O pecado pode ser passado de pai para filho??


EXISTE
A PECAMINOSIDADE HERDADA??

Criada
em 18 de janeiro de 2012 – Última alteração
em 17/08/16
às 11 : 31

PECADO
HERDADO – PECADO HEREDITÁRIO

A “verdade”
é uma coisa imutável. Nada do que fazemos poderá
modificar a verdade, tampouco o que falamos poderá alterar a
verdade.

Imutável
– esta é a definição dada pelo dicionário
Online de Português: que não
pode ser mudado..


Significado
de Imutável


adj.m. e adj.f. Que não
pode ser mudado; que não se consegue mudar; sem possibilidades
de mudança; que é permanente; constante.
(Etm. do
latim: immutabilis.e)


Sinônimos
de Imutável


Sinônimo
de imutável:
contínuo,
inalterável
e
perseverante

Vejamos
algo interessante em relação ao pecado. Vejamos um dos
detalhes diretamente relacionados ao pecado.

Uma
árvore está “incapacitada” de praticar um
pecado.

O
oceano está “incapacitado” de praticar um pecado.

O
vento está “incapacitado” de praticar um pecado.

Um
robô está “incapacitado” de praticar um
pecado.


Será
que o humano conseguirá ficar incapacitado de pecar, sendo
mantido na condição de humano??


Será
que os anjos estão incapacitados de praticar um pecado??


Será
que o Pai IHVH está incapacitado de praticar um pecado???


Uma coisa feita sempre levará a outra
coisa, que por vezes, não teremos a capacidade de impedir que
aconteça. Uma coisa “A” somada a uma coisa “B”
produz um determinado
resultado
que podemos chamar de “Z”. No
entanto, a mesma coisa “A” somada a uma coisa “C”
produzirá um outro resultado diferente de “Z”. São
fatos que independem de nossa vontade. São coisas que
independem do
nosso desejo.

Desta forma
estamos sendo apresentados a uma coisa chamada “consequência”.
O humano Adão estava sendo apresentado a uma coisa chamada
“consequência”.

Consequência
– esta é a definição dada pelo dicionário
Online de Português: aquilo que resulta
ou é produzido por causa de…


Significado
de Consequência


s.f. Aquilo que resulta ou
é produzido por causa de; efeito ou resultado: o
sucesso foi consequência de muito trabalho.
Resultado
negativo que afeta a saúde de alguém; ferimento: o
acidente não deixou consequências nos envolvidos.
O
resultado de um raciocínio lógico; o que se
deduziu; dedução: a consequência de uma
proposição física.
Efeito de muita
importância; o resultado de proporções
excessivas; influência: um assunto de grande
consequência.
(Etm. do latim: consequentia.ae)


Sinônimos
de Consequência


Sinônimo
de consequência:
conclusão,
corolário,
efeito,
êxito,
ilação,
importância,
,
influência,
resultado
e
transcendência

Depois
de estarmos cientes destas coisas, destes detalhes, iniciemos a nossa
sabatina.

O
pecado é realmente hereditário?? Existe pecado
herdado??

Antes
de buscarmos respostas para estas perguntas é imprescindível
saber duas coisas.

A
primeira é: O que é hereditário??

A segunda é:
O que é pecado??

HEREDITÁRIO
Esta é a definição
dada por certo dicionário (Houaiss):
que
se transmite por… transmissão para os descendentes.

hereditário

adj.
(1553)
1
relativo
a, que se transmite por ou em que há hereditariedade
1.1
transmitido
por direito de sucessão
<cargo
h.
>
<bens
h.
>
1.2
transmitido
por tradição (social, moral etc.) aos descendentes
1.3
gen
passível
de transmissão para os descendentes e, portanto, determinado
por genes
<doenças
h.
>
<característica
h.
>
¤
etim
lat.
hereditárius,a,um
‘hereditário,
de herança’, por via erud.

Trata-se de
algo passível de transmissão para os
descendentes e, portanto, determinado por genes. Temos como exemplo
as características físicas ou até mesmo algumas
doenças, como coisas que são transmitidas de pais para
filhos. Também pode tratar-se de algo passível de
transmissão por direito de sucessão, como um bem
material ou um cargo, como por exemplo, o de rei.

Neste
caso, trata-se de algo, uma característica, que é
IMPOSTA ao descendente, sem qualquer opção deste de
nascer sem ela ou deixar de ter esta característica. O
descendente também não tem como remover de si esta
característica, o descendente está impossibilitado de
remover tal característica e não há nada que ele
possa fazer em relação a isto.

Será
que o pecado também é uma “doença
transmitida de pai para filho?? Trata-se de uma “marca
registrada
transmitida de pai para filho?? Trata-se de uma doença
contagiosa?? Trata-se de alguma coisa física??

Esta é
a teoria quase unanimemente aceita.

Alguns chegam
a afirmar que a criança recebe o pecado no primeiro
aleitamento materno, enquanto que outros, sendo mais incisivos e
comparando os humanos a um bolo, afirmam que os humanos já
nascem com esta marca registrada, marca esta, existente no primeiro
humano, do qual, todos são descendentes. Assim, este primeiro
humano é comparado a uma fôrma defeituosa, que passou o
pecado a seus descendentes. Desta forma, Adão passou a sua
doença para seus filhos. Os filhos de Adão iriam
repassar a seus filhos. Neste caso, uma característica imposta
ao descendente e da qual o descendente não tem como remover de
si e nem de não retransmitir aos seus descendentes. Será
que o pecado é uma maldição recebida por Adão
e que ele repassaria automaticamente aos seus descendentes??

Nos dois
casos, o humano isenta-se de responsabilidade em relação
ao pecado, afinal de contas, ele já nasceu com o pecado, logo
ele é apenas uma vítima de seu antepassado.

Quando
questionado em relação a seu pecado, o humano afirmará:
“Tal pecado ocorreu da minha parte por causa da minha
pecaminosidade herdada de Adão”. Neste caso, Adão
é o culpado por eu pecar. Neste caso, eu estou acusando Adão.
Neste caso, eu sou uma vítima de Adão.

Certamente,
se não fosse tal “pecaminosidade herdada” ele não
cometeria pecado. Na verdade, ele está eximindo-se da culpa.

Olhando por
este ângulo, realmente existe o chamado pecado herdado.

SE
NÃO FOSSE ELE, EU NÃO TERIA COMETIDO TAL PECADO.

Isto
é uma acusação.

Será
que o pecado é uma maldição??

Vamos ver um
exemplo de uma maldição que foi passada de pai para
todas as demais gerações de descendentes.

(Gênesis
9:20-27) 20 Então,
Noé principiou como lavrador e passou a plantar um vinhedo.
21
E começou a beber
do vinho e ficou embriagado, e deste modo se descobriu no meio da sua
tenda.
22 Mais
tarde, Cã, pai de Canaã, viu a nudez de seu pai e foi
contá-lo aos seus dois irmãos lá fora.
23
Sem e Jafé tomaram
então uma capa e a puseram sobre ambos os seus ombros, e
entraram andando de costas. Assim cobriram a nudez de seu pai, com as
faces viradas, e não viram a nudez de seu pai.
24
Por fim, Noé
acordou do seu vinho e soube o que lhe havia feito seu filho mais
moço.
25 Ele
disse então: “Maldito seja Canaã. Torne-se ele o
escravo mais baixo de seus irmãos.

26 E acrescentou:
“Bendito seja Jeová, Deus de Sem, E torne-se Canaã
escravo dele.
27 Conceda
Deus amplo espaço a Jafé, E resida ele nas tendas de
Sem. Torne-se Canaã também escravo dele….

Assim verte a
Tradução Brasileira:

(Gênesis
9:20-27) 20
Começou Noé a ser lavrador, e plantou
uma vinha. 21 Bebendo do vinho, embriagou-se e achou-se nu
dentro da sua tenda. 22 Cão, pai de Canaã, viu a
nudez de seu pai, e contou a seus dois irmãos que estavam
fora. 23 Então tomaram Sem e Jafé uma capa,
puseram-na sobre os seus ombros e, andando virados para trás,
cobriram a nudez de seu pai; tiveram virados os seus rostos, e não
viram a nudez de seu pai. 24 Despertando Noé do seu
vinho, soube o que seu filho mais moço lhe fizera. 25 E
disse: Maldito seja Canaã; Servo dos servos será de
seus irmãos.
26 E acrescentou: Bendito
seja Jeová, o Deus de Sem; E seja-lhes Canaã por servo.
27 Dilate Deus a Jafé, E habite Jafé nas tendas
de Sem; E seja-lhes Canaã por servo.

Noé
amaldiçoou o seu filho Cã. Os descendentes de Cã,
já nasciam escravos. Já nasciam carregando a condição
de escravos.

Neste
caso, bastava ser descendente de Cã, e a pessoa já era
tida como escravo.

Será
que com o pecado é a mesma coisa??

Obviamente,
chega na nossa mente a seguinte pergunta: Este primeiro humano já
tinha esta marca registrada quando veio a existência??

Dependendo da
resposta dada a esta pergunta, estaremos passando a responsabilidade
pelo pecado para aquele que criou o primeiro humano. Foi criado um
“humano pecador” ou um “humano não
pecador”??

Neste
caso, esta “pecaminosidade herdada” precisa ser removida
deste humano para que ele finalmente consiga viver sem pecar, não
é verdade??

SERÁ
QUE O HUMANO PRECISA SER “VACINADO” CONTRA O PECADO??
DEPOIS DE VACINADO ELE PASSA A ESTAR “IMUNE” AO PECADO???

Esbarrando
nesta argumentação lógica, alguns afirmam que
existem certos pecados que podem ser eliminados, isto é,
deixados de ser praticados, enquanto que outros não.

Assim,
existem pecados dos quais eu desconheço e outros dos quais eu
peco mesmo sem querer pecar, pois está acima da minha vontade.

Ainda
outros falam em pecado deliberado, isto é, aquele que, mesmo
tendo ciência de que é pecado, você insiste
em praticar.

Espere
um minuto. Você falou em
praticar
o pecado??
A pessoa
pratica
o pecado. Bem, isto é uma característica
real e básica em relação ao pecado, você
concorda?? A pessoa toma a iniciativa em fazer. A pessoa
insiste
em fazer??

Esta
é uma base que será usada para analisarmos os conceitos
sobre pecado.

Estando
o pecado acima da minha vontade, isto significa que eu sou um escravo
do pecado, não é verdade??

O
que é mesmo um conceito??

CONCEITO
– Esta é a definição dada por certo
dicionário (Houaiss):

conceito

s.m.
(1523)
1
p.ext.
faculdade
intelectiva e cognoscitiva do ser humano; mente, espírito,
pensamento
<isso
não entra no meu c.
>
2
compreensão
que alguém tem de uma palavra; noção, concepção,
ideia

<seu
c. de moral é antiquado
>
3
p.ext.
opinião,
ponto de vista, convicção
<em
seu c., qual é o melhor dos dois?
>
4
dito
original e engenhoso; ditado, máxima, sentença
<verdadeiro
conselheiro Acácio nacional, só fala por c.
>
5
conclusão
moral de um conto ou afim; moral
6
ideia
ou dito conciso; resumo, conceituação

<sintetizou
naquele c. toda a alma brasileira
>
7
reputação
de que goza uma pessoa por parte dos amigos, do público, da
sociedade etc.; fama
<não
goza de bom c. no trabalho
>
8
B
sistema
de avaliação simplificada do aproveitamento escolar,
ger. expresso pelas cinco primeiras letras do alfabeto; nota
<
tira c. A
>
9
fil
representação
mental de um objeto abstrato ou concreto, que se mostra como um
instrumento fundamental do pensamento em sua tarefa de identificar,
descrever e classificar os diferentes elementos e aspectos da
realidade
10
ling
noção
abstrata contida nas palavras de uma língua para designar as
propriedades e características de uma classe de seres, objetos
ou entidades abstratas
11
lud
em
certas charadas, nos logogrifos etc., palavra, expressão ou
frase que propicia a sua chave (‘solução’)

gram
aum.irreg.:
conceitarrão
e
conceitarraz

etim
lat.
concéptus,us
‘ação
de conter, pensamento etc.’

sin/var
ver
sinonímia de
fama
e
julgamento

Afinal
de contas, o que é pecado??

PECADO
Esta é a definição
dada por certo dicionário (Houaiss):
Violação
de uma
regra;
desobediência
a uma
norma qualquer, o que constitui em falta ou erro. O exemplo dado é
o erro de Adão, o qual, o Pai Celestial definiu ser um
“pecado”.

pecado

s.m.
(sXIII)
1
violação
de
um preceito religioso
2
p.ext.
desobediência
a
qualquer norma ou preceito; falta, erro
<p.
juvenis
>
<trabalhar
muito não é p.
>
3
ação
má;
crueldade, perversidade
<é
um p. acordá-lo tão cedo
>
4
o
que merece ser lastimado; pena, tristeza
<é
um p. que você não possa ficar para o jantar
>
5
estado
em que se encontra alguém que cometeu um pecado (acp.1)
<aquela
mulher vive em p.
>
²
p.
capital
rel
cada
um dos sete vícios relacionados pela Igreja católica
(avareza, gula, inveja, ira, luxúria, orgulho, preguiça)
p.
original
rel
aquele cometido por Adão e Eva no paraíso e pelo qual
todo ser humano é culpado desde o nascimento

dos
meus p.
m.q.
dos
pecados
dos
p.
que
causa espanto; extraordinário, terrível, dos meus
pecados
<uma
desorganização dos p.
>
ser
os p. de alguém

infrm.
diz-se
de pessoa, ger. criança, causadora de muitas preocupações
¤
gram
a)
aum.irreg.:
pecadaço;
b)
dim.irreg.:
pecadilho
¤
etim
lat.
peccátum,i
‘falta,
culpa, delito, crime’

Não
podemos deixar de perceber que o próprio dicionário
revela o
conceito quase
unânime de que o filho
recebe
o pecado dos seus pais. Afirma-se:
pelo qual todo ser humano
é
culpado desde o nascimento”.

Violação
de que??

Desobediência
a que??


Percebemos que é imprescindível
a existência de uma norma ou uma regra,
pois sem a norma ou a regra não pode existir pecado. Na
verdade é
impossível
haver pecado sem a existência de uma regra
ou norma. Uma coisa “Z” não existe sem que haja o
somatório da coisa “A” com a coisa “B”.

Sendo o
pecado completamente dependente de uma “violação”,
esta violação tem de ser
definida
muito antes do pecado se tornar real.

Para
haver pecado é imprescindível haver algo “A”
chamado de regra, pedido, mandamento, lei, preceito.

Depois
de haver a coisa “A” é imprescindível haver
a coisa “B”. O que é a coisa “B”?? É
a informação.

De
posse da informação do pedido, uma criatura qualquer
poderá obedecer ou não obedecer, isto é,
poderá pecar ou não pecar.

Também
não deixamos de perceber que o pecado é uma violação;
que o pecado é uma desobediência; que o pecado é
uma ação.
O próprio dicionário assim nos definiu.

Não
seria o pecado toda e qualquer decisão errada que
qualquer criatura venha a tomar??

A
ação só acontece depois da decisão,
não é verdade??

Decisão
é uma coisa pessoal, não é??

É
a própria pessoa quem toma a decisão, não é
verdade??

A
pessoa fica diante de uma circunstância da qual ela precisa
decidir qual a ação
que ela tomará.

Neste
momento, a pessoa faz uma escolha. A pessoa escolhe
entre fazer assim ou fazer assado. A pessoa escolhe fazer de
um jeito ou de outro jeito.

A
decisão tomada, seja ela qual for, levará a um
resultado previamente definido.

Se
a decisão for “A”, isto o levará a um
resultado chamado “Z”, mas, se a decisão for “B”,
isto o levará a um resultado chamado “Y”.

Poderá
ser a decisão certa, assim como também poderá
ser a decisão errada.

A
decisão certa levará a uma ou mais consequências
previamente definidas.

Da
mesma forma, a decisão errada também levará a
uma ou mais consequências previamente definidas.

Percebemos
que a decisão é algo pessoal e intransferível,
não percebemos??

O
Pai IHVH deixou bem claro que o erro de Adão o levaria à
sua morte. O Pai deixou bem claro para Adão que a morte
de Adão seria uma consequência do erro de Adão.

Adão
estava diante de uma escolha. Foi apresentado a Adão a
consequência de cada escolha.

Para
a
decisão errada foi
dado o nome de
pecado.
Para a “consequência” do pecado foi dado o nome de
morte.

Como
salvar alguém do pecado?? Como salvar alguém da decisão
errada??

Como
é que se consegue salvar uma pessoa, dela tomar uma decisão
errada??

Se
ela tomar a decisão certa, ela não estará
cometendo o pecado, não é??


É para salvar a pessoa do erro (cometer o
erro) ou salvar a pessoa da “consequência” do erro,
do “resultado previsto”??

Quando a
pessoa não sabe, trata-se de uma mera ignorante decisão
errada, no entanto, quando a pessoa já sabe, trata-se de uma
rebeldia. No entanto, independente da pessoa saber ou não,
trata-se de um erro que levará àquele resultado
previsto (morte).

Você
falou em erro???

O que é
um erro??

Erro
– esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: julgamento em desacordo
com a realidade observada; engano; qualidade daquilo que é
inexato, incorreto……

erro
Datação:
sXIII
Ortoépia:
ê


n
substantivo
masculino


1
ato
ou efeito de errar


2
juízo
ou julgamento em desacordo com a realidade observada; engano


3
qualidade
daquilo que é inexato, incorreto


4
desvio
do caminho considerado correto, bom, apropriado; desregramento


5
Rubrica:
física.


pequena
discrepância no valor medido de um observável físico
devido a imperfeições dos instrumentos de medida e/ou
incorreções do observador


6
Rubrica:
matemática.


diferença
entre o valor aproximado de uma função ou grandeza e o
seu valor real

Erro
em relação a que?? Acerto em relação a
que?

Para
haver o erro é necessário haver um ponto de referência,
que é chamado de realidade. Na descrição dada
pelo dicionário se fala em realidade observada. Também
afirma que o erro é um engano.

O
que é esta tal realidade??

Realidade
– esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: o que realmente existe;
fato real; verdade…

realidade
Datação:
sXV


n
substantivo
feminino


1
qualidade
ou característica do que é
4real


2
o
que realmente existe; fato real; verdade

Ex.:
seus
sonhos tornaram-se r.


3
o
conjunto das coisas e fatos reais

Ex.:
na
bebida, procura fugir da r.

A
negação da realidade é um erro. É um erro
em relação a realidade.

O
acerto também é em relação a uma
realidade.

O
humano decidiu pelo erro, decidiu pela negação da
realidade.

Quem
criou esta tal realidade diante
da qual o homem tem de decidir entre ficar com ela ou ir contra ela??

Esta
realidade já existia antes do homem vir a existir, e se dar
conta de sua existência, e de se dar conta desta realidade??

Esta
realidade é algo imutável??

O
que acontece se eu não aceitar aquela realidade?? Posso mudar
ela?? Posso criar uma outra realidade só para mim??

Vejam
como um humano pode chegar a estar diante de uma realidade imutável,
realidade esta que ele discordava e sua atitude em tentar modificar
uma realidade imutável.

É
o caso de Jacó.

Qual
era a realidade imutável??

Esaú
era o primogênito. O primogênito tinha as regalias de
primogênito, um costume humano, que valorizava o primogênito
em detrimento dos demais, pois todos giravam em torno do primogênito.
As melhores coisas estavam destinadas ao primogênito.

Seu
irmão Esaú era o primogênito, muito embora eles
fossem gêmeos.

O
que fazer diante de tal coisa??

Sabedor
de uma informação de que o mais velho serviria ao mais
moço, Jacó e sua mãe partiram para modificar uma
realidade.

Esaú
já era o primogênito, fato este determinado no momento
do nascimento, fato este na categoria de imutável.

No
entanto, na mente de Jacó havia uma forma de modificar o
imutável…

Como??

Comprando
o direito de primogenitura.

Ora,
como o direito de primogenitura é do primogênito como o
próprio nome diz, Jacó queria comprar a primogenitura
de seu irmão Esaú..

Não
vamos nos delongar na história de Jacó e Esaú,
pois só falamos nela com o objetivo de exemplificar como
alguém encontra uma realidade imutável, e, que no
entanto, não aceita tal fato, agindo contra tal realidade
imutável.

Jacó
estava em erro por negar a realidade imutável de não
ser o primogênito.

Percebemos
assim o que é um erro, não é verdade??

Para
haver o erro é necessário haver uma realidade imutável.

O
erro é contra a realidade imutável já existente.

Bem,
estando de posse de tais informações, vamos observar o
que aconteceu com Adão e Eva.

Depois
de colocar Adão no chamado “jardim do Éden”,
o Criador passou a agir como um “Legislador
e estabeleceu então uma “norma” que daquele
momento em diante estaria valendo para Adão (passaram a
conhecer) e para os demais que ele viesse a conhecer.

Legislador
é aquele cria as leis, que cria os regulamentos, que cria as
decisões judiciais, que cria as regras de comportamento, que
cria as normas e que as informa. É o Legislador quem
“determina” que, isto é “fazer o certo”,
e que, isto é “fazer o errado”, ou simplesmente
“informa” tal coisa a um ignorante (não sabe).
Legislador é aquele que sabe o que é certo e o
que é o errado e que informa isto para os demais.

Assim,
ficou bem claro que é o Legislador quem define o que é
e o que não é pecado.
Foi o
Legislador quem definiu e informou ao humano uma realidade (um fato),
até então, desconhecida do humano. Como Projetista, O
Pai decide o que é certo e errado para o projetado, e isso,
muito antes de criá-lo, e como Legislador, O Pai informa
ao projetado e já criado, o que é o certo e o errado
para o projetado fazer.

É
exatamente na hora do projeto que se estabelecem todas as
verdades em relação ao projetado.

Adão
estava recebendo uma informação.

O
Projetista e Legislador estipulou e informou para Adão: “Não
deves comer do fruto daquela árvore. Ela é a árvore
do conhecimento do bem e do mal”.

O
homem foi confrontado com uma nova circunstância, situação
para a qual havia uma norma que definia que uma ação
era certa e que outra ação era errada. O homem Adão
passou a conviver com esta nova realidade no seu dia a dia. A árvore
estava lá e não havia nenhuma cerca visível para
IMPEDIR que o homem a comesse. Adão tinha a possibilidade de
comer, assim como ele tinha a possibilidade de não comer. Adão
decidiria entre o comer e o não comer. Um detalhe diferenciava
entre as outras escolhas de Adão. Adão estava sendo
avisado de que a escolha errada o levaria para a morte. Não se
tratava de uma possibilidade, mas de uma certeza, pelo menos para o
Projetista.

Qual
foi a realidade informada??

Se
você comer do fruto desta árvore, você morrerá.

Tratava-se
de uma realidade ainda não comprovada pelo humano.

O
Legislador estipulou e falou ainda mais: “Se comerdes dele,
positivamente morrereis, certamente morrereis”. Ficou bem claro
que a morte era a penalidade pelo cometimento do “pecado”,
na verdade, tratava-se de uma “consequência”
natural, ou seja, aquele “resultado previsto”. A morte
revelava ser um efeito colateral produzido pelo pecado (decisão
errada). Isto significa que seja lá qual for o “pecado”,
a penalidade é a mesma, ou seja, É a morte. A
consequência é a mesma, isto é, a morte; o efeito
colateral é o mesmo, ou seja, a morte. O Legislador assim o
estabeleceu, ou, assim o informou. O Legislador quer nos mostrar que
não se deve minimizar nenhum “pecado” (no caso, o
erro, a decisão errada). O pecado é uma coisa muito
séria. Toda decisão a ser tomada é uma coisa
muito séria, pois está em jogo a própria vida. É
exatamente por causa do pecado (decisão errada) que a pessoa
perde aquilo que ela tem de mais valioso, isto é, a vida.

O humano foi
assim apresentado a uma coisa invisível chamada obediência.

Comer
era errado?? Não, não era.

Comer
dos frutos das árvores era errado?? Não, não
era.

Comer do
fruto daquela árvore passou a ser errado a partir
daquele momento?? Sim, a partir daquele momento. Os animais podiam
continuar comendo do fruto daquela árvore?? Sim. O Legislador
determinou que, comer do fruto daquela árvore, passava a ser
um pecado para o humano. A norma foi estabelecida pelo
Legislador. Ele sabe o motivo de estabelecer aquela norma naquele
momento. Se Adão fosse um robô, ele não teria a
opção de desobedecer, pois o programado segue à
programação previamente definida.

(Gênesis
2:15-17)
15
E
Jeová Deus passou a tomar o homem e a estabelecê-lo no
jardim do Éden, para que o cultivasse e tomasse conta dele.
16
E
Jeová Deus deu também esta ordem ao homem: “De
toda árvore do jardim podes comer à vontade.
17
Mas,
quanto à árvore do
conhecimento
do que é bom e do que é mau
,
não deves comer dela, porque no dia em que dela comeres,
positivamente
morrerás
.”

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(Gênesis
2:15-17) 15
Tomou, pois, Deus Jeová
ao homem, e pô-lo no jardim do Éden para o cultivar e
guardar.
16
Ordenou Deus Jeová ao homem: De toda a árvore do jardim
podes comer livremente;
17
mas da árvore do
conhecimento
do bem e do mal
, dela
não comerás: porque no dia em que dela comeres,
certamente
morrerás
.

Assim verte a
Tradução Almeida:
(Gênesis
2:15-17) 15
Tomou, pois, o Senhor
Deus o homem, e o pôs no jardim do Édem para o lavrar e
guardar.
16
Ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda árvore do
jardim podes comer livremente;
17
mas da árvore do
conhecimento
do bem e do mal
, dessa
não comerás; porque no dia em que dela comeres,
certamente
morrerás
.

O
que percebemos neste instante?? Percebemos que foi o Criador quem
determinou o que era um pecado para Adão. O fruto da árvore
em si mesmo podia ou não trazer qualquer mal físico
para o humano que o comesse. O humano estava sendo avisado sobre a
consequência dele tomar a decisão errada. Foi
oferecida ao humano a primeira oportunidade de escolher entre a
decisão “certa” a decisão “errada”,
na qual a decisão errada tinha um grave efeito colateral sobre
ele próprio.

O
humano Adão estava sendo apresentado ao mundo invisível
dele, mundo este que trazia consequência sobre o mundo físico
dele.

O
que mais podemos perceber??

Tratava-se
de uma relação Pai e filho…. Naquele momento, muitas
intrigantes perguntas começaram a aparecer em relação
a este relacionamento Pai e filho.

Será
que Adão tinha noção do que representava para
ele a condição de “filho”??? Um pai sabe
como um filho deve se comportar em relação ao pai.. E
quanto ao filho, será que já nasce sabendo isto???
Óbvio que não. Neste caso, o filho precisa aprender a
como se comportar como filho, não é verdade??? Não
era este o caso de Adão??

Esta
seria a primeira decisão séria que tanto Adão
quanto Eva tinham de tomar.

O que levar
em consideração antes de tomar uma decisão??

O
que aconteceu logo depois disto?? Bem, Adão estava obedecendo
e Eva também.

O
que realmente passou a ocorrer?? Até quando continuou Adão
a obedecer??

Vejamos o que
está registrado. A TNM assim reza:
(Gênesis
3:1-5)
3
Ora,
a serpente mostrava ser o mais cauteloso de todos os animais
selváticos do campo, que Jeová Deus havia feito. Assim,
ela começou a dizer à mulher: “É realmente
assim que Deus disse, que não deveis comer de toda árvore
do jardim?”
2
A
isso a mulher disse à serpente: “Do fruto das árvores
do jardim podemos comer.
3
Mas,
quanto [a comer] do fruto da árvore que está no meio do
jardim, Deus disse: ‘Não deveis comer dele, não,
nem deveis tocar nele, para que não morrais.’”
4
A
isso a serpente disse à mulher: “Positivamente não
morrereis.
5
Porque
Deus sabe que, no mesmo dia em que comerdes dele, forçosamente
se abrirão os vossos olhos e forçosamente sereis como
Deus, sabendo o que é bom e o que é mau.”

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(Gênesis
3:1-5)
1
Ora a serpente era mais astuta que qualquer animal do campo que Deus
Jeová tinha feito. Ela disse à mulher: É assim
que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do
jardim?
2
Respondeu a mulher à serpente: Do fruto das árvores do
jardim podemos comer;
3
mas do fruto da árvore que está no meio do jardim,
disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não
morrais.
4
Então a serpente disse à mulher: Certamente não
morrereis;
5
porque Deus sabe que no dia em que comerdes do fruto, abrir-se-vos-ão
os olhos, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal.

Assim verte a
Tradução Almeida:
(Gênesis
3:1-5) 1
Ora, a serpente era
o mais astuto de todos os animais do campo, que o Senhor Deus tinha
feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse:
Não comereis de toda árvore do jardim?
2
Respondeu a mulher à serpente: Do fruto das árvores do
jardim podemos comer,
3
mas do fruto da árvore que está no meio do jardim,
disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não
morrais.
4
Disse a serpente à mulher: Certamente não morrereis.
5
Porque Deus sabe que no dia em que comerdes desse fruto, vossos olhos
se abrirão, e sereis como Deus, conhecendo o bem e o mal.

Aconteceu
um incidente. Até então, tratava-se de uma relação
dupla, uma relação entre aquele que legisla e aquele
que deve obedecer. No entanto, apareceu um terceiro elemento. Este
terceiro elemento apresentou uma nova informação.

Neste
momento, através desta nova informação, Eva
recebeu um estímulo.

Que
opinião tinha Eva em relação a este mandamento??
Que sentimentos tinha Eva em relação a este
mandamento??

O
que a promessa da perda da vida representava para Eva?? O que esta
perspectiva representava para Eva?? Que valor dava Eva para a vida,
ou seja, continuar a viver??

O
fato é que ninguém se esforça vigorosamente para
começar a viver. No entanto, todos devem se esforçar
vigorosamente para manter acesa a chama da vida recebida, não
é verdade??

Até
então Eva se mantinha em uma reação em relação
ao mandamento recebido. O que aconteceria depois deste incidente??
Que reação teria Eva??

Reação
– Esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: ato ou efeito de reagir;
resposta
a uma ação
anterior;
comportamento
de um ser vivo manifestado
em presença de um
estímulo.

reação

s.f.
(1720)
1
ato
ou efeito de reagir
1.1
resposta
a uma ação anterior
2
comportamento
de um ser vivo manifestado em presença de um estímulo
2.1
movimento
de opinião que age em sentido oposto ao que o precedeu
2.2
força,
princípio ou tendência contrária; oposição,
resistência
3
fís
força
de mesma magnitude mas oposta a uma outra
4
fisl
modificação
produzida no organismo por causa mórbida
5
pol
filosofia
conservadora ou contrária à evolução
política e social do ser humano
6
p.met.
pol
força
política ultraconservadora, contrária a ideias
político-sociais revolucionárias
7
p.metf.
pol
qualquer
manifestação de autoridade tendendo à tirania e
à opressão; despotismo
8
quím
fenômeno
que se produz entre duas substâncias químicas postas em
contato, com quebra e formação de suas ligações,
dando origem a novas substâncias e compostos

r.
convergente

fís.nuc
reação
em cadeia provocada por um nêutron, em que a quantidade de
nêutrons resultante diminui com o tempo •
r.
de
Western
blot

pat
técnica
de sorodiagnóstico que permite pesquisar proteínas
antigênicas, esp. virais, ou anticorpos contra tais proteínas,
us. freq. para confirmar o
teste
Elisa

r.
Diels-Alder

quím
reação
por adição entre um dieno conjugado e um dienófilo
(alceno ou alcino) •
r.
divergente

fís.nuc
reação
em cadeia provocada por um nêutron, em que a quantidade de
nêutrons resultante aumenta com o tempo •
r.
em cadeia

fís.nuc
1
série
de reações nucleares em que um dos agentes que a produz
é por sua vez produzido por uma reação e dará
origem a outras e assim subsequentemente; reação
nuclear em cadeia
2
fig.
sucessão
de fatos ocorridos sob a ação de causa e efeito •
r.
fotonuclear

fís.nuc
reação
nuclear iniciada por radiação eletromagnética
(fótons) de alta energia •
r.
nuclear

fís.nuc
qualquer
reação em que ocorram modificações de um
ou mais núcleos atômicos •
r.
nuclear em cadeia

fís.nuc
m.q.
reação
em cadeia

r.
termonuclear

fís.nuc
m.q.
fusão
nuclear


etim
re-
+
ação

Duas
substâncias químicas, quando postas em contato produzem
uma “reação”. O ser humano aprendeu muito
com as reações químicas. Estas reações
passaram a ser observadas e controladas, em face de serem
previsíveis, para aqueles que as conhecem.

Quando
o ser humano entra em contato com uma situação, ele
também revela ter uma reação. Quando o humano se
torna vítima de uma determinada circunstância, ele tem
reações. Nota-se claramente que cada circunstância
revela ser um estímulo. Nota-se que o humano reage a
estímulos. Estas reações são previsíveis
tal qual o sol nascer no dia seguinte?? Estas reações
são definitivas?? Podem haver reações diferentes
do mesmo humano em ocasiões diferentes, na mesma
circunstância?? O humano pode negar-se a reagir?? O humano pode
controlar suas reações?? O humano já tem estas
reações programadas em seu cérebro?? Como o
humano controlaria suas reações??

Estímulo
– Esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: aquilo que anima, que
incita
à realização
de algo. É sinônimo de incentivo.

estímulo

s.m.
(sXV)
1
ponta
aguda de objeto que pica; aguilhada, aguilhão, pua
2
fig.
aquilo
que anima, que incita à realização de algo
<o
aluno precisa de e. em seu aprendizado
>
3
fig.
sentimento
da própria honra, dignidade, valor
<indivíduo
sem e.
>
4
fisl
qualquer
agente que provoque uma reação motriz, glandular,
funcional ou metabólica em um órgão receptor ou
tecido excitável
<e.
olfativo
>
5
psic
parte
do mundo exterior de complexidade variável, cuja mudança
qualitativa e/ou quantitativa gera reações
correspondentes, proporcionais aos graus e tipos desta mudança,
e capazes de serem distinguidas quanto à qualidade e
quantidade

e.
condicionado

psic
aquilo
que originalmente era neutro e ineficaz para uma dada resposta, e
que, através de condicionamento, tornou-se capaz de gerar
aquela resposta

etim
lat.
stimùlus,i
‘aguilhão;
incentivo’

sin/var
ver
sinonímia de
inspiração
e
repto

ant
desestímulo

par
estimulo(fl.estimular)

No
caso do primeiro casal, houve um estímulo, estímulo
dado através de uma “informação”.

Bem, e o que
ocorreu depois desta nova informação supostamente dada
a Eva?? Como reagiu Eva depois deste estímulo??

Bem, vejamos
o que está registrado:
(Gênesis
3:6)
6
Conseqüentemente,
a mulher viu que a árvore era boa para alimento e que era algo
para os olhos anelarem, sim, a árvore era desejável
para se contemplar. De modo que começou a tomar do seu fruto e
a comê-lo. Depois deu também dele a seu esposo, quando
estava com ela, e ele começou a comê-lo.

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(Gênesis
3:6)
6
Viu, pois, a mulher que a árvore era boa para comer, que era
uma delícia para os olhos, e árvore desejável
para dar entendimento; tomou do fruto dela e comeu; deu também
a seu marido, e ele comeu.

Assim verte a
Tradução Almeida:
(Gênesis
3:6)
6
Então, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se
comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável
para dar entendimento, tomou do seu fruto, comeu, e deu a seu marido,
e ele também comeu.

Bem,
eles comeram do fruto daquela árvore. Depois daquela
informação os humanos reagiram, ou seja, decidiram
tomar uma ação.

Quanto
tempo levou até Eva decidir comer do fruto daquela árvore??
Não sabemos.. Pode ter sido uma semana, um mês, um ano
ou mais.

Quanto
tempo passou depois de Eva comer o fruto para que Adão também
passasse a comê-lo?? Não sabemos. Pode ter levado um
dia, uma semana, um mês, um ano ou mais.

Jeová
afirmou que Adão escutou a voz de sua mulher, ou seja,
deixou-se convencer por sua mulher, deixou-se levar pela informação
e pela ação da mulher. A mulher também deixou-se
convencer, isto é, deixou-se levar por uma nova informação.

Adão
deixou-se influenciar por Eva.

Influenciar
– esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: causar ou sofrer uma
modificação física ou intelectual

influenciar

v.
(1863)
1
t.d.
e pron.

exercer
uma ação psicológica, uma ascendência
sobre (alguém ou algo) ou deixar subjugar-se por esta ação
<um
homem capaz de i. governos e nações
>
<é
uma pessoa que se influencia facilmente com as maravilhas
propagandeadas
>
2
t.d.
e pron.

causar
ou sofrer uma modificação física ou intelectual
<a
Lua influencia as marés
>
<os
diferentes gêneros de conhecimento se interpenetram e se
influenciam mutuamente
>
¤
etim
influência
+
-ar
¤
sin/var
ver
sinonímia de
inspirar
¤
par
influencia(3ªp.s.);
influencias(2ªp.s.) /
influência(s.f.)
e pl.

Deixando-se
influenciar por Eva, Adão comeu do fruto, ou seja, desobedeceu
a uma ordem que havia recebido, mesmo sabendo do mal que isto lhe
causaria. Adão tomou uma decisão, decisão
esta que aos olhos do Pai era errada e que Adão havia sido
informado de que era a decisão errada??

O
pecado de Adão foi “comer do fruto de uma árvore”
(fruto de uma decisão pessoal), ato (ação) que o
Criador afirmou antecipadamente que ele não devia fazer. Adão
fez algo para o qual havia uma proibição para ele.
Foi-lhe avisado que praticar determinada ação era um
pecado (um erro). O pecado de Eva foi “comer do fruto de uma
árvore” (após uma decisão). Eva fez algo
para o qual havia uma proibição para ela e que ela era
sabedora disso. A ordem era: “Não deves comer”.
Ficou bem claro: Houve a violação de uma norma (fez o
que não deveria fazer).

Havia
uma ordem para não fazer. O pecado de Adão foi a
desobediência, POIS ele estava ciente da regra.

O
HUMANO FOI INFORMADO QUE ALGO ERA PECADO ANTES
DELE PRATICAR TAL AÇÃO.

DESOBEDECER
Esta é a
definição dada por certo dicionário (Houaiss):
não
obedecer,
recusando-se
a
acatar ordens, comandos ou o que foi estabelecido em forma de leis,
preceitos…..

desobedecer

v.
(sXIV)
t.i.int.
não
obedecer,
recusando-se
a
acatar ordens, comandos ou o que foi estabelecido em forma de leis,
preceitos etc.
<d.
aos pais
>
<d.
às regras
>
<haveria
severas penas para os que desobedecessem
>
¤
gram
a)
a respeito da conj. deste verbo, ver –
ecer;
b)
o obj.ind.
lhe

se refere a pessoas, para outros casos, usam-se as formas
a
ele
(s),
a
ela
(s)
¤
etim
des-
+
obedecer
¤
sin/var
ver
antonímia de
aceitar
e
sinonímia de
infringir
¤
ant
cumprir,
obedecer; ver tb. sinonímia de
aceitar
e
antonímia de
infringir

Para
haver obediência ou desobediência tem de haver uma ordem,
uma determinação.

DESOBEDIÊNCIA
É UMA AÇÃO PESSOAL E VOLUNTÁRIA, fruto de
uma decisão.

TENDO
ADÃO OBEDECIDO A ESTA ORDEM, RECEBERIA COMO PRÊMIO UMA
VACINA CONTRA O PECADO, TORNANDO-SE
IMUNE”
AO
PECADO??

Existindo
esta “vacina” de imunidade ao pecado, porque Adão
já não foi vacinado antes da ordem?? Será que
Adão precisava provar que ele “merecia” a vacina??
Será que existe algum “defeito” naquilo que Jeová
cria??

Muitos
ainda afirmam que se Adão tivesse escolhido obedecer a Deus
(era uma escolha) não comendo do fruto daquela árvore,
que ele teria recebido a vida eterna como “recompensa”,
e ainda a usufruiria dentro do paraíso. Parece ser uma prova
de uma única questão e que valeria vida eterna ou morte
eterna para Adão. Pelo menos é o que muitos afirmam
para este relacionamento entre o Pai e Adão.

Se
obedecesse àquela ordem Adão viveria feliz para
sempre??? E viveram felizes para sempre??

Uma
obediência pontual produziria um resultado perpétuo??

Adão
recusou-se a acatar uma ordem que lhe havia sido dada. Esta ação
pessoal de Adão, fruto de uma decisão tomada por Adão,
é definida como pecado. Esta ação foi o pecado
de Adão.

Paremos
para pensar um pouco. Afirma-se que o humano recebeu de Adão a
INCAPACIDADE de viver sem pecar.

Ora,
se o filho de Adão não tem a capacidade de viver sem
cometer pecado, como ele poderia ser condenado por ter cometido
pecado?? Ora, se ele está INCAPACITADO, por que seria
condenado em face de sua INCAPACIDADE??

O
que estão afirmando em relação ao Pai??

Afirma-se que o humano é INCAPAZ de viver sem pecar. Afirma-se
que o humano recebe esta INCAPACIDADE de seus antepassados. Depois se
afirma que o Pai pede aos humanos que eles façam algo que eles
não têm a CAPACIDADE de fazer. Depois se afirma que o
Pai punirá severamente (morte eterna ou fogo eterno) todos os
filhos incapacitados que não conseguirem fazer o que Ele pede.

De
forma adicional, afirma-se que o Pai abençoará alguns,
que, embora também não tenham a CAPACIDADE de fazer o
que foi pedido, e que realmente não o façam, mesmo
assim serão abençoados.

Desta
forma, afirma-se que as pobres vítimas de Adão, embora
todas incapacitadas de viver sem pecar, e que, obviamente, todas
vivem pecando, algumas delas serão agraciadas com vida eterna
imerecidamente, enquanto que outras receberão a morte eterna
merecidamente. Trata-se de algo muito estranho.

Se
o humano está incapacitado de não pecar, como salvar o
humano desta condição de “incapacitado”??
Estava o humano realmente incapacitado de viver sem pecar?? Estava
Eva incapacitada de obedecer?? Estava Adão incapacitado de
obedecer?? Depois disso, estava Adão incapacitado de tomar
decisões acertadas?? Depois disso, estava Eva incapacitada de
tomar decisões certas??

Os
acusadores de Adão afirmam que Adão tinha a capacidade
de obedecer pois ele foi criado perfeito.

Depois
afirmam que os descendentes de Adão herdaram de Adão a
incapacidade de viver sem pecar, ou seja, os descendentes de Adão
receberam de Adão a incapacidade de tomarem decisões
certas
.

Estavam
os descendentes de Adão incapacitados de obedecer??

Estavam
os descendentes de Adão incapacitados de tomarem decisões
certas??

Passemos
agora para um outro exemplo. Segundo a regra humana da herança,
este humano já nasceu pecador, neste caso, um incapacitado de
tomar e manter uma decisão certa.

Trata-se de
um mensageiro que Jeová escolheu para executar um trabalho.
Este
mensageiro também estava ciente da existência de uma
regra, a qual somente ele devia obedecer.

O Criador
passou a estipular para aquele mensageiro, que comer em determinado
lugar era pecado, era um pecado para aquele mensageiro e somente para
ele. O mensageiro era sabedor da ordem e a repetiu para outros,
negando-se a desobedecer, recusando-se a desobedecer a uma ordem da
qual ele estava ciente.

(1
Reis 13:7-10)
7
E
o rei prosseguiu, dizendo ao homem do [verdadeiro] Deus: “Vem
deveras comigo à casa e fortifica-te, e deixa-me dar-te uma
dádiva.”
8
Mas
o homem do [verdadeiro] Deus disse ao rei: “Se me desses metade
da tua casa
não
iria contigo, nem comeria pão, nem beberia água neste
lugar.
9
Pois
assim se me ordenou pela palavra de Jeová, dizendo: ‘Não
deves comer pão nem beber água, e não deves
voltar pelo caminho em que foste.
’”
10
E
ele começou a ir por outro caminho e não voltou pelo
caminho em que viera a Betel.

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(1
Reis 13:7-10) 7
Disse o rei ao homem
de Deus: Vem comigo para casa, e conforta-te, e dar-te-ei uma
recompensa.
8
Respondeu o homem de Deus ao rei: Se me deres a metade da tua casa,
não
entrarei na tua casa nem comerei pão, nem beberei água
neste lugar.
9
Pois
assim me foi intimado por ordem de Jeová, dizendo: Não
comerás pão, nem beberás água, nem
voltarás pelo caminho por que vieste
.
10
Ele, pois, se foi por outro caminho, e não voltou a Betel pelo
caminho por que viera.

Assim verte a
Tradução Almeida:
(1
Reis 13:7-10) 7
Disse então o
rei ao homem de Deus: Vem comigo a minha casa, e conforta-te, e
dar-te-ei uma recompensa.
8
Mas o homem de Deus respondeu ao rei: Ainda que me desses metade da
tua casa, não iria contigo,
nem
comeria pão, nem beberia água neste lugar.
9
Porque
assim me ordenou o Senhor pela sua palavra, dizendo: Não comas
pão, nem bebas água, nem voltes pelo caminho por onde
vieste.
10
Ele, pois, se foi por outro caminho, e não voltou pelo caminho
por onde viera a Betel.

NÃO
COMER PÃO E NÃO BEBER ÁGUA NAQUELE LUGAR.

Até
então mostrava ser uma relação dupla, uma
relação entre Jeová, o Legislador, e o
mensageiro.

Depois desta
demonstração de obediência, ou seja, de tomar a
decisão acertada para ele, cometeu este mensageiro tal pecado,
ou seja, comer pão e beber água na cidade de Betel??
Será que tal mensageiro se manteve na decisão certa??

(1 Reis
13:15-19)
15
E
ele prosseguiu, dizendo-lhe: “Vem comigo à casa e come
pão.”
16
Mas
ele disse: “Não posso voltar contigo nem entrar contigo,
e não posso comer pão nem beber água contigo
neste lugar
.
17
Porque
me foi falado pela palavra de Jeová: ‘Não deves
comer pão nem beber água ali. Não deves voltar
pelo caminho em que foste.’”
18
A
isto ele lhe disse: “Eu também sou profeta igual a ti, e
um anjo é que falou comigo pela palavra de Jeová,
dizendo: ‘Faze-o voltar contigo à tua casa, para que
coma pão e beba água.’” (Enganou-o.)
19
De
modo que voltou com ele para comer pão na sua casa e para
beber água.

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(1
Reis 13: 15-19) 15
Então lhe
disse: Vem comigo para casa, e come pão.
16
Porém
ele respondeu: Não posso voltar contigo,

nem entrar na tua casa; não comerei pão nem beberei
água contigo neste lugar,
17
porque me foi dito por ordem de Jeová: Não comerás
pão, nem beberás água ali, nem tornarás a
ir pelo caminho por que foste.
18
Tornou-lhe: Eu também sou profeta como tu, e por ordem de
Jeová falou-me um anjo, dizendo: Faze-o voltar contigo para a
casa, para que ele coma pão e beba água. Mentiu-lhe.
19
Assim
voltou com ele e comeu pão na sua casa, e bebeu água.

Assim verte a
Tradução Almeida:
(1
Reis 13:15-19) 15
Então lhe
disse: Vem comigo a casa, e come pão.
16
Mas
ele tornou: Não posso voltar contigo
,
nem entrar em tua casa; nem tampouco comerei pão, nem beberei
água contigo neste lugar;
17
porque me foi mandado pela palavra de Senhor: Ali não comas
pão, nem bebas água, nem voltes pelo caminho por onde
vieste.
18
Respondeu-lhe o outro: Eu também sou profeta como tu, e um
anjo me falou por ordem do Senhor, dizendo: Faze-o voltar contigo a
tua casa, para que coma pão e beba água. Mas
mentia-lhe.
19
Assim
o homem voltou com ele, comeu pão em sua casa, e bebeu água.

Embora
apresentasse uma aparente convicção, ele terminou por
cometer o pecado.

Ele
não foi obrigado a voltar, não é mesmo?? Ele
tomou a decisão de voltar e comer e beber na casa daquele
terceiro elemento.

O
que aconteceu??

Ele
foi convencido a fazer algo que até aquele ponto da linha do
tempo ele tinha a convicção de não fazer. Ele
deixou-se convencer, quando já tinha negado a deixar-se
convencer.

Qual era
mesmo o seu pecado??
(1
Reis 13:20-22)
20
E
sucedeu, enquanto estavam sentados à mesa, que a palavra de
Jeová veio ao profeta que o tinha trazido de volta;
21
e
ele começou a clamar para o homem do [verdadeiro] Deus, que
saíra de Judá, dizendo: “Assim disse Jeová:
Visto
que te REBELASTE contra a ordem de Jeová e NÃO
GUARDASTE O MANDAMENTO que Jeová, teu Deus, te ordenou
,
22
mas
voltaste para comer pão e beber água no lugar de que te
falou: “Não comas pão nem bebas água”,
teu cadáver não entrará na sepultura dos teus
antepassados.’…

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(1
Reis 13:20-22) 20
Estando eles à
mesa, veio a palavra de Jeová ao profeta que o tinha feito
voltar;
21
e clamou ao homem de Deus que tinha vindo de Judá, dizendo:
Assim diz Jeová:
Porquanto
NÃO OBEDECESTE a ordem de Jeová, e NÃO GUARDASTE
O MANDAMENTO que Jeová teu Deus te ordenou,

22
mas voltaste, e comeste pão e bebeste água no lugar de
que te disse: Não comas pão, nem bebas água; o
teu cadáver não entrará no sepulcro de teus
pais.

Assim verte a
Tradução Almeida:
(1Reis
13:20-22) 20
Estando eles à
mesa, a palavra do Senhor veio ao profeta que o tinha feito voltar;
21 e
ele clamou ao homem de Deus que viera de Judá, dizendo: Assim
diz o Senhor:
Porquanto
foste rebelde à ordem do Senhor, e NÃO GUARDASTE O
MANDAMENTO que o Senhor teu Deus te mandara
,
22
mas voltaste, e comeste pão e bebeste água no lugar de
que te dissera: Não comas pão, nem bebas água; o
teu cadáver não entrará no sepulcro de teus
pais.

Comer
pão era pecado?? Não, não era. Beber água
era pecado?? Comer pão e beber água na cidade de Betel
era pecado?? Também não, pois, para milhares de pessoas
que moravam ali, comer pão e beber água ali não
era pecado.

No
entanto, para aquele mensageiro, comer pão e beber água
ali em Betel passou a ser pecado a partir do momento em que Jeová
assim o determinou e somente para ele.

Como
um Pai, Jeová estava ensinando algo, tanto para aquele humano,
como para os demais observadores…

Novamente
apareceu um terceiro personagem nesta relação que
deveria continuar apenas dupla. Mostrava-se como um amigo e foi visto
como um amigo que certamente se preocupava com o seu bem estar
físico. Decerto, este amigo estava preocupado e penalizado com
o estado emocional deste mensageiro. Decerto, o mensageiro realmente
estava com fome e sede, muito mais sede do que fome, pois isto seria
muito natural.

Havia
uma ordem para não fazer. O pecado deste mensageiro foi a
desobediência.

DESOBEDIÊNCIA
É UMA AÇÃO VOLUNTÁRIA.

A
palavra saída da boca de Jeová foi bem clara, não
foi?? Não obedecestes; foste rebelde; não guardaste o
mandamento. Tratava-se de um mandamento; tratava-se de uma ordem.
Houve violação de uma norma. A responsabilização
pelo erro é individual.

Nestes
dois casos acima, o pecado mostrou ser a “desobediência”
a uma ordem direta, um ato de “rebeldia”. Nos dois casos
havia a consciência da existência PRÉVIA de uma
regra a ser obedecida.

Muito
embora este mensageiro tenha obedecido na realização de
outras tarefas no que dizia respeito a outras pessoas, ele foi
desobediente nesta ordem que dizia respeito exclusivamente a ele.

Percebemos??

Guardar
o mandamento, apesar de todas as dificuldades que viessem a
aparecer…, permanecer obedecendo, apesar das circunstâncias
ficarem desfavoráveis.

Alguém
poderia dizer: Puxa vida, ele morreu só porque comeu e bebeu
água?? Ele estava com fome e com sede, não estava??

O
que percebemos??

Percebemos
que aquele humano tinha de escolher entre obedecer e
satisfazer a sua necessidade de comer e beber. O desobedecer lhe
traria a morte como consequência.

Estando
ele com sede, será que ele beberia água envenenada??

Estando
com fome, será que ele comeria comida envenenada??

Certamente
que se negaria tanto a comer comida envenenada como beber água
envenenada. Ele suportaria a sua fome e sede até encontrar
alimento e água saudáveis.

Com
estes dois casos, o que pudemos observar em relação ao
pecado??

Pudemos
observar que é o Criador quem estipula o que é pecado.
Ele diz: “Não faças isto”. Quem fizer
aquilo que Ele determinou não fazer (“isto”),
comete pecado, pois a pessoa só faz, depois de tomar a decisão
de fazer. A mesma coisa ocorre quando Ele diz: “Faças
isto”. Quem não fizer “isto” comete pecado.
Sendo uma ordem específica para alguém, ao desacatá-la,
somente este comete pecado.

Percebemos
também que a ordem ou determinação pode ser
individualizada, isto é, enquanto aquele não deve
fazer, outros podem fazer.

Percebemos
também nestes dois casos que o Legislador definiu que aquele
humano não devia praticar uma determinada ação e
que depois de certo tempo e depois de certas circunstâncias,
este humano praticou aquela determinada ação ao receber
a influência de outro humano. A influência recebida foi
apenas uma “informação”. Este humano foi
manipulado por uma informação. Na verdade, este humano
se deixou manipular por uma informação.

Será
que o humano Adão tinha a capacidade de não se deixar
manipular por aquela informação recebida de Eva.

Será
que aquele profeta tinha a capacidade de não se deixar
manipular por aquela informação recebida do outro
profeta??

Pudemos
observar que pecar é DESOBEDECER a uma ordem de Deus, QUALQUER
ordem.

Pudemos
perceber que até determinado momento estava havendo a
obediência. Nos dois casos havia uma vontade de
obedecer, vontade esta que estava sendo realizada e que foi superada
após um “incidente” que trouxe consigo um estímulo
através de uma informação.

Este
incidente (estímulo) provocou uma reação no
humano que sofreu tal ação.

Eva
foi instigada através de uma palavra de incitação.

O
profeta sem nome foi instigado através de uma palavra de
incitação.

Tratava-se
de uma pedra de tropeço que induz ao erro (pecado). Uma
informação que induz o homem ao erro.

Pudemos
perceber que até um determinado momento o humano concordava
que aquela ação era um pecado. Depois de determinado
incidente este humano passou a concordar que aquela ação
não era um pecado. Percebemos que o humano mudou de opinião.
Percebemos que o humano se deixou levar por uma instigação,
deixou-se levar por uma outra informação..

INSTIGAÇÃO
– Esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: ato ou efeito de
instigar, de induzir, uma incitação, uma sugestão,
um estímulo.

instigação

s.f.
(sXV)
ato
ou efeito de instigar, de induzir; incitação, sugestão,
estímulo
<a
letra da música foi considerada i. ao consumo de tóxico
>

i.
ao crime

dir.pen
m.q.
incitação
ao crime


etim
lat.
instigatìo,ónis
‘ação
de excitar; incitamento, insinuação’

sin/var
ver
sinonímia de
inspiração,
repto
e
tentação

O humano
deixou-se levar por uma incitação.

Isto
significa que o humano passou a ter uma outra vontade, outro desejo.

Que
relação pode existir entre o pecado e o “desejo”??
Que relação pode existir entre pecado e a “vontade”??

Pudemos
perceber que foi somente
depois
de determinado evento, que passou a haver a
desobediência.

Assim,
a decisão pessoal de “não fazer” foi
superada pela decisão pessoal de “fazer” aquilo
que se sabia ser um pecado. O humano tinha a sua decisão de
obedecer e estava obedecendo, no entanto, algo ou alguém o
convenceu
a desobedecer. O humano achava que não estava desobedecendo,
pois ele foi convencido que aquela ordem anterior havia sido
revogada. Uma palavra foi responsável pela mudança de
opinião destes humanos.

CONVENCER
– Esta é a definição dada por certo
dicionário (Houaiss): Persuadir
por meio de raciocínios bem fundados, raciocínios
lógicos.

convencer

v.
(1369)
1
t.d.int.
e pron.

persuadir
(alguém ou a si mesmo) a aceitar uma ideia ou admitir um fato,
por meio de razões ou argumentos bem fundados
<tentou
aliciá-la para o partido, mas não a convenceu
>
<um
advogado hábil quase sempre convence
>
<
se convencerá com provas concretas
>
1.1
bit.
e pron.

p.ext.
fazer
aceitar ou aceitar a realidade (de)
<a
reação da amiga convenceu-o de sua amizade
>
<ainda
luta para se c. da morte do amigo
>
2
t.d.int.
envolver
ou ser envolvente pela força dramática, pela trama,
pela atuação dos protagonistas etc.; atrair
<a
tragédia de Romeu e Julieta convence e comove o espectador
>
<esse
filme não convence
>

gram
apresenta
duplo part.:
convencido,
convicto

etim
lat.
convinco,is,víci,victum,
vinc
ère
‘fazer
prevalecer, convencer’

sin/var
capacitar,
compenetrar, encasquetar, exortar, induzir, levar, mover, persuadir,
suadir; ver tb. antonímia de
dissuadir

ant
ver
sinonímia de

dissuadir

Ele
foi convencido e mudou de opinião. Se você muda de
opinião, também mudará de desejo?? Sua ação
não é de acordo com a sua opinião??

Se
não existisse aquele que me convenceu, eu não teria
cometido o pecado – isto é uma acusação??
Decerto.

-
“Se ele não tivesse me falado nada, eu não teria
cometido o pecado”.

Será
que não havia nada de errado com este humano que pecou?? Se
havia algo de errado, o que era??

COMO
ESTES PECADOS PODERIAM SER TRANSMITIDOS PARA OS DESCENDENTES??

Não
percebemos que o humano em questão foi convencido?? Não
percebemos que o humano em questão mudou de opinião??
Não percebemos que a ação do pecado aconteceu
depois do humano se deixar convencer??

Que
espécie de vacina pode existir contra a desobediência??
Que espécie de vacina pode tornar o humano imune à
desobediência??

Que
espécie de vacina conseguiria impedir que Eva fosse convencida
a mudar de opinião??

Que
espécie de vacina conseguiria impedir que o profeta “sem
nome” fosse convencido a mudar de opinião??

Quem
é acusador??

É
aquele que acusa; é aquele que pratica a ação de
acusar. Qualquer um que pratique a ação de acusar é
um acusador.

Acusar
– Esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: atribuir falta, infração
ou crime a (alguém ou si próprio; incriminar; culpar.

acusar

v.
(sXIII)
1
t.d.bit.int.
e pron.

atribuir
falta, infração ou crime a (alguém ou si
próprio); culpar(-se), incriminar(-se)
<acusou
o inocente sem dó nem piedade
>
<acusava
o vizinho de abrigar foragidos
>
<não
se deve a. sem provas
>
<os
suspeitos se acusaram durante o interrogatório
>
2
t.d.
e pron.

ter
ou exprimir julgamento moral desfavorável em relação
a (alguém ou si próprio)
<o
passado criminoso acusa-os para sempre
>
<acusava-se
por ter abandonado o emprego
>
3
t.d.
jur
apresentar
diante de tribunal ou juiz a responsabilidade de (alguém)
<o
promotor acusou o sequestrador e pediu a pena máxima
>
4
t.d.pred.
caracterizar
negativamente por meio de palavra, expressão etc.; tachar
<acusou
o político de corrupto
>
5
t.d.
tornar
conhecido; indicar, mostrar, realçar
<suas
rugas acusavam a idade
>
<a
radiografia acusou a fratura
>
6
t.d.
comunicar,
notificar, confirmar (recepção de carta, ofício
etc.)
<acusou
o convite recebido
>

etim
lat.
accúso,as,ávi,átum,áre
‘id.’

sin/var
achacar,
acoimar, assacar, atribuir, carregar, criminar, culpar, denunciar,
estigmatizar, imputar, increpar, incriminar, redarguir, tachar; ver
tb. sinonímia de
manifestar

ant
defender,
descriminar, desculpar, escusar, inocentar; ver tb. antonímia
de
aviltar

O que
ocorreu na hora de “prestar contas” da decisão
tomada??

Que
fez Eva ao ser questionada sobre sua ação de comer do
fruto, que era fruto (consequência) de sua pessoal decisão??

Que
fez Adão ao ser questionado sobre sua ação de
comer do fruto, que também era fruto de sua pessoal decisão??

(Gênesis
3:9-13)
9
E
Jeová Deus chamava o homem e dizia-lhe: “Onde estás?”
10
Por
fim, ele disse: “Ouvi a tua voz no jardim, mas tive medo,
porque estava nu, e por isso me escondi.”
11
A
isso ele disse: “Quem te informou que estavas nu? Comeste da
árvore de que te mandei que não comesses?”
12
E
o homem prosseguiu, dizendo: “
A
mulher que me deste para estar comigo, ela me deu [do fruto] da
árvore e por isso comi.

13
Com
isso, Jeová Deus disse à mulher: “Que é
que fizeste?” A que a mulher respondeu: “
A
serpente — ela
me
enganou
e
por isso comi.”

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Gênesis
3:9-13) 9
Deus Jeová chamou ao homem, e perguntou-lhe:
Onde estás? 10 Respondeu-lhe o homem: Ouvi a tua voz no
jardim, e tive medo, porque estava nu; e escondi-me. 11
Perguntou-lhe Deus: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste da árvore
de que te ordenei que não comesses? 12 Respondeu o
homem: A
mulher que me deste por companheira deu-me da árvore, e eu
comi.
13 Perguntou Deus Jeová à
mulher: Que é isto que fizeste? Respondeu a mulher: A
serpente enganou-me, e eu comi.


O
que ocorreu?? Que respostas foram dadas ao questionamento do Pai??


Adão
respondeu: Comi PORQUE a mulher me deu.


Uma
acusação.


Eva
respondeu: Comi PORQUE a serpente me enganou.


Uma
acusação.


A
decisão é uma coisa pessoal, não é??

A
decisão é uma coisa pessoal e intransferível,
não é??

Eu
comi, mas, se não fosse ele, eu não teria comido.


Embora
a decisão tenha sido de cada um deles, nem Adão e nem
Eva assumiram a “culpa” pelo pecado, ou seja, a decisão
errada. Ambos atribuíram a “culpa” a alguém.
Ambos deviam assumir a culpa. Deviam dizer: “Sim Pai, eu comi”.
Sim Pai, eu decidi comer. Sim Pai, o erro é meu.

No
entanto, ambos “culparam” alguém.

Culpar
– esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: acusar de culpa; declarar
responsável, culpado por delito, falta etc.

culpar

v.
(sXIII)
1
t.d.bit.
e pron.

acusar(-se)
de culpa, incriminar(-se); declarar(-se) responsável, culpado
por (delito, falta etc.)
<o
juiz culpou-o sem apelação
>
<culparam-no
pelo crime abjeto
>
<ela
teve de c.-se pelo deslize
>
2
t.d.bit.
apontar
(algo) como causa
<como
dirigia mal, culpava sempre as ruas mal pavimentadas
>
<culpou
o engarrafamento pelo seu atraso
>

etim
lat.
culpo,as,ávi,átum,áre
‘censurar,
repreender, atribuir culpa a’

sin/var
ver
sinonímia de
acusar
e
antonímia de
desculpar

ant
desculpar,
inocentar; ver tb. antonímia de
acusar
e
sinonímia de
desculpar

hom
culpa(3ªp.s.),
culpas(2ªp.s.) /
culpa(s.f.)
e pl.


Uma
acusação. Tanto Adão quanto Eva lançaram
de si a responsabilidade por terem cometido o pecado. Foram obrigados
a comer?? Não, não foram??


Eva
foi até a árvore, pegou o fruto, levou até a
boca e o comeu. Eva levou o fruto até Adão. Adão
pegou o fruto e o comeu. Cada um decidiu comer


-
“Papai eu sou uma vítima daquele ali”.

Vamos
ver um outro exemplo de alguém que acusou outras pessoas em
face do pecado cometido por ele.

(Deuteronômio
3:23-27)
23 E
naquele tempo específico passei a implorar o favor de Jeová,
dizendo:
24 Ó
Soberano Senhor Jeová, tu mesmo principiaste a fazer teu servo
ver a tua grandeza e o teu braço forte, pois, que deus há
nos céus ou na terra que faça atos iguais aos teus e
realizações potentes iguais às tuas?
25
Deixa-me atravessar, por favor, e ver a
boa terra que está do outro lado do Jordão, esta boa
região montanhosa e o Líbano.’
26
E
Jeová continuou furioso comigo
por
vossa causa
e
não me escutou;
mas Jeová me
disse: ‘Já chega de ti! Nunca mais me fales neste
assunto.
27 Sobe
ao cume do Pisga e levanta os teus olhos para o oeste, e para o
norte, e para o sul, e para o leste, e vê com os teus olhos,
pois não passarás este Jordão.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Deuteronômio
3:23-27) 23
Roguei a Jeová nesse tempo, dizendo: 24
Ó Senhor Jeová, tu começaste a mostrar ao teu
servo a tua grandeza e a tua mão poderosa; pois que Deus há
no céu ou na terra, que possa fazer segundo as tuas obras e
segundo os teus grandes feitos? 25 Deixa-me passar a ver a boa
terra que está além do Jordão, essa excelente
região montanhosa, e o Líbano. 26 Mas
Jeová agastou-se comigo
por
vossa causa
,
e não me ouviu.
Disse-me Jeová: Basta;
não me fales mais nisto. 27 Sobe ao cume do Pisga,
levanta os olhos para o Ocidente, para o Norte, para o Sul e para o
Oriente, e contempla com os teus olhos; porque não passarás
este Jordão.

(Deuteronômio
4:21-22)
21 E
Jeová irou-se comigo
por
vossa causa
, de modo que jurou que eu
não passaria o Jordão, nem entraria na boa terra que
Jeová, teu Deus, te dá por herança.
22
Pois, estou morrendo nesta terra. Não
passarei o Jordão, mas vós passareis, e tereis de tomar
posse desta boa terra.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Deuteronômio
4:21-22) 21
Jeová
irou-se contra mim
por
vossa causa
,
e jurou que eu não passaria o Jordão, e não
entraria na boa terra que Jeová teu Deus te está dando
por herança; 22 mas eu tenho de morrer nesta terra, não
posso passar o Jordão. Porém vós passareis, e
possuireis essa boa terra.


Será
que se tratava de uma acusação??

O
que Jesus falou a este respeito??

(João
5:45)
45 Não
penseis que vos hei de acusar perante o Pai;

um que vos acusa, Moisés, em quem depositastes a vossa
esperança.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João
5:45) 45
Não penseis que eu vos hei de acusar perante o
Pai; quem
vos acusa é Moisés, no qual confiais.


Da
mesma forma como Adão e Eva, Moisés também não
assumiu a culpa por seu pecado. Ele culpou o povo por Jeová
determinar que ele não passaria do Jordão.


Ele
eximia-se da culpa e atribuía a culpa ao povo. Neste caso,
Moisés estava acusando o povo por um pecado cometido por ele.
Se não fosse este povo eu não teria cometido este
pecado.


Jesus
afirmou que não faria tal coisa. Jesus afirmou: “Não
vou acusá-los diante do Pai”.


O
que percebemos?? Percebemos que nos três casos houve um
estímulo. Depois deste estímulo ocorreu um pecado, como
uma reação a este estímulo.


Percebemos
também que aquele que praticou o pecado eximiu-se da culpa e
passou a colocar a culpa naquele que produziu o estímulo.


No
entanto, para o Pai, isto também é um pecado.


Quem
comete o pecado tem a capacidade para resistir ao estímulo, ou
não tem tal capacidade?? Será que alguém
consegue resistir ao estímulo e não cometer pecado?? O
Pai trouxe uma punição para aquele que desobedeceu, e
isto ocorreu em todos os três casos.


Se
o humano não tem a capacidade de viver sem pecar, então
por que o Pai responsabilizaria e puniria este humano que pecou,
MESMO quando este não tem a capacidade de viver sem pecar??


Será
que o Pai pensa da mesma forma como o humano??

Vamos
inserir aqui a palavra falada por Tiago. Ele fez esta interessante
afirmação:


(Tiago
1:14-15) 14 Mas
cada um é provado por ser provocado e engodado pelo seu
próprio desejo.
15 Então
o desejo, tendo-se tornado fértil, dá à luz o
pecado; o pecado, por sua vez, tendo sido consumado, produz a morte.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Tiago
1:14-15) 14
Mas
cada um é tentado pela sua própria cobiça,
quando esta o atrai e seduz;
15 então a
cobiça, havendo concebido, dá à luz o pecado, e
o pecado, sendo consumado, gera a morte.

Assim
verte a Tradução Almeida:

(Tiago
1:14-15) 14
Cada
um, porém, é tentado, quando atraído e engodado
pela sua própria concupiscência;
15
então a concupiscência, havendo concebido, dá à
luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte.

Concupiscência
– esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: cobiça de bens materias; anelo
de prazeres sensuais, desejo de prazer gerado por uma realidade
física

concupiscência

s.f.
(sXV)
1
cobiça
de bens materiais
2
anelo
de prazeres sensuais
<confunde
amor com c.
>
3
fil
no
agostinismo,
luxúria carnal, desejo libidinoso
4
fil
no
tomismo
medieval,
desejo de prazer gerado por uma realidade física, material
5
teol
aspiração
humana de bens naturais ou sobrenaturais
5.1
movimento
de amor em direção a Deus e aos homens
6
teol
pej.
cobiça
natural do homem pelos bens terrenos, consequência do pecado
original e que produz desordem dos sentidos e da razão
¤
etim
lat.
concupiscentìa,ae
‘id.’


Segundo
o nosso irmão Tiago, a culpa sempre está no pecador.
Uma circunstância nova vem desafiar o humano, no entanto, a
culpa nunca está na circunstância. Será que a
circunstância deve ser destruída para que o humano
consiga obedecer??


Passamos
assim a perceber que obedecer é uma questão que envolve
a capacidade pessoal. Neste caso, a pessoa pode ser capaz de obedecer
ou incapaz de obedecer.

Quem
não tem capacidade hoje, poderá ter esta capacidade
amanhã??

Capaz
– esta é a definição dada pelo dicionário
Houaiss: que possui qualidades necessárias
para…

capaz

adj.2g.
(sXV)
1
dotado
de capacidade (para acomodar, conter, abrigar etc. pessoas ou coisas)
<elevador
c. de suportar 12 pessoas
>
2
que
possui qualidades necessárias ao desempenho (diz-se de pessoa)
<pessoa
c. de grande concentração
>
3
que
possui certas características propiciadoras (diz-se de pessoa
ou coisa)
<indivíduo
c. de agir violentamente se provocado
>
<material
c. de repelir calor
>
4
dotado
de seriedade e competência; honesto, idôneo
<funcionário
c.
>
5
próprio
(para o fim a que se destina); conveniente, adequado
<acomodações
c. de receber a família real
>
¤
gram
sup.abs.sint.:
capacíssimo
¤
etim
lat.
capax,ácis
‘que
pode conter, que pode apreender ou compreender’
¤
ant
incapaz,
inepto


A
pessoa pode aprender a ser capaz.


Assim,
aquele que não é capaz hoje, depois de aprender,
revelará ser capaz amanhã.

O
humano necessita aprender a ter a capacidade de viver sem pecar.
Aprender a ser capaz de “obedecer”.

Até
agora não falamos de um elemento presente em cada ser humano,
que é imprescindível para entendermos algo sobre
pecado. Trata-se do livre-arbítrio. Cada indivíduo tem
o livre-arbítrio. Trata-se de algo dado ao humano pelo próprio
Projetista e Criador do humano.

O
que é o livre-arbítrio??

LIVRE-ARBÍTRIO
Esta é a definição
dada por certo dicionário (Houaiss):
liberdade
para
decidir
entre
uma
coisa e outra

livre-arbítrio

s.m.
Fil
possibilidade
de decidir,
escolher
em
função da própria vontade, isenta de qualquer
condicionamento, motivo ou causa determinante
¤
gram
pl.:
livres-arbítrios
¤
sin/var
livre-alvedrio

Possibilidade
de escolher em função da
vontade
própria; possibilidade de decidir em
função da
vontade
própria.

O
humano vai tomar uma decisão.O humano foi projetado para viver
tomando decisões todo o tempo.

Embora
Adão e Eva tenham colocado a culpa em outros envolvidos
diretos, o Pai os considerou culpados
de desobediência. No caso do mensageiro, Jeová também
o considerou culpado de desobediência.

Jeová
não atribuiu a culpa do pecado do “mensageiro”
àquele que deu outra informação ao mensageiro,
ou será que atribuiu?? Jeová foi bem claro: “Você
não obedeceu ao Meu mandamento”.

O
que pudemos observar??

Pudemos
observar que o humano tinha uma vontade, vontade esta, fruto de uma
informação, informação dada por Jeová.
Ele ainda não tinha uma segunda informação. O
humano passou a ter outra vontade, também fruto de uma
informação. O humano passou a ter duas informações
divergentes.
Cada informação o levaria a ter uma vontade. O humano
acreditava na primeira informação, logo, tinha uma
vontade. O humano passou a acreditar na outra informação,
passando a ter uma outra vontade. Daí, entre as duas
informações, ele escolheu uma, ou seja, ele tomou uma
decisão.

A
palavra do terceiro elemento criou ou amplificou uma vontade naquele
mensageiro, que finalmente, deixou-se levar por esta vontade.

Nos
dois casos, alguém afirmou que o mandamento original havia
sido mudado, autorizando e permitindo que o humano fizesse aquilo que
o primeiro mandamento não permitia fazer.

Em
face da punição dada pelo próprio Pai, eu
percebi que o humano tinha a CAPACIDADE de obedecer. Este humano
tinha a CAPACIDADE de não cometer aquele pecado. Será
que o Pai exigiria obediência de alguém INCAPACITADO
para obedecer?? Decerto, que não.

Que
mais eu pude perceber??

Pude
perceber que existe um outro elemento muito importante.

Que
elemento é este??

Trata-se
da “informação”.

Bem,
o que é informação??

Nestes dois
casos acima, tratava-se de uma notícia, uma palavra, um
informe, algo que habilita e/ou induz uma pessoa a tomar uma decisão.

INFORMAÇÃO
– Esta é a definição dada por certo
dicionário (Houaiss): notícia,
conhecimento, conjunto de informes que habilita alguém a tomar
decisões…

informação

s.f.
(sXIV)
1
ato
ou efeito de informar(-se); informe
2
notícia,
conhecimento, ciência

<ainda
não temos i. sobre o seu estado de saúde
>
3
conjunto
de conhecimentos reunidos sobre determinado assunto ou pessoa
4
fato
de interesse geral a que se dá publicidade
5
comn
quantidade
numérica que mede a incerteza do resultado de um experimento a
realizar-se; medida quantitativa do conteúdo da informação
6
inf
mensagem
suscetível de ser tratada pelos meios informáticos;
conteúdo dessa mensagem
7
inf
produto
do processamento de dados
8
mil
B
conjunto
de informes (documentos ou observações) já
analisados, integrados e interpretados, que habilita um comandante a
tomar decisões

seguras
relativas a uma linha de ação e à conduta da
manobra (mais us. no pl.)
9
dir.fal
fase
inicial do processo falimentar onde são apurados os bens, os
direitos e as obrigações do falido
10
dir.adm
ato
pelo qual órgão da administração pública
faz esclarecimentos sobre o processo administrativo
11
gar
sinal
de possível existência de diamantes nas adjacências,
dado pela presença de satélites (‘minerais’)

i.
genética

gen
conteúdo
da sequência de nucleotídeos dos ácidos
nucleicos, que se expressa durante a síntese de proteínas;
conjunto de caracteres hereditários transmitidos pelos genes

etim
lat.
informátìo,ónis
‘ação
de formar, de fazer, fabricação etc.’

sin/var
ver
sinonímia de
sapiência

ant
ver
antonímia de
prática
e
sinonímia de
ignorância

col
repertório

par
enformação(s.f.)

Que
mais eu pude perceber??

Pude
perceber que além da informação, também
existe um outro elemento muito importante.

E
qual é??

É
a confiança.
O humano precisa confiar em quem passa a informação,
passando a crer
naquela informação.

Uma
informação serviu de base para a pessoa tomar uma
primeira decisão. Para que outra informação
possa alterar uma decisão já tomada, eu preciso confiar
na pessoa e crer na nova informação.

O
que é confiança??

CONFIANÇA
– Esta é a definição dada por certo
dicionário (Houaiss): acreditar na
sinceridade de alguém

confiança

s.f.
(sXIII)
1
crença
na probidade moral, na sinceridade, lealdade, competência,
discrição etc. de outrem; crédito, fé

<ter
profunda c. num amigo
>
<a
terna c. dos casais bem ajustados
>
<ter
c. no médico
>
2
crença
de que algo não falhará, de que é benfeito ou
forte o suficiente para cumprir sua função
<tem
c. nos freios para correr assim?
>
<tenho
c. nesse projeto
>
3
força
interior; segurança, firmeza
<ter
grande c. em si
>
<demonstra
muita c. ao falar
>
4
esperança,
otimismo
<ter
c. no futuro, na vida
>
5
sentimento
de segurança mútua
<o
acordo foi assinado num clima de c.
>
6
familiaridade,
intimidade
<gosto
da c. com que me trata
>
7
liberdade
excessiva; atrevimento, insolência
<que
c. é essa agora de me pedir dinheiro?
>
8
B
ousadia
nas iniciativas amorosas

dar
c. a

tratar
ou permitir ser tratado de igual para igual, ou com informalidade,
intimidade, familiaridade
<não
dê mais c. a esse menino
>
<
excessiva confiança aos funcionários
>
de
c.

1
que
merece ou desperta segurança, crédito; confiável
<estabelecimento
de c.
>
<remédio
de c.
>
<um
criado de c.
>
2
que
se entrega somente a pessoa conhecida, digna de toda fé
(diz-se de cargo, posto, missão etc.) •
em
c.

1
confidencialmente
<contou-lhe
o fato em c.
>
2
sem
tomar medidas acauteladoras; no escuro
<assinar
em c.
>

etim
confiar
+
-ança

sin/var
certeza,
confidência, crédito, fé, fiança, fidúcia,
firmeza, insuspeição, segurança; ver tb.
antonímia de
hesitação
e
timidez

ant
covardia,
desconfiança, descrédito, descrença, dúvida,
incerteza, receio, suspeição, suspeita; ver tb.
sinonímia de
hesitação
e
timidez

CRER
Esta é a definição
dada por certo dicionário (Houaiss):
aceitar
como verdadeiras as palavras de alguém

crer

v.
(sXIII)
1
t.d.
e t.i.

tomar
por verdadeiro; acreditar

<creram
que tudo valera a pena
>
<c.
em Deus
>
2
t.d.
e t.i.

confiar
em,
aceitar
como verdadeiras palavras

ou
manifestações de
<era
certo que o criam e respeitavam
>
<os
apóstolos criam em Cristo
>
3
int.
ter
,
esp. religiosa
4
t.d.,t.d.pred.
e pron.

pensar,
presumir; julgar
<creio
que ele está satisfeito
>
<ela
ainda o cria sincero
>
<ele
se crê feliz
>

gram
conj.irreg.:
a)
pres.ind.:
creio,
crês,
crê,
cremos,
credes,
creem;
b)
imper.:
crê,
creia,
creiamos,
crede,
creiam;
c)
pres.subj.:
creia
etc.;
part.:
crido

etim
lat.
credo,is,credìdi,credìtum,credère
‘id.’,
pelo lat.vulg. *
credére
>
port. arc.
creer

sin/var
ver
sinonímia de
achar

ant
desacreditar,
descrer, duvidar

hom
creste
ê (2ªp.s.), crestes ê (2ªp.pl.) /
creste,
crestes(fl.crestar)

par
crê(3ªp.s.)
/
cré(s.m.);
cresse ê (1ª3ªp.s.); cresses ê(2ªp.s.)
/
cresce,
cresces(fl.crescer);
críamos
(1ªp.pl.),
críeis
(2ªp.pl.)
/
criamos,
crieis(fl.criar)

QUE
RELAÇÃO ÍNTIMA E DEPENDENTE EXISTE ENTRE O
LIVRE-ARBÍTRIO E O PECADO??

A
obediência e a desobediência são ações
individuais conscientes que SOMENTE QUEM TEM O LIVRE-ARBÍTRIO
pode tomar, pois se trata de uma decisão pessoal. Quem toma a
decisão é responsabilizado por sua decisão
tomada.

A
DESOBEDIÊNCIA É UM ATO DE QUEM TEM VONTADE PRÓPRIA.
A VONTADE É MANIPULÁVEL
ATRAVÉS DA INFORMAÇÃO.

Não
se pode negar que existem diversos fatores que podem
influenciar
uma pessoa a obedecer ou a desobedecer, aliás,
isto ficou bem evidente. O que não pode passar despercebido é
que a
informação
mostrou ser um elemento muito importante.

No
entanto, embora tais fatores possam realmente influenciar o humano em
sua decisão, o Pai deixou bem claro que isto não deve
ser usado como desculpa para o cometimento do pecado. Ele, o Pai, não
aceita tal coisa como uma justificativa, logo, Ele
não terá o culpado por inocente.

Apesar
da influência, aquele que desobedeceu, tornou-se culpado de
pecado, pois a escolha de desobedecer foi dele, a decisão foi
dele. Afinal,
ele não estava impossibilitado de obedecer, ou será que
estava??

O humano deve
assumir totalmente a culpa e não tentar eximir-se dela em face
de quaisquer “influências”
ou apresentar as “influências” como justificativas
(alegações de inocência). O pecador deve assumir
que ele foi derrotado por uma influência da qual ele tinha a
capacidade
de ter vencido. Afinal de contas, ele tomou uma decisão.

O que é
uma justificativa??

JUSTIFICAR
– Esta é a definição dada por certo
dicionário (Houaiss): Alegações.

justificar

v.
(sXV)
1
t.d.
e pron.

provar
a inocência de
<seus
feitos o justificam
>
<justificou-se
demolindo, uma a uma, as acusações
>
2
t.d.
teol
restituir
à inocência original; tornar justo
<a
fé justifica o pecador
>
3
t.d.
apresentar
a prova judicial de ou provar que tem direito a ser considerado
<j.
uma acusação
>
<j.-se
herdeiro
>
4
t.d.
e pron.

demonstrar
que é justo ou necessário; ser justificável, ter
cabimento
<as
razões explicam mas não justificam o delito
>
<tal
reação intempestiva não se justifica
>
5
t.d.
demonstrar
que (algo) está certo ou que (alguém) está com a
razão; legitimar
<os
fins não justificam os meios
>
6
t.d.
dar
fundamento a; explicar
<j.
uma teoria com deduções rigorosas
>
7
t.d.
gráf
compor
(as linhas de um texto) na mesma medida, com alinhamento à
esquerda e à direita, aumentando ou diminuindo os espaços
entre as palavras e letras se necessário; blocar

gram
a
respeito da conj. deste verbo, ver –
icar

etim
lat.
justifìco,as,ávi,átum,áre
‘fazer
justo, tratar com justiça, justificar, absolver’

sin/var
como
pron.: ver
sinonímia
de
alegar;
ver
tb. sinonímia de
provar

hom
justificáveis(2ªp.pl.)
/
justificáveis(pl.justificável[adj.2g.])

ALEGAR
Esta
é a definição dada por certo dicionário
(Houaiss):


alegar

v.
(sXIII)
1
t.d.bit.
citar,
mencionar, apresentar (fatos, argumentos, motivos, fatores) em
defesa, como prova ou justificativa de

<alegou
circunstâncias que o inocentavam
>
<para
ressarcir-se, alegou que organizara a festa com seus próprios
recursos
>
<desculpando-se,
alegou desconhecer os hábitos da casa
>
<a.
ao juiz razões de foro íntimo
>
2
t.d.
jur
em
juízo, fazer alegação de
<a.
incompetência de juízo
>
3
t.d.
jur
referir
ou citar para justificar ou fundamentar qualquer pretensão
<a.
serviços prestados
>

gram
a
respeito da conj. deste verbo, ver –
egar

etim
lat.
allego,as,ávi,átum,áre
‘enviar,
mandar, deputar’

sin/var
argumentar,
arrazoar, declarar, defender, dizer, esclarecer, explicar, expor,
justificar, mencionar, ponderar, pretextar

O
pecado aconteceu depois que o humano tomou uma decisão. Ficou
bem claro que para haver pecado é necessário que em
primeiro lugar se tome uma decisão.


O
humano não deve alegar ser inocente de pecado. O humano
deve admitir para si mesmo: “Eu cometi o pecado PORQUE
me deixei envolver por tal circunstância”.

O
humano não deve apresentar a “pedra de tropeço”
que o induziu ao erro como a “culpada” por ele cometer o
pecado. Ele tomou uma decisão.

Muito embora
estes humanos tenham sido sutilmente levados a desobedecer, ou seja,
tenham sido traídos pela sutileza, eles tinham a CAPACIDADE de
resistir à sutileza. O Legislador não aceita nenhuma
alegação que torne o culpado em inocente, pois inocente
é
aquele que não praticou o pecado
. Não
podemos esquecer que, em face de Sua Sabedoria, é o Pai quem
define se algo é ou não é pecado. Como
Projetista do ser humano, foi o Pai quem definiu o que era certo e o
que era errado para o projetado fazer. Inocente também é
aquele que foi falsamente acusado de algo e que prova a sua
inocência. Na verdade, passa a ser visto como inocente, aquele
que consegue provar que não cometeu o pecado.

Ele
confiou MAIS no outro mensageiro, um igual, do que no Criador, Aquele
que lhe havia dado a primeira informação.

Era
algo exclusivamente pessoal. Era um caso de “confiar na
informação”.

Percebemos
também que este humano (“mensageiro”), que
confiava na primeira
informação, ou seja, aquela transmitida pelo
Legislador, passou a confiar na segunda
informação, aquela que não foi passada pelo
Legislador para ele (“mensageiro”).

Ele
passou a dar grande credibilidade a esta terceira pessoa, passando a
CONCORDAR
com as informações recebidas desta terceira pessoa,
tornando-se para ela, informações plenamente lógicas.

Percebemos
que a informação foi primordial para o humano tomar uma
decisão. Ficou claro que de acordo com a informação,
a decisão do humano pode ser uma ou outra.

CONCORDAR
OU DISCORDAR SÃO OPÇÕES QUE SÃO DADAS E
ACEITAS POR AQUELE QUE RESPEITA O LIVRE-ARBÍTRIO, ÀQUELE
PARA QUEM ELE TRANSMITE ALGUMA INFORMAÇÃO.

Percebemos
que para o Pai, o pecado é algo pessoal e intransferível
,
isto é, para o Pai, o erro é pessoal e intransferível
em face do livre-arbítrio que Ele mesmo deu ao humano.
Trata-se do exercício do livre-arbítrio. É a
criatura que tem o livre-arbítrio que “decide” o
que fazer e o como fazer. O Pai Celestial não busca desculpas
para justificar o erro.

Pudemos
perceber que pecar é transgredir, descumprir, não
concordar ou mesmo não acreditar nas informações
dadas por Jeová, O Legislador.

Percebemos
que Jeová responsabiliza cada indivíduo pelo seu
pecado, independente da pedra de tropeço.

Percebemos
também que o Legislador quer que cada indivíduo SE
RESPONSABILIZE pelo seu próprio pecado, que ele ASSUMA A
RESPONSABILIDADE por ter pecado, que ele assuma a culpa por ter
pecado.

RESPONSABILIZAR
– Esta é a definição dada por certo
dicionário (Houaiss): imputar
responsabilidade

responsabilizar

v.
(1836)
1
t.d.
imputar
responsabilidade a
<r.
a polícia
>
2
bit.
tornar
ou considerar responsável
<r.
o governo pela má situação econômica do
país
>
3
t.d.pred.
ter
na conta de; considerar, tachar, reputar
<r.
(como
terrível
)
a
situação do menor abandonado
>
4
pron.
tornar-se
responsável pelos seus atos ou pelos de outrem
<o
bom chefe responsabiliza-se pelo bom andamento do trabalho
>

etim
responsável
com
o suf.
vel
tomado
sob a f.lat.

-bil(i)-
+
-izar

sin/var
ver
sinonímia de
acusar

ant
irresponsabilizar;
ver tb. antonímia de
acusar

Tomar
decisões livremente – isto é o livre-arbítrio.
Escolher livremente entre a alternativa “A” e a
alternativa “B”. Obedecer é uma decisão,
assim como desobedecer também é uma decisão.

O
importante é PERMANECER obedecendo.

O
que é desejo?? O que é vontade??

DESEJO
– Esta é a definição dada por certo
dicionário (Houaiss): Expectativa de
possuir ou alcançar algo; aspirar, querer.

desejo

ê
s.m.
(sXIII)
ato
ou efeito de desejar; aspiração diante de algo que
corresponda ao esperado
1
aspiração,
querer, vontade
<ter
os d. satisfeitos
>
2
expectativa
de possuir ou alcançar algo
<d.
de enriquecer
>
<d.
de dormir
>
<d.
de compreensão
>
3
anelo,
pretensão, propósito
<melhor
qualidade de vida é o d. de todos
>
4
ambição,
cobiça, sede
<o
d. de poder obscurece a razão
>
5
instinto
físico que impulsiona o ser humano ao prazer sexual; atração
física
6
infrm.
ânsia
de satisfazer certos apetites durante a gravidez; pica

etim
lat.
*
desèdium,
prov. der. do lat.cl.
desidìa,ae
‘estar
sentado; ócio; prazer; ambição’

sin/var
ver
sinonímia de
capricho,
impulso
e
lubricidade
e
antonímia de
desprendimento
ant
ver
sinonímia de
desprendimento
hom
desejo
ê
(fl.desejar)

Querer
fazer algo. Também, querer possuir algo.

VONTADE
Esta é a definição
dada por certo dicionário (Houaiss):
..
força interior que impulsiona o indivíduo a realizar
algo…

vontade

s.f.
(sXIII)
1
faculdade
que tem o ser humano de querer, de escolher, de livremente praticar
ou deixar de praticar certos atos
2
força
interior que impulsiona o indivíduo a realizar algo
,
a atingir seus fins ou desejos; ânimo, determinação,
firmeza
2.1
disposição,
empenho, interesse, zelo
<a
v. política de um governo
>
3
capacidade
de escolher, de decidir entre alternativas possíveis; volição
4
sentimento
de desejo ou aspiração motivado por um apelo físico,
fisiológico, psicológico ou moral; querer
<v.
de tomar sorvete
>
<v.
de vomitar
>
<v.
de ajudar
>
5
prazer,
apetite, deleite, gosto
<comia
e dançava com v.
>
6
desejo
impulsivo; capricho
<criança
cheia de vontades
>
7
deliberação,
determinação, decisão que alguém expressa
para que seja cumprida ou respeitada
<realizou
as v. do pai
>
8
fil
nas
doutrinas filosóficas racionalistas, motivação
subjetiva capaz de conduzir de forma moral e refletida a ação
humana, em oposição aos desejos e inclinações
de caráter meramente afetivo
9
fil
na
tradição empirista ou hostil ao racionalismo, impulso
de natureza emotiva ou desejante por meio do qual o ser humano age na
realidade objetiva e conduz sua atividade mental

v.
de potência

fil
no
nietzschianismo,
impulso natural voltado para o poder e a dominação
sobre os seres e objetos circundantes, manifestado de maneira trágica
e amoral nos instintos e desejos que cercam a existência humana
v.
de verdade

fil
no
nietzschianismo,
busca de um pretenso conhecimento objetivo e científico, que
se ilude ao ocultar a influência determinante dos interesses
vitais e da
vontade
de potência

na
própria constituição do processo cognitivo •
v.
geral

fil
pol

1
no
Iluminismo,
a razão moral e política, desprovida de afetos ou
paixões, em que cada ser humano raciocina a respeito dos
comportamentos e das atitudes que deve exigir de si mesmo e de seus
semelhantes
2
p.ext.
no
pensamento de Rousseau, vontade soberana, homogênea e
legisladora, exercida por cada cidadão de uma coletividade,
despertada por meio de educação cívica, e
voltada para o bem comum •
à
v.

1
sem
constrangimento; livremente, a bel-prazer
<entre
e sinta-se à v.
>
2
com
fartura; à larga
<comia
à v.
>
3
desinibição,
desenvoltura, naturalidade no comportamento •
boa
v.

1
disposição
favorável (em relação a alguém ou algo)
2
ét
no
kantismo,
intenção de comportamento que obedece exclusivamente às
determinações universais da lei moral expressas no
imperativo
categórico


v.

disposição
desfavorável em relação a algo ou sentimento
inamistoso em relação a alguém

etim
lat.
volúntas,átis
‘ato
de querer; desejo, projeto’

sin/var
ver
sinonímia de
impulso,
propósito
e
talante
e
antonímia de
hesitação

ant
ver
sinonímia de
hesitação


Querer
fazer algo; não querer fazer algo.


Esta descrição
de vontade também é muito interessante:


motivação
subjetiva capaz de conduzir de forma moral e refletida a ação
humana, em oposição aos desejos e inclinações
de caráter meramente afetivo

Motivação
esta
é a definição do dicionário online de
português:
que
possui determinação.

adj.
Que tem um fundamento, um objetivo, uma razão – fundamentado:
argumento motivado; discurso motivado; comportamento motivado. 
Diz-se de ou sujeito que possui motivação, determinação
e se comporta desta maneira. Linguística. Signo Linguístico.
Que conserva um vínculo entre o significado e o significante.
(Etm. part. de motivar)


Até então,
pudemos perceber que a criatura precisa encontrar a correta motivação
para obedecer e continuar obedecendo. Fazer algo é sempre
precedido de uma motivação. Quão forte e
contínua deve ser esta motivação??

Determinação
esta
é a definição dada pelo dicionário online
de português:
firmeza,
persistência para conseguir o que se deseja.

s.f.
Firmeza; persistência para conseguir o que se deseja.
Definição; indicação muito precisa feita
por estudo, cálculo ou avaliação. Resolução;
decisão que se toma após reflexão. Mandado;
ordem escrita por uma autoridade judicial ou administrativa.
Biologia. Especificação; caracterização
da família, do gênero ou da espécie de algo, de
alguém ou de um vegetal. (Etm. determinar + ção)


Até onde vai a
determinação??


Até onde vai a
vontade de obedecer??


Até onde vai o
desejo de obedecer??


Quando é que o
humano desiste de obedecer??


Será que o
elemento mais importante da obediência é a “motivação”??

A
vontade é uma força interior que
impulsiona
o
indivíduo a atingir um desejo. Trata-se de algo invisível.


Obviamente podemos
chegar a conclusão de que um indivíduo sem vontade não
passa de um robô.

Será
que a vontade pode ser controlada ou se trata de algo que o humano
não consegue controlar??

O
que ocorre quando o humano não consegue controlar a sua
vontade?? No seu dia a dia, você consegue identificar pessoas
que não conseguem controlar suas vontades?? É bom e
seguro conviver com pessoas assim??

Que
mais pudemos perceber?? Pudemos perceber que para haver “pecado”
precisa haver uma norma, precisa haver a “vontade” e
precisa haver o “livre-arbítrio”.

Será
que a vontade é um problema para Jeová, o Pai??

O
que acontece depois que o Pai tem uma vontade??

Vamos
ver algo incrível em relação a vontade… Um
fato acontecido no relacionamento entre o Pai e um grupo de humanos
nos revela algo em relação a vontade.

Vamos
deixar que o Pai nos conte o que Ele fez, muito embora, não
fosse percebido pelos beneficiários.

(Ezequiel
20:7-10)
7 E
prossegui, dizendo-lhes: ‘Lançai fora, cada um de vós,
as coisas repugnantes dos seus olhos, e não vos avilteis com
os ídolos sórdidos do Egito. Eu sou Jeová, vosso
Deus.’
8 “‘“E
eles começaram a rebelar-se contra mim e não quiseram
escutar-me. As coisas repugnantes dos seus olhos eles não
lançaram fora, individualmente, e não abandonaram os
ídolos sórdidos do Egito,
de
modo que prometi
derramar
sobre eles o meu furor, a fim de levar a cabo a minha ira contra eles
no meio da terra do Egito.
9 E
eu prossegui, agindo em prol do meu próprio nome, para que não
fosse profanado perante os olhos das nações entre as
quais estavam, porque eu me dera a conhecer a eles perante os seus
olhos, fazendo-os sair da terra do Egito.
10 Por
isso os fiz sair da terra do Egito e os levei ao ermo.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel
20:7-10) 7
Disse-lhes: Lançai de vós, cada uma as
abominações dos seus olhos, e não vos
contamineis com os ídolos do Egito; eu sou Jeová vosso
Deus. 8 Mas rebelaram-se contra mim, e não me quiseram
ouvir; não lançaram de si cada um as abominações
dos seus olhos, nem abandonaram os ídolos do Egito: então
eu disse que derramaria
o meu furor contra eles, para
cumprir contra eles a minha ira no meio da terra do Egito. 9
Mas o fiz por amor do meu nome, para que ele não fosse
profanado à vista das nações, no meio das quais
estavam, a cujos olhos eu me dei a conhecer a eles, tirando-os da
terra do Egito. 10 Assim os fiz sair da terra do Egito, e os
trouxe para o deserto.

O
Pai foi cutucado….

O
Pai teve a vontade…

O
Pai chegou a afirmar que faria…

No
entanto, o Pai “decidiu” não fazer…..

Por
levar ALGO em consideração, o Pai “se absteve de
fazer” aquilo que teve vontade de fazer…..

Nota-se
claramente que o Pai tem Sua vontade totalmente sob controle…..

Bem,
e quanto aos humanos?? Será que os humanos têm o poder
de controlar a vontade??

Nestes
dois casos que estamos analisando (Adão e Eva e o mensageiro),
a ordem tinha a ver com o comer.

Nos
dois casos o humano tinha de controlar a vontade de comer, pois
tratava-se de algo que ele fazia normalmente todos os dias. Eva só
não devia comer algo específico, embora pudesse comer
muitas outras coisas. O mensageiro só devia comer pão e
beber água após realizar a sua missão e em um
local específico.

Mas,
se o mensageiro ficasse com fome ou sede no caminho de volta, ou
seja, o que fazer se ficasse com vontade de comer ou de
beber?? Devia satisfazer sua vontade ou devia controlar a sua
vontade?? Satisfazer sua vontade significava desobedecer a ordem dada
por Jeová para ele, não é verdade?? A sua
vontade de beber água seria fruto da necessidade do seu
organismo, assim como seria a sua vontade de comer, não é
verdade??

No
caso de Eva, algo lhe despertou a vontade de comer daquele fruto,
embora não fosse a fome.

No
caso do mensageiro, ele já estava no caminho de volta. No
entanto, Betel não ficava tão longe assim de Jerusalém.
Betel se situava em torno de dezessete quilômetros de
Jerusalém. Logo, Jeová não estava exigindo nada
de tão extraordinário assim, embora exigisse certa
medida de esforço pessoal. Manter-se
na condição de obediente exigia ESFORÇO.

Este mensageiro andaria por volta de trinta e quatro quilômetros
no seu percurso total. Caminhadas como estas eram comuns. Na
“maratona”, percorre-se cerca de quarenta e dois
quilômetros.

No
caso deste mensageiro, enquanto estava fácil obedecer,
ele estava obedecendo. No entanto, a fome e a sede apareceram e foram
aumentando. Será que o obedecer estava ficando difícil???
Quanto maior a fome e a sede, maior seria a dificuldade de obedecer,
não seria??? Não exigia uma grande força de
vontade?? Neste caso, a vontade de obedecer devia ser maior do que a
fome e a sede. Para manter-se obedecendo, este profeta tinha de ter
uma grande força de vontade.

Até
onde o humano deve permanecer obedecendo??

Que
espécie de vacina pode existir contra a desobediência??
Que espécie de vacina pode tornar o humano IMUNE à
desobediência??

O
que mais falou Jeová sobre o conceito do filho herdar o pecado
do pai??

Será
que a iniquidade é uma herança a ser deixada tal qual a
riqueza??

Ainda
em relação ao filho herdar o pecado do pai, assim falou
Jeová, dando novas informações para o humano: “O
filho vê o pai fazer, mas ele mesmo, não faz”.

(Ezequiel
18:14-20)
14
“‘E
eis que alguém se tornou pai de
um
filho que continua
vendo
todos
os pecados de seu pai, que este tem praticado, e
ele
[os] vê e não faz

coisas
semelhantes a eles.
15
Não
comeu sobre os montes e não elevou seus olhos para os ídolos
sórdidos da casa de Israel; não aviltou a esposa de seu
companheiro;
16
e
não maltratou homem algum, nem se apoderou de alguma coisa
penhorada, e não tomou nada em roubo; deu o seu próprio
pão ao faminto e cobriu com roupa ao que estava nu;
17
retirou
sua mão do atribulado; não tomou nem usura nem juros;
cumpriu as minhas decisões judiciais; andou nos meus
estatutos; ele mesmo não morrerá por causa do erro de
seu pai. Positivamente continuará a viver.
18
Quanto
a seu pai, por ter praticado flagrante defraudação,
arrebatando em roubo algo de um irmão e fazendo o que não
é bom no meio dos seus povos, eis que então terá
de morrer pelo seu erro.
19
“‘E
certamente direis: “Por que é que o filho não
levará nenhuma [culpa] pelo erro do pai?” Ora, quanto ao
filho, praticou o juízo e a justiça, guardou todos os
meus estatutos e continua a cumpri-los. Ele positivamente continuará
a viver.
20
A
alma que pecar — ela é que morrerá.
O
próprio filho não levará nenhuma [culpa] pelo
erro do pai e o próprio pai não levará nenhuma
[culpa] pelo erro do filho.

A
própria justiça do justo virá a estar sobre ele
mesmo, e a própria iniqüidade do iníquo virá
a estar sobre ele mesmo.

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(Ezequiel
18:14-20) 14
Eis que se este por sua
vez gerar um filho que,
vendo
todos
os pecados cometidos por seu pai,
tema
e não faça

coisas
semelhantes
, 15
que não coma sobre os montes, nem levante os seus olhos aos
ídolos da casa de Israel, que não contamine a mulher do
seu próximo,
16
nem oprima a pessoa alguma, que não empreste sob penhores nem
tire de outrem com violência, porém dê o seu pão
ao faminto, e ao nu cubra com vestido,
17
que aparte do pobre a sua mão, que não receba usura nem
mais do que emprestou, que execute os meus juízos, e ande nos
meus estatutos; este não morrerá por causa da
iniqüidade de seu pai, certamente viverá.
18
Quanto a seu pai, porque oprimiu cruelmente, tirou de seu irmão
com violência, e fez o que não é bom entre o seu
povo, eis que ele morrerá na sua iniqüidade.
19
Contudo dizeis: Por que não leva o filho a iniqüidade do
pai? Quando o filho fizer o que é de eqüidade e justiça,
e guardar todos os meus estatutos, e os cumprir, certamente viverá.
20 A
alma que peca, essa morrerá
;
o filho não levará a iniqüidade do pai nem o pai
levará a iniqüidade do filho
.
A justiça do justo será sobre ele, e a impiedade do
ímpio será sobre ele.

Assim verte a
Tradução Almeida:
(Ezequiel
18:14-20) 14
Eis que também,
se este por sua vez gerar
um
filho que
veja
todos
os pecados que seu pai fez,
tema,
e não cometa coisas semelhantes
,
15
não coma sobre os montes, nem levante os olhos para os ídolos
da casa de Israel, e não contamine a mulher de seu próximo,
16
nem oprima a ninguém, e não empreste sob penhores, nem
roube, porém reparta o seu pão com o faminto, e cubra
ao nu com vestido;
17
que aparte da iniqüidade a sua mão, que não receba
usura nem mais do que emprestou, que observe as minhas ordenanças
e ande nos meus estatutos; esse não morrerá por causa
da iniqüidade de seu pai; certamente viverá.
18
Quanto ao seu pai, porque praticou extorsão, e roubou os bens
do irmão, e fez o que não era bom no meio de seu povo,
eis que ele morrerá na sua iniqüidade.
19
contudo dizeis: Por que não levará o filho a iniqüidade
do pai? Ora, se o filho proceder com retidão e justiça,
e guardar todos os meus estatutos, e os cumprir, certamente viverá.
20 A
alma que pecar, essa morrerá;
o
filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai levará
a iniquidade do filho,
A
justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do
ímpio cairá sobre ele.

O
FILHO VÊ O PAI PRATICAR UM PECADO E “DECIDE” NÃO
PRATICAR TAL PECADO. O filho está usando o seu livre-arbítrio.

Ficou
bem claro que
PARA O “PAI
Celestial”
, para
o Legislador
, o
filho não herda o pecado do pai, o pai não responde
pelo pecado do filho.
Ficou
bem claro que não existe o pecado herdado, assim como também
não existe a justiça herdada.


Jeová,
O Pai, estava explicando isto para Seus filhos. Cada filho é
responsável por seus pecados e irá responder a Ele por
seus atos individualmente. Cada filho responde pelo seu pecado
exclusivamente ao Pai que é o Legislador para cada filho.
Assim, percebemos que para todos os filhos deve existir apenas um
único legislador, que é o Pai Celestial.


Antes
destas informações do Pai, Ele havia chamado a atenção
do seu amado povo para um dito popular, um provérbio, um
conceito, conceito este aceito como verdade. Tratava-se de um
conceito humano, fruto da observação humana, levando-o
a uma dedução.


Assim
lhes havia falado o Legislador:

(Ezequiel
18:1-4)
18
E
continuou a vir a haver para mim a palavra de Jeová, dizendo:
2
Que
significa para vós que proferis esta
expressão
proverbial
sobre
o solo de Israel, dizendo: ‘
Os
pais é que comem as uvas verdes, mas são os dentes dos
filhos que ficam embotados’?

3
“‘Assim
como vivo’, é a pronunciação do Soberano
Senhor Jeová, ‘não continuará mais a caber
a vós proferir esta expressão proverbial em Israel.
4
Eis
que todas as almas — a mim me pertencem. Como a alma do pai,
assim também a alma do filho — a mim me pertencem. A
alma que pecar — ela é que morrerá.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Ezequiel
18:1-4)
1
De
novo veio a mim a palavra de Jeová, dizendo:
2
Que
quereis vós dizer, usando na terra de Israel deste
provérbio:
Os
pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos estão
embotados?
3
Pela
minha vida, diz o Senhor Jeová, não tereis mais ocasião
de usardes deste provérbio em Israel.
4
Eis
que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai,
assim também a alma do filho é minha: a alma que pecar,
essa morrerá.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Ezequiel
18:1-4)
1
De
novo veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:
2
Que
quereis vós dizer, citando na terra de Israel este
provérbio:
Os
pais comeram uvas verdes, e os dentes dos filhos se embotaram?

3
Vivo
eu, diz e Senhor Deus, não se vos permite mais usar deste
provérbio em Israel.
4
Eis
que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai,
assim também a alma do filho é minha: a alma que pecar,
essa morrerá.


Os
pais cometiam pecado e os filhos é que pagavam a conta. Os
pais cometem o erro e a punição vem sobre os filhos.


Assim,
ficou bem claro que aquela explicação dada pelo
Legislador realmente se referia a filho pagar pelo erro do pai. O
Legislador afirmou que o filho podia ver o pecado do seu pai e
resolver não copiar o seu pai.


Aquele
terceiro elemento não cometeu um pecado?? Sim, ele cometeu.
Independente de sua intenção, ele cometeu um pecado.



porque ele cometeu “pecado” você também irá
cometer “pecado”?? Preocupe-se com o teu pecado. Isto é
o que o Legislador deseja que cada um humano faça.


A
responsabilidade quanto a continuar a viver está com cada um.
Independente das circunstâncias é cada um que tomará
a “decisão” de praticar ou não praticar o
pecado. Cada humano continua livre para tomar a “decisão”
de fazer ou de não fazer algo.

Também
percebemos que uma pessoa pode
induzir outra
pessoa a cometer o pecado.

INDUZIR
Esta
é a definição dada por certo dicionário
(Houaiss):
ser
causa ou motivo de; inspirar, provocar, incitar, instigar.

induzir

v.
(sXIV)
1
t.d.bit.
ser
causa ou motivo de; inspirar, provocar

<i.
insegurança
(na
população
)>
2
t.d.int.
concluir
por
meio de raciocínio lógico; inferir,
deduzir
<comparando
várias regras, induziu uma norma mais abrangente
>
<desde
a primeira infância, induzia com precisão
>
3
t.d.
m.q.
indutar
4
bit.
encorajar;
incitar, instigar

<induziu
o amigo à prática da solidariedade
>
5
bit.
fazer
cair ou incorrer; compelir, impulsionar

<i.
o homem ao pecado
>
6
t.d.
obst
produzir
indução de
<i.
um parto
>

gram
a
respeito da conj. deste verbo, ver
-uzir;
apresenta duplo part.:
induzido,
induto

etim
lat.
indúco,is,xi,ctum,cère
‘conduzir,
introduzir, cobrir’

sin/var
ver
sinonímia de
convencer,
estimular
e
inspirar

O
próprio dicionário exemplifica o ato de “induzir”,
usando o “induzir o homem ao pecado”.

COMO
UM FILHO IRIA
VER
UM
PECADO NO SEU PRÓPRIO PAI??

NÃO
SE TRATA DE UM CASO DE “INFORMAÇÃO”??


Não
é o pai aquele que dá as primeiras informações
ao filho??


Não
é o pai aquele que através da informação
passa a ensinar
a seu filho o que é pecado e o que não é
pecado??


Não
é o pai aquele que informa primeiro ao filho sobre a diferença
entre o certo e o errado??


Neste
caso, não teria o filho de ouvir uma segunda informação
de uma terceira pessoa?? Sim, teria.


Não
teria o filho de confiar MAIS nesta terceira pessoa do que no seu
próprio pai?? Sim, teria.


Isto
passa a ser um problema para o filho, pois ele não foi
testemunha do ato em que Jeová passou a Sua informação
para algum humano qualquer, ou será que foi?? Ele não
foi testemunha e ele tem um grande problema. Na palavra de quem ele
deve CONFIAR?? Em quem ele deve CRER??


O
que ocorreria se o pai fosse um sacerdote?? Bem, ele teria de
acreditar mais na terceira pessoa do que no sacerdote, não
teria??


O
fato do pai ser um sacerdote, fará com todas as informações
que ele dê sejam verdadeiras, ou seja, sejam uma exata
repetição da informação dada pelo
Criador?? Será que todas as deduções
(conclusões) deste sacerdote são verdadeiras?? Podem
ser lógicas, mas será que são verdadeiras??


Tendo
sido este humano ou outro humano qualquer, um autêntico
mensageiro de Jeová, ou seja, tenha realmente recebido algumas
informações de Jeová, fará isto com que
todas as afirmações deste humano sejam repetições
de afirmações de Jeová??

Seria
a função exercida por alguém, o fiel da balança
quanto a credibilidade da palavra falada por este alguém?? O
fato dele ter sido escolhido por Deus já atribui credibilidade
ao escolhido??


O
fato do pai ser um profeta, fará com que todas as informações
que ele dê sejam verdadeiras, ou seja, sejam uma exata
repetição da informação dada pelo
Criador?? Aquele mensageiro (profeta) cometeu o pecado da
desobediência por ter acreditado na informação de
um profeta, não foi?? No uso do seu livre-arbítrio, o
outro profeta mentiu-lhe, não foi isto o que ocorreu?? O
terceiro elemento afirmou que havia recebido aquela informação
de Deus, ou seja, do Legislador, através de um anjo. Mesmo que
tal afirmação do outro profeta fosse uma verdade, de
quem havia ele recebido a sua ordem ou o seu mandamento??

A
palavra do terceiro elemento criou ou amplificou uma vontade naquele
mensageiro, que finalmente, deixou-se levar por esta vontade.


Não
é o Criador aquele que determina o que é pecado e o que
não é pecado e o informa ao humano??


Individualmente,
este filho deve ter o Criador como aquele Único que determina
o que é e o que não é pecado, afinal, isto é
um fato. Individualmente, o filho pode aceitar isto ou não. O
que ocorre se o filho não
concorda
em que o Criador seja aquele que estabelece as
regras que ele deve obedecer?? Neste caso, não adiantaria
falar com ele que o Legislador estabeleceu esta ou aquela regra para
ele obedecer, adiantaria??? No entanto, não precisa este
humano ser convencido disto para o seu próprio bem?? Afinal de
contas, não é a vida daquele humano que está em
risco?? Não é o humano quem decide se coloca a sua vida
em rico ou não??


Cada
humano, individualmente precisa aceitar e concordar com este fato,
afinal o Criador é o Único que tem a real capacidade
para fazer tais coisas.


No
caso acima, se o pai cobra juros somente de estrangeiros e ensinou
isto a seu filho, e no entanto, o filho por ter recebido e acreditado
na informação de que ele deve tratar o estrangeiro
assim com ele trata um natural, passa a ver este pecado no seu
pai, então ele “decide” não praticar este
mesmo pecado cometido por seu pai.


Pudemos
observar que o “pai humano”, mesmo sendo um sacerdote ou
um profeta, não considera cobrar juros de um estrangeiro como
sendo pecado, logo o “pai humano” tanto pratica isto
quanto ensina isto para seu filho. O pai, mesmo sendo um profeta ou
sacerdote, não concorda com o Legislador. Receber mais do que
emprestou – isto é cobrar juros. Isto é praticar
o verbo lucrar.

Mas
isto era uma coisa real?? Sim, era.

Um
pai qualquer, seja sacerdote, profeta, rei ou alguém sem
cargos específicos, apresentaria para seu filho as palavras de
Moisés, palavras que determinavam que cobrar juros do
estrangeiro não era um pecado. Estas são as palavras:
(Deuteronômio
23:19-20)
19
Não
deves fazer teu irmão pagar juros, juros sobre dinheiro, juros
sobre mantimentos, juros sobre qualquer coisa pela qual se possam
cobrar juros.
20
PODES
FAZER O ESTRANGEIRO PAGAR JUROS
,
mas não deves fazer teu irmão pagar juros, para que
Jeová, teu Deus, te abençoe em todo empreendimento teu
na terra à qual vais para tomar posse dela.

A
Tradução Brasileira assim verte:

(Deuteronômio
23:19)
19
Não
exigirás de teu irmão juros, nem de dinheiro, nem de
comida, nem de coisa alguma por que se exigem juros.
20
De
um estrangeiro poderás exigir juros
;
PORÉM
DE TEU IRMÃO NÃO OS EXIGIRÁS
,
para que Jeová teu Deus te abençoe em todas as coisas
em que puseres a mão, na terra em que tu estás entrando
para a possuíres.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Deuteronômio
23:19-20)
19
DO
TEU IRMÃO NÃO EXIGIRÁS JUROS
;
nem de dinheiro, nem de comida, nem de qualquer outra coisa que se
empresta a juros.
20
Do
estrangeiro poderás exigir juros;

porém
do teu irmão não os exigirás, para que o Senhor
teu Deus te abençoe em tudo a que puseres a mão, na
terra à qual vais para a possuíres.

O
que aquele pai humano vê nestas palavras??
Ora,
as palavras são claras: “Você pode cobrar juros
dos estrangeiros e exigir que ele pague. Você está
autorizado a cobrar juros de “estrangeiros”, pois o Pai
não vê isto como um pecado”. Moisés, aquele
que falava com Jeová face a face
autorizou
cobrar
juros do estrangeiro. Sua palavra é vista como uma lei. Sua
palavra é vista como uma repetição da palavra do
Legislador. Assim, aquele pai humano ainda apresentaria esta
informação
como
base
para
sua ação. Neste caso, aquele pai humano revelava sua
confiança
em
Moisés e sua
crença
que
esta informação dada a ele por Moisés havia sido
dada pelo Legislador para Moisés. Este pai humano encontrava
todas as lógicas necessárias para praticar a ação
de “cobrar juros do estrangeiro”. Ele concordava com
Moisés, ou seja, com o mandamento dado a ele por Moisés.

No
que este mandamento dado por Moisés transformava este reino,
em um reino de igualdade ou um reino de desigualdade??

Para
que o filho deixasse de praticar esta coisa, que do ponto de vista de
Jeová, o Pai da igualdade, é uma “coisa
detestável”, um ato discriminatório e egoísta,
o filho deveria acreditar nas seguintes palavras faladas pelo
Legislador, também repassadas por Moisés, palavras
estas que definiam um conceito, revelavam um “
conceito
base

para
o relacionamento no dia a dia daquele povo com os estrangeiros:

(Levítico
19:33-34)
33
“‘E
caso um residente forasteiro resida contigo no vosso país,
não
deveis maltratá-lo.

34
O
residente forasteiro que reside convosco
deve
tornar-se para vós
como
o
vosso natural
;
e  tens de AMÁ-LO

como
a ti mesmo
,
pois
vos tornastes residentes forasteiros na terra do Egito. Eu sou Jeová,
vosso Deus.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Levítico
19:33-34)
33
Se um estrangeiro peregrinar convosco na vossa terra, não lhe
fareis mal.
34
COMO
O NATURAL ENTRE VÓS SERÁ O ESTRANGEIRO QUE PEREGRINA
CONVOSCO, E
AMÁ-LO-ÁS
COMO
A TI MESMO
; porque
fostes estrangeiros na terra do Egito: eu sou Jeová vosso
Deus.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Levítico
19:33-34)
33
Quando um estrangeiro peregrinar convosco na vossa terra, não
o maltratareis.
34
COMO
UM NATURAL ENTRE VÓS SERÁ O ESTRANGEIRO QUE PEREGRINAR
CONVOSCO
; AMÁ-LO-EIS
como a vós
mesmos; pois estrangeiros fostes na terra do Egito. Eu sou o Senhor
vosso Deus.


ao estrangeiro o mesmíssimo tratamento dado ao natural, ame-o.
Trata-se do conceito de IGUALDADE, trata-se da equidade.

A
quem eles tinham de amar?? Ao estrangeiro. Com que espécie de
amor?? Como amas a ti mesmo.


Não
maltrate o estrangeiro. Lembem-se de que vocês foram
estrangeiros na terra do Egito…… e que não foram tratados
com equidade.


Agora,
a terra é vossa, pois a terra foi dada a vós… Neste
caso, os outros povos que habitarem na terra que vos foi dada passam
a ser estrangeiros na vossa terra.


Lembrem-se,
não maltratem os estrangeiros…, não sejam como os
egípcios; não copiem os egípcios..

O
que é maltratar??

Maltratar

Esta
é a definição dada pelo dicionário
Houaiss::

maltratar

v.
(sXV)
1
t.d.
ofender
(alguém) com palavras ou atos; ultrajar
<não
maltrate um homem brioso
>
2
t.d.
fazer
sofrer; tratar com aspereza, grosseiramente
<maltratava
a mulher com recriminações diárias
>
<quando
bebe, maltrata as crianças
>
3
t.d.
dar
golpe(s) violento(s) em; espancar, bater, açoitar
<as
ondas maltratavam a murada do forte
>
4
t.d.
causar
lesão física em; mutilar, machucar
5
t.d.
danificar,
arruinar (esp. por mau uso); gastar, estragar
<o
inquilino maltratou demais o apartamento
>
¤
etim
mal-
+
tratar
¤
ant
afagar


Todo
maltrato revela ser uma ação de desamor…., pois é
oposto ao bom trato.

Lembrem-se
do que aconteceu a vocês lá no Egito.
Vocês
chegaram lá como “estrangeiros”.

Lembrem-se da forma como vocês
foram tratados lá no Egito.

Tenham
pelos outros o mesmo sentimento que quereis que eles tenham por
vocês.
Faça
aos outros aquilo que você gostaria que fosse feito a você,
não te esqueças da forma como fostes tratado lá
no Egito. Não dê ao teu estrangeiro o mesmo tratamento
que recebestes como estrangeiros lá no Egito. Ame ao residente
forasteiro
do
mesmo modo
como
amas ao natural. Ame o estrangeiro
do
mesmo modo
como
amas o natural. Obviamente, se você não cobra juros de
um, também não cobre do outro.
Os
dois são
IGUAIS
e
devem ser tratados com
IGUALDADE.


Estas
palavras de Jeová não deixam nenhuma dúvida
quanto àquela classificação dada por Jeová
ao ato cobrar juros. Cobrar juros é um pecado, independente de
quem seja a vítima, assim como roubar é pecado,
independente de quem seja a vítima.


O
Criador ainda falou mais sobre como o necessitado devia ser tratado
ali naquele reino:

(Êxodo
22:25)
25
Se
emprestares

dinheiro
ao meu povo, ao atribulado ao teu lado, não deves tornar-te
como agiota para ele.
NÃO
LHE DEVES IMPOR JUROS.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Êxodo
22:25) 25
Se
emprestares dinheiro a algum pobre dentre o meu povo que está
contigo,
não
lhe serás como credor; nem lhe exigirás juros.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Êxodo
22:25)
25
Se
emprestares dinheiro ao meu povo, ao pobre que está contigo,
não te haverás com ele como credor;
não
lhe imporás juros.

Ora,
se o estrangeiro deve ser tratado como um natural, isto significa que
cobrar juros dele também é pecado.

Vamos
ver uma outra afirmação do Legislador, informação
esta que deixa bem claro o ponto de vista do Legislador em relação
ao cobrar juros de um estrangeiro.

Assim
falou o Legislador: Se o teu irmão ficar pobre, trate-o
assim
como

você
trataria um estrangeiro. Tens de ampará-lo, tens de
sustentá-lo. Não empreste a ele com juros, ou seja, não
receba dele mais do que você emprestar a ele; não
obtenha lucro.”
(Levítico
25:35-38)
35
“‘E
caso teu irmão fique pobre e assim esteja financeiramente
fraco ao teu lado, então
TENS
DE AMPARÁ-LO.

Como
residente forasteiro e colono tem de ficar vivo contigo.

36
NÃO
COBRES DELE JUROS E USURA
,
mas
tens de ter temor de teu Deus; e teu irmão tem de ficar vivo
contigo.
37
Não
deves dar-lhe teu dinheiro [cobrando] juros e não deves dar
teu alimento por usura.
38
Eu
sou Jeová, vosso Deus, que vos fiz sair da terra do Egito para
dar-vos a terra de Canaã, para mostrar-me vosso Deus
.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Levítico
25:35-38)
35
Se
teu irmão se tornar pobre e as suas mãos se
enfraquecerem junto a ti,
SUSTENTÁ-LO-ÁS.
Ele
viverá contigo como estrangeiro e peregrino.

36
NÃO
RECEBERÁS DELE USURA NEM GANHO
;
mas temerás o teu Deus, para que teu irmão viva
contigo.
37
Não
lhe darás o teu dinheiro a usura, nem lhe darás os teus
víveres por amor de lucro.
38
Eu
sou Jeová vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para
vos dar a terra de Canaã, para ser o vosso Deus.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Levítico
25:35-38)
35
Também, se teu irmão empobrecer ao teu lado, e lhe
enfraquecerem as mãos,
SUSTENTÁ-LO-ÁS;
como
estrangeiro e peregrino viverá contigo.

36
NÃO
TOMARÁS DELE JUROS NEM GANHO
,
mas temerás o teu Deus, para que teu irmão viva
contigo.
37
Não lhe darás teu dinheiro a juros, nem os teus víveres
por lucro.
38
Eu sou o Senhor vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para vos
dar a terra de Canaã, para ser o vosso Deus.

O
juro tem como objetivo o lucro, o ganho. Não receba mais do
que você deu – uma norma bem simples.


Ele
viverá contigo como se ele fosse um estrangeiro. Como você
deve tratá-lo??

Era
para sustentar no sentido de prover-lhe o
sustento??
Sim.


E
se ele não tiver como pagar?? Bem, ele tem de continuar a
viver, não tem??


Então
ame-o como amas a ti mesmo.


Você
tem a responsabilidade de não deixá-lo morrer de fome.
Você é o responsável pela continuidade da vida
dele. A continuidade da vida dele está em tuas mãos.
Você é o dono da casa e ele é um hóspede
teu.

É
assim que você deve tratar o estrangeiro. É para
SUSTENTAR o pobre e
não para fazê-lo ficar cada vez mais pobre até
que atinja a condição de teu escravo. Não é
para obter lucro com a pobreza dos outros. Não te esqueças
de como fostes tratados no Egito e a condição que
chegastes lá em face do tratamento que recebestes. Lembra-te,
chegastes lá na condição de “estrangeiros
livres” e fostes levados à condição de
“escravos”.

Por
acreditar, concordar e aceitar tais afirmações do
Legislador (informações), o filho não cometeria
o mesmo pecado do seu pai. Embora muitas outras pessoas estivessem
cometendo tais pecados e apresentando as suas justificativas lógicas,
este filho, usando o seu livre-arbítrio, manter-se-ia
permanentemente
sem praticar tal coisa, coisa que
foi definida pelo Legislador como sendo “pecado”.

O
que o levaria a agir continuamente desta forma??
A
informação na qual ele tinha fé, a informação
na qual ele depositava a sua total confiança por concordar com
tal informação. É imprescindível
concordar
com tal informação.

CONCORDAR
OU DISCORDAR SÃO OPÇÕES QUE SÃO DADAS E
ACEITAS POR AQUELE QUE RESPEITA O LIVRE-ARBÍTRIO, ÀQUELE
PARA QUEM ELE TRANSMITE ALGUMA INFORMAÇÃO.


Outras
pessoas ainda poderiam apresentar alguém muito amado, admirado
e que desejavam imitar, um antepassado já falecido, como tendo
enriquecido a si mesmo e a um grande rei, exatamente por ter levado
toda uma nação a condição de escravos do
seu próprio rei, em face da fome do povo. Decerto, eles não
viam qualquer erro nas ações deste antepassado. Afinal
de contas, tratava-se de um ídolo. Provavelmente até
vissem a transformação de pessoas livres em escravos,
como um ato de misericórdia da parte deste ídolo. Eles
concordavam com as ações deste antepassado. No entanto,
o que Jeová havia definido como mandamento??? Receber mais do
que emprestou é um pecado; deves sustentar o pobre; deves
repartir o teu pão com o pobre; não deveis lucrar com a
pobreza do teu próximo. Não sustentar o pobre e não
repartir o próprio pão com o pobre são pecados.

Não
podemos esquecer de que neste caso, as primeiras informações
recebidas pelo filho eram as informações erradas. Estas
informações erradas lhe haviam sido transmitidas pelo
seu próprio pai, aquela pessoa que ele confiava plenamente,
aquela pessoa que o ama. Pode ser que muitas outras pessoas também
confiassem em seu pai. Esta é uma situação em
que as emoções são muito fortes, não é
verdade?? Geralmente o filho ama a seu pai e tem a seu pai como um
ídolo
a quem imitar, não é verdade?? E se for alguém
que, por me amar, correu riscos pelos quais eu me considero como lhe
devendo a minha vida??

O
que é um ídolo??

ÍDOLO
Esta
é a definição dada pelo dicionário
Houaiss:
que
é objeto de veneração


ídolo

s.m.
(sXIII)
1
imagem
que representa uma divindade e que se adora como se fosse a própria
divindade
2
fig.
pessoa
ou coisa intensamente admirada, que é objeto de veneração
3
rel
na
tradição judaico-cristã, indivíduo real,
imagem representativa de uma entidade fantástica, ou a própria
entidade, considerados, de maneira equivocada e herética,
portadores de atributos divinos

í.
dos pés de barro

p.metf.
pessoa
ou coisa que é forte e resistente só na aparência

etim
gr.
eídólon,ou
‘imagem,
simulacro etc.’, pelo lat.
idólon
ou
idólum,i
‘id.’

VENERAR
Esta é a definição
dada pelo dicionário Houaiss: render culto, ter grande
consideração.

venerar

v.
(1572)
1
t.d.
dedicar
reverente respeito e deferência a,
ter
grande consideração por; reverenciar

<v.
a pátria
>
2
t.d.
render
culto a; cultuar, adorar

<v.
deuses pagãos
>
<v.
a cruz
>
3
t.d.
ter
em grande consideração ou estima; respeitar, acatar
<v.
os estudos
>
<v.
a literatura nacional
>

etim
lat.
venèror,áris,átus
sum,
ári
‘dirigir
um pedido aos deuses; reverenciar, respeitar’

sin/var
acatar,
adorar, amar, cultuar, honrar, idolatrar, prezar, reverenciar, temer

ant
desvenerar,
detestar, execrar, odiar

hom
venera(3ªp.s.),
veneras(2ªp.s.) /
venera(s.f.)
e pl.

par
venera(3ªp.s.),
veneras(2ªp.s.) /
vênera(f.vênero[adj.])
e pl.; venero(1ªp.s.) /
vênero(adj.)

Ainda
outro dicionário complementa a descrição de
ídolo:

ÍDOLO
s.m.
Figura, estátua que representa uma divindade que se adora. /
Pessoa
à qual se prodigam louvores excessivos ou que se ama
apaixonadamente:
ele
é o ídolo da juventude
.
/
Diz-se
de certas figuras que desfrutam de grande popularidade (artistas de
cinema, cantores populares, jogadores de futebol etc.).

O
venerado ocupa uma posição acima dos demais,
pois os demais não são venerados.

Um
ser humano qualquer a quem eu tenho grande consideração,
a quem eu dedico reverente respeito.
Pessoa
a quem se ama apaixonadamente.

PAIXÃO
Esta é a definição
dada pelo dicionário Houaiss:
sentimento
… intenso a ponto de ofuscar a razão. Ânimo
favorável … que supera os limites da razão.

1paixão

s.f.
(sXIII)
1
o
martírio de Jesus Cristo
F
inicial
maiúsc.
2
p.met.
segmento
do Evangelho que trata do martírio de Cristo; esse martírio,
e o dos santos
F
inicial
maiúsc.
3
teat
peça
teatral cantada, ou oratório sobre o tema da Paixão
F
inicial
maiúsc.
4
p.ext.
grande
sofrimento; martírio
5
sentimento,
gosto ou amor intensos a ponto de ofuscar a razão
6
a
coisa, o objeto da paixão ou da predileção
<a
leitura é sua p.
>
7
furor
incontrolável; exaltação, cólera
8
ânimo
favorável ou contrário a alguma coisa e que supera os
limites da razão

<p.
religiosa
>
9
sensibilidade,
entusiasmo que um artista transmite através da obra; calor,
emoção, vida
<filme
pleno de p.
>
10
fil
no
kantismo,
inclinação emocional violenta, capaz de dominar
completamente a conduta humana e afastá-la da desejável
capacidade de autonomia e escolha racional
11
lóg
categoria
aristotélica que indica a passividade, a inatividade perante
uma ação alheia

etim
lat.tar.
passìo,ónis
‘paixão,
passividade; sofrimento’

sin/var
ver
sinonímia de
mania
e
martírio
e
antonímia de
desleixo
e
indiferença

ant
imparcialidade

Obviamente,
o meu ídolo é aquela pessoa que eu isento de erro, pois
aquilo que eu vejo como erro em qualquer outro humano, eu não
vejo como erro nesta pessoa. Aquilo que é um erro em outra
pessoa, no meu ídolo é uma virtude, pois eu encontro
todas as desculpas existentes para isentá-lo daquele erro. Eu
afirmo que se ele agiu assim, a culpa foi do outro e ainda maximizo o
erro da outra pessoa.


Assim, qualquer pessoa
por quem eu tenha tal sentimento, na verdade, ele é meu ídolo,
quer eu tenha consciência deste fato, quer não.

No
entanto, este filho deve amar ao Legislador ACIMA de todas as coisas.
Este é o primeiro mandamento.

O
filho teria de crer que tal palavra é originária DE
JEOVÁ e aceitá-la como uma definição de
pecado. Somente nesta condição é que ele veria a
ação de seu pai, aquele que ele ama e deseja imitar,
como sendo um pecado.


Notamos
que nesta questão havia uma diferença de opinião.
Enquanto uma afirmava ser pecado, a outra negava tal fato
apresentando as suas devidas justificativas, suas alegações
lógicas. Notamos também que tal informação
contrária à informação de Jeová,
havia sido dada por alguém que todos amavam e confiavam.

PRATICARAM
ESTE PECADO COMO SEUS PAIS LHES ENSINARAM – O pai pode ensinar
o seu filho a praticar um pecado.

Ensinar.
O termo usado é ensinar. O pai exerce uma “forte
influência” sobre o seu filho.

Séculos
depois de Moisés, o que falou Jeová para seu mensageiro
Jeremias??
(Jeremias
9:13-14)
13
E
Jeová passou a dizer: “Por terem abandonado a minha lei
que dei [para estar] diante deles, e [por] não terem obedecido
à minha voz e não terem andado nela,
14
mas
terem andado atrás da obstinação do seu coração
e atrás das imagens de Baal,
que
seus pais lhes ensinaram;

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Jeremias
9:13-14)
13
Jeová
diz: Porque abandonaram a minha lei que lhes pus diante, e não
obedeceram à minha voz, nem andaram nela;
14
mas
andaram após a obstinação do seu coração,
e após os baalins,
coisa
que lhes ensinaram seus pais.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Jeremias
9:13-14)
13
E diz o Senhor: porque deixaram a minha lei, que lhes pus diante, e
não deram ouvidos à minha voz, nem andaram nela,
14
antes andaram obstinadamente segundo o seu próprio coração,
e após baalins,
como
lhes ensinaram os seus pais.


O
pai ensinou
o filho a fazer coisas que era o oposto ao que Jeová havia
falado.


NÃO
COPIEM OS VOSSOS PAIS – Este foi o pedido de Jeová para
a segunda geração do ermo.


(Ezequiel
20:17-19) 17 “‘“E meu olho
começou a ter dó deles [para me impedir] de
arruiná-los, e não os exterminei no ermo. 18 E
passei a dizer aos filhos deles no ermo: ‘Não andeis nos
regulamentos dos vossos antepassados, e não guardeis os seus
julgamentos, e não vos avilteis com os seus ídolos
sórdidos.
19 Eu sou Jeová,
vosso Deus. Andai nos meus próprios estatutos e guardai as
minhas próprias decisões judiciais e cumpri-as.


Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel
20:17-19) 17
Não obstante os meus olhos os pouparam, para
não os destruir, nem os acabei de todo no deserto. 18
Eu
disse a seus filhos no deserto: Não andeis nos estatutos de
vossos pais, nem observeis os seus juízos, nem vos contamineis
com os seus ídolos.
19 Eu sou Jeová
vosso Deus. Andai nos meus estatutos, e guardai os meus juízos,
e praticai-os;


O
filho tinha a capacidade de viver sem copiar os seus pais naquilo que
viam os pais falarem e fazerem?? Sim, eles tinham. Não foi
exatamente isto o que Jeová pediu para aquela segunda geração
do ermo??


Eles
andavam atrás dos seus objetos de veneração.
Quem eram os seus objetos de veneração?? Eram ídolos
humanos, pessoas amadas acima da razão e do bom censo.
Apontavam os erros dos seus antepassados ídolos como se fossem
virtudes. Tinham paixão por seus ídolos (figuras
humanas reais, vivas ou mortas).

Esta
afirmação foi do próprio Jeová.

Praticar
verdadeira justiça entre homem e homem – o que é
isto??

(Ezequiel
18:5-9)
5
“‘E
no que se refere ao homem, se ele veio a ser justo e tem praticado o
juízo e a justiça;
6
se
não comeu nos montes e não elevou seus olhos para os
ídolos sórdidos da casa de Israel, e não aviltou
a esposa de seu companheiro, e não se chegou a uma mulher na
sua impureza;
7
e
se não maltratou a nenhum homem; se restituiu o penhor tomado
pela dívida; se não arrebatou nada em roubo; se deu o
seu próprio pão ao faminto e cobriu com roupa ao que
estava nu;
8
se
não deu nada em troca de juros e não tomou usura; se
retirou sua mão da injustiça;

se
praticou a verdadeira justiça entre homem e homem;

9 se
tem andado nos meus estatutos e tem guardado as minhas decisões
judiciais para praticar a verdade, ele é justo. Ele
positivamente continuará a viver’, é a
pronunciação do Soberano Senhor Jeová.

TRATA-SE
DA IGUALDADE. Trata-se de praticar a verdadeira igualdade entre homem
e homem, por não considerar o “homem descendente de
Jacó” diferente do “homem descendente de Esaú”,
de Ismael ou do “homem descendente de qualquer outro homem”.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Ezequiel
18:5-9)
5
Porém, se um homem for justo, e fizer o que é de
eqüidade
e justiça,
6
e se não comer sobre os montes, nem levantar os seus olhos
para os ídolos da casa de Israel, nem contaminar a mulher do
seu próximo, nem se chegar à mulher na sua separação;
7 se
não oprimir a ninguém, porém tornar ao devedor o
seu penhor, se não tirar nada do alheio por violência,
se der do seu pão ao que tem fome e ao nu cobrir com vestido;
8 se
não der o seu dinheiro à usura,
nem
receber mais do que o que emprestou
,
se desviar a sua mão da iniqüidade,
e
fizer verdadeiro juízo entre homem e homem;

9 se
andar nos meus estatutos, e guardar os meus juízos, para
proceder segundo a verdade; este tal é justo, certamente
viverá, diz o Senhor Jeová.

EQUIDADE
Esta é a definição
dada por certo dicionário (Houaiss):
imparcialidade;
igualdade de direitos.

equidade


ou
qu
s.f.
(sXV)
1
apreciação,
julgamento justo
1.1
respeito
à igualdade de direito de cada um, que independe da lei
positiva, mas de um sentimento do que se considera justo, tendo em
vista as causas e as intenções
2
virtude
de quem ou do que (atitude, comportamento, fato etc.) manifesta senso
de justiça, imparcialidade, respeito à igualdade de
direitos
<a
e. de um juiz
>
<a
e. de um julgamento
>
3
correção,
lisura na maneira de proceder, julgar, opinar etc.; retidão,
equanimidade, igualdade, imparcialidade

etim
lat.
aequìtas,átis
‘igualdade,
equidade’

sin/var
equidade,
integridade, razão; ver tb. antonímia de
contraposição
ant
iniquidade,
injustiça; ver sinonímia de
contraposição

ENTRE
HOMEM E HOMEM – Não foi dito: “entre os irmãos
do meu povo ou entre os filhos do teu povo”. Tratava-se de
praticar justiça entre HUMANO e HUMANO. Trata-se do respeito à
igualdade de direitos.

Receber
mais do que emprestou é praticar um pecado – esta
informação foi dada por Jeová para Ezequiel.

Porque
“cobrar juros de um estrangeiro” seria um pecado??
Estaria praticando e respeitando a “igualdade de direitos”??


A
base do dia a dia do humano passaria a girar em torno do “lucro”
ou “ganho”. Onde e quando o humano usaria o altruísmo,
passando a fazer o bem para o próximo sem esperar receber nada
em troca?? Quando o humano faria algo de forma desinteressada??


Quando
é que o humano iria além disso, ou seja, quando abriria
mão de coisas em benefício do próximo conhecido
e desconhecido sem sentir que tal coisa seria um prejuízo??


Por
que cobrar juros do estrangeiro seria um pecado??

Porque
seria uma ação que revelava a falta de amor ao próximo
como a si mesmo. Seria receber mais do que emprestou, não
seria?? Decerto que sim. Também revelava a prática de
uma parcialidade, ou seja, um tratamento desigual, revelando a
ausência de equidade, ausência de igualdade entre os
homens. Quem é meu próximo?? Não é todo
humano conhecido ou desconhecido?? Sim. Segundo a afirmação
de Jesus, este é o segundo mandamento, que junto ao primeiro,
formam a
base para
toda a lei e os profetas. Dê aos outros o mesmo tratamento que
gostarias de receber da parte dele – Jesus afirmou que este é
o resumo de toda a lei e os profetas.

Conseguiria
o humano viver sem ganhar??

Ganância
Esta é a definição
dada pelo dicionário Houaiss:
ação
ou efeito de ganhar; desejo de ter ou de receber mais do que os
outros.

ganância

s.f.
(sXIII)
1
ant.
ação
ou efeito de ganhar
2
ant.
utilidade
ou lucro que resulta do trato do comércio
3
ant.
juro
pago por mutuário
4
ânsia
por ganhos exorbitantes; avidez, cobiça, cupidez
4.1
ânsia
de ágio; agiotagem, usura
5
desejo
exacerbado de ter ou de receber mais do que os outros
¤
etim
esp.
ganancia
‘ganância,
ganho, lucro’
¤
sin/var
ver
sinonímia de
lucro
e
antonímia de
desprendimento
¤
ant
ver
sinonímia de
desprendimento
¤
par
ganancia(fl.gananciar)

Vemos
claramente que o receber mais do que emprestou é um dos frutos
do sentimento chamado ganância.

Em
uma sociedade onde todos viviam pelo lucro, inclusive os próprios
pais, como conseguiria alguém viver sem lucrar??


Neste
caso, a pressão emocional viria dos próprios familiares
e demais parentes próximos, pois ele teria de discordar de seu
próprio pai. Seria uma grande pressão emocional. Neste
caso, o passar a obedecer a Deus e o continuar a obedecer a Deus,
exigia um grande esforço.


Percebemos
que embora o pecado possa ser ensinado pelos pais, os filhos
continuam com a opção de não seguir os conceitos
de seus pais. Os filhos continuam com a opção de
rejeitarem o ensino de seus pais.

Percebemos
que não se trata de uma inevitável marca hereditária.

Capacidade
de resistir à violência.

Mesmo
estando sob intensa pressão, a pessoa pode continuar a
obedecer, pois é ela que decide até onde ela vai. Nem
mesmo a morte pode fazê-la desobedecer.

Pressão
e ameaça em lugar da sutileza.

Alguém
poderá naturalmente questionar: Ora, se eu obedecer a esta
ordem, eu vou morrer. O que você quer que eu faça??

A
obediência de três hebreus estando sob extrema pressão.

(Daniel
3:13-21)
13
Nisso
Nabucodonosor, em cólera e furor, disse que trouxessem
Sadraque, Mesaque e Abednego. Por conseguinte, estes varões
vigorosos foram levados perante o rei.
14
Nabucodonosor
respondeu e disse-lhes: “É realmente assim, ó
Sadraque, Mesaque e Abednego, que não servis os meus próprios
deuses e que não adorais a imagem de ouro que erigi?
15
Agora,
se estiverdes prontos, de modo que, ao ouvirdes o som da buzina, do
pífaro, da cítara, da harpa triangular, do instrumento
de cordas, e da gaita de foles e de toda sorte de instrumentos
musicais, vos prostreis e adoreis a imagem que fiz, [muito bem]. Mas,
se não adorardes, no mesmo instante sereis lançados
dentro da fornalha de fogo ardente. E quem é esse deus que vos
pode salvar das minhas mãos?”
16
Sadraque,
Mesaque e Abednego responderam e disseram ao rei: “Ó
Nabucodonosor, neste respeito não temos necessidade de te
replicar qualquer palavra.
17
Se
for preciso, nosso Deus, a quem servimos, poderá salvar-nos.
Ele [nos] salvará da fornalha de fogo ardente e da tua mão,
ó rei.
18
Mas,
se não, seja do teu conhecimento, ó rei, que não
é a teus deuses que servimos e que não é a tua
imagem de ouro que erigiste que adoraremos.

19 Foi
então que o próprio Nabucodonosor se encheu de fúria
e a própria expressão do seu rosto mudou para com
Sadraque, Mesaque e Abednego. Ele respondeu e disse que se aquecesse
a fornalha sete vezes mais do que era costumeiro fazer.
20
E
ele disse a certos varões vigorosos de energia vital na sua
força militar que amarrassem Sadraque, Mesaque e Abednego para
[os] lançar na fornalha de fogo ardente.
21
Foi
então que estes varões vigorosos foram amarrados nas
suas capas, nas suas vestes e nos seus gorros, e na sua outra
vestimenta,
e
foram lançados dentro da fornalha de fogo ardente.

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(Daniel
3:13-21) 13
Então
Nabucodonozor, na sua raiva e fúria, mandou que fossem
trazidos Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. Logo foram estes homens
trazidos perante o rei.
14
Disse-lhes Nabucodonozor: É de propósito, Sadraque,
Mesaque e Abede-Nego, que não servis aos meus deuses, nem
adorais a imagem que levantei?
15
Agora, pois, se estais prontos, no momento em que ouvirdes o som da
corneta, da flauta, da harpa, da sacabuxa, do saltério e da
sinfonia, e de toda a sorte de música, para vos prostrardes e
adorardes a imagem que fiz, bem está; se, porém, não
adorardes, sereis na mesma hora lançados numa fornalha de fogo
ardente. Quem é esse deus que vos livrará das minhas
mãos?
16
Responderam ao rei Sadraque, Mesaque e Abede-Nego: Ó
Nabucodonozor, não necessitamos de te responder neste
particular.
17
Se assim for, o nosso Deus a quem nós servimos, pode
livrar-nos da fornalha de fogo ardente; e ele há de nos livrar
das tuas mãos, ó rei.
18
Mas
se não, fica tu sabendo, ó rei, que não havemos
de servir aos teus deuses, nem adorar a imagem de ouro, que
levantaste.
19
Então Nabucodonozor se encheu de furor, e se mudou o aspecto
do seu semblante contra Sadraque, Mesaque e Abede-Nego; portanto
falou e ordenou que se acendesse a fornalha sete vezes mais do que se
costumava acender.
20
Deu ordem a uns valentes que estavam no seu exército que
atassem a Sadraque, Mesaque e Abede-Nego e os lançassem na
fornalha de fogo ardente.
21
Então
estes homens foram ligados, vestidos de seus calções,
suas túnicas, suas capas e suas outras roupas,
e
foram lançados no meio da fornalha de fogo ardente.

Assim verte a
Tradução Almeida:
(Daniel
3:13-21) 13
Então
Nabucodonosor, na sua ira e fúria, mandou chamar Sadraque,
Mesaque e Abednego. Logo estes homens foram trazidos perante o rei.
14
Falou Nabucodonosor, e lhes disse: E verdade, ó Sadraque,
Mesaque e Abednego, que vós não servis a meus deuses
nem adorais a estátua de ouro que levantei?
15
Agora, pois, se estais prontos, quando ouvirdes o som da trombeta, da
flauta, da harpa, da cítara, do saltério, da gaita de
foles, e de toda a sorte de música, para vos prostrardes e
adorardes a estátua que fiz, bom é; mas, se não
a adorardes, sereis lançados, na mesma hora, dentro duma
fornalha de fogo ardente; e quem é esse deus que vos poderá
livrar das minhas mãos?
16
Responderam Sadraque, Mesaque e Abednego, e disseram ao rei: Ó
Nabucodonosor, não necessitamos de te responder sobre este
negócio.
17
Eis que o nosso Deus a quem nós servimos pode nos livrar da
fornalha de fogo ardente; e ele nos livrará da tua mão,
ó rei.
18
Mas
se não, fica sabendo, ó rei, que não serviremos
a teus deuses nem adoraremos a estátua de ouro que levantaste.

19
Então Nabucodonosor se encheu de raiva, e se lhe mudou o
aspecto do semblante contra Sadraque, Mesaque e Abednego; e deu ordem
para que a fornalha se aquecesse sete vezes mais do que se costumava
aquecer;
20
e ordenou a uns homens valentes do seu exército, que atassem a
Sadraque, Mesaque e Abednego, e os lançassem na fornalha de
fogo ardente.
21
Então
estes homens foram atados, vestidos de seus mantos, suas túnicas,
seus turbantes e demais roupas,
e
foram lançados na fornalha de fogo ardente.

Estar
diante de uma grande autoridade, a maior autoridade daquela época,
não induziu estes humanos a desobedecerem a uma das ordens de
Deus. Estar diante da morte, também não. Nem mesmo a
morte os induziu a desobedecerem a uma das ordens do Criador. Haveria
dor e morte, e no entanto, o humano não permitia que tais
coisas o incitasse a desobedecer. Uma circunstância totalmente
adversa não foi suficiente para induzir estes humanos a
desobedecerem.

Isto
é algo incrível em relação ao pecado, não
é verdade??

A
sutilidade conseguiu fazer com que muitos humanos desobedecessem ao
Criador, pois o humano passou a confiar naquele que lhe apresentava
uma nova informação. No caso daquele mensageiro, ele
confiou na informação de um outro profeta, um amigo,
alguém que queria o seu bem-estar, alguém que lhe
pareceu acima de qualquer suspeita, passando a fazer exatamente
aquilo que se lhe tinha sido proibido diretamente pelo Criador. No
entanto, quando aquele que tenta lhe seduzir a mudar de comportamento
é um suposto inimigo, é um declarado inimigo e alguém
em que você vê o pecado, o humano se apega àquilo
que ele já acreditava, mesmo que este inimigo vá lhe
tirar a vida.

Centenas
de anos depois do ato destes três homens, os judeus e os
levitas que copiavam estas ações destes três
homens, rejeitaram completamente a Jesus, em face das palavras
proferidas por Jesus, considerando-o alguém que queria lhes
desencaminhar. Revelavam não confiar em Jesus. Eles rejeitaram
as informações provenientes de Jesus. Obviamente
eles se achavam no caminho certo. No entanto, Jesus estava apenas
REPETINDO as palavras que haviam sido colocadas em sua boca pelo
próprio Pai, o Legislador. Em quem estes homens confiavam?? Em
quem estes homens depositavam a sua confiança??

O
mensageiro
Jesus estava lhes afirmando que certas ações e
sentimentos eram pecados.
Tratava-se de atitudes que aqueles homens tinham como coisas comuns e
até mesmo autorizadas pelo Pai. Tratava-se de coisas que seus
admirados antepassados praticavam. Jesus lhes afirmou: “Embora
tenha sido dito tal palavra, eu vos digo outra contrária”.

Na
verdade Jesus afirmava: “Embora Moisés tenha dado esta
informação, a informação que eu dou a
vocês é outra”.

A
informação que Moisés havia dado a eles estava
devidamente registrada nas “Escrituras”. Eles amavam
Moisés. Eles tinham paixão por Moisés. Esta
paixão tirava destes humanos a razão, superava os
limites da razão. Bem, eles tinham um grande problema.

PECADO
COMETIDO

Jeová
deixou bem claro que ele SEMPRE responsabiliza aquele que cometeu o
pecado. Apesar de ver o pai cometendo pecado, o filho decide não
cometer pecado. O filho tem o livre-arbítrio. Jeová
está vendo tanto as ações do pai, como as ações
do filho. Segundo Jeová, o filho não herda o pecado do
pai. Segundo Jeová, o filho pode decidir fazer diferente do
pai, afinal de contas, o filho tem o livre-arbítrio.

Desta
forma, aquele que considerasse o filho de um iníquo como
alguém a ser morto apenas por este ser filho de um iníquo,
deveria rever o seu conceito, não é verdade??

Da
mesma forma, este humano que encarava o filho de um justo como alguém
a ser prezado e considerado como justo em face de ser filho de um
justo, também deveria rever o seu conceito, não
deveria??

O
descendente de Abraão devia ser amado
simplesmente por ser um “descendente de Abraão”??
O descendente de Cã devia ser odiado
simplesmente por ser um “descendente de Cã”?? Os
filhos de Caim deviam ser odiados, desprezados ou discriminados,
simplesmente por serem filhos de Caim?? Bem, e quanto aos filhos de
Adão?? deviam ser odiados e discriminados??

A
regra que se aplica a um se aplica a todos. Este é o princípio
básico da IGUALDADE.

Ficou
bem claro que, para o Pai, cada humano é culpado pelo seu
próprio pecado
cometido
e terá de responder a Ele, Jeová,
sobre o seu pecado
cometido.

Tratava-se
de algo individual.

Será
que havia pessoas que raciocinavam de forma diferente do Pai??

Que
conceito
achavam
os humanos que Deus tinha em relação
a este assunto??

Assim
raciocinava Jó: Filho de impuro, impuro é.
(Jó
14:4)
4
Quem
pode, de alguém impuro, produzir alguém puro? Nem
sequer um.

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(Jó
14:4) 4
Oxalá
que o puro pudesse sair do imundo! Não é possível.

Assim verte a
Tradução Almeida:
(Jó
14:4) 4
Quem
do imundo tirará o puro? Ninguém.

Assim
raciocinava Jó:
(Jó
27:13-14)
13
Este
é o quinhão do homem iníquo, da parte de Deus;

E a
herança dos tiranos, eles receberão do próprio
Todo-poderoso.
14
Se
os
seus
filhos
se
tornarem muitos, será para a espada; E
seus
próprios descendentes

não
terão bastante alimento.

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(Jó
27:13-14) 13
Esta
é a porção do iníquo da parte de Deus,

E a herança que os opressores recebem do Todo-poderoso.
14
Se
seus
filhos
se
multiplicarem, multiplicam-se para a espada;
A
sua prole
não
se fartará de pão.

Assim verte a
Tradução Almeida:
(Jó
27:13-14) 13
Esta é da parte
de Deus a porção do ímpio, e a
herança
que os opressores recebem do Todo-Poderoso
:
14
Se os
seus
filhos
se
multiplicarem, será para a espada; e a
sua
prole
não se
fartará de pão.

Segundo
este conceito, Jeová não respeitava a individualidade.

Além de raciocinar desta forma, Jó ensinava este
raciocínio para todos os que o conheciam, e todos respeitavam
a palavra de Jó, pois Jó era tido como um homem sábio
e abençoado por Deus. A pessoa seria rotulada de “filho
de iníquo” e seria tratada como o “filho do
iníquo”, independente da individualidade.

Confirma-se
que Jó tinha este conceito, conceito também aceito
pelos outros três companheiros de Jó:
Deus
guardará a iniquidade do pai para os filhos. Filho de iníquo,
iníquo é. Se o pai não pagou pela sua
iniquidade, então o filho pagará.

(Jó
21:17-19)
17
Quantas
vezes se apaga a lâmpada dos iníquos, E [quantas vezes]
vem sobre eles o seu desastre? Na sua ira, [quantas vezes] reparte
ele a destruição?
18
Ficam
eles como palha diante do vento, E como a pragana furtada pelo tufão?
19
O
próprio Deus guardará o prejudicial [do homem] para os
próprios filhos dele;

Recompensá-lo-á
para que saiba [isso].

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(Jó
21:17-19) 17
Quantas
vezes sucede que se apaga a lâmpada dos iníquos? Que
lhes sobrevém a calamidade? Que Deus na sua ira lhes distribui
dores?
18
Que
eles são como a palha diante do vento, E como a pragana que a
tempestade leva?
19
Deus,
DIZEIS VÓS, reserva a iniqüidade do pai para seus filhos
,
Mas
é a ele mesmo que Deus deveria punir, para que o sinta.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Jó
21:17-19) 17
Quantas
vezes sucede que se apague a lâmpada dos ímpios? que
lhes sobrevenha a sua destruição? que Deus na sua ira
lhes reparta dores?
18
que
eles sejam como a palha diante do vento, e como a pragana, que o
redemoinho arrebata?
19
Deus,
DIZEIS VÓS, reserva a iniqüidade do pai para seus filhos
,
mas é a ele mesmo que Deus deveria punir, para que o conheça.

A
expressão “dizeis vós” foi retirada
ou foi adicionada por um dos escribas (secretários,
tradutores, etc…). Independente disto, nos dois casos revela-se a
crença no mesmo “conceito”.

Neste
conceito, onde fica a individualidade??? Não eram todos estes
homens descendentes de Adão. Segundo seu próprio
conceito, fruto de suas deduções lógicas, como
podiam esperar receber bênçãos da parte de Deus??
Neste conceito, como podiam achar merecer melhor sorte do que
qualquer um outro descendente de Adão??

Assim
como Moisés, Jó também era uma pessoa muito
amada e também chegando as raias da paixão. Será
que a informação daquela pessoa passa a ser certa
apenas porque aquela pessoa é amada por mim??

Neste
caso, o humano revelou ter o conceito de que a iniquidade era uma
marca transmitida de pai para filho, assim como a cor da pele.

Estes
homens eram descendentes de Abraão, no entanto, de quem Abraão
era descendente?? Não eram todos descendentes de Adão??
Ou será que Abraão passou a ser uma exceção
deste conceito tão defendido por estes homens??

Este
conceito revela respeitar a individualidade, respeitar a igualdade de
todos diante do Pai, ou revela ser um conceito baseado na
parcialidade??

Isto
geraria certos sentimentos negativos em relação a
alguém que ele nem sequer conhece, alguém que ele nunca
tinha visto; geraria certos preconceitos; geraria a desigualdade;
geraria a superioridade; geraria a discriminação.

Tratava-se
de filhos de Adão discriminando outros filhos de Adão??

Certamente
tratava-se de um estranho conceito. Muito embora este tenha sido o
conceito praticado pelo humano, O Criador provou através de
suas palavras e de Suas ações, não concordar com
este conceito declarado por Jó.

Além
de ser o Criador do ser humano, Jeová também é o
Professor do ser humano, no entanto, o humano precisa admitir ser um
aluno do Criador e colocar-se no devido lugar de aluno. Independente
de quem seja o humano, ele deve colocar-se no lugar de “aluno
do Criador” e não de aluno de outros alunos humanos.
Esta é outra decisão que tem por base o livre-arbítrio.

FORAM
MUITOS OS CONCEITOS DESENVOLVIDOS PELOS HUMANOS.

Os
humanos multiplicaram-se na terra. Passaram a levar uma vida em
grupo. A vida em grupo traz o relacionamento e os diversos problemas
inerentes ao relacionamento. Em face dos diversos problemas inerentes
ao relacionamento, os humanos começaram a desenvolver seus
próprios conceitos do que era pecado. O Criador deu ao humano
a liberdade para assim agirem. Assim, os humanos desenvolveram vários
conceitos sobre o que o Criador faria. Um destes conceitos foi
expresso por Jó e está listado logo acima.

ANALISEMOS
AGORA UMA OUTRA SITUAÇÃO QUE DIZ RESPEITO AO PECADO.

AGORA
O HUMANO FOI INFORMADO QUE ALGO ERA PECADO “DEPOIS” DELE
ESTAR ACOSTUMADO A PRATICAR TAL AÇÃO.


No entanto, em
determinado momento da corrente do tempo, de acordo com a programação
existente em Sua mente, o Criador, após escolher um grupo de
humanos para se relacionar, passou a mostrar para este grupo, que
muitos dos costumes aceitos como normais e certos para os humanos,
para Ele Jeová, não passavam de coisas detestáveis.


Assim, apontando para
as demais nações, O Criador passou a revelar aos
escolhidos, quais eram os costumes praticados por tais nações,
definindo-os como pecados (informando-os). Tratava-se de ações
praticadas no dia a dia e encardas como normais. Tratava-se de ações
praticadas por seus antepassados que haviam tido um relacionamento
com Jeová.

Muitos
destes costumes também eram praticados pelo povo escolhido.
Será que eles
concordariam
com a posição de
Jeová?? Será que achariam que se tratava apenas de uma
questão de opinião?? Muitos podiam encarar aquela
posição de Jeová como fora da realidade vivida
pelos humanos. Podia tratar-se de costumes já arraigados em
suas vidas.

Sendo
aqueles costumes, os costumes que eles gostavam de praticar, será
que mudariam sua opinião, passando a mudar de comportamento??
Ora, se os antepassados fizeram estas coisas, como podem ser tratadas
agora como pecados?? Teria o Criador um convívio com
pecadores?? O Criador abençoaria pecadores?? Certamente, estas
seriam algumas das perguntas que fariam, buscando
questionar
a nova informação
recebida.

Em
relação aos costumes, através de um mensageiro,
assim falou Jeová para o povo que Ele escolheu para manter um
relacionamento:
(Levítico
18:1-5)
18
E
Jeová continuou a falar a Moisés, dizendo:
2
Fala
aos filhos de Israel, e tens de dizer-lhes: ‘Eu sou Jeová,
vosso Deus.
3
Não
deveis fazer assim como faz a terra do Egito, em que morastes; e não
deveis fazer assim como faz a terra de Canaã, na qual vos
introduzo; e não deveis andar nos seus estatutos.

4
Deveis
cumprir as minhas decisões judiciais e deveis guardar os meus
estatutos, para andardes nelas. Eu sou Jeová, vosso Deus.
5
E
TENDES DE GUARDAR OS MEUS ESTATUTOS E AS MINHAS DECISÕES
JUDICIAIS,
cumprindo
as quais o homem também tem de viver por meio delas. Eu sou
Jeová.

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(Levítico
18:1-5) 1
Disse Jeová a
Moisés:
2
Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Eu sou Jeová vosso
Deus.
3
Não
fareis segundo as obras da terra do Egito, em que habitastes; não
fareis segundo as obras da terra de Canaã, na qual eu vos hei
de introduzir; nem andareis segundo os seus estatutos.

4
Cumprireis os meus juízos, e guardareis os meus estatutos,
para neles andardes; eu sou Jeová vosso Deus.
5
GUARDAREIS,
POIS, OS MEUS ESTATUTOS E OS MEUS JUÍZOS;

fazendo os quais, o homem viverá por eles: eu sou Jeová.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Levítico
18 :1-5)
1
Disse mais o Senhor a Moisés: 2 Fala aos filhos de Israel, e
dize-lhes: Eu sou o Senhor vosso Deus. 3
Não
fareis segundo as obras da terra do Egito, em que habitastes; nem
fareis segundo as obras da terra de Canaã, para a qual eu vos
levo; nem andareis segundo os seus estatutos.

4
Os meus preceitos observareis, e os meus estatutos guardareis, para
andardes neles. Eu sou o Senhor vosso Deus. 5
GUARDAREIS,
POIS, OS MEUS ESTATUTOS E AS MINHAS ORDENANÇAS
,
pelas quais o homem, observando-as, viverá. Eu sou o Senhor.

Não
pratiquem os mesmos costumes praticados na terra do Egito, tampouco
pratiquem os costumes da terra de Canaã. Pratiquem os meus
preceitos e os meus estatutos. Vivam segundo os meus estatutos.

Depois
desta introdução, o Criador passou a lhes falar sobre
os
MUITOS
costumes
praticados pelos demais povos. Depois o Criador passou a confirmar:
Não deveis fazer estas
coisas
detestáveis
;
não deveis praticar os mesmos
costumes
abomináveis
.
Não deveis praticar
NENHUM
dos
costumes praticados por eles.

(Levítico
18:24-30)
24
“‘Não
vos façais impuros por qualquer destas coisas, porque por
todas estas coisas se fizeram impuras as nações que
ponho para fora diante de vós.
25
Por
conseguinte, a terra é impura e eu trarei sobre ela punição
pelo seu erro, e a terra vomitará os seus habitantes.
26
E
vós mesmos tendes de guardar os meus estatutos e as minhas
decisões judiciais,
e
não deveis fazer
NENHUMA
de
todas estas coisas detestáveis, quer o natural quer o
residente forasteiro que reside no vosso meio.
27
Pois
todas estas coisas detestáveis foram feitas pelos homens da
terra, que vos precederam, de modo que a terra é impura.

28
Então
a terra não vos vomitará porque a profanais, assim como
certamente vomitará as nações que vos
precederam.
29
Caso
alguém faça qualquer de todas estas coisas detestáveis,
então as almas que as fazem têm de ser decepadas dentre
seu povo.
30
E
tendes de cuidar da vossa obrigação para comigo, de não
praticardes nenhum dos
COSTUMES
DETESTÁVEIS

que
se praticaram antes de vós, para que não vos façais
impuros por eles. Eu sou Jeová, vosso Deus.’”

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(Levítico
18:24-30)
24
Não
vos contamineis com NENHUMA destas coisas, pois com todas elas são
contaminadas as nações que eu hei de expulsar de diante
de vós. 25 A terra está contaminada, portanto visito
nela as suas iniqüidades, e ela vomita os seus habitantes.

26 Vós
guardareis os meus estatutos e os meus juízos, e não
cometereis nenhuma destas abominações, nem o natural,
nem o estrangeiro que peregrina entre vós 27 (porque todas
estas abominações cometeram os homens da terra, que
foram antes de vós, e a terra está contaminada). 28 Não
suceda que a terra, sendo contaminada por vós, vos vomite
também a vós, como vomitou a nação que
foi antes de vós. 29 Todo o que cometer alguma destas
abominações, sim aqueles que a cometerem, serão
cortados dentre o seu povo. 30 Portanto, guardareis o meu mandamento,
para que não caiais em alguns destes
ABOMINÁVEIS
COSTUMES
,
que antes de vós foram seguidos, e para que vos não
contamineis com eles: eu sou Jeová.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Levítico
18:24-30)
24
Não
vos contamineis com nenhuma dessas coisas, porque com todas elas se
contaminaram as nações que eu expulso de diante de vós;
25
e,
porquanto a terra está contaminada, eu visito sobre ela a sua
iniqüidade, e a terra vomita os seus habitantes.
26
Vós,
pois, guardareis os meus estatutos e os meus preceitos, e
NENHUMA
dessas
abominações fareis, nem o natural, nem o estrangeiro
que peregrina entre vós
27
(porque
todas essas abominações cometeram os homens da terra,
que nela estavam antes de vós, e a terra ficou contaminada);
28
para
que a terra não seja contaminada por vós e não
vos vomite também a vós, como vomitou a nação
que nela estava antes de vós.
29
Pois
qualquer que cometer alguma dessas abominações, sim,
aqueles que as cometerem serão extirpados do seu povo.
30
Portanto guardareis o meu mandamento, de modo que não caiais
em NENHUM desses
ABOMINÁVEIS
COSTUMES
que
antes de vós foram seguidos, e para que não vos
contamineis com eles. Eu sou o Senhor vosso Deus.

Não
vos contamineis com os costumes.

Um
dos “costumes normais” que o Criador apontou como coisa
detestável praticada por outras nações e que não
devia ser praticada por eles é este: Tomar vingança e
guardar ressentimento.
(Levítico
19:18)
18
“‘Não
deves tomar vingança nem ter ressentimento

contra
os filhos do teu povo; e tens de amar o teu próximo como a ti
mesmo. Eu sou Jeová.

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(Levítico
19:18) 18
Não
te vingarás nem guardarás ira

contra os filhos do teu povo, mas amarás o teu próximo
como a ti mesmo: eu sou Jeová.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Levítico
19:18)
18
Não
te vingarás nem guardarás ira

contra
os filhos do teu povo; mas amarás o teu próximo como a
ti mesmo. Eu sou o Senhor.

Neste
instante o aluno perguntaria: Pai, eu tenho de PERDOAR toda
iniquidade que praticarem contra mim??? Pai, desta forma, não
estamos incentivando a criminalidade?? Pai, quem é que se
incomoda e defende as “pobres e inocentes” vítimas??


Bem, depois de
concordar, isto não é uma coisa fácil de fazer,
não é verdade?? Se fosse fácil, todo mundo que
concorda já estava fazendo, não é verdade??
Muitos acham uma coisa bonita nos outros, e no entanto, utópica.


Outro costume apontado
pelo Criador como sendo uma coisa detestável foi mencionado
acima. Cobrar juros e tratar com desigualdade o estrangeiro. Decerto,
também haveria muitas perguntas, não é verdade??
Muitos afirmariam: Pai, isto é viver fora da realidade do
mundo, pois todo mundo cobra juros. Como vou conseguir sobreviver??
Neste caso, não serei sempre um prejudicado?? As pessoas vão
me ver e me tratar como um bobão. Neste caso, vou ser uma
eterna vítima dos outros.


Bem, o Pai determinou
que tais coisas eram pecado. O humano devia acreditar no Pai e devia
concordar com o Pai.


O humano devia se
importar com o conceito que o Pai fazia a respeito dele e não
o conceito que os outros humanos faziam a respeito dele.

No
entanto, se aquele terceiro elemento aparecesse como um amigo AMADO E
CONCEITUADO, que estando interessado no seu bem estar físico e
financeiro, na sua alegria, se tornasse seu
defensor e
afirmasse que tais coisas podiam ser praticadas, o que o humano devia
fazer?? Deixar-se convencer e praticar tais coisas??

ORA,
SE O LEGISLADOR AFIRMOU QUE TAL AÇÃO É UMA
“COISA DETESTÁVEL”, ELA É UM PECADO, NÃO
É??


O humano poderia viver
o seu dia a dia sem praticar tais coisas “detestáveis”??
O Criador afirmou que o humano tinha condições de viver
o seu dia a dia sem praticar tais coisas “detestáveis”.
Será que o Criador é que está errado?? Será
que tratava-se de um mundo de sonhos que só poderia existir na
mente do Criador??

Aquele
que
projetou
o humano, também projetou a
forma como o humano deveria viver o seu dia a dia. Neste caso, não
se trata de “concordar ou não” com o Projetista??
Não se trata da criatura discordar do seu Criador?? Não
se trata do filho discordar do seu próprio Pai??


Ora, ora, quem é
que já tem a sabedoria??

EU
NÃO SABIA QUE ERA PECADO.

SE
EU PECAR SEM SABER QUE É PECADO, JEOVÁ ME TEM COMO
INOCENTE??

No
caso acima, aquele filho que recebeu e estava vivendo o seu dia a dia
de acordo com as
informações que
lhe haviam sido passadas por seu pai, cobrando juros do estrangeiro,
ainda não tinha recebido a segunda informação.
Será que ele era tido
por Jeová como
um inocente??


Vejamos a informação
de Jeová dada a Moisés que por sua vez a fez registrar:

(Levítico
5:17)
17
E
se uma alma pecar por fazer uma de todas as coisas que Jeová
manda que não se façam,
EMBORA
NÃO O SOUBESSE
,
ainda
assim ele ficou culpado

e terá
de responder pelo seu erro.

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(Levítico
5:17) 17
Se alguém pecar, e
fizer qualquer uma de todas as coisas que Jeová ordenou que se
não fizessem;
EMBORA
NÃO O SOUBESSE,

contudo
é culpado
, e
levará a sua iniqüidade.

Assim verte a
Tradução Almeida:
(Levítico
5:17) 17
Se alguém pecar,
fazendo qualquer de todas as coisas que o Senhor ordenou que não
se fizessem,
AINDA
QUE NÃO O SOUBESSE
,
contudo
será ele culpado
,
e levará a sua iniqüidade;

Jeová
não me tem como inocente; ele me tem como culpado de ter
cometido pecado. Inocente é aquele que não comete o
pecado. Ele me perdoará. Se me perdoará, significa que
houve uma ofensa. Não se pode negar que houve a ofensa, não
se pode negar que houve o pecado, logo, eu sou culpado de pecado, não
sou um inocente.

Quem
é que precisa ver a si mesmo como um culpado e se sentir como
um culpado, não sou eu??

Vamos
confirmar esta posição do Pai??

Tradução
Brasileira reza:

(Êxodo
34:7) 7
que guarda beneficência em milhares, que perdoa a
iniqüidade, a transgressão e o pecado; e
que de maneira alguma terá por inocente o culpado,

visitando a iniqüidade dos pais nos filhos, e nos filhos dos
filhos, na terceira e na quarta geração.

Assim verte a
Tradução Almeida:

(Êxodo
34:7) 7
que
usa de beneficência com milhares; que perdoa a iniqüidade,
a transgressão e o pecado;
que
de maneira alguma terá por inocente o culpado;

que visita a iniqüidade
dos pais sobre os filhos e sobre os filhos dos filhos até a
terceira e quarta geração.

NUNCA
terei por inocente, o culpado.

E
quem é culpado segundo o Pai??

Ora,
é aquela alma que fizer qualquer uma das coisas que o Pai pede
que não se faça.

Quem
é este??

Não
é aquele que toma a decisão de fazer ou de não
fazer??

Não
há para onde fugir, para o Pai, aquele que toma a decisão
de fazer ou não fazer, este é culpado de pecado.

Aquele
filho do caso acima era visto por Jeová no seu estado real de
“culpado” de pecado, afinal ele cobrava juros do
estrangeiro, não cobrava?? Ele recebia mais do que emprestou,
não recebia?? Não praticava ele a desigualdade?? Há
alguma dúvida disto??

Enquanto
ele ainda não tinha recebido a segunda informação.
Na sua mente ele estava fazendo o que era normal e certo, estava
fazendo aquilo que seu pai lhe havia ensinado e estava fazendo o que
todo mundo fazia. Ele simplesmente não sabia. Ele ainda não
havia recebido a segunda informação.

O
Criador afirmou que perdoava os pecados?? Sim, ele afirmou.

(Levítico
4:27-31)
27
“‘E
se alguma alma do povo da terra pecar sem querer, por fazer
uma
das coisas
que
Jeová manda que não se façam, e ele deveras se
tornar culpado,
28
ou
se
lhe fez saber o pecado que cometeu
,
então terá de trazer como sua oferta uma cabritinha
sadia, pelo pecado que cometeu.
29
E
tem de pôr sua mão sobre a cabeça da oferta pelo
pecado e tem de abater a oferta pelo pecado no mesmo lugar da oferta
queimada.
30
E
o sacerdote tem de tomar com o seu dedo um pouco do sangue dela e
pô-lo sobre os chifres do altar da oferta queimada, e derramará
todo o resto do sangue dela junto à base do altar.
31
E
tirará toda a gordura dela, assim como se tirou a gordura do
sacrifício de participação em comum; e o
sacerdote tem de fazê-la fumegar sobre o altar como cheiro
repousante para Jeová; e o sacerdote tem de fazer expiação
por ele,
e
assim lhe tem de ser perdoado.

Assim verte a
Tradução Brasileira:
(Levítico
4:27-31) 27
Se algum da plebe pecar
por ignorância, fazendo
qualquer
das coisas
que
Jeová ordenou que se não fizessem, e se tornar culpado:
28
se o pecado, que ele cometeu, lhe for notificado
,
trará como sua oblação uma cabra sem defeito
pelo pecado que cometeu.
29
Porá a mão sobre a cabeça da oferta pelo pecado,
e matá-la-á no lugar do holocausto.
30
Então o sacerdote com o dedo tomará do sangue da
oferta, o porá sobre os chifres do altar do holocausto, e todo
o resto do sangue da oferta derramá-lo-á à base
do altar.
31
Tirará toda a gordura da oferta, como se tira a gordura do
sacrifício das ofertas pacíficas. O sacerdote a
queimará sobre o altar como suave cheiro a Jeová; o
sacerdote fará expiação por ele,
e
ele será perdoado.

Assim verte a
Tradução Almeida:
(Levítico
4:27-31) 27
E
se alguém dentre a plebe pecar por ignorância, fazendo
qualquer
das coisas
que
o Senhor ordenou que não se fizessem, e assim se tornar
culpado
;
28
se
o pecado que cometeu lhe for notificado
,
então trará por sua oferta uma cabra, sem defeito, pelo
pecado cometido;
29
porá
a mão sobre a cabeça da oferta pelo pecado, e a imolará
no lugar do holocausto.
30
Depois
o sacerdote, com o dedo, tomará do sangue da oferta, e o porá
sobre as pontas do altar do holocausto; e todo o resto do sangue
derramará à base do altar.
31
Tirará
toda a gordura, como se tira a gordura do sacrifício pacífico,
e a queimará sobre o altar, por cheiro suave ao Senhor; e o
sacerdote fará expiação por ele,
e
ele será perdoado

Quando
eu vier a saber que tal coisa é um pecado, o que devo fazer??
Fui notificado a respeito do pecado que cometi. Devo aceitar o fato
de ser um pecado, devo DEIXAR-ME CONVENCER, e, concordando com o
Criador, devo assumir a minha culpa, confessar o meu pecado,
entristecer-me e mudar a minha direção. O Pai já
disse o que fará: “Vou perdoar o pecado, qualquer
pecado”.

JESUS
CHAMA A ATENÇÃO PARA OUTROS PECADOS – Aqueles
cometidos no coração e ainda não transformados
em palavras ou ações.

Como
é que é?? palavras também são
classificadas como “pecado”??


quem concorde e há quem discorde.

Apesar
dos protestos, Jesus não retirará o que disse.

Uma
das afirmações de Jesus, que não passavam de
mera repetição da afirmação do Pai e
Legislador foi esta: “Continuar furioso com o seu irmão
é tão pecado quanto matar”.

(Mateus
5:21-22)
21
Ouvistes
que se disse aos dos tempos antigos:
Não
deves assassinar; mas quem cometer um assassínio terá
de
prestar
contas ao tribunal de justiça
.’
22
No
entanto, digo-vos que todo aquele que continuar furioso com seu irmão
terá de
prestar
contas ao tribunal de justiça
;
mas, quem se dirigir a seu irmão com uma palavra imprópria
de desprezo terá de prestar contas ao Supremo Tribunal; ao
passo que quem disser: ‘Tolo desprezível!’, estará
sujeito à Geena ardente.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Mateus
5:21-22) 21
Tendes
ouvido que foi dito aos antigos:
Não
matarás; e: Quem matar,
estará
sujeito a julgamento.

22
Mas eu vos digo que todo aquele que se ira contra seu irmão,
estará
sujeito a julgamento
;
e
quem chamar a seu irmão: Raca, estará sujeito ao
julgamento do sinédrio; e quem lhe chamar: Tolo, estará
sujeito à geena de fogo.

Assim verte a
Tradução Almeida:
(Mateus
5:21-22) 21
Ouvistes
que foi dito aos antigos:
Não
matarás; e, Quem matar
será
réu de juízo
.
22
Eu,
porém, vos digo que todo aquele que se encolerizar contra seu
irmão,
será
réu de juízo
;
e
quem disser a seu irmão: Raca, será réu diante
do sinédrio; e quem lhe disser: Tolo, será réu
do fogo do inferno.

Jesus
informou ao humano sobre a igualdade entre aquele que mata e aquele
que guarda ira.

Continuar
furioso, irar-se apesar de ainda não matar o irmão é
tão pecado quanto matar o irmão ou qualquer humano. A
pergunta lógica é: Por quê??

Basta
recordar o caso Caim e encontraremos a explicação
lógica. No estado de ira é que a pessoa concorda
em matar o seu próximo, ficando faltando apenas a decisão
de matar e o ato de matar. É neste estado de ira que o
amor ao próximo pode desaparecer. O sentimento vai
aumentando até que se torna visível. O sentimento de
Caim produziu um fruto, isto é, a violência contra Abel,
seu irmão.

ENFURECER
– Esta é a definição dada por certo
dicionário (Houaiss): encher-se
de furor, pôr ou ficar fora de si.

enfurecer

v.
(1660)
1
t.d.int.
e pron.

fazer
ficar ou
ficar
furioso
;
encher(-se) de furor; pôr ou ficar fora de si;
irar(-se),
zangar(-se)
<as
notas do filho enfureceram-na
>
<ele
agora passou a e.
(-se)
à
toa
>
2
pron.
fig.
tornar-se
revolto; encapelar-se (o mar)
3
pron.
fig.
desencadear-se,
deslocar-se com violência (tempestade, vento)

gram
a
respeito da conj. deste verbo, ver –
ecer

etim
1en-
+
rad. de

fúria
+
-ecer

sin/var
ver
sinonímia de
cacetear

ant
desenfurecer;
ver tb. antonímia de
cacetear

Quando
um humano qualquer cometer um pecado contra mim, eu não devo
me enfurecer?? Não devo ficar furioso com ele?? Não
devo me irar com ele?? Bem, Jesus mostrou como se faz. Jesus mostrou
como obedecer a este mandamento. Obviamente, Jesus via tal pessoa com
o olhar da misericórdia. Jesus via tal pessoa como alguém
muito doente, como alguém que necessitava da cura. A visão
que Jesus tinha do pecador o impedia de irar-se contra o pecador.
O sentimento de Jesus pelo pecador o impedia de ficar furioso com
o pecador
.

O
enfurecido perde o domínio, passando a agir com fúria
contra o seu irmão, perdendo o amor pelo seu irmão. O
enfurecido pode chegar a condição de descontrole.

Para
onde levará a fúria sem freio (fúria
desenfreada). As palavras de fúria e as ações de
fúria contra um irmão são bem específicas.

Jesus
revelou sua ira por uma situação que ele visualizou no
templo.

Qual
foi a reação irada do homem mais poderoso da terra??

(João
2:13-17) 13 Aproximara-se
então a páscoa dos judeus, e Jesus subiu para
Jerusalém.
14 E
ele achou no templo os que vendiam gado, e ovelhas, e pombas, e os
corretores de dinheiro nos seus assentos.
15 Assim,
depois de fazer um chicote de cordas, expulsou do templo a todos com
as ovelhas e o gado, e derramou as moedas dos cambistas e derrubou as
suas mesas.
16 E
ele disse aos que vendiam as pombas: “Tirai estas coisas daqui!
Parai de fazer da casa de meu Pai uma casa de comércio!”
17 Seus
discípulos lembraram-se de que está escrito: “O
zelo da tua casa me devorará.”

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(João
2:13-17)
13 Estava próxima a páscoa
dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. 14 Achou no
templo os que vendiam bois, ovelhas e pombas, e também os
cambistas sentados; 15 e tendo feito um azorrague de cordas,
expulsou a todos do templo, as ovelhas bem como os bois, derramou
pelo chão o dinheiro dos cambistas, virou as mesas 16 e
disse aos que vendiam as pombas: Tirai daqui estas coisas; não
façais da casa de meu Pai uma casa de negócio. 17
Então se lembraram seus discípulos de que está
escrito: O zelo da tua casa me devorará.

Quantas
pessoas ficaram fisicamente feridas por Jesus ficar tão
furioso?? Será que Jesus usou de um linguajar injurioso contra
aqueles humanos?? Foi uma conduta desenfreada?? Perdeu Jesus o
controle de seus sentimentos??

Jesus
revelou continuar plenamente lúcido do que estava fazendo,
revelando não estar furioso com nenhum humano ali presente. O
que estava sendo feito levou Jesus e chamar energicamente à
atenção dos presentes, para que parassem com aquelas
aviltantes ações.

Jesus
não ficou furioso com nenhum dos humanos ali presentes, embora
tivesse ficado furioso com o que estava sendo feito ali.

Os
resultados revelaram para onde estava dirigida a sua fúria.

Jesus
não deixava de amar aqueles homens que estavam fazendo aquelas
coisas erradas dentro do templo.

Jeová
também ficava furioso com o que estava acontecendo ali, não
ficava??

O
sentimento de Jesus por aquele pecador era fruto das informações
que Jesus tinha a respeito daquele pecador. Os demais humanos
careciam destas informações, logo, seus sentimentos
pelos mesmos pecadores eram totalmente diferentes.

O
que isto comprova?? Comprova que o humano é fruto das
informações existentes em sua mente e das quais ele
concorda.

Falar
uma palavra que rebaixa, uma palavra de desdém, que revela a
desvalorização que se dá a outra pessoa, também
é pecado.
Alguém perguntará:
Por quê??

Ora,
a pessoa está revelando o seu sentimento em relação
àquela outra pessoa. Que sentimento é este?? Trata-se
do desprezo, trata-se da desvalorização. Quem fala tal
palavra, tem como objetivo humilhar, rebaixar aquela pessoa. Aquele
que fala, vê aquela pessoa na condição abaixo
dele. Para quem fala, aquela outra pessoa tem pouco ou nenhum valor.
Trata-se de uma pessoa que ele revela ter pouca ou nenhuma estima e
consideração. Quem fala, atribui pouco ou nenhum valor
àquele outro. Neste caso configura-se o sentimento de
superioridade, não é verdade??? Sem dúvida
alguma.

Alguém
dirá: Mas é só uma palavra, palavras o vento
leva.

O
que nos informou Jesus??

(Mateus
5:21-22)
21 Ouvistes
que se disse aos dos tempos antigos: ‘Não deves
assassinar; mas quem cometer um assassínio terá de
prestar contas ao tribunal de justiça.’
22
No
entanto, digo-vos que todo aquele que continuar furioso com seu irmão
terá de prestar contas ao tribunal de justiça; mas,
quem
se dirigir a seu irmão com uma palavra imprópria de
desprezo terá de prestar contas ao Supremo Tribunal; ao passo
que quem disser: ‘Tolo desprezível!’, estará
sujeito à Geena ardente.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Mateus
5:21-22) 21
Tendes ouvido que foi dito aos antigos: Não
matarás; e: Quem matar, estará sujeito a julgamento. 22
Mas eu vos digo que todo aquele que se ira contra seu irmão,
estará sujeito a julgamento; e
quem chamar a seu irmão: Raca, estará sujeito ao
julgamento do sinédrio; e quem lhe chamar: Tolo, estará
sujeito à geena de fogo.

Será
que Jesus concordava com a afirmação humana que
“palavras o vento leva”??

Bem,
Jeová já revelou discordar deste conceito, ou ainda há
dúvidas??

O
INÍCIO DO PECADO OCORRE DE FORMA INVISÍVEL AO HUMANO,
ISTO É, ELE ACONTECE NO CORAÇÃO, O PECADO OCORRE
NO SENTIMENTO ERRADO QUE SE TEM PELO PRÓXIMO.

A
palavra é fruto do sentimento de quem fala. A palavra
falada revela o sentimento existente no coração de quem
fala. Que sentimento é este?? Trata-se da soberba, trata-se do
sentimento de superioridade. Trata-se do desdém.

DESDÉM
– Esta é a definição dada por certo
dicionário (Houaiss):

desdém

s.m.
(sXIII)
1
desprezo
arrogante; altivez, soberbia, sobranceria
<a
dona da loja tratou-o com d.
>
2
p.ext.
comportamento
distanciado; indiferença
<seu
d. indicava falta de maturidade
>
3
falta
de trato ou esmero (para com algo ou si mesmo); desalinho,
negligência
<até
para encontrar o namorado, vestia-se com d.
>
ao
d.

com
displicência, sem cuidado; negligentemente
<usava
as roupas ao d.
>

etim
provç.
desdenh,
regr. de
desdenhar

sin/var
ver
sinonímia de
desprezo
e
imodéstia

ant
ver
antonímia de
desprezo
e
sinonímia de
austeridade

Desdenhar
de um pecador qualquer também é um pecado?? Sim, e como
todo pecado, a penalidade é a mesmíssima morte. A
consequência é a mesma morte.

Bem,
havendo dúvidas, vamos ver uma situação em que
Jesus estava sendo ofendido com palavras. O que ele falou??
(Mateus
12:35-37)
35
O
homem bom, do seu bom tesouro, envia coisas boas, ao passo que o
homem iníquo, do seu tesouro iníquo, envia coisas
iníquas.
36
Eu
vos digo que de TODA declaração sem proveito que os
homens fizerem prestarão contas no Dia do Juízo;

37
pois
é pelas tuas palavras que serás declarado justo e é
pelas tuas palavras que serás condenado.”

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Mateus
5:21-22) 35
O
homem bom tira boas coisas do seu bom tesouro, e o homem mau tira más
coisas do seu mau tesouro.
36
Digo-vos
que de TODA a palavra ociosa que falarem os homens, dela darão
conta no dia de juízo;

37
porque
pelas tuas palavras serás justificado, e pelas tuas palavras
serás condenado.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Mateus
5:21-22)
35
O homem bom, do seu bom tesouro tira coisas boas, e o homem mau do
mau tesouro tira coisas más. 36
Digo-vos,
pois, que de TODA palavra fútil que os homens disserem, hão
de dar conta no dia do juízo.

37
Porque pelas tuas palavras serás justificado, e pelas tuas
palavras serás condenado.

Bem,
o aviso de Jesus já foi dado, não foi?? Ele revelou que
se trata de um pecado, não revelou??

Eu
preciso concordar com Jesus, não preciso??

OUTRO
PECADO QUE OCORRE NO CORAÇÃO E QUE ALÉM DO
PECADOR, SÓ JEOVÁ É QUE SABE.

Assim
nos falou Jesus, retransmitindo as palavras do Pai:
(Mateus
5:27-28)
27
Ouvistes
que se disse: ‘Não deves cometer adultério.’
28
Mas
eu vos digo que

todo
aquele que persiste em olhar para uma mulher, a ponto de ter paixão
por ela, já cometeu no coração adultério
com ela.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Mateus
5:27-28) 27
Tendes
ouvido que foi dito: Não adulterarás.
28
Eu,
porém, vos digo que
todo
o que põe seus olhos em uma mulher, para a cobiçar, já
no seu coração adulterou com ela.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Mateus
5:27-28) 27
Ouvistes
que foi dito: Não adulterarás.
28
Eu,
porém, vos digo que
todo
aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em
seu coração cometeu adultério com ela.

Do
ponto de vista de Jeová, o Legislador, o pecado ocorre
primeiro no coração.

Cobiça
– Ele olhou para aquela mulher e a desejou ter para si para
usar como uma fêmea.

Ao
olhar para as mulheres que passam pela rua, o que os olhos vêm??
Vêm um suculento bife a ser saboreado??

Mas
e se ela se comporta como um bife e vive se oferendo como um bife??
Bem, este pecado é dela, não é??

Não
acompanhe o sentimento dela. Tenha o teu próprio sentimento,
sentimento este que independerá do sentimento dela. Não
devemos ser acompanhantes e nem retribuidores dos sentimentos
daqueles que nos cercam.

Neste
caso, será que é a existência dela ou o
comportamento dela que me faz pecar no coração?? Se for
este o caso, o que se revela?? Não revela a existência
de um coração doente em mim?? O que fazer?? Eliminá-la
para que eu não a cobice??

Neste
caso, se ela se comporta desta maneira, o que eu devo ver?? Devo ver
alguém que, por estar doente do coração, está
apresentando este sintoma.

Por
ela estar com o coração doente, ela está
pecando. Isto é o que os meus olhos devem ver.

Isto
era o que os olhos de Jesus viam.

Ora,
se ela está me cobiçando, por ver-me como um saboroso
bife, isto não deve me induzir a acompanhá-la neste
sentimento. Ela está buscando uma sensação
agradável. Ela, tal qual um beija-flor, vive de sensação
agradável em sensação agradável, de
prazer em prazer. Naquele momento ela está me vendo como uma
fonte para seu prazer.

Que
devo fazer para não cometer este pecado no coração??
Devo purificar o meu coração, algo que irá
requerer um grande esforço da minha parte e que não
pode estar dependente
do sentimento e da ação dos demais à minha
volta.

O
Legislador já tinha falado isto para Moisés, muito
embora, as pessoas não tivessem dado conta da profundidade das
palavras. Assim havia falado Jeová:
(Êxodo
20:17)
17
Não
deves desejar a casa do teu próximo.
Não
deves desejar a esposa do teu próximo
,
nem seu escravo, nem sua escrava, nem seu touro, nem seu jumento, nem
qualquer coisa que pertença ao teu próximo.”

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Êxodo
20:17)
17
Não
cobiçarás a casa do teu próximo,
não
cobiçarás a mulher do teu próximo,

nem
o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem
coisa alguma que lhe pertença.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Êxodo
20:17)
17
Não
cobiçarás a casa do teu próximo,
não
cobiçarás a mulher do teu próximo,

nem
o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem
coisa alguma do teu próximo.

Foi
o Legislador quem determinou que a cobiça é um pecado.
Ele informou ao humano. Vejam, isto é a cobiça, e no
relacionamento em grupo isto constitui um grande perigo.

Não
resta dúvida. A cobiça é um pecado. É um
pecado que ocorre no coração, pois trata-se de um
sentimento, trata-se de um desejo de ter para si.

Quem
é que sabe do meu desejo?? Além do Legislador, só
eu e aqueles a quem eu confessar a existência de tal desejo.
Trata-se de um pecado, e como todo pecado, a penalidade é a
mesma morte, a consequência é a mesma morte.

Não
se trata apenas de desejar a mulher. Trata-se de desejar qualquer
coisa. O Legislador falou em desejar qualquer coisa que
pertença a teu próximo, isto é, cidade, rebanho,
casa, pai, filho, emprego, salário, cabelo, olhos, roupa,
primogenitura, cargo profissional ou religioso, em resumo, qualquer
coisa. E o que dizer de coisas que estão destinadas ao próximo
e que o próximo não se apossou dela??

A
pessoa sonha, a pessoa até se vê com a coisa desejada,
se apossando e usufruindo a coisa desejada.

Bem,
o Legislador já nos informou. Cabe a nós entendermos o
que o Legislador já falou.

Como
eu posso ter certeza de que estas palavras foram faladas pelo
Legislador?? Não
se esqueça do sinal que identifica o Legislador. Trata-se do
“Amor”. O outro sinal que identifica o Legislador é
a “Igualdade”.

O
que eu pude perceber??

Pude
perceber que nesta questão de pecado, muitas coisas estão
envolvidas. Pude
perceber que a
informação”
é
a porta de entrada para todas as coisas.
Neste caso,
pude perceber que o Legislador é também um Professor.

Bem,
Jesus sintetizou muito bem esta questão com a seguinte
afirmação:
(João
17:3)
3
Isto
significa vida eterna,

que
absorvam conhecimento de ti,

o
único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Mateus
5:27-28)
3
A
vida eterna, porém, é esta,
que
conheçam a ti
,
único verdadeiro Deus, e a Jesus Cristo, aquele que tu
enviaste.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Mateus
5:27-28)
3
E
a vida eterna é esta:
que
te conheçam a ti
,
como o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu
enviaste.

Jesus
deixou esta informação para nós, e de forma bem
clara. Continuar
a viver está diretamente relacionado com o conhecer o Pai. É
imprescindível conhecer o Pai.
Também
é imprescindível conhecer aquele que foi enviado pelo
Pai, isto é, Jesus.

Um
dos motivos da importância de se conhecer o Pai, é o
fato de que muitas pessoas afirmam
que o Pai falou isto ou aquilo, ou seja, precisamos reconhecer o tipo
de informação
que o Pai daria ao humano.

Esta
informação tem lógica e quando associada àquela
informação dada pelo Pai antes de criar o ser humano,
fica ainda mais clara.

Que
frase foi esta?? O Criador falou: “Façamos o homem a
nossa imagem e semelhança”.
(Gênesis
1:26-27)
26
E
Deus prosseguiu, dizendo: “Façamos [o] homem à
nossa imagem, segundo a nossa semelhança, e tenham eles em
sujeição os peixes do mar, e as criaturas voadoras dos
céus, e os animais domésticos, e toda a terra, e todo
animal movente que se move sobre a terra.”
27
E
Deus passou a criar o homem à sua imagem, à imagem de
Deus o criou; macho e fêmea os criou.. . .

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Gênesis
1:26-27)
26
Disse
também Deus: Façamos o homem à nossa imagem,
conforme a nossa semelhança: domine ele sobre os peixes do
mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos,
sobre toda a terra e sobre todo o réptil que se arrasta sobre
a terra.
27
Criou,
pois, Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o
criou; homem e mulher os criou.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Gênesis
1:26-27)
26
E
disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a
nossa semelhança; domine ele sobre os peixes do mar, sobre as
aves do céu, sobre os animais domésticos, e sobre toda
a terra, e sobre todo réptil que se arrasta sobre a terra.
27
Criou,
pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o
criou; homem e mulher os criou.

Depois
Jesus nos dá outra informação. Ele afirmou: “Eu
e o Pai somos um”.
(João
10:30)
30
Eu
e o Pai
somos
um.
(João
17:22-23)
22
Também,
eu lhes tenho dado a glória que tu me tens dado, a fim de que
sejam um, assim como nós somos um.
23
Eu
em
união
com
eles e tu
em
união
comigo,
a fim de que sejam aperfeiçoados em um,

para
que o mundo tenha conhecimento de que tu me enviaste e que os amaste
assim como amaste a mim.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(João
10:30)
30
Eu
e meu Pai
somos
um
.
(João
17:22-23) 22
Eu
lhes tenho dado a glória que tu me tens dado, para que sejam
um como nós somos um;
23
eu
neles e tu em mim, para que sejam aperfeiçoados em um;

e
para que o mundo conheça que tu me enviaste e que tu os
amaste, como também amaste a mim.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(João
10:3)
30
Eu
e o Pai
somos
um
.
(João
17:22-23) 22
E
eu lhes dei a glória que a mim me deste, para que sejam um,
como nós somos um;
23
eu
neles, e tu em mim,

para
que eles sejam perfeitos em unidade, a fim de que o mundo conheça
que tu me enviaste, e que os amaste a eles, assim como me amaste a
mim.

Não
podemos esquecer do respeito a individualidade e do respeito ao
livre-arbítrio que o Pai sempre demonstra ter.


Se alguém afirmar, tal pai,
tal filho, poderá estar afirmando isto tanto em relação
as características físicas quanto em relação
as características de personalidade, não é
verdade???


Ser fisicamente igual ao pai é
algo que não depende do filho, pois trata-se de
características físicas que ele realmente herda. No
entanto, para ter a mesma personalidade do pai, o filho precisa ver o
pai em ação, observar como o pai faz as coisas e saber
o porque o pai faz as coisas daquela forma, passando assim a imitar a
seu pai após concordar com o seu pai.

Como
o ser humano não nasceu programado, como ele é
dependente de informações para formar e/ou manipular os
seus sentimentos e como seus sentimentos formam a base para ele tomar
decisões, passamos a perceber o grandioso valor que possui a
correta
informação.

Jesus
afirmou também: “Eu só falo aquilo que o Pai fala
e só faço aquilo que o Pai faz”.
(João
5:19)
19
Portanto,
em resposta, Jesus prosseguiu a dizer-lhes: “Digo-vos em toda a
verdade:
O
Filho não pode fazer nem uma única coisa de sua própria
iniciativa, mas somente
o
que ele observa
o
Pai fazer.
Porque
as coisas que Este faz, estas o Filho faz também da mesma
maneira.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(João
5:19)
19
Jesus,
pois, lhes disse: Em verdade, em verdade vos digo que
o
Filho nada pode fazer de si mesmo, senão
o
que vir
o
Pai fazer;
porque
tudo o que ele fizer, o faz também semelhantemente o Filho.

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(João
5:19)
19
Disse-lhes,
pois, Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que
o
Filho de si mesmo nada pode fazer, senão
o
que vir
o
Pai fazer
;
porque tudo quanto ele faz, o Filho o faz igualmente.

Jesus
deixou bem claro que ele imitava a seu pai, o Pai Celestial. Jesus
repetia as palavras do Pai e praticava as mesmas ações
do Pai, observando a sua condição de filho, obviamente.
Além
do Pai Celestial, Jesus não imitava a mais ninguém.

Jesus
afirmou também: “Ser filho do Pai é copiar o Pai
nos sentimentos, ou seja, é ter os mesmos sentimentos do Pai”.
(Mateus
5:43-45)
43
Ouvistes
que se disse: ‘Tens de amar o teu próximo e odiar o teu
inimigo.’
44
No
entanto, eu vos digo:
Continuai
a amar os vossos inimigos e a orar pelos que vos perseguem;
45
PARA
que
mostreis
ser filhos
de
vosso Pai, que está nos céus, visto que ele faz

o
seu sol levantar-se sobre iníquos e sobre bons, e faz chover
sobre justos e sobre injustos.. . .

Assim
verte a Tradução Brasileira:
(Mateus
5:43)
43
Tendes
ouvido que foi dito: Amarás o teu próximo e aborrecerás
o teu inimigo.
44
Eu,
porém, vos digo:
Amai
os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem,
45
PARA
que
vos
torneis filhos
de
vosso Pai que está nos céus, porque ele faz
nascer
o seu sol sobre maus e bons, e vir chuvas sobre justos e injustos.

Assim
verte a Tradução Almeida:
(Mateus
5:43)
43
Ouvistes
que foi dito: Amarás ao teu próximo, e odiarás
ao teu inimigo.
44
Eu,
porém, vos digo:
Amai
aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem;
45
PARA
que
vos
torneis filhos
do
vosso Pai que está nos céus; porque ele faz

nascer
o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.


Ainda nesta mesma informação,
Jesus deixou bem claro que é o Pai Celestial aquele que todos
os filhos devem buscar imitar.

Para
ser filho do Pai Celestial, para que alguém afirme que este
filho é igual ao Pai Celestial, ou seja, tal pai, tal filho,
este filho precisa AMAR assim como o Pai Celestial ama. Isto
significa que o filho deve ter os mesmos sentimentos do Pai, para
poder praticar as mesmas ações do Pai.


O que percebemos??


Percebemos que o Pai tem por
objetivo, que a personalidade de cada filho seja igual a
personalidade Dele.

O
mundo inteiro não conhecia o Pai. Só Jesus conhecia o
Pai.

Logo,
em quem devemos confiar?? Nas informações de quem
devemos crer?? As informações de quem devem ser a base
de comparação para com todas as demais informações
sobre os reais mandamentos do Pai e sobre os reais sentimentos do
Pai???

A
resposta lógica para todas estas perguntas resume-se a uma
única pessoa: Jesus.

Será
que Jesus era vacinado contra o pecado?? Será que Jesus era
IMUNE à desobediência?? Será que Jesus estava
IMPEDIDO de desobedecer??

Quando
alguém que é um discípulo de Jesus, não
repete as mesmas ações de Jesus e é questionado
em ralação a isto, geralmente responde: “Mas
Jesus era diferente, ele era perfeito. Quando eu for perfeito poderei
fazer as coisas assim como ele fez”. Geralmente se adiciona:
“Quando esta pecaminosidade for retirada de mim, eu conseguirei
fazer as mesmas coisas que ele fez”.

No
entanto, convêm perguntar: Exatamente no que era Jesus
diferente?? Ser
perfeito é estar impedido de desobedecer??

Estando
Jesus impedido de desobedecer, o que isto revelaria em relação
a personalidade de Jesus?? Revelaria que ele não passava de
alguém que foi programado e que cumpriu o que estava
programado. Isto significa que qualquer um que for programado poderá
agir exatamente igual a Jesus. Isto também quer dizer que
somente pessoas programadas é que conseguem viver sem pecar.

Um
humano impedido de desobedecer, fica sem a opção
de desobedecer; ele só tem a opção de obedecer.
Isto significa que foi retirado dele o livre-arbítrio. Ele não
tem escolha
a fazer. Ele passa a ser um mero robô muito bem programado.

Será
que este era o caso de Jesus?? Jesus afirmou: “Eu venci o
mundo”. Como ele venceu?? Por não desobedecer ao Pai,
não foi isto??

Caso
ainda não estivesse imunizado contra a desobediência,
será que depois da ressurreição, Jesus passou a
estar imunizado contra a desobediência?? Ser imunizado contra a
desobediência é um prêmio àquele que
vencer??

Os
que defendem e vivem o conceito da pecaminosidade herdada podem
encontrar um incrível dilema em relação “àquele
que vencer” e em relação a vencer o mundo.

Quem
é que vence?? não é aquele que não peca??
não é aquele que não pratica nenhuma das coisas
apontadas por Jeová como “coisas detestáveis”??
Se ele praticar qualquer um dos pecados, ele revela que não
venceu, não é verdade?? Ele revela que foi vencido, não
é verdade?? No entanto, se eu tenho a pecaminosidade herdada,
como vou conseguir não pecar?? Se determinados pecados estão
acima da minha vontade, como vou conseguir vencer o mundo “assim
como Jesus venceu”??

Estaria
a “vida eterna” ligada e dependente do humano ser
imunizado contra a desobediência?? Ficando impedido de
pecar, o humano conseguirá a desejada vida eterna. Será
que isto é assim??

Os
depoimentos de Jeová já revelaram que o humano
continuará com o seu livre-arbítrio, pois esta é
uma das características de Jeová, Aquele que afirmou:
“Façamos o homem à nossa imagem e semelhança”.
Ele, Jeová, não retirará o livre-arbítrio
do humano, transformando-o em um mero robô.

Pedras
de tropeço.

Não
há como negar que nos dois casos analisados (Adão/Eva e
o profeta sem nome, passou a haver uma pedra de tropeço. Ficou
bem claro que nos dois casos, houve tropeço na pedra.

No
entanto, vamos analisar uma afirmação de Jesus.

Ele
afirmou: “É necessário que venham as pedras de
tropeço”.

(Mateus
18:7)
7 Ai
do mundo, devido às pedras de tropeço! Naturalmente,
é
necessário
que
venham pedras de tropeço
,
mas ai do homem por meio de quem vem a pedra de tropeço!

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Mateus
18:7) 7
Ai do mundo por causa dos tropeços! porque
é
necessário
que
apareçam tropeços
; mas ai do homem por
quem vem o tropeço!

É
necessário??

Por
que é necessário??

Será
que Jeová, o nosso Pai colocaria pedras de tropeço para
seus filhos??

(Jeremias
6:21)
21 Portanto,
assim disse Jeová: “
Eis
que ponho pedras de tropeço para este povo

e certamente
tropeçarão sobre elas, pais e filhos juntos; o vizinho
e seu companheiro — eles perecerão.”

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Jeremias
6:21) 21
Portanto assim diz Jeová: Eis que vou
pôr tropeços diante deste povo
, e
tropeçarão neles juntamente os pais e os filhos; o
vizinho e o seu amigo perecerão.

O
que mais falou Jeová sobre pedra de tropeço??

(Ezequiel
3:20-21)
20 E
quando o justo recuar de sua justiça e realmente fizer
injustiça,
e
eu tiver de pôr diante dele uma pedra de tropeço
,
ele é que morrerá por não o teres avisado.
Morrerá por seu pecado, e seus atos justos que praticou não
serão lembrados, mas demandarei o sangue dele da tua própria
mão.
21 E
se tu tiveres avisado o justo para que o justo não peque, e
ele realmente não pecar, continuará a viver
impreterivelmente porque foi avisado, e tu mesmo terás livrado
a tua própria alma.”

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel
3:20-21) 20
Demais, quando o justo se desviar da sua justiça,
e cometer a iniqüidade, e
eu puser diante dele uma pedra de tropeço
, ele
morrerá; porque não o avisaste, morrerá no seu
pecado, e não serão lembradas as suas ações
de justiça que tem praticado; mas o seu sangue, da tua mão
o requererei. 21 Todavia se tu avisares o justo para que o
justo não peque, e ele não pecar, certamente viverá,
porque recebeu o aviso; e tu livraste a tua alma.

Os
levitas se transformaram em pedras de tropeço para toda a
nação de Israel.

(Ezequiel
44:12)
12 Visto
que lhes ministravam perante os seus ídolos sórdidos
e
se tornaram para a casa de Israel uma pedra de tropeço para
[cair no] erro
,
por isso levantei a minha mão contra eles’, é a
pronunciação do Soberano Senhor Jeová, ‘e
terão de levar seu erro.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel
42:12) 12
Porque os serviram diante dos seus ídolos, e
se fizeram para a casa de Israel uma ocasião de tropeço
;
por isso levantei a minha mão contra eles, diz o Senhor Jeová,
e levarão sobre si a sua iniqüidade.

Outras
coisas se transformaram em pedras de tropeço para o povo
escolhido por Jeová.

(Ezequiel
7:19)
19 “‘A
própria prata deles lançarão nas ruas e o
próprio ouro deles tornar-se-á uma coisa abominável.
Nem a sua prata nem o seu ouro poderá livrá-los no dia
da fúria de Jeová. Não fartarão as suas
almas e não encherão os seus intestinos,
porque
isso se tornou uma pedra de tropeço, causando seu erro.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel
7:19) 19
A sua prata, lançá-la-ão pelas
ruas, e o seu ouro será como coisa imunda; a sua prata e o seu
ouro não os poderão livrar no dia do furor de Jeová.
Não fartarão a sua alma, nem encherão as suas
entranhas, pois
serviram de tropeço da sua iniqüidade
.

Esta
outra coisa se transformou em pedra de tropeço para todo o
povo escolhido. Os ídolos sórdidos se transformaram em
pedras de tropeço.

(Ezequiel
14:1-5)
14 E
homens dentre os idosos de Israel passaram a chegar a mim e a
sentar-se diante de mim.
2 Então
veio a haver para mim a palavra de Jeová, dizendo:
3
Filho
do homem, no que se refere a estes homens,
fizeram
seus ídolos sórdidos subir ao seu coração

e puseram
diante das suas faces a pedra de tropeço que causa o seu erro
.
Acaso devia eu ser consultado por eles?
4
Portanto,
fala com eles e tens de dizer-lhes: ‘Assim disse o Soberano
Senhor Jeová: “
Todo
homem de Israel que fizer os seus ídolos sórdidos subir
ao seu coração e que colocar diante da sua face a
própria pedra de tropeço que causa o seu erro
,
e que realmente chegar ao profeta, eu, Jeová, vou deixar-me
induzir a lhe responder na questão segundo a multidão
de seus ídolos sórdidos,
5
com o
objetivo de pegar a casa de Israel pelo coração, porque
se apartaram de mim devido aos seus ídolos sórdidos —
todos eles.”’

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel
14:1-5) 1
Então vieram ter comigo alguns dos anciãos
de Israel, e se assentaram diante de mim. 2 Veio a mim a
palavra de Jeová, dizendo: 3 Filho do homem, estes
homens deram lugar no seu coração aos seus ídolos,
e puseram diante da sua face o tropeço da sua iniqüidade
;
acaso permitirei que eles me consultem? 4 Portanto fala com
eles, e dize-lhes: Assim diz o Senhor Jeová: Todo
o homem da casa de Israel que der lugar no seu coração
aos seus ídolos, e puser diante da sua face o tropeço
da sua iniqüidade
, e vier ter com o profeta: eu
Jeová lhe responderei nisso segundo a multidão dos seus
ídolos; 5 para que eu apanhe a casa de Israel no seu
coração, porque são todos alienados de mim pelos
seus ídolos.

Qualquer
um pode se transformar em uma pedra de tropeço. Pedro mostrou
ser uma pedra de tropeço para Jesus.

(Mateus
16:22-23)
22 Em
vista disso, Pedro, tomando-o à parte, principiou a
censurá-lo, dizendo: “Sê benigno contigo mesmo,
Senhor; não terás absolutamente tal [destino].”
23 Mas
ele, voltando-lhe as costas, disse a Pedro: “Para trás
de mim, Satanás!
Tu
és para mim pedra de tropeço
,
porque não tens os pensamentos de Deus, mas os de homens….

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Mateus
16:22-23) 22
Pedro, chamando-o à parte, começou a
admoestá-lo, dizendo: Deus tal não permita, Senhor;
isso de modo algum te acontecerá. 23 Mas ele,
voltando-se, disse a Pedro: Sai de diante de mim, Satanás; tu
és para mim uma pedra de tropeço
, porque
não cuidas das coisas de Deus, mas sim das dos homens.

Através
de suas palavras, Pedro estava revelando os seus pensamentos e seus
sentimentos para Jesus, no entanto, tais palavras eram uma pedra de
tropeço para Jesus. Jesus via tais palavras de Pedro como uma
pedra de tropeço.

Jesus
reconheceu a pedra de tropeço e não se deixou
influenciar por ela, não se deixou convencer por elas.

As
pedras de tropeço INDUZEM o humano a desobedecer. São
as pedras de tropeço que convencem o humano que aquilo que é
um pecado do ponto de vista de Jeová passou a não ser
mais um pecado. As pedras de tropeço induzem o homem ao erro.

Ora,
mas se as pedras de tropeço INDUZEM o homem ao erro e o homem
é punido por causo do seu erro, como então é
necessário que venham tais pedras de tropeço??

Afinal
de contas, o que o Pai deseja??

O
Pai deseja que a pedra de tropeço não consiga induzir o
humano ao erro.

O
humano precisa mostrar-se confiável.

O
humano deve mostrar-se plenamente CONVENCIDO sobre o que ele está
fazendo.

O
humano não deve ser uma folha de papel levada ao sabor do
vento, ou seja, a opinião do humano não deve estar
mudando de acordo com as circunstâncias, pois não são
as circunstâncias que fazem os mandamentos. O que é
certo é certo, independente das circunstâncias e o que é
errado é errado independente das circunstâncias.

As
palavras e as ações de outras pessoas ao seu redor não
o farão MUDAR de opinião em relação a
algo que o Pai definiu como sendo pecado/erro.

O
fato de uma pessoa qualquer não ter sido morta por Jeová
por ter praticado algum pecado/erro, não transforma a
definição daquela ação, pois erro é
erro.

Uma
frase muito usada pelo humano: “Jeová não
abençoaria tal pessoa se ela fosse iníqua. Logo, aquela
ação não foi iniquidade”.

Outra
frase usada: “Mesmo que tenha sido iniquidade, este servo não
era iníquo, pois ele tinha um bom coração”.

Outra
frase usada: “Se Jeová continuou a usá-lo como
profeta, rei, sacerdote etc…, é porque este homem era leal”,
ou seja, era merecedor de continuar.

Não
é porque aquele servo escolhido por Jeová para ser
patriarca, profeta, sacerdote, rei, ou outra função
qualquer, venha a falar determinada palavra ou praticar determinada
ação, palavra ou ação esta, que Jeová
afirme ANTES ou DEPOIS, ser algo pecaminoso, que deve ser minimizada
a palavra de Jeová em relação àquele
pecado, ou afirmarmos que Jeová (Javé) apoiava a
palavra ou a ação daquele humano.

O
que Jeová falou para a casa de Israel neste respeito??

Ele
afirmou: Todo
o homem da casa de Israel que der lugar no seu coração
aos seus ídolos, e puser diante da sua face o tropeço
da sua iniqüidade
,
e vier ter com o profeta: eu Jeová lhe responderei nisso
segundo a multidão dos seus ídolos;
5
para
que eu apanhe a casa de Israel no seu coração,
porque
são todos alienados de mim pelos seus ídolos.

O
que Jeová deseja??

Que,
independente das pedras de tropeço (palavras ou ações
de outros humanos ou anjos) o humano mantenha-se na palavra que Ele
falar para este humano.

As
palavras do Pai são mais sábias do que as palavras dos
demais (humanos ou anjos).

O
Pai sabe que as palavras de tropeço PODEM induzir o humano ao
erro, desde que o humano SE DEIXE induzir ao erro.

O
Pai sabe que exige sabedoria não deixar-se induzir ao erro
através de palavras e ações de outras pessoas.

O
humano precisa ser sábio.

Como
é que vem a sabedoria?? Em um passe de mágica??

No
entanto, Jesus também falou: Ai do homem por meio de quem vem
a pedra de tropeço.

O
que aconteceria com este homem??

Bem,
o caso do profeta sem nome exemplificou o que pode acontecer com
aquele que serve de pedra de tropeço para outro humano.

Ele
poderá ser aquele que enterrará aquele humano que veio
a morrer por causa de suas falsas palavras. Será que alguém
gostará de enterrar alguém que morreu por sua causa??
Isto é algo muito constrangedor, não é verdade??
E uma situação horripilante, não é??
Trata-se de uma enorme vergonha a ser carregada na frente de todos,
não é??

O
que aconteceu no caso do profeta sem nome??

(1
Reis 13:26-30)
26 Quando
o profeta que o tinha trazido de volta do caminho ouviu isso, disse
imediatamente: “É o homem do [verdadeiro] Deus que se
rebelou contra a ordem de Jeová; e por isso Jeová o
entregou ao leão, para que o esmagasse e entregasse à
morte, segundo a palavra de Jeová, que ele lhe falou.”
27 E
seguiu falando aos seus filhos, dizendo: “Selai-me o jumento.”
Selaram-no, pois.
28 Então
se pôs a caminho e achou seu cadáver lançado na
estrada, com o jumento e o leão parados ao lado do cadáver.
O leão não tinha devorado o cadáver, nem tinha
esmagado o jumento.
29 E
o profeta passou a levantar o cadáver do homem do [verdadeiro]
Deus, e a colocá-lo sobre o jumento, e a levá-lo de
volta. Entrou assim na cidade do profeta idoso para lamentá-lo
e para enterrá-lo.
30
Conseqüentemente,
colocou o cadáver dele na sua própria sepultura; e eles
continuaram a lamentá-lo: “Ai, meu irmão!”

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(1
Reis 13:26-30) 26
Tendo ouvido isto o profeta que o tinha feito
voltar do caminho, disse: É o homem de Deus que desobedeceu à
palavra de Jeová; por isso Jeová o entregou ao leão,
que o despedaçou e matou, conforme a palavra que Jeová
lhe falou. 27 Disse a seus filhos: Albardai-me o jumento. Eles
o fizeram. 28 Então foi e achou o cadáver
estendido no caminho, e o jumento e o leão que estavam ao
lado; não tinha o leão devorado o cadáver, nem
despedaçado ao jumento. 29 O profeta tomou o cadáver
do homem de Deus, pô-lo em cima do jumento, e levou-o consigo;
e chegou à cidade do profeta velho para o chorar e para o
enterrar. 30 Meteu o cadáver no seu sepulcro; e eles o
choraram, dizendo: Ai, meu irmão!

Aquele
profeta idoso passou a ser visto como aquele que causou a morte do
profeta mais novo. Ele teve de carregar isto até o dia de sua
morte. Não se pode fugir de algo assim, ou será que
pode?? Trata-se de um verdadeiro ai.

A
palavra de Jesus foi bem clara:


mas
ai do homem por meio de quem vem a pedra de tropeço!

Percebemos
que não é o Pai quem guarda ressentimento daquele que
se torna uma pedra de tropeço para seu irmão. É
o resultado final desta ação, pois a pessoa induzirá
a outra pessoa ao erro e a outra pessoa errará e sofrerá
por causa só seu próprio erro. Neste caso, você
verá o resultado prático de ter-se feito uma pedra de
tropeço para o teu irmão.

Trata-se
de uma coisa terrível, não é mesmo??

Continuando
no assunto “pecado”, o que foi que o Pai Jeová
falou??

Ele
falou sobre a alma que “COMETER” pecado.

Neste
caso, o que fica claro??

A
alma não nasce pecadora.

Para
ser pecadora, a alma precisa “cometer” um pecado.

Não
devemos acusar uma alma de pecadora se ela não COMETEU nenhum
pecado.

O
Pai Jeová também falou que “pecar” é
desobedecer a QUALQUER um dos mandamentos Dele.

Sem
mandamento não existe desobediência.

(Ezequiel
18:5-9) 5 “‘E no que se refere ao homem, SE ele
veio a ser justo e tem PRATICADO o juízo e a justiça;
6 SE NÃO comeu nos montes E NÃO elevou
seus olhos para os ídolos sórdidos da casa de Israel, E
NÃO
aviltou a esposa de seu companheiro, E NÃO
se chegou a uma mulher na sua impureza; 7 e SE NÃO
maltratou a nenhum homem; SE restituiu o penhor tomado pela
dívida; SE NÃO arrebatou nada em roubo; SE
deu o seu próprio pão ao faminto e cobriu com roupa ao
que estava nu; 8 SE NÃO deu nada em troca de juros E
NÃO
tomou usura; SE retirou sua mão da
injustiça; SE praticou a verdadeira justiça entre homem
e homem; 9 SE TEM ANDADO nos meus estatutos e TEM GUARDADO
as minhas decisões judiciais para praticar a verdade, ELE
É JUSTO
. Ele positivamente continuará a
viver’, é a pronunciação do Soberano
Senhor Jeová.

Será
que o Pai Jeová é mentiroso??

Praticar
certas coisas e não praticar certas coisas; TOMAR A DECISÃO
de “fazer” certas coisas e TOMAR A DECISÃO de “não
fazer” certas coisas.

O
que caracteriza uma alma percadora é um sentimento, uma
palavra ou uma ação, ação esta chamada
pelo Pai Jeová de “pecado”.

Sentimento,
palavra e ação.

Se
não houver sentimento definido como pecado; palavra definida
como pecado e ação definida como pecado, como acusar a
alma de ser pecadora??

Quando
foi que Eva se tornou uma alma “pecadora”??

Não
foi somente depois de nascer um sentimento de cobiça no
coração dela??

O
sentimento de cobiça não a levou a comer o fruto??

“Comer
o fruto” não é o ato visual e final da
desobediência (pecado)??

Passou
Eva a ser eternamente pecadora??

Ou
será que ela simplesmente havia pecado (cometido um pecado)??

Poderia
Eva passar a ser uma pessoa obediente??

Pode
qualquer alma que cometeu um pecado, passar a ser uma alma
obediente??

O
que o Pai Jeová disse??

(Ezequiel
18:21-22) 21 “‘Ora, quanto ao iníquo, SE ELE
RECUAR de todos os seus pecados que praticou E realmente guardar
todos os meus estatutos E praticar o juízo e a justiça,
ele positivamente continuará a viver. Não morrerá.
22 Todas as suas transgressões que praticou — NÃO
SERÃO LEMBRADAS CONTRA ELE. Continuará a viver por
causa da justiça que praticou.’

Deve
haver Imparcialidade, não deve??

O
Pai Jeová mostra toda a Sua imparcialidade.

(Ezequiel
18:24) 24 “‘Ora, quando o justo recuar da sua justiça
e realmente fizer injustiça; se estiver fazendo segundo todas
as coisas detestáveis que o iníquo tem feito e estiver
vivendo, NÃO SERÁ LEMBRADO NENHUM dos seus atos justos
que praticou. Por sua infidelidade que praticou e por seu pecado com
que pecou, por estes é que morrerá.

ASSIM
COMO não me lembrarei da iniquidade do iníquo
(sentimentos, palavras e ações), DA MESMA FORMA não
me lembrarei da justiça do justo (sentimentos, palavras e
ações).

O
Pai Jeová é “imparcial” todo o tempo. A
imparcialidade é um dos princípios que o Pai Jeová
tem como inviolável.

Ninguém
está impossibilitado de pecar e nem de deixar de pecar.

Onde
é que está a impossibilidade de ser justo??

Onde
está a impossibilidade de obedecer??

Será
que a alma já nasce com a “impossibilidade de obedecer”??

Ora,
se uma alma nasce com a impossibilidade de obedecer, isto significa
que todas as almas nascem com a impossibilidade de obedecer, logo,
segundo a imparcialidade, todas elas devem ser tratadas da mesma
forma.

Independente
do que teu líder espiritual te ensina, sabatine, sabatine e
sabatine. Teu líder espiritual te dá esta liberdade,
não dá?? Ele te explicará e responderá a
cada uma destas perguntas sem ficar irado com você, não
é mesmo?? Se você discordar dele, será que ele
vai te expulsar de diante dele, passando a te atribuir um baixo valor
e ter por você uma baixa estima??

Bem,
se ele se irritar com você, não copie o sentimento dele.

A
alma que pecar, esta é que morrerá

O que é esta informação dada pelo próprio
Pai Jeová??

Seria
uma sentença ou seria um aviso?? Seria uma condenação
ou seria um aviso??

Depois
de pecar, esta alma ainda poderá continuar a viver, ou seja,
não morrer?? Será que é uma mera punição??

Ora,
se fosse uma mera condenação judicial, a alma que pecar
teria que morrer e não sobreviveria à morte, ou seja,
não haveria descumprimento da ordem judicial, pois a ordem
judicial tem de ser cumprida, ou seja, não pode ser
descumprida.

Lei
é lei, não é verdade??

No
entanto, o que ocorre??

O
que o Pai nos informa??

Ele
nos diz:

(Ezequiel
33:14-16) 14 “‘E
quando eu disser ao iníquo: “Positivamente morrerás”,
e ele realmente recuar do seu pecado e praticar o juízo e a
justiça,
15 [e]
o iníquo restituir a própria coisa penhorada e devolver
as próprias coisas roubadas, andando realmente nos próprios
estatutos da vida por não fazer injustiça,
positivamente continuará vivendo. Não morrerá.
16 Nenhum
dos seus pecados com que pecou será lembrado contra ele. Juízo
e justiça é o que praticou. Ele
positivamente
continuará vivendo.

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel
33:14-16) 14
Demais,
quando eu disser ao ímpio: Certamente morrerás; se ele
se converter do seu pecado, e praticar o juízo e a justiça;
15
se
esse ímpio restituir o penhor, entregar o que ele tinha
furtado, andar nos estatutos da vida, não cometendo a
iniqüidade; certamente viverá, não morrerá.
16
Nenhum
dos seus pecados que cometeu, será lembrado contra ele; ele
praticou o juízo e a justiça;
certamente
viverá
.

Que
mais nos diz o Pai Jeová??

(Ezequiel
33:11)
11
Dize-lhes:
‘“Assim como vivo”, é a pronunciação
do Soberano Senhor Jeová, “não me agrado na morte
do iníquo, mas em que o iníquo recue do seu caminho e
realmente continue vivendo.
Recuai,
recuai
dos
vossos maus caminhos, pois, por que devíeis morrer, ó
casa de Israel?”’

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Ezequiel
33:11) 11
Dize-lhes:
Pela minha vida, diz o Senhor Jeová, não tenho prazer
na morte do ímpio; mas sim em que o ímpio se converta
do seu caminho e viva.
Convertei-vos,
convertei-vos
dos
vossos maus caminhos; pois por que morrereis, ó casa de
Israel?

O
que o Pai nos informou?? Tratava-se de uma sentença?? Ou de um
aviso?? Se você não recuar do seu caminho você vai
morrer. Filhinho, por que você não recua do teu
caminho?? Por que você não recua do teu pecado??

Ora,
se o iníquo, ou seja, se o pecador recuar do seu caminho, ele
continuará a viver, não morrerá. Neste caso, não
se tratava de uma sentença do tipo “palavra de rei não
volta atrás”.

O
Pai também nos informa que todos os Seus mandamentos têm
por base o amor, ou seja, o amor ao próximo e o amor a Ele.

Segundo
Jesus, o que o humano precisava fazer para continuar a viver de forma
contínua??

(Lucas
10:25-28) 25 Então,
eis que se levantou certo homem versado na Lei, para prová-lo,
e disse: “Instrutor, por fazer o que hei de herdar a vida
eterna?”
26 Ele
lhe disse: “O que está escrito na Lei? Como é que
lês?”
27 Em
resposta, disse: “‘Tens de amar a Jeová, teu Deus,
de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de toda
a tua força, e de toda a tua mente’, e, ‘o teu
próximo como a ti mesmo’.”
28 Ele
lhe disse: “Respondeste corretamente; ‘
persiste
em fazer isso e obterás a vida
.”

Assim
verte a Tradução Brasileira:

(Lucas
10:25-28) 25
Levantando-se um doutor da lei, experimentou-o,
dizendo: Mestre, que farei para herdar a vida eterna? 26
Respondeu-lhe Jesus: Que é o que está escrito na Lei?
como lês tu? 27 Respondeu ele: Amarás ao Senhor
teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de
toda a tua força e de todo o teu entendimento, e ao teu
próximo como a ti mesmo. 28 Replicou-lhe Jesus:
Respondeste
bem; faze isso, e viverás
.

A
informação de Jesus foi bem clara:

Se
você amar ao próximo como a ti mesmo e amar a Deus sobre
todas as coisas, você não morrerá.

O
que isto quer dizer??

Isto
quer dizer que se o humano amar ao seu próximo, ele não
cometerá pecado nem contra o seu próximo e se você
amar a Deus não cometerá pecado contra Deus.

Neste
caso, todo e qualquer pecado é uma transgressão contra
o amor.

Cada
pecado é uma ação praticada contra o amor.

Cada
ato de pecado é uma ação contra a vida, sua vida
e/ou a vida do próximo.

Existem
ações mínimas e ações máximas,
no entanto, todas as ações de pecado são atos
contra a vida.

De
forma prática, ou seja, no dia a dia, cada pecado é uma
ação contra a vida; uma ação contra o
amor, ou seja, uma falta de amor.

Resumindo,
temos:


Pecado é todo sentimento,
toda palavra e toda ação que não leve em conta o
amor (amor ao próximo e a Deus).

O
que mais podemos observar em relação ao pecado??


Que pecado é tudo que é
incompatível com a vida, ou seja, que é incompatível
com a continuidade da vida.

Então,
vem a seguinte pergunta: Como o humano é libertado do pecado??

O que disse
Jesus??

Assim verte a
Tradução Brasileira:
l

Assim verte a
Tradução Almeida:

çç

Veja
a resposta a esta intrigante pergunta em
Onde
encontrar a cura para o pecado”??

 


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