Bondade de Jeová

Caráter – a coisa mais importante para Deus.



 CARÁTER
– A COISA MAIS IMPORTANTE PARA DEUS

;

Criada
em 11 de agosto de 2016 Última alteração em
1
1/10/16
às
14:17

DEUS
TEM CARÁTER??

COMO
SE FORMA UM CARÁTER?? É UM PASSE DE MÁGICA??

QUAL
É A IMPORTÂNCIA DO CARÁTER??

A
PESSOA JÁ NASCE COM UM CARÁTER??

A
PESSOA PODE TER O CARÁTER MODIFICADO??

INCOMPATIBILIDADE
MORAL E SIMILARIDADE MORAL COM DEUS.

O
que é caráter??

Caráter
– esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: conjuntos
de traços psicológicos e/ou morais
que
caracterizam
um
indivíduo ou um grupo; firmeza moral, coerência nos
atos; honestidade;

caráter
Datação:
sXIV


n
substantivo
masculino


1
sinal
(letra, número, sinal de pontuação etc.) ou
figura us. na escrita


2
Rubrica:
artes gráficas.


forma
gráfica de cada um dos símbolos ou sinais utilizados na
escrita


3
Rubrica:
artes gráficas.

m.q.
1tipo
(‘bloco’,
‘letra’)


4
Rubrica:
biologia.


aspecto
morfológico ou fisiológico utilizado para distinguir
indivíduos em uma espécie ou espécies entre si


5
qualidade
peculiar; especificidade, cunho

Ex.:
peça
musical de c. impressionista


6
conjunto
de traços psicológicos e/ou morais que caracterizam um
indivíduo ou um grupo

Ex.:
eram
pessoas de c. agressivo


7
Derivação:
por extensão de sentido.


feitio
moral

Ex.:
homem
de c. nobre


8
Derivação:
por extensão de sentido.


qualidade
inerente a um indivíduo, desde o nascimento; temperamento,
índole


9
Derivação:
por extensão de sentido.


firmeza
moral, coerência nos atos; honestidade

Ex.:
político
de c.


10
Rubrica:
religião.


sinal
espiritual, indelével, impresso na alma pelos sacramentos do
batismo, crisma e ordem

Um
humano qualquer pode ser reconhecido apenas pelo seu caráter??

Será
que Deus tem um conjunto de traços morais que o caracteriza??

O
que é moral??

Moral
– esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: pertencente
ao domínio do espírito do homem; que denota bons
costumes segundo os preceitos estabelecidos…

moral
Datação:
sXIV


n
adjetivo
de dois gêneros


1
concernente
a ou próprio da moral


2
pertencente
ao domínio do espírito do homem


3
que
denota bons costumes segundo os preceitos estabelecidos por um
determinado grupo social


4
que
ensina, educa; edificante

Ex.:
fábula
m.


n
substantivo
masculino


5
disposição
de espírito para agir com maior ou menor vigor diante de
circunstâncias difíceis


n
substantivo
feminino


6
conjunto
de valores, individuais ou coletivos, considerados universalmente
como norteadores das relações sociais e da conduta dos
homens


7
Rubrica:
filosofia.


cada
um dos sistemas variáveis de leis e valores estudados pela
ética, caracterizados por organizarem a vida das múltiplas
comunidades humanas, diferenciando e definindo comportamentos
proscritos, desaconselhados, permitidos ou ideais


8
Regionalismo:
Brasil. Uso: informal.


capacidade
de se impor, de influenciar ou ter ascendência, hegemonia sobre
outrem

Ex.:
foi
lá e conseguiu a vaga na m.

Está
intimamente relacionada com a moralidade.

Moralidade
– esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: qualidade,
característica do que é moral, do que segue os
princípios da moral; conjunto dos princípios morais,
individuais ou coletivos, como a virtude, o bem, a honestidade etc.;
moral; conduta ou comportamento pautado por esses princípios

moralidade
Datação:
sXV


n
substantivo
feminino


1
qualidade,
característica do que é moral, do que segue os
princípios da moral


2
conjunto
dos princípios morais, individuais ou coletivos, como a
virtude, o bem, a honestidade etc.; moral


3
conduta
ou comportamento pautado por esses princípios


4
lição,
ensinamento edificante, encontrável em muitas narrativas,
histórias, textos literários, esp. em fábulas


5
Derivação:
por extensão de sentido.


doutrina
ou reflexão moral


6
Rubrica:
história do teatro.


espécie
de drama, surgido no fim da Idade Média, de inspiração
religiosa, mas desprovido dos argumentos próprios das sagradas
escrituras, e cujo objetivo é mostrar um herói às
voltas com questões morais

Um
humano qualquer pode ser reconhecido exclusivamente pela sua
moralidade??

A
moral é uma coisa invisível, nenhum humano consegue
vê-la. Ela é uma coisa pessoal, totalmente pessoal e
intransferível. Só pode ser observada através do
comportamento de cada pessoa.

Um
dos princípios de moral dados como exemplo acima foi a
virtude..

O
que é mesmo virtude??

Virtude
– esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: qualidade
daquilo que se conforma com o considerado correto e desejável;
conformidade com o bem, com a excelência moral ou de conduta
etc.; dignidade

virtude
Datação:
sXIII


n
substantivo
feminino


1
qualidade
do que se conforma com o considerado correto e desejável
(p.ex., do ponto de vista da moral, da religião, do
comportamento social etc.)


1.1
uma
qualidade moral particular

Exs.:
a
v. da paciência

a
v. da caridade


1.2
Derivação:
por extensão de sentido.


qualquer
boa qualidade

Exs.:
v.
cívicas

sua
maior v. é o despojamento


2
conformidade
com o Bem, com a excelência moral ou de conduta etc.; dignidade

Ex.:
é
com v. que ele pratica a sua medicina


3
capacidade
de atingir os objetivos ou os efeitos de sua atividade, finalidade,
utilização etc. com eficácia, propriedade,
mérito (mais us. no pl.)

Exs.:
ser
um engenheiro de grandes v.


as
v. de um plano estratégico

uma
água mineral de v. milagrosas


4
prática
ou exercício da virtude

Ex.:
a
v. levou-o a declinar daquela premiação


4.1
continência
amorosa ou castidade (ger. referente à mulher)

Exs.:
ser
zeloso da v. de sua filha

ciúme
pela v. de sua jovem esposa


4.2
modo
despojado, severo, de vida

Ex.:
um
asceta louvado em v.


ª
Virtudes


n
substantivo
feminino plural


Rubrica:
religião.


5
em
diversas descrições medievais, o segundo dos cinco
coros (ordens) da hierarquia dos anjos, o qual tb. inclui as
Dominações e as Potências


Os
diversos princípios de moral que uma pessoa tenha, formam a
personalidade dela. De acordo com cada pessoa, poderá formar
uma marca registrada daquela pessoa.

O
que é personalidade??

Personalidade
– Esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: qualidade
ou condição de ser de uma pessoa; conjunto de
qualidades que define a
INDIVIDUALIDADE
de
uma
PESSOA
MORAL

personalidade
Datação:
1873


n
substantivo
feminino


1
qualidade
ou condição de ser uma pessoa


2
conjunto
de qualidades que define a individualidade de uma pessoa moral


3
aspecto
visível que compõe o caráter individual e moral
de uma pessoa, segundo a percepção alheia

Ex.:
foi
escolhido por ter p. forte


4
característica
ou conjunto de características que distingue uma pessoa, um
grupo de pessoas, uma nação

Ex.:
a
p. lusitana


5
Derivação:
sentido figurado.


algo
que reflete ou é análogo a uma distinta personalidade
humana

Ex.:
a
p. de sua casa


6
indivíduo
notável por sua situação ou atividade social;
celebridade


7
Rubrica:
psicologia.


conjunto
dos aspectos psíquicos que, tomados como uma unidade,
distinguem uma pessoa, esp. os que diretamente se relacionam com os
valores sociais

Notou
o termo??


Pessoa moral..

A
“pessoa física” é o conjunto de
“características físicas”, plenamente
visíveis, de uma pessoa. Por exemplo, as impressões
digitais de uma pessoa é uma marca registrada daquela pessoa,
e, exclusivamente daquela pessoa, fisicamente falando.

A
“pessoa moral” é um conjunto de “características
morais”, plenamente invisíveis, de uma pessoa.

Não
podemos conhecer a pessoa física de Deus. Ele não se
apresenta em forma física a nenhum humano. Os olhos humanos
não conseguem perceber a figura de Deus, pois Ele não é
feito de substâncias físicas e visíveis. Neste
caso, como reconhecer a pessoa de Deus?? Se não o podemos ver,
como saber se é Deus ou se é uma outra criatura??

Se
ele se apresentasse como ABJUDBA, este seria um nome, um nome
fantasia (comumente usado por humanos) que qualquer outro poderia
afirmar ser.

Como
é que Deus pode ser identificado por aquele que não
consegue ver a figura Dele??

Será
que Ele poderia ser reconhecido pelo seu “Nome Moral”??

Ele
mesmo nos disse o Seu Nome Moral.

Qual
é o Nome Moral de Deus??

Ele
mesmo informou ao humano qual era o Seu Nome Moral…

(Êxodo
34:5-7) 5
Tendo Jeová descido na nuvem, esteve com ele ali
e proclamou o nome de Jeová. 6 Passando Jeová
por diante dele, proclamou: Jeová, Jeová, DEUS
MISERICORDIOSO E CLEMENTE, TARDIO EM IRAR-SE E GRANDE EM BENEFICÊNCIA
E VERDADE; 7 QUE GUARDA BENEFICÊNCIA EM MILHARES, QUE PERDOA A
INIQÜIDADE, A TRANSGRESSÃO E O PECADO; E QUE DE MANEIRA
ALGUMA TERÁ POR INOCENTE O CULPADO, VISITANDO A INIQÜIDADE
DOS PAIS NOS FILHOS, E NOS FILHOS DOS FILHOS, NA TERCEIRA E NA QUARTA
GERAÇÃO.

Bem,
trata-se realmente de um Nome Moral, ou seja, um nome que revela
quais são as qualidades morais Dele. Trata-se de um
nome que revela a Personalidade Dele.

Como
se conhece e reconhece uma Pessoa Moral??

Somente
através da contínua convivência com esta pessoa,
na qual, esta pessoa, estando diante de diversas circunstâncias,
terá um comportamento compatível com certas qualidades
e incompatível com outras.

Eu
preciso ser uma pessoa observadora para poder chegar a conhecer uma
outra pessoa.

Através
do Comportamento??

Sim,
comportamento.

Comportamento
– esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: procedimento
de alguém face a
estímulos
sociais
ou a sentimentos …..; maneira de proceder de uma pessoa em
relação a outras, especialmente com referência às
regras de boas maneiras

comportamento
Datação:
1534


n
substantivo
masculino


1
ato
ou efeito de comportar-se


2
procedimento
de alguém face a estímulos sociais ou a sentimentos e
necessidades íntimos ou uma combinação de ambos


3
maneira
de proceder de uma pessoa em relação a outra(s), esp.
com referência às regras de boas maneiras


Somente
o dia a dia com esta pessoa “A” é que poderá
revelar qual é o nome moral desta pessoa “A”.

Somente
o comportamento diante de diversas circunstâncias do dia a dia
da pessoa “A”, é que poderá revelar o nome
moral desta pessoa “A”.

Somente
o relacionamento contínuo de uma pessoa “B” com a
pessoa “A”, é que poderá revelar ou
confirmar para a pessoa “B” o nome moral da pessoa “A”.

As
decisões de Deus diante das diversas circunstâncias
do dia a dia deverão confirmar o Nome Moral que Ele
mesmo afirmou ter.

Não
podemos esquecer um detalhe importante. Qual é??

É
a linha do tempo.

Podemos
ver uma decisão tomada por alguém que não
conhecemos, com certo olho, quando na verdade, é algo
diferente do que estamos vendo.

Somente
a linha do tempo é que poderá resolver esta questão.

Eu
notei algo interessante.

Na
declaração solene do Seu Nome Moral, o Pai não
afirmou ser um Deus de Justiça, ou seja, Aquele que dá
a cada um segundo o que cada um merece receber.

Notei
que na declaração solene de Seu Nome Moral, o Pai
afirmou Perdoar a iniquidade. De forma plenamente coerente, Ele não
poderia ser um Deus de Justiça, conforme o humano rotula a
“justiça”. São coisas incompatíveis.
São coisas que não se misturam. São como água
e óleo.

Dar
a cada um segundo o que cada um merece é igual a: “não
perdoar a ninguém”.

Sendo
bem claro sobre o que merece a alma que comete um pecado qualquer, o
Pai afirmou:

(Ezequiel
18:4) 4
Eis que todas as almas são minhas; como o é
a alma do pai, assim também a alma do filho é minha: A
ALMA QUE PECAR, ESSA MORRERÁ.

O
que merece uma alma qualquer que comete um pecado qualquer???


há uma resposta: merece a morte.

Então,
o que dar a cada humano que comete um pecado?? Se for dar o que este
humano merece, então, ele só tem uma opção.
Ele receberá a morte, pois é a morte o que merece
aquele humano, qualquer humano que pecar.

Ficou
bem clara a incompatibilidade entre o perdoar e o dar a cada um
segundo o que cada um merece.

Antes
de um humano “A” cometer um pecado, o que ele merece
receber?? Nada.

Logo
após o humano cometer o pecado, o que ele passa a merecer??

Sem
nenhuma outra opção, este humano passa a ser merecedor
da morte.

Será
que não existem atenuantes??

Eu
entendo que não existem atenuantes, afinal o Pai foi bem claro
ao dizer: “a alma QUE pecar, esta é que morrerá”.

Se
somarmos 2+2, poderá haver um resultado diferente de 4
(quatro)??

Se
subtrairmos 2-2, poderá haver um resultado diferente de 0
(zero)??

O
Pai foi bem claro na informação que Ele deu ao humano.

O
resultado do cometimento de pecado é a morte.

Uma
regra simples e única.

O
humano poderá insistentemente introduzir um “se”.

Mas,
e “se” for o pecado “A”..??

Mas,
e “se” for o pecado “B”..??

Mas,
e “se” alguém o induziu a pecar??

Mas,
e “se” ele não sabia??

Mas,
e se a pessoa era ungida de Deus??

Quem
mentiu, mentiu..

Quem
matou, matou..

Quem
adulterou, adulterou..

É
o pecado que tem como resultado único a morte.

Não
é a intenção que está sendo falada.

Quem
realmente não quiser cometer o pecado, não cometerá
o pecado..

Não
é a circunstância que está sendo falada.

Independente
de saber, da circunstância ou da intenção, para o
Pai, pecado é apenas pecado.

Para
o Pai, o resultado único para o pecado é a morte.

No
entanto, o que o Pai faz??

Ele
dá ao pecador aquilo que o pecador merece??

Ele
mesmo disse que PERDOA a iniquidade, transgressão, o pecado.

Onde
foi colocada a palavra MÉRITO??

Onde
foi colocada a ideia de mérito??

§§
PEDRA DE TROPEÇO.

Perdão
não representa ausência de uma punição..
Punição não significa inimizade e desistência
em relação ao punido. Punição não
significa o externar de ódio àquele que está
sendo punido.

Muitas
pessoas afirmam que Deus não perdoou Sodoma
em face da punição dada a ela diretamente por Ele. O
tipo de punição dada chama a atenção e
para quase todos representava e representa um fruto do ódio de
um Deus contra criaturas iníquas.

Para
quase todos, aquele tipo de punição era uma definitiva
expressão de justiça (dar finalmente o que este
merece), ou seja, um carimbo com a expressão, coisa
imprestável, um caso perdido.

Por
que Sodoma seria um caso perdido?? Pela punição que
Deus deu a ela?? Porque Sodoma era muito má e pervertida??

Bem,
e se houvesse um outro grupo de pessoas bem piores do que Sodoma??

O
que faria Deus com este outro grupo??

Daria
a ele o mesmo rótulo e um tratamento igual ou pior, não
é mesmo??

Bem,
é exatamente isto o que faria uma pessoa “imparcial”,
não é mesmo??

Se
não houver favoritismo, qualquer igual ou pior receberia o
mesmo sentimento e o mesmo tratamento.

Se
não houver protecionismo, todo igual ou pior do que Sodoma
receberia o mesmo sentimento e tratamento.

Dizem
que a justiça é cega, não dizem??

A
justiça não pratica favoritismo e nem o protecionismo.

Para
ser justiça, não deve haver acepção entre
praticantes do mesmo crime, não é verdade??

Se
Sodoma estava recebendo merecidamente a morte eterna, qualquer um que
se comportasse igual ou pior do que Sodoma, também teria o
mesmo tratamento ou um tratamento pior, não é verdade??

Cansado
de suportar os iníquos homens de Sodoma, Deus os define como
lixo, algo a ser jogado fora e dado como um caso encerrado,
irrecuperável.

Será
que aos olhos do Pai, Sodoma era um caso sem
solução
??

Será
que Sodoma era um caso perdido
aos olhos do Pai??

Do
ponto de vista do Pai, foi isso o que aconteceu??

Aos
olhos dos muitos observadores e torcedores, foi exatamente o que
aconteceu. A esmagadora maioria dos observadores querem que a punição
de Sodoma seja definitiva e a vêm como um lixo a ser jogado
fora, um caso encerrado, como pessoas irrecuperáveis, como um
caso perdido.

Irrecuperável
– esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: que
não se pode recuperar, perdido

irrecuperável
Datação:
c1596


n
adjetivo
de dois gêneros


que
não se pode recuperar, não recuperável, perdido

Vamos
ver um exemplo bem claro do comportamento do Pai no dia do povo com
quem Ele escolheu se relacionar, mostrando a eles no dia a dia o Seu
Nome Moral.

§§

Estão
perdoados, mas
, todos estes que se rebelaram hoje, não
entrarão na terra de Canaã. Todos morrerão aqui
neste deserto, exceto dois homens, Josué e Calebe.

Notaram
uma coisa bem interessante?? Notaram que até Moisés já
estava incluído nos que morreriam ali no deserto??

O
Pai não disse: exceto três homens. Ele disse: exceto
dois homens.

Mais
de quarenta anos antes da morte de Moisés, o Pai havia
informado que apenas dois homens daquela geração acima
de vinte anos é que não morreriam naquele deserto.

(Números
14:19-24) 19
Perdoa a iniqüidade deste povo segundo a tua
grande misericórdia, e como tens perdoado a este povo desde o
Egito até aqui. 20 Tornou-lhe Jeová: CONFORME
A TUA PALAVRA LHE PERDOEI; 21 PORÉM
tão
certo como eu vivo, e como toda a terra se encherá da glória
de Jeová, 22 dos homens que, tendo visto a minha glória
e os prodígios que fiz no Egito e no deserto, e todavia me
puseram à prova já dez vezes e não obedeceram à
minha voz, 23 NENHUM DELES VERÁ
A TERRA QUE COM JURAMENTO PROMETI A SEUS PAIS
, sim nenhum
daqueles que me desprezaram a verá. 24 Porém o
meu servo, Calebe, porque nele houve outro espírito e porque
perseverou em seguir-me, eu o introduzirei na terra em que entrou; e
a sua semente a possuirá.

O
que estamos observando??

Estamos
observando o Pai tomando uma decisão diante de uma
circunstância.

Ele
estava tomando uma ação que deixava bem claro o Nome
Moral Dele.

Perdoados,
todos estão…, mas haverá uma punição.

Estavam
recebendo o que mereciam??

De
novo. Outra vez…

Estão
perdoados.

Estão
perdoados, mas…..

Notaram
que já havia existido outras ocasiões em que não
haviam recebido o que mereciam receber??

Se
não notou, então veja:

  • e
    todavia me puseram à prova já dez vezes e não
    obedeceram à minha voz,

Pelo
menos por dez vezes eles poderiam ter sido exterminados, recebendo o
que mereciam.

No
entanto, estavam ali bem vivos e rebeldes, não estavam??

Que
mérito poderia haver em não terem sido exterminados??

Veja
de novo a informação dada por Deus:

  • e
    todavia me puseram à prova já dez vezes e não
    obedeceram à minha voz,

O
Pai continuou falando aos rebeldes que haviam escapado do extermínio:

(Números
14:28-34) 28
Dize-lhes: Pela minha vida, diz Jeová,
certamente como falastes aos meus ouvidos,
assim vos hei de fazer: 29 cairão os vossos cadáveres
neste deserto; todos vós os que fostes contados, segundo o
vosso número total, desde a idade de vinte anos, e daí
para cima,
os que murmurastes contra mim, 30
certamente não entrareis na terra, a respeito da qual jurei
que vos faria habitar nela, EXCETO CALEBE,
FILHO DE JEFONÉ, E JOSUÉ, FILHO DE NUM.
31
Porém a vossos pequeninos, que dissestes que serviriam de
presa, a estes introduzirei, e eles conhecerão a terra que vós
desprezastes. 32 Mas, quanto a vós, os vossos cadáveres
cairão neste deserto. 33 Vossos filhos serão
pastores no deserto quarenta anos, e sofrerão as conseqüências
da vossa infidelidade, até que os vossos cadáveres se
consumam no deserto. 34 Segundo o número dos dias em
que espiastes a terra, isto é, quarenta dias, cada dia
representando um ano, levareis sobre vós por quarenta anos as
vossas iniqüidades, e tereis experiência da minha
oposição.

O
Pai falou em extermínio, não falou??

Era
o mesmo extermínio de Sodoma??

Sim,
o mesmo extermínio. Todo um povo deixando de existir….

Havia
motivos plenamente válidos para o extermínio, não
havia??

O
que os detalhes deste relacionamento revelam??

Ao
verem a punição de Sodoma, os humanos PRESUMIRAM que se
tratava de uma definitiva punição, apenas presumiram…

Por
que presumiram??

Por
não conhecerem o Nome Moral do Pai, Aquele que estava punindo
Sodoma.

O
que o Pai estava fazendo com o povo escolhido??

Embora
todos merecessem o extermínio todas as dez vezes, não
foram exterminados, continuaram a viver ali no deserto por no máximo
mais quarenta anos, incluindo Moisés.

No
entanto, estavam perdoados. O relacionamento continuava e não
havia nenhum ressentimento por parte do Pai, Aquele que continuava
fazendo o bem para eles.

O
Pai não sentia nenhuma inimizade por estes “merecedores”
do extermínio.

Eu
disse que os exterminaria, mas……

Veio
uma vontade de exterminar, mas…..

Na
decisão tomada e anunciada, havia uma diferença entre o
que o Pai podia fazer e o que ele estava fazendo em relação
ao povo rebelde.

Será
que havia algum mérito naquelas criaturas tão amáveis,
por terem escapado do extermínio
por pelo menos dez vezes até ali??

O
que era mesmo que motivava o Pai a não exterminar os rebeldes
merecedores do extermínio??

Centenas
de anos depois, o que disse o Pai??

(Ezequiel
20:6-17) 5
e dize-lhes:
Assim diz o Senhor Deus: No dia em que escolhi a Israel, e levantei a
minha mão para a estirpe da casa de Jacó, e me dei a
conhecer a eles na terra do Egito, quando levantei a minha mão
para eles, dizendo: Eu sou Jeová vosso Deus;
6
naquele dia levantei a minha mão
para eles, jurando que eu os tiraria da terra do Egito para uma terra
que lhes tinha espiado, que mana leite e mel, a qual é a
glória de todas as terras.
7
Disse-lhes: Lançai de vós,
cada uma as abominações dos seus olhos, e não
vos contamineis com os ídolos do Egito; eu sou Jeová
vosso Deus.
8
Mas rebelaram-se contra mim, e não
me quiseram ouvir; não lançaram de si cada um as
abominações dos seus olhos, nem abandonaram os ídolos
do Egito: então eu disse que derramaria o meu furor contra
eles,
PARA
CUMPRIR CONTRA ELES A MINHA IRA
no
meio da terra do Egito.
9
Mas o fiz
por amor do meu nome, para que ele não fosse profanado à
vista das nações, no meio das quais estavam, a cujos
olhos eu me dei a conhecer a eles, tirando-os da terra do Egito. 10
Assim os fiz sair da terra do Egito, e os trouxe para o deserto.

11 Dei-lhes
os meus estatutos, e mostrei-lhes os meus juízos, os quais, se
os observar o homem, viverá por eles.
12
Demais lhes dei também os
meus sábados para servirem de sinal entre mim e eles, a fim de
que soubessem que eu sou Jeová que os santifica.
13
Mas a casa de Israel rebelou-se
contra mim no deserto; não andaram nos meus estatutos, e
rejeitaram os meus juízos, os quais, se os observar o homem,
viverá por eles; e profanaram grandemente os meus sábados.
Então
eu disse que derramaria o meu furor sobre eles no deserto para os
consumir. 14 Porém o fiz por amor do meu nome, para que ele
não fosse profanado à vista das nações, a
cujos olhos os fiz sair.
15
Demais levantei também as
minhas mãos para eles no deserto, jurando que eu não os
introduziria na terra que lhes havia dado, que mana leite e mel, a
qual é a glória de todas as terras;
16
porque rejeitaram os meus juízos
e não andaram nos meus estatutos e profanaram os meus sábados.
Pois o seu coração ia após os seus ídolos.
17 Não
obstante os meus olhos os pouparam, para não os destruir
,
nem os acabei de todo no deserto.

Onde
estava mesmo o Deus de justiça que dá a cada um
seguindo o que cada um merece??

Onde
estavam os merecedores de entrar na terra de Canaã??

Onde
estavam os merecedores de serem tirados do Egito??

Onde
é que estavam??

Existiam??

O
que mereciam mesmo que fossem feito a eles??

  • PARA
    CUMPRIR CONTRA ELES A MINHA IRA

    no
    meio da terra do Egito.

  • Então
    eu disse que derramaria o meu furor sobre eles no deserto para os
    consumir.

Vamos
rever o que o Pai falou sobre o motivo Dele não os exterminar
ainda no meio da terra do Egito??

  • Mas
    o fiz por amor do meu nome, para que ele não fosse profanado
    à vista das nações, no meio das quais estavam,
    a cujos olhos eu me dei a conhecer a eles, tirando-os da terra do
    Egito. 10 Assim os fiz sair da terra do Egito, e os trouxe para o
    deserto.

Vamos
rever o que o Pai falou quanto a não ter dado a cada um deles
ali o que eles mereciam, isto é, o extermínio??

  • Então
    eu disse que derramaria o meu furor sobre eles no deserto para os
    consumir. 14 Porém o fiz por amor do meu nome, para que ele
    não fosse profanado à vista das nações,
    a cujos olhos os fiz sair.

Eu
disse que os exterminaria, mas……

Eu
tive motivos e a vontade de exterminar, mas…….

O
que fiz foi por amor do Meu Nome??

Que
Nome??

O
Nome Moral Dele.

Qual
era mesmo o Nome Moral Dele, nome este que Ele amava e que Ele não
profanava de maneira alguma??

  • DEUS
    MISERICORDIOSO E CLEMENTE, TARDIO EM IRAR-SE E GRANDE EM
    BENEFICÊNCIA E VERDADE; 7 QUE GUARDA BENEFICÊNCIA EM
    MILHARES, QUE PERDOA A INIQÜIDADE, A TRANSGRESSÃO E O
    PECADO; E QUE DE MANEIRA ALGUMA TERÁ POR INOCENTE O CULPADO,
    VISITANDO A INIQÜIDADE DOS PAIS NOS FILHOS, E NOS FILHOS DOS
    FILHOS, NA TERCEIRA E NA QUARTA GERAÇÃO.

Por
causa do amor que tenho por Meu Nome Moral, Eu não exterminei
aos que mereciam o extermínio.

O
Pai tinha um Nome Moral a zelar.

Neste
relacionamento com os rebeldes, Ele tinha muitas oportunidades para
exercitar o Seu Nome Moral diante deles e diante das nações.

O
que o Pai já havia dito àquele povo através de
Moisés??

Eu
poderia exterminar vocês em qualquer lugar do caminho, sendo
assim, é melhor que Eu não vá convosco. Seria
melhor se vocês forem com um anjo, talvez corressem menos
riscos…

(Êxodo
33:2-4) 2
Enviarei um anjo adiante de ti; e lançarei fora
os cananeus, os amorreus, os heteus, os perizeus, os heveus e os
jebuseus. 3 Sobe para uma terra que mana leite e mel. Eu
não subirei no meio de ti, porque és povo de cerviz
dura; para que não te consuma eu no caminho.
4
Ouvindo o povo estas más notícias pôs-se a
prantear; e ninguém vestiu os seus atavios.

Que
espécie de personalidade teria de ter o Pai para não
exterminar este povo de cerviz dura, rebelde e rebelde, continuamente
rebelde, com o qual Ele estava mantendo um relacionamento diário,
morando junto com o povo??

Bem,
uma coisa ficou certa.

Ser
um Deus de Justiça seria incompatível com o que estava
acontecendo. Se fosse um Deus de Justiça o resultado do
relacionamento não seria aquele. Em momento algum os filhos
estavam recebendo o que mereciam receber.

Não
havia nenhum relacionamento com base em méritos..entre o Pai e
o povo escolhido.

Embora
o Pai tenha chamado a atenção do povo, que se tratava
de um relacionamento de constante alto risco para o povo, este alto
risco não se dava em face de Deus ser um Deus de justiça,
que dava a cada um o que cada um merecia receber.

Não
era este o motivo do alto risco do relacionamento.

O
Pai estava chamando a atenção do povo sobre sua
condição de constante
rebeldia. Esta constante rebeldia era um constante risco para a vida
de cada cidadão do grupo.

Será
que esta rebeldia era uma fato consumando??

Será
que a dura cerviz do povo era algo do qual não havia
recuperação??

Será
que a dura cerviz era algo que não se podia modificar??

Se
pudesse ser modificada, quem é que faria tal modificação??

Era
uma rebeldia irrecuperável??

Era
um caso perdido??

Era
um relacionamento com que base?? Será que era a de, “se
fizer o que Eu pedi”, recebe minha eterna amizade, e, “se
não fizer o que eu pedi”, recebe a minha eterna
inimizade??

Vejam
só o que o Pai disse quanto ao justo:

(Ezequiel
18:24-27) 24
Mas quando o justo se desviar da sua justiça,
e cometer iniqüidade, e fizer conforme todas as abominações
que faz o ímpio, acaso viverá ele? Não
será lembrado nenhum dos seus atos de justiça que
praticou;
na sua transgressão com que transgrediu,
e no seu pecado com que pecou, neles morrerá. 25
Contudo dizeis: O caminho do Senhor não é igual. Ouvi,
pois, ó casa de Israel: Acaso não é igual o meu
caminho? não são desiguais os vossos caminhos? 26
Quando o justo se desviar da sua justiça, e cometer a
iniqüidade, e nela morrer; na sua iniqüidade que cometeu
morrerá. 27 Outrossim, quando o ímpio se desviar
da sua impiedade que cometeu, e fizer o que é de eqüidade
e justiça, conservará este a sua alma em vida.

Agora
vejam o que o Pai disse quanto ao iníquo:

(Ezequiel
18:21-23) 21
Mas se o ímpio se converter de todos os seus
pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos, e fizer o que
é de eqüidade e justiça, certamente viverá,
não morrerá. 22 Nenhuma
das suas transgressões que cometeu, será lembrada
contra ele;
na sua justiça que praticou viverá.
23 Acaso tenho eu prazer na morte do ímpio? diz o
Senhor Jeová; não quero eu antes que se converta do seu
caminho, e viva?

Agindo
de forma totalmente imparcial, o que disse o Pai sobre o justo e
sobre o iníquo??

  1. Não
    será lembrado nenhum dos seus atos de justiça que
    praticou;
    na
    sua transgressão com que transgrediu, e no seu pecado com que
    pecou, neles morrerá.

  2. Nenhuma
    das suas transgressões que cometeu, será lembrada
    contra ele;
    na sua justiça que praticou viverá.

Ora,
que espécie de relacionamento era este??

O
que o Pai realmente deseja todo o tempo??

Deseja
que o homem viva.

Deseja
que o homem faça o que é necessário fazer para
viver.

Que
o homem ame a vida e que se empenhe
continuamente
em fazer o que é certo.

Neste
relacionamento milenar entre Deus e o povo rebelde que, segundo o
Pai, poderia ser exterminado em todo instante do relacionamento, será
que o povo deixou de ser rebelde??

Bem,
o povo continuou vivo, foi tirado do Egito e levado ao deserto e
depois levado para a Terra de Canaã, escapando
muitas vezes de ser exterminado por Deus.

Havia
algum mérito no povo para que estas coisas tivessem
acontecido??

Qual
o motivo de terem escapado do extermínio??

Qual
foi mesmo o motivo do Pai, Aquele que exterminou Sodoma, não
ter merecidamente exterminado o povo escolhido??

Que
mérito havia em o povo estar vivo??

Havia
algum mérito no povo de cerviz dura??

O
que se destaca neste relacionamento??

Para
mim, fica completamente destacada a Personalidade do Pai, pois se Ele
tivesse aquela personalidade de “justiceiro”, aqueles
humanos sequer teriam saído do Egito, teriam sido exterminados
ali mesmo no meio da terra do Egito.

Não
era um relacionamento na base do mérito. Não havia
nenhuma justiça, nenhuma mesmo.

Não
se tratava de um povo bom.

Se
tratava de um povo mau.

Não
se tratava de um povo obediente.

Se
tratava de um povo continuamente rebelde.

Gerações
e mais gerações de um povo rebelde que merece ser
exterminado, mas que não é exterminado, e que continua
sendo tratado com misericórdia e bondade, sem qualquer tipo de
inimizade??

Ora,
era exatamente isso o que estava acontecendo.

Com
quem este povo rebelde estava se relacionando??

Com
que tipo de Personalidade eles estavam se relacionando?? Qual é
mesmo o Nome Moral do Pai, Nome este que Ele afirma amar??

Eu
amo o Meu nome..

Foi
isso o que o Pai afirmou..

Tudo
o que estou fazendo é por amor do Meu Nome Moral.

O
povo escolhido mostrou ser uma contínua fonte
de que??

O
que as palavras do Pai para Moisés dizem sobre isso??

  • Eu
    não subirei no meio de ti, porque és povo de cerviz
    dura; para que não te consuma eu no caminho.

És
um povo rebelde.

O
povo daria constantemente motivos para serem exterminados.

Neste
caso, aquele povo era fonte de que mesmo??

Uma
contínua fonte de rebeldia.

Constantemente
dando motivos para serem exterminados??

Sim,
esta era a condição do povo..

Estando
na presença do Pai, estariam constantemente correndo o risco
de serem exterminados.

Sendo
o Pai um justiceiro, eles seriam exterminados.

O
Nome do Pai não era Justiça no sentido de ser um Justo
Retribuidor, dando a cada um o que cada um merecia.

O
Nome Moral do Pai era Perdoador.

Como
o povo mostrava ser uma contínua fonte de rebeldia, o Pai
tinha de ser uma contínua fonte de Perdão.

Diante
de tantas circunstâncias que pediam e imploravam pelo
extermínio, o Pai corria o risco de aviltar o Seu Nome Moral
de Perdoador, não é verdade??

O
povo ficava pedindo ao Pai todos os dias: nos extermine, nos
extermine, nos extermine.

Percebemos
o quanto o Pai amava o Seu nome Moral de Perdoador??

Percebemos
o apego que o Pai tinha pelo Seu Nome Moral??

Percebemos
a “força” moral que o Pai revelou ter??

Ele
poderia exterminar. O povo tinha dado todos os motivos, todo o
tempo..

Assim
é um nome moral. A pessoa tem de fazer questão de não
aviltar o seu nome moral, pois as circunstâncias do dia a dia
serão uma constante fonte de instigação para que
a pessoa avilte o seu nome moral.

A
pessoa precisa ter força moral para não se
deixar aviltar, ou seja, não deixar aviltar o seu nome moral.

§§

PUNIÇÃO
– É NECESSÁRIA?? É IMPRESCINDÍVEL??

Punição
– esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: algo
penoso ou desagradável que alguém é obrigado a
suportar.

punição
Datação:
sXV


n
substantivo
feminino


ato ou
efeito de punir


1
qualquer
forma de castigo que se impõe a alguém, ger. uma
criança, por falta cometida

Ex.:
p.
demasiado severa não educa


2
pena
determinada por um juiz a quem cometeu um crime

Ex.:
o
juiz pode determinar como p. sentenças alternativas


3
Derivação:
sentido figurado.


algo
penoso ou desagradável que alguém é obrigado a
suportar

Ex.:
ir
às compras com a esposa é uma p. para ele

Por
que a punição é algo tão necessário
para o humano??

Qual
é o sentimento que o Pai tem por um filho punido por Ele??

Seria
o ódio e o desprezo??

Muitos
humanos que não conhecem o Pai, ao observar ele dar uma
punição para um filho, presume coisas e coisas
em relação àquele fato. No entanto, como dito
acima, somente a linha do tempo é que poderá dar a
correta resposta a esta questão.

Quando
a punição é a morte, será uma definitiva
morte para um caso perdido??

O
Pai, aquele que puni, vê o filho punido por Ele, como um caso
perdido no momento da aplicação da punição??

O
que Ele disse??

(Jeremias
31:18-20)
10 Ouvi
positivamente Efraim lastimar-se: ‘Corrigiste-me, para que eu
ficasse corrigido, como o bezerro que não foi treinado.
Faze-me voltar e eu voltarei prontamente, porque tu és Jeová,
meu Deus.
19 Pois,
após a minha volta senti lástima; e depois que se me
fez saber bati na coxa. Fiquei envergonhado e senti-me também
humilhado, porque eu levara o vitupério da minha mocidade.’”
20 É
Efraim para mim um filho precioso ou um menino tratado com mimo?
POIS, AO PONTO DE
EU FALAR CONTRA ELE, SEM FALTA ME LEMBRAREI DELE AINDA MAIS.

Por isso é que
as minhas entranhas ficaram turbulentas por ele.
Decididamente
terei piedade dele”
,
é a pronunciação de Jeová.

As
palavras do Pai são muito claras, não são??

  • POIS,
    AO PONTO DE EU FALAR CONTRA ELE, SEM FALTA ME LEMBRAREI DELE AINDA
    MAIS.

  • Decididamente
    terei piedade dele”

O
Pai forneceu a Sua informação sobre a questão da
punição, não forneceu??

Qual
o sentimento do Pai ao estar punindo um filho rebelde com a morte??


  • Por
    isso é que as minhas entranhas ficaram turbulentas por ele.

Alguém
ainda tem a coragem de afirmar que o filho punido com a morte é
um caso perdido??

Somente
que desconhece completamente o Pai é que poderia fazer tal
afirmação.

É
alguém que ainda duvida da própria afirmação
do Pai, Aquele que estava punindo.

Mesmo
depois de lerem estas informações que revelam
claramente os sentimentos do Pai em relação a um filho
rebelde (aquele que Ele fala insistentemente contra), mesmo assim
insistem em afirmar que filhos como Sodoma, são realmente um
caso perdido. Estes afirmam que o Pai NUNCA se lembraria de Sodoma
com o sentimento de piedade.

Será
que não estão falando de seus próprios
sentimentos??

Segundo
o Pai, o que é que existe??

Segundo
o Pai, existe o “depois da punição”.

O
que dirá o filho depois da punição??


  • Corrigiste-me,
    para que eu ficasse corrigido, como o bezerro que não foi
    treinado. Faze-me voltar e eu voltarei prontamente, porque tu és
    Jeová, meu Deus.

Bem,
estas foram as palavras que o Pai estava prevendo que o filho punido
falaria.

Além
destas palavras iniciais, o que mais diria o filho punido??


  • Pois,
    após a minha volta senti lástima; e depois que se me
    fez saber bati na coxa. Fiquei envergonhado e senti-me também
    humilhado, porque eu levara o vitupério da minha mocidade.’

O
Pai deixou bem claro que haveria o depois da punição
para o filho iníquo que havia sido punido por Ele.

Efraim
foi punido com a morte.

Mesmo
depois de tal afirmação do Pai, será que os
humanos ainda insistirão que os punidos são um caso
perdido diante do Pai YHWH??

Será
que não estão repetindo o sentimento e palavras
(afirmações) de outros “justiceiros”??

Quem
conhece o Pai sabe que o Pai não faz acepção
entre filhos, pois, se Ele não dá ao filho “A”
o que o filho “A” merece receber, Ele também não
dá ao filho “B” aquilo que o filho “B”
merece receber.

O
que aconteceria se o Pai desse ao filho “C”, aquilo que o
filho “C” merece receber, como uma morte eterna, e não
desse para um filho “D”, algo que o filho “D”
merece muito mais do que o filho “C”.

O
que é mesmo que define o que uma pessoa merece??

É
aquilo que ela faz, não é verdade??

Feia
ou bonita, branca ou preta, olhos claros ou escuros, circuncisa ou
incircuncisa, “A”, “B”, “C” ou
“D”, ao fazerem a mesma maldade, merecem receber a mesma
coisa, segundo a maldade que fizeram, não é verdade??


que cada um recebe o que merece receber, não deverá
haver nenhum privilegiado, não é mesmo??

Não
deve haver nenhum favoritismo, não é mesmo??

Ora,
se o filho “A” é considerado um caso perdido por
ser soberbo e egoísta, o filho “B” também
deve ser visto como um caso perdido, principalmente se o filho “B”
foi ainda mais soberbo e egoísta do que foi o filho “A”,
não é verdade??

Depois
de ler esta informação do Pai sobre os filhos “A”
(o povo de Sodoma), os filhos “B” (o povo de Jerusalém),
os filhos “C” (o povo de Samaria), será que alguém
ainda terá coragem de afirmar que Sodoma é um caso
perdido??

Lembra
das palavras que o Pai falou (estão um pouco acima) em relação
a Efraim (Samaria), não lembra??

Agora
veja o que o mesmo Pai fala sobre o comportamento das três
irmãs (Sodoma, Samaria e Jerusalém):

(Ezequiel
16:46-48) 46
Tua irmã maior é Samaria, que
habita à tua mão esquerda, juntamente com suas filhas;
e tua irmã menor, que habita à tua mão
direita, é Sodoma e suas filhas. 47 Contudo não
andaste nos seus caminhos, nem fizeste conforme as suas abominações;
porém, como se isso fora coisa de pouca monta, foste
mais corrompida do que elas em todos os teus caminhos.
48
Pela minha vida, diz o Senhor Jeová, não fez Sodoma,
tua irmã, nem ela nem suas filhas, como fizeste tu e tuas
filhas.


Ó Jerusalém, fostes
muito pior do que Sodoma e Samaria em todos os seus caminhos de
iniquidade.

Muito
pior??

Em
todos os caminhos??

Sim,
muito pior em todos os seus caminhos.

O
próprio Pai estava reconhecendo isso, publicamente diante de
todas as irmãs??

Sim,
isso mesmo.

Agora
me responda, quem é um caso perdido??

Sodoma
é um caso perdido??

Em
face do que o Pai falou para Samaria, a iníqua,…

  • POIS,
    AO PONTO DE EU FALAR CONTRA ELE, SEM FALTA ME LEMBRAREI DELE AINDA
    MAIS.

  • Decididamente
    terei piedade dele”

…Como
poderia ser Sodoma um caso perdido, quando o Pai falou para Samaria
que, “pois ao ponto de Eu falar contra ti, SEM FALTA me
lembrarei de ti ainda mais??

O
que vale para o filho “A” também vale para o filho
“B”, para o filho “C” e para o filho “D”.

Ora,
se o filho “A” é pior do que os filhos “B”,
“C” e “D”, e ele não é um caso
perdido, como poderiam os outros três serem casos perdidos??

Estas
pessoas estão falando de Deus, ou estão falando de si
mesmos??

O
Pai tem o Seu próprio Nome Moral e dentro deste Nome Moral
está incluído uma coisa invisível chamada
“Imparcialidade”.

Do
lado oposto a imparcialidade está o favoritismo, o
protecionismo, a parcialidade.


É a linha do tempo que
servirá de testemunha se um nome moral foi aviltado ou não.

Apenas
uma ação de protecionismo aviltará o nome moral
“Imparcialidade”, independente do tempo em que uma pessoa
tenha mantido limpo o seu nome.

§§

Uma
rápida análise de alguns “nomes morais”.

Suponha
que uma pessoa “A” tem um nome moral de “Honesto”.

Bem
esta pessoa decidiu viajar com um grupo de desonestos.

O
que será o dia a dia desta pessoa “A”??

Os
“desonestos” estarão a todo o tempo criando
circunstância nas quais eles praticam costumeiramente a
desonestidade e te convidam constantemente para a prática da
desonestidade. Estarão cutucando constantemente o Sr. Honesto
para que ele também seja um desonesto, assim como eles.

Certamente,
até mesmo condenarão o Sr. Honesto por suas atitudes de
constante e inabalável honestidade. Certamente odiarão
o Sr. Honesto, pois ele atrapalhará o dia a dia dos
desonestos.

Se
o fato do Sr. Honesto trazer algum benefício para eles,
egoistamente, eles se empenharão arduamente para que os de
fora do grupo não recebam os mesmos benefícios.

Sendo
plenamente honesto, o Sr. Honesto não poderia valorizar mais
um desonesto do que um outro desonesto, não é verdade??
Se ele atribuísse valores diferentes para os iguais
desonestos, ele também estaria sendo desonesto, não é
verdade??


É a linha do tempo que
servirá de testemunha se um nome moral foi aviltado ou não.

Apenas
uma ação de protecionismo aviltará o nome moral
“Honesto”, independente do tempo em que o Sr. Honesto
tenha mantido limpo o seu nome (limpo da desonestidade).

O
Amor ao nome moral deve estar bem alto, para alimentar a manutenção
dele durante a linha do tempo.

Suponha
agora que uma pessoa “B” tem um nome moral de
“Altruísta”.

Bem
esta pessoa decidiu viajar junto com um grupo de “Egoístas”.

Como
será o dia a dia desta pessoa “B”??

Os
“egoístas” estarão a todo o tempo criando
circunstâncias, nas quais eles praticam costumeiramente o
egoísmo e convidarão constantemente o Sr. Altruísta
para a prática do egoísmo. Estarão cutucando
constantemente o Sr. Altruísta para que ele também seja
um egoísta assim como eles o são.

É
claro que também condenarão o Sr. Altruísta por
suas atitudes de constante e inabalável altruísmo.

Também
é certo que odeiem o Sr. Altruísta, pois ele
atrapalhará o dia a dia dos egoístas.

Se
o fato do Sr. Altruísta trazer algum benefício para
eles, egoistamente, eles lutarão para que os outros fora
daquele grupo não se beneficiem das ações do Sr.
Altruísta.


É a linha do tempo que
servirá de testemunha se um nome moral foi aviltado ou não.

Apenas
uma ação de protecionismo aviltará o nome moral
“Altruísta”, independente do tempo em que uma
pessoa tenha mantido limpo o seu nome.

O
Amor ao nome moral deve estar bem alto, para alimentar a manutenção
dele durante a linha do tempo.

Suponha
agora que uma pessoa “C” tem o nome moral de “Perdoador”.

Bem,
esta pessoa decidiu viajar com um grupo de “justiceiros”.

Como
será o dia a dia desta pessoa “C”, o Sr.
Perdoador??

Os
justiceiros estarão cutucando todo o tempo o Sr. Perdoador
para que ele seja um justiceiro assim como eles.

É
óbvio que condenarão o Sr. Perdoador por suas atitudes
de constante e inabalável perdão.

Não
há dúvidas de que odiarão o Sr. Perdoador, pois
ele atrapalhará o dia a dia dos justiceiros.

Também
é um fato que, se o Sr. Perdoador trazer algum benefício
para eles, egoistamente, eles se empenharão arduamente para
que o Sr. Perdoador não estenda o seu perdão para
outros fora daquele grupo.


É a linha do tempo que
servirá de testemunha se um nome moral foi aviltado ou não.

Apenas
uma ação de protecionismo aviltará o nome moral
“Perdoador”, independente do tempo em que uma pessoa
tenha mantido limpo o seu nome.

O
Amor ao nome moral deve estar bem alto, para alimentar a manutenção
dele durante a linha do tempo.

Suponha
agora que uma pessoa “D” tem o nome moral de “Imparcial”.

Bem,
esta pessoa decidiu viajar com um grupo de parciais.

Como
será o dia a dia desta pessoa “D”, o Sr.
“Imparcial”.

Os
parciais estarão cutucando continuamente o Sr. Imparcial com
suas atitudes de constante parcialidade.

É
óbvio que condenarão o Sr. Imparcial, pois ele
atrapalhará o dia a dia dos parciais.

Também
é um fato que, se o Sr. Imparcial trazer algum benefício
para eles, egoistamente, eles se empenharão arduamente para
que o Sr. Imparcial não estenda a sua imparcialidade com
outros fora daquele grupo.


É a linha do tempo que
servirá de testemunha se um nome moral foi aviltado ou não.

Apenas
uma ação de protecionismo aviltará o nome moral
“Imparcial”, independente do tempo em que uma pessoa
tenha mantido limpo o seu nome.

O
Amor ao nome moral deve estar bem alto, para alimentar a manutenção
dele durante a linha do tempo.


Percebemos claramente que o Pai
estava sendo constantemente cutucado para se tornar igual àquele
povo de dura cerviz, passando a ter as mesmas qualidades do povo
escolhido.

Percebemos
que o Pai amava o Seu Nome Moral, defendendo-o de ser aviltado por
Ele mesmo.

Percebemos
o valor que o Pai dava ao Seu Nome Moral??

Sim,
percebemos.

Também
percebemos que o povo escolhido também estava sendo
constantemente cutucado para se tornar igual ao Pai, passando a ter
as mesmas qualidades do Pai.

Aqueles
humanos viviam o seu dia a dia segundo uma regra, que eles afirmavam
ser um mandamento da parte de Deus, que, se fossem cutucados com o
mal, que era para também fazerem o mal.

Esta
era a regra de comportamento que tinham, que amavam, defendiam e,
pela qual viviam o seu dia a dia.

Vamos
ver esta regra??

(Êxodo
21:23-25) 23
Mas, se resultar dano, então darás
vida por vida, 24 olho por olho, dente por dente, mão
por mão, pé por pé, 25 queimadura por
queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe.

Bem,
e se a pessoa só planejou causar um dano??

O
que determinava a regra de comportamento amada por aquele povo de
dura cerviz??

(Deuteronômio
19:16-21) 16
Se uma testemunha maliciosa se levantar contra
alguém para o acusar de algum transvio; 17 ambos os
homens que tiverem a demanda comparecerão perante Jeová,
perante os sacerdotes e os juízes que houver naqueles dias. 18
Os juízes indagarão bem; se a testemunha for falsa, e
tiver dado falso testemunho contra seu irmão, 19
tratá-lo-eis como ele tinha intento de tratar a seu irmão;
assim exterminarás o mal do meio de ti. 20 Os restantes
ouvirão, e temerão, e nunca mais tornarão a
cometer semelhante mal no meio de ti. 21 Não terá
piedade dele o teu olho; dar-se-á vida por vida, olho por
olho, dente por dente, mão por mão e pé por pé.

Mesmo
que não houvesse dano, mesmo que a maldade tivesse ficado
apenas na intenção, o que se deveria fazer??

  • tratá-lo-eis
    como ele tinha intento de tratar a seu irmão;

É
isso mesmo o que você leu..

Faça
a teu irmão aquilo que ele INTENCIONOU fazer contra você.

A
pessoa nem chegou a ser cutucada com a maldade. Havia a intenção
planejada da maldade.

Ao
ser descoberta tal intenção planejada da maldade, o que
deveria ser feito??

Qual
era o correto comportamento (segundo o mandamento do povo) a ser
adotado nesta circunstância (comportamento que supostamente
agradaria a Deus)??

Veja
novamente.

  • tratá-lo-eis
    como ele tinha intento de tratar a seu irmão;

Conclusão:

Ao
ser cutucado com uma maldade praticada ou intencionada, seja mau e
pratique o mal (isso agradaria a Deus).

É
bem provável que estivessem tentando eliminar o mal pela raiz.

É
bem provável.

Será
que o Pai tinha esta mesma norma de comportamento como guia
para suas decisões no relacionamento com o povo de dura
cerviz??

Será
que aos olhos do povo, o Pai era um Pai de dura cerviz??

Não
foi sem motivos que o Pai lhes informou que havia um perigo no
relacionamento diário entre Ele e o povo, não é
mesmo??

O
que foi mesmo que o Pai informou a eles??

Vamos
ler de novo??

  • Eu
    não subirei no meio de ti, porque és povo de cerviz
    dura; para que não te consuma eu no caminho.

Será
que o Pai era igual ao povo de dura cerviz??

O
Pai revelava ter um grande força moral, no entanto os filhos
também revelavam ter uma grande força moral, forças
opostas, obviamente.

Tinha
o mesmo comportamento?? Não, não tinham.

Tinha
a mesma norma de comportamento?? Não, não tinham.

O
que disse Jesus, aquele único que conhecia o Pai??

(Mateus
5:43-48) 43
Ouvistes que foi dito: Amarás ao teu próximo,
e odiarás ao teu inimigo. 44 Eu, porém, vos
digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; 45
para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus;
porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre
justos e injustos. 46 Pois, se amardes aos que vos amam, que
recompensa tereis? não fazem os publicanos também o
mesmo? 47 E, se saudardes somente os vossos irmãos, que
fazeis demais? não fazem os gentios também o mesmo? 48
Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai
celestial.

  1. Ame
    àquele que te ama e odeie àquele que te odeia.

  2. Faça
    o bem àquele que te faz o bem e faça o mal àquele
    que te fizer o mal.

  3. Faça
    o bem àquele que intencionar te fazer o bem e faça o
    mal àquele que intencionar te fazer o mal.

Assim
era o comportamento do povo no seu dia a dia.

O
comportamento do povo tinha uma base única.

Qual
era??

O
mandamento recebido de Moisés.

Que
mandamento??

Dente
por dente e olho por olho.

Resumo
do dia a dia daquele povo, o povo escolhido:

Se
cutucarem você com bondade, então faça bondade,
mas, se cutucarem você com maldade, então faça
maldade.

Faça
o bem para os justos e faça o mal para os injustos.

Bem,
Jesus deixou bem claro que o Pai não vivia esta regra de
comportamento.

  • porque
    ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre
    justos e injustos.

Qual
era mesmo a regra de comportamento do Pai

Se
te cutucarem com a bondade, então faça a bondade, e, se
te cutucarem com a maldade, continue fazendo a bondade.

Faça
o bem os justos e para os injustos.

As
regras eram opostas e o comportamento era oposto.

O
Pai cutucava o povo com bondade..

No
lugar de exterminar merecidamente o povo, o Pai cutucava o povo com
benevolência..

(Jeremias
31:3) 3
Da terra longínqua apareceu-me Jeová,
dizendo: Com amor eterno te amei, portanto
com benignidade te atraí.

O
povo dizia “não” para as cutucadas do Pai, ASSIM
COMO o Pai também dizia “não” para as
cutucadas do povo.


Neste relacionamento perigoso, quem
é que estava
ensinando
a quem??

Era
um relacionamento perigoso, não era??

Que
relacionamento perigoso estava dando Jesus para seus discípulos??

(Mateus
10:16-22) 16
Eu vos envio como ovelhas no meio de lobos; sede,
pois, prudentes como as serpentes, e simples como as pombas. 17
Guardai-vos, porém, dos homens; porque vos entregarão
aos tribunais, e vos açoitarão nas suas sinagogas; 18
por minha causa sereis levados à presença dos
governadores e dos reis, para lhes servir de testemunho a eles e aos
gentios. 19 Mas quando vos entregarem, não cuideis como
ou o que haveis de falar; porque naquela hora vos será dado o
que haveis de dizer. 20 Pois não sois vós os que
falais, mas é o Espírito de vosso Pai o que fala em
vós. 21 Irmãos entregarão à morte
a irmãos, e pais a filhos; filhos se levantarão contra
seus pais, e os farão morrer. 22 Sereis odiados de
todos por causa do meu nome; mas quem perseverar até o fim,
esse será salvo.

Que
tipo de relacionamento perigoso era este??

  • Eu
    vos envio como ovelhas no meio de lobos;

Isso
mesmo.

Tratava-se
de um relacionamento entre ovelhas e lobos.

Pode
haver um relacionamento entre ovelhas e lobos??

Bem,
foi este o relacionamento que Jesus viveu no seu dia a dia.

Neste
relacionamento, as ovelhas correm o risco de serem devoradas pelos
lobos.

No
entanto, neste mesmo relacionamento, as ovelhas podem se tornar lobos
mais vorazes do que os lobos com que elas passam a se relacionar.

Para
acabar com a maldade dos lobos, as ovelhas poderiam se tornar lobos
devoradores e fazer muitas maldades com os lobos.

Tratava-se
de um relacionamento onde a força moral de um, poderia
suplantar a força moral do outro.

Decerto,
que alguém diria: “más associações
estragam hábitos úteis”.

Quem
é ovelha deve fazer questão de continuar ovelha, deve
se orgulhar de ser ovelha e não deve aviltar o seu nome moral
de ovelha diante de outras ovelhas e/ou lobos observadores.

Jesus
ensinou a maneira correta de uma ovelha se comportar, estando
acompanhado de ovelhas ou de lobos.

Será
que Jesus tinha um nome moral de “Ovelha”??

Será
que as características morais de Jesus se resumia no
comportamento de uma ovelha?? Alguém ainda duvida disso??

No
caso de Jesus, se tratava de uma ovelha poderosa, não é
verdade??

O
fato de ser muito poderoso não modificou em nada o nome Moral
de “Ovelha” que Jesus revelou ter, não é
verdade??

Outras
pessoas admiradas entre os humanos pactuados com Deus, tendo bem
menos poderes do que Jesus, causaram muitos danos aos lobos, não
é verdade??

Elias,
Eliseu, Sansão, Moisés, Davi e tantos outros, com bem
menos poder do que Jesus, causaram muitos danos aos lobos.

Bem,
Jesus honrou o seu nome Moral de Ovelha até o fim, ou seja,
até a morte.

Jesus
fez questão de não aviltar o seu nome moral de
“Ovelha”.

1
– Uma pessoa já nasce com um caráter??

Não,
ninguém nasce com um caráter.

2
– Será que o caráter de uma pessoa se forma em um
passe de mágica??

Não,
não existe passe de mágica na formação do
caráter de uma pessoa.

3
– Como se forma o caráter de uma pessoa??

Através
da informação.

A
pessoa ouve a informação, gosta da informação,
concorda com a informação e começa a praticar
aquela informação em forma de regra de comportamento.

A
regra de comportamento é a parte teórica do caráter.

A
regra de comportamento é a base da formação do
caráter.

4
– Aquela pessoa que já tem um nome moral pode deixar de
ter aquele nome moral??

Claro
que pode.

A
pessoa não se torna incorruptível.

Ela
continuará sendo corruptível, ou seja, sempre existirá
a possibilidade dela se corromper.

Ela
terá de fazer questão de manter o seu nome moral diante
das diversas circunstâncias que aparecerão no seu dia a
dia.

Ela
precisa amar o seu nome moral e lutar continuamente para não
aviltá-lo diante de si mesmo e diante dos observadores.

É
o tamanho da força do seu amor ao seu nome moral que servirá
de impedimento a ele aviltar o seu nome moral.

O
que o Pai falou com respeito ao homem que alcançou a condição
de justo??

  • Mas
    quando o justo se desviar da sua justiça, e cometer
    iniqüidade, e fizer conforme todas as abominações
    que faz o ímpio, acaso viverá ele?
    Não
    será lembrado nenhum dos seus atos de justiça que
    praticou;

Notou??

Mesmo
depois de alcançar a condição de justo, a pessoa
ainda poderá deixar-se profanar, passando a ser um injusto.

O
Pai foi bem claro, não foi??

O
que o humano ensina??

(1
Coríntios 15:50-54)
50
Mas
digo isto, irmãos, que carne e sangue não podem herdar
o reino de Deus; nem a corrupção herda a incorrupção.
51
Eis
aqui vos digo um mistério: Nem todos dormiremos mas todos
seremos transformados,
52
num
momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última
trombeta; porque a trombeta soará,
e
os mortos serão ressuscitados incorruptíveis
,
e nós seremos transformados.
53
Porque
é necessário que isto que é corruptível
se revista da incorruptibilidade e que isto que é mortal se
revista da imortalidade.

54
Mas,
quando isto que é corruptível se revestir da
incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da
imortalidade, então se cumprirá a palavra que está
escrito: Tragada foi a morte na vitória.

Enquanto
o humano ensina que o humano alcançará a condição
de incorruptível, ou seja, impossibilidade de se corromper, o
Pai informa o oposto.

O
que o Pai informou??

  • Mas
    quando o justo se desviar da sua justiça, e cometer
    iniqüidade, e fizer conforme todas as abominações
    que faz o ímpio, acaso viverá ele?
    Não
    será lembrado nenhum dos seus atos de justiça que
    praticou;

Notou
o que o Pai informou??

O
justo pode se desviar da sua justiça.. Ele não se torna
incorruptível, ou seja, ele não alcança a
condição de impossibilidade de se tornar iníquo.

O
justo continuará a tomar decisões. No entanto, sempre
estará sujeito a decidir pela iniquidade.

Esta
possibilidade SEMPRE estará aberta ao já justo.

O
justo poderá deixar-se aviltar. Ele poderá se aviltar
por praticar uma iniquidade.

O
Pai ensinou que o humano justo poderá praticar iniquidade e
morrer por sua iniquidade.

Não
viu no exemplo dado pelo próprio Pai??

Ele
fazia questão de não se deixar aviltar. Ele podia tomar
outra decisão. O Pai nos informou: “Eu senti uma vontade
de os exterminar, mas, isto seria aviltar o Meu Amado Nome”.

Neste
caso, fica bem claro que o humano que alcançar a condição
de justo jamais perderá o seu livre-arbítrio. Ele
continuará a escolher entre aviltar o seu nome moral ou não
aviltar o seu nome moral, nome este que ele conseguiu com enorme
luta.

Embora
tenha lutado muito para conseguir um nome moral, ele continuará
a lutar para manter o seu nome moral diante de si mesmo e diante de
outros..

Um
humano nasce criança. Deve aprender a ser um adulto e deve
manter o seu comportamento de adulto, muito embora seja continuamente
tentado a voltar a apresentar as características de uma
criança.

Conseguiu
perceber que caráter é a coisa mais importante para o
Pai.

Consegui
perceber o quanto Ele ama o Seu Nome Moral??

Então
façamos como o Pai, ou seja, sejamos iguais a Ele.

§§

OLHE
PARA JESUS E VEJA O PAI.

E
por falar em ser igual, como é que Jesus poderia ser igual ao
Pai??

Isso
mesmo o que pensaste.

Por
ter um “nome moral” igual ao “nome moral” do
Pai.

Tendo
um nome moral igual ao do Pai, Jesus tomaria as mesmas decisões
que o Pai tomaria ao estar diante da mesma circunstância.

Seria
através do seu comportamento junto aos humanos de dura cerviz.

(João
17:6) 6
Manifestei o teu nome aos homens
que me deste do mundo. Eram teus, e tu mos deste, e eles têm
guardado a tua palavra.

Manifestar,
o que é isso??

Manifestar
– esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: Tornar
público; apresentar; dar a conhecer; revelar

manifestar
Datação:
sXIII


n
verbo


transitivo
direto e intransitivo


1
declarar
mercadoria na alfândega


transitivo
direto, bitransitivo e pronominal


2
tornar(-se)
manifesto ou público; declarar(-se), divulgar

Exs.:
m.
opinião


manifestei
a meus pais meu desejo de partir

o
jornal pouco se manifestou sobre as acusações


transitivo
direto e pronominal


3
apresentar(-se),
dar sinais de sua presença; mostrar(-se), revelar(-se)

Exs.:
m.
dor, alegria

a
doença manifestava-se em diversos pontos do país


pronominal


4
Rubrica:
religião.


fazer-se
percebido, dar-se a conhecer; revelar-se

Ex.:
Deus
manifesta-se diferentemente às pessoas


pronominal


5
Rubrica:
religião.


estabelecer
comunicação ou evidenciar sua presença por meio
de médiuns

Ex.:
a
entidade sempre se manifestava no final dos trabalhos


transitivo
direto e pronominal


6
deixar(-se)
transparecer; descobrir(-se), revelar(-se)

Exs.:
m.
fantasias

muitas
maneiras por que se manifesta o inconsciente


intransitivo
e pronominal


7
fazer
demonstração ou manifestação pública

Ex.:
milhares
foram às ruas para m.
(-se)


Qual foi o “Nome de Deus”
que Jesus tornou público, deu a conhecer, revelou aos homens
do mundo??

Isso
mesmo, foi aquele “Nome Moral” que você já
conhece.

Qual
é mesmo??

  • DEUS
    MISERICORDIOSO E CLEMENTE, TARDIO EM IRAR-SE E GRANDE EM
    BENEFICÊNCIA E VERDADE; 7 QUE GUARDA BENEFICÊNCIA EM
    MILHARES, QUE PERDOA A INIQÜIDADE, A TRANSGRESSÃO E O
    PECADO; E QUE DE MANEIRA ALGUMA TERÁ POR INOCENTE O CULPADO,
    VISITANDO A INIQÜIDADE DOS PAIS NOS FILHOS, E NOS FILHOS DOS
    FILHOS, NA TERCEIRA E NA QUARTA GERAÇÃO.

E
como foi que Jesus fez isso??

Declarando
claramente aos homens do povo escolhido, quais eram as reais
informações saídas da boca do Pai, e por ter o
mesmo “nome moral” que o Pai já tinha revelado ter
naquele relacionamento com o povo escolhido. Declarar as palavras do
Pai e ter o mesmo comportamento do Pai.

Aqueles
homens do povo escolhido afirmavam que o Pai tinha um outro Nome
Moral, um nome que estava vinculado ao comportamento do povo
escolhido.

Aqueles
homens afirmavam que o comportamento que tinham no dia a dia era uma
cópia do comportamento do Pai no Seu dia a dia.

Aqueles
homens do povo escolhido juravam que o nome moral que tinham era uma
cópia fiel do Nome Moral do Pai, o que os levava a ter o mesmo
comportamento do Pai.

Desta
forma, as informações de Jesus àquela geração
do povo escolhido era decepcionante para eles.

No
entanto, o que aquela geração dizia a respeito das
palavras e das ações de Jesus.

(João
8:47-49) 47
Quem é de Deus, ouve as palavras de Deus; por
isso vós não me ouvis, porque não sois de Deus.
48 Responderam-lhe os judeus: Não
dizemos nós bem que és samaritano e tens demônio?

49 Replicou Jesus: Eu não tenho demônio; mas
honro a meu Pai, e vós me desonrais.

Notaram
a guerra de informações??

O
que afirmavam sobre Jesus??

Ele
tem demônio.

O
que os levava a afirmar tal coisa em relação a Jesus??

Ora,
as palavras faladas por Jesus e o comportamento de Jesus no dia a dia
diante deles.

Se
o comportamento de Jesus fosse igual ao deles, eles glorificariam
Jesus, assim como glorificavam Moisés.

No
entanto, as informações dadas por Jesus não eram
reconhecidas por eles como sendo uma palavra de Deus, o mesmo Deus
que deu as informações para Moisés.

O
que diziam sobre Jesus??

  • Não
    dizemos nós bem que és samaritano e tens demônio?

Bem,
e o que dizia Jesus sobre eles??

  • Quem
    é de Deus, ouve as palavras de Deus; por isso vós não
    me ouvis, porque não sois de Deus.

Negavam-se
a ouvir Jesus.

Havia
uma incompatibilidade entre o que Jesus estava falando e o que
eles tinham como uma informação vinda da parte de Deus,
o mesmo Deus com quem Moisés havia falado.

Incompatível
– esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: uma
coisa que não pode coexistir com a outra; uma pessoa que não
pode entender-se com outra pessoa.

incompatível
Datação:
1535


n
adjetivo
de dois gêneros


1
que
não é compatível


1.1
que
não pode coexistir com outra coisa; inconciliável,
incombinável

Ex.:
conceitos,
métodos i.


1.2
que
não pode entender-se com outra pessoa

Ex.:
nunca
junte duas pessoas i. numa mesma sala


1.3
que
não pode ser simultaneamente ministrado com outro medicamento,
produto ou tratamento

Ex.:
remédios
i.


1.4
que
não pode ser exercido simultaneamente pela mesma pessoa
(diz-se de cargo, função, ofício, vantagem,
direito etc.)


As
informações de Jesus eram incompatíveis com o
Deus que eles conheciam.

Em
razão disso, eles diziam que Jesus tinha demônio, ou
seja, as informações de Jesus tinha os demônios
como origem.

Vamos
ver de novo o que Jesus informava a eles sobre eles mesmos?

  • Quem
    é de Deus, ouve as palavras de Deus; por isso vós não
    me ouvis, porque não sois de Deus.

Este
diálogo está totalmente coerente, pois o Nome Moral do
Pai segundo o povo era um, enquanto que Jesus lhes informava que o
Nome Moral do Pai era outro.

Como
poderiam reconhecer o Pai, se não sabiam o real Nome
Moral do Pai??

Em
face disso, aquela geração tinha certas palavras e
certos comportamentos como de origem do Pai celestial, quando na
verdade, não eram nem palavras nem comportamentos do Pai
celestial.

Quando
Jesus falou as reais informações oriundas do Pai, o que
disseram os homens daquela geração??

Disseram:
Não são palavras de Deus, são palavras de
demônios.

Ao
olharem para o comportamento de Jesus, os homens daquela geração
viam um demônio.

Ou
ouvirem as informações oriundas de Jesus, os homens
daquela geração reconheciam como palavras de demônios.

Havia
uma rejeição às informações dadas
por Jesus.

Como
Jesus estava tornando manifesto, dando a conhecer o Nome Moral do
Pai, aquela geração revelava não conhecer o Pai,
pois, para aquela geração o Pai tinha um outro Nome
Moral.

Segundo
aquela geração, aquele Nome Moral que Jesus tinha e que
estava informando ser o Nome Moral do Pai, na verdade era um Nome
Moral de demônios.

Desta
forma, o povo de dura cerviz se apresentava como uma geração
que jurava ter as informações de Deus, que defendia as
informações como sendo de Deus e acusavam Jesus de ter
informações de demônios.

Havia
uma incompatibilidade de informações, pois para eles, o
Pai tinha um Nome Moral bem diferente, na verdade, oposto, àquele
Nome Moral que Jesus estava tornando manifesto.

Agora
imaginem a raiva que aqueles homens passaram a sentir de Jesus, ao
ouvirem Jesus fazer esta afirmação:

Eu
e o Pai somos um.

(João
10:29-31) 29
Aquilo que meu Pai me tem dado, é maior do
que tudo; e ninguém pode arrebatá-lo da mão do
Pai. 30 Eu e meu Pai somos um. 31 Os
judeus outra vez pegaram em pedras
para lhe atirar.

Tendo
Jesus como um demônio, e Jesus ainda afirmando ser unidade com
o Pai, ser igual ao Pai, o que mais poderia fazer aquela geração
de matadores, após ouvirem tal absurdo??

Como
pode alguém chamar o Pai de demônio e continuar impune??

Vamos
puni-lo com a morte por tal blasfêmia contra Deus.

O
que decidiram fazer??

Depois
de julgarem e condenarem Jesus à morte em suas mentes, eles
decidiram apedrejá-lo, tornando-se também carrascos de
Jesus.

Para
ser um com o Pai, isto é, ter o mesmo Nome Moral que o Pai
tem, é imprescindível conhecer o Pai.

Será
que Jesus conhecia o Pai??

(João
7:28-30) 28
Então Jesus levantou a voz no templo,
ensinando e dizendo: Vós não somente me conheceis, mas
também sabeis donde eu sou; e eu não vim de mim mesmo,
mas é verdadeiro aquele que me
enviou, a quem vós não conheceis. 29 Eu o conheço,

porque venho dele, e ele me enviou. 30 Procuravam, então,
prendê-lo; mas ninguém pôs as mãos nele,
porque ainda não era chegada a sua hora.

Vocês
não conhecem o Pai; vocês não sabem o Nome Moral
do Pai.

Os
que ouviram Jesus fazer tal afirmação ficaram com raiva
de Jesus, e obviamente, como matadores que eram, procuraram mais uma
vez matá-lo.

Como
pode um homem falar uma coisa dessas e continuar impune?? Vamos
matá-lo.

Este
foi o julgamento e decisão tomados pelos ouvintes de Jesus.

Embora
vocês não conheçam o Pai, eu conheço o
Pai
, eu sei o que Ele faz e o que Ele não faz; eu sei o
que Ele fala e o que Ele não fala.

(João
8:54-55) 54
Respondeu Jesus: Se eu me glorificar, a minha glória
não é nada. Quem me glorifica é meu Pai, aquele
que vós dizeis ser vosso Deus; 55 entretanto vós
não o tendes conhecido, mas eu o conheço
. Se
eu disser que não o conheço, serei como vós,
mentiroso; mas eu o conheço e guardo a sua palavra.

Em
outra ocasião, mais uma vez, Jesus chama a atenção
dos homens daquela geração sobre o fato de eles não
conhecerem o Pai.

Vocês
não conhecem o Pai, mas, eu conheço.

  • vós
    não o tendes conhecido, mas eu o conheço

  • aquele
    que me enviou, a quem vós não conheceis. 29 Eu o
    conheço,

É
horrível você conviver com uma pessoa que você não
conhece, não é mesmo??

Durante
milhares de anos, várias gerações do povo
escolhido estavam convivendo com um Deus que eles não
conheciam, e aquela geração dos dias de Jesus não
poderia ser diferente.

  • mas
    eu o conheço e guardo a sua palavra.

Aquela
geração afirmava que obedecia a palavra de Deus fazendo
aquilo que faziam no dia a dia.

O
comportamento deles era oposto ao comportamento de Jesus.

Jesus
afirmou: Eu conheço o Pai e obedeço aos mandamentos do
Pai.

No
entanto, o que eles diziam sobre Jesus:

  • Não
    dizemos nós bem que és samaritano e tens demônio?

Fica
bem claro que havia uma batalha entre Jesus e os homens daquela
geração.

Havia
uma disputa sobre quem realmente conhecia a Deus.

O
comportamento de Jesus era um e o comportamento daquela geração
era outro. Eram comportamentos incompatíveis.

Aquela
geração afirmava que o seu comportamento era compatível
com o comportamento do Pai e Jesus afirmava que o seu comportamento é
que era compatível com o comportamento do Pai.

Quem
é que tinha razão??

Quem
estava falando a verdade??

Quem
estava falando a verdade sobre o Nome Moral de Deus??

(João
10:14-15) 14
Eu sou o bom pastor, conheço as minhas
ovelhas, e as que são minhas, me conhecem a mim, 15
assim como o Pai me conhece e eu conheço
o Pai;
e dou a minha vida pelas ovelhas.

Mais
uma vez Jesus afirma que ele conhece o Pai.

Se
vocês conhecessem o Pai saberiam que eu estou falando as coisas
Dele.

(João
14:5-11) 5
Disse-lhe Tomé: Senhor, não sabemos para
onde vais; como saberemos o caminho? 6 Respondeu-lhe Jesus: Eu
sou o caminho e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão
por mim. 7 Se vós me tivésseis
conhecido, teríeis conhecido também a meu Pai.

Desde agora o conheceis, e o tendes visto. 8 Replicou-lhe
Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta. 9
Disse-lhe Jesus: Há tanto tempo que estou convosco, e não
me tens conhecido, Filipe? quem me vê a mim, vê o Pai;
como dizes tu: Mostra-nos o Pai?
10 Não crês
que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras
que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o Pai que
permanece em mim, faz as suas obras. 11 Crede-me que eu estou no Pai,
e o Pai em mim;
ou senão, crede ao menos por causa das
mesmas obras.

Ficou
bem claro que os discípulos de Jesus também não
conheciam o Pai, ou seja, não conheciam o Pai pelo Seu Nome
Moral. Se conhecessem, o identificariam com Jesus, ligando-o a Jesus
pelo fato da similaridade moral existente.

No
lugar da incompatibilidade moral, aquela apontada pelos judeus
em relação ao Pai e Jesus, o que havia entre Jesus e o
Pai era uma completa similaridade moral.

Com
que olhos o nosso irmão Filipe queria ver o Pai??

Com
os seus olhos físicos, obviamente. Era exatamente isso o que
ele estava pedindo a Jesus, no entanto, Jesus chamou a atenção
para Filipe sobre uma outra forma de ver o Pai, pois o humano jamais
verá
a pessoa do Pai com os seus olhos físicos.

Ficará
o humano frustrado por causa deste fato??

Deixará
de acreditar que a pessoa do Pai existe, só porque os seus
olhos físicos não vêm e jamais verão a
pessoa do Pai??

Neste
caso, como o humano conseguirá ver a pessoa do Pai??

O
humano poderá ver a pessoa moral do Pai.

Filipe
estava vendo a pessoa física de Jesus, mas não estava
vendo a pessoa moral de Jesus, não estava vendo o nome moral
de Jesus, que era o que realmente importava.

Ora,
se Filipe não conhecia a pessoa moral de Jesus, como poderia
conhecer a pessoa moral do Pai??

Convivendo
diariamente com Jesus durante aqueles três anos e meio, e ainda
não conhecia a pessoa moral de Jesus??

Sim,
isso mesmo.

Sendo
assim, Filipe também não poderia conhecer o Nome Moral
do Pai.

Filipe
ainda não conhecia o nome moral de Jesus. Obviamente, também
não poderia conhecer o Nome Moral do Pai, pois se ele já
conhecesse o Nome Moral do Pai, as palavras de Jesus para Filipe
neste diálogo teriam sido outras e o diálogo teria sido
outro.

As
palavras que vos digo não são de minha autoria, elas
são da autoria do Pai, isto é, são palavras
criadas pelo Pai e repetidas por mim.

As
minhas ações são a repetição das
ações do Pai; as minhas obras é uma repetição
das obras do Pai; o meu comportamento é uma repetição
do comportamento do Pai.

  • As
    palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; mas o
    Pai que permanece em mim, faz as suas obras. 11 Crede-me que eu
    estou no Pai, e o Pai em mim;

    ou
    senão, crede ao menos por causa das mesmas obras.


As minhas obras e as obras do Pai
são as mesmas.

  • crede
    ao menos por causa das
    mesmas
    obras
    .


Eu e o Pai temos o mesmo
comportamento diante das mesmas circunstâncias.

Filipe,
se você conhecesse o Pai, o Nome Moral do Pai, estarias
reconhecendo o Pai através do meu comportamento no dia a dia
com vocês.

Jesus
afirmou que todos os discípulos deveriam ser unidade com ele
ASSIM COMO ele era unidade com o Pai.

(João
17:11) 11
Eu não estou mais no mundo; mas eles estão
no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda-os no teu nome, o qual
me deste, para que eles sejam um, assim como nós.

Os
discípulos deviam ser unidade ASSIM COMO Jesus e o Pai eram
unidade.

Neste
caso, todos os discípulos de Jesus deveriam ter o mesmo nome
moral.

Todos
os discípulos de Jesus deveriam ter o mesmo comportamento
diante das mesmas circunstâncias.

Isto
está bem claro, não está??

  • para
    que eles sejam um, assim como nós.

Não
deveria haver incompatibilidade entre um discípulo de Jesus e
outro discípulo de Jesus, afinal de contas, só existe
um Jesus.

Assim
como não havia incompatibilidade entre Jesus e o Pai, da mesma
forma, não deveria haver incompatibilidade entre um discípulo
de Jesus e outro discípulo de Jesus.

Assim
como havia similaridade entre Jesus e o Pai, da mesma forma, deveria
haver similaridade entre um discípulo de Jesus e um outro
discípulo de Jesus.

§§
PERFEITOS EM UNIDADE??

Jesus
falou em similaridade entre todos os discípulos..

Jesus
falou em unidade entre todos os discípulos.

Que
tipo de unidade deveria ser??

(João
17:20-23) 20
E rogo não somente por estes, mas também
por aqueles que pela sua palavra hão de crer em mim; 21
para que todos sejam um; assim como tu, ó
Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em
nós;
para que o mundo creia que tu me enviaste. 22
E eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um,
como nós somos um; 23 eu neles, e tu em mim, PARA
QUE ELES SEJAM PERFEITOS EM UNIDADE,
a fim de que o mundo
conheça que tu me enviaste, e que os amaste a eles, assim como
me amaste a mim.

Qual
era mesmo o tipo de unidade que deveria haver entre todos os
discípulos de Jesus??

  • PARA
    QUE ELES SEJAM PERFEITOS EM UNIDADE,

Perfeitos
em unidade.

Uma
unidade perfeita.

Pai,
que a união deles seja igual à nossa união.

Pai,
que eles estejam unidos a nós.

  • para
    que todos sejam um; ASSIM COMO tu, ó Pai, és em mim, e
    eu em ti, que também eles sejam um em nós;

Ora,
Jesus tinha o mesmo Nome Moral que o Pai tinha, falando as mesmas
palavras e praticando as mesmas ações do Pai diante das
mesmas circunstâncias.

O
que isto representava??

Isto
representava que cada discípulo de Jesus deveria ter o mesmo
nome moral que Jesus revelou ter.

O
nome moral de Jesus era o mesmo Nome Moral do Pai.

Isto
é uma coisa óbvia.

Para
haver uma unidade perfeita entre o Pai e Jesus, era imprescindível
que Jesus tivesse o mesmo Nome Moral do Pai.

De
forma paralela, para haver uma unidade perfeita entre todos os
discípulos de Jesus e Jesus, é imprescindível
que todos eles tenham o mesmo nome moral de Jesus, que é o
mesmo Nome Moral do Pai.

Lembra
da informação dada lá no princípio??


Façamos o homem à
nossa imagem e semelhança.

(Gênesis
1:26) 26
Disse também Deus: FAÇAMOS
O HOMEM À NOSSA IMAGEM, CONFORME A NOSSA SEMELHANÇA:

domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre
os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todo o
réptil que se arrasta sobre a terra.

O
humano precisava aprender a ser igual ao Pai.

O
humano precisava aprender a ser perfeito em unidade com o Pai.

Como
isto seria possível?

  1. O
    humano precisaria conhecer o Pai o tanto quanto Jesus conhecia o
    Pai.

  2. O
    humano precisaria saber qual o Nome Moral do Pai.

  3. O
    humano precisaria amar o seu nome moral ASSIM COMO o Pai ama o Seu
    Nome Moral.

Façamos
um nome moral para nos mesmos, um nome moral idêntico ao nome
moral do Pai.

Depois
disso façamos questão de NUNCA aviltar este nome moral
diante de nós mesmos, mesmo convivendo diariamente com aqueles
que têm um nome moral oposto ao Nome Moral do Pai.


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