Jesus é Autoridade


 OUVISTE
QUE FOI DITO; NO ENTANTO, EU VOS DIGO ALGO DIFERENTE.


Última atualização em 31/10/10



Isto
é Autoridade

Ouviste que se disse, mas
eu vos digo
.

O que esta afirmação
de Jesus queria realmente dizer ao povo??

Estava Jesus desmentindo
afirmações de Moisés??

Como o povo recebeu esta
afirmação de Jesus??


Como
fruto da
Autoridade
com
que foi investido, Jesus assombrava a todos com o “novo ensino”.
Aquilo que saía de sua boca e a sua forma de ser, certamente
induzia todos os seus ouvintes a algum tipo de reação.
Os que se achavam instrutores, de uma forma ou de outra se
incomodavam com esta
profunda
sabedoria
que
fluía de forma tão natural de sua boca.

As
palavras saídas da boca do próprio Criador Jeová
foram:
(Mateus
17:5-6)
5 Enquanto
ele ainda falava, eis que uma nuvem luminosa os encobriu, e eis uma
voz vinda da nuvem, dizendo: “Este é meu Filho, o amado,
a quem tenho aprovado; 
ESCUTAI-O.
6 Ouvindo
isso, os discípulos prostraram-se com os seus rostos [em
terra] e ficaram com muito medo.

Outro
ensino e costume plenamente vigente que teve sua continuidade
quebrada por Jesus, tanto na teoria quanto na prática, foi:

(Mateus
5:38-42)

38 Ouvistes
que se disse: ‘Olho por olho e dente por dente.’
39 NO
ENTANTO, EU VOS DIGO: Não resistais àquele que é
iníquo; mas, a quem te esbofetear a face direita, oferece-lhe
também a outra.

40 E,
se alguém quiser levar-te perante o tribunal para obter posse
de tua roupa interior, deixa-o ter também a tua roupa
exterior;
41 e,
se alguém sob autoridade te obrigar a prestar serviço
por mil passos, vai com ele dois mil.
42 
ao que te pede e não te desvies daquele que deseja tomar
emprestado de ti [sem juros].

Como
não levar em conta o dano físico feito a mim? Isto
significaria perdoar, sempre perdoar todo e qualquer dano físico.
Significaria abrir mão de todas as coisas, inclusive a roupa
interior e a exterior. Significaria não resistir à
autoridade existente. Todas estas coisas para não colocar a
“vida” em risco. Não lutar por coisas consideradas
importantes para aquelas pessoas. Como fazer isso de forma prática?
Jesus estabeleceu o modelo perfeito em não reagir ao dano.
Perdoou até mesmo àqueles que procuravam e finalmente
lhe tiraram a vida. A justa compensação garantida em
“olho por olho” e tão arraigada no modelo de vida
dos israelitas até então, tinha de ser substituída
por “abdicar da justiça”,

abrir mão da justa compensação, abrir mão
da retaliação mesmo que em justiça, abrir mão
da “comedida vingança”, “vingança
controlada”. Não se podia praticar o “mal” nem
mesmo sob o pretexto de se estar praticando justa retribuição.
Abstenha-se de fazer o mal, esta é a nova forma de viver a
vida a ser adotada pelo discípulo de Jesus. O discípulo
tem de ter esta qualidade para ser um súdito do reino de Deus.

O
discípulo Lucas descreveu as palavras de Jesus referente ao
assunto do roubo da seguinte forma:
(Lucas
6:29-30)
29 Àquele
que te bater numa face, oferece também a outra; e a quem te
tirar a tua roupa exterior, não negues nem mesmo a roupa
interior.
30 
a todo o que te pedir, e

daquele
que te tirar tuas coisas,
não
[as] peças de volta.

Abrir
mão daquilo que era seu e que foi pego por outra pessoa
qualquer – isto era diferente. No entanto, o povo em geral vivia uma
lei diferente desta apresentada por Jesus, estava bebendo um copo
diferente. Assim havia falado Moisés:

(Êxodo
22:4)
4 Se
aquilo que foi furtado for indubitavelmente achado vivo na sua mão,
desde o touro até o jumento e o ovídeo
,
deve
dar dupla compensação.

Na
verdade era algo oposto. O novo ensino, a nova lei, intermediada por
Jesus, era o oposto do costume milenar. 

Exige-se
muito maior coragem demonstrar e viver tal “passividade de
suportar o dano”. Pedro estava disposto a demonstrar sua

“corajosa
agressividade
a
favor de Jesus em Getsêmani, no entanto,

Jesus queria que Pedro demonstrasse a

“corajosa
passividade
de
suportar o dano”. Assim falou Jesus:

(Mateus 26:52)
52 Jesus
disse-lhe então: “Devolve a espada ao seu lugar, pois
todos os que tomarem a espada perecerão pela espada. . .

Entre
algumas das verdades ensinadas por Jesus que contrariavam o
estabelecido até então, (odiavam e matavam seus
inimigos) se encontra em
Mateus
5:43-48:
43
“Ouvistes que se disse: ‘Tens de amar o teu próximo
e odiar o teu inimigo.’ 44
NO
ENTANTO, EU VOS DIGO
:
Continuai
a amar os vossos inimigos e a orar pelos que vos perseguem; 45 para
que mostreis ser filhos de vosso Pai, que está nos céus,
visto que ele faz o seu sol levantar-se sobre iníquos e sobre
bons, e faz chover sobre justos e sobre injustos. 46 Pois, se amardes
aos que vos amam, que recompensa tendes? Não fazem também
a mesma coisa os cobradores de impostos? 47 E, se cumprimentardes
somente os vossos irmãos, que fazeis de extraordinário?
Não fazem também a mesma coisa as pessoas das nações?
48 Concordemente, tendes de ser perfeitos, assim como o vosso Pai
celestial é perfeito
.

Ora,
‘inimigo existe para ser eliminado, não para ser amado’,
pensavam e sentiam os judeus e os demais humanos. Tinham de amar
os inimigos da mesma forma como o Criador ama seus inimigos. O
Criador ama os seus inimigos? Ama os iníquos? Alguns torceriam
o nariz, mas estas palavras saíram da boca de Jesus. Qual o
povo mais iníquo da terra? Segundo as palavras saídas
da boca de Jeová, a remanescente tribo de Judá foi o
povo mais iníquo da terra. Veja em “mais
iníquo que Sodoma
“.

Jeová
e Jesus suportaram o dano proveniente dos seus “inimigos”,
porque amavam seus “inimigos”. Jeová e Jesus não
se sentiam inimigos de quaisquer iníquos, muito embora estes
pudessem sentir-se a agir como inimigos. Jeová e Jesus amaram
e continuam amado os iníquos. É a iniqüidade que
avilta o homem, e Jeová, nosso Pai, odeia a iniquidade.

Será
que o Criador passou a amar o inimigo somente depois da vinda de
Jesus?? Decerto que não.

Neste
caso, o relacionamento entre Jeová e Seu povo comprovou sem
sombra de dúvida, que Jeová não guarda
ressentimento e que não dá ao iníquo aquilo que
o iníquo merece, antes, que Ele dá ao iníquo,
aquilo que o iníquo precisa para deixar de ser iníquo.

Ainda
outra verdade ensinada por Jesus que revela o alto padrão que
Jeová esperava deles está registrada em
Mateus
5:21,22
21
“Ouvistes que se disse aos dos tempos antigos: ‘Não
deves assassinar; mas quem cometer um assassínio terá
de prestar contas ao tribunal de justiça.’ 22
NO
ENTANTO, DIGO-VOS

que
todo aquele que
continuar
furioso

com
seu irmão terá de prestar contas ao tribunal de
justiça; mas, quem se dirigir a seu irmão com uma
palavra imprópria de desprezo terá de prestar contas ao
Supremo Tribunal; ao passo que quem disser: ‘Tolo
desprezível!’, estará sujeito à Geena
ardente.

Ou
ainda como reza na Tradução Brasileira:

(Mateus
5:21
22)
21
Tendes
ouvido que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem
matar, estará sujeito a julgamento.
22
Mas
eu vos digo que todo aquele que se ira contra seu irmão,
estará sujeito a julgamento; e quem chamar a seu irmão:
Raca, estará sujeito ao julgamento do sinédrio; e quem
lhe chamar: Tolo, estará sujeito à geena de fogo.

Tinham
de conhecer e fazer uma mudança na profunda “motivação
interior”. Tinham de corrigir os seus
SENTIMENTOS.


o fato de continuar furioso já equivale ao ato de assassinar.
No seu coração ele admite tirar uma vida humana, ou
seja, admite dar vazão a sua fúria. Mais que isso, ele
não remove a fonte que alimenta a fúria.
Demonstrar a fúria através de

palavras
ou
menosprezar através de
palavras,
equivalia
a um pecado tido como gravíssimo. Realmente estavam muito,
muito longe do “esperado pelo Criador”. Não era
simplesmente o fato de não cometer o assassinato por medo da
punição, ou outra razão qualquer, e no entanto
continuar guardando tal mágoa no coração. Isto
foi o que aconteceu no caso de Davi com Simei – na hora da
sua morte, Davi finalmente revelou o que tinha guardado no seu
coração por anos a fio. Embora houvesse afirmado ter
perdoado Simei e que não iria matá-lo, não
matou  pessoalmente Simei, mas, revelou que não o
havia perdoado e pediu ao seu filho Salomão que:
(1
Reis 2:8-9)
8 “E
eis que há contigo Simei, filho de Gera, benjaminita de
Baurim, e foi ele quem invocou o mal sobre mim com uma penosa
invocação do mal, no dia em que fui a Maanaim; e foi
ele quem desceu ao meu encontro até o Jordão, de modo
que
 LHE
JUREI POR JEOVÁ

,
dizendo:
‘Não te entregarei à morte pela espada.’
9 E
agora, não o deixes impune, porque és homem sábio
e sabes muito bem o que lhe deves fazer, e terás de fazer os
seus cabelos grisalhos descer com sangue ao Seol.. . .

Davi
não entregou Simei a morte,

simplesmente
‘por
ter jurado por Jeová’ e Davi não admitia deixar de
cumprir sua palavra com Jeová. No entanto sua vontade interior
foi manifestada quando estava no leito de sua morte. Ele
queria Simei morto pela ofensa a ele. Davi só ficou satisfeito
quando encontrou um meio de externar sua mágoa sem deixar de
cumprir o seu juramento a Jeová. Tinha um profundo respeito
por Jeová. Davi não amava a Simei tanto quanto a si
mesmo.


o amor pode limpar a mágoa e impedir que ela tome forma e
traga conseqüência.

“O
que sai da boca é proveniente do coração”.

Estas
palavras saíram da mente e boca de Jesus, o mais sábio
entre os humanos. Chamar alguém de “desprezível”
ou qualquer outra palavra imprópria de desprezo é
sentir no coração que tal pessoa é realmente
“DESPREZÍVEL”,
assim
como chamá-lo de “tolo” é sentir no coração
e ver a pessoa como tola, assim como também é sentir-se
superior àquela pessoa. Sente-se desprezo por aquilo que não
presta, segundo nossa visão humana. Não se quer chegar
perto daquilo que é desprezível. Geralmente se quer
manter distância, quando não, se quer eliminar o
desprezível. Neste caso nós estamos vendo a pessoa como
algo
“REPUGNANTE”.

Como
sentir
DESPREZO
por
alguém que Jeová ama?? Jesus disse que isto é
algo muito grave.

Sentir-se
SUPERIOR
a
qualquer outro humano é algo muito, muito grave, face aos
resultados esperados de se ter tais sentimentos. Além do que
sai pela boca, que já revela a condição do
coração, ainda poderá haver atitudes agressivas
contra àquele que o coração sente e o olho
vê como desprezível. Exatamente por isso,
Jeová considera o “altivo” como algo repugnante:

(Lucas
16:15)
15 Conseqüentemente,
ele lhes disse: “Vós sois os que vos declarais justos
perante os homens, mas Deus conhece os vossos corações;
porque
aquilo que é altivo entre os homens é uma coisa
repugnante à vista de Deus
.

O
“altivo”
se
sente, está convencido que é de alguma forma,

MELHOR
que
outro humano.
O
“altivo”
REDUZ
o
tamanho ou o valor dos outros e

AUMENTA
o
seu próprio valor. No entanto, Jeová o vê como
uma
“COISA
REPUGNANTE”.

CONCLUÍMOS
assim,
que Jeová nos vê
ASSIM
COMO
nós
vemos os nossos semelhantes
.

Ainda
chamo a atenção para este outro detalhe em relação
ao falado por Jesus:

  • 21
    “Ouvistes que se disse aos dos tempos antigos: ‘Não
    deves assassinar; mas quem cometer um assassínio terá
    de prestar contas ao tribunal de justiça.

  • Não
    matarás; e: Quem matar, estará sujeito a julgamento.

O
mandamento saído da boca do Pai tinha sido especificamente:
“Não matarás”.

E
quanto a parte seguinte?? Bem, a parte seguinte determina que aquele
que cometer tal pecado estará sujeito a julgamento.

Isto
era o ocorria, não é verdade??

Aquele
que matava, prestava contas no tribunal de justiça “humano”.

Neste
caso, os humanos julgavam e condenavam aquele que cometia pecado.

Quem
autorizou esta ação praticada por certos humanos??

Será
que Jeová autorizou os humanos a agirem quais juízes
para aqueles que cometessem pecados, passando a puní-los em
tais julgamentos de acordo com as penalidades criadas pelos humanos??

O
que foi definido por Moisés?? Não foi definido que
aquele que matasse alguém tinha de pagar com a sua própria
vida?? Não foi definido que tal humano deveria ser morto??

No
entanto, no mandamento dado por Jeová reza de forma clara e
simples: Não matarás; não deves matar; não
deves assassinar.

(Êxodo
20:13)
13
Não
deves assassinar.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Êxodo
20:13)
13
Não
matarás.

Percebemos
que não foram estabelecidas as exceções à
regra. Jeová não disse: Não deveis matar, desde
que….
Trata-se
de um mandamento incondicional. Independente do que aconteça,
não deveis matar.

Neste
caso, ficava bem claro que o humano não tinha o direito de,
arvorando-se em fiscal da lei, passar a julgar e condenar outros
humanos que violassem algum dos mandamentos dado por Jeová.

Aquele
que matasse outro humano que havia violado um mandamento de Jeová,
estava também violando um mandamento de Jeová.

Alguém
mata, alguém viola o mandamento de não matarás.
O que deve acontecer depois disto?? Deve ele ser morto por outro
humano?? Este humano não estará violando o mesmo
mandamento de não matarás??

Mas
e se um grupo de humanos decidir matar aquele humano, o que eles
passaram a fazer?? Não passaram a matar?? Certamente.

Alguém
ainda pode argumentar: Mais e se a pessoa matasse alguém, como
ficaria este caso?? A pessoa ficaria impune??

Esta
pessoa poderia até mesmo apresentar várias bases
bíblicas aprovando uma ação contra tal humano.

No
entanto, vejamos agora um outro mandamento dado por Jeová que
consolida o fato de que ninguém deveria tomar a iniciativa em
punir tal humano.

Este
é o mandamento:

(Levítico
19:18)
18
“‘Não
deves tomar vingança nem ter ressentimento contra os filhos do
teu povo;
e
tens de amar o teu próximo como a ti mesmo. Eu sou Jeová.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Levítico
19:18
)
18
Não
te vingarás nem guardarás ira contra os filhos do teu
povo,

mas
amarás o teu próximo como a ti mesmo: eu sou Jeová.

Não
deveis praticar a retaliação.

Neste
caso, fica bem claro que toda e qualquer decisão contra o
pecado de qualquer pecado continuava nas mãos do Pai. O Pai
não havia indicado fiscais e sequer havia autorizado um humano
ou um grupo de humanos a agirem como juízes e carrascos de
ofensores dos mandamentos Dele.

Quanto
ao adultério, Jesus também deixou que claro que “este”
também não precisava se materializar em ‘ato
praticado’, para ser caracterizado em pecado
PARA
JEOVÁ,
aquele
que lê as mentes e analisa os sentimentos, pois afirmou Jesus:

Mateus
5:27,28
27
Ouvistes
que se disse: ‘Não deves cometer adultério.’
28

MAS
EU VOS DIGO

que
todo aquele que persiste em olhar para uma mulher, a ponto de ter
paixão por ela, já cometeu no coração
adultério com ela”

Para
o Criador, o ponto de verificação do erro não
está na materialização do erro, mas na condição
do coração, a fonte do desejo do “eu”.
Neste caso ele já admitiu para si mesmo cometer tal violação,
faltando apenas uma oportunidade propícia para sua
concretização.
NO
CORAÇÃO, ELA JÁ É UMA PARCEIRA SEXUAL;
o
coração a vê como uma parceira sexual; o coração
a deseja como uma parceira sexual. Quando desaparecer o medo da
punição, surgir a possibilidade de não ser
punido ou quando estiver sob forte pressão, ele certamente
materializará o erro, satisfará a sua vontade (desejo).
A vontade passou a reinar sobre o “eu”. O “ato”
é o fruto consequente
de
um coração doente, é a sua parte visível,
tal qual a “ponta visível” do iceberg sobre as
águas do mar.

Era
exatamente isso.
JESUS
TINHA AUTORIDADE
para
revisar a forma de vida. Estava estabelecendo uma nova forma de vida
que contrariava a filosofia até então aceita e vivida
pelo adorador de Jeová. Sabiamente, Jesus, o Instrutor
apresentava um
vinho
novo
“.

Exigia
uma maior sensibilidade, um coração muito mais sensível
do que eles demonstravam ter. Por volta de 607 A.E.C. foram estas as
palavras que saíram da mente e boca de Jeová:
(Ezequiel
36:26)
26 E
vou dar-vos um coração novo, e porei no vosso íntimo
um espírito novo, e vou remover da vossa carne o

coração
de pedra

e
dar-vos um coração de carne.

Jesus
também chamou a atenção sobre esta falta de
sensibilidade da nação como um todo, ao dizer:

(Mateus
19:8-9)
8 Ele
lhes disse: “Moisés, por causa da

dureza
dos vossos corações

,
vos
fez a concessão de vos divorciardes de vossas esposas, mas
este não foi o caso desde [o] princípio.
9 Eu
vos digo que todo aquele que

se
divorciar

de
sua esposa, exceto em razão de fornicação, e

se
casar com outra
,
COMETE
ADULTÉRIO.

A
visão sábia de Jesus era bem superior à dos
humanos imperfeitos, pois foi ele quem chamou a atenção
sobre este importantíssimo fato a respeito da lei:
(Mateus
7:12)

12 “Todas
as coisas, portanto, que quereis que os homens vos façam, vós
também tendes de fazer do mesmo modo a eles;
isto,
de fato, é o que a Lei e os Profetas querem dizer.

(Mateus
22:36-40)

36 “Instrutor,
qual é o maior mandamento na Lei?”
37 Disse-lhe:
“‘Tens de amar a Jeová,
teu
Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de
toda a tua mente.’
38 Este
é o maior e primeiro mandamento.
39 O
segundo, semelhante a este, é:

Tens
de amar o teu próximo como a ti mesmo.’
40 Destes
dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.”

CONHECIMENTO
DE CAUSA – este era outro fator que diferenciava Jesus dos demais
humanos.

Os
que acreditavam na ressurreição ficavam atônitos
quando eram questionados sobre um real problema que “segundo
eles” ocorreria quando os humanos fossem ressuscitados.
Entretanto, só alguém com pleno conhecimento de causa
poderia apresentar a solução para tal questão,
que parecia ser um círculo vicioso. Assim nos é narrado
por uma testemunha ocular:

(Mateus
22:23-33) 23 Naquele dia, os saduceus, que dizem não
haver ressurreição, chegaram-se a ele e
perguntaram-lhe: 24 “Instrutor, Moisés disse: ‘Se
um homem morrer sem filhos, seu irmão tem de tomar a esposa
dele em casamento e suscitar descendência para seu irmão.’
25 Ora, havia conosco sete irmãos; e o primeiro casou-se
e faleceu, e, não tendo descendência, deixou a sua
esposa para seu irmão. 26 Aconteceu do mesmo modo também
com o segundo e com o terceiro, até passar por todos os sete.
27 Por último, morreu a mulher. 28 Conseqüentemente,
na ressurreição, de qual dos sete será ela
esposa? Pois todos a tiveram.” 29 Em resposta, Jesus
disse-lhes: “Estais equivocados, porque não conheceis
nem as Escrituras, nem o poder de Deus; 30
POIS
NA RESSURREIÇÃO, OS HOMENS NÃO SE CASAM
,
nem são as mulheres dadas em casamento, mas SÃO COMO OS
ANJOS NO CÉU.

31 Quanto
à ressurreição dos mortos, não lestes o
que vos foi falado por Deus, que disse: 32 ‘Eu sou o Deus
de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó’?
Ele é o Deus, não de mortos, mas de vivos.”
33 Ouvindo [isso], as multidões ficaram assombradas com o
seu ensino.


Uma
“informação simples” que derrubou
completamente este argumento dos saduceus, que encontravam razões
para não crer na ressurreição. No entanto, que
ser humano teria tal “simples informação”??
 O assombro da multidão foi a resposta natural.


Quem
ama a “vida” e a Fonte da vida, nunca colocará uma
“vida” em risco; sua ou de qualquer outro. Uma perfeita
sensibilidade nos fará ver uma “vida” em lugar de
ver um “inimigo”. Logo, não desejaremos a
morte de um iníquo, antes, choraremos a sua morte,
copiando a Jeová.


Jesus
demonstrou na prática esta nova forma de viver a vida. A forma
de vida projetada pelo Criador para o humano. Eis o que o Criador
espera de cada um dos humanos. Fazê-lo, obviamente SEM ERROS,
representaria ser chamado de filho de Deus.

(Mateus
5:48)
48 Concordemente,
tendes
de ser perfeitos
,
assim
como o vosso Pai celestial é perfeito.
(Lucas
6:35)

35 Ao
contrário, continuai a amar os vossos inimigos e a fazer o
bem, e a emprestar [sem juros], não esperando nada de volta; e
a vossa recompensa será grande,

e
sereis filhos do Altíssimo

,
porque
ele é benigno para com os ingratos e os iníquos.

Quem
é muito mais sábio e tem um coração
muito mais sensível? 

Por
qual motivo devemos abrir mão das palavras saídas da
mente e  boca de Jeová e da mente e boca de Jesus, para
ficarmos com palavras saídas da mente e boca de humanos
imperfeitos?

Este
assunto também foi analisado em

“O
servo de Jeová é cego”.

Estas
palavras saíram da boca de Jeová.
(Isaías
42:18-19)

18 Ouvi,
ó surdos; e olhai para ver, ó cegos.
19 Quem
é cego, se não o meu servo, e quem é surdo como
o
meu
mensageiro

a
quem envio? Quem é cego como o recompensado, ou cego como o
servo de Jeová?

Meu
mensageiro é igual a meu profeta a quem envio. Isaías
era o profeta que estava sendo enviado naquele momento. Era um
profeta surdo.

Jesus,
falando dos “pastores” ou guias religiosos da nação
judaica, afirmou:
(Mateus
15:14)

14 Deixai-os.
Guias cegos é o que eles são. Se, pois, um cego guiar
outro cego, ambos cairão numa cova.”

Aprendemos
dos fatos, o seguinte: Nenhuns dos cegos admitia estar cego. Antes,
durante e depois de Jesus, todos continuamos atribuindo cegueira
a outros, não a nós mesmos.

As
palavras de Jeová continuam em pleno cumprimento. Ele conhece
plenamente os seus filhos. 

NO
ENTANTO, como eu gostaria de ser tratado, se eu estivesse cego??
CERTAMENTE, eu gostaria de ser tratado com MISERICÓRDIA.

Jesus
estava
contrariando
as
palavras afirmadas pelos antepassados, independente de quem tenha
sido o antepassado. Jesus estava
desmentindo
as
palavras faladas pelos antepassados. Estas palavras faladas pelos
antepassados estavam registradas nas Escrituras?? Sim, estavam. E
como eram encaradas tais palavras?? As palavras que Jesus estava
desmentindo eram encaradas como a palavra saída da boca de
Jeová. Eram encaradas como uma “verdade”. Assim
afirmaram os estudiosos fariseus: “Sabemos que Deus falou com
Moisés”. Eles se orgulhavam de serem discípulos
de Moisés; eles glorificavam a Moisés.
(João
9:28-29)
28 Em
vista disso, injuriaram-no e disseram: “Tu és discípulo
daquele [homem],
mas
nós somos discípulos de Moisés
.
29 SABEMOS
QUE DEUS FALOU A MOISÉS; MAS, QUANTO A ESTE [HOMEM], NÃO
SABEMOS DONDE É.”

Algumas
centenas de anos antes de Jesus, após a primeira destruição
de Jerusalém e do templo, assim havia falado Jeová para
seu povo amado:
(Malaquias
3:6-7)
6 “POIS
EU SOU JEOVÁ;
NÃO
MUDEI.

E
vós sois filhos de Jacó; não chegastes ao vosso
fim.
7 Desde
os dias de vossos antepassados
VOS
DESVIASTES

dos
meus regulamentos

e
não [os] guardastes. Retornai a mim e eu vou retornar a vós”,
disse Jeová dos exércitos.. . .

Na
verdade, com a expressão “ouviste que se disse”,
Jesus estava revelando claramente para seus ouvintes daquela geração
que idolatrava Moisés, quais eram alguns dos regulamentos, dos
quais seus antepassados haviam de desviado.

Os
antepassados haviam se desviado de Jeová.

Jeová
havia feito e repetido diversas vezes esta afirmação às
diversas gerações antes de Jesus. Não haviam os
antepassados sofrido punições por se desviarem dos
regulamentos de Jeová?? Jeová afirmou: “Eu não
mudei”. Logo, tais homens deveriam localizar onde estava “o
desvio” do qual o próprio Jeová havia falado.

Por
exemplo, havia Jeová entregue a Moisés um regulamento
diferente de “dente por dente, olho por olho”, que
significa “vingança sempre”?? Havia Moisés
recebido o regulamento falado por Jesus de “não se
vingar e não guardar ressentimento”?? Sim, havia. Veja
aqui
nesta
página
.

Eles
depositaram fé em Moisés. Será que teriam fé
em Jesus?? Bem, suas ações estão registradas.

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