SOBERBA, ALTIVEZ, ARROGÂNCIA - UMA COISA INÍQUA

Criada em 11 de agosto de 2010 Última alteração em 25/08/2010





Como todos os pecados, a soberba também é pecado grave





A gravidade de um pecado SE MEDE pela penalidade que o Legislador determinou para tal pecado. Legislador é aquele que CRIA as regras. Legislador é aquele que CRIA as leis. Legislador é aquele que CRIA e determina o tipo de punição a ser aplicada no caso de existência do pecado. Legislador é aquele que CRIA as decisões judiciais. A lei é fruto dos sentimentos do legislador.

Para nosso amado irmão Tiago, o meio irmão de Jesus, escritor do livro que leva seu nome, só existe um único Legislador. Assim ele afirmou para seus contemporâneos que estavam afrontando a lei e criando novas regras, regras diferentes das regras estipuladas na lei intermediada por Jesus, e que iam de encontro aos sentimentos daquele que havia criado esta lei: (Tiago 4:11-12) 11 Cessai de falar uns contra os outros, irmãos. Quem falar contra um irmão ou julgar seu irmão fala contra a lei e julga a lei. Ora, se tu julgas a lei, não és cumpridor da lei, mas juiz. 12 Há UM que é LEGISLADOR e juiz, AQUELE que é capaz de salvar e de destruir. Mas tu, quem és tu para julgares o [teu] próximo?

Quem fala contra um irmão fala contra a lei; quem julga um irmão julga a lei. Aquele humano que cria formas de punições para os pecadores está agindo como um Legislador. Quem o mandou fazer isto?? Quem o fizer está revelando que DISCORDA daquele que deveria ser o ÚNICO Legislador. Não é isto uma FRANCA REVOLTA CONTRA JEOVÁ??



Em relação à gravidade de pecados, assim falou Moisés para a nação da qual ele recebeu o cargo de Pastor: (Deuteronômio 21:22-23) 22 “E caso venha a haver num homem UM PECADO QUE MEREÇA a sentença de morte, e ele tenha sido morto e tu o tenhas pendurado num madeiro, 23 seu cadáver não deve ficar toda a noite no madeiro; mas deves terminantemente enterrá-lo naquele dia, pois o pendurado é algo amaldiçoado por Deus; e não deves aviltar teu solo que Jeová, teu Deus, te dá por herança.

(Deuteronômio 22:25-27) 25 “Se, porém, foi no campo que o homem achou a moça que era noiva, e o homem a agarrou e se deitou com ela, então só o homem que se deitou com ela tem de morrer 26 e não deves fazer nada à moça. A moça NÃO TEM PECADO QUE MEREÇA a morte, pois, assim como um homem se levanta contra seu próximo e deveras o assassina, sim, uma alma, assim é neste caso. 27 Porque foi no campo que a achou. A moça que era noiva gritou, mas não houve quem a socorresse.



QUEM DETERMINAVA a gravidade do pecado? No caso acima, foi o próprio Moisés quem determinou que este pecado não merecia a morte. O homem que humilhou a esposa de seu próximo merece sentença de morte. A mulher, a vítima, que não gritou na cidade, também merece a sentença de morte. Se o pecado fosse praticado no campo, a mulher que foi vítima não merece sentença de morte, embora o homem continue merecendo a sentença de morte por ter praticado a ação pecaminosa. (Deuteronômio 22:23-24) 23 “Caso haja uma virgem, noiva dum homem, e um homem realmente a achou na cidade e se deitou com ela, 24 então tendes de levar ambos para fora ao portão daquela cidade E TENDES DE MATÁ-LOS a pedradas, e eles têm de morrer, a moça, por não ter gritado na cidade, e o homem, por ter humilhado a esposa de seu próximo. Assim tens de eliminar o mal do teu meio.

Neste outro caso assim determinou Moisés: “Se o abuso sexual se der com uma virgem, não prometida a um homem, não merece sentença de morte”. Obviamente, assim como Moisés afirmou, eles teriam de ser achados. (Deuteronômio 22:28-29) 28 “Caso um homem ache uma moça, uma virgem que não é noiva, e ele realmente a pegue e se deite com ela, e forem achados, 29 então o homem que se deitou com ela TEM DE DAR cinqüenta siclos de prata ao pai da moça e ela se tornará sua esposa devido ao fato de que a humilhou. Não se lhe permitirá divorciar-se dela em todos os seus dias.

Outro pecado que segundo Moisés merecia a sentença de morte e que tinha de ser aplicada pelos homens: (Deuteronômio 21:18-21) 18 “Caso um homem tenha um filho obstinado e rebelde, que não escuta a voz de seu pai nem a voz de sua mãe, e eles o tenham corrigido, porém, ele não os queira escutar, 19 então seu pai e sua mãe têm de pegar nele e trazê-lo para fora aos anciãos da cidade dele e ao portão do seu lugar, 20 e têm de dizer aos anciãos da sua cidade: ‘Este filho nosso é obstinado e rebelde; não escuta a nossa voz, sendo glutão e beberrão.’ 21 Então todos os homens da sua cidade TÊM de atirar nele pedras e ele TEM de morrer. Assim tens de eliminar o mal do teu meio, e todo o Israel ouvirá e deveras ficará com medo.

Desta forma, através da aplicação da sentença de morte, tens de eliminar o mau do teu meio. A ordem que determinava a forma da punição, foi: “Todos os homens da cidade têm de se levantar contra o sangue deste pecador”.

Segundo Moisés, este outro pecado merecia a sentença de morte, que deveria ser aplicada pelos homens àqueles que eles julgassem merecedores: (Deuteronômio 13:5) 5 E aquele profeta ou aquele sonhador do sonho DEVE SER MORTO, porque falou em revolta contra Jeová, vosso Deus, que vos fez sair da terra do Egito e que te remiu da casa dos escravos, para te desviar do caminho em que Jeová, teu Deus, te mandou andar; e tens de eliminar o mau do teu meio.

Não mataram eles muitos profetas?? Sim, mataram. Achavam-se cheios de autoridade. Como podiam saber se o profeta tinha ou não recebido “palavras de Jeová” para retransmitir?? Acaso tinham sido testemunhas do SONHO ou da VISÃO que Jeová teria dado a este humano escolhido e chamado exclusivamente por Ele?? Acaso pertenciam ao grupo íntimo de Jeová?? O QUE SERIA “FALAR EM FRANCA REVOLTA CONTRA JEOVÁ??

A sabedoria é provada justa através de seus frutos, ou seja, daquilo que é produzido por ela. O que esta ordem produziu?? Que sorte de obras foram produzidas a partir desta ordem?? Analisemos uma situação real na qual havia um profeta com uma mensagem de Jeová para todo o povo, os investidos de autoridade e o povo. Vejamos principalmente a reação destes homens à mensagem retransmitida pelo profeta. (Jeremias 2:29-30) 29 “‘Por que é que continuais a contender comigo? Por que é que todos vós transgredistes contra mim?’ é a pronunciação de Jeová. 30 Em vão golpeei os vossos filhos. Não aceitaram a disciplina. Vossa espada devorou os vossos profetas, qual leão que causa ruína. (Jeremias 26:10-12) 10 Finalmente, os príncipes de Judá chegaram a ouvir estas palavras e passaram a subir da casa do rei à casa de Jeová e a sentar-se na entrada do portão novo de Jeová. 11 E OS SACERDOTES E OS PROFETAS COMEÇARAM A DIZER aos príncipes e a todo o povo: “A este homem cabe o julgamento de morte, porque profetizou a respeito desta cidade assim como ouvistes com os vossos próprios ouvidos.” 12 Então disse Jeremias a todos os príncipes e a todo o povo: “Foi Jeová quem me enviou para profetizar concernente a esta casa e concernente a esta cidade todas as palavras que ouvistes. (Jeremias 26:17-19) 17 Além disso, levantaram-se CERTOS DOS ANCIÃOS DO PAÍS E COMEÇARAM A DIZER a toda a congregação do povo: 18 “O próprio Miquéias, de Moresete, veio a estar profetizando nos dias de Ezequias, rei de Judá, e prosseguiu dizendo a todo o povo de Judá: ‘Assim disse Jeová dos exércitos: “A própria Sião será lavrada como mero campo e a própria Jerusalém se tornará meramente montões de ruínas, e o monte da Casa será para altos de floresta.”’ 19 Acaso Ezequias, rei de Judá, e todos os de Judá o entregaram de qualquer modo à morte? Não temeu ele a Jeová e passou a abrandar a face de Jeová, de modo que Jeová passou a deplorar a calamidade que falara contra eles? Portanto, estamos produzindo uma grande calamidade para as nossas almas.

Sacerdotes, príncipes, reis e até mesmo profetas profissionais, aqueles que achavam que ser profeta era um cargo vitalício passado de pai para filho e não uma função temporária, decidiam se alguém era ou não merecedor de morte baseados nos seus sentimentos pela palavra saída da boca do profeta. Se a palavra agradasse, se a palavra fosse do interesse deles, era a palavra de Jeová. No entanto, se a palavra fosse contra a cidade, contra o templo ou contra eles, não era a palavra de Jeová. Seria esta uma boa base para se condenar alguém à morte??? No entanto, havia certa dúvida.

Jesus falou daquilo que ele foi testemunha: (Lucas 13:31-34) 31 Naquela mesma hora chegaram-se certos fariseus, dizendo-lhe: “Sai e vai embora daqui, porque Herodes quer matar-te.32 E ele lhes disse: “Ide e dizei àquela raposa: ‘Eis que estou expulsando demônios e efetuando curas hoje e amanhã, e no terceiro dia terei terminado.’ 33 Não obstante, preciso estar em caminho hoje e amanhã, e no dia seguinte, porque não é admissível que um profeta seja destruído fora de Jerusalém. 34 Jerusalém, Jerusalém, MATADORA DOS PROFETAS E APEDREJADORA DOS QUE LHE SÃO ENVIADOSquantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, da maneira em que a galinha ajunta a sua ninhada de pintinhos debaixo de suas asas, mas vós não quisestes [isso]. . .

Para Jeová e para Jesus, as diversas gerações daquela cidade não passavam de matadoras e apedrejadoras de profetas, dos profetas enviados por Jeová. Os profetas que falavam aquilo que o povo queria ouvir eram amados pelo povo, obviamente.

Jesus afirmou que as reações continuariam as mesmas: (Lucas 6:22-23) 22 “Felizes sois sempre que os homens vos odiarem, e sempre que vos excluírem, e vos vituperarem, e lançarem fora o vosso nome, como iníquo, por causa do Filho do homem. 23 Alegrai-vos naquele dia e pulai, pois, eis que a vossa recompensa é grande no céu, porque estas são as mesmas coisas que os antepassados deles costumavam fazer aos profetas. (Lucas 6:26) 26 “Ai, sempre que todos os homens falarem bem de vós, porque coisas como essas são as que os antepassados deles fizeram aos falsos profetas.

Na corrente do tempo, obedecer a ordem de “julgar e condenar profetas” já revelou um resultado que mostra-se inteiramente trágico para aquele que obedece. “A sabedoria é provada justa pelos seus frutos”, foi o que afirmou Jesus.



No entanto, este outro pecado, segundo o Legislador Moisés, não merecia qualquer tipo de sentença: “Não havia sentença de morte por cobrar juros do irmão”. “Cobrar juros de um estrangeiro foi determinado por Moisés como não sendo nem mesmo um pecado”. (Deuteronômio 23:19-20) 19 “Não deves fazer teu irmão pagar juros, juros sobre dinheiro, juros sobre mantimentos, juros sobre qualquer coisa pela qual se possam cobrar juros. 20 Podes fazer o estrangeiro pagar juros, mas não deves fazer teu irmão pagar juros, para que Jeová, teu Deus, te abençoe em todo empreendimento teu na terra à qual vais para tomar posse dela.. . .

Este outro pecado, segundo Moisés, também não merecia sentença de morte: Para a desonestidade comercial, que na verdade é roubo, não havia sentença de morte. (Deuteronômio 25:13-16) 13 “Não deves vir a ter na tua bolsa dois tipos de pesos, um grande e um pequeno. 14 Não deves vir a ter na tua casa dois tipos de efas, um grande e um pequeno. 15 Deves continuar a ter um peso exato e justo. Deves continuar a ter um efa exato e justo, para que os teus dias se prolonguem no solo que Jeová, teu Deus, te dá. 16 Pois todo aquele que faz tais coisas, todo praticante da injustiça, é algo detestável para Jeová, teu Deus.



O Legislador Moisés concedeu aos homens tanto a condição de juízes que determinavam a gravidade dos pecados como a de carrascos que executavam as sentenças em seus irmãos pecadores: (Deuteronômio 25:1-3) 25Caso surja uma disputa entre homens, e tenham comparecido ao julgamento, então eles TÊM DE JULGÁ-LOS, e ao justo têm de declarar justo e ao iníquo têm de pronunciar iníquo. 2 E tem de dar-se que, se o iníquo merece ser espancado, então o juiz tem de fazer que seja deitado de bruços e que diante dele se lhe dêem golpes correspondentes em número à sua ação iníqua. 3 Pode golpeá-lo com quarenta golpes. Não deve acrescentar mais, para que não continue a espancá-lo com muitos golpes, além destes, e teu irmão fique realmente degradado aos teus olhos.

Moisés também determinou: “Não obedecer à ordem, a determinação de um dos que ocupavam cargos elevados, também era um pecado a ser punido com a morte”. (Deuteronômio 17:12-13) 12 E o homem que se comportar presunçosamente, não escutando o sacerdote que ali está de pé para ministrar a Jeová, teu Deus, ou o juiz, tal homem tem de morrer; e tens de eliminar o mal de Israel. 13 E todo o povo ouvirá e ficará com medo, e não mais agirão presunçosamente.

Onde será que isto levaria os humanos que passassem a viver segundo estas decisões judiciais?? O que passariam a fazer os homens investidos de tamanha autoridade, JULGANDO AQUILO QUE DESCONHECIAM?? Algo muito, muito grave realmente ocorreu: (Mateus 26:59-68) 59 Entrementes, os principais sacerdotes e todo o Sinédrio estavam procurando falso testemunho contra Jesus, para o entregarem à morte, 60 mas não encontraram nenhum, embora se apresentassem muitas testemunhas falsas. Mais tarde, apresentaram-se dois 61 e disseram: “Este homem disse: ‘Eu posso derrubar o templo de Deus e reconstruí-lo em três dias.’” 62 Em vista disso, o sumo sacerdote levantou-se e disse-lhe: “Não tens nenhuma resposta? O que é que estes testificam contra ti?” 63 Mas Jesus ficou calado. O sumo sacerdote disse-lhe, por isso: “Pelo Deus vivente, eu te ponho sob juramento para nos dizeres se tu és o Cristo, o Filho de Deus!” 64 Jesus disse-lhe: “Tu mesmo [o] disseste. Contudo, eu vos digo: Doravante vereis o Filho do homem sentado à destra de poder e vindo nas nuvens do céu.” 65 O sumo sacerdote rasgou então a sua roupagem exterior, dizendo: “ELE BLASFEMOU! Que necessidade temos ainda de testemunhas? Vede! Agora ouvistes a blasfêmia. 66 Qual é a vossa opinião?” Eles deram a resposta: ESTÁ SUJEITO À MORTE.67 Cuspiram-lhe então no rosto e o esmurraram. Outros o esbofetearam, 68 dizendo: “Profetiza-nos, ó Cristo. Quem te golpeou?”

O que Jeová pensava sobre tudo isto?? Será que para Jeová os pecados são classificados por nível de gravidade, alguns merecendo a morte enquanto outros não??

Após Moisés, durante algumas centenas de anos, os humanos continuaram acreditando na existência de uma classificação para os pecados. Acreditavam na existência de pecados graves que para os quais havia uma sentença de morte e de pecados mais leves, cuja sentença não fosse a morte. Viviam esta realidade, que para eles, esta também era a realidade de Jeová, o Legislador.

Nos dias de Ezequiel, um dos mensageiros escolhidos pelo próprio Jeová, este assunto foi trazido a atenção pelo próprio Jeová. Para acabar com qualquer dúvida em relação a este assunto, assim definiu Jeová, o Legislador: Todo e qualquer pecado tem a mesmíssima penalidade, ou seja, a morte. (Ezequiel 18:4) 4 Eis que todas as almas — a mim me pertencem. Como a alma do pai, assim também a alma do filho — a mim me pertencem. A ALMA QUE PECAR — ELA É QUE MORRERÁ.

Para aquele que não houvesse entendido, Jeová, o Legislador, passou a explicar: (Ezequiel 18:10-13) 10 “‘E [se] alguém se tornou pai de um filho que é salteador, derramador de sangue, que fez coisas semelhantes a uma destas; 11 (mas ele mesmo não fez nenhuma destas coisas;) se também comeu sobre os montes e aviltou a esposa de seu companheiro; 12 se maltratou o atribulado e pobre; se arrebatou coisas em roubo, não restituindo a coisa tomada em penhor; e se elevou seus olhos para os ídolos sórdidos, fez uma coisa detestável. 13 Deu em troca de usura e cobrou juros, e ele positivamente não continuará a viver. Fez todas estas coisas detestáveis. POSITIVAMENTE SERÁ MORTO. Sobre ele é que virá a haver seu próprio sangue.

Cobrar juros” é um pecado que merece a morte, independente de quem sofra a ação?? Maltratar o atribulado e o pobre também é pecado que mereça a sentença de morte, independente de quem seja a vítima?? A coisa tomada em penhor é roubo, independente de quem seja a vítima?? Tomar coisas em penhor é pecado com sentença de morte, independente de contra quem seja praticada tal ação?? Comer sobre os montes também é pecado que mereça a sentença de morte??

E agora, acredito nestas palavras ou não?? Bem, estas palavras desmascaram as palavras anteriores e as ações anteriores?? Não se pode negar isto. As ações anteriores analisadas segundo estas novas palavras revelam ser um grande equívoco. Toda a nação praticava tais ações, agora chamadas por Jeová de “coisas detestáveis”, trazendo sobre si o seu próprio sangue. Toda a nação cobrava juros; podiam até não cobrar juros de seus “irmãos”, mas, cobravam juros dos “estrangeiros”.



Quem dentre o povo iria agir como executor daqueles que Jeová afirmou serem “merecedores de morte”?? Em relação a tais pecadores, não afirmou Jeová que “positivamente não continuará a viver” e que “positivamente será morto”?? Quem poderia se arvorar em executor destes pecadores sentenciados??

Jeová deixou claro que todo pecado tem como sentença a mesmíssima morte.

Passaram-se mais algumas centenas de anos, e Jeová, o Legislador, passou a revelar algo adicional em relação ao pecado. Ainda existiam outras coisas que O HUMANO DESCONHECIA SER PECADO e que era amplamente praticada por eles.

Por exemplo, continuar furioso com seu irmão, mesmo sem lhe fazer nada é tão pecado quanto assassinar o irmão. Como?? Assassinar é um pecado que tinha sentença de morte, não era?? Sim. Embora a ação pecaminosa ainda não tenha sido praticada, o sentimento que a antecede já é pecado. Assim foi definido pelo Legislador.

Foi dito ainda mais pelo Legislador: “Falar uma palavra de desprezo (rebaixar) também é pecado”.

Foi dito ainda mais pelo Legislador: “Chamar tal pessoa de “tolo desprezível” também é pecado”.

Foi dito mais pelo Legislador: “Se você persistiu em olhar para uma mulher a ponto de sentir paixão por ela, já cometeu adultério com ela, no coração”.

Foi dito ainda mais pelo Legislador: “Todo aquele (a) que se casar com um (a) divorciado (a), comete adultério.

Alguém poderá questionar: Mas se eu ainda não pratiquei a ação, como estar condenado?? Quem vai saber o que eu sinto??

Este é o ponto a ser destacado ao humano. Esta afirmação de Jeová repetida algumas vezes por Jesus é que revela para onde o Criador está dirigindo o nosso olhar: “É da abundância do coração que a boca fala”. (Mateus 12:34) 34 Descendência de víboras, como podeis falar coisas boas quando sois iníquos? POIS É DA ABUNDÂNCIA DO CORAÇÃO QUE A BOCA FALA.

(Lucas 6:43-45) 43 “Pois não há árvore excelente que produza fruto podre; novamente, não há árvore podre que produza fruto excelente. 44 Pois cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto. Por exemplo, não se colhem figos de espinhos, nem se cortam uvas dum espinheiro. 45 O homem bom, do bom tesouro do seu coração, traz para fora o bom, mas o homem iníquo, do seu [tesouro] iníquo, traz para fora o que é iníquo; POIS É DA ABUNDÂNCIA DO CORAÇÃO QUE A SUA BOCA FALA.

Isto quer dizer que todas as nossas palavras e todos os nossos atos são frutos do que tem no nosso coração?? Sim, foi exatamente isto o que Jesus quis que seus ouvintes entendessem.

Jesus passou a esclarecer quais são as coisas que saem de dentro do homem. Estas são as coisas que saem do coração dos homens. Os sentimentos dentro dos humanos produzem palavras e ações iníquas. Assim falou Jesus: (Marcos 7:20-23) 20 Outrossim, ele disse: “O que sai do homem é o que avilta o homem; 21 POIS, DE DENTRO, DOS CORAÇÕES DOS HOMENS, SAEM raciocínios prejudiciais: fornicações, ladroagens, assassínios, 22 adultérios, cobiças, atos de iniqüidade, fraude, conduta desenfreada e um olho invejoso, blasfêmia, SOBERBA, irracionalidade. 23 Todas estas coisas iníquas saem de dentro e aviltam o homem.”

Para todos estes pecados a penalidade é a mesmíssima morte.

A soberba é um sentimento, não é uma ação. Um humano sente-se superior às demais pessoas ao seu redor. Ele sente-se melhor do que aqueles pecadores que ele está vendo, como também melhor do que os antepassados, aqueles cujos atos iníquos foram registrados na história, inclusive na bíblia. Ele sente-se mais limpo que os demais pecadores. Ele sente-se mais limpo do que um adúltero, mais limpo do que um ladrão, mais limpo do que um idólatra, mais limpo do que um estuprador. Ele desvaloriza os demais pecadores. Daí, ele afirma: “Pai, eu não sou igual àquele iníquo”.

Sentimentos geram palavras e ações. Sentimentos soberbos geram palavras e ações soberbas.

Vamos a um exemplo clássico de alguém altivo, soberbo, exemplo este que foi dado pelo próprio Jesus. Era um homem que se enaltecia acima dos pecadores. Jesus deixou bem claro de que se tratava de um sentimento. Infelizmente, ele não percebia sua altivez, sua arrogância, seu enaltecimento: (Lucas 18:9-14) 9 Mas, ele contou a seguinte ilustração também a alguns que confiavam em si mesmos como sendo justos e que consideravam os demais como nada: 10 “Dois homens subiram ao templo para orar, um sendo fariseu e o outro cobrador de impostos. 11 O fariseu estava em pé e começou a orar as seguintes coisas NO SEU ÍNTIMO: ‘Ó Deus, agradeço-te que NÃO SOU COMO O RESTO DOS HOMENS, extorsores, injustos, adúlteros, ou mesmo como este cobrador de impostos. 12 Jejuo duas vezes por semana, dou o décimo de todas as coisas que adquiro.’ 13 O cobrador de impostos, porém, estando em pé à distância, não estava nem disposto a levantar os olhos para o céu, mas batia no peito, dizendo: ‘Ó Deus, sê clemente para comigo pecador.’ 14 Digo-vos: Este homem desceu para sua casa provado mais justo do que aquele homem; porque todo o que SE ENALTECER será humilhado, mas quem se humilhar será enaltecido.”

Com que olho Jeová vê o homem altivo, soberbo, arrogante, que sente enaltecido sobre os demais?? Jesus também nos concedeu esta inédita informação: (Lucas 16:14-15) 14 Ora, os fariseus, que eram amantes do dinheiro, estavam escutando todas estas coisas, e começaram a escarnecer dele. 15 Conseqüentemente, ele lhes disse: “Vós sois os que vos declarais justos perante os homens, mas Deus conhece os vossos corações; PORQUE AQUILO QUE É ALTIVO ENTRE OS HOMENS É UMA COISA REPUGNANTE À VISTA DE DEUS.

Os que se sentem justos e assim se declaram justos perante os homens, revelando a repugnância que sentem por pecadores, como são vistos por Deus?? Como uma coisa repugnante.

Jesus deixou bem claro que a soberba também é pecado e como todo pecado, é grave.

Assim, só podemos concluir que somente o Criador é quem pode Legislar sobre o que é pecado. Somente o Criador é quem tem o direito de punir pecadores. Aqueles que avançaram presunçosamente em legislar sobre pecado e legislar sobre como punir pecadores, certamente terão sua vergonha e humilhação no tempo próprio de Jeová. Certamente esta é uma grande sala de aula.

Enquanto o humano deseja ardentemente remover o mau através da destruição daquele que pratica o mau, Jeová revela o seu glorioso objetivo: Não me agrado na morte do iníquo, mas em que o iníquo RECUE do seu mau caminho”. Aqueles israelitas que desejavam ardentemente a morte do iníquo, quando confrontados com sua própria iniquidade, o que peguntaram?? Que resposta deu Jeová para os que finalmente reconheciam ser iníquos?? (Ezequiel 33:10-11) 10 “E no que se refere a ti, ó filho do homem, dize à casa de Israel: ‘Assim é que dissestes: Visto que as nossas revoltas e os nossos pecados estão sobre nós e estamos apodrecendo neles, então, COMO É que continuaremos a viver?”’ 11 Dize-lhes: ‘“Assim como vivo”, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, “não me agrado na morte do iníquo, mas em que o iníquo recue do seu caminho e realmente continue vivendo. Recuai, recuai dos vossos maus caminhos, pois, por que devíeis morrer, ó casa de Israel?”’

Apesar de vocês serem merecedores da morte, por estarem por séculos praticando tais coisas detestáveis, meu objetivo não é matar o iníquo. Meu objetivo é que o iníquo recue do seu mau caminho.

Endireitar o opressor, este é o objetivo de Jeová: (Isaías 1:15-17) 15 E quando estendeis as palmas das vossas mãos, oculto de vós os meus olhos. Embora façais muitas orações, não escuto; as vossas próprias mãos se encheram de derramamento de sangue. 16 Lavai-vos; limpai-vos; removei a ruindade das vossas ações de diante dos meus olhos; cessai de fazer o mal. 17 Aprendei a fazer o bem; buscai a justiça; ENDIREITAI O OPRESSOR; fazei julgamento para o menino órfão de pai; pleiteai a causa da viúva.”

Eliminar o mau através da morte do praticante do mau ou endireitar o praticante do mau, mesmo que isto lhe traga desconfortos e dores físicas?? Em lugar de destruir o opressor, aquele que pratica o mau, endireitai o opressor. É o caso de se ter aversão pelo mau, no entanto, não ter aversão daquele que está praticando o mau. A este que está praticando o mau, eu tenho de amar, por buscar continuamente endireitá-lo. Para endireitá-lo tem de haver o contínuo perdão.

Não foi exatamente isto o que Jesus fez e mandou seus discípulos fazer exatamente igual a ele?? Sim, foi. No entanto, o soberbo sempre deseja afastar-se do opressor ou ainda, simplesmente destruir o opressor. Trata-se de uma ação que revela a desvalorização que o soberbo dá ao opressor, àquele que ele vê como pecador.

Primeiro eu tenho de eliminar o mau que existe em mim. Para isto, primeiro eu tenho de admitir que sou um iníquo. Preciso ser convencido sobre os meus pecados.

Arrependei-vos, pois o reino dos céus se tem aproximado. Arrepender-se de que?? Isto perguntará aquele que desconhece os seus pecados. Preciso tomar em consideração o meu próprio pecado. (Mateus 7:3-5) 3 Então, por que olhas para o argueiro no olho do teu irmão, mas não tomas em consideração a trave no teu próprio olho? 4 Ou, como podes dizer a teu irmão: ‘Permite-me tirar o argueiro do teu olho’, quando, eis que há uma trave no teu próprio olho? 5 Hipócrita! Tira PRIMEIRO a trave do teu próprio olho, e depois verás claramente como tirar o argueiro do olho do teu irmão.

O que foi estabelecido pelo Único Legislador e repassado para Moisés?? MORTE ou PERDÃO para o pecador???

As cerimônias criadas pelo Legislador Jeová que revelavam claramente e sem sombra de dúvida que Ele fazia questão de perdoar todos os pecados de todos os pecadores.

Se o sacerdote, o ungido, cometer um pecado de modo a trazer culpa sobre o povo: (Levítico 4:1-7) 4 E Jeová prosseguiu falando a Moisés, dizendo: 2 “Fala aos filhos de Israel, dizendo: ‘Caso uma alma peque por engano em qualquer das coisas que Jeová manda que não se façam e realmente faça uma delas: 3 “‘Se o sacerdote, o ungido, pecar de modo a trazer culpa sobre o povo, então, pelo pecado que cometeu, terá de apresentar a Jeová um novilho sadio, como oferta pelo pecado. 4 E tem de trazer o novilho à entrada da tenda de reunião, perante Jeová, e tem de pôr a mão sobre a cabeça do novilho e tem de abater o novilho perante Jeová. 5 E o sacerdote, o ungido, tem de tomar um pouco do sangue do novilho e trazê-lo para dentro da tenda de reunião; 6 e o sacerdote tem de mergulhar seu dedo no sangue e espargir um pouco do sangue sete vezes perante Jeová, diante da cortina do lugar santo. 7 E o sacerdote tem de pôr um pouco do sangue sobre os chifres do altar do incenso perfumado que está na tenda de reunião, perante Jeová, e todo o resto do sangue do novilho ele derramará junto à base do altar da oferta queimada, que está à entrada da tenda de reunião.

Se a assembléia cometer pecado, qualquer pecado, e o pecado contra a congregação ficou conhecido: (Levítico 4:13-21) 13 “‘Ora, se a assembléia inteira de Israel cometeu um engano e o assunto ficou oculto dos olhos da congregação, tendo eles feito UMA DE TODAS as coisas que Jeová manda que não se façam e assim se tornaram culpados, 14 e o pecado que cometeram contra ela ficou conhecido, então a congregação tem de apresentar um novilho como sacrifício pelo pecado e tem de levá-lo diante da tenda de reunião. 15 E os anciãos da assembléia têm de pôr suas mãos sobre a cabeça do novilho, perante Jeová, e o novilho tem de ser abatido perante Jeová. 16 “‘Então o sacerdote, o ungido, tem de levar um pouco do sangue do novilho para dentro da tenda de reunião. 17 E o sacerdote tem de mergulhar o dedo no sangue e espargi-lo sete vezes perante Jeová, diante da cortina. 18 E porá um pouco do sangue sobre os chifres do altar que está diante de Jeová, na tenda de reunião; e todo o resto do sangue derramará junto à base do altar da oferta queimada, que está à entrada da tenda de reunião. 19 E retirará dele toda a sua gordura e terá de fazê-la fumegar sobre o altar. 20 E terá de fazer com o novilho assim como fez com o outro novilho da oferta pelo pecado. É assim que fará com ele; E O SACERDOTE TEM DE FAZER EXPIAÇÃO POR ELES, E ASSIM LHES TEM DE SER PERDOADO. 21 E ele tem de fazer que o novilho seja levado para fora, às imediações do acampamento, e tem de queimá-lo, assim como queimou o primeiro novilho. É uma oferta pelo pecado para a congregação.

Quando um chefe peca qualquer pecado: (Levítico 4:22-26) 22 “‘Quando um chefe peca e sem querer comete UMA DE TODAS AS COISAS que Jeová, seu Deus, manda que não se façam, e assim se torna culpado, 23 OU SE LHE FEZ SABER O PECADO QUE COMETEU CONTRA O MANDAMENTO, então tem de trazer como sua oferta um cabritinho sadio. 24 E ele tem de pôr sua mão sobre a cabeça do bode novo e tem de abatê-lo no lugar onde se abate regularmente a oferta queimada perante Jeová. É uma oferta pelo pecado. 25 E o sacerdote tem de tomar com o seu dedo um pouco do sangue da oferta pelo pecado e pô-lo sobre os chifres do altar da oferta queimada, e derramará o resto do sangue dela junto à base do altar da oferta queimada. 26 E fará fumegar toda a sua gordura sobre o altar, igual à gordura do sacrifício de participação em comum; e o sacerdote TEM DE FAZER expiação por ele, pelo seu pecado, e assim lhe TEM DE SER PERDOADO.

Quando qualquer alma peca qualquer pecado: (Levítico 4:27-31) 27 “‘E se alguma alma do povo da terra pecar sem querer, por fazer uma das coisas que Jeová manda que não se façam, e ele deveras se tornar culpado, 28 ou se lhe fez saber o pecado que cometeu, então terá de trazer como sua oferta uma cabritinha sadia, pelo pecado que cometeu. 29 E tem de pôr sua mão sobre a cabeça da oferta pelo pecado e tem de abater a oferta pelo pecado no mesmo lugar da oferta queimada. 30 E o sacerdote tem de tomar com o seu dedo um pouco do sangue dela e pô-lo sobre os chifres do altar da oferta queimada, e derramará todo o resto do sangue dela junto à base do altar. 31 E tirará toda a gordura dela, assim como se tirou a gordura do sacrifício de participação em comum; e o sacerdote tem de fazê-la fumegar sobre o altar como cheiro repousante para Jeová; e o sacerdote TEM DE FAZER expiação por ele, e assim lhe TEM DE SER PERDOADO.

Quando qualquer alma comete determinados tipos de pecados: (Levítico 5:1-6) 5 “‘Ora, caso uma alma peque por ter ouvido uma maldição pública, e seja testemunha, ou tenha presenciado isso ou veio a sabê-lo, então, se não o relatar, terá de responder pelo seu erro. 2 “‘Ou quando uma alma toca em alguma coisa impura, quer seja o corpo morto dum animal selvático impuro, quer o corpo morto dum animal doméstico impuro, quer o corpo morto duma criatura pululante impura, embora lhe fique oculto, ainda assim ele é impuro e se tornou culpado. 3 Ou caso toque na impureza de homem, no que se refere a qualquer impureza sua com que possa ficar impuro, embora lhe tenha ficado oculto, contudo, ele mesmo vem a saber disso, então ele se tornou culpado. 4 “‘Ou caso uma alma jure a ponto de falar irrefletidamente com os seus lábios, para fazer o mal ou para fazer o bem, no que se refere a qualquer coisa que o homem fale irrefletidamente numa declaração juramentada, embora lhe tenha ficado oculto, contudo, ele mesmo vem a saber disso, então ele se tornou culpado com respeito a uma destas coisas. 5 “‘E tem de acontecer que, caso ele se torne culpado no que se refere a uma destas coisas, então tem de confessar de que modo pecou. 6 E tem de trazer a Jeová sua oferta pela culpa, pelo pecado que cometeu, a saber, uma fêmea do rebanho, uma cordeira ou uma cabritinha, como oferta pelo pecado; e o sacerdote TEM DE FAZER EXPIAÇÃO POR ELE, pelo seu pecado.

Caso não tenha recurso para ofertar uma fêmea, uma cordeira ou uma cabrita: (Levítico 5:7-13) 7 “‘Se, porém, não tiver recursos suficientes para [trazer] um ovídeo, então terá de trazer a Jeová, como sua oferta pela culpa, pelo pecado que cometeu, duas rolas ou dois pombos novos, um como oferta pelo pecado e o outro como oferta queimada. 8 E tem de trazê-los ao sacerdote, que tem de apresentar primeiro um como oferta pelo pecado e tem de truncar-lhe a cabeça com a unha, na frente do seu pescoço, mas não deve separá-la inteiramente. 9 E ele tem de espargir um pouco do sangue da oferta pelo pecado sobre o lado do altar, mas o resto do sangue se deixará escorrer junto à base do altar. É uma oferta pelo pecado. 10 E o outro ele manejará como oferta queimada, segundo o procedimento regular; e o sacerdote tem de fazer expiação por ele, pelo pecado que cometeu, e assim lhe tem de ser perdoado. 11 “‘Ora, se não tiver os meios para duas rolas ou dois pombos novos, então terá de trazer como sua oferta pelo pecado que cometeu a décima parte de um efa de flor de farinha como oferta pelo pecado. Não deve pôr azeite sobre ela e não deve colocar olíbano sobre ela, pois é uma oferta pelo pecado. 12 E tem de trazê-la ao sacerdote e o sacerdote tem de apanhar dela seu punhado como lembrança dela, e tem de fazê-la fumegar sobre o altar, sobre as ofertas de Jeová feitas por fogo. É uma oferta pelo pecado. 13 E o sacerdote TEM DE FAZER expiação por ele, pelo pecado que cometeu, por qualquer um destes pecados, e assim lhe TEM DE SER PERDOADO; e ela tem de tornar-se do sacerdote, igual a uma oferta de cereais.’”

O Único Legislador estabeleceu que o sacerdote tinha de fazer expiação por todos os pecados cometidos por todos os membros individuais do povo. Estabeleceu também o como fazer tal expiação. E assim revelava estar oficialmente perdoado de todo e qualquer pecado que viesse a ser conhecido.

Pecados como o roubo, a fraude adicionada da jura falsa, o que fazer?? (Levítico 6:1-7) 6 E Jeová prosseguiu, falando a Moisés, dizendo: 2 “Caso uma alma peque por se comportar de modo infiel para com Jeová e ele deveras engane seu colega quanto a algo ao seu cargo, ou um depósito em mãos, ou um roubo, ou defraude seu colega, 3 ou deveras ache algo perdido e realmente seja enganoso a respeito disso, e jure falsamente com respeito a qualquer de todas as coisas que o homem possa fazer para pecar por elas; 4 então tem de suceder que, caso ele peque e deveras se torne culpado, tem de devolver a coisa roubada que roubou ou a coisa extorquida que tomou com fraude, ou a coisa ao seu cargo, de que foi encarregado, ou a coisa perdida que achou, 5 ou qualquer coisa que seja, a respeito da qual possa jurar falsamente, e tem de dar compensação por ela no seu pleno montante e acrescentar-lhe-á um quinto dela. Dá-la-á àquele a quem pertence, no dia em que se provar a sua culpa. 6 E trará a Jeová, como sua oferta pela culpa, um carneiro sadio do rebanho, segundo o valor calculado, como oferta pela culpa, ao sacerdote. 7 E o sacerdote TEM DE FAZER expiação por ele perante Jeová, e assim lhe TEM DE SER PERDOADO com respeito a qualquer de todas as coisas que possa fazer, ficando por ela em culpa.”

Além disto, o que mais determinou o Legislador quanto ao que Ele faria em relação aos pecados do povo??? E quanto ao pecado que ficasse desconhecido ao infrator ou todos os demais pecados, o que previu o Legislador?? O Legislador criou uma cerimônia que revelava e lembrava ao povo, que eles estavam sendo perdoados por Jeová de todos os pecados cometidos. Uma vez por ano Vou perdoar todos vossos pecados: (Levítico 16:29-34) 29 “E isso vos tem de servir de estatuto por tempo indefinido: No sétimo mês, no décimo [dia] do mês, deveis atribular as vossas almas, e não deveis fazer obra alguma, quer o natural quer o residente forasteiro que reside no vosso meio. 30 Pois neste dia se fará expiação por vós, para declarar-vos limpos. SEREIS LIMPOS DE TODOS OS VOSSOS PECADOS perante Jeová. 31 É um sábado de completo repouso para vós, e tendes de atribular as vossas almas. É um estatuto por tempo indefinido. 32 “E o sacerdote que será ungido e cuja mão será enchida de poder para atuar como sacerdote, como sucessor de seu pai, tem de fazer expiação e tem de vestir as roupas de linho. São roupas sagradas. 33 E ele tem de fazer expiação pelo santuário sagrado, e fará expiação pela tenda de reunião e pelo altar; e fará expiação pelos sacerdotes e por todo o povo da congregação. 34 E isto vos tem de servir de estatuto por tempo indefinido, a fim de se fazer expiação pelos filhos de Israel, uma vez por ano, COM RESPEITO A TODOS OS SEUS PECADOS.. . .(Levítico 16:20-22) 20 “Quando tiver acabado de fazer expiação pelo lugar santo, e pela tenda de reunião, e pelo altar, então terá de apresentar o bode vivo. 21 E Arão tem de pôr ambas as suas mãos sobre a cabeça do bode vivo e confessar sobre ele todos os erros dos filhos de Israel e todas as suas revoltas em todos os seus pecados, e tem de pô-las sobre a cabeça do bode e tem de enviá-lo ao ermo pela mão de um homem preparado. 22 E o bode tem de levar sobre si todos os erros deles a uma terra desértica; e ele tem de enviar o bode ao ermo.

O Legislador não determinou a destruição do pecador. O Legislador determinou a aplicação do perdão. O perdão só é dado para aquele que comete um pecado. Aquele que comete o pecado tem de tomar ciência do pecado, dirigir-se ao sacerdote levando uma oferta pelo pecado, confessando seu pecado e o sacerdote que não estava ali para julgá-lo e condená-lo, teria de fazer uma compensação ou expiação prevista pelo Legislador. Segundo o Legislador, o pecado tinha de ser perdoado. Não se discutia qualquer mérito, quantidade de pecados ou qualquer outra coisa. O Legislador previu apenas o perdão para todo e qualquer pecado. Não era o sacerdote quem perdoava o pecado; o sacerdote tinha de fazer a expiação pelo pecado, apenas isto. Quem era o ofendido pelo pecado praticado?? O Ofendido, Jeová, é quem dava o perdão. No décimo dia do sétimo mês, O Ofendido perdoava todos os pecados do povo, inclusive do sacerdote, sem que o bode fosse sacrificado. Após a confissão, o bode era enviado ao ermo.

O Ofendido revelou sua constante disposição de perdoar o infrator, independente da infração cometida. No entanto, como foi que a disposição dos sacerdotes passou a ser diferente da disposição o Ofendido?? Quando foi que estes homens decidiram se perdoavam ou se matavam os que ofendiam a Jeová??

Talvez raciocinassem: Jeová é bom demais e Ele não merece receber tais ofensas. Assim, ofendendo-se com tais pecadores, não só desejavam a morte para estes praticantes de coisas detestáveis, como também passaram a ser carrasco para tais pecadores.

No entanto, será que o Legislador aprovava esta atitude “agressiva” em Sua defesa??

Centenas de anos depois de Moisés, aquele profeta semelhante a Moisés, Jesus, deu a correta resposta a esta inquietante pergunta.

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