Como posso me curar do pecado e deixar de praticá-lo?? Há resgate ou perdão??


ONDE ENCONTRAR A “CURA” PARA O
PECADO??

Criada em 22 de julho
de 2012 – Última alteração em 17/11/16
às 10 :
47

 

 

CONTINUAR A VIVER E NÃO MORRER – COMO??

O QUE LEVA O HOMEM À MORTE?? É o pecado. E
o que é o pecado?? É algum tipo de doença da qual o homem conseguiria ficar
“imune”??

Garantia de não morrer – será que existe??

Homem indestrutível – será possível??

Continuar a viver – está “condicionado” a
que exatamente??

“Condições” para continuar
vivo. Somatório de “condições” para continuar vivo, será que existe??

Quando foram estabelecidas estas
“condições”?? Quem as estabeleceu??

Quais são as “condições” para que o homem
continue vivo??

Podem ser mudadas estas “condições”?? O que
acontece quando há mudanças nestas “condições”??

Uma cura de dentro para fora ou de fora
para dentro??

Uma cura na carne ou uma cura no espírito??

O maravilhoso papel da vergonha e do
arrependimento no processo da cura.

A vida eterna é um prêmio ou recompensa a
ser recebida pelo humano??

Existe alguma chave que comanda a vida
eterna, e que pode ser ligada e desligada por Deus no humano??

O que é resgate?? É uma
relação comercial entre o Pai IHVH e Seus filhos??

Condição
é igual a: Antecedente necessário sem o qual algo não ocorre.


“Todo aquele que agora está vivo e acredita naquilo que eu falo (minhas
informações) NUNCA jamais morrerá”. Você acredita nisto??

Jesus fez esta afirmação e
esta pergunta para seus contemporâneos há quase dois mil anos atrás. São
palavras extremamente fortes. Pergunte-se a si mesmo: Era uma mentira contada
por Jesus?? Acredito nisto??

Se você
estivesse lá e Jesus colocasse esta afirmação e esta pergunta para você, o que
você responderia?? Chamaria Jesus para sabatiná-lo ou desacreditaria estas
palavras dele?? Riria dele?? Deixaria ele falando sozinho??

A morte de
Jesus produziu ou produzirá algum remédio especial ou algum antídoto contra o
pecado?? Este remédio ou antídoto, quando aplicado, deixaria o humano imune ao
pecado?? O humano finalmente estaria impossibilitado de pecar, recebendo assim
a “vida eterna”??

O pecado é
o responsável pela morte do homem, ou seja, é o que leva o homem à morte. A
morte é o efeito colateral produzido pelo pecado. Ou ainda mais: o pecado
produz efeitos colaterais que levam para a morte.

Falamos em
condições para continuar vivo, não falamos?? Enquanto o homem estiver
satisfazendo as condições, ele continuará a viver.

Como o
humano não nasceu sabendo quais são estas condições, torna-se imprescindível
que ele tome ciência de cada uma destas condições e as compreenda, para
poder satisfazer cada uma delas.

Quando o
humano deixa de satisfazer umas destas condições, ele está cometendo um pecado.
Pecado é toda e qualquer decisão que tomamos que afronte aquelas condições
estabelecidas pelo projetista do humano.

Bem, o que
é o pecado?? Existe o pecado hereditário?? Adão me passou algum pecado??
Poderia Adão me passar um pecado de forma hereditária?? Sou o resultado de uma
“fôrma de bolo” defeituosa?? O pecado reside na minha carne??

Os conceitos
em relação ao que é o pecado
estão sendo analisados neste site em: pecado herdado

Quem é que
sabe das condições imprescindíveis para que o humano continue a viver??

Como é que
o humano poderá tomar ciência destas condições e entender tais condições??

Quem pode
informar ao humano sobre estas condições?? Se o humano olhar para dentro de si
mesmo, será que ele observará estas condições?? Podemos olhar e olhar para uma
coisa e nada observar em relação a ela, não é verdade??

Informação
dada por Jesus:
(João 8:51) 51 Digo-vos em toda a verdade: Se alguém observar a minha palavra, nunca jamais verá a morte.”

Assim
verte a Tradução Almeida:
(João 8:51) 51 Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte.

Se alguém
observar a minha “informação”, nunca verá a morte.

Bem, e o
que é morrer?? O que é a morte??

Voltemos ao
princípio, onde o Pai deu a informação a Adão sobre o era morrer.

(Gênesis
3:19) 19 No suor do teu rosto comerás pão,
até que voltes ao solo, pois dele foste tomado. Porque
tu és pó e
ao pó voltarás

 

Assim verte
a Tradução Brasileira:

(Gênesis 3:19) 19 No suor do teu rosto comerás o teu
pão,
até que te tornes à terra, pois dela foste tomado: porquanto
tu és pó,
e em pó te hás de tornar.

Segundo a
informação do Pai, o morrer é voltar ao estado anterior ao de vivo. Antes de
estar vivo, onde estava Adão. O Pai informou a Adão sobre onde ele estava antes
de estar vivo. Adão foi informado sobre seu passado antes de estar vivo.

O Pai
informou a Adão: Adão, quando você morrer, você vai retornar para o mesmo lugar
de onde você estava, ou seja, o solo.

A
informação do Pai foi completa e clara.

De posse
desta informação do Pai, vamos entender o que Jesus informou aos seus apóstolos
e demais humanos.

Entendeu o
que Jesus disse??

Ele disse:
“Se alguém praticar a minha palavra (a minha informação) este não voltará ao
solo.

E o que
representava não voltar ao solo??

Ora,
continuar exatamente como estava, ou seja, vivo. Representava continuar no
mesmo estado físico, ou seja, não haveria nenhuma mudança de estado em que se encontravam.

Poderia
Jesus estar falando de algo que aconteceria depois da morte e ressurreição
daquele que o ouvia??

Será que
isto se daria depois da ressurreição do humano??

Ora, isto seria
uma afirmação totalmente ilógica de Jesus e não corresponderia a verdade, pois
para ser ressuscitado a pessoa precisa passar pela morte. Aquele que….,
jamais passará pelo estado de morto, logo, não precisará da ressurreição, pois
a ressurreição só ocorre para aquele que passa para o estado de morto, ou seja,
a ressurreição é a mudança do estado de morto para o estado de vivo.

Jesus
falou ainda mais:
(João 11:25-26) 25 Jesus disse-lhe: “Eu sou a
ressurreição e a vida. Quem exercer fé em mim, ainda que morra, viverá [outra
vez]; 26
e todo aquele QUE vive e exerce fé em mim nunca jamais morrerá. Crês isso?”

Assim
verte a Tradução Almeida:

(João 11:25-26) 25 Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê
em mim, ainda que morra, viverá; 26
e todo aquele QUE vive, e crê em
mim, jamais morrerá.
Crês isto?

Bem, agora foi retirada qualquer dúvida. Jesus estava
deixando claro, que aqueles contemporâneos dele, poderiam continuar
vivos por séculos e séculos à frente naquele mesmo estado físico.

Você
acredita nesta afirmação de Jesus??

Observar
minha palavra (informação); guardar minha palavra (informação). O que é
observar e guardar?? Neste caso significa obedecer. Primeiro eu tenho de
concordar com a “palavra (informação) para depois obedecer, isto é, para fazer
questão de obedecer independente das circunstâncias. Para concordar plenamente,
eu preciso entender plenamente.

Você
concorda que a obediência deva ser incondicional??

Incondicional
– esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
que não depende de, não está sujeito a qualquer tipo de condição,
restrição ou limitação; incondicionado.

incondicional

adj.2g. (1873) 1 que não depende de, não está sujeito a qualquer tipo de
condição, restrição ou limitação; incondicionado
<rendição i.> <amizade i.> 2 fisl psic
m.q. incondicionado
3 que, em quaisquer
circunstâncias e sem discussão, toma partido de alguém, de uma corrente, de uma
doutrina, de uma causa
<amigo i.> <admirador
i. da obra machadiana
> 4 que se deve fazer,
executar em quaisquer circunstâncias e condições
<pagamento i.> ¤ etim
in-
+ 1condicional
¤ sin/var integral, irrestrito,
total; ver tb. sinonímia de absoluto
¤ ant condicional; ver tb.
antonímia de absoluto

 

Guardemos bem
a definição de incondicional, pois ela é determinante para o ser humano.

 

O que foi
falado por Jesus??

1.     
Se alguém
observar
a minha palavra, nunca jamais
verá a morte.
”

2.     
e todo aquele QUE vive e exerce fé em
mim nunca jamais morrerá
.

 

1.     
se alguém guardar a minha palavra,
nunca verá a morte.

2.     
todo aquele QUE VIVE, e crê em mim (naquilo que eu informo a vocês), jamais
morrerá.
Crês isto?

Ficou
bem claro que Jesus sabia de algo que é imprescindível para a continuidade da
vida do humano.

Esta
pergunta final de Jesus é bem apropriada em face da afirmação que ele acabara
de fazer.

Você
ACREDITA nisto??

Jesus,
sendo eu um pecador, minha morte não é uma coisa automática e inevitável??
Jesus, não fui amaldiçoado antes de ter nascido?? Trata-se de uma afirmação
extremamente profunda. Trata-se de algo de extrema importância. Trata-se de uma
afirmação que revela ser a diferença entre minha vida e minha morte. Trata-se
de um conceito novo para o humano que até então acreditava em um conceito 100%
oposto. O humano precisa dar meia-volta, passando a andar em um sentido oposto
ao que estava andando até então.

O conceito
oposto no qual o humano acreditava até então o levava a muitas “conclusões”
erradas a respeito da forma como ele devia viver o seu dia a dia. Até então o
humano acreditava que suas “conclusões” eram a mais pura verdade.

Este novo
conceito revelado por Jesus, também faria o humano chegar a “novas conclusões”.

Acreditar
na afirmação de Jesus faz toda a diferença. Para aceitar as novas conclusões é
imprescindível
ACREDITAR
na informação
de
Jesus.

O que isto
significava?? Significava que eu teria de abandonar minhas antigas conclusões.
Eu teria de abrir mão daquilo que eu já acreditava para acreditar em uma nova
informação dada por Jesus.

Sabendo
disto, Jesus chamou a atenção por finalizar sua nova e importante informação
com uma pergunta: “Crês nisto”??

Todo
aquele que está vivo e acredita
em
mim NUNCA jamais morrerá. Percebemos também que aquele que acredita

em Jesus irá revelar isto não de
forma teórica, e sim de forma prática, por observar (guardar, obedecer) a
palavra de Jesus (informação saída da boca de Jesus). Quem acredita

em Jesus obedecerá aos
mandamentos retransmitidos por Jesus e viverá o seu dia a
dia de acordo com as informações
transmitidas por Jesus. Quem acredita em Jesus buscará entender
todas as informações saídas da boca de
Jesus. Não se trata de um acreditar
da boca pra fora.

Não se
trata de acreditar que ele existe e que é filho de Deus, que morreu por
causa de nossa iniquidade (iniquidade humana, pois se o homem não fosse mal,
ele não morreria), e outras coisas assim como estas, pois estas coisas são
fatos.

Acreditar
– esta é a definição dada
pelo dicionário Houaiss:
aceitar, estar ou ficar convencido da veracidade de ……

acreditar

v. (1602)
1 t.d.,t.i.int.
aceitar, estar ou
ficar convencido da veracidade, existência ou ocorrência de (afirmação, fato
etc.); crer
<é difícil
a.
(n)a justiça>
<jurou, mas não acreditamos> 2 t.i. supor ou intuir boas
intenções, finalidades; confiar
<acredite
nele e empreste o dinheiro
>
2.1
t.i.
julgar ou pensar
possível ou provável a realização de (possibilidade ou probabilidade)
<a. na vitória> 3 t.d. e pron. tornar(-se) digno de
estima e confiança
<o gesto
nobre acreditou-a
> <acreditou-se definitivamente
perante os colegas
> 4 t.d. e t.d.pred. p.ext. dar ou emprestar a (alguém) autoridade para
agir em seu nome
<acreditou-a
(como procuradora) para a
compra do imóvel
> 4.1 t.d.bit. conferir poder ou autoridade a
(alguém) para representar país ou instituição perante (país estrangeiro ou outra
instituição); credenciar 5
t.d. dar fundamentação,
confiança a; abonar
<sua
experiência acredita nossas afirmações
>
6 t.d. e t.d.pred. pensar, sem convicção ou certeza; achar, supor <acredita que não voltará a vê-los> <acreditam
relevante a tua contribuição
>
7 t.d.bit. e pron. com cont
m.q. creditar
(‘constituir como
credor’, ‘pôr quantia à disposição’)
¤ etim a- + crédito
+ -ar
¤ sin/var achar, crer, julgar;
ver tb. sinonímia de aceitar
¤ ant desacreditar, descrer;
ver tb. antonímia de aceitar

 

Neste
caso, a pessoa precisava estar convencida da veracidade da afirmação
saída da boca de Jesus e aceitar tal afirmação.

 

O que é um
fato??

Fato – Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: ação ou coisa feita,
ocorrida ….. algo cuja existência pode ser constatada
de modo indiscutível….

3fato

s.m. (1548)
1 ação ou coisa feita,
ocorrida ou em processo de realização
<não se deu
conta desse f.
> <f. de conversar> 2 algo cuja existência pode ser constatada de modo
indiscutível; verdade
<o controle
da poliomielite é agora um f.
>
²
f. consumado
1 fato cujo processo já
se completou ou que por certo se completará
<sua eleição
é f. consumado
> 2 jur
fato que, por
estar completo, não pode mais ter seus efeitos alterados • f. jurídico

jur
todo
acontecimento voluntário, como o ato jurídico e o ato ilícito, ou involuntário,
como o caso fortuito ou a força maior, capaz de criar, modificar ou extinguir
direitos • de f.
1 realmente; com efeito 2 que existe, que é
efetivo, independente de registro legal
<sociedade
de fato
> ¤ etim
lat. factum,i ‘feito, ação, façanha, empresa’

 

Diferente de
um fato, a palavra falada pode ou não ser constatada. O humano precisa
acreditar na palavra falada por Jesus, pois a palavra falada por Jesus é a pura
“verdade”. Se a palavra falada por Jesus estiver em oposição a qualquer
palavra, mesmo uma palavra registrada nas Escrituras, aquele que acredita em
Jesus abraçará a palavra falada por Jesus e rejeitará esta outra palavra
supostamente saída da boca de Jeová. A verdade não se contradiz.

O humano
precisa acreditar na palavra falada por Jesus como se já fosse um fato
comprovado.

Os
discípulos de Moisés confiavam plenamente em Moisés. Eles não se deixaram
convencer com as palavras de Jesus, muito embora Jesus tenha revelado seus
poderes, e eles tenham reconhecido que ninguém poderia fazer aquelas coisas
feitas por Jesus, sem que IHVH tivesse dado tais poderes a ele. Mesmo assim,
eles revelaram confiar plenamente nas informações dadas a eles por Moisés, no
caso das informações dadas por Jesus serem opostas às de Moisés.

Jesus
estava trazendo novas informações. Muitas destas informações contrariavam
informações recebidas de antepassados respeitáveis. Algumas informações eram
referentes a acontecimentos em um futuro imediatamente à frente, enquanto que
outras aconteceriam a médio prazo e enquanto que outras ocorreriam a longo
prazo. Por exemplo, Jesus falava para seus discípulos que ele sofreria às mãos
dos judeus, que seria morto e que no terceiro dia ele seria ressuscitado.

Mas, tendo
tantos poderes, Jesus permitiria que isto acontecesse?? Tendo poderes para
dizimar o opositor, que humano até então tinha permitido tal coisa acontecesse
consigo?? Quem iria ressuscitar Jesus?? Como ele podia ter certeza que seria em
três dias??

Os
discípulos precisavam acreditar em Jesus, não precisavam??

Será que
duvidariam destas afirmações de Jesus??

Você
acredita em mim??

Não é uma
questão de acreditar que eu existo, que eu sou humano ou coisas deste tipo.

Envolve
acreditar nas informações que saem da minha boca. Envolve acreditar em cada
palavra que eu falo, acreditar em cada informação que sai da minha boca.

Lembra da
palavra incondicional falada ali em cima??

Não
devemos desperceber que, na mesma frase Jesus falou em duas situações
diferentes, isto é, aquele que, embora cresse e que morreria, e aquele que,
estando vivo e cresse jamais morreria, ou seja, jamais experimentaria a morte.

Você acredita
em Jesus??

Ele
afirmou:

1.     
Aquele que acredita em mim,
mesmo que morra, viverá de novo. Aquele que está convencido da veracidade da
minha afirmação e a aceita, mesmo que morra viverá de novo.

2.     
Aquele que acredita em mim,
estando vivo, jamais morrerá. Não morrerá de velhice. Aquele que está
convencido da veracidade da minha afirmação e a aceita, estando vivo, jamais
morrerá. Isto deixa bem claro que dependendo do quanto eu acreditar nas
informações de Jesus eu poderei continuar vivo ou morrer.

3.     
Se você não conseguir continuar
a viver, você será ressuscitado.

 

Alguém, de forma lógica, questionaria:

– “Mas
Jesus, eu sou um ‘homem imperfeito’ e descendente de Adão, logo, isto é
impossível para mim, pois todos os imperfeitos descendentes de Adão estão automaticamente
condenados a morrer, independente do que façam, pois herdamos o pecado de Adão.
Jesus, só uma pessoa perfeita é que não morre.”

Alguém poderia continuar questionando, em face do
conceito pessoal sobre pecado:

– “Jesus,
eu creio na ressurreição, mas, a morte é o fim natural, esperado e irreversível
para todo humano, pois somos descendentes de Adão”.

– “Jesus,
depois que Adão desobedeceu, ele recebeu a imperfeição, que seria a
incapacidade de obedecer aos mandamentos Deus. Adão repassou para mim esta incapacidade de obedecer”.

Neste
caso, o que Jesus tinha acabado de afirmar??

Jesus tinha acabado de afirmar: “A morte não é um mal inevitável
para o descendente de Adão. É possível para você, a partir de agora, continuar
a viver e jamais morrer. Você tem esta CAPACIDADE, agora. Desde que APRENDAS
como; está em tuas mãos. Você acredita em mim??”

Notamos que
a afirmação de Jesus era 100% oposta à informação tida como verdadeira pelo
humano até aquela data. Não podemos esquecer que Jesus veio estabelecer a
“verdade” e a verdade não se contradiz. Existia uma mentira na mente do humano
e Jesus estava informando uma verdade.

Mas Jesus,
se eu sou imperfeito descendente de Adão, como
eu deixaria de morrer em face de
acreditar em você??

Jesus
afirmou: Isto é possível.

Ficou bem
claro que o humano não estava impossibilitado de continuar a viver pelo fato de
ser fisicamente “imperfeito” (estar fisicamente debilitado, ou com defeitos).
Ficou bem claro que o problema principal não estava no físico do humano.

—Jesus,
existem casos em que a debilidade física do humano está além de recuperação.
Nestes casos, o que acontecerá com este humano??

—Bem, este
humano morrerá, e eu o ressuscitarei no último dia.

Pode um
iníquo deixar de ser iníquo e passar a ser justo?? Poderá fazer isso sem passe
de mágica?? Isto acontece em um passe de mágica?? Isso depende do iníquo ou
depende de Deus??

Por ter
cometido um pecado, ele se tornou um “iníquo”. Seria isso uma marca perpétua??
Seria uma condição perpétua?? Tornou-se um caso perdido??

Será que
ele ainda pode se tornar um “justo”?? “Justo” é aquele que continua a viver,
não é?? Justo é aquele que satisfaz todas as condições para continuar a viver.
Foi o que o Pai falou, não é verdade??

Agora,
analisemos estas duas frases:

1.     
“Você morre porque
você é um imperfeito filho de
Adão
” – trata-se de uma
informação que me levará a certas conclusões e a certas palavras e ações em
relação a mim mesmo. Vou morrer automaticamente. Não importa o que eu faça, eu
vou morrer mesmo. Estou amaldiçoado.
A responsabilidade
não é minha.

2.     
Você só morre porque
você comete pecado – trata-se de
outra informação base para outras conclusões, palavras e ações. Se eu não
cometer pecado eu vou continuar a viver.
A responsabilidade
é só minha.

Bem,
aquele que estivesse interessado, não se acanharia e certamente perguntaria a
Jesus o “como”.

Jesus, “como” isto
aconteceria?? Eu já cometi pecados,
não vou morrer automaticamente?? Não estou
“condenado” a morrer automaticamente?? Não estou amaldiçoado??
O que fazer para continuar
a viver (não morrer) mesmo depois de já ter cometido pecados?? Isto é uma coisa
possível?? Centenas de anos antes, o
que o Pai falou a respeito disto??

O que tem
acontecido é que muitos simplesmente rejeitam esta palavra de Jesus,
discordando dela e apresentando as impossibilidades existentes em suas mentes
como argumentos indestrutíveis formados por informações contrárias às
informações dadas por Jesus. Desta forma, estes rejeitam a palavra (informação)
de Jesus ANTES de buscar ouvir para poder entender. Será que o Pai já havia
dado esta mesma informação para o humano?? Que reação teve o humano depois de
ouvir a informação dada pelo Pai?? Muitos apontam para as escrituras, afirmando
que Jesus não afirmaria nada que violasse o que já estava escrito nas
“escrituras”. Em nome de uma suposta coerência das “escrituras”, eles rejeitam
a informação dada por Jesus.

Quem
foi que estipulou as condições para a continuidade da vida do humano?? Foi o
Pai. Quando Ele fez isso??

Quando
foi que o Pai estipulou as condições para a continuidade da vida do humano??
Foi na hora do projeto. Foi na hora em que em começou a projetar o humano e o
lugar onde o humano deveria viver o seu dia a dia, ou seja, o ambiente natural
do humano.

Será
que o humano pode viver no planeta Marte??

Sabemos
que as condições naturais do planeta Marte não satisfazem a necessidade do
humano, sendo hostil para o humano. Sabemos da existência de uma
incompatibilidade.

Para
o humano conseguir sobreviver em Marte teria de acontecer uma das duas opções
que se seguem:

1
– O planeta Marte se adaptar às necessidades físicas do humano.

2
– O humano se adaptar às características físicas do planeta Marte.

Percebemos
que as condições originais do planeta Terra fazem parte do somatório das
condições essenciais para a continuidade da vida do humano. É imprescindível
que o humano esteja no ambiente que foi projetado para ser seu habitat
ideal.

O
que é um habitat??

Habitat
– esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss:
conjunto de
circunstâncias físicas e geográficas que oferece condições favoráveis à vida e
ao desenvolvimento de determinada espécie animal ou vegetal

habitat Datação: 1881 Língua: latim Pronúncia: habìtat, corrente abìtat

n substantivo
masculino de dois números

1 Rubrica: ecologia.

conjunto
de circunstâncias físicas e geográficas que oferece condições favoráveis à vida
e ao desenvolvimento de determinada espécie animal ou vegetal

2 Rubrica: ecologia.

tipo
de ambiente caracterizado por um conjunto de condições bióticas e abióticas
integradas

3 Rubrica: antropogeografia.

conjunto
de condições de organização e povoamento pelo homem do meio em que vive

Exs.: h. urbano

h. rural

4 Derivação: por extensão de sentido.

local
onde algo é ger. encontrado ou onde alguém se sente em seu ambiente ideal

Obs.: f.aport.: hábitat

Ex.: ao ser admitida na biblioteca, ela encontrou o seu h.

 

 

O
habitat ideal do humano é o planeta Terra, pois é aqui que existem as condições
ideais para a existência do ser humano. Isto foi estabelecido na hora do
projeto.

É
óbvio que o humano precisa tomar ciência de como proceder neste habitat ideal,
pois o humano tem a capacidade de modificar este habitat ideal, tirando
dele aquele equilíbrio original.

Toda
e qualquer ação tomada pelo homem que venha a ferir (modificar) este habitat
ideal (original), pode ser rotulado de pecado. Na verdade, trata-se de uma ação
contra si mesmo. Uma ação contra a continuidade de sua própria vida.

Percebemos
que pecado é toda ação que ponha a vida em risco.

Seria
uma grande rebeldia do humano desejar viver em outro habitat. Seria uma
rebeldia contra o projeto e contra o Projetista.

Percebemos
também que a vida do humano está diretamente relacionada com o seu habitat
ideal e diretamente ligada ao seu habitat ideal (original), pois fora do seu
habitat ideal ele morre e se o seu habitat deixar de ser o ideal, ele também
morre.

Será
que existe algo de mágico nisso??

Percebemos
a existência de “condições” que o humano deve satisfazer para dar continuidade
à sua vida.

Sendo
o humano projetado para tomar “decisões” diante das circunstâncias aos seus
olhos, o que o humano usará como “base” para tomar suas decisões??

Dependendo
da decisão tomada, o humano modificará ou não as naturais condições do seu
habitat ideal, revelando ao final, ser vida ou morte para ele mesmo. Percebemos
que cada decisão tomada se assemelha a uma semente plantada.

Percebemos
que o humano precisa de “informações” para que suas decisões sejam as decisões
corretas em relação à sua continuidade de vida em curto, médio e longo prazo.

O QUE OS MEUS OLHOS VÊM??

Dependendo do que eles vejam, me transformo
em “fonte” do que??

 

Estes homens
viam os pássaros nas suas lindas cores e, no entanto, eram cegos.

Estes
homens ouviam o lindo cantar de todos os pássaros e, no entanto, eram surdos.

Será que
eu também sou como aqueles humanos?? Será que eu alcancei o mesmo estado destes
homens??

O que será
que estes homens não viam?? O que será que estes homens não ouviam??

(Mateus 13:13-15) 13 É por isso que lhes falo
usando ilustrações, porque olhando, olham em vão, e ouvindo, ouvem em vão, nem
entendem; 14 e é neles que tem cumprimento a profecia de
Isaías, que diz: ‘Ouvindo ouvireis, mas de modo algum entendereis; e olhando
olhareis, mas de modo algum vereis. 15 Pois o coração deste
povo tem ficado embotado e seus ouvidos têm ouvido sem reação, e eles têm
fechado os olhos; para que nunca vissem com os olhos, nem ouvissem com os
ouvidos, nem entendessem com os corações e se voltassem, e eu os
sarasse.’

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Mateus 13:13-15)
13
Por isso lhes falo por parábolas; porque
eles, vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem nem entendem.
14 E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, e
de maneira alguma entendereis; e, vendo, vereis, e de maneira alguma
percebereis. 15 Porque o coração deste povo se endureceu, e com os
ouvidos ouviram tardamente, e fecharam os olhos, para
que não vejam com os olhos, nem ouçam com os ouvidos, nem entendam com o
coração, nem se convertam,
e
eu os cure.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Mateus
13:13-15) 13
Por isso lhes falo em
parábolas, porque vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem,
nem entendem. 14 Neles se está cumprindo a profecia de Isaías, que diz:
Certamente ouvireis, e de nenhum modo entendereis; Certamente
vereis, e de nenhum modo percebereis. 15 Pois o coração deste povo se
fez pesado, E os seus ouvidos se fizeram tardos, E eles fecharam os olhos; Para não suceder que, vendo com os olhos E ouvindo com os
ouvidos, Entendam no coração e se convertam,
E eu os sare.

Segundo as
palavras de Jesus, o caso daqueles humanos era um caso de que??

Segundo
Jesus, era um caso de “cura”.

Quem é que
precisa de cura?? Somente aquele que está doente. Somente aquele que carrega
uma enfermidade.

Em um
estado como este, o que era necessário que Jesus fizesse?? Visando ajudá-los, o
que era necessário que Jesus fizesse?? Era necessário que Jesus desse algumas
gotas do seu sangue?? Era necessário que Jesus desse pedaços
de sua carne??

Era
necessário um passe de mágica?? Era necessário um milagre??

Era necessário
que Jesus fizesse exatamente aquilo que ele fez, isto é, expor as coisas
através de palavras e de ilustrações. Era extremamente necessário que Jesus
facilitasse as coisas. Tudo estava centralizado nas “palavras”. Tudo estava
centralizado nas “informações”.

Por isso
lhes falo.

Jesus
podia vê-los como pessoas que estavam além de ajuda, ou seja, como um caso
perdido. Muitos afirmam que Jesus desejava confundi-los ainda mais com as
ilustrações e parábolas, enganando-os como fizeram os filhos de Jacó no
caso Diná e Siquém, algo que os que idolatram Jacó
afirmam ser algo normal e natural, afinal os enganados eram um caso perdido. No
entanto, a personalidade de Jesus não lhe permitiria agir assim. Será que Jesus
era um mentiroso e hipócrita?? Será que enganá-los seria uma ação amorosa ou
desamorosa?? Jesus mostrou ser um “ajudador”, um autêntico ajudador, um
imparcial ajudador, não fazendo acepção de doentes. O real objetivo de Jesus
era facilitar as coisas para aquelas pessoas, para que elas pudessem raciocinar.
As parábolas tinham como objetivo fazê-los pensar, pois só muda de opinião
aquele que pensa, ou seja, aquele que manipula em seu cérebro as informações
recebidas, para poder chegar a uma conclusão se certas coisas são certas ou
erradas.

Estando aquelas
pessoas presas a certas informações nas quais elas acreditavam religiosamente,
era necessário dar a estas pessoas algo que tivesse a capacidade de quebrar
aquele círculo vicioso de pensamentos, minando aquela confiança que tinham nas
informações de seus antepassados.

A
CONFISSÃO

Conhecendo
plenamente o ser humano, lógico, Ele foi o seu projetista e criador, de forma
antecipada, Jeová revela quais seriam as palavras faladas por estes homens que
não entendiam as parábolas de Jesus. Depois de algum tempo, depois de passarem
por estas experiências registradas, estes homens da geração de Jesus fariam uma
triste confissão. Para muitos homens da geração de Jesus, ainda está adiante de
nós o dia desta confissão.

(Isaías 53:3-6) 3
Ele foi desprezado e evitado pelos homens, homem
para ter dores e para conhecer doença. E era como se se ocultasse de nós a
face. Foi desprezado e
não o tivemos em conta. 4 Verdadeiramente, foram as nossas doenças
que ele mesmo carregou; e quanto às
nossas dores, ele
as levou.
Mas nós mesmos o considerávamos afligido,
golpeado por Deus e atribulado. 5
Mas ele estava sendo traspassado pela nossa transgressão; estava sendo esmigalhado pelos nossos erros. O
castigo intencionado para a
nossa paz estava
sobre ele, e por causa das suas feridas tem havido
cura para nós. 6 Todos nós temos andado errantes quais ovelhas; viramo-nos cada um para o seu
próprio caminho; e o próprio Jeová fez que o erro de todos nós atingisse
aquele.

 

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Isaías 53:3-6) 3 Era desprezado, e rejeitado dos homens; homem de dores, e
experimentado nos sofrimentos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto,
era desprezado,
e não fizemos dele caso algum. 4
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as
nossas dores;
e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. 5 Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos
traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras
fomos sarados. 6 Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu
caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade
de todos nós.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Isaías 53:3-6)
3
Era desprezado e rejeitado dos homens; um
varão de dores, e que tinha experiência de enfermidades. Como um de quem os
homens escondiam o rosto, era ele desprezado,
e dele não
fizemos caso.
4 Verdadeiramente foi ele
quem tomou sobre si as nossas enfermidades, e carregou com as
nossas dores; e nós o reputávamos como aflito, ferido de Deus e
oprimido. 5 Mas ele foi ferido por causa das
nossas transgressões, esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos
devia trazer a paz, caiu sobre ele, e pelas suas pisaduras
fomos nós sarados. 6 Todos nós temos
andado
desgarrados como ovelhas; temo-nos
desviado cada um para o seu caminho; e Jeová fez cair sobre ele a iniqüidade de todos nós.

PISADURA
– Esta é a definição dada por
certo dicionário (Houaiss):
lesão, contusão

pisadura Datação: sXV

n substantivo feminino

1
vestígio ou sinal
de pisadas

2
lesão

produzida por
golpe ou impacto, sem dilaceração ou rotura da pele; contusão

3
Regionalismo: Nordeste do Brasil.

qualquer
ferida em lombo
de animais

– “Desculpe-me,
eu tomei uma decisão errada; perdoe-me, pois eu tomei uma decisão errada”.

Isto é uma confissão.

O humano está sempre sendo
confrontado com circunstâncias que lhe pedem ou exigem uma decisão. Toda
palavra e toda ação é fruto de uma decisão.

O humano sempre toma
decisões??

Ignorantes e sábios, sempre
tomam decisões??

Sim. Não é esta a característica
determinante de uma pessoa que possui o livre-arbítrio??

Não é esta a marca registrada
do humano??

Decisão
– esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
ato ou efeito de decidir; qualquer espécie de resolução sobre algum
assunto; deliberação.

decisão

s.f.
(1550) 1 ato ou efeito de
decidir; determinação 2
resolução tomada após julgamento; juízo, sentença 3
p.ext.
qualquer espécie
de resolução sobre algum assunto; deliberação 4
capacidade de resolver
sem hesitação; coragem, firmeza 5
desp B jogo decisivo; final ¤ etim
fr. décision ‘id.’, este do lat. decisìo,ónis ‘diminuição, transação,
decisão’
¤
sin/var ver sinonímia de coragem;
ver tb. antonímia de hesitação
e indiferença ¤ ant
hesitação, indecisão,
perplexidade, vacilação; ver tb. antonímia de coragem

 

Decidir
– esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
tomar resolução ou resoluções sobre; deliberar, resolver;

decidir

v. (1532)
1 t.d. e
t.i.
emitir
(alguém com autoridade ou poder para julgar) juízo final sobre (questão, causa
etc.)
<só os pais
devem d.
(sobre) as questões
entre filhos
> 2 t.d.,t.i.int.
tomar resolução
ou resoluções sobre; deliberar, resolver
<a
negociação vai d.
(sobre) o término
da guerra
> <acho que ele decidiu bem> 3 t.d. e t.i. estabelecer como norma;
estatuir, dispor, decretar
<a lei
decide que a ninguém é dado desconhecê-la
> <a
Constituição decide do direito de greve
>
4 t.d. e
pron.
levar
ou chegar a um resultado; resolver(-se)
<d. um impasse> <a contenda
decidiu-se sem grandes problemas
>
5 t.d. e
pron.
anunciar
juízo ou resolução; pronunciar-se
<o patrão
decidiu a suspensão do trabalho
>
<o sindicato decidiu-se pela
continuação da greve
> ¤ gram
na acp. 3, o complemento do v.t.d. é
sempre uma or. subord. subst. introduzida por que
¤ etim
lat.
decído,is,cídi,císum,ère ‘cortar, separar;
decidir; resolver’
¤ sin/var ver sinonímia de deliberar ¤ hom
decida(1ª3ªp.s.),
decidas(2ªp.s.) / descida(f.descido e s.f.) e pl.; decido(1ªp.s.) / descido(part.descer e s.m.)
¤ par dissidir(todos os tempos do
v.); decidia(3ªp.s.), decidiam(3ªp.pl.), decidíamos(1ªp.pl.), decidias(2ªp.s.),
decidíeis(2ªp.pl.) / dissidia, dissidiam, dissidiamos, dissidias,
dissidieis(fl.dissidiar)

 

Quando confrontada com uma
circunstância, a pessoa toma uma resolução.

Resolução
– esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
meio pelo qual se decide um caso duvidoso, uma questão

resolução

s.f.
(sXV) 1 meio pelo qual se decide um caso duvidoso, uma questão <tomou uma r. e acabou o problema> 2 capacidade de decidir; expediente <era um homem de r.> 3 decisão tomada após deliberação <a r. do caso foi a melhor possível> 4 transformação, mudança física <r. de nuvens em chuva> 5 cine fot tv processo ou capacidade
de tornar bem visível, nítida, uma imagem registrada por câmara de fotografia,
cinema ou TV 6
jur meio de extinção de contrato, nos casos de
condição resolutiva nele prevista 7
lóg operação intelectual
que consiste em decompor um todo em partes, ou uma proposição complexa em
proposições simples 8
med desaparecimento de um estado mórbido sem
cirurgia 9
med abolição ou diminuição da contratibilidade
muscular 10
mús movimento melódico de uma dissonância para uma
consonância
¤ etim lat. resolutìo,ónis ‘ação de desatar,
libertação etc.’
¤ sin/var ver sinonímia de coragem e solução
e antonímia de hesitação
e indiferença
¤ ant
hesitação,
indecisão, indeterminação, irresolução, perplexidade; ver tb. antonímia de coragem

e sinonímia de hesitação
e indiferença

 

Cada circunstância traz ao
humano uma questão. Ao observar a circunstância, o humano fará dela uma análise.
Depois desta análise, o humano tomará uma resolução quanto ao que ele fará em
relação àquela circunstância (questão).

Até mesmo o não fazer nada em
relação àquela circunstância é uma decisão, uma resolução tomada após análise
da circunstância.

A decisão tomada poderá ser a
decisão certa ou a decisão errada.

O humano não pode fugir desta
realidade inerente a ele próprio.

Será que um humano poderia
viver sem tomar nenhuma decisão??

Para que isto acontecesse,
este humano seria transformado em um mero robô. Ele reagiria a comandos diretos
e depois entraria em repouso aguardando novos comandos.

Foi o Criador quem definiu as
coisas desta forma. Isto estava definido desde o projeto.

Neste caso, quando é que o
humano fará aquela confissão acima??

O que é necessário acontecer
até o humano fazer tal confissão??

O que isto tem a ver com o
processo de cura do pecado??

Continuemos a sabatina sobre
cura para o pecado.

·         LÁ ESTÁ ALGUÉM QUE ESCRAVIZA
SERES HUMANOS – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         SENDO UM EGÍPCIO
ESCRAVIZADOR, O QUE TEUS OLHOS VÊM??

·         SENDO UM SERVO UNGIDO
DE DEUS ESCRAVIZADOR, O QUE TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UMA
PROSTITUTA – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UM APÓSTATA –
O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UM ADÚLTERO –
O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UM PEDÓFILO –
O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UMA ADÚLTERA
– O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ DAVI E SUAS
MUITAS MULHERES, O QUE TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ O ASSASSINO
DE TEU FILHO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ A TUA ESPOSA
ADÚLTERA – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UM LEPROSO –
O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UM CEGO – O
QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ AQUELE QUE
ROUBOU O TEU CARRO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ MOISÉS – O
QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ O REI DAVI –
O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ JACÓ – O QUE
OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ O REI
MANASSÉS – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ JÓ – O QUE OS
TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÃO OS HOMENS DE
SODOMA – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ CAIM – O QUE
OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ ADÃO – O QUE
OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ EVA – O QUE
OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ JUDAS
ISCARIOTES – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UM ADORADOR DE
BEZERROS DE OURO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ O GIGANTE
GOLIAS – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ O TEU FILHO
LADRÃO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ O TEU FILHO
ASSASSINO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ AQUELE QUE
ASSASSINOU O TEU FILHO – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ O TEU FILHO
BEBERRÃO, GLUTÃO E REBELDE – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         LÁ ESTÁ UMA MULHER
QUE SE CASOU SEM SUA VIRGINDADE – O QUE OS TEUS OLHOS VÊM??

·         SERÁ QUE TEUS OLHOS
IMPARCIAIS VÊM ALGUÉM A SER MORTO; TEUS OLHOS VÊM ALGUÉM QUE TEM DE PAGAR POR
SEUS ERROS??

·         LÁ ESTÁ VOCÊ – O QUE
OS TEUS IMPARCIAIS OLHOS VÊM??

PECADOR
–
AOS
OLHOS DE MOISÉS ERA ALGUÉM A SER MORTO, ALGUÉM DE QUEM NÃO SE DEVIA SENTIR
PENA, ALGUÉM QUE VOCÊ NÃO DEVIA MAIS AMAR, ANTES, QUE DEVIA ODIAR, ALGUÉM QUE
TINHA DE PAGAR PELOS SEUS PECADOS, ALGUÉM QUE NÃO PODIA FICAR IMPUNE, ALGUÉM
QUE TINHA DE SER REMOVIDO DO MEIO DO POVO.

Será que
Jeová concordava com Moisés?? Tinha Jesus a mesma personalidade de
Moisés?? Jesus tinha muito mais poder do que Moisés, não tinha?? Estando Jesus
sob as mesmas circunstâncias pelas quais Moisés passou, seriam as reações de
Jesus idênticas às reações de Moisés??

Como um
bom levita que era, Moisés deu o seu exemplo: Diante de uma circunstância, que decisão
tomou Moisés?? Ele matou um homem que praticava uma iniquidade contra
outro homem que ele considerava um irmão e ao qual ele atribuía um alto valor.
Na defesa de uma vítima ele matou um homem, a quem ele passou a atribuir
uma baixo valor. Aquele iníquo egípcio tinha de pagar
pelo seu pecado e Moisés tomou a iniciativa de fazê-lo pagar. Moisés decidiu
matar o egípcio e matou o egípcio. Como deixar impune um incircunciso (outro
grupo) que pratica um mal contra um circunciso (meu grupo)?? Colocar-se à favor da vítima e contra o agressor é a coisa certa a ser
feita, não é??? Deveria tal agressor ficar impune?? Deveria continuar a amar o
agressor com o mesmo amor que ama a vítima??

Moisés
mostrou ser uma fonte de morte e de violência. Foi o que saiu dele, não
foi??

Você não
pratica uma “maldade” contra aquela pessoa que tem um Alto valor para você,
mesmo que ela faça algo grave contra você.

O que fez
Moisés?? Moisés valorizou o hebreu (a vítima) e desvalorizou o egípcio (o
agressor). Não podemos esquecer que Moisés via o hebreu como sua família e o
egípcio como não fazendo parte de sua família. Os valores atribuídos ao egípcio
e ao hebreu eram bem diferentes.

(Êxodo 2:11-12) 11 Sucedeu então, naqueles dias,
tornando-se Moisés forte, que ele saiu, indo ter com seus irmãos para ver os
fardos que levavam; e avistou certo egípcio golpeando certo hebreu dos seus
irmãos. 12 Ele se virou então para um lado e para outro, e viu
que não havia ninguém à vista.
Golpeou então o egípcio e encobriu-o na areia.

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Êxodo 2:11-12) 11 Ora, aconteceu naqueles dias que, sendo Moisés já homem,
saiu a ter com seus irmãos e atentou para as suas cargas; e viu um egípcio que
feria a um hebreu dentre, seus irmãos. 12 Olhou
para um lado e para outro, e vendo que não havia ninguém ali,
matou o egípcio
e escondeu-o na areia.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo 2:11-12) 11 Por aqueles dias, sendo Moisés já homem, saiu a ter com
seus irmãos, e para as suas cargas atentou; e viu um egípcio ferindo a um de
seus irmãos hebreus. 12 Olhou para uma e outra parte e, vendo que não
havia ali ninguém,
matou o egípcio e escondeu-o na areia.

Como resolver os problemas dentro do reino e
com reinos vizinhos?? O súdito deve ser fonte de que??

Jesus
revelou que deveriam ser usados apenas dois mandamentos para resolver todos os
problemas do dia a dia do reino. Isto significava que os súditos tinham dois
mandamentos básicos para resolverem todos os seus problemas dentro do reino,
tanto em relação aos naturais do reino como em relação aos estrangeiros que
estivessem dentro do reino. Segundo Jesus, aqueles humanos deviam tomar todas
as suas decisões de acordo com dois mandamentos básicos.

Segundo a
informação dada por Jesus, toda e qualquer decisão que o humano tomasse,
deveria ter apenas duas diretrizes como base para suas decisões no dia a dia.

Jeová
é uma pessoa Santa. O que os mandamentos dados por Jeová revelam a respeito de
Sua personalidade (de Jeová)??

Os
mandamentos saídos da boca de Jeová são frutos dos sentimentos existentes no
coração de Jeová. Podemos afirmar que os mandamentos saídos da boca de Jeová
são a consequência da personalidade de Jeová; que são consequência dos
sentimentos de Jeová. Podemos dizer que são frutos, não podemos?? Sendo Jeová a
fonte de sabedoria, os mandamentos saídos de Sua boca são frutos de plena
sabedoria. O que estes mandamentos transmitidos por Moisés revelam a respeito
da personalidade de Jeová?? Quais são os sentimentos que saltam aos olhos ao
analisarmos tais mandamentos?? Quais são os sentimentos que formam a base para
a existência de tais mandamentos?? Será que confirmam as palavras de
Jesus que afirmou:

(Mateus 22:36-40) 36 “Instrutor, qual é o maior mandamento na Lei?” 37 Disse-lhe:
“‘Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e
de toda a tua mente.’ 38 Este é o maior e primeiro
mandamento. 39 O segundo, semelhante a este, é: ‘Tens de amar
o teu próximo como a ti mesmo.’ 40
DESTES DOIS
mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 22:36-40) 36 Mestre, qual é o grande mandamento da Lei? 37 Respondeu-lhe
Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de
todo o teu entendimento. 38 Este é o grande e primeiro mandamento. 39
O segundo semelhante a este é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. 40
DESTES
DOIS mandamentos dependem toda a Lei e os profetas.

Aquele que
tem fé nesta afirmação de Jesus irá sabatinar todos os mandamentos existentes,
analisando-os segundo esta fundamental regra informada por Jesus. Trata-se de
uma chave a ser usada para revelar se o mandamento é originário de
Jeová, O Santo, ou não. Que espécie de sentimentos se deveria ter pelos
iníquos?? Será que o “iníquo” era um próximo a ser amado?? Devo amar o iníquo??
O iníquo e o justo devem ser amados por mim na mesmíssima proporção??

Que outra
regra de comportamento afirmou Jesus que resumia toda a lei e os profetas??

(Mateus 7:12) 12 “Todas as
coisas, portanto, que quereis que os homens vos façam, vós também tendes de
fazer do mesmo modo a eles; isto, de fato, é o que a Lei e os Profetas
querem dizer.

 

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Mateus 7:12) 12 Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós a eles; porque esta é a lei e os
profetas.

Segundo o
olhar de Jesus, qual era a lei a ser obedecida??

·         Todas as coisas,
portanto, que quereis que os homens vos façam, vós também tendes de fazer do
mesmo modo a eles;

·         tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho
também vós a eles;

Segundo Jesus,
eu devia tomar minhas decisões em relação aos problemas do dia a dia segundo as
informações que ele estava transmitindo.

Se eu usar
as informações de Jesus como base para tomar as minhas decisões, certamente que
terei um determinado modo de resolver meus problemas.

Se eu usar
as informações de Moisés como base para resolver os meus problemas no dia a
dia, será que tomarei as mesmas decisões que eu tomaria usando as informações
de Jesus??

Vejamos
agora alguns dos mandamentos dados por Moisés para o povo, visando achar neles esta “lei” que Jesus via e obedecia. Em cada um dos
mandamentos citados abaixo, busquemos achar os dois mandamentos base, indicados
por Jesus.

1 – A
mulher se casou sem a sua virgindade

(Deuteronômio 22:20-21) 20 “Se, porém, este assunto se provou verdadeiro, não se achando
evidência de virgindade na moça, 21
então eles têm de levar a moça para fora, à entrada da casa de seu
pai, e os homens da sua cidade
têm de matá-la a pedradas e ela tem de morrer, porque
cometeu uma ignominiosa insensatez em Israel, cometendo prostituição na casa de
seu pai. Assim tens de eliminar o mal do teu meio.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Deuteronômio
22:20-21) 20
Se, porém, esta acusação for
confirmada, não se achando na moça os sinais da virgindade, 21 levarão a
moça à porta da casa de seu pai,
e os homens da sua cidade a apedrejarão
até que morra
; porque fez loucura em Israel,
prostituindo-se na casa de seu pai. Assim exterminarás o mal do meio de ti.

2 – Homem
e mulher adúlteros

(Deuteronômio 22:22) 22 “Caso um homem seja encontrado deitado com uma mulher que tenha
dono,
então ambos têm de morrer juntos, o homem que se deitou com a
mulher e a mulher. Assim tens de eliminar o mal de Israel.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Deuteronômio
22:22) 22
Se um homem for encontrado deitado
com mulher que tenha marido,
morrerão ambos, o
homem que se tiver deitado com a mulher, e a mulher. Assim exterminarás o mal
de Israel.

3 – Filho
obstinado e rebelde

(Deuteronômio 21:18-21) 18 “Caso um homem tenha um filho obstinado e rebelde, que não escuta a
voz de seu pai nem a voz de sua mãe, e eles o tenham corrigido, porém, ele não
os queira escutar, 19
então seu
pai e sua mãe têm de pegar nele e trazê-lo para fora aos anciãos da cidade dele
e ao portão do seu lugar, 20
e têm de
dizer aos anciãos da sua cidade: ‘Este filho nosso é obstinado e rebelde; não
escuta a nossa voz, sendo glutão e beberrão.’ 21
Então todos os homens da sua cidade têm de atirar nele pedras e ele tem de
morrer
. Assim tens de eliminar o mal do teu meio, e todo o Israel ouvirá
e deveras ficará com medo.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Deuteronômio
21:18-21) 18
Se alguém tiver um filho
contumaz e rebelde, que não obedeça à voz de seu pai e à voz de sua mãe, e que,
embora o castiguem, não lhes dê ouvidos, 19 seu pai e sua mãe, pegando
nele, o levarão aos anciãos da sua cidade, e à porta do seu lugar; 20 e
dirão aos anciãos da cidade: Este nosso filho é contumaz e rebelde; não dá
ouvidos à nossa voz; é comilão e beberrão. 21 Então todos
os homens da sua
cidade o apedrejarão, até que morra
; assim
exterminarás o mal do meio de ti; e todo o Israel, ouvindo isso, temerá.

4 – O
homem que não escutar o sacerdote ou o juiz (discordar da palavra falada por
este, não obedecer a palavra falada por este, afinal, ele é uma autoridade)

(Deuteronômio 17:12-13) 12 E o homem que se
comportar presunçosamente, não escutando o sacerdote que ali está de pé para
ministrar a Jeová, teu Deus, ou o juiz,
tal homem tem de morrer; e tens
de eliminar o mal de Israel. 13 E todo o povo ouvirá e ficará
com medo, e não mais agirão presunçosamente.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Deuteronômio
17:12-13) 12
O homem que se houver soberbamente,
não dando ouvidos ao sacerdote, que está ali para servir ao Senhor teu Deus,
nem ao juiz,
esse homem morrerá; assumirá de
Israel o mal. 13 E todo o povo, ouvindo isso, temerá e nunca mais se
ensoberbecerá.

5 – Adorar
outros deuses, se curvar diante de outros deuses

(Deuteronômio 17:2-5) 2 “Caso no teu meio em uma das tuas cidades que Jeová, teu Deus, te dá
seja achado um homem ou uma mulher que pratique o que é mau aos olhos de Jeová,
teu Deus, de modo a infringir o seu pacto, 3
e ele vá e adore outros deuses, e se curve diante deles ou diante
do sol, ou da lua, ou de todo o exército dos céus, coisa que não mandei, 4
e isso te foi contado, e tu o ouviste e pesquisaste cabalmente, e
eis que a coisa ficou estabelecida como verdadeira, fez-se tal coisa detestável
em Israel! 5
então tens
de levar para fora, aos teus portões, tal homem ou tal mulher que fez essa
coisa má, sim, o homem ou a mulher,
e tens de matar tal pessoa a pedradas e
tal pessoa tem de morrer.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Deuteronômio
17:2-5) 2
Se no meio de ti, em alguma das
tuas cidades que te dá o Senhor teu Deus, for encontrado algum homem ou mulher
que tenha feito o que é mau aos olhos do Senhor teu Deus, transgredindo o seu
pacto, 3 que tenha ido e servido a outros deuses, adorando-os, a eles,
ou ao sol, ou à lua, ou a qualquer astro do exército do céu (o que não
ordenei), 4 e isso te for denunciado, e o ouvires, então o inquirirás
bem; e eis que, sendo realmente verdade que se fez tal abominação em Israel, 5
então levarás às tuas portas o homem, ou a mulher, que tiver cometido esta
maldade,
e apedrejarás o tal homem, ou mulher, até que morra.

6 –
Incitar alguém a adorar outros deuses

(Deuteronômio 13:12-15) 12 “Caso ouças dizer numa das tuas cidades que Jeová, teu Deus, te dá
para ali morares: 13
‘Homens
imprestáveis saíram do teu meio para tentar desviar os habitantes da sua
cidade, dizendo: “Vamos e sirvamos a outros deuses”, que não conheceste’, 14
então tens de pesquisar, e investigar, e indagar cabalmente; e se a
coisa fica estabelecida como verdadeira, tal coisa detestável foi feita no teu
meio, 15
deves
impreterivelmente golpear os habitantes daquela cidade com o fio da espada.

Devota
à destruição pelo fio da espada tanto a ela como a tudo o que houver nela, bem
como seus animais domésticos.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Deuteronômio
13:12-15) 12
Se, a respeito de alguma das
tuas cidades que o Senhor teu Deus te dá para ali habitares, ouvires dizer: 13
Uns homens, filhos de Belial, saindo do meio de ti,
incitaram os moradores da sua cidade, dizendo: Vamos, e sirvamos a outros
deuses!-deuses que nunca conheceste- 14 então inquirirás e investigarás,
perguntando com diligência; e se for verdade, se for certo que se fez tal
abominação no meio de ti, 15
certamente ferirás ao fio da espada os
moradores daquela cidade, destruindo a ela e a tudo o que nela houver, até os
animais.

7 – O
profeta que falou em franca revolta contra Jeová

(Deuteronômio 13:1-5) 13 “Caso se
levante no teu meio um profeta ou um sonhador de sonho e ele te dê um sinal ou
um portento, 2 e se cumpra o sinal ou o portento de que te
falou, dizendo: ‘Andemos seguindo outros deuses, que não conheceste, e
sirvamo-los’, 3 não deves escutar as palavras deste profeta
ou o sonhador daquele sonho, porque Jeová, vosso Deus, vos está pondo à prova
para saber se amais a Jeová, vosso Deus, de todo o vosso coração e de toda a
vossa alma. 4 Deveis andar seguindo a Jeová, vosso Deus, e a
ele deveis temer, e seus mandamentos deveis guardar, a sua voz deveis escutar,
e a ele deveis servir, e a ele vos deveis apegar.
5 E aquele
profeta ou aquele sonhador do sonho deve ser morto
, porque
falou em revolta contra Jeová, vosso Deus, que vos fez sair da terra do Egito e
que te remiu da casa dos escravos, para te desviar do caminho em que Jeová, teu
Deus, te mandou andar; e tens de eliminar o mal do teu meio.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Deuteronômio
13:1-5) 1
Se levantar no meio de vós
profeta, ou sonhador de sonhos, e vos anunciar um sinal ou prodígio, 2 e
suceder o sinal ou prodígio de que vos houver falado, e ele disser: Vamos após
outros deuses que nunca conhecestes, e sirvamo-los, 3 não ouvireis as
palavras daquele profeta, ou daquele sonhador; porquanto o Senhor vosso Deus
vos está provando, para saber se amais o Senhor vosso Deus de todo o vosso
coração e de toda a vossa alma. 4 Após o Senhor vosso Deus andareis, e a
ele temereis; os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis; a ele
servireis, e a ele vos apegareis. 5
E aquele profeta, ou aquele sonhador,
morrerá
, pois falou rebeldia contra o Senhor
vosso Deus, que vos tirou da terra do Egito e vos resgatou da casa da servidão,
para vos desviar do caminho em que o Senhor vosso Deus vos ordenou que
andásseis; assim exterminareis o mal do meio vós.

8 – Aquele
humano que matou outro humano

(Levítico 24:17-18) 17 “‘E caso um homem golpeie fatalmente qualquer alma do gênero humano, sem falta deve
ser morto
. 18 E quem golpear fatalmente a alma dum animal
doméstico deve dar compensação por ela, alma por alma.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Levítico 24:17-18)
17
Quem matar a alguém, certamente será
morto;
18 e quem matar um animal, fará
restituição por ele, vida por vida.

9 – Nações
apontadas por Jeová como praticantes de coisas detestáveis

(Deuteronômio 20:16-18) 16 É somente das cidades
destes povos que Jeová, teu Deus, te dá por herança, que não deves preservar
viva nenhuma coisa que respira, 17
porque deves impreterivelmente
devotá-los à destruição:
os hititas
e os amorreus, os cananeus e os perizeus, os heveus e os jebuseus, assim como
te mandou Jeová, teu Deus; 18
a fim de que
não te ensinem
fazer segundo
todas as suas coisas detestáveis
que
fizeram com os seus deuses e deveras pequeis contra Jeová, vosso Deus.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Deuteronômio
20:16-18) 16
Mas, das cidades destes povos,
que o Senhor teu Deus te dá em herança,
nada que tem fôlego deixarás com vida; 17 antes destruí-los-ás totalmente: aos heteus, aos amorreus, aos
cananeus, aos perizeus, aos heveus,
e aos jebuseus; como Senhor teu Deus te ordenou; 18
para
que não vos ensinem
a fazer conforme
todas as abominações que eles fazem
a seus
deuses, e assim pequeis contra o Senhor vosso Deus.

10 –
Obedecer a estes mandamentos era estar fazendo o que era certo e direito??
Assim falou Moisés

(Deuteronômio 12:28) 28 “Observa, e tens de obedecer a todas estas palavras que te ordeno, a
fim de que vá bem a ti e a teus filhos depois de ti, por tempo indefinido,
porque farás o
que é bom e direito aos olhos de Jeová, teu Deus.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Deuteronômio 12:28)
28
Ouve e guarda todas estas palavras que
eu te ordeno, para que te vá bem a ti, e a teus filhos
depois de ti, para sempre, se fizeres o que é bom e reto aos
olhos do Senhor teu Deus.

11 – Vocês
devem obedecer a todo este mandamento que hoje vos ordeno

(Deuteronômio 11:22-23) 22 “Pois, se guardardes estritamente todo este mandamento que vos ordeno,
para o cumprir
, amando a Jeová, vosso Deus, andando em todos os seus caminhos e
apegando-vos a ele, 23
então Jeová
terá de desalojar todas estas nações por vossa causa
, e
certamente desapossareis nações maiores e mais numerosas do que vós.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Deuteronômio
11:22-23) 22
Porque, se
diligentemente guardardes todos estes mandamentos que eu vos ordeno
, se amardes ao Senhor vosso Deus, e andardes em todos os
seus caminhos, e a ele vos apegardes, 23
também o Senhor lançará fora de
diante de vós todas estas nações
, e possuireis
nações maiores e mais poderosas do que vós.

Usando tais
regras definidas por Moisés como base, como seriam as minhas decisões para
resolver os problemas do dia a dia no relacionamento em grupo??

Antes de
analisar estas informações dadas por Moisés acima, vamos ver o significado duas
palavras, maldade e bondade.

Maldade – esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
o que prejudica ou ofende; atitude má, perversa; crueldade,
desumanidade

maldade Datação: sXIII

n substantivo
feminino

1 qualidade do que é mau; perversidade,
malignidade, crueldade

Ex.: a m. era inerente à sua natureza

2 o que prejudica ou ofende; atitude má,
perversa; crueldade, desumanidade

Ex.: fazer m. com animais

3 intenção maliciosa, que tende a
denegrir; mordacidade

Ex.: comentou com m. o desempenho da atriz

4 Uso: informal.

gênio
travesso; travessura, traquinice

Ex.: o guri derrubou a jarra por pura m.

5 Regionalismo: Rio Grande do Sul.

pus,
esp. o que provém de ferida

 

 

Bondade – esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
qualidade de quem tem alma nobre e generosa e é naturalmente
inclinado a fazer o bem; benevolência, benignidade, magnanimidade; atitude
amável, cortês; delicadeza

bondade Datação: sXIII

n substantivo
feminino

1 qualidade de quem tem alma nobre e generosa e é
naturalmente inclinado a fazer o bem; benevolência, benignidade, magnanimidade

2 ação que reflete essa
qualidade

Ex.: um desconhecido fez a b. de socorrê-los

3 atitude amável, cortês; delicadeza

Ex.: tenha a b. de aguardar

 

ª bondades

n substantivo
feminino plural

4 providências que auxiliam; favores

Ex.: tudo foi obra das suas b.

 

 

Seguindo
as regras definidas por Moisés, o humano seria uma fonte de bondade ou uma
fonte de maldade??

Seguindo
as regras definidas por Moisés, o humano se tornaria fonte de que?? De amor??

Foi
definido algum costume benéfico para com o iníquo?? Como deviam ser tratados os
praticantes de coisas detestáveis?? Segundo tais regulamentos dados por Moisés,
os praticantes de coisas detestáveis deviam ser “amados e preservados vivos” ou
“odiados e mortos”?? Deviam ser tratados com misericórdia ou tratados sem
misericórdia?? Deviam ser tratados com bondade ou com maldade??

Como
poderiam tomar a iniciativa de recuarem de suas iniquidades se eles
seriam odiados e mortos??

Uma coisa
ficou bem clara. O que foi?? É que, segundo Moisés, os iníquos não eram para
serem amados e nem tratados com bondade. Os mandamentos dados por Moisés
incitava-os a odiarem os iníquos e a manterem-se bem afastados dos iníquos,
afinal de contas, o iníquo poderia ensiná-los a fazer todas as coisas
detestáveis que eles faziam. Os iníquos (os que faziam maldades) deviam ser
tratados com maldade.

Todos
aqueles humanos tomariam suas decisões quanto a como resolver problemas no dia
a dia, usando as informações dadas por Moisés, e ainda diziam que tais
“mandamentos” haviam saído de dentro do coração do Pai IHVH.

Como deviam agir em relação aos pecadores??

Segundo Moisés, deviam agir como “Destruidores”.

Que sentimento se devia ter pelos pecadores??

Segundo Moisés, o pecador devia ser evitado,
desprezado, odiado, e morto.

 

Seguindo
as regras de Moisés, o humano se tornaria fonte de destruição, fonte de ódio.

Como foi
que Moisés agiu com as mulheres de Midiã?? Elas
podiam ensinar os israelitas a fazer segundo todas as coisas detestáveis que
elas faziam. Algumas mulheres de Midiã já haviam
induzido os filhos de Israel a cometerem pecado contra Jeová.

Esta foi a
ação de Moisés:

(Números 31:14-18) 14 E Moisés ficou indignado
com os homens designados das forças combatentes, os chefes dos milhares e os
chefes das centenas, que retornavam da expedição militar. 15 De
modo que Moisés lhes disse: “Preservastes viva a toda a fêmea? 16 Eis
que estas são as que pela palavra de Balaão serviram para induzir os filhos de
Israel a cometerem infidelidade para com Jeová na questão de Peor, de modo que veio o flagelo sobre a assembléia de Jeová. 17
E agora, matai a todo o macho dentre os pequeninos e matai a toda a mulher que tiver tido relações com um homem por se deitar
com um macho.
18 E
preservai vivas para vós a todas as pequeninas dentre as mulheres, que não
tiverem conhecido o ato de se deitar com um macho.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Números 31:14-18) 14 Indignou-se Moisés contra os oficiais do exército, capitães
dos milhares e capitães das centenas, que vinham do serviço da guerra. 15
Disse-lhes Moisés: Deixastes viver todas as mulheres? 16 Eis que estas,
por conselho de Balaão, fizeram que os filhos de Israel pecassem contra Jeová
no negócio de Peor, e assim houve a praga entre a
congregação de Jeová. 17
Agora matai a todos os machos entre os pequeninos, e matai as mulheres que conheceram homem, deitando-se com ele. 18 Porém as meninas que não conheceram homem,
deitando-se com ele, deixai-as viver para vós.

Havia um grande
ressentimento em Moisés, não havia?? Agindo como um suposto protetor dos
interesses do povo, Moisés promoveu uma grande carnificina contra
mulheres e crianças.

Segundo
Moisés o que deveria acontecer aos iníquos vizinhos??

·        
deves impreterivelmente devotá-los à destruição: a fim de que não te
ensinem
fazer segundo todas as suas coisas
detestáveis

·        
antes destruí-los-ás totalmente; para
que não vos ensinem
a fazer conforme
todas as abominações que eles fazem

Como
deviam agir em relação aos pecadores??

Segundo
Moisés, deviam agir como “Destruidores”. Passavam a sentir ódio por aquilo que
podia prejudicá-los e levá-los ao pecado.

Passavam a
sentir ódio pela pedra de tropeço?? Sim, estando perto ou estando longe.
Queriam destruir a pedra de tropeço?? Sim. Passavam a sentir inimizade por um
desconhecido?? Sim.

O que
praticavam contra estes humanos, bondade ou maldade??

Segundo
Moisés, que espécies de sentimentos se devia ter por humanos que ainda não lhes
haviam feito nada de mal contra a pessoa dele?? Certamente, não era o amar a
tais humanos como amar a si mesmos. Estava configurado o judeu fazer a estes
homens o que gostaria que eles fizessem aos judeus?? Será que este mandamento
se encaixa naquele “espírito” da lei indicado por Jesus??

Moisés, o
que devo fazer diante de tal circunstância?? Moisés, que decisão devo tomar
diante de tal circunstância??

Bem,
Moisés deu a informação sobre qual devia ser a minha decisão.

“Manter-se
bem afastado e destruir aqueles que praticam abominações”
– este foi o mandamento dado
por Moisés. Trata-se de ações de ódio contra os praticantes de coisas
abomináveis.

Para
se proteger deles, sinta inimizade por eles.

“Vocês
são destruidores de iníquos” – esta foi o mandamento dado por Moisés para o
povo supostamente santo. Esta era a diretriz deixada por Moisés para o
relacionamento da nação de Israel com os povos da terra de Canaã, e quaisquer
outros pecadores com quem viessem a conviver.

Depois de
estar ciente de alguns dos mandamentos dados por Moisés para o povo, poderemos
agora sabatinar tais mandamentos em relação àquela definitiva regra informada
por Jesus. Será que tais mandamentos satisfazem àquela definitiva regra
informada por Jesus?? Tais mandamentos têm por base o amor a Deus acima de tudo
e o amor ao próximo como a si mesmo?? A verdade não se contradiz.

Decerto,
se questionará: Ora, Moisés e os adoradores de Jeová, tinham de amar àqueles
praticantes de coisas detestáveis?? Os adoradores de Jeová tinham de amar os
iníquos incircuncisos?? Os adoradores de Jeová tinham de praticar a bondade
para os praticantes de coisas detestáveis?? Os iníquos incircuncisos eram
próximos ou não eram próximos?? Deviam amar àqueles que podiam induzi-los a
praticar um pecado?? Deviam amar aqueles que podiam lhes ensinar a praticar
pecados??

Moisés
mandou o povo escolhido praticar a “maldade”??

Destruir a
vida é um ato de bondade ou de maldade??

Tinha algum
deles a capacidade de repor aquela vida destruída por eles??

O que é
qualquer um que pratique a maldade??

A verdade
não se contradiz.

Faça aos outros aquilo que gostarias que
fizessem a vocês
– onde
se aplicaria tal lei informada e obedecida por Jesus, nestes mandamentos dados
por Moisés?? Como os humanos poderiam obedecer aos mandamentos dados por Moisés
e ainda agirem de acordo com este “resumo da lei” informado por Jesus?? Será
que esta é a base dos mandamentos dados por Moisés e citados acima?? Será que
tais mandamentos acima são oriundos de uma fonte de “amor e preservação” ou de
uma fonte de “ódio e destruição”??

·        
PECADOR – AOS OLHOS DO FARISEU
ERA ALGUÉM A SER DESPREZADO (SEM VALOR).

·        
AO OLHAR PARA TODAS ESTAS
PESSOAS, O QUE OS OLHOS DE JESUS VÊM??

·        
O PECADOR, QUALQUER PECADOR –
AOS OLHOS DE JESUS, O QUE ERA??

·        
BUSCAR PARA MATAR OU BUSCAR PARA
CURAR??

Se eu usar
as informações dadas por Jesus como base para minhas decisões para resolver
meus problemas de relacionamento com outros humanos, certamente minhas decisões
serão bem diferentes daquelas que eu tomaria se usasse as informações dadas por
Moisés, não serão??

PECADOR –
AOS OLHOS DE JESUS É ALGUÉM A SER CURADO (COM VALOR). É ALGUÉM QUE NECESSITA DE
UMA CURA. TRATA-SE DE ALGUÉM QUE NECESSITA SER RETIRADO DAQUELE ESTADO DOENTIO.

Jesus
revela o que ele via:
(Mateus
9:11-13) 11 Vendo isso, porém, os fariseus começaram a dizer
aos discípulos dele: “Por que é que o vosso instrutor come com os cobradores de
impostos e os pecadores?” 12 Ouvindo-os, ele disse: “
As pessoas com
saúde não precisam
de médico, mas
sim os enfermos.
13 Ide, pois,
e aprendei o que significa:
‘Misericórdia quero, e não sacrifício.’ Pois eu não vim
chamar os que são justos, mas pecadores.”

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Mateus 9:11-13) 11
E os fariseus, vendo isso, perguntavam aos discípulos: Por que come o vosso
Mestre com publicanos e pecadores? 12 Jesus, porém, ouvindo isso,
respondeu: Não necessitam de médico os sãos, mas sim
os enfermos. 13 Ide, pois, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifícios. Porque eu não vim chamar justos,
mas pecadores.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Mateus
9:11-13) 11
Os fariseus, vendo isto, perguntavam aos discípulos: Por que
come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores? 12 Mas Jesus,
ouvindo-o, disse: Os sãos não precisam de médico, mas sim
os enfermos. 13 Porém ide aprender o que significa: Misericórdia quero, e não holocaustos; pois não vim chamar os justos,
mas os pecadores.

As
palavras segundo Marcos:

(Marcos 2:16-17) 16 Mas os escribas dos fariseus, quando viram que ele comia com os
pecadores e os cobradores de impostos, começaram a dizer aos discípulos: “Come
ele com os cobradores de impostos e os pecadores?” 17
Ao ouvir isso, Jesus disse-lhes: “Os fortes não precisam de médico, mas sim os enfermos. Não vim
chamar os que são justos, mas pecadores.”

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Marcos 2:16-17) 16 Vendo os escribas dos fariseus que comia com os publicanos e
pecadores, perguntavam aos discípulos: Por que é que ele como com os publicanos
e pecadores? 17 Jesus, porém, ouvindo isso, disse-lhes:
Não necessitam de médico os sãos, mas sim os
enfermos
; eu não vim chamar justos, mas
pecadores.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Marcos
2:16-17) 16
Vendo os escribas dos fariseus que
ele comia com os pecadores e publicanos, perguntaram aos discípulos dele: Como
é que ele come com os publicanos e pecadores? 17 Jesus, ouvindo isto,
respondeu-lhes:
Os sãos não precisam de médico, mas
sim os enfermos;
eu não vim chamar os justos,
mas os pecadores.

Comer com tais pecadores era visto pelos
sacerdotes e pelos fariseus como estar pecando contra Deus.

Concordando
com os mandamentos dados por Moisés e obedecendo-os, ou seja, usando as
informações de Moisés como base para suas decisões em face dos problemas, os
sacerdotes, os escribas e os fariseus, e os demais adoradores de Jeová daquela
geração de Jesus, certamente
desejavam matar
todos os pecadores (circuncisos iníquos e todos os incircuncisos) ou se manter

bem longe deles. Eram pessoas
aviltadas, não eram?? Não deviam remover o mal do meio da nação santa?? Que
motivo foi apresentado por Moisés??
“Deveis exterminá-los para que não vos ensinem a fazer as
coisas detestáveis”
. Como
os “santos” poderiam continuar convivendo com pessoas aviltadas, que ainda por
cima estavam ensinando outros a ficarem no mesmo estado aviltado, e que estavam
incitando outros a cometerem pecados?? Devem os “santos” continuarem a conviver
com os “aviltados” pecadores?? Eles
sentiam repugnância
do homem aviltado e não desejavam ser contaminados com tal sujeira. É este um
“sentimento” que deve existir dentro do coração de um homem santo?? Neste caso,
usando como base as informações dadas por Moisés, os “santos” estavam matando
os iníquos, exterminando os iníquos. De acordo com a lei dada por Moisés, os
“santos” receberam autorização para exterminar os iníquos. Neste caso, os
santos eram destruidores
de
iníquos.

Os
“santos” estavam tomando decisões?? Sim, estavam.

Os
“santos” estavam usando as informações de Moisés como base para tomarem
decisões?? Sim, estavam.

Os “santos” estavam fazendo um trabalho de
limpeza. Os “santos” estavam removendo os “iníquos” da terra prometida. Seu
objetivo era o de “não ser contaminado” pelos iníquos.

Neste
caso, para estes humanos, o pecador passava a ser um vaso próprio para ser
destruído, pois, com os seus pecados, este vaso contaminava os demais vasos.
Eles tinham um olhar de inimizade por tais pecadores aviltados. Eles sentiam o
“desejo de destruir” tais pecadores aviltados. Eles queriam que Jesus
também tivesse o mesmo “sentimento de inimizade” que eles sentiam pelos
pecadores aviltados. Eles queriam que Jesus tivesse o mesmo “desejo de
destruir
” tais pecadores aviltados. Eles queriam que Jesus também usasse as
mesmas informações dadas por Moisés como base para suas decisões pessoais em
relação aos problemas de relacionamento no dia a dia. O “desejo de destruir”
aviltados pecadores corria nas veias dos homens da geração de Jesus. Assim como
os seus olhos viam, eles queriam que Jesus também visse tais pecadores
aviltados. Jesus é a verdade, e a verdade não se contradiz. Jesus estava
estabelecendo a verdade em relação a Jeová e aos sentimentos de Jeová pelos
iníquos. A verdade não se contradiz.

Os
mandamentos que estes homens obedeciam, incitava-os a odiarem os praticantes de
coisas detestáveis. Tais mandamentos comandavam seus sentimentos e suas
decisões. Obviamente que eles tinham tal sentimento. Eles odiavam os
praticantes de coisas detestáveis. Eles não viam tais praticantes de coisas detestáveis
como pessoas dignas de serem amadas por eles.

No
entanto, Jesus tinha um olhar diferente do olhar de Moisés e um comportamento diferente
de toda aquela geração adoradora de Jeová, que era discípula de Moisés. O
comportamento de Jesus em relação a estes mesmos pecadores causava espanto,
causava indignação. Jesus não obedecia a Moisés, pois se Jesus obedecesse Moisés, aquela geração não se sentiria indignada
pelas ações de Jesus para com aqueles aviltados pecadores; Jesus não
compartilhava dos mesmos sentimentos de Moisés por estes pecadores. Jesus tinha
outros sentimentos para com estes mesmos pecadores. Será que Jeová era igual
a Moisés ou igual a Jesus
??

Os
sentimentos e o relacionamento dos demais profetas pelos pecadores era um,
enquanto o sentimento e o relacionamento de Jesus em relação aos pecadores eram
opostos. Em face disso que observação fizeram os estudiosos das escrituras e
admiradores dos profetas??

– Se este
homem fosse um profeta não teria este tipo de comportamento em relação a esta
pecadora, ou seja, não a trataria com bondade.

(Lucas 7:39) 39 À
vista disso, o fariseu que o convidara dizia no seu íntimo: “Este homem, se
fosse profeta, saberia quem e que espécie de mulher é que o toca, que ela é
pecadora.”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 7:39) 39 Ao ver isto, o fariseu que o convidara, dizia consigo: Se
este homem fosse profeta, saberia quem é a que o toca e que sorte de mulher é,
pois é uma pecadora.

Ficou bem
claro que Jesus tinha um comportamento diferente dos demais profetas em relação
aos pecadores, não ficou??

Os já
apóstolos de Jesus também revelaram o “desejo de destruir” pecadores
aviltados. O que saiu de dentro dos corações de Tiago e João??

(Lucas 9:54-55) 54 Vendo isso os discípulos Tiago
e João, disseram: “
Senhor, queres que mandemos que desça fogo do céu e os aniquile 55 Mas ele se
voltou e os censurou.

Assim verte
a Tradução Brasileira:

(Lucas 9:54-55) 54 Vendo isto os discípulos Tiago e João, perguntaram: Senhor, queres que
mandemos descer fogo do céu para os consumir
55 Mas ele, virando-se para
eles, os repreendeu.

Estes homens
desejavam praticar a “maldade” contra os samaritanos?? Estavam prontos para
praticarem uma “maldade”?? Estes homens, já apóstolos de Jesus, precisavam
mudar os seus sentimentos pelos aviltados pecadores, não precisavam??
Que espécie de sentimentos tinham Tiago e João por aqueles samaritanos que eles
desejavam queimar?? Deviam passar a imitar os sentimentos de Jesus, não
deveriam?? O dia a dia de Jesus mostrou ser bem diferente do dia a dia de
Moisés, não se mostrou??

Por que o
dia a dia de Jesus mostrava ser bem diferente do dia a dia de Moisés?? Quando
enfrentava problemas similares aos problemas enfrentados por Moisés, as
decisões de Jesus eram bem diferentes das decisões de Moisés, não eram?? Será
que Jesus e Moisés usavam a mesma informação como base para suas decisões??

Pecador é
alguém que precisa de ajuda. Pecador é um doente que precisa de ajuda,
para deixar de ser pecador.
Jesus afirmou que tinha algo a ver
com a misericórdia.
Pecador
é alguém por quem se deve sentir misericórdia. Pecador era alguém para quem se
deveria praticar a bondade.
Os
sacerdotes e os fariseus sentiam ódio e desprezo. Estavam obedecendo a Moisés,
obviamente. Concordavam plenamente com Moisés. Seguiam as ações do dia a dia de
Moisés.

O que é
misericórdia??

Misericórdia – Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: sentimento de dor e solidariedade com alguém que sofreu uma tragédia pessoal ou que caiu em desgraça;
ato concreto de manifestação desse sentimento, como o perdão.

misericórdia

s.f.
(sXIV) 1 sentimento de dor e solidariedade com relação a alguém que
sofre uma tragédia pessoal ou que caiu em desgraça; dó, compaixão, piedade 2

ato concreto de manifestação
desse sentimento, como o perdão; indulgência, graça, clemência
n interj.
3 exclamação de alguém
que pede que o livrem de castigo, de ato de violência ou da morte
¤ etim
lat. misericordìa,ae
‘id.’ ¤ sin/var ver sinonímia de comiseração
e condescendência
¤ ant
ver antonímia de condescendência

 

O pecador
praticou uma ação que o deixou numa condição de desgraça pessoal. O observador,
assim como a vítima, poderá sentir ódio ou sentir misericórdia deste pecador.
Isto dependerá dos olhos da vítima e do observador.

Percebemos
que a misericórdia está diretamente relacionada com a solidariedade.

Solidariedade – esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: sentimento de simpatia ou
piedade pelos que sofrem; manifestação desse sentimento, com o intuito de
confortar ou ajudar.

solidariedade

s.f.
(1840) 1 caráter, condição ou
estado de solidário 2
jur compromisso pelo qual as pessoas se
obrigam umas às outras e cada uma delas a todas 3
sentimento de simpatia ou
piedade pelos que sofrem 4
manifestação desse sentimento, com o intuito de
confortar ou ajudar
<levou sua
s. aos sobreviventes da tragédia
>
5 cooperação ou
assistência moral que se manifesta ou testemunha a alguém em certas
circunstâncias
<diante dos
fatos, não hesitou em dar sua s. ao adversário
> 6 estado ou condição de duas ou mais pessoas que
dividem igualmente entre si as responsabilidades de uma ação ou de uma empresa
ou negócio, respondendo todas por uma e cada uma por todas; interdependência 7

identidade de
sentimentos, de ideias, de doutrinas
<s.
partidária
> <s. de classe> ¤ etim solidário + dade, com alt. do tema em -o > -e- no padrão lat. de próprio:propriedade

Alguém
pratica um pecado. Este alguém se torna necessitado de ser ajudado??

Estes
pecadores estavam no estado aviltado?? Sim, realmente estavam. Jesus sabia
disto?? Sim, Jesus sabia disto. Mas Jesus não sentia repugnância
destes humanos aviltados?? Não, não
sentia. Jesus não sentia inimizade
por
tais pecadores?? Não, não sentia. Jesus não sentia o desejo de destruir

tais pecadores?? Não, não
sentia. Os
sentimentos
eram bem diferentes, não eram??
O dia a dia de Jesus revelou de forma prática qual era o seu sentimento, não
revelou?? Era um dia a dia bem diferente do dia a dia de Moisés, não é
verdade??

Jesus é a
“verdade”, e a verdade não se contradiz.

Jesus se
solidarizava com o agressor?? Sim.

Jesus
queria ficar na companhia destes aviltados?? Sim, queria. Jesus, você não sente
repugnância destes aviltados?? Jesus, você não sente nojo destes homens que
praticam estas coisas que Jeová chama de coisas detestáveis?? Jesus, você não
sente inimizade por tais pecadores?? Jesus, você não tem medo deles te
ensinarem as coisas detestáveis que eles fazem?? Jesus, você não se sente
aviltado por tocar nestes pecadores aviltados??

Jesus, as
tuas ações pelos pecadores aviltados, não revelam a tua cumplicidade com
pecadores??

Jesus,
você não se importa com as vítimas?? Você não tem solidariedade com a vítima??

Jesus,
Moisés mostrou solidariedade com a vítima, ficando do lado da vítima e contra
aquele que fez a vítima sofrer, praticando a inimizade contra o agressor.
Jesus, por que a tua decisão não é igual a de Moisés??

Alguém diria
para Jesus: “Jesus, Davi odiava aqueles que se revoltavam contra Jeová.
Davi ficava do lado de Jeová e sentia inimizade pelos que se revoltavam
contra Jeová. Então, por que você não imita Davi”??

(Salmos 139:21-22) 21 Acaso não odeio os que te
odeiam intensamente, ó Jeová, E não tenho aversão aos que se revoltam contra
ti? 22
Odeio-os com ódio consumado. Tornaram-se para mim verdadeiros
inimigos.

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Salmos 139:21-22) 21 Não odeio eu, ó Senhor, aqueles que te odeiam? e não me
aflijo por causa dos que se levantam contra ti? 22
Odeio-os com
ódio completo; tenho-os por inimigos.

Alguém diria
mais para Jesus: “Jesus, Davi não se sentava com iníquos. Neste caso, você não
está copiando as ações de um homem que andava na verdade”.

(Salmos 26:4-5) 3 Porque a tua benevolência está
diante dos meus olhos E tenho andado na tua verdade.
4 Não me sentei com homens de
inveracidade
; E não entro com os que ocultam o que são. 5 Tenho odiado a
congregação dos malfeitores E não me sento com os iníquos.

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Salmos 26:3-6) 3 Pois a tua benignidade está diante dos meus olhos; E tenho
andado na tua verdade. 4
Não me tenho sentado com homens falsos, Nem terei relações com
dissimuladores. 5
Odeio o ajuntamento do mal-fazejos, E com
iníquos não me sentarei.

Bem, pelo
menos uma coisa ficou bem clara. Aqueles humanos da geração de Jesus
acompanhavam os sentimentos de gerações anteriores em relação aos iníquos, ou
seja, pessoas que cometiam coisas detestáveis do ponto de vista de Jeová. O
adorador de Jeová visava mostrar sua lealdade a Jeová. Ora, se um humano
qualquer ofende a Jeová, o adorador de Jeová colocava-se do lado de Jeová e
passava a sentir inimizade por este ofensor de Jeová, desejando destruí-lo.
Jeová era a vítima ofendida, não era?? O sentimento de ódio pelo agressor
surgia como solidariedade pela vítima sofredora. Será que Jesus não deveria
agir da mesma forma??

Certamente
que em face de sua lealdade, este adorador de Jeová não se relacionava e não se
sentava com estes ofensores de Deus ou dos mandamentos de Deus.

Este
sentimento contra os ofensores de Jeová eram
passados de pai para filho nas
diversas gerações até a chegada de Jesus.

Outra
coisa ficou bem clara. Tanto as gerações passadas como a geração contemporânea
de Jesus,
discordavam
de Jesus
, pois tinham
sentimentos, palavras e ações opostas às de Jesus.
Eles não concordavam com
Jesus. Não podemos esquecer que Jesus tinha os mesmos sentimentos do Pai. A
verdade não se contradiz.

Inimizade,
repugnância, nojo e ódio eram os
sentimentos de
Moisés, dos sacerdotes, dos escribas, dos fariseus e dos demais descendentes de
Jacó em relação aos pecadores, isto é, pessoas aviltadas. Eles ensinavam e
praticavam tais coisas. Eles se orgulhavam de seus
sentimentos em relação aos aviltados, isto é,
pessoas que cometiam coisas abomináveis do ponto de vista de Jeová. Segundo o
ponto de vista deles, isto seria demonstrar plena lealdade a Jeová.

Segundo o
ponto de vista deles, quem demonstrasse sentimentos opostos aos deles pelos
ofensores de Jeová, revelava ser desleal a Jeová.

Não era
este o ensino que se dava as crianças?? Elas aprendiam muito bem.

Por não
sentir qualquer inimizade por estes ofensores de Jeová, será que Jesus estava
revelando ser desleal a Jeová??

EU VIM
CHAMAR OS PECADORES; EU VIM CHAMAR OS AVILTADOS
– Jesus declarou que não sentia repugnância, não sentia
nojo, não sentia ódio do aviltado pecador e não via o aviltado pecador como um
inimigo
– Qual era o
objetivo de Jesus em chamar somente os pecadores, ou seja, os aviltados??
Para que estava Jesus chamando apenas pecadores,
ou seja, os aviltados?? Para que Jesus desejava a companhia dos aviltados??
Por que Jesus não rejeitava os aviltados
pecadores assim como os sacerdotes e os fariseus faziam??

(Mateus 11:25-26) 25 Naquela ocasião, Jesus
disse, em resposta: “Eu te louvo publicamente, ó Pai, Senhor do céu e da terra,
porque escondeste estas coisas dos sábios e dos intelectuais, e as revelaste
aos pequeninos. 26 Sim, ó Pai,
porque fazer assim veio a ser o
modo aprovado por ti.

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Mateus 11:25-26) 25 Naquele tempo falou Jesus, dizendo: Graças te dou, ó Pai,
Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e
entendidos, e as revelaste aos pequeninos. 26 Sim, ó Pai,
porque assim foi
do teu agrado.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 11:25-26) 25 Naquela ocasião exclamou Jesus: Graças te dou a ti, Pai,
Senhor do céu e da terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e
entendidos, e as revelaste aos pequeninos; 26 assim é, Pai,
porque assim
foi do teu agrado.

Não devia
Jesus ficar do lado da vítima?? Não devia Jesus sentir misericórdia da vítima??
Não devia Jesus se solidarizar com a vítima??

Será que
Jesus não sentia misericórdia da vítima??

É óbvio
que Jesus sentia misericórdia da vítima.

Jesus
também se solidarizava com a vítima.

Então, por
que Jesus não ficava do lado da vítima e contra o ofensor??

A
diferença estava exatamente no fato de que Jesus sentia misericórdia TANTO pela
vítima COMO pelo ofensor.

Moisés
sentia misericórdia da vítima, Moisés ficava do lado da vítima e contra o
agressor. Moisés sentiu ódio pelo agressor.

Jesus
sentia misericórdia da vítima e TAMBÉM sentia misericórdia do agressor.

Jesus não
ficava do lado da vítima e nem ficava do lado do agressor.

Jesus via
a vítima como alguém a ser ajudada.

Jesus via
o agressor como uma pessoa a ser ajudada.

Havia uma
ajuda específica para a vítima e uma ajuda específica para o agressor.

Mesmo nesta
situação, Jesus continuava usando de imparcialidade. Para Jesus, tanto o
pecador agressor quanto a vítima deveriam ser tratados com a MESMA
misericórdia. Para Jesus, ambos deviam ser ajudados.

Os
pecadores eram pessoas por quem aquela geração sentia indiferença, desprezo,
repugnância, nojo e ódio. Jesus buscava a companhia destas pessoas?? Será que
Jesus estava do lado destas pessoas, isto é, dando razão a estas pessoas,
compactuando com os sentimentos daquelas pessoas?? Estava Jesus dando razão ao pecador??
Estava Jesus apoiando o pecador?? Dizem que “amigo” é aquele que fica do
lado da outra pessoa, esteja ela certa ou errada, compactuando os sentimentos
do amigo. Dizem que o amigo é aquele que defende as razões da outra pessoa,
estejam elas certas ou erradas, revelando assim a sua “lealdade” a este amigo.
Dizem que amigo é aquele que revela cumplicidade. Como podia Jesus “defender”
aquele que merecia ser morto em face do real pecado cometido?? Isto não
revelava cumplicidade de Jesus com o iníquo?? Será que o agressor é para ser
atacado e a vítima para ser defendida?? O que deve fazer o observador??

Será que
Jesus “atacava” o agressor?? Será que Jesus “defendia” a vítima??

Ora, se eu
odeio alguém que fez algo detestável contra mim e você defende tal pessoa
diante de mim, o que isto revela?? Ora, se você é meu amigo, não deves
acompanhar o meu ódio por aquele outro?? A lealdade ao amigo assim o exige.
Isto não revelaria que você “aprova” a ação detestável daquela pessoa?? Se você
me ama, você teria de passar a odiar aquela pessoa, não teria??

Isto é que
é amizade, não é?? Isto é lealdade, não é??

Será que
Jesus era este tipo de “amigo”?? Jesus foi acusado de ser “amigo” de pecadores,
no sentido de dar razão aos pecadores, como se Jesus apoiasse o pecado
praticado por este pecador. Será que Jesus estava do lado dos fora da lei??

A forma
como Jesus fazia as coisas no dia a dia era a mesma que Jeová usava no seu dia
a dia. A forma como Jesus resolvia os problemas era a mesma forma como Jeová
resolvia os problemas. Estando diante das mesmas circunstâncias, as decisões de
Jesus eram as mesmas decisões de Jeová. Jesus estava revelando a verdade a
respeito do Pai. A verdade não se contradiz.

Jesus
simplesmente afirmava que tal pecador devia continuar a viver. Jesus
simplesmente afirmava que tal pecador não devia ser morto por eles,
apesar do pecado. Jesus simplesmente afirmava que tal pecador não devia ser
odiado
por eles, apesar do pecado. Jesus simplesmente afirmava que tal
pecador não devia ser desprezado por eles, apesar do pecado. Jesus
revelava estar interessado em fazer o bem àquele pecador aviltado, apesar de
sua ação agressiva contra um próximo amado. Jesus simplesmente afirmava que tal
pecador necessitava ser ajudado. Qual era a coisa certa a ser feita?? O
que um “justo” faria nestas condições?? Um justo teria interesse em fazer e faria
o bem àquele pecador aviltado.

Jesus não
só defendia a continuidade da vida daquele aviltado pecador. Jesus ainda ia
além disso. Jesus continuava se relacionando “amistosamente” com aquele
aviltado pecador sem desejar qualquer punição para ele em face do seu pecado.

Isto não
revela ser, no mínimo, uma falta de consideração para com a vítima, uma
afronta contra aquele que foi vitimado pelo aviltado pecador?? Não seria isto
uma ação de inimizade contra aquele que foi vitimado??

Os demais
revelavam exigir que o pecador pagasse pelo seu erro de acordo com a lei dada
por Moisés.

Compactuando
com os sentimentos dos antepassados, aquela geração contemporânea de Jesus
odiava os pecadores e não se sentavam com aqueles que ofendiam os mandamentos
de Jeová, fazendo isto, visando agradar a Jeová, afinal de contas, todos os
pecadores são ofensores de Jeová. Neste caso, estavam tentando mostrar para o
Pai que estavam do lado Dele e contra aquele que
praticou a iniquidade.

Eles
olhavam para Jesus e ficavam intrigados. Como um profeta de Deus pode não ficar
do lado da vítima e contra o agressor??

Todos
estes sentimentos e todas estas ações dos discípulos de Moisés contra os
aviltados pecadores, tinham como objetivo agradar a Jeová.

Por que
não se sentavam com iníquos?? Para agradar a Jeová, obviamente.

Agradar
– esta é a definição dada pelo
dicionário online de português:
contentar (fazer ficar contente) satisfazer, causar prazer.

v.t.
Contentar, satisfazer, causar prazer.

Bras. (NE)
Fazer carinhos, afagar.

V.i. Parecer
bem, ter encantos: esta paisagem agrada muito.

Lembremos
das palavras de alguém que se achava íntegro e que achava que Deus se agradava
dele:
(Salmos 139:21-22) 21 Acaso não odeio os que te
odeiam intensamente, ó Jeová, E não tenho aversão aos que se revoltam contra
ti? 22
Odeio-os com ódio
consumado. Tornaram-se para mim verdadeiros inimigos.

“Eu
odeio aqueles que se revoltam contra Deus”.
Este adorador do Deus Todo poderoso sentia amizade por
Deus e inimizade por aquele que ofendesse a este Deus. O que revelava??
Revelava colocar-se do lado de Deus, revelando isto por sentir inimizade contra
os que se revoltavam contra seu Deus, ou seja, contra pessoas que praticassem
coisas detestáveis do ponto de vista de Deus.
Tomando as dores de Deus, passava a odiar
todo aquele que de uma forma ou de outra vitimasse a Deus com uma ofensa.

Que
sentimento teria este adorador de Jeová por aquele humano que escravizasse um
humano qualquer que fosse amado por Jeová?? Esta é uma ação que revela ódio
contra Jeová, não é verdade??

Será que
este adorador de Jeová também escravizava pessoas?? Sim, ele escravizava.

Escravizar
é um ato de bondade ou de maldade??

No
pensamento deste adorador de Jeová, Jeová não amava aquele humano que ele
escravizava.

Ele
ficaria surpreso ao saber que Jeová amava aquela pessoa, não ficaria??

Você
conhece o
sentimento
de repugnância por certa coisa
não conhece?? Você quer ficar o mais longe possível dela, não é verdade?? Agora
imagine, pegar, tocar, ficar perto de algo que para você é repugnante?? Vem uma
vontade de vomitar, não vem?? Esta é uma reação natural em relação àquilo que
temos e sentimos como repugnante, como nojento.

Esta
afirmação de Jesus foi feita em resposta a uma crítica dos escribas. Afinal,
quem eram os escribas?? O que faziam?? Que conceito gozavam diante do povo
adorador de Jeová??

Estes
homens eram da tribo de Levi, a tribo escolhida especialmente por Jeová para
prestar serviços sagrados para Jeová, diante dos demais descendentes de Jacó.
Estes homens eram tidos como estrelas diante deles.

A função dos
escribas era assentar por escrito o histórico de toda a nação e principalmente
as palavras que os profetas afirmassem ter recebido de Jeová. Além disso,
também deviam reescrever os velhos manuscritos para que as novas gerações
pudessem ter acesso a estas importantes informações. Tratava-se da palavra
saída da boca de Jeová falada diretamente para os seus ancestrais, as quais
eles também deviam obedecer, pois era exatamente isto o que Jeová esperava de
cada um dos descendentes de Jacó. Havia um pacto entre Jeová e os descendentes
de Jacó, pacto este que Jeová fazia questão de manter válido durante os
milênios, afinal, Jeová tem o espírito de fidelidade. Apesar da grande
iniquidade do povo, Jeová continuou sendo fiel ao pacto que fizera, não
continuou?? Não continuava a se relacionar amigavelmente com o povo apesar da
grande iniquidade deste povo?? Sim, continuava.

Tratava-se
de uma função sagrada e de muita responsabilidade, pois estes homens estavam
prestando um serviço sagrado para Jeová, a pessoa mais importante do universo,
a pessoa mais sábia do universo. Era um serviço sagrado para Jeová e prestado
diante de seus irmãos. Na verdade, estes irmãos eram
testemunhas do fato destes homens estarem ou não
executando bem a sua função sagrada.

Será que
isto (prestar serviço sagrado) fazia deles humanos melhores e mais importantes
que os demais descendentes de Jacó??

Alguns
humanos poderiam achar que sim e outros que não, assim como alguns levitas
poderiam querer se dedicar a fazer outras coisas, como enriquecer, por exemplo,
rejeitando esta primeira oportunidade de prestar um serviço sagrado para Jeová,
exclusivamente para Jeová.

Voltemos
ao diálogo entre Jesus e os escribas.

Depois dos
escribas sinceramente externarem seus
sentimentos em
relação àquela cena incomum protagonizada por Jesus, um profeta, um homem cujos
poderes o identificavam como um homem de Deus, fazendo algo que os demais
profetas não realizavam, fazendo algo que era contrário aos mandamentos que ele
escriba concordava, obedecia e ensinava aos demais descendentes de Jacó, Jesus
falou algo mais inédito ainda.

Jesus
afirmou: “Não necessitam de médico os sãos, mas sim os enfermos”.

Decerto
estes escribas responderiam: “O que isto tem a ver com esta cena que estás
protagonizando?? Tua ação não passa de uma deslealdade contra Jeová”.

Jesus via
aqueles pecadores como doentes, como enfermos. Bem, e o que fazer com
estes doentes?? Não era Jesus um médico??

Que
sentimentos tinham estes homens pelos fisicamente doentes?? Como eles viam os
fisicamente doentes??

Vamos ver
duas cenas de um mesmo episódio e ouvir atentamente o diálogo de cada uma
delas. Esta é a primeira:
(João 9:34) 34 Em resposta, disseram-lhe: “Nasceste inteiramente em pecados, e,
contudo, ensinas tu a nós?” E lançaram-no fora!

Assim
verte a Tradução Almeida:
(João 9:34) 34 Replicaram-lhe eles: Tu nasceste todo em pecados, e vens nos ensinar a nós? E expulsaram-no.

Nesta
primeira cena, os fariseus falaram para um homem que havia nascido cego:
“Nasceste inteiramente em pecados”.

Vamos para
a segunda cena:
(João 9:1-2) 9 Ora,
quando ia passando, viu um homem cego de nascença. 2
E seus discípulos perguntaram-lhe: “Rabi, quem pecou, este homem ou
os seus pais
, de modo que nasceu cego?”

Assim
verte a Tradução Almeida:
(João 9:1-2) 1 E passando Jesus, viu um homem cego de nascença.
2 Perguntaram-lhe os seus discípulos:
Rabi, quem pecou, este ou seus
pais
, para que nascesse cego?

O que os
dois diálogos revelam?? Os dois diálogos, protagonizados por personagens
diferentes, revelam a existência de uma coisa em comum entre os personagens,
isto é, a mesma crença.

Qual era a
crença?? O coxo, o leproso, o cego e os demais deficientes físicos, achavam-se
neste estado em face dos pecados dos pais ou do próprio deficiente. Tratava-se
de um castigo da parte de Deus, tratava-se de uma punição da
parte de Deus, tratava-se de uma ação de inimizade de Deus em relação
àquela pessoa. Segundo eles, este homem estava “pagando” por algo feito. Seria
o recebimento de um mérito, ou seja, aquilo que aquela pessoa fazia jus.

Jus – esta
é a definição dada por certo dicionário (Houaiss):
ser merecedor de…

jus

s.m. (a1697)
prerrogativa legal
(para impor a outrem alguma medida, procedimento etc.); direito
² fazer j. a 1 conceder o direito a 2
ser merecedor de ¤ gram
nossos
levantamentos não registraram exemplo de pl. dessa pal. na língua
¤ etim
lat. jus,juris ‘direito, equidade,
justiça’

 

Esta
crença gerava que espécie de
sentimentos por
estas pessoas debilitadas fisicamente??

“Ora, se
ele está recebendo da parte de Deus, um castigo em face do seu pecado ou do
pecado de seus pais, eu não posso ir contra o
sentimento de Jeová em relação a esta pessoa, pois eu devo ficar do
lado de Jeová e contra o iníquo, ou seja, contra todo aquele que o O Pai Jeová já amaldiçoou. Ora, se Deus que é
misericordioso, não tem dó deste iníquo, por que devo ir contra Deus??”

“Deus sabe
o que faz. Não tenha dó dele, pois ele é um iníquo que está pagando por seus
próprios pecados ou está pagando pelos pecados de seus pais”.

Não o
ajude, pois ajudá-lo representa estar ajudando uma pessoa que Deus sente
inimizade e que está expressando a Sua inimizade.

Percebemos
que havia uma imensa barreira que impedia o humano de ter dó, de sentir
misericórdia por um humano fisicamente
debilitado. Esta barreira era colocada na mente de cada
criança. A
informação
colocada na mente da criança era
que aquele deficiente era um aviltado que estava recebendo uma direta punição
divina. Desta forma, que fruto podia gerar?? O que aquela criança sentiria ao
se deparar com um leproso?? O que ela sentiria ao se deparar com um coxo?? Se
aproximaria para passar a mão na cabeça de tal pessoa?? Que
sentimento teria aquela criança por um coxo, um
leproso ou um cego??

Os
fisicamente debilitados eram vistos como pecadores que estavam sendo punidos,
ou seja, pessoas por quem Deus sentia inimizade. Os fisicamente debilitados
eram discriminados e eram desprezados (mínima ou nenhuma estima em face do
mínimo ou nenhum valor), pois eram vistos como recebendo a “inimizade” de Deus.
Decerto, estes homens queriam mostrar toda a sua lealdade (ficar do lado) a
Jeová. Será que o relacionamento de Deus com os humanos se baseava na amizade
ou na inimizade Dele por tais humanos??

Amizade
pelos obedientes e inimizade pelos desobedientes?? Seriam estes os sentimentos
de Deus?? Seria esta a forma do Pai Jeová viver o Seu
dia a dia de relacionamento com Seus filhos??

Que sentimento tinha o rei Davi pelos coxos e cegos?
Assim se fez registrar:
(2 Samuel 5:8) 08 Ora, Davi disse naquele dia: Todo o que ferir os jebuseus, suba ao canal, e fira a esses coxos e cegos, a quem a alma de
Davi
aborrece. Por isso se diz: Nem cego nem, coxo entrara na casa.

Tratava-se
do mesmo
sentimento
de Jesus?? Certamente, este era
um sentimento oposto ao sentimento de Jesus.

Nos dias
de Jesus como humano, que
sentimentos nutriam
estes humanos pelos pecadores?? Segundo os mandamentos de Moisés, não deviam
ser eliminados todos os pecadores para que a nação alcançasse e permanecesse na
condição de limpos perante Jeová?? Não matavam os iníquos para agradar a
Jeová?? Matar um iníquo não era estar prestando um serviço sagrado a Jeová??
Odiar um iníquo não era estar acompanhado a Jeová no Seu sentimento contra o
iníquo?? Matar um iníquo podia ser visto como um ato de lealdade
a Jeová. Matar o iníquo não servia de
proteção para o grupo?? Matar o iníquo não era uma espécie de limpeza praticada
pelo grupo?? Não estava o “grupo” limpando o mal de si mesmo, como se o grupo
tivesse vida própria?? Não estava o grupo exterminando o mal para se manter
limpo??

Agora,
vejamos a resposta dada por Jesus:
(João 9:3) 3 Jesus
respondeu: “
Nem este homem pecou, nem os seus pais, mas foi
para que as obras de Deus fossem manifestas no seu caso. . .

Assim
verte a Tradução Almeida:
(João 9:3) 3 Respondeu Jesus: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi para que nele se manifestem as obras de Deus.

Que
pergunta comum fariam tanto o fariseu quanto o discípulo de Jesus?? Eles
perguntariam: “Jesus, você quer dizer que este homem não está sendo punido por
Deus??” Jesus, não se trata de uma inimizade de Deus por ele ou por um
antepassado dele??

Jesus
responderia: “Óbvio que não”.

Estarem
naquela situação não era fruto de uma punição por um pecado, não era uma
punição de Deus pelo pecado, não era fruto da inimizade de Deus para com esta
pessoa.

Que outra
afirmação havia feito Jesus quando foi questionado pelo fato de estar comendo
com pecadores?? Estes homens não se sentavam para comer com tais pecadores por
sentirem repugnância por tais pecadores (desprezo). Havia no ar um sentimento
de inimizade para com aquele que praticasse uma coisa detestável.

Jesus
afirmou para aqueles homens que sentiam repugnância, nojo ou ódio pelos
pecadores:
Porém ide aprender o que significa:
Misericórdia quero, e não holocaustos

A
misericórdia é fruto de um sentimento. A repugnância é fruto de um sentimento.
A misericórdia é um sentimento. A repugnância é um sentimento. A inimizade é um
sentimento. Sentimentos geram palavras e geram ações que lhes são
característicos. Trata-se daquilo que é “invisível” produzindo coisas
audíveis e visíveis, exatamente assim como o vento o faz.

O médico
sente misericórdia do doente. O médico não sente nojo do doente. O médico não
sente ódio do doente. O médico reconhece o estado doentio do seu paciente e em
face disto ele sente misericórdia do paciente. Neste caso, o médico estava indo
atrás dos “doentes”. O médico estava indo atrás dos enfermos. O médico vê o
doente como alguém que “necessita” ser ajudado.

Percebi que a informação constrói, manipula e modifica os sentimentos.
A informação constrói, manipula e modifica coisas invisíveis. A informação
também é uma coisa invisível.

Também percebo que para “ser um” com Jesus, eu preciso
“concordar” com as informações que ele me repassa. Entender plenamente para
poder concordar plenamente.

O
médico NUNCA sente ódio pelo paciente.

O médico
tem um objetivo em relação ao doente – ele quer curar o doente. O médico tem um
objetivo em relação ao enfermo – ele deseja curar o enfermo, ele sente um
enorme desejo de curar o enfermo. Em face disto, ele vai atrás do enfermo para
poder oferecer-lhe a cura. A alegria do médico é curar do enfermo com o seu conhecimento,
cuidados e atenção.

O
pecador pode ser curado??
O
pecado é algo a ser curado?? O pecador não recebe de Deus
o diploma de “vaso próprio para a
destruição”. O pecador não recebe de Deus
um carimbo ou marca de “vaso próprio para a destruição”.
Esta era uma
informação
que estava sendo passada para o
humano. Era uma informação Daquele que projetou e
criou o ser humano. Tratava-se do médico informando aos humanos sobre o seu
estado. Você está doente, você precisa ser curado, crês nisto??

“Vim
chamar os pecadores”. Para que??? Para lhes disponibilizar
a cura.

Os justos
não estão doentes. Os pecadores sim, estes estão doentes.

Seria a
cura física?? Ora, a cura física é para um mal físico. Jesus curava muitas
pessoas de seus males físicos, revelando que tais pessoas fisicamente
debilitadas não eram amaldiçoadas por Deus. Já imaginou se tais fisicamente
doentes fossem amaldiçoados por Jeová?? Isto significaria que Jesus estaria se
opondo a vontade de Jeová, não é mesmo?? Ora, se Jesus não tinha tais pessoas
como inimigas (amaldiçoadas), isto revelava que Jeová também não tinha tais
pessoas como inimigas (amaldiçoadas). Jesus estava revelando a verdade a
respeito do Pai. A verdade não se contradiz.

Males
físicos são uma realidade para nós humanos. Jesus curou os humanos de diversos
males físicos, incluindo a morte. O homem necessita de cura para males físicos.
Males físicos, não caracterizam maldição de Deus. Muito embora o Pai possa dar
uma doença ao humano, pois Ele tem o poder para fazer, o Pai não está
amaldiçoando tal humano.

(Deuteronômio
32:39) 39 Vede agora que eu — eu é que o sou, E não há
[outros] deuses comigo.
Eu entrego à morte e eu vivifico. Feri seriamente, e eu — eu vou
curar
, E não há quem arrebata da minha mão.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Deuteronômio 32:39) 39 Vede agora que Eu, sim Eu, sou Ele, E que não há outro deus
comigo.
Eu faço morrer e faço viver, Eu firo e eu
saro;
Não há quem possa livrar da minha mão.

O Pai não guarda
ressentimento. Percebemos isto em suas palavras, não percebemos??

A punição
não vinha acompanhada de ressentimento, como acontece no caso dos humanos. A
punição do Pai não vem acompanhada com o sentimento de inimizade, como no caso
dos humanos.

(Jeremias
31:20) 20
“É Efraim para mim um filho precioso ou um menino tratado com
mimo? Pois,
ao ponto de eu falar contra ele, sem falta me lembrarei dele
ainda mais.

Por isso é que as minhas entranhas ficaram turbulentas por ele.
Decididamente terei piedade dele”, é a pronunciação de Jeová.

 

Percebemos
que a punição por parte do Pai não vem acompanhada de ressentimento??

Voltemos a
falar sobre males físicos como um dos itens dos quais o humano necessita de
cura.

Jesus
chamou a atenção sobre dois itens essenciais para a continuidade da vida do
homem.

O homem
tem de viver não só de pão.

(Mateus
4:4) 4Mas ele
disse em resposta: “Está escrito: ‘O homem tem de viver,
não somente
de pão, mas de cada pronunciação
procedente da boca de Jeová.’…

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 4:4) 4 Mas Jesus respondeu:
Está escrito:
Não só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus.

Em outra
ocasião, Jesus revelou que aqueles que o procuravam só visavam a parte física
de suas necessidades.

(João
6:26-27) 26 Jesus respondeu-lhes e disse: “Digo-vos em toda a
verdade:
Vós me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes
dos pães e ficastes satisfeitos.
27 Trabalhai, não pelo alimento que perece,
mas pelo alimento que permanece para a vida eterna, que o Filho do homem vos
dará; pois neste o Pai, sim, Deus, tem posto o seu selo [de aprovação].”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 6:26-27) 26 Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Vós me
procurais, não porque vistes milagres, mas porque comestes dos pães e vos
fartastes.
27 Trabalhai não pela comida
que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do
homem vos dará; porque sobre ele imprimiu o seu selo o Pai, que é Deus

Jesus
deixou bem claro a existência de duas necessidades aos humanos.

Jesus
ressuscitou Lázaro, no entanto Lázaro voltou a morrer.

Será que
Jesus precisava dar vida eterna para Lázaro para que ele não morresse??

Ou será
que Jesus devia continuar entre os humanos para ressuscitar Lázaro toda vez que
ele morresse??

A “segunda
morte” de Lázaro representava haver um erro em Jesus??

Será que
Jesus podia ter dado um corpo perfeito para Lázaro e preferiu dar um corpo
pecaminoso, com defeitos que o levariam à “segunda morte”??

Esta
“segunda morte” de Lázaro era algo inevitável para Lázaro??

E quanto à
terceira morte de Lázaro??

Será que haveria
uma quarta morte para Lázaro??

O que
poderia interromper esta sequência de mortes de uma mesma pessoa??

E quanto
àquele que não revelava ter males físicos?? Será que este também estava
doente?? Que espécie de doença seria??

Jesus
falou de um alimento que levaria a pessoa a ter uma vida eterna.

27 Trabalhai,
não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que permanece para a vida
eterna, que o Filho do homem vos dará;

27 Trabalhai não pela comida
que perece, mas pela comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do
homem vos dará;

Jesus falou mais sobre este alimento e
sua importância para o homem:

(João
6:53-55) 53 Concordemente, Jesus disse-lhes:
“Digo-vos em toda a verdade: A menos que comais a carne do Filho do homem e
bebais o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos. 54 Quem
se alimenta de minha carne e bebe meu sangue tem vida eterna, e eu o hei de
ressuscitar no último dia; 55 pois a minha carne é verdadeiro
alimento, e o meu sangue é verdadeira bebida.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

 

(João 6:53-55) 53 Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Se
não comerdes a carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tendes
a vida em vós. 54 Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a
vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. 55 Pois a minha carne é
verdadeira comida, e o meu sangue verdadeira bebida.

Que alimento era este?? Seria a carne
física de Jesus e o sangue físico de Jesus??

Veremos mais detalhes sobre isso um
pouco mais abaixo.

 

Por que
não chamar os justos?? Ora, os justos já continuam a viver. Os justos já estão
fazendo as coisas certas. O justo não precisa mudar de caminho. O justo não está
doente. O justo não precisa de ajuda. O justo não precisa ser perdoado. Justo é
aquele que não está espiritualmente doente. O justo é um ajudador.

(Ezequiel 18:9) 9 se tem andado nos meus
estatutos e tem guardado as minhas decisões judiciais para praticar a verdade,
ele é justo. Ele
positivamente continuará a viver
’, é a
pronunciação do Soberano Senhor Jeová.

Sendo um homem
justo, Jesus mantinha contato físico com os iníquos sem discriminá-los. Os
iníquos se sentiam bem estando em contato direto com
Jesus. Jesus os fazia sentirem-se assim. No entanto, Jesus não apoiava os erros
praticados por tais iníquos.

Jesus
estava estabelecendo a verdade sobre como um justo deve tratar um iníquo. A
verdade não se contradiz.

Dentro da
mesma circunstância de relacionamento humano, Jesus decidia fazer algo,
enquanto os estudiosos da lei e discípulos de Moisés, decidiam fazer de forma oposta.

Aqueles
humanos chegavam um tipo de solução para determinado tipo de problema, enquanto
Jesus chegava a outro tipo de solução.

Qual o
motivo desta diferença de opinião sobre como resolver o mesmo problema??

Resolvemos
problemas de acordo com as informações que temos e nas quais acreditamos. Neste
caso, percebemos que as informações que Jesus acreditava eram diferentes das
informações que aqueles humanos acreditavam. Percebemos que se tratava de um
problema de “informação”.

Jesus
revelou que os pecadores estavam do lado oposto aos justos e que ele estava
junto com os pecadores, sentando-se e comendo com os pecadores. Jesus estava
sentado e comendo com aquelas pessoas consideradas como iníquas e discriminadas
por serem iníquas em face de suas reais ações iníquas. Eram pessoas realmente
iníquas. Neste caso, Jesus revelava não sentir inimizade pelos iníquos, o que
revelava que Jeová também não tinha tais iníquos como inimigos Dele. Jesus
estava revelando a verdade a respeito do Pai.

Estes
pecadores revelavam ter uma doença espiritual (invisível). Onde se alojava tal
doença??

O que
faziam aqueles que não se consideravam iníquos, com aqueles que eles
consideravam iníquos??

(Salmos 26:3-6) 3 Pois a tua benignidade está diante dos meus olhos; E tenho
andado na tua verdade. 4
Não me tenho sentado com homens falsos, Nem terei relações com dissimuladores. 5 Odeio o
ajuntamento do mal-fazejos, E com iníquos não me
sentarei.

Jesus
estava andando no sentido oposto dos sacerdotes, dos fariseus, dos escribas, do
que estava escrito no livro sagrado e de todos os que não se consideravam
iníquos, isto é, se consideravam muito mais justos do que aqueles odiosos
pecadores.

Jesus
estava sentado e comendo com alguém que era praticante de coisas detestáveis do
ponto de vista de Jeová.

Depois de
Jesus se sentar
e comer
com os pecadores (ofensores da lei de Deus) sob os olhares críticos de todos,
que palavras falou Zaqueu, o chefe dos cobradores de impostos, sobre sua nova
forma de levar a vida?? Que palavras falou Jesus?? Assim se fez registrar:
(Lucas
19:8-10) 8 Mas Zaqueu levantou-se e disse ao Senhor: “
Eis que a
metade dos meus bens, Senhor, dou aos pobres
, e o que for que eu extorqui de
qualquer um por meio de acusação falsa, eu restituo quatro vezes mais.” 9
A isto Jesus disse-lhe: “Neste dia entrou a salvação nesta casa,
porque ele também é filho de Abraão. 10 Pois o Filho do homem
veio buscar e salvar o que estava perdido.”

Colocando
o verbo no presente (dou/restituo), alguém estava desejoso de mostrar que Jesus
foi até a casa de Zaqueu PORQUE Zaqueu já era merecedor disso, no entanto, não
foi este o caso. Em face disso a Tradução Brasileira verte de outra forma.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Lucas 19:8-10)
8
Zaqueu, levantando-se, disse a Jesus:
Senhor,
vou dar a metade dos
meus bens aos pobres
, e se em alguma coisa
defraudei a alguém,
lho restituirei quadruplicado. 9 Disse-lhe Jesus: Hoje entrou a
salvação nesta casa, porquanto este também é filho de Abraão; 10 porque o
Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.

Qual o
motivo de Zaqueu tornar pública esta sua nova
postura, postura oposta à de um cobrador de impostos?? O que impeliria Zaqueu a
começar a andar na direção contrária a que ele estava andando até aquele
dia?? Suas ações anteriores eram frutos dos sentimentos que ele tinha até
então. Zaqueu decidiu praticar ações opostas às suas ações anteriores.
Bem, a presença e as palavras de Jesus para Zaqueu, passaram a representar uma
mudança para a vida de Zaqueu. Zaqueu afirmou: “Vou dar a metade dos meus bens
para os pobres. Caso eu tenha defraudado alguém, vou devolver”.

Obviamente,
se tratava de uma ação a ser praticada depois do contato de Zaqueu com Jesus.
As palavras de Jesus deixam isto bem claro:

·         “Neste dia entrou a salvação nesta casa

·         Hoje entrou a salvação nesta casa

Ora, os
pobres passaram a ter importância para Zaqueu. Houve uma modificação nos
sentimentos de Zaqueu em relação aos pobres. Em lugar de tirar e tirar do
pobre, e continuar não se importando com o pobre, Zaqueu passaria a devolver
aquilo que ele havia retirado dos pobres. O pobre passou a ter espaço no
coração de Zaqueu. Zaqueu passou a valorizar a pessoa do pobre.
Tratava-se de um bom
começo.

Depois
desta nova posição de Zaqueu, o que falou Jesus?? Jesus falou: “Hoje, hoje,
entrou salvação nesta casa”.

O que o
Pai havia falado para Ezequiel??

(Ezequiel 33:14-16) 14 “‘E quando eu disser ao iníquo: “Positivamente morrerás”, e ele
realmente recuar do seu pecado e praticar o juízo e a justiça, 15
[e] o iníquo restituir
a própria coisa penhorada e devolver as próprias coisas roubadas,
andando realmente nos próprios estatutos da vida por não fazer
injustiça,
positivamente continuará vivendo. Não morrerá. 16 Nenhum dos seus pecados com
que pecou será lembrado contra ele. Juízo e justiça é o que praticou.
Ele
positivamente continuará vivendo.
’

A mudança
de Zaqueu era em face de Jesus associar-se com um pecador, praticando o “comer
na casa e com tal pecador”, pecador este que era desprezado pelos demais
contemporâneos. Este pecador desprezado e tido como inimigo, começava a mudar a
sua forma de ver e viver a vida no seu dia a dia.

Não era
este desprezado pecador considerado como um “caso perdido” pelos sacerdotes,
fariseus e o restante do povo?? Para estes homens, Zaqueu era um caso sem
salvação, um vaso próprio para a destruição, logo, seus sentimentos em relação
a Zaqueu correspondiam, eram um fruto, eram um resultado de certas informações.

Que mais
falou Jesus?? Jesus afirmou:
“Pois o
Filho do homem veio buscar e salvar o que estava
perdidoporque o Filho
do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido.

Na visão
de Jesus, o que aquela geração rotulava como um caso perdido, na verdade era
uma importante pessoa a ser achada e salva e não um inimigo a ser desprezado e
odiado. Jesus estava apenas copiando as ações do Pai, não é verdade?? Neste
caso, a ação de Jesus estava revelando qual tinha sido a ação do Pai até aquele
dia, em relação aos iníquos, não é mesmo??

Os
fisicamente debilitados eram vistos como pecadores que estavam sendo punidos
por Deus, pessoas amaldiçoadas. Os fisicamente debilitados eram
discriminados e eram desprezados por aqueles que se achavam leais a Deus. Da
mesma forma, os espiritualmente debilitados também eram discriminados,
desprezados e odiados por estes que se achavam leais a Deus.

Do ponto
de vista de Jesus, este pecador (Zaqueu) não era um caso perdido, antes, era um
paciente a ser salvo de sua doença, isto é, da ganância, da usura, da
desonestidade. Depois de uma conversa com Jesus, Zaqueu começou a abrir
mão de sua riqueza; ele passou a dar menos valor para a sua riqueza, ele passou
a admitir reduzir a sua riqueza. O que ele faria com parte de sua riqueza??
“Vou dar a metade dela aos pobres” – esta foi a afirmação de Zaqueu, gerando uma
alegria no médico Jesus.

Que reação
teve aquele homem rico, que aos olhos daquela sociedade era um homem justo e
cumpridor dos mandamentos desde a juventude (abençoado por Deus), quando Jesus
o convidou a dar sua riqueza para os pobres?? Será que ele também decidiu dar a
metade de sua riqueza aos pobres??

Aos olhos
daquela geração, Zaqueu era um caso perdido por ser um praticante de coisas
detestáveis, no entanto, este homem rico não era um caso perdido, pois, segundo
eles, o homem rico era um caso de justiça e bênção de Deus, um verdadeiro caso
de amizade. Aos olhos daquela geração, a desonestidade de Zaqueu o levava a
condição de amaldiçoado por Deus (um caso de inimizade), enquanto que a
condição daquele homem rico era fruto da observância deste aos mandamentos de
Jeová desde a infância (um caso de amizade com Deus). Neste caso, a riqueza era
uma bênção dada a alguém leal, logo, alguém que Deus tinha como bem próximo
Dele. Neste caso, os observadores viam uma “riqueza legítima”.

Será que
este homem rico afirmou que daria pelo menos a metade de sua legítima riqueza
para os pobres?? Que reação teve este homem considerado por aquela geração como
homem justo que usufruía da amizade de Deus??

Assim se
fez registrar:
(Marcos 10:17-22) 17 E, enquanto saía, chegou
correndo certo homem e se pôs de joelhos diante dele, perguntando-lhe: “Bom
Instrutor, que tenho de fazer para herdar a vida eterna?” 18 Jesus
disse-lhe: “Por que me chamas de bom? Ninguém é bom, exceto um só, Deus. 19
Sabes os mandamentos: ‘Não assassines, não cometas adultério, não
furtes, não dês falso testemunho, não defraudes, honra a teu pai e a tua mãe.’”
20 O homem disse-lhe: “Instrutor, todas estas coisas tenho
guardado desde a minha mocidade.” 21 Jesus olhou para ele e sentiu
amor por ele, e disse-lhe: “Uma coisa falta a respeito de ti: Vai, vende o que
tiveres e dá aos pobres, e terás um tesouro no céu, e vem ser meu seguidor.” 22
Mas ele ficou triste com as palavras e se afastou contristado, pois
tinha muitas propriedades.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Marcos 10:17-22)
17
Ora, ao sair para se pôr a caminho,
correu para ele um homem, o qual se ajoelhou diante dele e lhe perguntou: Bom
Mestre, que hei de fazer para herdar a vida eterna? 18 Respondeu-lhe
Jesus: Por que me chamas bom? ninguém é bom, senão um que é Deus. 19
Sabes os mandamentos: Não matarás; não adulterarás; não furtarás; não dirás
falso testemunho; a ninguém defraudarás; honra a teu pai e a tua mãe. 20
Ele, porém, lhe replicou: Mestre, tudo isso tenho guardado desde a minha
juventude. 21 E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Uma coisa
te falta; vai vende tudo quanto tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no
céu; e vem, segue-me. 22
Mas ele,
pesaroso desta palavra, retirou-se triste
,
porque possuía muitos bens.

Certamente,
este homem rico era um assíduo frequentador da sinagoga local e gozava do
respeito e admiração dos seus contemporâneos que o declaravam justo, inclusive
dos apóstolos de Jesus.

O pobre
continuou sem espaço no coração deste homem supostamente justo, isto é, visto
como justo.

Este
suposto justo, sendo um cumpridor de muitos mandamentos, sentindo-se leal a
Jeová, também sentia repugnância dos cobradores de impostos e dos pecadores,
dos pobres, dos leprosos e dos fisicamente aleijados, obviamente, pois o seu
ensinamento (informações) provinha da mesma fonte que a dos sacerdotes e do
resto do povo. Desde a sua juventude ele havia sido ensinado que as coisas eram
da forma como ele fazia. Jesus estava estabelecendo a verdade a respeito do
Pai. A verdade não se contradiz.

Abrir mão
da riqueza adquirida com tanto trabalho supostamente honesto e dá-la aos
pobres, aos leprosos, aos coxos e aos aleijados podia soar como estar
desagradando a Jeová, Aquele que estava punindo estes
homens por pecados seus ou de seus pais, não poderia?? Você pensa que eu vou
beneficiar um inimigo de Jeová?? Na mente daquela geração, sendo amaldiçoados
por Jeová, aqueles homens pobres e doentes estavam recebendo uma punição por
seus pecados, recebendo o que mereciam, enquanto que o homem rico estava sendo
abençoado por Jeová por ser um cumpridor dos mandamentos, também recebendo o
que merecia
como recompensa por sua lealdade. Não podemos esquecer que o
homem rico, vivendo em uma sociedade escravocrata, certamente comprava seus
escravos e os mantinha fazendo trabalho forçado de escravo para a manutenção e
aumento de sua riqueza. Certamente que ele achava tudo isto como sendo uma
coisa muito normal e natural. Se havia escravos é porque eles mereciam tal
condição.

O que
estes homens precisavam?? Eles precisavam mudar de opinião. Eles precisavam ver
algo que até então eles não estavam vendo, isto é, eles precisavam perceber
algo, que até então eles não haviam percebido. Jesus estava estabelecendo a
verdade. Obviamente que aqueles homens não viviam segundo a verdade.

Eles
precisavam perceber algo novo em relação aos debilitados fisicamente, assim
como também precisavam perceber algo novo em relação aos debilitados
espiritualmente.

Tragam estes doentes para junto de vocês – foi isto o que Jesus estava praticando
e pediu para aqueles homens de posse fazerem.
(Lucas 14:12-14) 12
A seguir passou a dizer também ao homem que o convidara: “Quando
ofereceres um almoço ou uma refeição noturna, não chames os teus amigos, nem
teus irmãos, nem teus parentes, nem teus ricos vizinhos. Talvez eles por sua
vez te convidem também e isso se torne para ti uma restituição. 13
Mas, quando
ofereceres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos;
14 e serás feliz, porque eles
não têm nada com que te pagar de volta. Porque se te pagará de volta na
ressurreição dos justos.”

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Lucas 14:12-14) 12 Disse também ao que o havia convidado: Quando deres um
jantar, ou uma ceia, não convides teus amigos, nem teus irmãos, nem teus
parentes, nem os vizinhos ricos, para que não suceda que também eles te tornem
a convidar, e te seja isso retribuído. 13
Mas quando deres um banquete,
convida os pobres, os aleijados, os mancos e os cegos;
14 e serás bem-aventurado; porque eles não têm com
que te retribuir; pois retribuído te será na ressurreição dos justos.

Isto
representava uma mudança de sentimentos em relação a estas pessoas, não
representava??

Para uma
sociedade que sentia repugnância pelos doentes e pelos pobres (por vê-los como
amaldiçoados por Deus), como soaria tal sugestão dada por Jesus?? Não soaria
como uma deslealdade contra Deus??

No entanto,
o que afirmou Jesus??

·         Porque se
te pagará de volta na ressurreição dos “justos”.

·         pois retribuído te será na ressurreição dos “justos”.

O que
representava cuidar e sustentar os fisicamente pobres e aleijados??
Representava praticar uma ação de um homem justo.

De forma
oposta, não praticar tais ações em benefício dos fisicamente pobres e aleijados
representava praticar ações de iniquidade, pois no mínimo estavam se omitindo,
e de forma deliberada. Os que não praticassem bondade para com os
fisicamente pobres e aleijados eram vistos por Jeová como praticantes de coisas
detestáveis.

Convida os
pobres, os aleijados, os mancos e os cegos?? Mas estes não são os amaldiçoados
por Deus? Não são estes os que Jeová tem como inimigos?? Não estão estes
recebendo de Deus o que merecem? Certamente, algum dos contemporâneos de Jesus
lhe faria estas perguntas.

Que
resposta deu Jesus para aquela geração??

(Lucas 14:13-14) 13Mas, quando
ofereceres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos; 14
e serás feliz, porque eles não têm nada com que te pagar de volta.
Porque se te pagará de volta na ressurreição dos justos.”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 14:13-14) 13 Pelo contrário, quando deres um festim, convida os pobres,
os aleijados, os coxos e os cegos; 14 e serás bem-aventurado, por não
terem eles com que te recompensar;
pois serás
recompensado na ressurreição dos justos.

Sentar-se
com tais pessoas fisicamente debilitadas e suprir as necessidades destas
pessoas constituía um ato de justiça. Jesus estava estabelecendo a verdade a
respeito do Pai. A verdade não se contradiz. Isto significava que Jeová nunca
tinha tido
o pobre e o deficiente físico como amaldiçoados diante Dele.

Bem, o
comportamento de Jesus em relação a estas pessoas não fornece a correta
resposta para estas perguntas?? Decerto.

Os
“pecadores aviltados” entrariam no reino dos céus na frente dos sacerdotes e
dos fariseus.

Os
sacerdotes e os fariseus se viam próximos de Deus, se viam como gozando da
amizade de Deus. Obviamente, não se viam como iníquos. Desta sua posição, eles
viam os pecadores aviltados como gozando da inimizade de Deus, logo, estando
bem longe de Deus. Em face disto, sentiam inimizade por estas pessoas.

Que valor
atribuíam a estas pessoas fisicamente debilitadas e deformadas??

Certamente,
que atribuíam um baixo valor, tendo por estas pessoas uma baixa estima.

Quando
Jesus afirmou que os cobradores de impostos entrariam no reino dos céus na
frente
dos sacerdotes, dos escribas, dos fariseus e dos demais supostamente
justos, poderia ter causado mais indignação nestes homens, no entanto, o que os
fatos estavam mostrando?? Quem revelou ter um coração mais sensível?? Quem
começou a se importar com o pobre?? Quem passou a valorizar o pobre?? Quem
passou a ver o pobre como alguém a ser ajudado em lugar de ser discriminado,
rebaixado, explorado, julgado, condenado e esmagado??

A resposta
foi dada na relação do dia a dia: “Os cobradores de impostos estavam entrando
no reino dos céus na frente destes supostos justos (homens que não se viam como
iníquos)”. Entrar no reino significava compactuar dos mesmos sentimentos
de Jesus por tais iníquos, pois Jesus é o rei do reino.

No entanto
fica no ar a seguinte pergunta: O que aconteceria dentro do reino depois que
tais sacerdotes e fariseus entrassem no reino?? Será que o reino continuaria o
mesmo??

O cobrador
de impostos revelou ter um coração mais sensível, um coração mais sujeito a
mudanças em relação aos antigos sentimentos ali alojados.
O
coração está em um local invisível e guarda nele coisas invisíveis.

No caso deste cobrador de impostos (Zaqueu), a informação dada
por Jesus, o fez perceber algo novo em relação ao pobre.

CURA
– O objetivo do Pai é a cura.

(Isaías 6:8-10) 8 E comecei a ouvir a voz de
Jeová, dizendo: “A quem enviarei e quem irá por nós?” E eu passei a dizer:
“Eis-me aqui! Envia-me.” 9 E ele prosseguiu, dizendo: “Vai, e
tens de dizer a este povo: ‘Ouvi vez após vez, mas não entendais; e vede vez
após vez, mas não obtenhais conhecimento.’ 10 Torna embotado
o coração deste povo e torna insensíveis os próprios ouvidos deles, e gruda os
próprios olhos deles, para que não vejam com os seus olhos e não ouçam com os
seus ouvidos, e para que seu próprio coração não entenda, e para que realmente
não recuem e obtenham para si
a cura

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Isaías 6:8-10) 8 Depois
disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem irá por nós?
Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim. 9 Disse, pois, ele: Vai, e
dize a este povo: Ouvis, de fato, e não entendeis, e vedes, em verdade, mas não
percebeis. 10 Engorda o coração deste povo, e endurece-lhe
os ouvidos, e fecha-lhe os olhos; para que ele não veja com os olhos, e ouça
com os ouvidos, e entenda com o coração, e se converta, e
seja sarado.

Assim
verte a Tradução Brasileira
: (Isaías 6:8-10) 8 Ouvi a
voz de Jeová dizer: Quem enviarei eu, e quem irá por nós? Disse eu: Eis-me
aqui; envia-me a mim. 9 Ele disse: Vai e dize a este povo: Haveis de
ouvir, porém não entendereis; haveis de ver, porém não percebereis. 10
Torna insensível o coração deste povo, endurece-lhe
os ouvidos, e fecha-lhe os olhos, para não suceder que, vendo com os olhos, e
ouvindo com os ouvidos, entenda no coração, e se converta, e
seja sarado.

QUAL É A SEQUÊNCIA EXIGIDA PARA O HUMANO CONSEGUIR A CURA??

Ver, ouvir
(escutar), entender, amar aquilo que passou a entender, depois disto,
deixando-se convencer, aceitar e recuar de suas ações, se converter ou dar meia
volta, passando praticar novas ações, ações opostas às praticadas até então.

O que
Jeová havia falado para Jeremias em relação a casa de Judá??

(Jeremias 5:20-21) 20 Contai isto na casa de Jacó
e publicai-o em Judá, dizendo: 21
“Ouvi, pois, o seguinte, ó povo estulto, sem coração: Eles têm
olhos, mas não podem ver; têm ouvidos, mas não podem ouvir….

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 5:20-21) 20 Anunciai isto na casa de Jacó, e fazei-o ouvir em Judá,
dizendo: 21 Ouvi isto,
povo insensato e sem entendimento; que tendes olhos,
e não vedes; que tendes ouvidos, e não ouvis:

 

Para que tais
coisas aconteçam é necessário haver um entendimento das coisas e um coração
sensível. O Pai deixou bem claro que envolvia o coração, um local invisível.

Desta
forma, Zaqueu, o pecador desprezado pelos supostos justos, mostrou ter um
coração mais sensível do que os supostos justos.

O que
notamos??

Notamos
que a informação é um elemento importantíssimo.

SEMEADOR
DA SEMENTE – SEU OBJETIVO É A CURA

(Mateus 13:3-9) 3 Disse-lhes então muitas coisas
por meio de ilustrações, dizendo: “
Eis que um semeador saiu a semear; 4
e, ao passo que semeava, algumas [sementes] caíram à beira da
estrada, e vieram as aves e as comeram. 5 Outras caíram em
lugares pedregosos, onde não tinham muito solo, e brotaram imediatamente, por
não terem profundidade de solo. 6 Mas, ao se levantar o sol,
ficaram queimadas, e, por não terem raiz, murcharam. 7 Outras,
também, caíram entre os espinhos, e os espinhos cresceram e as sufocaram. 8
Ainda outras caíram em solo excelente e começaram a dar fruto, esta
cem vezes mais, aquela sessenta vezes mais, outra trinta vezes mais. 9
Escute aquele
que tem ouvidos.
”

(Mateus 13:18-23) 18 “Escutai, então, a ilustração do homem que semeou. 19 Quando
alguém ouve
a palavra do reino, mas não
a entende, vem o iníquo e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o
semeado à beira da estrada. 20 Quanto ao semeado nos lugares
pedregosos, este é o que
ouve a palavra e a aceita imediatamente com alegria. 21 Contudo, ele não
tem raiz em si mesmo, mas continua por algum tempo, e depois de ter surgido
tribulação ou perseguição, por causa da
palavra, logo
tropeça. 22 Quanto ao semeado entre os espinhos, este é o que
ouve a palavra, mas as ansiedades deste sistema de coisas e o poder enganoso
das riquezas sufocam a palavra, e ele se torna infrutífero. 23 Quanto
ao semeado em solo excelente, este é o que
ouve a palavra e a entende, que realmente dá fruto e produz, este cem vezes mais, aquele sessenta vezes
mais, outro trinta vezes mais.”

O local onde
é semeada a semente é o coração, um local invisível.

Por isto é que eu falo com eles usando
ilustrações.

(Mateus 13:13-15) 13 É por isso que
lhes falo usando ilustrações
, PORQUE olhando, olham em vão, e ouvindo, ouvem em vão, nem entendem; 14
e é neles que tem cumprimento a profecia de Isaías, que diz: ‘Ouvindo
ouvireis, mas de modo algum entendereis; e olhando olhareis, mas de modo algum
vereis. 15
Pois o coração deste povo
tem ficado embotado e seus ouvidos têm ouvido sem reação, e eles têm fechado os
olhos; para que nunca vissem com os olhos, nem ouvissem com os ouvidos,
nem entendessem
com os corações
e se voltassem, e eu os
sarasse.’

 

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Mateus 13:13-15) 13 Por isso lhes falo por parábolas;
PORQUE eles, vendo, não vêem; e ouvindo,
não ouvem nem entendem. 14 E neles se cumpre a profecia de Isaías, que
diz: Ouvindo, ouvireis, e de maneira alguma entendereis; e, vendo, vereis, e de
maneira alguma percebereis. 15
Porque o coração deste povo se endureceu, e com os ouvidos ouviram tardamente, e fecharam os olhos, para que não vejam com os
olhos, nem ouçam com os ouvidos,
nem entendam com o coração, nem se convertam, e eu os cure.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 13:13-15) 13 Por isso lhes falo em parábolas, PORQUE vendo, não vêem; e ouvindo, não
ouvem, nem entendem. 14 Neles se está cumprindo a profecia de Isaías,
que diz: Certamente ouvireis, e de nenhum modo entendereis; Certamente
vereis, e de nenhum modo percebereis. 15
Pois o coração deste povo se fez pesado, E os seus ouvidos se fizeram
tardos, E eles fecharam os olhos; Para não suceder
que, vendo com os olhos E ouvindo com os ouvidos,
Entendam no
coração
e se convertam, E eu os sare.

Por que Jesus lhes falava usando ilustrações ou
parábolas??

·        
PORQUE olhando, olham em vão, e ouvindo, ouvem em vão, nem entendem;

·        
PORQUE eles, vendo, não vêem; e ouvindo,
não ouvem nem entendem.

·        
PORQUE vendo, não vêem; e ouvindo, não
ouvem, nem entendem.

Qual era o
objetivo de Jesus?? Muitos afirmam que Jesus queria que eles permanecessem em
ignorância. Seria este o objetivo de Jesus?? O que isto revelaria sobre a
personalidade de Jesus?? Tinha Jesus o objetivo de mantê-los espiritualmente
cegos?? Tinha Jesus o objetivo de enganar os espiritualmente cegos??

Qual o
real objetivo de Jesus?? Era fazer que aqueles humanos entendessem algo de muito
importante e que representava vida para eles. Jesus entendia plenamente o
assunto enquanto os seus ouvintes não entendiam. Pelo fato de entender
plenamente o assunto, Jesus tinha a capacidade de criar muitas ilustrações
visando que os seus ouvintes pudessem raciocinar sobre a informação
dada. O raciocínio os levaria ao entendimento. As ilustrações chamavam as
pessoas para o raciocínio. O povo tinha um problema de coração. O povo tinha um
coração duro, um coração insensível.

Jesus deixa claro que o humano continua com o seu
livre-arbítrio.

Existem
vários tipos de solos assim como existem vários tipos de reações, mesmo depois
que se entende a palavra. A palavra exercerá mais influência em determinadas
pessoas do que em outras. “Estes produzirão cem vezes mais, aquele sessenta
vezes mais, outro trinta vezes mais”. Até mesmo o grau de entendimento seria
diferenciado.

Uns
entenderiam mais do que outros enquanto que outros se sensibilizariam mais do
que outros, no entanto, todos estavam no processo de cura.

Onde ocorreria todo o processo da cura??

Onde é
semeada a palavra?? No coração.

Todo o processo da cura ocorre no coração.

Quanto
mais excelente for o solo, maior será a quantidade de frutos de bondade
produzida por esta pessoa. Quanto mais duro for o solo, menos produtivo ele se
mostrará. Solo excelente é igual a coração sensível, logo, quanto mais sensível
for o coração, mais excelente é o solo. Aquele que produz cem vezes mais
deveria sentir repugnância daquele que só produz dez vezes mais?? Com que olhos,
aquele que produz cem vezes mais deve ver aquele que só produz cinco vezes
mais?? Certamente, com os olhos da misericórdia. O que ele deve fazer??
Copiando o exemplo do mestre Jesus, ele deve ser um “ajudador”, um paracleto.

Palavras
de Jesus:
(João 14:15-17) 15 “Se me amardes, observareis os meus mandamentos; 16 e
eu solicitarei ao Pai e
ele vos dará outro ajudador para estar
convosco para sempre, 17 o espírito da verdade, que o mundo
não pode receber, porque nem o observa nem o conhece. Vós o conheceis, porque
permanece convosco e está em vós….

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(João 14:15-17)
15
Se me amardes, guardareis os meus
mandamentos. 16 Eu rogarei ao Pai, e
ele vos dará um outro Paráclito, a fim de que esteja para sempre convosco. 17 o Espírito
da verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; vós o
conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós.

PARACLETO
– Esta é a definição dada por
certo dicionário para esta expressão:

paracleto Datação: 1561

n substantivo masculino

1
Rubrica: teologia.

o Espírito Santo

Obs.: inicial maiúsc.

2
pessoa
que defende e protege alguém; mentor

 

De forma
totalmente lógica, Jeová chamou o Seu reino de “reino de sacerdotes”. A palavra
sacerdote é sinônimo da palavra ministro (minister

em latim). É o mesmo que
servente, sacerdote de um deus, aquele que serve ou ajuda
e conselheiro.

Neste
caso, fica bem claro que o sacerdote era um ajudador (aquele que ajuda),
um conselheiro (aquele que aconselha).

Ministro – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): o que serve ou ajuda,
conselheiro

ministro

s.m. (sXIV) 1 auxiliar direto do mandatário supremo de uma nação, que
chefia um ministério e compõe o gabinete 2
dipl na hierarquia
diplomática, categoria abaixo da de embaixador 3
ecles
aquele que, na
religião, exerce um ministério, como pregar, administrar os sacramentos etc. 3.1

pastor
protestante 4
jur B designação comum aos juízes de qualquer
tribunal superior do país
² m. de Estado pol ministro escolhido e
nomeado pelo presidente da República para chefiar um ministério • m. de
primeira classe
dipl posto mais alto na carreira diplomática brasileira,
com o título de embaixador • m. de segunda classe
dipl
posto abaixo do
de embaixador, com o título de ministro-conselheiro • m. plenipotenciário

dipl
chefe de missão
diplomática com hierarquia imediatamente inferior à de embaixador e que representa
seu governo junto a outro Estado, à frente de uma legação (missão diplomática
de hierarquia abaixo da embaixada); enviado extraordinário • m. sem pasta

pol
ministro de
Estado que não ocupa nenhuma pasta, mas participa do ministério e assessora o
presidente
¤ etim lat. miníster,tri ‘servente, sacerdote de um deus, o que serve ou ajuda, conselheiro’
¤ sin/var ver sinonímia de sacerdote ¤ col conselho, ministério ¤ hom ministro(fl.ministrar)

 

Neste
caso, percebemos o que Jesus representava para seus apóstolos. Um conselheiro,
aquele que ajuda. Neste caso, seria um reino de conselheiros, ou ainda, um
reino de “ajudadores”.

QUAL É A
CURA PARA O PECADO??

O que
respondeu Jesus?? Ele responde: a palavra.

A CURA PARA O PECADO É A PALAVRA (INFORMAÇÃO).

A pessoa
precisa ouvir a palavra (informação).

A pessoa
precisa entender plenamente a palavra (informação) e concordar plenamente com
ela (informação).

A pessoa
precisa amar a palavra (informação) e se apegar a ela.

A palavra
(informação) precisa criar raízes no coração do ouvinte. Cada palavra
(informação) precisa criar raízes no coração do ouvinte.

Depois de
entender a informação (palavra), concordando plenamente com ela, a pessoa usará
esta informação (palavra) para resolver os problemas no dia a dia com os seus
contemporâneos. Como resultado, esta pessoa passará a agir de forma diferente
dos seus contemporâneos.

Além de um
solo excelente, é necessário haver tempo para a formação e o crescimento das
raízes.

A árvore
invisível precisa crescer para começar a dar os seus frutos característicos. Da
semente de jaca não nasce um pé de maça.

Vimos no
exemplo de Zaqueu, como um ganancioso pode ser curado do seu pecado. Vimos que
não se trata de um passe de mágica. Não se mostrou haver qualquer antídoto
mágico.

COMO UM
ASSASSINO SERIA CURADO??

Colocado
sob as mesmas circunstâncias ou em circunstâncias piores, ele não repetiria
mais aquele pecado. Assim, deste pecado ele está curado. Ele deixou-se levar
por um sentimento. Ele tomou a decisão de matar alguém em face dos motivos
plenamente justificados em sua mente. Logo, ele precisa mudar de opinião. A
mudança de opinião o levará a mudar de sentimentos. Ele se negaria
terminantemente a assassinar alguém, independente dos motivos plenamente
justificados.

COMO UM
ADÚLTERO SERIA CURADO??

Colocado
sob as mesmas circunstâncias ou em circunstâncias piores, ele não repetiria
mais aquele pecado. Assim, deste pecado ele está curado. Ele deixou-se levar
por um sentimento. Ele tomou a decisão de adulterar com alguém em face dos
motivos plenamente justificados em sua mente. Logo, ele precisa mudar de
opinião. Mudando de opinião, sua decisão será diferente. Ele se negaria
terminantemente a adulterar, não havendo motivos plenamente justificados que o
conduzam a decisão de adulterar.

COMO UM MENTIROSO
SERIA CURADO??

Colocado
sob as mesmas circunstâncias ou em circunstâncias piores, ele não repetiria
mais aquele pecado. Assim, deste pecado ele está curado. Ele deixou-se levar
por um sentimento. Ele tomou a decisão de mentir para alguém em face dos
motivos plenamente justificados em sua mente. Logo, ele precisa mudar de
opinião. Ele se negaria terminantemente a mentir em toda e qualquer
circunstância.

Percebemos
que o humano não poderá reverter o pecado que ele já cometeu, pois o
assassinato já foi cometido, o adultério já foi praticado e a mentira já foi
pronunciada.

Percebemos
também que o humano fez vítimas com suas ações pecaminosas.

Percebemos
que o humano precisará não ser executado, ou seja, ele precisa continuar vivo
para poder provar que deixou de praticar aquele pecado, ou seja, que ele ficou
curado daquele pecado. Se Jeová, Aquele que tem a
prerrogativa legítima de punir, não o executou imediatamente, o que deverá
fazer um outro humano qualquer?? Não deveria se intrometer, não é mesmo??

Como Jeová
afirmou que fará as coisas?? Ele afirmou que perdoará e continuará a observar:
(Oséias
14:1-8) 14
“Volta
deveras a Jeová, teu Deus, ó Israel, pois tropeçaste no teu erro. 2
Tomai convosco palavras e voltai a Jeová. Dizei-lhe, todos vós: ‘Que tu perdoes o erro; e aceita o que é bom, e
nós ofereceremos em troca os novilhos de nossos lábios. 3
A própria Assíria não nos salvará. Não cavalgaremos em cavalos. E
não mais diremos: “Ó nosso Deus!” ao trabalho das nossas mãos, porque és tu que
tens misericórdia para com o menino órfão de pai.
’ 4 “Sararei a
sua infidelidade. Amá-los-ei de [minha] própria vontade, porque a minha ira
recuou dele. 5
Tornar-me-ei
para Israel como orvalho. Ele florescerá como lírio e lançará as suas raízes
como o Líbano. 6
Sairão os
seus rebentos, e a sua dignidade se tornará igual à da oliveira, e sua
fragrância será como a do Líbano. 7
Morarão novamente à sua sombra. Cultivarão cereais e florescerão
como a videira. A recordação dele será como o vinho do Líbano. 8
“Efraim [dirá]: ‘Que é que eu tenho ainda com os ídolos?’ “Eu mesmo
certamente darei resposta e continuarei a reparar nele.
Sou semelhante a um frondoso junípero. Em
mim se tem de achar fruto para vós.”

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Oséias 14:1-8)
1
Volta, ó Israel, para Jeová teu Deus;
pois caíste pela tua iniqüidade. 2
Tomai convosco
palavras e voltai para Jeová; dizei-lhe: Tira toda a iniqüidade,
e aceita o que é bom; assim ofereceremos como novilhos as ofertas dos nossos
lábios. 3
não nos salvará; não montaremos
em cavalos, nem diremos mais à obra das nossas mãos: Vós sois nossos deuses,
porque em ti o órfão acha a misericórdia.
4
Curarei a sua apostasia, amá-los-ei voluntariamente; porque a minha ira está
apartada deles. 5 Serei para Israel como o orvalho; ele brotará como o
lírio, e lançará as suas raízes como o Líbano. 6 Estender-se-ão os seus
ramos, e a sua formosura será como a oliveira, e o seu cheiro como o Líbano. 7
Os que habitam debaixo da sua sombra voltarão; reverdecerão como trigo e
brotarão como a vide; e o seu cheiro será como o vinho do Líbano. 8
Efraim dirá:
Que tenho eu mais com os ídolos? eu tenho respondido, e atentarei para ele;
eu sou como cipreste verde; de mim acha-se o teu fruto.

Você notou
a sequência???

Primeiro o Pai perdoa.

Depois de perdoado, Efraim (um filho)
oferece um novilho (oferta) dos lábios, ou seja, palavras.

Depois de perdoado é que vem a palavra,
ou seja, em primeiro lugar vem o perdão.

Quem tomou a iniciativa de deixar
aberto o caminho para a volta??

Quem foi que deixou aberta a porta
para o iníquo???

Quem foi que não fechou a porta para o
iníquo.

Vamos ver de novo a sequência??

1.     
O
filho comete a iniquidade.

2.     
O
Pai não fecha a porta para o filho iníquo, ou seja, o Pai não tem tal filho
como um inimigo.

3.     
Não
existe nenhum ressentimento no Pai em relação ao iníquo, pois quem comete
iniquidade é um iníquo.

4.     
Estando
a porta aberta, o iníquo pode decidir voltar em qualquer momento.

5.     
Sabendo
que o Pai não lhe guarda nenhuma ira, o filho iníquo decide voltar até o Pai.

6.     
No
lugar de tomar um presente para levar para o Pai (o sangue de um inocente
animal), o filho iníquo toma palavras e se dirige ao Pai, Aquele
que deixou aberta a porta.

7.     
O
filho iníquo reconhece o seu erro, e afirma que não mais praticará aquele erro.

8.     
O
Pai aceita a afirmação do filho.

9.     
O
Pai continua a observar se o filho realmente cumprirá o que prometeu.

 

Efraim
reconhece seu pecado e afirma que não cometerá mais aquele pecado. Jeová afirma
que continuará a observar seu amado filho, pois outras circunstâncias
aparecerão diante de Efraim.

Jeová deixa claro que o humano continua com o seu
livre-arbítrio.

“Amá-los-ei
de minha própria vontade”.
Certamente, não havia mérito como base
do perdão dado. Percebemos também que o perdão é uma ferramenta
indispensável para que o humano possa ser curado de
seu pecado, logo, a vítima sempre deve perdoar.

Percebemos
também que a vítima deve ver o agressor como um importante doente que
necessita de cura, e não alguém sem valor que tem de ser morto por ter
praticado uma ofensa qualquer contra ela, contra outro humano que ela atribua
um alto valor, ou ainda, contra Deus. Trata-se de uma doença invisível aos
olhos humanos. O agressor está espiritualmente doente. Onde está a doença do
agressor?? Está no coração.

Percebemos também que a vítima é a primeira a
revelar sua cura para que possa haver a cura no ofensor.

Percebemos
também que o pecador precisa mudar de opinião. Ele precisa deixar-se convencer.
Percebemos também que o pecador precisa mudar os seus sentimentos. Percebemos
ser uma questão básica de sentimentos.

COMO
CONSEGUIR A CURA??

O que
Jesus precisou fazer para que a cura ficasse disponível para o humano pecador??
O que Jesus afirmou??

O que eu
preciso fazer para me curar de um pecado??

Por que
aquele humano, passando a estar nas mesmas condições ou em condições piores,
mesmo assim não voltaria a praticar aquele pecado?? Tornar-se-ia ele um robô??

O pecador
precisa mudar de direção. Mudar de direção é uma decisão pessoal e
intransferível. O pecador precisa ser convencido, não é verdade?? O pecador
precisa mudar os seus sentimentos, não é verdade?? São as palavras
(informações) que podem nos fazer mudar de opinião, não é verdade?? Depois de
estar plenamente convencido, o humano não voltará a praticar as ações anteriores.
O que afirmou Jesus?? Ele afirmou:
(João 8:51) 51 Digo-vos
em toda a verdade:
Se alguém observar a minha
palavra, nunca jamais verá a morte.
”

Jesus não afirmou
que era para observar quaisquer outras palavras já conhecidas. Ele afirmou que
era para observar suas palavras, suas palavras.

QUAIS SÃO
AS PALAVRAS (INFORMAÇÕES) E ONDE ESTÃO ESTAS PALAVRAS (INFORMAÇÕES)??

Jesus
responde:
(Mateus 7:24-27) 24 “Portanto, todo aquele que ouve ESTAS minhas palavras e as pratica será comparado a um homem discreto, que construiu a
sua casa sobre a rocha. 25 E caiu a chuva, e vieram as
inundações, e sopraram os ventos e açoitaram a casa, mas
ela não se
desmoronou,
pois tinha sido fundada na rocha. 26
Além disso, todo aquele que ouve
ESTAS minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem tolo, que construiu a
sua casa sobre a areia. 27 E caiu a chuva, e vieram as
inundações, e sopraram os ventos e bateram contra aquela casa,
e ela se
desmoronou
, e foi grande a sua queda.”

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Mateus 7:24-27) 24 Todo aquele, pois, que ouve ESTAS minhas palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que
edificou a casa sobre a rocha. 25 E desceu a chuva, correram as
torrentes, sopraram os ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa;
contudo não caiu, porque estava fundada sobre a rocha. 26 Mas todo
aquele que ouve
ESTAS minhas palavras, e não as põe
em prática, será comparado a um homem insensato, que edificou a sua casa sobre
a areia. 27 E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os ventos,
e bateram com ímpeto contra aquela casa,
e ela caiu; e grande foi a sua queda.

Se ouvir e
praticar estas palavras (informações) haverá um resultado específico para o
pecador.

Se ouvir e
não praticar haverá outro resultado específico para o pecador.

Se começar
a praticar tais palavras (informações) nos momentos calmos, continuará
praticando-as nos momentos de grande tensão emocional. Nos momentos de grande
tensão emocional o humano revelará o que ele realmente tem no seu coração.

Jesus
tinha acabado de pronunciar o que é chamado de “sermão do monte”. O chamado sermão
do monte revela ser a lei do reino dos céus. No sermão do monte se encontram os
mandamentos que definem se determinadas ações são certas ou erradas. No sermão
do monte encontramos as diretrizes básicas que definem o certo e o errado para
o discípulo de Jesus. No sermão do monte encontramos as regras de comportamento
que o humano deverá praticar no seu dia a dia.

Ao iniciar
o sermão do monte, o que afirmou Jesus em relação a “estas palavras”??

Assim
afirmou Jesus:
(Mateus 5:19) 19 Quem, portanto, violar um destes mínimos mandamentos e ensinar
a humanidade neste sentido, será chamado ‘mínimo’ com relação ao
reino dos céus. Quanto àquele que os
cumprir e ensinar, esse
será chamado ‘grande’ com relação ao reino dos céus.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Mateus 5:19) 19 Qualquer, pois, que violar um
destes mandamentos, por menor que seja, e assim
ensinar aos homens, será chamado o menor no reino dos céus; aquele,
porém, que os
cumprir e ensinar será chamado grande
no reino dos céus.

Mandamentos
invioláveis??

Sim, foi
exatamente isto o que Jesus falou.

Não viole
os mandamentos. As circunstâncias não são determinantes. Não viole o mandamento,
independente das circunstâncias.

Jesus
mostrou como fazer isto.

Novamente
Jesus traz a atenção o praticar. Praticar os mandamentos. Que mandamentos?? Os
mandamentos listados logo depois destas palavras faladas por Jesus. Depois,
Jesus conclui, chamando a atenção para a mesma coisa, ou seja, a necessidade de
cumprir, de obedecer, de praticar continuamente o sermão do monte (a lei do
reino), as palavras que ele tinha acabado de proferir. “É necessário praticar
estas minhas palavras que acabais de ouvir”. Não eram pra ser aplaudidas e
elogiadas, antes, eram pra ser praticadas.

Violar
– esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
desrespeitar (lei, promessa etc.); infringir, transgredir…

2violar

v. (1448)
1 t.d.
tratar com desrespeito
(coisa ou lugar santo, sagrado ou merecedor de respeito); profanar
<v. um templo, um túmulo> 2 t.d.int. ter relação sexual com
(pessoa) contra sua vontade; estuprar
<o ladrão
violou a vítima
> <os bárbaros incendiavam, violavam e
matavam
> 3 t.d.
desrespeitar
(lei, promessa etc.); infringir, transgredir
<v. a constituição>
4 t.d.
deixar de
reconhecer (direito alheio)
<v. a
privacidade de alguém
> 5 t.d.
devassar
(segredo) ou esp. abrir (correspondência alheia) sem a permissão do dono
<v. cartas da filha> 6 t.d. manchar, desluzir,
deslustrar
<v. a
memória do pai
> 7 t.d.
forçar a abertura
de (algo fechado ou selado) ou entrar sem permissão em; arrombar
<v. o cofre de um banco> <v. uma casa> ¤ etim lat. viòlo,as,ávi,átum,áre ‘agredir por violência,
maltratar etc.’
¤ sin/var ver sinonímia de infringir ¤ ant
ver antonímia de infringir
¤ hom
viola(3ªp.s.),
violas(2ªp.s.) / viola(s.f.) e pl.

 

Aquele que
viola o mandamento ensinará a violar o mandamento, pois ele não concorda
com o mandamento; aquele que cumprir o mandamento ensinará a cumprir o
mandamento, pois ele concorda com o mandamento. Depois que passa a saber, ou
seja, depois que toma ciência do mandamento, aquele que viola tal mandamento, o
faz porque discorda daquele mandamento. Por sua vez, aquele que cumpre,
o faz porque concorda com aquele mandamento e faz questão de obedecer
aquele mandamento em toda e qualquer circunstância no seu dia a dia.

No
entanto, não podemos esquecer que Jesus foi aquele que mostrou como cumprir
cada um dos mandamentos listados no sermão do monte. Porque Jesus cumpria estes
mandamentos?? Porque Jesus concordava
inteiramente com os mandamentos. Independente
da situação em que se
encontrava, independente das circunstâncias, Jesus continuava a obedecer ao
mandamento. Eram os mandamentos que haviam sido fornecidos pelo Pai. Jesus
via-os como mandamentos invioláveis.


Percebeu que mandamento é uma coisa
que devemos “encarar” e tratar como inviolável??

Percebemos
também que Jesus não praticava os mesmos mandamentos praticados pelos
sacerdotes, fariseus e demais humanos daquela geração, mandamentos estes
devidamente registrados nas Escrituras.

Notamos
que a “palavra” é acreditar em Jesus.

Notamos
que a “palavra” é acreditar nas palavras faladas por Jesus; é acreditar nas
informações dadas por Jesus.

Notamos
que se trata de “obedecer” aos mesmos mandamentos obedecidos por Jesus.

Por que
Jesus não obedecia aos mandamentos dados por Moisés e registrados nas
escrituras?? Porque Jesus discordava deles, obviamente.

Vamos ver
um exemplo de um mandamento que após tomarem ciência dele, os discípulos de
Jesus revelavam discordar dele.

Jesus
havia lhes informado o mandamento: “Quem se divorciar de sua esposa e casar com
outra, comete adultério”.

Qual foi a
reação dos humanos?? Será que houve alguma resistência
ao mandamento?? Será que concordaram inteiramente com este supostamente novo
mandamento??

Jesus
havia informado ao humano lá no monte:
(Mateus 5:31-32) 31 “Outrossim, foi dito: ‘Quem se divorciar de sua esposa, dê-lhe
certificado de divórcio.
’ 32 No entanto, eu
vos digo
que todo aquele que se divorciar
de sua esposa, a não ser por causa de fornicação, expõe-na ao adultério, e
QUEM SE CASAR COM UMA MULHER DIVORCIADA COMETE
ADULTÉRIO.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Mateus 5:31-32) 31 Também foi dito: Quem repudiar sua mulher, dê-lhe carta de
divórcio
. 32 Eu, porém, vos digo que todo
aquele que repudia sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, a faz
adúltera;
e quem casar com a repudiada, comete adultério.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Mateus
5:31-32) 31
Também foi dito: Quem repudiar
sua mulher,
dê-lhe carta de divórcio. 32
Eu, porém, vos digo que todo o que repudia sua
mulher, a não ser por causa de infidelidade, a faz ser adúltera;
e qualquer que se casar com a repudiada, comete adultério.

Assim
verte a Edição Pastoral:

(Mateus
5:31-32) 31 Também foi dito: ‘Quem se divorciar de sua mulher, lhe
dê uma certidão de divórcio’. 32 Eu, porém, lhes digo: todo aquele
que se divorcia de sua mulher, a não ser por causa de fornicação, faz com que
ela se torne adúltera;
e quem se casa com a mulher divorciada, comete adultério.»

 

Esta
afirmação de Jesus deixa alguma dúvida?? Aquele que repudia a sua esposa a faz
adúltera, faz com que ela se torne adúltera. Como um humano iria fazer sua
esposa adúltera?? Se houver infidelidade dela é ela quem se faz adúltera, não é
verdade?? No entanto, Jesus afirmou que aquele que repudia (divorcia; anula o
casamento) a sua esposa sem que ela tenha se tornado uma adúltera, a faz
adúltera, faz com que ela se torne adúltera, pois dava a ela a autorização para
praticar o adultério (tornar-se de outro homem).

Qual foi a
afirmação de Jesus??

·         todo aquele
que se divorcia de sua mulher, a não ser por causa de fornicação,
faz com que ela
se torne adúltera;

·         vos digo
que todo o que repudia sua mulher, a não ser por
causa de infidelidade,
a
faz ser adúltera;

Mas isto
não era contrário ao que já estava nas Escrituras?? Alguém podia dizer: “Jesus,
não vades além do que está escrito”.

Não recebia
a mulher um certificado de divórcio que a autorizava a se tornar de outro
homem??

Como isto
acontecia no dia a dia dos filhos de Israel (Jacó)?? Qual era o costume
aprovado por Moisés??
(Deuteronômio 24:1-2) 24 “Caso
um homem tome uma mulher e faça dela sua propriedade, como esposa, então tem de
suceder que, se ela não achar favor aos seus olhos por ele ter encontrado
alguma coisa indecente da parte dela, então tem de escrever-lhe um certificado
de divórcio e pô-lo na mão dela,
E TEM DE DESPEDI-LA DE SUA CASA. 2 E ela tem de sair da sua casa, e
tem de ir e tornar-se de outro homem.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Deuteronômio
24:1-2) 1
Quando um homem tomar uma mulher e
se casar com ela, se ela não achar graça aos seus olhos, por haver ele encontrado
nela coisa vergonhosa, far-lhe-á uma carta de divórcio e lha
dará na mão,
E A DESPEDIRÁ DE SUA CASA. 2
Se ela, pois,
saindo da casa dele, for e se casar com outro homem,

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Deuteronômio
24:1-2) 1
Quando um homem tomar uma mulher
e se casar com ela, se ela não achar graça aos seus olhos, por lhe haver ele
encontrado alguma coisa indecente, far-lhe-á uma carta de repúdio e lha dará na mão e a
DESPEDIRÁ DE SUA CASA. 2 Tendo ela saído da casa dele, poderá ir e tornar-se mulher de outro homem.

Quando
Jesus nasceu como humano, o que estava registrado nas “Escrituras”??

DÊ-LHE UM
CERTIFICADO DE DIVÓRCIO.

Foi dito:
“Quem se divorciar de sua esposa, dê-lhe um certificado de divórcio” e ela está
liberada para ser de outro homem.

Quem havia
dito esta palavra (informação)?? Moisés, certamente.

Este
certificado de divórcio
somente era
dado em face do marido encontrar algo de indecente na sua esposa, desde que

não fosse a infidelidade. Segundo
o costume estabelecido por Moisés, se ela fosse infiel, ela seria apedrejada
até a morte.

Segundo as
palavras de Jesus, Moisés estava autorizando os filhos de Jacó a praticarem o
adultério, pois tratava-se de um
adultério consentido. Jesus afirmou que aquela união consentida por Moisés,
união posterior a um divórcio, não passava de um adultério.

Pra
que servia este certificado de divórcio??

Ela tinha
de sair da casa daquele que até então era seu marido e podia tornar-se de outro
homem. Este tinha sido o mandamento dado por escrito pelo profeta Moisés para o
povo. Tratava-se de um costume milenar. Ela não seria apedrejada por causa
desta ação. Se ela praticasse esta ação, ou seja, tornar-se de outro homem antes
do certificado de divórcio, ela era apedrejada por ter praticado o adultério.

Neste
caso, aquele “certificado de divórcio” transformava uma nova relação dela com
outro homem em uma relação legítima. Sem o “certificado de divórcio”, era um
pecado punido com a morte, no entanto, com o “certificado” de divórcio não era
pecado. Este “certificado” de divórcio valia uma vida, pois impedia que uma
mulher fosse apedrejada até a morte. Tratava-se de um “salvo conduto”.
Tratava-se de uma “autorização especial” para um novo relacionamento.
Ela estava “livre” do
compromisso anterior. O certificado era a prova de que o compromisso anterior
estava desfeito (anulado).

Temendo
pela vida de Maria, o que desejou fazer José?
(Mateus 1:18-19) 18Mas, o nascimento de
Jesus Cristo deu-se da seguinte maneira: Durante o tempo em que a sua mãe Maria
estava prometida em casamento a José, ela foi achada grávida por espírito
santo, antes de se unirem. 19 No entanto, José, seu marido,
porque era justo e não queria fazer dela um espetáculo público,
pretendeu
divorciar-se dela secretamente.

Assim reza
a Tradução Almeida:
(Mateus 1:18-19) 18 Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria,
sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, ela se achou ter concebido
do Espírito Santo. 19 E como José, seu esposo, era justo,
e não a queria
infamar, intentou deixá-la secretamente.

José
queria dar a Maria um salvo conduto, ou seja, algo que legitimava a condição em
que Maria se encontrava, grávida, livrando-a assim de ser apedrejada até a
morte. Tendo Maria adquirido tal salvo conduto, isto significava que ela não
havia cometido nenhum pecado. Poderia até mesmo ser um “certificado” com data
retroativa, visando salvar a vida de Maria.

Este era o
costume plenamente aprovado por aqueles humanos e esta era a importância que era
dada a um certificado de divórcio.

Depois
daquelas palavras (informações) de Jesus lá no monte, as pessoas começaram a
falar sobre elas, obviamente. Que reação lógica apresentaram os fariseus?? Com
as Escrituras nas mãos, os fariseus foram até Jesus para defender o costume,
pois concordavam com tal costume e não o viam como um pecado, pois tal costume
estava na Escritura . Assim foi registrado:
(Mateus
19:3-9) 3 E vieram ter com ele fariseus, decididos a
tentá-lo, e disseram: “É lícito que um homem se divorcie de sua esposa por
qualquer motivo?” 4 Em resposta, ele disse: “Não lestes que
aquele que os criou desde [o] princípio os fez macho e fêmea, 5 e
disse: ‘Por esta razão deixará o homem seu pai e sua mãe, e se apegará à sua
esposa, e os dois serão uma só carne’? 6 De modo que não são
mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus pôs sob o mesmo jugo,
NÃO O SEPARE o
homem.
” 7 Disseram-lhe:
“Então, por que prescreveu Moisés que se desse um certificado de repúdio e que
ela fosse divorciada?” 8 Ele lhes disse: “Moisés, por causa
da dureza dos vossos corações,
vos fez a concessão de vos divorciardes de vossas esposas, mas este não foi o caso
desde [o] princípio. 9
EU VOS DIGO que todo aquele que se divorciar de sua esposa, exceto em razão de
fornicação, e se casar com outra, comete adultério.”

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Mateus 19:3-9) 3 Aproximaram-se dele alguns fariseus que o experimentavam,
dizendo: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo? 4
Respondeu-lhe Jesus: Não tendes lido que o Criador os fez desde o princípio
homem e mulher, 5 e que ordenou: Por isso deixará o homem pai e mãe, e
unir-se-á a sua mulher; e serão os dois uma só carne? 6 Assim já não são
mais dois, mas um só carne.
Portanto o que
Deus ajuntou, NÃO O SEPARE o homem.
7
Responderam-lhe:
Então por que mandou Moisés dar-lhe
carta de divórcio e repudiá-la? 8 Disse-lhes ele: Pela dureza de vossos
corações
Moisés vos permitiu repudiar
vossas mulheres; mas não foi assim desde o princípio. 9
Eu vos digo porém, que qualquer
que repudiar sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, e casar com
outra, comete adultério;
e o que casar com a repudiada também comete adultério.

Um
sacerdote, um conhecedor da lei, diria para Jesus: “Jesus, o homem dá a mulher
um certificado de repúdio e ela pode se casar de novo, ela está livre do
compromisso, não havendo nenhum pecado. Isto foi o que Moisés nos mandou
fazer. Se ela está de posse do certificado de repúdio, então não há adultério”.

Que
informação deu Jesus no chamado “sermão do monte”??

(Mateus 5:31-32) 31 “Outrossim, foi dito: ‘Quem se divorciar de sua esposa, dê-lhe
certificado de divórcio.’ 32 No entanto, eu vos digo que todo
aquele que se divorciar de sua esposa, a não ser por causa de fornicação,
expõe-na ao adultério,
e quem se casar com uma mulher divorciada comete adultério.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 5:31-32) 31 Também foi dito: Quem repudiar sua mulher, dê-lhe carta de
divórcio. 32 Eu, porém, vos digo que todo o
que repudia sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, a faz ser
adúltera;
e qualquer que se casar com a repudiada, comete adultério.

Existe
adultério ou não existe adultério???

A
palavra de Jesus havia sido bem clara e oposta à palavra de Moisés:
“Quem se casar com uma mulher
divorciada comete adultério”. Jesus estava estabelecendo a verdade em relação
ao Pai. A verdade não se contradiz. Qualquer coisa oposta a verdade
estabelecida por Jesus não era uma verdade.

Jesus
afirmou: “Não o separe o homem”, simplesmente, não o separe; independente das
circunstâncias, não o separe o homem.

Ora, ora,
por que aquele homem que se casar com uma mulher divorciada, comete adultério??
Mas, e se foi o marido dela quem cometeu o adultério?? Neste caso, não estaria
ela
livre
para casar-se de novo?? Não
readquire ela o seu estado de solteira, ou não casada?? O divórcio não
anula o casamento??

Será que
Jeová tinha de aceitar este arranjo humano, esta realidade humana praticada por
milênios, como a coisa certa a ser feita?? Ou será que o humano é que tinha de
aceitar a posição de Jeová sobre este assunto, reconhecendo-se errado?? Quem é
que deveria ser convencido??
Em que lado estava o erro??

Independente
do motivo, não o separe o homem?? Independente do motivo, aquilo que Deus uniu,
não separe??

Alguém
perguntaria: “O divórcio não é uma separação definitiva?? O divórcio não é uma
anulação do casamento?? Moisés definiu que isto
é assim. Será que há erro em Moisés”??

A
informação dada por Moisés estava em oposição a informação dada por Jesus. Não
podemos esquecer que Moisés falava face a face com Jeová.

Jeová é
aquele que cria as leis; Ele é o Legislador. Trata-se de uma prerrogativa exclusiva Dele criar as leis e definir o que é pecado,
afinal de contas, Ele é muito mais sábio.

Não é Ele o
projetista e criador do humano?? Não sabe Ele sobre tudo o Ele projetou?? Não
se trata de uma informação do Projetista para o projetado sobre o que lhe faz
bem e o que lhe faz mal??

Jesus
responderia: Do ponto de vista do Pai, não existe anulação do casamento,
não existe anulação do pacto. Do ponto de vista do Pai, o pacto é algo
perpétuo enquanto os pactuantes estiverem vivos. Do ponto de vista do Pai,
não existe nenhum motivo válido para o cancelamento do pacto, exceto a morte de
um dos pactuados. Do ponto de vista do Pai, deve existir uma contínua lealdade
ao pacto.
O Pai vive o Seu dia a dia segundo esta inviolável regra de comportamento.

Alguém
poderia questionar a Jesus: “Jesus, o marido cometeu adultério e depois se
casou com outra mulher solteira. Neste caso a divorciada não está livre para
casar-se de novo”?? Ela é uma vítima e ele já se casou com outra.

Jesus
responderia: “Independente do motivo da separação, o que ela é?? Ela é uma
mulher divorciada; não é este o caso?? Embora seja divorciada e seja uma vítima
ela não está livre para um novo casamento. Ela não passa a ser uma
mulher solteira”.

Que reação
apresentaram os discípulos de Jesus?? Já haviam concordado com Jesus ou ainda
havia resistência?? Assim foi registrado:
(Mateus 19:10-12) 10 Os
discípulos disseram-lhe: “
SE ESTA É A SITUAÇÃO DO HOMEM COM SUA
ESPOSA, NÃO É ACONSELHÁVEL CASAR-SE.
” 11 Disse-lhes
ele: “Nem todos os homens dão lugar a esta palavra, mas somente os a quem é
dado. 12 Pois há eunucos que nasceram tais da madre de sua
mãe, e há eunucos que foram feitos eunucos pelos homens, e há eunucos que se
fizeram eunucos por causa do reino dos céus.
DÊ LUGAR A ISSO AQUELE
QUE PODE DAR LUGAR A ISSO

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Mateus 19:10-12)
10
Disseram-lhe os discípulos: Se tal é a
condição do homem relativamente à mulher, não convém casar.
11 Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem aceitar
esta palavra, mas somente aqueles a quem é dado. 12 Porque há eunucos
que nasceram assim; e há eunucos que pelos homens foram feitos tais; e outros
há que a si mesmos se fizeram eunucos por causa do reino dos céus.
Quem pode
aceitar isso, aceite-o.

Era uma
questão de ACEITAR ou não aceitar as palavras faladas por Jesus. Era uma
questão de ACEITAR ou não aceitar a informação dada por Jesus. Era um caso de
confiar em Jesus. Era um caso de ter fé em Jesus.

Neste
caso, assim como em todos os casos, o que deve fazer a vítima??

A vítima
deve perdoar. A vítima deve provar que perdoou.

Todos os
humanos estavam apresentando resistência ao mandamento, tanto o fariseu
quanto o discípulo. O humano queria uma exceção para poder descumprir aquele
mandamento. Se ficou difícil de cumprir, então você pode descumprir. Se houver
um sofrimento da tua parte, então……..

Neste
caso, seria a circunstância que definiria se certa ação era ou não pecado.

Embora o
humano deseje que as coisas sejam assim, para o Legislador Jeová, as
circunstâncias não definem se alguém é ou não culpado de pecado.

O humano
tinha de perdoar todos os pecados cometidos contra ele, não tinha?? Não é este
o dever de todo humano?? Não é isto o que o Pai espera de cada criatura?? Não é
isto o que o Pai faz?? Ele queria estar liberado para deixar de perdoar neste
caso específico. Ele apresentava um motivo plenamente válido para não perdoar.
Mesmo neste caso, eu ainda tenho de perdoar a minha esposa?? Será que ninguém
tem pena de mim, a pobre vítima??

O que será
que os humanos queriam ouvir?? Eles queriam ouvir algo parecido com isto:
“Desde que você encontre um “motivo plenamente válido” você pode deixar de
cumprir este mandamento?? Você deve perdoar, mas se você encontrar um motivo
plenamente válido, então você pode deixar de perdoar”.

Eles também
queriam ouvir esta outra palavra: “Quem se divorciar e casar de novo comete
adultério, mas, se o motivo do divórcio for a infidelidade, então,
pode casar de novo……. Olha, não se esqueça do certificado de divórcio, pois
sem ele, a nova relação é um pecado”.

Neste
caso, eles queriam manter como válida a solução dada por Moisés para problemas
dentro do casamento. O que isto representava?? Dureza de coração. Revelava um
solo tão duro quanto pedra de esmeril, isto é, tão duro quanto o diamante.
Notamos a resistência em obedecer a palavra de Jesus, não notamos??
Certamente.

Bem, onde
ficou o “perdão” de todos os pecados de todos os pecadores?? Onde ficou o “dar
a outra face”?? Ficou bem caracterizado que a vítima não perdoou. Ela encontrou
um bom motivo, um motivo plenamente válido, plenamente justificável para
descumprir ao mandamento de “dar a outra face”. Obviamente, o que ele
ensinará?? Ele ensinará que se pode descumprir este mandamento,
desde que esteja nesta situação específica. Neste caso específico, a
vítima está revelando toda a sua dificuldade em dar a outra face.

O que
verificamos??

Verificamos
que “perdoar” é um mandamento inviolável.

Após a
resistência dos discípulos em relação a este mandamento, qual foi a posição de
Jesus??

Quem pode ACEITAR isso, aceite-o. A decisão continua sendo tua. Exerça o teu livre-arbítrio.

Bem, e
quanto a dar a outra face??

Alguém
perguntaria para Jesus: “Quando é que eu devo dar a outra face??”

Jesus
responderia: “Sempre”.

Alguém
perguntaria: Quantas vezes por dia??

Jesus
responderia: “Sempre”.

Alguém
perguntaria: “E se for a mesma ofensa, quantas vezes devo oferecer a outra
face??”

Jesus
responderia: “Sempre”.

Este
alguém reluta em concordar com Jesus, não é verdade?? Sim, é verdade.

Neste
caso, este alguém precisa entender o porque
ele deve dar a outra face sempre, não é verdade?? Sabendo o “porque” das
coisas, este alguém passaria a ver coisas que até então ele não conseguia ver,
não é verdade?? Não é a vítima a primeira a revelar a sua cura?? Não é a vítima
aquela que deve praticar o verbo perdoar??

Um outro
detalhe chamado a atenção por Jesus foi: Moisés vos autorizou tal coisa por
causa da “dureza
dos
vossos corações”.
Moisés, por causa da dureza dos vossos corações, vos fez
a concessão de vos divorciardes de vossas esposas,

Tratava-se de um coração insensível, um coração
tão duro quanto o diamante, pois tudo girava em torno do perdão.

Jesus
poderia perguntar: “Aquele que se divorciar de sua esposa dando-lhe um
certificado de divórcio (anulação do casamento) por um motivo qualquer dado por
ela, conseguirá fazer de forma sincera a oração do Pai nosso?? Poderá
sinceramente afirmar para o Pai que perdoou as ofensas dos seus devedores?? Não
teria que pular o “perdoa-me minhas dívidas,
assim como eu tenho perdoado os meus devedores”??

Bem,
somente um divorciado discípulo desinformado ou um divorciado hipócrita é que
ainda conseguiria fazer esta oração, não é verdade??

Certamente
ele ainda não está curado deste pecado. Ele ainda não consegue perdoar todos os
pecados de todos os pecadores contra ele. Ele ainda não consegue oferecer a
outra face em todos os casos. Ele precisa se esforçar um pouco mais.

Bem, e
quanto a soberba??

Palavras
de Jesus em relação a soberba:
(Marcos 7:20-23) 20 Outrossim,
ele disse: “O que sai do homem é o que avilta o homem; 21 pois,
de dentro, dos corações dos homens, saem raciocínios prejudiciais: fornicações,
ladroagens, assassínios, 22 adultérios, cobiças, atos de iniqüidade, fraude, conduta desenfreada e um olho invejoso,
blasfêmia,
soberba, irracionalidade. 23 Todas estas coisas iníquas
saem de dentro e aviltam o homem.”

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Marcos 7:20-23) 20 E prosseguiu: O que sai do homem ,
isso é que o contamina. 21 Pois é do interior, do coração dos homens,
que procedem os maus pensamentos, as prostituições, os furtos, os homicídios,
os adultérios, 22 a cobiça, as maldades, o dolo, a libertinagem, a
inveja, a blasfêmia,
a soberba, a insensatez; 23
todas estas más coisas procedem de dentro e contaminam o homem.

O que
percebemos??

Percebemos
que todas as coisas más procedem do coração. Percebemos que o pecado acontece
primeiro no coração. Percebemos que se não existirem sentimentos maus no
coração, não haverá pecado.

O que mais
percebemos??

Em face da informação dada pelo Pai Jeová de que a alma
“que pecar” esta é que morrerá, percebemos que a continuidade da vida está
diretamente relacionada com os nossos sentimentos. Percebemos que a nossa vida
depende de nossos sentimentos.

Percebemos
que a nossa vida depende do tipo de sentimento que existe em nosso coração.

Os maus
sentimentos nos levarão às más palavras e as más ações, ou seja, nos levarão a
praticar o pecado, ou seja, nos levarão a tornar visível a outros humanos a
condição de nosso coração.

Notamos
claramente a informação dada por Jesus??

·         Todas estas coisas iníquas saem de dentro e aviltam o homem.

·         todas estas más coisas procedem de dentro e contaminam o homem.

Todas
as coisas iníquas procedem do
coração.

O coração
é a fonte de toda iniquidade praticada pelos humanos. O coração é a fonte de
toda bondade praticada pelos humanos.

O coração
é um local invisível que guarda coisas invisíveis, isto é, guarda os
sentimentos, coisas invisíveis.

Não
existindo coisas más no coração, não haverá pecado.

A soberba
é sinônimo de altivez.

Assim
falou Jesus em relação ao homem altivo:
(Lucas 16:14-15) 14 Ora,
os fariseus, que eram amantes do dinheiro, estavam escutando todas estas
coisas, e começaram a escarnecer dele. 15 Conseqüentemente,
ele lhes disse: “Vós sois os que
vos declarais justos perante os homens, mas Deus
conhece os vossos corações; porque
aquilo que é altivo entre os homens é
uma coisa repugnante à vista de Deus.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Lucas 16:14-15) 14 Os fariseus, que eram gananciosos, ouviam todas essas coisas
e zombavam dele. 15 E ele lhes disse: Vós sois os que
vos justificais
a vós mesmos diante dos homens
, mas Deus conhece
os vossos corações; porque
o que entre os homens é elevado, perante Deus é
abominação.

A soberba
é uma coisa abominável..

O que estes
homens faziam?? Tratava-se de auto aprovação?? Sim. Consideravam-se melhores
que outros homens. Em face de que?? Em face dos pecados dos outros homens. Os
“outros homens” cometiam muitos pecados?? Sim, cometiam. Os que se auto
aprovavam não cometiam os mesmos pecados cometidos pelos “outros homens”?? Não,
não cometiam.

Alguém
poderia perguntar para Jesus: Jesus, se eu não cometo os mesmos pecados que
aquele “adúltero cobrador de impostos apóstata assassino”, por que você afirma
que eu sou igual a ele?? É óbvio que eu não mereço receber a mesma punição que
ele merece.

Será que
isto é soberba??

Sim, isto é soberba. Você vê a outra pessoa em um nível abaixo do
seu. A soberba é um sentimento. Ela se instala no coração. Uma pessoa se sente
superior a uma outra pessoa, sempre após encontrar motivos plenamente válidos
aos seus olhos.

Qual é o
perigo da soberba??

Em que
espécie de coração se instala a soberba??

Que mal
faz a soberba ao coração?? Ela endurece o coração.

Em relação
ao pecado, o que Jeová havia informado ao homem??

Ele, o
Pai,
informou: “A alma
que pecar esta é que morrerá”.
(Ezequiel 18:20) 20 A alma que pecar — ela é que morrerá. O próprio filho não levará nenhuma [culpa] pelo erro do pai e o
próprio pai não levará nenhuma [culpa] pelo erro do filho. A própria justiça do
justo virá a estar sobre ele mesmo, e a própria iniqüidade
do iníquo virá a estar sobre ele mesmo.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Ezequiel 18:20) 20 A alma que pecar, essa morrerá; o
filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a iniquidade do filho, A
justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele.

Ficou bem
claro que a morte está diretamente ligada ao pecado. Neste caso, esta outra
afirmação é paralela à afirmação de Jeová: “
A alma que não pecar, esta continuará a
viver”.

Para
continuar a viver, o humano precisa não cometer pecado. Notou alguma diferença
entre os pecados?? Foi estabelecida alguma classificação quanto aos pecados??
Isto não aconteceu. Neste caso, todos os pecados estão no mesmíssimo nível de
classificação. Todos os pecados são gravíssimos.

Que
palavra falou Jesus em relação a isto?? Jesus afirmou:
(João
8:51) 51 Digo-vos em toda a verdade:
Se alguém
observar a minha PALAVRA, nunca jamais verá a morte.”

Assim
verte a Tradução Almeida:
(João 8:51) 51 Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém
guardar a minha PALAVRA, nunca verá a morte.

Como este
humano não veria mais a morte??

Por
continuar a viver, obviamente.

O
que precisa acontecer para este humano continuar a viver??
Não pecar.

O que é a
morte??

É a prova
irrefutável de que a pessoa cometeu e/ou está cometendo pecado.

O Pai
deixou bem claro que a continuidade da vida está diretamente relacionado
com a ausência de pecado naquela criatura. Foi o Pai e projetista do humano
quem passou esta informação para o humano.

Como
o humano deixaria de pecar??
Por
observar a palavra
falada
por Jesus; por escutar (levar em consideração) a palavra
falada por Jesus; por entender a palavra
falada por Jesus; por amar a palavra
falada por Jesus; por praticar
no dia a dia a palavra
falada
por Jesus.

São as
palavras que formam e modificam os sentimentos. Continuar a viver está
condicionado a concordar com as informações dadas por Jesus para se viver o dia
a dia.

A
cura do pecado acontece de dentro para fora.

“O
pecado primeiro acontece no coração”
– esta foi a informação dada por
Jesus.

No seu
coração ele já cometeu adultério com ela.
(Mateus 5:27-28) 27 “Ouvistes que se disse: ‘Não deves cometer adultério.’ 28Mas eu vos digo que
todo aquele que persiste em olhar para uma mulher, a ponto de ter paixão por
ela,
JÁ COMETEU no coração adultério com ela.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Mateus 5:27-25) 27 Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. 28 Eu, porém,
vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar,
JÁ em seu
coração COMETEU adultério com ela.

No coração
se alojam os sentimentos.

Não
havendo sentimentos iníquos, não haverá palavras iníquas e não haverá ações
iníquas, pois o problema está no íntimo do humano. Não havendo sentimentos
iníquos, não haverá pecado.

“Estas
coisas iníquas vêm do interior, vêm do coração”

esta foi a informação dada por Jesus.

A iniquidade de toda criatura vem do coração.

A santidade de toda criatura também vem do coração.

De um
local invisível procedem coisas invisíveis. De um coração invisível procedem
sentimentos invisíveis. As ações revelam e externam para outros o estado do
coração daquele humano.

De onde
vêm as coisas iníquas?? Que informação nos deu Jesus?? Jesus afirmou: “Estas
coisas iníquas vêm do interior, vêm do coração”.
(Marcos 7:20-23) 20
Outrossim, ele disse: “O que sai do homem é o que avilta o homem; 21
pois, DE DENTRO, dos corações dos homens, saem raciocínios
prejudiciais: fornicações, ladroagens, assassínios,
22 adultérios, cobiças, atos
de iniqüidade, fraude, conduta desenfreada e um olho
invejoso, blasfêmia, soberba, irracionalidade. 23 Todas estas
coisas iníquas saem de dentro e aviltam o homem.”

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Marcos 7:20-23) 20 E prosseguiu: O que sai do homem ,
isso é que o contamina. 21
Pois é DO INTERIOR, do coração dos
homens, que procedem os maus pensamentos, as prostituições, os furtos, os
homicídios, os adultérios,
22 a
cobiça, as maldades, o dolo, a libertinagem, a inveja, a blasfêmia, a soberba,
a insensatez; 23 todas estas más coisas procedem de dentro e contaminam
o homem.

De onde procedem todos os pecados?? Procedem do
coração.
As palavras
de Jesus foram bem claras, não foram?? A informação dada por Jesus foi bem
clara, não foi??

Acreditas
em Jesus??

As palavras
repetidas por Jesus têm como base que sentimento?? Jesus nos informou:
(Mateus
22:36-40) 36
“Instrutor,
qual é o maior mandamento na Lei?” 37 Disse-lhe: “‘
Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de
toda a tua mente.’ 38 Este é o maior e primeiro mandamento. 39
O segundo, semelhante a este, é: ‘
Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.’ 40 Destes dois
mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.”

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Mateus 22:36-40)
36
Mestre, qual é o grande mandamento na
lei? 37 Respondeu-lhe Jesus:
Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o
teu entendimento. 38 Este é o grande e primeiro mandamento. 39 E
o segundo, semelhante a este, é:
Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. 40 Destes dois mandamentos
dependem toda a lei e os profetas.

Segundo as
palavras de Jesus (informação), aquele que amar ao próximo não cometerá pecado
contra o seu próximo e aquele que amar a Deus não praticará nenhum pecado
contra Deus.

Obviamente,
sabendo que Deus ama o meu próximo, eu não vou fazer nada contra aquele que
Deus ama.

Percebemos
que aí está a cura para o pecado?? Percebemos também tratar-se de algo pessoal,
individual.

Percebemos
que a cura para o pecado está em uma única palavra??

Percebemos
que a cura para o pecado é a palavra amar??

Aqueles
humanos antes do aparecimento de Jesus juravam por Deus que amavam o próximo.

Embora
afirmassem amar o próximo, eles continuavam a praticar ações de desamor contra
tal próximo.

Amar o
próximo é NUNCA praticar uma ação de DESAMOR para com este próximo.

Aqueles
humanos não entendiam o quanto e o como deveriam amar ao próximo.

Foi neste
momento que Jesus lhes revelou de forma prática, como é que um humano muito
poderoso ama ao próximo como a si mesmo.

Embora
seja um mandamento eterno, aqueles humanos não tinham nenhuma referência quanto
a como fazer, ou seja, a como amar. Em face disso, muitos humanos eram
exaltados como pessoas amorosas, como pessoas justas.

No
entanto, Jesus afirmou para seus discípulos que ele estava estabelecendo a
referência quanto a como amar o próximo. Jesus estabeleceu o modelo do como
amar o próximo.

Em face
disso, Jesus falou a seus discípulos a seguinte informação:

Ame ao
teu próximo ASSIM COMO eu amei vocês.

(João
13:34-35) 34 Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns
aos outros;
assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos
outros. 35 Por meio disso saberão todos que sois meus
discípulos, se tiverdes amor entre vós.”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 13: 34-35) 34 Um novo mandamento vos dou, que
vos ameis uns aos outros;
assim como eu vos amei, que também
vos ameis uns aos outros. 35 Nisto conhecerão todos que sois meus
discípulos, se tiverdes amor uns aos outros.

As
pessoas identificarão vocês como meus discípulos se e
somente verem vocês amando ASSIM COMO eu amei. As pessoas vão comparar a forma
como eu amei, com a forma como vocês vão estar amando o próximo.

·        
Por meio disso saberão todos que sois meus discípulos, se tiverdes
amor entre vós.”

·        
Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor
uns aos outros

Se vocês amarem uns aos outros ASSIM
COMO eu amei vocês, então vocês NUNCA cometerão pecados uns contra os outros.


Se vocês amarem a Deus ASSIM COMO eu amei, então vocês NUNCA cometerão pecados
contra Ele
.

 

Vamos ver
um exemplo de alguém que não levantou as mãos contra seu próximo exatamente por
saber que este próximo era amado por Jeová. Que valor este homem atribuía
àquele que ele sabia que era amado por Jeová??

Quem foi
este homem?? Este homem foi Davi. Embora tivesse oportunidades reais para
retirar a vida de Saul, aquele que o estava procurando para matar, Davi
negou-se a praticar qualquer violência contra Saul. Embora Saul tivesse dado a
Davi todas as justificativas, Davi negou-se a dar a Saul aquilo que Saul
merecia.

Davi
explicou os seus motivos:

(1 Samuel 24:6-7) 6 Por isso ele disse aos seus
homens: “
É inconcebível, da minha parte, do ponto de vista de Jeová, fazer
eu tal coisa a meu senhor, o ungido de Jeová, estendendo a minha mão contra
ele, pois ele é o ungido de Jeová.
” 7 Por conseguinte,
Davi dispersou os seus homens com estas palavras e não lhes permitiu que se
levantassem contra Saul. Quanto a Saul, levantou-se da caverna e seguiu seu
caminho.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(1 Samuel 24:6-7) 6 Disse aos seus homens: Deus me guarde de que eu faça isso ao
meu senhor, ao ungido de Jeová, a saber, que eu estenda a mão contra ele, visto
que ele é o ungido de Jeová
.
7 Com
estas palavras conteve Davi os seus homens e não lhes permitiu que se lançassem
contra Saul. Saindo Saul da cova, prosseguiu o seu caminho.

É
inconcebível da minha parte estender minha mão contra Saul, POIS ele é um
ungido de Jeová.

O grau de
respeito que Davi tinha por um ungido de Jeová era realmente muito grande.
Neste caso, Davi estava revelando a sua total lealdade para com Jeová, por
levar em consideração o sentimento de Jeová por aquele outro humano. Davi via o
“ungido de Jeovᔠcomo alguém que, ele Davi, não podia praticar nenhuma
violência contra tal ungido. Nisto Davi estava coberto de razão. No entanto,
Jeová ama igualmente a todos os Seus filhos, pois Ele se destaca pela Sua
Imparcialidade. Desta forma, Davi devia ter a mesma disposição para com TODOS
os filhos de Jeová, não é verdade?? Não é esta a forma de qualquer um
demonstrar que é imparcial?? A equidade também deve sair de dentro, do interior
do homem.

O
mandamento dado por Jeová em relação a uma visão e tratamentos imparciais está
assim registrado:

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Levítico 19:15) 15 Não farás injustiça no juízo; não farás
acepção da pessoa do pobre, nem honrarás o poderoso;
mas com justiça julgarás o teu próximo.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 19:15) 15 Não farás injustiça no juízo; não terás
respeito à pessoa do pobre, nem honrarás a pessoa do poderoso;
mas com justiça julgarás o teu próximo.

Neste
caso, Davi honrava a pessoa do poderoso, isto é, ele honrava Saul, um escolhido
de Deus, mas não colocava um pobre qualquer no mesmíssimo nível em que ele
colocava Saul. No caso de Urias, um hitita, Davi não o tinha no mesmo nível de
Saul.

A
disposição de cada humano deve ser a de não praticar nenhuma violência contra
nenhum dos filhos de Jeová. Desta forma este humano revela que vê cada próximo
como sendo um valioso filho de Deus, isto é, todos ocupando o mesmíssimo nível.

Como e
quando o humano finalmente poderá viver para sempre?? Será que o humano passará
a ser imortal, garantindo
assim
a continuidade da sua vida?? Será que o humano será revestido
de imortalidade, estando
impossibilitado de morrer?? Será que para ser “justo” o humano tem de perder o
seu livre-arbítrio, perdendo a “
opção de escolher” entre duas ou mais opções??

O que o nosso
irmão Paulo de Tarso passou a ensinar??

Assim se
fez registrar nas “Escrituras”:

(1 Coríntios 15:51-54) 51 Eis que eu vos digo um
segredo sagrado: Nem todos adormeceremos [na morte], mas todos seremos mudados,
52 num momento, num piscar de olhos, durante a última
trombeta. Pois a trombeta soará, e
os mortos serão levantados
incorruptíveis
, e nós seremos mudados. 53 Pois isto que é
corruptível tem de revestir-se de
incorrupção e isto que é mortal tem de revestir-se de imortalidade. 54
Mas, quando [isto que é corruptível se revestir de incorrupção e]
isto que é
mortal se revestir de imortalidade, então se cumprirá a palavra que
está escrita: “A morte foi tragada para sempre.”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(1 Corintios
15:51-54) 51
Eis que vos digo um mistério:
Nem todos dormiremos, mas todos seremos mudados, 52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta. A
trombeta soará,
os mortos serão ressuscitados incorruptíveis, e nós seremos mudados. 53 Pois é necessário que este
corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que este corpo mortal se
revista da imortalidade. 54 Mas quando este corpo corruptível se
revestir da incorruptibilidade,
e este corpo mortal se revestir da
imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte
na vitória.

A palavra
de Paulo em relação a este assunto é bem clara: Os mortos serão ressuscitados
incorruptíveis e o corpo mortal será revestido de imortalidade.

Foi esta a
palavra de Jesus em relação a este assunto??

Incorruptível – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): incapaz
de deixar-se corromper

incorruptível

adj.2g. (sXIV) não corruptível 1
que não se
deteriora; imputrescível, inalterável, inatacável 2 incapaz
de
deixar-se corromper,
seduzir,
subornar; reto, honesto
<a i.
integridade de um juiz
> ¤ etim lat.tar. incorruptibìlis,e
‘id.’ ¤ sin/var incorrutível ¤ ant corruptível

 

Imortalidade – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss):
qualidade ou condição de imortal.

imortalidade

s.f.
(sXV) 1 qualidade ou condição de imortal, do que não
perece;
eternidade
<a i. do espírito> 2 perpetuação na lembrança; perenidade <os grandes autores atingem a i.> ² i.
da alma
1
rel
crença ou
concepção segundo a qual, após a morte, a alma continuaria a existir
indefinidamente 2
p.ext. fil concepção amplamente
difundida na filosofia antiga e medieval, e submetida na modernidade a um descrédito
crescente, que se caracteriza por apresentar razões e explicações para a
sobrevivência da alma humana após a morte
¤ etim lat. immortalìtas,átis ‘condição de ser
imortal’
¤ ant
mortalidade

 

Imortal – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss):
que não está sujeito à morte; não mortal.

imortal

adj.2g. (sXV) 1 que não está
sujeito à morte; não mortal
2 fig. que dura ou parece durar infinitamente 3 cuja lembrança sobreviverá,
através dos tempos, na memória dos homens
<feitos i.> <a obra i.
de Shakespeare
> n s.2g.
4 membro da Academia
Francesa ou da Academia Brasileira de Letras
v s.f.
angios
5 design. comum a várias
plantas da fam. das amarantáceas e da fam. das compostas, ger. cultivadas como
ornamentais 5.1
erva
perene (Gomphrena
pulchella) da fam. das
amarantáceas, nativa do Paraguai, Argentina, Sul do Brasil e Uruguai, de folhas
lanceoladas e flores em glomérulos capituliformes 5.2
subarbusto (Helichrysum humboldtianum) da fam. das
compostas, nativo da África do Sul, de folhas lineares, lanceoladas, e
capítulos de flores hermafroditas, em corimbos terminais
ª imortais s.m.pl.
6 os deuses do paganismo ¤ etim lat. immortális,e
‘id.’ ¤ ant morredouro, mortal

 

Não
estará sujeito à morte e nem estará sujeito à corrupção.
Isto seria bom ou seria mal?? O humano
finalmente conquistaria a continuidade da sua vida?? Estava garantida a sua
eternidade?? Será que realmente existe a garantia da eternidade, tão desejada
pelos humanos??

O que
podemos entender das palavras de Paulo??

·        
Que carne e sangue não herdam o
reino de Deus.

·        
O humano será revestido de
incorrupção;

·        
O humano será revestido de
imortalidade;

·        
que o humano não estará mais sujeito à
morte; o humano estará impossibilitado de morrer.

·        
que desta forma, isto é, através da
imortalidade do humano, que a morte será tragada para sempre.

·        
O humano ganhará um passe para a
eternidade.

·        
Que tudo ocorrerá por um milagre
divino.

·        
Ao final, todos serão imortais.

No
entanto, convém perguntar??

·        
Por ser fiel, o humano será
premiado com a imortalidade??

·        
O que dizer das palavras do Pai:
A alma que pecar, esta é que morrerá?? Seriam palavras temporárias??

·        
O ser humano estará
impossibilitado de pecar??

·        
O humano será revestido de
incorrupção??

·        
Porque Adão já não foi criado
revestido de incorrupção??

·        
Onde fica o livre-arbítrio do
ser humano que está impossibilitado de pecar??

Em um
passe de mágica os mortos serão levantados diferentes de como morreram. Serão
levantados incorruptíveis.
A pessoa morre pecadora e ressuscita uma pessoa incorruptível.
Em um passe de mágica a pessoa
deixará de ser pecadora.

Ora, no
lugar de criar Adão revestido de incorrupção, Jeová colocou diante de Adão uma
escolha. Para que Adão pudesse escolher, ele precisava da liberdade, liberdade
esta que aquele que está revestido de incorruptibilidade não possui, pois este
passa a estar impossibilitado de errar.

Até então
Jeová tem respeitado o livre-arbítrio de todas as suas criaturas,
livre-arbítrio que Ele mesmo deu. O livre-arbítrio é parte integrante da
personalidade do Pai, assim como a misericórdia, o perdão e a igualdade. O Pai
continua com o Seu livre-arbítrio. Jesus continua com o seu livre-arbítrio.

Será que
Jesus era um humano incorruptível??

Será que o
livre-arbítrio foi dado de forma temporária e experimental para o ser humano??

Removendo
o livre-arbítrio do humano, o que ele se tornará?? Ele se tornará em alguém que
não se corrompe, pois ele está impedido de se corromper. O humano ficaria
impedido de pecar, logo, ele não morreria.

Será que o
humano teria ciência do que é certo e do que é o errado, e
no entanto, ele só poderia fazer o que é certo?? Mesmo sabendo o que é
errado, ele estaria impossibilitado de fazer o errado.

Seria esta a solução de Jeová em relação ao pecado?? Impedindo
o homem de pecar, certamente ele não pecaria mais e não morreria mais, no
entanto, este impedimento colocaria o humano em uma condição diferente de Adão,
pois o humano passaria a não ter escolha, afinal, ele estava impedido de
escolher. Em face de sua incorrupção, o humano só teria uma única opção, a
opção de fazer o que é certo. Desta forma a morte deixaria de existir. Desta
forma, a morte seria tragada para sempre. Tal qual uma árvore, o humano só
faria aquilo para o qual estivesse programado.

Mas, espere
um instante. A Adão foi oferecida a oportunidade de escolher. Foi oferecido
para Adão duas opções diferentes, obedecer ou desobedecer.

Neste
caso, estes homens passam a estar em uma situação privilegiada em
relação a Adão, pois tais homens ficam impedidos de decidirem pelo erro. Desta
forma, a condição do humano passará a ser diferente da condição de Adão.

Ao final,
mostraria haver dois pesos e duas medidas.

A
obediência está condicionada a existência do livre-arbítrio. Não havendo
livre-arbítrio, não existe obediência. Não havendo obediência, o que há?? Não
havendo obediência haverá uma programação. Seria muito estranho ver uma
árvore fugindo da programação estabelecida para ela. Uma árvore não pode ser
acusada de desobediência, pois ela é apenas programada para fazer aquilo que o
Programador definiu para ela. A árvore não tem a capacidade de desobedecer.

Adão foi
criado bem diferente de uma árvore, não tendo sido programado para cumprir
determinadas missões. À Adão foi dada a capacidade de escolher entre fazer e
não fazer determinada atividade. Adão era um autônomo com a capacidade de
aprender.

Como
vimos, tem sido ensinado que, para o humano deixar de morrer, ele será
revestido de incorrupção e de imortalidade. Este foi o ensino dado por Paulo de
Tarso.

No
entanto, segundo as palavras do próprio Jeová, o que o humano precisaria fazer
para não morrer??

(Ezequiel 18:5-9) 5 “‘E no que se refere ao homem, se ele veio a ser justo e tem praticado o juízo e a justiça; 6 se não comeu
nos montes e não elevou seus olhos para os ídolos sórdidos da casa de Israel, e
não aviltou a esposa de seu companheiro, e não se chegou a uma mulher na sua
impureza; 7 e se não maltratou a nenhum homem; se restituiu o
penhor tomado pela dívida; se não arrebatou nada em roubo; se deu o seu próprio
pão ao faminto e cobriu com roupa ao que estava nu; 8 se não
deu nada em troca de juros e não tomou usura; se retirou sua mão da injustiça;
se praticou a verdadeira justiça entre homem e homem; 9 se
tem andado nos meus estatutos e tem guardado as minhas decisões judiciais para
praticar a verdade,
ele é justo. Ele positivamente continuará a viver’, é a
pronunciação do Soberano Senhor Jeová.

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 18:5-9) 5 Sendo pois o homem justo, e
procedendo com retidão e justiça, 6 não comendo sobre os montes, nem levantando
os seus olhes para os ídolos da casa de Israel, nem contaminando a mulher do
seu próximo, nem se chegando à mulher na sua separação; 7 não oprimindo a
ninguém, tornando, porém, ao devedor e seu penhor, e não roubando, repartindo e
seu pão com o faminto, e cobrindo ao nu com vestido; 8 não emprestando com
usura, e não recebendo mais de que emprestou, desviando a sua mão da injustiça,
e fazendo verdadeira justiça entre homem e homem; 9 andando nos meus estatutos,
e guardando as minhas ordenanças, para proceder segundo a verdade;
esse é justo,
certamente viverá,
diz o Senhor Deus,

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 18:5-9) 5 Porém, se um homem for justo, e fizer o que é de eqüidade e
justiça, 6 e se não comer sobre os montes, nem levantar os seus olhos
para os ídolos da casa de Israel, nem contaminar a mulher do seu próximo, nem
se chegar à mulher na sua separação; 7 se não oprimir a ninguém, porém
tornar ao devedor o seu penhor, se não tirar nada do alheio por violência, se
der do seu pão ao que tem fome e ao nu cobrir com vestido; 8 se não der
o seu dinheiro à usura, nem receber mais do que o que emprestou, se desviar a
sua mão da iniqüidade, e fizer verdadeiro juízo entre
homem e homem; 9 se andar nos meus estatutos, e guardar os meus juízos,
para proceder segundo a verdade;
este tal é justo, certamente viverá, diz o Senhor Jeová.

Jeová foi
bem claro: o homem precisava “
ser justo”.

Vimos que
ser justo é satisfazer os requisitos estipulados pelo Pai. Percebemos que é o
Pai quem define o que é ser um homem justo.

Se o humano andar nos meus estatutos e guardar
as minhas ordenanças ele continuará a viver, não morrerá.

Um
projetista sabe o que faz bem e o que faz mal para aquilo que ele projetou e
criou.

O Pai
sempre soube o que é “
ser
justo”
.

O Pai
afirmou que o justo continuará a viver; o justo não morrerá. O Pai nos informou
que justo é aquele humano que faz determinadas coisas e que não faz
determinadas coisas.

A alma que
não pecar esta continuará a viver, não morrerá.

Neste caso, percebemos que a chave para
continuar a viver é ser “justo”
.
Continuar a viver está condicionado a se concordar
com o Pai (projetista e criador)
sobre o que é ser um homem
justo.

Quem se
mostraria justo?? Como o humano saberia se ele era justo ou não??

Poderia um
justo perder a sua condição de justo, passando a ser um iníquo??

Ora, se o
justo puder perder a sua condição de justo, isto significa que ele não está
revestido de incorrupção, não é verdade?? O que Jeová falou sobre a real
condição do justo??

(Ezequiel 18:24) 24 “‘Ora, quando o justo recuar da sua justiça e realmente fizer
injustiça;
se estiver fazendo segundo
todas as coisas detestáveis que o iníquo tem feito e estiver vivendo, não será
lembrado nenhum dos seus atos justos que praticou. Por sua infidelidade que
praticou e por seu pecado com que pecou, por estes é que morrerá.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 18:24) 24 Mas quando o
justo se desviar da sua justiça, e cometer iniqüidade
, e fizer conforme todas as abominações que faz o ímpio,
acaso viverá ele? Não será lembrado nenhum dos seus atos de justiça que
praticou; na sua transgressão com que transgrediu, e no seu pecado com que pecou,
neles morrerá.

De forma
bem clara, Jeová afirmou que o justo permanece com a capacidade de
cometer iniquidade. Segundo as palavras de Jeová, o justo não se torna
incorruptível. A continuidade da sua vida continua em suas próprias mãos.
Segundo as informações do Projetista, o humano continuaria com direito escolher
e de tomar decisões de forma autônoma.

Assim,
passamos a ver que do ponto de vista de Jeová não existe “justo” IMPEDIDO de
pecar.

Bem, segundo
a palavra saída da boca de Jeová, como é que um iníquo passaria a ser
justo?? Seria em um passe de mágica no momento da ressurreição deste??

O que
afirmou Jeová??

(Ezequiel 18:21-22) 21 “‘Ora, quanto ao iníquo, se ele recuar de todos os seus pecados
que praticou e realmente guardar todos os meus estatutos
e praticar o juízo e a justiça, ele positivamente continuará a
viver. Não morrerá. 22 Todas as suas transgressões que
praticou — não serão lembradas contra ele. Continuará a viver por causa da
justiça que praticou.’

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 18:21-22) 21 Mas se o ímpio se converter de
todos os seus pecados que cometeu, e guardar todos os meus estatutos,
e fizer o que é de eqüidade e
justiça, certamente viverá, não morrerá. 22 Nenhuma das suas
transgressões que cometeu, será lembrada contra ele; na sua justiça que
praticou viverá.

Não existe
passe de mágica. O que existe é uma ação do próprio iníquo em recuar dos
seus pecados e passar a guardar (obedecer) todos os estatutos de Jeová.
Trata-se de uma ação consciente e pessoal de quem está plenamente convencido de
algo, ou ainda, trata-se de alguém que foi plenamente convencido a mudar de
opinião sobre algo. Trata-se do pleno exercício do livre-arbítrio.

O que
ocorre se o iníquo não se convence que este ou aquele proceder é um pecado,
achando-se um justo?? Ao ser ressuscitado ele já voltará plenamente convencido
de todas as coisas?? O Pai tem poder para fazer isto, não tem?? Decerto, que
sim.

No entanto,
ele achava que praticava coisas boas quando na verdade ele era um iníquo. Ele discordava
do Pai em relação a determinados mandamentos. Deixar-se convencer é uma ação
pessoal e intransferível. Será que o Pai aproveitará a morte deste humano para
REPROGRAMAR a mente deste humano, fazendo-o CONCORDAR com aquilo que ele
rejeitava até o momento de sua morte?? Isto seria um desrespeito ao
livre-arbítrio, não seria??

O Pai
falou em ressurreição de julgamento para os que praticaram coisas más, não
falou?? O Pai não falou em pessoas serem transformadas em justas com a
ressurreição.

Obedecer a
todos os mandamentos de Jeová; obedecer e obedecer. Nada de passe de mágica. O
iníquo tem em suas mãos a continuidade de sua vida, assim como o justo tem em
suas mãos a continuidade de sua vida.

Desta
forma, revelou-se de forma clara que o humano continuaria usando o seu
livre-arbítrio, mantendo o poder de DECIDIR a cada momento sobre a continuidade
de sua vida.

O humano precisava ver um justo em ação para poder ter
uma ideia concreta sobre o que seria “um homem justo”. Quem seria este homem??

(Zacarias 9:9) 9 “Jubila
grandemente, ó filha de Sião. Brada em triunfo, ó filha de Jerusalém. Eis que
vem a ti o teu próprio rei.
Ele é justo, sim, salvo; humilde, e montado
num jumento, sim, num animal plenamente desenvolvido, filho de jumenta.

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Zacarias 9:9) 9 Alegra-te muito, ó filha de Sião; exulta, ó filha de
Jerusalém; eis que vem a ti o teu rei;
ele é justo e traz a salvação; ele é humilde e vem montado sobre um
jumento, sobre um jumentinho, filho de jumenta.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Zacarias 9:9) 9 Regozija-te muito, filha de Sião; exulta, filha de
Jerusalém; eis que vem a ti o teu rei.
Ele é justo, e trás a salvação; ele é pobre e
vem montado sobre um jumento, sobre um potrinho, filho de uma jumenta.

O rei
Jesus mostraria ser justo. Ele sim é que mostraria o que é ser um homem justo.
De forma prática ele mostraria aos humanos o que é um homem justo. Era Jesus
dotado de livre-arbítrio ou será que ele era um revestido de incorrupção?? É
óbvio que Jesus era um humano dotado de livre-arbítrio. O justo sempre continua
o seu livre-arbítrio.

Este homem
“justo” traria a salvação.

Como este homem justo traria a salvação??
Como??

Sendo
assim, os discípulos de Jesus seriam os discípulos do “justo”.

Quem é que
ensinaria ao humano individual sobre o que é ser “justo”??

(Isaías 42:1-4) 42 Eis meu
servo a quem estou segurando! Meu escolhido, [a quem] a minha alma tem
aprovado! Pus nele o meu espírito.
Justiça para as nações é o que ele
produzirá.
2 Não
clamará nem levantará [a sua voz], e não deixará ouvir a sua voz na rua. 3
Não quebrará nenhuma cana esmagada; e quanto à fraca mecha de linho,
não a apagará.
Produzirá justiça em veracidade. 4 Não se
turvará nem será esmagado
até estabelecer justiça na própria terra; e por
sua lei estarão esperando as próprias ilhas.

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Isaías 42:1-4) 1 Eis aqui o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em
quem se compraz a minha alma; pus o meu espírito sobre ele.
ele trará justiça às nações. 2 Não
clamará, não se exaltará, nem fará ouvir a sua voz na rua. 3 A cana
trilhada, não a quebrará, nem apagará o pavio que fumega;
em verdade trará
a justiça;
4 não faltará nem será
quebrantado,
até que ponha na terra a justiça; e
as ilhas aguardarão a sua lei.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Isaías 42:1-4) 1 Eis o meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido no qual a
minha alma se agrada. Tenho posto sobre ele o meu espírito,
ele fará sair
juízo às nações
. 2 Não clamará, nem
levantará, nem fará ouvir a sua voz na rua. 3 Não quebrará a cana
rachada, nem apagará a torcida que fumega;
com verdade fará sair o juízo. 4 Não se apagará nem será quebrado, até que
estabeleça o juízo na terra
; e as ilhas
esperarão a sua lei.

Durante os
seus últimos três anos e meio de convivência com os humanos, Jesus ensinou ao
humano o que era praticar o juízo, ou seja, o que era praticar a justiça. Sua
forma de viver o dia a dia revelou de forma prática o que era ser um “homem
justo”.

Como um
homem justo se comporta no meio dos homens iníquos?? Ele permanece justo,
ensinando aos iníquos o caminho para que eles aprendam a se tornarem homens
justos. O justo continua a agir qual ajudador dos iníquos.

Como um
homem justo resolve os problemas de relacionamento com os iníquos??

Neste caso,
os doze apóstolos escolhidos por Jesus estavam aprendendo o que com Jesus??
Certamente, estavam aprendendo a se comportarem como homens justos. Eles
estavam aprendendo a praticarem a justiça.

As ilhas
estarão esperando por sua lei.

Neste
caso, fica bem claro a existência de uma lei. A lei dada por Jesus definiria
para toda a humanidade o critério divino sobre o que é justiça.

Não
podemos esquecer que, quando Jesus vivia fisicamente entre os humanos, os
humanos já haviam desenvolvido seus próprios critérios sobre o que seria
justiça.

Os
discípulos de Jesus deviam se tornar um com Jesus. Como resultado desta união,
poderia se afirmar em relação a cada discípulo: “Este discípulo é tal qual o
seu mestre”. Ou ainda mais: Tal Mestre, tal discípulo “A”.

Como conseguiriam
tal união?? Obviamente por resolverem os problemas da mesma forma como Jesus os
resolvia.

No
entanto, a aprovação é dada exclusivamente pelo Pai em conformidade com a lei
informada por Jesus. Na verdade, é o cumprimento da lei por parte do humano
individual que trará sobre ele a aprovação quanto a ser um homem justo.

Como o
próprio Pai afirmou:
este tal é justo, certamente viverá,
diz o Senhor Jeová.

De forma
óbvia, as palavras de Jesus confirmam as palavras de Jeová, pois assim
disse Jesus:

(João 8:51) 51 Em verdade,
em verdade vos digo que,
se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte.

Se alguém guardar
a minha palavra se tornará um homem justo. Se alguém aceitar e cumprir estas
minhas palavras, nunca verá a morte.

Ficou bem
claro que continuar a viver está diretamente relacionado com estar em união com
Pai, pois o Pai é a fonte da vida. Também ficou claro que para continuar a
viver a pessoa precisa ser “justa”, isto é,
continuar a obedecer a todos os mandamentos do Pai conforme
revelados por Jesus e obedecidos por Jesus.

Jesus não
contraria o seu Pai. Jesus confirma que permanece nas mãos do humano o poder de
continuar a viver. O humano continua a decidir a todo instante entre sua vida e
a sua morte.

Jesus
afirmou que era para o benefício dos seus apóstolos que ele precisava morrer.

A morte de
Jesus traria um benefício para os seus discípulos. A morte e ressurreição de
Jesus trariam um grande benefício prático para seus discípulos.

No seu
momento de sofrimento e morte, Jesus mostrou-se um novo e inédito caminho para
seus discípulos. Jesus revelou o caminho do pleno perdão, ou seja, do perdão
incondicional, ou seja, aquele perdão em que o perdoador nada exige do
perdoado. Quando estava sendo morto, de forma inédita, o que afirmou Jesus??

(Lucas 23:34) 34 [[Mas Jesus
estava dizendo: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo.
”]] Outrossim, para distribuírem as roupas dele, lançaram sortes.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 23:34) 34 Disse Jesus: Pai, perdoa-lhes; pois não sabem o que fazem. Então repartindo as vestes dele, deitaram sortes sobre elas.

Percebemos
que se tratava de um novo e inédito caminho, quando Estêvão revelou ter
o mesmíssimo sentimento de Jesus pelos seus matadores, pois assim falou Estêvão
em relação àqueles que o matavam:

(Atos 7:59-60) 59 E atiravam pedras em Estêvão,
enquanto ele fazia apelo e dizia: “Senhor Jesus, recebe meu espírito.” 60
Então, dobrando os joelhos,
clamou com forte voz: “Jeová, não lhes
imputes este pecado.
” E, dizendo
isso, adormeceu [na morte].

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Atos 7: 59-60) 59 Apedrejavam a Estêvão que invocava o Senhor e dizia: Senhor
Jesus, recebe o meu espírito. 60 Ele, ajoelhando-se,
clamou em alta
voz: Senhor, não lhes imputes este pecado.
Tendo
dito isto, adormeceu.

Esta
inédita forma de perdoar foi apresentada aos discípulos de Jesus, aquele que
estava lhes ensinando a correta forma de amar ao próximo como a si mesmo,
perdoando o agressor até mesmo quando este o está matando.

No
entanto, se Jesus não morresse praticando o pleno perdão, como a humanidade
saberia que isto era possível e que esta é a forma que o Pai espera que cada
filho proceda ao encontrar-se em situação idêntica??

Através da
palavra falada por Jesus, isto é, a cura, o humano usará o seu livre-arbítrio
para deixar de ser um pleno “retribuidor” (justiceiro), passando a ser um pleno
“perdoador”.

Não há
dúvida de que a morte de Jesus revelou algo especial para cada discípulo em
relação ao pleno perdão a ser praticado no dia a dia. Jesus estava demonstrando
de forma prática a forma de um justo viver o dia a dia, mesmo vivendo entre os
iníquos, especialmente vivendo entre os iníquos. Uma ovelha vivendo no meio de
lobos comporta-se desta maneira, nos revelou Jesus.

<♥♥♥>
RESGATE??

No
entanto, ainda há uma dúvida.
O
ensino fundamental é que para o humano deixar de morrer ele precisava de um
“resgate”.

Bem, antes
de adentrarmos na questão do “resgate”, falemos sobre comerciante e comércio.

Será que o
relacionamento Pai celestial e filhos humanos é um relacionamento de O
Comerciante Pai e seus comerciantes filhos??

Será que o
relacionamento familiar deve ser o comerciante marido e a comerciante mulher??

Deve ser
um feliz troca-troca??

Deve o
marido se comportar como se ele fosse uma mercadoria, visando seus lucros??

Deve a
mulher se comportar com se ela fosse uma mercadoria,
visando seus lucros??

Deve o
filho(a) se comportar como se fosse uma mercadoria, visando seus lucros??

Deve o pai
ver seus filhos como se eles fossem mercadorias, onde obterá lucros??

Deve ser o
comerciante pai e os comerciantes filhos??

Como o
filho nasce nada sabendo, isto significaria que o pai devia ensinar o filho(a)
a ser um comerciante??

O que é um
comerciante??

Comerciante
– esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
que ou o que tem no comércio sua profissão…

comerciante Datação: 1789

n adjetivo
de dois gêneros e substantivo de dois gêneros

1 que ou o que tem no comércio sua profissão
habitual

1.1 Rubrica: termo jurídico.

diz-se
de ou pessoa capaz, física ou jurídica, que, em seu nome e por conta própria ou
de outrem, efetua atos de comércio como profissão habitual ou como
intermediário

2 Derivação: por extensão de sentido.

diz-se
de ou indivíduo que tem o sentido ou o dom do comércio

3 Derivação: por extensão de sentido. Uso: pejorativo.

diz-se
de ou indivíduo que dá ênfase excessiva ao lucro pecuniário, que só visa ao
próprio sucesso financeiro

 

O que é
comércio??

Comércio
– esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
atividade que consiste em trocar, vender ou comprar produtos,
mercadorias, valores etc., visando, num sistema de mercados, ao lucro; um
negócio.

comércio Datação: 1510

n substantivo
masculino

1 atividade que consiste em trocar, vender ou
comprar produtos, mercadorias, valores etc., visando, num sistema de mercados,
ao lucro; negócio

2 conjunto dos comerciantes

3 conjunto dos estabelecimentos
que comerciam num determinado lugar

Ex.: o c. local não abriu

4 estabelecimento comercial; venda, loja

5 Derivação: sentido figurado.

relação
social ou afetiva

Ex.: manter um c. cordial com os amigos

6 Derivação: sentido figurado. Uso: pejorativo.

contato
corporal íntimo

Ex.: c. carnal

 

Seria o
Pai IHVH um Comerciante??

Temos uma
relação de negócios com o Pai IHVH??

Como é uma
relação Pai e filho??

Não deve
ser uma relação altruísta do pai em relação a seu filho??

Mesmo que
o filho ainda seja egoísta, o pai deve continuar sendo altruísta e mantendo o
relacionamento altruísta com o seu filho, não é verdade??

Embora o
Pai IHVH seja Altruísta, os humanos O tem acusado de
ser um Comerciante no Seu relacionamento com Seus filhos humanos.

Quem é
este que tem afirmado que IHVH é um mero Comerciante??

Que é este
que tem afirmado que IHVH vive negociando coisas com Seus filhos, tendo com
eles uma relação baseada no comércio??

Para o Pai
IHVH, o comércio é uma prostituição.

Será que o
Pai IHVH estava ensinando Seus filhos a serem prostitutos(as)??

Afirma-se
que o resgate é o meio
de
Deus livrar
a
humanidade do pecado e da morte, ou ainda, o meio de Deus salvar
a humanidade do pecado e da morte. O
humano necessita ser liberto
do
pecado. O ensino fundamental praticado pelos discípulos de Jesus é que o humano
se encontrava em uma condição irreversível, necessitando assim de um
resgate. Afirma-se que: “
o resgate é o presente mais valioso que você poderia receber, pois
pode trazer-lhe felicidade indescritível e preencher suas necessidades mais
importantes. O resgate é, de fato, a maior expressão do amor de Jeová por você
”.

Neste
caso, “o resgate” passava a ser uma coisa imprescindível. Embora seja
imprescindível, trata-se de algo que independe do ser humano, e, que estando
fora da capacidade do ser humano, tem de ser feito por outra pessoa. O que isto
quer dizer?? Isto quer dizer que não depende do humano ele continuar a viver,
ou seja, não é de sua responsabilidade o continuar a viver, afinal, ele vai
morrer mesmo. Afirma-se que o humano se encontra fisicamente imperfeito e que a
continuidade de sua vida depende dele se tornar fisicamente perfeito.

O que esta
expressão realmente quer dizer?? Você depende de ser fisicamente perfeito para
poder “obedecer”.
Neste caso é dito: Você precisa de algo que você ainda não tem para você
conseguir obedecer….

É afirmado
que o humano necessita do sangue derramado de Jesus, um sangue puro de um justo
derramado, entregue ao Pai IHVH como CONDIÇÃO para que Ele conceda perdão aos
errantes que concordarem com tal resgate, e usar este sangue derramado para
fazer o humano se tornar fisicamente perfeito, para que o humano finalmente
tenha condições de obedecer aos mandamentos, algo impossível a ele nesta condição
atual, ou seja, fisicamente imperfeito.

Será que é
isto mesmo??

Se isto
for verdade, então Jesus seria um mentiroso, não é verdade?? Não foi esta a
informação que ele passou para pessoas iguais a mim.

Qual foi a
informação que ele me passou??

(João 8:51) 51 Digo-vos em toda a verdade: Se alguém observar a minha palavra, nunca jamais verá a morte.”

(João 11:25-26) 25 Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê
em mim, ainda que morra, viverá; 26
e todo aquele QUE vive, e crê em
mim, jamais morrerá.
Crês isto?

Neste
caso, o discípulo conseguiria obedecer a palavra de Jesus e nunca ver a morte.

Seria
Jesus um mentiroso?? Não, Jesus não é mentiroso. Ele é a ”verdade”.

Passemos
então para o diálogo entre Jesus e os samaritanos.

Ao
ouvir as palavras saídas da boca de Jesus, o que afirmaram aqueles homens que
adoravam o que não conheciam (os samaritanos)??

Os
samaritanos afirmaram:

(João 4:40-42) 40
Portanto, chegando-se a ele os samaritanos, começaram a pedir-lhe
que ficasse com eles; e ficou ali dois dias. 41
Em conseqüência disso, muitos mais creram
por causa do que dizia, 42
e
começaram a dizer à mulher:
“Não é mais pela
tua conversa que cremos; porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este
homem certamente é o salvador do mundo.”

Assim
verte a Tradução Almeida:

(João 4:40-42) 40 Indo, pois, ter com ele os samaritanos, rogaram-lhe que
ficasse com eles; e ficou ali dois dias. 41 E muitos mais creram por
causa da palavra dele; 42 e diziam à mulher:
Já não é pela
tua palavra que nós cremos; pois agora nós mesmos temos ouvido e sabemos que
este é verdadeiramente o Salvador do mundo.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 4:40-42) 40 Quando, pois, estes samaritanos vieram ter com Jesus,
pediram-lhe que ficasse com eles; e passou ali dois dias. 41 Muitos mais
creram por causa das palavras de Jesus, 42 e diziam à mulher:
Não é mais
pelas tuas palavras que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e
sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.

Ao ouvirem
as palavras faladas por Jesus, o que afirmaram??

·         sabemos que este homem certamente é o salvador do mundo.

·         sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.

·         sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo.

Pelas
coisas que ouvimos dele, chegamos a conclusão que ele
é o salvador do mundo.

Pelas
informações que ele nos passou, concluímos que ele é o salvador do mundo.

As
palavras saídas da boca de Jesus e ouvidas por estes homens os levaram a fazer
esta incrível afirmação a respeito de Jesus. As palavras representariam a
salvação para o mundo. As informações representavam a salvação do mundo.

Estes
humanos ouviram a palavra, gostaram da palavra e entenderam a palavra. Em face
disto, eles classificaram a palavra como “salvação” para o mundo.

O mundo
precisava ser salvo??

O mundo
poderia ser salvo através das informações dadas por Jesus??

Bem, o Pai
falou a palavra (informação) e Jesus repetiu a palavra (informação) falada pelo
Pai. E agora, o que acontece??

Algo muito
incrível aconteceu aqui. Não podemos deixar de falar sobre isto.

Os
samaritanos chegaram a conclusão que Jesus salvaria o
mundo através das palavras que ele repassava aos humanos, enquanto que
os discípulos de Jesus afirmam que a salvação do mundo se daria pelo
sacrifício de Jesus
, ou seja, o sangue derramado é que traria
salvação.

Frase 1: A
informação de Jesus salvaria o mundo.

Frase 2: A
morte sacrificial de Jesus salvaria o mundo. O sangue derramado de Jesus
salvaria o mundo.

São frase
bem diferentes e apenas uma é a verdade.

Será que
os samaritanos estavam errados??

Em relação
a resgate, Jesus fez a seguinte afirmação:

TNM reza:

(Mateus 20:28) 28 Assim como o Filho do homem não
veio para que se lhe ministrasse, mas para ministrar e
dar a sua alma
“como” resgate em troca
de muitos.”

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 20:28) 28 É assim que o Filho do homem não veio para ser servido, mas
para servir e
dar a sua vida “em” resgate de
muitos.

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Mateus 20:28) 28 assim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas
para servir, e para
dar a sua vida “em” resgate de
muitos.

Não
podemos esquecer que a ação de “resgatar” pode ou não estar condicionado a uma
troca.

Como um
comerciante vê a situação onde se pratica um resgate?? Não é como uma situação
na qual se pratica o comércio?? Não é uma situação onde se pratica uma
“troca”??

RESGATAR

Esta é a
definição dada pelo dicionário Houaiss:
libertar a preço de dinheiro ou concessões; libertar, livrar,
remir, expiar.

resgatar

v. (sXV) 1 t.d.bit. e pron.
libertar(-se) a
preço de dinheiro ou concessões
<r. reféns (do
cativeiro
)
> <o prisioneiro resgatou-se> 2 t.d. efetuar o pagamento de
(dívida ou compromisso) 3
t.d. recuperar (algo cedido
a outrem) mediante pagamento
<r. um
objeto penhorado
> 4 t.d.
conseguir (algo)
à custa de esforço, de sacrifício
<r. a paz de
espírito
> 5 t.d.
libertar-se,
livrar-se de; remir, expiar
<r. os
pecados
> 6 t.d.bit. livrar (da ruína, de uma
situação de risco); salvar
<os
bombeiros resgataram os sobreviventes
(dos escombros)> ¤ etim orig.contrv. ¤ sin/var recobrar, recuperar,
retomar, salvar
¤ hom resgates(2ªp.s.) / resgate
(s.m.) e pl.

Resgatar
também pode significar livrar sem haver qualquer pagamento, ou seja, sem ser
uma prática comercial.

Neste caso
perguntamos:

1.     
Veio Jesus nos libertar por um preço??

2.     
Veio Jesus nos livrar, remir,
expiar??

Notamos
que se há um preço a ser pago, então alguém definiu que havia tal preço a ser
pago.

Notamos
que se há um preço a ser pago, então alguém receberá este valor.

Notamos
que se trata de uma negociação. Notamos que se trata de uma relação comercial,
um toma lá e dá cá.

Qual seria
o valor e a quem seria pago??

Nesta relação,
o Comerciante IHVH recebe o “sangue como forma de pagamento” para que Ele faça
alguma coisa pelo humano necessitado.

Bem, neste
caso, o sangue era a mercadoria a ser usada nesta negociação.

O nosso
amado irmão Paulo fez a seguinte afirmação em uma de suas cartas, segundo a
versão TNM:

(Efésios 1:7) …. 7 Mediante ele temos o
livramento por meio de resgate, por intermédio do sangue desse
, sim, o
perdão de [nossas] falhas, segundo as riquezas de sua benignidade imerecida.

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Efésios 1:7) 7 em quem temos a redenção pelo seu sangue, a redenção dos nossos delitos, segundo as riquezas da sua
graça,

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Efésios 1:7) 7 no qual temos a nossa redenção pelo seu sangue, a remissão dos nossos delitos segundo a riqueza da sua
graça,

REDENÇÃO – Esta é a definição dada pelo dicionário (Houaiss): ato ou efeito de remir;
resgate; … esmola dada para remir cativo

redenção

s.f.
(sXV) ato
ou efeito de remir; resgate 1
teol resgate do gênero
humano por Jesus Cristo 2
fig. auxílio, proteção que livra de situação
difícil; salvação 3
ant. esmola dada para remir cativo ¤ etim
lat. redemptìo,ónis
‘id.’

 

REMIR – Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: tornar a obter; obter a
reabilitação; recuperar-se.

remir

v. (sXIII) 1 t.d. tornar a obter, a conseguir 2 t.d.bit. e pron. livrar(-se),
libertar(-se), resgatar(-se)
<remiu (do
cativeiro
)
o povo oprimido> <remiu-se do
castigo graças aos seus próprios esforços
> 3
t.d.
libertar da
danação, da condenação ao inferno
<Cristo
morreu para r. os pecadores
>
4 t.d.
conceder
indenização a; compensar, ressarcir 5
t.d. reparar (falta, falha,
crime etc.); expiar 6
pron. obter a reabilitação;
recuperar-se
<remiu-se de
uma falta cometida no passado
>
¤ gram
v. defectivo, us.
unicamente nas formas em que o i
se segue ao radical ¤ etim
lat. redìmo,is,émi,emptum
ou emtum,imère
‘id.’ ¤ sin/var redimir

O texto ficaria assim: “Obtemos a nossa reabilitação através do seu sangue”.

ESCRAVOS
DO PECADO

Segundo
Jesus, o que libertaria o humano do pecado?? Seria o seu sangue??

Notamos
que remir nos traz a ideia de retorno a condição anterior.

Em que
condição o humano se encontrava??

Deixemos
que Jesus responda.

(João 8:31-36) 31 E Jesus prosseguiu assim a
dizer aos judeus que acreditavam nele: “
Se permanecerdes na minha palavra, sois
realmente meus discípulos, 32
e conhecereis a
verdade
, e a VERDADE vos libertará.”
33 Replicaram-lhe: “Somos descendência de Abraão e nunca fomos
escravos de ninguém. Como é que dizes: ‘Ficareis livres’?” 34 Jesus
respondeu-lhes: “
Digo-vos em toda a verdade: Todo praticante do pecado é escravo do
pecado.
35 Ainda
mais, o escravo não permanece para sempre na família; o filho permanece para
sempre. 36
Portanto, se o Filho vos LIBERTAR, sereis
realmente livres.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 8:31-36) 31 Disse, pois, Jesus aos judeus que o haviam crido: Se vós
permanecerdes na minha palavra
, verdadeiramente
sois meus discípulos, 32
conhecereis a verdade, e a VERDADE
vos libertará.
33 Eles lhe
responderam: Nós somos descendência de Abraão e nunca temos sido escravos de
ninguém; como dizes tu: Vós sereis livres? 34 Replicou-lhes Jesus:
Em verdade, em
verdade vos digo: Todo o que comete pecado, é escravo do pecado.
35 O escravo não fica para sempre na casa; o filho
fica para sempre. 36
Se, pois, o Filho vos LIBERTAR, sereis
realmente livres.

As
palavras de Jesus nos dão todas as respostas.

1.     
Todos os humanos eram
escravos??
Sim, todos
somos escravos.

2.     
Quem é que nos escraviza??
O pecado. Somos escravos do
pecado.

3.     
Quem nos liberta do pecado??
Jesus. Jesus é o nosso
libertador frente ao pecado.

4.     
Como Jesus liberta o humano
do pecado??
Usando a
sua palavra. A palavra de Jesus é a verdade. É a verdade que libertará o humano
do pecado. Conhecendo a verdade (informação verdadeira), o humano deixará de
praticar pecado. A informação dada por Jesus liberta o homem do pecado. A
informação saída da boca de Jesus salva o humano.

Não
podemos deixar de repetir que “pecado” é qualquer ato de desobediência,
bem como qualquer palavra que seja fruto de sentimentos degenerados tais como
superioridade (soberba), cobiça, ódio, inveja, competição e alguns outros.
Segundo a informação dada por Jesus, apenas ter tais sentimentos dentro de si
já caracteriza o pecado.

Percebemos que o pecado está diretamente relacionada com os sentimentos.

Percebemos
que o pecado é qualquer violação do amor ao Pai Jeová e o amor a próximo como a si mesmo.

Sabemos
isso em face da informação dada por Jesus de que toda a lei tem por base apenas
dois mandamentos e que os dois mandamentos são o de amar ao Pai Jeová acima de
todas as coisas e de amar ao próximo como a si mesmo. Consequentemente, todo
pecado é apenas uma deficiência de amor daquela pessoa.

Conhecereis
a verdade.

Verdade – Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: propriedade de estar
conforme os fatos ou a realidade

verdade

s.f.
(sXIII) 1 propriedade de estar conforme com os fatos ou a realidade <a v. de uma afirmação> <v.
histórica
> 1.1 a fidelidade de uma representação
em relação ao modelo ou original
<a v. de um
quadro
> 2 p.ext. coisa, fato ou evento
real 3
p.ext.
qualquer ideia,
princípio ou julgamento aceito como autêntico; axioma
<as v. de uma religião, de uma
filosofia
> 4 p.ext. procedimento sincero, pureza
de intenções
<agir com v.> 5 fil correspondência,
adequação ou harmonia passível de ser estabelecida, por meio de um discurso ou
pensamento, entre a subjetividade cognitiva do intelecto humano e os fatos,
eventos e seres da realidade objetiva
² v. da razão
fil
nas doutrinas
racionalistas, cada um dos juízos e enunciados que, por nascerem das formas ou
ideias inatas da razão, independentemente da realidade sensível, apresentam
veracidade eterna, universal e necessária • v. de fato
fil
cada uma das assertivas
que se limitam à constatação dos fenômenos heterogêneos e transitórios da
realidade empírica, apresentando, por essa razão, uma veracidade contingente e
circunstancial • a bem da v.
para ser fiel à realidade; para dizer a verdade
<a bem da v., ele não é o
democrata que dizem
> • de v. na realidade, realmente
• em v. ou
na
verdade
certamente,
seguramente, de certo
¤ etim lat. verìtas,átis ‘verdade’ ¤ sin/var autenticidade, axioma, realidade,
sinceridade, veracidade, veras
¤ ant falsidade; ver tb. sinonímia de mentira

<>Conhecereis
a
realidade das coisas.

Estar em
conformidade com os fatos. A verdade está diretamente relacionada com a
realidade, estando assim em plena oposição a fantasia.

O que é um
fato??

Fato – Esta
é a definição dada por certo dicionário (Houaiss):
algo cuja existência pode
ser constatada de modo indiscutível.

3fato

s.m. (1548)
1 ação ou coisa feita, ocorrida
ou em processo de realização
<não se deu
conta desse f.
> <f. de conversar> 2 algo cuja existência pode ser constatada de
modo indiscutível; verdade
<o controle
da poliomielite é agora um f.
>
²
f. consumado
1 fato cujo processo já
se completou ou que por certo se completará
<sua eleição
é f. consumado
> 2 jur
fato que, por
estar completo, não pode mais ter seus efeitos alterados • f. jurídico

jur
todo
acontecimento voluntário, como o ato jurídico e o ato ilícito, ou involuntário,
como o caso fortuito ou a força maior, capaz de criar, modificar ou extinguir
direitos • de f.
1 realmente; com efeito 2 que existe, que é
efetivo, independente de registro legal
<sociedade
de fato
> ¤ etim
lat. factum,i ‘feito, ação, façanha, empresa’

 

Como
a verdade seria
conhecida??

Se
permanecerdes nas “minhas palavras”, nas minhas informações – esta foi a
resposta dada por Jesus.

A palavra
falada por Jesus, a informação dada por Jesus os levaria a conhecer a verdade.

Será que
havia alguma mentira saída da boca de Jesus??

Ele mesmo
afirmou: Eu sou a verdade. Eu sou a realidade.

Se há uma
realidade, isto significa que existe uma fantasia.

Realidade
– Esta é a definição
dada pelo dicionário Houaiss:
o que realmente existe, fato real; verdade

realidade

s.f.
(sXV) 1 qualidade ou característica do que é 4real 2
o que realmente
existe; fato real; verdade
<seus sonhos
tornaram-se r.
> 3 o conjunto das coisas e
fatos reais
<na bebida,
procura fugir da r.
> ² r. virtual simulação de um
ambiente real por meio de imagens de síntese tridimensionais
¤ etim
b.-lat. realìtas,átis ‘id.’ ¤ sin/var realdade; ver sinonímia de verdade
¤ ant
fantasia, ficção,
idealidade, irrealidade, quimera, simulacro; ver tb. sinonímia de mentira

 

Fantasia
– Esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
faculdade de imaginar, de criar pela imaginação

fantasia

s.f.
(sXIV) 1 faculdade de imaginar, de criar pela imaginação 2
obra criada pela
imaginação
<as f. de
Monteiro Lobato
> 3 fig. coisa puramente ideal
ou ficcional, sem ligação com a realidade; invenção
<suas justificativas são pura f.> 4 fig. capricho, sonho <como realizar suas f. amorosas?> 5
capricho
injustificável ou descontrolado da vontade ou da imaginação; esquisitice,
excentricidade
<mergulhou
nas f. mais desvairadas
> 6 B vestimenta alegórica,
us. em certos rituais e festividades, esp. no carnaval
<f. de palhaço, de baiana> 7 B joia de imitação; bijuteria 8 B assombração, fantasma,
visão 9
psic atividade representativa com certo grau de
criação, cujos conteúdos são determinados por ideias súbitas e por lembranças
modificadas ou enfraquecidas de objetos, acontecimentos e situações, inclusive
sua significação emocional 10
mús composição instrumental
livremente trabalhada em que as ideias musicais se sucedem sem grande rigor
formal, sugerindo a ideia de improvisação 11
mús gênero de composição
polifônica dos sXVI e XVII
² rasgar a f. B revelar seu verdadeiro
caráter, sua personalidade
¤ etim lat. phantasìa,ae
‘id.’, do gr. phantasía ‘id.’ ¤ sin/var ver sinonímia de conjectura
e quimera
¤ ant
realidade ¤ hom
fantasia(fl.fantasiar)

 

Jesus veio
restabelecer a verdade a respeito de Jeová, o Pai, pois até então o humano
imaginava que Jeová era assim ou assado de acordo com a imaginação do humano, e
ainda, depois do humano presumir algo a respeito do Pai, depois de ouvir uma
palavra ou observar uma ação qualquer do Pai em relação a uma circunstância.

O filho
achava que o Pai era igual a ele, ele filho.

O filho
queria que o Pai fosse à sua imagem e semelhança. No entanto, usto é apenas uma “fantasia de filho”.

(João 14:6) 6 Jesus disse-lhe: “Eu sou o caminho, e a VERDADE, e a vida.
Ninguém vem ao Pai senão por mim.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 14:6) 6 Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho e a VERDADE e a
vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.

Neste caso,
Jesus é a “personificação” da verdade a respeito do Pai Jeová.

Toda e
qualquer verdade a respeito de Jeová pode ser vista em Jesus.

Todas
as palavras saídas da boca de Jesus (informações) e todas as ações praticadas
por Jesus correspondem à verdade que os humanos precisam conhecer.

A condição
anterior do humano Adão era de “liberdade” em relação ao pecado. O Filho Jesus
faria o “humano”, agora na condição de escravo, retornar a
condição anterior. Segundo a afirmação de Jesus, a libertação do humano da
condição de escravo do pecado, se daria através da palavra (informação) saída
da sua boca, isto é, a verdade.

Por que o
humano era escravo do pecado??

Porque as
informações na mente deste humano o fazia ficar correndo em círculos viciosos.
Ora, se o pecar é desobedecer, o humano continuava desobedecendo e achando que
estava obedecendo. O humano estava tomando decisões erradas jurando que estava
tomando a decisão correta. Neste caso, havia uma guerra de informações.

Sendo o
humano um pecador, sua condição já é de condenado, ou seja, de estar no caminho
da morte. De que forma?? A regra informada pelo Pai é simples, clara e
definitiva: A alma que pecar, esta é que morrerá. Esta regra define a condição
do humano que pecar.

Percebemos
que o humano não precisa passar por um “julgamento” visando definir a sua culpa
ou inocência…, havendo acusação e defesa. Se o humano cometeu um pecado ele
está andando na direção da morte…
Isto não pode ser mudado, pois isto é um fato… Se o humano cometeu o pecado,
ele é culpado do pecado praticado. Nada inocenta o humano do fato dele
ter cometido o pecado. Nenhuma justificativa poderá inocentar aquele que
cometeu o pecado, pois o cometimento do pecado é um fato. Não é aceito nenhum
atenuante
para justificar o cometimento do pecado.

A cada
pecado cometido, o humano se aproxima cada vez mais da morte… É o pecado que
leva o humano à morte.

Pecar é
desobedecer, não é?? O dotado de livre-arbítrio só peca depois que ele
toma a decisão. A decisão é tomada antes do pecado ser praticado.

E se o
humano parar de pecar?? E se o homem parar de desobedecer?? Ele
não morrerá.

Para se
configurar a desobediência, é imprescindível haver uma lei anterior que defina
tal ação como erro, não é verdade??

Ora, sem
lei, não há pecado. Sem mandamento não há pecado.

O que
ocorre se existirem duas leis opostas??

O que
ocorre se uma lei define que fazer alguma coisa é pecado, quando uma outra lei
afirma que em certas circunstâncias, aquela mesma ação não é pecado?? Outra
informação revela que certos humanos podem praticar certo pecado, enquanto que,
se outros cometerem o mesmo pecado, serão mortos. Ainda existe uma lei que
define que fazer certa coisa é pecado, enquanto outra afirma que dependendo de
que humano seja (fazer acepção de pessoas), tal ação contra ele, não é pecado.

Não
precisa o humano de uma informação fidedigna?? Será que tudo se resumiria às
circunstâncias. Será que as circunstâncias definiriam se algo era pecado para
aquele humano?? Será que são as circunstâncias que determinam se o humano
obedece ou desobedece ao mandamento??

Bem, e
agora que ele já pecou, o que ocorrerá??
Abre-se o caminho para uma negociação?? Estipula-se um valor
a ser pago para que o humano possa sair desta condição de “condenado” (esta é
que morrerá). Fica aberta alguma discussão sobre o fato (cometimento do
pecado)??

Segundo
a informação dada por Jesus o humano “escravo do pecado” DEPENDIA de “conhecer
a verdade” para poder se libertar do pecado.

O
que isto significava??

Significava
que o humano estava preso a inúmeras informações erradas, inúmeras informações
equivocadas, informações falsas, embora tidas como verdadeiras, informações
estas que contribuíam para a manutenção da condição de escravidão ao pecado.

O conjunto
de informações que aqueles humanos tinham, estava repleto de mentiras. Aqueles
humanos estavam presos àquelas mentiras. Eles acreditavam naquelas mentiras.
Eles até mesmo amavam aquelas mentiras. Suas vidas se baseavam naquelas
mentiras, suas decisões do dia a dia tinham por base aquelas mentiras, suas
palavras do dia a dia tinham por base aquelas mentiras e seus sentimentos do
dia a dia tinham por base aquelas mentiras.

Naquela
condição o humano não conseguiria deixar de pecar. Para deixar de pecar (desobedecer/tomar decisões de desamor) o humano necessitava
da informação dada por Jesus. Também necessitavam das ações paralelas
praticadas por Jesus. O humano precisava ver Jesus praticando aquelas ações.

O humano
precisava deixar de acreditar nas mentiras que ele acreditava até então e
passar a acreditar nas informações dadas por Jesus.

As
informações de Jesus eram fidedignas e originárias de uma fonte fidedigna, isto
é, O Pai.

Tratava-se
de uma batalha de informações.

Assim
falou Jesus:

Tradução
Almeida verte:

(João 8:37-38) 37 Bem sei que sois
descendência de Abraão; contudo, procurais matar-me,
PORQUE a minha palavra não encontra lugar em vós. 38 Eu falo do que vi junto de meu Pai; e vós
fazeis o que também ouvistes de vosso pai.

Por que
aqueles homens buscavam matar Jesus?? Por causa das palavras faladas por Jesus,
por causa das informações dadas por Jesus.

Eu falo do
que vi junto de meu Pai; vós também fazeis o que ouvistes de vosso pai.

Estes
homens acreditavam nas informações originárias de Moisés.

O que eles
mesmos falaram de forma tão orgulhosa??

Somos
discípulos de Moisés, isto foi o que orgulhosamente afirmavam.

(João 9:27-29) 27 Ele lhes respondeu: Já vo-lo
disse, e não ouvistes; por que quereis ouvir outra vez? porventura quereis
também vós tornar-vos seus discípulos? 28
Injuriaram-no e disseram: Discípulo dele és tu; mas nós somos
discípulos de Moisés. 29
Nós sabemos que
Deus falou a Moisés,
mas este não sabemos donde ele
é.

Bem, estes
homens cumpriam as palavras ouvidas de Moisés. Eles mesmos confessaram tal
coisa. Somos discípulos de Moisés, pois sabemos que Deus falou com Moisés.
Falamos e fazemos o que ouvimos de Moisés. Confiamos em Moisés porque Deus
falou com Moisés…


Este homem Jesus, está querendo mudar
os costumes que Moisés nos transmitiu…..
(Atos 6:13-14) 13 E apresentaram testemunhas falsas, que
diziam: “Este homem não pára de falar coisas contra
este santo lugar e contra a Lei. 14
 Por exemplo, nós o ouvimos dizer que esse Jesus, o nazareno, derrubará
este lugar e mudará os costumes que Moisés nos transmitiu.”

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Atos 6:13-14) 13 E apresentaram falsas testemunhas,
que diziam: Este homem não cessa de proferir palavras blasfemas contra este
santo lugar e a lei; 14 Porque nós lhe ouvimos dizer que esse
Jesus
Nazareno há de destruir este lugar e mudar os costumes que Moisés nos deu.

 

A
afirmação de Jesus foi: Eu e o Pai somos um…

Neste
caso, o que estava acontecendo??

Toda e
qualquer informação diferente da informação saída da boca de Jesus, era uma
informação que o Pai não havia dado ao humano….

O que isto
significava??

Significava
que os se Jesus estava dando costumes diferentes dos costumes dados por Moisés,
estes costumes dados por Moisés, não haviam sido dados pelo Pai, afinal de
contas, Jesus e o Pai estavam em plena união.

Moisés havia
colocado uma assinatura de Jeová ao anunciar os mandamentos dados ao povo.
Seria uma assinatura verdadeira ou falsa??

Eles se
negavam a acreditar nas informações dadas por Jesus em face de acreditarem nas
informações dadas por Moisés.

“Minhas
informações não encontram
espaço
entre vós”, falou Jesus. Por que isto acontece?? Porque acreditais nas
informações dadas pelo vosso pai.

Neste
caso, quem era o pai no qual aqueles judeus depositavam confiança nas
informações dadas??

Moisés.

Os humanos
afirmavam: Sabemos que Deus falou a Moisés.

Não resta
nenhuma dúvida, havia mesmo uma batalha de informações.

Aqueles
humanos estavam presos às informações dadas por Moisés, pois Moisés havia
falado com Deus. Eles afirmavam: Os mandamentos de Moisés têm a assinatura de
Jeová.

Como obter
vida eterna, ou seja, como deixar de morrer??

(João 6:39-40) …. 40 Pois
esta é a vontade de meu Pai, que
todo aquele que observa o Filho e
exerce fé nele tenha vida eterna
, e eu o ressuscitarei no último
dia.”

 

Segundo a
informação dada por Jesus, a vida eterna está relacionada com o que
exatamente??

Observar o
Filho e exercer fé no Filho.

Observar
Jesus e acreditar (ter fé) nas informações dadas por ele.

O texto
ficaria assim:
“…… todo aquele que observa o Filho e acredita
nas informações dele tenha vida eterna”.

“Todo
aquele que observa
as
ações praticadas pelo filho e acredita nas informações que ele retransmite terá
vida eterna”.

Jesus
deixou bem claro sobre o como o humano conseguiria a vida eterna. Olhe as ações
de Jesus e acredite nas informações saídas da boca de Jesus……… Bem, tudo
girava em torno de Jesus. Tudo girava em torno das palavras e das ações de
Jesus.

Depois de ser
indagado claramente sobre a vida eterna, o que disse Jesus em resposta??

(Lucas 10:25-28) 25 Então,
eis que se levantou certo homem versado na Lei, para prová-lo, e disse: “
Instrutor, por fazer o que hei de herdar a vida eterna?” 26
Ele lhe disse: “O que está escrito na Lei? Como é que lês?” 27
Em resposta, disse: “‘Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu
coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua força, e de toda a tua mente’,
e, ‘o teu próximo como a ti mesmo’.” 28 Ele lhe disse:
“Respondeste corretamente; ‘
persiste em fazer isso e obterás
a vida’.”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 10:25-28) 25 Levantando-se um doutor da lei, experimentou-o, dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? 26
Respondeu-lhe Jesus: Que é o que está escrito na Lei? como lês tu? 27
Respondeu ele: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua
alma, de toda a tua força e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a
ti mesmo. 28 Replicou-lhe Jesus: Respondeste bem;
faze isso, e viverás.

Segundo a
informação de Jesus, a vida eterna estava dependente de que?? De um
passe de mágica?? De uma vacina?? De um antídoto?? Seria um prêmio?? Seria uma
recompensa??

Óbvio que
não. Jesus usou o verbo OBEDECER a apenas dois mandamentos. Você quer a vida
eterna?? Então obedeça a estes dois mandamentos.

Que mais
percebemos??

Percebemos
que a vida eterna estava condicionada a amar….

Percebemos
que a vida eterna estava condicionada a amar a Deus e amar ao próximo.

A vida
eterna estava condicionada a amar.

Não podemos esquecer que vida
eterna não é sinônimo de vida indestrutível.


A informação de Jesus foi bem clara. A vida eterna estava condicionada a
continuar obedecendo a estes dois mandamentos. A pessoa não se apossava da
vida. A vida NUNCA deixaria de estar CONDICIONADA a obedecer.

A vida
está permanentemente condicionada a obediência. Neste caso, percebemos a
inexistência de uma vida indestrutível. Neste caso percebemos que a menina dos
olhos dos humanos não existe, pois se trata de uma mera fantasia humana.

É claro
que aquele conhecedor e praticante da lei de Moisés ainda tinha mais uma
pergunta.

Tudo bem,
eu devo amar o próximo. Mas, quem é o meu próximo?? Será que o incircunciso é
meu próximo?? Será que a adúltera é minha próxima?? Será que o cobrador de
impostos é meu próximo?? Será que aquele que rouba as minhas coisas armazenadas
é meu próximo?? Será que aquele que sente inimizade por mim é meu próximo??
Será que aquele que fala mal do Deus de Abraão é meu próximo?? Será que aquele
que fala mal de Moisés é meu próximo?? Será que o gentio é meu próximo?? Será
que qualquer incircunciso é meu próximo??

Sabemos o
que Jesus respondeu àquele homem, não sabemos??

Jesus
contou uma ilustração, aquela que ficou conhecida como o bom samaritano.

Aquele
desprezado samaritano estava sendo usado para
fornecer o correto conceito sobre quem era o “próximo”.

Jesus usou
uma pessoa pela qual os judeus tinham baixa estima e atribuíam a ela um baixo
valor.

Jesus
falou ainda mais:

(João 6:47) 47 Eu
vos digo em toda a verdade:
Quem crê, tem vida eterna.

 

Quem
acredita tem vida eterna.

Que mais
afirmou Jesus??

(João 6:48-51) 48 “Eu sou o pão da vida. 49 Vossos
antepassados comeram o maná no ermo, e, não obstante, morreram. 50
Este é o pão
que desce do céu, para que qualquer um possa comer dele
e não morrer. 51 Eu sou o
pão vivo que desceu do céu;
se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e, de
fato, o pão que eu hei de dar é a minha carne a favor da vida do mundo.”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 6:48-51) 48 Eu sou o pão da vida. 49 Vossos pais comeram o maná
no deserto e morreram. 50
Este é o pão que desce do céu, para que
o homem coma dele, e não morra.
51
Eu sou o pão vivo que desci do céu;
se alguém comer deste pão, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do
mundo, é a minha carne.

Jesus
falou em pão vivo.

Jesus
falou em pão vivo.

Não era
para comer a carne e beber o sangue de Jesus. O humano precisava entender
o que Jesus estava falando.

O que
aconteceu com aquele que não entendeu??

O maná
também era um pão que havia descido do céu, não é mesmo??

No
entanto, era um pão sem vida, ou seja, não tinha vida em si mesmo.

Jesus era
um pão diferente, pois tinha vida em si mesmo.

O maná
fornecia sustento para o corpo do humano, pois se tratava de um alimento
físico.

Será que
Jesus também era um alimento físico??

Óbvio, que
não.

O que significava
comer do pão, já que aqueles humanos não deviam se tornar canibais e além do
mais, não haveria carne suficiente para todos os humanos??

Jesus
forneceu a resposta:

(João 6:56) 56 Quem
se alimenta de minha carne e bebe meu sangue
permanece em união comigo e eu
em união com ele
.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 6:56) 56 Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, permanece em mim
e eu nele.

Comer a
carne e beber o sangue de Jesus representa PERMANECER EM UNIÃO com Jesus.

Percebemos
a forma de união, não percebemos?? É como se tornassem uma só carne, como é no
caso de marido e mulher ao se casarem.

Para
permanecer em união estando em corpos separados é necessário haver uma união de
mente, de coração, de sentimentos, de atitudes. O que uniria duas pessoas que
estão em corpos separados?? Será que uma delas perderá o livre-arbítrio?? Não é
a mesma maneira de pensar?? Não é o terem as mesmas informações e concordarem
com as mesmas informações?? Não é terem as mesmas vontades?? Não é o reagirem
da mesmíssima forma ao enfrentarem os mesmos problemas??

(João 15:5-7) 5 Eu
sou a videira, vós sois os ramos.
Quem permanece em união comigo, e eu em
união com ele,
este dá muito fruto; porque separados de mim não
podeis fazer nada. 6 Se alguém não permanece em união comigo,
ele é lançado fora como ramo e seca-se; e homens ajuntam estes ramos e os jogam
no fogo, e eles se queimam. 7
Se permanecerdes em união comigo
e as minhas declarações permanecerem em vós
, pedi o que quiserdes e ocorrerá
para vós….

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 15:5-7) 5 Eu sou a videira; vós sois as varas. Aquele que
permanece em mim, e no qual eu permaneço,
dá muito fruto, pois sem mim nada podeis fazer. 6 Se alguém não
permanecer em mim, é lançado fora como a vara, e seca-se; semelhantes varas são
ajuntadas, lançadas no fogo, e elas ardem. 7
Se permanecerdes
em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós,
pedi o que quiserdes, e ser-vos-á feito.

Para que
esta união fora do corpo físico pudesse se tornar uma realidade, havia
necessidade de que os envolvidos concordassem plenamente em todos os assuntos,
pois o livre-arbítrio não deve ser violado, tampouco a individualidade. Neste
caso, haveria unanimidade entre os envolvidos ao decidirem sobre como resolver
um problema, embora estivessem fisicamente longe um do outro.

Que mais afirmou Jesus para explicar o que ele
realmente queria dizer??

Jesus
passou a explicar, estabelecendo um paralelo.

(João 6:57-58) 57 Assim como o Pai vivente me enviou e eu vivo por causa do Pai, também aquele que se alimenta de mim, sim, esse viverá por causa de mim.
58 Este é o pão que desceu do céu. Não é como quando os vossos
antepassados comeram, e, não obstante, morreram. Quem se alimentar deste pão
viverá para sempre.”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 6:57-58) 57 Assim como o Pai que vive,
me enviou, e eu também vivo pelo Pai; assim quem de mim se alimenta,
também viverá por mim
. 58 Este é o
pão que desceu do céu. Não é como o pão de vossos pais que comeram e morreram:
quem come este pão, viverá eternamente.

Eu me
alimento do meu Pai.

Meu Pai
é um pão para mim.

Meu Pai é
alimento para mim.

Eu me alimento do meu Pai,
por isso eu vivo.

Jesus e o
Pai Celestial estavam em dimensões diferentes. Enquanto o Pai permanecia no
estado espiritual, invisível, Jesus estava no estado carnal, visível. Jeová não
estava dentro de Jesus e assumindo a mente de Jesus. Jesus continuava com o seu
livre-arbítrio. O que unia Jesus e o Pai celestial?? Tinham a mesma forma de
pensar sobre todas as coisas, não tinham??

Como o Pai
é a Fonte das informações, isto significava que Jesus CONCORDAVA com as
“informações” provenientes do Pai Celestial, não é verdade?? Isto significava
que tinham a mesma forma de como resolver os problemas. Tinham a mesma linha de
raciocínios para tomarem decisões. Tinham as mesmas bases de raciocínio. Tinham
as mesmas informações; tinham o mesmo entendimento sobre as informações.

Assim
como o Pai é alimento para mim, da mesma forma eu sou alimento para vós.

Assim como
eu vivo por causa do alimento do Pai, da mesma forma você viverá por
causa do alimento que te dou.

Que
alimento concedia Jeová para Jesus??

(João 12:48-50) 48 Quem
me desconsiderar e não receber as minhas declarações, tem quem o julgue. A
palavra que eu tenho falado é que o julgará no último dia; 49 porque
não falei de meu próprio impulso, mas o próprio Pai que me enviou tem-me dado
um mandamento quanto a que dizer e que falar. 50
Sei também que
o seu mandamento
significa vida
eterna.
Portanto, as coisas que eu falo, assim como o Pai
mas disse, assim [as] falo.”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 12:48-50) 48 Quem me despreza e não recebe as minhas palavras, tem quem o
julgue; a palavra que falei, essa o julgará no último dia. 49 Pois eu
por mim mesmo não falei, mas o Pai que me enviou, esse mesmo me tem prescrito o
que devo dizer e o que devo falar. 50
Eu sei que o seu mandamento é vida eterna. Aquilo, pois, que eu
falo, falo-o como o Pai mo tem dito.

O mandamento
de Deus significa vida eterna
para aquele que o tem e o trata como algo inviolável.

O
mandamento significa vida eterna.

É o
“mandamento” que significa vida eterna. Mandamento é uma norma de
comportamento, logo, é a regra de comportamento que significa vida eterna.

A
informação saída da boca do Pai é sinônimo de vida, sinônimo de continuidade de
vida. Sendo o projetista do homem, isto passa a ser muito lógico, não é mesmo??

Jesus
afirmou:
“O Pai que me enviou tem-me dado um mandamento quanto a que dizer e que falar”.

Jesus
afirmou ainda mais:

(João 17:3) 3 Isto
significa vida eterna, que absorvam
conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.. . .

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 17:3) 3 A vida eterna, porém, é esta, que conheçam a ti, único verdadeiro Deus, e a Jesus Cristo, aquele que tu
enviaste.

A vida
eterna estava diretamente relacionada com o conhecer a Deus e conhecer
a Jesus.

A vida eterna
está relacionada com informações. A vida eterna estava relacionada com o
conhecimento da verdade e o correto entendimento da verdade.

A vida
eterna está relacionada com alimentação espiritual, isto é, alimentação
invisível, ou seja, a “informação”.

A vida
eterna está relacionada com a obediência a dois
mandamentos dados por Jeová para
Moisés, ou seja, os mandamentos do amor.

O amor é
para ser dado
ou
para ser trocado???

A fonte
sente alegria em dar e a esponja
sente alegria em trocar.

 

Qual
é a coisa mais importante que Jeová dá para cada humano?? Jeová pratica o verbo
“dar” ou o verbo “trocar”??

PARA UM PECADOR CONTINUAR A VIVER, ELE DEPENDE DE UM RESGATE??

É UM CASO DE PERDÃO OU É UM CASO DE RESGATE MEDIANTE PAGAMENTO??

RESGATE OU PERDÃO??

Existe
algum preço a ser pago pelo perdão?? O que o perdoador precisa receber ANTES de
dar o perdão??

Como
Jeová agiu no Seu dia a dia com a nação de Israel?? Ele usou o resgate ou Ele
usou o perdão?? Ele pedia resgate (troca) ou Ele dava perdão??

Que
reparação o Pai exigia pelo erro??

Pedia
alguma reparação??

Reparação
– Esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
ação de restaurar ou concertar algo; reparo; satisfação dada a
alguém por uma falta, uma ofensa; retratação; ação de indenizar; ressarcimento.

reparação

s.f.
(sXV) ato
ou efeito de reparar 1
ação de restaurar ou consertar algo; reparo 2
satisfação dada a
alguém por uma falta, uma ofensa; retratação 3
ação de indenizar;
ressarcimento 4
jur indenização exigível a que alguém é obrigado,
por violação do direito de outrem
² r. civil jur pagamento de
determinada quantia em razão de dano resultante de ato ilícito • r. de
guerra
jur ressarcimento exigido pelo país vencedor do Estado vencido
em uma guerra, para cobrir os danos causados pelo conflito • r. do dano

jur
pagamento de
indenização por dano causado
¤ etim lat. reparatìo,ónis ‘renovação,
restabelecimento’, de
reparátum, supino de reparáre ¤ sin/var ver sinonímia de reparo
e antonímia de afronta
¤ ant
ver sinonímia de afronta

 

Se o humano
desse um tapa no rosto de outro humano, a reparação seria o outro humano dar um
tapa no rosto dele??

O que fará
o Pai se o filho der um tapa diretamente no Seu rosto?? Haverá retribuição por
parte do Pai??

Que
espécie de “reparação” esperava Jeová que o humano fizesse??

Fechava o
Pai a porta para tal humano que praticou a iniquidade, ou seja, para o iníquo??

Lembra do
que lemos acima??

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Oséias 14:1-8) 1 Volta, ó Israel, para Jeová teu Deus; pois caíste pela tua iniqüidade. 2 Tomai convosco palavras e voltai para
Jeová; dizei-lhe: Tira toda a iniqüidade, e aceita o
que é bom; assim ofereceremos como novilhos as ofertas dos nossos lábios. 3
não nos
salvará; não montaremos em cavalos, nem diremos mais à obra das nossas mãos:
Vós sois nossos deuses, porque em ti o órfão acha a misericórdia.
4 Curarei a sua
apostasia, amá-los-ei voluntariamente; porque a minha ira está apartada deles. 5
Serei para Israel como o orvalho; ele brotará como o lírio, e lançará as suas
raízes como o Líbano. 6 Estender-se-ão os seus ramos, e a sua formosura
será como a oliveira, e o seu cheiro como o Líbano. 7 Os que habitam
debaixo da sua sombra voltarão; reverdecerão como trigo e brotarão como a vide;
e o seu cheiro será como o vinho do Líbano. 8
Efraim dirá:
Que tenho eu mais com os ídolos? eu tenho respondido, e atentarei para ele;
eu sou como cipreste
verde; de mim acha-se o teu fruto.

O que foi
mesmo que o Pai disse??

Tomai convosco “palavras” e voltai para Jeová; dizei-lhe:

1 – Foi,
tomai um novilho e o matai para me oferecer o sangue derramado e a carne
queimada do inocente animal e vinde até Mim??

2 – Foi,
tomai o sangue do inocente Jesus e vinde até Mim??

Foi tomai
palavras, não foi??

☻☻☻☻☻☻☻

Será que o
Pai esperava receber uma indenização por causa da ofensa praticada pelo
humano??

(Ezequiel 18:27-28) 27 “‘E quando o iníquo RECUAR de sua iniqüidade
que praticou e passar a praticar o juízo e a justiça, É ELE QUEM
preservará viva a sua própria alma.
28 Quando vir todas as suas transgressões que praticou e recuar delas,
positivamente continuará a viver. Não morrerá.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel18:27-28) 27 Outrossim, quando o ímpio SE DESVIAR da sua impiedade que cometeu, e fizer o que é de eqüidade
e justiça, CONSERVARÁ ESTE
a sua alma em vida. 28
Porquanto considera e se desvia de todas as suas transgressões que cometeu,
certamente viverá, não morrerá.

Deixar de praticar o que é mal e começar a praticar o que
é bom.

É o iníquo quem muda de caminho. É o iníquo
quem decide mudar de caminho. É o iníquo quem decide permanecer no caminho.

E a ofensa, onde fica???

O Pai não leva em conta a ofensa feita
a Ele, ou será que leva??

O que o Pai deseja??

Ele diz: Que o iníquo recue do seu
caminho mal e comece a praticar a bondade…

O que
Jesus disse para o agressor??

(Mateus 5:23-24) 23 “Se tu, pois, trouxeres a tua dádiva ao altar e ali te lembrares de
que o teu irmão tem algo contra ti, 24 deixa a tua dádiva ali
na frente do altar e
vai; faze primeiro as pazes com o teu irmão, e então, tendo
voltado, oferece a tua dádiva.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 5:23-24) 23 Se estiveres, pois, apresentando a tua oferta no altar, e aí
te lembrares que teu irmão tem contra ti alguma coisa, 24 deixa ali a
tua oferta diante do altar,
vai primeiro reconciliar-te com
teu irmão, e depois vem apresentar a tua oferta.

Reconhecer
que está errado é o primeiro passo.
O segundo passo é pedir perdão a vítima.

O perdão
dado por Deus ao humano pecador está condicionado a que?? O que o
histórico de Jeová revelou??

Um humano
qualquer peca contra Deus. E agora, o que acontece??
Será que o Pai Jeová exige uma compensação, ou uma reparação em face da ofensa
feita a Ele??

O Pai é a
fonte da vida. Este humano passa a ser um devedor de Deus. Trata-se de uma
relação entre Deus e o pecador. Neste caso, Deus passou a ser a vítima.

Mas, este
homem já devia sua vida a Deus, não devia?? Sim, devia. O que este humano havia
feito para merecer receber a vida?? Nada, ele ainda não estava vivo. Neste
caso, ele já deve a vida. Teria ele como pagar esta vida?? Não, não teria.

Bem, foi o
próprio Jeová quem apresentou o perdão ao humano, não foi??

Meus
filhos, isto aqui é o perdão.

A maneira correta de como usar o perdão também é
ensinada pelo próprio Jeová.

O perdão é algo extremamente valioso, não é?? Sendo algo
tão valioso, será que deve ser dado ou será que deve ser trocado??


Será que o perdão deve ser dado de forma liberal??

Liberal
– Esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
que gosta de dar, generoso, pródigo;

liberal

adj.2g. (sXIV) 1 que gosta de dar, que
não se importa de gastar; generoso, pródigo 2
relativo à doutrina do
liberalismo; que se baseia nessa doutrina
<pensamento
l.
> n adj.2g.s.2g. 3 que ou o que preza a
liberdade de opinião e de ação; que ou quem mantém o espírito aberto, tolerante
4
entusiasta
ou seguidor da doutrina do liberalismo; liberalista
¤ etim
lat. liberális,e
‘relativo à
liberdade; generoso’
¤ sin/var ver antonímia de retrógrado ¤ ant
acanhado,
avarento, escasso, iliberal, somítico, sovina; ver tb. sinonímia de retrógrado

 

Percebemos
a ligação direta com generosidade.

Generosidade
– Esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
virtude daquele que se dispõe a sacrificar os seus próprios
interesses em benefício de outrem; ato generoso; bondade.

generosidade

s.f.
(1660) 1 qualidade de 1generoso
2
virtude
daquele que se dispõe a sacrificar os próprios interesses em benefício de
outrem; magnanimidade 3
ato generoso; bondade <teve a g.
de socorrer o acidentado
> 4 liberalidade, largueza,
prodigalidade
<dar com g.> <vive das g.
do irmão
> ¤ etim
lat. generosìtas,átis ‘nobreza, boa
qualidade, boa raça (de animais)’
¤ sin/var ver sinonímia de condescendência,
desprendimento
e
prodigalidade
¤ ant acanhamento, mesquinhez; ver tb. antonímia de condescendência
e desprendimento

 

Está
ligado a bondade.

Durante os
séculos de relacionamento com os humanos, Jeová vem demonstrando de forma
prática como usar o perdão.

Quando Jesus
esteve na terra, ele também revelou para a humanidade como o Pai usava o perdão
no dia a dia com os pecadores.

Vejamos a
descrição teórica dada por Jesus para o verbo perdoar:

(Mateus 5:38-39) 38 “Ouvistes que se disse: ‘Olho por olho e dente por dente.’ 39No entanto, eu vos
digo: Não resistais àquele que é iníquo; mas,
a quem te esbofetear a face
direita, oferece-lhe também a outra.

Assim
verte a Tradução Almeida

(Mateus 5:38-39) 38 Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente. 39
Eu, porém, vos digo que não resistais ao homem mau; mas
a qualquer que
te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;

Esta
descrição teórica de Jesus é bem clara em relação ao que é o verdadeiro perdão.

O que a
vítima devia fazer??

Trata-se
de algo condicional ou algo incondicional?? Apresentou Jesus alguma “condição”
para oferecer a outra face??

A pessoa
ofendida (a vítima) abre mão da retribuição, oferecendo a outra face como
prova
de não haver ressentimento.

O que está
envolvido?? Está envolvido o não guardar ressentimento. Depois de uma ofensa, o
ofendido oferece
a outra face para aquele que o ofendeu. A iniciativa é da
vítima. Está envolvido o não estipular qualquer tipo de reserva em relação
àquela pessoa.

Ressentimento – Esta é a definição dada por certo
dicionário (Houaiss):
mágoa que se guarda de uma ofensa ou mal que se recebeu.

ressentimento

s.m. (a1720)
1 ato ou efeito de
ressentir(-se) 2 mágoa que se guarda de uma
ofensa ou de um mal que se recebeu; rancor
¤ etim ressentir + -mento ¤ sin/var ver sinonímia de amofinação
¤ ant
ver antonímia de desgosto

 

Perdoar é “não guardar mágoa” por uma ofensa
verbal ou mal físico recebido.

Magoado
– O que é uma pessoa magoada?? Não é aquela contra quem se praticou uma
agressão física. Depois da agressão física, o local fica magoado, dolorido….

Esta
é a definição dada pelo dicionário Houaiss:
que se magoou; que tem nódoa, pisadura ou
contusão (machucado), pisado, contundido; que sentiu ou sente dor física…

magoado

adj. (sXIV) que se magoou 1 que tem nódoa, pisadura ou contusão; pisado,
contundido
<dedo m.> 2 que sentiu ou sente dor
física 3
fig.
que sentiu ou
sente mágoa, ressentimento; desgostoso, melindrado 4
fig. tomado de tristeza;
entristecido, melancólico 5
fig. que denota mágoa, pesar; cheio de mágoa;
dolorido, pesaroso, ressentido
<voz m.>
<olhar m.> ¤ etim
lat. maculátus, a,um
‘manchado,
malhado’, part.pas. de maculáre

‘marcar, malhar,
manchar, fig.
denegrir,
desonrar, corromper’

 

A
dor é real. Foi praticada a agressão e causou dor, aliás, a dor ainda não
passou, pois o local ainda está dolorido, magoado, no entanto, isto não é
levado em conta….. A pessoa não leva em conta esta dor (que incomoda) que lhe foi imposta por uma segunda
pessoa….

Como perdoar??

Jesus
contou uma ilustração para um homem que tinha dificuldades em perdoar.

Assim nos relata uma testemunha deste diálogo: (Mateus 18:21-35) 21 Pedro aproximou-se então e disse-lhe: “Senhor, quantas vezes há de
pecar contra mim o meu irmão e eu lhe hei de perdoar? Até sete vezes?”
22 Jesus
disse-lhe: “Eu não te digo: Até sete vezes, mas: Até setenta e sete vezes.
23 “É por isso
que o reino dos céus se tem tornado semelhante a um homem, um rei, que queria
ajustar contas com os seus escravos.
24 Quando começou a ajustá-las, trouxeram-lhe um homem que lhe devia
dez mil talentos [= 60.000.000 de denários].
25 Mas,
porque não tinha os meios de pagar [isso] de volta, seu amo mandou que ele, e a
esposa dele, e os filhos dele, e todas as coisas que tivesse, fossem vendidos e
fosse feito o pagamento.
26 Por isso, o escravo prostrou-se e começou a prestar-lhe homenagem,
dizendo: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo de volta.’
27 PENALIZADO, por causa
disso,
O AMO DAQUELE ESCRAVO DEIXOU-O
IR E
CANCELOU A SUA
DÍVIDA.
28 Mas aquele
escravo saiu e achou um dos seus co-escravos, que lhe
devia cem denários; e, agarrando-o, começou a estrangulá-lo, dizendo: ‘Paga de
volta o que deves.’
29 Por isso, seu co-escravo prostrou-se e
começou a suplicar-lhe, dizendo: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei de
volta.’
30 No entanto, ele não estava disposto, mas foi e mandou lançá-lo na
prisão, até que pagasse de volta o que devia.
31 Portanto,
quando seus co-escravos viram o que tinha acontecido,
ficaram muito contristados, e foram e esclareceram ao seu amo tudo o que tinha
acontecido.
32 O amo dele convocou-o então e disse-lhe: ‘ESCRAVO INÍQUO, EU TE
CANCELEI TODA AQUELA DÍVIDA, quando me suplicaste.
33 NÃO
DEVIAS TU, POR TUA VEZ, TER TIDO
MISERICÓRDIA DO TEU CO-ESCRAVO, ASSIM COMO EU TAMBÉM TIVE MISERICÓRDIA DE TI?’ 34 Com isso, seu amo, furioso,
entregou-o aos carcereiros, até que pagasse de volta tudo o que devia.
35 DO
MESMO MODO LIDARÁ TAMBÉM CONVOSCO O MEU PAI CELESTIAL,
SE NÃO PERDOARDES DE CORAÇÃO CADA
UM AO SEU IRMÃO.”

 

Penalizado??

Sim, penalizado.


Pena
– Esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
compaixão, piedade, comiseração

 

1pena

s.f.
(935) 1 sanção aplicada como
punição ou como reparação por uma ação julgada repreensível; castigo,
condenação, penitência 2
sofrimento; aflição 3 compaixão, piedade,
comiseração 4
tristeza,
amargura, pesar
² p.
de talião
jur
ver talião
• a duras p.
com muita
dificuldade; com muito esforço • valer a p.
merecer o esforço, a
preocupação; ser vantajoso, útil; compensar
¤ etim gr. poinê,ês ‘id.’ ¤ sin/var ver sinonímia de comiseração,
desgosto
e
martírio
¤ ant ver antonímia de desgosto ¤ hom
pena(fl.penar)

 

Percebemos que o perdão está diretamente relacionado com
o sentimento de compaixão, de piedade.

 

Compaixão – esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
participação espiritual da infelicidade alheia que suscita um
impulso altruísta de ternura para com o sofredor.

 

compaixão

s.f.
(sXIV) sentimento piedoso de simpatia para com a tragédia pessoal
de outrem, acompanhado do desejo de minorá-la; participação espiritual na
infelicidade alheia que suscita um impulso altruísta de ternura para com o
sofredor
¤
etim
lat. compassìo,ónis ‘sofrimento comum,
comunidade de sentimentos’
¤ sin/var ver sinonímia de beneficência e comiseração
¤ ant
ver sinonímia de malevolência

 

Piedade – esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
compaixão pelo sofrimento alheio; comiseração, dó, misericórdia.

 

piedade

s.f.
(sXIII) 1 devoção, amor pelas coisas religiosas; religiosidade 1.1
rel
virtude que
permite render a Deus o culto que lhe é devido 2
compaixão pelo
sofrimento alheio; comiseração, dó, misericórdia
² p. filial amor aos pais ¤ etim
lat. piètas,átis ‘cumprimento do dever,
virtude, justiça, fidelidade’
¤ sin/var ver sinonímia de beneficência e comiseração ¤ ant
impiedade; ver
tb. sinonímia de malevolência

 

O que percebemos??


Percebemos que no lugar da vítima estar pensando no prejuízo que foi causado
pelo devedor, a pessoa deve ter compaixão do devedor, isto é, aquele que lhe
causa um prejuízo.

No lugar de pensar em si mesmo, ou seja, no seu real
prejuízo, a vítima está pensando no bem-estar espiritual do ofensor.

 

O pensamento humano no qual o credor é a vítima, de quem
as pessoas devem ter pena por causa de sua real perda financeira, mostra estar
em plena oposição ao pensamento de Deus, que nos informa que o credor deve ver
o devedor como uma vítima de certo infortúnio espiritual, passando a sentir por
esta pessoa o sentimento de compaixão.


O que mais percebemos??

Percebemos tratar-se de se ter um coração cheio de
misericórdia, pois só podemos dar daquilo que enche o nosso coração.

 

Quantas vezes devo sentir misericórdia por um
devedor, ou seja, aquele que de uma forma ou de outra me ofende??

 

Assim verte a Tradução Brasileira: (Mateus 18:21-22) 21
Então Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, quantas vezes pecará meu
irmão contra mim, que lhe hei de perdoar? será até sete vezes? 22
Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes,
mas até setenta
vezes sete.

 

 

Assim verte a Tradução Almeida: (Mateus 18:21-22) 21 Então
Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu
irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? 22 Respondeu-lhe Jesus:
Não te digo que até sete;
mas até setenta vezes sete.

 

Percebo que dependerá da quantidade de misericórdia que
existir no meu coração.

Percebo que eu preciso ser uma fonte de misericórdia.

 

CANCELAR a dívida é um ato de misericórdia, isto ficou
bem claro.

 

Perdoar é não
se sentir ofendido com a má palavra ou com a má ação praticada contra si. Independente de quem seja a pessoa, e independente de qual
seja a ofensa, independente do tamanho do prejuízo,
eu não devo me sentir ofendido com esta pessoa.

Como vou
provar que não me sinto ofendido com esta pessoa??

Por oferecer-lhe a minha outra face.

Só posso
lhe oferecer a outra face se eu não sentir inimizade por ela….

Por não
mudar em nada o meu modo de tratar aquela pessoa no meu dia a dia, eu comprovo
que não me sinto ofendido. O meu comportamento irá revelar se há ou não alguma reserva
minha em relação a ela.

Até onde
vai este oferecer a outra face?? Jesus mostrou de forma prática até onde iria o oferecer a outra face.

(Lucas 23:34) 34 [[Mas Jesus
estava dizendo: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo.
”]] Outrossim, para distribuírem as roupas dele, lançaram sortes.

Assim
verte a Tradução Almeida:

Lucas 23:34) 34 Jesus, porém, dizia: Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem. Então repartiram as vestes dele, deitando sortes sobre elas.

Jesus
mostrou que “oferecer a outra face” vai até mesmo em relação àquele que está
tirando a minha vida. Isto foi o que ele fez.

Jesus
também conjugou o verbo perdoar para nós humanos. Ele mostrou na prática o como
se faz. Percebemos tratar-se de um perdão incondicional.

Somente a
afirmação de Jesus “Eu e o Pai somos um”, já nos forneceria uma sólida base
para sabermos a forma prática de como Jeová usa o perdão no Seu dia a dia com
os humanos. Se Jesus agiu assim, ele estava copiando o Pai Celestial.

No
entanto, vamos recorrer a mais uma afirmação de Jesus para ampliar a nossa
certeza da forma prática de como Jeová usa o perdão no relacionamento com os
humanos pecadores.

Vejamos as
duas afirmações de Jesus que usaremos como base de que, a forma como Jesus usou
o perdão no seu dia a dia com os humanos até o dia de sua morte, revela a forma
como o Pai usa o perdão no Seu dia a dia com os humanos.

Esta é a primeira
afirmação de Jesus que usaremos como base:

(João 10:30) 30 Eu e o Pai somos um.”

Assim
verte a Tradução Almeida

(João 10:30) 30 Eu e o Pai somos um.

Esta é a segunda
afirmação de Jesus que usaremos como base:

(João 5:19) 19 Portanto, em resposta, Jesus
prosseguiu a dizer-lhes: “Digo-vos em toda a verdade:
O Filho não
pode fazer nem uma única coisa de sua própria iniciativa, mas somente o que ele
observa o Pai fazer. Porque as coisas que Este faz, estas o Filho faz também
da mesma maneira.

Assim
verte a Tradução Almeida:

(João 5:19) 19 Disse-lhes, pois, Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que
o
Filho de si mesmo nada pode fazer, senão o que vir o Pai fazer; porque tudo
quanto ele faz, o Filho o faz igualmente.

O “Filho” (Jesus) só faz aquilo que ele observa
o Pai fazer.

Conclusão:

1.     
A forma como Jesus usou o perdão
é a mesma forma como Jeová usa o perdão.

2.     
Jeová ensina a todos a conjugar
o verbo perdoar.

3.     
Jesus nos revela de forma
prática como conjugar o verbo perdoar.

4.     
Jeová não guarda nenhum
ressentimento de nenhuma criatura.

5.     
Jeová sente piedade do iníquo e
cancela a dívida do iníquo ofensor.

6.     
No coração de Jeová existe uma
fonte de misericórdia, compaixão e piedade.

Conclusão
lógica em relação ao perdão.

1.     
Para haver perdão tem de haver
um pecado.

2.     
Para haver o perdoador tem de
haver o ofensor (pecador).

Jesus
afirmou que ele e o Pai eram um. Até onde eles seriam um??

Ao ouvir
Jesus falando eu estaria ouvindo Jeová falando.

Ao ver
Jesus fazendo coisas eu estaria vendo Jeová fazer coisas.

Será que
isto é uma verdade??

O que
disse Jesus para Felipe??

(João 14:8-11) 8 Filipe disse-lhe: “Senhor,
mostra-nos o Pai, e isso chega para nós.” 9 Jesus disse-lhe:
“
Tenho
estado tanto tempo convosco e ainda não vieste a conhecer-me, Filipe? Quem
me tem visto, tem visto [também] o Pai.
Como é que
dizes: ‘Mostra-nos o Pai’? 10 Não acreditas que eu esteja em
união com o Pai e que o Pai esteja em união comigo? As coisas que vos digo não
falo da minha própria iniciativa; mas o Pai, que permanece em união comigo,
está fazendo as suas obras. 11
Acreditai-me que estou em união com o Pai e que o
Pai está em união comigo; senão, acreditai por causa das próprias obras.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 14:8-11) 8 Replicou-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos
basta. 9 Disse-lhe Jesus:
Há tanto tempo que estou convosco, e não
me tens conhecido, Filipe? quem me vê a mim, vê o Pai;
como dizes tu: Mostra-nos o Pai? 10 Não crês que eu
estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo
por mim mesmo; mas o Pai que permanece em mim, faz as suas obras. 11
Crede-me que eu
estou no Pai, e o Pai em mim; ou senão, crede ao menos por causa das mesmas
obras.

As
palavras de Jesus são claras:

·         Quem me tem
visto, tem visto [também] o Pai.

·        
quem me vê a mim, vê o Pai;

As palavras
de Jesus eram as palavras de Jeová e as obras de Jesus eram as obras de Jeová.
As palavras e as ações de um são idênticas às palavras e as ações do outro.

Se não
acreditas por causa das palavras, então acredite por causa das obras, pois eu
tenho praticado as obras do Pai.

Desta
forma, configurava-se a união, isto é, uma plena união, pois as palavras e as
ações de um eram idênticas as palavras e as ações do outro.

Como as palavras e as ações saem do coração, isto significa que
os sentimentos de Jesus eram idênticos aos sentimentos de Jeová.

Desta
forma, fica bem claro que ao ver Jesus praticando ações seria a mesma coisa do
que ver Jeová praticando ações.

Confirma-se
mais uma vez que a forma como Jesus usou o perdão no seu dia a dia, é a mesma
forma como Jeová usa o perdão no Seu dia a dia.

O que é
necessário haver por parte do humano pecador (ofensor) para que este possa
receber um perdão da parte de Jeová??

Só veremos
as ações de Jesus em usar o perdão??

Claro que
não, afinal de contas, não é Jeová o Professor de Jesus?? Logo, veremos as
ações de Jeová e as ações de Jesus.

O que
podemos afirmar em relação a resgate?? O que caracteriza o resgate??

Resgate – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss):
..
.resgatar
mediante pagamento…; ato de libertar, de livrar…..,
salvamento; extinção de um débito em consequência
de um pagamento,

resgate

s.m. (sXV) 1 ato ou efeito de resgatar(-se), mediante o pagamento de
quantia determinada 2
a quantia paga por essa libertação 3 ato de libertar, de
livrar; livramento, libertação 4
extinção de um débito em consequência de
pagamento 5
recolhimento
de náufragos, passageiros de veículos sinistrados, cadáveres etc.; salvamento
² r. convencional
jur
m.q. retrovenda
¤ etim
orig.contrv. ¤ hom
resgate(fl.resgatar)

Percebemos
que resgate nos traz a ideia de pagamento em relação a algo. Nos traz a
ideia de uma troca. Alguém pagará ao ofendido o valor da ofensa feita
contra ele. Obviamente que algo valioso é trocado por outro algo valioso.
Extinção de um débito mediante (em consequência de) um pagamento. Uma reparação
mediante um pagamento. Neste caso, um tapa no rosto seria pago mediante outro
tapa no rosto ou um valor qualquer estipulado pelo agredido, valor este que
pode ser chamado de compensação. Uma morte seria paga através de outra morte ou
por uma compensação.

As
palavras de nosso amado irmão Paulo foram:

·         temos o livramento por meio de resgate, por intermédio do sangue desse

·        
em quem temos a redenção pelo seu sangue

·        
no qual temos a nossa redenção pelo seu sangue

Neste caso, percebemos que no resgate existe um relacionamento à
base de troca. Na verdade trata-se de uma justa troca.

As
palavras de nosso amado irmão Paulo estabelecem que o sangue de Jesus é a moeda
de troca pelo perdão dos nossos pecados.

Paulo
nos informa que a existência do perdão estava condicionada a existência de um
pagamento.

Esta outra
afirmação de nosso irmão Paulo deixa bem clara a exigência do pagamento para
que haja perdão do pecado:

(Hebreus 9:22) 22 Sim, quase todas as coisas são
purificadas com sangue, segundo a Lei,
e a menos que se derrame sangue, não há perdão.

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Hebreus 9:22) 22 E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com
sangue;
e sem derramamento de
sangue
não há remissão.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Hebreus 9:22) 22 Segundo a Lei quase todas as coisas são purificadas com
sangue,
e sem derramamento de
sangue
não há remissão.

O que
Paulo deixa bem claro???

Segundo
Paulo, o que existia?? Existia o perdão ou existia a reparação??? Existia uma
compensação, não é verdade??

Segundo
Paulo, o que era necessário para a existência da reparação do dano???

Quando
associadas, estas duas declarações deixam bem claro que o resgate acontece
mediante um pagamento. Segundo Paulo, é imprescindível a existência da
reparação. O que seria usado para o pagamento?? O que seria dado como
reparação?? O sangue de Jesus??

Foi
exatamente isto o que afirmou o nosso irmão Paulo de Tarso.

Será que o
perdão só era dado por Jeová através do derramamento de sangue, ou seja, uma
compensação?? Será que Jeová exigia uma vida animal para que Ele pudesse
trocar pelo Seu perdão?? Será que o Pai Jeová/Javé exigia a reparação para a
existência do Seu perdão?? O ofensor comprava o seu perdão?? O ofensor dada uma
devida compensação por sua ofensa??

Será que
isto foi um pedido do Pai para o humano??

Ou será
que foi uma oferta do humano a Deus visando agradá-lo, visando
receber um favor qualquer, o que incluía o perdão??

Para haver
perdão tem de haver uma “reparação” e/ou uma compensação??

Será que
isto era uma verdade no relacionamento de Jeová com a iníqua nação de Israel??
Foi esta a verdade produzida pelo relacionamento de Jeová com a nação de
Israel??

Como
ofendido, Jeová exigia que as coisas fossem feitas desta forma?? Não foi esta a
informação dada por Paulo para aquelas pessoas que não conheciam o Deus que ele
afirmava venerar???

Se fosse
uma exigência de Jeová/Javé, ou seja, se fosse um mandamento tal qual
não matarás ou não cobiçarás, Ele exigiria esta reparação em todos os casos de
erros cometidos pela nação de Israel, nação que Ele mantinha um relacionamento
direto, não é verdade??

Desde o
início do relacionamento entre Jeová, o Perdoador, e os humanos perdoados, qual
tem sido a base deste relacionamento?? Sempre foi desenvolvido na base do
resgate (base de troca; justa troca; reparação; compensação) ou na base do
perdão dado de forma altruísta, generosa, bondosa??

Para haver
“libertação” tem de ser pago um resgate?? Tem de haver uma reparação?? Quem é
que exige isto?? Para haver libertação, a pessoa a ser libertada deve ser
merecedora de que se faça por ela tal libertação?? Quem é que exige isso?? Foi
esta a forma de Jeová agir no Seu dia a dia com a nação de Israel??

Estando o
humano como um prisioneiro do pecado, é necessário que seja pago um resgate
para que ele consiga a liberdade?? É necessário haver uma negociação?? É
necessário que ele mereça tal libertação??

No caso de
um escravo, não está nas mãos do seu amo a decisão de torná-lo um homem livre??

No caso
daquele devedor que se oferece como escravo para a reparação da dívida com um
credor, não está nas mãos deste credor a decisão de liberar tal pessoa
desta dívida, independente dela ter ou não condição de reparar a sua dívida???

No caso do
pecado, no caso da ofensa, esta decisão não fica nas mãos daquele que
foi ofendido??

Será que
Jeová praticou o verbo perdoar usando para isto uma base de troca?? A “base de
troca” envolve uma negociação entre as partes quanto aos valores das
coisas a serem trocadas.

Eu te perdoo, “desde que” você…. – Será que
Jeová usaria tal frase??

Vamos ver
uma ocasião na qual Jeová precisou ser o resgatador da iníqua nação de Israel.

O que será
que eles tiveram de pagar para serem resgatados por Jeová??

O que
disse Jeová??

(Ezequiel 36:31-32) 31 E
forçosamente haveis de lembrar-vos dos vossos maus caminhos e das vossas ações
que não eram boas, e forçosamente tereis aversão à vossa própria pessoa por
causa dos vossos erros e por causa das vossas coisas detestáveis. 32
Não é por vós que faço
[isso]’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘seja isso sabido por vós.
Envergonhai-vos
e senti-vos humilhados por causa dos vossos caminhos, ó casa de Israel.’

 

(Ezequiel 36:35-36) 36 E as nações que se deixarão
restar em volta de vós terão de saber que eu, Jeová, é que construí as coisas
derrubadas,
plantei o que estava desolado. Eu,
Jeová, é que falei e fiz [isso].’

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 36:31-32) 31 Então vos lembrareis dos vossos maus caminhos, e dos vossos
feitos que não eram bons; tereis nojo em vós mesmos das vossas iniqüidades e das vossas abominações. 32
Não é por amor de vós que eu faço isto, diz o Senhor Jeová, seja-vos
isto bem entendido.
Envergonhai-vos e
confundi-vos sobre os vossos caminhos, ó casa de Israel.

(Ezequiel 36:36) 36 Então as nações que tiverem ficado ao redor de vós, saberão que eu
Jeová reedifiquei os lugares arruinados,
e plantei
o que estava desolado. Eu Jeová o disse, e o farei.

Será que a
nação de Israel estava pagando a Jeová/Javé aquela libertação da condição de
escravos de Babilônia???

Jeová
traria de volta os iníquos para a terra de Canaã, mas não seria através de qualquer
pagamento. Havia um compromisso com o Seu próprio nome.

Será que havia algo que a nação precisava fazer para
comprovar que merecia ser liberta da escravidão??

Será que o Pai Jeová estipulou um preço que a nação teria
de pagar a Ele, para Ele poder agir qual libertador do povo?? Exatamente com
o que
o povo pagaria esta libertação da escravidão???
O libertador é que deve estipular o preço, não é mesmo??

 

Embora o Pai os houvesse tirado do Egito e os tivesse
lavado até o deserto, o Pai afirmou que podia ter exterminado toda a nação
enquanto ainda estavam no território do Egito…

O que aquele povo havia feito para que o Pai não os
tivesse exterminado quando ainda estavam no território do Egito???

Será que a nação derramou muito sangue como compensação
por suas vidas??

O que o Pai informou centenas de anos depois de Moisés??

(Ezequiel 20:8-10) 8 “‘“E eles começaram a rebelar-se contra mim e não quiseram escutar-me.
As coisas repugnantes dos seus olhos eles não lançaram fora, individualmente, e
não abandonaram os ídolos sórdidos do Egito,
de modo que
prometi derramar sobre eles o meu furor, a fim de levar a cabo a minha ira
contra eles no meio da terra do Egito. 9 E eu prossegui,
agindo em prol do meu próprio nome, para que não fosse profanado perante os olhos
das nações entre as quais estavam,
porque eu
me dera a conhecer a eles perante os seus olhos, fazendo-os sair da terra do
Egito. 10 Por isso os fiz sair da terra do Egito e os levei
ao ermo.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel
20:8-10) 8
Mas rebelaram-se contra mim, e
não me quiseram ouvir; não lançaram de si cada um as abominações dos seus
olhos, nem abandonaram os ídolos do Egito:
então eu disse que
derramaria o meu furor contra eles, para cumprir contra eles a minha ira no
meio da terra do Egito. 9
Mas o fiz por amor do meu nome, para que ele não fosse profanado à
vista das nações,
no meio das quais estavam, a
cujos olhos eu me dei a conhecer a eles, tirando-os da terra do Egito. 10
Assim os fiz sair da terra do Egito, e os trouxe para o deserto.

 

Houve o perdão. Não houve o aniquilamento merecido. Não
houve nenhuma exigência de pagamento, ou será que houve?? Não houve nenhum
pagamento. Não houve nenhum sangue derramado. Não houve nenhuma compensação.

O Pai comprovou que a Sua forma de fazer as coisas era
bem diferente das afirmações do nosso irmão Paulo de Tarso, não comprovou???

Agora que já estavam no deserto, será que o Pai mudou??

A nação não mudou, pois continuou rebelde e fazendo coisas
que mereciam a morte, toda a nação, não apenas alguns rebeldes….

 

O que o Pai continuou informando a Ezequiel??

(Ezequiel 20:13-14) 13 “‘“Mas eles, [os] da casa de Israel, rebelaram-se contra mim no ermo.
Não andaram nos meus estatutos e rejeitaram as minhas decisões judiciais, por
meio das quais, continuando a cumpri-las o homem, também continuará a viver. E
profanaram muitíssimo os meus sábados,
de modo que
prometi derramar sobre eles meu furor no ermo, a fim de exterminá-los. 14
Mas agi em prol do meu próprio nome, para que não fosse profanado
perante os olhos das nações, diante de cujos olhos eu os fizera sair.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel
20:13-14) 13
Mas a
casa de Israel rebelou-se contra mim no deserto; não andaram nos meus estatutos,
e rejeitaram os meus juízos, os quais, se os observar o homem, viverá por eles;
e profanaram grandemente os meus sábados.
Então eu disse que
derramaria o meu furor sobre eles no deserto para os consumir. 14
Porém o fiz por amor do meu nome, para que ele não fosse profanado à
vista das nações, a cujos olhos os fiz sair.

 

De novo, eu pergunto: Quando foi que eles pagaram suas dívidas??
Quando fizeram uma reparação pelo erro?? Quando foi que derramaram sangue para
o perdão de seus pecados?? Será que o Pai exigiu alguma compensação pelo Seu
perdão dado??

Agora eu pergunto: O que mostraram ser as palavras do
nosso irmão Paulo de Tarso, verdade ou mentira a respeito do Pai??

 

 

Será que o Pai Jeová era um comerciante com Seus
próprios filhos?? Comerciante é aquele que pratica o comércio, não é
verdade??

O Pai está sendo acusado de ser um comerciante,
não está??

 

Comércio – esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
atividade que consiste em trocar, vender ou comprar produtos,
mercadorias, valores, etc., visando num sistema de mercados, ao lucro; negócio

 

comércio

s.m. (1510)
1 atividade que consiste em
trocar, vender ou comprar produtos, mercadorias, valores etc., visando, num
sistema de mercados, ao lucro; negócio 2
conjunto dos comerciantes 3
conjunto dos
estabelecimentos que comerciam num determinado lugar
<o c. local não abriu> 4 estabelecimento comercial; venda, loja 5
fig.
relação social ou
afetiva
<manter um
c. cordial com os amigos
> 6 fig. pej. contato corporal íntimo
<c. carnal> ² c. eletrônico intern tipo de comércio em que
as transações são feitas pela internet • c. exterior ou
externo o que é realizado por
meio de permuta de produtos entre países diferentes • c. interior

o que se efetua
dentro de um país • livre c.
econ sistema de comércio em que
os produtos importados são taxados de uma forma a permitir um preço igual ao
dos produtos internos do país
¤ etim lat. commercìum,ii ‘id.’ ¤ par comercio(fl.comerciar)

 

 

No resgate
existe uma negociação como base. Será que no perdão existe a mesma base de
negociação?? Será que no perdão existe qualquer espécie de negociação

entre perdoador e ofensor?? Será
que se trata de um comércio??

Como era o
dia a dia da nação dos filhos de Jacó (Israel)??

Tudo
envolvia negociação, não é verdade??

Ter
escravos e libertar escravos era uma questão de comércio, não era??

A nação constituída dos filhos de Jacó era constituída de
comerciantes, não é verdade??

Cada um
dos humanos ali era um comerciante, não é verdade??

O que
praticavam em relação a escravidão de humanos??

(Levítico 25:44-46) 44 Quanto
a teu escravo ou tua escrava que se tornam teus dentre as nações que há em
volta de vós,
delas podeis comprar um escravo ou uma escrava. 45 E também dos filhos dos colonos
que residem convosco como forasteiros podeis comprar deles e das suas famílias
que estão convosco, que lhes nasceram na vossa terra; e
eles têm de tornar-se vossa propriedade. 46 E tendes de transmiti-los
como herança aos vossos filhos depois de vós, para [os] herdarem
como propriedade por tempo
indefinido. Podeis usá-los como trabalhadores, mas vossos irmãos, os filhos de
Israel, não deves espezinhar, um ao outro, com tirania.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 25:44-46) 44 Quanto aos escravos, e às escravas que tiveres: das nações
que estão ao redor de vós,
delas comprareis escravos e
escravas.
45 Também dos filhos dos
estrangeiros que peregrinam entre vós, deles os comprareis, e bem assim das
suas famílias que estão convosco, as quais eles geraram na vossa terra;
e serão a vossa possessão. 46
Deixá-los-eis por herança a vossos filhos depois de vós, para terem
como possessão; desses tomareis os
vossos escravos para sempre, mas sobre vossos irmãos, os filhos de Israel, não
dominareis com rigor, uns sobre os outros.

E tens de
transmiti-los aos vossos filhos como uma herança………

Não estava
nas mãos daquele que transmitia como herança o poder de decidir libertar
tal pessoa???

A pessoa deixaria
de ser propriedade dele no exato momento em que ele decidisse que isto
seria assim, não é verdade??

Ele tinha
este poder, não tinha??

Ele
diria simplesmente:
A
partir de agora, você não é mais escravo. A partir de agora você é um homem
livre. Eu decido
que
você é um homem livre…

O escravo
pagou pela sua liberdade?? Não.

Houve uma
redução da dívida para que fosse dada liberdade?? Também não.

O que
houve??

Houve a
decisão de libertar.

Houve a
decisão de perdoar a dívida….

Houve a
decisão de cancelar a dívida…

O real
valor de um escravo praticado naquela nação:

(Êxodo 21:20-21) 20 “E caso um homem golpeie seu escravo ou sua escrava com um pau e o
tal realmente morra sob a sua mão, sem falta deve ser vingado. 21 No
entanto, se demorar um dia ou dois, não deve ser vingado,
porque ele é seu dinheiro.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo 21:20-21) 20 Se um homem ferir o seu escravo (ou a sua escrava)
com uma vara, e este morrer debaixo da sua mão, certamente será castigado. 21
Porém, se sobreviver um ou dois dias, não será castigado; porque é dinheiro
seu.

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Êxodo 21:20-21) 20 Se alguém ferir a seu servo ou a sua serva com pau, e
este morrer debaixo da sua mão, certamente será castigado; 21
mas se sobreviver um ou dois dias, não será castigado; porque é dinheiro seu.

COMPENSAÇÃO
♦♦ Era uma
sociedade que tinha a compensação como a base do seu relacionamento no dia a
dia.

Compensação
– esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:

compensação

s.f.
(sXVI) 1 ato ou efeito de compensar <sofreu muito tempo, mas depois veio a c.> 2 qualidade ou estado de igual; equilíbrio <haverá c. entre as dores e os
prazeres do mundo?
> 3 p.met. o que compensa
(vantagem, sorte etc.); benefício, recompensa, lucro
<c. moral> <aquele
comércio trazia ótimas c.
> 4 cont
processo de
liberação do valor de um cheque que, emitido por um banco, foi depositado em
outro 5
jur anulação recíproca de débitos, mediante
prestações mútuas de valores equivalentes 6
fís ato ou efeito de
compensar as variações de determinados aparelhos ou mecanismos, ou de melhorar
o seu desempenho regulando dispositivo suplementar
<c. de bússola magnética> <pêndulo de
c.
> 7 fisl
processo pelo
qual o organismo contrabalança, ou reage a um defeito ou problema estrutural ou
funcional 8
psicn reação inconsciente de contrabalançar
deficiência ou inferioridade real ou imaginária, ou de compensar alguma falta,
pela procura de satisfação através de um comportamento substitutivo 9

psicn
esforço para
anular a consciência dolorosa de determinada deficiência de comportamento ou de
personalidade
² c.
de dosagem
gen m.q. compensação
de dose
• c.
de dose
gen 1 inativação de um dos dois cromossomos X
presentes em células de animais do sexo feminino de algumas espécies, de modo
que apenas um daqueles cromossomos permanece funcional; compensação de dosagem 2

fenômeno de
regulação em que o alelo dominante, mesmo em homozigose, não se expressa com o
dobro do efeito do heterozigoto; compensação de dosagem • c. de frequência

eletrôn
modificação da
resposta em frequência da amplitude, a fim de aumentar a largura da banda ou
tornar a resposta mais claramente uniforme quanto à banda existente • em c.

em contrapartida,
em troca
¤
etim
lat. compensatìo,ónis ‘id.’ ¤ ant
incompensação

 

Vamos ver
como se comportava no dia a dia a nação de Israel em relação ao perdão.

Será que
praticavam o perdão ou a compensação??

(Êxodo 21:26-27) 26 “E caso um homem golpeie o olho de seu escravo ou o olho de sua
escrava e realmente o arruíne,
deve mandá-lo embora como
alguém liberto, em compensação
do seu
olho. 27 E se for o dente de seu escravo ou o dente de sua
escrava que arrancar a golpe, deve mandá-lo embora como alguém liberto, em
compensação do seu dente.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo 21:26-27) 26 Se alguém ferir o olho do seu escravo (ou o olho da sua
escrava) e o destruir;
deixá-lo-á ir forro por causa do olho.
27 E, se deitar fora o dente do seu escravo (ou da sua escrava),
deixá-lo-á ir forro por causa do dente.

Perdão ou
compensação??

Percebemos
que, embora o não escravo tivesse o direito a uma plena compensação, o escravo
não tinha direito à plena retaliação, mas, ganhava a sua liberdade, em troca
de. Embora a lei revelasse a sua parcialidade, o escravo, embora ficasse
no prejuízo físico, também recebia a sua compensação.

Onde
ficava o perdão no dia a dia desta nação??

Não
ficava.

Bem, vamos
ver nesta outra circunstância:

(Êxodo 22:2-4) 2 (“Se
um ladrão for encontrado no ato de arrombar e ele deveras for golpeado e
morrer, não há culpa de sangue por ele. 3 Se o sol tiver
raiado sobre ele, há culpa de sangue por ele.) “
Sem falta
deve dar uma compensação. Se não tiver nada, então terá de ser vendido pelas
coisas que furtou.
4 Se aquilo
que foi furtado for indubitavelmente achado vivo na sua mão, desde o touro até
o jumento e o ovídeo,
deve dar dupla compensação.

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

 

(Êxodo
22:2-4) 2
Se o ladrão for achado minando uma
casa, e for ferido de modo que morra, o que o feriu não será réu de sangue. 3
Se o sol tiver saído sobre o ladrão, o que o feriu será réu de sangue;
neste caso o ladrão deverá fazer restituição. Se ele não tiver com
que pagar, será vendido por seu furto.
4
Se aquilo que roubou for achado vivo em seu poder, seja boi, seja jumento, seja
ovelha;
pagará ele o dobro.

 

Percebemos que não havia perdão de nenhuma dívida.
Percebemos que o perdão da dívida passava a ser uma coisa opcional e até mesmo
errada, pois poderia ser vista como um incentivo à criminalidade e à
impunidade.

Percebemos que ainda havia a dupla compensação quando
havia um roubo, ou seja, alguém tentar se apossar de algo que é de posse de
outra pessoa.

Como alguém, que aguarda uma dupla compensação por ter
sido roubado iria perdoar o ladrão??

Ele seria mal visto por todos os demais, não é verdade??

Agora vejamos esta outra circunstância:

 (Êxodo
21:22-25) 22
“E caso
homens briguem entre si, e eles realmente firam uma mulher grávida e deveras
saiam os filhos dela, mas não haja acidente fatal,
sem falta se lhe deve impor uma indenização segundo o que o dono da
mulher lhe impuser
; e ele tem de dá-la por intermédio dos magistrados. 23 Mas
se acontecer um acidente fatal,
então terás de dar
alma por alma, 24 olho por olho,
dente por dente, mão por mão, pé por pé, 25 queimadura por
queimadura, ferimento por ferimento, pancada por pancada.

 Assim verte a Tradução Brasileira:

 (Êxodo 21:22-25) 22 Se
homens brigarem, e um deles ferir a uma mulher grávida, e for causa de que
aborte, porém não resultar dano maior;
certamente será
multado, conforme o que lhe impuser o marido da mulher
; e pagará como os juízes lhe determinem. 23 Mas, se
resultar dano,
então darás vida por vida, 24 olho
por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, 25
queimadura por queimadura, ferida por ferida, golpe por golpe.

 Plena compensação. Ninguém deveria
ficar no prejuízo.

Independente de qual fosse a ofensa, quer material, quer
física, a vítima nunca ficava no prejuízo. Sempre havia a compensação.

 Ferimento por ferimento, pancada por
pancada, prejuízo por prejuízo.

Esta era a forma como viviam o dia a dia. Esta era a
forma como resolviam os problemas no dia a dia.

Esta forma de vida estava definida em lei. Segundo tal
lei, informação que Moisés afirmou ser uma lei para eles, a vítima nunca ficava
no prejuízo.

 

O que pudemos perceber??

Que nada era de graça. Percebemos se tratar de uma nação
de comerciantes. O comerciante não admite ter prejuízo. Tudo é uma questão de
lucro e prejuízo.

 

Para este humano, quando se fala em resgate, está se
falando em uma negociação que envolve uma “compensação” para que a
negociação seja praticada.

Se houve uma ofensa, tem de haver uma devida compensação,
evitando assim o prejuízo daquele que foi ofendido, prejuízo físico ou moral.

Esta era a regra áurea da nação de Israel. Esta era a
regra de comportamento. Esta era a diretriz que norteava o comportamento
daqueles humanos.

 

Para haver
resgate, aquele resgate falado por Paulo, há necessidade de negociação, troca,
pagamento etc.

Será que
para haver perdão, também haverá a necessidade de negociação, quer antecipada,
quer posterior??

A nação praticava o perdão quando havia a devida
compensação. Seria isto o verdadeiro “perdão”??

Na verdade, a nação não praticava o perdão, antes,
praticava a “compensação”.

O ofendido
não perdoava. O ofendido recebia a devida compensação pela ofensa a ele
praticada.

Para que o
“ofensor” passe a ser o “perdoado”, requer que ele se envolva em uma
negociação??

Como
devedor que é, ele deve oferecer ou pagar a devida compensação estipulada
pelo ofendido.

Será que
para que o “ofensor” passe a ser o “perdoado”, se requer que exista uma moeda
de negociação e que ele tenha de ter tal moeda?? Será que o humano precisa
provar que merece ser resgatado do pecado??

Qual seria o preço a ser cobrado para se
conceder o perdão?? O perdão estava condicionado ao prévio pagamento??

Será que
Jesus “tinha de ser morto” para pagar um resgate?? O que aconteceria se Jesus
não fosse morto pelos judeus?? E se os judeus se negassem a matar Jesus, o que
aconteceria??

Jesus
afirmou que “era necessário” que ele morresse.

(Lucas 24:25-27) 25 Disse-lhes assim: “Ó
insensatos e vagarosos de coração no que se refere a crer em todas as coisas
faladas pelos profetas! 26
Não era necessário que o Cristo sofresse estas coisas e que entrasse na sua glória?” 27 E, principiando por Moisés
e por todos os Profetas, interpretou-lhes em todas as
Escrituras as coisas referentes a si mesmo.

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Lucas 24:25-27) 25 Então ele lhes disse: ó néscios, e tardos de coração para
crerdes tudo o que os profetas disseram! 6
Porventura não
importa
que o Cristo padecesse essas coisas e
entrasse na sua glória?
27 E, começando
por Moisés, e por todos os profetas, explicou-lhes o que dele se achava em
todas as Escrituras.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Lucas24:25-27) 25 Disse-lhes Jesus: Ó néscios, e tardos de coração para
crerdes tudo o que os profetas disseram! 26
Porventura não
importava
que o Cristo padecesse estas
coisas e assim entrasse na sua glória?
27
Começando por Moisés e por todos os profetas, explicou-lhes o que dele se
achava dito em todas as Escrituras.

Será que ele
tinha de derramar o seu sangue para que houvesse perdão para os humanos??

IMPORTAR – Esta é a definição dada pelo dicionário Houaiss: ter utilidade ou proveito,
interessar; ter importância para (alguém).

v. (1501)
1 t.d. e
t.i.
ter
como consequência ou resultado; causar, implicar
<a dissidência de uns poucos importou (n)a
discórdia geral
> 2 t.d.
trazer em si;
envolver, implicar
<o trabalho
seduz quando importa um grande desafio à inteligência
> 3 t.i. montar a ou atingir (determinada
quantia)
<o total dos
gastos importou em mil reais
>
4 int.
ter utilidade ou
proveito; interessar
<importa
seguir os mandamentos
> 5 pron.
dar importância
a; fazer caso de
<não se
importa com nada
> 6 t.i.
ter importância
para (alguém); interessar
<afinal, que
te importa o julgamento dela?
>
7 t.d.int.
trazer de outro país, estado
ou município
<i.
mercadorias, mão de obra, ideias
>
<o governo queria i. menos e
exportar mais
>

Percebemos
que havia importância para o humano que Jesus padecesse aquelas coisas e
entrasse na sua glória. Quem se beneficiaria com isto?? O humano.

Que
benefício
seria
este??

O que o
nosso amado irmão Paulo nos ensinou??

(Romanos 5:18-19) 18 Assim, pois, como por
intermédio
de uma só falha resultou a condenação para homens de toda sorte, do mesmo
modo também por um só ato de justificação resulta para homens de toda sorte
serem declarados justos para a vida. 19 Pois,
assim como pela
desobediência de um só homem muitos foram constituídos pecadores, do mesmo modo
também pela obediência de um só muitos serão constituídos justos
….

 

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Romanos 5:18-19) 18 Portanto, assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre
todos os homens para condenação,
assim também
por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação e
vida. 19 Porque,
assim como pela desobediência de um só homem muitos foram
constituídos pecadores, assim também pela obediência de um muitos serão
constituídos justos.

Foi-me
dito: “Você está condenado por causa da falha de Adão”.

O pecado
de Adão resultou na minha condenação??

Adão peca
e eu é que pago?? Adão peca e eu pago junto com ele??

Sou uma
vítima de Adão??

Muitos
afirmam: “Eu peco por causa de Adão”.

Neste
caso, eu morro por causa de Adão.

Afirmam:
Adão me deu um corpo imperfeito. Eu preciso de um corpo perfeito para poder
obedecer.

Neste
caso, o que não resta a menor dúvida é que eu sou um acusador de Adão.

O que o
Pai falou sobre o filho pagar em face do erro do pai??

·         O próprio
filho não levará nenhuma [culpa] pelo erro do pai
e o próprio pai não levará nenhuma [culpa] pelo erro do filho. A
própria justiça do justo virá a estar sobre ele mesmo, e a própria iniqüidade do iníquo virá a estar sobre ele mesmo.

·         o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a iniquidade
do filho, A justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá
sobre ele.

De forma
bem clara vemos que o pecado hereditário contraria esta afirmação do próprio
Pai. Desta forma, a base da existência do resgate não foi fornecida por uma
palavra falada pelo Pai. Vai muito além, pois contraria a palavra falada por
Jeová.

Será que
ficou bem claro??

O filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará a
iniquidade do filho, A justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do
ímpio cairá sobre ele.

Será que
existe alguma dúvida??

Foi-me
dito: “Você está condenado por causa da falha de Adão e você será
justificado pela justiça de Jesus”.

Poderia a
“justiça” praticada por Jesus recair sobre mim???

Poderia a
“justiça” praticada por Jesus me tornar justo??

Sobre quem
recairia a “justiça” praticada por Jesus???

Exclusivamente
sobre Jesus.
De forma paralela e imparcial, sobre quem recairia a iniquidade praticada por
Adão??
Exclusivamente sobre Adão…
E a iniquidade praticada por Eva, sobre quem recairia exclusivamente??
Recairia exclusivamente sobre Eva.

A “glória”
por praticar a justiça recai exclusivamente sobre aquele que praticou tal
justiça.
A “vergonha” por praticar a iniquidade recai exclusivamente sobre aquele que
praticou tal iniquidade.

O Pai nos
informou claramente:


“A própria justiça do justo virá a estar sobre ele mesmo, e a própria iniqüidade do iníquo virá a estar sobre ele mesmo”.


“A justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele”.

Segundo o
ensino do nosso irmão Paulo de Tarso, nós herdamos o pecado de Adão e
herdaremos a justiça de Jesus…..

No
entanto, este ensino do nosso irmão Paulo é oposto às informações dadas pelo
Pai…

Não foi
esta a informação dada pelo Pai para o humano??

Vejamos
agora um outro detalhe.

O humano
pecou. Jeová afirmou: A alma que pecar esta é que morrerá.

O humano
condenou-se por ter cometido o pecado.

E agora??

Do que
depende este humano??

Será que
ele depende de um resgate??

Quem
pagará o resgate por este pecador??

Quem é que
exige tal resgate??

A quem
será pago este resgate??

Ora, se o
pecado é contra Jeová,
afirma-se
que Jeová exige
um
resgate.

Ainda
mais. Afirma-se que Jeová exige tal resgate em face de uma lei de justiça
criada por Jeová que exige alma por alma, ou seja, vida por vida.

Afirma-se
que é Jeová quem exige vida por vida.

Será que
Jeová foi o criador desta lei de plena retribuição e plena compensação??

O que o
histórico do relacionamento de Jeová com o Seu povo escolhido revelou em
relação a esta prática??

Jeová
praticava o resgate ou Jeová praticava o gratuito perdão??

Praticava
Jeová a plena compensação ou o pleno perdão??

Vamos ver
um dos costumes instituídos por Jeová e reparar nele.

(Levítico 16:29-31) 29 “E isso vos tem de servir de estatuto por tempo indefinido: No
sétimo mês, no décimo [dia] do mês, deveis atribular as vossas almas, e não
deveis fazer obra alguma, quer o natural quer o residente forasteiro que reside
no vosso meio. 30 Pois neste dia se fará expiação por vós,
para declarar-vos limpos.
Sereis limpos de todos os vossos pecados perante
Jeová.
31 É um
sábado de completo repouso para vós, e tendes de atribular as vossas almas. É um
estatuto por tempo indefinido.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 16:29-31) 29 Isso vos será por estatuto perpétuo: no sétimo mês aos dez
dias do mês afligireis as vossas almas, e não fareis trabalho algum, nem o
natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós; 30 pois nesse dia se
fará expiação por vós, para vos purificar;
de todos os vossos pecados sereis
limpos diante de Jeová.
31 É sábado
de descanso solene para vós, e afligireis as vossas almas; é estatuto perpétuo.

O que os
humanos precisavam fazer para receber este perdão?? Nada. Ora, nada?? Onde é
que ficava a plena compensação de vida por vida??

O que o
sacerdote precisava fazer??

(Levítico 16:20-22) 20 “Quando tiver acabado de fazer expiação pelo lugar santo, e pela
tenda de reunião, e pelo altar, então terá de apresentar o bode vivo. 21
E Arão tem de pôr ambas as suas mãos sobre a cabeça do bode vivo e
confessar sobre ele todos os erros dos filhos de Israel e todas as suas
revoltas em todos os seus pecados,
e tem de pô-las
sobre a cabeça do bode e tem de enviá-lo ao ermo pela mão de um homem
preparado. 22 E o bode tem de levar sobre si todos os erros
deles a uma terra desértica; e ele tem de enviar o bode ao ermo.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Levítico 16:20-22) 20 Havendo acabado de fazer expiação pelo santo lugar, pela
tenda da congregação e pelo altar, apresentará o bode vivo. 21
Porá ambas as
mãos sobre a cabeça do bode vivo, e sobre ele confessará todas as iniqüidades dos filhos de Israel, e todas as suas transgressões,
a saber, todos os seus pecados.
Pô-los-á sobre a
cabeça do bode, e enviá-lo-á ao deserto por mão dum homem que está encarregado
disso. 22 O bode levará sobre si todas as iniqüidades
deles para uma região solitária; e o homem soltará o bode no deserto.

Percebemos
que quem confessava os pecados do povo era o sacerdote, que o animal não era
morto e que o animal era enviado para o deserto.

Onde ficava
a plena compensação de vida por vida?? Não havia. O que havia era o pleno
perdão dado de forma altruísta e unilateral.

Mas e se o
sacerdote não soubesse dos pecados do povo ou não concordasse que determinada
prática fosse um pecado, como por exemplo, escravizar outro humano, mesmo assim
era dado o perdão?? Sim, mesmo assim era dado o perdão.

O que o
Pai havia dito??

·         Sereis limpos
de todos os vossos pecados perante Jeová.

·         de todos os vossos pecados sereis limpos diante de Jeová.

Percebemos
no histórico do relacionamento de Jeová com a nação de Israel que Ele não
exigia nenhum resgate em relação ao pecado. Percebemos que não havia a plena
compensação. Percebemos que Jeová usava o perdão de forma unilateral e sem
qualquer negociação com o perdoado. Percebemos que Jeová dava o Seu perdão até
mesmo para aqueles que não confessavam o pecado. Percebemos que não existia nenhum condicionamento imposto por Jeová para Ele dar o
perdão. Percebemos que o Pai Jeová/Javé dava o seu perdão até mesmo para
aqueles que sequer sabiam que estavam sendo perdoados.

Percebemos que Jeová dava o Seu perdão de forma
“incondicional”.

Percebemos
que não havia nenhum pagamento. Percebemos que Jeová abria mão de qualquer
pagamento.

Como é que
estes homens ficavam limpos de todos os seus pecados perante Jeová??

Bem, Jeová
perdoava-lhes os seus pecados.

Eles não
pagavam pelos seus pecados. Não havia nenhuma compensação.

Será
que alguém aparecia para afirmar que o que estava acontecendo era o incentivo à

impunidade??

Suponhamos
que um israelita qualquer escravizasse um filisteu. Bem, isto era um pecado.
Jeová decidiu perdoar este pecado do israelita. Bem, o que será que os parentes
do filisteu mantido como escravo pelo israelita via nesta decisão de Jeová??
Será que ele via a impunidade?? Desejaria ele que Jeová punisse o israelita por
ele estar mantendo o seu parente filisteu como um escravo??

Jeová havia
dado o seu perdão ao israelita?? Sim, havia dado. Concordava Jeová com esta
ação do israelita?? Óbvio que não. Não foi o próprio Jeová que informou ao
israelita que escravizar o seu irmão era um pecado diante
Dele
??

Isto é
algo interessante em relação ao perdão dado por Jeová, não é??

No outro
ritual criado por Jeová, o humano pecador comparecia diante
Dele
com uma oferta que podia ser um cordeiro, um par de rolas e um bolo
de farinha, o que revelava não haver nenhum resgate, revelava não haver nenhum
pagamento. O objetivo era outro.

A
afirmação de nosso amado irmão Paulo poderia ser confrontada com esta colocação
de Jeová em relação àquele que não tivesse condições financeiras. Será que tal
pecador ficaria sem perdão por não derramar sangue??

O que falou
Jeová??

(Levítico 5:11-13) 11 “‘Ora, se não tiver os meios para duas rolas ou dois pombos novos,
então terá de trazer como sua oferta pelo pecado que cometeu a décima parte de
um efa de flor de farinha como oferta pelo pecado
. Não deve
pôr azeite sobre ela e não deve colocar olíbano sobre
ela, pois é uma oferta pelo pecado. 12 E tem de trazê-la ao
sacerdote e o sacerdote tem de apanhar dela seu punhado como lembrança dela, e
tem de fazê-la fumegar sobre o altar, sobre as ofertas de Jeová feitas por
fogo. É uma oferta pelo pecado. 13
E o sacerdote
tem de fazer expiação por ele, pelo pecado que cometeu, por qualquer um destes
pecados, e assim lhe tem de ser perdoado;
e ela tem
de tornar-se do sacerdote, igual a uma oferta de cereais.’”

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Levítico 5:11-13) 11 Se, porém, as suas posses não bastarem para duas rolas, ou dois
pombinhos, então, como oferta por aquilo em que houver pecado, trará a décima
parte duma efa de flor de farinha como oferta pelo
pecado;
não lhe deitará azeite nem lhe porá em
cima incenso, porquanto é oferta pelo pecado; 12 e o trará ao sacerdote,
o qual lhe tomará um punhado como o memorial da oferta, e a queimará sobre o
altar em cima das ofertas queimadas do Senhor; é oferta pelo pecado. 13
Assim o
sacerdote fará por ele expiação do seu pecado, que houver cometido em alguma
destas coisas, e ele será perdoado;
e o restante
pertencerá ao sacerdote, como a oferta de cereais.

Ficou
bem claro que o sangue não era o elemento essencial para a existência do
perdão.

No
entanto, quais foram as palavras de Paulo?

·         e a menos que se derrame sangue, NÃO HÁ perdão.

·         e sem derramamento de sangue NÃO HÁ remissão.

·         e sem derramamento de sangue NÃO HÁ remissão.

De
forma prática, Jeová provou que no Seu relacionamento com os iníquos humanos
havia o Seu perdão sem o derramamento de sangue.

Percebemos
então que havia outro motivo para a apresentação daquelas ofertas pelo
humano que se sentisse um pecador. Percebemos que não se tratava de preços
estipulados por Jeová para o humano pagar em troca do perdão de seu pecado. Não
havia compensação pelo perdão.

Aquele que
confessa o seu próprio pecado está dando o primeiro passo para deixar de
praticá-lo. E o que dizer daquele que não reconhece sua ação como pecado??
Consegue ele confessar?? Não, ele não consegue fazê-lo usando o seu
livre-arbítrio.

Embora
aqueles humanos não confessassem livremente os seus próprios pecados, mesmo
assim eles recebiam o perdão de Jeová.

Apesar de
confessar os pecados da nação, poderia o sacerdote se arrepender por qualquer
um dos humanos da nação?? Poderia o sacerdote recuar da iniquidade por outra
pessoa?? Isto seria impossível para ele. Logo, o perdão estava sendo dado a
todos e de forma incondicional. Não se tratava de uma troca.

Neste
caso, o sacerdote servia de testemunha de que Jeová estava perdoando
àqueles que sequer percebiam que estavam sendo perdoados.

Já vimos
que o resgate se caracteriza pela justa troca. Não pode haver prejuízo.
Agora, vejamos o que caracteriza o perdão.

Perdão – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss): remissão da pena…; ficar desobrigado de pagar…

perdão

s.m. (sXIII) 1 remissão de pena ou de ofensa ou de dívida; desculpa,
indulto 2
ato
pelo qual uma pessoa é desobrigada de cumprir o que era de seu dever ou
obrigação por quem competia exigi-lo
n interj. 3 fórmula de civilidade
com que se pede desculpa
¤ etim lat.medv. perdonet
‘que ele perdoe’,
3ªp.s. do subj.pres. do v. perdonáre
‘perdoar’, de per-
+ donáre,
expressão exclamativa que posteriormente se substantivou sob a f. perdon, donde o atual perdão

 

A pessoa
perdoada fica desobrigada de cumprir o que era o seu dever ou sua
obrigação para com aquele quem competia exigi-lo.

O
perdoador abre mão
de
qualquer pagamento.

O
perdão se caracteriza pela “ausência” de qualquer pagamento.

No
perdão fica caracterizado o “prejuízo” total em face do não pagamento. Ausência
de pagamento é ausência de pagamento. Não é uma compensação pela falta de
pagamento.

Aquele que
tinha a competência de exigir o pagamento da dívida, abre mão. Ele não exige o
pagamento da dívida.
Ele
CANCELA a dívida sem receber qualquer pagamento.

Ele
tinha o direito de cobrar, no entanto, ele abre mão da cobrança.

O
Pai vai além de suspender a cobrança, pois Ele dá mais vida àquele que já lhe
devia a vida.

Trata-se
do ato de remitir (remissão).

Remitir – Esta é a definição dada por certo dicionário (Houaiss):
dar por pago

remitir

v. (sXV) 1 t.d.bit.
conceder perdão a; indultar <r. culpas> <r. os
pecados a alguém
> 2 t.d.bit. fazer a entrega de; ceder,
restituir
<r. uma
chefia
> <r. um direito a alguém> 3 t.d. dar por pago ou
satisfeito
<r. uma
dívida
> 4 t.d.int.
e pron.
perder
a intensidade; diminuir, afrouxar(-se), mitigar(-se)
<a chuva remitiu o calor> <a febre
remitiu
> <o mal-estar remitiu-se> ¤ etim lat. remítto,is,míssi,missum,tère ‘repelir’ ¤ sin/var ver sinonímia de acalmar
e desculpar
¤ ant
ver antonímia de desculpar
e sinonímia de agitar
¤ par reemitir(todos os tempos do v.)

 

Não
se trata de pagar.
Não se
trata de definir uma compensação. Se trata de “não pagar”. Aquele que perdoa, abre
mão de receber
qualquer
coisa.
O
perdoador abre mão de receber.
O
perdoador não estipula um novo valor a ser pago, afinal, ele perdoou. Não se
trata de renegociar a dívida. A dívida é cancelada.

Aquele que perdoa não exige o resgate, ele abre
mão de receber o valor do resgate. Ora, se ele cancela a dívida onde está a
exigência do resgate?? Onde fica o “vida por vida”??

Neste
caso, ou Jeová perdoava o pecado daquele humano ou Ele exigia
daquele humano o resgate devido àquele pecado (vida por vida).

A verdade
informada ao humano foi esta: A alma que pecar, esta é que morrerá.

O Pai
cancela a dívida que aquele pecador adquiriu.

Cancelar
– esta a definição dada pelo dicionário
Houaiss:
tornar
nulo, sem efeito, sem valor.

cancelar

v. (1302)
1 t.d.
eliminar ou
riscar (o que está escrito) para tornar sem efeito 2
t.d.
tornar (algo) nulo,
sem efeito, sem valor
<cancelaram
sua licença de vendedor
> 2.1 t.d.
interromper
temporária ou definitivamente; suspender, suprimir
<o governo cancelou todas as
regalias
> 3 t.d.
não realizar
(aquilo que fora planejado)
<cancelou a produção
do filme
> 4 t.d.
dar por
encerrado, concluído (um processo) 5
t.d. álg
dividir (números
ou fatores comuns do numerador e do denominador) de uma função ou equação 6

t.d.
álg
eliminar de uma
expressão algébrica (termos cuja soma é zero) 7
t.d.
álg
eliminar (fatores
comuns) de uma equação algébrica
¤ etim lat. cancéllo,as,ávi,átum,áre ‘cobrir com grades,
riscar, inutilizar (riscando), anular’
¤ sin/var ver sinonímia de eliminar
¤ ant
restabelecer,
restaurar; ver tb. antonímia de abolir
¤ hom cancelo(1ªp.s.) / cancelo
ê (s.m.)

 

O Pai
Jeová pratica a ação de cancelar a dívida do pecador.

Se há o
cancelamento da dívida não há qualquer pagamento da dívida, pagamento este
exigido em um resgate, no qual, o sangue derramado de Jesus era o valor a ser
depositado para cobrir a dívida do humano pecador.

Voltando
ao caso do israelita que estava mantendo um filisteu como escravo bem diante de
Jeová. Jeová não matou tal israelita. Jeová perdoou este israelita. Durante
todo aquele ano, o israelita havia mantido o filisteu como escravo. A cada dia
ele recebia o perdão de Jeová. Naquele dia especial, Jeová anunciava o perdão
dado a todos os israelitas, e todos os israelitas eram declarados limpos diante
de Jeová.

Será que o
israelita havia libertado o filisteu de ser seu escravo?? Não. O israelita
continuava a manter aquele filisteu como escravo, continuando a cometer o
mesmíssimo pecado. Este israelita não via sua ação como um pecado diante de
Jeová. Neste caso, tratava-se do perdão dado a um pecado que não foi confessado
e que continuou a ser praticado diariamente.

O Pai dava
o perdão e esperava que o humano mudasse o seu caminho.

Ele mesmo
afirmou:

(Ezequiel 33:11) 11 Dize-lhes: ‘“Assim como
vivo”, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, “não me agrado na morte do
iníquo,
mas em que o iníquo recue do seu caminho e realmente continue vivendo. Recuai, recuai dos vossos maus caminhos, pois,
por que devíeis morrer, ó casa de Israel?”’

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 33:11) 11 Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer
na morte do ímpio,
mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que morrereis, ó casa de
Israel?

Asim verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 33:11) 11 Dize-lhes: Vivo eu, diz o Senhor Deus, que não tenho prazer
na morte do ímpio,
mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva. Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois, por que morrereis, ó casa
de Israel?

Este
israelita só podia mudar seu caminho de escravocrata (pecado contínuo), quando
admitisse para si mesmo que escravizar outro humano qualquer e independente de
qualquer circunstância, é um pecado perante Jeová. Jeová dava Seu perdão e
continuava esperando que aquele israelita admitisse o seu erro e mudasse de
caminho. O objetivo não era IMPEDIR o israelita de escravizar outros humanos. O
israelita precisava negar-se a fazer tal coisa, mesmo tendo a força física para
fazê-lo, ou mesmo tendo todos os motivos válidos para fazê-lo.

Bem, o que
acontece até ele se convencer de que sua ação é um pecado??

O que
acontece com a pobre vítima do seu ato de escravizar?? Será que o Pai não se
importa com a vítima deste israelita escravocrata?? Sim, o Pai se importa e
muito com a vítima deste israelita escravocrata.

O que
disse o Pai em relação ao Egito, aquela nação escravocrata que mantinha os
israelitas como escravos, obrigando-os a trabalhos forçados de escravo??

(Êxodo 3:7-10) 7 E Jeová acrescentou:
“Indubitavelmente,
tenho visto a tribulação do meu povo que está no Egito e tenho
ouvido seu clamor por causa daqueles que os compelem
a trabalhar; porque eu bem sei das dores que sofrem. 8 E
estou para descer, a fim de livrá-los da mão dos egípcios e para fazê-los subir
daquela terra para uma terra boa e espaçosa, para uma terra que mana leite e
mel, para o lugar dos cananeus, e dos hititas, e dos amorreus, e dos perizeus, e dos heveus, e dos jebuseus. 9
E agora, eis
que chegou a mim o clamor dos filhos de Israel e eu vi também a opressão com
que os egípcios os oprimem.
10 E agora
vem, e deixa-me enviar-te a Faraó, e faze que meu povo, os filhos de Israel,
saia do Egito.. . .

 

O
escravizar provoca vítimas que clamam. Independente
de quem seja o escravocrata, ele provocará o clamor dos escravizados. O
escravocrata está sempre desrespeitando o livre-arbítrio do seu próximo.

Não resta
nenhuma dúvida, o Pai se importa e muito com o escravizado, a eterna vítima do
escravizador.

O que
ocorreu com o humano que escraviza outro humano?? Ele condenou-se a morte. O
seu pecado é um pecado contínuo, praticado dia após dia, segundo após segundo.

O que
ocorreu com o homem que pecou?? Ele condenou-se a morte. A quem este homem
passou a estar devendo?? A Jeová. Jeová é o único que pode cobrar tal dívida. O
que este homem passou a estar devendo ao Pai?? Uma vida, ou seja, a sua vida.
Este homem tem como pagar esta dívida?? Somente a sua morte pagaria esta
dívida.

Este
humano já devia a sua vida ao Pai muito antes de praticar um pecado. O que este
humano poderia ter feito antes do Pai lhe fazer viver?? Nada, obviamente. Ele
nada fez para poder começar a viver, ou será que fez??

Será
que o humano faz alguma coisa para merecer nascer??

Somente o
fato de estar vivo já constituía dívida dele para com o Pai, uma dívida
impagável. Assim, depois de cometer um pecado, este humano só fez aumentar a
sua dívida para com o Pai.

O que este
humano poderia ofertar ao Pai para pagar esta dívida?? Nada, pois esta dívida é
impagável. O humano não tem como pagar.

Alguém
poderia pagar esta dívida deste humano?? Ninguém, pois todos são devedores do
Pai, pois todos devem o fato de estarem vivos ao mesmo Pai.

Poderia
Jesus pagar esta dívida de vidas humanas ao Pai?? O primeiro ponto a ser levado
em conta é se o Pai exige tal pagamento em troca do perdão ou não.

No
entanto, um outro ponto deve ser levado em conta. Não é Jesus um outro devedor
do Pai?? Não deve Jesus uma vida ao Pai?? Sim, ele também deve. Não é Jesus um
filho?? Claro que sim. Ora, se ele deve, como ele poderia pagar algo que ele
não tem como pagar?? A quem Jesus pagaria esta dívida se Jeová abre mão do
pagamento da dívida e se Ele cancela a dívida??

Um grande
“mistério” é este ensino do resgate. Seria ele tão “mistério” quanto o ensino
da trindade??

Poderia
algum filho pagar a dívida de outro filho quando ele mesmo também deve e não
tem como pagar a sua própria dívida??

Ora, se o
filho já deve a sua vida ao Pai, como ele poderia dar a sua vida para pagar
algo devido por outro filho??

Ele não
pode pagar com o que não tem. Se pedir emprestado ele passará a dever mais do
que já devia. A quem ele pediria emprestado??

Jeová fala
em individualidade, não fala??

Jeová
afirma que a base do seu relacionamento com o humano é a individualidade.

O
que o Pai já havia afirmado??
“A
justiça do justo recairá sobre o próprio justo”.

·         A própria
justiça do justo virá a estar sobre ele mesmo, e a própria iniqüidade
do iníquo virá a estar sobre ele mesmo.

·         A justiça do justo ficará
sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele.

Não é o
cancelamento da dívida a única solução sábia para este caso?? Decerto.

Adão –
Será que ele é uma vida que vale por bilhões de vidas?? Onde ficaria a
individualidade??

Muitos
afirmam que Adão pecou por ele e por bilhões de humanos repassando para eles o
seu pecado. Onde fica a individualidade??

Jesus –
Será que ele é uma vida que vale por bilhões de vidas?? Onde fica a
individualidade??

Não é
Jesus também um filho?? Não é Jesus um devedor de sua própria vida ao Pai??

Onde está
a plena lógica do resgate?? Onde está a profundidade da lógica do resgate??

Muitos
afirmam que Jesus foi justo por ele e por bilhões de humanos. Onde ficaria a
individualidade??

Não é a
justiça algo pessoal e intransferível??

Onde está
a individualidade da lei??

A alma que….. ela é que…

Ora, a lei
é bem clara, a lei estabelece a individualidade. Segundo a lei, cada
alma responde por seu próprio pecado. Segundo a lei, o filho não paga junto com
o pai em relação ao erro do pai. Segundo a lei, o pai não paga pelo erro do
filho. Segundo a lei, um filho não paga pelo erro de seu irmão.

Esta foi
uma informação dada por Jeová para Ezequiel.

Jeová
falou que se o pai pecar, e no entanto, e o seu filho
não pecar, o pai morrerá em face do seu pecado, muito embora o filho continue a
viver.

Existe
alguma dúvida sobre Jeová respeitar a individualidade como a diretriz que Ele
usa no relacionamento com Suas criaturas??

Segundo a
palavra de Jeová, a “condenação” é individual, assim como a “justificação”
também é individual.

No
entanto, o que afirmou Paulo?

·         Assim,
pois, como por intermédio
de uma só falha resultou a condenação para homens
de toda sorte
,

·         por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação

 

Afirmou-se
de forma bem clara que Jeová não respeita a individualidade de suas
criaturas. Afirmou-se de forma bem clara que Jeová condena o filho pelo pecado
do pai.

Que mais
afirmou Paulo??

·        
assim como pela desobediência de um só homem muitos foram constituídos
pecadores, do mesmo modo também pela obediência de um só muitos serão
constituídos justos
….

·         assim como pela desobediência de um só homem muitos foram constituídos
pecadores, assim também pela obediência de um muitos serão constituídos justos.

Afirmou-se
que “Todos foram constituídos pecadores pela desobediência de Adão”.

Muitos
serão constituídos justos pela obediência de Jesus??

Onde está
o respeito pela individualidade?? Não há.

Jesus
obedece e eu sou constituído justo pela obediência dele??

Isto fere a individualidade: “TODOS
prejudicados por apenas um e MUITOS beneficiados por apenas um”.

Com esta
frase, frase esta que revela ser uma das bases para a existência do “resgate”
conforme a explanação de Paulo, percebemos que a individualidade não é levada
em conta.

Nesta
mesma frase é estabelecida uma parcialidade. Nesta frase é estabelecida uma
situação em que existe dois pesos e duas medidas. Enquanto todos são prejudicados
pela ação de um, apenas alguns (muitos) são beneficiados pela ação de um. Este
um prejudica a todos os que querem e os que não querem, não havendo respeito
pelo livre-arbítrio, pois este não tem escolha. Ao mesmo tempo aquele irá
beneficiar alguns que querem e neste caso, respeitando o livre-arbítrio,
respeitando a escolha

Enquanto o
homem é prejudicado por outro, mesmo antes de nascer e independente de sua
atuação depois de nascer, ele não é beneficiado da mesma forma.

Neste
momento, o humano passa a ser apresentado ao mérito, isto é, o humano
receberá aquilo que ele fez jus, aquilo que ele fez por merecer. No entanto, a
imparcialidade deste mérito fica totalmente comprometida, pois se por um lado
há aquele que faz injustiça e recebe aquilo que fez jus, outros que praticarem
as mesmíssimas ações e palavras não receberão aquilo que fizeram jus e que foi
dado àquele outro em face de algum detalhe (tinha fé).

Ora, de
forma simples e imparcial, para onde isto levaria cada descendente de Adão que
já nasce com o pecado herdado??

Imparcialidade no mérito – São as palavras e as ações da pessoa
que determinam o que esta pessoa merece, independente de quem ela seja.

Trata-se
de uma afirmação ilógica em relação a teoria do pecado herdado. Se o
pecado já é herdado, todos se igualam naquilo que são. Se todos se igualam
desde o momento em que nascem, todos merecem exatamente a mesma coisa,
independente do que falem e façam.

Nas
palavras de Jeová, aquele que pecar passa a ser merecedor da morte,
independente do motivo que o tenha levado a pecar. Ele já merece a morte.
Qualquer alternativa a partir deste momento, não depende mais dele, pois ele
simplesmente deveria receber aquilo que ele fez jus até aquele momento.

Eu estou em dívida e não tenho como pagar. Vamos
negociar??

O próximo
passo a ser dado será dado pelo ofendido. O que o humano se propõe a fazer?? O
que Jeová faz??

Neste
caso, o humano estaria vivendo um relacionamento com Deus tendo ao mesmo tempo
duas bases antagônicas.

A partir
deste momento, é informado ao humano que a base de relacionamento estabelecida
por Jeová para com o humano é o mérito. Afirma-se que Jeová dá a cada um
segundo o que cada um merece receber. Neste caso, afirma-se para o humano que
ele precisa merecer o perdão. No entanto, como isto passa a existir se este
homem já merece a morte?? O ofendido precisa abrir mão desta dívida. Ora, se o
ofendido abre mão desta dívida imediata, o que ele está fazendo?? Ele está
perdoando, não está?? Ou será que ele passará a negociar??

– Olha só
humano, pelo seu pecado você já merece a morte, no entanto, de forma provisória
eu vou adiar a execução da tua sentença. Se você me apresentar o
arrependimento, eu vou perdoar a tua dívida. Primeiro você me apresenta o
arrependimento e depois eu te perdoo. O perdão é a moeda de troca. O
arrependimento é uma moeda de troca.

Muitos
ainda dizem que basta afirmar ter fé em Jesus e esta pessoa estará justificada
por ter seus pecados perdoados.

Desta forma,
é informado ao humano que ele precisa fazer algo para receber o perdão da parte
de Jeová. Os que fizerem jus receberão o perdão, no entanto, aqueles que não
fizerem jus, não receberão o perdão.

Para
alguns, basta afirmar ter fé em Jesus e a pessoa passa a fazer jus ao perdão,
tronando-se justificada diante de Deus.

A partir
deste momento, o humano estaria buscando o merecimento para o perdão.

O perdão
passou a ser algo negociável. Deste momento em diante passa a existir uma
troca. O perdão passa a ser oferecido ao ofensor de forma condicional. O
perdão passa a ser algo a ser alcançado de forma condicional. O perdão passa a
estar condicionado a uma ação do pecador agressor. A pessoa passaria a
trabalhar pelo seu perdão??

Depois de
cumprir a sua parte, o humano não seria mais um devedor, não é verdade?? Será
que ele pagou a sua dívida??

Não
podemos esquecer da regra informada pelo Pai: “A alma que pecar, esta é que
morrerá”.

Bem,
depois que foi perdoado, do que precisa este humano?? Segundo a teoria do
resgate, este humano precisa receber uma espécie de antídoto para deixar de
pecar, pois ele não tem a capacidade de viver sem pecar. Segundo a teoria do
resgate, o humano receberia a perfeição física para, a partir deste momento
poder estar capacitado para deixar de pecar.

Neste
caso, o resgate seria um remédio mágico que seria usado nos “merecedores”??

Deixar de
pecar está condicionado a que o humano tenha uma perfeição física??

É a parte
física quem comanda a parte espiritual do humano??

Afirma-se
que seria impossível ao humano continuar a viver sem a existência do
resgate praticado nestas bases.

No
entanto, do ponto de vista do Pai, do que depende uma pessoa para se tornar
justa?? Será que Jeová transmite a ideia de um resgate?? Será que Jeová fala de
uma interferência direta Dele naquele humano??

Repetindo
o que já foi colocado acima, assim Jeová responde:

(Ezequiel 18:5-9) 5 “‘E no que se refere ao homem, se ele veio a ser justo e tem praticado o juízo e a justiça; 6 se não comeu
nos montes e não elevou seus olhos para os ídolos sórdidos da casa de Israel, e
não aviltou a esposa de seu companheiro, e não se chegou a uma mulher na sua
impureza; 7 e se não maltratou a nenhum homem; se restituiu o
penhor tomado pela dívida; se não arrebatou nada em roubo; se deu o seu próprio
pão ao faminto e cobriu com roupa ao que estava nu; 8 se não
deu nada em troca de juros e não tomou usura; se retirou sua mão da injustiça;
se praticou a verdadeira justiça entre homem e homem; 9 se
tem andado nos meus estatutos e tem guardado as minhas decisões judiciais para
praticar a verdade,
ele é justo. Ele positivamente continuará a viver’, é a
pronunciação do Soberano Senhor Jeová.

São as
ações do homem que revelarão se ele é “justo”. São as obras do homem que
revelarão se ele é justo ou iníquo. Praticar certas coisas e não praticar
outras coisas – isto determinará se o homem é ou não é “justo”. O humano
precisa manter-se permanentemente praticando as ações de um “justo”. “Justo” é
aquele que se mantêm praticando o juízo e a justiça.

Este homem
continuará a viver a medida que continuar a ser justo,
isto é, a medida que ele continuar a praticar as
ações de um homem justo. Sabendo quais são as ações de um homem justo e
passando a praticar estas ações, o homem continuará a viver, não morrerá.

Bem, e se
este homem já cometeu pecados, tornou-se um caso perdido?? O que o Pai
afirmou??

(Ezequiel 18:21-23) 21 “‘Ora, quanto ao iníquo, se ele recuar de todos os seus pecados que
praticou e realmente guardar todos os meus estatutos e praticar o juízo e a
justiça, ele positivamente continuará a viver. Não morrerá.
22 Todas as
suas transgressões que praticou — não serão lembradas contra ele. Continuará a
viver por causa da justiça que praticou.’ 23
“‘Acaso me agrado de algum modo na morte do iníquo’, é a pronunciação
do Soberano Senhor Jeová, ‘[e] não em que ele recue dos seus caminhos e
realmente continue a viver?’

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Ezequiel 18:21-23) 21 Mas se o ímpio
se converter de todos os seus pecados que cometeu, e guardar todos os meus
estatutos, e preceder com retidão e justiça, certamente viverá; não morrerá
. 22 De todas as suas transgressões que cometeu não
haverá lembrança contra ele; pela sua justiça que praticou viverá. 23
Tenho eu algum prazer na morte do ímpio? diz o Senhor Deus. Não desejo antes
que se converta dos seus caminhos, e viva?

O que o
ímpio teria de fazer?? Recuar de todos os seus pecados e guardar todos
os estatutos; se converter de todos os seus pecados e guardar todos
os estatutos.

Espere um
momento. Para o ímpio recuar do seu caminho ele precisará continuar vivo. Mais
do que isto, ele precisará ser perdoado.

 

O que
percebemos??

1.     
Percebemos que o humano tem a
capacidade pessoal para chegar a condição de justo.

2.     
Percebemos que o humano iníquo
tem a capacidade de deixar de ser iníquo.

3.     
Percebemos que o humano
individual tem sobre si a responsabilidade de ser justo ou de não ser justo.

4.     
Percebemos que o humano não
nasce justo, tampouco nasce iníquo.

5.     
Percebemos que são as ações do
homem que o farão justo ou iníquo.

6.     
Já que o humano comanda as suas
ações, percebemos que continuar a viver depende do homem individual.

7.     
Percebemos que não existe uma
vida indestrutível.

8.     
Percebemos que não existe a
garantia de continuar a viver.

Desta
forma, a teoria do pecado herdado é totalmente contrariada nestas afirmações de
Jeová para Ezequiel, pois no pecado herdado, o humano fica impossibilitado
de deixar de ser um pecador. Estando assim impossibilitado, este humano
necessita de um passe de mágica, necessita de algo que está totalmente fora de
sua capacidade. Neste caso, o humano ficaria dependente exclusivamente de um
milagre de Deus. Neste caso o humano necessitaria de um antídoto que o
imunizasse do pecado.

E quanto
ao justo?? Será que o justo seria revestido de incorrupção?? Estaria o justo
impossibilitado de pecar?? Receberia o humano um antídoto que o deixaria imune
ao pecado?? O que falou Jeová sobre este assunto??

Bem, agora
o humano conseguiu passar um longo período de tempo sem cometer um pecado. Será
que ele conseguiu algum bônus em relação a continuidade de sua vida?? Receberá
algum tratamento especial por isto?? Será que haverá algum mérito?? Está ele
imunizado contra o pecado??

O que o
Pai afirmou para Ezequiel??

De forma
imparcial, o Pai passa a dizer:

(Ezequiel 33:12-13) 12 “E quanto a ti, ó filho do homem, dize aos filhos do teu povo: ‘Nem
a justiça do justo o livrará no dia da sua revolta. Mas, no que se refere à iniqüidade do iníquo, não se fará que tropece por causa
dela no dia em que recuar da sua iniqüidade. Tampouco
poderá ficar vivo aquele que tiver justiça, por causa dela, no dia em que
pecar. 13
Quando eu disser ao justo:
“Positivamente continuarás vivendo”, e ele mesmo realmente confiar na sua
própria justiça
e fizer injustiça, todos os seus próprios atos justos não
serão lembrados
, mas, pela sua injustiça que fez — por esta é que morrerá.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 33:12-13) 12 Tu, filho do homem, dize aos filhos do teu povo: A justiça
do justo não o livrará no dia da sua transgressão: quanto à impiedade do ímpio,
por ela não cairá ele no dia em que se converter da sua impiedade; nem poderá o
que for justo viver pela sua justiça no dia em que ele pecar. 13
Quando eu disser
ao justo
que certamente viverá; se ele
confiar na sua justiça e
cometer a iniqüidade, nenhuma das suas obras de justiça será lembrada; mas na sua iniqüidade que
cometeu, nessa morrerá.

O humano
tinha se mantido como “justo”. A palavra de Jeová era para o “justo”.

O humano
não receberia nenhum bônus por manter-se praticando justiça. O humano não seria
imune ao pecado. O humano não teria garantida a continuidade de sua vida, pois
ele necessita continuar a ser justo, independente do meio em que ele esteja
vivendo.

As
palavras são claras:

·         ‘Nem a
justiça do justo o livrará no dia da sua revolta.

·         A justiça do
justo não o livrará no dia da sua transgressão:

Ficou
bem claro que o “justo” não seria revestido de incorrupção. Ficou bem claro que
a qualquer momento o “justo” pode praticar uma transgressão.

Mas, e
quanto àquele humano que cometeu iniquidade, o que haveria para ele?? Seria o
fim deste humano?? Haveria alguma espécie de resgate estipulado ou previsto
para ele??

Jeová
responde:

(Ezequiel 33:14-16) 14 “‘E quando eu disser ao iníquo: “Positivamente morrerás”, e ele realmente
recuar do seu pecado
e praticar
o juízo e a justiça, 15 [e] o iníquo restituir a própria
coisa penhorada e devolver as próprias coisas roubadas, andando realmente nos
próprios estatutos da vida por não fazer injustiça, positivamente continuará
vivendo. Não morrerá. 16
Nenhum dos seus pecados com que
pecou será lembrado contra ele
. Juízo e justiça é o que
praticou. Ele positivamente continuará vivendo.’

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 33: 14-16) 14 Demais, quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; se ele se
converter do seu pecado
, e praticar o juízo
e a justiça; 15 se esse ímpio restituir o penhor, entregar o que ele
tinha furtado, andar nos estatutos da vida, não cometendo a iniqüidade;
certamente viverá, não morrerá. 16
Nenhum dos seus pecados que
cometeu, será lembrado contra ele;
ele
praticou o juízo e a justiça; certamente viverá.

De forma
imparcial, Eu não me lembrarei da “iniquidade” do
ímpio e nem da “justiça” do justo. Eu quero que todos continuem a viver.

Não se faz
nenhuma menção de qualquer tipo de resgate, não se fala em qualquer tipo de
pagamento pelo pecado praticado. Do que se fala??

Fala-se do
iníquo recuar
do
seu pecado; fala-se do iníquo se converter
do seu pecado, no entanto, não se fala em pagar pelo
seu pecado
, não se
fala do iníquo receber o que merece em face do seu pecado.

O iníquo
pode recuar do seu pecado sem receber o que merece em face do seu pecado?? Sim,
ele pode.

Como isto
acontece?? É que Jeová abre mão do pagamento da dívida deste pecador. É que
Jeová “cancela” a dívida deste pecador. O pecador pode recomeçar.

Para poder
recuar do seu pecado, o que será que o iníquo recebe?? Ele recebe o perdão. Não
há qualquer tipo de ressentimento
em relação aos seus pecados praticados, pois,
nenhum dos seus pecados que cometeu, será lembrado contra ele.

Não se
trata de Misericórdia??

Misericórdia
– esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
sentimento de dor e solidariedade com relação a alguém que sofre
uma tragédia pessoal (comete um pecado); ato concreto de manifestação deste
sentimento, como o perdão; indulgência, graça, clemência.

misericórdia

s.f.
(sXIV) 1 sentimento de dor e solidariedade com relação a alguém que sofre
uma tragédia pessoal ou que caiu em desgraça; dó, compaixão, piedade 2

ato concreto de
manifestação desse sentimento, como o perdão; indulgência, graça, clemência
n interj.
3 exclamação de alguém
que pede que o livrem de castigo, de ato de violência ou da morte
¤ etim
lat. misericordìa,ae
‘id.’ ¤ sin/var ver sinonímia de comiseração
e condescendência
¤ ant
ver antonímia de condescendência

 

O que
percebemos??

Percebemos
que Jeová abre mão da penalidade, permitindo ao ímpio mudar suas atitudes, sem
que haja qualquer mérito no ímpio.

O que
percebemos??

Percebemos
que a ideia de um resgate contraria totalmente estas afirmações de Jeová para
Ezequiel.

Se nenhum
pecado que praticou será lembrado contra o ímpio, como a teoria de um resgate
poderia nascer e sobreviver neste ambiente??

Existe
justo definitivo?? Existe iníquo definitivo?? Existe vida definitiva??

DEFINITIVO
– Esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
…..decisivo; que não volta
atrás; final; sem possibilidade de retrocesso, desistência ou alteração….

definitivo

adj. (sXIII) 1 que define; decisivo, determinante 2 que leva a conclusão;
decisivo, cabal 3
que
não volta atrás; categórico, inapelável
<decisão d.> 4 tal como deve permanecer; final, ultimado <versão d. do texto> 5 que não tem mais conserto ou jeito; final,
total
<lamentava a
perda d. de toda sua fortuna
>
²
em d.
de maneira
irrevogável; sem possibilidade de retrocesso, desistência ou alteração;
definitivamente
¤ etim lat. defintívus,a,um ‘que define’ ¤ sin/var ver sinonímia de cabal
e permanente
e antonímia de irresoluto
¤ ant
provisório,
transitório; ver tb. antonímia de permanente
e sinonímia de irresoluto

 

Em face das
palavras de Jeová para Ezequiel, fica totalmente descartada a existência de
“iníquo definitivo” ou de “justo definitivo”.

O que
acontece se Jeová resolver aplicar uma punição no iníquo?? Isto prova que o
iníquo está recebendo o que ele merece receber?? Seria a punição o fim do
iníquo??

Seria o
fim do iníquo se Jeová resolvesse dar ao iníquo aquilo que o iníquo fez jus.

Alguns
iníquos estavam recebendo uma punição, não a merecida punição (morte), não
aquela que ele fez jus, mas, uma punição que Jeová decidiu aplicar, uma punição
que estava no coração de Jeová. De forma prática, Jeová estava mostrando que
não estava dando aos iníquos aquilo que eles fizeram jus em receber.

Mesmo
neste momento de punição, o que desejava Jeová??

Os punidos
ainda estavam vivos e estavam perguntando para Jeová como ficaria o caso deles,
já que estavam sendo punidos.

(Ezequiel 33:10) 10 “E no que se refere a ti, ó filho do homem, dize à casa de Israel: ‘Assim
é que dissestes: “Visto que as nossas revoltas e os nossos pecados estão sobre
nós
e estamos apodrecendo neles, então, como é que continuaremos a
viver?”…

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 33:10) 10 Tu, pois, filho do homem, dize à casa de Israel: Assim
falais vós, dizendo: As nossas transgressões e os nossos pecados estão sobre
nós,
e nós desfalecemos neles; como havemos de viver?

Jeová
passou a lhes responder:

(Ezequiel 33:11) 11 Dize-lhes: ‘“Assim como vivo”,
é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová, “não me agrado na morte do iníquo,
mas em que o iníquo recue do seu caminho e realmente continue vivendo.
Recuai, recuai dos vossos maus caminhos, pois, por que devíeis
morrer
, ó casa de Israel?”’

 

Assim verte
a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 33:11) 11 Dize-lhes: Pela minha vida, diz o Senhor Jeová, não tenho
prazer na morte do ímpio; mas sim em que o ímpio se converta do seu caminho e
viva.
Convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus
caminhos;
pois por que morrereis, ó casa de Israel?

Mesmo no
momento de punição, aquela punição que se encontrava no coração do Pai (e não
aquela do mérito), ainda era o momento de recuar dos maus caminhos.

Enquanto
você estiver vivo, mesmo sendo punido, ainda é tempo de recuar do mau caminho.

Notamos
que mesmo estando no mau caminho, eles não estavam recebendo o que mereciam,
isto é, uma morte. Estavam eles “pagando” por seus caminhos maus?? Não,
não estavam. O pagamento seria a morte, pois o próprio Pai havia definido: “a
alma que pecar, esta é que morrerá”. A punição que receberam foi algo
diferente do extermínio, não foi??

Qual era o
permanente objetivo de Jeová??

Que o
iníquo recuasse do seu mau caminho.

Isto
revela que Jeová tinha um objetivo que ia muito além do mero “dar a cada um
segundo o seu caminho”.

O objetivo
de Jeová era que o iníquo recuasse do mau caminho. Isto revela estar
muito longe do mérito, não está??

Ficou bem claro que não existia tal
relacionamento baseado no mérito.
Estas
e outras palavras do Pai deixam bem claro que o mérito não era a base do relacionamento Dele com os humanos.

Percebemos
o perdão incondicional, não percebemos??

Por que o
ímpio não estava recebendo o que ele merecia??

Porque
estava sendo perdoado daquele pecado. Não havia ressentimento do Pai em relação
àquele ímpio.

O quo o
Pai desejava?? Que o ímpio mudasse de caminho.

Quem podia
mudar de caminho pelo ímpio?? Somente o ímpio.

O que
ficou bem claro??

Ficou bem
claro que o Pai consegue perdoar e não guardar qualquer ressentimento dos
pecados praticados pelo agressor. Você qiuer saber
como o Pai faz isto?? Que tal experimentar fazer igual ao Pai Jeová?? Como??
Perdoando algum ofensor que que ainda não recuou do seu mal caminho. Perdoe-o e
não guarde nenhum ressentimento dele. Pratique aquilo que o Pai já faz ha muito tempo.

Bem, e
quanto a vítima humana??

Percebemos a existência de um salvamento sem o
pagamento de qualquer dívida, pois nenhum dos que estavam sendo salvos tinha a
menor condição de pagar por seu salvamento.

Percebemos
que o humano se tornou ofensor de duas pessoas ao mesmo tempo, isto é, a Jeová
e a um humano qualquer. De Jeová ele recebeu o pleno perdão. Mas, e o que dizer
do outro humano?? Para o ofensor continuar a viver, a vítima humana precisa não
tomar a ação de matar aquele ofensor que Jeová já perdoou. A vítima humana
precisa acompanhar o mesmo sentimento do Pai em relação ao ofensor, precisa
acompanhar o mesmo desejo do Pai em relação ao ofensor. A vítima humana precisa
estar em plena unidade com o Pai celestial. Qual é mesmo o desejo contínuo do
Pai em relação ao ofensor?? “Recuai, recuai do vosso mau caminho”.

Quem
transforma o ímpio em um justo??

Se há o livre-arbítrio,
então, somente o ímpio pode deixar de ser ímpio.

Assim,
percebemos que a vítima humana sempre deve manter o desejo de ajudar o
iníquo a se transformar em justo.

Parece que
este é o grande problema. O problema se encontra na vítima humana.

Arrependimento – o
seu maravilhoso papel no processo da cura.

Até aqui
nós pudemos perceber que a cura está diretamente relacionada com as novas
informações que Jesus repassou para a humanidade. Percebemos que a cura está
vinculada a existência de uma nova informação. Jesus chamou estas informações
de minhas “palavras”. De forma adicional, Jesus acrescentou: “As palavras não
são minhas, são palavras do Pai”. Ele acrescentou ainda mais: “Não falo nada de
minha própria iniciativa, pois eu só falo a “palavra” do Pai”.

Daí,
passamos a perceber que o Pai é a fonte da “informação”, ou seja, que o Pai é a
fonte da “palavra”.

Em face
disto, passamos a perceber que a cura é um processo individual, pois ninguém
pode se arrepender por mim.

A cura
acompanha o livre-arbítrio do ímpio.

Para o
iníquo mudar de caminho, ele precisa ser convencido a mudar de caminho. Depois
de convencido do erro do caminho que seguia, o ímpio buscará aprender o novo
caminho.

Durante
todo este processo, o livre-arbítrio do ímpio não deverá ser desrespeitado.

A
iniciativa de mudar de caminho tem de ser do ímpio. O ímpio não deve ser
coagido a mudar de caminho.

Aquele que
estava sendo ensinado pelo Pai, deixou-se ensinar pelas nações ao redor. Ao ser
ensinado pelas nações ao redor, foi punido tanto ele quanto as nações ao redor.

O que
ocorreu depois da punição?? O que o Pai disse que aconteceria??

(Jeremias
12:14-17) 14 Assim disse Jeová contra todos os meus maus vizinhos
que tocam na propriedade hereditária que fiz que meu povo, sim, Israel,
possuísse: “Eis que os desarraígo do seu solo; e
desarraigarei a casa de Judá do meio deles. 15 E terá de
acontecer que, depois de eu os desarraigar, hei de ter de novo misericórdia com
eles e vou trazê-los de volta, cada um à sua propriedade hereditária e cada um
à sua terra.” 16 “
E terá de acontecer que, se sem falta aprenderem os caminhos do meu
povo, jurando pelo meu nome: ‘Por Jeová que vive!’ assim como ensinaram ao meu
povo a jurar por Baal, serão também edificados no meio do meu povo.
17
Mas, se não obedecerem, então vou desarraigar essa nação,
desarraigando-a e destruindo-a”, é a pronunciação de Jeová.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 12:14-17) 14 Assim diz Jeová acerca de todos os
meus maus vizinhos, que tocam a herança que fiz herdar o meu povo de Israel:
Eis que os arrancarei a eles da sua terra, e arrancarei a casa de Judá do meio
deles. 15 Depois de os ter eu arrancado, tornarei e me compadecerei
deles; fá-los-ei voltar cada um para a sua herança, e cada um para a sua terra.
16
Se aprenderem diligentemente os caminhos do meu povo, jurando pelo
meu nome: Pela vida de Jeová; assim como ensinaram o meu povo a jurar por Baal;
serão edificados no meio do meu povo.
17 Porém se não ouvirem,
arrancarei essa nação, arrancando-a e destruindo-a, diz Jeová.

Vou trazer
de volta os professores e os alunos.

Meu povo,
aquele que deveria ensinar os demais a não jurarem por Baal, terão agora a nova
oportunidade de serem ensinados pelo meu povo a jurarem pelo Meu nome.

Havia
algum ressentimento da parte do Pai para com um ou para com outro??

Não, não
havia.

O Pai
afirmou: Assim como eu trouxe punição para um, também trouxe para o outro, e
assim como Eu vou trazer reabilitação para um, também trarei reabilitação para
o outro.

De quem é
a MAIOR VERGONHA??

Seria do
Pai IHVH??

Claro que
não.

A vergonha
é do povo escolhido e ensinado, pois foram eles que abandonaram o ensino do Pai
IHVH para serem ensinados pelas nações.

E agora deviam
buscar as nações para ensiná-las a fazer o que elas não haviam feito, isto é,
serem aprendizes do Pai IHVH.

Percebemos
o ponto em questão??

Foram
perdoados para poderem se envergonhar e se arrependerem dos seus erros e ainda
por cima ensinarem outros a obedecerem aos mandamentos do Pai IHVH.

Tinham de
mudar de opinião e tentar convencer os seus antigos professores a mudarem de
comportamento.

Arrependimento, não se trata de um processo mágico
e nem instantâneo.

Repetindo
as palavras de Jesus já destacadas acima, temos:

(Mateus 13:13-15) 13 É por isso que lhes falo
usando ilustrações, porque olhando, olham em vão, e ouvindo, ouvem em vão, nem
entendem; 14 e é neles que tem cumprimento a profecia de
Isaías, que diz: ‘Ouvindo ouvireis, mas de modo algum entendereis; e olhando
olhareis, mas de modo algum vereis. 15 Pois o coração deste povo
tem ficado embotado e seus ouvidos têm ouvido sem reação, e eles têm fechado os
olhos; para que nunca vissem com os olhos, nem ouvissem com os ouvidos, nem
entendessem com os corações e se voltassem, e eu os
sarasse.’

O
arrependimento é uma das últimas partes do processo da cura.

Arrependimento
é um sentimento.

O que é
necessário haver antes da pessoa ter este sentimento??

Jesus
revelou a sequência que antecede o arrependimento: Ouvir e entender.

Para mudar
de opinião, a pessoa precisa ouvir e entender as novas informações.

Vamos ver
o que Jeová espera ouvir de um filho “punido” por sua rebeldia.

(Oséias 14:8) 8 “Efraim [dirá]: ‘Que é que eu tenho ainda com os ídolos?’ “Eu mesmo certamente darei
resposta e continuarei a reparar nele. Sou semelhante a um frondoso junípero. Em mim se tem de achar fruto para vós.”

 

Que mais
espera Jeová ouvir do filho punido, isto é, o filho já castigado??

(Jeremias 31:18-19) 18 “Ouvi positivamente Efraim lastimar-se: ‘Corrigiste-me, para que eu
ficasse corrigido, como o bezerro que não foi treinado. Faze-me voltar e eu
voltarei prontamente, porque tu és Jeová, meu Deus. 19 Pois,
após a minha volta senti lástima;
e depois que se me fez saber bati na coxa. Fiquei
envergonhado e senti-me também humilhado,
porque eu
levara o vitupério da minha mocidade.’”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 31:18-19) 18 Na verdade ouvi a Efraim queixando-se e dizendo:
Castigaste-me, e sofri o castigo como novilho ainda não domado. Converte-me, e
serei convertido; pois tu és Jeová, meu Deus. 19
Certamente
depois que me converti, arrependi-me;
depois que fui instruído, bati na coxa. Fiquei envergonhado e confundido, porque suportei o opróbrio da minha mocidade.

 

No caso de
Efraim (Samaria), ele precisou receber uma punição. Somente depois da
punição é que Efraim admitiu o seu erro e bateu na coxa, lamentando seu
procedimento até então. Afinal, por que não percebi isto antes??

No
entanto, Efraim poderia ter revelado tal arrependimento antes de receber a
punição, não poderia??

Não só
poderia, como é isto o que o Pai espera, pois o Pai não deseja chegar ao ponto
de aplicar uma punição no filho para que ele se arrependa.

O Pai fala
insistentemente com o filho antes de decidir lhe dar uma punição, mesmo uma
punição de morte.

As
palavras do Pai para Efraim (Samaria) foram estas:

(Jeremias 31:20) 20 “É Efraim para mim um filho precioso ou um menino tratado com mimo? Pois, ao ponto
de eu falar contra ele, sem falta me lembrarei dele ainda mais.
Por isso é que as minhas entranhas ficaram turbulentas por ele.
Decididamente terei piedade dele”, é a pronunciação de Jeová.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 31:20) 20 Acaso é Efraim meu querido filho? é ele criança em quem me deleito?
pois
quantas vezes falo contra ele, tantas vezes me lembro dele ternamente.
Comovem-se as minhas entranhas por ele; certamente me
compadecerei dele, diz Jeová.

Sim, o Pai
havia falado inúmeras vezes, objetivando que Efraim mudasse suas ações.

Neste
caso, ficou bem configurado que Efraim ouviu, não entendeu e persistiu no seu
erro. Efraim necessitou de uma punição.

Depois da
punição aconteceu o entendimento, e depois, o arrependimento.

No
entanto, se Efraim tivesse ouvido e entendido, ele não precisaria receber uma
punição.

Em outra
ocasião, assim falou Jeová para o seu filho Judá: Você precisará de uma
punição. Somente depois da punição é que compreenderás.

(Jeremias 30:23-24) 23 Eis que saiu de Jeová um
vendaval, o próprio furor, uma tormenta impetuosa. Rodopiará sobre a cabeça dos
iníquos. 24 A ira ardente de Jeová não recuará até que ele
tenha executado e até que tenha realizado as idéias
de seu coração.
Na parte final dos dias vós lhe dareis a vossa consideração.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 30:23-24) 23 Eis que a tempestade de Jeová, seu furor, já saiu, sim uma
tempestade varredeira; descarregar-se-á sobre a cabeça dos iníquos. 24
Não retrocederá o ardor da ira de Jeová, até que ele tenha executado, e até que
tenha cumprido os desígnios do seu coração.
Nos últimos dias entendereis isso.

 

Ratificando
Suas palavras, assim disse Jeová:

(Jeremias 23:19-20) 19 Eis que certamente sairá o
vendaval de Jeová, o próprio furor, sim, uma tormenta rodopiante. Rodopiará
sobre a cabeça dos iníquos. 20 A ira de Jeová não recuará até
que ele tenha executado e até que tenha realizado as idéias
de seu coração.
Na parte final dos dias dareis a isso vossa consideração com compreensão.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 23:19-20) 19 Eis que a tempestade de Jeová, seu furor, já saiu, uma
tempestade remoinhosa; descarregar-se-á sobre a cabeça dos iníquos. 20 A
ira de Jeová não retrocederá, até que tenha ele executado, e até que tenha
cumprido os desígnios do seu coração;
nos últimos dias entendereis isso
perfeitamente.

 

O arrependimento está diretamente ligado com a
vergonha e a humilhação.

Assim
falou Jeová para seu filho Judá (Jerusalém):

(Ezequiel 16:61-63) 61 E certamente te lembrarás
dos teus caminhos
e te sentirás humilhada ao
acolheres as tuas irmãs, as mais velhas do que tu bem como as mais moças do que
tu, e eu hei de dá-las a ti por filhas, mas não devido ao teu pacto.’ 62
“‘E eu, eu mesmo, vou estabelecer
contigo o meu pacto; e terás de saber que eu sou Jeová, 63
para te
lembrares e realmente te envergonhares
, e para que não mais venhas a ter
razão para abrir a boca
por causa da tua humilhação, quando eu fizer expiação por ti,
por tudo o que fizeste’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 16:61-63) 61 Então te lembrarás dos teus caminhos, e ficarás
envergonhada
, quando receberes as tuas irmãs, as
irmãs mais velhas e bem assim as irmãs mais moças; e tas
darei por filhas, porém não pela tua aliança. 62 Eu estabelecerei a
minha aliança contigo e saberás que eu sou Jeová, 63
para que te
lembres, e fiques confundida
, e não abras mais a
tua boca
por causa da tua vergonha; quando eu
te houver perdoado tudo o que fizeste, diz o Senhor Jeová.

 

O
arrependimento se concretiza quando a pessoa dá meia volta, ou seja, passa a
andar em sentido contrário ao que estava indo até então. O arrependimento é
provado através de atos. O arrependimento também produz frutos segundo a sua
espécie.

Quando a
pessoa toma a decisão de andar no sentido contrário ao que estava andando até aquele
momento, ela revela que mudou de opinião. Só muda de opinião aquele que ouve
algo relacionado a uma questão e passa a entender de forma diferente aquela
questão, passando a mudar sua direção, e isto de forma convicta em face do novo
entendimento.

Se tal
pessoa ouviu a palavra falada por Jesus, entendeu a palavra, mudou de opinião,
se arrependeu de suas ações anteriores e deu meia volta (passou a andar
conscientemente no sentido oposto), esta pessoa revela ter encontrado a cura
para um determinado pecado que ela estava praticando até então.

O
arrependimento revela ser um marco. Sendo um sentimento, o arrependimento (uma
coisa invisível) revela ser a prova de que a pessoa ouviu e entendeu plenamente
(em toda a sua profundidade) a palavra falada por Jesus, palavra esta que é uma
repetição da palavra saída da boca do Pai.

Segundo as
palavras do Pai, que reação teriam os Seus rebeldes filhos ensinados??

(Ezequiel 20:42-44) 42 “‘E tereis de saber que eu sou Jeová, quando eu vos fizer chegar ao
solo de Israel, à terra a respeito da qual levantei a minha mão [em juramento]
de dá-la aos vossos antepassados. 43 E certamente vos
lembrareis ali dos vossos caminhos e de todas as vossas ações com que vos
aviltastes,
e tereis realmente aversão às vossas próprias faces por causa de
todas as vossas coisas más que fizestes.
44 E tereis
de saber que eu sou Jeová, quando eu tomar ação contra vós por causa do meu
nome, não segundo os vossos caminhos maus ou as vossas ações corruptas, ó casa
de Israel’, é a pronunciação do Soberano Senhor Jeová.”

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 20:42-44) 42 Sabereis que eu sou Jeová, quando eu vos introduzir na terra
de Israel, no país a respeito do qual levantei a minha mão, jurando que o daria
a vossos pais. 43 Ali vos lembrareis dos vossos caminhos e de todos os
vossos feitos, pelos quais vos tendes contaminado a vós mesmos;
e tereis nojo em
vós por causa de todas as vossas maldades que tendes cometido.
44 Sabereis que eu sou Jeová, quando o tiver feito
por amor do meu nome, e não conforme os vossos maus caminhos, nem conforme os
vossos feitos corruptos, ó casa de Israel, diz o Senhor Jeová.

Não vou
tratá-los segundo o que vós mereceis. Quando eu vos trouxer de volta ao solo de
Israel, vos lembrareis de todos as vossas maldades que tendes cometido e tereis
nojo de vós mesmos.

Se
lembrariam de suas maldades praticadas contra outras pessoas e sentiriam nojo
de si próprios. Isto só seria possível porque Jeová não os tratava segundo suas
más ações, isto é, não se tratava de um relacionamento meritório, conforme
imaginava a casa de Israel.

Segundo a
casa de Israel, o bom recebia amizade e benefícios da parte de Deus, e o mau
recebia inimizade e maldições da parte de Deus.

A vergonha
seria tanta que eles desejariam esconder suas próprias faces.

Junto com
a vergonha viria o arrependimento.

Por que
estes homens não se envergonhavam antes da punição??

(Jeremias 8:11-12) 11 E tentam sarar
superficialmente o quebrantamento da filha do meu povo, dizendo: “Há paz! Há
paz!” quando não há paz. 12 Acaso sentiram vergonha por terem
feito o que era detestável?
Em primeiro lugar, eles positivamente não podiam
sentir-se envergonhados; em segundo lugar, não sabem nem mesmo como sentir-se
humilhados.
“‘Por isso cairão entre os
que estão caindo. Tropeçarão no tempo de se fixar a atenção neles’, disse
Jeová.

 

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Jeremias 8:11-12) 11 E curam a ferida da filha de meu povo levianamente,
dizendo: Paz, paz; quando não há paz.
12
Porventura
se envergonham de terem cometido abominação? Não; de maneira alguma se
envergonham, nem sabem que coisa é envergonhar-se.
Portanto cairão entre os que caem; e no tempo em que eu os
visitar, serão derribados, diz o Senhor.

Para que
alguém se sinta envergonhado, ele precisa admitir para si mesmo que foi
apanhado cometendo um erro. Mas, o que ocorre se ele defende como “certo e
verdadeiro” aquilo que ele está fazendo?? Conseguirá ele se envergonhar?? De
forma alguma.

O que
ocorre quando este humano está praticando as coisas abomináveis buscando
agradar a Jeová??

Neste
caso, ele necessita ser convencido de que aquilo que ele considera certo é um
pecado diante de Deus.

Depois de
tal convencimento, certamente ele se envergonhará e desejará esconder sua face
sob a terra.

Minha
carne e meu sangue.

Será que o
sangue de Jesus tinha de ser derramado na base do altar para que houvesse
perdão de pecados?? O perdão de pecados estaria dependente do derramamento
do sangue de Jesus?? Se o sangue de Jesus não fosse derramado inexistiria
perdão dos pecados??

O que
falou Jesus sobre sua carne e seu sangue??

(João 6:48-58) 48 “Eu sou o pão da vida. 49 Vossos antepassados
comeram o maná no ermo, e, não obstante, morreram. 50 Este é
o pão que desce do céu, para que qualquer um possa comer dele e não morrer. 51
Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão,
viverá para sempre; e, de fato, o pão que eu hei de dar é a minha carne a favor
da vida do mundo.” 52 Portanto, os judeus começaram a
contender entre si, dizendo: “Como pode este homem dar-nos sua carne para
comer?” 53 Concordemente, Jesus
disse-lhes: “Digo-vos em toda a verdade:
A menos que comais
a carne do Filho do homem e bebais o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos.
54 Quem se alimenta de minha
carne e bebe meu sangue tem vida eterna, e eu o hei de ressuscitar no último
dia; 55 pois a minha carne é verdadeiro alimento, e o meu
sangue é verdadeira bebida. 56
Quem se
alimenta de minha carne e bebe meu sangue permanece em união comigo e eu em
união com ele. 57 Assim como o Pai vivente me enviou e eu
vivo por causa do Pai, também aquele que se alimenta de mim, sim, esse viverá
por causa de mim.
58 Este é o
pão que desceu do céu. Não é como quando os vossos antepassados comeram, e, não
obstante, morreram. Quem se alimentar deste pão viverá para sempre.”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 6:48-58) 48 Eu sou o pão da vida. 49 Vossos pais comeram o maná
no deserto e morreram. 50 Este é o pão que desce do céu, para que o
homem coma dele, e não morra. 51 Eu sou o pão vivo que desci do céu; se
alguém comer deste pão, viverá eternamente; e o pão que eu darei pela vida do
mundo, é a minha carne. 52 Disputavam, pois, os judeus entre si, dizendo:
Como pode este homem dar-nos a comer a sua carne? 53 Respondeu-lhes
Jesus: Em verdade, em verdade vos digo:
Se não comerdes a
carne do Filho do homem e não beberdes o seu sangue, não tendes a vida em vós.
54 Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a
vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. 55 Pois a minha carne é
verdadeira comida, e o meu sangue verdadeira bebida. 56
Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, permanece em mim e eu
nele. 57
Assim como o
Pai que vive, me enviou, e eu também vivo pelo Pai; assim quem de mim se
alimenta, também viverá por mim.
58 Este
é o pão que desceu do céu. Não é como o pão de vossos pais que comeram e
morreram: quem come este pão, viverá eternamente.

Jesus não
exaltou o sangue acima da carne, ou será que exaltou??

Jesus
colocou a carne e o sangue no mesmo grau de importância e plenamente
vinculados.

Comer a
carne e beber o sangue faria com que a pessoa tivesse vida em si mesmo.

Quem se alimenta de minha carne e
bebe meu sangue tem vida eterna, e eu o hei de ressuscitar no último dia; 55
pois a minha carne é verdadeiro alimento, e o meu sangue é verdadeira
bebida.

Quem come a minha carne e bebe o
meu sangue, tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia. 55
Pois a minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue
verdadeira
bebida.

Minha
carne é verdadeira comida e o meu sangue a verdadeira bebida.

Outra
afirmação de Jesus:

Quem se alimenta
de minha carne e bebe meu sangue permanece em união comigo e eu em união com
ele.

Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, permanece em mim e eu
nele.

Qual o
resultado de se comer a carne e beber o sangue de Jesus??

Tal pessoa
permanece em mim e eu permaneço nele. Passará a haver unidade entre mim e a
pessoa que comer a minha carne e beber o meu sangue.

Jesus
passou a explicar como isto se daria:

Assim como o Pai
vivente me enviou e eu vivo por causa do Pai, também aquele que se alimenta de
mim, sim, esse viverá por causa de mim.

Assim como o Pai que vive, me enviou, e eu também vivo pelo Pai;
assim quem de mim se alimenta, também viverá por mim.

Assim
como, assim também.

O Pai era
a fonte de alimentação para o Filho Jesus.

Jesus
passou a usar a sua relação com o Pai como comparativo do que seria sua relação
com os humanos que se alimentassem dele.

Da mesma
forma que…

Eu vivo
por causa do Pai, da mesma forma, aquele que se alimenta de mim, também viverá
por causa de mim.

Jesus se
alimentava do seu Pai. Jesus buscava o Pai como fonte de alimentação.

Ficou mais
fácil de entender.

Da mesma
forma como Jesus se alimentava do Pai, os humanos deviam se alimentar de Jesus.
Se alimentar de Jesus resultaria em estar em unidade com Jesus.

Embora
Jesus se alimentasse do Pai, o Pai continuava vivo. De forma idêntica, embora
os humanos se alimentassem de Jesus, ele também continuaria vivendo.

Se
alimentar de Jesus resultaria em viver eternamente.

Concluindo
o raciocínio, Jesus se compara a um pão. Ele afirma: “Eu sou o pão que desceu
do céu. Quem se alimentar deste pão, viverá para sempre”.

Jesus não
era fisicamente um pão a ser repartido entre humanos.

Este é o pão que desceu do céu. Não é como quando os vossos
antepassados comeram, e, não obstante, morreram. Quem se alimentar deste pão
viverá para sempre.”

Este é o pão que desceu do céu.
Não é como o pão de vossos pais que comeram e morreram: quem come este pão,
viverá eternamente.

Depois
Jesus acrescentou: “O pão que eu darei a favor do mundo é a minha carne”.

o pão que eu hei de dar é a
minha carne a favor da vida do mundo.

e o pão que eu darei pela vida do
mundo, é a minha carne.

O alimento
que darei em favor do mundo é a minha carne.

Vamos
entender isso de forma mais clara..

Qual era o
alimento de Jesus??

(João 4:31-34) 31 Entrementes,
os discípulos instavam com ele, dizendo: “Rabi, come.” 32 Mas
ele lhes disse: “Tenho alimento para comer de que vós não sabeis.” 33 Os
discípulos começaram assim a dizer uns aos outros: “Será que alguém lhe trouxe
algo para comer?” 34 Jesus disse-lhes: “
Meu alimento é eu fazer a vontade daquele que me enviou e terminar
a sua obra.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 4:31-34) 31 Entretanto os
discípulos lhe rogavam, dizendo: Mestre, come. 32 Mas ele lhes
respondeu: Eu para comer tenho um manjar que vós não conheceis. 33 Os
discípulos, pois, diziam uns aos outros: Porventura alguém lhe trouxe de comer?
34 Disse-lhes Jesus:
A minha comida é fazer eu a
vontade daquele que me enviou, e completar a sua obra.

Que mais
falou Jesus sobre alimento??

(João 6:25-27) 25 Assim,
quando o acharam do outro lado do mar, disseram-lhe: “Rabi, quando chegaste
para cá?” 26 Jesus respondeu-lhes e disse: “Digo-vos em toda
a verdade: Vós me procurais, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos
pães e ficastes satisfeitos. 27
Trabalhai, não pelo alimento que perece, mas pelo alimento que
permanece para a vida eterna, que o Filho do homem vos dará;
pois neste o Pai, sim, Deus, tem posto o seu selo [de aprovação].”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 6:25-27) 25 Depois de o terem achado no outro lado do mar,
perguntaram-lhe: Mestre, quando chegaste aqui? 26 Respondeu-lhes Jesus:
Em verdade, em verdade vos digo: Vós me procurais, não porque vistes milagres,
mas porque comestes dos pães e vos fartastes. 27
Trabalhai não pela comida que perece, mas pela comida que permanece
para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará;
porque sobre ele imprimiu o seu selo o Pai, que é Deus.

Buscai
a comida que permanece para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará.

Nesta ocasião,
os humanos estavam buscando comida.

Em outra
ocasião a busca era por água.

O que
Jesus falou nesta ocasião??

(João 4:10-15) 10 Em
resposta,
Jesus disse-lhe: “Se tivesses sabido da dádiva gratuita de Deus e
quem é que te diz: ‘Dá-me de beber’, tu lhe terias pedido e ele te teria dado
água viva.
” 11 Ela lhe
disse: “Senhor, não tens nem mesmo um balde para tirar água, e o poço é
profundo. Donde tens então esta água viva? 12 Será que és
maior do que o nosso antepassado Jacó, que nos deu o poço e que bebeu dele
junto com os seus filhos e seu gado?” 13 Em resposta,
Jesus
disse-lhe: “Todo aquele que beber desta água ficará novamente com sede. 14
Quem beber da água que eu lhe der, nunca mais ficará com sede, mas a
água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água que borbulha para dar
vida eterna.
” 15 A mulher
disse-lhe: “Senhor, dá-me desta água, para que eu não tenha sede nem venha mais
para este lugar a fim de tirar água.”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João 4:10-15) 10 Respondeu-lhe Jesus: Se tivesses conhecido o dom de Deus, e quem é o
que te diz: Dá-me de beber, tu lhe terias pedido, e ele te haveria dado água
viva.
11 Ela lhe respondeu: Senhor, não
tens com que a tirar, e o poço é fundo; donde, pois, tens essa água viva? 12
És tu, porventura, maior que nosso pai Jacó, que nos
deu este poço, do qual ele bebeu, e seus filhos e os seus gados? 13
Replicou-lhe Jesus: Todo o que bebe desta água, tornará a ter sede; 14 mas quem beber da água que eu lhe der, nunca mais terá sede; pelo
contrário a água que eu lhe der, virá a ser nele uma fonte de água que mana
para a vida eterna.
15 Disse-lhe a
mulher: Senhor, dá-me dessa água, para que eu não tenha mais sede, nem venha
aqui tirá-la.

Coisas
essenciais para a continuidade da vida: Comida e bebida.

Jesus
falou para o tentador:

(Mateus 4:2-4) 2 Depois
de ter jejuado por quarenta dias e quarenta noites, ele teve fome. 3 Veio
também o Tentador e disse-lhe: “Se tu és filho de Deus, dize a estas pedras que
se transformem em pães.” 4 Mas ele disse em resposta: “Está
escrito: ‘
O homem tem de viver, não somente de pão, mas de cada pronunciação
procedente da boca de Jeová.’”

 

Assim verte
a Tradução Brasileira:

(Mateus 4:2-4) 2 Depois de jejuar quarenta dias e quarenta noites, teve fome.
3 Chegando o tentador, disse-lhe: Se és Filho de Deus, manda que estas
pedras se tornem em pães. 4 Mas Jesus respondeu: Está escrito:
Não só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca
de Deus.

Jesus
deixou bem claro que a continuidade da vida do humano está diretamente
relacionado e dependente
do alimento que sai da boca do Pai.

Qual é o
alimento que sai da boca do Pai??

A palavra.
A informação.

Percebemos
claramente que Jesus tinha palavras (informações) a transmitir e o exemplo a
dar em obedecer a estas mesmas palavras. A teoria e a prática estavam sendo fornecidos
por Jesus diante daqueles humanos, em especial, dos doze escolhidos, chamados
por ele de apóstolos.

Neste
caso, voltamos ao mesmo ponto e perguntamos: O que tinha Jesus de mais
importante a dar para o humano??

O
alimento.

Que
alimento??

Toda palavra
que sai da boca de Deus.

Repetindo
a afirmação de Jesus, temos:

(João 8:51) 51 Digo-vos em toda a verdade: Se alguém observar a minha palavra, nunca jamais verá a morte.”

Não há
dúvida.

Tudo gira em
torno da palavra. Tudo gira em torno da informação saída da boca de Jesus, que
é uma repetição da palavra saída da boca de Jeová.

Não é o
que sai da boca de qualquer outro humano, quer anterior, quer posterior a
Jesus, pois Jesus é a chave que define o que é realmente a palavra que sai da
boca do Pai.

(Jeremias 23:29) 29 “Não é a minha palavra correspondentemente como um fogo”, é a
pronunciação de Jeová, “e como o malho que despedaça o rochedo?”

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 23:29) 29 Acaso não é a minha palavra como fogo? diz Jeová; e como um
martelo que faz as pedras em pedaços?

O que fazer para conseguir vida eterna??

 

Que resposta deu Jesus àqueles que lhe interrogaram??

 

(Lucas 10:25-28) 25 Então,
eis que se levantou certo homem versado na Lei, para prová-lo, e disse: “
Instrutor, por fazer o que hei de herdar a vida eterna?” 26 Ele lhe disse: “O que está
escrito na Lei? Como é que lês?” 27 Em resposta, disse:
“‘Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma,
e de toda a tua força, e de toda a tua mente’, e, ‘o teu próximo como a ti
mesmo’.” 28 Ele lhe disse: “Respondeste corretamente;
‘persiste em fazer isso e obterás a vida’.”

 

Assim verte a Tradução Brasileira:

 

(Lucas
10:25-28) 25
Levantando-se um doutor da lei,
experimentou-o, dizendo:
Mestre, que farei para herdar a vida eterna? 26 Respondeu-lhe Jesus: Que é o que está escrito na
Lei? como lês tu? 27 Respondeu ele: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o
teu coração, de toda a tua alma, de toda a tua força e de todo o teu
entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo. 28 Replicou-lhe Jesus:
Respondeste bem; faze isso, e viverás.

 

Neste caso de que dois mandamentos
falava
Jesus??

 

“Amar a Deus de todo coração…. e amar ao próximo como a
ti mesmo.”

 

Faze isto e viverás??

 

Do que dependia a continuidade da vida daquele homem??

 

Amar ao próximo e amar a Deus.

 

Se o homem amar da forma como Jesus amou, este homem terá
vida eterna.

 

Percebemos que
a cura para pecado está em dois mandamentos dados por Jeová para Moisés.

 

Jesus
não exaltou seu sangue sobre sua carne.

Agora,
temos plena certeza que não é o literal derramado sangue de Jesus que salva o
humano do pecado. Sabemos agora que é a palavra saída da boca de Jesus que
conduz o humano para uma vida sem pecado, ou seja, uma vida eterna.

Que mais
falou Jesus sobre seu sangue??

Esta cena
está assim descrita segundo Lucas:

(Lucas 22:19-20) 19 Tomou
também um pão, deu graças, partiu-o e deu-lho,
dizendo: “Isto significa meu corpo que há de ser dado em vosso benefício.
Persisti em fazer isso em memória de mim.” 20 Do mesmo modo
também o copo, depois de terem [tomado] a refeição noturna, dizendo: “Este copo
significa o novo pacto em virtude do meu sangue, que há de ser derramado em
vosso benefício.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Lucas 22:19-20) 19 Tomando o pão e tendo dado graças, partiu-o e deu aos
discípulos, dizendo: Este é o meu corpo que é dado por vós; fazei isto em
memória de mim. 20 Depois da ceia tomou do mesmo modo o cálice, dizendo:
Este cálice é a nova aliança em meu sangue, que é derramado por vós.

A mesma
cena repassada por Marcos:

(Marcos 14:22-24) 22 E,
enquanto continuavam a comer, tomou um pão, proferiu uma bênção, partiu-o e o
deu a eles, e disse: “Tomai-o, isto significa meu corpo.” 23 E,
tomando um copo, rendeu graças e o deu a eles, e todos beberam dele. 24
E disse-lhes: “Isto significa meu ‘sangue do pacto’, que há de ser
derramado em benefício de muitos.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Marcos 14:22-24) 22 Estando eles comendo, tomou Jesus o pão e, tendo dado
graças, partiu-o e deu-lhes, dizendo: Tomai; este é o meu corpo. 23
Tomando o cálice, rendeu graças, e deu-lho; e todos
beberam dele. 24 Disse-lhes: Este é o meu sangue, o sangue da aliança,
que é derramado por muitos.

A mesma
cena passada por Mateus:

(Mateus 26:26-28) 26 Ao
continuarem a comer, Jesus tomou um pão, e, depois de proferir uma bênção, partiu-o,
e, dando-o aos discípulos, disse: “Tomai, comei. Isto significa meu corpo.” 27
Tomou também um copo, e, tendo dado graças, deu-lho,
dizendo: “Bebei dele, todos vós; 28 pois
isto significa meu ‘sangue do pacto’, que há de ser derramado em benefício de
muitos, para o perdão de pecados…

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 26:6-28) 26 Estando eles comendo, tomou Jesus o pão e, tendo dado
graças, partiu-o e deu aos discípulos, dizendo: Tomai e comei; este é o meu
corpo. 27 Tomando o cálice, rendeu graças e deu-lho,
dizendo: Bebei dele todos; 28 porque este é o meu sangue, o sangue da
aliança, que é derramado por muitos para remissão de pecados.

Percebemos
diferenças significativas na mesma cena. As diferenças estão nas palavras
faladas por Jesus.

Em
comparação com as palavras faladas por Jesus segundo registrada por João, as
palavras atribuídas ao sangue passam a ter atribuições diferentes daquela dada
anteriormente por Jesus.

No
evangelho segundo Mateus aparece a referência “para o perdão de pecados”.

Que
benefício teria o humano em Jesus derramar o seu sangue??

Jesus
estava mostrando de forma prática até onde deveria ir o amor praticado por eles
uns pelos outros.

Jesus
estava mostrando o caminho prático a ser seguido.

Tratava-se
de uma coisa inédita para aquela geração. Aquela geração precisava ver esta
forma de amar sendo praticada bem diante de seus olhos.

Este sim
era o grande benefício.

O perdoar
pecados nada tinha a ver com o sangue derramado de Jesus.

Desta
forma, o Cordeiro de Deus tira o pecado do mundo através de suas informações ao
pecador, para que o pecador deixe de praticar o pecado, e desta forma, não
haver mais necessidade de ser perdoado, e não através do sangue do Cordeiro ser
derramado na terra para o pecador receber o perdão do seu pecado.

Muitos
passaram a usar esta referência encontrada no evangelho de Mateus para definir
que o sangue de Jesus tinha de ser derramado para que houvesse perdão para os
pecados dos humanos. Desta forma, o perdão para os humanos passava a estar
condicionado ao sangue de Jesus ser derramado.

Bem, este
ensino vai de encontro a tudo o que já observamos até agora.

De
acordo com este ensino, o perdão deixa de ser algo dado por Deus de forma
incondicional ao ser humano, em face da misericórdia de deus.

Será que é
isto mesmo?? Em que palavras acredita você??

A
vida eterna é um prêmio ou recompensa a ser recebida pelo humano??

Seria a
vida eterna um prêmio que o humano receberia do Pai Jeová??

Será que
Jeová daria ao humano o direito de viver para sempre??

Será que o
humano provaria que merece receber a recompensa de poder viver para sempre??

Muitos
querem dizer: “Ufa, finalmente a vida eterna”.

Neste
caso, o que isto representaria??

Representaria
que aquela pessoa passou de uma condição para outra. Tal pessoa passou da
condição atual sujeita a morte a qualquer momento, para uma situação de
garantia de vida. Isto representaria que tal pessoa possui uma garantia de
vida.

Parece que
é exatamente isto o que o humano deseja, isto é, uma garantia de que não vai
morrer.

O homem
diria: “Agora sim, agora eu tenho vida para muitos anos. Agora é hora da minha
alma descansar e aproveitar a vida”.

Será que
Jeová prometeu uma garantia de vida??

O que Ele
informou para Ezequiel??

(Ezequiel 18:24-26) 24 “‘Ora, quando o justo recuar da sua justiça e realmente fizer injustiça;
se estiver fazendo segundo todas as coisas detestáveis que o iníquo tem feito e
estiver vivendo, não será lembrado nenhum dos seus atos justos que praticou.
Por sua infidelidade que praticou e por seu pecado com que pecou,
por estes é que morrerá. 25
“‘E
certamente direis: “O caminho de Jeová não é acertado.” Ouvi, por favor, ó casa
de Israel. Não é acertado o meu próprio caminho? Não são os vossos caminhos que
não são acertados? 26
“‘Quando o
justo recuar de sua justiça e realmente fizer injustiça e morrer por causa de
tais [atos], morrerá pela sua injustiça que fez.

 

Assim reza
a Tradução Brasileira:

(Ezequiel 18:24-26) 24 Mas quando o justo se desviar da sua justiça, e cometer iniqüidade, e fizer conforme todas as abominações que faz o
ímpio, acaso viverá ele? Não será lembrado nenhum dos seus atos de justiça que
praticou;
na sua transgressão com que
transgrediu, e no seu pecado com que pecou, neles morrerá. 25 Contudo
dizeis: O caminho do Senhor não é igual. Ouvi, pois, ó casa de Israel: Acaso
não é igual o meu caminho? não são desiguais os vossos caminhos? 26
Quando o justo se desviar da sua justiça, e cometer a iniqüidade,
e nela morrer; na sua iniqüidade que cometeu morrerá.

De que dependia
a continuidade da vida??

Da pessoa
alcançar e continuar mantendo a condição de justo. Justo é aquele que obedece a
todos os mandamentos de Jeová. Justo é aquele que consegue ser igual a Jesus.

No
entanto, que garantia existe de que a pessoa se manterá justa?? Ser justo não é
obedecer aos mandamentos?? Ora, e se as circunstâncias mudarem??

Será que
desaparecerão as circunstâncias negativas??

Ora, o
justo deverá provar que é justo perdoando continuamente o iníquo, não é
verdade??

O justo
deverá provar que é justo amando continuamente aquele que o tem como inimigo e
que o trata como inimigo, não é verdade??

Justo é
aquele que não comete nenhuma iniquidade, pois quem comete iniquidade é o
iníquo.

No
entanto, o que falou o Pai??

Não falou
o Pai que o justo poderia cometer uma iniquidade??

As
circunstâncias poderiam forçar o justo a cometer uma iniquidade, não é
verdade??

Será que a
pedra de tropeço para o justo é a existência do iníquo??

Será que é
necessário que desapareça o iníquo para que o justo se deleite na abundância de
paz??

Não é
exatamente isto o que desejavam os humanos??

(Salmos 37:9-11)  9 Pois
os próprios malfeitores serão decepados, Mas os que esperam em Jeová são os que
possuirão a terra. 10 E
apenas mais um pouco, e o iníquo não mais existirá; E estarás certamente atento
ao seu lugar, e ele não existirá. 11 Mas
os próprios mansos possuirão a terra E deveras se deleitarão na abundância de
paz.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Salmos 37:9-11) 9 Pois serão
exterminados os malfeitores, Mas os que esperam por
Jeová, esses herdarão a terra. 10
Ainda um pouco de
tempo, e não existirá o iníquo; Poderás observar
diligentemente o seu lugar, ele já não é. 11
Mas os mansos herdarão a terra, E se deleitarão na abundância de
paz.

Não é isto
o que continuam desejando os humanos, que se rotulam de justos??

Como um
homem justo, foram estes os sentimentos de Jesus em relação aos iníquos?? Será
que Jesus desejava que os iníquos desaparecessem para que ele pudesse se
deleitar na abundância de paz??

O desejo
de extermínio para os iníquos é bem grande nos servos de Jeová durante todos os
milênios.

Apenas
este desejo já não é pecado??

Só o fato
de considerar tais pessoas como vasos próprios para a destruição, já não
constitui uma iniquidade para o Pai Jeová??

Neste
caso, estes humanos desejam amar apenas àqueles que já lhes amam. Ora, isto
qualquer um consegue fazer.

O que
Jesus informou ao humano??

(Mateus 5:43-48) 43 “Ouvistes que se disse: ‘Tens de amar o teu próximo e odiar o teu
inimigo.’ 44 No entanto, eu vos digo:
Continuai a amar os vossos inimigos e a orar pelos que vos
perseguem; 45 para que mostreis ser filhos de vosso Pai, que
está nos céus
, visto que ele faz o seu sol levantar-se sobre iníquos e sobre
bons, e faz chover sobre justos e sobre injustos. 46
Pois, se amardes aos que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem
também a mesma coisa os cobradores de impostos?

47 E, se cumprimentardes somente os vossos irmãos, que fazeis de
extraordinário? Não fazem também a mesma coisa as pessoas das nações? 48
Concordemente, tendes de ser perfeitos,
assim como o vosso Pai celestial é perfeito.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Mateus 5:43-48) 43 Tendes ouvido que foi dito: Amarás o teu próximo e
aborrecerás o teu inimigo. 44 Eu, porém, vos digo:
Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem, 45 para que vos torneis filhos de vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e vir
chuvas sobre justos e injustos. 46
Pois se amardes aos
que vos amam, que recompensa tendes? não fazem os publicanos também o mesmo?
47 Se saudardes somente aos vossos irmãos, que fazeis
de especial? não fazem os gentios também o mesmo? 48 Sede vós, pois,
perfeitos, como vosso Pai celestial é perfeito.

Ora,
aqueles homens não amavam os seus inimigos, antes, eles odiavam os inimigos com
um ódio consumado.

Eles só
amavam àqueles que demonstravam amor por eles, sentindo ódio consumado por
aqueles que sentiam inimizade por eles ou que falassem mal de Jeová, o Deus que
eles adoravam, ou se falassem mal da cidade de Jerusalém e do templo, ou se
falassem mal de algum servo de Jeová, servos idolatrados por eles. E se alguém
falasse mal de Davi, de Moisés ou de Jacó?? Não odiavam tal pessoa, deixando de
falar com ela e buscando tirar-lhe a vida??

No entanto
o que Jesus lhes mostrou com mandamento??

– “Ame de
forma “incondicional”. Ame aquele que não merece ser amado por você. Seja como
o Pai celestial”. Se você amar somente aquele que você vê méritos, o que fazes
de melhor do que aqueles que você quer ver aniquilados??

Esta era
uma forma nova de amar, não é verdade??

No lugar
do desejo de se livrar do iníquo para poder viver na abundância de paz, ele
deveria continuar a amar o iníquo e se interessar permanentemente em salvar a
vida do iníquo.

No lugar
de desejar que o iníquo fosse destruído, este humano devia se empenhar
arduamente para que o iníquo continuasse a viver.

Jesus estava
revelando aos humanos até onde deveria ir o amor ao iníquo.

Jesus
mostrou de forma prática, através de seus sinceros sentimentos pelos iníquos,
como os demais humanos deviam se comportar em relação aos iníquos.

O que
percebemos??

Percebemos
que o justo continuará mantendo um relacionamento com os iníquos, ensinando-os
a também serem justos.

Neste
relacionamento surgirão muitas oportunidades para o justo provar que é
realmente justo, através do seu continuo amor ao iníquo.

Neste
caso, o justo continuará a mostrar ao iníquo como é que ele deve se portar para
ser um justo e continuar a viver.

Neste
caso, se um justo ficar furioso com um iníquo, deixando de amá-lo, ele vai estar
deixando de ser justo e cometendo uma iniquidade. O que vai acontecer com ele??
O que Jeová afirmou que iria acontecer com o justo em tal circunstância??

– “Nenhum
de seus atos justos serão lembrados. Morrerá como um iníquo”.

Será que
um justo pode perder a vida no seu relacionamento com os iníquos??

Basta
olhar para o exemplo deixado por Jesus e teremos a plena resposta.

O egoísta,
aquele que não ama o iníquo sempre desejará a morte do iníquo, para poder
aproveitar a vida e se deleitar na abundância de paz.

Manipulados
pela palavra ou manipulados pelo espírito santo??

O que é
manipular??

Manipular – esta é a definição dada pelo
dicionário Houaiss:
influenciar (indivíduo, coletividade), conseguindo que se comporte
de uma dada maneira..

1manipular Datação: 1836

n verbo

transitivo direto

1 preparar manuseando; dar forma, feição

Ex.: m. os temperos

transitivo direto

2 pôr em funcionamento; utilizar, manejar (esp.
com perícia)

Ex.: tenha cuidado ao m. a serra elétrica

transitivo direto

3 Derivação: por analogia.

influenciar
(indivíduo, coletividade), conseguindo que se comporte de uma dada maneira

transitivo direto

4 Derivação: por extensão de sentido.

provocar
alteração em; tornar falso; adulterar

Ex.: m. a pontuação dos candidatos

transitivo direto

5 Rubrica: farmácia.

misturar
manualmente (componentes de fórmulas farmacêuticas); condir, confeiçoar,
preparar

 

 

 

O homem
que se torna iníquo é o mesmo homem que se torna justo, e o homem que se torna
justo é o mesmo homem que se torna iníquo.

O que pode
levar um homem a se tornar iníquo??

O que
disse Moisés no mandamento criado por ele para os humanos??

(Deuteronômio
20:17-18) 17
porque deves impreterivelmente devotá-los à
destruição
: os hititas e os amorreus, os cananeus e os perizeus,
os heveus e os jebuseus,
assim como te mandou Jeová, teu Deus; 18
a fim de que
não te
ensinem fazer segundo todas as suas coisas detestáveis que
fizeram com os seus deuses e deveras pequeis contra Jeová, vosso Deus.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Deuteronômio 20:17-18) 17 mas destruí-lo-ás totalmente: aos heteus,
aos amorreus, aos cananeus, aos ferezeus, aos heveus, aos jebuseus; como Jeová
teu Deus te ordenou; 18
para que vos não ensinem a fazer segundo todas as suas abominações que
fizeram aos seus deuses; e assim pecareis contra Jeová vosso Deus.

De forma
oposta ao que disse Moisés, o que disse o Pai em relação a esta questão de ser
ensinado por outras nações??

(Jeremias
12:14-16) 14 Assim disse Jeová contra todos os meus maus
vizinhos que tocam na propriedade hereditária que fiz que meu povo, sim,
Israel, possuísse: “Eis que os desarraígo do seu
solo; e desarraigarei a casa de Judá do meio deles. 15 E terá
de acontecer que, depois de eu os desarraigar, hei de ter de novo misericórdia
com eles e vou trazê-los de volta, cada um à sua propriedade hereditária e cada
um à sua terra.” 16 “E terá de acontecer que,
se sem falta aprenderem os caminhos do meu povo, jurando pelo meu nome: ‘Por
Jeová que vive!’
assim como ensinaram ao meu povo a jurar por Baal, serão também edificados no meio
do meu povo.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 20:14-16) 14 Assim diz Jeová acerca de todos os
meus maus vizinhos, que tocam a herança que fiz herdar o meu povo de Israel:
Eis que os arrancarei a eles da sua terra, e arrancarei a casa de Judá do meio
deles. 15 Depois de os ter eu arrancado, tornarei e me compadecerei
deles; fá-los-ei voltar cada um para a sua herança, e cada um para a sua terra.
16
Se aprenderem diligentemente os caminhos do meu povo, jurando pelo meu nome:
Pela vida de Jeová;
assim como ensinaram o meu povo a jurar por Baal; serão edificados no meio do meu
povo.

Notamos os
verbos usados, não notamos??

Moisés
falou no verbo ensinar (eles podem te ensinar). Na verdade, se tratava do pavor
de ser ensinado.

O Pai IHVH
falou nos verbos ensinar e aprender. Se há alguém que ensine, também haverá
alguém que aprende.

Percebemos
que Moisés mandou matar um próximo para não aprender nada deste próximo.

Percebemos
que o Pai Jeová falou nas nações aprenderem no lugar de ensinarem.

Percebemos
a grande diferença, não percebemos??

No lugar
das nações ensinarem o meu povo, é o meu povo quem deve ensinar às nações.

Percebemos
que a motivação em estar diante das demais nações deveria ser bem diferente
daquela motivação ensinada por Moisés??

Percebemos
que o Pai tinha uma motivação construtiva, enquanto Moisés tinha uma
motivação destrutiva??

Percebemos
que Moisés mostrou ser um destruidor?? Percebemos que Moisés tinha o “espírito
destruidor”
??

No
entanto, o que realmente observamos é que tanto o justo pode aprender a ser
iníquo quanto o iníquo pode aprender a ser justo.

O que mais
disse o Pai IHVH sobre esta questão de ensinar e aprender??

O Pai IHVH
também informou ao povo com o qual Ele estava mantendo um relacionamento, que
eles haviam sido ensinados por seus antepassados a fazerem coisas
abomináveis…

Assim lhes
informou o Pai IHVH:

(Jeremias
9:13-16) 13 E Jeová passou a dizer: “Por terem abandonado a
minha lei que dei [para estar] diante deles, e [por] não terem obedecido à
minha voz e não terem andado nela, 14 mas terem andado atrás
da obstinação do seu coração e atrás das imagens de Baal,
que seus
pais lhes ensinaram;
15 por isso, assim disse Jeová dos exércitos, o
Deus de Israel: ‘Eis que faço que eles, isto é, este povo, comam absinto, e vou
fazê-los beber água envenenada; 16 e vou espalhá-los entre
nações que nem eles nem seus pais conheciam e vou enviar atrás deles a espada
até que eu os tenha exterminado..

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 9:13-16) 13 Jeová diz: Porque abandonaram a
minha lei que lhes pus diante, e não obedeceram à minha voz, nem andaram nela; 14 mas andaram após a obstinação do seu coração, e
após os baalins,
coisa que lhes ensinaram seus
pais
. 15 Portanto assim diz Jeová dos exércitos, Deus de Israel:
Eis que alimentarei a este povo com absinto, e lhe darei de beber água de fel. 16
Também os espalharei por entre as nações, que nem eles nem seus pais
conheceram; e enviarei após eles a espada até que os tenha consumido.

O Pai IHVH
foi bastante claro, não foi??

– No lugar
de vocês estarem sendo ensinados por mim, vocês estão sendo ensinados por seus
pais. Exatamente por vocês estarem sendo ensinados por seus pais é que vocês
estão fazendo coisas abomináveis. Vocês estão recebendo punições da Minha
parte, exatamente por estarem praticando coisas abomináveis. Se vocês
estivessem obedecendo aos meus mandamentos, vocês não estavam sendo punidos por Mim, isto é óbvio.

O que mais
disse o Pai sobre a questão de ensinar e ser ensinado??

(Jeremias
9:4-6) 4 “Guardai-vos, cada um do seu próprio companheiro, e
não confieis em nenhum irmão. Porque até mesmo cada irmão positivamente [o]
suplantaria e mesmo cada companheiro andaria como mero caluniador, 5 e
continuam a ludibriar cada um o seu companheiro; e não falam absolutamente a
verdade.
Ensinaram sua língua a falar falsidade. Fatigaram-se apenas em cometer
faltas. 6 “Estás assentado no meio de engano.
Por meio de
engano
negaram-se a conhecer-me”, é a pronunciação de Jeová.

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 9:4-6) 4 Guardai-vos cada um do seu próximo,
e não vos fieis de nenhum irmão; porque cada irmão se tornará de todo um
suplantador, e cada próximo andará caluniando. 5 Zombarão, cada um do
seu próximo, e não falarão a verdade;
ensinaram a sua língua a proferir mentiras, cansam-se
em praticar a iniqüidade. 6 A tua habitação
está no meio do dolo;
com dolo recusam-se à conhecer-me, diz
Jeová.

Bem claro,
não??

Passaram a
ser uma fonte de mentiras e através de tais mentiras (para eles, uma verdade),
negavam-se a conhecer a verdadeira personalidade do Pai IHVH.

O que mais
disse o Pai IHVH sobre ensinar e aprender??

(Jeremias
18:5-10) 5 E continuou a vir a haver para mim a palavra de
Jeová, dizendo: 6 “‘Não posso eu fazer a vós como este oleiro
[fez], ó casa de Israel?’ é a pronunciação de Jeová. ‘
Eis que,
como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel.
7
Em qualquer momento
em que eu falar contra uma nação e contra um reino, para [a]
desarraigar, e para [a] demolir, e para [a] destruir, 8 e
esta nação realmente recuar da sua maldade contra a qual falei, também eu vou
deplorar a calamidade que pensei em executar sobre ela. 9 Mas,
em qualquer momento
em que eu falar a respeito de uma nação e a respeito de um
reino, para [a] edificar e para [a] plantar, 10 e ela
realmente fizer o que é mau aos meus olhos por não obedecer à minha voz, também
eu vou deplorar o bem que eu disse [para mim] fazer-lhe para seu bem.’

 

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias 18:5-10) 5 Então veio a mim a palavra de
Jeová, dizendo:6 Acaso não poderei fazer de vós, casa de Israel, como
este oleiro? diz Jeová.
Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão,
ó casa de Israel.
7 No momento em que falar acerca duma nação, e acerca de um reino, para arrancar e para
derrubar e para destruir; 8 se aquela nação, acerca da qual falei, se
converter do seu mal, arrepender-me-ei do mal que intentei fazer-lhe. 9
No momento
em que falar acerca duma nação, e acerca dum reino, para edificar e para
plantar; 10 se fizer o mal diante dos meus olhos, não escutando a minha
voz, arrepender-me-ei do bem, que disse-lhe faria.

O Oleiro
manipula o barro com suas mãos e consegue o resultado que deseja, pois o barro
não apresenta resistência à vontade do oleiro.

No
entanto, em relação ao humano, exatamente em face do livre-arbítrio que o
humano recebeu e que é inviolável aos olhos do Pai, o humano pode resistir
quanto a ser manipulado através das informações saídas da boca de IHVH, o nosso
Pai.

O que
percebemos??

Percebemos
que o Pai IHVH sempre usa a palavra para manipular o ser humano, visando que o
humano seja moldado por tal palavra, vindo a fazer o que Ele deseja.

Como o Pai
IHVH tem o livre-arbítrio como algo inviolável, Ele jamais usaria o espírito
santo para manipular o humano a fazer as coisas do jeito desejado por Ele.

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