Moisés. Estes homens formavam uma unidade de pensamentos, uma unidade de sentimentos e consequentemente uma unidade de ações com Moisés, aquele de quem eles afirmavam ser discípulos.

Mostravam ser unânimes com Moisés. Concordavam com Moisés e copiavam Moisés naquilo que faziam.

Estes homens agiam qual autoridade sobre demais, exatamente assim como Moisés.

Por fazerem suas ações idênticas às ações de Moisés, estes homens se sentavam na cadeira de Moisés. Estes homens passaram a imitar Moisés naquilo que Moisés representava para o povo.

Que posição ocupava Moisés para aquele povo??

Em certa ocasião, estes homens afirmaram em relação a posição de Moisés para eles:

(Atos 6:14) 14 Por exemplo, nós o ouvimos dizer que esse Jesus, o nazareno, derrubará este lugar e mudará os costumes que Moisés nos transmitiu.”


Assim verte a Tradução Almeida:

(Atos 6:14) 14 porque nós o temos ouvido dizer que esse Jesus, o nazareno, há de destruir este lugar e mudar os costumes que Moisés nos transmitiu.

Eles viam em Moisés, aquele que estabelecera suas regras para o dia a dia, ou seja, aquele que lhes transmitira os costumes praticados no dia a dia.

O que faziam tais homens?? Jesus afirmou:

(Mateus 23:4) 4 Amarram cargas pesadas e as põem nos ombros dos homens, mas eles mesmos não estão dispostos nem a movê-las com o dedo.



Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 23:4) 4 Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; mas eles mesmos nem com o dedo querem movê-los.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 23:4) 4 Atam fardos pesados e põem-nos sobre os ombros dos homens, entretanto eles mesmos nem com o dedo querem movê-los.

Moisés mostrou ser um criador de regras de comportamento. Na sua posição acima, Moisés criou regras de comportamento (fardos pesados) e as deu para o povo praticar no dia a dia.

Moisés passou a assumir a liderança sobre o povo. Moisés se comportou como um líder para o povo e o povo o tinha como um líder para eles. Moisés mostrou ser um controlador.

Moisés sentou-se em um trono de “justiceiro”, pois esta era uma característica marcante de sua personalidade. Jesus sentou-se no trono de “perdoador”, pois esta era a característica marcante de sua personalidade. Eram tronos bem diferentes. Eram cadeiras bem diferentes.

Os fariseus mostraram claramente que repudiavam serem chamados de discípulos de Jesus e que se orgulhavam de serem chamados de discípulos de Moisés. Como estudiosos que eram, os fariseus notavam a grande diferença entre os ensinos de Jesus e os ensinos de Moisés. O relato histórico nos mostra o que aconteceu quando alguém insinuou que eles eram discípulos de Jesus:

(João 9:27-29) 27 Respondeu-lhes ele: “Eu já vos disse, contudo, vós não escutastes. Por que quereis ouvi-lo de novo? Será que quereis também tornar-vos seus discípulos?” 28 Em vista disso, injuriaram-no e disseram: “Tu és discípulo daquele [homem], mas nós somos discípulos de Moisés. 29 Sabemos que Deus falou a Moisés; mas, quanto a este [homem], não sabemos donde é.”. . .


Assim verte a Tradução Almeida:

(Lucas 9:27-29) 27 Respondeu-lhes: Já vo-lo disse, e não atendestes; para que o quereis tornar a ouvir? Acaso também vós quereis tornar-vos discípulos dele? 28 Então o injuriaram, e disseram: Discípulo dele és tu; nós porém, somos discípulos de Moisés. 29 Sabemos que Deus falou a Moisés; mas quanto a este, não sabemos donde é.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 9:27-29) 27 Ele lhes respondeu: Já vo-lo disse, e não ouvistes; por que quereis ouvir outra vez? porventura quereis também vós tornar-vos seus discípulos? 28 Injuriaram-no e disseram: Discípulo dele és tu; mas nós somos discípulos de Moisés. 29 Nós sabemos que Deus falou a Moisés, mas este não sabemos donde ele é.



Tempos depois, alguns anos depois de sua gloriosa morte, revelando estar vendo tudo o que acontecia no reino bem de perto, assim Jesus falou para as “ovelhas que não são deste aprisco”, ou seja, os cristãos gentios:

(Revelação 3:21-22) 21 Àquele que vencer, concederei assentar-se comigo no meu trono, ASSIM COMO EU VENCI e me assentei com o meu Pai no seu trono. 22 Quem tem ouvido ouça o que o espírito diz às congregações.’”



Assim verte a Edição Pastoral:

(Apocalipse 3:21-22) 21 Ao vencedor, darei um prêmio: vai sentar-se comigo no meu trono, COMO TAMBÉM EU VENCI, e estou sentado com meu Pai no trono dele. 22 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.»

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Apocalipse 3:21-22) 21 Ao vencedor, fá-lo-ei sentar-se comigo no meu trono, ASSIM COMO EU VENCI e sentei-me com meu Pai no seu trono. 22 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

Uma coisa ficou bem óbvia. A vitória do discípulo tinha de ser idêntica à vitória de Jesus. Precisariam beber do mesmo cálice que Jesus havia bebido.

Seria idêntico o cálice, seria idêntica a vitória, seria idêntica a glória e seria idêntico o sentar-se no trono de glória.

Para que tudo isto fosse idêntico, o discípulo precisava estar em unidade com Jesus. Que tipo de unidade?? Unidade de pensamentos, unidade de sentimentos, unidade de palavras e unidade de ações.

No entanto, naquele momento que antecedia a glória de Jesus, qual foi a reação de Pedro?? Revelava Pedro ter um espírito perdoador?? O que o relato histórico nos informa?? Havia unidade entre o pensamento de Pedro e o pensamento de Jesus??

(João 18:10-11) 10 Então Simão Pedro, visto que tinha espada, puxou-a e golpeou o escravo do sumo sacerdote, e cortou-lhe a orelha direita. O nome do escravo era Malco. 11 Jesus, porém, disse a Pedro: “Põe a espada na [sua] bainha. Não devia eu de toda maneira beber o copo que o Pai me tem dado?” .



Assim verte a Tradução Almeida:

(João 18:10-11) 10 Então Simão Pedro, que tinha uma espada, desembainhou-a e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. 11 Disse, pois, Jesus a Pedro: Mete a tua espada na bainha; não hei de beber o cálice que o Pai me deu?

Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 18:10-11) 10 Simão Pedro, que tinha uma espada, puxou dela e, dando um golpe no servo do sumo sacerdote, decepou-lhe a orelha direita; e o servo chamava-se Malco. 11 Jesus disse a Pedro: Mete a tua espada na bainha; não hei de beber o cálice que o Pai me deu?

Percebemos que Pedro estava disposto a matar e morrer em uma luta armada. Será que era este o copo que Jesus desejava beber?? O pensamento de Pedro mostrava ser idêntico ao pensamento de Jesus?? Os sentimentos de Pedro mostravam ser idênticos aos sentimentos de Jesus??

O que Jesus falou para Pedro nesta ocasião?? Por que não devo beber do cálice que o Pai me deu?? Devo rejeitar o cálice que o Pai me deu??

Este era o mesmo cálice que Jesus havia perguntado para Tiago e João se eles estavam prontos para beber, ou seja, se estavam capacitados para beber.

Jesus repreendeu a Pedro e corrigiu a atitude tomada por Pedro. Assim nos conta o historiador Lucas:

(Lucas 22:50-51) 50 E um certo deles até mesmo golpeou o escravo do sumo sacerdote e lhe tirou a orelha direita. 51 Mas Jesus disse, em resposta: “Deixai-o ficar nisso.” E tocou na orelha e o curou.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Lucas 22:50-51) 50 Então um deles feriu o servo do sumo sacerdote, e cortou-lhe a orelha direita. 51 Mas Jesus disse: Deixei-os; basta. E tocando-lhe a orelha, o curou.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 22:50-51) 50 Um deles deu um golpe no servo do sumo sacerdote e decepou-lhe a orelha direita. 51 Disse Jesus: Deixai-os, basta; e tendo-lhe tocado a orelha, o sarou.

Pensas que não posso apelar para o meu Pai??

Ao enfrentar o problema de estar sendo preso, qual foi a reação de Jesus?? Que reação tiveram os apóstolos de Jesus??

Será que tiveram uma reação unânime com a reação de Jesus??

Sendo misericordioso, Jesus manteve-se usando de misericórdia para com aqueles que o prendiam apesar de todo o poder que tinha. Jesus não usou o seu poder de forma destrutiva. No entanto, que reação teve Pedro?? A reação de Pedro não mostrou ser a reação de um perdoador, pois ele mostrou estar pronto para usar uma espada, ou seja, um instrumento de morte.

Jesus podia usar os seus poderes. Jesus podia até mesmo apelar para o Seu Pai. Mas, como ele se sentaria no seu trono de glória se ele fizesse tais coisas?? A glória de Jesus não estava relacionada com a morte dos que agiam como seus inimigos. Até então, a glória dos vencedores se dava com a morte dos adversários.

Jesus precisava beber do cálice dado pelo Pai?? Sim, ele precisava.

Ele precisava perdoar tal ofensa extrema contra ele. Ele precisava se sentar no trono de perdoador. Com ele faria isto?? Perdoando, obviamente. Para haver perdão, primeiro tem de existir a ofensa. A partir daquele momento, Jesus poderia ser uma referência em relação a expressão “perdoador”.

Enquanto Jesus estava se dirigindo para seu trono de glória, será que Pedro estava fazendo o mesmo, isto é, dirigindo-se para o mesmo trono?? Que atitude ele tomou?? Visando defender Jesus, Pedro estava pronto para matar, tal qual Moisés fez em relação ao egípcio que afligia um escravo israelita. Ao se tornar testemunha de uma situação como esta, Pedro revelou ter os mesmos sentimentos de Moisés. Pedro mostrava ter o mesmo espírito de Moisés e a mesma forma de pensar de Moisés em relação a como se comportar em uma situação como esta. O que fazer ao se encontrar em uma situação como esta?? Que fez Pedro?? Objetivando defender Jesus, Pedro praticou violência contra um merecedor dela. Pedro adotou o lado da vítima, revelando estar pronto para praticar qualquer violência contra o agressor de Jesus. Afinal, que reação devia ter Pedro?? O que o Pai esperava de Pedro?? O que Jesus esperava de Pedro?? Naquele momento, o que representaria lealdade de Pedro a Jesus??

O que o Pai esperava de Jesus?? O Pai esperava que Jesus perdoasse a todos os seus agressores, não guardando nenhum ressentimento deles.

O que o Pai esperava de Pedro?? Que ele testemunhasse a obediência de Jesus e que não tomasse partido da vítima, pois a vítima devia perdoar o seu agressor. Devia a testemunha se intrometer em um assunto que não lhe dizia respeito?? O Pai esperava que não.

Jesus sentou-se no trono (assento) do Perdoador. Ele mostrou ser um perdoador. Os vencedores precisam mostrar que são perdoadores. Os que se mostram perdoadores sentam-se no mesmo trono que Jesus está sentado junto com o Pai. O Pai é um Perdoador, Jesus mostrou ser “perdoador” e todos os que desejam se sentar neste trono devem mostrar-se perdoadores, assim como (da mesma forma que) Jesus mostrou, isto é, devem beber o mesmo cálice.

Eu e o Pai somos um – afirmou Jesus.

(João 10:30) 30 Eu e o Pai somos um.”


Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 10:30) 30 Eu e meu Pai somos um.

Para conseguir fazer todas as coisas da maneira que o Pai faria, o filho precisa ter a mesma personalidade do Pai, ou seja, ele precisa ser igual ao Pai, ele precisa tomar as mesmas atitudes que o Pai tomaria, podendo substituir o Pai em qualquer circunstância. Ao final, qualquer observador poderia afirmar: “O filho é a cópia do pai; o filho é igual ao pai; tal pai, tal filho”.

Além de Jesus ser um com o Pai, o que Jesus esperava dos seus discípulos??

(João 17:22-23) 22 Também, eu lhes tenho dado a glória que tu me tens dado, a fim de que sejam um, assim como nós somos um. 23 Eu em união com eles e tu em união comigo, a fim de que sejam aperfeiçoados em um, para que o mundo tenha conhecimento de que tu me enviaste e que os amaste assim como amaste a mim.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 17:22-23) 22 Eu lhes tenho dado a glória que tu me tens dado, para que sejam um como nós somos um; 23 eu neles e tu em mim, para que sejam aperfeiçoados em um; e para que o mundo conheça que tu me enviaste e que tu os amaste, como também amaste a mim.

Jesus foi bem claro acerca da união que ele esperava haver. Todos os discípulos unidos como um só homem, assim como ele e o Pai estamos unidos. Da mesma forma como eu e o Pai estamos unidos, eu desejo que eles estejam unidos. Desejo que eles participem da nossa união.

Bem, as palavras são muito claras. União plena.

Jeová tem sete espíritos. De forma idêntica, Jesus também tem os mesmos sete espíritos de Jeová, o Pai.

(Revelação 3:1) 3E ao anjo da congregação em Sardes escreve: Estas coisas diz aquele que tem os sete espíritos de Deus e as sete estrelas: ‘Conheço as tuas ações, de que tens a fama de estar vivo, mas estás morto....


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Apocalipse 3:1) 1 Ao anjo da igreja em Sardes escreve: Isto diz aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas: Sei as tuas obras; que tens nome de que vives, e estás morto.

Foi dito mais:

(Revelação 5:6) 6 E eu vi no meio do trono e das quatro criaturas viventes, e no meio dos anciãos, um cordeiro em pé, como se tivesse sido morto, tendo sete chifres e sete olhos, [olhos] que significam os sete espíritos de Deus, os quais têm sido enviados à terra inteira.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Apocalipse 5:6) 6 Vi no meio do trono e das quatro criaturas viventes, e no meio dos anciãos, um Cordeiro em pé, como se tivesse sido morto, tendo sete chifres e sete olhos, que são os sete Espíritos de Deus, enviados por toda a terra.

O Cordeiro Jesus tem os mesmos sete espíritos do Seu Pai.

Para ser igual a seu Pai, Jesus tinha de ter os mesmos sete espíritos de seu Pai.



Os sete espíritos de Jeová são:

  1. Imparcialidade – trata a todos com a mesma igualdade.

  2. Livre-arbítrio; Não impõe nada a ninguém.

  3. Amor - dado de forma imparcial àquele que merece e àquele que não merece;

  4. Lealdade à lei e aos acordos (pactos baseados no livre-arbítrio);

  5. Verdade;

  6. Perdão dado a todos, independente de quem seja e do pecado praticado; A misericórdia quando colocada em prática, sempre gera o perdão.

  7. Humildade – Pobreza.

Para sentar-se no trono de seu, O Cordeiro precisaria ter os mesmos sete espíritos que tem o seu Pai.

Unanimidade.

Havendo o livre-arbítrio em todos os discípulos, fica bem clara a necessidade de todos pensarem da mesma forma para que qualquer um que tomar uma decisão, que esta decisão alcance a unanimidade.

Unânime – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: que está em conformidade com todos os demais em sentimento, opinião etc.

unânime

adj.2g. (1563-1572) 1 que está em conformidade com todos os demais (em sentimento, opinião etc.) <gostos u.> 2 que exprime acordo ou concordância geral <votos u.> <a opinião pública está u. sobre este julgamento> etim lat. unanìmis,e 'que vive em boa harmonia, que está de acordo, unânime, concorde', de unus 'um' + anìmus 'ânimo' par unanime(fl.unanimar)


O filho é unânime com o Pai e todos os discípulos são unânimes entre si e unânimes com o Pai.

Desta forma, todas as qualidades inerentes ao Pai também serão encontradas no filho. Os sete espíritos do Pai também são encontrados no Filho.

Desta forma, o Filho senta-se no trono do Pai e todos os discípulos sentam-se no mesmo trono de Jesus. Se o Pai tem sete espíritos, se o Filho tem os sete espíritos do Pai, então, cada discípulo de Jesus deverá ter os mesmos sete espíritos de Jesus para poderem estar em unanimidade com Jesus.



Jeová dará a cada um o seu cálice e o seu batismo. O discípulo poderá sair deste batismo como um vitorioso tal qual Jesus.

Quando foi que Jesus venceu?? Qual foi o dia da glória de Jesus??

Foi o dia da sua morte, pois foi a morte de um perdoador. Era o ano 33EC.

Jesus confirma com suas próprias palavras: “A glória do filho do homem se deu na sua morte”.

Logo após a sua ressurreição, ele afirmou:

(Lucas 24:25-26) 25 Disse-lhes assim: “Ó insensatos e vagarosos de coração no que se refere a crer em todas as coisas faladas pelos profetas! 26 Não era necessário que o Cristo sofresse estas coisas e que entrasse na sua glória?”...


Assim verte a Tradução Almeida:

(Lucas 24:25-26) 25 Então ele lhes disse: ó néscios, e tardos de coração para crerdes tudo o que os profetas disseram! 26 Porventura não importa que o Cristo padecesse essas coisas e entrasse na sua glória?

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 24:25-26) 25 Disse-lhes Jesus: Ó néscios, e tardos de coração para crerdes tudo o que os profetas disseram! 26 Porventura não importava que o Cristo padecesse estas coisas e assim entrasse na sua glória?

Assim verte a Edição Pastoral:

(Lucas 24:25-26) 25 Então Jesus disse a eles: «Como vocês custam para entender, e como demoram para acreditar em tudo o que os profetas falaram! 26 Será que o Messias não devia sofrer tudo isso, para entrar na sua glória?»

Sofrer para entrar na glória.

Uma coisa inédita. Uma coisa gloriosa. Realmente, um dia de glória. Ninguém podia tirar de Jesus esta glória. Tratou-se de uma vitória gloriosa. Com o seu sofrimento e morte, no entanto, sem nenhum ressentimento, Jesus entrou na sua glória, por perdoar a todos os que lhe afligiam.

Enquanto os discípulos viam uma derrota, Jesus falava em glória. Jesus havia entrado em sua glória. No dia de sua morte, Jesus entrou em sua glória. Ficou bem óbvio que os apóstolos de Jesus, ao virem Jesus preso, sendo espancado e morto, não viam Jesus se sentando em um trono de glória.

Ao serem testemunhas de tal covarde atitude contra Jesus, quais sentimentos em relação a tais agressores passaram a sentir os apóstolos??

Quando João estava recebendo a visão correspondente ao chamado livro de Apocalipse, Jesus já havia se sentado no trono com o seu Pai, O Perdoador.

Uma pergunta de Pedro.

Pedro perguntou a Jesus: O que ganharemos por abandonarmos estas coisas e te seguir??

Qual foi a resposta de Jesus??

(Mateus 19:27-29) 27 Pedro disse-lhe então, em resposta: “Eis que abandonamos todas as coisas e te seguimos; o que haverá realmente para nós?” 28 Jesus disse-lhes: Deveras, eu vos digo: Na recriação, quando o Filho do homem se assentar no seu glorioso trono, vós, os que me seguistes, também estareis sentados em doze tronos, julgando as doze tribos de Israel. 29 E todo aquele que tiver abandonado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou terras, por causa do meu nome, receberá muitas vezes mais e herdará a vida eterna.



Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 19:27-29) 27 Então Pedro, tomando a palavra, disse-lhe: Eis que nós deixamos tudo, e te seguimos; que recompensa, pois, teremos nós? 28 Ao que lhe disse Jesus: Em verdade vos digo a vós que me seguistes, que na “regeneração”, quando o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, sentar-vos-eis também vós sobre doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel. 29 E todo o que tiver deixado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou terras, por amor do meu nome, receberá cem vezes tanto, e herdará a vida eterna.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 19:27-29) 27 Então Pedro lhe disse: E nós que deixamos tudo e te seguimos; que receberemos? 28 Respondeu-lhe Jesus: Em verdade vos digo que vós que me seguistes, quando na “Regeneração” o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, sentar-vos-eis também em doze tronos, para julgardes as doze tribos de Israel. 29 Todo o que tem deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos ou terras por causa do meu nome, receberá muitas vezes mais, e herdará a vida eterna.

Assim está na Jeromes Latim Vulgate de 405 EC:

Mateus 19:27-29) 27 tunc respondens Petrus dixit ei ecce nos reliquimus omnia et secuti sumus te quid ergo erit nobis 28 Iesus autem dixit illis amen dico vobis quod vos qui secuti estis me in REGENERATIONE cum sederit Filius hominis in sede maiestatis suae sedebitis et vos super sedes duodecim iudicantes duodecim tribus Israhel



Quem eram os doze que o haviam seguido?? Os doze apóstolos escolhidos por ele, Jesus. Vós doze sentar-vos-ei em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel.

Tratava-se de uma resposta específica de Jesus para uma pergunta específica de Pedro quanto a que lucro haveria por abandonar todas as coisas e seguir Jesus. Parece que tais coisas abandonadas eram importantes para os doze. Eles sentiam a necessidade de haver uma compensação.

Nenhuma criança a qual é pedido para abandonar o estudo e o trabalho questiona sobre o que ganhará por fazer tal coisa, não é mesmo??

No entanto, qual seria a reação da mesma criança ao ser convidada a abandonar suas brincadeiras?? Por um acaso, seria a mesma?? Decerto, que não.

Um outro detalhe existente neste diálogo é que Jesus não falou sobre os que vencessem, por serem fiéis até a morte. Neste particular, Jesus falou apenas em relação aos doze que o estavam seguindo, por dizer: Vós os que me seguistes até agora.

Vós os que me seguistes até agora estareis sentados em doze tronos julgando as doze tribos de Israel. Jesus também foi específico ao afirmar que aqueles doze que estariam sentados em doze tronos, julgariam as doze tribos de Israel.

A quem estes doze homens julgariam??

Julgariam as doze tribos de Israel, julgariam as doze tribos dos filhos de Jacó, da qual eles faziam parte. Não se fala de julgarem o restante da humanidade, isto é, os gentios incircuncisos.

Quando Jesus foi morto, sentou-se em seu trono de glória, vencendo com o “perdão”, isto é, uma vitória inédita aos humanos. Mostrou ser uma vitória totalmente contrária aos padrões humanos sobre glória e sobre vitória.

Podemos voltar para a informação dada por Jesus a Pedro:

Em verdade vos digo que vós que me seguistes, quando na “Regeneração” o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, sentar-vos-ei também em doze tronos, para julgardes as doze tribos de Israel.



Regeneração tem um significado definido e recriação tem outro significado definido. Seriam sinônimos??

Recriação – esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): criar de novo

recriação

s.f. (sXV) 1 ato ou efeito de recriar; recria 2 nova criação ¤ etim recriar + -ção ¤ par recreação(s.f.)


Regeneração – esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): regenerar; recuperar; restaurar; ...

regeneração

s.f. (1589) ato ou efeito de regenerar(-se) 1 fig. revivificação, refortalecimento <a r. do poder real> 2 fig. recuperação moral ou espiritual <a r. de criminosos> 3 reconstituição, restauração <a r. do tecido celular> 3.1 bio reconstituição, por um organismo vivo, das partes de que foi acidentalmente amputado 4 eletrôn transferência de parte da energia de saída de um circuito para a entrada, para reforçar o sinal ou controlar-lhe a intensidade; realimentação 5 fís.nuc num reator nuclear, transformação de um determinado nuclídeo, através de uma reação nuclear, em um nuclídeo capaz de sofrer fissão e que é igual aos que são consumidos no reator 6 inf processo periódico de restauração da informação armazenada na máquina 7 quím operação que consiste em restabelecer a atividade de um catalisador 8 rel renascimento de quem recebeu a graça pelo batismo ou pela penitência <o sacramento de r.> ¤ etim regenerar + -ção ¤ ant degeneração


Recriação e regeneração não são sinônimos. A palavra recriação leva tal acontecimento para um tempo bem futuro em relação ao momento da palavra falada por Jesus.

Recriar – esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): “criar” de novo.

recriar

v. (sXIV) t.d. criar de novo <r. os bons momentos todos os dias> ¤ gram a respeito da conj. deste verbo, ver -iar ¤ etim re- + criar ¤ hom recria(1ª3ªp.s.), recrias(2ªp.s.) / recria(s.f.) e pl. ¤ par recrear(vários tempos do v.)


Criar – esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): dar origem, a partir do nada.

v. (1001) 1 t.d. fazer existir; dar origem, a partir do nada, a <criou Deus o mundo e nele pôs o homem> 2 t.d. formar, gerar, dar origem a <c. um organismo transgênico> 3 t.d. imaginar, inventar <c. personagens> 4 t.d. elaborar (algo ger. de cunho científico, utilitário)



Recriaçãolevaria para um tempo bem futuro em relação a hora em que Jesus pronunciou tal palavra, tempo este que ainda está à nossa frente, sendo futuro também para nós hoje no ano de 2013.

A palavra “regeneração” também leva para um futuro, no entanto, pode ser um futuro imediatamente à frente em relação ao momento em que Jesus falou tal palavra, ficando no passado em relação a nós hoje.

Quando eu me assentar em meu trono de glória, vós também (igualmente) sentar-vos-ei em doze tronos.

No mesmo momento (instante) em que eu me assentar em meu trono de glória, vós também sentar-vos-ei em doze tronos.

No mesmo dia em que eu me assentar em meu trono de glória, vós também sentar-vos-ei em doze tronos.

O momento em que Jesus sentar-se-ia no trono de glória está diretamente ligado ao tempo da “regeneração” ou “recriação”. Dependendo da palavra usada, o tempo do acontecimento de tais coisas seria bem diferente, desde que a palavra recriação fosse o centro do raciocínio.

Jesus havia informado que aquela geração seria julgada por seus próprios “filhos”.

Assim falou Jesus:

(Mateus 12:27) 27 Ainda mais, se eu expulso os demônios por meio de Belzebu, por meio de quem os expulsam os vossos filhos? É por isso que eles serão os vossos juízes.


Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 12:27) 27 E, se eu expulso os demônios por Belzebu, por quem os expulsam os vossos filhos? Por isso, eles mesmos serão os vossos juízes.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 12:27) 27 Se eu expulso os demônios por Belzebu, por quem os expelem vossos filhos? por isso eles mesmos serão os vossos juízes.

O sentar de Jesus no seu trono glorioso coincidiria com o sentar dos doze em doze tronos??

Sim, coincidiria. Seria no mesmo tempo.

Havia diferença entre o trono de Jesus e os doze tronos dos doze apóstolos??

Sim, havia uma diferença.

Havia unidade de pensamentos entre Jesus e seus apóstolos?? Tinham os apóstolos a capacidade de substituírem a Jesus em alguma decisão a ser tomada por Jesus naquele dia??

Em relação àquela “glória”, Jesus pensava de uma maneira enquanto os apóstolos pensavam de outra. Não havia unidade de pensamentos. Naquele momento da vida de Jesus, não havia unanimidade entre Jesus e seus doze apóstolos.

Onde os discípulos viam uma derrota, Jesus lhes informou que era a sua glória.

Para sentar-se no mesmo trono de glória que Jesus havia sentado, o que era imprescindivelmente necessário??

(Apocalipse 3:21-22) 21 Ao vencedor, fá-lo-ei sentar-se comigo no meu trono, ASSIM COMO eu venci e sentei-me com meu Pai no seu trono. 22 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.

Havia a necessidade de vencer assim como Jesus venceu. Vencer assim como Jesus havia vencido.

Ora, no momento de glória de Jesus, como os doze apóstolos estavam vendo Jesus?? Não o viam como alguém que havia sido derrotado??

Colocado no mesmo lugar de Jesus, o apóstolo que estivesse em unidade ou unanimidade com Jesus, faria todas as coisas exatamente igual a Jesus. Ele substituiria corretamente a Jesus.

Era imprescindível ter os mesmos pensamentos de Jesus em relação àquela glória. Era necessário encarar aquele sofrimento e morte como uma glória.

Estava envolvido o não guardar ressentimento daqueles que praticavam as ações violentas contra Jesus.

Quem mais estava sentado neste trono de glória?? Sim, o Pai já estava sentado neste trono de glória. Não era o trono de um “perdoador”?? Não estava o Pai praticando o mesmo perdoar que Jesus estava praticando, no mesmo momento?? Não possuía Jesus os mesmos “sete espíritos” que o Pai possuía??

Jesus não afirmou para Pedro que os doze estariam sentados no mesmo trono de glória que ele se sentaria (não é meu para dar, foi o que Jesus afirmou para Tiago e João).

Jesus afirmou que ele estaria sentado em seu trono de glória “enquanto” que, ao mesmo tempo, eles (os doze) estariam sentados em doze tronos??

O que estes doze homens FARIAM sentados nestes doze tronos??

Jesus responde: “Também estareis sentados em doze tronos”.

Enquanto Jesus sentava-se em seu trono de glória, perdoando àqueles que o matavam, estes doze homens TAMBÉM se sentavam em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel??

Também – esta é a definição de certo dicionário (Houaiss): indica comparação e expressa condição de equivalência ou similitude; da mesma forma.....

também

adv. (sXIII) 1 indica comparação e expressa condição de equivalência ou de similitude; da mesma forma <não foste ao casamento dela e ela t. não irá ao teu> <ela t. é pequena como você> 2 indica inclusão; além disso, outrossim, da mesma forma <arrematou joias e t. objetos de arte> 3 indica o contrário; por outro lado, de outra forma <uns gostam de calor mas, t., há os que preferem o frio> 4 indica ênfase; realmente; na verdade <essa história t. já é demais!> n conj.coord. 5 conj.adt. us. para unir dois termos ou orações de funções iguais; e, nem, e não <falou a verdade, t., se não falasse, seria castigado> 6 conj.advrs. us. para unir dois termos ou orações de funções iguais e acrescentar uma ideia de contraste; mas, porém <ela não veio ontem, t., hoje, trabalhou dobrado> n interj. infrm. 7 exprime estranheza, desgosto, desprazer <a sessão estava lotada. T., chegamos tão atrasados!> ¤ etim contr. de tão bem


O trono de Jesus era o trono de um perdoador e não o trono de um juiz. Não vim para julgar – isto foi afirmado por Jesus antes daquele momento.

Será que naquele momento, em face daquelas circunstâncias, Jesus passaria a julgar a casa de Jacó??

Será que julgar a casa de Jacó dependeria das circunstâncias em que Jesus estivesse.

Eu não vim julgar, mas, as circunstâncias exigiram que eu julgasse. Seria esta a afirmação de Jesus??

Ou será que Jesus permaneceria leal à sua afirmação de não julgar, independente das circunstâncias??

Será que estes doze homens tinham motivos válidos para julgarem aquela geração?? Deveriam sentar-se em um trono de juiz?? Deveriam colocar-se na condição de juiz?? Será que os doze apóstolos deviam posicionar-se como juízes da casa de Jacó pelo fato da casa de Jacó ter matado Jesus??

Neste momento, estes homens guardavam ressentimentos daqueles que praticavam ações de violência e matavam Jesus. Não externou Pedro o seu sentimento em ralação àquela situação em que Jesus se encontrava?? Não puxou Pedro uma espada e cortou a orelha de um homem?? Não revelou Pedro a sua opção em relação àquela situação?? A solução encontrada por Pedro era uma, enquanto a solução encontrada por Jesus era outra.

Naquele exato momento, os corações de Jesus e dos apóstolos tinham sentimentos diferentes em relação às mesmas pessoas. Não havia unidade de pensamentos, logo, não havia unidade de sentimentos. Estavam trilhando caminhos diferentes, não é verdade??

O que a história registrou?? Qual foi o resultado??

Jesus estava alegre em seu trono de glória e os discípulos estavam tristes (derrotados).

(Lucas 24:17) 17 Ele lhes disse: “Que assuntos são estes que debateis entre vós enquanto estais caminhando?” E eles ficaram parados de rostos tristes.


Assim verte a Tradução Almeida:

(Lucas 24:17) 17 Então ele lhes perguntou: Que palavras são essas que, caminhando, trocais entre vós? Eles então pararam tristes.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 24:17) 17 Então lhes perguntou Jesus: Que falais um com o outro pelo caminho? E pararam tristes.

Assim verte a Edição Pastoral:

(Lucas 24:17) 17 Então Jesus perguntou: «O que é que vocês andam conversando pelo caminho?» Eles pararam, com o rosto triste.



Enquanto Jesus estava alcançando a sua glória, alcançando uma vitória, qual era a condição espiritual dos apóstolos??

Os acontecimentos históricos nos apontam uma Regeneração dos apóstolos logo após a morte de Jesus. Durante a prisão de Jesus estes homens sucumbiram em suas fraquezas. Eles sucumbiriam em relação a concederem o perdão. Enquanto Jesus vencia com sua morte, eles se entristeciam com o fato de Jesus ter sido covardemente morto.

Jesus estava em plena alegria por sua vitória. Será que os apóstolos também estavam em plena alegria?? Será que os apóstolos compartilhavam a mesma alegria de Jesus?? Naquele dia e naquele exato momento, qual era a condição dos apóstolos?? Não choravam a perda de Jesus?? Não choravam a morte de Jesus?? Não haviam sido testemunhas da violência contra Jesus?? Não haviam sido testemunhas da grande injustiça?? Não guardavam ressentimentos dos que haviam matado Jesus?? Não era Jesus uma inocente vítima?? Não se deve ficar do lado da inocente vítima e contra aqueles que a vitimam injustamente?? Conseguiam sentir amor por aqueles que estavam matando Jesus?? Ressentimento, não é este o sentimento normal e certo a se ter em uma situação como esta?? Qual foi a reação de Moisés ao deparar-se com uma cena em que havia um algoz e uma vítima??

Teria sido uma condição da qual eles necessitavam de uma regeneração espiritual??

Em face de terem abandonado Jesus e o terem negado, todos estes homens se encontravam em um estado que precisavam emendar(-se) moralmente; corrigir(-se), reabilitar(-se).



O que estes homens iriam fazer sentados em seus doze tronos??

Eles iriam julgar as doze tribos de Israel. Jesus falou em sentarem-se para julgar.

Estes homens iriam julgar??

Sim, estes homens iriam julgar as doze tribos de Israel. Será que condenariam estes homens por estes terem matado Jesus?? Não seria este o sentimento normal daquele que puxando uma espada em defesa de Jesus, revela o seu desejo de impedir que tal injustiça fosse cometida??

Jesus já havia perdoado todos aqueles ofensores, não havia?? Jesus, aquele que foi plenamente ofendido, foi aquele que perdoou e falou ao Pai: “Pai perdoa-lhes”.

Deveriam os apóstolos guardar algum ressentimento daquele que Jesus afirmou que não guardava nenhum ressentimento??

Revelando ser um com Jesus, não deveriam acompanhar a decisão tomada por Jesus para este caso?? Qual foi a decisão tomada por Jesus?? Não foi a de perdoar a todos??

Que mandamento havia sido dado por Jeová e retransmitido por Jesus, que os reis sacerdotes deviam obedecer, tal qual Jesus estava obedecendo??

(Mateus 7:1-5) 7Parai de julgar, para que não sejais julgados; 2 pois, com o julgamento com que julgais, vós sereis julgados; e com a medida com que medis, medirão a vós. 3 Então, por que olhas para o argueiro no olho do teu irmão, mas não tomas em consideração a trave no teu próprio olho? 4 Ou, como podes dizer a teu irmão: ‘Permite-me tirar o argueiro do teu olho’, quando, eis que há uma trave no teu próprio olho? 5 Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu próprio olho, e depois verás claramente como tirar o argueiro do olho do teu irmão.



Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 7:1-5) 1 Não julgueis, para que não sejais julgados. 2 Porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e com a medida com que medis vos medirão a vós. 3 E por que vês o argueiro no olho do teu irmão, e não reparas na trave que está no teu olho? 4 Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? 5 Hipócrita! tira primeiro a trave do teu olho; e então verás bem para tirar o argueiro do olho do teu irmão.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 7:1-5) 1 Não julgueis, para que não sejais julgados; 2 porque com o juízo com que julgais, sereis julgados; e a medida de que usais, dessa usarão convosco. 3 Por que vês o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que tens no teu? 4 Ou como poderás dizer a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu? 5 Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então verás claramente para tirar o argueiro do olho do teu irmão.

Assim verte a Edição Pastoral

(Mateus 7:1-5) 1 «Não julguem, e vocês não serão julgados. 2 De fato, vocês serão julgados com o mesmo julgamento com que vocês julgarem, e serão medidos com a mesma medida com que vocês medirem. 3 Por que você fica olhando o cisco no olho do seu irmão, e não presta atenção à trave que está no seu próprio olho? 4 Ou, como você se atreve a dizer ao irmão: ‘deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando você mesmo tem uma trave no seu? 5 Hipócrita, tire primeiro a trave do seu próprio olho, e então você enxergará bem para tirar o cisco do olho do seu irmão.»

Alguém sedento de punição poderá afirmar: “Gente, houve uma grande injustiça. Não foram todos aqueles homens que praticaram esta grande injustiça?? Não deverá haver nenhuma punição?? Sairão impunes??”

Embora Jesus tenha recebido autoridade para julgar, ele não julgou. Ele não os condenou por reais pecados cometidos contra ele.

Ele afirmou: Eu vim salvar.

(João 12:47) 47 Mas, se alguém ouvir as minhas declarações e não as guardar, eu não o julgo; pois não vim julgar o mundo, mas salvar o mundo.



Assim verte a Tradução Almeida:

(João 12:47) 47 E, se alguém ouvir as minhas palavras, e não as guardar, eu não o julgo; pois eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 12:47) 47 Se alguém ouvir as minhas palavras, e não as guardar, eu não o julgo; porque não vim a julgar o mundo, mas a salvar o mundo.

Será que os demais reis sacerdotes copiariam Jesus em todas as suas palavras e ações?? Deveriam tornar-se um com Jesus, não deveriam?? Deveria haver unanimidade entre Jesus e os doze apóstolos, não deveria??

Na sua “Regeneração”, o que fariam os apóstolos?? Sentar-se-iam em tronos para julgar as doze tribos de Israel?? Será que condenariam os judeus por terem matado Jesus?? Jesus veio “salvar”, embora tivesse recebido autoridade para “julgar”. Os apóstolos deviam copiar o Mestre Jesus, não deviam??

Não sentaram em tronos para julgar Judas Iscariotes?? O que fazer com Judas Iscariotes?? O que Jesus faria com Judas Iscariotes?? Jesus diria: “Pai, perdoa-lhe este pecado, pois eu não guardei nenhum ressentimento dele”. Sendo um com Jesus, estes homens deveriam substituir corretamente Jesus, não deveriam??

Na ausência de Jesus, o que estes homens decidiram fazer?? Na ausência de Jesus, o que aqueles que ofenderam Jesus, decidiram fazer com aquele que ofendeu Jesus??

(Atos 1:15-26) 15 Ora, durante esses dias, Pedro levantou-se no meio dos irmãos e disse (a multidão de pessoas era ao todo de cerca de cento e vinte): 16 Homens, irmãos, era necessário que se cumprisse a escritura, que o espírito santo predissera pela boca de Davi a respeito de Judas, que se tornou guia dos que prenderam a Jesus, 17 porque tinha sido contado entre nós e obtivera uma parte neste ministério. 18 (Este mesmo homem, portanto, comprou um campo com o salário da injustiça, e, jogando-se de cabeça para baixo, rebentou ruidosamente pelo meio e se derramaram todos os seus intestinos. 19 Também todos os habitantes de Jerusalém ficaram sabendo disso, de modo que aquele campo foi chamado na língua deles Acéldama, isto é: Campo de Sangue.) 20 Pois, está escrito no livro dos Salmos: ‘Fique desolada a sua pousada e não haja nela morador’, e: ‘Tome outro seu cargo de superintendência.’ 21 Portanto, é necessário que dentre os homens que se reuniam conosco durante todo o tempo em que o Senhor Jesus entrava e saía entre nós, 22 principiando com o seu batismo por João e até o dia em que dentre nós foi acolhido em cima, um destes homens se torne testemunha conosco de sua ressurreição.” 23 Propuseram assim dois: José, chamado Barsabás, cognominado Justo, e Matias. 24 E oraram e disseram: “Ó Jeová, tu que conheces os corações de todos, indica qual destes dois homens tens escolhido 25 para tomar o lugar deste ministério e apostolado, do qual Judas se desviou para ir para o seu próprio lugar.” 26 Lançaram assim sortes sobre eles, e a sorte caiu em Matias; e ele foi contado com os onze apóstolos.



Revelando o seu ressentimento contra Judas Iscariotes, estes homens decidiram colocar outro em seu lugar, praticando a substituição. Houve alguma ordem e alguma escolha revelada desde os céus da parte de Jesus??

Daí, este homens apresentaram dois nomes e pediram para que o Senhor deles decidisse entre aqueles dois homens indicados por eles. Jeová, o Senhor pode escolher entre estes dois aqui, tá bem??

Além de revelarem o seu ressentimento contra o real pecador Judas Iscariotes, estes homens decidiram fazer uma escolha dentro do critério deles sobre quem deveria ocupar o cargo de Judas. Dentro do critério meritório deles sobraram dois nomes. Daí, disseram para Jeová: “Papai, podes escolher entre estes dois”.

Estes homens resolveram limitar o raio de escolha de Jeová àqueles dois que eles escolheram, segundo os seus critérios meritórios.

Ao final, não havendo nenhuma manifestação de Jeová ou Jesus sobre tal troca, estes homens recorreram a uma adivinhação. Vamos lançar sortes para saber em quem vai cair a sorte.

A “sorte” recaiu sobre Matias.

Em relação a esta atitude contra Judas Iscariotes, será que os apóstolos estavam em sintonia com Jesus, aquele que afirmou para o Pai, em relação àqueles que o feriam e matavam: “Pai, perdoa-os...”??

Estando Jesus ali com eles, seria esta a atitude tomada por Jesus em relação a Judas Iscariotes??

Esta ação comprovava o perdão ou comprovava o ressentimento??

Havendo uma escolha para um possível substituto, quem deveria estar plenamente livre para escolher?? Deveria ser Jesus, não deveria?? Certamente.

Jesus estava invisível, no entanto, ele não estava morto. Jesus estava invisível e com plena capacidade para manifestar-se. No entanto, ele não se manifestou sobre tal decisão de seus apóstolos.



O que é Regeneração?? Quando ocorre a regeneração?? Seria algo físico ou algo espiritual??



Regeneração – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): recuperação moral ou espiritual; revivificação, fortalecimento

regeneração

s.f. (1589) ato ou efeito de regenerar(-se) 1 fig. revivificação, refortalecimento <a r. do poder real> 2 fig. recuperação moral ou espiritual <a r. de criminosos> 3 reconstituição, restauração <a r. do tecido celular> 3.1 bio reconstituição, por um organismo vivo, das partes de que foi acidentalmente amputado 4 eletrôn transferência de parte da energia de saída de um circuito para a entrada, para reforçar o sinal ou controlar-lhe a intensidade; realimentação 5 fís.nuc num reator nuclear, transformação de um determinado nuclídeo, através de uma reação nuclear, em um nuclídeo capaz de sofrer fissão e que é igual aos que são consumidos no reator 6 inf processo periódico de restauração da informação armazenada na máquina 7 quím operação que consiste em restabelecer a atividade de um catalisador 8 rel renascimento de quem recebeu a graça pelo batismo ou pela penitência <o sacramento de r.> ¤ etim regenerar + -ção ¤ ant degeneração


Regenerar – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): emendar-se moralmente; corrigir-se, reabilitar-se.

regenerar

v. (1589) 1 t.d. e pron. gerar ou produzir novamente; formar(-se) de novo <a ação do organismo regenera as células> <os tecidos regeneram-se> 2 t.d. dar nova vida a; revivificar <r. um moribundo> 3 t.d. efetuar nova organização em; reorganizar, restaurar, reconstituir <r. uma sociedade> 4 t.d. e pron. emendar(-se) moralmente; corrigir(-se), reabilitar(-se) <r. os alcoólatras> <muitos presos regeneram-se> ¤ etim lat. regenèro,as,ávi,átum,áre 'reproduzir, fazer reviver' ¤ sin/var ver antonímia de aviltar ¤ ant degenerar; ver tb. sinonímia de aviltar ¤ hom regeneráveis(2ªp.pl.) / regeneráveis(pl.regenerável [adj.2g.])


A “regeneração” é necessária quando a pessoa faz algo (um erro) que exija dela uma correção ou uma reabilitação.

Será que os apóstolos passaram por tal situação de regeneração moral (espiritual)??

(Mateus 26:31-32) 31 Jesus disse-lhes então: “Esta noite, todos vós tropeçareis em conexão comigo, pois está escrito: ‘Golpearei o pastor, e as ovelhas do rebanho ficarão espalhadas.’ 32 Mas, depois de eu ter sido levantado, irei adiante de vós para a Galiléia.”



Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 26:31-32) 31 Então Jesus lhes disse: Todos vós esta noite vos escandalizareis de mim; pois está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho se dispersarão. 32 Todavia, depois que eu ressurgir, irei adiante de vós para a Galiléia.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 26:31-32) 31 Então lhes disse Jesus: A todos vós serei esta noite uma pedra de tropeço: pois está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho ficarão dispersas; 32 mas depois que eu ressuscitar, irei adiante de vós para a Galiléia.

Os doze apóstolos estavam sendo “perdoados” por Jesus.

Exatamente assim como Jesus previu, estes humanos o abandonaram. Jesus lhes avisa com apenas algumas horas de antecedência que eles o repudiariam. Eles negam veementemente: “Jesus você está enganado a nosso respeito”. Logo depois, o abandonam, exatamente assim como Jesus havia previsto. Para aquele que afirmou ser diferente de todos, uma humilhação ainda maior. O cantar do galo lhe lembraria as vezes que ele havia negado Jesus. Ao cantar o galo, Jesus olhou para Pedro. Imagine o olhar de Pedro para Jesus. Ele fez o que todos fariam, chorou amargamente.

Além de prever ser abandonado o que mais falou Jesus??

Não há ressentimento da minha parte.

Depois de ressuscitado, que recado enviou o anjo para os apóstolos de Jesus??

(Marcos 16:6-7) 6 Ele lhes disse: “Parai de ficar atônitas. Vós estais procurando Jesus, o nazareno, que foi pregado numa estaca. Ele foi levantado, não está aqui. Eis o lugar onde o deitaram. 7 Mas ide, dizei aos discípulos dele e a Pedro: Ele vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis, assim como ele vos disse.’. . .



Assim verte a Tradução Almeida:

(Marcos 16:6-7) 6 Ele, porém, lhes disse: Não vos atemorizeis; buscais a Jesus, o nazareno, que foi crucificado; ele ressurgiu; não está aqui; eis o lugar onde o puseram. 7 Mas ide, dizei a seus discípulos, e a Pedro, que ele vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis, como ele vos disse.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Marcos 16:6-7) 6 Ele lhes disse: Não vos atemorizeis; buscais a Jesus o Nazareno; que foi crucificado; ele ressurgiu, não está aqui; vede o lugar onde o puseram. 7 Mas ide dizer a seus discípulos e a Pedro que ele vai adiante de vós para a Galiléia; lá o vereis, como ele vos disse.

Seria a primeira vez que estes homens iriam ver a face de Jesus depois daquela noite de promessas não cumpridas, não seria?? Será que haveria algum ressentimento da parte de Jesus??

Será que haveria alguma “vergonha” da parte daqueles que o abandonaram e o negaram??

De acordo com Lucas, que diálogo houve entre Jesus e Pedro naquela noite entes dele ser abandonado por seus apóstolos??

Assim se fez registrar:

(Lucas 22:31-32) 31 Simão, Simão, eis que Satanás reclamou que fôsseis peneirados como trigo. 32 Mas tenho feito súplica por ti, para que a tua fé não fraquejasse; e tu, uma vez que tiveres voltado, fortalece os teus irmãos....


Assim verte a Tradução Almeida:

(Lucas 22:31-32) 31 Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para vos cirandar como trigo; 32 mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, fortalece teus irmãos.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 22:31-32) 31 Simão, Simão, eis que Satanás obteve permissão para vos joeirar como trigo. 32 Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, uma vez arrependido, fortalece teus irmãos.

Assim verte a Edição Pastoral:

(Lucas 22:31-32) 31 «Simão, Simão! Olhe que Satanás pediu permissão para peneirar vocês como trigo. 32 Eu, porém, rezei por você, para que a sua fé não desfaleça. E você, quando tiver voltado para mim, fortaleça os seus irmãos.

Sendo peneirados como trigo, o que seria destes homens??

Não havia dúvida. Os apóstolos passariam por momentos difíceis, pois Jesus passaria por momentos difíceis. Como Jesus passaria por aqueles momentos difíceis?? Sairia vitorioso?? Que espécie de vitória seria?? Sendo peneirados, como os apóstolos passariam por aqueles momentos difíceis?? Sairiam vitoriosos ou sairiam perdedores??

As palavras de Jesus eram palavras de aviso para os apóstolos, no entanto, eles achavam-se preparados.

Jesus previu que a fé de Pedro iria fraquejar. Pedro, depois que isto acontecer e você tiver se arrependido, fortalece os teus irmãos. Jesus informou-lhes que eles seriam derrotados.

No entanto, o que faria Jesus em relação a ser negado por todos os seus apóstolos, homens escolhidos por ele?? Guardaria Jesus algum ressentimento??

Jesus estendeu o seu perdão a todos, mesmo antes do acontecimento e lhes avisou: “Estarei esperando por vós na Galiléia”.

O anjo os lembrou: “Assim como ele vos disse, ele estará na Galiléia”.

Seria a mesma coisa que dizer: “Ele não guardará nenhum ressentimento de vocês”.

Tratava-se de um momento de Regeneração espiritual dos doze apóstolos. Estes homens precisavam mesmo se regenerar, eles realmente necessitavam se reabilitar. Eles deveriam se reapresentar diante de Jesus depois do que fizeram naquela noite, não deviam?? Depois daquela noite, como você se reapresentaria diante de Jesus?? Conseguirias olhar bem nos olhos de Jesus sem baixar a cabeça?? Não deveria haver um lamento daquele que o abandonou??

Depois daquela noite você se sentiria vitorioso ou se sentiria um perdedor??

Jesus queria provar para os apóstolos que ele não havia guardado nenhum ressentimento do que havia acontecido naquela noite. Será que carregariam alguma vergonha e humilhação daquilo que haviam feito?? Deveriam, não deveriam?? Só carregaria uma vergonha, aquele que reconhecesse ter cometido uma ofensa a Jesus.

Este era o momento de “Regeneração” dos apóstolos de Jesus.

Depois desta “regeneração espiritual” será que ainda seriam capazes de sentarem em tronos PARA julgar e condenar alguém??

Se conseguissem “perceber” a seriedade do erro cometido, certamente não julgariam ninguém, pois a vergonha não lhes permitiria. Se conseguissem perceber o valor de suas dívidas e do quanto tinham sido perdoados, certamente não cobrariam dos demais tal real dívida.

No entanto, tornando-se vencedores ASSIM COMO Jesus havia vencido e sentando-se no mesmo trono de glória no qual Jesus sentou-se ou seja, o trono de perdoador, o que fariam estes homens ao receberem a missão de julgarem as doze tribos de Israel?? Havendo a plena unidade entre eles e Jesus, o que eles (apóstolos) fariam?? Sendo um com Jesus, você pode substituí-lo, não pode?? Substituindo a Jesus, o que cada um faria??

(Lucas 22:28-30) 28 No entanto, vós sois os que ficastes comigo nas minhas provações; 29 e eu faço convosco um pacto, assim como meu Pai fez comigo um pacto, para um reino, 30 a fim de que comais e bebais à minha mesa, no meu reino, e vos senteis em tronos para julgar as doze tribos de Israel.


Assim verte a Tradução Almeida:

(Lucas 22:28-30) 28 Mas vós sois os que tendes permanecido comigo nas minhas provações; 29 e assim como meu Pai me conferiu domínio, eu vo-lo confiro a vós; 30 para que comais e bebais à minha mesa no meu reino, e vos senteis sobre tronos, julgando as doze tribos de Israel.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 22:28-30) 28 Vós sois os que tendes permanecido comigo nas minhas tentações; 29 eu vos confiro domínio real, assim como meu Pai mo conferiu, 30 para que comais e bebais à minha mesa no meu reino; e vos sentareis sobre tronos para julgar as doze tribos de Israel.



Uma pergunta bem interessante pode ser observada em relação a sentarem em tronos para julgar as doze tribos de Israel. Primeiro, temos as seguintes conclusões:

  1. Jesus sentou-se no trono de perdoador, por perdoar todas as ofensas daqueles que o matavam. “Eu vim salvar”, afirmou Jesus.

  2. Para os doze apóstolos sentarem-se no mesmo trono de Jesus, isto é, no trono de perdoador, eles precisaram perdoar todas as ofensas de todos os ofensores. Isto significava não condenar ninguém.

Agora temos as perguntas:

  1. Sentando-se no trono de perdoadores, o que fariam em relação as doze tribos de Israel??

  2. Como perdoadores, que opção única passam a ter??

Temos como resposta única: Perdoar todos os pecados das doze tribos de Israel, afinal, eles se tornariam “perdoadores”. Tal qual os fariseus (discípulos de Moisés) haviam se sentado no assento de Moisés, os apóstolos de Jesus se sentariam no assento de Jesus.

Só conseguiria perdoar todos os pecados das doze tribos de Israel aquele que se tornasse um “perdoador” tal qual Jesus mostrou ser. Não se tratava apenas de desejar se sentar no mesmo trono de Jesus, pois tinha algo a ver com a capacidade para se sentar no mesmo trono ou cadeira.

Basta que o discípulo se torne como o seu mestre, não é verdade??

(Mateus 10:24-25) 24 O discípulo não está acima do seu instrutor, nem o escravo acima do seu senhor. 25 Basta que o discípulo se torne como o seu instrutor e o escravo como o seu senhor. Se chamaram de Belzebu ao dono da casa, quanto mais [chamarão] assim aos de sua família?


Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 10:24-25) 24 Não é o discípulo mais do que o seu mestre, nem o servo mais do que o seu senhor. 25 Basta ao discípulo ser como seu mestre, e ao servo como seu senhor. Se chamaram Belzebu ao dono da casa, quanto mais aos seus domésticos?

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 10:24-25) 24 Não é o discípulo mais que o seu mestre, nem o servo mais que o seu senhor. 25 Basta ao discípulo ser como o seu mestre, e ao servo como o seu senhor. Se chamaram Belzebu ao dono da casa, quanto mais aos seus domésticos?

Para que o discípulo (aluno) possa ser como o seu mestre, não dependerá mais do mestre. Depois de ensinado, agora depende exclusivamente do discípulo (aluno).

O que o Pai afirmou que faria em relação aos pecados das doze tribos de Israel??

O Pai afirmou:

(Ezequiel 16:62-63) 62 Eu estabelecerei a minha aliança contigo e saberás que eu sou Jeová, 63 para que te lembres, e fiques confundida, e não abras mais a tua boca por causa da tua vergonha; quando eu te houver perdoado tudo o que fizeste, diz o Senhor Jeová.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 16:62-63) 62 E estabelecerei o meu pacto contigo, e saberás que eu sou o Senhor; 63 para que te lembres, e te envergonhes, e nunca mais abras a tua boca, por causa da tua vergonha, quando eu te perdoar tudo quanto fizeste, diz o Senhor Deus.

Assim verte a Edição Pastoral:

(Ezequiel 16:62-63) 62 Eu mesmo farei aliança com você, e você ficará sabendo que eu sou Javé. 63 Isso para que se lembre e se envergonhe e, humilhada, já nem queira mais falar, quando eu a perdoar de tudo o que você praticou - oráculo do Senhor Javé».

Quando eu te perdoar tudo quanto fizeste.

Quando eu te houver perdoado tudo o que fizeste.

Quando eu a perdoar de tudo o que você praticou.

O Pai afirmou que perdoaria todos os pecados da casa de Judá, todos os pecados. Aquele que se mostrou mais iníquo do que todos os demais povos receberia do Pai o perdão de todos os seus pecados.

Em face disto, deveria alguém desejar punições para a casa de Judá, a mais iníqua entre suas irmãs??

Deveriam os doze apóstolos, pertencentes à casa de Judá, desejar punições para a casa de Judá, sendo que Jeová afirmou que perdoaria todos os pecados da casa de Judá??

Não resta a menor dúvida, não teria o menor sentido alguém desejar punições para a casa de Israel, ou seja, as doze tribos da casa de Israel. Depois de sabedor de que o Pai não guardará nenhum ressentimento dos pecados da casa de Israel, não faria nenhum sentido alguém acusar a casa de Israel diante de Jeová, ou será que haveria??

Uma “fonte” de perdão?? Como o discípulo poderia vir a ser uma “fonte” de perdão??

(João 4:13-14) 13 Em resposta, Jesus disse-lhe: “Todo aquele que beber desta água ficará novamente com sede. 14 Quem beber da água que eu lhe der, nunca mais ficará com sede, mas a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que borbulha para dar vida eterna.”...


Assim verte a Tradução Almeida:

(João 4:13-14) 13 Replicou-lhe Jesus: Todo o que beber desta água tornará a ter sede; 14 mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 4:13-14) 13 Replicou-lhe Jesus: Todo o que bebe desta água, tornará a ter sede; 14 mas quem beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede; pelo contrário a água que eu lhe der, virá a ser nele uma fonte de água que mana para a vida eterna.

A água provinda de Jesus, mostrou ser a palavra falada por ele. Foi exatamente naquela aldeia que os samaritanos afirmaram a respeito de Jesus:

(João 4:40-42) 40 Portanto, chegando-se a ele os samaritanos, começaram a pedir-lhe que ficasse com eles; e ficou ali dois dias. 41 Em conseqüência disso, muitos mais creram por causa do que dizia, 42 e começaram a dizer à mulher: “Não é mais pela tua conversa que cremos; porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este homem certamente é o salvador do mundo.”


Assim verte a Tradução Almeida:

(João 4:40-42) 40 Indo, pois, ter com ele os samaritanos, rogaram-lhe que ficasse com eles; e ficou ali dois dias. 41 E muitos mais creram por causa da palavra dele; 42 e diziam à mulher: Já não é pela tua palavra que nós cremos; pois agora nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 4:40-42) 40 Quando, pois, estes samaritanos vieram ter com Jesus, pediram-lhe que ficasse com eles; e passou ali dois dias. 41 Muitos mais creram por causa das palavras de Jesus, 42 e diziam à mulher: Não é mais pelas tuas palavras que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.

Pelas palavras que ouvimos dele passamos a ter certeza que ele é o Salvador do mundo”.

Depois de Jesus dar um pouco da água para os samaritanos, eles entenderam o que Jesus realmente era. Eles entenderam que Jesus não era aquele que julgava e condenava o mundo. Eles entenderam e concluíram que Jesus era salvador do mundo. Como chegaram a esta conclusão?? Obviamente, em face das palavras faladas por Jesus.

Também chamada de semente excelente, esta palavra tem um grande poder.

Jesus afirmou que esta palavra faria do ouvinte dela uma fonte, fonte esta que jorre para a vida eterna. Uma nascente de água?? Sim. E que tipo de água?? Obviamente, trata-se da mesma água que o ouvinte recebeu de Jesus.

No entanto, alguns passaram a entender que não seria a palavra, e logo adicionaram seus comentários às palavras de Jesus:

(João 7:37-39) 37 Ora, no último dia, o grande dia da festividade, Jesus estava em pé e clamava, dizendo: “Se alguém tiver sede, venha a mim e beba. 38 Quem depositar fé em mim, assim como disse a Escritura: ‘Do seu mais íntimo manarão correntes de água viva.’” 39 No entanto, ele disse isso com respeito ao espírito que os que depositavam sua fé nele estavam para receber; pois, por enquanto ainda não havia espírito, porque Jesus ainda não havia sido glorificado.

Assim verte a Tradução Almeida:

(João 7:37-38) 37 Ora, no seu último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. 38 Quem crê em mim, como diz a Escritura, do seu interior correrão rios de água viva. 39 Ora, isto ele disse a respeito do Espírito que haviam de receber os que nele cressem; pois o Espírito ainda não fora dado, porque Jesus ainda não tinha sido glorificado.

Assim verte a Tradução Brasileira:

João 7:37-38) 37 No último, no grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tiver sede, venha a mim e beba. 38 Quem crê em mim, como disse a Escritura, do seu interior manarão rios de água viva. 39 Disse isto a respeito do Espírito que iam receber os que nele criam; pois o Espírito ainda não fora dado, porque Jesus não havia sido ainda glorificado.

Segundo o comentário adicionado, a pessoa que recebesse o espírito santo se tornaria uma fonte de água viva. Seria isto verdade?? Basta a pessoa receber espírito santo e ela se transforma em fonte de água viva??

Não foi o que Jesus afirmou. Em outras afirmações de Jesus, ele deixou bem claro que pessoas receberiam espírito santo, e mostrariam ser falsos profetas e obreiros daquilo que é contra a lei.

A afirmação de Jesus sobre beber da água que ele estava dando, foi interligada pelo próprio Jesus, a algo que dependia exclusivamente do ouvinte. Aquele que depositar fé em mim; aquele que crer em mim.

Acreditar naquilo que a pessoa está falando. Aceitar como plena verdade aquilo que a pessoa em questão está falando.

Uma pessoa podia afirmar para Jesus: “Eu acredito que você recebeu poderes de Deus, mas as tuas palavras não podem ser de Deus”.

Esta pessoa não confiava nas palavras faladas por Jesus. Não confiava em Jesus como repetidor das palavras do Pai.

Tornar-se uma fonte estava diretamente condicionado a acreditar nas palavras faladas por Jesus.

Isto era imprescindível em face de que as palavras faladas por Jesus contrariavam antigas palavras faladas por alguém que eles confiavam, e as ações de Jesus contrariavam os antigos costumes que eram frutos das antigas palavras. Eles confiavam nas palavras e nos costumes transmitidos por Moisés. Resolviam os seus problemas do dia a dia com estas palavras de Moisés.

Para alguém se tornar uma “fonte de perdão” precisava acreditar na palavra falada por Jesus e abandonar antigas palavras.

Para alguém se tornar uma “fonte de igualdade”, precisava acreditar na palavra falada por Jesus e abandonar antigas palavras.

Para alguém se tornar uma “fonte de misericórdia”, precisava acreditar na palavra falada por Jesus e abandonar antigas palavras.

Neste comentário da afirmação de Jesus, postou-se que a água se referia ao espírito santo que ainda seria recebido depois da morte e ressurreição de Jesus, relegando a palavra falada por Jesus naquele momento a uma mínima relevância.

Segundo este comentário, ainda não havia espírito santo. Será que o espírito santo transformaria a pessoa em fonte de perdão, fonte de igualdade ou fonte de misericórdia??

Os apóstolos já expulsavam demônios e já faziam obras poderosas em nome de Jesus antes da morte de Jesus. Ora, Tiago e João externaram a intenção de queimar uma aldeia de samaritanos por fazer descer fogo dos céus. Como fariam isto??

Estes homens já haviam recebido espírito santo. Embora também já tivessem ouvido o mandamento (água da vida) de oferecer a outra face, estes homens desconsideraram as palavras já faladas por Jesus. Tiago e João ainda bebiam de outra fonte.

Depois de muito raciocinar, alguém chegou a uma conclusão e colocou esta conclusão logo após as palavras de Jesus, visando explicar a palavra falada por Jesus.

Ele disse isto por quê.....; no entanto, ele disse isto por quê..... Fica bem claro que se trata de uma conclusão que alguém chegou. Foi isto o que aquele observador conseguiu ver, externando aquilo que ele conseguiu ver.

Coincidiria esta conclusão com o que estava na mente de Jesus??

O discípulo Tiago entendeu o que Jesus quis que todos entendessem:

(Tiago 3:11-12) 11 Será que uma fonte faz brotar pela mesma abertura o que é doce e o que é amargo? 12 Meus irmãos, será que a figueira pode produzir azeitonas ou a videira figos? Tampouco pode água salgada produzir água doce.


Assim verte a Tradução Almeida:

(Tiago 3:11-12) 11 Porventura a fonte deita da mesma abertura água doce e água amargosa? 12 Meus irmãos, pode acaso uma figueira produzir azeitonas, ou uma videira figos? Nem tampouco pode uma fonte de água salgada dar água doce.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Tiago 3:11-12) 11 Porventura a fonte lança por uma mesma abertura água doce e água amargosa? 12 Acaso, meus irmãos, pode uma figueira dar azeitonas, ou uma videira figos? Nem tão pouco pode uma fonte de água salgada dar água doce.

Desta forma, o discípulo que conseguisse se tornar uma “fonte” de perdão não guardaria dentro de si nenhum ressentimento.

O discípulo se tornaria uma fonte de igualdade; uma fonte de imparcialidade; uma fonte de equidade.

O discípulo se tornaria uma fonte de misericórdia; uma fonte de piedade; uma fonte de compaixão.

Sendo o Mestre um “perdoador”, resta ao discípulo se tornar um perdoador, exatamente por ser um copiador do seu mestre. O discípulo não deve ser diferente do seu mestre, afinal ele afirma ser um discípulo (aluno) daquela pessoa, não é verdade??

Discípulo é aquele que copia, que faz igual ao seu mestre, visando tornar-se igual a seu mestre.

A glória do discípulo é ter a capacidade de poder substituir o seu mestre em qualquer evento em que o seu mestre participaria.

Esposar é igual a tornar-se um com o noivo.

Esposar - Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): unir em matrimônio

esposar

v. (1124) 1 t.d.bit. unir em matrimônio; casar <o padre esposou-os em longa cerimônia> <o juiz sofreu pressões para não e. a moça com o estrangeiro> 2 t.d. e pron. receber por esposa ou esposo; casar-se, desposar <ela jurou jamais esposá-lo> <esposaram-se ontem> 3 t.d. tomar a seu cuidado; assumir <o bom padrinho esposava a educação de todos os afilhados> 4 t.d. aceitar e defender (causa, doutrina, sistema, ideias etc.) <esposou a causa dos desvalidos> 5 t.d. segurar (alguma coisa ou alguém) para que não caia; suster, amparar, suportar <a própria cerca esposava as plantas trepadeiras> ¤ etim lat.tard. spónso,as,ávi,átum,áre 'prometer em casamento; defender; amparar' ¤ sin/var desposar, matrimoniar; ver tb. sinonímia de aceitar ¤ ant ver antonímia de aceitar ¤ hom esposa(3ªp.s.), esposas(2ªp.s.) / esposa \ô\ (f.esposo \ô\) e pl.; esposo(1ªp.s.) / esposo \ô\ (s.m.)


Unidos, eles passam a ser uma só carne.

O homem é feito de carne e espírito.

Não se casarão os discípulos com o Cordeiro?? Unidos, eles passam a ser um só espírito.

(Mateus 19:4-6) 4 Em resposta, ele disse: “Não lestes que aquele que os criou desde [o] princípio os fez macho e fêmea, 5 e disse: ‘Por esta razão deixará o homem seu pai e sua mãe, e se apegará à sua esposa, e os dois serão uma só carne? 6 De modo que não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus pôs sob o mesmo jugo, não o separe o homem.”...



O que isto representava para o discípulo individual??

Não deveria ele ter a mesma maneira de pensar, sentir e agir de Jesus, aquele com quem ele seria um só espírito?? O discípulo deveria se tornar um com Jesus, não deveria??

Quando seria isto?? Seria após a morte e ressurreição do discípulo??

Bastaria o discípulo receber o espírito santo e ele passaria a ser um com Jesus??

Quando o discípulo se tornaria um com Jesus?? Havia uma data marcada?? Em que ambiente se daria tal “casamento”??

Como posso substituir alguém sábio??

Somente quando eu me tornar tão sábio quanto ele, não é verdade??

Jesus falou a seguinte palavra:

(Mateus 12:42) 42 A rainha do sul será levantada no julgamento com esta geração e a condenará; porque ela veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão, mas, eis que algo maior do que Salomão está aqui.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 12:42) 42 A rainha do sul se levantará no juízo com esta geração, e a condenará; porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis aqui quem é maior do que Salomão.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 12:42) 42 A rainha do sul se levantará no juízo juntamente com esta geração, e a condenará, porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão; e aqui está quem é maior do que Salomão.

Como poderia o discípulo de Jesus tornar-se um com Jesus podendo substituí-lo em resolver problemas no dia a dia, sem tornar-se tão sábio quanto Jesus??

Como se consegue a sabedoria?? Seria em um passe de mágica??

O que fazer até chegar à sabedoria??

Conhecimento, entendimento e o discernimento levam à sabedoria.

No entanto, uma coisa ficou bem clara, não se conseguirá ser um com Jesus sem ser tão sábio quanto ele. Para haver plena unidade com Jesus, o discípulo precisa ser tão sábio quanto Jesus.

Basta que o discípulo seja igual ao seu mestre.

Agora chegamos ao ano 36 EC.

O que aconteceu neste memorável ano?? Neste memorável ano, o que ocorreu no reino de sacerdotes??

A cada dia dentro do reino de sacerdotes apareciam novas oportunidades para os discípulos mostrarem sua unidade com Jesus, o Mestre. Com as oportunidades aparecidas, eles deviam praticar palavras e ações idênticas às de Jesus, o Mestre.

Eles haviam recebido um mandamento do Mestre Jesus:

(Mateus 10:5-6) 5 A estes doze enviou Jesus, dando-lhes as seguintes ordens: “Não vos desvieis para a estrada das nações, e não entreis em cidade samaritana; 6 mas, ide antes continuamente às ovelhas perdidas da casa de Israel.

Assim verte a Tradução Almeida:

(Mateus 10:5-6) 5 A estes doze enviou Jesus, e ordenou-lhes, dizendo: Não ireis aos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; 6 mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel;

Jesus mostrou como cumprir este mandamento.

Quando se deparou com uma samaritana o que fez Jesus??

Os judeus não se aproximavam dos samaritanos e não se associavam com pessoas das nações, mantendo-as bem afastadas do contato físico, bem como afastadas do seu coração.

(João 4:7-9) 7 Veio uma mulher de Samaria para tirar água. Jesus disse-lhe: “Dá-me de beber.” 8 (Pois os seus discípulos tinham ido à cidade para comprar comestíveis.) 9 Portanto, a mulher samaritana disse-lhe: “Como é que tu, apesar de ser judeu, me pedes de beber, quando eu sou mulher samaritana?” (Porque os judeus não têm tratos com os samaritanos.)



Assim verte a Tradução Almeida:

(João 4:7-9) 7 Veio uma mulher de Samária tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber. 8 Pois seus discípulos tinham ido à cidade comprar comida. 9 Disse-lhe então a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (Porque os judeus não se comunicavam com os samaritanos.)

Havia uma inimizade no ar, não havia?? Claro que havia. Os judeus não se comunicavam com os samaritanos.

Jesus tomou a iniciativa em falar com alguém que os judeus se mantinham afastados, sequer mantendo um saudável diálogo.

Qual foi a reação dos apóstolos ao observar Jesus conversando com uma mulher samaritana??

(João 4:27) 27 Ora, foi neste ponto que chegaram os seus discípulos, e eles começaram a admirar-se, porque falava com uma mulher. Naturalmente, ninguém disse: “O que estás procurando?” ou: “Por que falas com ela?”

Assim verte a Tradução Almeida:

(João 4:27) 27 E nisto vieram os seus discípulos, e se admiravam de que estivesse falando com uma mulher; todavia nenhum lhe perguntou: Que é que procuras? ou: Por que falas com ela?

Seus apóstolos já tinham visto Jesus falar com outras mulheres. Os apóstolos estavam admirados de um judeu estar mantendo um diálogo com uma samaritana.

Ficaram admirados?? Sim, ficaram admirados.

Admirado – Esta é a definição do dicionário Aulete Digital: espantado, surpreso

(ad.mi.ra.do)

a.

1 Que goza de respeito, estima, admiração: Um político admirado por sua capacidade de liderança

2 Espantado, surpreso [ + com, de: Ficamos admirados com/de sua indiferença]


[F.: Do lat. admiratus, a, um.]



Jesus estava fazendo algo incomum aos olhos dos apóstolos, logo, os apóstolos ficaram admirados; ficaram surpresos; ficaram espantados com a atitude de Jesus.



O que ocorreu em outra ocasião??


Jesus estava mantendo um diálogo com uma mulher das nações. Qual foi a reação dos apóstolos?? Queriam que Jesus se livrasse dela.


(Mateus 15:21-23) 21 Partindo dali, Jesus retirou-se então para os lados de Tiro e Sídon. 22 E eis que uma mulher fenícia, daquelas regiões, saiu e gritou alto, dizendo: “Tem misericórdia de mim, Senhor, Filho de Davi. Minha filha está muito endemoninhada.” 23 Mas ele não lhe respondeu nenhuma palavra. De modo que seus discípulos se aproximaram e começaram a solicitar-lhe: “Manda-a embora; porque persiste em clamar atrás de nós.”

Assim verte a Tradução Almeida:


(Mateus 15:21-23) 21 Ora, partindo Jesus dali, retirou-se para as regiões de Tiro e Sidom. 22 E eis que uma mulher cananéia, provinda daquelas cercania, clamava, dizendo: Senhor, Filho de Davi, tem compaixão de mim, que minha filha está horrivelmente endemoninhada. 23 Contudo ele não lhe respondeu palavra. Chegando-se, pois, a ele os seus discípulos, rogavam-lhe, dizendo: Despede-a, porque vem clamando atrás de nós.


O que aconteceu no ano 36 EC??


Pedro e os demais discípulos de Jesus passaram a revelar quais eram os seus reais sentimentos em relação aos gentios incircuncisos.


E qual era??


Assim falou Pedro para o gentio incircunciso Cornélio:


(Atos 10:24-29) 24 No dia seguinte entrou em Cesaréia. Cornélio, naturalmente, esperava-os e havia reunido seus parentes e amigos íntimos. 25 Quando Pedro entrou, Cornélio foi ao seu encontro, prostrou-se aos pés dele e prestou-lhe homenagem. 26 Mas Pedro ergueu-o, dizendo: “Levanta-te; eu mesmo também sou homem.” 27 E, conversando com ele, entrou e achou muitas pessoas reunidas, 28 e disse-lhes: Vós bem sabeis quão ILÍCITO é para um judeu juntar-se ou chegar-se a um homem de outra raça; contudo, Deus mostrou-me que eu não chamasse nenhum homem de aviltado ou impuro. 29 Por isso vim, realmente sem objeção, quando fui chamado. Portanto, indago a razão pela qual me mandastes chamar.”


Assim verte a Tradução Almeida:

(Atos 10:24-29) 24 No outro dia entrou em Cesaréia. E Cornélio os esperava, tendo reunido os seus parentes e amigos mais íntimos. 25 Quando Pedro ia entrar, veio-lhe Cornélio ao encontro e, prostrando-se a seus pés, o adorou. 26 Mas Pedro o ergueu, dizendo: Levanta-te, que eu também sou homem. 27 E conversando com ele, entrou e achou muitos reunidos, 28 e disse-lhes: Vós bem sabeis que NÃO É LÍCITO a um judeu ajuntar-se ou chegar-se a estrangeiros; mas Deus mostrou-me que a nenhum homem devo chamar comum ou imundo; 29 pelo que, sendo chamado, vim sem objeção. Pergunto pois: Por que razão mandastes chamar-me?


O que é uma coisa ilícita??


Ilícito – Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: condenado pela lei e/ou pela moral; proibido, ilegal...


ilícito

adj. (sXIV) 1 condenado pela lei e/ou pela moral; proibido, ilegal <uma causa i.> <procedimentos, meios i.> n s.m. 2 qualidade do que não é legal ou moralmente aceitável; ilicitude ² i. civil jur delito civil • i. penal jur m.q. crime ¤ etim lat. illicitus,a,um 'ilícito, proibido, vedado, ilegal' ¤ sin/var como adj.: ver antonímia de legítimo e permitido ¤ ant lícito; como adj.: ver tb. sinonímia de legítimo e permitido ¤ par elícito(adj.)



Ficou bem claro que Pedro tinha certos sentimentos em relação a pessoas que não fossem dos circuncisos, não se juntando ou se chegando a estrangeiros, quaisquer estrangeiros. Para o apóstolo Pedro, isto era algo ilícito, um pecado.


Depois de ficarem sabendo destas ações de Pedro, que reação tiveram os outros discípulos de Jesus??


(Atos 11:1-4) 11 Ora, os apóstolos e os irmãos que estavam na Judéia ouviram que pessoas das nações também receberam a palavra de Deus. 2 De modo que, quando Pedro subiu a Jerusalém, os [patrocinadores] da circuncisão começaram a contender com ele, 3 dizendo que ele tinha ido à casa de homens incircuncisos e havia comido com eles. 4 Em vista disso, Pedro principiou e prosseguiu a explicar-lhes as circunstâncias, dizendo:


Assim verte a Tradução Almeida:

(Atos 11:1-4) 1 Ora, ouviram os apóstolos e os irmãos que estavam na Judéia que também os gentios haviam recebido a palavra de Deus. 2 E quando Pedro subiu a Jerusalém, disputavam com ele os que eram da circuncisão, 3 dizendo: Entraste em casa de homens incircuncisos e comeste com eles. 4 Pedro, porém, começou a fazer-lhes uma exposição por ordem, dizendo:


Pedro, como você pôde entrar na casa de um incircunciso e ainda comer com ele?? Isto é uma ofensa contra Jeová.


Estes homens revelavam seus sentimentos nutridos até então pelos gentios. Assim como Pedro, estes homens também viam a ação de Pedro como uma afronta aos seus padrões do que era aceitável dentro de suas leis. Segundo seus sentimentos, Pedro havia se aviltado ao entrar na casa de um gentio e comer com ele.

Como viam os gentios?? Como pessoas aviltadas, pessoas impuras, pessoas de baixo valor; pessoas com um “valor abaixo” do valor que eles achavam ter.


Tanto Pedro quanto os demais discípulos pertencentes à casa de Israel, não revelavam ter a mesma disposição mental de Jesus em relação às pessoas das nações.


Enquanto o rei tinha um sentimento, os súditos revelavam ter outros sentimentos. Os já discípulos de Jesus, discípulos estes que já haviam recebido espírito santo para realizar muitos portentos, mantinham os mesmos sentimentos que os judeus circuncisos que não eram discípulos de Jesus tinham em relação aos gentios incircuncisos.

Que diferença havia entre o discípulo de Jesus e o discípulo de Moisés em relação a questão do incircunciso?? Não havia nenhuma diferença, pois tinham os mesmos sentimentos pelos incircuncisos, ou seja, o desprezo. Deviam copiar os sentimentos do Mestre Jesus, no entanto, mantinham-se copiando os sentimentos que os sacerdotes, fariseus e demais discípulos de Moisés tinham em relação aos gentios incircuncisos.


Tratava-se de uma relação que se baseava no desprezo e indiferença ou na inimizade. No entanto, tanto o desprezo, a indiferença e a inimizade não eram os sentimentos de Jesus em relação aos gentios incircuncisos.


Novamente, estes humanos necessitavam de uma regeneração espiritual. Deviam sentir-se humilhados quando perceberam que Jeová e Jesus estava tratando os gentios incircuncisos exatamente como tratava a casa de Israel.

Jeová e Jesus revelaram de forma prática que os seus sentimentos eram os mesmos tanto para circuncisos quanto para incircuncisos.

A vergonha e a humilhação ficava para a casa de Israel que se enaltecia diante dos gentios incircuncisos.


O que mostrou ser este ano de 36 EC para os discípulos de Jesus oriundos da casa de Israel (pequeno rebanho)??


Mostrou ser um ano de vergonha e humilhação.


Como veio a vergonha e a humilhação para Pedro e outros discípulos de Jesus que eram judeus??


Pedro narrou:


(Atos 10:44-48) 44 Enquanto Pedro ainda falava sobre estes assuntos, caiu o espírito santo sobre todos os que ouviam a palavra. 45 E os fiéis que tinham vindo com Pedro, que eram dos circuncisos, ficaram pasmados, porque a dádiva gratuita do espírito santo estava sendo derramada também sobre pessoas das nações. 46 Pois, ouviam-nos falar em línguas e magnificar a Deus. Pedro respondeu então: 47 Pode alguém proibir a água, de modo que estes não sejam batizados, sendo que receberam o espírito santo assim como nós?” 48 Com isso mandou que fossem batizados no nome de Jesus Cristo. Solicitaram-lhe, então, que permanecesse alguns dias.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Atos 10:44-48) 44 Enquanto Pedro ainda falava estas coisas, desceu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. 45 Admiraram-se todos os crentes que eram da circuncisão, quantos vieram com Pedro, porque também sobre os gentios foi derramado o dom do Espírito Santo; 46 pois os ouviam falar outras línguas e engrandecer a Deus. Então perguntou Pedro: 47 Porventura pode alguém negar a água, para que não sejam batizados estes, que receberam o Espírito Santo como nós? 48 E ordenou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo. Então lhe rogaram que se demorasse ali alguns dias.


Ué, foi derramado espírito santo sobre eles, sendo que eles sequer são batizados??


Uma surpresa e tanto, não é verdade??


Bem, e toda aquela arrogância em relação aos gentios incircuncisos, ou seja, todo aquele sentimento de rejeição aos gentios incircuncisos, onde ficariam??


O apóstolo Pedro e os demais circuncisos tinham muito o que pensar naquele dia, não tinham??

Isto era algo inesperado por aqueles discípulos de Jesus que já haviam recebido espírito santo e realizado obras poderosas.

Estes circuncisos discípulos de Jesus haviam recebido espírito santo, mesmo com aquele sentimento de superioridade em relação ao gentio incircunciso, pois sequer entravam nas casas do incircuncisos para não se aviltarem com tais iníquos.

Bem, o que fazer se o Pai e Jesus aprovavam tais incircuncisos??

Deveriam mudar os seus sentimentos em ralação àqueles que eles viam como aviltados, tão aviltados que era considerado pecado entrar na casa de tais incircuncisos.

Será que tinham um ritual de purificação no caso de entrar na casa de um gentio incircunciso?? Provavelmente, sim.

Ser rei para quem? Ser sacerdote para quem??

Estes homens também havia de reinar sobre a terra.

A partir de quando??

Quando Jesus começou a reinar e sobre quem ele reinava??

Jesus começou a reinar no ano 29 EC sobre a inteira casa de Israel.

Neste ano, Jesus ainda não reinava sobre a casa dos gentios.

(Mateus 15:21-28) 21 Partindo dali, Jesus retirou-se então para os lados de Tiro e Sídon. 22 E eis que uma mulher fenícia, daquelas regiões, saiu e gritou alto, dizendo: “Tem misericórdia de mim, Senhor, Filho de Davi. Minha filha está muito endemoninhada.” 23 Mas ele não lhe respondeu nenhuma palavra. De modo que seus discípulos se aproximaram e começaram a solicitar-lhe: “Manda-a embora; porque persiste em clamar atrás de nós.” 24 Em resposta, ele disse: “Não fui enviado a ninguém senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.” 25 Chegando a mulher, começou a prestar-lhe homenagem, dizendo: “Senhor, ajuda-me!” 26 Em resposta, ele disse: “Não é direito tirar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos.” 27 Ela disse: “Sim, Senhor; mas, realmente, os cachorrinhos comem as migalhas que caem da mesa dos seus amos.” 28 Jesus disse-lhe então, em resposta: Ó mulher, grande é a tua fé; aconteça-te conforme desejas.” E a filha dela ficou curada daquela hora em diante.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 15:21-28) 21 Tendo saído Jesus dali, retirou-se para os lados de Tiro e de Sidom. 22 Uma mulher cananéia, que tinha vindo daquelas regiões, clamava: Senhor, filho de Davi, tem compaixão de mim! minha filha está horrivelmente endemoninhada. 23 Todavia ele não lhe respondeu palavra. Chegando seus discípulos, rogaram-lhe: Despede-a, porque vem clamando atrás de nós. 24 Mas Jesus respondeu: Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel. 25 Contudo ela, aproximando-se, o adorou, dizendo: Senhor, socorre-me! 26 Ele respondeu: Não é bom tomar o pão dos filhos e lançá-lo aos cachorrinhos. 27 Ela, porém, replicou: Assim é, Senhor; mas até os cachorrinhos comem das migalhas que caem da mesa de seus donos. 28 Então lhe disse Jesus: Ó mulher, grande é a tua fé! faça-se contigo como queres. E desde aquela hora sua filha ficou sã.

Não fui enviado a ninguém senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.

Esta afirmação de Jesus era muito forte para aquela mulher gentia. No entanto, ela não desistiu em face das palavras de Jesus. Ele resolveu apelar para a misericórdia de Jesus, raciocinando com ele com um contra-argumento de pura humildade.

No entanto, o fato que desejo destacar nesta cena é a afirmação de Jesus de não ter sido enviado a ninguém, senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.

Somando-se às palavras faladas por eles aos seus apóstolos e discípulos, o que notamos??

Quais foram mesmo as palavras??

Não ireis aos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; 6 mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel;

O que notamos??

Notamos que até aquele momento, os gentios não estavam incluídos no relacionamento.

Até aquele momento, somente a casa de Israel estava pactuada com Jeová. Jesus revelou que ele estava obedecendo esta restrição. No entanto, Jesus revelou a sua forma de obedecer àquela restrição quanto aos gentios. Apesar de obedecer a esta restrição, Jesus não sentia desprezo pelos gentios, atribuindo-lhes um baixo valor.

Neste caso, fica bem claro que Jesus estava sendo rei e reinando sobre a casa de Israel. O seu reinar envolvia buscar as ovelhas perdidas.

Que espécie de reinar era este??

Ora, este era o reinar definido por Jeová como sendo a forma correta de reinar.

Assim definiu Jeová o que era reinar:

(Ezequiel 34:15-16) 15 ‘“Eu mesmo apascentarei as minhas ovelhas e eu mesmo as farei deitar-se”, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová. 16 Procurarei a perdida e trarei de volta a dispersa, e pensarei a quebrada e fortalecerei a doentia, mas aniquilarei a gorda e a forte. A esta apascentarei com julgamento.”


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 34:15) 15 Eu mesmo apascentarei as minhas ovelhas, e eu as farei deitar-se, diz o Senhor Jeová. 16 Buscarei a que estava perdida, e tornarei a trazer a que estava desgarrada, e ligarei a que estava quebrada, e fortalecerei a que estava enferma; mas destruirei a gorda e a forte. Apascentá-la-ei com justiça.

Jesus estava praticando este tipo de reinar. Aquilo que Jeová definia como o reinar em um reino de sacerdotes.

Jesus estava ensinado seus discípulos a reinarem da mesma forma que ele estava reinando.

Os discípulos de Jesus deviam reinar no limite definido por Jesus e da mesma forma que Jesus estava reinando.

A quem foram enviados?? Qual era o local de atuação destes sacerdotes??

Não ireis aos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos; 6 mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel;

Somente às ovelhas perdidas da casa de Israel.

Como seria o reinar destes homens??

(Mateus 10:7-10) 7 Ao irdes, pregai, dizendo: ‘O reino dos céus se tem aproximado.’ 8 Curai doentes, ressuscitai mortos, tornai limpos os leprosos, expulsai demônios. De graça recebestes, de graça dai. 9 Não adquirais nem ouro, nem prata, nem cobre, para os bolsos dos vossos cintos, 10 nem alforje para a viagem, nem duas peças de roupa interior, nem sandálias, nem bastão; pois o trabalhador merece o seu alimento.



(Mateus 10:16-17) 16 Eis que eu vos envio como ovelhas no meio de lobos; portanto, mostrai-vos cautelosos como as serpentes, contudo, inocentes como as pombas. 17 Guardai-vos dos homens; pois eles vos entregarão aos tribunais locais e vos açoitarão nas suas sinagogas.



(Mateus 10:21-23) 21 Além disso, irmão entregará irmão à morte, e o pai ao seu filho, e os filhos se levantarão contra os pais e os farão matar. 22 E vós sereis pessoas odiadas por todos, por causa do meu nome; mas aquele que tiver perseverado até o fim é o que será salvo. 23 Quando vos perseguirem numa cidade, fugi para outra; pois, deveras, eu vos digo: De modo algum completareis o circuito das cidades de Israel antes de chegar o Filho do homem.



Deviam praticar todas estas bondades no meio dos inimigos.

Este é um reinar no meio dos inimigos, pois os que agem como inimigos devem continuar a ser amados. Fuga em lugar do enfrentamento físico, pois deveriam permanecer inocentes como as pombas. No lugar de matar fisicamente os inimigos, deveriam fugir fisicamente dos inimigos.

Tudo o que o mestre fizesse é o que os sacerdotes deviam fazer.

Quem poderia ser sacerdote??

Qualquer um que conseguisse copiar o Mestre.

(Mateus 10:24-25) 24 O discípulo não está acima do seu instrutor, nem o escravo acima do seu senhor. 25 Basta que o discípulo se torne como o seu instrutor e o escravo como o seu senhor. Se chamaram de Belzebu ao dono da casa, quanto mais [chamarão] assim aos de sua família?


O discípulo do sacerdote Jesus deveria se tornar um sacerdote exatamente assim como Jesus mostrasse ser.

O discípulo do rei Jesus deveria se tornar um rei exatamente assim como Jesus mostrasse ser.

O que Jesus era para aqueles homens??

Era um instrutor.

Instrutor – Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: aquele que instrui, que ensina, que adestra.

instrutor

\ô\ adj.s.m. (1789) que ou aquele que instrui, que ensina, que adestra <i. de equitação> ² i. pessoal treinador individual de ginástica ¤ etim lat. instrúctor,óris 'o que prepara, põe em ordem'


Todos passavam a ser alunos do mesmo instrutor, pois nenhum deles devia ser chamado de instrutor ou assumir o papel de instrutor.

(Mateus 23:8) 8 Mas vós, não sejais chamados Rabi, pois um só é o vosso instrutor, ao passo que todos vós sois irmãos.



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Ser rei é ocupar uma posição acima de alguém??

Rei é uma função ou é uma posição??

O que Jeová espera do rei?? O que ele projetou como função para o rei??

O que o rei espera em relação a sua função??

Ser sacerdote para quem??

Do ponto de vista de Jeová, o que representa ser um sacerdote??

Ser um sacerdote é ocupar uma posição acima de??

O que Jeová espera do sacerdote??



Nação santa.

Já sois uma nação santa??

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Assim verte a Tradução Almeida

 

Assim verte a Tradução Brasileira

 

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Assim verte a Tradução Almeida

 

Assim verte a Tradução Brasileira

 

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Assim verte a Tradução Almeida

 

Assim verte a Tradução Brasileira

 

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Assim verte a Tradução Almeida

 

Assim verte a Tradução Brasileira

 

Estatuto por tempo indefinido???/



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