SÁBADO – UM DIA QUE NUNCA DEIXOU DE SER SAGRADO

Criada em 03 de maio de 2014 Última alteração em 19/10/17 às 15 : 50











O SÉTIMO DIA É DECLARADO UM DIA SAGRADO.



O que é um sábado?? É apenas um período fixo de tempo, assim como os demais dias.

O sábado foi dado ao humano como uma fronteira entre o santo e o profano. O humano não deveria profanar o dia santo por fazer as coisas “normais” que ele fazia nos demais dias.

Sábado, um sinônimo de prejuízo financeiro.

Sábado, um dia, um ano, dois anos de descanso da iniquidade, de tirar férias da iniquidade. Vários períodos fixos de tempo foram chamados de sábado pelo Pai.

Praticar certos “verbos” nestes períodos de tempo era sinônimo de profanar o que é chamado de sábado.

Ora, as “coisas normais” do ponto de vita do humano, praticadas pelo humano no dia a dia profanavam o dia santo?? Sim. Por exemplo, praticar o verbo “escravizar” neste período de tempo era “profanar” este período de tempo.

O humano é informado por Jeová: “Meus filhos, para Mim, o sétimo dia é um dia sagrado. Gostaria que vocês não aviltassem este dia. Gostaria que vocês o tratassem assim como Eu o trato”.

Manter o sétimo dia como sagrado estava atrelado ao comportamento de Jeová em relação ao sétimo dia?? O que percebemos??

O que não fazer no sétimo dia para mantê-lo sagrado do ponto de vista de Jeová?? O que o humano não devia fazer no sétimo dia?? Quais ações não deveria praticar?? Quais trabalhos não deveria realizar?? Que tipo de trabalho não deveria realizar??

O que fazer no sétimo dia para que mantê-lo sagrado do ponto de vista de Jeová?? O que o humano deveria fazer no sétimo dia?? Quais ações deveria praticar?? Quais trabalhos deveria realizar?? Que tipo de trabalho deveria realizar??

Jeová é o Santo. É Ele quem entende de santidade. É Ele quem define o que é santo. É Ele quem define o que não é santo. Não é uma questão do gosto do Pai. Muitas pessoas costumam dizer que tudo é uma questão de gosto e que gosto é uma coisa pessoal, e que, sendo assim, certo e errado é uma questão de gosto pessoal.

Isto não era o caso, pois é o resultado que define se algo é certo ou errado.

Visando ensinar ao humano o que é santidade, O Santo Pai definiu o que o humano devia fazer no sábado e o que o humano não devia fazer no sábado. Trata-se de uma soma, ou seja, não fazer coisas + fazer coisas. Trata-se da busca do resultado da soma.

Não fazer aquilo que o Pai definia como coisa impura a ser feita era apenas obedecer a uma parte do mandamento, logo, ainda não estava santificando o sábado??

Percebemos então que a santidade envolve fazer certas coisas e não fazer certas coisas. É o mesmo que praticar certos verbos e não praticar certos verbos durante este período de tempo.

Sábado era o dia de praticar “santidades” e de não praticar “iniquidades”.

O que será que isto dizia para o humano?? Será que o humano conseguia perceber isso??

Será que o humano conseguia perceber que o seu comportamento nos demais dias da semana era um comportamento profano, um comportamento iníquo??

Será que o humano percebia que para ser santo ele precisava transformar todos os demais dias em um sábado??

Será que o humano percebia que sua semana devia ser constituída de sete sábados, e isto de forma permanente??

O sábado mostrava ser um muro invisível entre o santo e o profano, entre o santo e o iníquo.

Não o aviltem por fazer tais coisas (iniquidades). Santifiquem-no por fazer tais coisas (santidades).

Além de não fazer coisas impuras, o humano deveria fazer coisas santas; não praticar coisas impuras e praticar coisas santas.

Aquilo que o Pai tem como sagrado, o filho também deve ter como sagrado. Se Jeová tem o sétimo dia como santo, então cada filho também deve ter o sétimo dia como santo.

Quando foi que o sétimo dia foi declarado um dia sagrado?? Quem foi que declarou o sétimo dia como sendo sagrado?? Por que este dia foi declarado um dia sagrado??

(Gênesis 2:1-3) 2 Assim foram acabados os céus, e a terra, e todo o seu exército. 2 E ao sétimo dia Deus havia acabado sua obra que fizera e passou a repousar no sétimo dia de toda a sua obra que fizera. 3 E Deus passou a abençoar o sétimo dia e a fazê-lo sagrado, porque nele tem repousado de toda a sua obra que Deus criara com o objetivo de [a] fazer.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Gênesis 2:1-3) 1 Assim foram acabados o céu e a terra, com todo o seu exército. 2 No sétimo dia acabou Deus a obra que tinha feito; e cessou no sétimo dia de toda a obra que fizera. 3 Abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele cessou de toda a obra que fizera como Criador.

Quem atribuiu ao sábado (sétimo dia) a condição de dia sagrado (dia santo)??

Foi Deus. Foi o próprio Jeová.

Quando foi isto??

Foi no princípio. Foi logo depois de Jeová acabar de criar a terra, os céus e todo o seu exército.

Qual o motivo Dele ter declarado o sétimo dia como sagrado??

porque nele tem repousado de toda a sua obra que Deus criara com o objetivo de [a] fazer

porque nele cessou de toda a obra que fizera como Criador

Fato: O sétimo dia é um dia que Jeová tem como sagrado, desde o princípio.

Sendo um dia santo, o que será que o humano poderia fazer neste dia para não aviltar este dia??

O que Jeová pediu para que os humanos pactuados com Ele fizessem no sétimo dia??

O que Jeová pediu aos humanos pactuados para não fazerem no sétimo dia??

Vamos ver a parte referente a “não fazer”, isto é, ver quais os verbos que não deveriam ser praticados.

O que não fazer??

Primeiro vamos analisar este sábado.

(Êxodo 12:14-16) 14 “‘E este dia terá de servir-vos de recordação e tereis de celebrá-lo como festividade a Jeová nas vossas gerações. Deveis celebrá-lo como estatuto por tempo indefinido. 15 Sete dias deveis comer pães não fermentados. Sim, no primeiro dia deveis retirar das vossas casas a massa lêveda, pois, quem comer do que é levedado, desde o primeiro dia até o sétimo, essa alma terá de ser decepada de Israel. 16 E no primeiro dia deve haver para vós um santo congresso e no sétimo dia um santo congresso. Não se deve fazer nenhuma obra neles. Somente o que cada alma necessitar para comer, só isto pode ser feito para vós.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo 12:14-16) 14 Este dia vos será por memorial, e o celebrareis como uma festa por estatuto perpétuo. 15 Sete dias comereis pães asmos. Logo ao primeiro dia tirareis das vossas casas o fermento, pois todo o que comer pão levedado desde o primeiro dia até o sétimo, será cortada de Israel aquela alma. 16 Ao primeiro dia haverá para vós uma santa convocação; e ao sétimo dia uma santa convocação; nestes dias não se fará nenhuma espécie de trabalho, exceto o que diz respeito ao comer, somente isso poderá ser feito por vós.

Percebemos que Deus desejava que o humano também tivesse o sétimo dia como um dia sagrado, como um dia santo.

O que representava para o humano manter o sétimo dia como sagrado, como santo diante de Jeová?

Sagrado – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: relativo ou inerente a Deus, a uma divindade, à religião, ao culto ou aos ritos; sacro, santo.

sagrado

adj. (sXIII) 1 relativo ou inerente a Deus, a uma divindade, à religião, ao culto ou aos ritos; sacro, santo <liturgia s.> <ritual s.> 2 que recebeu a consagração, que se sagrou 3 que não se deve infringir; inviolável <s. direito de propriedade> 4 que não se pode deixar de cumprir <dever s.> 5 muito estimado, em que não se deve tocar ou mexer <aquele relógio é s., foi o último presente que recebeu da mãe> n s.m. 6 o que é sagrado ¤ gram sup.abs.sint.: sacratíssimo ¤ etim lat. sacrátus,a,um, part.pas. de sacráre 'consagrar, sagrar' ¤ sin/var ver sinonímia de divino e antonímia de secular ¤ ant profano; ver tb. antonímia de divino e sinonímia de secular


Não podemos fugir do seguinte fato: O sétimo dia é um dia que Jeová tem como um dia sagrado.

Sacro – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: digno de respeito, veneração.

sacro

adj. (sXV) 1 relativo ao que é divino, à religião, aos rituais e ao culto; sagrado, santo 2 fig. digno de respeito, veneração n adj.s.m. anat 3 relativo a ou o osso sacro ¤ etim lat. sacer,cra,crum 'sagrado, santo; consagrado' ¤ sin/var ver antonímia de secular ¤ ant profano; ver tb. sinonímia de secular


Jeová desejava que o humano mantivesse o sétimo dia como sagrado diante Dele??

Não pratique nenhum trabalho que profane o sábado. Nenhuma obra que profane o sábado. Nenhuma ação que profane o sábado.

Jeová inseriu a santificação do sétimo dia entre os dez mandamentos dados ao povo pactuado.

Não santificar o sétimo dia constituía um pecado diante de Jeová. Não se tem como afirmar que a santificação do sétimo dia era algo de somenos importância, pois para Jeová era importante.

(Êxodo 20:8-11) 8 Lembrando o dia de sábado para o manteres sagrado, 9 deves prestar serviço e tens de fazer toda a tua obra por seis dias. 10 Mas o sétimo dia é um sábado para Jeová, teu Deus. Não deves fazer nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu escravo, nem tua escrava, nem teu animal doméstico, nem teu residente forasteiro que está dentro dos teus portões. 11 Pois em seis dias fez Jeová os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e no sétimo dia passou a descansar. É por isso que Jeová abençoou o dia de sábado e passou a fazê-lo sagrado.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo 20:8-11)8 Lembra-te do dia de sábado, para o santificar. 9 Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra; 10 mas o sétimo dia é o sábado de Jeová teu Deus. Nesse dia não farás obra alguma, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu servo, nem tua serva, nem teu animal, nem o teu estrangeiro que está das tuas portas para dentro; 11 porque em seis dias fez Jeová o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há: por isso Jeová abençoou o dia sétimo, e o santificou.

Jeová já tinha declarado o sétimo dia como um dia santo. Agora era a vez do humano aprender a manter a santidade deste dia, por além de não o aviltar este dia com suas ações, suas obras, também o santificar com suas ações, suas obras.

Nos outros dias fareis as vossas obras, mas no dia sagrado não deveis fazer as vossas obras, pois é dia de fazer as obras de Deus, o Santo.

Não farás nenhuma obra (trabalho)– que espécie de obras não deviam ser feitas??

Este mandamento era vigente para cada humano daquela nação??

Será que havia exceções??

Estando incluído entre os dez mandamentos, o que isto representava??

Deixar de santificar o sétimo dia na forma como Jeová determinasse, constituía um pecado diante de Jeová. Tão pecado quanto roubar, adulterar, adorar ídolos, mentir, cobiçar, lucrar ou qualquer outro pecado.

Por que era um pecado?? Você entende o porque profanar o sábado foi definido por IHVH como um pecado??

As duas tábuas de pedra foram escritas pelo dedo de Deus.

(Êxodo 31:18) 18 Ora, assim que acabou de falar com ele no monte Sinai, passou a dar a Moisés duas tábuas do Testemunho, tábuas de pedra, inscritas pelo dedo de Deus.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo 31:18) 18 Deu a Moisés, depois que acabara de falar com ele no monte Sinai, as duas tábuas do testemunho, tábuas de pedra, escritas pelo dedo de Deus.

Sendo as tábuas de pedra escritas pelo dedo de Deus, isto representava que o sétimo dia devia ser mantido santificado segundo a maneira de ver “de Deus”.

Santificar o sétimo dia é um mandamento eterno, assim como “não matarás” também é um mandamento eterno.

Santificar o sétimo dia é um mandamento eterno, assim como “não deves cobiçar” também é um mandamento eterno.

É óbvio que o sétimo dia continuaria a ser um marco divisório entre o santo e o profano, entre o santo e o iníquo.

Assim como “não matarás” nunca deixará de ser um mandamento, santificar o sétimo dia também nunca deixará de ser um mandamento, pois Jeová nunca deixou de ter o sétimo dia como um dia santo. Foi o próprio Jeová quem “declarou” o sétimo dia como santo, como sagrado para Ele. Assim como matar é um pecado diante de Deus, deixar de santificar o sétimo dia é um pecado diante de Jeová, aquele que assim o definiu.

Quem foi que declarou o sétimo dia como um dia santo?? Não foi o próprio Jeová??

Ele continua vivo, não continua??

O humano precisa respeitar esta vontade do Pai, não precisa?? O humano precisa entender o porque o Pai decidiu criar este marco entre o santo e o profano, entre o santo e a iniquidade.

De forma bem resumida, tudo aquilo que é profano leva o humano para a morte e tudo aquilo que é santo leva o humano para a vida.

Esta outra informação em relação ao sétimo dia mantém plenamente coerente a vontade de Deus em relação a santidade do sétimo dia:

(Êxodo 31:12-17) 12 E Jeová disse mais a Moisés: 13 Quanto a ti, fala aos filhos de Israel, dizendo: ‘Deveis guardar especialmente os meus sábados, pois é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações, para que saibais que eu, Jeová, vos santifico. 14 E tendes de guardar o sábado, pois é algo santo para vós. O profanador dele será positivamente morto. Caso haja alguém fazendo nele alguma obra, então essa alma tem de ser decepada do meio do seu povo. 15 Seis dias se pode fazer alguma obra, mas no sétimo dia há um sábado de completo repouso. É algo santo para Jeová. Quem fizer alguma obra no dia de sábado será positivamente morto. 16 E os filhos de Israel têm de guardar o sábado, a fim de celebrar o sábado nas suas gerações. É um pacto por tempo indefinido. 17 É um sinal entre mim e os filhos de Israel por tempo indefinido, porque em seis dias Jeová fez os céus e a terra, e no sétimo dia repousou e passou a tomar fôlego.’


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo 31:12-17)12 Disse mais Jeová a Moisés: 13 Falarás também aos filhos de Israel: Certamente guardareis os meus sábados; pois este é um sinal entre mim e vós pelas vossas gerações; para que saibais que eu sou Jeová que vos santifico. 14 Portanto, guardareis o sábado, porque é santo para vós. Aquele que o profanar, certamente será morto; pois todo o homem que trabalhar neste dia será exterminado do meio do seu povo. 15 Seis dias se trabalhará; porém no sétimo dia é um sábado de descanso solene, consagrado a Jeová; todo o que trabalhar neste dia, certamente será morto. 16 Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, para o observarem pelas suas gerações, como pacto perpétuo. 17 É um sinal perpétuo entre mim e os filhos de Israel; pois em seis dias fez Jeová o céu e a terra, e ao sétimo dia descansou e achou refrigério.

Eu Jeová, vos santifico. Será que o Pai havia escolhido o sábado para declarar que aqueles homens eram santos??

Pelo menos um dia sendo um homem santo, ou seja, pelo menos um dia tendo o comportamento de um homem santo.

Durante aquele dia inteiro, ele só deveria praticar ações de santidade e só falar palavras de santidade.

Para um humano ser honesto por um dia, o que ele teria de fazer??

Teria de passar por várias circunstâncias naquele dia e praticar ações honestas em cada uma das várias circunstâncias.

No caso dele ser desonesto em alguma circunstância, não se poderia dizer que ele foi honesto naquele dia, não é verdade??

Este é o mesmo caso da santidade por um dia.

O que é um dia?? Ora, é apenas um período fixo de tempo.

O que se se diria sobre este dia (período fixo de tempo)??

1 - Eu Jeová, vos ensino a serem santos.

Ou

2 – Eu, Jeová, vos declaro santos neste dia.

Continuemos nossa análise.

Nenhum “trabalho” deve ser feito neste dia.

As obras que vós fazeis nos demais dias, não deveis fazer no Meu dia santo. Não deveis aviltar o Meu dia santo com as vossas ações.

Qual foi a informação dada?? Não deveis praticar nenhuma ação?? Não deveis vos mover??

Esta frase é bem simples: “Não deveis trabalhar”.

Cozinhar é um trabalho, não é?? Praticar qualquer ato no que diz respeito a cozinhar é um trabalho, não é?? Cortar ou somente catar lenha para colocar fogo neles é um trabalho, não é?? Acender o fogo é um trabalho, não é?? Ir até o poço e pegar água para cozinhar é um trabalho, não é?? Será que ir até o poço e pegar água para beber ali no poço constituía trabalho?? Não, não constituiria.

Servir a comida para outro também é um trabalho, não é??

Quando a pessoa tem condições de mover-se e se servir, sim.

Posso praticar o verbo “escravizar” neste dia??

O que é mesmo escravizar??

É ter uma outra vida fazendo as coisas para você de forma obrigatória.

O que foi que o Pai disse em relação a ter vidas fazendo trabalho para alguém neste período de tempo??

Todos estavam livres neste dia ou neste período de tempo.

Não poderia ser usado um animal para carregar nada, para puxar nada. Nenhum animal poderia ser usado como um braço ou uma perna de um humano qualquer.

Nenhum humano poderia ser usado como um braço ou uma perna para um outro humano qualquer.

Durante este período de tempo não se praticava o verbo “escravizar”.

Neste período de tempo devia se respeitar a liberdade de todas as coisas vivas.

Poderia corretamente ser chamado de o dia da liberdade??

Sim, é claro que poderia.


Comer neste dia é aviltar este dia?? Não.

Comer uma comida já pronta não é aviltar o sétimo dia.

Caminhar até um poço para beber água seria aviltar o sétimo dia?? Não.

Caminhar até um milharal e pegar uma espiga de milho e comê-la ali é aviltar o sétimo dia?? Não, não é. Isto não é trabalho, pois a pessoa pegou apenas o que era suficiente para ela comer. Isto é uma coisa natural segundo o conceito do Pai, pois não estava violando o Seu projeto em relação ao dia a dia do humano.

Percebeu??

Neste dia, o humano não deveria praticar a manipulação, nem mesmo de alimento. Neste dia, ou neste período de tempo, o humano não deveria modificar nada em relação à natureza.

Percebeu??

  1. Não escravizar nenhuma vida.

  2. Não modificar o que é natural.


Continuemos a nossa análise sobre o que não fazer neste sétimo dia.

Embora haja as palavras acima, que outras palavras encontramos na mesma escritura dando assim uma explicação a esta frase??

(Êxodo 35:1-3) 35 Mais tarde, Moisés congregou a assembléia inteira dos filhos de Israel e disse-lhes: “Estas são as palavras que Jeová ordenou que se cumprissem: 2 Seis dias se pode fazer alguma obra, mas no sétimo dia virá a ser algo santo para vós, um sábado de completo repouso para Jeová. Todo aquele que nele fizer alguma obra será morto. 3 Não deveis acender fogo em nenhum dos vossos lugares de morada no dia de sábado.”


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo 35:1-3) 1 Tendo Moisés convocado toda a congregação dos filhos de Israel, disse- lhes: Estas são as coisas que Jeová ordenou que se fizessem. 2 Seis dias se trabalhará, porém ao sétimo dia haverá para vós um dia santo, um sábado de descanso solene a Jeová; todo o que nele fizer qualquer trabalho será morto. 3 Não acendereis fogo em nenhum das vossas casas no dia de sábado.

Ora, para fazer algo (preparar) em relação ao comer, é necessário acender o fogo. Está plenamente coerente. Acender o fogo para modificar o que é natural em algo novo, desnatural, diferente do que foi projetado e criado.

Neste caso, embora o humano não devesse cozinhar ou assar, ele podia comer da comida já preparada no sexto dia. Podia comer uma fruta, um legume. De forma paralela, ele não devia carregar a água do poço até sua casa, mas poderia bebê-la no poço da sua casa.

Alguém perguntaria: Mas, e no caso de um enfermo, ou alguém que não conseguisse se mover, devia ficar com sede??

Óbvio que não. Neste caso, este humano estava dependendo de uma ação de misericórdia.

Neste caso, carregar a água do poço até aquela pessoa não seria aviltar este dia sagrado. Não estava sendo aviltada a liberdade daquele que estava fazendo tal coisa, pois ele havia tomado a decisão de praticar uma ação de misericórdia, ação esta que é voluntária e altruísta.

Para deixar bem claro que deixar de santificar o sétimo dia era um pecado diante de Jeová, houve punição para o povo por eles terem deixado de santificar o sétimo dia e terem aviltado o sétimo dia, trazendo para dentro dele aquelas ações que eles praticavam nos demais dias.

O povo foi punido por Jeová por não manter o sétimo dia sagrado/santo segundo a visão de Jeová??

O que previu Jeová enquanto Moisés ainda estava vivo??

(Levítico 26:34-35) 34 “‘E naquele tempo saldará a terra os seus sábados, todos os dias em que jazer desolada, enquanto estiverdes na terra dos vossos inimigos. Naquele tempo a terra guardará o sábado, visto que tem de saldar os seus sábados. 35 Guardará o sábado todos os dias em que jazer desolada, visto que não guardou o sábado nos vossos sábados quando moráveis nela.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 26:34-35) 34 Então a terra gozará os seus sábados, todos os dias da sua assolação, e estareis na terra dos vossos inimigos; nesse tempo descansará a terra, e gozará os seus sábados. 35 Nos dias de assolação terá descanso, a saber, o descanso que não teve nos vossos sábados, quando nela moráveis.

Ora, o que aqueles homens praticavam todos os dias em relação à terra, que não deveriam fazer no sábado ou no período de tempo??

Notou??

Não praticar o verbo semear.

não semearás o teu campo

Bem, mais um verbo que não deveria ser praticado no sábado ou no período de tempo chamado de sábado.

Bem, o que aconteceria se o sábado tivesse 720 dias de duração??

Ora, passariam 720 dias sem semear semente e sem podar as vinhas.

Alguém perguntaria: Como vou passar dois anos sem semear a minha terra??

Praticar o verbo semear era aviltar o sábado.

Era uma sociedade agricultora, que vivia da venda e troca de cereais.

Eles sabiam o grande prejuízo que isto representaria para eles.

No entanto, o Pai deixou bem claro que praticar o verbo semear era algo que aviltava a santidade do sábado.

Será que o Pai estava errado???

Será que aqueles humanos amavam o sábado??

Ou será que o sábado estava indo na contramão dos interesses daqueles humanos??

Qual era o outro verbo??

O outro verbo era o verbo podar.

nem podarás a tua vinha

Qual era mesmo o objetivo de podar??

Induzir a determinado aumento de produção....

Trata-se de modificar o que é natural, para alcançar um “lucro” pessoal..


Veja a definição que encontrei em certa página da internet:

A poda compreende um conjunto de operações que se efetuam na planta e que consistem na supressão parcial do sistema vegetativo lenhoso (sarmentos, cordões e, excepcionalmente, tronco) ou herbáceo (brotos, inflorescências, cachos, bagas, folhas, gavinhas).

A videira, em seu meio natural, pode atingir grande desenvolvimento. Nessas condições, a produtividade não é constante, os cachos são pequenos e a uva é de baixa qualidade. Ao limitar o número e o comprimento dos sarmentos, a poda seca proporciona um balanço racional entre o vigor e a produção, regularizando a quantidade de uva produzida. A poda verde constitui-se num importante complemento da poda seca para melhorar as condições do dossel vegetativo do vinhedo e, conseqüentemente, da qualidade da uva.


O restante pode ser visto na própria página:

http://www.cnpuv.embrapa.br/publica/sprod/UvasViniferasRegioesClimaTemperado/poda.htm



O que isto revela??

Revela que Jeová considerava a santificação do sétimo dia como uma coisa importante a ser feita por aqueles humanos pactuados. Jeová já estava informando-os que eles violariam este mandamento e que haveria punição por tal violação.

Aqueles humanos haviam aviltado a própria terra com suas ações.

Houve punição aos descendentes de Jacó por estes não santificarem o sétimo dia, segundo o que Jeová havia pedido e esperava que o povo obedecesse. Os descendentes de Jacó continuavam praticando ações que aviltavam a santidade do sétimo dia, além de não praticarem as ações que santificariam este dia.

Se um humano decidisse ficar dormindo todo o sábado, ele estaria santificando o sábado??

Óbvio que não, pois a santificação do sábado dependia do humano praticar determinadas ações naquele sábado.

Sua omissão também representaria uma atitude quer aviltava o dia sagrado.

Poderia haver alguma dúvida se os sábados haviam sido dados por Jeová??

Pelo menos um dia como santos.

Dei os meus sábados COMO um sinal. Para que SERVIRIA este sinal??

Bem, centenas de anos depois de Moisés, Jeová fala para Ezequiel:


(Ezequiel 20:10-12) 10 Por isso os fiz sair da terra do Egito e os levei ao ermo. 11 “‘“E passei a dar-lhes os meus estatutos; e dei-lhes a conhecer as minhas decisões judiciais, para que o homem que continuar a cumpri-las também continue a viver por meio delas. 12 E também lhes dei os meus sábados, para se tornarem um sinal entre mim e eles, para que soubessem que sou eu, Jeová, quem os santifica.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 20:10-12) 10 Assim os fiz sair da terra do Egito, e os trouxe para o deserto. 11 Dei-lhes os meus estatutos, e mostrei-lhes os meus juízos, os quais, se os observar o homem, viverá por eles. 12 Demais lhes dei também os meus sábados para servirem de sinal entre mim e eles, a fim de que soubessem que eu sou Jeová que os santifica.

O sábado era um sinal. Era um sinal entre o Santo e os iníquos. Para que fim?? Para que os iníquos soubessem de sua condição profana e de que o Santo os estava ensinando a serem tão santos quanto Ele.

Jeová afirma que Ele deu os sábados para servirem de sinais entre Ele e os descendentes de Jacó, com o objetivo de que eles soubessem ou percebessem que era Ele, Jeová, quem os santificava, quem os declarava justos, que os ensinava a serem justos, ensinando-os a não aviltarem o dia santo com suas ações.

Quanto a declarar, o que temos??

Pode o óleo ser declarado água??

Pode o ferro ser declarado ouro??

Pode o joio ser declarado trigo??

Pode uma banana ser declarada uma maça??

Pode o mau ser declarado bom??

Pode o culpado de pecado ser declarado inocente de pecado??

Pode um muçulmano ser declarado cristão??

Será que o pai vai declarar que uma coisa é outra??

O que seria isso??

Seria uma mentira, não seria??

Isto seria afirmar que uma pedra é um pão.


Será que o Pai vai declarar bom (justo) a um homem mau (ímpio, iníquo, injusto)??

O que Ele disse sobre isso??

A Tradução Brasileira de 1917 assim reza:

(Êxodo 34:7) 7 que guarda beneficência em milhares, que perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado; E QUE DE MANEIRA ALGUMA TERÁ POR INOCENTE O CULPADO, visitando a iniqüidade dos pais nos filhos, e nos filhos dos filhos, na terceira e na quarta geração.

A Tradução Almeida de 1967 assim reza:

(Êxodo 34:7) 7 que usa de beneficência com milhares; que perdoa a iniqüidade, a transgressão e o pecado; QUE DE MANEIRA ALGUMA TERÁ POR INOCENTE O CULPADO; que visita a iniqüidade dos pais sobre os filhos e sobre os filhos dos filhos até a terceira e quarta geração.

Vamos rever a posição que define o Nome Moral do Pai??

No entanto, o que dizem os humanos a respeito do Pai, ao observarem o Pai se relacionar amigavelmente com os ímpios, ou seja, com os homens maus??

A Tradução Brasileira de 1917 assim reza:

(Malaquias 2:17) 17 Tendes enfadado a Jeová com as vossas palavras. Todavia dizeis: Em que o temos enfadado? NISTO QUE DIZEIS: TODO O QUE FAZ O MAL É BOM AOS OLHOS DE JEOVÁ, E NESTES TAIS ELE SE DELEITA; ou onde está o Deus do juízo?

A Tradução Almeida de 1967 assim reza:

(Malaquias 2:17) 17 Tendes enfadado ao Senhor com vossas palavras; e ainda dizeis: Em que o havemos enfadado? NISTO QUE DIZEIS: QUALQUER QUE FAZ O MAL PASSA POR BOM AOS OLHOS DO SENHOR, E DESSES É QUE ELE SE AGRADA; ou: Onde está o Deus do juízo?

O que dizem os humanos a respeito do Pai??

Ora, se o Pai não tem o culpado de pecado como um inocente, então por que ele se relaciona amigavelmente com o homem mau??

Ora, isso é um fato em relação ao Pai, o que gerou estas palavras que ele chamou de palavras que o enfadavam.

O Pai dá o Seu perdão ao homem mau. Trata-se de um perdão sem nenhuma reserva.

No entanto, não se trata do Pai fingir que o homem mau é um homem bom.

Não se trata do Pai declarar que aquele homem mau é um homem bom.

Se o humano não consegue se relacionar amigavelmente com o homem mau, o problema não é do Pai, Aquele que se relaciona amigavelmente com o homem mau.

O Pai é aquele que oferece a outra face depois que o iníquo lhe dá um tapa em uma das faces. Não é exatamente isto o que Ele pede para que também façamos?? Ora, só oferece a outra face a alguém que lhe dá um tapa, aquele que não guardou ressentimento do tapa que recebeu.

Aquele que guarda ressentimento, ou seja, não perdoou, terá grande dificuldade em oferecer a outra face àquele que lhe deu um tapa em uma das faces, ou seja, que o agrediu quer física, quer moralmente.

O humano condena o Pai por este comportamento do Pai. O humano afirma que é o iníquo quem se relaciona amigavelmente com os iníquos.

O humano espera e pede que o Pai sinta inimizade pelo homem mau e se comporte como um inimigo do homem mau.

O Nome Moral do Pai é bem claro, não é??

Vamos ver de novo??

O Pai perdoa o homem mau e se relaciona amigavelmente com tal homem mau, no entanto, não o declara um homem bom....

Percebemos que o Pai os santificava, não no sentido de afirmar que eram santos??

Isso ficou bem claro, não ficou??

Então, continuemos com o sábado sagrado.

O sábado estabelecia o marco divisório entre o que era santo eu que era profano.

O que isto dizia em relação àquelas mesmas ações praticadas nos demais dias??

Não revelavam que se as ações que aviltavam o sábado, também revelavam que os demais dias eram dias aviltados??

Não deixavam bem claro que se aquelas ações profanavam o que era santo, que aquelas ações praticadas como comuns nos demais dias, eram ações profanas??

Precisavam observar, perceber algo que estava sendo dito a eles por Jeová, mas sem palavras.

Não podemos negar que Jeová realmente usava o sétimo dia para ensinar coisas e coisas ao povo.

Notamos que Jeová falou em Meus sábados, não notamos?? Isto revela que existia mais de um tipo de sábado.

Não deveis fazer estas coisas no Meu dia santo, pois elas aviltam o Meu dia santo. Deveis ser santos assim como Eu sou santo.

(Levítico 11:45) 45 Pois eu sou Jeová, que vos conduzo para fora da terra do Egito, a fim de me mostrar Deus para vós; e tendes de mostrar ser santos, porque eu sou santo.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 11:45) 45 Eu sou Jeová, que vos fiz sair da terra do Egito, para ser o vosso Deus; portanto, vós sereis santos, porque eu sou santo.

Eu sou o vosso Deus e Sou santo, logo, vós também deveis ser santos.

Eles precisavam aprender a ser santos; eles precisavam saber o que significava ser santo. Eles precisavam saber a diferença entre o santo e o profano.

O sétimo dia estava sendo usado por Jeová para lhes revelar as diversas circunstâncias que aviltavam a santidade do sétimo dia, logo, circunstâncias que deviam ser corrigidas por eles para alcançarem a condição de santos neste dia.

O sábado servia de sinal do objetivo de IHVH para com o povo escolhido por Ele.

Trata-se de um sinal entre Mim e eles?? Era sinal de que mesmo??

Com o fim de que ficassem sabendo que Sou Eu quem os santifica. De que Sou Eu quem santifico o povo.

Santificar o povo?? O povo precisava ser santificado??

O que é mesmo santificar??

Santificaresta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: tornar santo; sagrar; algo digno de veneração e respeito;

santificar Datação: sXIII

n verbo

transitivo direto e pronominal

1 tornar(-se) santo; sagrar(-se)

transitivo direto

2 canonizar

Ex.: possibilidade de s. o padre José de Anchieta

transitivo direto e pronominal

3 elevar(-se) pelo ensino e prática dos princípios religiosos

transitivo direto e pronominal

4 tornar(-se) digno de veneração e respeito



O objetivo do Pai era tornar santo cada pessoa daquele reino.

Como é que uma pessoa se torna santa??

O que é um santo?

Santoesta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: que ou aquele que vive conforme a lei de Deus e a moral de Deus; diz-se de ou pessoa de conduta exemplar, irrepreensível.

santo Datação: sXIII

n adjetivo

1 que pertence à religião ou aos ritos sagrados; relativo à divindade; que serve a uso sagrado

2 essencialmente puro, perfeito

Ex.: s. união

3 que não pode ser violado

Ex.: s. liberdade

4 diz-se de cada um dos dias da semana anteriores ao domingo de Páscoa; diz-se de cada um dos dias em que a Igreja proíbe o trabalho e manda consagrar ao culto religioso

5 útil, benéfico; seguro, eficaz

Ex.: um s. remédio


n adjetivo e substantivo masculino

6 que ou aquele que foi canonizado e/ou a quem os fiéis rendem culto

Exs.: s. Antônio

tornou-se s.

7 que ou aquele que vive conforme a lei de Deus e a moral religiosa

8 Derivação: por extensão de sentido.

diz-se de ou pessoa de conduta exemplar, irrepreensível

9 Derivação: por extensão de sentido.

diz-se de ou pessoa que se finge inocente, simples, ingênua


n substantivo masculino

10 Derivação: por metonímia.

imagem de alguém que foi canonizado

11 Rubrica: religião. Regionalismo: Brasil.

nos cultos afro-brasileiros, termo equivalente a orixá, inquice, entidade etc.



SÁBADO – o dia de só praticar ações de santidade. O período de tempo de só praticar ações de santidade.

No sábado (período de tempo) aprendereis a ser santos, assim como Eu Sou Santo.

O que é necessário para se poder ensinar alguém a ser santo??

Em primeiro lugar, a pessoa que está ensinando, deve ser santa.

O que o Pai disse a respeito de si mesmo e a respeito do que ele desejava para o povo??

(Levítico 11:45) 45 Pois eu sou Jeová, que vos conduzo para fora da terra do Egito, a fim de me mostrar Deus para vós; e tendes de mostrar ser santos, porque eu sou santo.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 11:45) 45 Eu sou Jeová, que vos fiz sair da terra do Egito, para ser o vosso Deus; portanto, vós sereis santos, porque eu sou santo.

Assim verte a Edição Pastoral:

(Levítico 11:45) 45 Eu sou Javé, que os tirei do Egito, para ser o Deus de vocês: sejam santos, porque eu sou santo.

Eu Sou Santo e vós também deveis ser santos.

Ora, ser santo é uma questão de capacidade pessoal.

O sábado servirá de sinal entre Mim e vós de que Eu sou Aquele que vos ensina a serem santos.

Eu uso o sábado como um ponto de referência, para que vocês percebam o que fazer para serem santos, assim como Eu Sou Santo.

O Pai objetivava transformá-los em pessoas que fossem dignas de veneração e respeito.

Como transformá-los em pessoas dignas de veneração e respeito??

(Jeremias 13:11) 11 Pois assim como se une o cinto aos lombos dum homem, assim fiz unir-se a mim toda a casa de Israel e toda a casa de Judá, diz Jeová; PARA QUE ME FOSSEM POR POVO, E POR NOME, E POR LOUVOR, E POR GLÓRIA. Porém não quiseram ouvir.

Bem, aí está.

O Pai tinha como objetivo transformá-los em pessoas dignas de veneração e respeito, porém eles não quiseram ouvir.

No lugar de fazerem coisas santas, o que eles faziam??

Eles praticavam a iniquidade.

O que disse o pai sobre as obras (trabalhos) deste povo escolhido??

(Jeremias 13:9-10) 9 Assim diz Jeová: Deste mesmo modo farei apodrecer a soberba de Judá e muita SOBERBA de Jerusalém. 10 Este POVO MAU que recusa ouvir as minhas palavras, QUE ANDA NA OBSTINAÇÃO DO SEU CORAÇÃO e já se foi após outros deuses para os servir, e para os adorar, será tal qual este cinto, que PARA NADA PRESTA.


No lugar de serem algo digno de veneração e respeito, o que o povo era?? Era algo que não prestava para nada. O Pai destaca a soberba.

No Lugar de serem moralmente elogiáveis aos olhos do Pai, o que eram aqueles homens escolhidos??

Era algo que não prestava para nada.

No lugar de serem moralmente santos, eles eram moralmente depravados.


O Pai IHVH passou a informar ao povo escolhido quais eram as “normas de comportamento” de um santo.

O Pai IHVH também passou a mostrar como um Santo se comporta no dia a dia, diante das mais diversas circunstâncias. Ele, IHVH, era o exemplo para ser copiado pelos humanos escolhidos.

Vamos ver mais uma destas situações.

O povo estava no deserto e Jeová estava providenciando o maná para a alimentação diária do povo. Dia a dia o povo tinha de sair do acampamento e ir apanhar o maná no lugar próprio definido por Jeová, muito embora, Jeová pudesse providenciar o maná de outra forma (já em suas casas, por exemplo).

Jeová tinha o objetivo de ensinar o povo a obedecer este mandamento. Quando saíssem daquele deserto, eles deveriam continuar a santificar o sétimo dia da mesma forma como haviam praticado no deserto, afinal de contas, estavam aprendendo a não aviltar o dia santo com suas ações.

(Êxodo 16:22-30) 22 E sucedeu no sexto dia que apanharam duas vezes tanto pão, dois gômores para uma só pessoa. Vieram assim todos os maiorais da assembléia e o comunicaram a Moisés. 23 Portanto, ele lhes disse: “É o que Jeová falou. Amanhã haverá a observância sabática dum santo sábado para Jeová. O que puderdes cozer [ao forno], cozei, e o que puderdes cozinhar [em água], cozinhai, e tudo o que sobrar guardai para vós como algo a ser guardado até à manhã.” 24 Concordemente, guardaram-no até à manhã, como Moisés mandara; e não cheirou mal, nem se criaram nele gusanos. 25 Moisés disse então: “Comei-o hoje, porque hoje é um sábado para Jeová. Hoje não o encontrareis no campo. 26 Seis dias haveis de apanhá-lo, mas o sétimo dia é um sábado. Não se formará nele.” 27 No entanto, sucedeu no sétimo dia que alguns do povo saíram para apanhá-lo, mas não acharam nada. 28 Por conseguinte, Jeová disse a Moisés: “Até quando haveis de negar-vos a guardar os meus mandamentos e as minhas leis? 29 Notai o fato de que Jeová vos deu o sábado. É por isso que ele vos dá no sexto dia o pão para dois dias. Ficai sentados, cada um no seu próprio lugar. Ninguém saia do seu lugar no sétimo dia.30 E o povo passou a observar o sábado no sétimo dia.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo 16:22-30) 22 Ao sexto dia colheram pão em dobro, dois hômeres para cada um; vieram todos os principais da congregação e contaram-no a Moisés. 23 Respondeu-lhes ele: Isto é o que Jeová ordenou; amanhã é descanso, sábado santo a Jeová. O que quiserdes cozer no forno, cozei-o, e o que quiserdes cozer em água, cozei-o; e tudo o que sobejar, ponde-o de lado para vós; guardando-o até pela manhã. 24 Guardaram-no até pela manhã, como Moisés ordenara; e não cheirou mal nem se acharam bichos nele. 25 Então disse Moisés: Comei-o hoje; pois hoje é o sábado de Jeová; hoje não o achareis no campo. 26 Seis dias o colhereis; mas o sétimo dia é o sábado, nele não haverá. 27 Ao sétimo dia saíram alguns do povo para o colher, porém não o acharam. 28 Disse Jeová a Moisés: Até quando recusareis guardar os meus mandamentos e as minhas leis? 29 Vede, porquanto Jeová vos deu o sábado, por isso vos dá ele no sexto dia o pão para dois dias; fique cada um onde está, não saia ninguém do seu lugar no sétimo dia. 30 Assim descansou o povo no sétimo dia.

Do primeiro ao quinto dia da semana eles deveriam sair do acampamento e ir até o local onde Jeová providenciava o maná (alimento). Lá chegando, deveriam apanhar apenas o suficiente para si mesmos para aquele dia, ou seja, uma medida individual definida por Jeová (um gômor; hômer).

Jeová também estava lhes ensinando o que era suficiente para a alimentação do corpo durante um dia.

No sexto dia da semana eles deviam colher duas vezes mais, ou seja, dois gômeres; hômeres.

Percebemos não se tratar de um costume antigo do povo, pois era Jeová quem os estava ensinando, além do que, a rebeldia do povo em obedecer tal mandamento comprova que o mandamento era de Jeová e não um costume do povo.

O relato não deixa nenhuma dúvida, Jeová tinha o sétimo dia como sagrado, e Ele estava ensinando ao povo como deveriam manter o sétimo dia santificado.

Jeová descansava no sétimo dia. Ele não dava o maná no sétimo dia. No entanto, no sexto dia, e somente no sexto dia, Ele dava uma dupla porção de maná, porção esta que seria o alimento do sétimo dia.

Percebemos que Jeová não os obrigava a ficar com fome no sétimo dia, logo, não havia um jejum obrigatório. Não estava previsto um jejum obrigatório, logo, Jeová não pediu uma abstinência de alimento no sétimo dia.

Percebemos que o povo passou a ser acostumado a não acender fogo no dia de sábado, pois fazer tal coisa era aviltar o dia santo de Jeová. Eles cozinhavam ou assavam seu alimento no sexto dia, para poderem comê-lo no sétimo dia. Tudo de acordo com a plena lógica.

Segundo o relato, somente no sexto dia é que poderiam guardar para o sétimo dia, o produto já preparado e pronto para o consumo, pois quando o faziam fora deste dia, o que sobrava para o dia seguinte criava bicho e cheirava mal.

Percebemos que Jeová via o preparo do alimento no sétimo dia, como um trabalho. Não se deveria acender fogo no sétimo dia.

Trabalho – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: conjunto de atividades, produtivas ou criativas, que o homem exerce para atingir um determinado fim.

trabalho

s.m. (sXIII) 1 conjunto de atividades, produtivas ou criativas, que o homem exerce para atingir determinado fim <t. manual> <t. intelectual> 2 atividade profissional regular, remunerada ou assalariada <t. de tempo integral> <t. de meio expediente> 3 exercício efetivo dessa atividade <o t. de um jornalista, de um metalúrgico> 4 local onde é exercida tal atividade <mora perto do t.> 5 cuidado ou esmero empregado na feitura de uma obra <deu-lhe muito t. aprimorar o romance> 6 qualquer obra realizada (manual, artística, intelectual etc.); empreendimento, realização <a ponte era um belo t. de engenharia> 7 qualidade de execução, feitura, lavor <um delicado t. de ourivesaria> 8 ação ou modo de executar uma tarefa, de manejar um instrumento <t. de madeira, de cerâmica> <t. de cinzel, de pincel> 9 tarefa a cumprir; serviço <pediu ao jardineiro que terminasse o t.> 10 esforço incomum; luta, lida, faina <foi um t. convencê-lo a voltar para casa> 11 aquilo que é ou se tornou uma obrigação ou responsabilidade de alguém; dever, encargo <seu t. é zelar pelos alunos> 12 ação progressiva e contínua exercida por elemento natural, e o efeito dessa ação <o t. da erosão fluvial> 13 resultado útil do funcionamento de um aparelho, um maquinismo, um sistema etc. <o t. muscular> <o t. de um gerador> 14 fenômeno orgânico que se opera no interior dos tecidos <o t. de cicatrização de um corte> 15 bio conjunto de fenômenos que ocorrem em determinada matéria ou substância, alterando-lhe a natureza ou a forma 16 econ.pol atividade humana que se caracteriza como fator essencial da produção de bens e serviços 17 econ.pol conjunto dos trabalhadores que participam da vida econômica de um país 18 fís grandeza definida como o produto da magnitude de uma força e a distância percorrida pelo ponto de aplicação da força na direção desta [Sua unidade de medida no Sistema Internacional é o joule.] 19 rel em cultos afro-brasileiros, esp. umbanda e quimbanda, ação ou prática ritual realizada para atingir objetivos de proteção, de desenvolvimento espiritual, ou maléficos ª trabalhos s.m.pl. 20 fig. p.us. conjunto de acontecimentos ou experiências difíceis, aflitivas; padecimentos <nunca fora tão humilhado por tantos t. e misérias> 21 exames, discussões e deliberações de uma assembleia ² t. braçal o que exige força muscular para ser executado • t. de campo em antropologia, sociologia, linguística e ciências afins, coleta de dados por meio de entrevistas e pela observação dos indivíduos envolvidos no fenômeno que se pretende investigar • t. de cheio gráf m.q. composição corridat. de fôlego o que demanda disposição e capacidade, por ser difícil e/ou extenso • t. de parto obst conjunto dos fenômenos que caracterizam as diferentes fases de um parto • t. de sapa conspiração contra alguém • t. de sísifo trabalho estafante e inútil, pois, uma vez acabado, tem de ser recomeçado [Segundo lenda grega, Sísifo foi um rei condenado a rolar interminavelmente uma pedra encosta acima.] • t. elétrico fís o trabalho realizado ao se deslocar uma carga elétrica em presença de um campo elétrico • t. forçado trabalho braçal que compõe parte da pena judicial a que são condenados, em determinados países, réus de crimes ou delitos graves (mais us. no pl.) • t. líquido fís para um fluido, a diferença entre o trabalho total do sistema e o trabalho relativo ao volume do fluido que, escoando, é submetido a diferentes pressões • t. no eixo fís o trabalho realizado por um eixo em rotação • t. virtual fís trabalho que seria efetuado se um sistema físico, hipoteticamente, sofresse deslocamentos infinitesimais • agradecer o t. SE demitir-se do emprego; agradecer o emprego • dar t. 1 oferecer emprego 2 exigir esforço, atenção 3 causar preocupação, aborrecimento ¤ etim regr. de trabalhar ¤ sin/var afazer, azáfama, emprego, fábrica, faina, farfúncia, labor, laboração, laborão, labuta, lavor, lida, lide, lideira, mister, ocupação, ofício, quefazer, serviço, tarefa; ver tb. sinonímia de biscate, cargo e feitiço ¤ ant ociosidade, ócio ¤ hom trabalho(fl.trabalhar)


Percebemos que o preparo do alimento está classificada como uma atividade produtiva, que é exercida para se atingir um determinado fim, geralmente, o lucro.

Mesmo que não houvesse lucro, o preparo do alimento no fogo, consistia em uma atividade de transformação ou manipulação de uma coisa no seu estado natural para que ela chegasse a outro estado, não natural.

Percebemos então que devia haver uma interrupção de qualquer processo produtivo com o lucro por finalidade, e mesmo que não houvesse a finalidade de lucro, processo que transformasse o que era natural em algo fora do que havia sido projetado e criado.

Bem, e quanto a água?? Naquela situação do deserto, eles já armazenavam a água perto de si, pelo menos para beber. Acompanhando aquilo que lhes foi pedido por Jeová, armazenariam a água necessária ao consumo do corpo, evitando deslocar-se até a fonte de água ali existente. No entanto, não havia nada de errado em se deslocar até a fonte de água e beber ali a água necessária.

Seria uma condição temporária, e somente ali no deserto??

Quanto ao maná sim. As circunstâncias ali no deserto seriam diferente das circunstâncias fora do deserto. No entanto, embora houvesse a mudança do tipo de alimento, todas as demais coisas instituídas por Jeová deviam ser mantidas, não é verdade??

Afinal de contas, o que mudava?? Ora, só mudava o tipo de alimento.

Aquilo que era praticado na carência deveria ser modificado na condição de abundância??

Será que eles tinham de correr para pegar o maná, pois senão ficariam sem ele?? Embora estivessem no deserto, havia uma abundância de maná. No entanto, embora houvesse uma abundância de maná, cada um só deveria pegar o que necessitava para seu próprio corpo e somente para aquele dia.

As coisas a não fazer continuavam as mesmas, não é verdade??

Não estavam aprendendo a “não aviltarem” o dia santo com suas ações?? Não estavam aprendendo a serem santos pelo menos no dia de sábado?? Foi revelado ao humano que realizar qualquer processo produtivo e/ou criativo visando alcançar um determinado fim, no sétimo dia, constituía um aviltamento para o sétimo dia.

Já percebemos que não se tratava de uma condição temporária, pois Jeová havia dado tal observância como um mandamento, tal qual o mandamento de “não matarás”. Jeová também ensinou a forma correta de obedecer ao Seu mandamento. O histórico da punição do povo, tendo Jeová lhes informado os motivos das punições, também deixam bem claro que tal mandamento era perpétuo (não era um mandamento para o deserto), pois estava atrelado ao comportamento do próprio Jeová em relação ao sétimo dia, e, consequentemente, ao comportamento do povo durante os dias, as semanas, os meses e os anos, pois deviam ser santos assim como Jeová era santo. Não podemos negar que Jeová realmente usava o sétimo dia para ensinar coisas e coisas ao povo. Não podemos esquecer que o objetivo era formar pessoas santas, pessoas moralmente santas.

Se Jeová, como Santo, não aviltava o sétimo dia, todos os que desejassem ser santos também não aviltariam o sétimo dia.

O sábado era o dia da gratuidade.

Todas as coisas visíveis ou invisíveis eram gratuitas neste dia.

Sendo assim, o alimento físico era gratuito para todos.

O morar, o vestir, o calçar, o respirar, o comer, o beber, o andar, etc., eram gratuitos para todos, inclusive para os animais.

Neste dia todas as coisas valiosas eram gratuitas. Uma coisa valiosa e invisível como o perdão, devia ser dados a todos sem qualquer custo para aquele que o recebesse. Era o dia em que nenhum humano devia cobrar nada a nenhum humano ou animal por qualquer tipo de coisa santa que fizesse por um próximo qualquer.

(Isaías 58:6-7) 6 Acaso não é este o jejum que escolhi-romper as ligaduras da iniqüidade, desatar as ligaduras do jugo, deixar ir livres os oprimidos e quebrar todo o jugo? 7 Acaso não consiste ele em repartires o teu pão com o faminto, e recolheres em casa os pobres desamparados? em cobrires o nu quando o vires, e não te esconderes da tua carne?

Neste dia o humano deixava de ser um comerciante.

No lugar de comprar e vender, ele devia repartir...

Repartir – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: distribuir; partilhar; compartir; dividir.

repartir Datação: sXV

n verbo

transitivo direto e bitransitivo

1 dividir em partes ou grupos; distribuir

Ex.: r. os bens (entre os filhos)

transitivo direto e bitransitivo

2 dispor em diferentes locais

Ex.: r. a tropa (pela região)

transitivo direto e bitransitivo

3 utilizar (o tempo) de modo racional, prazeroso etc.; dividir

Ex.: sabia r. o dia entre trabalho, leitura e esportes

transitivo direto e bitransitivo

4 partilhar (algo) com; compartir, dividir

Ex.: reparte sua alegria (com os amigos)

pronominal

5 ir por diversas partes ao mesmo tempo; dispersar-se, espalhar-se

Ex.: a enchente repartiu-se por toda a cidade

pronominal

6 separar-se em duas ou mais partes

Ex.: o rio reparte-se logo adiante

pronominal

7 dividir a atenção por muitos assuntos

Ex.: reparte-se entre filologia, política e futebol



Neste dia ficava abolida a palavra mérito, pois ninguém trabalhava para receber nada.

O sábado mostrava ser o dia que estava contra a base do sistema amado e praticado pelo humano no seu dia a dia.

O sábado era o dia da liberdade. deixar ir livres os oprimidos e quebrar todo o jugo.

Nenhum humano devia trabalhar para outro humano como escravo neste dia (período de tempo).. Nenhum animal devia trabalhar como escravo neste dia (período de tempo).

Ainda em relação a observar um sábado, o que mais pediu Jeová ao povo??

Um ano inteiro como santos..como moralmente santos.

Deixando claro que devia haver continuidade na questão de manter santo o sétimo dia, assim estipulou Jeová este novo mandamento:

(Levítico 25:1-7) 25 E Jeová falou mais a Moisés no monte Sinai, dizendo: 2 Fala aos filhos de Israel, e tens de dizer-lhes: ‘Quando por fim entrardes na terra que vos dou, então a terra terá de observar um sábado para Jeová. 3 Seis anos deves semear teu campo e seis anos deves podar teu vinhedo, e tens de recolher os produtos da terra. 4 Mas no sétimo ano deve haver um sábado de completo repouso para a terra, um sábado para Jeová. Não deves semear teu campo e não deves podar teu vinhedo. 5 Não deves ceifar o que crescer de grãos caídos na tua colheita e não deves colher as uvas da tua videira não podada. Deve haver um ano de completo repouso para a terra. 6 E o sábado da terra tem de servir-vos de alimento, para ti e para teu escravo, e para tua escrava, e para teu trabalhador contratado, e para o colono contigo, os que residem contigo como forasteiros, 7 e para teu animal doméstico e para o animal selvático que há na tua terra. Todos os seus produtos devem servir para comer.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 25:1-7) 1 Disse Jeová a Moisés no monte Sinai: 2 Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Quando entrardes na terra que vos hei de dar, a terra terá o descanso de um sábado a Jeová. 3 Seis anos semearás o teu campo, e seis anos podarás a tua vinha, e recolherás os seus frutos; 4 mas no sétimo ano haverá sábado de descanso solene para a terra, sábado de Jeová: não semearás o teu campo, nem podarás a tua vinha. 5 Não segarás o que nascer de si mesmo da tua seara, nem colherás as uvas da tua vinha não podada; ano de descanso solene será para a terra. 6 O produto do descanso da terra servir-vos-á para alimento: a ti e ao teu servo e ao teu jornaleiro e ao estrangeiro que peregrina contigo. 7 Ao teu gado, e aos animais que estão na tua terra, tudo o que ela produzir será para alimento.

O que não podemos negar??

Um sábado de completo repouso dedicado a Jeová, um sábado de Jeová. O que modificava em relação ao deserto?? Ora, nada modificava, apenas o local onde estavam e o tipo de alimento, que não era o maná.

Não podemos negar que a observância do sábado estava plenamente envolvida no dia a dia do povo escolhido.

Não aviltar o sétimo dia era um dos itens de santidade, pois para alcançar a condição de santo, cada humano devia imitar ao Santo Pai Jeová.

Neste caso, Jeová pedia para que um inteiro ano fosse observado como “sábado”. O que ocorria neste sábado de um ano de duração (360 dias)??

Neste caso, Jeová pedia que fosse dado um descanso para a terra. Percebemos que Jeová estava ensinando algo muito mais abrangente do que um simples dia de sábado. Percebemos que se tratava de algo muito maior, e que envolvia toda a vida do humano, pois todos os projetos dos humanos estavam atrelados à santificação dos sábados de Jeová.

Com os Seus mandamentos, Jeová estava mostrando algo para o povo. A forma de vida do povo estava plenamente vinculada neste “sábado” de Jeová. O dia a dia daqueles homens estava plenamente atrelado aos sábados de Jeová.

Será que o povo pactuado devia basear toda a sua vida segundo os costumes criados por Jeová para este dia??

Estes humanos viviam uma forma de vida baseada no “lucro”. Viviam o dia a dia objetivando conseguir o “lucro”.

Eram humanos viviam da plantação, isto é, eram dedicados à agricultura, sendo também criadores de gado.

O agricultor obedece aos ciclos naturais de plantio e colheita de suas safras.

O que estes homens desejavam??

Moisés definiu muito bem o desejo do povo ao entrarem na terra prometida:

(Deuteronômio 15:4-6) 4 No entanto, ninguém deve ficar pobre no teu meio, porque Jeová, sem falta, te abençoará na terra que Jeová, teu Deus, te dá por herança, para tomares posse dela, 5 contanto que impreterivelmente escutes a voz de Jeová, teu Deus, de modo a cuidar em cumprir todo este mandamento que hoje te ordeno. 6 Pois, Jeová, teu Deus, deveras te abençoará assim como te prometeu, e certamente emprestarás sob caução a muitas nações, ao passo que tu mesmo não tomarás empréstimo; e tens de dominar sobre muitas nações, ao passo que elas não dominarão sobre ti.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Deuteronômio 15:4-6) 4 Contudo não haverá entre ti pobre algum (pois Jeová certamente te abençoará na terra que Jeová teu Deus te está dando por herança para a possuíres), 5 se somente ouvires diligentemente a voz de Jeová teu Deus, para cuidares de cumprir todo este mandamento que eu hoje te ordeno. 6 Porque Jeová teu Deus te abençoará, como te prometeu; emprestarás a muitas nações, mas não tomarás empréstimos; dominarás sobre muitas nações, porém elas não dominarão sobre ti.

O povo pactuado desejava ser mais rico que todos os demais povos da terra de Canaã, para poder emprestar e dominar sobre as demais nações.

Por que chegariam a esta condição superior??

Porque receberiam a bênção de Jeová. Com tal bênção, eles poderiam produzir mais, armazenar mais, enriquecer mais e dominar as demais nações, pois elas não receberiam as mesmas bênçãos. Tudo dentro da lógica humana.

Aqueles que lucram mais enriquecem mais e passam a dominar.

Aqueles homens viviam o dia a dia na busca de satisfazerem este desejo. Produzir mais, produzir mais e produzir mais. Quem produz mais, armazena mais e vende para aquele que não tem, lucrando cada vez mais.

Que espécie de desejo é esse?? Um desejo egoísta ou um desejo altruísta??

Não há dúvida de que se trata de um desejo egoísta. Uma das características de pessoas moralmente egoístas.

Será que o sábado era um empecilho para a satisfação deste desejo?? Será que o sábado atrapalhava a plena execução dos planos de enriquecimento??

Agora aquela pergunta que não quer calar: Será que todas estas ações praticadas nos demais dias eram ações profanas, ações iníquas??

Se não fossem ações profanas, elas poderiam ser praticadas no dia santo, não é verdade??

Bem, e o que dizer de um sábado de um ano de duração?? Este sábado de um ano de duração atrapalhava bastante os negócios, não atrapalhava???

Percebemos que para ser santo, o humano não deveria praticar o lucro. Para ser santo, o humano não devia praticar o comércio.

Se praticar o lucro no sábado era um pecado, neste caso praticar o lucro em qualquer dos outros seis dias também era pecado.

O que o Pai pedia??

Pedia que durante todo o sétimo ano fosse dado um descanso para a terra. Neste ano não devia ser semeada nenhuma semente pelo homem. Nenhum trabalho de agricultor devia ser feito naquele sétimo ano. Não produza nada no sétimo ano.

Os animais deviam ser deixados no campo, obviamente, usufruindo aquela liberdade dada pelo Pai a eles. No entanto, deviam providenciar que os animais tivessem acesso a água para que eles não morressem de sede, não é verdade?? Somente assim é que não haveria nenhuma atividade produtiva.

Será que deviam usar os animais para transportar a carga de seus próprios corpos?? Isto significava usar o animal que deveria estar livre, não é verdade??

A redução da atividade produtiva também reduz o lucro e quando não há atividade produtiva se está caminhando para a pobreza.

Será que deviam importar alimentos??

Importar sem produzir gera prejuízo para quem importa e lucro para aquele que exporta.

Será que havia uma brecha na lei que os permitia importar os alimentos durante o “sábado anual” que devia ser dedicado a Jeová??

Que espécie de comportamento deviam ter??

Será que podia comprar e vender neste dia santo?? Será que comprar e vender eram ações que santificavam o dia sagrado?? Será que comprar e vender são ações santas??

Eles não podiam carregar mantimentos, não podiam usar os animais para carregar os alimentos e nem usar escravos para fazer o que eles não podiam fazer.

Será que podiam pagar para outros trabalharem para eles??

Poderiam pagar aos estrangeiros comerciantes para entregarem mercadorias a eles dentro de suas terras??

Estava havendo trabalho em suas terras, não estava??

Alguém estava trabalhando para ele, não estava??

Estava havendo a prática do lucro, não estava??


O que mais envolvia tornar o sétimo dia sagrado diante de Jeová??

Será que deviam acender fogo em algum dos dias deste sábado de um ano??

Se era pecado acender fogo em um sábado, então, independente do tempo de duração deste sábado, acender qualquer fogo nele representaria estar aviltando este sábado.

Dois anos praticando a santidade?? Sendo individualmente santos por dois anos consecutivos??

O quinquagésimo ano.

(Levítico 25:8-12) 8 “‘E tens de contar para ti sete sábados de anos, sete vezes sete anos, e os dias dos sete sábados de anos têm de somar para ti quarenta e nove anos. 9 E no sétimo mês, no décimo [dia] do mês, tens de fazer soar a buzina sonora; no dia da expiação deveis fazer soar a buzina em toda a vossa terra. 10 E tendes de santificar o qüinquagésimo ano e proclamar liberdade no país, a todos os seus habitantes. Tornar-se-á para vós um jubileu, e tendes de retornar cada um à sua propriedade e deveis retornar cada um à sua família. 11 Um jubileu é que se tornará para vós este qüinquagésimo ano. Não deveis semear, nem deveis ceifar o que na terra crescer de grãos caídos, nem colher as uvas de suas videiras não podadas. 12 Pois é um jubileu. Deve tornar-se algo sagrado para vós. Do campo podeis comer o que a terra produzir.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 25:8-12) 8 Contarás sete sábados de anos, sete vezes sete anos; e te serão os dias de sete sábados de anos, isto é, quarenta e nove anos. 9 Fareis soar a trombeta sonora aos dez dias do sétimo mês; no dia da expiação farei soar a trombeta em toda a vossa terra. 10 Santificarei o ano qüinquagésimo, e proclamareis liberdade por toda a terra a todos os seus habitantes: ano de jubileu será para vós. Voltareis, cada um à sua possessão, e voltareis, cada um para a sua família. 11 Esse qüinquagésimo ano será para vós ano de jubileu; não semeareis, nem segareis o que nascer de si mesmo neste ano, nem colhereis nele as uvas da vinha não podada. 12 Pois é ano de jubileu: santo será para vós; comereis o que o campo produzir nesse ano.

Esta era outra ocasião específica. O quinquagésimo ano era um ano especial. Deviam proclamar a liberdade em todo o país. Deviam ser quebrados todos os jugos, eliminando assim a figura do escravo em todo o país. Devia haver um perdão incondicional de todos em relação a todos.

O que envolvia tornar este sábado bianual sagrado?? O que estes homens deviam fazer e não fazer para tornar santo este sábado de Jeová?? Neste sábado bianual, chamado de sábado por Jeová, eles também não deviam trabalhar, isto é, não deviam semear, não deviam ceifar, e nem colher. Do campo podiam comer o que a terra produzisse, mas, sem praticar a colheita. Eles também deviam descansar destes tipos de trabalho. No entanto, havia coisas que eles deviam fazer para que o sábado se tornasse um ano santo??

Percebemos que nesta ocasião haveria dois períodos consecutivos de um ano em que a terra ficaria descansando do trabalho do humano de preparar a terra, semear e colher, que são atividades produtivas.

Proclamar “liberdade” em todo o país??

No sábado não deveria haver escravo e escravizador?? Hum, isto era mal aos olhos do povo, não era??

Liberdade para todos os escravos, ou só para os escravos judeus??

Hum, isto era um real problema para o povo escolhido, não era??

Será que estes dois anos consecutivos de plena santidade era motivo de plena alegria ou de tristeza??

Sem efetuar uma colheita, eles deviam comer o que a terra produzisse. Aquilo que a terra produzisse sem a manipulação do humano.

O Pai foi bem claro, isto é, comer aquilo que a terra produzisse depois da última colheita realizada e comer o que a terra naturalmente produzisse.

Notamos que o humano estava sendo levado a fazer o que era natural??

Notamos que o homem interferia naquilo que era natural objetivando um ganho, um lucro??

O homem modificava o que era natural para um ganho na produção e um lucro maior.

Será que havia a brecha para importar produtos??

Mas e quanto àquele que morava em uma cidade?? Ele teria problemas em obedecer a este mandamento, não teria?? Certamente.

Obedecendo ao mandamento de Jeová, o habitante da cidade teria de sair de sua comodidade da cidade (quando os outros levavam a colheita do campo até eles), e se dirigirem até o campo para ali comerem do que a terra produzisse.

Isto é o que eles deveriam fazer durante aquele ano inteiro e no caso do jubileu seriam dois anos consecutivos. É óbvio que só fariam isto depois de acabar os seus estoques pessoais. Como durante todo o ano eles não poderiam realizar trabalho (dois anos no caso do jubileu), seria aceito o ir até um celeiro público para retirar mantimentos e os carregar até seus lares?? Poderiam utilizar animais de carga para realizar tais transportes?? Será que os escravos das nações poderiam fazer este serviço para eles?? O descanso era para todos, inclusive os animais usados para carga, não é verdade?? Não deveria haver ninguém na condição de escravo neste dia santo, não é mesmo?? Jeová havia afirmado que o ano inteiro era um sábado a ser mantido sagrado, não havia??

Durante este ano inteiro, não deveriam usar nenhum humano como braço ou perna seus, para a satisfação de suas vontades e/ou necessidades egoístas, tampouco qualquer animal.

Neste caso, eles tinham um problema. Será que em cada casa haveria um armazém suficientemente grande para guardar o mantimento necessário para eles, durante aqueles dois anos de descanso da terra??

Bem, para obedecer da forma como Jeová os ensinou no deserto, durante aquele ano inteiro (dois anos no caso do jubileu), eles precisavam sair de suas cidades muradas e irem até o local onde estava o alimento e o comerem lá, em face de que o ano inteiro era um sábado, logo, todas as regras aplicadas a um sábado se aplicavam àquele ano inteiro. Será que naquele ano inteiro eles poderiam acender fogo, sendo todo este ano um “sábado” (sendo dois anos no caso do jubileu)??

Mesmo que cada um fosse até o armazém, não deveria haver negócio. Não deveria haver nenhum lucro.

O que podemos perguntar sobre morar em uma cidade??

Fica bem claro que residir em uma cidade também não constituía algo santo. Fica bem claro que se tratava de algo profano. Tratava-se de algo desnatural do ponto de vista do Pai, afinal de contas, Ele não projetou e nem criou as cidades. O Pai morava em tendas.

Será que durante todo aquele período de dias (dois anos) eles poderiam realizar trabalho produtivo e/ou criativo para tingirem um determinado fim?? Trabalho = conjunto de atividades, produtivas ou criativas, que o homem exerce para atingir um determinado fim.

Não seria mais fácil residirem em barracas durante estes sábados anuais??

Jeová considerava aqueles dois anos consecutivos como um “sábado”, um autêntico “sábado”. Neste caso, nada que aviltasse o “sétimo dia” deveria ser feito neste período de dois anos, pois este período de dois anos era um “sábado”.

O dia a dia dos descendentes de Jacó, estava repleto de lembranças quanto a manterem o sétimo dia como sagrado do ponto de vista de Jeová, Aquele que havia declarado o sétimo dia como santo e que havia pedido isto ao povo que, santificassem o sétimo dia assim como Ele o santificava.

Além do descanso da terra e do descanso de todos os envolvidos na produção agrícola, o que mais devia ser feito para que o sábado se tornasse realmente um dia santo do ponto de vista de Jeová??

Era Jeová quem definia a forma como aqueles humanos tornariam aquele “sábado” santo para Ele.

O que mais havia definido Jeová como a forma de tornar aquele “sábado” como um dia santo para Ele??

proclamar liberdade no país, a todos os seus habitantes.

proclamareis liberdade por toda a terra a todos os seus habitantes:

Proclamar “liberdade” a todos os seus habitantes.

Ora, o sábado já era um dia de plena liberdade, não era??

No entanto, o que acontecia quando acabava o sábado?? Ora, todos os que estavam libertos no sábado, perdiam novamente a liberdade nos demais dias, sendo obrigados a serem braços e pernas para a satisfação de uma outra pessoa. Tratava-se de uma liberdade emprestada, uma liberdade temporária, uma liberdade hipócrita, uma falsa liberdade. No entanto, neste ano acontecia algo diferente..

O que isto representava para toda e qualquer pessoa residente naquele país??

A pessoa estava verdadeiramente livre para ir para onde quisesse. A partir daquele ano, ninguém, absolutamente ninguém, continuaria a prestar serviço obrigatório, nem nas cidades e nem nas áreas de produção agrícola. Nenhum natural da terra e nenhum estrangeiro deveria continuar como escravo ou prestando serviço escravo para qualquer descendente de Jacó, ou qualquer residente do país.

Será que o animal também gozava do direito a esta plena liberdade??

O que aconteceria se o escravo tivesse sido comprado?? Não havia exceções à regra, todos devia ser proclamados homens livres. Todas as dívidas deviam ser perdoadas, não deveriam?? Todos deviam voltar a ocupar a posição de plena igualdade uns diante dos outros.

Percebemos?? Voltar ao estado natural. Voltar ao estado originalmente projetado e criado.

Percebemos o que estava envolvido em ser um santo??

Mas haveria um prejuízo para aquele que comprou o escravo, não haveria?? Sim, haveria.

Haveria um prejuízo para aquele que decidiu emprestar, não haveria?? Sim, haveria.

Para chegar naquela condição de escravo foi necessário haver ações de pessoas moralmente egoístas.

A existência do escravo é apenas um efeito colateral da existência de pessoas moralmente egoístas.

Na verdade, o que estava acontecendo??

Estavam sendo desfeitas as iniquidades dos moralmente egoístas.

Ratificando Sua posição em relação a tornar o sábado um dia santo para Ele, o que mais disse Jeová?? Que outro mandamento havia dado Jeová para o povo que agora trazia a atenção para o sétimo ano??

(Êxodo 23:10-11) 10 E por seis anos deves semear a tua terra e tens de recolher os seus produtos. 11 Mas no sétimo ano deves deixá-la sem cultivo e tens de deixá-la de pousio, e os pobres do teu povo têm de comer dela; e o que for deixado por eles deve ser comido pelos animais selváticos do campo. É assim que deves fazer com o teu vinhedo e com o teu olival.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo 23:10-11) 10 Seis anos semearás a tua terra, e recolherás os seus frutos; 11 porém no sétimo ano a deixarás descansar e não a cultivarás, para que os pobres do teu povo achem que comer; e o que estes deixarem, servirá de mantimento para os animais do campo. Assim farás com a tua vinha e com o teu olival.

Sete dias, sete anos. Assim como o sétimo dia deve ser mantido santo, da mesma forma o sétimo ano deve ser mantido sagrado. Aquilo que era feito para santificar o sétimo dia também devia ser feito para santificar o sétimo ano. Tudo estava dentro da lógica do comportamento de Jeová.

Várias lições estavam sendo ensinadas ao povo através deste sétimo dia sagrado e sétimo ano sagrado.

Realmente, o sábado era um marco divisório entre o santo e o profano, entre o santo e o iníquo.

Todo o povo deveria passar o sétimo ano inteiro sem praticar o plantio, a poda, a colheita e qualquer ação produtiva ou criativa que objetivasse um fim. Durante este período de tempo deviam me manter presos ao que era natural, ou seja, ao ciclo natural das coisas, sem a intervenção humana. Durante aquele ano, deviam pegar apenas aquilo que precisassem para aquele dia, no caso de não terem feito o estoque no sexto ano, ano em que Jeová daria uma bênção à terra, dando esta uma produção tripla para atender o sexto, o sétimo ano e o oitavo ano. Também deviam perdoar todas as dívidas e libertar todos os escravos.

O que estava sendo feito??

Estavam desfazendo as suas próprias obras iníquas frutos do egoísmo.

Assim falou Jeová:

(Levítico 25:20-22) 20 “‘Mas, caso digais: “Que havemos de comer no sétimo ano, visto que não podemos semear, nem recolher as nossas safras?” 21 neste caso, hei de ordenar a minha bênção para vós, no sexto ano, e ela tem de dar a sua safra por três anos. 22 E tendes de semear no oitavo ano e tendes de comer da safra antiga até o nono ano. Até a vinda da sua safra comereis da antiga.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 25:20-22) 20 Se disserdes: Que comeremos no sétimo ano? eis que havemos de semear, nem recolher o que a terra nos produzir; 21 então vos mandarei a minha bênção no sexto ano, e a terra produzirá fruto bastante para os três anos. 22 No oitavo ano semeareis, e comereis dos frutos velhos; até o nono ano, até que a terra produza os frutos novos, comereis dos velhos.

O que acontecia com aquele agricultor que estava ansioso para negociar suas safras, tendo de ficar pelo menos três anos sem negociar suas safras na busca de seu lucro?? Aquele que estava interessado em enriquecer estava com um grande problema, não estava??

Todos estes sábados mostravam ser um empecilho para o agricultor comerciante participar nas rodas do comércio para poder enriquecer, não é verdade??

Como viajariam com suas cargas, visando vendê-las em outras cidades?? Deveriam estabelecer e praticar alianças comerciais com as nações ao redor??

O que percebemos??

Percebemos que o dia a dia do povo estava plenamente atrelado à santificação do sétimo dia e do sétimo ano.

Percebemos também que o sétimo dia atrapalhava o enriquecimento, o domínio e escravização de outros humanos.

Percebemos que as ações do sétimo dia eram ações contrárias ao lucro.

Os mandamentos dados visavam a santificação do sétimo dia e do sétimo ano.

Visavam a santificação do humano, obrigando o homem a tirar férias de seu egoísmo.

O que Jeová afirmou séculos depois de Moisés??

E também lhes dei os meus sábados, para se tornarem um sinal entre mim e eles, PARA QUE SOUBESSEM que sou eu, Jeová, quem os santifica.


Demais lhes dei também os meus sábados para servirem de sinal entre mim e eles, A FIM DE QUE SOUBESSEM que eu sou Jeová que os santifica.

Um sinal para que soubessem; servirem de sinal a fim de que soubessem.

Eles precisavam observar algo que estava sendo dito sem palavras.

Jeová afirmou: Eu estou lhes ensinando a serem santos nos sábados.

O sábado era um dia santo.

No sábado só deviam serem feitas obras santas.

O humano não devia aviltar o sábado com suas obras, seus serviços, seus trabalhos egoístas. Neste dia deviam fazer as coisas da forma como Jeová pedia, deviam fazer obras altruístas.

Jeová lhes mostrava: “Vejam como um santo age neste dia”.

Percebemos que Jeová estava definindo uma forma de comportamento para o dia a dia, comportamento este, definido por Jeová como comportamento santo.

Plantar, fazer colheita, cozinhar, transportar mercadorias, comprar e vender, construir ou destruir eram coisas físicas que, se feitas, aviltariam o sábado.

Por outro lado, havia as obras que santificavam o sábado. Proclamar a liberdade para todos os humanos era uma das obras que santificavam o sábado de Jeová. Perdoar todas as dívidas também era outra obra que santificava o sábado de Jeová. Na verdade, santificavam o homem.

Quais eram as obras que santificavam o sábado de Jeová??

O próprio Jeová responde a esta pergunta:

(Isaías 58:5-7) 5 Acaso deve o jejum que eu escolho tornar-se assim, como um dia em que o homem terreno atribula a sua alma? Para encurvar a sua cabeça como o junco e para que estenda apenas serapilheira e cinzas como o seu leito? É isto o que chamais de jejum e de dia aceitável para Jeová? 6 Não é este o jejum que escolhi? Soltar os grilhões da iniqüidade, desatar as brochas da canga e deixar ir livres os esmagados, e que rompais toda canga? 7 Não é partilhares o teu pão ao faminto e introduzires na [tua] casa pessoas atribuladas, sem lar? Que, caso vejas alguém nu, tu o tenhas de cobrir, e que não te ocultes da tua própria carne?


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Isaías 58:5-7) 5 Acaso pode tal jejum ser o que escolhi? o dia em que o homem humilha a sua alma? Consiste, porventura, em inclinar o homem a cabeça como junco e em estender debaixo de si saco e cinza? porventura chamará a isso jejum, e dia aceitável a Jeová? 6 Acaso não é este o jejum que escolhi - romper as ligaduras da iniqüidade, desatar as ligaduras do jugo, deixar ir livres os oprimidos e quebrar todo o jugo? 7 Acaso não consiste ele em repartires o teu pão com o faminto, e recolheres em casa os pobres desamparados? em cobrires o nu quando o vires, e não te esconderes da tua carne?

Enquanto o humano estava preocupado em praticar o jejum e valorizar o jejum praticado, Jeová lhe estava revelando quais era as ações de pessoas santas.

O humano deveria DESFAZER suas próprias ações de egoísmo.

Se escravizou alguém, era a hora de libertar. Se emprestou no lugar de dar e estava cobrando tal dívida, era a hora de perdoar a dívida.

Jeová estava afirmando: “No lugar de vocês estarem preocupados em praticarem o jejum (deixarem de se alimentar), deveis estar preocupados em vos tornardes pessoas santas por praticardes a santidade”.

O que deveis fazer??

Deixar ir livres os esmagados e romper toda canga (quebrar todo jugo escravocrata); partilhar o pão com o faminto; recolher em sua casa os pobres desamparados (sem lar); não se esconder e nem se omitir quando observar um homem nu, cobrindo-o com roupas.

Estas obras estavam liberadas para serem feitas durante o dia santo. Estas obras santificavam o sétimo dia. Estas eram as ações de pessoas santas. Deviam ser exaustivamente feitas no sétimo dia. As ações de altruísmo estavam plenamente liberadas a ser feitas dentro do sábado e em todos os demais dias. Ficou bem claro que a omissão também era aviltar o sétimo dia.

O que acontece se fizerdes tais coisas, coisas que santificam o sétimo dia??

(Isaías 58:9-11) 9 Neste caso chamarias e o próprio Jeová te responderia; clamarias por ajuda e ele diria: ‘Eis-me aqui!’ “Se removeres do teu meio a canga, o apontar com o dedo e falar o que é prejudicial, 10 e concederes ao faminto o teu próprio [desejo da] alma e fartares a alma atribulada, então certamente raiará a tua luz mesmo na escuridão e as tuas trevas serão como o meio-dia. 11 E Jeová forçosamente te guiará constantemente e fartará a tua alma mesmo numa terra abrasada e revigorará os próprios ossos teus; e terás de tornar-te igual a um jardim bem regado e como nascente de água, cujas águas não mentem.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Isaías 58:9-11) 9 Então clamarás, e Jeová responderá; chamarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo e o falar iniqüamente; 10 se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então nascerá a tua luz nas trevas, e a tua escuridão tornar-se-á como o meio dia. 11 Jeová te guiará continuamente, fartará a tua alma mesmo em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado, e como um manancial de águas, cujas águas não falham.

Jeová ratifica quais são as obras sagradas que santificam o sétimo dia:

Se removeres do teu meio a canga, o apontar com o dedo e falar o que é prejudicial, 10 e concederes ao faminto o teu próprio [desejo da] alma e fartares a alma atribulada, então...........


Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo e o falar iniqüamente; 10 se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então......

Além de não praticar as ações que aviltam o sétimo dia, eles deveriam praticar as ações que santificavam o sétimo dia, ou seja, ações de pessoas santas, ações altruístas.

Não há qualquer impedimento ou limite para praticar tais ações altruístas no sétimo dia.

Mesmo no momento de punição, o que Jeová falava a respeito da santidade do Seu sábado??

O humano devia encontrar deleite em praticar as ações que santificam o sétimo dia. Eram ações altruístas.

Este é o desejo do Pai.

(Isaías 58:13-14) 13 Se em vista do sábado fizeres teu pé retornar de fazer os teus próprios agrados no meu dia santo e realmente chamares o sábado de deleite, [dia] santo de Jeová, um que se glorifica, e tu realmente o glorificares em vez de seguires os teus próprios caminhos, em vez de achares o que te agrada e falares uma palavra, 14 neste caso te deleitarás em Jeová e eu vou fazer-te cavalgar sobre os altos da terra; e eu vou fazer-te comer da propriedade hereditária de Jacó, teu antepassado, porque a própria boca de Jeová falou [isso].”


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Isaías 58:13-14) 13 Se apartares do sábado o teu pé, e não prosseguires as tuas empresas no meu santo dia, se ao sábado chamares deleitoso, santificado por Jeová e digno de honra; se o honrares, não seguindo os teus caminhos, nem te ocupando nas tuas empresas, nem falando as tuas palavras; 14 então te deleitarás em Jeová. Eu te farei cavalgar sobre as alturas da terra, e te alimentarei com a herança de teu pai Jacó; porque a boca de Jeová falou.

O que o povo estava fazendo?? Será que estava santificando o sábado de Jeová??

Só conseguiriam santificar o dia santo de Jeová, O Santo, por praticarem ações de pessoas santas.

Não só não estavam santificando o sábado com as ações próprias de santificação, como também encaravam os costumes instituídos por Jeová como algo desagradável que atrapalhava o bom andamento dos seus negócios.

Desta forma, revelavam amar os seus próprios negócios. No entanto, Jeová deixa claro que os negócios humanos aviltam o sétimo dia, por não serem ações santas, por não serem ações de santidade.

Novamente Jeová fala em que o sábado foi santificado por Ele e que o povo estava seguindo seus próprios caminhos no dia declarado santo por Ele, Jeová. Mesmo no dia santo de Jeová, eles continuavam andando atrás de seus próprios agrados, não deixando de fazer as coisas que aviltavam o dia sagrado de Jeová.

Esta é uma das citações que não deixam nenhuma dúvida de que o objetivo de Jeová era que o humano também encarasse o Seu sábado (sétimo dia) como um dia em que ele, humano, participava em manter santo. Como o humano fazia isto?? Por desistir de seus empenhos e de seguir seus próprios caminhos, e por achar deleitoso aquilo que Jeová pedia para eles fazerem nos sábados (sétimos dias).

As ações egoístas aviltam o dia santo.

Jeová falou: “teus próprios agrados; seguires o teu próprio caminho; fazeres o que te agrada”; praticares o egoísmo.

O que isto revela??

Revela não haver nenhuma preocupação com o próximo (egoísmo).

O que agradava ao homem?? Não era o lucro a coisa que mais agradava ao homem(egoísmo)??

O que o Pai informou ao mensageiro Amós??

(Amós 8:4-6) 4 Ouvi isto, vós os que abocanhais o pobre, sim, para fazer cessar os mansos da terra, 5 dizendo: ‘Quando é que passará a lua nova e poderemos vender cereais? Também o sábado, e poderemos oferecer à venda grãos de cereais; a fim de fazer o efa pequeno e para fazer o siclo grande, e para falsificar a balança de engano; 6 a fim de comprar pessoas de condição humilde por mera prata e o pobre pelo [preço de um] par de sandálias, e para vendermos mero refugo de cereais?’



Assim verte a Tradução Brasileira:

(Amós 8:4-6) 4 Ouvi isto, vós que pisais os necessitados, e fazeis perecer os pobres da terra, 5 dizendo: Quando passará a lua nova, para vendermos grão? e o sábado, para expormos trigo? diminuindo o efa, aumentando o siclo e servindo-nos de balanças falsas 6 para comprarmos os pobres por dinheiro, e os necessitados por um par de sapatos, e para vendermos o refugo do trigo.

O Pai estava ouvindo e notando o sentimento do povo em relação ao sábado, não estava??

O povo estava ansioso que acabasse o sábado para poderem voltar às suas atividades normais de posse, de armazenamento de comercialização buscando o lucro (egoísmo)..

O sábado era um estorvo para o dia a dia do povo??

As informações do Pai sobre a disposição contínua do povo é plenamente esclarecedora, não é??

Aqueles homens tinham um espírito de Negociantes, eram negociantes. Pensavam como negociantes, sentiam como negociantes, falavam como negociantes e agiam como negociantes. Eram moralmente egoístas.

No lugar de ficarem ansiosos e alegres em face da chegada do sábado, eles ficavam ansiosos e alegres quando acabava o sábado.

Qual o motivo??

O sábado era o oposto daquilo que ele amavam..

Somente uma pessoa altruísta é que consegue ficar feliz em viver dentro do sábado sagrado do Pai. Os egoístas se sentem infelizes, extremamente infelizes.

Em relação a liberdade, o que Jeová havia pedido para ser feito no sábado?

proclamar liberdade no país, a todos os seus habitantes.

proclamareis liberdade por toda a terra a todos os seus habitantes:

Embora Jeová houvesse pedido que fosse proclamada a liberdade no país inteiro, que mandamento de Moisés eles preferiam obedecer??

A preocupação do povo escolhido com o próximo se encontrava em saber se ele estava disponível para satisfazer os próprios agrados do povo escolhido. A preocupação era sugar e sugar do próximo mantendo-o em uma condição de escravo perpétuo, aquele transmitido de geração para geração, conforme a lei de Moisés.

(Levítico 25:45-46) 45 E também dos filhos dos colonos que residem convosco como forasteiros podeis comprar deles e das suas famílias que estão convosco, que lhes nasceram na vossa terra; e eles têm de tornar-se vossa propriedade. 46 E tendes de transmiti-los como herança aos vossos filhos depois de vós, para [os] herdarem como propriedade por tempo indefinido. Podeis usá-los como trabalhadores, mas vossos irmãos, os filhos de Israel, não deves espezinhar, um ao outro, com tirania.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 25:45-46) 45 Também dos filhos dos estrangeiros que peregrinam entre vós, deles os comprareis, e bem assim das suas famílias que estão convosco, as quais eles geraram na vossa terra; e serão a vossa possessão. 46 Deixá-los-eis por herança a vossos filhos depois de vós, para terem como possessão; desses tomareis os vossos escravos para sempre, mas sobre vossos irmãos, os filhos de Israel, não dominareis com rigor, uns sobre os outros.

Escravizar era pecado, independente de quem fosse a vítima, no entanto, Moisés definiu que escravizar estrangeiros não era pecado.

O que decidiram fazer nos dias de Josué??

(Josué 9:22-27) 22 Josué os chamou então e lhes falou, dizendo: “Por que nos lograstes, dizendo: ‘Estamos muito longe de vós’, quando morais no nosso próprio meio? 23 E agora sois gente maldita, e nunca será decepada de vós a condição de escravo, e de serdes ajuntadores de lenha e tiradores de água para a casa do meu Deus.” 24 Então responderam a Josué e disseram: “Foi porque se declarou explicitamente aos teus servos que Jeová, teu Deus, ordenara a Moisés, seu servo, dar-vos todo o país e aniquilar todos os habitantes do país de diante de vós, e ficamos com muito medo pelas nossas almas, por vossa causa. Por isso fizemos esta coisa. 25 E agora, eis que estamos na tua mão. O que for bom e direito aos teus olhos fazer conosco, faze.” 26 E ele passou a fazer assim com eles e a livrá-los da mão dos filhos de Israel, e estes não os mataram. 27 Por conseguinte, Josué os fez naquele dia ajuntadores de lenha e tiradores de água para a assembléia e para o altar de Jeová, até o dia de hoje, no lugar que ele escolhesse.


Assim verte a Tradução Brasileira:


(Josué 9:22-27) 22 Chamou-os Josué, e disse-lhes: Por que nos enganastes, dizendo: Nós habitamos mui longe de vós; quando habitais entre nós? 23 Agora sois malditos, e dentre vós nunca deixará de haver escravos, rachadores de lenha e tiradores de água, para a casa do meu Deus. 24 Então responderam a Josué: Foi anunciado aos teus servos, como Jeová teu Deus ordenou aos seu servo Moisés que vos desse toda a terra, e que destruísse diante de vós todos os habitantes da mesma; por isso temíamos de vós pelas nossas vidas, e fizemos isto. 25 Eis que agora estamos nas tuas mãos; faze-nos o que te parecer bom e justo que se nos faça. 26 Assim lhes fez, e livrou-os das mãos dos filhos de Israel, de sorte que os não mataram. 27 Nesse dia Josué fê-los rachadores de lenha e tiradores de água para a congregação, e para o altar de Jeová, no lugar que escolhesse, como se vê até o dia de hoje.

Josué foi bem claro: “Nunca se decepará de vós a condição de escravos”.

Sois malditos.....

Sois malditos???

Isso mesmo.

A promessa feita foi religiosamente cumprida.

Estes eram classificados como escravos perpétuos.

Esta função havia sido dada por Jeová para a casa de Levi.

Agora a casa de Levi estava colocando escravos para fazerem os serviços que Jeová havia dado para eles fazerem.

Quem foi que IMPÔS esta condição àqueles homens??

Quem é que mantinha estes homens nesta condição??

Quem é que poderia liberar estes homens desta condição??

Não é aquele que se beneficia com o trabalho daquele igual??


Apesar dos dias santos de Jeová (sábados), estes e outros escravos eram mantidos na condição de escravos.


Como tornar o sábado de Jeová um dia santo, mantendo pessoas como escravos??

Como conseguiriam ser pessoas “santas” mantendo pessoas como escravos??

A existência de escravos aviltava o sétimo dia.

Como o próprio Jeová havia falado, romper toda canga era uma das ações de santificação do sétimo dia, que devia ser liberalmente praticada por cada descendente de Jacó.

No entanto, o que o mandamento dado por Moisés definia??

Que o estrangeiro era um tipo de escravo que não merecia ser liberto no dia santo de Jeová.

Bem, e agora??

O que fizeram os descendentes de Jacó??

Obedeceram ao mandamento dado por Moisés.

Conseguiriam ser pessoas santas obedecendo aos mandamentos de Moisés??

Em face disso, centenas de anos depois de Moisés, Jeová estava falando aquelas palavras para o Seu mensageiro Isaías, e pouco tempo depois destruindo a cidade de Jerusalém e o templo, fazendo-os ficarem na condição de escravos por setenta anos.

Quanto a guardar o sétimo dia e fazê-lo sagrado, que informação Jeová deu para os homens das nações??

(Isaías 56:1-7) 56 Assim disse Jeová: “Guardai o juízo e fazei o que é justo. Pois a minha salvação está prestes a chegar e a minha justiça a ser revelada. 2 Feliz o homem mortal que fizer isso, e o filho da humanidade que se agarrar a isso, guardando o sábado, para não o profanar, e guardando a sua mão, para não fazer nenhuma espécie de maldade. 3 E não diga o estrangeiro que se juntou a Jeová: ‘Sem dúvida, Jeová me separará de seu povo.’ Nem diga o eunuco: ‘Eis que sou uma árvore seca.’” 4 Pois assim disse Jeová aos eunucos que guardam os meus sábados e que escolheram aquilo de que me agradei, e que se agarram ao meu pacto: 5 Até mesmo vou dar-lhes na minha casa e dentro das minhas muralhas um monumento e um nome, algo melhor do que filhos e filhas. Dar-lhes-ei um nome por tempo indefinido, um que não será decepado. 6 E os estrangeiros que se juntaram a Jeová para ministrar-lhe e para amar o nome de Jeová, a fim de se tornarem servos seus, todos os que guardam o sábado para não o profanarem e que se agarram ao meu pacto, 7 eu também vou trazer ao meu santo monte e fazê-los alegrar-se dentro da minha casa de oração. Seus holocaustos e seus sacrifícios serão para aceitação sobre o meu altar. Pois a minha própria casa será chamada mesmo de casa de oração para todos os povos.”


Assim verte a Tradução Brasileira:


(Isaías 56:1-7) 1 Assim diz Jeová: Guardai o juízo, e fazei justiça; pois a minha salvação está prestes a vir, e a minha justiça prestes a se manifestar. 2 Feliz é o homem que faz isto e o filho do homem que lança mão disto: que guarda o sábado para não o profanar, e guarda as suas mãos para não praticar mal algum. 3 Não diga o estrangeiro que se uniu a Jeová: Certamente Jeová me separará do seu povo; não diga o eunuco: Eis que sou uma árvore seca. 4 Pois assim diz Jeová a respeito dos eunucos que guardam os seus sábados, e escolhem as coisas em que me agrado, e abraçam a minha aliança: 5 Dar-lhes-ei na minha casa e dentro dos meus muros um memorial e um nome melhor do que o de filhos e filhas; dar-lhes-ei um nome sempiterno, que não se apagará. 6 Também os estrangeiros que se unem a Jeová, para o servirem, e amarem o nome de Jeová, a fim de que lhe sejam servos, sim todos os que guardam o sábado, para que não o profanem, e abraçam a minha aliança; 7 a estes os levarei ao meu santo monte, e os alegrarei na minha casa de oração. Os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos sobre o meu altar, porque a minha casa será chamada casa de oração para todos os povos.

Na palavra de Jeová para Isaías, Ele informa aos estrangeiros sobre a questão de guardar o sábado para não o profanar. Jeová também informa que feliz é o homem de qualquer nação que se agarrasse à salvação de Jeová que estava prestes a ser revelada e que se agarrasse em guardar o sábado para não o profanar.

Percebemos a plena coerência das informações de Jeová em relação ao sétimo dia.

O que era guardar o sábado??

Não dar a liberdade a um igual humano é uma maldade.

Trata-se de uma ação de pleno egoísmo.

Pessoas altruístas não têm escravos, nem mesmo se a pessoa decidir ser um escravo dela.


As ações de santificação do sétimo dia deviam ser praticadas por cada ser humano, independente de que nação ele pertencesse.


Tendo Ele Jeová declarado o sétimo dia como sagrado, todos os Seus filhos deviam ver este dia como sagrado. Afinal de contas, Ele é o Pai de toda a humanidade, um Pai Imparcial.

Como o Pai estava iniciando um relacionamento direto com os descendentes de Jacó, Ele passou a informar a estes que aquela decisão que Ele havia tomado no “princípio” ainda estava valendo, ou seja, o Meu sétimo dia continua sagrado para Mim, e vós também deveis ver este dia como sagrado diante de vós.


Enquanto o homem achava deleitoso o que ele deixava de fazer no sábado e enfadonho aquilo que Jeová pedia para ser feito no sábado, ele estaria indo na direção oposta de Jeová, pois no lugar de achar deleitoso o que Jeová pedia para fazer no sábado, o humano falava palavras. O humano revelava não sentir prazer no caminho da santidade, aquele caminho indicado por Jeová. O humano abominava as ações de santidade, ou seja, o humano abominava ser santo. O humano precisava mudar seus sentimentos em relação a sua participação em manter santo o sábado de Jeová, pois o deleite do homem estava em aviltar o sábado de Jeová com seus desejos, palavras e ações. O deleite do homem estava em trilhar um caminho oposto ao caminho de Jeová, O Santo.

Embora no sétimo dia o povo não devesse seguir seus próprios caminhos egoístas, o que Jeová pedia que fizessem neste dia??

Santificarei o ano qüinquagésimo, e proclamareis liberdade por toda a terra a todos os seus habitantes: ano de jubileu será para vós.

Devia ser um dia de júbilo.

Júbilo – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss? Alegria extrema, grande contentamento; jubilação

júbilo

s.m. (1556) alegria extrema, grande contentamento; jubilação, regozijo ¤ etim lat. jubìlum,i 'id.' ¤ sin/var ver sinonímia de exultação e antonímia de desgosto ¤ ant mágoa, tristeza; ver tb. sinonímia de desgosto ¤ par jubilo(fl.jubilar)




Neste dia, de forma imparcial, eles deviam proclamar a liberdade em todo o país e perdoar todas as dívidas de todos os residentes do país.

Em que dia deviam fazer isto??

No dia da expiação.

Quando era o dia da expiação??

aos dez dias do sétimo mês; no dia da expiação aos dez dias do sétimo mês; no dia da expiação

O que era o dia da expiação, dia este que era comemorado de forma anual??

O que acontecia neste dia??

Dando o Seu exemplo, o que Jeová fazia neste dia?? Jeová praticava ações de santidade, ou seja, praticava ações de um Santo.

(Levítico 16:29-31) 29 E isso vos tem de servir de estatuto por tempo indefinido: No sétimo mês, no décimo [dia] do mês, deveis atribular as vossas almas, e não deveis fazer obra alguma, quer o natural quer o residente forasteiro que reside no vosso meio. 30 Pois neste dia se fará expiação por vós, para declarar-vos limpos. Sereis limpos de todos os vossos pecados perante Jeová. 31 É um sábado de completo repouso para vós, e tendes de atribular as vossas almas. É um estatuto por tempo indefinido.


(Levítico 16:20-22) 20 Quando tiver acabado de fazer expiação pelo lugar santo, e pela tenda de reunião, e pelo altar, então terá de apresentar o bode vivo. 21 E Arão tem de pôr ambas as suas mãos sobre a cabeça do bode vivo e confessar sobre ele todos os erros dos filhos de Israel e todas as suas revoltas em todos os seus pecados, e tem de pô-las sobre a cabeça do bode e tem de enviá-lo ao ermo pela mão de um homem preparado. 22 E o bode tem de levar sobre si todos os erros deles a uma terra desértica; e ele tem de enviar o bode ao ermo.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 16:29-31) 29 Isso vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês aos dez dias do mês afligireis as vossas almas, e não fareis trabalho algum, nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós; 30 pois nesse dia se fará expiação por vós, para vos purificar; de todos os vossos pecados sereis limpos diante de Jeová. 31 É sábado de descanso solene para vós, e afligireis as vossas almas; é estatuto perpétuo.

(Levítico 16:20-22) 20 Havendo acabado de fazer expiação pelo santo lugar, pela tenda da congregação e pelo altar, apresentará o bode vivo. 21 Porá ambas as mãos sobre a cabeça do bode vivo, e sobre ele confessará todas as iniqüidades dos filhos de Israel, e todas as suas transgressões, a saber, todos os seus pecados. Pô-los-á sobre a cabeça do bode, e enviá-lo-á ao deserto por mão dum homem que está encarregado disso. 22 O bode levará sobre si todas as iniqüidades deles para uma região solitária; e o homem soltará o bode no deserto.

Perdão – obra santa a ser praticada no dia sagrado.

O dia da expiação era um “sábado”.

O que o Pai fazia neste dia de sábado?? Neste dia santo, um sábado, o dia da expiação, que poderia ser chamado de o dia do perdão, todo o povo era perdoado de todos os seus pecados diante de Jeová. Não era o povo quem confessava seus pecados, era o sacerdote Arão quem os confessava pondo as mãos na cabeça de um bode que não seria morto, antes, seria enviado ao ermo. Embora o povo não admitisse seus pecados, eles eram perdoados assim mesmo.

O Pai estava dando o exemplo de como agir neste sétimo dia, chamado de dia da expiação, um sábado anual.

Embora não trouxesse o efeito normal e natural ocorrido quando o pecador reconhece o seu pecado diante de Jeová, mesmo assim eram perdoados por Jeová.

O sábado da expiação mostrava ser o dia de dar o perdão de forma liberal a todos. Jeová dava o exemplo. Tratava-se de um perdão incondicional.

Podemos afirmar que o sábado era o dia da misericórdia??

Sim, podemos.

Neste dia se mostrava misericórdia para com os animais, para com a terra, para com os trabalhadores, para com os endividados financeiramente, para com os endividados espiritualmente (os pecadores), para com todos os endividados. Neste dia, todos deviam mostrar misericórdia para com todos.

Neste caso, o que Jeová exaltava no sétimo dia??

Exaltava o uso da misericórdia.

Quem é que continuava prestando serviço neste dia??

Os sacerdotes e os levitas. No entanto, o serviço prestado por eles era sempre em prol da misericórdia que seria dada por Jeová para o povo.

Nestes sábados, os sacerdotes e levitas que estavam no pleno exercício de suas funções diante do povo, permaneciam prestando serviço diante do povo, pois suas funções, funções definidas por Jeová, assim o pediam. No entanto, este trabalho executado não visava o lucro pessoal, não sendo um trabalho egoísta.

Os sacerdotes e os levitas estavam diante de Jeová, prestando um serviço público a pedido do próprio Jeová, serviço este que deveria ser percebido pelo povo. Jeová estava chamando a atenção para a misericórdia que Ele usava e que deveria ser amplamente usada por todos neste sétimo dia.

Tratava-se de um trabalho feito em prol do próximo, que visava o bem espiritual deste próximo. Era um tipo de trabalho que santificava o sétimo dia. Eles eram ajudantes de Jeová. Jeová os estava usando para revelar na forma prática a Sua ação de bondade para com toda a nação. No lugar de ser um trabalho egoísta, tratava-se de um trabalho altruísta.

Centenas de anos depois de Moisés, o que falou Jesus sobre o trabalho feito pelos sacerdotes no dia de sábado??

(Mateus 12:5) 5 Ou, não lestes na Lei que os sacerdotes no templo, nos sábados, não tratam o sábado como sagrado e permanecem sem culpa?


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 12:5) 5 Ou não lestes na Lei que aos sábados os sacerdotes no templo violam o sábado e ficam sem culpa?

Ora, mas por que ficavam sem culpa??

Não estavam obedecendo mandamentos específicos para eles quais sacerdotes?? Sim, estavam.

Eles acendiam fogo, não acendiam?? Eles carregavam coisas para la e para cá, não carregavam??

Estavam obedecendo mandamentos específicos para eles, não estavam??

O serviço praticada era um serviço abnegado, fruto da abnegação.

Abnegação – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: ação caracterizada pelo desprendimento e altruísmo, em que a superação das tendências egoísticas da personalidade é conquistada em benefício de uma pessoa, causa ou princípio; altruísmo.

abnegação

s.f. (1549) ato ou efeito de abnegar 1 ação caracterizada pelo desprendimento e altruísmo, em que a superação das tendências egoísticas da personalidade é conquistada em benefício de uma pessoa, causa ou princípio; dedicação extrema; altruísmo 1.1 rel renúncia ascética à própria vontade em função de anseios místicos ou princípios religiosos 1.2 ét sacrifício voluntário dos próprios desejos, da própria vontade ou das tendências humanas naturais em nome de qualquer imperativo ético ¤ etim lat. abnegatìo,ónis 'recusa, negação' ¤ sin/var ver sinonímia de desprendimento ¤ ant ver antonímia de desprendimento


Eram ações isentas de qualquer egoísmo. Eram ações altruístas, frutos do altruísmo.

Altruísmo – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: amor desinteressado ao próximo; filantropia, abnegação.

altruísmo

s.m. (1891) 1 fil segundo o pensamento de Comte (1798-1857), tendência ou inclinação de natureza instintiva que incita o ser humano à preocupação com o outro e que, não obstante sua atuação espontânea, deve ser aprimorada pela educação positivista, evitando-se assim a ação antagônica dos instintos naturais do egoísmo 1.1 amor desinteressado ao próximo; filantropia, abnegação ¤ etim fr. altruisme 'id.' ¤ sin/var ver sinonímia de beneficência e desprendimento ¤ ant egoísmo, filáucia, misantropia; ver tb. antonímia de desprendimento e sinonímia de malevolência


Amor desinteressado ao próximo.

O sétimo dia era o dia em que o humano estava sendo ensinado a praticar o amor desinteressado pelo próximo.

Qualquer ação egoísta praticada neste sétimo dia, certamente aviltaria este sétimo dia.

Todas as ações que Jeová pede para serem praticadas no sétimo dia, são ações de altruísmo.

Neste caso, aqueles levitas estavam trabalhando para Jeová. Os levitas não deviam trabalhar visando lucro pessoal. Eram exclusivamente propriedade de Jeová. Não deviam ter quaisquer propriedades, não deviam receber quaisquer propriedades.

Assim havia falado o Pai:

(Números 18:20-24) 20 E Jeová prosseguiu, dizendo a Arão: “Não terás herança na terra deles e nenhum quinhão se tornará teu no seu meio. Eu sou teu quinhão e tua herança no meio dos filhos de Israel. 21 E aos filhos de Levi, eis que [lhes] tenho dado por herança cada décima parte em Israel, em troca do seu serviço que executam, o serviço da tenda de reunião. 22 E os filhos de Israel não mais se devem chegar à tenda de reunião, incorrendo em pecado a ponto de morrerem. 23 E os próprios levitas têm de executar o serviço da tenda de reunião e eles é que devem responder pelo seu erro. É um estatuto por tempo indefinido nas vossas gerações, que não devem obter posse duma herança no meio dos filhos de Israel. 24 Pois, a décima parte, dos filhos de Israel, que estes contribuirão a Jeová como contribuição, eu tenho dado por herança aos levitas. É por isso que eu lhes disse: Não devem obter posse duma herança no meio dos filhos de Israel.’”


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Números 18:20-24) 20 Disse mais Jeová a Arão: Não terás herança na sua terra, nem terás parte entre eles; eu é que sou a tua porção e a tua herança entre os filhos de Israel. 21 Aos filhos de Levi dei todos os dízimos em Israel por herança, em compensação do serviço que prestam, isto é, do serviço da tenda da revelação. 22 Para o futuro os filhos de Israel não se chegarão à tenda da revelação, para que não levem sobre si o pecado, e morram. 23 Mas os levitas farão o serviço da tenda da revelação, e levarão sobre si a iniqüidade do povo: será estatuto perpétuo durante as vossas gerações, e entre os filhos de Israel não terão herança. 24 Porque os dízimos dos filhos de Israel que eles fazem como oferta alçada a Jeová, eu os dei por herança aos levitas; portanto lhes disse: Entre os filhos de Israel não terão herança.

Centenas de anos depois de Moisés, Jeová ratificou a condição dos levitas:

(Ezequiel 44:28) 28“‘E deve tornar-se deles como herança: Eu sou a sua herança. E não deveis dar-lhes nenhuma propriedade em Israel: Eu sou a sua propriedade.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 44:28) 28 Eles terão uma herança; eu sou a sua herança. Não lhes dareis possessão em Israel: eu sou a sua possessão.

Segundo a vontade de Jeová, os levitas, ou seja, a inteira tribo de Levi não deveria receber qualquer posse em Israel.

Em face disso, eles não produziam nada para si mesmos, ou seja, não deviam receber terras para plantar vinhedos ou outra lavoura qualquer. Do ponto de vista de Jeová, os levitas não deviam se apossar de nada em Israel. Os levitas não deviam fazer trabalhos egoístas. Em face disso deviam viver altruistamente.

Neste caso, aqueles levitas estavam praticando ações que santificavam o sétimo dia para Jeová.

Que mais disse Jesus em relação ao sábado??

(Mateus 12:9-12) 9 Tendo partido dali, entrou na sinagoga deles; 10 e eis que havia ali um homem com a mão ressequida! De modo que lhe perguntaram: “É lícito curar no sábado?” para que pudessem conseguir uma acusação contra ele. 11 Ele lhes disse: “Quem é o homem entre vós que, tendo uma só ovelha, e, caindo esta numa cova, no sábado, não a agarra e levanta para fora? 12 Afinal de contas, quanto mais vale um homem que uma ovelha! Por isso é lícito fazer uma coisa excelente no sábado.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 12:9-12) 9 Tendo Jesus partido daquele lugar, entrou na sinagoga deles. 10 Achava-se ali um homem que tinha seca uma das mãos. Para poderem acusar a Jesus, perguntaram-lhe: É lícito curar nos sábados? 11 Ele respondeu: Qual de vós, tendo uma ovelha, se ela ao sábado cair em uma cova, não lançará mão dela para tirá-la? 12 Ora quanto mais vale um homem que uma ovelha! Logo é lícito fazer o bem nos sábados.

De forma plenamente coerente com o Pai, Jesus deixa bem claro que mesmo no sábado é lícito praticar bondades, ações de bondade.

O egoísta pratica trabalho egoísta e o altruísta pratica trabalho altruísta.

O egoísta pensa, sente, fala e age de forma egoísta.

O altruísta pensa, sente, fala e age de forma altruísta.

Egoísmo e altruísmo são coisas antagônicas, são coisas incompatíveis.

O que notamos neste quinquagésimo ano??

Ele era precedido de outro sábado anual.

O que isto significava??

Significava que durante dois anos consecutivos eles estavam dentro de um sétimo dia. Obviamente que todas as regras existentes para o sábado com duração de vinte e quatro horas deveriam ser aplicadas a este sábado com duração de dois anos.

Seriam dois anos sem realizar plantio, colheita e armazenamento de cereais.

Será que para resolver este problema eles deveriam construir muitas “cidades armazéns”??

Ainda havia um inconveniente em relação a uma das regras deste dia de sábado.

Qual era??

Não deveriam acender fogo.

Como preparariam o alimento, sem acender fogo??

Não acender fogo neste dia era o resultado de se obedecer ao estipulado por Jeová lá no deserto, quando comiam o maná. Eles preparavam todo o alimento no sexto dia, pois acender fogo constituía uma das coisas que não deviam ser feitas no sétimo dia, ou seja, o dia santo. Acender fogo constituía uma das coisas que aviltavam o dia santo?? Não há nenhuma dúvida disso, ou será que há??

Lá no deserto, o acender fogo no sétimo dia correspondia a aviltar o sétimo dia.

Será que pelo fato de já estarem na terra prometida, o ato de acender fogo no sétimo dia deixava de ser uma ação que aviltava o sétimo dia??

Se o sétimo dia tivesse a duração de uma semana, será que podiam acender fogo nesta semana, pelo menos durante seis dias??

O que ocorreria se o sétimo dia tivesse um ano de duração??

O que todos os mandamentos já analisados acima a respeito do sábado já revelaram??

Revelaram que existiam obras que não deviam ser feitas no sábado pois aviltavam a santidade do sábado, e que também havia obras que deveriam ser feitas no sábado para torná-lo um dia santo.

A santidade do sábado estava definida pelo Pai entre coisas que não deviam ser feitas adicionado de coisas que deveriam ser feitas.

Não fazer as coisas definidas na lei para não serem feitas no sábado, era apenas uma parte.

A outra parte seria fazer as coisas que Jeová pedia para fazer neste mesmo sábado.

Curar um homem não é uma ação que santifica o sétimo dia??

Independente do dia, tal cura não é uma ação que evidencia o uso da misericórdia??

Será que um povo deveria ser liberto da escravidão em um sábado??

Tendo Jeová o sábado como um dia santo, seria certo Ele libertar da escravidão um povo no dia de sábado??

Será que o povo liberto reclamou de ter de sair da escravidão do Egito em um dia de sábado??

Não se tratava de uma ação de misericórdia de Jeová para com aquele iníquo povo em um dia de sábado??

Aquele pobre homem estava prisioneiro daquela doença e recebeu a libertação dela em um sábado. Jesus foi o responsável por esta ação de bondade. Que mal havia nisso?? Que pecado havia nisso??

De forma oposta, o que havia era a misericórdia em plena ação. Não se tratava de uma ação egoísta, antes, se tratava de uma ação altruísta, praticada por uma pessoa altruísta.

Não se tratava de uma daquelas ações que deveriam ser amplamente praticadas para tornarem o sétimo dia sagrado diante de Jeová??

Não estava Jesus copiando o exemplo do Pai agir em um dia de sábado??

Jesus estava chamando aqueles homens para enxergarem algo, algo que eles não percebiam.

O que era??

Existiam ações que deveriam ser feitas no sábado para que o sábado fosse santificado.

Aqueles homens estavam preocupados apenas em ações que não deveriam ser feitas no sétimo dia.

Aqueles homens não se importavam com as ações que deveriam ser realizadas no sétimo dia.

Em outra ocasião, o que falou Jesus sobre o sábado??

(Lucas 13:10-17) 10 Ele estava então ensinando numa das sinagogas, no sábado. 11 E eis uma mulher com um espírito de fraqueza, já por dezoito anos, e ela estava encurvada e não podia absolutamente endireitar-se. 12 Quando a viu, Jesus dirigiu-lhe a palavra e disse-lhe: “Mulher, estás livre de tua fraqueza.” 13 E pôs as suas mãos sobre ela; e ela se endireitou instantaneamente e começou a glorificar a Deus. 14 Mas, em resposta, o presidente da sinagoga, indignado porque Jesus fizera a cura no sábado, começou a dizer à multidão: “Há seis dias em que se deve trabalhar; nestes, pois, vinde e sede curados, não no dia de sábado.” 15 O Senhor, porém, respondeu-lhe e disse: Hipócritas, não é que cada um de vós, no sábado, desata da baia o seu touro ou o seu jumento e o leva para dar-lhe de beber? 16 Não era então apropriado que esta mulher, que é filha de Abraão, e a quem Satanás manteve amarrada, ora! por dezoito anos, fosse solta deste laço no dia de sábado?17 Pois bem, quando ele disse estas coisas, todos os seus opositores começaram a ficar envergonhados; mas toda a multidão começou a alegrar-se com todas as coisas gloriosas feitas por ele.


Assim verte a Tradução Brasileira:


(Lucas 13:10-17) 10 Jesus estava ensinando em uma das sinagogas no sábado. 11 Veio ali uma mulher possessa de um espírito que a tinha enferma havia dezoito anos; andava curvada e não podia de modo algum endireitar-se. 12 Jesus, vendo-a, chamou-a e disse-lhe: Mulher, estás livre da tua enfermidade; 13 pôs sobre ela as mãos, e imediatamente ela se endireitou, e glorificava a Deus. 14 O chefe da sinagoga, indignado de ver que Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que se deve trabalhar; vinde, pois, nesses dias para serdes curados, e não no sábado. 15 Respondeu-lhe, porém, o Senhor: Hipócritas, não desprende cada um de vós o seu boi ou o seu jumento da manjedoura no sábado para o levar a beber? 16 não devia ser solta desta prisão no sábado esta mulher que é filha de Abraão, e que há dezoito anos Satanás tinha presa? 17 Dizendo ele isto, ficaram envergonhados todos os seus adversários, e se alegrava toda a multidão de todas as coisas gloriosas que por ele eram feitas.

Aqueles hipócritas não davam a real liberdade a um jumento, pois ainda o mantinham aprisionado em uma baia ou manjedoura, levando-o até o local onde estava a água e retornando com o jumento para o cativeiro.

No entanto, estavam condenando Jesus por Jesus praticar uma ação totalmente altruísta ao curar uma mulher de uma doença desconhecida para eles.

Aqueles hipócritas, no lugar de se alegrarem com o restabelecimento físico daquela pobre mulher, ainda estavam se opondo ao trabalho altruísta e santo de Jesus.

Estes homens se mostravam moralmente deturpados, preferindo à maldade no lugar da bondade.


Jesus estava mostrando como uma pessoa santa age no dia santo de Jeová.

Aqueles homens usavam de misericórdia com um animal sedento em um “sábado”, muito embora egoistamente, pois não liberavam o animal de sua posse, e estavam questionando Jesus fazer uma abnegada obra de misericórdia no mesmo “sábado”.

Jesus chamou-os de hipócritas. Eles mostravam ser hipócritas.

Eles valorizavam mais um animal em face do que podia lhe ser útil, do que os seres humanos que não lhe trariam lucro.


Novamente, Jesus chama a atenção para as obras que deveriam ser feitas em um sábado para torná-lo um dia realmente santo. As obras de misericórdia realizadas no sábado santificam o sábado.

A pessoa santa pratica obras de misericórdia no sábado.

Jesus estava revelando aos humanos qual era a forma correta de cumprir o mandamento dado por Jeová de santificar o sétimo dia.


Jesus obedeceu de forma perfeita, por não fazer o que não devia ser feito, e por fazer aquilo que deveria ser feito neste sétimo dia, visando torná-lo um dia santo para ele. Jesus estava santificando o sétimo dia com suas ações. Eram ações de abnegada misericórdia.

Somente um altruísta é que pratica alegremente ações altruístas todo o tempo.


Que mais disse Jesus sobre o sábado??


(Lucas 6:5) 5 E prosseguiu a dizer-lhes: “Senhor do sábado é o que é o Filho do homem.


Assim verte a Tradução Brasileira:


(Lucas 6:5) 5 E acrescentou: O Filho do homem é senhor do sábado.

O que representa Jesus ser o senhor do sábado?? Seria Jesus o descumpridor do sábado?? Seria Jesus o professor e líder de não mais obedecer ao mandamento de santificação do sétimo dia??


Senhor – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: pessoa que exerce poder, dominação, influência; aquele que tem pleno domínio sobre si, sobre uma coisa, sobre uma situação.


senhor

\ô\ s.m. (sXIII) 1 proprietário de feudo 2 aquele que possui algo; dono, proprietário 3 dono da casa; patrão, amo 4 pessoa que exerce poder, dominação, influência 5 fig. aquele que tem pleno domínio sobre si, sobre uma coisa, sobre uma situação <s. de si> <s. da situação> 6 aquele que tem autoridade como rei, imperador; soberano, chefe 7 pessoa nobre ou distinta; homem da burguesia ou de outra condição social 8 homem de meia-idade ou idoso 9 tratamento cerimonioso ou respeitoso dispensado aos homens [abrev.: Sr.] F ver gram a seguir 10 abs. Deus, esp. na pessoa de Jesus Cristo F inicial maiúsc. 11 m.q. senhorio ('proprietário') n adj. 12 imponente, distinto, senhoril ² s. de baraço e cutelo senhor com poder absoluto sobre seus vassalos, com poder de condená-los a castigos corporais, mutilações e mesmo à morte • s. de engenho B dono de engenho de açúcar F cf. senhor-de-engenhos. do seu nariz aquele que não necessita dar satisfação a ninguém, que procede com autonomia, cônscio do que faz • s. feudal m.q. suseranoadormecer no S. morrer, falecer • Nosso S. Jesus Cristo • o s. us. como pronome de tratamento ¤ gram a) aum.irreg.: senhoraço; b) na acp. 9, emprega-se, na linguagem informal, seu em lugar de senhor, quando acompanhado do nome próprio: seu Joaquim veio aqui ontem; c) o senhor funciona na verdade como um pronome pessoal, razão por que é classificado como pronome de tratamento em frases como: o senhor pode passar-me o açúcar?; d) como adj., senhor, informalmente empr. antes de um subst., sugere a ideia de 'grande, ótimo, perfeito, desejável': um senhor carro ¤ etim lat. senìor,óris 'mais antigo, mais velho', comparativo de senex,senis 'ancião, velho'; como tratamento, pode ocorrer na linguagem popular do Brasil sob as f. reduzidas siô, , sinhô, inhô, inhor, nhô, nhonhô, 1ioiô (e respectivos dim.) e ainda sob a f. 2seu e , sor, us. na língua em geral ¤ sin/var cavalheiro, seu, sinhô, siô, sô (os quatro últimos infrm.)


Jesus tinha pleno conhecimento de causa do que ele estava falando e fazendo em relação ao sábado.

Não havia afirmado Jesus que ele não deixaria nem uma letra da lei sem mostrar como se obedecia??


O Médico Jesus trabalhou no sábado.

Estava Jesus aviltando o dia santo com o seu trabalho de médico?? Seu trabalho de médico visava algum lucro pessoal?? Um médico altruísta?? Sim. Um professor altruísta?? Sim. O Ajudador Jesus estava praticando ações de ajuda no dia santo. Será que as ações de ajuda de Jesus às demais pessoas em um sábado era avilar o dia santo??

Jesus não estava sendo cúmplice de uma ação de egoísta iniquidade, como o semear e o praticar a colheira, ou acender fogo, ou praticar o “lucro” em alguma relação comercial.

Os sacerdotes também realizavam trabalho no templo, não realizavam?? O trabalho realizado pelos sacerdotes e levitas no templo visavam o lucro pessoal?? Todo o trabalho dos sacerdotes e levitas no templo, não estavam vinculados ao perdão concedido por Jeová para os pecados dos indivíduos do povo?? Todo o trabalho dos sacerdotes e levitas não estavam vinculados à misericórdia do Pai Jeová?? Todo o trabalho realizado pelos sacerdotes e levitas não estavam vinculados ao caminho da santidade??


Percebemos que Jesus também estava realizando ações de santidade. Estas eram a ações a serem praticadas no dia santo. Deixar de praticar estas ações no dia santo também revelam que a pessoa não está santificando o dia santo. Também revelam que a pessoa não é santa.

Se o médico se abster de trabalhar no sábado, ele estará praticando o pecado da omissão. O doente poderá morrer em face da omissão daquele médico, o que constituirá um pecado por parte do médico.

A função do médico é socorrer a todo que dele necessitar, independente de quem seja e independente da hora em que o doente necessite.

O médico Jesus não trabalha visando o lucro pessoal. O seu trabalho de médico no sétimo dia, certamente santifica o sétimo dia, pois se trata de uma ação de misericórdia, e a misericórdia é uma das coisas que santificam o dia sagrado.


Aqueles que estiverem interessados em obedecer aos mandamentos obedecidos por Jesus o verão como o senhor que os ensina como obedecer a cada mandamento.

Como senhor do sábado, Jesus nos mostra como um humano qualquer deve se comportar neste dia, independente, se ele é descendente de Jacó ou não.


Alguém perguntará??


Estou debaixo do mandamento do sábado??


Aquilo que o Mestre Jesus fez, isto todo discípulo deve fazer. Se Jesus estava debaixo desta lei e a obedeceu, sendo eu um discípulo de Jesus, sendo eu alguém que deve copiar Jesus em todos os detalhes, certamente também estou debaixo desta lei. Jesus praticava a bondade todos os dias, inclusive no sétimo dia.

Jesus não praticava as ações que violavam o sábado, nem no sétimo dia nem nos outros seis dias.


Jesus mostrou ser o modelo a ser copiado por todos os discípulos, em todos os detalhes do seu dia a dia a partir do seu batismo junto a João Batista.

Naquilo que nos for possível, ou seja, naquilo que tivermos capacidade, devemos imitar o nosso Mestre Jesus.


Jeová espera que eu seja igual a Jesus.


Será que Jesus aboliu a verdadeira lei de Jeová o que inclui o santificar o sétimo dia??


Copiando Jesus, não devo fazer certas coisas e devo fazer certas coisas, coisas estas definidas por Jeová, visando santificar o sétimo dia.

A quem Jesus estava imitando ao santificar o sétimo dia?? Não estava Jesus imitando a Jeová??

De quem Jesus era discípulo??

Não era Jesus, um discípulo de Jeová??



(João 5:19) ...dizer-lhes: “Digo-vos em toda a verdade: O Filho não pode fazer nem uma única coisa de sua própria iniciativa, mas somente o que ele observa o Pai fazer. Porque as coisas que Este faz, estas o Filho faz também da mesma maneira.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 5:19) 19 Jesus, pois, lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo que o Filho nada pode fazer de si mesmo, senão o que vir o Pai fazer; porque tudo o que ele fizer, o faz também semelhantemente o Filho.

Jesus também estava ensinado aos humanos como ser um discípulo.

SERÁ QUE O PAI TRABALHAVA NO SÁBADO??

O que nos informou Jesus, aquele único que conhecia o Pai??

- O PAI TRABALHA NO SÁBADO.....

- EU TAMBÉM TRABALHO NO SÁBADO.......

Uma verdade informada por Jesus aos humanos.........

(João 5:16-17) 16 Assim, por esta razão, os judeus perseguiam a Jesus, porque fazia estas coisas durante o sábado. 17 Mas ele lhes respondeu: “Meu Pai tem estado trabalhando até agora e eu estou trabalhando.”

Assim verte a Tradução Almeida:

(João 5:16-17) 16 Por isso os judeus perseguiram a Jesus, porque fazia estas coisas no sábado. 17 Mas Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.

ALGUMA DÚVIDA??

O Pai tem estado trabalhando no sábado...

Eu estou trabalhando no sábado.

A questão básica era:

Que tipo de trabalho realizava o Pai??

Que tipo de trabalho realizava o Filho???

Jesus afirmou: Eu estou trabalhando no dia sagrado, ou seja, no sábado....

Neste caso, ficou bem claro.....

Existe o trabalho que santifica o sábado e existe o trabalho que avilta o sábado......



Em relação a lei que estava vigente, o que disse Jesus??

(Mateus 5:17-19) 17 Não penseis que vim destruir a Lei ou os Profetas. Não vim destruir, mas cumprir; 18 pois, deveras, eu vos digo que antes passariam o céu e a terra, do que passaria uma só letra menor ou uma só partícula duma letra da Lei sem que tudo se cumprisse. 19 Quem, portanto, violar um destes mínimos mandamentos e ensinar a humanidade neste sentido, será chamado ‘mínimo’ com relação ao reino dos céus. Quanto àquele que os cumprir e ensinar, esse será chamado ‘grande’ com relação ao reino dos céus.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 5:17-19)17 Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas; não vim revogar, mas cumprir. 18 Porque em verdade vos digo: Enquanto não passar o céu e a terra, de modo nenhum passará da lei um só i ou um só til, sem que tudo se cumpra. 19 Aquele, pois, que violar um destes mínimos mandamentos, e assim ensinar aos homens, será chamado mínimo no reino dos céus; mas aquele que os observar e ensinar, esse será chamado grande no reino dos céus.

Será que Jeová deixou de ter o sétimo dia como sagrado diante Dele??

Aquilo que Deus declarou sagrado, que continue sagrado.

Será que houve algum motivo para Jeová deixar de ter o sétimo dia como sagrado??

Como prova final de que Jesus não aboliu nenhum mandamento dado por Jeová, ele afirmou:

Aquele, pois, que violar um destes mínimos mandamentos, e assim ensinar aos homens, será chamado mínimo no reino dos céus; mas aquele que os observar e ensinar, esse será chamado grande no reino dos céus.

No decorrer dos séculos depois de Jeová informar ao humano sobre o que Ele fez em relação ao sétimo dia e a forma como Ele deseja que o humano se comporte em relação ao sétimo dia, o que temos observado??

O que Jeová revelou estar vendo?? Ele nos informou:

Se em vista do sábado fizeres teu pé retornar de fazer os teus próprios agrados no meu dia santo e realmente chamares o sábado de deleite, [dia] santo de Jeová, um que se glorifica, e tu realmente o glorificares em vez de seguires os teus próprios caminhos, em vez de achares o que te agrada e falares uma palavra



O desejo dos meus filhos não acompanham os meus desejos.

Meus filhos têm seus próprios desejos. Individualmente, os meus filhos desejam viver os seus próprios desejos. Individualmente, meus filhos têm vivido os seus próprios desejos. Individualmente, eles têm revelado abominar o meu dia santo.

Por que os meus filhos têm abominado santificar o Meu dia santo, o dia que Eu declarei santo??

- “Um dos motivos é que eles são egoístas”.

- “Neste dia, Eu peço a eles que se importem com o próximo, que parem de usar o próximo, os animais e a terra para conseguir e aumentar o prazer que tanto buscam, isto é, o lucro. Neste dia, Eu peço a eles que não usem o semelhante como se eles fossem a continuação de um braço ou de uma perna, nos seus objetivos de acumular coisas destrutíveis, ou seja, aumentarem o seu prazer, e que tampouco usem os animais. Neste dia, Eu peço a eles que abram mão de suas coisas armazenadas e pratiquem a ação de dar, dar e dar estas coisas para aqueles que delas necessitam. Meus filhos amam armazenar e sentem muita dor quando têm de abrir mão de armazenar, sentindo uma dor maior, quando têm de dar sem haver a possibilidade de ter de volta o que foi dado. Meus filhos preferem praticar a omissão e se escondem dos necessitados, pois encaram como prejuízo o fartar a alma do faminto. Meus filhos encontram motivos plenamente lógicos em suas mentes para não dar o pão a um faminto, chegando até mesmo a procurar um mérito no faminto, antes de dar. Encontrando um demérito, o que fazem?? Eles simplesmente não dão e ainda colocam a culpa na alma faminta. Desta forma, os meus filhos condenam outros semelhantes à morte por fome, e ainda colocam a culpa disso naquele que morre, tendo ele o poder em suas mãos para evitar tal morte”.

- “Neste dia, Eu peço a eles que, de forma incondicional, perdoem todas as dívidas que os outros tenham com eles. Neste dia Eu peço a eles que retornem à condição inicial de quando receberam a terra para cuidar, devolvendo tudo o que pegaram dos outros, para que estes outros também retornem à condição inicial. Como eles se sentem com isto?? Sentem-se contristados, e Me falam: Pai, eu trabalhei arduamente, enquanto aquele lá, vendo que eu tinha coisas acumuladas, veio me pedir. Pai, eu dei o que ele me pediu, mas disse a ele que ele tinha de me devolver dentro de um prazo, pois eu não devo trabalhar de graça. Aqui na terra nós chamamos isto de emprestar. Ele não me devolveu o que me pediu. Pai, agora o Senhor manda eu ficar no prejuízo?? Pai, eu já havia perdoado ele antes, e ele foi irresponsável de novo. O Senhor me manda perdoar de novo, e ter mais um prejuízo?? Pai, o Senhor não estaria incentivando a impunidade?? Pai, nós que amamos acumular coisas, criamos a seguinte regra: “aquele que pede emprestado e não paga é que é um iníquo””.

- “Neste dia, um dia que Eu dediquei à misericórdia, no lugar de ficarem alegres em exercitar a misericórdia de uns para com os outros de forma incondicional, eles, os Meus filhos, encaram este meu dia como um fardo. Por que será que vêm este Meu dia como um fardo?? Será que o motivo é porque amam fazer o oposto do que lhes peço para fazer neste Meu dia santo??” ….............

O que os humanos não devem fazer para aviltar o sétimo dia??

Não devem praticar ações de egoísmo.

Os humanos precisam fazer para manter santo o sétimo dia??

Devem praticar ações de altruísmo.

Devem abster-se do egoísmo e praticarem o altruísmo.

Será que a santificação do sétimo dia é um mandamento tribal??

Aqueles que encaram tal mandamento como um fardo, apresentam-se com muitos argumentos, buscando tirar de cima de si mesmos o fardo que vêm em obedecer a este mandamento do Pai, muito embora, afirmem ser discípulos de Jesus, o Senhor do sábado.

Coisas a fazer e coisas a não fazer. Uma é o complemento da outra.

(Mateus 23:23) 23 Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque dais o décimo da hortelã, e do endro, e do cominho, mas desconsiderastes os assuntos mais importantes da Lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Estas eram as coisas obrigatórias a fazer, sem, contudo, desconsiderar as outras.


Assim verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 23:23) 23 Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! porque dizimais a hortelã, o endro e o cominho, e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei, que são a justiça, a misericórdia e a fidelidade; estas coisas, porém, devíeis fazer sem omitirdes aquelas.

A justiça, a misericórdia e a fidelidade tão exaltadas nos costumes instituídos por Jeová para o sétimo dia, eram coisas obrigatórias a serem feitas, sem desconsiderar as outras coisas.

<♥♥> O sábado na prática <♥>

PAPAI, QUEM VAI FAZER O MEU TRABALHO??♥

☺♥ESCRAVIZAR ANIMAIS É PECADO??♥☺

É pecado usar os animais como transportadores de carga ou transportadores de humanos??

Cada um responderá a esta pergunta de acordo com sua própria sensibilidade.

É uma questão de sensibilidade??

Sim, é uma questão de sensibilidade??

No entanto, naquele dia em que não deveriam ser praticadas nenhuma iniquidade, não se deveria ser usado o animal para transportar qualquer tipo de carga.

Neste dia, os animais deviam ser libertados de trabalhos forçados de escravo.

(Êxodo 20:8-10) 8 “Lembrando o dia de sábado para o manteres sagrado, 9 deves prestar serviço e tens de fazer toda a tua obra por seis dias. 10 Mas o sétimo dia é um sábado para Jeová, teu Deus. Não deves fazer nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem teu escravo, nem tua escrava, nem teu animal doméstico, nem teu residente forasteiro que está dentro dos teus portões.

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Neste dia, o dia de sábado, a fronteira entre o santo e o profano, o Pai afirmou que usar o animal para realizar algum trabalho era algo profano....

Tudo o que era profano fazer no sábado, era profano fazer em qualquer outro dia.

Tudo o que fosse "santo" fazer no sábado, era santo fazer em qualquer outro dia.

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O que percebemos??

Percebemos que aquele que criou o animal, não o criou com o objetivo ou finalidade dele ser usado como transportador de carga.

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Percebemos que o Pai estava usando o sábado para revelar ao humano qual era o comportamento de um homem santo..

O humano deveria perceber o quão profano ele se comportava nos demais dias....

No entanto, o que acontecia??

O humano abominava o sábado..

Por que o humano abominaria o sábado??

É que o sábado era o dia de só fazer coisas santas.....

O sábado representava o prejuízo financeiro para o egoísta.

O sábado era o período de tempo em que o humano não deveria se dedicar ao Sr. Lucro. Era o período de tempo em que o humano não deveria ter dentro de si o sentimento chamado egoísmo. Era o período de tempo em que o humano deveria ter dentro de si o sentimento chamado altruísmo.

Que coisa, hein??

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