Como entrar no Reino de Deus?

 

 

A expansão romana teve início no século VI a.C.,
pouco após a fundação da
república. No
entanto, só no século III a.C. é que Roma iniciou a anexação de províncias fora da península itálica,
quatro séculos antes de alcançar a sua maior extensão territorial e, nesse
sentido, constituía já um “império“, apesar de
ainda ser governado enquanto república.[9]
[10]
[11]
A República Romana não era um estado-nação no sentido contemporâneo do termo,
mas antes uma rede de cidades, cada uma com diferente grau de autonomia em
relação ao senado romano.
As províncias republicanas eram administradas por antigos cônsules e pretores, eleitos para um
mandato de um ano.[12]
O poder militar dos cônsules tinha como base a noção jurídica de imperium,
ou comando militar.[13]
Ocasionalmente, os cônsules bem-sucedidos eram agraciados com o título imperator (comandante), o qual está na origem do termo
“imperador”.[14]

A partir do final do século II a.C., ao
mesmo tempo que Roma vive uma série de conflitos internos, conspirações e
guerras civis, a sua influência alarga-se para além de Itália. O século I a.C.
foi um período de instabilidade, marcado por diversas revoltas políticas e
militares que abriram caminho para a implementação de um regime imperial.
[15]
[16]
[17]
Em 44 a.C., Júlio César
é aclamado ditador
perpétuo
antes de ser
assassinado
.[18]
No ano seguinte, Otávio Augusto,
sobrinho neto e filho adotivo de César e um dos mais destacados generais
republicanos, torna-se um dos três membros do Segundo Triunvirato
— uma aliança política com Lépido
e Marco António.[19]
A divisão do império entre António e Augusto foi efémera. As tensões entre
ambos no período que se seguiu à Batalha de Filipos
levaram à dissolução do triunvirato em 32 a.C. e ao confronto na Batalha de Áccio,
da qual Marco António e a rainha Cleópatra saíram
derrotados e que proporcionou a anexação do Reino Ptolemaico por
Augusto.[18]

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