A VERDADEIRA VIDEIRA

Criada em 22/11/2010 – Última alteração em 16/12/2010



EU SOU A VERDADEIRA VIDEIRA





(João 15:1-16) 15EU SOU A VERDADEIRA VIDEIRA e meu Pai é o lavrador. 2 Todo ramo em mim que não dá fruto, ele tira, e todo o que dá fruto, ele limpa, para que dê mais fruto. 3 Vós já estais limpos, por causa da palavra que vos falei. 4 Permanecei em UNIÃO comigo, e eu em UNIÃO convosco. Assim como o ramo não pode dar fruto de si mesmo, a menos que permaneça na videira, do mesmo modo tampouco vós podeis, a menos que permaneçais em UNIÃO comigo. 5 Eu sou a videira, vós sois os ramos. QUEM PERMANECE EM UNIÃO COMIGO, E EU EM UNIÃO COM ELE, ESTE DÁ MUITO FRUTO; porque separados de mim não podeis fazer nada. 6 Se alguém não permanece em UNIÃO comigo, ele é lançado fora como ramo e seca-se; e homens ajuntam estes ramos e os jogam no fogo, e eles se queimam. 7 Se permanecerdes em UNIÃO comigo e as minhas declarações permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e ocorrerá para vós. 8 Nisto é glorificado o meu Pai, que persistais em dar muito fruto e vos mostreis meus discípulos. 9 Assim como o Pai me tem amado e eu vos tenho amado, permanecei no meu amor. 10 Se observardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor, assim como eu tenho observado os mandamentos do Pai e permaneço no seu amor. 11 “Estas coisas eu vos falei para que a minha alegria esteja em vós e a vossa alegria se torne plena. 12 Este é o meu mandamento, que vos ameis uns aos outros, ASSIM COMO EU vos amei. 13 Ninguém tem maior amor do que este, que alguém entregue a sua alma a favor de seus amigos. 14 Vós sois meus amigos, se fizerdes o que vos mando. 15 Não mais vos chamo de escravos, porque o escravo não sabe o que seu amo faz. Mas, eu vos chamei de amigos, porque todas as coisas que tenho ouvido do meu Pai vos tenho deixado saber. 16 Vós não me escolhestes, mas eu escolhi a vós, e eu vos designei para prosseguirdes e persistirdes em dar fruto, e que o vosso fruto permaneça; a fim de que, não importa o que pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo dê.



Quem afirmou ser a verdadeira videira?? Quem revelou ser a verdadeira videira?? Jesus.

O ramo será limpo através da “palavra”. Vós já estais limpos, POR CAUSA da palavra que vos falei.

O poder da “palavra”. Em face do livre arbítrio do ramo, permanecer em união com a verdadeira videira é uma decisão pessoal e feita de “vontade própria”. A “vontade” pode ser criada e/ou modificada, através da palavra falada. Quem já possui uma “vontade”, precisa ouvir e entender algo novo para poder substituir a sua vontade, precisa dar ouvido, precisa dar atenção à uma nova palavra. Ele irá comparar suas informações anteriores com as novas informações. As novas informações poderão lhe dar um sentimento diferente daquele que ele tinha antes de ouvir e entender às novas informações. Logo ele precisa saber ouvir. Em relação a saber ouvir, assim falou Jesus: (Lucas 8:18) . . .Portanto, prestai atenção a como escutais; pois a quem tiver, mais será dado, mas quem não tiver, até mesmo o que imagina ter lhe será tirado.”



Ao vivo, face a face, convivência dia a dia, esta foi a forma como os apóstolos receberam a “palavra” transmitida pela verdadeira videira. São as “palavras” faladas pela verdadeira videira que têm o poder de limpar os ramos. A “palavra” retiraria (limparia) dos ramos, aqueles sentimentos que não existem na verdadeira videira.

No entanto, Jesus lhes falou que em um tempo à frente, haveria “palavras” faladas por humanos, que poderiam fazer desviar até mesmo aos “escolhidos”. Portanto, prestem bastante atenção ao que vocês estão ouvindo de mim, tomem bastante cuidado com o que vocês ouvem de outros. Por terem convivido no dia a dia com a verdadeira videira, os escolhidos saberiam identificar uma “falsa videira”, não saberiam?? Decerto, que sim.  (Mateus 24:23-25) 23 “Então, se alguém vos disser: ‘Eis aqui está o Cristo!’, ou: ‘Ali!’, não o acrediteis. 24 Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios, a fim de desencaminhar, se possível, até mesmo os escolhidos. 25 Eis que eu vos avisei de antemão. (Marcos 13:21-23) 21 “Então, também, se alguém vos disser: ‘Eis aqui está o Cristo!’, ‘eis ali está ele!’, não [o] acrediteis. 22 Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão sinais e prodígios, a fim de desencaminhar, se possível, os escolhidos. 23 Vós, portanto, vigiai; eu vos disse todas as coisas de antemão.

Os judeus esperavam o Cristo. O que estavam esperando?? Que perspectiva tinham os judeus em relação ao Cristo?? Vejamos a definição da palavra “Cristo”:

CRISTO s.m. O Messias. (Neste sentido escreve-se com maiúscula.) / Representação de Jesus Cristo pregado na cruz: cristos de marfim. / Bras. Fig. Aquele que é vítima de alguma coisa ou por ela é responsabilizado em nome de outros. // Bancar (ou ser) o cristo, expiar alguma culpa em nome de outros. // Ordem de Cristo, ordem militar portuguesa fundada por Dom Dinis em substituição à dos Templários.

O MESSIAS. Bem o que era um Messias??

MESSIAS s.m. Redentor e futuro LIBERTADOR de Israel: os judeus piedosos esperam sempre o Messias. / Entre os cristãos, o próprio Cristo. (Nestas duas acepções, emprega-se inicial maiúscula.) /

P. ext. Aquele de quem se espera a saúde, a libertação, o bem-estar; salvador. // Ser esperado como o Messias, ser aguardado impacientemente.


O Libertador.

O que estavam esperando os judeus?? Estavam esperando um Libertador. Moisés era um modelo de libertador que os judeus desejavam e esperavam naquele momento de sua história. Davi revelou ser outro modelo, assim como Sansão e muitos outros antepassados que aqueles judeus certamente desejavam terem como um Messias, como um Cristo. Eles estavam sendo oprimidos pelo império romano. Decerto, o desejo de libertação era grande. O que desejavam os discípulos de Jesus?? Depois da morte de Jesus, dois dos discípulos de Jesus que estando conversando na estrada, afirmaram para Jesus o que esperavam daquele Jesus que havia morrido: (Lucas 24:13-27) 13 Mas, eis que naquele mesmo dia dois deles estavam caminhando para uma aldeia, cerca de onze quilômetros distante de Jerusalém, de nome Emaús, 14 e estavam conversando entre si sobre todas essas coisas que tinham acontecido. 15 Ora, enquanto conversavam e palestravam, aproximou-se o próprio Jesus e começou a andar com eles; 16 mas os olhos deles foram impedidos de reconhecê-lo. 17 Ele lhes disse: “Que assuntos são estes que debateis entre vós enquanto estais caminhando?” E eles ficaram parados de rostos tristes. 18 Em resposta disse-lhe aquele que tinha o nome de Cléopas: “Moras sozinho, como forasteiro, em Jerusalém, e não sabes as coisas que ocorreram nela nestes dias?” 19 E ele lhes disse: “Que coisas?” Disseram-lhe: “As coisas a respeito de Jesus, o nazareno, que se tornou profeta poderoso em obras e palavra perante Deus e todo o povo; 20 e como os nossos principais sacerdotes e governantes o entregaram à sentença de morte e o pregaram numa estaca. 21 Mas nós esperávamos que este [homem] fosse o DESTINADO A LIVRAR Israel; sim, e além de todas estas coisas, este já é o terceiro dia desde que essas coisas ocorreram. 22 Além disso, certas mulheres dentre nós também nos assombraram, porque tinham ido cedo ao túmulo memorial, 23 mas, não achando seu corpo, voltaram dizendo que tiveram também uma visão sobrenatural de anjos, que disseram que ele estava vivo. 24 Ademais, alguns dos que estavam conosco foram ao túmulo memorial; e acharam que era assim, exatamente como as mulheres disseram, mas não o viram.” 25 Disse-lhes assim: Ó insensatos e vagarosos de coração no que se refere a crer em todas as coisas faladas pelos profetas! 26 Não era necessário que o Cristo sofresse estas coisas e que entrasse na sua glória?” 27 E, principiando por Moisés e por todos os Profetas, interpretou-lhes em todas as Escrituras as coisas referentes a si mesmo.

Eles confirmaram sua decepção em relação aos fatos até então. Eles desejavam ansiosamente um Libertador, ou seja, um libertador daquela situação difícil em que a nação estava vivendo o seu dia a dia, totalmente dominados pelo império romano. Depois de chamá-los de insensatos, Jesus passou a lhes explicar que não havia nada de errado nos fatos acontecidos, no entanto, eles é que precisavam entender os fatos. Confirmou-se que eles desejavam um libertador, um libertador segundo suas concepções humanas.


Bem, depois da morte e ressurreição de Jesus, a situação do povo em geral não havia mudado e eles continuavam esperando por um libertador. Deveriam os discípulos de Jesus adotar as mesmas expectativas do povo em geral?? Jesus avisou-lhes de forma antecipada que apareceriam outros Messias, outros Cristos, outros libertadores. Decerto, tais Messias tentariam satisfazer as expectativas do povo em geral. Jesus afirmou que estes seriam falsos Cristos, falsos libertadores. Afinal, Jesus era O Libertador ou não era?? Jesus afirmou: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Afirmou também Jesus: “Eu sou a verdade e a vida”. (João 8:31-34) 31 E Jesus prosseguiu assim a dizer aos judeus que acreditavam nele: “Se permanecerdes na minha palavra, sois realmente meus discípulos, 32 e CONHECEREIS A VERDADE, E A VERDADE VOS LIBERTARÁ.33 Replicaram-lhe: “Somos descendência de Abraão e nunca fomos escravos de ninguém. Como é que dizes: ‘Ficareis livres’?” 34 Jesus respondeu-lhes: “Digo-vos em toda a verdade: Todo praticante do pecado é escravo do pecado.

(João 14:6-7) 6 Jesus disse-lhe: “EU SOU o caminho, e A VERDADE, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. 7 Se vós me tivésseis conhecido, teríeis também conhecido meu Pai; deste momento em diante vós o conheceis e o tendes visto.

Jesus estava lhes trazendo uma libertação. Jesus afirmou que todos eles eram escravos do pecado. A libertação que Jesus lhes trazia era a libertação do pecado.

Unindo-se à verdadeira videira, o humano, aceitando a palavra e permanecendo na palavra, conheceria a verdade e a verdade o libertaria do pecado. As palavras saídas da boca de Jesus eram “A Verdade; Jesus só falava a “Verdade. Assim, a palavra falada por Jesus, a verdade, sendo aceita pelo humano, produziria neste humano uma grande mudança. Este deveria comparar a verdade falada por Jesus com as mentiras em que acreditava e que formavam a base de seus sentimentos até aquele momento. Aceitando a “palavra” falada por Jesus como sendo a verdade, ele faria destas “novas palavras” a base para seus novos sentimentos.


NESTE CASO PODEMOS CONCLUIR QUE: TODA E QUALQUER “PALAVRAQUE APRESENTE QUALQUER DIVERGÊNCIA DA “PALAVRAFALADA POR JESUS É UMA MENTIRA.


Consequentemente, os ramos da verdadeira videira não deviam se unir a outras videiras. Se Jesus afirmou e revelou ser a verdadeira videira, todas as outras demais videiras, na realidade não passavam de falsas videiras.

Além disso, que sinal dos céus receberam Pedro, Tiago e João, apóstolos de Jesus?? Jeová lhes falou desde os céus: “Escutai-o”. (Mateus 17:5-7) 5 Enquanto ele ainda falava, eis que uma nuvem luminosa os encobriu, e eis uma voz vinda da nuvem, dizendo: “Este é meu Filho, o amado, a quem tenho aprovado; ESCUTAI-O.6 Ouvindo isso, os discípulos prostraram-se com os seus rostos [em terra] e ficaram com muito medo. 7 Jesus aproximou-se, então, e, tocando-os, disse: “Levantai-vos e não temais.”

Eles receberam a garantia da parte de Jeová desde os céus, de que as palavras faladas por Jesus eram verdadeiras. Será que estes três apóstolos poderiam aceitar uma “palavra” diferente vindo de outra videira qualquer??



Permaneça em união com a verdadeira videira. Permanecei em união comigo.

Individualmente, você tem de se ligar diretamente na videira, pois você será um ramo individual da videira.

Permanecer em união com a videira, como isto é possível?? Se permanecerdes em união comigo e as minhas declarações permanecerem em vós -- Se observardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor.

Estar e permanecer em UNIÃO com a videira se dá quando você concorda com TODAS AS DECLARAÇÕES da videira e faz de tais declarações a BASE para a sua personalidade. Estar e permanecer em união com a videira se dá quando você aceita os mandamentos da videira e FAZ DELES A BASE para a sua personalidade. As declarações da verdadeira videira devem permanecer no ramo, ou seja, ser encontrada no ramo, pois as declarações da verdadeira videira também estavam estampadas na personalidade da verdadeira videira. Havia autenticidade na verdadeira videira. A verdadeira videira mostrou ter um tipo de personalidade totalmente diferente da personalidade de todos os servos de Jeová que tinham vivido antes dele. A personalidade de Jesus era diferente da personalidade de Moisés, da personalidade de Davi, da personalidade de Sansão, de todos os outros. Estar em UNIÃO com a verdadeira videira significa adotar a mesma personalidade da verdadeira videira. Permanecer em UNIÃO com a verdadeira videira, significa manter a mesma personalidade da verdadeira videira, apesar dos diversos problemas que surgirão. Apesar de Jesus não estar mais pessoalmente com eles, todos os discípulos continuariam com as “declarações” de Jesus, CONTINUARIAM fazendo de tais declarações, a base para suas personalidades.

Como era a UNIÃO entre o Pai e a verdadeira videira?? (João 14:8-10) 8 Filipe disse-lhe: “Senhor, mostra-nos o Pai, e isso chega para nós.” 9 Jesus disse-lhe: “Tenho estado tanto tempo convosco e ainda não vieste a conhecer-me, Filipe? Quem me tem visto, tem visto [também] o Pai. Como é que dizes: ‘Mostra-nos o Pai’? 10 Não acreditas que eu esteja em UNIÃO com o Pai e que o Pai esteja em UNIÃO comigo? As coisas que vos digo não falo da minha própria iniciativa; mas o Pai, que permanece em união comigo, está fazendo as suas obras.

Assim verte a Tradução Brasileira:

(João 14:8-10) 8 Replicou-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. 9 Disse-lhe Jesus: Há tanto tempo que estou convosco, e não me tens conhecido, Filipe? quem me vê a mim, vê o Pai; como dizes tu: Mostra-nos o Pai? 10 Não crês que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai que permanece em mim, faz as suas obras.

Bem, qual era o tamanho da união?? O Pai está em mim; o Pai permanece em mim.

Neste caso, o Pai residia em Jesus; o Pai estava morando dentro de Jesus.

Jesus repetia as “palavras” do Pai. Não só repetia as palavras, pois, além disso, as palavras do Pai faziam parte do seu interior, na verdade, passaram a ser o seu interior. Não se tratava de uma mera repetição como é a repetição de um papagaio. Em face disto, suas ações “mostraram ser” ações idênticas às ações do Pai. As ações praticadas pela verdadeira videira revelavam que as palavras do Pai faziam parte da verdadeira videira. Não se tratava de algo artificial, tratava-se de algo que estava muito profundo na verdadeira videira, isto é, já fazia parte da verdadeira videira. Não havia diferença entre a palavra falada e as ações da verdadeira videira, ou seja, uma se confundia com a outra.

As palavras que resumem o tipo de UNIÃO existente entre a verdadeira videira e o Pai são estas: (João 10:30) 30 Eu e o Pai SOMOS UM.”

A Tradução Brasileira verte:

(João 10:30) 30 Eu e meu Pai somos um.

As palavras que resumem o tipo de UNIÃO que deve existir entre o ramo e a verdadeira videira são estas: (João 17:20-23) 20 Faço solicitação, não somente a respeito destes, mas também a respeito daqueles que depositam fé em mim por intermédio da palavra deles; 21 a fim de que todos sejam um, assim como tu, Pai, estás em união comigo e eu estou em união contigo, PARA QUE ELES TAMBÉM ESTEJAM EM UNIÃO CONOSCO, a fim de que o mundo acredite que me enviaste. 22 Também, eu lhes tenho dado a glória que tu me tens dado, a fim de que sejam um, assim como nós somos um. 23 EU EM UNIÃO COM ELES E TU EM UNIÃO COMIGO, a fim de que sejam aperfeiçoados em um, para que o mundo tenha conhecimento de que tu me enviaste e que os amaste assim como amaste a mim.

A Tradução Brasileira verte:

(João 17:20-23) 20 Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que crêem em mim por meio da sua palavra; 21 a fim de que todos sejam um, e que, como tu, Pai, és em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. 22 Eu lhes tenho dado a glória que tu me tens dado, para que sejam um como nós somos um; 23 eu neles e tu em mim, para que sejam aperfeiçoados em um; e para que o mundo conheça que tu me enviaste e que tu os amaste, como também amaste a mim.



Jesus mostrou sera imagem e semelhança do Pai. A semelhança nos SENTIMENTOS resultará na semelhança nas palavras e semelhança nas ações. Ser a imagem e semelhança é estar em UNIÃO, é SER UM.

Quão grande é a UNIÃO entre Jesus e o Pai??

Resposta dada por Jesus: mas o Pai, que permanece em união comigo, está fazendo as suas obras. ; mas o Pai que permanece em mim, faz as suas obras.

O Pai está fazendo Suas obras através de mim. Através de mim o Pai está fazendo tais coisas, sim, estas são as obras do Pai.”

Tratava-se de uma incrível união, não é verdade??

Neste caso, passamos a perceber o nível de união existente entre Jesus e o Pai. Tratava-se de uma união plena. Podia-se afirmar que não havia diferença entre Jesus e o Pai.

De forma resumida, a frase de Jesus foi: “Eu e o Pai somos um”.

Como uma pessoa vai saber se eu amo a verdadeira videira?? Como a verdadeira videira vai saber se eu a amo?? (João 14:23-24) 23 Em resposta, Jesus disse-lhe: Se alguém me amar, observará a minha palavra, e meu Pai o amará, e nós iremos a ele e faremos a nossa residência com ele. 24 Quem não me ama, não observa as minhas palavras; e a palavra que estais ouvindo não é minha, mas pertence ao Pai que me enviou.

Percebemos que a afirmação de Jesus foi: Assim como o Pai está em mim, aquele que observar a minha palavra também terá a mim e o Pai morando com ele, ou seja, eu e o Pai estaremos nele.

Não será através de uma linda declaração de amor à verdadeira videira, tampouco será o cantar de uma linda canção em homenagem à verdadeira videira. Trata-se de um sentimento colocado em prática. Aquele que observar a palavra revela que ama e aquele que não observar a palavra revela que não ama. Neste caso, observar é o mesmo que cumprir. A comprovação se dá através de ações do ramo em harmonia com a palavra falada pela verdadeira videira. Da mesma forma como acontecia entre Jeová e Jesus, ASSIM TAMBÉM deveria acontecer entre a verdadeira videira e os seus ramos. Os frutos produzidos pelo ramo devem ser iguais, devem ser os mesmos frutos produzidos pela verdadeira videira. A verdadeira videira afirmou não ser o autor das palavras. A verdadeira videira afirmou ser um mero repetidor das palavras produzidas na mente e no coração do Pai. Consequentemente, o ramo praticará as mesmíssimas ações que foram praticadas pela verdadeira videira.

Percebemos que não se trata de uma justificação pela fé em Jesus?? Não percebemos que cada ramo deveria dar frutos??

O ramo tem de dar fruto. Ele não pode só gostar e admirar a verdadeira videira.

Qual foi o fruto produzido pela verdadeira videira?? O AMOR.

As palavras e as ações da verdadeira videira revelavam para todos os observadores o SENTIMENTO dentro da verdadeira videira. Todas as palavras e todas as ações praticadas pelos homens são frutos dos sentimentos existentes nos corações dos homens. Assim nos revelou a verdadeira videira: (Marcos 7:20-23) 20 Outrossim, ele disse: O QUE SAI DO HOMEM É O QUE AVILTA O HOMEM; 21 POIS, DE DENTRO, DOS CORAÇÕES DOS HOMENS, SAEM RACIOCÍNIOS PREJUDICIAIS: fornicações, ladroagens, assassínios, 22 adultérios, cobiças, atos de iniqüidade, fraude, conduta desenfreada e um olho invejoso, blasfêmia, soberba, irracionalidade. 23 Todas estas coisas iníquas saem de dentro e aviltam o homem.”

As palavras revelam o sentimento; as ações revelam o sentimento. Assim nos revelou a verdadeira videira: “Suas palavras e suas ações revelam o sentimento que existe em seu coração”. (Lucas 6:44-45) 44 Pois cada árvore é conhecida pelo seu próprio fruto. Por exemplo, não se colhem figos de espinhos, nem se cortam uvas dum espinheiro. 45 O homem bom, do bom tesouro do seu coração, TRAZ PARA FORA o bom, mas o homem iníquo, do seu [tesouro] iníquo, TRAZ PARA FORA o que é iníquo; POIS É DA ABUNDÂNCIA DO CORAÇÃO QUE A SUA BOCA FALA.

AS PALAVRAS E AS AÇÕES SEMPRE SAEM DO CORAÇÃO. É DO CORAÇÃO QUE NASCEM AS PALAVRAS E AS AÇÕES. O CORAÇÃO É A FONTE DAS PALAVRAS E DAS AÇÕES. São os SENTIMENTOS que sempre ANTECEDEM às palavras e às ações. Os SENTIMENTOS iníquos antecedem às palavras e às ações iníquas. Não havendo sentimentos iníquos, não haverá nem palavras nem ações iníquas.

Qual mostrou ser a abundância do coração da verdadeira videira?? A verdadeira videira mostrou ter um coração cheio de AMOR. Suas palavras e suas ações revelaram isto. Suas palavras e suas ações eram FRUTOS do AMOR. Jesus TROUXE PARA FORA apenas o AMOR.

Que tipo de Amor?? Ninguém tem maior amor do que este, que alguém ENTREGUE a sua alma a favor de seus amigos.

Um AMOR que produza “este” fruto: “entregar a vida em benefício da pessoa amada, da pessoa que ele ama”. Percebemos que este amor independia das ações da pessoa amada. Este mostrou ser um fruto diferente de todos os demais frutos produzidos por outras videiras. Os humanos até então tinham suas próprias concepções, suas próprias teorias sobre o que era “amar”. Era a visão humana de AMAR.

A “forma” de AMAR de Jesus revelou ser diferente da “forma” de AMAR de TODAS as outras videiras existentes. Jesus estava revelando aos humanos a VERDADEIRA FORMA de AMAR.

Na verdade, Jesus revelava ao mundo, tanto na forma teórica como na forma prática, COMO O PAI estava amando os humanos. Ele estava nos MOSTRANDO O PAI.

Como outras pessoas reconheceriam um “ramo” da verdadeira videira?? Jesus nos dá a resposta: (João 13:34-35) 34 Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros; ASSIM COMO eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. 35 POR MEIO DISSO saberão todos que sois meus discípulos, SE TIVERDES AMOR ENTRE VÓS.

Que sentimento fluía de forma natural da verdadeira videira?? O AMOR. Um AMOR diferente do amor concebido e conhecido até então pelo humano. Este mesmo amor que fluía de forma tão natural da verdadeira videira, também deveria fluir de forma natural do ramo. Desta forma ele seria visto pelos outros como um ramo da verdadeira videira. Era um amor que se revelava em forma de ações contínuas, ações ininterruptas em favor do amigo, independente das atitudes dos amigos. Não era um amor condicionado a existência de um mérito na pessoa amada. “Se ela merece eu a amo e dou minha vida por ela, mas se ela não merece, eu a odeio e a entrego à morte”. Seria este o AMAR da verdadeira videira?? Decerto, que não.

A quem o ramo deve AMAR?? A verdadeira videira responde a esta pergunta: (Mateus 22:35-40) . . .E um deles, versado na Lei, perguntou para prová-lo: 36 “Instrutor, qual é o maior mandamento na Lei?” 37 Disse-lhe: “‘Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua mente.’ 38 Este é o maior e primeiro mandamento. 39 O segundo, semelhante a este, é: TENS DE AMAR O TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO.’ 40 Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.”

Na presença de Jesus, que espécie de amigos “mostraram ser” os apóstolos de Jesus?? Eles revelaram amar a Jesus, assim como Jesus os amava?? Estar ligado à verdadeira videira não era uma coisa automática. É aquele que se liga quem tem de fazer questão de manter-se ligado na verdadeira videira. E na ausência de Jesus, que espécie de amor revelariam eles ter por Jesus??

Muito embora Jesus permanecesse ligado a seus apóstolos, será que seus apóstolos permaneceram ligados nele?? A verdadeira videira seria deixada só?? Na presença de Jesus, os apóstolos “mostraram ser” amigos que abandonaram a verdadeira videira: (João 16:29-33) 29 Seus discípulos disseram: “Eis que agora falas com clareza e não proferes nenhuma comparação. 30 Agora sabemos que sabes todas as coisas e que não necessitas de que alguém te interrogue. Por meio disso cremos que saíste da parte de Deus.” 31 Jesus respondeu-lhes: “Credes atualmente? 32 Eis que vem a hora, deveras, já veio, em que sereis espalhados cada um para a sua própria casa e ME DEIXAREIS SOZINHO; e, contudo, não estou sozinho, porque o Pai está comigo. 33 Eu vos disse estas coisas para que, por meio de mim, tenhais paz. . . .

Mesmo sabendo das futuras ações de seus apóstolos, Jesus os chamou de amigos e os considerava como amigos. Isto é bem significativo, não é?? Não mais vos chamo de escravos, porque o escravo não sabe o que seu amo faz. MAS, EU VOS CHAMEI DE AMIGOS, porque todas as coisas que tenho ouvido do meu Pai vos tenho deixado saber. Depois, Jesus tomou a ação de contar a eles de forma antecipada o que eles fariam de errado nesta relação de amizade. Depois, Jesus afirmou: Lhes contei estas coisas para que no que depender de mim tenhais paz, pois minha amizade por vocês está assegurada, continuará a mesma. Logo depois, Jesus foi repudiado por todos os seus amigos. Será que repudiar é uma ação de amizade??

Um deles, um daqueles três que ouviram uma voz desde os céus, negou três vezes consecutivas que o conhecia, mesmo tendo sido avisado naquela mesma noite que o faria. (Mateus 26:33-35) 33 Mas Pedro, em resposta, disse-lhe: “Ainda que todos os outros tropecem em conexão contigo, eu nunca tropeçarei!” 34 Jesus disse-lhe: “Deveras, eu te digo: Esta noite, antes de cantar o galo, REPUDIAR-ME-ÁS três vezes.” 35 Pedro disse-lhe: “Mesmo que eu tenha de morrer contigo, de modo algum te repudiarei.” TODOS OS OUTROS DISCÍPULOS DISSERAM TAMBÉM A MESMA COISA.

Bem, pelo menos podia a verdadeira videira desfrutar da companhia de seus amigos no momento em que ela mais precisava deles??? (Mateus 26:37-40) 37 E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, principiou a ficar contristado e muito aflito. 38 DISSE-LHES ENTÃO: “MINHA ALMA ESTÁ PROFUNDAMENTE CONTRISTADA, ATÉ À MORTE. FICAI AQUI E MANTENDE-VOS VIGILANTES COMIGO.39 E, indo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto [em terra], orando e dizendo: “Pai meu, se for possível, deixa que este copo se afaste de mim. Contudo, não como eu quero, mas como tu queres.” 40 E ele veio aos discípulos E ACHOU-OS DORMINDO, e disse a Pedro: “Não pudestes vigiar comigo nem mesmo por uma hora?

Em face destas ações, será que Jesus deixou de ver tais homens como seus amigos?? A história já registrou a resposta. Estas ações praticadas pelos apóstolos, são ações de amigos ou de inimigos?? São estas as ações de quem AMA?? A pessoa pode afirmar que ama alguém e no entanto suas ações revelarem ser ações de um inimigo. O exemplo de uma situação que mostra claramente este fato, foi assim colocada por Jesus: (João 16:1-3) 16Tenho falado estas coisas para que não tropeceis. 2 [Os] homens vos expulsarão da sinagoga. De fato, vem a hora em que todo aquele que vos matar imaginará que tem prestado um serviço sagrado a Deus. 3 Mas, farão estas coisas porque não vieram a conhecer nem o Pai nem a mim.

Uma pessoa se sente amiga e se declara amiga. A pessoa toma uma ação qualquer com o objetivo de agradar a Deus, e no entanto, mostra ser a ação de um inimigo de Deus, pois Deus abomina aquela ação. Depois, Jesus explicou o motivo deste estar “agindo como” inimigo: “Não vieram a conhecer a Deus”.

Bem, um deles o traiu com um beijo. (Mateus 26:48-50) 48 Ora, o que o traía havia-lhes dado um sinal, dizendo: “A quem eu beijar, este é ele; detende-o.49 E, dirigindo-se diretamente a Jesus, disse: “Bom dia, Rabi!” e beijou-o mui ternamente. 50 Mas Jesus disse-lhe: “AMIGO, para que fim estás presente?” Eles avançaram então e deitaram mãos em Jesus, e detiveram-no.

Esta ação é a ação de um amigo ou de um inimigo?? Independente do motivo que tenha levado Judas a praticar tal ação, revelou ser a ação de quem realmente amava a Jesus?? A história também já registrou a resposta.

A verdadeira videira chamou aquele que o traía de que mesmo???? De amigo. De amigo?? Tratava-se de um amigo que estava perdido em seus sentimentos?? Para Jesus, aos olhos de Jesus, este não havia deixado de ser um amigo, seu amigo. Nem uma única falsidade saiu da boca de Jesus. Ficou espantado com esta forma de amar?? Bem, esta é a verdadeira forma de amar. O que havia afirmado a verdadeira videira?? (Mateus 5:38-39) 38 “Ouvistes que se disse: ‘Olho por olho e dente por dente.’ 39 No entanto, eu vos digo: Não resistais àquele que é iníquo; mas, A QUEM TE ESBOFETEAR A FACE DIREITA, OFERECE-LHE TAMBÉM A OUTRA.

A verdadeira videira praticava esta “palavra” a cada segundo da sua vida. Não se vingue e não guarde ressentimento de toda e qualquer ação praticada contra você; perdoe sempre. Se Jesus até aquele momento sentia AMOR por Judas, faria esta ação de Judas acabar com o AMOR que Jesus sentia por Judas?? O verdadeiro AMOR não acaba por causa de uma ação como esta. Jesus CONTINUOU amando Judas com o mesmo amor que o amava antes desta ação de Judas. A verdadeira videira estava mostrando como obedecer a este mandamento. A verdadeira videira estava mostrando O QUANTO o Pai amava o humano.

Além disto, o que mais afirmou a verdadeira videira?? (Mateus 5:43-45) 43 “Ouvistes que se disse: ‘Tens de amar o teu próximo e odiar o teu inimigo.’ 44 No entanto, eu vos digo: CONTINUAI A AMAR OS VOSSOS INIMIGOS e a orar pelos que vos perseguem; 45 para que mostreis ser filhos de vosso Pai, que está nos céus, visto que ele faz o seu sol levantar-se sobre iníquos e sobre bons, e faz chover sobre justos e sobre injustos.

Se Judas mostrou ser um inimigo, que sentimento Jesus tinha por ele?? A verdadeira videira CONTINUOU a AMAR Judas.

Jesus fez a seguinte pergunta: “Se amardes somente a quem te ama, que mérito há nisto”?? Depois completou: “Façam assim como o Pai Celestial faz”. (Mateus 5:46-48) 46 POIS, SE AMARDES AOS QUE VOS AMAM, QUE RECOMPENSA TENDES? Não fazem também a mesma coisa os cobradores de impostos? 47 E, se cumprimentardes somente os vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Não fazem também a mesma coisa as pessoas das nações? 48 Concordemente, TENDES DE SER perfeitos, ASSIM COMO O VOSSO PAI CELESTIAL é perfeito.

Não amem como os outros amam, amem assim como o Pai celestial Ama. Enquanto os demais amam àqueles que os amam, e odeiam seus inimigos, isto é, aqueles que agem como inimigos, o Pai celestial continua amando àquele que se comporta como Seu inimigo. Tendes de ser assim como o Pai celestial. Tendes de copiar a forma do AMAR do Pai.

O PERDÃO É O FRUTO NATURAL DO AMOR.

QUE GRAU DE IMPORTÂNCIA tem o perdão para o “escravo” do pecado?? Jesus nos reponde: (Mateus 6:14-15) 14 “Pois, se perdoardes aos homens as suas falhas, também o vosso Pai celestial vos perdoará; 15 ao passo que, se não perdoardes aos homens as suas falhas, tampouco o vosso Pai vos perdoará as vossas falhas.

O ramo que pecar ele é o que morrerá. Se o ramo é um “escravo” do pecado, do que ele MAIS NECESSITA para continuar a viver?? Do perdão?? Sim, do perdão. Assim como a água, o perdão é um item extremamente importante para a continuidade da vida do pecador. Neste caso, que obrigação tem o ramo, o pecador, para com aquele que o ofende?? E se a ofensa for contra outro ramo, o que ele deve fazer?? O que fazer se a ofensa do outro ramo for contra o Pai?? O ramo, o pecador, tem a obrigação de perdoar sempre. Se ele deixar de dar o seu perdão para qualquer outro, mesmo que seja uma única vez, a que ele se condena?? Ele se condena a uma MORTE ETERNA; ele se condena a deixar de receber o perdão do Pai. Ele pede ao Pai para ser tratado da mesma maneira. Bem, esta afirmação de Jesus é muito forte, não é?? Decerto, que sim. Será que mesmo assim, o pecador, o ramo, ainda insistirá em não perdoar outro pecador que o ofender??? Não estará pedindo ao Pai para ser tratado da mesma maneira??

Em face do PERDÃO ser uma consequência natural do AMOR, Jesus perdoou todas as ofensas de todos os seus “amigos” e não guardou ressentimento de nenhum deles.

Jesus MOSTROU SER exatamente igual ao Pai Celestial. O ramo tem de estar disposto a ser exatamente assim como a verdadeira videira. O ramo tem de estar disposto a ser exatamente assim como o Pai celestial. Desta forma, Jesus conjugou para nós humanos, o verbo “AMAR”.

Que espécie de fruto deve dar o ramo?? Este é o meu mandamento, que VOS AMEIS uns aos outros, ASSIM COMO EU vos amei.

Que espécie de Amor devia o ramo produzir?? Um Amor igual àquele que a verdadeira videira revelou ter. O mesmíssimo amor que Jesus mostrou sentir por eles, os seus amigos. Jesus os chamou de amigos, Jesus os via como amigos. Jesus continuou vendo-os e sentindo-os como amigos, independente de qualquer das ações deles. Jesus continuou amando os apóstolos, apesar das ações destes ter se mostrado ser ações de inimigos. O ramo tem de DEMONSTRAR TER este mesmo amor.

Se o ramo repudiar este sentimento da verdadeira videira, se repudiar as palavras e as ações amorosas da verdadeira videira, certamente procurará e certamente achará outras videiras a quem ele se ligará unidamente. Neste caso, o ramo estará simplesmente revelando que não ama a verdadeira videira. Permanecer em união com a verdadeira videira é um caso de AMOR. Não foi exatamente isto o que Jesus falou, Quem não me ama, não observa as minhas palavras??

Assim, se o ramo AMAR as palavras da verdadeira videira, SE APEGARÁ cada vez mais a ela, no entanto, se o ramo REPUDIAR as palavras da verdadeira videira, SE AFASTARÁ cada vez mais dela.

O ramo não pode dar fruto de si mesmo; o ramo tem de dar um fruto igual ao da verdadeira videira, não pode dar um fruto diferente. Os ramos só poderão dar os mesmos frutos da verdadeira videira se permanecerem em união com a verdadeira videira.  Assim como o ramo não pode dar fruto de si mesmo, a menos que permaneça na videira, do mesmo modo tampouco vós podeis, a menos que permaneçais em união comigo.

A verdadeira videira afirmou que o Pai ama os seus inimigos. Se um humano que ame o Pai resolver odiar qualquer outro humano que se comporte como um inimigo do Pai, o que estará fazendo?? A qual videira eu devo me apegar?? (Salmos 139:21-22) 21 Acaso não odeio os que te odeiam intensamente, ó Jeová, E não tenho aversão aos que se revoltam contra ti? 22 Odeio-os com ódio consumado. Tornaram-se para mim verdadeiros inimigos.

Este tipo de sentimento e das ações que acompanham este sentimento contra os que se comportam como inimigos de Jeová, o Pai, revelam ser ações de que tipo de pessoa?? Segundo a verdadeira videira, este sentimento e as ações consequentes deste sentimento, são provenientes daqueles que não conhecem nem o Pai nem a Jesus. Mas, farão estas coisas porque não vieram a conhecer nem o Pai nem a mim.

A UNIÃO PROJETADA E ESPERADA PELO PAI.

(Mateus 19:4-6) 4 Em resposta, ele disse: “Não lestes que aquele que os criou desde [o] princípio os fez macho e fêmea, 5 e disse: ‘Por esta razão deixará o homem seu pai e sua mãe, e se apegará à sua esposa, e os dois serão uma só carne’? 6 De modo que não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus pôs sob o mesmo jugo, não o separe o homem.”



O Pai projetou uma união entre Jesus e os discípulos de Jesus. Para fazer-nos entender melhor, O Pai retratou tal união como a união entre o marido e sua esposa.

(Revelação 19:7-8) 7 Alegremo-nos e estejamos cheios de alegria, e demos-lhe a glória, porque chegou o casamento do Cordeiro e a sua esposa já se preparou. 8 Sim, foi-lhe concedido vestir-se de linho fino, resplandecente [e] puro, pois o linho fino representa os atos justos dos santos.”



Embora em corpos distintos, eles estariam unidos como se fossem uma só carne. No entanto, a união existente entre Jesus e os discípulos se caracterizaria em terem a mesma mente e em terem um espírito único.

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