CARÁTER – A COISA MAIS IMPORTANTE PARA DEUS

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Criada em 11 de agosto de 2016 Última alteração em 11/10/16 às 14:17







DEUS TEM CARÁTER??

COMO SE FORMA UM CARÁTER?? É UM PASSE DE MÁGICA??

QUAL É A IMPORTÂNCIA DO CARÁTER??

A PESSOA JÁ NASCE COM UM CARÁTER??

A PESSOA PODE TER O CARÁTER MODIFICADO??

INCOMPATIBILIDADE MORAL E SIMILARIDADE MORAL COM DEUS.

O que é caráter??

Caráter – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: conjuntos de traços psicológicos e/ou morais que caracterizam um indivíduo ou um grupo; firmeza moral, coerência nos atos; honestidade;


caráter Datação: sXIV

n substantivo masculino

1 sinal (letra, número, sinal de pontuação etc.) ou figura us. na escrita

2 Rubrica: artes gráficas.

forma gráfica de cada um dos símbolos ou sinais utilizados na escrita

3 Rubrica: artes gráficas.

m.q. 1tipo ('bloco', 'letra')

4 Rubrica: biologia.

aspecto morfológico ou fisiológico utilizado para distinguir indivíduos em uma espécie ou espécies entre si

5 qualidade peculiar; especificidade, cunho

Ex.: peça musical de c. impressionista

6 conjunto de traços psicológicos e/ou morais que caracterizam um indivíduo ou um grupo

Ex.: eram pessoas de c. agressivo

7 Derivação: por extensão de sentido.

feitio moral

Ex.: homem de c. nobre

8 Derivação: por extensão de sentido.

qualidade inerente a um indivíduo, desde o nascimento; temperamento, índole

9 Derivação: por extensão de sentido.

firmeza moral, coerência nos atos; honestidade

Ex.: político de c.

10 Rubrica: religião.

sinal espiritual, indelével, impresso na alma pelos sacramentos do batismo, crisma e ordem


Um humano qualquer pode ser reconhecido apenas pelo seu caráter??

Será que Deus tem um conjunto de traços morais que o caracteriza??


O que é moral??

Moral – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: pertencente ao domínio do espírito do homem; que denota bons costumes segundo os preceitos estabelecidos...

moral Datação: sXIV

n adjetivo de dois gêneros

1 concernente a ou próprio da moral

2 pertencente ao domínio do espírito do homem

3 que denota bons costumes segundo os preceitos estabelecidos por um determinado grupo social

4 que ensina, educa; edificante

Ex.: fábula m.

n substantivo masculino

5 disposição de espírito para agir com maior ou menor vigor diante de circunstâncias difíceis

n substantivo feminino

6 conjunto de valores, individuais ou coletivos, considerados universalmente como norteadores das relações sociais e da conduta dos homens

7 Rubrica: filosofia.

cada um dos sistemas variáveis de leis e valores estudados pela ética, caracterizados por organizarem a vida das múltiplas comunidades humanas, diferenciando e definindo comportamentos proscritos, desaconselhados, permitidos ou ideais

8 Regionalismo: Brasil. Uso: informal.

capacidade de se impor, de influenciar ou ter ascendência, hegemonia sobre outrem

Ex.: foi lá e conseguiu a vaga na m.


Está intimamente relacionada com a moralidade.

Moralidade – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: qualidade, característica do que é moral, do que segue os princípios da moral; conjunto dos princípios morais, individuais ou coletivos, como a virtude, o bem, a honestidade etc.; moral; conduta ou comportamento pautado por esses princípios


moralidade Datação: sXV

n substantivo feminino

1 qualidade, característica do que é moral, do que segue os princípios da moral

2 conjunto dos princípios morais, individuais ou coletivos, como a virtude, o bem, a honestidade etc.; moral

3 conduta ou comportamento pautado por esses princípios

4 lição, ensinamento edificante, encontrável em muitas narrativas, histórias, textos literários, esp. em fábulas

5 Derivação: por extensão de sentido.

doutrina ou reflexão moral

6 Rubrica: história do teatro.

espécie de drama, surgido no fim da Idade Média, de inspiração religiosa, mas desprovido dos argumentos próprios das sagradas escrituras, e cujo objetivo é mostrar um herói às voltas com questões morais


Um humano qualquer pode ser reconhecido exclusivamente pela sua moralidade??

A moral é uma coisa invisível, nenhum humano consegue vê-la. Ela é uma coisa pessoal, totalmente pessoal e intransferível. Só pode ser observada através do comportamento de cada pessoa.


Um dos princípios de moral dados como exemplo acima foi a virtude..

O que é mesmo virtude??

Virtude – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: qualidade daquilo que se conforma com o considerado correto e desejável; conformidade com o bem, com a excelência moral ou de conduta etc.; dignidade


virtude Datação: sXIII

n substantivo feminino

1 qualidade do que se conforma com o considerado correto e desejável (p.ex., do ponto de vista da moral, da religião, do comportamento social etc.)

1.1 uma qualidade moral particular

Exs.: a v. da paciência

a v. da caridade

1.2 Derivação: por extensão de sentido.

qualquer boa qualidade

Exs.: v. cívicas

sua maior v. é o despojamento

2 conformidade com o Bem, com a excelência moral ou de conduta etc.; dignidade

Ex.: é com v. que ele pratica a sua medicina

3 capacidade de atingir os objetivos ou os efeitos de sua atividade, finalidade, utilização etc. com eficácia, propriedade, mérito (mais us. no pl.)

Exs.: ser um engenheiro de grandes v.

as v. de um plano estratégico

uma água mineral de v. milagrosas

4 prática ou exercício da virtude

Ex.: a v. levou-o a declinar daquela premiação

4.1 continência amorosa ou castidade (ger. referente à mulher)

Exs.: ser zeloso da v. de sua filha

ciúme pela v. de sua jovem esposa

4.2 modo despojado, severo, de vida

Ex.: um asceta louvado em v.

ª Virtudes

n substantivo feminino plural

Rubrica: religião.

5 em diversas descrições medievais, o segundo dos cinco coros (ordens) da hierarquia dos anjos, o qual tb. inclui as Dominações e as Potências


Os diversos princípios de moral que uma pessoa tenha, formam a personalidade dela. De acordo com cada pessoa, poderá formar uma marca registrada daquela pessoa.

O que é personalidade??

Personalidade – Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: qualidade ou condição de ser de uma pessoa; conjunto de qualidades que define a INDIVIDUALIDADE de uma PESSOA MORAL


personalidade Datação: 1873

n substantivo feminino

1 qualidade ou condição de ser uma pessoa

2 conjunto de qualidades que define a individualidade de uma pessoa moral

3 aspecto visível que compõe o caráter individual e moral de uma pessoa, segundo a percepção alheia

Ex.: foi escolhido por ter p. forte

4 característica ou conjunto de características que distingue uma pessoa, um grupo de pessoas, uma nação

Ex.: a p. lusitana

5 Derivação: sentido figurado.

algo que reflete ou é análogo a uma distinta personalidade humana

Ex.: a p. de sua casa

6 indivíduo notável por sua situação ou atividade social; celebridade

7 Rubrica: psicologia.

conjunto dos aspectos psíquicos que, tomados como uma unidade, distinguem uma pessoa, esp. os que diretamente se relacionam com os valores sociais


Notou o termo??

Pessoa moral..

A “pessoa física” é o conjunto de “características físicas”, plenamente visíveis, de uma pessoa. Por exemplo, as impressões digitais de uma pessoa é uma marca registrada daquela pessoa, e, exclusivamente daquela pessoa, fisicamente falando.

A “pessoa moral” é um conjunto de “características morais”, plenamente invisíveis, de uma pessoa.


Não podemos conhecer a pessoa física de Deus. Ele não se apresenta em forma física a nenhum humano. Os olhos humanos não conseguem perceber a figura de Deus, pois Ele não é feito de substâncias físicas e visíveis. Neste caso, como reconhecer a pessoa de Deus?? Se não o podemos ver, como saber se é Deus ou se é uma outra criatura??

Se ele se apresentasse como ABJUDBA, este seria um nome, um nome fantasia (comumente usado por humanos) que qualquer outro poderia afirmar ser.

Como é que Deus pode ser identificado por aquele que não consegue ver a figura Dele??

Será que Ele poderia ser reconhecido pelo seu “Nome Moral”??


Ele mesmo nos disse o Seu Nome Moral.

Qual é o Nome Moral de Deus??


Ele mesmo informou ao humano qual era o Seu Nome Moral...


(Êxodo 34:5-7) 5 Tendo Jeová descido na nuvem, esteve com ele ali e proclamou o nome de Jeová. 6 Passando Jeová por diante dele, proclamou: Jeová, Jeová, DEUS MISERICORDIOSO E CLEMENTE, TARDIO EM IRAR-SE E GRANDE EM BENEFICÊNCIA E VERDADE; 7 QUE GUARDA BENEFICÊNCIA EM MILHARES, QUE PERDOA A INIQÜIDADE, A TRANSGRESSÃO E O PECADO; E QUE DE MANEIRA ALGUMA TERÁ POR INOCENTE O CULPADO, VISITANDO A INIQÜIDADE DOS PAIS NOS FILHOS, E NOS FILHOS DOS FILHOS, NA TERCEIRA E NA QUARTA GERAÇÃO.


Bem, trata-se realmente de um Nome Moral, ou seja, um nome que revela quais são as qualidades morais Dele. Trata-se de um nome que revela a Personalidade Dele.


Como se conhece e reconhece uma Pessoa Moral??

Somente através da contínua convivência com esta pessoa, na qual, esta pessoa, estando diante de diversas circunstâncias, terá um comportamento compatível com certas qualidades e incompatível com outras.

Eu preciso ser uma pessoa observadora para poder chegar a conhecer uma outra pessoa.


Através do Comportamento??

Sim, comportamento.

Comportamento – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: procedimento de alguém face a estímulos sociais ou a sentimentos …..; maneira de proceder de uma pessoa em relação a outras, especialmente com referência às regras de boas maneiras


comportamento Datação: 1534

n substantivo masculino

1 ato ou efeito de comportar-se

2 procedimento de alguém face a estímulos sociais ou a sentimentos e necessidades íntimos ou uma combinação de ambos

3 maneira de proceder de uma pessoa em relação a outra(s), esp. com referência às regras de boas maneiras


Somente o dia a dia com esta pessoa “A” é que poderá revelar qual é o nome moral desta pessoa “A”.

Somente o comportamento diante de diversas circunstâncias do dia a dia da pessoa “A”, é que poderá revelar o nome moral desta pessoa “A”.

Somente o relacionamento contínuo de uma pessoa “B” com a pessoa “A”, é que poderá revelar ou confirmar para a pessoa “B” o nome moral da pessoa “A”.


As decisões de Deus diante das diversas circunstâncias do dia a dia deverão confirmar o Nome Moral que Ele mesmo afirmou ter.

Não podemos esquecer um detalhe importante. Qual é??

É a linha do tempo.

Podemos ver uma decisão tomada por alguém que não conhecemos, com certo olho, quando na verdade, é algo diferente do que estamos vendo.

Somente a linha do tempo é que poderá resolver esta questão.


Eu notei algo interessante.

Na declaração solene do Seu Nome Moral, o Pai não afirmou ser um Deus de Justiça, ou seja, Aquele que dá a cada um segundo o que cada um merece receber.

Notei que na declaração solene de Seu Nome Moral, o Pai afirmou Perdoar a iniquidade. De forma plenamente coerente, Ele não poderia ser um Deus de Justiça, conforme o humano rotula a “justiça”. São coisas incompatíveis. São coisas que não se misturam. São como água e óleo.

Dar a cada um segundo o que cada um merece é igual a: “não perdoar a ninguém”.

Sendo bem claro sobre o que merece a alma que comete um pecado qualquer, o Pai afirmou:

(Ezequiel 18:4) 4 Eis que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é minha: A ALMA QUE PECAR, ESSA MORRERÁ.

O que merece uma alma qualquer que comete um pecado qualquer???

Só há uma resposta: merece a morte.

Então, o que dar a cada humano que comete um pecado?? Se for dar o que este humano merece, então, ele só tem uma opção. Ele receberá a morte, pois é a morte o que merece aquele humano, qualquer humano que pecar.

Ficou bem clara a incompatibilidade entre o perdoar e o dar a cada um segundo o que cada um merece.

Antes de um humano “A” cometer um pecado, o que ele merece receber?? Nada.

Logo após o humano cometer o pecado, o que ele passa a merecer??

Sem nenhuma outra opção, este humano passa a ser merecedor da morte.

Será que não existem atenuantes??

Eu entendo que não existem atenuantes, afinal o Pai foi bem claro ao dizer: “a alma QUE pecar, esta é que morrerá”.

Se somarmos 2+2, poderá haver um resultado diferente de 4 (quatro)??

Se subtrairmos 2-2, poderá haver um resultado diferente de 0 (zero)??

O Pai foi bem claro na informação que Ele deu ao humano.

O resultado do cometimento de pecado é a morte.

Uma regra simples e única.

O humano poderá insistentemente introduzir um “se”.

Mas, e “se” for o pecado “A”..??

Mas, e “se” for o pecado “B”..??

Mas, e “se” alguém o induziu a pecar??

Mas, e “se” ele não sabia??

Mas, e se a pessoa era ungida de Deus??

Quem mentiu, mentiu..

Quem matou, matou..

Quem adulterou, adulterou..

É o pecado que tem como resultado único a morte.

Não é a intenção que está sendo falada.

Quem realmente não quiser cometer o pecado, não cometerá o pecado..

Não é a circunstância que está sendo falada.

Independente de saber, da circunstância ou da intenção, para o Pai, pecado é apenas pecado.

Para o Pai, o resultado único para o pecado é a morte.

No entanto, o que o Pai faz??

Ele dá ao pecador aquilo que o pecador merece??

Ele mesmo disse que PERDOA a iniquidade, transgressão, o pecado.

Onde foi colocada a palavra MÉRITO??

Onde foi colocada a ideia de mérito??


§§ PEDRA DE TROPEÇO.


Perdão não representa ausência de uma punição.. Punição não significa inimizade e desistência em relação ao punido. Punição não significa o externar de ódio àquele que está sendo punido.

Muitas pessoas afirmam que Deus não perdoou Sodoma em face da punição dada a ela diretamente por Ele. O tipo de punição dada chama a atenção e para quase todos representava e representa um fruto do ódio de um Deus contra criaturas iníquas.

Para quase todos, aquele tipo de punição era uma definitiva expressão de justiça (dar finalmente o que este merece), ou seja, um carimbo com a expressão, coisa imprestável, um caso perdido.

Por que Sodoma seria um caso perdido?? Pela punição que Deus deu a ela?? Porque Sodoma era muito má e pervertida??

Bem, e se houvesse um outro grupo de pessoas bem piores do que Sodoma??

O que faria Deus com este outro grupo??

Daria a ele o mesmo rótulo e um tratamento igual ou pior, não é mesmo??

Bem, é exatamente isto o que faria uma pessoa “imparcial”, não é mesmo??

Se não houver favoritismo, qualquer igual ou pior receberia o mesmo sentimento e o mesmo tratamento.

Se não houver protecionismo, todo igual ou pior do que Sodoma receberia o mesmo sentimento e tratamento.

Dizem que a justiça é cega, não dizem??

A justiça não pratica favoritismo e nem o protecionismo.

Para ser justiça, não deve haver acepção entre praticantes do mesmo crime, não é verdade??



Se Sodoma estava recebendo merecidamente a morte eterna, qualquer um que se comportasse igual ou pior do que Sodoma, também teria o mesmo tratamento ou um tratamento pior, não é verdade??

Cansado de suportar os iníquos homens de Sodoma, Deus os define como lixo, algo a ser jogado fora e dado como um caso encerrado, irrecuperável.

Será que aos olhos do Pai, Sodoma era um caso sem solução??

Será que Sodoma era um caso perdido aos olhos do Pai??

Do ponto de vista do Pai, foi isso o que aconteceu??

Aos olhos dos muitos observadores e torcedores, foi exatamente o que aconteceu. A esmagadora maioria dos observadores querem que a punição de Sodoma seja definitiva e a vêm como um lixo a ser jogado fora, um caso encerrado, como pessoas irrecuperáveis, como um caso perdido.

Irrecuperável – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: que não se pode recuperar, perdido

irrecuperável Datação: c1596

n adjetivo de dois gêneros

que não se pode recuperar, não recuperável, perdido


Vamos ver um exemplo bem claro do comportamento do Pai no dia do povo com quem Ele escolheu se relacionar, mostrando a eles no dia a dia o Seu Nome Moral.

§§

Estão perdoados, mas, todos estes que se rebelaram hoje, não entrarão na terra de Canaã. Todos morrerão aqui neste deserto, exceto dois homens, Josué e Calebe.

Notaram uma coisa bem interessante?? Notaram que até Moisés já estava incluído nos que morreriam ali no deserto??

O Pai não disse: exceto três homens. Ele disse: exceto dois homens.

Mais de quarenta anos antes da morte de Moisés, o Pai havia informado que apenas dois homens daquela geração acima de vinte anos é que não morreriam naquele deserto.

(Números 14:19-24) 19 Perdoa a iniqüidade deste povo segundo a tua grande misericórdia, e como tens perdoado a este povo desde o Egito até aqui. 20 Tornou-lhe Jeová: CONFORME A TUA PALAVRA LHE PERDOEI; 21 PORÉM tão certo como eu vivo, e como toda a terra se encherá da glória de Jeová, 22 dos homens que, tendo visto a minha glória e os prodígios que fiz no Egito e no deserto, e todavia me puseram à prova já dez vezes e não obedeceram à minha voz, 23 NENHUM DELES VERÁ A TERRA QUE COM JURAMENTO PROMETI A SEUS PAIS, sim nenhum daqueles que me desprezaram a verá. 24 Porém o meu servo, Calebe, porque nele houve outro espírito e porque perseverou em seguir-me, eu o introduzirei na terra em que entrou; e a sua semente a possuirá.


O que estamos observando??

Estamos observando o Pai tomando uma decisão diante de uma circunstância.

Ele estava tomando uma ação que deixava bem claro o Nome Moral Dele.

Perdoados, todos estão..., mas haverá uma punição.

Estavam recebendo o que mereciam??

De novo. Outra vez...

Estão perdoados.

Estão perdoados, mas.....

Notaram que já havia existido outras ocasiões em que não haviam recebido o que mereciam receber??

Se não notou, então veja:


Pelo menos por dez vezes eles poderiam ter sido exterminados, recebendo o que mereciam.

No entanto, estavam ali bem vivos e rebeldes, não estavam??

Que mérito poderia haver em não terem sido exterminados??

Veja de novo a informação dada por Deus:


O Pai continuou falando aos rebeldes que haviam escapado do extermínio:

(Números 14:28-34) 28 Dize-lhes: Pela minha vida, diz Jeová, certamente como falastes aos meus ouvidos, assim vos hei de fazer: 29 cairão os vossos cadáveres neste deserto; todos vós os que fostes contados, segundo o vosso número total, desde a idade de vinte anos, e daí para cima, os que murmurastes contra mim, 30 certamente não entrareis na terra, a respeito da qual jurei que vos faria habitar nela, EXCETO CALEBE, FILHO DE JEFONÉ, E JOSUÉ, FILHO DE NUM. 31 Porém a vossos pequeninos, que dissestes que serviriam de presa, a estes introduzirei, e eles conhecerão a terra que vós desprezastes. 32 Mas, quanto a vós, os vossos cadáveres cairão neste deserto. 33 Vossos filhos serão pastores no deserto quarenta anos, e sofrerão as conseqüências da vossa infidelidade, até que os vossos cadáveres se consumam no deserto. 34 Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, isto é, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós por quarenta anos as vossas iniqüidades, e tereis experiência da minha oposição.


O Pai falou em extermínio, não falou??

Era o mesmo extermínio de Sodoma??

Sim, o mesmo extermínio. Todo um povo deixando de existir....

Havia motivos plenamente válidos para o extermínio, não havia??

O que os detalhes deste relacionamento revelam??

Ao verem a punição de Sodoma, os humanos PRESUMIRAM que se tratava de uma definitiva punição, apenas presumiram...

Por que presumiram??

Por não conhecerem o Nome Moral do Pai, Aquele que estava punindo Sodoma.

O que o Pai estava fazendo com o povo escolhido??

Embora todos merecessem o extermínio todas as dez vezes, não foram exterminados, continuaram a viver ali no deserto por no máximo mais quarenta anos, incluindo Moisés.

No entanto, estavam perdoados. O relacionamento continuava e não havia nenhum ressentimento por parte do Pai, Aquele que continuava fazendo o bem para eles.

O Pai não sentia nenhuma inimizade por estes “merecedores” do extermínio.

Eu disse que os exterminaria, mas......

Veio uma vontade de exterminar, mas.....

Na decisão tomada e anunciada, havia uma diferença entre o que o Pai podia fazer e o que ele estava fazendo em relação ao povo rebelde.

Será que havia algum mérito naquelas criaturas tão amáveis, por terem escapado do extermínio por pelo menos dez vezes até ali??

O que era mesmo que motivava o Pai a não exterminar os rebeldes merecedores do extermínio??

Centenas de anos depois, o que disse o Pai??

(Ezequiel 20:6-17) 5 e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: No dia em que escolhi a Israel, e levantei a minha mão para a estirpe da casa de Jacó, e me dei a conhecer a eles na terra do Egito, quando levantei a minha mão para eles, dizendo: Eu sou Jeová vosso Deus; 6 naquele dia levantei a minha mão para eles, jurando que eu os tiraria da terra do Egito para uma terra que lhes tinha espiado, que mana leite e mel, a qual é a glória de todas as terras. 7 Disse-lhes: Lançai de vós, cada uma as abominações dos seus olhos, e não vos contamineis com os ídolos do Egito; eu sou Jeová vosso Deus. 8 Mas rebelaram-se contra mim, e não me quiseram ouvir; não lançaram de si cada um as abominações dos seus olhos, nem abandonaram os ídolos do Egito: então eu disse que derramaria o meu furor contra eles, PARA CUMPRIR CONTRA ELES A MINHA IRA no meio da terra do Egito. 9 Mas o fiz por amor do meu nome, para que ele não fosse profanado à vista das nações, no meio das quais estavam, a cujos olhos eu me dei a conhecer a eles, tirando-os da terra do Egito. 10 Assim os fiz sair da terra do Egito, e os trouxe para o deserto. 11 Dei-lhes os meus estatutos, e mostrei-lhes os meus juízos, os quais, se os observar o homem, viverá por eles. 12 Demais lhes dei também os meus sábados para servirem de sinal entre mim e eles, a fim de que soubessem que eu sou Jeová que os santifica. 13 Mas a casa de Israel rebelou-se contra mim no deserto; não andaram nos meus estatutos, e rejeitaram os meus juízos, os quais, se os observar o homem, viverá por eles; e profanaram grandemente os meus sábados. Então eu disse que derramaria o meu furor sobre eles no deserto para os consumir. 14 Porém o fiz por amor do meu nome, para que ele não fosse profanado à vista das nações, a cujos olhos os fiz sair. 15 Demais levantei também as minhas mãos para eles no deserto, jurando que eu não os introduziria na terra que lhes havia dado, que mana leite e mel, a qual é a glória de todas as terras; 16 porque rejeitaram os meus juízos e não andaram nos meus estatutos e profanaram os meus sábados. Pois o seu coração ia após os seus ídolos. 17 Não obstante os meus olhos os pouparam, para não os destruir, nem os acabei de todo no deserto.

Onde estava mesmo o Deus de justiça que dá a cada um seguindo o que cada um merece??

Onde estavam os merecedores de entrar na terra de Canaã??

Onde estavam os merecedores de serem tirados do Egito??

Onde é que estavam??

Existiam??

O que mereciam mesmo que fossem feito a eles??

Vamos rever o que o Pai falou sobre o motivo Dele não os exterminar ainda no meio da terra do Egito??

Vamos rever o que o Pai falou quanto a não ter dado a cada um deles ali o que eles mereciam, isto é, o extermínio??


Eu disse que os exterminaria, mas......

Eu tive motivos e a vontade de exterminar, mas.......

O que fiz foi por amor do Meu Nome??

Que Nome??

O Nome Moral Dele.

Qual era mesmo o Nome Moral Dele, nome este que Ele amava e que Ele não profanava de maneira alguma??

Por causa do amor que tenho por Meu Nome Moral, Eu não exterminei aos que mereciam o extermínio.

O Pai tinha um Nome Moral a zelar.

Neste relacionamento com os rebeldes, Ele tinha muitas oportunidades para exercitar o Seu Nome Moral diante deles e diante das nações.

O que o Pai já havia dito àquele povo através de Moisés??

Eu poderia exterminar vocês em qualquer lugar do caminho, sendo assim, é melhor que Eu não vá convosco. Seria melhor se vocês forem com um anjo, talvez corressem menos riscos...

(Êxodo 33:2-4) 2 Enviarei um anjo adiante de ti; e lançarei fora os cananeus, os amorreus, os heteus, os perizeus, os heveus e os jebuseus. 3 Sobe para uma terra que mana leite e mel. Eu não subirei no meio de ti, porque és povo de cerviz dura; para que não te consuma eu no caminho. 4 Ouvindo o povo estas más notícias pôs-se a prantear; e ninguém vestiu os seus atavios.

Que espécie de personalidade teria de ter o Pai para não exterminar este povo de cerviz dura, rebelde e rebelde, continuamente rebelde, com o qual Ele estava mantendo um relacionamento diário, morando junto com o povo??

Bem, uma coisa ficou certa.

Ser um Deus de Justiça seria incompatível com o que estava acontecendo. Se fosse um Deus de Justiça o resultado do relacionamento não seria aquele. Em momento algum os filhos estavam recebendo o que mereciam receber.

Não havia nenhum relacionamento com base em méritos..entre o Pai e o povo escolhido.

Embora o Pai tenha chamado a atenção do povo, que se tratava de um relacionamento de constante alto risco para o povo, este alto risco não se dava em face de Deus ser um Deus de justiça, que dava a cada um o que cada um merecia receber.

Não era este o motivo do alto risco do relacionamento.

O Pai estava chamando a atenção do povo sobre sua condição de constante rebeldia. Esta constante rebeldia era um constante risco para a vida de cada cidadão do grupo.

Será que esta rebeldia era uma fato consumando??

Será que a dura cerviz do povo era algo do qual não havia recuperação??

Será que a dura cerviz era algo que não se podia modificar??

Se pudesse ser modificada, quem é que faria tal modificação??

Era uma rebeldia irrecuperável??

Era um caso perdido??

Era um relacionamento com que base?? Será que era a de, “se fizer o que Eu pedi”, recebe minha eterna amizade, e, “se não fizer o que eu pedi”, recebe a minha eterna inimizade??

Vejam só o que o Pai disse quanto ao justo:

(Ezequiel 18:24-27) 24 Mas quando o justo se desviar da sua justiça, e cometer iniqüidade, e fizer conforme todas as abominações que faz o ímpio, acaso viverá ele? Não será lembrado nenhum dos seus atos de justiça que praticou; na sua transgressão com que transgrediu, e no seu pecado com que pecou, neles morrerá. 25 Contudo dizeis: O caminho do Senhor não é igual. Ouvi, pois, ó casa de Israel: Acaso não é igual o meu caminho? não são desiguais os vossos caminhos? 26 Quando o justo se desviar da sua justiça, e cometer a iniqüidade, e nela morrer; na sua iniqüidade que cometeu morrerá. 27 Outrossim, quando o ímpio se desviar da sua impiedade que cometeu, e fizer o que é de eqüidade e justiça, conservará este a sua alma em vida.

Agora vejam o que o Pai disse quanto ao iníquo:

(Ezequiel 18:21-23) 21 Mas se o ímpio se converter de todos os seus pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e fizer o que é de eqüidade e justiça, certamente viverá, não morrerá. 22 Nenhuma das suas transgressões que cometeu, será lembrada contra ele; na sua justiça que praticou viverá. 23 Acaso tenho eu prazer na morte do ímpio? diz o Senhor Jeová; não quero eu antes que se converta do seu caminho, e viva?


Agindo de forma totalmente imparcial, o que disse o Pai sobre o justo e sobre o iníquo??

  1. Não será lembrado nenhum dos seus atos de justiça que praticou; na sua transgressão com que transgrediu, e no seu pecado com que pecou, neles morrerá.

  2. Nenhuma das suas transgressões que cometeu, será lembrada contra ele; na sua justiça que praticou viverá.


Ora, que espécie de relacionamento era este??

O que o Pai realmente deseja todo o tempo??

Deseja que o homem viva.

Deseja que o homem faça o que é necessário fazer para viver.

Que o homem ame a vida e que se empenhe continuamente em fazer o que é certo.


Neste relacionamento milenar entre Deus e o povo rebelde que, segundo o Pai, poderia ser exterminado em todo instante do relacionamento, será que o povo deixou de ser rebelde??

Bem, o povo continuou vivo, foi tirado do Egito e levado ao deserto e depois levado para a Terra de Canaã, escapando muitas vezes de ser exterminado por Deus.

Havia algum mérito no povo para que estas coisas tivessem acontecido??

Qual o motivo de terem escapado do extermínio??

Qual foi mesmo o motivo do Pai, Aquele que exterminou Sodoma, não ter merecidamente exterminado o povo escolhido??

Que mérito havia em o povo estar vivo??

Havia algum mérito no povo de cerviz dura??

O que se destaca neste relacionamento??

Para mim, fica completamente destacada a Personalidade do Pai, pois se Ele tivesse aquela personalidade de “justiceiro”, aqueles humanos sequer teriam saído do Egito, teriam sido exterminados ali mesmo no meio da terra do Egito.

Não era um relacionamento na base do mérito. Não havia nenhuma justiça, nenhuma mesmo.

Não se tratava de um povo bom.

Se tratava de um povo mau.

Não se tratava de um povo obediente.

Se tratava de um povo continuamente rebelde.

Gerações e mais gerações de um povo rebelde que merece ser exterminado, mas que não é exterminado, e que continua sendo tratado com misericórdia e bondade, sem qualquer tipo de inimizade??

Ora, era exatamente isso o que estava acontecendo.

Com quem este povo rebelde estava se relacionando??

Com que tipo de Personalidade eles estavam se relacionando?? Qual é mesmo o Nome Moral do Pai, Nome este que Ele afirma amar??

Eu amo o Meu nome..

Foi isso o que o Pai afirmou..

Tudo o que estou fazendo é por amor do Meu Nome Moral.

O povo escolhido mostrou ser uma contínua fonte de que??

O que as palavras do Pai para Moisés dizem sobre isso??

És um povo rebelde.

O povo daria constantemente motivos para serem exterminados.

Neste caso, aquele povo era fonte de que mesmo??

Uma contínua fonte de rebeldia.

Constantemente dando motivos para serem exterminados??

Sim, esta era a condição do povo..

Estando na presença do Pai, estariam constantemente correndo o risco de serem exterminados.

Sendo o Pai um justiceiro, eles seriam exterminados.

O Nome do Pai não era Justiça no sentido de ser um Justo Retribuidor, dando a cada um o que cada um merecia.

O Nome Moral do Pai era Perdoador.

Como o povo mostrava ser uma contínua fonte de rebeldia, o Pai tinha de ser uma contínua fonte de Perdão.

Diante de tantas circunstâncias que pediam e imploravam pelo extermínio, o Pai corria o risco de aviltar o Seu Nome Moral de Perdoador, não é verdade??

O povo ficava pedindo ao Pai todos os dias: nos extermine, nos extermine, nos extermine.

Percebemos o quanto o Pai amava o Seu nome Moral de Perdoador??

Percebemos o apego que o Pai tinha pelo Seu Nome Moral??

Percebemos a “força” moral que o Pai revelou ter??

Ele poderia exterminar. O povo tinha dado todos os motivos, todo o tempo..

Assim é um nome moral. A pessoa tem de fazer questão de não aviltar o seu nome moral, pois as circunstâncias do dia a dia serão uma constante fonte de instigação para que a pessoa avilte o seu nome moral.

A pessoa precisa ter força moral para não se deixar aviltar, ou seja, não deixar aviltar o seu nome moral.

§§

PUNIÇÃO – É NECESSÁRIA?? É IMPRESCINDÍVEL??

Punição – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: algo penoso ou desagradável que alguém é obrigado a suportar.

punição Datação: sXV

n substantivo feminino

ato ou efeito de punir

1 qualquer forma de castigo que se impõe a alguém, ger. uma criança, por falta cometida

Ex.: p. demasiado severa não educa

2 pena determinada por um juiz a quem cometeu um crime

Ex.: o juiz pode determinar como p. sentenças alternativas

3 Derivação: sentido figurado.

algo penoso ou desagradável que alguém é obrigado a suportar

Ex.: ir às compras com a esposa é uma p. para ele


Por que a punição é algo tão necessário para o humano??

Qual é o sentimento que o Pai tem por um filho punido por Ele??

Seria o ódio e o desprezo??

Muitos humanos que não conhecem o Pai, ao observar ele dar uma punição para um filho, presume coisas e coisas em relação àquele fato. No entanto, como dito acima, somente a linha do tempo é que poderá dar a correta resposta a esta questão.

Quando a punição é a morte, será uma definitiva morte para um caso perdido??

O Pai, aquele que puni, vê o filho punido por Ele, como um caso perdido no momento da aplicação da punição??

O que Ele disse??

(Jeremias 31:18-20) 10 Ouvi positivamente Efraim lastimar-se: ‘Corrigiste-me, para que eu ficasse corrigido, como o bezerro que não foi treinado. Faze-me voltar e eu voltarei prontamente, porque tu és Jeová, meu Deus. 19 Pois, após a minha volta senti lástima; e depois que se me fez saber bati na coxa. Fiquei envergonhado e senti-me também humilhado, porque eu levara o vitupério da minha mocidade.’” 20 É Efraim para mim um filho precioso ou um menino tratado com mimo? POIS, AO PONTO DE EU FALAR CONTRA ELE, SEM FALTA ME LEMBRAREI DELE AINDA MAIS. Por isso é que as minhas entranhas ficaram turbulentas por ele. Decididamente terei piedade dele”, é a pronunciação de Jeová.

As palavras do Pai são muito claras, não são??


O Pai forneceu a Sua informação sobre a questão da punição, não forneceu??

Qual o sentimento do Pai ao estar punindo um filho rebelde com a morte??

Alguém ainda tem a coragem de afirmar que o filho punido com a morte é um caso perdido??

Somente que desconhece completamente o Pai é que poderia fazer tal afirmação.

É alguém que ainda duvida da própria afirmação do Pai, Aquele que estava punindo.

Mesmo depois de lerem estas informações que revelam claramente os sentimentos do Pai em relação a um filho rebelde (aquele que Ele fala insistentemente contra), mesmo assim insistem em afirmar que filhos como Sodoma, são realmente um caso perdido. Estes afirmam que o Pai NUNCA se lembraria de Sodoma com o sentimento de piedade.

Será que não estão falando de seus próprios sentimentos??

Segundo o Pai, o que é que existe??

Segundo o Pai, existe o “depois da punição”.

O que dirá o filho depois da punição??

Bem, estas foram as palavras que o Pai estava prevendo que o filho punido falaria.

Além destas palavras iniciais, o que mais diria o filho punido??

O Pai deixou bem claro que haveria o depois da punição para o filho iníquo que havia sido punido por Ele.

Efraim foi punido com a morte.

Mesmo depois de tal afirmação do Pai, será que os humanos ainda insistirão que os punidos são um caso perdido diante do Pai YHWH??

Será que não estão repetindo o sentimento e palavras (afirmações) de outros “justiceiros”??

Quem conhece o Pai sabe que o Pai não faz acepção entre filhos, pois, se Ele não dá ao filho “A” o que o filho “A” merece receber, Ele também não dá ao filho “B” aquilo que o filho “B” merece receber.

O que aconteceria se o Pai desse ao filho “C”, aquilo que o filho “C” merece receber, como uma morte eterna, e não desse para um filho “D”, algo que o filho “D” merece muito mais do que o filho “C”.

O que é mesmo que define o que uma pessoa merece??

É aquilo que ela faz, não é verdade??

Feia ou bonita, branca ou preta, olhos claros ou escuros, circuncisa ou incircuncisa, “A”, “B”, “C” ou “D”, ao fazerem a mesma maldade, merecem receber a mesma coisa, segundo a maldade que fizeram, não é verdade??

Já que cada um recebe o que merece receber, não deverá haver nenhum privilegiado, não é mesmo??

Não deve haver nenhum favoritismo, não é mesmo??

Ora, se o filho “A” é considerado um caso perdido por ser soberbo e egoísta, o filho “B” também deve ser visto como um caso perdido, principalmente se o filho “B” foi ainda mais soberbo e egoísta do que foi o filho “A”, não é verdade??

Depois de ler esta informação do Pai sobre os filhos “A” (o povo de Sodoma), os filhos “B” (o povo de Jerusalém), os filhos “C” (o povo de Samaria), será que alguém ainda terá coragem de afirmar que Sodoma é um caso perdido??

Lembra das palavras que o Pai falou (estão um pouco acima) em relação a Efraim (Samaria), não lembra??

Agora veja o que o mesmo Pai fala sobre o comportamento das três irmãs (Sodoma, Samaria e Jerusalém):

(Ezequiel 16:46-48) 46 Tua irmã maior é Samaria, que habita à tua mão esquerda, juntamente com suas filhas; e tua irmã menor, que habita à tua mão direita, é Sodoma e suas filhas. 47 Contudo não andaste nos seus caminhos, nem fizeste conforme as suas abominações; porém, como se isso fora coisa de pouca monta, foste mais corrompida do que elas em todos os teus caminhos. 48 Pela minha vida, diz o Senhor Jeová, não fez Sodoma, tua irmã, nem ela nem suas filhas, como fizeste tu e tuas filhas.

Ó Jerusalém, fostes muito pior do que Sodoma e Samaria em todos os seus caminhos de iniquidade.

Muito pior??

Em todos os caminhos??

Sim, muito pior em todos os seus caminhos.

O próprio Pai estava reconhecendo isso, publicamente diante de todas as irmãs??

Sim, isso mesmo.

Agora me responda, quem é um caso perdido??

Sodoma é um caso perdido??

Em face do que o Pai falou para Samaria, a iníqua,...

...Como poderia ser Sodoma um caso perdido, quando o Pai falou para Samaria que, “pois ao ponto de Eu falar contra ti, SEM FALTA me lembrarei de ti ainda mais??

O que vale para o filho “A” também vale para o filho “B”, para o filho “C” e para o filho “D”.

Ora, se o filho “A” é pior do que os filhos “B”, “C” e “D”, e ele não é um caso perdido, como poderiam os outros três serem casos perdidos??

Estas pessoas estão falando de Deus, ou estão falando de si mesmos??

O Pai tem o Seu próprio Nome Moral e dentro deste Nome Moral está incluído uma coisa invisível chamada “Imparcialidade”.

Do lado oposto a imparcialidade está o favoritismo, o protecionismo, a parcialidade.

É a linha do tempo que servirá de testemunha se um nome moral foi aviltado ou não.

Apenas uma ação de protecionismo aviltará o nome moral “Imparcialidade”, independente do tempo em que uma pessoa tenha mantido limpo o seu nome.

§§

Uma rápida análise de alguns “nomes morais”.


Suponha que uma pessoa “A” tem um nome moral de “Honesto”.

Bem esta pessoa decidiu viajar com um grupo de desonestos.

O que será o dia a dia desta pessoa “A”??

Os “desonestos” estarão a todo o tempo criando circunstância nas quais eles praticam costumeiramente a desonestidade e te convidam constantemente para a prática da desonestidade. Estarão cutucando constantemente o Sr. Honesto para que ele também seja um desonesto, assim como eles.

Certamente, até mesmo condenarão o Sr. Honesto por suas atitudes de constante e inabalável honestidade. Certamente odiarão o Sr. Honesto, pois ele atrapalhará o dia a dia dos desonestos.

Se o fato do Sr. Honesto trazer algum benefício para eles, egoistamente, eles se empenharão arduamente para que os de fora do grupo não recebam os mesmos benefícios.

Sendo plenamente honesto, o Sr. Honesto não poderia valorizar mais um desonesto do que um outro desonesto, não é verdade?? Se ele atribuísse valores diferentes para os iguais desonestos, ele também estaria sendo desonesto, não é verdade??

É a linha do tempo que servirá de testemunha se um nome moral foi aviltado ou não.

Apenas uma ação de protecionismo aviltará o nome moral “Honesto”, independente do tempo em que o Sr. Honesto tenha mantido limpo o seu nome (limpo da desonestidade).

O Amor ao nome moral deve estar bem alto, para alimentar a manutenção dele durante a linha do tempo.


Suponha agora que uma pessoa “B” tem um nome moral de “Altruísta”.

Bem esta pessoa decidiu viajar junto com um grupo de “Egoístas”.

Como será o dia a dia desta pessoa “B”??

Os “egoístas” estarão a todo o tempo criando circunstâncias, nas quais eles praticam costumeiramente o egoísmo e convidarão constantemente o Sr. Altruísta para a prática do egoísmo. Estarão cutucando constantemente o Sr. Altruísta para que ele também seja um egoísta assim como eles o são.

É claro que também condenarão o Sr. Altruísta por suas atitudes de constante e inabalável altruísmo.

Também é certo que odeiem o Sr. Altruísta, pois ele atrapalhará o dia a dia dos egoístas.

Se o fato do Sr. Altruísta trazer algum benefício para eles, egoistamente, eles lutarão para que os outros fora daquele grupo não se beneficiem das ações do Sr. Altruísta.

É a linha do tempo que servirá de testemunha se um nome moral foi aviltado ou não.

Apenas uma ação de protecionismo aviltará o nome moral “Altruísta”, independente do tempo em que uma pessoa tenha mantido limpo o seu nome.

O Amor ao nome moral deve estar bem alto, para alimentar a manutenção dele durante a linha do tempo.


Suponha agora que uma pessoa “C” tem o nome moral de “Perdoador”.

Bem, esta pessoa decidiu viajar com um grupo de “justiceiros”.

Como será o dia a dia desta pessoa “C”, o Sr. Perdoador??

Os justiceiros estarão cutucando todo o tempo o Sr. Perdoador para que ele seja um justiceiro assim como eles.

É óbvio que condenarão o Sr. Perdoador por suas atitudes de constante e inabalável perdão.

Não há dúvidas de que odiarão o Sr. Perdoador, pois ele atrapalhará o dia a dia dos justiceiros.

Também é um fato que, se o Sr. Perdoador trazer algum benefício para eles, egoistamente, eles se empenharão arduamente para que o Sr. Perdoador não estenda o seu perdão para outros fora daquele grupo.

É a linha do tempo que servirá de testemunha se um nome moral foi aviltado ou não.

Apenas uma ação de protecionismo aviltará o nome moral “Perdoador”, independente do tempo em que uma pessoa tenha mantido limpo o seu nome.

O Amor ao nome moral deve estar bem alto, para alimentar a manutenção dele durante a linha do tempo.


Suponha agora que uma pessoa “D” tem o nome moral de “Imparcial”.

Bem, esta pessoa decidiu viajar com um grupo de parciais.

Como será o dia a dia desta pessoa “D”, o Sr. “Imparcial”.

Os parciais estarão cutucando continuamente o Sr. Imparcial com suas atitudes de constante parcialidade.

É óbvio que condenarão o Sr. Imparcial, pois ele atrapalhará o dia a dia dos parciais.

Também é um fato que, se o Sr. Imparcial trazer algum benefício para eles, egoistamente, eles se empenharão arduamente para que o Sr. Imparcial não estenda a sua imparcialidade com outros fora daquele grupo.

É a linha do tempo que servirá de testemunha se um nome moral foi aviltado ou não.

Apenas uma ação de protecionismo aviltará o nome moral “Imparcial”, independente do tempo em que uma pessoa tenha mantido limpo o seu nome.

O Amor ao nome moral deve estar bem alto, para alimentar a manutenção dele durante a linha do tempo.


Percebemos claramente que o Pai estava sendo constantemente cutucado para se tornar igual àquele povo de dura cerviz, passando a ter as mesmas qualidades do povo escolhido.

Percebemos que o Pai amava o Seu Nome Moral, defendendo-o de ser aviltado por Ele mesmo.

Percebemos o valor que o Pai dava ao Seu Nome Moral??

Sim, percebemos.

Também percebemos que o povo escolhido também estava sendo constantemente cutucado para se tornar igual ao Pai, passando a ter as mesmas qualidades do Pai.


Aqueles humanos viviam o seu dia a dia segundo uma regra, que eles afirmavam ser um mandamento da parte de Deus, que, se fossem cutucados com o mal, que era para também fazerem o mal.

Esta era a regra de comportamento que tinham, que amavam, defendiam e, pela qual viviam o seu dia a dia.

Vamos ver esta regra??

(Êxodo 21:23-25) 23 Mas, se resultar dano, então darás vida por vida, 24 olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, 25 queimadura por queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe.

Bem, e se a pessoa só planejou causar um dano??

O que determinava a regra de comportamento amada por aquele povo de dura cerviz??

(Deuteronômio 19:16-21) 16 Se uma testemunha maliciosa se levantar contra alguém para o acusar de algum transvio; 17 ambos os homens que tiverem a demanda comparecerão perante Jeová, perante os sacerdotes e os juízes que houver naqueles dias. 18 Os juízes indagarão bem; se a testemunha for falsa, e tiver dado falso testemunho contra seu irmão, 19 tratá-lo-eis como ele tinha intento de tratar a seu irmão; assim exterminarás o mal do meio de ti. 20 Os restantes ouvirão, e temerão, e nunca mais tornarão a cometer semelhante mal no meio de ti. 21 Não terá piedade dele o teu olho; dar-se-á vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão e pé por pé.

Mesmo que não houvesse dano, mesmo que a maldade tivesse ficado apenas na intenção, o que se deveria fazer??


É isso mesmo o que você leu..

Faça a teu irmão aquilo que ele INTENCIONOU fazer contra você.

A pessoa nem chegou a ser cutucada com a maldade. Havia a intenção planejada da maldade.

Ao ser descoberta tal intenção planejada da maldade, o que deveria ser feito??

Qual era o correto comportamento (segundo o mandamento do povo) a ser adotado nesta circunstância (comportamento que supostamente agradaria a Deus)??

Veja novamente.

Conclusão:

Ao ser cutucado com uma maldade praticada ou intencionada, seja mau e pratique o mal (isso agradaria a Deus).

É bem provável que estivessem tentando eliminar o mal pela raiz.

É bem provável.


Será que o Pai tinha esta mesma norma de comportamento como guia para suas decisões no relacionamento com o povo de dura cerviz??

Será que aos olhos do povo, o Pai era um Pai de dura cerviz??

Não foi sem motivos que o Pai lhes informou que havia um perigo no relacionamento diário entre Ele e o povo, não é mesmo??

O que foi mesmo que o Pai informou a eles??

Vamos ler de novo??

Será que o Pai era igual ao povo de dura cerviz??

O Pai revelava ter um grande força moral, no entanto os filhos também revelavam ter uma grande força moral, forças opostas, obviamente.

Tinha o mesmo comportamento?? Não, não tinham.

Tinha a mesma norma de comportamento?? Não, não tinham.

O que disse Jesus, aquele único que conhecia o Pai??

(Mateus 5:43-48) 43 Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás ao teu inimigo. 44 Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; 45 para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos. 46 Pois, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? não fazem os publicanos também o mesmo? 47 E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis demais? não fazem os gentios também o mesmo? 48 Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai celestial.

  1. Ame àquele que te ama e odeie àquele que te odeia.

  2. Faça o bem àquele que te faz o bem e faça o mal àquele que te fizer o mal.

  3. Faça o bem àquele que intencionar te fazer o bem e faça o mal àquele que intencionar te fazer o mal.

Assim era o comportamento do povo no seu dia a dia.

O comportamento do povo tinha uma base única.

Qual era??

O mandamento recebido de Moisés.

Que mandamento??

Dente por dente e olho por olho.

Resumo do dia a dia daquele povo, o povo escolhido:

Se cutucarem você com bondade, então faça bondade, mas, se cutucarem você com maldade, então faça maldade.

Faça o bem para os justos e faça o mal para os injustos.

Bem, Jesus deixou bem claro que o Pai não vivia esta regra de comportamento.

Qual era mesmo a regra de comportamento do Pai

Se te cutucarem com a bondade, então faça a bondade, e, se te cutucarem com a maldade, continue fazendo a bondade.

Faça o bem os justos e para os injustos.

As regras eram opostas e o comportamento era oposto.

O Pai cutucava o povo com bondade..

No lugar de exterminar merecidamente o povo, o Pai cutucava o povo com benevolência..

(Jeremias 31:3) 3 Da terra longínqua apareceu-me Jeová, dizendo: Com amor eterno te amei, portanto com benignidade te atraí.


O povo dizia “não” para as cutucadas do Pai, ASSIM COMO o Pai também dizia “não” para as cutucadas do povo.

Neste relacionamento perigoso, quem é que estava ensinando a quem??

Era um relacionamento perigoso, não era??

Que relacionamento perigoso estava dando Jesus para seus discípulos??

(Mateus 10:16-22) 16 Eu vos envio como ovelhas no meio de lobos; sede, pois, prudentes como as serpentes, e simples como as pombas. 17 Guardai-vos, porém, dos homens; porque vos entregarão aos tribunais, e vos açoitarão nas suas sinagogas; 18 por minha causa sereis levados à presença dos governadores e dos reis, para lhes servir de testemunho a eles e aos gentios. 19 Mas quando vos entregarem, não cuideis como ou o que haveis de falar; porque naquela hora vos será dado o que haveis de dizer. 20 Pois não sois vós os que falais, mas é o Espírito de vosso Pai o que fala em vós. 21 Irmãos entregarão à morte a irmãos, e pais a filhos; filhos se levantarão contra seus pais, e os farão morrer. 22 Sereis odiados de todos por causa do meu nome; mas quem perseverar até o fim, esse será salvo.

Que tipo de relacionamento perigoso era este??

Isso mesmo.

Tratava-se de um relacionamento entre ovelhas e lobos.

Pode haver um relacionamento entre ovelhas e lobos??

Bem, foi este o relacionamento que Jesus viveu no seu dia a dia.

Neste relacionamento, as ovelhas correm o risco de serem devoradas pelos lobos.

No entanto, neste mesmo relacionamento, as ovelhas podem se tornar lobos mais vorazes do que os lobos com que elas passam a se relacionar.

Para acabar com a maldade dos lobos, as ovelhas poderiam se tornar lobos devoradores e fazer muitas maldades com os lobos.

Tratava-se de um relacionamento onde a força moral de um, poderia suplantar a força moral do outro.

Decerto, que alguém diria: “más associações estragam hábitos úteis”.

Quem é ovelha deve fazer questão de continuar ovelha, deve se orgulhar de ser ovelha e não deve aviltar o seu nome moral de ovelha diante de outras ovelhas e/ou lobos observadores.

Jesus ensinou a maneira correta de uma ovelha se comportar, estando acompanhado de ovelhas ou de lobos.

Será que Jesus tinha um nome moral de “Ovelha”??

Será que as características morais de Jesus se resumia no comportamento de uma ovelha?? Alguém ainda duvida disso??

No caso de Jesus, se tratava de uma ovelha poderosa, não é verdade??

O fato de ser muito poderoso não modificou em nada o nome Moral de “Ovelha” que Jesus revelou ter, não é verdade??

Outras pessoas admiradas entre os humanos pactuados com Deus, tendo bem menos poderes do que Jesus, causaram muitos danos aos lobos, não é verdade??

Elias, Eliseu, Sansão, Moisés, Davi e tantos outros, com bem menos poder do que Jesus, causaram muitos danos aos lobos.

Bem, Jesus honrou o seu nome Moral de Ovelha até o fim, ou seja, até a morte.

Jesus fez questão de não aviltar o seu nome moral de “Ovelha”.


1 – Uma pessoa já nasce com um caráter??

Não, ninguém nasce com um caráter.

2 – Será que o caráter de uma pessoa se forma em um passe de mágica??

Não, não existe passe de mágica na formação do caráter de uma pessoa.

3 – Como se forma o caráter de uma pessoa??

Através da informação.

A pessoa ouve a informação, gosta da informação, concorda com a informação e começa a praticar aquela informação em forma de regra de comportamento.

A regra de comportamento é a parte teórica do caráter.

A regra de comportamento é a base da formação do caráter.

4 – Aquela pessoa que já tem um nome moral pode deixar de ter aquele nome moral??

Claro que pode.

A pessoa não se torna incorruptível.

Ela continuará sendo corruptível, ou seja, sempre existirá a possibilidade dela se corromper.

Ela terá de fazer questão de manter o seu nome moral diante das diversas circunstâncias que aparecerão no seu dia a dia.

Ela precisa amar o seu nome moral e lutar continuamente para não aviltá-lo diante de si mesmo e diante dos observadores.

É o tamanho da força do seu amor ao seu nome moral que servirá de impedimento a ele aviltar o seu nome moral.

O que o Pai falou com respeito ao homem que alcançou a condição de justo??

Notou??

Mesmo depois de alcançar a condição de justo, a pessoa ainda poderá deixar-se profanar, passando a ser um injusto.

O Pai foi bem claro, não foi??

O que o humano ensina??

(1 Coríntios 15:50-54) 50 Mas digo isto, irmãos, que carne e sangue não podem herdar o reino de Deus; nem a corrupção herda a incorrupção. 51 Eis aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos mas todos seremos transformados, 52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos transformados. 53 Porque é necessário que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se revista da imortalidade. 54 Mas, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrito: Tragada foi a morte na vitória.

Enquanto o humano ensina que o humano alcançará a condição de incorruptível, ou seja, impossibilidade de se corromper, o Pai informa o oposto.

O que o Pai informou??

Notou o que o Pai informou??

O justo pode se desviar da sua justiça.. Ele não se torna incorruptível, ou seja, ele não alcança a condição de impossibilidade de se tornar iníquo.

O justo continuará a tomar decisões. No entanto, sempre estará sujeito a decidir pela iniquidade.

Esta possibilidade SEMPRE estará aberta ao já justo.

O justo poderá deixar-se aviltar. Ele poderá se aviltar por praticar uma iniquidade.

O Pai ensinou que o humano justo poderá praticar iniquidade e morrer por sua iniquidade.

Não viu no exemplo dado pelo próprio Pai??

Ele fazia questão de não se deixar aviltar. Ele podia tomar outra decisão. O Pai nos informou: “Eu senti uma vontade de os exterminar, mas, isto seria aviltar o Meu Amado Nome”.

Neste caso, fica bem claro que o humano que alcançar a condição de justo jamais perderá o seu livre-arbítrio. Ele continuará a escolher entre aviltar o seu nome moral ou não aviltar o seu nome moral, nome este que ele conseguiu com enorme luta.

Embora tenha lutado muito para conseguir um nome moral, ele continuará a lutar para manter o seu nome moral diante de si mesmo e diante de outros..

Um humano nasce criança. Deve aprender a ser um adulto e deve manter o seu comportamento de adulto, muito embora seja continuamente tentado a voltar a apresentar as características de uma criança.

Conseguiu perceber que caráter é a coisa mais importante para o Pai.

Consegui perceber o quanto Ele ama o Seu Nome Moral??

Então façamos como o Pai, ou seja, sejamos iguais a Ele.

§§

OLHE PARA JESUS E VEJA O PAI.

E por falar em ser igual, como é que Jesus poderia ser igual ao Pai??

Isso mesmo o que pensaste.

Por ter um “nome moral” igual ao “nome moral” do Pai.

Tendo um nome moral igual ao do Pai, Jesus tomaria as mesmas decisões que o Pai tomaria ao estar diante da mesma circunstância.

Seria através do seu comportamento junto aos humanos de dura cerviz.

(João 17:6) 6 Manifestei o teu nome aos homens que me deste do mundo. Eram teus, e tu mos deste, e eles têm guardado a tua palavra.

Manifestar, o que é isso??

Manifestar – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: Tornar público; apresentar; dar a conhecer; revelar

manifestar Datação: sXIII

n verbo

transitivo direto e intransitivo

1 declarar mercadoria na alfândega

transitivo direto, bitransitivo e pronominal

2 tornar(-se) manifesto ou público; declarar(-se), divulgar

Exs.: m. opinião

manifestei a meus pais meu desejo de partir

o jornal pouco se manifestou sobre as acusações

transitivo direto e pronominal

3 apresentar(-se), dar sinais de sua presença; mostrar(-se), revelar(-se)

Exs.: m. dor, alegria

a doença manifestava-se em diversos pontos do país

pronominal

4 Rubrica: religião.

fazer-se percebido, dar-se a conhecer; revelar-se

Ex.: Deus manifesta-se diferentemente às pessoas

pronominal

5 Rubrica: religião.

estabelecer comunicação ou evidenciar sua presença por meio de médiuns

Ex.: a entidade sempre se manifestava no final dos trabalhos

transitivo direto e pronominal

6 deixar(-se) transparecer; descobrir(-se), revelar(-se)

Exs.: m. fantasias

muitas maneiras por que se manifesta o inconsciente

intransitivo e pronominal

7 fazer demonstração ou manifestação pública

Ex.: milhares foram às ruas para m.(-se)


Qual foi o “Nome de Deus” que Jesus tornou público, deu a conhecer, revelou aos homens do mundo??

Isso mesmo, foi aquele “Nome Moral” que você já conhece.

Qual é mesmo??

E como foi que Jesus fez isso??

Declarando claramente aos homens do povo escolhido, quais eram as reais informações saídas da boca do Pai, e por ter o mesmo “nome moral” que o Pai já tinha revelado ter naquele relacionamento com o povo escolhido. Declarar as palavras do Pai e ter o mesmo comportamento do Pai.

Aqueles homens do povo escolhido afirmavam que o Pai tinha um outro Nome Moral, um nome que estava vinculado ao comportamento do povo escolhido.

Aqueles homens afirmavam que o comportamento que tinham no dia a dia era uma cópia do comportamento do Pai no Seu dia a dia.

Aqueles homens do povo escolhido juravam que o nome moral que tinham era uma cópia fiel do Nome Moral do Pai, o que os levava a ter o mesmo comportamento do Pai.

Desta forma, as informações de Jesus àquela geração do povo escolhido era decepcionante para eles.

No entanto, o que aquela geração dizia a respeito das palavras e das ações de Jesus.

(João 8:47-49) 47 Quem é de Deus, ouve as palavras de Deus; por isso vós não me ouvis, porque não sois de Deus. 48 Responderam-lhe os judeus: Não dizemos nós bem que és samaritano e tens demônio? 49 Replicou Jesus: Eu não tenho demônio; mas honro a meu Pai, e vós me desonrais.

Notaram a guerra de informações??

O que afirmavam sobre Jesus??

Ele tem demônio.

O que os levava a afirmar tal coisa em relação a Jesus??

Ora, as palavras faladas por Jesus e o comportamento de Jesus no dia a dia diante deles.

Se o comportamento de Jesus fosse igual ao deles, eles glorificariam Jesus, assim como glorificavam Moisés.

No entanto, as informações dadas por Jesus não eram reconhecidas por eles como sendo uma palavra de Deus, o mesmo Deus que deu as informações para Moisés.

O que diziam sobre Jesus??

Bem, e o que dizia Jesus sobre eles??

Negavam-se a ouvir Jesus.

Havia uma incompatibilidade entre o que Jesus estava falando e o que eles tinham como uma informação vinda da parte de Deus, o mesmo Deus com quem Moisés havia falado.

Incompatível – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: uma coisa que não pode coexistir com a outra; uma pessoa que não pode entender-se com outra pessoa.

incompatível Datação: 1535

n adjetivo de dois gêneros

1 que não é compatível

1.1 que não pode coexistir com outra coisa; inconciliável, incombinável

Ex.: conceitos, métodos i.

1.2 que não pode entender-se com outra pessoa

Ex.: nunca junte duas pessoas i. numa mesma sala

1.3 que não pode ser simultaneamente ministrado com outro medicamento, produto ou tratamento

Ex.: remédios i.

1.4 que não pode ser exercido simultaneamente pela mesma pessoa (diz-se de cargo, função, ofício, vantagem, direito etc.)


As informações de Jesus eram incompatíveis com o Deus que eles conheciam.

Em razão disso, eles diziam que Jesus tinha demônio, ou seja, as informações de Jesus tinha os demônios como origem.

Vamos ver de novo o que Jesus informava a eles sobre eles mesmos?

Este diálogo está totalmente coerente, pois o Nome Moral do Pai segundo o povo era um, enquanto que Jesus lhes informava que o Nome Moral do Pai era outro.

Como poderiam reconhecer o Pai, se não sabiam o real Nome Moral do Pai??

Em face disso, aquela geração tinha certas palavras e certos comportamentos como de origem do Pai celestial, quando na verdade, não eram nem palavras nem comportamentos do Pai celestial.

Quando Jesus falou as reais informações oriundas do Pai, o que disseram os homens daquela geração??

Disseram: Não são palavras de Deus, são palavras de demônios.

Ao olharem para o comportamento de Jesus, os homens daquela geração viam um demônio.

Ou ouvirem as informações oriundas de Jesus, os homens daquela geração reconheciam como palavras de demônios.

Havia uma rejeição às informações dadas por Jesus.

Como Jesus estava tornando manifesto, dando a conhecer o Nome Moral do Pai, aquela geração revelava não conhecer o Pai, pois, para aquela geração o Pai tinha um outro Nome Moral.

Segundo aquela geração, aquele Nome Moral que Jesus tinha e que estava informando ser o Nome Moral do Pai, na verdade era um Nome Moral de demônios.

Desta forma, o povo de dura cerviz se apresentava como uma geração que jurava ter as informações de Deus, que defendia as informações como sendo de Deus e acusavam Jesus de ter informações de demônios.

Havia uma incompatibilidade de informações, pois para eles, o Pai tinha um Nome Moral bem diferente, na verdade, oposto, àquele Nome Moral que Jesus estava tornando manifesto.

Agora imaginem a raiva que aqueles homens passaram a sentir de Jesus, ao ouvirem Jesus fazer esta afirmação:

Eu e o Pai somos um.

(João 10:29-31) 29 Aquilo que meu Pai me tem dado, é maior do que tudo; e ninguém pode arrebatá-lo da mão do Pai. 30 Eu e meu Pai somos um. 31 Os judeus outra vez pegaram em pedras para lhe atirar.

Tendo Jesus como um demônio, e Jesus ainda afirmando ser unidade com o Pai, ser igual ao Pai, o que mais poderia fazer aquela geração de matadores, após ouvirem tal absurdo??

Como pode alguém chamar o Pai de demônio e continuar impune??

Vamos puni-lo com a morte por tal blasfêmia contra Deus.

O que decidiram fazer??

Depois de julgarem e condenarem Jesus à morte em suas mentes, eles decidiram apedrejá-lo, tornando-se também carrascos de Jesus.

Para ser um com o Pai, isto é, ter o mesmo Nome Moral que o Pai tem, é imprescindível conhecer o Pai.

Será que Jesus conhecia o Pai??

(João 7:28-30) 28 Então Jesus levantou a voz no templo, ensinando e dizendo: Vós não somente me conheceis, mas também sabeis donde eu sou; e eu não vim de mim mesmo, mas é verdadeiro aquele que me enviou, a quem vós não conheceis. 29 Eu o conheço, porque venho dele, e ele me enviou. 30 Procuravam, então, prendê-lo; mas ninguém pôs as mãos nele, porque ainda não era chegada a sua hora.

Vocês não conhecem o Pai; vocês não sabem o Nome Moral do Pai.

Os que ouviram Jesus fazer tal afirmação ficaram com raiva de Jesus, e obviamente, como matadores que eram, procuraram mais uma vez matá-lo.

Como pode um homem falar uma coisa dessas e continuar impune?? Vamos matá-lo.

Este foi o julgamento e decisão tomados pelos ouvintes de Jesus.

Embora vocês não conheçam o Pai, eu conheço o Pai, eu sei o que Ele faz e o que Ele não faz; eu sei o que Ele fala e o que Ele não fala.

(João 8:54-55) 54 Respondeu Jesus: Se eu me glorificar, a minha glória não é nada. Quem me glorifica é meu Pai, aquele que vós dizeis ser vosso Deus; 55 entretanto vós não o tendes conhecido, mas eu o conheço. Se eu disser que não o conheço, serei como vós, mentiroso; mas eu o conheço e guardo a sua palavra.

Em outra ocasião, mais uma vez, Jesus chama a atenção dos homens daquela geração sobre o fato de eles não conhecerem o Pai.

Vocês não conhecem o Pai, mas, eu conheço.

É horrível você conviver com uma pessoa que você não conhece, não é mesmo??

Durante milhares de anos, várias gerações do povo escolhido estavam convivendo com um Deus que eles não conheciam, e aquela geração dos dias de Jesus não poderia ser diferente.

Aquela geração afirmava que obedecia a palavra de Deus fazendo aquilo que faziam no dia a dia.

O comportamento deles era oposto ao comportamento de Jesus.

Jesus afirmou: Eu conheço o Pai e obedeço aos mandamentos do Pai.

No entanto, o que eles diziam sobre Jesus:

Fica bem claro que havia uma batalha entre Jesus e os homens daquela geração.

Havia uma disputa sobre quem realmente conhecia a Deus.

O comportamento de Jesus era um e o comportamento daquela geração era outro. Eram comportamentos incompatíveis.

Aquela geração afirmava que o seu comportamento era compatível com o comportamento do Pai e Jesus afirmava que o seu comportamento é que era compatível com o comportamento do Pai.

Quem é que tinha razão??

Quem estava falando a verdade??

Quem estava falando a verdade sobre o Nome Moral de Deus??

(João 10:14-15) 14 Eu sou o bom pastor, conheço as minhas ovelhas, e as que são minhas, me conhecem a mim, 15 assim como o Pai me conhece e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas.

Mais uma vez Jesus afirma que ele conhece o Pai.

Se vocês conhecessem o Pai saberiam que eu estou falando as coisas Dele.

(João 14:5-11) 5 Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para onde vais; como saberemos o caminho? 6 Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. 7 Se vós me tivésseis conhecido, teríeis conhecido também a meu Pai. Desde agora o conheceis, e o tendes visto. 8 Replicou-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. 9 Disse-lhe Jesus: Há tanto tempo que estou convosco, e não me tens conhecido, Filipe? quem me vê a mim, vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai? 10 Não crês que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai que permanece em mim, faz as suas obras. 11 Crede-me que eu estou no Pai, e o Pai em mim; ou senão, crede ao menos por causa das mesmas obras.

Ficou bem claro que os discípulos de Jesus também não conheciam o Pai, ou seja, não conheciam o Pai pelo Seu Nome Moral. Se conhecessem, o identificariam com Jesus, ligando-o a Jesus pelo fato da similaridade moral existente.

No lugar da incompatibilidade moral, aquela apontada pelos judeus em relação ao Pai e Jesus, o que havia entre Jesus e o Pai era uma completa similaridade moral.

Com que olhos o nosso irmão Filipe queria ver o Pai??

Com os seus olhos físicos, obviamente. Era exatamente isso o que ele estava pedindo a Jesus, no entanto, Jesus chamou a atenção para Filipe sobre uma outra forma de ver o Pai, pois o humano jamais verá a pessoa do Pai com os seus olhos físicos.

Ficará o humano frustrado por causa deste fato??

Deixará de acreditar que a pessoa do Pai existe, só porque os seus olhos físicos não vêm e jamais verão a pessoa do Pai??

Neste caso, como o humano conseguirá ver a pessoa do Pai??

O humano poderá ver a pessoa moral do Pai.

Filipe estava vendo a pessoa física de Jesus, mas não estava vendo a pessoa moral de Jesus, não estava vendo o nome moral de Jesus, que era o que realmente importava.

Ora, se Filipe não conhecia a pessoa moral de Jesus, como poderia conhecer a pessoa moral do Pai??

Convivendo diariamente com Jesus durante aqueles três anos e meio, e ainda não conhecia a pessoa moral de Jesus??

Sim, isso mesmo.

Sendo assim, Filipe também não poderia conhecer o Nome Moral do Pai.

Filipe ainda não conhecia o nome moral de Jesus. Obviamente, também não poderia conhecer o Nome Moral do Pai, pois se ele já conhecesse o Nome Moral do Pai, as palavras de Jesus para Filipe neste diálogo teriam sido outras e o diálogo teria sido outro.

As palavras que vos digo não são de minha autoria, elas são da autoria do Pai, isto é, são palavras criadas pelo Pai e repetidas por mim.

As minhas ações são a repetição das ações do Pai; as minhas obras é uma repetição das obras do Pai; o meu comportamento é uma repetição do comportamento do Pai.

As minhas obras e as obras do Pai são as mesmas.

Eu e o Pai temos o mesmo comportamento diante das mesmas circunstâncias.

Filipe, se você conhecesse o Pai, o Nome Moral do Pai, estarias reconhecendo o Pai através do meu comportamento no dia a dia com vocês.

Jesus afirmou que todos os discípulos deveriam ser unidade com ele ASSIM COMO ele era unidade com o Pai.

(João 17:11) 11 Eu não estou mais no mundo; mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda-os no teu nome, o qual me deste, para que eles sejam um, assim como nós.

Os discípulos deviam ser unidade ASSIM COMO Jesus e o Pai eram unidade.

Neste caso, todos os discípulos de Jesus deveriam ter o mesmo nome moral.

Todos os discípulos de Jesus deveriam ter o mesmo comportamento diante das mesmas circunstâncias.

Isto está bem claro, não está??

Não deveria haver incompatibilidade entre um discípulo de Jesus e outro discípulo de Jesus, afinal de contas, só existe um Jesus.

Assim como não havia incompatibilidade entre Jesus e o Pai, da mesma forma, não deveria haver incompatibilidade entre um discípulo de Jesus e outro discípulo de Jesus.

Assim como havia similaridade entre Jesus e o Pai, da mesma forma, deveria haver similaridade entre um discípulo de Jesus e um outro discípulo de Jesus.

§§ PERFEITOS EM UNIDADE??


Jesus falou em similaridade entre todos os discípulos..

Jesus falou em unidade entre todos os discípulos.

Que tipo de unidade deveria ser??

(João 17:20-23) 20 E rogo não somente por estes, mas também por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; 21 para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. 22 E eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um; 23 eu neles, e tu em mim, PARA QUE ELES SEJAM PERFEITOS EM UNIDADE, a fim de que o mundo conheça que tu me enviaste, e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim.

Qual era mesmo o tipo de unidade que deveria haver entre todos os discípulos de Jesus??

Perfeitos em unidade.

Uma unidade perfeita.

Pai, que a união deles seja igual à nossa união.

Pai, que eles estejam unidos a nós.

Ora, Jesus tinha o mesmo Nome Moral que o Pai tinha, falando as mesmas palavras e praticando as mesmas ações do Pai diante das mesmas circunstâncias.

O que isto representava??

Isto representava que cada discípulo de Jesus deveria ter o mesmo nome moral que Jesus revelou ter.

O nome moral de Jesus era o mesmo Nome Moral do Pai.

Isto é uma coisa óbvia.

Para haver uma unidade perfeita entre o Pai e Jesus, era imprescindível que Jesus tivesse o mesmo Nome Moral do Pai.

De forma paralela, para haver uma unidade perfeita entre todos os discípulos de Jesus e Jesus, é imprescindível que todos eles tenham o mesmo nome moral de Jesus, que é o mesmo Nome Moral do Pai.

Lembra da informação dada lá no princípio??

Façamos o homem à nossa imagem e semelhança.

(Gênesis 1:26) 26 Disse também Deus: FAÇAMOS O HOMEM À NOSSA IMAGEM, CONFORME A NOSSA SEMELHANÇA: domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todo o réptil que se arrasta sobre a terra.

O humano precisava aprender a ser igual ao Pai.

O humano precisava aprender a ser perfeito em unidade com o Pai.

Como isto seria possível?

  1. O humano precisaria conhecer o Pai o tanto quanto Jesus conhecia o Pai.

  2. O humano precisaria saber qual o Nome Moral do Pai.

  3. O humano precisaria amar o seu nome moral ASSIM COMO o Pai ama o Seu Nome Moral.

Façamos um nome moral para nos mesmos, um nome moral idêntico ao nome moral do Pai.

Depois disso façamos questão de NUNCA aviltar este nome moral diante de nós mesmos, mesmo convivendo diariamente com aqueles que têm um nome moral oposto ao Nome Moral do Pai.








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